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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptySab 12 Maio 2018, 17:15




Hornigold tomava seu tempo para ir buscar sua bebida, o que acabava por se prologar devido ao fato de ter se perdido no navio - que agora percebia ser maior do que imaginava -, mas sem ter o que fazer e nem para onde ir, apenas continuava com sua busca. Depois de algum tempo perambulando, Cross acabava por encontrar a Tenente Riven, que desta vez se mostrava mais comunicativa, talvez pela iniciativa do marinheiro de treinar com a Capitã, e decidia por fazer um pequeno tour pelo barco, apresentando para Hornigold todas as instalações - ou ao menos aquelas que entendia serem importantes - e finalmente acompanhando o marinheiro até a cafeteria.

– Oh... até amanhã então... – responderia para a Tenente enquanto a mesma se retirava, ”É melhor quando não preciso falar com toda aquela formalidade do Sargento Riggs... ” pensaria descontraidamente enquanto pedia por um pouco de saquê. Assim que conseguisse sua bebida não demoraria para tomar um bom gole da mesma e seguir para o sofá onde Astrid e Obryan estavam sentados. – Yoo.. parece que você tem mais um admirador, hein... – diria de modo distraído para Astrid, se sentando ao lado da mesma e a oferecendo um pouco de saquê, enquanto observava o marinheiro que parecia tentar chamar a atenção da mulher a cada arremesso de dardo, – Imagino se foi o teu sorriso encantador, ahah... – diria voltando sua atenção para Astrid como se estivesse tentando decifrar algum código, mas logo quebrando a expressão com um riso zombeteiro.

– Yo... vocês dois... – chamaria Kind e Whim, sem ter certeza de quem era quem – Ainda não fomos oficialmente apresentados, apesar de obviamente já conhecerem Astrid... – faria uma breve pausa para observar o jovem dos arremessos, se divertindo com aquela situação, mas mantendo sua expressão normal e calma – Sou Cross Hornigold... não acredito que tenha visto vocês antes dos últimos acontecimentos... há quanto tempo vocês estão na marinha?... – apesar de falar aquilo, a verdade era que Hornigold não conhecia ninguém foram seus superiores e o trio formado por Astrid, Ann Obryan - sem contar Axel, é claro - de modo que a frase do marinheiro poderia ser aplicada a praticamente qualquer membro do QG.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyTer 15 Maio 2018, 01:44

~Narração~



Assim como de costume Cross se aproximava de uma forma descontraída e zombeteira sendo por fim notado por todos, Astrid, logo após terminar de cuidar de sua arma e guardá-la novamente na bainha olhava com uma expressão de dúvida para Cross enquanto rejeitava o saquê levantando a mão com a palma aberta e balançando a cabeça levemente.

- Ãhn? Do que você tá falando? - Respondia ela com relação ao assunto do tal admirador que percebia a indireta e aparentava um pouco possesso. - A Capitã acertou sua cabeça ou algo assim? - E enquanto recebia o “elogio” sobre o sorriso levantava com o rosto um pouco avermelhado. - Até parece que uma pancada já iria estragar o que não tem salvação. - Dizia ela suspirando e já se dirigindo para a saída. - Bom, a Ann me pediu ajuda em algo então vejo vocês outra hora. - Concluiu a loira já saindo do cômodo estendendo sua mão a altura do ombro como “despedida”

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- Cara, essa daí é difícil… - Pensava o arremessador em voz alta que assim que percebia seus dizeres tentava disfarçar com seu jogo de dardos, Cross por fim se apresentava e enquanto Kind tentava dar uma de Astrid o outro rapaz tocava em seu ombro para que ele desse a devida atenção. - Ah sim, pode me chamar de Kind, e esse aqui é o Whim. - Dizia o rapaz de cabeça lateralmente raspada enquanto apontava para o outro que começava a fazer alguns gestos indecifráveis na concepção de Cross.

- Ah, sim, eu sempre me esqueço. Whim é mudo, então ele fala com linguagens de sinal ou por escrito, mas desde que esteja do meu lado eu costumo falar por ele. - Dizia Kind enquanto seu amigo apenas mostrava o polegar em concordância. - Não entramos a muito tempo também, nossa admissão foi no ano passado. O que ainda me torna seu superior então tenha um pouco de respeito. - O rapaz tinha uma atitude um pouco orgulhosa enquanto seu amigo lhe chamava atenção com uma feição meio emburrada, e não era preciso saber a língua de sinais para perceber que Kind estava levando uma bronca.

- Certo certo, desde que somos todos soldados então não tem essa de superior. - Concluía Kind apertando a mão de Cross e por fim soltando um sorriso malandro. - Pelo menos por enquanto, hehe. Legal te conhecer cara, o Obryan já tinha te introduzido um pouco então você deve ser legal. - Enquanto isso o rapaz de topete tentava falhamente arremessar alguns dardos que quase acertavam as pessoas da cozinha no outro lado do cômodo em um lugar praticamente impossível de se acertar enquanto se mira o alvo.

- E aí, sabe jogar dardos? Ou é tão ruim quanto seu amigo aqui? - Whim mais uma vez interrompia com alguns sinais que logo eram traduzidos por Kind. - Ah, claro, tudo bem se quiser descansar também, afinal você deve ter tido um dia puxado né? De qualquer forma, se quiser jogar fique a vontade. - E logo retornava a arremessar os dardos e demonstrar para o pobre Obryan como se faz.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyTer 15 Maio 2018, 10:20




Hornigold ficava com a impressão de que Astrid estava distraída com alguma coisa, embora provavelmente fosse apenas impressão sua, enquanto a loira recusava o saquê e saía para ajudar Ann com algo, ”Imagino o que ela está tramando desta vez...” pensava o homem sobre Ann, que não parecia parar de inventar coisas por um minuto.

O jovem arremessador parecia relutar por um momento em conversar com Cross, mas com um pequeno "empurrão" de seu amigo o rapaz acabava falando. Kind se apresentava e logo apresentava Whim, quem começava a fazer uma série de gestos para Hornigold, que olhava aquela cena um pouco confuso enquanto coçava um pouco sua barba e tentava decifrar o que estava acontecendo.

Sem que Hornigold houvesse tempo de concluir alguma coisa, ou então perguntar algo, Kind esclarecia que Whim, na verdade, era mudo, por isso se comunicava através de sinais ou escritas, ”Ohh... pensando bem, é verdade que até agora não tinha ouvido ele falar nada...” pensava o homem enquanto observava Whim e fazia um sinal de "joia meio sem jeito. Kind continuava a conversa, revelando terem se alistados no ano passado e, por isso, era como um superior de Hornigold, ”Hmm... isso é novidade...” pensava o marinheiro, novamente com sua expressão de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] no rosto, mas logo percebia que Whim repreendia o rapaz, que terminava se desmentindo.

