One Piece RPG
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor xRaja Hoje à(s) 01:39

» [ficha] Arthur D.
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:13

» Arthur Diggory
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:12

» Cindy Vallar
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 22:53

» 1º Tale - Where the Earth Meets the Sky
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Baskerville Ontem à(s) 22:20

» Jade Blair
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 22:18

» Blackjack Baskerville
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 22:17

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Licia Ontem à(s) 20:58

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Milabbh Ontem à(s) 20:31

» Karatê Cindy
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 20:29

» A inconsistência do Mágico
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 20:03

» Livro Um: Graduação
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 19:41

» Arco 5: Uma boa morte!
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Milabbh Ontem à(s) 19:28

» As Raízes do Vigilante Lucífugo
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Kekzy Ontem à(s) 18:29

» Meu nome é Mike Brigss
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Shiro Ontem à(s) 17:46

» Os 12 Escolhidos, O Filme
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Ceji Ontem à(s) 16:14

» Kit - Ceji
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Ceji Ontem à(s) 15:23

» Mini-Aventura
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Makei Ontem à(s) 14:25

» [Mini-Aventura] A volta para casa
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Ryoma Ontem à(s) 12:40

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Emptypor Akuma Nikaido Ontem à(s) 12:34



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 8, 9, 10, 11  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyQui 01 Mar 2018, 15:57

Relembrando a primeira mensagem :

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Gallore Strange, Kisame e Nie. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Convidado
Convidado



No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyQui 09 Ago 2018, 13:16


Incrível o que nossos corpos podem fazer quando estão diante do profundo desespero, onde a morte é uma das opções e você faria tudo para continuar respirando, mesmo que em baixo da água. Depois de tantos anos travando inúmeros combates, foi este que me levou a um outro nível, conquistei a vitória ciente de que posso ir muito além do meu potencial atual. Ainda ficaria confuso, não tinha ideia do que seria correto a se fazer neste instante, talvez estivesse em choque ou então apenas distante da minha humanidade, por ora tomada por instintos selvagens. Tão perdido e ferido que não conseguiria gritar de tanta dor, apenas continuaria com um penetrante olhar sem foco, até atingir a superfície. Largaria inconscientemente o brado do tritão, já não me servia de nada, e me "arrastando" e utilizando a espada como uma bengala, dirigiria-me até às proximidades do conflito que permanecia caloroso.

Sem pressa e com toda calmaria, caminharia carregando meus membros "abatidos" até um ponto onde pudesse observar a luta de perto. Meu irmão, o médico e o anão, um nome perfeito para um conto de fadas infantil, mas como esses três figuras estariam agora, perguntaria-me. Tentaria me centrar, ficaria ereto, pernas e ombros na mesma linha, minha compostura seria mudada por inteiro e a espada retornaria para seu lugar inicial - minhas costas -. A expressão animalesca mudaria completamente e controlaria meus instintos para que a sanidade pudesse retornar, como se fosse um mero humano. Mesmo que Hilgrim estivesse morto, nossa reação apenas teria começado e apesar de guardar um certo rancor pela raposa, deveria pensar em uma próxima ação apropriada para a situação.

Não tendo a intenção de comprometer a luta - por estar quase sendo um peso morto - apenas ficaria contemplando-a e a postura saudável de Gallore que mesmo naquela estado tentava transmitir alegria para mim, não que fosse útil, mas ainda assim necessário. Enquanto estivesse observando ficaria pensando se em algum momento a oportunidade de um contra ataque poderia aparecer, visto que minha mente poderia ser meu único bem ainda com saúde, utilizaria-a sem melindre. Permaneceria na mesma posição e lutando contra a dor e fadiga, não tinha como estancar o sangue e muito menos tratar os machucados, estes eram os principais motivos para que o Doutor Strange saísse vivo daquele embate.

Pensativo e petrificado, tentaria passar-me como uma estátua durante a briga. Entretanto se meu companheiro estivesse sofrendo com a pressão do adversários, que já não era mais um garoto inconsequente e sim um demônio, começaria a aproximar-me um pouco mais, devagar e sempre. Um passo de cada vez, num ritmo totalmente contrário ao da luta, com uma perna e um braço sendo arrastados pelo restante do corpo. Se chagasse a alguma dezena de metro, entre um passar e outro, meu braço direito começaria a sacar a espada e então o ritmo voltaria ao normal, como se fosse uma tartaruga.

Novamente sem expressar nem uma palavra e dando continuidade ao meu trajeto, visaria uma maior aproximação, talvez com aspectos mais parecidos com uma lesma do mar do que com uma tartaruga agora. Queria sentir o calor do confronto cada vez mais, a cada passo que estivesse me levando na direção dos guerreiros que lutam violentamente pela vida. Um (1) e meio, ainda é maior do que um (1), e esta soma que tentaria impor contra a raposa. Ficaria cada vez mais próximo e com sede de vingança, sangue não bastaria desta vez, então em algum momento que o médico prendesse o inimigo em uma posição - mesmo que por alguns poucos segundos - aceleraria minha investida ao máximo com minha perna que pudesse exercer este tipo de força. Com um salto na direção do inimigo e a espada apontada para o mesmo, apunhalaria-o em qualquer lugar, minha visão embaçada pelo sangue não descriminaria vital de locomotor. Logo após a ação, permaneceria no chão, não tentaria me levantar para reposicionar-me, apenas seguraria a espada com toda forma que ainda restasse em meu corpo, aproveitando a dor e desespero para acumular a minha força de vontade no cabo da arma.

- Walrus, Príncipe dos Mares, é uma pena que você não irá conseguir espalhar esses nomes para o mundo. Diria tais palavras em meio à gotículas de sangue, se ocorresse algum momento de calmaria.

Todavia, meu andar cambaleado poderia ser notado, mesmo que ocupado contra um boxeador, eram reais as chances do criminoso voltar-se contra mim. Neste caso não iria tentar me defender ou fugir, certamente não conseguiria, enfrentaria-o como um verdadeiro espadachim. No momento de pressa, teria a espada em mãos, para que quando o golpe viesse ao meu encontro, não fosse meu foco e sim o tórax do inimigo. Não pensaria em desviar, meu único foco seria acerta-lo antes de receber o golpe, não importando com que força viria, apenas tinha que certificar-me que morreria pelo fio da minha lâmina.


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptySex 10 Ago 2018, 13:34


Os olhos de Kisame vislumbravam a figura de Gallore a vários metros, fazendo um sinal de positivo e depois sinalizando algo como um "pare". Ele queria dizer para o tritão que não precisava interferir naquilo, mas não era exatamente o que o Príncipe pretendia. Com a espada nas costas, e já tendo largado o braço de Hilgrim à margem das ondas, ele seguia vagarosamente - e cada vez mais a cada passo - na direção do último embate ali.

E aquele embate seguia firme. A raposa humana e o médico boxeador partiam um contra o outro em ofensivas. Aquilo tinha que terminar, e só terminaria quando um dos dois estivesse no chão. A neve já não mais caía de nenhuma forma, e não estava mais frio, apesar de não se saber se era pelo calor da batalha ou por uma real mudança da temperatura externa.

E Kisame não estava ainda próximo.

Era evidente que a velocidade de Lan ainda era superior a de Gallore, mas o ruivo parecia não permitir que isso o afetasse, muito pelo contrário, elaborando estratégias para se manter o mais próximo possível do adversário para reduzir, inclusive, a vantagem de alcance que este havia adquirido com sua transformação. Eram tentativas de cortes com as garras que se seguiam em todo momento, e o pirata aparentava não se cansar. Na verdade, talvez ele estivesse cansado, mas ele a única força motriz que possuía naquele instante era o ódio de matar o caçador de recompensas que fizera o mesmo com seu irmão.

Kisame ainda não estava suficientemente próximo.

Mas Strange estava se cansando. A dor de seus ferimentos, o sangue que escorria dos vários ferimentos de seu corpo só o fazia querer acabar com aquilo logo. Mesmo assim, ele sentia que cada vez perdia mais velocidade com o cansaço, e não entendia como o inimigo mantinha um ritmo que, talvez, não tinha certeza, parecia crescer cada vez mais.

