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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Ressureição!

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MensagemAssunto: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptyQui Mar 01, 2018 10:06 pm

I - Ressureição!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kallyadranoch Drasha'nTyr. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptySeg Mar 05, 2018 9:57 pm

Ressurge a divindade. Em repentino abalo os rubros olhos rompiam seu cárcere se permitindo contemplar por meros segundos o plano da existência carnal. Seu corpo jazia inerte sobre o arenoso tapete que compunha o litoral, levaria o braço direito a frente da face em brusco movimento protegendo o olhar da luz fulgurante de desconhecido continente. Em súbito esforço ergueria lentamente o corpo se adaptando gradualmente a tão insólito receptáculo, cederia ao ócio em dados segundos cambaleando, ainda entorpecido reuniria as forças incrustadas em seu âmago para se manter firme sobre traiçoeiro oceano de areia, e,  estático fitar a grandiosidade cristalina do mar disposto a sua frente. Sacrificaria poucos segundos de sua eternidade em prol da contemplação, acompanhando o orgulhoso quebrantar das ondas que umedeciam e esmigalhavam o espesso tecido de areia sob seus pés.

''Estou livre..." Pensaria ainda imóvel devotando seu olhar agora a palma de suas mãos enquanto moveria vagamente os dedos, tateando sorrateiramente os nós de frágil urna enquanto imergia em recôndito canto de seu pensamento absorvendo as memórias perdidas de seu hospedeiro desdobrando os nuances sútis que davam forma ao plano presente, até então desconhecido para o Terceiro.

Obtendo o conhecimento "necessário" para sua jornada, se viu arrebetado pela sensação aterradora da mortalidade, sem poderes, sem tesouros, uma partícula solta em um universo deteriorado, ainda fitando as mãos notaria um leve tremor, medo? Não. Raiva? Experimentaria pela primeira vez a a fragilidade, insegurança e antecipação. Escapara do tomento rochoso para cair na desolação de sua frágil mortalidade.

Cerraria os punhos contendo o tremor. Se aproximaria do mar e observaria no movimento suave da água seu reflexo, observaria com cautela os detalhes de seu hospedeiro, a pele tingida com bronze desbotado, as runas espalhadas pelos membros e os fios de sua cabeleira a lhe roçar a perna. Cuidadosamente alisaria a cabeleira e em movimentos delicados iniciaria o processo de trançar, organizando as massas de cabelo com cautela, interpondo-as com vaidade enquanto se deleitava com sua própria aparência. Terminado o ato estariam completas três longas e espessas tranças. Trajava apenas um calça de tecido macio, tronco e membros superiores nus, pés descalços e não haviam jóias ou outras preciosidades adornando seu avatar. "Ultraje!" Praguejaria furioso em seu pensamento ante o descuido de seu servo.

Desprovido de servos, tomado por parca solidão caminharia. Amaldiçoaria seus irmãos deuses a cada passo, desprovido de calçados se via constantemente maculado pela sujeira de porco continente. Sairia de isolado ermo a procura de alguma criatura inteligente que se dispusesse a atende-lo e a lhe servir. Encontrando qualquer pessoa se apressaria em chegar perto, fitar-lhe-ia com arrogância, como se diante de seus olhos estivesse um inseto, sem delongas diria de modo curto e grosso:

_ Você, mortal! Diga-me onde posso saciar minha fome e sede que em troca o pouparei de minha cólera!.

Feito isso aguardaria ser guiado por seu subalterno. Desconhecia como giravam as engrenagens daquela terra, como se erguia sua sociedade, portanto não se assustaria se seu interlocutor desconhecesse a figura a sua frente e emendaria sua ordem para facilitar a compreensão alheia:

_ Depressa servo e não ouse dirigir tão insolente olhar novamente!

Uma vez que apenas fosse ignorado, enfurecer-se-ia ante tamanha insolência. Daria as costas e seguiria seu caminho pensando com dentes rangidos "mortal tolo, sem meus poderes teria de toca-lo para lhe castigar, me recuso a tocar ser tão inferior."

