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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um Encontro Destinado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyQui Mar 01, 2018 10:06 pm

Um Encontro Destinado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Diego Kaminari. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptySeg Mar 05, 2018 10:38 pm







Alguns dias se passaram desde que parti de Down Island, aquela ilha havia significado muito para mim e por um longo tempo foi tudo que eu tinha, no entanto ela ainda continua sendo importante, pois lá deixei pessoas na qual muito me importo, pessoas que me fazem ter um novo folego para seguir em frente. Down Island é e sempre continuará sendo meu lar.

Por outro lado, a viagem foi algo bem gratificante, pude saber como é navegar com verdadeiros companheiros apesar de estar ali apenas de carona. Sentia a brisa da manhã em meu rosto enquanto as gaivotas cantavam e sobrevoavam avisando que a terra estava próxima. Todavia mesmo com todo o prazer da viagem eu começara a ficar cansado muito devido a ansiedade que tinha de ter minha própria tripulação, meu próprio navio, mas aquele tempo que tive me foi útil para analisar o que realmente me faltava, do que realmente precisa para me sentir completo...

- Chloe... Como queria que estivesse vivendo isso comigo... – Disse ao me apoiar a beirada do navio e olhar aos céus, será que de alguma forma ela poderia me ouvir? Poderia me ver? Se pudesse saberia que nada nesse mundo preencheria o espaço que ela deixou, mas ao menos uma promessa eu mantenho, serei forte por você e farei pagarem aqueles que lhe tiraram de mim. – Mas se pode me ver, lhe compartilho esse sorriso.... Pois é tudo que tenho ao lembrar de você, até a tristeza tomar conta quando me recordo que não pode mais estar comigo. – Pensei até ser atrapalhado pela tripulação que logo se preparava para atracar ao porto.

Tudo ocorreu sem problema uma vez que aquela ilha era dominada pelos revolucionários, o que por si só era algo um tanto reconfortante. Logo ao descer tentaria ir de encontro de Luze na qual iria tentar pedir para que me indicasse uma forma de conseguir alguns conhecimentos que me seriam bastante uteis. Se o conseguisse encontrar iria rapidamente falar. – Luze quero dizer que estou muito agradecido pelo que fizeram por mim, mas sem querer abusar da sua boa vontade... Gostaria de saber se tem alguma forma deu conseguir o conhecimento na arte da Intimidação e na de Pilotagem? Muitas coisas vem a frente em minha jornada e imagino que isso será de muita ajuda. - Por fim ficaria ali aguardando a resposta do revolucionário.

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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyQua Mar 07, 2018 10:29 pm



Narração


Bem-vindo a Conomi!



O dia amanhecia próximo a ilha de Conomi. Sobre o domínio dos revolucionários, o local era perfeito para que Diego pudesse repousar após os acontecimentos passados. As gaivotas em alto mar voavam ao alto, tanto quanto os pensamentos do rapaz que se apegavam a lembrança de sua irmã. Com o vento soprando suas madeixas, o rapaz via cada vez mais próxima a ilha. Consigo, estavam três homens. Luze, o líder do grupo revolucionário que Diego conhecera anteriormente. Jacobi um revolucionário complicado de se entender e julgar, já que havia se moldado de acordo com a situação. E o moreno que, por pouco conhecer, Diego poderia esquecer-se (sim, esqueci o nome dele). — Luze quero dizer que estou muito agradecido pelo que fizeram por mim, mas sem querer abusar da sua boa vontade... Gostaria de saber se tem alguma forma deu conseguir o conhecimento na arte da Intimidação e na de Pilotagem? Muitas coisas vem a frente em minha jornada e imagino que isso será de muita ajuda... — comentou o jovem espadachim, porém inicialmente foi ignorado pelo líder, que continuou a pilotar o barco.

— Acho que ele ainda está magoado com você — falou Jacobi se aproximando após despertar. O afeminado se esticara todo enquanto se aproximava da proa frontal da embarcação. A brisa sobrava e bagunçava suas madeixas que flutuavam na mais selvagem dança matutina. — Mas em nossa ilha natal há várias pessoas que podem te ajudar nisso, até porque algo me diz que alguma coisa aconteceu... — falou ele. O moreno então saia também do interior da embarcação. Consigo ele trazia uma sacola com pães velhos. Eram três pães inteiros e a metade de um. Os inteiros foram dados para seus parceiros, assim como o dele. A metade restou para Diego. — Algum problema? — questionou ele encarando Diego ao entregar o pão — Como você tem certeza que teremos problemas ao chegar? — questionou entregando o pão a Jacobi. O afeminado apenas riu enquanto mordiscou o alimento. Luze também recebia o pão, porém ainda permanecia calado.

— Muito simples! Olhem quem está nos esperando! — falou Jacobi apontando para o porto da ilha. Lá estava um homem, forte e alto, cerca de dois metros, acompanhado de dois outros sujeitos. Na verdade, era um homem, menor, cerca de um metro e setenta e nove centímetros e uma mulher quase do mesmo tamanho. Esperavam a embarcação aportar. — Ora, temos aqui o Montel Four Sherman, ou como é conhecido, “M-4” Sherman! — falou Luze, após atracar a embarcação — A que devo a honra de lhe ter me esperando depois de tanto tempo? — falou apertando a mão de Sherman, que ainda mantinha o semblante sério. O homem enquanto apertava a mão de Luze, analisou rapidamente todos que estavam ali. — Não é nada demais, só queria parabeniza-lo pelo sucesso na missão que, mesmo em derrota, foi cumprida. Agora se dirija a sede do exército, temos algo a conversar! — falou ele virando-se e indicando sua partida — Ah, e cuidado com seu amigo. Tivemos recentes problemas com forasteiros, então... Cuidado para não os perdes por aí... — comentou o grande homem partindo, junto de seus dois parceiros.