Kisame, vagaroso, ainda não encontrava-se perto o suficiente.

E entre um ritmo que talvez crescia e outro que só diminuía, e levava Gallore cada vez mais ao desespero de não saber se sairia vivo daquilo, Lan fora soberbo, subestimara seu oponente crendo que estava em seus últimos instantes de força: em um movimento rápido, ele salta e tenta abocanhar com tudo o adversário.

Mas Gallore não era qualquer um, ele era um combatente esperto. No momento que via a boca do inimigo se aproximando dele, saltava por cima, saindo da trajetória do ataque. Isso é, não totalmente. A mordida conseguia pegar seu pé direito, com os dentes se enfiando dentro da carne do garoto novamente, desta vez não tirando nenhuma parte, e felizmente não atrapalhando a movimentação do boxeador.

Strange conseguia passar por Lan e prendê-lo em um verdadeiro mata-leão. A raposa, vendo aquilo, se debatia, tentava mover os braços para trás para cortar o inimigo com suas garras, ou até mesmo mordê-lo, mas era tudo em vão. Gallore ia apertando, e sentindo as forças do adversário pirata se subtraindo cada vez mais, até que num ato de desespero Lan se joga para trás, caindo sobre o corpo do caçador de recompensas, porém este ainda assim não desistia.

Estavam no chão, e no momento do impacto Gallore sentia intensificar as dores em suas costelas. Mas, com as pernas envolvidas no inimigo, ele não largava de jeito nenhuma, mas apesar da diminuição da força de Lan, ele não parecia que aquilo acabaria tão cedo.

Isso é, se não fosse uma intervenção de Kisame, que agora estava próximo o suficiente. O tritão surgia na visão dos dois combatentes em um impulso, introduzindo sua espada no abdome da raposa. A lâmina o atravessa por inteiro, e infelizmente, acabava por alcançar Gallore também, transpassando por seu abdome. Mas, no resto de força que tinha, e pela vacilada que sentia o inimigo dar ao receber o golpe, com um movimento sagas ele quebrava o pescoço da raposa.

Kisame despencava no chão. Gallore sentia um último suspiro de Lan, e ambos os caçadores viam ele retornando em poucos instantes a sua forma humana. Estava morto.

Os olhares do tritão e do boxeador se cruzavam, e eles por um instante conseguiam sentir o cansaço, as dores e aflições um do outro. Gallore via nos olhos de Kisame a pouca força vital que lhe restava. E Kisame via nos olhos de Gallore como o garoto estava próximo de desfalecer. Ainda assim, havia um sentimento em ambos de vitória. Até que ambos fechavam os olhos, juntos, já não aguentando mais.
...

Uma sequência de flashes. Não entendiam. Cada um via como que cenas de suas vidas inteiras a frente dos olhos, lembranças que nunca haviam sido tão claras como agora. Kisame apagava de vez, não via mais nada. Gallore só sentia como se fosse carregado, e vozes indiscerníveis, com certo tom de preocupação, talvez até um pouco de desepero. E então acabavam.
Importante:
 

Ferimentos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyDom 12 Ago 2018, 21:02



- Ei! Nie! Onde nós estamos? Exclamei para meu irmão, mas nada de resposta. Continuei perseguindo-o até um lugar calmo e pacífico que me trazia uma certa nostalgia, era a nossa casa. Aos poucos fui adentrando naquela pequena vila onde ninguém parecia me notar e Nos já tinha sumido do meu campo de visão. Por um tempo procurei por ele, mas desisti ao notar que estava bem a frente de um lugar tão especial para mim, mesmo que muitas coisas ruins tivessem acontecido ali.

Antes que que pudesse me perguntar o porquê de estar em lugar como aquele, pois eu estava ciente dos acontecimentos que me fizeram sair dali, meu corpo deixava de ser controlado por mim e em um piscar de olhos eu era transportado para bem longe, porém tinha uma visão ampla de tudo que ocorria ali, mas não me mexia e muito menos falava. Não que isso influenciasse em algo, já que para aqueles tritões eu parecia estar invisível.

Uma movimentação estranha começava a acontecer no local, muitos aldeões cortando para todos os lados e logo em seguida surgiam inúmeras embarcações que cercavam o pequeno vilarejo, eu sabia o que estava prestes a acontecer. Destes barcos saiam piradas, caçadores de recompensa, marinheiros e até o governo mundial parecia estar organizando uma expedição. Sem demora um grande confronto parecia estar se formando, ninguém era poupado, crianças e mulheres também empunhavam armas mortais. Eu estava furioso ao notar aquilo e nao conseguir fazer nada, meu corpo não respondia aos meus comandos, eu era um mero espectador.

Diante de mim, uma enorme mancha vermelha se formava, ele ocultava o mar e até as poucas partes de terra que cercavam a localidade. Quando a confusão sessou e o vermelho desceu, era possível notar inúmeros corpos espalhados pelo terreno, entretanto os tritões saíram vitoriosos e isso me trazia um alívio imediato. Como em um teatro eu era jogado para uma outra cena, estava diante de um pequeno festival, talvez estivessem comemorando a vitória ou então honrando os sacrifícios feitos neste dia. Eu estava perdido ao observar aquilo, mas quando tentava buscar respostas em minha mente, apenas lembranças de uma aterrorizante batalha vinham à tona, uma em que eu parecia estar morto..."seria este o céu então?" Questionava-me.

Minhas memórias eram interrompidas por um outro ocorrido, mas diferente de antes, os tritões não pareciam estar se preparando para a batalha e sim fugindo assustados e sem demora pude perceber o porquê. Uma fera de tamanho descomunal surgia devorando tudo e todos sem descriminar construções de seres, em sua boca cabia tudo, até mesmo pedaços enormes de terra. Não era um rei dos mares e nem nada que já tinha visto pelo mundo, sua forma era de um enorme tubarão branco, mas até estes treneriam diante dele. Por um tempo vi tudo ser consumido por enormes presas, mas em um certo momento vi Noé, meu pai e minha mãe...me observando, eles realmente estavam me vendo agora, mas não durou muito. A gigantesca boca atingia-os, eles pareciam ter desistido de correr, eu conseguia ver a cabeça de meu irmão rolando enquanto seus olhos penetravam em minha mente. Eu já não sabia se meu corpo ainda estava imóvel ou se eu estava em choque.

Após poucos minutos, nada restava, a criatura permanecia parada na mesma altura que eu e olhando o restante dos destroços afundarem no mar, assim como eu e derrepente começava a encarar-me assim como eu encarava-a mas não existia medo em seu olhar apenas fúria. Quando questionei-me novamente, sobre o que seria aquilo, uma voz surgiu em minha cabeça. "Eu sou o Príncipe dos Mares!" Senti um arrepio na espinha e imediatamente comecei a nadar com todas as forças. A criatura me perseguia e em um piscar de olhos já estava sobre mim. Eu virei e pensei..."Eu matei eles? Minhas ambicoes acabaram com Nie? Isso sou eu?
"
Acabou o tempo.

- MEG.... As mandíbulas se fechavam e só restava escuridão.


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptySeg 13 Ago 2018, 16:26

Into the Unknown




Minha mente não conseguia acompanhar o que se passava ali, flashes de luz percorriam meus olhos e todo meu corpo queimava de dor, cada vez mais sentia minha pressão baixar até o momento em que o antes claro agora se escurecia completamente em minha vista, e como num longo piscar de olhos no momento em que minhas pálpebras se abriram novamente eu me encontrava em um lugar repleto de um denso nevoeiro em meio à uma cidade, era como um lugar fantasma sem ninguém por perto senão a poeira e a névoa que mal me deixava enxergar à poucos metros de distância, o cenário era um pouco destruído e de certa forma meio antigo muito parecido com o faroeste, eu não lembrava como tinha chegado lá, minhas últimas lembranças eram de uma dor que agora já não sinto mais, ou melhor, me lembro de observar alguém, estávamos lado a lado e um sentimento tanto de vitória quanto de respeito se passava por mim naquele momento, ou ao menos acho que se passava.