Uma vez que o transeunte não guiasse, daria continuidade ao percurso desta vez utilizando do conhecimento oculto de seu receptáculo para encontrar um estabelecimento onde pudesse saciar sua fome e sede, sentindo leve pontadas de fúria diante de sensações tão mundanas.

Alcançando seu objetivo, andetraria ao recinto com cabeça erguida, passos firmes e andar pomposo. Transbordando ego fitaria os frequentadores com olhar mortiço, simbolizando a pena que sentia de medíocres criaturas para então anunciar a figura que aparentasse ser responsável pela administração do local:

_ Serviçal" Traga-me do teu melhor vinho e melhor alimento, e não desprezes honrarias, pois Kallyadranoch o Deus do Poder os engradece com sua presença!
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptyTer Mar 06, 2018 1:42 pm


O despertar do suposto deus acontecia e ele encontrava-se no inicio de Dawn Island, ainda sem conseguir visualizar nenhum humano pelas proximidades. A localização atual era desconhecida, sabendo apenas que estava próximo da água e existia ao longe uma enorme muralha que podia ser vista por Kally. Olhando mais atento nos arredores foi possível ver um caminho de terra no meio da grama que levava até um vilarejo próximo. Caminhar até o local não levou muito tempo, conseguindo apenas sujeira nos pés como problema em tal caminhada. Poucas pessoas podiam ser vistas e todas elas não entendiam muito bem quem era o sujeito sem camisa, fazendo todos evitarem o contato direto com ele e também ignorarem a presença do deus. Mesmo com tamanha arrogância ninguém ligou, como se eles já estivessem acostumados com tal tipo de tratamento, criando uma barreira onde não se importavam com quem ele era.

Ninguém aqui é seu servo, mas se precisar de comida pode ir ali. – Uma garotinha que passava por ele apontava até uma casa de madeira bem simples onde a porta estava aberta. Ao entrar em tal casa, Kally percebeu a presença de uma mulher com madeixas escuras que estava cozinhando algo enquanto três outros homens sentavam à sua mesa, todos que estavam por lá pareciam famintos e mostravam curativos pelo corpo. – Mais um? – A mulher perguntava e recebia um pedido muito estranho do bronzeado estranho. Chamar pessoas de servos não estava muito na moda ultimamente, apenas quem realmente possuía dinheiro tinha acesso à tais servos. – Se quer comer, tenho espaço para você, mas ninguém aqui vai te servir. – Extremamente séria ela levou até a mesa quatro pratos e copos, além de cada uma das comidas em pratos diferentes, panelas e a jarra de um suco vermelho. Existia muita variedade, carnes, frutas, verduras, legumes, molhos diferenciados, arroz, peixe e frango.

Todos os outros homens pegavam a comida e usavam talheres para comer ou mesmo hashi, colocando tudo o que queriam em seus pratos e iniciando a refeição com calma. – É só se servir, qualquer um com fome pode ter uma refeição aqui, mas nos tratar como inferiores não vai fazer ninguém gostar de você. – Por fim ela também preparou um prato com comida para si mesma e começou a comer sem dizer mais uma palavra.


Mulher:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptyQua Mar 07, 2018 10:22 pm

Caminhara por tempo indefinido, a forma como o tempo transcorria na presente dimensão era captada em ritmo lento por seus neurônios. Ignorado a maior parte do tempo acabou por ser direcionado a um casebre não muito luxuoso onde poderia vir a saciar sua fome. Não fora recebido com fervor esperado, acatara as instruções advindas de uma mulher de aparência distoante do ambiente, trazendo em sua voz insolência sutil de uma alma rebelde, uma dose moderada de poder que não sabia possuir. "Interessante". - pensaria o terceiro fitando-a com leve interesse.