O caminho não tinha muitos problemas. Algumas pessoas tinham dificuldade de caminhar, outras faziam as atividades matinais. Diego poderia ver que as pessoas aparentavam estar doentes. Os membros do exército faziam a ronda matinal, distribuindo medicamentos, além de ajudar as famílias no que era necessário. Ao fundo, no topo de uma das colinas, pequenas, que haviam ali estava um celeiro sendo reformado. — Que bagunça está aqui... — comentou Jacobi notando todas essas evidências. Os demais permaneciam calados.


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyQui Mar 08, 2018 2:01 am




A resposta que obtive foi exatamente da mesma forma na qual meu estomago se encontrava, um grande vazio calado! Pensando bem meu estomago estava falando mais que Luze, mas logo uma voz surge repentinamente me informando que o líder revolucionário ainda estava chateado comigo, o que era de se esperar... Lembro bem do "não" que dei quando ele me convidou euforicamente pro exército revolucionário, falava como se eu tivesse ganhado uma enorme quantidade de Berries em um sorteio. Eu meio que cortei o tesão dele, coitado...

Jacobi se esticava tentando jogar fora o manto de preguiça que tinha após despertar, o vento batia em seus cabelos, entre tudo resolvi ficar quieto quando percebi que ele parecia ainda mais feminino após acordar. O jovem me respondeu o que precisava e era interessante imaginar a variedade de coisas que se podia aprender num exército organizado e esta era certamente uma grande vantagem, posso não estar ingressando no mesmo, mas fico feliz que os escolhi como aliados. Ele também disse que algo estaria errado na ilha, um problema.... Mas como ele poderia saber disso? Logo em seguida saindo de dentro do navio surge Rhedus, que pouco falara, no entanto que muito fez... Ainda tinha certo rancor por tudo que fez comigo, mas nem sabia ao certo o que sentir sobre ele. Ele carregava consigo uma sacola com três pães inteiros e uma metade, entregou um inteiro para seus companheiros e retirou um para ele, então adivinha com quem ficou a metade?

— Algum problema? – Falou me encarando.

Raiva, era exatamente isso que sentia e não possuía mais dúvida, era raiva! Peguei o pão o encarando com um sorriso sarcástico. Ao entregar o pão a Jacobi o moreno teve a mesma duvida que eu a momentos atrás tinha, como ele sabia que teria algum problema? Logo tudo fez sentido quando ele indicou a presença de três pessoas, ao julgar pela reação aparentemente bem importantes, esperando no porto. Ao chegar pude ver melhor de perto quem e como eram aquelas pessoas. O do meio era um homem com quase dois metros, de um lado havia uma mulher e do outro um homem com quase a mesma altura, ambos com aproximadamente um metro e setenta e nove centímetros de altura. Luze foi rápido e apresentou o mesmo como Montel Four Sherman, ou pela alcunha, “M-4” Sherman. Apesar de parecer importante ironicamente eu nunca havia ouvido falar dele. Eu comecei a olhar a minha volta e acabei por não dar atenção para que os homens falavam, apenas percebi a parte que o grande Sherman mandou tomar cuidado comigo.... Não sabia bem o que poderia fazer sozinho, mas decidi ignorar diante do que via.

Durante o caminho a imagem era a mesma, como em um campo de rosas mortas as pessoas jaziam deitadas e doentes, outras até conseguiam fazer suas atividades, todavia sua aparência não negava seu mal estado de saúde. As rondas andavam pelo caminho distribuindo remédios e ajudando as famílias em suas necessidades, ao fundo em uma pequena colina um celeiro estava destruído, mas em processo de reconstrução. – O que aconteceu aqui? – Que algo realmente não estava certo não havia dúvidas, pareciam sinais de ataque em vários lugares, entretanto será que o estado de saúde das pessoas estaria relacionado a isso? Será que...

- Parece que atacaram as pessoas com alguma arma biológica. – Tentaria dizer em tom para que todos pudessem ouvir, no entanto sem esta intenção pois era como se eu constatasse algo comigo mesmo. Outra coisa que questionei era se o que aconteceu fosse culpa de algum forasteiro, afinal isso justificaria sua preocupação referente a mim. Por fim iria esperar por alguma explicação e caso não houvesse tentaria então lançar uma pergunta em direção das três novas figuras. – O que exatamente aconteceu aqui? Posso não ser desta ilha.... Mas acredito que não deveria ser assim.


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyQui Mar 08, 2018 11:08 am



Narração


A Base Revolucionária?




Caminhando pela ilha, Diego podia sentir que o frio assoprava sua pele de maneira que todos os seus minúsculos cabelos arrepiavam. Estranhamente começava a nevar e isso chamava a atenção de Jacobi, que olhava para o alto. Diego, sentindo tudo isso, ainda se preocupava, na verdade se mostrava curioso com o estado atual daquela ilha. Mesmo sem saber como era antes, ter tantas pessoas doentes assim não deveria ser normal e o pensamento do jovem aspirante a pirataria estava correto. — O que aconteceu aqui? — questionou de maneira aberta, sem ouvinte específico. Luze, ainda por birra, porém mais por surpresa não prestava atenção no questionamento. Sua mente estava em outro lugar, talvez em sua família ou alguém especial. Jacobi por sua vez sempre se mostrava atento aos acontecimentos, principalmente o que acontecia próximo a si. — Que friiiiiio — fala ele vestindo um casaco vermelho salmão — Acho que agora vai esquentar mais um pouco... Droga, estou de bermuda... — se lamentava o afeminado até lembrar do questionamento de Diego — Ah, isso não sei. Talvez algum surto de alguma doença mortal, talvez até nós peguemos ela e morramos... — ironizou o rapaz, sendo interrompido por um olhar tenebroso de Luze.