- O que foi aquilo? Um sonho? Onde eu estou agora? - Eram meus questionamentos enquanto finalmente começava a perambular pela cidade, de fato um local muito estranho, não parecia completamente isolado, à medida que avançava pela rua podia ouvir portas e janelas se fechando para me evitar, não que eu pudesse ver, a névoa não me permitia tal sentido, e seja lá por quê, mesmo podendo seguir por diversos caminhos era a concentração do nevoeiro que me chamava, quanto mais densa aquela fumaça mais eu sentia estar no caminho certo até o momento em que já não conseguia identificar nem minha própria mão rente à meu rosto, era uma sensação estranha, como se eu realmente não estivesse lá, como se meu corpo não existisse e fosse parte da própria névoa.

Não desisti de seguir em frente e logo consegui enxergar novamente, a fumaça que me cegava agora se concentrava por completo em finos rastros que apontavam até um lugar, como se fossem originados do destino em questão, este de fato muito estranho, pois se tratava de uma enorme árvore com uma porta dupla de entrada com apenas uma placa de regras ao seu lado. - “No Boyfriends” - Era o que dizia, mas nada para com me preocupar, estava andando por ali sozinho e não era namorado de ninguém então logo me apressei para entrar, queria sair logo daquela rua estranha, de toda aquela fumaça, mas talvez, só talvez, essa não tenha sido a vir uma boa ideia.

Assim que adentrava no local e a porta batia atrás de mim podia perceber que aquela árvore se tratava de um bar como todos seus móveis feitos de madeira, desde cadeiras e mesas até os instrumentos que alguns músicos tocavam, a primeira direção que minha visão seguia era o rastro de fumaça que parecia originar toda aquela névoa lá fora, não pude crer em meus olhos quando vi sua origem, se tratava apenas de um homem fumando despreocupadamente enquanto servia bebidas no balcão, parecia trabalhar ali, o homem usava uma camisa roxa com um terno por cima, tinha cabelos castanhos espetado para diversas direções enquanto fumava com um sorriso despreocupado embasando seu óculos redondo toda vez que expelia a fumaça. - Black - Era que estava escrito em seu crachá. Mais uma olhada nos arredores e podia perceber alguns clientes por ali espalhados, bem ao canto bebendo sozinho havia uma figura como se escondida em meio à sombras no qual eu não conseguia nem ao menos discernir se era humano, alguns tritões pareciam jogar sinuca perto de onde dois rapazes - um de cabelo vermelho e outro azul - se sentavam olhando fixamente com um certo “ódio” para um pequeno casal de um garoto de cabelos brancos e uma menina de longos cachos negros.

- Aqueles dois… Até que se parecem um pouco com… Não, eles não estariam por aqui. - o som dos tritões jogando deixava o local até que com um certo barulho que abafava o som de meus sapatos me levando até o balcão, um homem de costas para mim se sentava ali conversando com o taverneiro Black, de início não o reconheci, mas assim que me aproximei pude identificar seu rosto ao mesmo tempo em que gostaria de não o ter feito.

- Ora ora vejam só quem nós temos aqui, não esperava te ver tão cedo, pirralho. - Dizia o homem baixinho usando uma faixa na cabeça e um tapa olho, em fato, era Jack Buster.

- Mas que..? Oooh não, você de novo não. - Era minha resposta enquanto levava a mão à testa em desapontamento. - Quando finalmente achei que tinha me livrado de vez dessa merda de alucinação.

- Relaxe garoto, pelo menos eu não estou tentando te matar. - Retrucava o pirata.

- Tem razão… Ei! Por que está sendo tão amigável? - Pro seu padrão pelo menos - E que lugar é esse

- Eu estou morto garoto, não tem mais porque ficar te perseguindo, eu diria que estou mais aqui para… Te ajudar. - Um sorriso malicioso se abria em seu rosto. - Você se pergunta que lugar é este mas ao menos parou para olhar ao redor? Quem exatamente são essas pessoas? Como veio parar aqui?

Um momento me atentando aos detalhes e podia notar algumas familiaridades, dentre os tritões que jogavam sinuca eu podia notar Spyke e o outro homem peixe no qual olhei bem em seu rosto logo antes de jogá-lo no fogo para um fim agonizante, os dois rapazes sentados à mesa, de fato me lembravam alguém, eram ninguém menos do que a dupla de caçadores e depois piratas, Dan e Lan. - Esse dois, é claro. - Meus olhos continuavam a sondar pelo local e logo atrás do ainda desconhecido taverneiro, no lugar onde deveriam ficar as bebidas estava uma extensa prateleira com itens à exposição, o primeiro deles era uma bandana, debaixo do item tinha um nome gravado em uma plaqueta de ouro, “Jack”, o próximo era alguma espécie de agulha muito bem afiada, “Spyke”, era a plaqueta que a nomeava.

- Isso são…

- Souvenirs! - Me respondia o Caolho. - Mesmo que você ainda não tenha muitos deles. - Meu olhar continuava a passar para o lado até que avistava uma adaga, minhas costas então começavam a arder como se estivessem queimando, e ao ler o nome “Lan” na plaqueta flashes sobre como eu havia parado ali me ocorriam, como eu havia sido esfaqueado pelas costas e logo então iniciado uma luta, à medida que me lembrava do desenrolar dos acontecimentos meu corpo começava a queimar nos locais em que fui ferido um à um, costelas, braço, até que parava na cena em que trocava incessantes e cansativos golpes com aquela raposa monstro enquanto me feria e cansava cada vez mais.

- Então eu morri? - Perguntei em conclusão dado o fato de estar lutando antes de me encontrar com alguém que já havia partido.

- Vai saber, eu nem mesmo tenho certeza se sou só uma alucinação sua.

- Eu não posso estar morto, tem pessoas aqui que não morreram ainda. - Disse olhando rapidamente para o pequeno casal de antes.

- Como tem tanta certeza disso? - Eu realmente não tinha, e aquela pergunta de certa forma me deixava sem respostas.

- Por que você então?

- Hân?

- Estando morto ou vivo você sendo uma criação da minha cabeça ou não, dentre tantas pessoas para aparecer, por que você?

- Não é óbvio? Desde que foi jogado em Karate Island o pobre Gallore sempre teve tudo à seu favor, se empenhava nos treinos, vencia lutas difíceis e continuava sua vida feliz buscando ser o melhor, e então, quando decide dar o próximo passo e sair de casa, se depara com um primeiro obstáculo que diferente das outras vezes você não era forte o suficiente para superá-lo, em sua mente não foi uma luta justa, precisou se humilhar ao ponto de ser salvo em combate ou então já estaria morto à muito tempo. Acho que fui bem marcante não acha? Um lembrete constante de como você fracassou em sua primeira tentativa, tsch, patético.

Jack dava uma pausa parecendo um pouco irritado dando um belo gole em sua bebida, o que era uma lembrança ruim para mim era igualmente ou pior para ele, visto que só remetia à sua morte, meu silêncio era mantido, contestar era o desejo mas nós dois sabíamos que suas falas eram a mais pura verdade, não tinha o que fazer senão aceitar, aquele não era o fantasma do Caolho me assombrando, e sim minha própria mente tentando me colocar no eixo certo. Um longo suspiro de rendição e eu puxava uma cadeira para seu lado, o garçom colocava um copo à minha frente o enchendo com alguma bebida que nem mesmo toquei, quando percebeu que eu estava calmo - apesar de ainda sentir uma leve ardência de onde eu supostamente teria sido ferido - o ex-pirata tornou a falar, não olhávamos um para o outro, eu apenas encarava aquela parede de souvenirs pensando em quão poucos ainda haviam ali enquanto ele da mesma forma tinha um olhar fixo para frente concentrado em sua bebida.

- Você não acha que se ferrou assim por criar uma expectativa grande demais?

- Então está dizendo que eu nunca serei forte?

- Essa não é a pergunta certa.

- Então qual é?

- Errou de novo… - Um silêncio repercutia entre nós dois por um momento e novamente só se ouvia os tritões em seu jogo. - O que você fez para alcançar essa sua ambição? Pelo que vi só saiu por aí igual um lunático querendo bater em tudo e todos.

- Qual o problema eu gosto de uma boa luta.