– Ohh... parece que a habilidade do Obryan em fazer amizade supera em muito a habilidade com dardos... – comentava enquanto observava o jovem topetudo quase acertar alguém na cozinha ao tentar arremessar um dardo – Mas é bom conhecer vocês também... – dizia por fim, observando Kind e Whim e tomando um pequeno gole de saquê. Kind continuava a conversa e "convidava" Cross para que se juntasse aos arremessos de dardos, ao passo que Whim parecia perceber a situação de Cross e logo interrompia a fala de Kind com seus sinais, – Whim... você é um sábio, ahah... – diria com um pequeno sorriso no rosto ao marinheiro – Dessa vez vou passar... mas não tenham dúvidas... sou tão ruim quanto o Obryan, ahah... – diria por fim enquanto fazia um breve aceno com a mão enquanto se retirava do local.

Verificaria se ainda havia um pouco de saquê na garrafa e partiria para o convés - independente de ter ou não -. Estava cansado e dolorido, mas aquela era sua primeira viagem desde que se tornou marinheiro - ou melhor, sua primeira viagem desde sempre -, por isso queria aproveitar um pouco. No convés se sentaria em algum local onde pudesse observar a infinitude das águas, do céu - ainda que o tempo não ajudasse - e do horizonte, ”Um dia vou me tornar o Rei dos Piratas... não... não vou... mas tem mais efeito que 'Marinheiro de sucesso' ahahah...” pensaria e riria sozinho observando a vista, terminando de tomar seu saquê caso ainda houvesse.

Por fim se levantaria e retornaria para dentro do navio, se refugiando do frio e procurando por seu dormitório, para que enfim pudesse descansar para o próximo dia. Após retirar o uniforme, observaria se havia mais alguém no quarto – Yo... se eu levantar durante a noite não deixe eu sair... – diria caso houvesse alguém, e então, finalmente, se deitaria.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyTer 15 Maio 2018, 21:11

~Narração~



Com a recusa de Cross diante a proposta de um jogo Kind apenas dava de ombros e tornava a arremessar seus dardos. - Sem problema cara, é bom descansar de vez em quando. - Dito isto o Espadachim retornava ao convés do navio para observar a lua que agora predominava durante a noite, milagrosamente o tempo fechado havia dado uma trégua e isso permitia Cross observar o céu naquele momento em meio a delírios e piadas para si mesmo, o tempo no frio no entanto não dava trégua alguma e Hornigold começava a se incomodar com tal desde que perdera seu casaco, o saquê lhe ajudava a se esquentar um pouco mesmo que seu corpo ainda sofresse um pouco, e era justamente o fim da bebida que salvava o rapaz de um resfriado de volta para dentro do navio.

Chegando no dormitório previamente apresentado Cross tinha uma surpresa quando via que das quatro beliches distribuídas no quarto, uma estava Obryan comentando da estranha situação, enquanto nas outras duas se encontravam Ann e Astrid todas duas prontas para dormir.

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- Oe oe, essa capitã é maluca. - Comentava o rapaz um pouco envergonhado.

- Acho que não tem quartos o suficiente aqui para dividir, soldados não devem ser muito bem tratados, hehe. - Respondia Ann de uma forma descontraída no entanto incomodada. Astrid por outro lado apenas não se incomodava e preferia não dizer nada até que Cross então citava seu caso de sonambulismo.

- Eu já vou avisando. - Dizia a loira apontando a espada para Hornigold e emitindo tremenda aura assassina que fazia o rapaz pensar duas vezes antes que querer entrar no quarto. - Se um de vocês dois tentar qualquer gracinha, cabeças vão rolar. - Isto posto ela apenas posicionava novamente sua lâmina ao lado da cama e tombava em sono profundo. Hornigold pegou a beliche de cima para dormir e assim como anteriormente aparentava ter tido uma noite tranquila logo acordando com um grito mas ainda na cama, o único problema é que não era a sua e Astrid se encontrava sentada do lado do rapaz já desferindo um soco contra ele no momento em que abria os olhos.

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- Ooora! - O golpe era forte o suficiente para empurrar o marinheiro para o outro lado do quarto bem em cima de Obryan que também despertava no susto. - Não diga que eu não avisei. - Dizia a loira já levantando e se dirigindo ao banheiro para se arrumar. O resto do início da manhã foi tranquilo sem outros problemas, o café da manhã havia sido meio silencioso no refeitório com a loira encarando o rapaz durante a refeição, e logo após isso todos se reuniam novamente no convés do navio para instruções recebidas pela Tenente Riven.

- Hoje começará a verdadeira jornada de vocês na Marinha… Ou terminará, quem sabe. - Dizia a mulher com um sorriso malicioso, por detrás dela o cenário mudava, o que antes era só um horizonte com nada além de água e neve agora se transformava lentamente em uma ilha que cada vez mais ia crescendo. - Estamos logo chegando em Illusion e eu lhes passarei sua primeira missão.

- Pegar um procurado. - Interrompia a Capitã Kendra enquanto saía de sua sala. - Ontem eu os trouxe até aqui por que demonstraram um mínimo de decência humana e coragem, mas é claro que um marinheiro também deve ser forte, então a partir do momento que atracarmos vocês terão vinte e quatro horas para me trazer um procurado, essa será sua primeira missão. - Dizia a mulher apontando para o céu demonstrando o número um. - Se não conseguirem não se deem ao trabalho de retornar, podem ficar no QG de lá mesmo ou nadar de volta para Toroa, mas fracotes não serão aceitos aqui. - Com um sorriso no rosto e dito suas últimas palavras Kendra apenas dava as costas e retornava à seus afazeres.

Pouco a pouco a ilha ia se aproximando e Cross podia notar que diferente de sua terra natal Ilusion era uma ilha com uma cidade muito grande e não se via quae vegetação alguma, a chegada no porto era logo em um QG da Marinha de forma que ao longe era possível ver diversas pessoas e estabelecimentos, uma coisa não havia mudado e isso era o clima gélido que continuava em forma de neve que caía nos ombros do rapaz que sentia um leve calafrio e talvez precisasse de um proteção a mais, isso no entanto não impedia a cidade grande e um grande fluxo de cidadãos ainda podia ser visto.