O líder ali não sentia muita dificuldade já que vestia um paletó cor cinza com uma capa. Talvez já tivesse previsto isso enquanto permanecia a noite toda acordado pilotando a embarcação. O frio não era uma surpresa para o mesmo, mas aquele olhar preocupado era uma novidade para Diego. — Parece que atacaram as pessoas com alguma arma biológica... — antes que o protagonista pudesse terminar sua frase, Luze meteu-se ao meio e interrompeu-o. — Não pensemos besteiras antes de sabermos o que aconteceu! — bradou o homem cerrando seu punho enquanto ajeitava, com a outra mão, seu chapéu de cor acinzentada. Parte do caminho todos permaneceram calados. Diego ainda sofreria com o frio e isso poderia castiga-lo futuramente se não cuidasse em se proteger. Mesmo com essa possibilidade, a preocupação do rapaz ali era como que havia acontecido com todos ali. A frente, o trio que havia recebido o grupo no porto estava conversando com outro trio que logo partia. — O que exatamente aconteceu aqui? Posso não ser desta ilha.... Mas acredito que não deveria ser assim — falou o espadachim, direcionando seu olhar para o grande homem que se aproximava.

Sherman. O M-4 do Exército Revolucionário. Muito se falava dele na organização, porém a fama ainda não havia se estendido externamente. Diego não fazia a mínima ideia da resistência daquele homem. Acendendo um charuto, o barbudo não dava a mínima para o frio que havia surgido naquela ilha de verão. Suas calças pretas contrastavam com suas botas já desgastadas, porém de bom material, um belo couro. A tatuagem em seu braço mais aprecia uma cicatriz, tanto que Diego não pudera saber se ali era apenas uma tatuagem ou seu braço realmente havia se partido e o colocaram novamente. Os músculos estalavam a cada sopro gélido, então o charuto cumpriria o bom papel em esquentar seus pulmões. — Bem pensado moleque, não conheço bem essa ilha, mas me parece que algumas coisas estranhas aconteceram durante o festival da safra — parou para dar uma longa tragada.

Quanto mais próximo do homem, mais o protagonista podia perceber que ele era imensamente grande. A imponência em sua figura intimidava Diego. Mesmo que o rapaz não quisesse, suas pernas tremiam levemente só de perceber aquela presença. Próximo a Sherman estavam mais duas pessoas. Uma delas era uma morena que já estava devidamente protegida do frio com um revestido casaco de pelugem de algum animal. Em sua mão direita estava um cajado de madeira que era como parte de seu corpo pela maneira que a mulher o manuseava. Seu olhar era vago, como se estivesse ali e ao mesmo tempo não estivesse. Era como um cadáver com vida. Do outro lado estava um homem menor que Diego, ele era estranho. Usava roupas que imitavam trapos, além de sempre olhar para os lados, desconfiando de algo. — O que houve aqui, Sherman? — questionou Luze, se aproximando da muralha e o encarando “cara a cara”. O grandalhão vendo aquela atitude de Luze, dava algumas risadas e continuava a caminhar em direção a central da ilha.

— Vamos andando, a Lucélia irá explicar tudo! — afirmou o grande homem. Alguns segundos se passaram e, com o decorrer do pessoal doente passando, a morena explicava o ocorrido. — Depois que vocês saíram, aconteceu o festival da safra. Tudo estava muito bem, mas no decorrer da festa, a população começou a ficar doente. Haviam envenenado a carne do festival. Descobrimos que tais atitudes foram feitas por dois grupos. Um deles era um grupo pirata que ficou conhecido em Loguetown como “O Reino”. O outro ainda é desconhecido nosso, porém achamos que o Governo está envolvido nisso... — falou ela até chegarem em um local que parecia uma grande taverna. Ao adentrarem, podiam ver que lá realmente aparentava ser um bar, mas que não tinha a atmosfera leviana dos demais. Era um grande clube onde haviam alguns homens bebendo, porém, nenhum bêbado. — Depois disso, um homem chamado Aleister abateu um de nossos melhores homens em uma luta na floresta. Segundo boatos, esse Aleister estava envolvido com um grupo de Agentes que causou uma grande confusão nos arredores do acampamento de treinamento. É tanto que o fechamos até conseguirmos limpar a área das dúvidas de presença inimiga — falou a mulher calando-se rapidamente.

Spoiler:
 


No local Diego poderia avistar uma grande variedade de pessoas, principalmente em uma grande mesa central, retangular, onde seis homens bebiam e comiam, debatendo sobre um assunto em específico: a invasão de Conomi. Ao fundo também havia um balcão, onde o grupo estava a frente. A esquerda, em diagonal, havia uma forte chama de lareira, onde assava um pernil de grande porte. Donzelas serviam as mesas, que se estendiam até outro cômodo a direita, que se alongava por alguns metros. Era como um grande salão. Ao longe, o rapaz podia ouvir música, sim, música. Caso fosse conferir, ao longe havia uma banda tocando enquanto algumas mesas se concentravam ao redor do improvisado palco. — Ora, quem temos aqui. Luze, Jacobi e... quem são vocês? — questionou o barman. Sherman loco esticava-se todo e pegava uma das bebidas da prateleira, sem ao menos falar nada com o atendente. Olhando para a garrafa, ele buscava algum rótulo que, ao se encontrado, o deixou bem feliz. — Coloca isso na minha conta! — afirmou ele antes de dar um longo gole na garrafa, bebendo a metade do conteúdo. Por fim, ele dava uma mãozada no balcão antes de arrotar por exatamente dez segundos. — Esse é dos bons! Grrrhahaha! — bradou o brutamonte.

— Onde está o Grambos? — questionou Luze, indo direto ao ponto. O barman continuava a limpar algumas canecas antes de responder. — Bem, ele está vistoriando a ilha, a segurança não está das melhores, já que o responsável dela resolveu sair por aí em missões, certo? — respondeu olhando pra o líder do grupo que Diego fazia parte — Mas quem são esses garotos? — questionou ele olhando para Diego e Rhedus. O moreno, por sua vez logo retrucava o comentário do barman, mostrando seu descontentamento devido aos comentários. — Não sou um garoto, sou Rhedus, um revolucionário! — afirmou ele, encarando o barman. — Vamos com calma pessoal, vocês estão sentindo falta de mulheres, tem tantas por aí... — ironizou Jacobi. O clima esquentou entre Jacobi e Rhedus, tanto que ambos sacaram suas armas e apontaram um para o outro. O afeminado colocava uma de suas facas no pescoço do moreno, que com suas duas pistolas apontava para a cabeça do afeminado.