- E quem não gosta. Mas você tirou algo disso? Já reparou que é sempre do mesmo jeito? Você subestima seu oponente lutando de uma forma fraca até que começa a apanhar e apela “pelos ensinamentos de seu mestre”. - Sua voz era como de zoação na última parte da fala.

- E o que você propõe? Que eu lute com tudo desde o início? já sei disso! Se não percebeu é o que estou tentando fazer agora.

- Não é disso que estou falando, o que quero dizer é que você sempre acaba voltando para Karate Island, não evolui, apenas se prende no mesmo ciclo, de que adiantou seguir em frente se sua forma de pensar continuou parada. Me diga garoto, você tem um sonho, mas já em pensou em como vai realizá-lo?

- Você é burro? já estou fazendo, é por isso que vim para a Grand Line, desafiar caras fortes e me provar forte.

- Mas você não é forte! O que vai fazer quando encontrar alguém melhor? De novo.

- Então… Como posso chegar lá?

- O que? - Pedia ele para que repetisse mesmo eu tendo certeza que o desgraçado só queria ter o prazer de escutar isso mais uma vez.

- Você disse que não posso me provar o melhor por ainda não ser. Então como? Como posso melhorar?

- Essa garoto, é a pergunta certa. - O Caolho então terminava sua bebida e ao bater com o copo contra à mesa ele apontava para o canto do bar com seu polegar, era aquela figura misteriosa de antes que se encontrava de pé olhando em minha direção. Rapidamente me levantei e comecei a andar em direção ao homem, isso mesmo, eram um homem com mais ou menos o meu tamanho, em fato, tinha uma aparência muito parecida com a minha, com olhos verdes bem vibrantes, seu cabelo no entanto era preto e curto, tinha uma barba desgrenhada e aparentava muito mais velho, claramente não era nenhuma versão minha, no entanto me parecia familiar. O homem erguia sua mão em minha direção enquanto tinha um sorriso leviano porém feliz, parecia ser amigável, parecia querer me entregar algo, e no momento em que erguia meu braço para pegar seja lá o que ele tivesse em posse eu subitamente levava um leve empurrão para frente, mas não só isso, a lâmina de uma espada atravessava meu corpo.

- Mas infelizmente a resposta você vai ter que descobrir sozinho. - Dizia Jack com um sorriso sádico enquanto me apunhalava pelas costas, mas sangue não saía por minha boca ou muito menos do ferimento, aquele ataque apenas vinha com uma lembrança de Kisame me perfurando no mesmo local enquanto atacava a raposa e eu a finalizava quebrando seu pescoço. O homem na minha frente não parecia contente com a cena, eu ainda tentava alcançar sua mão para receber o que tanto parecia querer me mostrar mas Jack continuava me puxando para o chão, e definhando aos poucos de joelhos que minha visão ia se escurecendo tendo como última visão a cara de felicidade do Caolho por ter me matado, mesmo que já não mais no mundo real.

- E vê se traz mais alguma decoração pra cá, eu gosto de observar aquela prateleira. - Eram sua últimas palavras antes de sumir de meus sentidos.



Objetivos:
 
Histórico:
 
Ferimentos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptySeg 13 Ago 2018, 18:35

Já era manhã, e mais calor do que antes. Os olhos de Gallore iam se abrindo aos poucos, e como se ele fosse puxado de uma realidade para a outra, em um embate entre as duas, ele vinha para a consciência. Seus sentidos voltavam aos poucos, e a princípio seu olhar muito embaçado, e a audição fazia parecer todas as coisas como distantes.

Mas uma coisa o fez acordar e se recuperar em um súbito: o barulho de Kisame acordando ao lado, soltando um certo gemido por despertar de seu pesadelo. Eles olhavam em volta, e notavam que já não estavam no mesmo local antes.

Estavam, na verdade, no convés de um navio branco e extremamente bem limpo e conservado, cercados por algumas pessoas, algumas que os olhavam e outros perdidos em outras ações. Os primeiros notados eram Nie, deitado em uma maca, como eles, e com faixas enrolando vários de seus ferimentos. Alias, antes que eu me esqueça, eles também estavam assim: com os ferimentos todos tratados, e apesar de sentirem algumas dores, sabiam que estavam no caminho da recuperação. Uma breve fraqueza os fazia sentir debilitados e Kisame, em especial, sentia até um desejo de se levantar um pouco, enquanto Gallore não o sentia tanto, mas sabia que com um pouco de esforço poderia fazê-lo.

Depois, notaram Aduum, que estava sentado em uma cadeira que, para ele, era muito grande, mas para qualquer um poderia ser igual. O meio de seu corpo estava quase todo enrolado com uma faixa branca, mas ele parecia bem, e sorria ao ver eles acordarem.

Notavam então uma figura conhecida: Austin Cliff, mas trajando uniforme de soldado da Marinha. - Eles acordaram, eles acordaram! - Dizia ela, toda animada correndo para outro lado chamar alguém.

Percebiam agora outras duas figuras, estas desconhecidas, mas trajando também uniformes da Marinha: Um humano loiro, com olhar jovial, quase juvenil, em seus talvez 17 ou 18 anos, olhos azuis e um sorriso simpático que dava a impressão que nunca faria mal a ninguém; E seu companheiro primata, uma macaco (isso mesmo, um macaco pet, não um mink) que também trajava um boné e a camiseta da marinha com o lenço azul. O uniforme deles, em especial, possuía também o simbolo de uma cruz vermelha, o que indicavam ser da ala médica da instituição, o que fazia sentido pois eles pareciam ser o médico e o enfermeiro que estavam cuidando deles.

O último a perceberem foi outra figura conhecida: o Tenente Cliff, alto e com certa definição, com a pele morena e o vistoso bigode, superior até ao do Sr. Lemos. Ele caminhava ao encontro deles, enquanto Nie abria seus olhos aos poucos, passando pelas mesmas percepções que eles.

- Garotos, muito bom, muito bom! - Ele sorria alegre, enquanto batia palma parando ao lado da maca dos dois. Ao lado, Austin também sorria. - Pegaram os irmãos Dan e Lan novamente. Infelizmente, parece que o pirata Hilgrin escapou, mas conseguiram também pegar boa parte de seu bando, inclusive o imediato Spyke. Estão de parabéns mesmo. Em alguns instantes lhes entregaremos as devidas recompensas pelo serviço. Por hora, descansem, e se quiserem podem conhecer a tripulação do Capitão Santino D'Avilla, da qual sou o segundo em comando.

Como dito no começo, já não estava frio como antes, e o sol acabara de nascer. Os pertences de cada um estava ao lado de sua maca, incluindo os cobertores/mantos velhos e agora molhados, gerando um fraco odor de gato molhado. Eles reparavam que o navio onde estavam jazia ao lado de Walrus, também ancorado, e tratava-se de um navio da Navy.
Importante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyTer 14 Ago 2018, 14:31


Ainda um pouco desnorteado, mantinha a lembrança de um terrível pesadelo, o qual faria dar uma pequena inclinada na cama para visualizar a situação ao meu redor. Certamente não era Walrus, entretanto algumas figuras eram familiares. Permanecia cercado por Caçadores de Recompensa, o que me faria repousar novamente. Havia também uma garota, admito que à primeira vista não me recordei, porém quando um homem de uma postura completamente diferente surgia, já podia sentir o cheiro do dinheiro. Cliff...Novamente cruzando nosso caminho, desta vez salvando-nos, mas era muito cedo para prestar gratidão.

- COMO ASSIM HILGRIM FUGIU!? TENHO QUASE CERTEZA DE QUE PARTI ELE AO MEIO, SEU BRAÇO FOI A ÚNICA COISA QUE RESTOU. Assim que o oficial parasse de falar, manifestaria-me...Dor...E novamente cairia para trás sem reagir nem me mexer por um tempo. - Me dê logo esta recompensa... Desta vez falaria em um tom baixo, que não necessitasse de tanto esforço. - Como vocês estão seus inúteis? Já estão prontos para partir? Indagaria na mesma tonalidade, um tom audível apenas para aqueles presentes na localidade.