- A missão de vocês já começou! - Anunciava a Tenente Riven. - Vocês têm vinte e quatro horas, boa sorte com isso. - Uma certa quietude permanecia ali enquanto os novatos apenas se encaravam pensando no que deveriam fazer e os veteranos riam, talvez da situação deles, ou quem sabe relembrando da época de suas primeiras missões, o fato é que agora uma corrida contra o tempo havia se iniciado, e quem quer que tomasse a iniciativa teria uma certa vantagem.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyQua 16 Maio 2018, 00:28




O fim de sua bebida levava Hornigold a se retirar para o dormitório, onde, por um breve momento, chegou a imaginar se o saquê havia feito mais efeito do que havia percebido. Assim que abria a porta do dormitório se deparava não só com Obryan, mas também Ann e Astrid, que estavam em suas respectivas camas prontas para dormir, dando a entender que todos iriam dividir o mesmo quarto. Obryan e Ann pareciam poucos confortáveis com a situação, já Astrid ameaçava os dois marinheiros para que não tentassem fazer nada, – Ok... – respondia o rapaz [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] diante da aura que a loira exalava, logo indo dormir na cama superior de seu beliche.

A noite passava sem grandes problemas, mas na manhã seguinte o marinheiro era acordado pelo grito de alguém. Ainda um pouco desacordado observou Astrid sentada ao seu lado, se surpreendendo com o fato dela estar em sua cama. Antes que pudesse falar algo, a mulher lhe acertava um golpe que literalmente o fazia sair voando - algo que parecia acontecer com certa frequência nos últimos dias - pelo quarto, só então percebendo que na verdade era ele quem estava na cama errada, – Ouch... nem foi culpa minha... – diria para a loira, esfregando com uma mão os olhos e com a outra o lugar onde ela havia acertado o golpe enquanto se levantava para se arrumar.

O grupo parecia menos ativo naquela manhã e durante o café praticamente não houve conversa, mas Astrid parecia ter algo em mente, encarando Hornigold durante toda a refeição, este que em contrapartida também a encarava de volta, embora fosse mais uma tentativa de entendê-la do que intimidá-la ou coisa parecida. Com o término o café todos se retiravam para o convés, onde finalmente recebiam as notícias da Tenente, embora na verdade esta não conseguisse falar sequer duas frases direito sem ser interrompida pela Capitã Kendra, que assumia a função de informar aos novatos sua nova missão: capturar um procurado em vinte e quatro horas.

Hornigold já havia seu novo objetivo definido, agora bastava esperar pela chegada na ilha, que a cada momento se tornava mais próxima. A medida em que se aproximavam o marinheiro percebia mais a diferença entre Ilusia e sua terra natal. Apesar do clima Ilusia não parecia diminuir seu ritmo, com pessoas andando por todo lado, e com a chegada do navio ao porto, a Tenente anunciava o inicio da missão, de modo que logo Hornigold se veria em meio a todas aquelas pessoas.

Por um momento Cross observava os outros novatos, que pareciam ter a mesma reação, mas os risos dos veteranos servia como um pequeno despertador para o marinheiro, – Yo... boa sorte... vejo vocês mais tarde... – diria aos demais e então, antes de sair do navio, buscaria por algo que pudesse utilizar como agasalho, já que seu casaco ainda precisava de conserto - e de qualquer forma não poderia usar com o uniforme -, para então tomar seu rumo em direção ao QG da Marinha que havia no porto, ”No QG deve haver uma lista atualizada com os cartazes dos procurados... melhor dar uma olhada antes de sair andando pela ilha...” pensaria enquanto seguia em direção ao QG.

Caso chegasse sem problemas no QG, se apresentaria para quem parecesse estar cuidando das coisas e solicitaria a lista ou cartazes de procurados, para que pudesse dar uma olhada, – Hmm... por acaso há noticias de algum deles ter sido visto aqui na ilha?... – perguntaria a quem lhe mostrasse os documentos, apesar de parecer uma pergunta óbvia ou sem sentido, achava melhor prevenir. Se a resposta fosse positiva, pediria ainda indicações de locais prováveis onde pudesse encontrar algum dos procurados.

Se no QG não conseguisse a lista ou os cartazes, tentaria adquirir alguma referência de onde poderia conseguir as informações que buscava, e então seguiria para o local indicado. Independente de qual situação se desse, tentaria adquirir ainda um mapa da cidade para evitar que acabasse perdido, afinal, era a primeira vez do homem em uma "cidade grande".





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyQui 24 Maio 2018, 05:07

~Narração~



Diante das ações de Cross os outros novatos tinham suas respectivas iniciativas, Obryan no entanto parecia não entender muito bem e questionava Hornigold antes que este saísse.

- Oe, Cross! Vai sozinho dessa vez? - Uma resposta nem era necessária pois Astrid já interrompia de forma rápida.

- Mas é claro, temos que provar nossa força certo? Não vai adiantar de nada se não pegarmos sozinhos. - Dizia ela um pouco confiante e orgulhosa. - Bom, boa sorte pra vocês dois. - Era dito pela loira já de saída com um sincero sorriso no rosto que demonstrava o esquecimento do incidente matinal. Kind e Whim já haviam sido mais rápidos e sumido, aparentemente partiram em dupla e assim pretendiam caçar os piratas, afinal nada contrário a isso havia sido dito pela capitã, a explicação de Astrid no entanto parecia clarear a mente do rapaz que logo seguiu seu caminho após se despedir de Hornigold.

- Sim, boa sorte.

Antes de sair Cross apanhava um manto oferecido por um veterano como um voto de boa sorte e então partia em direção ao QG, o edifício ficava logo à frente do porto e era impossível até mesmo para o Zoro alguém extremamente distraído se perder ali. O local era um pouco diferente de Toroa, apesar de ainda obedecer os mesmos padrões da Marinha a base era um pouco maior assim como tumultuada, alguns marinheiros fardados e homens de preto transitavam por todo local em uma certa euforia e um semblante tenso.

Apesar do grande movimento Cross não dava muita importância para este em primeira instância de forma que se dirigia diretamente para alguém que lhe dispusesse de tempo, afinal, ele também tinha seu próprio objetivo em mente. E não haveria pessoa melhor do que o responsável pela recepção do local, a primeira vista era um garoto aparentemente mais jovem e baixinho do que Hornigold, trajava um uniforme de soldado com o diferencial de um pequeno broche de corvo em seu lenço, o cabelo era curto em um tom alaranjado e seus olhos puxados como de um gato jubiloso era apenas complementado por seu simpático sorriso que demonstrava no momento em que avistava o espadachim.

- Yoo! Como vai cara? Meu nome é Waco. - Diferente de Maxwell, o infame faz tudo do QG de Toroa, este rapaz em específico parecia animado e prestativo, e quem sabe fora justamente seu carisma que o colocara em uma posição tão interpessoal. Cross também não perdia tempo e logo ia ao ponto do motivo de sua visita ali que quando escutado pelo jovem recepcionista fazia com que este desse uma pequena risadinha tal como se orgulhasse de algo.

- Hehe, você deve ser igual a aqueles dois caras de mais cedo e veio com a Capitã Kendra certo? Caara, eu ouvi alguns rumores, boa sorte com aquela mulher. - Como um completo oposto de Cross a fala do jovem era rápida e suas mãos e expressões extremamente rápidas demonstravam um jeito de certa forma imperativo, ele se apoiava no balcão quase que subindo neste ao mesmo tempo em que fazia um sinal com o dedo para que Cross se agachasse e pudesse escutar melhor.

- Ei! Ei! Você quer saber não é? Por que tudo está tão tumultuado por aqui. - Em mais um movimento veloz o garoto olhava para os dois lados como se fosse contar um segredo e então subitamente se afastava tirando três cartazes de procurado de uma gaveta e os batendo contra a mesa. - Esses caras aqui! Os três são revolucionários que têm causado problemas nas ilhas já há alguns dias. Você não sabia disse certo? - Ele tinha um olhar malandro e então mostrava com mais detalhes o primeiro cartaz, a foto era de um homem velho com cabelos compridos, seu corpo tinha marcas e tatuagens que demonstravam que já havia passado por diversas batalhas, no entanto não era seu corpo que passava essa sensação, e sim as diversas lâminas que carregava consigo com a maior naturalidade do mundo, e abaixo disso seu nome.

- “Arsenal” Khan! Sabe por que ele se chama assim? O cara carrega tantas armas que é quase impossível desarmá-lo, e essa nem é a melhor parte, já me disseram que ele usa todas as espadas de uma vez, sua técnica é a… - Waco então pegava uma régua em cima de sua mesa e começava a balançar no ar imaginando ser uma espada. - Endless Cutter!!! - No final o instrumento escapava de sua mão e acaba por chocar-lhe com a cabeça. - Ai… Legal não é? A recompensa dele é de 9.850.000 Berries, dizem que só não é maior por conta de suas poucas aparições, mas que ele tem poder pra lutar contra um capitão. - Depois de alguns segundos esperando a mesma reação por parte de Cross que apenas mantinha sua cara de paisagem, o garoto deixava o primeiro cartaz de lado já apresentando o segundo, este que mostrava um rapaz mais jovem de sorriso malandro e um um olhar azulado que brilhava na mesma cor de suas médias madeixas, suas vestes eram simples destacando uma grande poncho marrom, mas o que realmente chamava atenção era a grande lança que empunhava.

- Caaara, esse daqui sabe tirar uma boa foto, olha isso! Eu já vi marinheiras pendurarem o cartaz desse cara em seus quartos, queria ser tão popular assim. - Comentava o rapaz um pouco cabisbaixo apenas por um milissegundo antes de retornar as sua animada apresentação. - Esse Judal é um revolucionário novato que ganhou destaque depois de uma explosão na Kurama Factory, ele atacou uma loja de armas. ACREDITA NISSO?! - Se exaltava Waco. - Tipo, tem armas lá! Uma vez eu fui escalado pro grupo de apreensão contra ele e os golpes com a lança eram muuuito maneiros! - E então o garoto mais uma vez começava a devanear encenando os golpes que imaginava serem legais em sua cabeça, Cross neste momento começava a perceber que a simpatia do rapaz talvez não fosse o único motivo de ele ser responsável pela recepção, e quando olhava melhor o cartaz podia ver a recompensa de 3.250.000 Berries.

- E por último mas NUNCA menos importante. - Então o último cartaz era revelado, se tratava de uma bela mulher de longos cabelos vermelhos com uma ousada roupa e luvas da mesma cor, um óculos dava destaque à seus belos olhos carmesim enquanto que um grande decote chamava a atenção para seus outros olhos. - Aaaah Alexia. - Dizia o rapaz com um suspiro apaixonado. - Tão bela e tão mortal, oió aqui entre nós dois. - Ele se inclinava abaixando um pouco o tom de sua voz como se fosse contar um segredo . - Se ela me pedisse diretamente eu virava um revolucionário, hehehe. - Vendo que o garoto parecia se preocupar com outras coisas Cross olhava logo a recompensa da mulher e via de cara seu valor de 2.950.000 Berries enquanto que Waco continuava a falar. - Pelo visto ela foi responsável pelo sumiço de alguns agentes e marinheiros, antes de ser procurada ela seduzia caras como nós e então extraia informações, cara como eu nunca tive a sorte de encontrar ela nesse período? - Terminava o rapaz mais uma vez entrando em alguma fantasia ao mesmo tempo em que suspirava. Por fim os cartazes eram entregues na mão de Cross que sentia um certo alívio quando pegava o de Alexis e via que a folha não estava grudando.

- A cidade tem estado em caos ultimamente, - Por fim a conversa tomava um rumo um pouco mais sério. - dia após dias revolucionários comandados por esses três aparecem e causam algum problema, em especial o desaparecimento de alguns civis que trabalham na mina, estamos vivendo em uma situação de guerrilha aqui. - Concluía o rapaz meio desanimado. - Mas acho que é isso, vocês seriam verdadeiros heróis se conseguirem pegar pelo menos um desses três e acabassem de vez com essa luta sem fim. - Tendo ouvido tudo Cross fazia seu último questionamento sobre um local por onde começar, e sem pensar muito o jovem soldado Waco já respondia com o mesmo inocente sorriso no rosto.

- Se fosse tão fácil assim já teríamos pego eles, fora os locais alvos de ataque eu não consigo pensar em uma coisa. Talvez bares e estalagens, eu não sei. Eles devem se esconder em algum lugar, certo? - E na resposta de uma pergunta com outra que se encerrava o diálogo, Hornigold já havia juntado informações sobre o local e quem sabe seus possíveis alvos, só o que lhe falta agora é tomar sua próxima decisão.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyQui 24 Maio 2018, 12:01




Hornigold alcançava o QG sem problemas e logo se dirigia até a recepção. A base parecia estar em polvorosa, com diversas pessoas se movimentando e tornando o local agitado, porém, sem tempo a perder, o marinheiro se mantinha focado em seu objetivo. Quem o recebia na recepção era um garoto aparentemente jovem e, diferente do Maxwell - que poderia ser desculpado por conta de tudo que passara -, parecia completamente alegre em exercer aquela função. O jovem se chamava Waco, e pelo que contara Cross não era o primeiro a passar por ali em busca de informações, estas que logo passava a dividir com Cross.