Explicações:
 

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Última edição por Alencar em Seg Mar 12, 2018 10:03 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptySab Mar 10, 2018 1:54 am




Um frio tão estranho como nuvens negras em um belo dia de verão pairava sobre nossas cabeças como se esperasse o momento certo para se alimentar daqueles que se definham aos poucos. Frio, o companheiro daqueles que não possuem companheiros.... Eu até que gostava dele. A neve que começava a cair era recebida com tanta surpresa quanto o próprio estava sendo, e vento frio batia em minha pele enrijecendo os poucos pelos que possuía. Muito estranho para uma ilha de verão, algo estava errado.... Algo devia estar acontecendo em algum lugar da ilha ou quem sabe, do mundo.

A situação na qual Jacobi se encontrava me fez rir, além de que sua imagem com um casaco acompanhado de uma bermuda por baixo se tornara algo um tanto engraçado de se ver. Todavia nada tirara o impacto do que surgia a minha frente e o próprio afeminado fora quem me respondeu. Dava para sentir a ironia em sua voz, mas não teve sucesso em me atingir, afinal apenas continuei surpreso demostrando pesar diante das pessoas doentes e com necessidades. – Ainda bem que eles ajudam o próprio povo. – Pensei ao notar que se aquilo acontecesse em outra ilha.... Essas pessoas teriam um fim bem pior. Já luze conseguia se sair bem com sua vestimenta que o esquentava naturalmente era algo muito notório quando ficou exposto por toda a noite sem se incomodar ao pilotar o navio, porém aquele olhar.... Era um olhar de preocupação, e isso eu não havia visto em seu rosto nem quanto estava diante do líder dos selvagens em Down Island.

Antes que eu pudesse terminar minha frase o birrento que havia me ignorado a viagem inteira resolveu me interromper repreendendo não somente a mim como a qualquer um que tomasse algum tipo de conclusão sobre o ocorrido, e era por esse motivo que não entrei para o exército revolucionário, pois não nasci pra receber ordens de ninguém ou ficar calado diante de qualquer coisa que falem, entre tudo em respeito a amizade que tínhamos e a todos ali que possuíam problemas bem maiores decidi ficar calado e seguir meu caminho. Ninguém falou nada por algum tempo. Como os demais não estava livre da tormenta da baixa temperatura e precisaria me proteger, inicialmente tentaria colocar meus braços para dentro da camisa de forma que ficasse mais próximo ao tronco na qual é a parte mais quente do corpo, além de que o pano poderia ajudar a reter o calor. Se não fosse o suficiente tentaria então me afastar rapidamente do grupo sem que notassem para pedir um dos cobertores que os homens estavam distribuindo. Tentaria também andar dando pequenos saltos para que o exercício pudesse aumentar minha temperatura.

Eu ainda queria saber o que havia acontecido e estava bem claro que nem Luze ou qualquer um dos revolucionários que viajaram comigo iriam me responder, logo como planejado falei em direção a fonte das informações, Sherman! Uma vez mais próximo do homem pude enfim notar mais características além de seu imponente tamanho, o contraste de suas calças pretas com suas botas de couro estava bem presentes. Sua tatuagem extremamente parecida com uma cicatriz deixava parecer que seu braço fora arrancado e depois reimplantado no lugar a aquilo era apenas um adorno para esconder o trauma, o cheiro do charuto que acendeu me incomodava, no entanto parecia uma boa ideia ter os pulmões aquecidos pela fumaça do charuto, entretanto diferente de Luze ele concordara com alguma ideia minha. O homem dizia, que tive um bom pensamento e que apesar de igualmente a mim não conhecer a ilha, o mesmo sentia que algo de errado aconteceu no festival da safra, aquela era uma informação nova, mas aguardei para mais informações. Minhas pernas tremiam inconscientemente diante de M-4 Sherman, não sei o que esse cara era ou fez, mas era perigoso de alguma forma o que por si era algo que me inspirou, pois esse mesmo temor que quero causar aonde passar. Ao lado do grande homem haviam mais duas pessoas, uma delas era uma mulher morena que apesar de instintivamente querer seduzi-la, não era algo que conseguiria.... Não somente pelos pensamentos que andei tendo, ou melhor, lembranças que ficaram mais fortes recentemente, mas também por sua postura de andar, olhar... Era mais similar a um cadáver vivo do que um ser humano, ela de certa forma me assustava. O outro individuo era um homem menor que eu - algo que eu achava difícil de encontrar - suas vestes imitavam trapos e era como se ele estivesse disfarçado de mendigo, pelo menos se passaria bem por um em Down Island.

Apesar do questionamento que fiz a resposta somente veio quando Luze refez o mesmo, e a responsabilidade de responder foi passada para Lucélia, a mulher zumbi. Descobri muitas coisas com a explicação, uma delas foi que eu quase aceitei o que acontecera, pois após a saída do grupo de Luze um festival ocorreu e no mesmo a carne que servia acabou por ser envenenada. O ato foi atribuído a dois grupos um tanto distintos, um deles foi um bando pirata denominado “O reino” e o outro ainda era um mistério, no entanto tinha suspeitas que o governo estava envolvido nisso. Eu provavelmente iria querer ajudar afinal estava longe de ter muito o que fazer, entre tudo além disso eles eram meus aliados e os considerava amigos! Minha raiva estava aparente e minhas veias sobressaiam quando ouvi que o governo mundial poderia estar envolvido, será que esses desgraçados não cansam de estragar a vida das pessoas, me lembrava de todos os doentes que provavelmente sucumbiria ao veneno. Se fosse para escolher gostaria de me encarregar do governo, mas se assim preferirem posso cuidar de ambos os grupos, precisaria apenas de ajuda.