Aguardando resposta, ficaria repousando. Até o instante em que a dor amenizasse, neste momento começaria a me levantar, aos poucos e de leve. Começaria tentando sentar na maca em que estivesse, apoiando-me nos braços aos poucos, porém mantendo a posição. Qualquer tontura ou incomodo que fosse sentido, resultaria em uma maior espera na posição, do contrário, ou se apenas sentisse dor, sustentaria a marra e colocaria-me de pé. Se estivesse bamboleando, ficaria próximo da maca, na pior das hipóteses cairia para trás em segurança. Porém, conseguindo ficar ereto, tentaria dar os primeiros passos após à morte.

Caminharia respeitando os limites do meu corpo. - Nos vemos mais tarde. Desta forma me despediria, deixando meus equipamentos ali mesmo. Começaria a perambular pelos corredores do navio, sem pressa, apenas procurando algo para fazer, passar o tempo, visto que não sairia até receber a recompensa pelos criminosos mortos anteriormente. Normalmente, em situações como esta, eu estaria me fortalecendo, digo, fisicamente. Entretanto nem se eu quisesse eu conseguiria travar uma batalha, mesmo que fictícia. Desta maneira, procuraria outras medidas para me fortalecer, e não precisei pensar muito para decidir onde investir, depois desse combate onde lutei contra uma mente conturbada, mesmo que por um breve momento, percebi que poderia utilizar minha cabeça como uma arma.

- Soldado, por acaso vocês tem algum lugar com livros neste barco? Indagaria para qualquer marinheiro que passasse por mim, ou vice-versa. Tendo uma base para procurar, começaria minha lenta busca para um novo lugar onde repousar e...Estudar. Acredite se quiser, sou um indivíduo inteligente, que preza por uma boa tática de batalha, talvez não tivesse muitas dificuldades para adquirir conhecimento. - Bem, e tem alguém inteligente por aqui? Desta forma perguntaria, no caso do estabelecimento que estivesse procurando não existir. - Me leve até ele! Solicitaria para o mesmo soldado.

Minha busca acabaria em um mesmo rumo, onde procuraria por livros sobre algum assunto ou então pedindo à alguém para me transmitir o seu conhecimento próprio. Era uma busca um tanto vaga, pois não sabia ao certo o que fazer quando chegasse a hora de escolher algum conteúdo ou então perguntar a alguém, porém surgia um interessa absurdo sobre as leis que regem o universo - Física - e a partir deste ponto começaria a me informar.

Todavia, se minha procura fosse em vão e nenhum recurso fosse disponibilizado para mim, iria atrás do Tenente Cliff, queria saber o que estava fazendo para ainda não ter entregue minha recompensa e quem sabe não surgiam respostas ou então novar perguntas. - Cliff, vocês não tem ninguém inteligente nesse barco, como vocês lutam quando se deparar com um inimigo no mar ou em terra? E cadê a minha recompensa? Tentaria não transmitir agressividade e sim minha impaciência. O marinheiro seria minha ultima saída, ou fuga após meus momentos de estudo.


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyTer 14 Ago 2018, 18:44

Meu Melhor Amigo da Escola é um Macaco



Você alguma vez já teve pânico do sono? É como um pesadelo que não se pode acordar, às vezes você sabe que está sonhando, por outras crê que aquilo é a realidade, seu corpo fica imóvel entrando em um frenesi enquanto não se pode fazer nada para o que ocorre diante ou à você. Pronto, agora pegue isso, e multiplique POR UM FODENDO TUBARÃO BRANCO HUMANOIDE GRITANDO DO SEU LADO ENQUANTO VOCÊ ACORDA POR TER SIDO APUNHALADO PELAS COSTAS NO MESMO LUGAR QUE O DITO CUJO TE ESTOCOU!!!! Ahem… bom, acho que não preciso nem comentar o tamanho susto e talvez o pouco de raiva que percorreu por mim naquele instante, talvez o pesadelo tivesse terminado de outro jeito se eu tivesse sido atacado daquele jeito no final, não, aquilo acabaria daquela mesma forma nem que fosse por outro tipo de morte, “essa resposta você deve encontrar sozinho…”

- Como eu poderia ficar mais forte… - No fim das contas não havia motivo para odiar Kisame, tudo que ele tinha feito foi que ajudar - mesmo que quase tenha me matado no processo, e eu super conseguiria sozinho … Cof… Cof - Ou será que ele só queria saciar sua sede de sangue? Nããão… Com certeza estava me ajudando, sinto até que estamos começando a nos entender, ele pode não demonstrar por fora mas os olhos não mentem, e eu os observei muito bem da ultima vez. Assim que despertava de vez após este breve susto tentei discernir o que tinha em meu campo de visão, estava tudo embaçado e eu mal conseguia discernir algo se não a cor branca.

- Oh, então eu realmente morri. Seria aqui o céu? - Um breve instante seria necessário para processar que se eu realmente estivesse morto muito dificilmente iria para a terra prometida, e enquanto isso continuaria em meu delírio ao observar aquela figura feminina também vestida em marfim. - Um anjo… - Deixaria escapar de minha boca em um tom meio adormecido enquanto finalmente meus sentidos fossem clareando e eu finalmente identificasse quem era, Austin Cliff vestido com um uniforme da Marinha, no mesmo instante em que abriria um sorriso por me encontrar com um rosto conhecido eu estaria tirando a faixa de minha cabeça e a colocando no pulso, se Austin estava ali eu não queria lembrar a imagem do cara que a sequestrou, mas a garota parecia tão ocupada correndo de um lado ao outro que acho que nem notou. - A Marinha deve ser puxada mesmo.

- Eai amigo! - Diria para o sorridente anão. - Como se sente após ter sido empalado? É como uma nova vida não? - Continuaria em um tom brincalhão. - Eu fiquei preocupado seu idiota. - Não deixaria de expressar felicidade em minhas palavras, afinal, era um milagre que todos nós tivéssemos saído com vida. - Obrigado Sr. Lemos. - Pessoas começavam a aparecer mas o que mais me surpreendia era um animal. - Oquee! Como assim um macaco vestido de médico? Eu tenho que falar com esse macaco mais tarde, ele pode ter salvo minha vida.

O próximo a se pronunciar era o próprio Tenente Cliff que apesar de trazer gratificações também não vinha com uma notícia muito agradável, até tentei me erguer no momento em que o vi chegando mas depois de ouvir sobre Hilgrim logo cedi novamente na maca com um esboço de sorriso sarcástico no rosto. - De novo? Mas que covarde. - Kisame parecia não gostar daquilo e como de praxe se exaltava. - É claro que cairia de dor, nós não estamos mais tão bem. - Melhor do que o fujão eu espero. - Responderia a pergunta de Kisame batendo amigavelmente em seu ombro ao mesmo tempo em que tomaria um pequeno impulso para me sentar na maca.

- Não se preocupe com ele Tenente, nosso dia não foi exatamente dos melhores, ainda assim garanto que essa é uma das caras mais bem humoradas do nosso capitão, hehe. Leve o tempo que precisar com a recompensa, imagino que deve ser difícil juntar tanto dinheiro equivalente à cabeça desses três. Só anote bem quem foi que os trouxe. - Após dito isso ouviria qualquer resposta enquanto daria uma olhada em minhas roupas, se estivesse vestido com minha regata a removeria sensualizando para as damas e checaria suas costa - furada - muito provavelmente. - Por que eu não consigo passar uma luta sem estragar minhas roupas?- Suspiraria em desânimo deixando a camisa de lado e vestindo somente meu casaco ainda que este também estivesse rasgado, logo em seguida faria um esforço à mais pegando também minha nova espada e À colocando na cintura já me aproximando do Tenente.

- Na verdade senhor, eu tenho um pedido, se não se incomodar. - Se sua resposta fosse afirmativa quanto à me ouvir eu continuaria com um tom humilde. - Seus homens devem ter pego as coisas dos piratas, o senhor se importaria se eu ficasse com as adagas de Lan?

- Em meu sonho aquela simples mas simbólica arma estava na minha prateleira de souvenirs, e eu precisava muito tornar aquilo realidade. - Assentiria com a cabeça em agradecimento caso ele me entregasse a arma ou fosse buscá-la, por fim me dirigindo até Austin, com quem ainda não teria falado desde meu pequeno delírio.