Waco se mostrava extremamente hiperativo, de modo que Hornigold nem tentava lhe responder enquanto falava sem parar e entrava e saía de seus devaneios sucessivamente, apenas observando e prestando atenção nos conhecimentos que o garoto compartilhava.

O jovem finalmente revelava o motivo de todo aquele tumulto, informando que os culpados por tudo eram três revolucionários e mostrando o primeiro cartaz de procurado a Cross. O cartaz pertencia a um homem chamado "Arsenal" Khan, ”Revolucionários... hmm... ” ponderava em silêncio enquanto Waco exibia seus movimentos de esgrima e comentava a força do homem, ”Poder pra lutar contra um Capitão... vai ser mais fácil evitar ele... ” pensava por fim, se lembrando do treino que havia feito com Kendra.


O recepcionista passava a apresentar o segundo cartaz de procurado e não demorava muito para que entrasse em mais um de seus monólogos e encenações de golpes, embora desta vez a arma de sua escolha fosse uma lança. O homem no cartaz se chamava Judal e, embora Waco apresentasse o homem com a mesma animação de quando apresentou Khan, sua recompensa era significativamente menor, de modo que Hornigold tinha a impressão de que teria mais sorte caso fosse ele quem tivesse que enfrentar.

Pelo rumo que a conversa tomava parecia que a apresentação de Waco estava chegando ao fim. O garoto apresentava o último cartaz de procurado, desta vez quem aparecia era uma mulher chamada Alexia, que até mesmo através de uma foto não falhava em parecer encantadora. Waco não demorava muito para se perder em sua própria imaginação, de modo que Hornigold se concentrava em observar o cartaz, percebendo que a recompensa da mulher era aproximada a de Judal, ainda que um pouco menor.

Após acordar de seu breve sonho o garoto assumia um tom um pouco mais sério, revelando que nos últimos dias revolucionários sob o comando dos três procurados já haviam causado muitos problemas, inclusive o desaparecimento de alguns trabalhadores das minas, de modo que a cidade se encontrava em meio a uma guerrilha. Por fim Waco respondia a última pergunta de Cross, aconselhando que procurasse em bares ou estalagens, embora não pudesse ter certeza, ”Já imaginava que fosse ser assim...” pensava o marinheiro diante da incerteza do garoto.

– Hmm… muito obrigado… me ajudou mais do que pode imaginar… – diria para o garoto enquanto guardava os cartazes em seus bolsos – Nos vemos por aí… – diria fazendo um rápido aceno para o menino enquanto tomava seu rumo para fora do QG e em direção as ruas da cidade.

”Revolucionários… se for mais uma situação parecida ao Pleiades as coisas podem ficar complicadas...” pensaria enquanto andasse pelas ruas, tomando cuidado para situações que parecessem suspeitas ou potencialmente perigosas. Se a cidade estava mesmo em guerrilha, andar distraído por aí era a última coisa que queria fazer. Enquanto estivesse nas ruas tentaria se manter nas que estivessem menos movimentadas, imaginando que alguém procurado não fosse querer correr o risco de ser visto com facilidade.

Procuraria por bares ou estalagens que lhe parecessem prováveis locais de encontrá-los, onde, assim que entrasse procuraria por algum rosto familiar e então se dirigiria para quem parecesse ter condições de responder suas perguntas, – Yo… você viu alguma dessas pessoas?... – perguntaria enquanto apresentava os cartazes de Alexia e Judal, deixando Khan de fora, – Você sabe o porque dos ataques dos revolucionários ou ouviu algum rumor sobre? – perguntaria por fim, preferindo escutar a versão dos moradores da ilha além da dos marinheiros, considerando que muitas vezes os dois podem ter duas versões diferentes sobre o mesmo assunto.

Caso não conseguisse respostas úteis, e não tivesse motivos para suspeitar que não estavam escondendo nada, seguiria para o próximo local, onde repetiria as mesmas perguntas e faria as mesmas coisas, até que encontrasse o que procurava ou alguma outra coisa lhe chamasse a atenção.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyQua 30 Maio 2018, 03:25

~Narração~



Uma vez de cartazes ao bolso e alvos marcados achá-los era a única tarefa que restava para Hornigold, pensamentos bombardeavam sua mente durante a caminhada e por mais tentasse se manter em locais mais isolados era difícil não encontrar uma avenida com um grande fluxo de pessoas ou que não apresentasse uma dupla de soldados patrulhando o local, a tensão de uma verdadeira guerra era facilmente perceptível durante seu andar pela cidade, e isso só se agravava quando via alguns em reparo, danificados e até mesmo em casos de demolição total, ou melhor explosão, conclusão esta que era facilmente identificável ao se observar o modo de destruição de dentro para fora e o grande misto entre neve e fuligem que transformava algumas áreas em um preto e branco mórbido.

Uma coisa que o velho Gatz havia mostrado para o recém-marinheiro era que o governo muitas vezes por negligência ou interesse próprio tornava a vida de muitos cidadãos em miséria, e parte das missões revolucionárias era combater esses atos, trazer novamente um sorriso para as pessoas. E Ilusia de fato aparentava ser um local assim, motivo este no entanto que poderia ser o próprio grupo que deveria combater isso, o terror de se meter em um fogo cruzado a qualquer momento era claramente perceptível no rosto das pessoas, donas de casa corriam com suas comprar e filho em mãos cumprindo seus afazeres o mais rápido possível antes que o inevitável acontecesse, famílias desabrigadas devido a danos colaterais agora se abrigavam em becos desesperados por comida ou quem sabe uma cama quente para adormecer suas crianças que com uma imunologia fraca poderiam acordar mortas de hipotermia a qualquer noite, cartazes de procura-se circundavam a região, estes no entanto não eram oficializados com recompensas definidas pela Marinha, e sim de homens e mulheres desaparecidos.

No fim a busca de Hornigold parecia não dar muito sucesso, bar atrás de bar, estalagens, tabernas e nenhuma pista do paradeiro dos criminosos era sequer indiciada, quando ao grupo rebelde atuante na região as opiniões eram divididas, e apesar de não aparentarem muito úteis ou apenas pensamentos chulos de meros civis cada comentário ajudava Cross a montar o cenário que se passava no local.

- Eu não sei cara, se eles fossem bons eu não acho que se esconderiam nas sombras, quer dizer, olha só pra nossa situação desde que esse conflito começou. - Era o que dizia um homem sentado à mesa de um bar.

- Um rumor? Aqueles desgraçados sequestraram meu marido, só pode ter sido isso, a cerca de quatro dias ele saiu para comprar cigarros e desde então não retornou… - Era o depoimento de uma mestra taberneira em prantos. - E logo agora que descobrimos que teríamos um filho.

- O por quê dos ataques? Mas não é óbvio? - Dizia um velho rabugento em uma das muitas tabernas visitadas naquele dia. - Essa cidade era muito boa de se viver até que o Capitão vick foi mandado embora, desde então a qualidade de vida aqui só piorou, nós homens nos matamos de trabalhar em condições subumanas lá nas minas e tudo isso por um simples prato de comida na mesa. Se eu acho toda essa situação atual ruim? É claro que sim, mas não é possível reformular o sistema sem antes destruí-lo, o mesmo com essa cidade.

- Que grande porcaria de paz eles trazem. - Respondia um jovem que deveria ter uma idade aproximada de Hornigold. - Essas pessoas que os apoiam é porque nunca presenciaram uma luta de verdade, aqueles malucos não se importam com danos colaterais, se dizem salvadores do povo mas não exitam em matá-los se necessário para um plano ou fuga, eu mesmo já estive presente uma vez e… - Ele cerrava os punhos finalizando assim seus dizeres enquanto as pupilas brilhavam no lacrimejar que as memórias traziam.

Qualquer pessoa provavelmente já teria perdido as esperanças e mudado a abordagem, mas a persistência de Cross por fim o recompensava em um pequeno bar onde no canto sentava um velho maltrapilho com um manto marrom escuro cobrindo seu rosto e algum estranho volume em suas costas que até parecia uma enorme corcunda.

- Hmm, talvez eu já os tenha visto neste local uma ou duas vezes. - Respondia o ancião à pergunta de Cross com uma voz rouca ao mesmo tempo em que alisava se cavanhaque. - Eles são bem jovens não acha? Para serem assim tão caçados. O que eu saberia sobre essas pessoas? - Ele tomava uma pausa para finalizar sua cerveja. - Bom é difícil definir uma organização tão grande, eu vejo os vejo como uma cura. - Dizia o velho em tom sério. - Atualmente vivemos em uma ordem global baseada na desigualdade e no domínio do mais fraco, assim como acontece nessa cidade manipuladores tiranos como Aaron existem em todo lugar, e é nosso dever impedir isto. - As palavras “nosso dever” não passavam batidas por Cross, não lhe era dado muito tempo de reação e ao fundo ele ouvia mais duas pessoas conversando discretamente.

- Ei, está na hora.

- Sim, iniciar operação. - Neste instante o velho começava a se levantar lentamente da mesa, um leve arrepio se chocava com Cross que sentia uma aura ameaçadora vinda do velho, seu rosto parecia mais amostra e as tatuagens em seu rosto pareciam familiares.

- Ontem uma velho amigo me visitou neste mesmo lugar, ele me falou sobre você, Cross Hornigold, ele disse algo sobre em algum momento você parar meus planos, acredita nisso? - Neste momento o manto caía por completo, o volume esquisito que mais parecia uma corcunda era na verdade espadas presas a suas costas, e o grande o volumoso cabelo logo podia ser visto em seguida das tatuagens em seus braços, o grisalho se tratava de “Arsenal” Khan, que agora parava de pé com a mão direita apoiada em uma de suas muitas espadas enquanto fitava o jovem marinheiro. - Imagino o que deve ter feito para impressionar aquele velho louco. - Pessoas começavam a gritar do lado de fora, e de fundo explosões podiam ser ouvidas, Cross agora enfrentava uma situação para muitos desesperadora, mas cabe apenas ao jovem definir o que acontecerá a partir de agora.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptyQua 30 Maio 2018, 21:31




Enquanto andava pela ilha o marinheiro podia perceber as consequências que caíam não só nos edifícios e estabelecimentos ali presentes, mas também nos próprios moradores, que pareciam temer o simples fato de estarem andando pelas ruas, como se estivessem expostos em frente de um exército pronto para abrir fogo, isso aqueles que ainda tinham a sorte de haver uma casa, visto que o número de desabrigados que Hornigold observava em seu caminho crescia a cada passo, assim como o número de desaparecidos.

A situação com a qual o marinheiro se deparava era além do que jamais poderia ter imaginado através dos relatos de Waco, fazendo-o ansiar por respostas cada vez mais, estas que ao longo de sua busca se mostravam cada vez mais difíceis de se conseguir. Em todo lugar que para a resposta que lhe davam era a mesma, com algumas variáveis. Alguns não concordavam com os rebeldes, outros sim, e outra os culpava pelo sumiço de seu marido - que pelo jeito havia aplicado o milenar golpe do cigarro, mas Hornigold preferiu não se intrometer -. O marinheiro estava ficando sem muitos locais sobrando para visitar, mas ainda assim insistia em seu plano, o que se mostrava recompensador ao passo em que o destino virava a seu favor.

O bar em que Hornigold entrava desta vez não era muito diferente dos outros que já havia visitado, neste, porém, havia alguém disposto a compartilhar informações sobre os revolucionários. A primeira vista não passava de um idoso com uma estranha corcunda, mas desde que houvesse as informações que busca a aparência era a última coisa que importava para o marinheiro.

O velho indicava já ter visto algumas vezes aqueles presentes nos cartazes de procurado que Hornigold exibia e fazia alguns comentários sobre os revolucionários e a organização que representavam, comentários que por sinal chamavam a atenção do marinheiro, que logo percebia uma sequência de acontecimentos se desenrolar num ritmo que o deixava sem tempo de reação, e mesmo que pudesse reagir, se as suas suspeitas sobre o velho fossem confirmadas, com ou sem reação o resultado provavelmente seria o mesmo.

Seguindo as vozes que o marinheiro ouvia ao fundo, o velho se movimentava para fora da mesa, ao passo em que sua aura atingia os sentidos de Hornigold -  quem se imaginaria já estar acostumado a ser o alvo de auras ameaçadoras a essa altura - e sua identidade aos poucos se revelava, confirmando as suspeitas de Cross cada vez mais.