Aproximar-se-ia da mesa sobre a qual estavam dispostos os pratos e panelas, hesitante tomaria para si um prato enquanto selecionaria minucioso os alimentos que lhe aparentassem apetitosos. Haveria de se servir arroz, carne de frango e um bife que estivesse suculento o suficiente para ser selecionado, se houvessem batatas as jogaria em seu prato. Antes de pegar os talheres direcionaria os olhos as variedades de salada, desdém claro ... "Folhas? O que pensam que sou.. um cavalo?"- pensaria passando adiante e enchendo um copo com suco. Varreria o ambiente em veloz olhar procurando a mulher que lhe repreendera minutos antes, sentar-se-ia próximo a ela. Em silêncio faria sua refeição.

Devidamente alimentado, ainda sentado voltaria o olhar para a mulher de outrora. Era bela, apesar de sua aparência senil o Terceiro podia sentir o fervor, como se de tal criatura emanasse uma leve aura de ferocidade, talvez estivesse enganado a seu respeito, mas isso não o impediria de testa-la. " Quando recuperar meus poderes poderia fazer dela uma sacerdotisa." coçaria o queixo enquanto tecia ingênuo pensamento.

_ Diga-me mortal, acreditas mesmo que o ato de servir te faz inferior? - diria sorrindo, tão largo sorriso que pareciam haver mais dentes sob o lábio que o normal, os olhos vermelhos buscariam o de sua interlocutora fitando-lhe diretamente na alma, olhos de juíz. - Um rei que serve ao povo, seria ele inferior? Um homem serve a seus filhos seria ele inferior ou superior? Melhor ... acredita do fundo do seu coração que todos são iguais? - indagaria ocultando lentamente o sorriso enquanto enrijeceria o semblante, alvejando sua interlocura em um mero olhar enquanto aguardaria sua resposta.

Independente da resposta da mulher, esta seria ignorada, previa algum discurso com forte teor moral, explicitando o certo e o errado, enaltecendo a gloriosa igualdade, condenando déspostas e a tirania, decerto que isso apenas viria a aflorar seu tédio e desesperança naquele cúbiculo medíocre que provavelmente concebiam como nação. Conforme as palavras saltarem da boca da mulher, mudaria sua postura escorando a bochecha direita nos nós dos dedos da mão destra e atenuando o olhar que anteriormente se mostrara intenso.

_ Decerto que notaste que sou estrangeiro em vossa terra, por descuido de meu receptáculo encontro-me despojado de minhas joias e vestes. Diga-me mortal, onde residem o alfaite e artesão deste país?  - o tom arrogante emergindo a cada letra.

Aguardaria as instruções, se elas viessem. Prestaria bastante atenção, ainda se adaptando a dependência exagerada dos mortais para transitar em seu plano e compreender outras vertentes de sua "cultura". "Logo hei de recuperar os poderes". Agarria tal ilusão como mera criança abraçada a sua pelúcia.

_ Até breve, serva. - diria piscando o olho direito e sorrindo vitorioso. Homem tolo.

Se levantaria vagaroso, uma vez detendo o conhecimento necessário para transitar rumo ao alfaiate ou joalheiro. Não obtendo a informação desejada prosseguiria em um vaguear tolo, se atendo as escritas em placas para alcançar seu objetivo.
Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptySex Mar 09, 2018 6:17 pm


A refeição foi servida por ele mesmo, tendo que se alimentar sem a ajuda de outra pessoa. Levando o seu tempo para terminar, Kally percebia que todos já tinham limpado seus pratos, agradecendo a refeição e saindo da casa sem mais nenhuma palavra, restando apenas o deus e a mulher que tinha feito a refeição. Servir a alguém não era o problema, mas sim a forma como o pedido era feito, soando mais como uma ordem. – Não ligo de servir alguém quando é pedido com o devido respeito. – O olhar da mulher focava nos olhos de Kally e ela então continuava a dizer. – Sei que da onde veio pode ter sido alguém superior que podia falar desse modo com seus servos, mas aqui você não passa de uma pessoa comum. Se você não tem dinheiro ou é muito poderoso, nunca vai conseguir que alguém lhe sirva e se esta aqui... – Analisou rapidamente a aparência do desconhecido e finalizou. – Provavelmente não possui dinheiro, poder ou servos. Então estou te dando um conselho, aprenda a tratar as pessoas, pois este não é o mesmo lugar de onde veio. Este é o mundo real. – Ainda tentando ajudar o desconhecido percebeu que ele mal se importava, continuando com sua forma arrogante de falar e nada de bom viria de alguém assim.