Entramos em algo que parecia um tanto com uma taverna bem ampla, porém não possuía aquele tom alegre e despreocupado das demais, homens bebiam.... Mas nenhum estava bêbado, no certo parecia que algo estava faltando, parecia que a alegria estava ausente ali. Assim a mulher continuou a falar e relevou que um homem chamado Aleister abateu um forte membro do exército em uma luta na floresta o mesmo estava envolvido com agentes que causou uma boa confusão no campo de treinamento. Parei para pensar se este homem poderia estar envolvido com o governo mundial, seria um prazer conseguir informações do mesmo. O acampamento fora fechado, imagino que isto deva ter dado uma boa perda do poder de fogo do exército, afinal sem recrutas os revolucionários tendiam a diminuir ao meu ver.

Muitas pessoas frequentavam o local, mas eu estava tomado pela raiva e ódio e isso poderia ser visto em meu semblante, o que causaria preocupação para com os motivos que me deixaram assim, ainda desconhecidos pelas pessoas ao meu redor. Minha consciência somente voltou quando o cheiro de um pernil chamou minha atenção, assim como uma música conhecida veio aos meus ouvidos fazendo com que me acalmasse pela nostalgia. Me lembrei de uma das poucas vezes que consegui ser feliz em Down, isso aconteceu quando um bando pirata visitou a ilha, como eram alegres e animados aqueles homens... Não buscavam confusão, apenas liberdade e nela eram felizes, claro que riquezas faziam parte. Mas quando cantaram essa música reacendeu a chama de meu sonho, foi isso que me fez abandonar tudo e seguir meu destino, essa música sempre vai me lembrar e me motivar. O bar finalmente começou a ter um clima muito agradável. Voltei a mim novamente quando um garçom reconheceu Luze e Jacobi, mas não a mim. Agora estava com um sorriso, algo bem complicado de entender para quem estava fora de minha cabeça.... Será que estou me tornando bipolar ou apenas tenho uma mente agitada de mais? Independentemente da situação logo o grande homem chamou atenção ao esticar-se e assim pegar uma garrafa de alguma bebida e após verificar, se alegrar e tomar metade do conteúdo o mesmo deu um arroto que durou exatos dez segundos. Nesse momento eu realmente ri, e logo tentaria falar. – É assim que se toma uma boa bebida, esse foi incrível!

Luze quebrou seu silencio ao perguntar de um homem chamado Grambos, o barman por sua vez respondeu que o mesmo estava vistoriando a ilha já que o responsável pela segurança estava fazendo missões “por ai”. A forma que foi falado deixou parecer que este homem era Luze, e isso explica o porquê estava tão abatido, preocupado e até raivoso diante dos acontecimentos.... Será que em seu interior ele deva achar que foi culpa dele? Mas a situação ficou um tanto mais seria quando o mesmo atendente resolveu perguntar quem eram esses “Garotos”, uma péssima escolha de palavras, não para mim afinal pouco me importava com isso, mas sim para Rhedus que acabou por se ofender. Sua revolta serviu apenas para atiçar a implicância de Jacobi que falou ironizando de maneira provocativa, tanto que mal pudemos ver quando um apontou suas armas para o outro. Jacobi com suas facas no pescoço do moreno e Rhedus com duas pistolas apontadas para o afeminado.

Aquela cena de certa forma me irritou e logo teria de fazer alguma coisa, logo iria tentar falar ao mesmo tempo que mantinha minhas mãos em minhas armas, sendo a direita na espada e a esquerda na pistola. – Será que já não temos problemas de mais por aqui? Não que eu me importe, mas se pretendem agir como crianças vão se matar lá fora num lugar onde não causem mais problemas ou sujeira! – Falaria com certa firmeza na voz. Estaria preparado para uma retaliação de ambos os homens, neste caso iria tentar usar de minha aceleração e do espaço fechado a meu favor, para desviar e contra-atacar, não para matar, mas ao menos incapacitar os homens. Bloquearia caso fosse uma melhor escolha mantendo sempre a ideia do contra-ataque. Logo iria agir.  


Histórico do Diego Kaminari:
 


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptySeg Mar 12, 2018 2:16 pm



NARRAÇÃO


A Sala de Reunião




A confusão que se iniciava ali a frente de Diego era algo que incomodava o garoto. Interrompendo as ações, o rapaz tentava lhes lembrar o real motivo de estarem ali. — Será que já não temos problemas de mais por aqui? Não que eu me importe, mas se pretendem agir como crianças vão se matar lá fora num lugar onde não causem mais problemas ou sujeira! — bradou o rapaz, encerrando ali a confusão. Jacobi abaixava sua faca, rindo para Rhedus, que sério empurrou o afeminado, afastando-o de si. Luze se mostrava distante, não prestava atenção na confusão, porém Sherman ria de tudo que acontecia. — Caralho moleque, você é sinistro-iac — soluçou o homem dando mais um longo gole, não tão quanto o passado — Mas temos assuntos a resolver, vamos entrando! — falou o grandalhão indicando que o grupo o seguisse.

O caminho era por uma porta que havia ali a esquerda. Caminhando pelo corredor, Diego podia ver que, assim como o corredor lateral direito anterior, o esquerdo havia algumas mesas também, porém em menor número e mais “calmas” que as demais. Ao fim do largo corredor, havia uma grande porta que se dividia em duas. Caminhando entre as mesas, o grande homem era admirado por todas as poucas pessoas que haviam ali. O mesmo nem se importava, apenas caminhava bebendo o restante que havia ficado na garrafa. — Enquanto estava fora alguns malditos piratas apareceram por esses lados e, como também não tava aqui — bebeu um gole da bebida — Argh, essa é das boas... Enfim, eles deitaram e rolaram por aqui. O Grambos tentou fazer algo, mas eles fugiram... — falou o homem ficando perante a grande porta, que era tão grande quanto o homem que ali era o guia.