A essa altura outra pessoa poderia questionar sobre o destino ter virado a seu favor, considerando que aquele que estava à frente do marinheiro era exatamente aquele quem ele estava evitando, “Arsenal” Khan. Entretanto, o temperamento e a calma do marinheiro não deviam ser subestimados - na verdade mereciam até ser estudados -, de modo que o jovem permanecia inerte frente ao homem e suas inúmeras espadas, enquanto o homem revelava ter conversado com Gatz há não muito tempo. Diferente de Hornigold, a situação do lado de fora do bar parecia estar se agravando com os segundos, com sons de gritos e explosões invadindo o ambiente vindo do exterior.

O marinheiro, apesar de não demonstrar irritação ou medo, entendia muito bem a situação em que se encontrava. Na verdade, esse simples entendimento acabava por servir como propulsor para as ações que tomaria a seguir, – Ha… então aquele velho caolho passou por aqui… – comentaria em resposta, buscando um lugar para se encostar, mas tentando ficar atento para qualquer movimentação do velho – Não sei nada sobre parar teus planos… na verdade, não sei nada sobre o que está acontecendo aqui… – continuaria a falar, com seu jeito lento e arrastado – Por isso imaginei que vocês seriam os melhores para me atualizar… – explicaria ao homem, fazendo um pequeno aceno para os cartazes que carregava.

As palavras do marinheiro podiam soar estranhas ao velho, principalmente por conta do uniforme que o jovem trajava, mas nem por isso elas eram menos sinceras, de modo que Hornigold continuava sua busca por elucidação, – Se realmente falou com o velho Gatz, pode imaginar que caçar revolucionários não é minha prioridade... – continuaria, caso o velho deixasse – Não uso este uniforme por amor ao Governo, mas para garantir justiça àqueles que não a tem... se sequer por um momento eu tiver que escolher entre o uniforme e a justiça, o uniforme não será o ganhador... – faria uma breve pausa, observando Khan – E o mesmo digo sobre vocês… se por um momento tiver que escolher entre vocês e a justiça, os teus planos não serão ganhadores… independente das consequências… – falaria de um modo lento e mais sério do que o normal, embora evitasse soar agressivo – Então porque não aproveita e compartilha um pouco da tua visão… – diria por fim esperando a resposta do homem.

Hornigold não sabia como o velho reagiria, ou mesmo o que aconteceria com o bar por conta das explosões, de modo que se manteria atento para qualquer possibilidade de ataque do homem ou de outra pessoa e pronto para sacar suas katanas, embora quisesse evitar um conflito com o mesmo se fosse possível. Se tivesse a oportunidade aproveitaria para tomar um pouco de noção do espaço e do ambiente dentro do bar, quem sabe alguma rota que pudesse tomar para evitar um combate se necessário.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptySex 01 Jun 2018, 14:16

~Narração~



Cross dava sua resposta um tanto fora de expectativa do revolucionário que após ouvir os dizeres do rapaz apenas cerrava os olhos abaixando a cabeça e levando a testa a mão que antes se apoiava em uma de suas espadas ao mesmo tempo em que esboçava um leve sorriso no canto de sua boca.

- Ha… ha… hahahahahahahahaha. - O velho começava a gargalhar erguendo o nariz para cima de tão exagerada que era sua reação, ele não estava zombando do rapaz nem nada do tipo, apenas se surpreendia pois a muito tempo não conhecia alguém tão simples e sincero. - Aquele velho caolho e senil tem toda razão, você é realmente diferente dos outros marinheiros. - No entanto sua feição tornava a seriedade e Khan continuava sua fala. - Mas você é ingênuo demais, justiça? O que seria isso para você? Proteger alguém inocente? Ninguém tem o direito de se chamar assim. Defender algum homem importante a mando da Marinha? Este que após ter sido salvo irá explorar a vida de cada homem trabalhador e pobre. Ou sua ideologia seria só salvar pessoas? Não seja um garoto, não se pode salvar a todos, ser um herói é uma de escolha de quem você vai querer ajudar enquanto terceiros morrem. Ou sua justiça seria vingar aqueles que já sofreram injustamente? A partir deste momento você criaria um novo ciclo em que ao se vingar outro alguém fará o mesmo com você. - O homem dava uma leve pausa observando a reação de Hornigold e logo então retornava à seu monólogo.

- E então lá na frente quando você perceber que tudo que faz é inútil, e que esse sistema é podre, o que fará? - Seu tom de voz era ríspido e com um certo ressentimento, como se soubesse muito bem do que estava falando. - Lutará pelos fracos e oprimidos tentando restabelecer uma nova ordem mundial? Mas fazendo isso estará criando uma nova minoria que será punida. - Enquanto o homem falava Cross também prestava atenção em seus arredores no caso de uma possível luta, mas aquilo acabava por ser inútil pois subitamente a parede de entrada explodia levantando fumaça para todos os lados, como reflexo o jovem sacava sua arma preparando-se para o pior e quando a poeira baixava podia perceber que boa parte do que o cercava eram escombros, em fato duas grandes pedras se encontravam ao seu lado, e suas rupturas estavam tão alinhadas que pareciam ter sido cortadas, e somente ao ouvir o estalar da espada de Khan em sua bainha agora recolhida que ele percebia que o velho havia protegido os dois com um corte que o marinheiro nem mesmo conseguiu ver. Em uma parte mais intacta estavam algumas pessoas feridas e outras de certa forma ilesas tentando se esconder debaixo e atrás de mesas enquanto que muitos mortos ou ainda falecendo se encontravam caídos ou sob estruturas destruídas.

- O governo mundial, as células revolucionárias, estão todas erradas. - O velho começava andar em direção a saída de certa forma tranquilo e crente de que não seria atacado, ao passar por Cross que tinha praticamente o mesmo tamanho Khan apoiava por um breve momento sua mão no ombro do espadachim como uma espécie de comunhão. - Tudo isto que presenciamos é uma luta de poder, o ser humano que ficar acima dos outros, que ter a glória acima do sofrimento de terceiros, tudo isso causa conflitos, dor, perda e o que quiser imaginar, essa é a natureza da vida e este é o problema. Estamos tão concentrados em tais problemas que não percebemos que vivemos em uma prisão de futilidades tudo ocasionado por este mundo, nada mais é que um purgatório, mas não por muito tempo, minha mente foi iluminada com a resposta, um forma de salvar as pessoas. - Já parado no buraco provocado pela explosão Khan percebia o dono do bar rastejando e agarrando seu pé mal conseguindo pedir por ajuda.