Esse vilarejo fica muito longe da cidade, mas vai ter que ir até lá para conseguir algo do tipo. Existe um caminho de terra assim que sair da minha casa, siga a direita pelo caminho de terra até alcançar a floresta, passando pela floresta vai chegar na muralha e lá dentro é possível que encontre algum alfaiate bom. Do lado de fora pode existir algum mais barato e que sirva para o seu estado atual. – As finais se referiam as vestimentas e a visível falta de dinheiro do homem. Mesmo ao ajudar ela ainda se sentia mal, pois continuava sendo tratada como inferior por alguém que parecia tão ruim quanto ela. De pé e fora da casa o deus seguiu as indicações dela, caminhando por um longo tempo até visualizar a floresta. O maior problema para Kally estava para ser quem ele encontraria no meio de tantas árvores. Existiam diversos barulhos pela floresta, alguns pareciam mais próximos do que outros, podendo ser animais ou humanos, ele realmente não tinha como saber exatamente o que poderia atacar naquele lugar.

Passar pela floresta parecia uma tarefa fácil, mas a mulher de antes tinha esquecido de deixar claro que naquela ilha existia um grupo de selvagens vivendo nas montanhas visivelmente ligadas à floresta. – Está perdido? – A voz masculina e desconhecida surgiu atrás de Kally, revelando um sujeito mascarado assim que o deus virou-se. – Sabe... Estranhos na minha floresta não são muito bem recebidos, então eu gostaria de uma explicação rápida ou se você preferir algo mais agitado, podemos resolver em um combate. – O mascarado carregava um bastão de madeira e vestia roupas feitas com as peles, pelos e penas de diversos animais, como se ele realmente estivesse vivendo naquela floresta.


Mascarado:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptySeg Mar 12, 2018 3:19 pm

Guiado pelas instruções de outrora punha os passos em ordem abandonando gradualmente a fúria provocada pela ousadia maculosa da terra que se fixava à sola de seus pés, se permitindo pensar no fulgor do discurso que lhe atravessara os ouvidos minutos antes. Concluira que o poder ali se dava através da riqueza, posses, onde a hierarquia se estabelecia de modo proporcional a fortuna. O dinheiro, a moeda, o símbolo mais odiado pelo Terceiro, embora muitos de seus devotos em tempos aureos talhassem sua face em moedas e oferecessem tesouros como sacríficio. Uma vez que uma nação estabelece seu poder através de um recurso instável, era considerada por Kallyadranoch blasfema. Não pôde evitar cuspir na terra seca ante tal racícionio.

Sons estranhos, farfalhar de folhas, sensação de movimento ao redor. Assolado por tais inconveniências tentava não se render a balburdia afrontosa da natureza se mantendo firme em sua trajetória, até ser abordado por insolente criatura, voz abafada, mas entregara a localização de seu possuidor. "Atrás de mim" - pensou se virando calmamente. Rilhou os dentes ante o desafio.

_ Sua floresta? - fitaria o semblante estático, derretendo a madeira com o fogo odioso que brotava de seu olhar. Seres de sua estirpe jamais tiveram de se preocupar com ataques, presas não tendem a desafiar seus predadores, apenas debater-se em frenesi mortal amaldiçoando as mãos que modam a existência por sua frágil pequenez. Ainda imóvel continuaria - Criatura insolente! Somente tão arrogante ser ousaria propor um desafio ao qual não pode vencer. Tolo!