- Quem diria que você levaria nosso conselho de ficar perto do seu pai tão a sério, hahaha. Primeiro dia como soldado? Espera… Você já era marinheira antes? - Diria fazendo de certa forma algumas pausas dramatizadas. - De qualquer jeito fica muito bem em você, o uniforme, mas aposto que uma roupa de caçadora ficaria melhor hahahaha. - Terminaria com um sorriso honesto coçando a parte de trás da cabeça e fechando um dos olhos fazendo mesmo que sem perceber um tipo de piscada pausada. - Eai? Seu pai já fez algum treinamento especial com você? ele parece ser um cara forte. - Terminaria minhas minhas falas sempre com uma pausa caso a garota decidisse falar algo, escutaria atentamente olhando para ela e se necessário responderia de acordo no próximo post. No entanto embora gostaria de dizer que meu foco seria cem por cento na garota, devo admitir que algo não saía da minha cabeça desde que havia acordado, e enganado está se pensa que me refiro ao sonho, porque o que mais me incomodava naquele momento, era o macaco. Seria mesmo um animal ou alguém fantasiado? Ou ainda melhor, um cara com o poder de uma akuma no mi, depois de Lan se transformando naquele monstro tudo era possível para mim, em fato, talvez esse seja o segredo do Sr. Lemos, uma fruta que lhe permite criar portais, isso explicaria tirar itens de suas costas… Mas isso não vem ao caso agora, de todo jeito prefiro pensar que ele seja um deus, se tinha algo que eu poderia desvendar agora seria aquele animal.

Assim que terminasse meu diálogo com Austin tocaria brevemente em seu ombro para chamar-lhe atenção e então apontaria com o polegar para o macaco. - Ele é de verdade mesmo? Um macaco enfermeiro. - Minha pergunta seria subjetiva de propósito, poderia tanto se referir ao fato de o animal ser de fato um animal ou se ele tinha ou não habilidades médicas. Se a resposta da garota fosse afirmativa para o fato de ser mesmo um primata eu me aproximaria devagar, não deixando a garota falando ao vento é claro, deixaria que minha postura corporal sugerisse que ela me acompanhasse caso desejasse.

- Esse é o seu parceiro? - Perguntaria ao marinheiro loiro com relação ao animal. - Que legal ele vestido desse jeito, foram vocês dois que trataram a mim e meus amigos? - E caso ele afirmasse minha suposição eu continuaria com um mesmo tom animado, não é todo dia que se vê um animal curandeiro. - Ma… Mas, como? Ele é algum tipo de super gênio? Ou seria você? Como fez pra ele te seguir assim em primeiro lugar? - Escutaria o que o marinheiro teria a falar, e se ele se demonstrasse experiente no assunto aquilo chamaria minha atenção. - Oooh, que legal, ei, me mostra como você faz, eu gostei de como você trata tão bem seu parceiro, seria legal ter um animal me acompanhando, um descolado, que bote medo nas pessoas, como… como… como uma Alpaca, sim, isso sim colocaria moral nas pessoas. - Meu rosto meio excêntrico e empolgado se manteria a todo momento enquanto escutaria e tiraria dúvidas à todo momento, aquele assunto poderia até ser trivial, talvez não agregasse nada para minha jornada, mas se tinha uma coisa que eu sigo tanto quanto meu objetivo final é minha curiosidade, que no momento se focava em animais vestidos como gente.


Objetivos:
 
Histórico:
 
Ferimentos:
 
Offzão:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyTer 14 Ago 2018, 20:47

Kisame ficava transtornado com a informação de que Hilgrin havia fugido, soltando até uma fala mais alta que fazia o Tenente Cliff ficar surpreso, mas não assustado. Kisame relaxava seu corpo sobre a maca, e pedia pela recompensa, baixinho. Ele perguntava, inclusive, como estavam seus companheiros, tendo a resposta de Gallore, a de Nie. - Com um monte de dores. - Dizia ele, com sem tom reclamão. E de Aduum. - Ainda é um pouco difícil de respirar... Disseram que sobrevivi por pouco.

Gallore então se direcionava a Cliff, que estava prestes a sair dali, quase que compensando a agressividade que seu capitão havia demonstrado, mesmo que sem querer. O tenente recebia também tranquilamente o pedido de ficar com as adagas de Lan, e disse que pediria para que providenciassem.

Tanto Gallore quanto Kisame notavam agora que haviam algumas criaturas diferentes naquele barco: borboletas negras, que possuíam inclusive uma leve aura escura que as acompanhava, voando por todos os lados do barco. Não eram muitas, mas estavam em todas as partes. Era até, de certa forma, bonito.

Inclusive, uma adaga vinha sobre duas destas borboletas, como se elas a carregassem, e o objeto era entregue nas mãos de Gallore. Era uma adaga toda preta, de seu cabo até sua lâmina, e, no próprio cabo, tinha gravado manualmente as três letras L, A e N, comprovando quem fora seu dono. Apesar disso, era apenas uma. Um fato interessante era que assim que o médico tomava a lâmina em mãos, as borboletas evaporavam no ar em suas auras, num ar misterioso.

O boxeador se aproximava então de Austin, puxando assunto com a mesma, que parecia estar muito alegre em ver o garoto ali. Na verdade, seu olhar tinha até certa admiração e eu diria que talvez até algum desejo pelo garoto. Afinal, ele havia sido o herói dela. - Não, estou começando. Vim com meu pai quando ele foi designado para a frota do Capitão Santino. - Ela parecia ficar lisonjeada com o elogio sobre as roupas, ficando até um pouco sem jeito. Quanto a pergunta sobre treinamento, ela voltava a falar. - Ele me prometeu que ainda enquanto estivermos atracados iria me ensinar algumas coisas sobre luta corpo-a-corpo. Acho que vai ser legal...

Era a hora de matar a curiosidade sobre aquele primata engraçado com roupas de marinheiro-enfermeiro, enfim. Gallore aproveitava para perguntar para a cadete sobre o macaco. - Sim, Ebony e Ivory são melhores amigos. Ebony nasceu no circo, e sempre teve essa afinidade com animais. É impressionante como ele ensinou Ivory a trabalhar como seu enfermeiro. - A sinceridade em suas palavras denunciava que ela realmente achava aquilo impressionante. - Enfim, tenho que fazer algumas coisas por aqui, bebê. Se precisar, me chame. - E dava um leve toque na ponta do nariz do rapaz, adentrando o interior da embarcação.

Strange seguia então para próximo da dupla médica, e o garoto loiro abriu um grande sorriso ao ver sua aproximação e pergunta. - Sim! O Ivory é meu melhor amigo! - Dizia ele, apontando com a mão para o primata.

- U-ha-ha. - O macaco saltitava feliz, como se concordasse com as palavras do humano.

- Sim, nós somos a equipe médica desta frota. Eu sou Ebony, o médico, e este é Ivory, o macaco enfermeiro! - Aquele indivíduo transparecia bondade e simpatia. A curiosidade de Gallore persistia, e ele lançava várias perguntas para Ebony, que parecia contente em respondê-las. - São técnicas de doma! - E esta foi a frase que iniciou aquele longo diálogo posterior. Durante as próximas horas, podemos dizer, Gallore ficaria ali aprendendo das artes de domínio do selvagem com o outro médico.

De perguntas para um soldado aleatório dali, Kisame conseguia informações sobre um tal de Bruce, o carpinteiro da frota e suposto gênio da matemática, alguém que poderia lhe ensinar sobre as leis que regem o universo. Andando pelo interior do navio - e passando por algumas daquelas borboletas - ele acabava por encontrar o homem sentado lendo, exatamente, um livro azulado com o título "Teoria Quântica de Campos: Volume III". O homem, um sujeito jovem, com os cabelos curtos e óculos de lentes grossas, aceitava de bom grado ensinar os princípios da Física para Kisame, e pedia para que ele entrasse no quarto, o que ele fazia, e passava a lhe ensinar, explicando conceitos e tirando dúvidas que surgiam ao longo do processo.