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— Está com tanta liberdade assim aqui no Quartel? — questionou Luze. Sherman apenas respondeu com uma risada e abriu as portas. Em destaque na sala havia apenas uma grande távola de forma circular onde haviam cadeiras ao redor, além de uma no centro, que era giratória. Haviam seis pessoas ali, sentadas, ocupando alguns dos vinte e quatro lugares. — Quanta demora! Achas que tenho todo o tempo? — questionou uma pálida mulher, cabelos negros, curtos, roupas formais, tragando um cigarro. — Espero que essa demora não tenha sido proposital, grandalhão! — afirmou a segunda, polindo sua arma. Era uma loira, cabelo rebelde, roupa também. Sentada ali, ela limpava seu taco espinhado que estava melado de um líquido avermelhado. — Então, depois da confusão, o Luze volta... Bem típico dele... — ironizou o outro presente. Um homem de meia idade, que possuía um tampão em seu olho. Seus trajes formais entravam em contraste com sua aparência, principalmente com marca vermelha, semelhante a sangue, que havia em sua camisa.  — Isso não está cheirando bem... — comentou o outro, mais robusto, homem que estava no local. Seus trajes já eram velhos, porém o mesmo usava muitas peças, talvez nem fosse tão gordo, porém isso fazia parecer.

Em pé no canto da sala, estava um homem que, encostado na parede, segurava o cabo de sua espada, esperando pelo início da reunião. — Até que enfim... — comentou ele caminhando até uma das cadeiras. Quando o grupo caminhou mais adentro, uma presença surgiu ao seu lado. Um grande homem, menor que Sherman, porém não muito, surgia ali. — Charutos? — questionou ele. Era incrível como Diego não notara aquela chegada ou presença ali, já que o homem era robusto o bastante para ser notado. Luze por um instante olhava todos os presentes, respirava fundo e se encaminhava até a mesa, onde Sherman já chegava. — Fiquem por aqui, não sentem de maneira alguma! — ordenou Luze, encaminhando-se até a mesa, onde sentou. Todos sentados, a reunião então começava. Inicialmente um clima tenso surgiu no local, porém logo foi quebrado por Sherman, que tomava a dianteira da palavra.

— Agora vamos falar sério — falou o homem mudando seu semblante amistoso, que Diego viu anteriormente, para um semblante sério, que intimidava Diego de maneira que, mesmo não entendendo o motivo, deixava suas pernas bambas. Era como se uma aura sinistra começasse a se criar ali, ao centro daquela mesa circular. — O que aconteceu aqui foi inadmissível! Sei que todos estavam em suas missões, mas o nosso líder estaria envergonhado se soubesse o que ocorreu aqui. O Grambos me deixou responsável por conduzir essa reunião, mas estou pouco me fodendo para isso, quero ir logo ao ponto importante: temos que continuar! — falou ele socando a mesa, que estremeceu um pouco, mas nunca demonstrou que iria cair. Todos ouviram o que o grandalhão falou e, raciocinando em tempos diferentes, cada um expôs sua opinião.

— Primeiro, o que esses... Aí... Estão fazendo na sala? — questionou a primeira mulher, falando com seu cigarro na boca — E depois disso, os que ficaram foram fracos, ora, o responsável pela segurança não estava... Temos que dar jus ao nome da organização e punir os responsáveis! — falou ela — Essa é a nossa prioridade! — afirmou. Alguns concordaram, porém outros nem acreditavam que essas coisas estavam sendo consideradas. A loira continuava a polir sua arma, enquanto o moreno de cicatriz no olho apenas olhava para todos. — Vocês estão de brincadeira? Nosso objetivo não é esse. Temos que derrubar o Governo Mundial, procurar vingança é algo pouco inteligente, não que eu duvide que esse seja os seus primeiros pensamentos, mas alguém sensato tem que colocar o grupo no trilho certo e esse alguém — apontando o seu polegar pra si mesmo — Sou eu! — falou o homem de tapa-olho.

— Senhores... — falou o homem de antes, que estava com um charuto — Vocês pensam muito pequeno. O pensamento de vocês é menor que esse charuto — falou ele mostrando o objeto — Não gosto disso... Odeio quem fuma charutos! — falou quebrando o charuto — Temos que fazer ambas as coisas, por que escolher apenas uma? — terminou seu pensamento encostando suas costas na cadeira, demonstrando sua satisfação. Luze por sua vez, segurou até o último instante não falar, mas como se fosse algo impossível de controlar, tomou a palavra. — A culpa de tudo foi minha. Então eu consertarei o que ocorreu aqui. Continuem com suas missões, cacem quem quiser, mas eu ficarei na ilha e ajudarei o povo, cumprindo minha missão. Vocês estão esquecendo a missão que nos foi dada, muitos já partiram, então não atrasem por isso. Lembrem de nossa prioridade! — afirmou Luze.


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyTer Mar 20, 2018 11:47 pm







O mar e suas verdades
O pirata nasce pronto, a oportunidade faz a pilhagem

"Ela abriu a caixa de Pandora
O que ela desejou foi que o Fruto Proibido
Escondido atrás de um sorriso
Fizesse com que o amor proibido de um Humano e de um Anjo aconteça"

Blusa branca com mangas dobradas, calça de couro negro e botas de salto alto de cano baixo. Essas eram as vestes que normalmente usava desde que havia saído da " casa" onde repousava desde meu acidente. Minha mente fervilhava diante dos objetivos que tinha a minha frente e o coração doía com a probabilidade de nunca mais encontrar meu irmão, se é que o mesmo ainda encontrava-se vivo.

A maresia sempre me trouxera fortes lembranças e naquele momento não parecia ser diferente. Deixei que meus olhos se fechassem para a lembrança retornar aos poucos, mesmo que de forma dolorosa.

~FlashBack On~
Estava chovendo em Loguetown, o clima estava bem frio e algumas crianças se aqueciam em seus cobertores próximas a lareira. Senhora Kinds estava em uma de suas reuniões com os revolucionários enquanto eu tomava conta dos menores —Chloe?— uma das crianças chamava, quando virei delicadamente meu rosto havia uma menina loira de brilhantes olhos azuis agarrada a um coelho um tanto esfarrapado e coberta por um pano laranja listrado —Pode nos contar uma história?— a pequena pediu e com certo carinho estiquei a mão para que a mesma a segurasse e andei calmamente em direção a fogueira onde outras já pareciam esperar por min— Certo — falava de forma calma e gentil com os mesmos — Deixe-me pensar na história para contar a vocês... — colocava a mão abaixo do queixo pensando um pouco e logo retirava sorrindo para as crianças — Há muito, muito tempo, na selva , viviam dois dragões marido e mulher. Amavam-se muito, mas todos os dias discutiam e não faziam mais nada senão tratar mal o outro.
Apesar disso, decidiram ter um filho. Mas o nascimento do seu filho dragão, em vez de trazer harmonia, ainda fez com que se mostrassem mais intolerantes. As lutas e as discussões multiplicavam-se, até que um dia a disputa foi mais forte que o normal. Foi uma discussão enorme que os deixou cheios de raiva e os levou a afastarem-se da selva e a tomar caminhos diferentes, para nunca mais terem de se encontrar. Lamentavelmente, a ira tinha-os deixado cegos ao ponto de se esquecerem do seu filho, o pequeno dragão Tulip.

Tulip ficou sozinho na imensidão da selva, sem ter consciência da sua força extraordinária e do seu terrível aspeto.

Era um dragão com uma crista pontiaguda, duas enormes asas e uns pés incrivelmente fortes. Tinha o corpo coberto de escamas, os olhos vermelhos e um poderoso focinho de onde podia soltar uma enorme língua de fogo. Mas Tulip ignorava tudo isto: era apenas um filhote de dragão, com muito medo, tímido e introvertido. Para sobreviver, alimentava-se de bagas, frutos e folhinhas verdes: não gostava muito destes alimentos, mas não sabia que, se quisesse, podia comer uma manada inteira de bois, como se fosse uma travessa de bolinhos e, além disso, não fazia a mínima ideia de como conseguir uma comida diferente e mais adequada às suas necessidades. No entanto, no seu coração sentia que o mundo podia ir mais além da selva, e, assim, um dia resolveu abandonar o seu refúgio e ir dar uma vista de olhos pelos arredores.

Começou a andar devagarinho, porque o seu corpo forte e volumoso não lhe permitia mover-se com agilidade, e ia observando tudo o que o rodeava.

A certa altura, viu ao longe um enorme animal com uma grande juba (era um leão) que comia avidamente uma lebre. “Era mesmo disto que eu precisava”, pensou Tulip. “Encontrar uma presa como esta e depois comê-la em paz.” Então, começou a explorar a região até que viu, no chão, uma silhueta imóvel, parecida com a da lebre que, pouco antes, vira ser devorada pelos dentes do leão.

Aproximou-se, de boca bem aberta e deu um salto desastrado mas, coitadito, foi dar com quatro dentes no chão. A silhueta era apenas uma pedra! Dorido e contrariado, começou a vaguear até que viu um grande esquilo voador no ramo de uma árvore. Rapidamente percebeu que poderia ser um petisco delicioso e começou a escalar o tronco da árvore onde estava o esquilo, a preparar-se para comer uma bolota. Quando chegou lá acima, aproximou-se do ramo de onde queria saltar, mas… este partiu-se sob o peso do dragãozinho e o pobre Tulip caiu no chão, com grande alarido. E lá lhe saltaram mais quatro dentes.

Descontente, retomou o seu caminho, comendo umas amoras aqui e ali, para se manter em pé.

Depois de horas e horas caminhando, foi atraído pelo canto de um pássaro. Olhou para cima e viu o passarinho às voltas no céu, por entre a ramagem das árvores. De repente, Tulip lembrou-se de que tinha duas asas e resolveu utilizá-las. Abriu-as e deu um salto, sem se dar conta de que a abertura das suas asas era tão grande que não lhe permitia passar entre os ramos das gigantescas árvores. Ficou preso nelas e, para se poder libertar, teve de fechar as asas. Por isso, caiu de novo no chão, aos tombos, perdendo mais um punhado de dentes!

Começou, então, a chorar desesperado: “Todos são mais fortes e inteligentes do que eu! Sou o mais fraco e estúpido de todos os animais da Terra!”, lamentava o pequeno dragão, chorando.

Precisamente naquele momento, passava por ali Polion, um rapazito preguiçoso, que o pai tinha posto fora de casa, como castigo pelas suas tropelias.

Polion não gostava de trabalhar, tudo o que queria era dormir e brincar com os seus amigos, e acreditava que, mais cedo ou mais tarde, uma boa estrela lhe traria riqueza, fama e sorte. Tulip ficou paralisado de terror ao ver um humano, mas Polion ainda se assustou mais, se é possível, ao ver-se frente a frente com um dragão assim tão grande e, aparentemente, tão ameaçador. Olharam-se, em silêncio, por uns instantes e depois Tulip, não resistindo ao medo, disse numa voz humilde e soluçante:

“Peço-te que não me faças mal. Sou um pobre dragão, fraco e estúpido. E com poucos dentes!... Concede-me a vida, por favor!”

Polion, que era muito esperto, percebeu rapidamente que podia tirar proveito deste estranho encontro com um dragão, sem consciência da sua força e imponência. E assim lhe respondeu:

“Pois eu sou um homem forte e poderoso e todos me têm medo! No entanto, não posso voar. Se consentires em me levar no teu dorso, prometo que te protegerei para sempre!”

Tulip mal podia acreditar numa proposta tão boa.

“Obrigado, obrigado…”, respondeu. “Aceito, mas aviso que vais ter de estar muito atento, pois sou fraco e estúpido e tudo, tudo me faz medo”.

“Não te preocupes”, exclamou o jovem, “de agora em diante, estás sob a minha proteção e nada nem ninguém te fará mal”.

Dito isto, montou na garupa do dragão, conduziu-o a um prado sem árvores e ordenou-lhe que abrisse bem as asas e começasse a voar.

O dragão elevou-se do chão e alcançou o céu.

Polion guiava-o, indicando a direção e dando-lhe conselhos sobre como devia mover as asas. Assim chegaram à aldeia de Polion. As pessoas viram-nos aterrar e, espantados e aterrorizados, viram o rapazito descer da garupa do dragão.

Paralisados pela surpresa e pelo medo, todos aguardavam pelas palavras de Polion. O jovem sussurrou algo ao ouvido do dragão (disse-lhe que ficasse tranquilo), depois aproximou-se dos aldeãos e pronunciou o seguinte discurso: “Queridos amigos, fiz prisioneiro este terrível dragão que queria invadir a nossa aldeia e destruir-nos. Agora está à minha mercê, mas é necessário que esteja tranquilo. Principalmente, tragam carne para o saciar!”

Todos começaram a correr mortos de medo e, num piscar de olhos, dezenas de pessoas regressavam carregadas de carne para ganhar a confiança do dragão. Polion recebeu a comida para o seu amigo, agradeceu e disse-lhes que voltassem tranquilos para casa.

“A situação está controlada”, afirmou. Todos o aplaudiram, gratos, e começaram a murmurar que se tratava de um verdadeiro herói. Polion dirigiu-se ao dragão e apresentou-lhe a suculenta refeição.

“Tenho medo”...


~Flashback off~


Aos poucos a lembrança começava a se desfazer em minha mente. Não sabia ao certo quantas crianças haviam sobrevivido ou se ao menos haviam sobrevivido, mas o que desejava naquele momento era armar-me e buscar meu irmão " Como eu gostaria de saber onde você está" pensava enquanto deixava que meus passos me levassem em direção a qualquer loja próxima dali.


legendas:
 

Objetivos:
 

Histórico Chloe:
 


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyQua Mar 21, 2018 1:28 pm



Narração

Chegada a Conomi



Shirotown         5° C        07h 16 min

Imagem Situação:
 

A jovem dama mergulhada em seus mais profundos devaneios caminhava naquela manhã fria em Conomi. A ilha não era tão pacífica como antes. A brisa fria combinava muito com os olhares distantes da população, que vagando por ali, nas vielas da ilha, aparentavam estar bem abatidas. A sua direita uma mãe levava seus dois filhos de volta para casa. Todos tossiam, mas a mãe optava por cuidar das suas crias em primórdio a si mesma. — Não se preocupe filho, o senhor Grambos irá cuidar disso... — falara ela, ajeitando as vestes improvisadas do casal de filhos que caminhavam com ela. A sua esquerda um casal já idoso caminhava. O homem sendo base para a senhora, que tossia bastante. — Não se preocupe minha velha, dará tudo certo. Já passamos por muita coisa... — falava ele, carregando uma sacola de tecido.

Careca:
 

A frente Chloe poderia ver uma, simples, que estava um homem. Alto, careca e com um grande bigode negro. Ele estava no centro da praça, acompanhado de dois homens de estatura média, seus um metro e setenta e seis centímetros em média. — Moradores de Shirotown! Eu, Kashi Kumo prometo que todo esse período de dificuldade será superado por Grambos e seus homens, então não se preocupem! — falava o homem, erguendo seu único braço, o direito, tentando chamar a atenção do povo, que apreciava o aviso — Eu prometo que ele resolverá tudo, então vamos confiar neles! — terminou ele, conseguindo a reação do povo que almejava. Uma vez dado o aviso, o homem iniciou seu trajeto em direção a Nordeste da ilha. A noroeste, havia um pequeno bar. A oeste, havia algumas pequenas lojas de roupas e armas. A leste algumas tendas de venda de laranjas, das mais variáveis


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MensagemAssunto: Re: Um Encontro Destinado   Um Encontro Destinado EmptyQua Mar 21, 2018 3:18 pm







O mar e suas verdades
O pirata nasce pronto, a oportunidade faz a pilhagem

"Com o poder que pode romper a escuridão,
Algo como a magia antiga
Que eu sonhei quando eu era jovem,
Eu quero conhecer você e seu sorriso
Com essas mãos trêmulas
Seguro a coragem de uma flor quebrada.
Meus sentimentos são os únicos que eu posso confiar,
Um desejo que vai despertar
A luz."

O frio que havia se instaurado em Conomi parecia congelar a alma de qualquer um que se aventurasse pelas ruas da ilha. As botas chocavam-se contra o chão fazendo um barulho um tanto oco, mas que não parecia perturbar as pessoas ali presentes e mesmo com isso, conseguia ouvir as lamentações de uma mãe a minha direita; olhando suavemente para ela notava os traços cansados juntamente com a tosse que a mesma soltava vez ou outra —Não se preocupe filho, o senhor Grambos irá cuidar disso...— aquela pequena cena acabou por me partir o coração que já estava em pedaços a muitos anos, mas mesmo assim doía ver crianças naquela situação. Pouco mais a frente , ao lado esquerdo, um casal de idosos, no qual o homem servia de apoio para a mulher passavam de forma mais lenta —Não se preocupe minha velha, dará tudo certo. Já passamos por muita coisa...— outra cena triste, mas ao menos eles tinham um ao outro "Espero que consigam melhorar" pensava enquanto continuava a caminhada.

Logo a frente havia um homem com longos bigodes negros que parecia expressar-se para as pessoas do local —Moradores de Shirotown! Eu, Kashi Kumo prometo que todo esse período de dificuldade será superado por Grambos e seus homens, então não se preocupem!— o braço do mesmo estava levantado e este tinha o que pareciam dois seguranças próximos, então uma aproximação completamente direta não seria bom. Entretanto o que mais me chamara a atenção fora o nome citado por ele e pela mulher a poucos minutos atras "Grambos... um mesmo nome citado duas vezes..." pensava enquanto esperaria por um tempo até que conseguisse saber qual o próximo destino do homem e tentaria seguir o mesmo de forma calma para não aparentar estar seguindo o mesmo.



legendas:
 

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Histórico Chloe:
 


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