Ira recôndita emergia em uma erupção caústica corroendo sua alma e brevemente sua sanidade, como bolas de fogo ardiam seus olhos consumindo e devorando o aspecto tribal a sua frente, tomado por fúria primal avançaria ignorando a ausência de poder de seu receptáculo. Dado o diálogo e situação ao qual seu adversário se apresentara conlcuira que a distância entre ambos era curta, podendo ser facilmente rompida por um avanço rápido. Kallyadranoch forçaria a o pé direito contra a terra impulsionando o corpo imprudentemente para a frente, confiando nos reflexos de seu adversário acreditava que este automaticamente responderia tentando golpea-lo com seu bastão de madeira, se o selvagem o fizesse, o Terceiro saltaria lateralmente tencionando evitar sofrer um ataque e então contra atacar com violência através de um soco cruzado de esquerda visando as costelas e um soco reto de direita na barriga, obtendo êxito na sequência finalizaria a mesma com um chute de esquerda no tórax para causar dano e empurrar o inimigo pra trás, possibilitando uma janela criativa para formular outra investida.

Uma vez que fizesse o avanço inicial e o reflexo adversário não fosse suficiente para a reação instântanea premeditada, seria o momento perfeito para desferir um poderoso golpe utilizando de sua força para atingir o estômago adversário com um soco reto de direita, aplicando força o suficiente para inclinar o corpo do selvagem o suficiente para deixa-lo vulnerável ao ataque seguinte  o Terceiro levaria ambas maõs a nunca adversária e aplicaria força para baixo de modo a atingir o oponente com uma forte joelhada em sua face coberta, finalizaria esta ofensiva empurrando o mesmo no chão. Se obtiver êxito em tal manobra se afastará e dirá:

_ Trema diante do Deus do Poder, mortal ! - escárnio e vitória presentes na mesma sentença.

Uma vez que o rival não esboçasse sinal de desistência, Kallyadranoch manter-se-ia atento a qualquer possível investida, utilizando de sua velocidade e percepção para ler os movimentos e esquivar-se da melhor maneira possível.
Citação :
Off: Tô meio enferrujado e desculpa ai o atraso. Em relação a perícia acredito que quanto antes aprender, melhor.

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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptyQua Mar 14, 2018 7:49 pm


A floresta poderia ou não ser daquele homem, pois o que ele dizia não significava nada. Kally mostrava-se incomodado com as palavras do mascarado, indicando de imediato a possível luta entre os dois. Em uma floresta desconhecida, lutar contra um desconhecido não parecia a melhor opção, mas mostrou-se a maneira mais simples de completar a travessia até os muros da cidade. – Suas palavras me incomodam. – Comentava ao observar o deus do poder. – A chance de sair dessa floresta com uma simples conversa acabou, vamos ter de resolver isso de outra maneira. Espero que esteja feliz com a sua decisão. – Irritado por ser tratado com tamanha arrogância olhava Kally por trás da máscara, rindo baixinho ao ver como o homem desarmado mostrava sua ira. Lutar sem uma arma poderia ser estranho, porém o ser superior nunca realmente precisou de algum equipamento para enfrentar outra pessoa.

Ainda que nada estivesse definido, parecia ser uma luta complicada e o selvagem teria uma pequena vantagem só de estar na posição mais favorável. Kally tinha um plano em mente, criando uma movimentação já pensada e ao clocar em prática, sabia do que era capaz e as chances de tudo dar certo. Durante a movimentação do deus, o mascarado obviamente tentou um golpe básico para impedir os avanços, sendo surpreendido pela esquiva veloz de seu adversário e logo mais recebendo o poderoso soco nas costelas, seguido de outro na direção da barriga que tinha grandes chances de acertar, mas a velocidade do selvagem também mostrou-se boa o bastante para ser feito uma esquiva rápida no último momento antes do golpe conectar-se ao corpo do mesmo. A última parte do golpe conectava-se, sendo bloqueada pelo bastão de madeira que forçava o recuo do humano. Com palavras como se fosse o vencedor da primeira parte da luta, mostrou novamente a personalidade que possuía e isso só serviu para irritar seu oponente. – Muito bem, agora é a minha vez de atacar. – O tom era bem mais sério que antes, algo bem óbvio para alguém que tinha recebido golpes de surpresa e precisava ganhar uma luta.

Chamar a si mesmo de deus era algo que somente pessoas poderosas faziam, ou aqueles que possuíam uma imaginação bem ampla. – Deuses deveriam ser extremamente poderosos e imponentes, você só parece um humano normal que sabe algo sobre luta e tem uma imaginação interessante. – As palavras terminava e a movimentação do homem começava, avançando rapidamente enquanto rodava o bastão nas mãos, aproximando-se de um modo que era complicado imaginar por onde iria chegar o golpe. Kally tinha uma velocidade formidável, conseguindo esquivar facilmente de certos golpes, porém sua percepção não era a melhor possível e ao executar a primeira esquiva foi onde ele deixou-se em uma posição desfavorável. O bastão chegava primeiramente pela direita, forçando a esquiva que apenas distanciava o deus do golpe. Só que o selvagem tinha outros planos para tal ataque e ao girar o bastão enquanto realizava tal golpe, mudava completamente a direção do ataque e durante a movimentação de Kally o mascarado aproximou-se, realizando o golpe lateral pela esquerda na altura das costelas. – Superar sua velocidade vai ser simples. – A pancada nas costelas iniciava com uma forte dor ao contato e o efeito subsequente deixava dolorido apenas o ponto exato do golpe, incomodando ao toque e durante a movimentação de leve, nada que o deus do poder não conseguisse aguentar.


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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptyQui Mar 15, 2018 6:28 pm

"Insolente". Pensou. Surpreendentemente a intensidade de sua fúria diminuíra cedendo espaço à tensão, um sentimento de incerteza que se intensificava em conjunto com a dor nas costelas. Orgulhoso manteria o semblante rígido, se recusando a deixar visível qualquer sinal de dor utilizando seu arrogante sorriso como pomposa máscara. Uma vez que desconhecia os limites de seu receptáculo, levá-lo ao extremo era questão de tempo e dada a necessidade, seria o mais breve possível. Prévio a sua próxima manobra ofensiva apagaria o pálido sorriso  de outrora para uma veloz confabulação:

_ Minhas palavras o incomodam? Deuses deveriam ser poderosos? Credes que sou um louco arrogante? - meticuloso introito para destilar sua venenosa crença, sem intento de distrair, mera resposta aos comentários de seu adversário. - É digno de nota que todos mortais reagiram negativamente à presença divina em seu meio, taxaram a mim como arrogante, disseram que não são superiores ou inferiores a este que vos fala ... mas acreditas nisso? Olhe em seu âmago e diga se te enxergas como equivalente aos que vos cercam, mortal! - breve pausa, reunindo ar em curta respiração. - És arrogante, guerreiro! Em seu pensamento sabes que vai vencer, pois és mais forte, és melhor, já superou minha velocidade ... Mais do que isso, a provocação feriu seu ego! És igual a mim, mortal. - palavras desconexas, mas propositais.

A excitação circulava por entre suas veias sobrepondo a corrente sanguíena, não ser onipotente lhe atribuia inúmeras sensações indescrítiveis, inclusive a possibilidade da derrota, ah sim! Derrota, a esmagadora humilhação que lhe subjugaria, a perfeita punição de seus carcereiros. Não podia mais se conter, a adrenalina agia e a insania súbita que lhe tomara em seu discurso emergia remando o mar de indescritíveis emoções rumo a vitória, como um afogado combatendo a corrente em busca de haurir oxigênio para o peito em violento hausto. Avançaria!