Passado algum tempo, o tritão parecia absorver bem aquele conhecimento com sua mente predisposta a genialidade. Ele deixava o quarto de Bruce, dando logo de cara com um sujeito alto, com a pele bem morena, mas mais escura que a de Cliff, usando uma camisa branca, calça preta e um bonito sobretudo da Marinha.

- Oh, ola, bom dia. O senhor é o líder dos caçadores de recompensas, estou certo? - O homem tinha um jeito intimidador natural, e seu estilo era um pouco sombrio. Kisame reparava que haviam algumas borboletas rodeando-o, e uma em especial até pousava em seu ombro. Não sabia exatamente porque, mas tinha a sensação de que as borboletas faziam, de alguma forma, parte dele. - É um prazer. Sou Santino Baron D'Avilla, capitão desta frota.

Enquanto isso, tendo terminado seu aprendizado de doma, Gallore se despedia dos dois novos amigos, e então seus olhos percebiam uma cena que lhe chamava a atenção: Na parte superior do convés, o tenente Cliff treinava habilidades corpo-a-corpo com sua filha Austin. Talvez fosse uma bom oportunidade para aprender mais.
Capitão Santino:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyQua 15 Ago 2018, 02:07

O Que Vem a Seguir?



Ainda não acredito que conheci um macaco enfermeiro, nunca me passaria pela cabeça que conheceria alguém como aqueles dois, eles são incríveis, e fizeram um ótimo tratamento, ouso dizer que já estou até pronto para outra luta, no fim minha curiosidade me trazia um ótimo resultado e Ebony me mostrava algumas coisas que eu poderia fazer para interagir com um companheiro animal, só o que me faltava era testar em um. - Será que se eu domesticar uma daquelas gaivotas entregadores eu terei um acesso vitalício ao jornal? - Na despedida para com a ilustre dupla eu mostraria meu punho para o macaco Ivory, tentando cumprimentá-lo com um toque de soco amigável, e sorriria em satisfação caso ele respondesse.

Embora tivesse terminado todas as minhas conversas Kisame ainda não havia retornado e acho que talvez os outros precisem de um descanso um pouco maior antes de sairmos navegando por aí. No convés um pouco mais acima Austin parecia treinar com seu pai. - Imagino se ele pega mais pesado ou mais leve do que o normal por conta do parentesco. -  Observaria um pouco o treino enquanto que em minha mão direita ficaria brincando de malabarismo manuseando a adaga entre meus dedos. - Que tipo de pássaro borboleta era aquela? Pareciam ter vontade própria. E estão em todo lugar. - Ainda observando pai e filha treinando e tentando prestar atenção se o Tenente mostraria algo diferente do que eu conheço ou costumo utilizar eu me aproximaria - se possível - de Aduum, não falaria nada nos primeiros instantes, apenas ficaria ali em silêncio observando terceiros.

- Me desculpe Aduum. - Diria meio melancólico ao anão. - Não consegui impedir Lan de roubar sua fruta mais cedo, não fui forte o suficiente… De novo, agora sua pesquisa já era e por pouco que conseguiu sobreviver, sinto muito por isso. - Daria uma pausa ainda observando os Cliff e guardando por um instante a adaga em minha cintura logo então cruzando os braços e evitando contato visual com o homenzinho. - O que pretende fazer agora? - Mais uma vez pararia em minha oratória, queria saber o que Aduum teria para dizer. - Sabe, dizem que a Grand Line é um local de oportunidades, onde sonhos podem ser realizados na mesma facilidade com que podem ser destruídos, parece também um ótimo lugar para recomeçar, eu imagino e creio que sei como se sente em perder tudo assim do nada, mas se você conseguiu uma Akuma no Mi nos quatro mares imagine o que conquistaria nesse lugar. Eu não sei se ainda vai querer continuar com a gente, mas eu pretendo seguir em frente, e será muito bem-vindo se quiser, eu ainda te devo uma akuma nova afinal de contas. - Terminaria minha fala com um discreto sorriso, seja sua resposta positiva ou negativa minha resposta seria o silêncio, a menos que a resposta seja uma pergunta, aí eu respondo no outro post, um momento para escutar à mim mesmo e refletir sobre o que poderia fazer daqui para frente.

Aquele sonho de certa forma tinha mexido comigo, eu desejava ser forte mas Jack só tinha me mostrado o oposto disso, e admitir na frente de Aduum seria talvez minha conclusão final sobre o assunto. - Eu ainda sou fraco, se quiser me provar o melhor primeiro preciso me fortalecer. Meu estilo marcial ainda é básico, eu achava que meu mestre já havia me ensinado tudo e que agora bastaria polir a mim mesmo, mas minhas experiências reais me dizem só isso não é o suficiente, não posso me apegar à minha base, tenho que aprimorá-la, e chegar ao meu próprio estilo, minha própria solução.

Com uma feição determinada após a reflexão de algo que já martelava minha cabeça à um tempo, mesmo que inconscientemente, eu agora estaria determinado a mudar, não poderia esperar para tal, uma chance única se mostrava em minha frente, é de senso comum que quanto mais alta uma patente na Marinha mais forte um indivíduo tende a ser, a mãe de Katsuo me mostrou muito bem isso, o Tenente Cliff podia não ser um capitão mas me passava a confiança de alguém poderoso, principalmente imagino após vê-lo treinando. Esperaria por uma chance, uma janela de tempo em que a prática de Austin dê uma pausa ou que seu treino se encerrasse, e então me aproximaria.

- Senhor… - Me dirigiria ao tenente abaixando levemente meu tronco para frente e juntando ambas as mãos como em um cumprimento de artes marciais, sinalizando respeito. - Sei que não sou nenhum Marinheiro, e que muito pouco direito tenho quanto à isso, mas também sei reconhecer alguém mais forte do que eu, ainda estou procurando meu caminho, e esperava que o senhor pudesse me ajudar mesmo que um pouco nisso. - Estaria pedindo por um treino usado toda a cordialidade ensinada no dojo, por um breve momento levantaria meu olhar para checar sua reação para com meu pedido, se eu fosse negado me manteria na mesma posição, determinação também teria de ser mostrada, e ficaria ali esperando ele me aceitar, e caso aceitação seja mesmo uma possibilidade eu não conseguiria esconder o sorriso em meu rosto, logo me ergueria e seguiria quaisquer instruções apresentadas pelo Tenente.

Se ele me pedisse algo como um teste de minhas habilidades, me satisfaria em atendê-lo, demonstraria seja com shadowboxing ou contra o próprio Tenente minhas habilidades, sempre com o padrão jogo de pernas na ponta dos pés que me garantiria uma maior mobilidade para exibir meus jabs, diretos, cruzados, cruzados e uppers além de uma veloz esquiva para variadas direções, me manteria sempre em movimento tentando reunir as poucas forças que tenho visto que ainda estaria me recuperando e evitaria usar nenhuma acrobacia, esse tipo de movimentação já seria algo em que eu me aprimorei depois, mesmo que feito de uma maneira tão natural e inconsciente, tudo o que desejaria demonstrar naquele momento seria o bom e velho boxe aprendido nos dojos de Karate Island, como uma pequena despedida com o velho e uma pequena boas vindas, para o que ainda estou por criar.


Objetivos:
 
Histórico:
 
Ferimentos:
 
Offzão:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyQua 15 Ago 2018, 15:06


Quem poderia imaginar que exercitar a mente seria uma atividade tão cansativa, compreender todos aqueles textos, talvez tenha me deixado mais acabado do que Hilgrim. Um tempo de estudo me permitiu colocar a cabeça de volta no lugar, estávamos bem, vivos e com dinheiro no bolso, pelo menos era o que eu esperava. - Acho que devo lhe agradecer por isso! Informalmente, estaria gratificado por receber tamanha sabedoria, não poderia ver a hora de colocar Walrus para desafiar a física da Grande Linha.

Um pouco depois de sair do cômodo, uma presença muito marcante aparecia para mim. - Oh, ola, bom dia. O senhor é o líder dos caçadores de recompensas, estou certo? Dizia o homem amedrontador. - Talvez eu seja líder de alguma coisa assim. Expressaria-me. Quase que a frase não saia, engasguei-me. Como se já não fosse o bastante ele estar à minha frente, algumas criaturas que lembravam borboletas começavam a me rodear. Os animais traziam sensações estranham quando em contato comigo, não podia deixar de me perguntar o que seriam, porém já tinha uma ideia.