- s…co..rr… - Em um súbito movimento o revolucionário sacava uma espada larga presa em suas costas e a descia sobre o pescoço do homem fazendo sua cabeça decapitada rolar até próximo do marinheiro que observava toda a cena.

- Sim. - Ele fechava os olhos e respirava profundamente enquanto estendia os braços. - Consegue sentir isso? A paz de uma alma sendo salva, liberta dessa prisão infernal que chamamos de vida, ele agora já não sente aflição, dor, sofrimento, apenas descansa em paz no paraíso que me juntarei assim que “salvar” a todos. - Mais quatro pessoas surgiam da rua entre estes os outros dois procurados que Cross perguntara anteriormente. - Se junte a mim, ou não se meta em meu caminho, será meu único aviso, garoto. - Sua espada era embainhada e o velho saía de cena logo após proferir suas últimas palavras naquela cena. - Vamos, nosso próximo ato será o final, ajudem todos esses civis. - Enquanto Khan se retirava lentamente e sem nenhuma preocupação outros dois o seguiam ao mesmo tempo em que a bela ruiva, Alexia Naider ficava esperando na “porta” por Judal Draz que com a lança apoiada sobre a nuca se aproximava das pessoas sobreviventes com um certo sorriso acolhedor no rosto e não se preocupando com Cross, visto que este havia sido poupado e até mesmo salvo por Khan anteriormente..

- Não se preocupem irmãos, logo o sofrimento de todos vocês irá acabar.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 9 EmptySex 01 Jun 2018, 22:04




Khan exprimia uma reação um tanto quanto curiosa frente às ideias que o marinheiro proferira, deixando Hornigold até mesmo intrigado por um segundo, mas logo as gargalhadas do homem se transformavam um monólogo sobre justiça, pondo em xeque não apenas a ideologia do marinheiro, mas também a própria definição de justiça – Ohh… ingênuo… quem sabe eu realmente seja, mas não ao ponto de imaginar que eu possa proteger todos de tudo... – responderia ao velho, assim que o homem fizesse sua pausa – Mas mesmo não sendo “inocentes”, as pessoas merecem tratamentos que sejam justos, isso é justiça… executar um homem por roubar comida pra alimentar sua família é tão descabido quanto julgar uma pessoa pelo título que ela carrega... ser uma pessoa “importante” não implica que ela obrigatoriamente irá explorar as outras, e caso o faça, justo será ela responder como qualquer outro, independente de sua importância… um pensamento assim por ser ingênuo, mas nem por isso está errado… – assim terminava sua fala, permitindo que o velho tomasse a palavra novamente,  e enquanto isso ponderava se somente ele se metia nessas situações inusitadas ou seus colegas também.

O velho prontamente retomava sua fala, dessa vez expressando sua “abordagem” em relação ao sistema responsável por governar e garantir a ordem mundial, de modo que aparentava não falar somente de sua visão ideológica, mas também de sua própria experiência. O marinheiro, que tentava se manter atento às proximidades, novamente se preparava para responder, mas era surpreendido por uma explosão que o fazia instintivamente sacar sua katana. Ao passo que a poeira começava a se dissipar Hornigold passava a entender o que havia acontecido e observando o redor, junto ao som de uma espada voltando para sua bainha, o marinheiro entendia que o velho, de algum modo, havia salvo sua vida. Por outro lado, o mesmo não podia ser dito de outras pessoas que estavam no local, considerando que, mesmo uma parte estando a salvo ou apenas feridas, muitos haviam sucumbido sob dos escombros.

De modo inabalado, Khan iniciava sua marcha em direção a saída à medida que retomava seu discurso. Por um breve momento o homem, que agora demonstrava discordar não somente do Governo Mundial e da Marinha, mas também dos Revolucionários, se apoiava no marinheiro, como se naquele momento o considerasse um igual - ao menos era esta a impressão que Hornigold tinha -, que até certo ponto entendeu o que o velho queria dizer, até mesmo reconhecendo um pouco de razão em seus pensamentos. Entretanto, tudo isto se desfazia à medida em que Khan prosseguia em sua fala e em suas ações.

Khan já se encontrava na saída quando o dono do bar aparecia aos seus pés, em um estado tão deplorável que tinha dificuldade até mesmo para pedir ajuda. Antes que Cross pudesse ao menos pensar em se mexer o velho finalmente manifestava sua verdadeira filosofia e arrancava a cabeça do homem comum único e ágil movimento. Aquilo pegava Hornigold de surpresa, que mal pôde acompanhar o movimento de Khan, de modo que o marinheiro se via em uma situação que já imaginava ter conseguido evitar, ”Ok… isso complica as coisas...” ponderava Hornigold enquanto escutava o novo discurso de Khan, que agora era acompanhado por mais quatro pessoas, dos quais dois facilmente reconhecia como sendo as pessoas dos cartazes que carregava. ”Melhor avisar a Capitã… o teste dela vai ter que esperar....” pensava por fim enquanto o velho proferia suas últimas palavras e se retirava do local.

O marinheiro permanecia parado esperando que todos se retirassem, mas Alexia e Judal não se juntavam ao velho em sua retirada, e ainda, o homem começava a se aproximar das pessoas que haviam sobrevivido, o que no mesmo instante servia como catalisador para que Hornigold alterasse seus planos, ”Pelo jeito a Capitã também vai ter que esperar....” pensaria rapidamente enquanto tentava se posicionar o mais rápido possível entre os dois revolucionários e os sobreviventes que ainda estavam no local.

– Yoo… seria ótimo se vocês acompanhassem o velho Khan… – diria para os dois, mantendo um olhar calmo, mas começando a sacar a Yukifuri – Caso contrário não vejo outra opção senão… “salvá-los”... – completaria sua fala terminando de sacar sua katana e observando so dois, obviamente fazendo referência às palavras do velho.

Apesar de suas palavras, Hornigold não tinha muitas esperanças de que pudesse resolver aquilo sem entrar em confronto com os dois, mas ainda que estivesse em menor número, já estava mais confiante pelo fato de não precisar lidar com Khan. Desse modo, se manteria atento para um possível ataque de um dos dois. Sabendo  que Judal provavelmente atacaria com sua lança, cuidaria para uma possível estocada, caso em que tentaria se esquivar lateralmente com o menor movimento possível para que então pudesse imobilizá-la com uma mão e então tentar parti-la ao meio com sua katana - considerando haver uma superfície onde possa segurar sem se ferir -. Quanto a mulher, não esperava que ela pudesse atacá-lo de onde estivesse, mas por precaução tentaria observar suas ações para possíveis investidas.





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