A mesma tática de outrora não surtiria efeito dado o fato de que seu adversário era de corpo e alma um guerreiro e trazia em suas feições estáticas e mortas a astúcia da raposa. Mostrara e anunciara ser capaz de superar a velocidade excepcional de Kallyadranoch. "Mas também deixou exposto seu ponto fraco". Pensaria enquanto deslizava em direção ao selvagem, dado o golpe sofrido o Terceiro notara a estratégia utilizada por seu rival, com um golpe simples do bastão fazia-o recuar em direção premeditada impossibilitando a esquiva. "Superar minha velocidade? Que assim seja!" Avançaria de forma imprudente novamente, deslizando em linha reta pronto para desferir um soco nas costelas de seu alvo, na lateral oposta a mão que porta a arma, premeditava que viria outro golpe em seu corpo, afinal o mesmo apresentara reflexos para tal anteriormente, mas uma vez que o golpe do selvagem mirasse as costelas ou a região do tronco Kallyadranoch não se desvencilharia utilizaria de sua noção exata do tempo para calcular o tempo do impacto preparando seu corpo para ser atingido, sabendo da fragilidade de seu corpo e dos danos causados firmaria a perna para não ser arrastado ou desequilibrado com a pancada. No segundo exato em que ocorrer o choque entre a arma e seu corpo, o Terceiro tentará não dar espaço para o golpe seguinte, se aproveitando da abertura na guarda de seu oponente para lhe atingir com uma feroz joelhada nas genitálias. Em teoria o atingindo sofreria com uma dor icomensurável abrindo uma janela de oportunidade para prosseguir a investida, prosseguiria golpeando a articulação do braço que manejava a arma com o cotovelo de modo a fazer com que o alvo soltasse a arma e ficasse "desprevenido" para o golpe final, levando novamente as mãos a parte posterior do pescoço puxaria para baixo a cabeça do inimigo e então saltaria desferindo uma poderosa joelhada, determinado a  romper a máscara, provavelmente provocaria dor em seu joelho, mas nem mesmo um esímulo doloroso poderia parar a impetuosa vontade do Deus que cuspiria a bravata final com um sorriso maníaco:

_ Revele sua face, mortal !!!

Uma vez que o golpe direcionado não visasse o tronco, mas sim a cabeça, Kallyadranoch esforçar-se-ia para flexionar rapidamente a região superior de seu corpo de modo que a arma inimiga se manter em um nível acima de seu crânio sem lhe atingir, e imediatamente haveria de tentar desferir um soco reto na barriga de seu algoz, em um intervalo de breves segundos repetiria o soco, mesma mão, mesmo movimento e mesmo alvo. Obtendo êxito em seus ataques teria um espaço de tempo favorável para um golpe mais lento, porém destrutivo, uniria ambas mãos entrelaçando os dedos e então golpearia as costas do selvagem com um golpe de cima para baixo a fim de subjuga-lo. Se afastaria enquanto aguardaria uma possível reação, se a vitima ainda estivesse inconsciente.

Falhando em sua previsão ante qualquer uma das manobras, manter-se-ia afastado e buscando se movimentar para evitar aproximação e confiando em sua velocidade para evitar os ataques rivais, que eram tão perigosos quanto os seus.
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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptySab Mar 17, 2018 10:41 am


Kally respondia as palavras do selvagem de maneira perfeita, fazendo o mesmo se manter quieto e bufar de raiva enquanto se preparava para recomeçar o combate. Qualquer que fosse o plano do mascarado, ainda faltava muito para que ele pudesse derrotar um deus. Sua força era incrível comparada a certas pessoas, mas estava longe de ser surpreendente. Combatendo ele por alguns minutos era mais que o suficiente para entender como seu estilo funcionava. Ser superado não parecia importar tanto quanto a vitória, deixando Kally criar um plano baseado nisto e mostrar exatamente como a luta terminaria nos momentos seguintes.

Arriscar receber algum golpe somente para vencer era algo que poucas pessoas no mundo tinham coragem para fazer, tal determinação estava além de ser um deus ou um simples humano. Kally sabia que o golpe iria vir e tinha seu corpo pronto para receber a pancada do bastão, fazendo uma pose firme o bastante para que não fosse afastado de onde estava recebendo todo o impacto e ainda assim se mantendo na mesma posição. O golpe tinha acertado o mesmo ponto de antes, pela esquerda nas costelas. Ao contato o deus já tinha todo seu plano montado, realizando a joelhada precisa nas partes intimas do selvagem, liberando uma dor inexplicável que somente os homens conseguiam sentir e entender um ao outro quando sofria algo parecido. Caindo de joelhos e sem quaisquer palavras para dizer, soltando apenas um lamento sobre a dor que mal podia ser escutado no meio do combate. As reações do homem estavam longe de serem boas no momento, tendo sua arma jogada para longe e por fim recebendo a joelhada diretamente na mascara. O joelho de Kally sentia muito mais o impacto do que seu adversário, mas ao menos conseguia destruir aquilo que o impedia de ter a visão do rosto de seu oponente.

O problema de ter feito isso é que ele não conseguia ver um rosto corretamente. Atrás da mascara o selvagem só tinha queimaduras e cicatrizes de cortes que faziam o que parecia ser seu rosto se tornar algo monstruoso e difícil de se olhar, uma aparência que poucas pessoas aguentavam observar por muito tempo. – Merda... – O murmúrio do selvagem ao ter seu rosto visto por alguém que ele pensava que poderia derrotar era triste, sua expressão que mal podia ser vista mostrava a vergonha que ele sentia e o medo do que poderia acontecer  agora que havia sido derrotado pelo deus do poder. – Você vai se arrepender de ter feito isso. – A ameaça feita pelo selvagem significava que ele provavelmente iria atrás de Kallyadranoch, talvez com alguém para ajudar, pois mesmo com sua força e a força como dizia que aquela floresta seria dele, nada se encaixava, pois quem realmente teria poder para comandar uma floresta tão grande naquela ilha só poderia ser mais forte que a atual forma de Kallyadranoch.

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MensagemAssunto: Re: I - Ressureição!   I - Ressureição! EmptySeg Mar 19, 2018 4:02 pm

A dor que lhe pungia o corpo era um mero arranhão frente a laceração provocada no espírito adversário, corroendo-lhe o âmago e preenchendo sua feição horrenda e postura confiante com o amargo da derrota, a fúria brotando de seu ego ferido embevecia a vaidade do Deus que ocultava seu rosto com a simplória máscara do sorriso, evitando demonstrar os danos sofridos, que em sua mente era maiores que os causados. Fitaria seu oponente por breves segundos, castigando-o com seu vitorioso silêncio e após programada quietude lhaveria de lhe dirigir palavra, respondendo em absorta calmaria a ameaça recebida:

_ Não brade tolices, frágil criatura! Um Deus não se arrepende de punir ou abençoar um mortal, nada que diz a respeito a sua estirpe afeta a moral ou o pensamento divino. - levaria a mão queixo simbolizando uma reflexão momentânea antes de seu "veredito". -Tendes habilidades interessantes e detém o conhecimento sobre este país que ainda não atingi. Pois bem, tome teu bastão, recolha os cacos de tua máscara e guie-me pela "sua" floresta. Leve-me até o curandeiro de seu povo, servo!

Decerto o repúdio a humilhação é comum, mas as palavras de Kallyadranoch apesar de seu teor provocativo não apresentavam sinal de tripúdio, nem mesmo a vanglória que demonstrara minutos antes, trazia consigo  apenas a irrefutável certeza que obtendo a vitória, o derrotado teria de servi-lo, e porque não? O mais fraco serve ao mais forte, o perdedor serve o vencedor, o domínio provém do mais poderoso.

Aguardaria a reação do selvagem, uma vez que estava desarmado demonstrasse agressividade ao tentar retomar seu bastão , Kallyadranocho agiria de imediato golpeando com um chute antes que este estivesse em posse de sua arma, de modo a joga-lo no chão e tambem afastá-lo. Dado a expressão irascível e as palavras ameaçadoras não se deve destacar a possibilidade de um ataque com as mãos nuas, estes seriam imprevisíveis, mas o Terceiro movimentar-se-ia de modo a manter se cada vez mais afastado, sem exigir muito de seu tronco para manobras evasivas,  preservando suas costelas já bastante danificadas.

Uma vez que seu interlocutor suprimisse o ódio e fúria e acatasse as ordens de Kallyadranoch, o mesmo permitiria a posse da arma e  máscara sem esboçar reação alguma. Permitiria que o mesmo seguisse a frente em caminhada e daria por encerrado o diálogo após uma simples sentença:

_ Diga seu nome, guerreiro!
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