- É um prazer. Sou Santino Baron D'Avilla, capitão desta frota. Cordialmente e como um verdadeiro oficial, o homem se apresentava. - Você é um demônio também? Mal pude deixar o homem terminar de falar, logo indaguei, desta vez não gaguejei. Quanto mais adentro íamos nos mares do paraíso, menos eu me surpreendia com o que poderia encontrar. Estava curioso para saber do que se tratava a sua habilidade. - Por acaso você se transforma em uma borboleta? Perguntaria. Mesmo que houvesse uma resposta, abandonaria o assunto.

- Capitão, não me entenda errado. Assim como você possuo alguns seguidores, e é de meu interesse que nossas empreitadas não acabem até cruzarmos o mundo em cima daquele barco. Quando você chegou aqui, algo me deixou muito inquieto, talvez você tenha percebido, pode me ajudar a tornar-me um ser tão intimidador quanto eu já sou? Em meio a conversa jogada fora, um pedido um tanto surpreendente, que se fosse atendido, a seguir me tornaria apenas ouvidos e absorveria o que aquele marinheiro teria para me dizer e aconselhar. Não importaria se durasse horas, dias, semanas, assim que encerrasse meu momento de reflexão, começaria raciocinar tudo que pudesse ser dito para mim e começaria a imaginar aplicações para determinadas situações.

- Capitão, e quanto as nossas recompensas, quando vamos receber? Questionaria-o assim que acabasse o assunto entre a gente. Mesmo que estivéssemos recebendo tudo para ficar por ali e não pagando por nada, precisaríamos retornar para o nosso navio. Muito tempo tinha se passado desde que navegamos juntos da ultima vez, devo admitir que sinto saudade de comandar uma beleza daquelas pelo mar à fora.

- Santino Baron D'Avilla, antes de me despedir gostaria de lhe perguntar algumas coisas. Você deve ter visto nosso barco lá fora, sofremos alguns problemas sempre que colocamos os pés nele. Queria saber...você poderia me dar algumas dicas ou estratégia de combate naval? Como você deve saber, para ser um capitão e navegador é necessário se destacar dos demais. Com um ultimo inquérito, solicitaria algo do homem, que já devia estar cansado do meu cheiro de peixe, mas quem liga não é mesmo, ele que dispusesse novamente de boa vontade e me ajudasse.


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 EmptyQua 15 Ago 2018, 16:33

- Você está brincando? Esse foi o melhor dia da minha vida,companheiro. Apesar de perder minha perder minha fruta, e quase morrer, hoje eu vivi a vida como nunca havia vivido antes. Carpe Diem, Strange, Carpe Diem! - A resposta não podia ser mais inesperada vindo do pequeno homenzinho. Com um sorriso sincero, ele ouvia as palavras de Gallore sobre a Grand Line ser um ótimo lugar para recomeçar, com um encorajamento, e o convite para que permanecesse com eles. - Seria uma honra seguir com vocês! Afinal, há muito ainda para aprender pela Grand Line. - Em resposta, um sorriso discreto vinha do caçador de recompensas.

Deixando a conversa, por uns instantes o boxeador ruivo começava a refletir sobre suas possibilidades de aprimoramento. Após segundos, ele tomava a ir, determinado, para próximo de onde Austin e seu pai treinavam corpo-a-corpo. A princípio, a garota ainda era meio lenta, e o Tenente Cliff se mostrava bem poderoso, sempre conseguindo avançar na guarda dela, não só com socos e chutes, mas até com cabeças e outros meios não convencionais do uso do corpo. Quando conseguia, parava antes de causar dano, e então tentava corrigi-la, mostrando o que havia errado. Aí já começava o aprendizado de Gallore. - Vá tomar uma água e descanse um pouco, filha. Logo mais continuamos. - E era este o momento para formalizar os ensinamentos.

Strange se aproximava ainda mais e, com grande humildade, pedia ajuda para o tenente, solicitando seus ensinamentos. - Seria um prazer, Gallore. Me mostre o que sabe. - Ele levantava os punhos, demonstrando que queria ver na prática as habilidades do caçador. Assim, o médico passava a demonstrar suas habilidades de luta, é claro que bastante debilitado, o que o fazia perder grande parte de seu rendimento e até se cansar mais rápido. De qualquer forma, Cliff, em sua experiência, conseguia reconhecer aquilo como fruto das batalhas anteriores.

O moreno passa a mostrar a Gallore outras formas de usar seu corpo em batalha, por notar que ele era muito dependente de golpes com os braços, técnicos e feitos com base no boxe. O segredo, segundo ele, era se soltar, para conseguir utilizar o máximo de seu corpo. Seguiam assim, de mestre e aluno, por algumas horas, e Austin se juntava a eles em dado momento, num ensinamento conjunto para os dois.

Enquanto isso, Kisame se via afetado pela presença do grande Capitão Santino, que ao ouvir a pergunta sobre ele ser um demônio, dava um sorriso de canto de rosto, explicando. - Não. Eu comi a Anshiya Anshiya no Mi a alguns anos, e ganhei os poderes de criar e manipular estas borboletas, como uma extensão de minha aura. Inclusive, consigo ver tudo que todas veem. Foi assim que acompanhei o final da luta de vocês com o pirata Lan Strauss. - De novo o tritão perguntava, agora querendo saber se ele se transformava em uma borboleta, pensando em Lan que se transformava em raposa. - Não, não, isso seria uma Zoan. A Anshiya é uma paramecia.

O Príncipe dos Mares mudava então de assunto, perguntando sobre a possibilidade do capitão lhe ensinar como se tornar mais intimidador. - Você se considera intimidador? - Ele abaixava o olhar por um instante, e, quando fitava Kisame novamente, o tritão sentia todos os pelos de seu corpo de arrepiarem, em uma espécie de susto, insegurança. Não era como o poder de Karthus, era algo natural, social. - Vamos para minha cabine... - E assim eles seguiam, onde o capitão ensinaria a Kisame mais e mais sobre as habilidades de intimidação.

Passadas também algumas horas de aprendizado, com o tritão se sentindo realmente intimidador agora, e finalizado o aprendizado, ele decidia perguntar para o Baron sobre suas recompensas. - Nós estamos esperando dar 14:00, que é a hora que marcamos com os caçadores de recompensas das redondezas, para entregarmos e contabilizarmos tudo. Não se preocupe. - Kisame aproveitava também para perguntar sobre habilidades estratégicas, e para isso o capitão respondia. - Eu tenho um livro que pode lhe ajudar bastante. Pode ficar com ele... - Ele pegava um livro negro, com escritas vermelhas, e entregava nas mãos do garoto. - Agora, se me dá licença, irei resolver algumas questões antes da chegada de todos os caçadores. - E assim deixava o local.

Terminando seu treino com Austin e seu pai, Gallore sentia seu corpo extremamente cansado, não conseguindo, talvez, fazer muitas mais atividades físicas sem desmaiar. Mesmo assim, havia sido um tempo muito bom, e ele havia aprendido muito. - Acabamos por aqui. - Dizia Cliff, enxugando o suor da testa.

Strange podia perceber que agora algumas pessoas diferentes começavam a surgir na praia próximos ao barco. Até então haviam três homens musculosos, que chegaram juntos, com várias tatuagens, e uma em especial que todos tinha:o simbolo de uma caveira sogre uma mira; e então chegava uma mulher com vários coldres por todo seu corpo, ruiva, com curvas das mais lindas já vistas. Eram todos, provavelmente, caçadores de recompensas - coisa que era notada por um detalhe notado pelo médico: o trio carregava duas cabeças, e a mulher uma, provavelmente de piratas - e conversavam entre si. Uma coisa interessante era que todos pareciam extremamente aflitos, e, por tal, ficavam comentando de algo que, em meio as suas vozes cruzadas e distantes, Gallore não conseguia compreender.
Livro Kisame:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty
MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 9 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters
Voltar ao Topo 
Página 9 de 11Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 8, 9, 10, 11  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: South Blue :: Baterilla-
Ir para: