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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Critical Acclaim

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MensagemAssunto: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptyQui 1 Fev 2018 - 14:49

Relembrando a primeira mensagem :

Critical Acclaim

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hari Nnoitra. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySex 30 Mar 2018 - 15:11

~~~~ Narração  Primeiro post~~~~


Geral:

O Clima em Dawn Island mostrava-se completamente diferente da temperatura amena de seu clima primaveril padrão e todos que já estivessem a um tempo na ilha ou até mesmo pudessem ter crescido nela poderiam se espantar com o incomum evento que era a forte presença da neve naquele local, assim como a temperatura era muito abaixo do que os habitantes poderiam considerar como frio, fazendo com que mesmo aqueles que fossem mais friorentos não  estivessem preparados para lidar com a tempestade de neve que agora começou a formar-se. Aos poucos as cores da cidade davam espaço a uma imensidão branca monótona e entediante aos olhos. Diante de tal situação onde a temperatura estava extremamente baixa, aqueles que não estivessem devidamente vestidos para encarar os gélidos ventos que agora eram tão fortes que pareciam uivos teriam um obstáculo imenso a sua frente.

Dentro do navio, talvez devido a própria estrutura de madeira sólida estariam ali protegidos do frio aqueles que permanecessem dentro da parte coberta, mas mesmo esses poderiam ouvir o forte barulho que o vento fazia ao bater contra o casco do navio, algo que poderia gerar curiosidade sobre o que estava acontecendo ao lado de fora.

Nirvana:





A ruiva tinha em sua cabeça a busca pelo seu irmão ao qual havia tão subitamente desaparecido da vista não só delas como aparentemente de todos que ali o cercavam como um verdadeiro ninja, uma vez que pareceu que ninguém que estava próximo a eles poderia definir seu paradeiro.A chama de sua vontade ou talvez seus incessantes movimentos por um momento pareciam aquecer o seu corpo de modo suficiente para que em um primeiro momento não pudesse sentir ou se importar com a congelante temperatura que estava do lado de fora do navio e em meio ao que estava fazendo naquele momento havia lhe surgido uma “ luz”, estavam vindo quatro policiais na direção do barco, algo que seria extremamente conveniente no momento para Nirvana, teria ali a oportunidade de não só procurar por mais informações, como também de matar o seu tédio, no entanto, pela atitude da garota ao iniciar sua interação com uma provocação, ela havia excluído a possibilidade de receber alguma informação deles, se é que eles tinham alguma. Dois dos quatro policiais em meio a primeira frase da ruiva levaram a mão a cintura, enquanto se avançaram para frente, como se fossem golpear a ruiva e nesse momento, devido a distância que estavam, era possível devido ao cabo e a bainha para a ruiva deduzir que ambos ali eram espadachins, mas antes que o golpe pudesse ser feito, pelos policiais mais novos um dos policiais mais velhos havia erguido uma das mãos ao seu lado direito e não houve a necessidade de palavras para que os dois policiais mais novos pudessem parar por completo o seu movimento antes que pudessem fazer algo a ruiva. No entanto, mesmo em uma situação de desvantagem numérica como aquela em uma coragem ensandecida ou talvez movida por uma imensa sede pelo sangue ou pelo próprio combate a garota havia se anunciado como uma ameaça à frente dos quatro homens, e diferente do que era esperado, ela seria aquela a reagir ao invés de iniciar o combate.


O mesmo homem que havia parado ambos os rapazes mais novos, abaixou o braço de forma súbita e assim que havia feito isso um dos policiais avançou rapidamente contra a garota, sacando sua espada de forma veloz para aplicar-lhe um corte mas, não era veloz o suficiente para golpear a garota, antes que ela pudesse se impulsionar com a força de suas pernas para o lado direito de  modo a fazer com que o rapaz não só passasse reto em seu golpe, como também ficasse completamente aberto para o movimento que se seguiria, por um momento poderia sentir o gosto da vitória, que rapidamente por um som de disparo havia tornado o doce sabor no mais amargo possível. A sua movimentação de combate era inteligente e dificilmente todo o seu plano de batalha poderia ir por água abaixo caso todos fossem combatentes físicos e tivessem um mesmo nível de força e experiência. Ali ela havia cometido um erro ao qual seu corpo seria aquele a pagar, o rapaz que havia avançado contra ela era claramente jovem, inexperiente e assim como o outro que também era um espadachim prepotente e isso em um combate individual daria a vitória para a ruiva sem que ela tivesse muitas dificuldades mas, em contraponto, por mais que os policiais mais velhos não fossem tão ágeis, a experiência não lhes faltava e o policial mais velho que até então não havia se destacado, havia aproveitado o momento em que a garota estava diminuindo a aceleração de seu impulso, pronta para executar o pobre rapaz que havia caído em sua armadilha para realizar não só um, como dois disparos contra Nirvana que a acertaram em uma região próxima de seu pulso, mas para o azar do jovem espadachim a garota naquele momento estava tão movida pela adrenalina, que ali ainda havia conseguido completar parcialmente o seu movimento, fazendo com que o golpe ainda fosse finalizado, mas sem a precisão ou a mortalidade ao qual a garota havia planejado aplicar.

O espadachim caiu ao lado da garota, com um profundo corte mas ainda respirava, poderia se mover com dificuldades mas definitivamente estava fora de combate por não conseguir se colocar de pé ou segurar  sua espada.Após completar o seu golpe no entanto, Nirvana derrubaria o seu machado pela falta de firmeza naquela mão para que pudesse segurá-lo usando apenas uma das mãos. A dor de ambos os disparos que havia recebido era intensa e ela poderia perceber que estava perdendo muito sangue o frio começava a lhe afetar de forma intensa, de modo que um sentido de urgência poderia apitar em sua cabeça, definitivamente precisaria terminar aquele combate rápido ou sua situação se tornaria ainda pior. Caso tentasse segurar sua arma com apenas uma das mãos, pelo ferimento no pulso não conseguiria a estabilidade e a dor seria o suficiente para que ela acabasse largando novamente sua arma, no entanto ela ainda teria uma chance de lutar se segurasse usando ambas as mãos para segurar o cabo. A situação no entanto para ela não era boa, havia incapacitado um dos soldados mas havia ali outros três, sendo o autor do disparo aquele que poderia mostrar-se claramente agora visar a sua cabeça como alvo e visto a precisão demonstrada anteriormente o fim precoce da garota poderia vir a passar pela sua cabeça caso ela continuasse a lutar sozinha.




Leon/Ada

Mesmo com a temperatura baixa, o clima ao qual Leon estava vivendo naquele momento era extremamente agradável, mesmo que houvesse a dúvida em sua cabeça ela não pareceu tomar a prioridade em relação aos seus sentidos que eram inebriados pela aparência, pelo aroma ou pela voz de Teresa que ali havia ganhado o destaque na mente do rapaz mas, acima de tudo o que talvez fosse o ponto principal para que a relação de ambos funcionasse era o fato não só da garota dar corda para o que ele falava, como também tentar-lhe ainda mais ao caminho libidinoso ao qual ele parecia tanto buscar e mesmo que talvez soubesse que a garota estava usando de seu desejo para realizar o próprio não parecia que ambos tinham algo além de ganhar naquela situação.No entanto, ao chegar na região portuaria algo ganharia destaque aos seus olhos e esta era a imponente ruiva que bradava o nome daquele que ela procurava e por mais que não fosse alta a forma como ela bravamente agia aos olhos de Leon poderiam fazê-lo a enxergar como alguém muito maior do que a estatura da garota poderia mostrar. Seus olhos ao encontrar os de sua irmã, Ada poderiam ali demonstrar junto ao seu sorriso um sentimento doce e simples, por menor que fosse o momento em relação ao tempo, não pareceu menos intenso a nenhum dos dois.

Percebendo a confusão que parecia se formar o rapaz por mais que parecesse ser alguém simples, havia tomado ali uma postura inteligente ao pedir para Teresa que pudesse o cobrir naquela situação uma vez que este poderia se provar um imenso diferencial a poucos momentos, por mais que o rapaz naquele momento talvez só pudesse se focar no quanto era belo o movimento que os lábios da garota ali tinham ao abrir a ele um sorriso e com um olhar que pareceu lhe penetrar a alma por um momento a garota havia assentido  ao balançar a sua cabeça. Seu olhar novamente se voltaria a Ada, que do local onde estava tinha a visão geral sobre tudo que estava acontecendo ali e poderia eventualmente alertá-los de perigos, assim como também tinha a possibilidade de tentar se juntar ao campo de batalha. Com isso o rapaz prosseguiu com o seu plano e teve sucesso em se colocar longe do olhar dos policiais no entanto tanto a ruiva como a batalha não pareciam esperar por ele e talvez isso fosse o fator essencial para que seu elemento surpresa fosse aproveitado por completo, sua idéia era a de atacar o policial que estava mais próximo de si e este parecia o plano perfeito, Teresa poderia dar-lhe cobertura caso não fosse cem por cento efetivo e o rapaz havia sido bem prevenido contra os mais diversos tipos de arma, mas o próprio campo de batalha exigiu que ele tivesse de mudar o rumo de sua primeira investida quando viu Nirvana não só ser atingida por dois tiros, como uma possível vítima de um terceiro, se ele não agisse naquele momento seria o fim da garota, todo o clima que parecia extremamente controlado aos poucos havia se pintado com os tons da realidade e ela não seria agradável se o rapaz não agisse naquele momento.

Leon/Ada/Nirvana

No momento decisivo, onde Nirvana talvez já pudesse ter visto o próprio fim uma volta completa em como os eventos seguirão aconteceu, antes que o senhor pudesse realizar o disparo que seria mortal, Leon havia feito a sua entrada com um grande salto que terminou com um soco no lado do rosto do algoz, que sem que pudesse reagir apropriadamente apenas havia sido vítima da estratégia do rapaz, caindo agora contra o chão o atirador era prontamente executado por Teresa que realizou um disparo em perfeita sincronia com o rapaz de modo a eliminar ali mais uma das ameaças que se colocavam contra eles. Sua introdução não poderia vir sem aquilo que poderia vir a ser novamente algo que pudesse trazer de volta o calor da batalha a Nirvana, de modo que talvez novamente na adrenalina de estar lutando a pudesse fazer se erguer e lutar novamente com uma efetividade próxima ao seu potencial máximo. Haviam agora dois oponentes no campo de batalha que poderiam ser capazes de lutar e o primeiro deles, sendo o espadachim jovem, avançou contra a ruiva antes que ela pudesse se estabelecer por completo, pelo modo como ele avançava contra ela seu estilo de luta, por mais que fosse um espadachim parecia diferente do primeiro que ela havia eliminado e ela não poderia esperar que a mesma estratégia pudesse funcionar contra o rapaz, em especial por ele ter visto o que aconteceu ao seu parceiro, este policial tinha em sua feição uma clara expressão de fúria, o que talvez indicasse proximidade ao rapaz que havia caído.

Leon no entanto, tinha a sua frente um dos soldados mais velhos que ainda parecia de pé, seu semblante era tranquilo e não pareceu ali estar abalado pelo que havia acontecido, este havia dado alguns passos para trás de modo que pudesse ver tanto a autora do disparo que havia executado seu parceiro, como também pudesse vê-lo, sua postura parecia firme para alguém de sua idade e o seu olhar parecia debochado, talvez a um ponto que pudesse incomodar ao boxeador inimigo que não poderia ver nenhuma arma junto ao policial o que poderia fazer com que ele pensasse no policial como um artista marcial mas, a quebra de expectativa se veio, quando subitamente o velho olha-se para baixo e disesse:


-Oh, como sou desastrado. Esqueci de amarrar meus cadarços, quão distraído posso eu ser?

E prontamente ele se colocou ao que pareceria aos olhos de todos que estava a amarrar os sapatos, abrindo a oportunidade perfeita para que Leon pudesse realizar o seu movimento mas teria sido isso a melhor decisão? No momento seguinte ele iria descobrir, aproveitando-se da neve que caia o policial reuniu um punhado e levantou-se de forma muito mais rápida do que alguém de sua idade pareceria capaz evitando a investida do jovem enquanto jogou-lhe o punhado de Neve aos olhos de Leon de modo que sua guarda por um momento ficaria completamente aberta, algo que poderia ter sido usado pelo policial para que ele realmente tivesse lhe aplicado um golpe decisivo mas ele não o fez, aproveitou-se da visão prejudicada do rapaz apenas para que com a outra mão pudesse empurra-lo com força, o fazendo cair com força com as nádegas ao chão, algo que não lhe causava algo além de uma forte dor no cóccix e possivelmente uma profunda irritação pelo desrespeito que o velho tinha. A batalha contra ele parecia ter voltado a estaca zero, com a diferença que velho agora tinha uma feição ainda mais debochada com o arquear de suas sobrancelhas. Este pegou um isqueiro e um charuto de seu bolso o acendendo rapidamente, enquanto olhava para o rapaz caído dando uma longa tragada, guardando o isqueiro dentro do bolso. Visto essa situação, como Leon reagiria? Claramente o  Policial ali não usava meios limpos para seu modo de lutar, como Leon lidaria com isso em sua estratégia?

Imagem do Policial velho:
 
Ferimentos:
 

considerações:
 


Última edição por Alipheese em Sex 30 Mar 2018 - 15:23, editado 1 vez(es) (Razão : Erro de formatação)
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Ashrya L. Winter
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySex 30 Mar 2018 - 19:02









Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


"Rápido, venha... mais rápido!"

Era o pensamento de Nirvana quando finalmente um dos homens resolvera avançar de verdade na direção dela, não parando porque um pseudo-superior o ordenou. O golpe vinha aberto, e com deleite os olhos ambares eram ariscos quando ela se impulsionava para aproveitar da abertura e rasgar-lhe o abdomem. Mas enfraquecendo o poder de sua investida e a precisão, sentia duas pontadas quentes inrromperem sua pele  e fazer sua mão recuar durante o golpe, fraquejando por um instante com a dor repentina, mas não hesitando. Nunca hesitando.

Ela fechou um dos olhos com a dor, o sorriso se alargou mais, como se fosse possível, e terminou o movimento com o sangue descendo pelo cabo prateado de sua arma: Sedenta.

De soslaio olhou rapidamente para o autor do disparo, outro dos velhotes que haviam se acovardado ficando atrás, aproveitando do movimento do companheiro para acertá-la. Algo em seu olhar rápido fazia uma jura, de que naquele covarde ela demoraria mais.

A sua mão direita, ferida pelo tiro, tremia e revelava para a bárbara que não seria possível continuar manejando-a daquele jeito, e sem hesitação alguma ela segurou o cabo com a mão esquerda, deixando a direita pender ao lado do corpo, sentindo as pontadas do frio fazerem a ferida arder mais.

- Shiro-nii, você está atrasado.

Murmurou baixo para si mesma, enquanto a presença de uma arma de fogo fazia dela um alvo fácil contra tantos. Mas com a postura que lhe havia sido ensinada, ela não se acorvadou mesmo diante da dor, rangendo os dentes levemente para conter a sensação da mão direita ferida. Cuspiu de forma desrespeitosa na direção do ferido no chão antes de erguer a cabeça com orgulho e prepotência que lhe eram tão marcantes, começando a correr na direção do outro espadachim no meio do caminho e provocando, com aquele mesmo sorriso nos lábios:

- C'MOM!

Ela investia sem arrependimentos, sem hesitações, o machado com a mão esquerda segurando-o na metade do cabo estava erguido em frente ao seu corpo, e no instante que o homem atiraria, uma figura surgia por cima dele, um soco, e em seguida um tiro estourava de longe fazendo-o cair no chão. A ação parava sua investida por um instante, assim como a dos outros policiais. Os cabelos prateados chamavam sua atenção e enganavam por uma breve imagem de relance em seu campo de visão:

"Shiro?"


Não, não era seu irmão. O rapaz de pele morena e um sorriso divertido nos lábios estava longe de ser aquele resmungão, muito menos com um chute daqueles, mas não tinha tempo para observar o desenrolar ali. A luta e o rumo mudar, apenas fez seu sorriso selvagem voltar ao seu rosto.

- HEH, alguém com espírito aqui! Mande para cá!... I'll cut them all to pieces.

Riu entre o sorriso, completando o fim da frase de forma ameaçadora ao voltar seu olhar de forma provocante para o espadachim que vinha em seu encontro mais uma vez, e sem dar espaço para que ele agisse primeiro, Nirvana subia o machado em um golpe diagonal da esquerda para a direita, vindo da altura de sua própria cintura, mirando não exatamente o rapaz, mas o trajeto do qual ele faria para sacar a espada  da bainha. Sua mira estava no caso em um corte a partir da cintura dele, que visava desestabilizar um possível saque da arma, mas mesmo que conseguisse acertá-lo com o golpe antes que este sacasse, o movimento não parava.

Aproveitando de toda a força e velocidade do movimento feito, Nirvana voltava-o na mesma direção, mas em sentido contrário, ainda mais rápido do que antes, para evitar que ele pudesse conseguir bloqueá-la novamente ou esquivar-se de seu golpe propriamente dizendo:

KNOCK BACK!

O golpe alto vinha agora descendo na direção do pescoço do espadachim, e simultaneamente Nirvana não ficava parada esperando ser acertada por qualquer um, ela auxiliava o movimento ofensivo se impulsionando para o lado esquerdo do mesmo, como se fizesse uma finta puxando o machado com sua técnica para finalizar a luta.

Durante esses movimentos ofensivos, Nirvana estava atenta para caso o rapaz conseguisse em fato sacar antes de fazer seu próprio movimento, neste caso apenas reajustando a rota do início de seu "combo" para o lado de onde a espada estaria ou viria, usando o primeiro ataque como uma forma de bloqueio ao atacá-la, e de desarme, para abrir-lhe caminho para o seu real golpe. Se fosse necessário tentaria se esquivar fazendo uma troca de pés, alternando sua postura e desviando para o lado oposto do qual viesse o golpe, apenas para prosseguir com seu golpe.




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Knock Back!:
 


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySex 30 Mar 2018 - 20:17

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO


É... Eu estava um pouco ausente, talvez o reencontro tenha me abalado um pouco, todos estavam tão diferentes, mas ainda sim pareciam iguais... Dificil encontrar a palavra correta para definir esse meio termo. Me via diante de uma nova era, um recomeço, tudo seria diferente agora, o mundo assim como nós estava igual e diferente ao mesmo tempo, sentia o peso da nova geração superando a antiga assim como sempre foi e sempre vai ser em qualquer tempo de nosso universo peculiar.

Um menção honrosa para a Ada Spice Rock que estava vestida como uma verdadeira... Garota de programa. Como diabos elas lutava com aquela micro saía? Sério, isso me assustava um pouco, mas ela havia crescido muito bem e seria uma ótima distração para vários casos, porém algo me diz que ela não estaria muito disposta a esta tarefa. Minha resposta para a pergunta da mesma vinha apenas com um sorriso, eu ainda não estava armado e não me deixava tão confortável assim lutar sem armas, tinha que anotar isso em minha lista " Aprender a brigar ", sequer fazia sentido isso.

Enquanto eu ficava encostado na beirada do navio observava Nirvana aprendendo a pilotar e eu até dava risada do jeito da garota algumas vezes, me lembrava ainda de quando eu tinha uma queda por ela, com o tempo havia se tornado uma mulher bem forte e com certeza de temperamento explosivo, só de observar dava para ver a disposição que ela tinha para tudo, nem tudo se muda quando ficamos mais velhos, né? Só quando minha companheira notava a falta de seu irmão que eu percebia também que aquele esquisito tinha sumido e ninguém percebeu, como Shiro era escorregadio, impressionante, realmente impressionante a sua capacidade de ser antissocial. Alguns flash de memória passavam por minha mente, lembranças de nós pequenos, eu e Shiro sentados tendo uma daquelas conversas que nos faziam parecer adultos, enquanto nirvana corria feita uma louca selvagem, sempre inquieta.

Por fim, todo meu momento pensativo na solidão acabava quando via alguns policiais chegando. Algo me dizia para deixar Nirvana cuidar deles, talvez tenha sido aquele machado gigante nas costas dela. Eu podia apenas apreciar minha antiga paquera lutar, ver como estavam seus movimentos agora. Algo estranho era que Ada parecia decidir o mesmo que eu, será que agora ela também gostava de garotas? Se me lembro bem Nirvana sempre pareceu gostar da mesma fruta que eu, na verdade sei nem por que na adolescência eu falava de garotas com o Shiro, aquele ali está em amor eterno com a solidão dele, vai entender.

Após olhar o combate por um tempo, ver que Nirvana ja havia se machucado e ter chegado mais duas pessoas ali, eu decidia me envolver naquela brincadeira também.

Eu tinha duas opções, uma arma de fogo ou uma espada, como filho de um atirador eu deveria escolher a arma de fogo, mas como puxei absolutamente nada do meu pai, ia ser inútil pegar aquela arma, minha pontaria era literalmente 0. Pularia do barco em direção ao espadachim caído, minha intenção seria pegar a sua espada, claro que não deixaria que ele me espetasse, caso ainda tivesse alguma força para isso. Apenas tomaria a sua espada e era hora do show.

Tentaria pegar o outro espadachim desprevenido, enquanto ele se distraia com Nirvana eu o atacaria pelas costas assim que ele se esquivasse de algum golpe dela, num movimento rápido eu efetuaria um golpe reto, uma estocada, segurando com ambas as mãos aquelas espada, meu objetivo seria atravessar o homem, obviamente tomando cuidado para não atravessar Nirvana junto, caso essa estivesse próxima. Para o movimento, meu braço direito ficaria arqueado ao lado do meu corpo enquanto o esquerdo servia para firmar o posição do golpe, por fim meus braços apenas se esticariam rapidamente para frente para efetuar o ataque. Se eu conseguisse efetuar esse ataque com certeza Nirvana morreria de raiva e seria bem divertido isso. Ao menos pra mim seria, minha resposta a possível ofensa que ela faria, viria mostrando a língua para mesma e sorrindo.

De qualquer modo eu conseguindo acertar o espadachim ou não, seguiria em direção ao cara mais velho que momentos antes havia jogado neve no rosto daquele cara estranho.

Correria com toda a minha explosão de aceleração na direção deste, ao contrario do homem no nosso time não identificado, eu não daria o primeiro golpe, eu corria para atacar mas não atacaria, esquivaria primeiramente para só depois desferir um golpe. Tentaria esquivar na contra perna do homem, ou seja, seguindo para o lado em que este estivesse com a perna para frente, esquivaria evitando qualquer golpe do homem, se fosse alto eu esquivaria escorregando de joelhos pelo chão de neve enquanto manteria a espada na horizontal afim de cortar sua perna dianteira. Enquanto que o ataque do homem sendo baixo eu pularia para me esquivar do golpe revidando com a espada na horizontal mas dessa vez visando cortar sua cabeça. Ataques na vertical vindos em minha direção seriam esquivados para o mesmo lado já pensado estrategicamente, enquanto o contra-ataque seria direcionado para sua barriga.

No fim de minha esquiva, ainda de guarda alta e esperto, atacaria novamente com um corte nas costas do homem, descendo meus braços de cima para baixo para realizar o corte em diagonal.

Em todos os instantes eu me manteria em total alerta, focado no combate e esperto para interromper qualquer ataque meu para me esquivar, minha segurança sempre seria priorizada enquanto eu corria para realizar algum dos trajetos mentais já idealizados por mim. Se nenhum dos trajetos fosse efetivado, uma vez que o velho poderia estar concentrado lutando com o tal "homem não identificado do nosso time", eu repetiria o mesmo que havia feito com Nirvana, me aproveitaria da primeira esquiva que o policial fizesse em sua luta contra o cara não identificado para lhe atacar golpe dois golpes em suas pernas, rápidos e sujos, tentaria aproveitar a chance para neutralizar os movimentos do homem.

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptyDom 1 Abr 2018 - 0:35

Where is Waldo Ada


Em minhas lembranças, tentava puxar a aparência de Ada, quase como uma pista para reconhecê-la atualmente. As palavras de Leon sobre "piriguete" não me ajudavam muito. Afinal, o que era uma piriguete?


~ Bom, cabelos brancos e longos, roupas curtas... Já sei, piriguete deve ser bonita!  ~


Batia um punho na minha outra mão, aberta, como quem soluciona um mistério. De repente olhava para o lado e via que o resto do pessoal já saíra andando, ficando apenas Raul para trás comigo. Corava ao perceber minha distração e, meio sem graça, exclamava ao cantor.


— Sumimasen (Desculpe-me!)! Acabei me distraindo demais! Vamos?


Ficara realmente sem graça por ter atrasado o musicista, de modo que mal conseguia encará-lo no momento. Esperava para que ele me guiasse, indo em direção ao local onde encontrava-se Ada e Leon.


~ Ahhhhh, será que todos os outros estarão com ela também? Queria me lembrar melhor da aparência deles, mas já faz tanto tempo que não os vejo...~


Estava bastante empolgada. Poderia até me distrair e não notar o ambiente pelo qual passava, enquanto pensava em meus amigos. Como eles estariam? Será que se lembrariam de mim? E, afinal, o que pensam em fazer juntos?


Eram muitas perguntas, as quais deixavam minha cabeça zunindo em vários pensamentos. Só podia conjecturar e, logo mais, encontraria algumas respostas. Ao menos era o que esperava.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptyDom 1 Abr 2018 - 17:20


Macaco velho não põe a mão na cumbuca
Não pula em galho seco, não entra em arapuca...!!

Realmente, aquela química era algo que Leon estava acostumado, mas não esperava que acontecesse em tais circunstâncias, pois não é sempre que as bonitas curtem um perigo como Teresa mostrava gostar. Leon não tinha certeza se ela ficava mais animada com a eminência do conflito ou com ele mesmo, mas não tinha o que reclamar, pois qualquer um que fosse, já estava ficando mais empolgado. Ele avançou rapidamente pelo flanco para pegar os policiais com o elemento surpresa, mas a pequena bárbara acabava levando a pior quando o policial que aparentava ter a maior patente entre eles, executava um comando de forma a organizar sua investida.

Dois tiros haviam sido disparados, mas de alguma forma a feroz ruiva ainda conseguia bradar sua arma de forma a incapacitar um dos policiais, antes de ela mesmo ceder a dor de seus ferimentos. Aquilo impressionava o rapaz, mesmo com aquele tamanho, ela realmente demonstrava bastante garra "Será que Ada também é assim? Parando pra pensar, só a vi treinando até hoje..." Pensava o rapaz, porém não tinha muito tempo para devaneios. O homem que havia atirado nela, estava pronto para finalizar o serviço, ajustando agora a mira num ponto onde o disparo poderia ser fatal. O rapaz não perdeu tempo e mudou seu alvo para auxiliá-la, não podia deixar uma potencial parceira ser ceifada daquela maneira. Sentiu o punho se chocando contra o alvo, torcendo para que ele não disparasse antes de aquilo acontecer, o atirando ao chão. Sem perder tempo Teresa finalizava o policial caído, demonstrando um pouco de sua habilidade como atiradora "Linda... não só os disparos, no caso!" pensava consigo mesmo com um pequeno sorriso.

A sua frente havia sobrado então o policial que parecia estar no comando, as coisas iam melhorando e as chances de vencer aquilo pareciam estar agora a seu favor, quando aquele velhote abaixou para amarrar os sapatos, Leon não sabia se ele estava a se render ou simplesmente era um velho gaga, não era possível. Avançou contra o homem, que demonstrou ser muito mais sagaz do que Leon esperava. Com um punhado de neve tirou a reação do homem pela surpresa, o jogando para trás com um empurrão, o fazendo cair sentado "Velhote desgraçado!" Praguejou Leon em mente. Ao recuperar sua visão, podia ver o semblante de deboche dele, o que fazia seu sangue ferver um bocado, não por vergonha, mas se tinha algo que fazia ele esquentar a cabeça, era gente que não confiava na própria força e usava de truques sujos para lutar.

De relance percebia que o corpo do policial morto estava próximo e por algum motivo sentia que aquele velho na verdade estava escondendo o jogo, o provocava mais para o tirar do próprio jogo, algo parecido com o que ele próprio fazia para ganhar o ritmo em suas lutas, então iria devolver na mesma moeda. Se levantaria devagar, com o semblante fechado, talvez até sua veia da testa estivesse saltada, estava mais sério, mas levantava as mãos a frente do corpo e dava uns pulinhos no lugar e depois se movimentava de um lado para o outro aleatoriamente, até ficar bem próximo ao cadáver do atirador. Então pararia, sorriria para o homem e se abaixaria dizendo - Oh, também esqueci de amarrar os sapatos! Devo estar ficando velho! - diria tomando mais tempo na última palavra. Mas ao se abaixar tomava a pistola do homem caído e se levantaria apontando para policial a sua frente.

Apesar disso não disparava, mesmo imaginando como se usava a arma, não tinha muita confiança em sua pontaria para sair assim mandando bala. Observaria as posições de Teresa e da garota caída, não queria acabar acertando um aliado por um deslize. Se tivesse um caminho limpo atrás do velho, miraria bem no meio dele, mais ou menos alguns centímetros acima do umbigo, pois como um bom boxeador, sabe que a ultima parte do corpo a se mover em um movimento, principalmente numa esquiva, é o quadril e para alguém sem experiência com armas de fogo, seria a melhor maneira de ter sucesso no disparo. Brandindo a arma com a mão direita, efetuaria um primeiro disparo observando apenas onde acertava, pouco antes de disparar na direção do policial. Mesmo que não tivesse sucesso no tiro, acabaria ajudando Teresa a ter uma mira mais clara se o fizesse prestar mais atenção em Leon e não nela, a única coisa que tinha de ter certeza era de não entrar na frente da mira dela, então teria que manter certa distância. Leon pararia repentinamente a cerca de dois passos do homem, de maneira brusca e arrastando os pés de lado na neve, para projetá-la na direção do homem - Direitos iguais velhote! Agora, deve ser mais difícil errar um tiro dessa distância, não?! - Exclamaria enquanto já ajustava a mira para um segundo disparo, antes que ele pudesse investir de alguma maneira contra Leon, então puxaria o gatilho.

Se não tivesse uma mira limpa antes do primeiro disparo, correria em sua direção, procurando da mesma forma diminuir a distância para executar o disparo e melhorar suas chances. Já após o disparo próximo, Leon continuaria agora para mais um golpe, agora um soco com a mão opositora, a esquerda mirando a boca daquele velho, ele queria arrancar aquela dentadura dele na força. A todo momento ele tomaria cuidado com o velho, ele sabia que poderia ser mais traiçoeiro que uma cascavel e ninguém quer levar uma mordida, não?! Por isso tentaria evitar ser preso ou agarrado de alguma forma, assim como procuraria manter certa distância dele, de alguns passos, para não atrapalhar sua companheira, que a qualquer momento podia acabar com aquele embate se tivesse a chance de um tiro certeiro.

- Eu sei que devemos respeitar os mais velhos e é por isso que respeitosamente eu digo... Chega a hora que a juventude toma a frente e toma posse! Agora é minha vez, cara! - Terminaria dizendo, sempre tendo o homem em sua mira, mesmo que não fosse disparar e nem fosse um atirador experiente, ele não poderia ter certeza disso, então a vantagem psicológica poderia ser uma forma a assegurar o ritmo daquele confronto. Só iria requerer a um bloqueio no lugar de uma esquiva e movimentação, se não houvesse outra escolha, ai tentando aparar o golpe com algum dos antebraços.




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Objetivos:
 

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Última edição por Frist em Dom 1 Abr 2018 - 23:22, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptyDom 1 Abr 2018 - 18:36


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




"Ah... Droga!" Lamentava aquilo ao ver meu irmão se aproximando do navio enquanto em minha cabeça tinha flashbacks do momento em que Herfesto dizia que uma de suas amigas tinha achado mais um jovem promissor "Inacreditável... Devia ter imaginado antes que meu irmão era o tal jovem promissor" Irritada, tentava as pressas olhar em volta e traçar uma rota de fuga do navio. Aquela era uma das poucas situações na vida na qual eu evitaria lutar ao lado de Nirvana. Sabia que mesmo em desvantagem numérica ela não correria perigo com meu irmão chegando ali, ainda que ele não estivesse envolvido em tudo aquilo o idiota encrenqueiro nunca deixaria uma garota bonita lutar em desvantagem contra quatro homens, além disso sabia também que se tratando da ruiva eram os homens aqueles que provavelmente estariam em perigo. Por fim, aqueles dois espadachins pareciam verdes demais para me oferecer um desafio que valesse a pena encarar a chatisse de Leon depois.


"Me desculpe Nivy... Não poderei te ajudar nessa!" Pensava comigo mesma esperando inutilmente que meus pensamentos alcançassem a ruiva. Com pressa para sair dali, começava a me mover com discrição para a saída do navio, talvez até pudesse aproveitar para procurar Shiro depois que fugisse. Meus olhos abandonavam a luta a medida que eu saia dali, torcendo para que ninguém percebesse a minha fuga. Era então que dois sons de disparo causava um enorme aperto em meu coração e fazia com que eu olhasse novamente para o campo de batalha, só para ver Nirvana com a mão ensanguentada com duas balas alojadas no braço em que os tiros haviam acertado. Minha pulsação acelerava a medida que eu via o atirador se preparar para o golpe final, que era evitado por Leon no ultimo segundo. Em que eu estava pensando? Por eu ser egoísta e uma péssima irmã eu quase perdi uma amiga muito importante... Nunca mais aconteceria, eu jamais deixaria meu egoísmo afetar Nirvana novamente.


Mudando o semblante totalmente e deixando transparecer uma fúria sem igual, mudava a direção de meus passos e agora iria correr em direção a luta, vendo que Hari também havia decidido fazer o mesmo. Contra qual dos adversários eu correria? Por mais que Leon fosse um idiota eu sabia muito bem de suas capacidades e que aquele velhote não faria mais que derrubá-lo uma ou duas vezes, ao menos não usando de truques sujos e lutando desarmado, meu irmão sempre havia sido um boxeador excelente. Agora quem eu não podia perdoar era aquele maldito espadachim que esperava se aproveitar de uma Nirvana debilitada. Se ele desejava tanto mostrar suas habilidades patéticas, que mostrasse pra cima de uma pessoa que estivesse em seu cem por cento assim como ele.


Com o coração disparado e uma respiração que tentava controlar toda aquela fúria, eu sacava minha espada a medida que corria seugrando seu cabo com as duas mãos e bastante força - Ei policial! Cuidado com o cara de tapa olho! - Gritava aquilo alertando o homem sobre a presença de Hari e apontando para onde o homem de cabloes alvos estava, estragando o elemento surpresa deste e fingindo estar ao lado do inimigo. Continuaria correndo, esperando que ele prestasse atenção demais em seus dois adversários para pensar se eu era ou não uma alidada. Me aproximaria indo na direção de Nirvana, prepando a espada para uma estocada e fingindo que iria atacá-la, mas ao me aproximar eu alteraria a rota de meu golpe e desferiria a estocada contra o estômago do policial, cravando a espada ali com toda a força e tentando usar do impácto para lança-lo ao chão. Poderia entretanto esperar que meu ataque não funcionasse ou que mesmo após o meu golpe o policial ainda fosse capaz de atacar.

Caso fosse atacada por alguém antes de desferir o meu golpe, moveria-me para trás rapidamente tentando tomar um pouco mais de distância enquanto colocaria a lâmina da espada, em diagonal, a frente do ataque para bloqueá-lo. Tendo bloqueado o ataque, caso este viesse de um inimigo, eu usaria de minha força para jogá-lo levemente para trás tentando desestabilizar seu equilíbrio, e então deslizaria a espada pela arma do inimigo vizando libertar a minha daquele bloqueio que me impedia de atacar, completando o movimento em seguida com um corte horizontal da direita para a esquerda. Agora caso fosse atacada após a realização de meu primeiro golpe, eu saltaria para trás na maior distância que conseguisse, ou saltaria para um dos lados que estivesse livre caso se tratasse de uma estocada ou ataque em vertical. Puxaria minha espada comigo durante o movimento de esquiva apenas se isso não fosse acarretar em um ferimento para mim, e caso conseguisse puxar a arma de volta realizaria um golpe em diagonal da direita para esquerda mirando a partir do ombro do inimigo. Na situação de não haver um contra ataque depois da estocada, eu apenas puxaria a espada de volta se possivel e completaria com o golpe em diagonal já descrito antes.


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Legenda: -falas-
"pensamentos"

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySeg 2 Abr 2018 - 0:15

~~~~~~ Segundo post narração.~~~~~~~

Geral
Aos poucos o cenário que uma vez havia se colocado como imponente pela diferença numérica devido às ações de todos ali envolvidos, se inverteu rapidamente o atirador havia rapidamente sido eliminado, ainda que tenha sido o único a causar um golpe significativo até o momento que pudesse afetar o grupo de forma geral o clima não pareceu que iria melhorar tão cedo e a neve aos poucos tornava mais cansativo para que o movimento simples de andar pudesse ser feito.

Hari
O moreno de cabelos alvos em meio ao momento de calmaria, mesmo no clima frio ao qual se fazia no ambiente ao qual se encontrava pareceu aproveitar o momento para refletir, sobre sua própria vida, incluindo o seu passado e as pessoas que ali faziam parte dele, em um momento que havia sido descontraído, gerado pelo processo de aprendizagem da ruiva o garoto pôde rir, enquanto uma lembrança de seu passado acabaria por tornar a emoção que o rapaz direcionava a garota em algo que era belo e doce, sentimento este que no momento acabou sendo quebrado pelo desaparecimento de Shiro, alguém que certamente pareceu ter uma presença marcante demais para que todos se preocupassem de imediato com ele, para alguém tão esguio, algo que talvez fosse até engraçado de se pensar sobre. A calmaria que pairava o rapaz, no entanto não iria durar para sempre, como se a confusão fosse atrás deles, quatro policiais haviam se colocado sobre o seu campo de visão enquanto Nirvana havia os abordado, impedindo que eles chegassem mais próximos do navio mas, Hari não era estranho as habilidades que a ruiva detinha em combate, sendo assim em um primeiro momento acreditou que mesmo com  os números, seriam os policiais aqueles que realmente se encontravam em perigo, se colocando até mesmo a pensar sobre o motivo que Ada tinha para também observar dali a ruiva  seus pensamentos haviam ido além, chegando a até mesmo pensar sobre o irmão de Nirvana ao qual durante tempos atrás falava sobre garotas ainda que talvez percebesse que para o garoto, a solidão como sua única e eterna amante. O combate se deu início e rapidamente a excessiva confiança por parte da ruiva havia a colocado em uma situação delicada de modo que a sua vida em questão de segundos em combate havia sido colocada em risco, algo que talvez a garota ou até mesmo aqueles que depositavam sua confiança nela jamais poderiam esperar. Ainda que tivesse tempo para pensar em seus próximos passos, não demorou muito tempo para que o rapaz pudesse agir e decidir pular do barco para juntar-se a batalha, ele já tinha em alvo a sua arma de desejo e o obstáculo que ele pensou ter de enfrentar sequer apresentaria-se como um. Sua queda havia sido suavizada pela neve que havia no chão mas ainda assim sentiu uma leve dor devido ao impacto, algo que poderia servir-lhe para que no futuro se atentasse ao perigo de acabar se machucando de verdade se o terreno não for tão gentil com ele em uma próxima vez. Hari seguiu até o jovem espadachim que havia sido derrubado pelo golpe de Nirvana, a lâmina não parecia ter causado um ferimento mortal ao rapaz que naquele momento priorizou a própria vida do que a espada, sendo assim Hari não teria resistência por parte do policial caído caso seu objetivo fosse apenas o de adquirir a arma, no entanto havia uma escolha que ele poderia fazer ao ver o homem se arrastando ferido pela vida. Seria ele seu algoz? Pelo estado do jovem policial, não parecia que a ferida dele por si só poderia ser capaz de declarar o fim de sua vida, ainda que pela forma como o clima se comportava, se ele não fosse capaz de se colocar em pé era bem provável que o clima pudesse ser aquele a ceifar a vida do jovem.Ainda que as possibilidades fossem pequenas, talvez houvesse uma chance do rapaz sobreviver mais um dia e se esse fosse o caso, isso poderia trazer consequências boas ou ruins ao grupo e esse era um dilema ao qual poderia ter passado  durante esse pequeno tempo que havia levado para que Hari pegasse sua espada e partisse para ajudar Nirvana. Independente de sua decisão em relação ao homem já caído e sem vontade de lutar, ele seguiria em seguida para o palco do combate principal.


Hikari

A garota dentro do conforto que era oferecido pelo navio e pela companhia do músico  havia se colocado a pensar no que Leon havia a dito ao descrever Ada, em sua inocência ao imaginar as características descritas pelo rapaz só poderia assimilar o termo a algo bom, algo que poderia a fazer sentir-se muito feliz consigo mesma por ter solucionado o mistério sozinha. No entanto por mais que tivesse pensado que sua conclusão havia sido algo veloz, talvez perdida em seus pensamentos tivesse se deixado levar demais pela própria imaginação, se dando conta que não havia outra pessoa junto a ela nesse momento que não fosse o músico.

Quando percebeu o que de fato havia acontecido acabou por corar, sentindo-se envergonhada pela distração e pelo possível atraso que ela pensou ter causado mas, o músico tinha a ela uma reação muito positiva, não havia irritação em seu rosto para falar a verdade, Hikari poderia perceber que sua feição era algo muito distante de algo negativo, havia um sorriso em seu rosto e o seu olhar transparecia uma sensação boa a menina que talvez pudesse sentir-se mais confortável consigo mesma e ao que viria a seguir o rapaz acenou com a cabeça para cima e para baixo como um sinal positivo, antes que pudesse tomar a dianteira para guiar a garota para o lado de fora da embarcação,  diferente do clima confortável que ela poderia sentir ali dentro do navio, no momento em que se colocasse para fora de sua proteção, sentiria o efeito do choque térmico agir sobre ela ao sentir um incômodo muito maior do que o normal mas, não era apenas isso não só um ou dois, mas mais barulhos de disparos de tidos poderiam ser ouvidos pela garota, que até aquele momento não poderia ver pela posição que se encontrava do que se tratava, seu otimismo prevaleceria sobre a sua preocupação? Essa era uma pergunta que Apenas Hikari poderia responder, antes que pudesse tomar a decisão de continuar andando na direção em que o som havia vindo ou se retornaria ao ambiente aparentemente seguro do navio junto ao músico, que nesse momento tinha uma feição assustada, era artista e não guerreiro. Para a pequena garota talvez aquela fosse uma escolha fácil de fazer, assim como também poderia ser difícil, o desconhecido mostrava-se muito mais como algo assustador do que convidativo nesse momento e todo o processo para que ela pudesse decidir seguir em frente ou não poderia cobrar mentalmente ou emocionalmente da garota, pois seguir em frente significaria que ela se colocaria em risco, assim como também poderia significar que talvez a sua preocupação com aqueles que eram próximos dela fosse maior do que seu senso de auto-preservação.  Ela poderia também escolher voltar para a segurança do navio, algo que muitos poderiam confundir com covardia mas, seria uma escolha pesada para que alguém pudesse tomar, devido a dúvida e talvez até mesmo a própria consciência que talvez pudesse agir sobre a garota. O músico, ainda que estivesse claramente assustado e com medo, não iria se mover sem que a garota estivesse ao seu lado, também não a influenciaria de forma direta fosse para encorajá-la ou para reprimi-la, Hikari era completamente livre para escolher ir, voltar ou até mesmo ficar e deixar-se levar pelos seus pensamentos.


Combate espadachim

Nirvana mesmo que não só fosse uma grande guerreira, como também tivesse uma grande fé por parte daqueles que a conheciam sobre a sua força em combate havia sido colocada em uma posição desconfortável no combate ao qual de maneira feroz encarava as adversidades, sem que pudesse dar um passo atrás demonstrando realmente ser um tipo de pessoa perigosa e assustadora para se ter ao lado, ao mesmo tempo que alguém confiável para aqueles que a tinha ao lado  o espadachim havia se colocado a sua direção, em um movimento que parecia muito o do outro espadachim, sendo assim a ruiva tinha a iniciativa sobre o espadachim que parecia hesitar em  executar sua técnica, dando-lhe uma oportunidade aparentemente perfeita para que ela  o executasse, no entanto ao realizar sua poderosa técnica o policial jovem não arriscou-se e com isso recuou rapidamente, fazendo com que o golpe da ruiva acabasse pessando reto, no entanto o movimento não era completamente inefetivo, para que ele desviasse, sua posição havia sidoa li, desconfortável demais para que ele pudesse se movimentar rapidamente novamente e ali a ruiva  conseguiria ver a oportunidade perfeita para dar um golpe que seria quase impossível para que o pobre rapaz evitasse.


Nesse mesmo instante, Hari conseguiu a oportunidade perfeita para que pudesse atacar sem que pudesse haver uma reação do espadachim, o moreno naquele momento estava posicionado fora do campo de visão de seu alvo, tinha a técnica e o timing perfeito para que  ele pudesse ali sorrir da possível reação irritada de Nirvana em todos os cenários, parecia que ali o trabalho em equipe, mesmo que não intencional seria perfeito, fazendo com que o combate pudesse se encerrar cedo, pela parte daqueles que se encontravam ali, mas era nesse momento que algo inesperado havia roubado as chances de sucesso de Hari. Ada havia avisado o policial, que se jogou ao chão, fazendo com que não apenas Hari perdesse seu alvo naquele momento, como também Nirvana de forma que ambas as armas acabavam por tocar uma a outra por um instante e ambos poderiam ali ter sentido como a interrupção naquele momento havia os colocado próximos de acabarem  ferindo um ao outro, um momento que talvez fosse frustrante ou até mesmo constrangedor para os dois que se olhassem para a frente ao mesmo tempo poderiam ter seus olhares se cruzando. Em meio a aquela situação, a garota de longos cabelos brancos não daria espaço para que o espadachim pudesse se levantar e colocando-se em meio a Hari e  a Ruiva e cravando a sua espada no estômago do espadachim, que pelo choque da dor, havia perdido ali a consciência de forma quase instantânea, assim como teria ali o seu fim se ele não pudesse ser tratado a tempo. Haviam ali eliminado a ameaça que havia se colocado contra o grupo, mas como lidariam um com o outro nesse momento em que quase tudo se colocou a perder pela coordenação?


Combate Leon:
Era frustrante para o rapaz ver o modo como o velho parecia tê-lo desrespeitado ao usar da oportunidade que havia encontrado para que pudesse jogar o garoto ao chão com um empurrão, algo que não feria o seu corpo, mas certamente era um poderoso golpe contra seu orgulho, se ele tivesse algum. A expressão de aparente deboche por parte do policial era algo que poderia ter feito com que o sangue de Leon  fervesse e o fizesse cair exatamente naquilo que o velho planejava mas, não o fez. O  rapaz de cabelos pretos demonstrou sagacidade ao tentar igualar os termos, se seu oponente jogaria sujo, porque havia ele de ser o honrado? O rapaz levantou-se com um semblante sério e rapidamente teve o sucesso que desejava em adquirir o armamento do homem que havia caído, no entanto, seria difícil para que o rapaz pudesse notar alguma diferença no semblante do homem, que mantinha-se atento, em uma posição que era difícil para que Teresa ali pudesse ter a certeza de acertá-lo. O jovem então, notando que não havia perigo caso ele pudesse errar os disparos usou de sua habilidade de adaptação para pensar em um meio de usar a arma ao qual havia recém adquirido para realizar ali um disparo de teste, antes que pudesse realizar um segundo disparo na direção do policial, mesmo que fosse um homem forte, Leon sentiria o efeito do recuo da pistola sobre seus dedos e mesmo que o seu princípio fosse bom, sua capacidade de atirar um tiro a distância não eram e o clima não lhe favorecia, o vento era forte e talvez pela sua falta de experiência ele não tivesse o costume para lidar com fatores externos ao realizar um disparo, mas o mais provável era que o problema viesse de sua pontaria que favorecia ali o ancião. O Policial então levou a mão direita a boca, retirando o charuto e soltando uma longa fumaça que se dissiparia com o vento, logo colocando novamente o seu charuto na boca dando uma longa tragada. No tempo que ele pudesse fazer isso, Leon aproximou-se de forma súbita e perigosa demais para que ele pudesse contar com a segurança de que o rapaz iria errar na distância em que se encontrava e nesse momento, era possível para que se fosse visível que sua feição tranquila mudou para uma expressão de alerta  e nesse momento, o ancião havia deixado o charuto cair de sua boca, de modo que o menino teve de mover-se para evitar que fosse queimado, ainda que não fosse um ferimento mortal, certamente era um machucado desnecessário para que ele pudesse ter, se  a sua posição aparentemente o favorecia para que novamente pudesse tentar ameaçar o policial, seu cuidado era tanto ao ponto de tentar abrir espaço para que um disparo de Teresa pudesse ser executado enquanto lutava e a garota dava o seu melhor para que pudesse aproveitar o momento perfeito mas, evitando um disparo que pudesse ferir Leon, mesmo que ele não se colocasse a sua frente, ela decidiu esperar pela oportunidade perfeita do que simplesmente disparar. A proximidade do rapaz, permitiu  que o velho reagisse de forma muito agil para alguém de sua idade, evitando a direção que o cano da arma apontava baforou toda a fumaça do charuto sobre o rosto do rapaz, algo que irritava profundamente os olhos dele naquele momento, fazendo com que possivelmente lacrimejasse e nessa janela de tempo o idoso encaixou um forte gancho que jogaria Leon para trás, não era forte o suficiente para que o levasse ao chão mas a dor que ele sentia do golpe ali era intensa, quase como se o velho tivesse lhe socado com um tijolo ao invés dos punhos, como reação seu dedo acabou por realizar um disparo que havia pego por completo no ombro do velho que após ser acertado, novamente com Leon a distância tomou uma curiosidade atitude, ao levantar ambas as mãos.

Geral

A todos que estivessem ali naquele momento, com o combate encerrado por parte do espadachim poderiam tanto ver, como também ouvir o que o senhor tinha a dizer, se dessem a ele tempo para tal, se vendo encurralado e sem mais nenhum aliado o senhor havia tomado uma decisão que era mais inteligente do que apenas continuar a lutar até o seu fim, já não era tão jovem, por mais que  em uma situação de combate um a um, talvez fosse ali uma ameaça grande. Se não fosse interrompido, se colocaria a falar.

-  Você é forte, todos são… Talvez se eu fosse mais jovem pudesse ter oferecido uma ameaça maior a vocês ou talvez até mesmo tivesse me juntado em uma aventura… Vocês tem o poder da decisão, não vejo sentido em continuar lutando, quando claramente fui derrotado mas, também não tenho desejo de entregar a minha vida.. Sabem o que dizem, um homem velho em uma profissão que se coloca a vida a prova normalmente é alguém a se temer ou… A pelo menos se ter respeito, por isso em troca da possibilidade de me deixarem ir e resgatar meus homens que ainda tem vida, eu posso ao voltar para o centro de meu departamento impedir o avanço dos demais policiais que também virão em minha direção, se eu não voltar no tempo combinado de minha patrulha. No entanto, vocês podem também escolher não acreditar em mim e seguir o que o coração de vocês diz que é o melhor para que vocês tenham um futuro.


O senhor, puxou mais um charuto do bolso e novamente o acenderia, seu monólogo poderia ser ouvido a todos que estivessem presentes ali no momento e a decisão que eles tomassem naquele momento teria um grande peso no futuro próximo ao qual eles tinham de enfrentar, qual seria a decisão do grupo? Talvez para aqueles que fossem menos comunicativos e pudessem acabar em um momento mais introspectivo para pensar sobre o que era certo fazer, nesse momento ponderassem sobre qual seria a sua própria escolha e como isso poderia refletir sobre o grupo, sobre as pessoas que haviam ao seu redor e sobre qual seria a visão dos outros a partir dessa decisão. Todos que estavam presentes ali eram importantes, fossem eles aqueles com a voz ativa ou simplesmente presentes.

Comentário :3:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySeg 2 Abr 2018 - 1:07

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO


Enferrujado ou talvez tivesse perdido a noção da altura, quem sabe havia sido o sangue quente ao ver Nirvana se ferir, um pequeno resquício de sentimento amoroso por ela? Ou apenas o sentimento de irmandade? É, quem saberia dizer... A questão é que eu sentia o choque de minhas pernas encontrando no chão, realmente se não fosse a neve para amortecer meu pouso, estaria com algumas complicações. Pegava a espada e via o policial caído se arrastar numa tentativa de fugir, durante a ação sequer se passava por minha mente a possibilidade que ele poderia morrer na neve, o importante é que eu realmente não daria a mínima para ele, não seria um executor a sangue frio. Eu conseguia seguir rumo ao meu plano mirabolante. Tudo havia sido pensado, a prova de falhas, mas não a prova de Ada, que garota miserável.

De repente a espada que eu acabara de pegar batia no machado de Nivy, meu único olho se cruzava com os dela, e me vinha em mente que ela pudesse agora perceber o tapa-olho e questionar isso, não era um assunto que eu gostaria de tocar, mas meu olhar não se desviava por conta disso. A partir do momento em que vi ada finalizar o cara, minha visão se transferia para a direção dela e então eu balançava a cabeça de forma negativa, demonstrando toda a minha frustração com aquela ação da menina Rock.

Toda essa frustração até me fazia esquecer do velhote que eu planejava atacar, acabando assim por só reparar depois que o mesmo já estava praticamente rendido. Me dava conta de que o mesmo parecia propor algum tipo de piedade, sem implorar por sua vida. Eu tomava frente, chegaria mais perto do mesmo para então dizer o que eu pensava sobre aquilo.

- Não somos executores, apenas lidamos com quem entra em nosso caminho. Acredito que meus companheiros compartilhem da mesma opinião que eu.

Utilizava de minha lábia para mostrar ao homem que de alguma forma éramos boas pessoas, ninguém nunca é, mas para firmar a ideia entregava a espada para o velho, demonstrando que eu não tinha intenção de ficar com ela, uma vez que não havia sido utilizada para matar um companheiro deles poderia o policial dono desta ter algum apego pela arma e a desejar. Minhas palavras logo voltariam a sair com firmeza enquanto aquele ar gélido voava de minha garganta enquanto eu respirava esperando o homem segurar a espada. Por mais que pudesse parecer imprudente que eu entregasse uma arma para o inimigo, ele estava rendido ali e seria burro em me atacar com ela, como ele estava priorizando a vida, eu assumia que não corria risco algum em armá-lo.

- Leve seu parceiro ali rastejando por vida e tenham certeza de que se entrarem em nosso caminho novamente...

Deixava agora exalar todo o meu poder de intimidação, não para amedrontar o homem, mas para nos marcar como superiores. Finalizava.

- Acabarão como os outros dois.

Duvidava que Ada poderia discordar de minha opinião ou que ela sequer fosse dizer algo, mas me preocupava um pouco com as palavras de Nivy, sempre de temperamento forte se ela cismasse em ceifar o homem ela faria aquilo e nada poderia impedir, eu não impediria. No fim, eu falava por eles ali, mas na verdade não sabia ainda o quanto haviam mudado, afinal eu tinha mudado muito e não poderia esperar menos dos outros.

Por fim, uma pequena dúvida me assolava e só me lembrava de questionar isso no final.

- E... quem são vocês? Não me digam que Kan e Nábis também tiveram filhos e os mandaram para cá.

Diria com uma interrogação enorme acima da minha cabeça, era super provável que aqueles dois malucos tivessem descoberto filhos vários anos após o nascimento, parecia o mais plausível para mim.



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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySeg 2 Abr 2018 - 1:46


Cerre os dentes!


O gosto metálico em sua boca se acumulava mais e mais, vindo do lugar ainda dormente e latejante de seu queixo, que pancada havia levado dessa vez... O fazia até mesmo lembrar de seus tempos em que descobriu o boxe e levou um gancho bem dado pela primeira vez, mas claro, dessa vez não foi ao chão e perdeu a consciência. Esfregava os olhos o antebraço esquerdo, principalmente com a manga, tentando se livrar daquela sensação irritadiça causada pela fumaça do charuto do velho homem. Um sorriso no rosto naquele momento?! Algo que não havia condições de sustentar, no lugar cerrava os dentes e se colocava de pé ouvindo o que o velhote dizia e seguidamente o rapaz com tapa-olho. Juntando os lados juntaria toda a saliva e gosto metálico que estava na boca e cuspiria ao chão ficando ali atento ao que acontecia por um momento.

Pescoço ligeiramente inclinado para o lado, queixo empinado e feição de poucos amigos. Olhava tudo aquilo como se estivesse na verdade alguns metros acima de todos, mesmo estando pisando sobre o mesmo chão. Irritado? Extremamente. Mas não era a principal emoção que remoía em suas entranhas, Leon havia perdido para aquele velhote, uma derrota medíocre que feria o homem, ao ponto de lhe dar o choque de realidade, não era tão forte como pensava, mas não podia aceitar isso, precisava mesmo é se levantar e continuar a caminhar para frente. Todo esse tempo acomodado com sua vida na sua ilha, se metendo em brigas e com o maior numero de mulheres que podia, bebendo e fumando até o amanhecer, haviam o deixado mole. Ficou daquela maneira até o rapaz acabar de falar, ao que parecia era um dos companheiros ou de Ada ou de Teresa, mas pra ele pouco importava isso.

Trocaria a arma de mão então e começaria a andar na direção do velho policial, um passo de cada vez e sem pressa, trocando a arma da mão direita para a esquerda e falando conforme se aproximava - Hoje você vive velhote... Agora cerre os dentes! - Passava pelo rapaz do tapa olho e ao ter a distância, pisava forte e realizaria o swing bem aberto de um cruzado de direita, bem na lateral do rosto do homem, um pouco mais acima do queixo, na  lateral da bochecha. Aquele golpe não era apenas uma vingança, um acerto de contas ou qualquer coisa do tipo. Não. Ele carregava um juramento e principalmente um aviso para o velho e Leon, acreditando assim como Raul que homens de verdade falam pelos punhos, esperava que o velhote entendesse Eu vou ficar mais forte, ninguém mais irá me parar!" Leon pensava junto do golpe, mas as palavras que saíam de sua boca em seguida, não eram exatamente assim - A próxima vez que eu te encontrar... Eu te arrebento! - E agora então ele virava de costas para ele e voltava a andar.

Caminharia agora rapidamente até Teresa e lhe entregaria a arma dizendo - Um presente para você! Prometo te agradecer e dar mais atenção no cair da noite! - Mas diferente de todas as outras vezes que falava com uma mulher, ou mesmo com Teresa, Leon continuava sério. Finalmente ele andaria até a garota ruiva com o machado, ela possuía espírito parecido com o do próprio homem e ele sabia que seu orgulho também poderia estar ferido depois daquele embate, talvez até mesmo queimando ainda mais do que antes. A tomaria no colo em seus braços, a frente de seu corpo, mesmo que ela resistisse a isso ou tentasse se debater e falaria para Ada - Se continuar a me dar esses perdidos, eu posso não estar por perto para salvar algum de seus amigos... Irmãzinha! Já você... - Dizia olhando nos olhos da guerreira do machado - Você daria uma boa namorada! Sei que gostaria de dar cabo da vida daquele velho tanto quanto eu, mas antes vamos arranjar alguém para cuidar desses buracos e... polir o fio desse seu machado, se é que me entende! - Por incrível que pareça, ele não tinha segundas intenções naquelas palavras e naquele momento. Não conhecia ela, mas de alguma forma sabia que eram parecidos e ela estaria tanto ou mais frustrada que ele naquele momento, só esperava que finalmente controlasse o fogo que queimava em seus olhos e não continuasse aquela cena mais tempo ao ponto de manchar sua reputação de guerreira, mas sim saber que precisaria estar mais preparada da próxima vez.

A levaria até perguntando para Teresa - Vocês tem um médico por aqui?! - Aguardaria a resposta da moça e a seguiria se assim o precisasse. Estava deixando o rapaz do tapa olho no vácuo? Estava, mas sinceramente, Leon estava "pouco se fudendo" para isso naquele momento, que Ada explicasse as coisas para o rapaz agora.




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySeg 2 Abr 2018 - 3:01


☠️
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We Are Pirates




Meu plano era um enorme sucesso, fazendo com que o homem se esquivasse do ataque surpresa de Hari e gerasse uma cena no mínimo hilária entre Nirvana e Hari. Sem dar tempo para o inimigo se reposicionar, eu sentia o peculiar prazer de minha espada perfurando a carne de alguém, principalmente se tratando de um espadachim tão verde que tinha a ousadia de tentar atacar Nivy mesmo com esta estando ferida. "Ufa" Suspirava ao ver o inimigo desacordado no chão, enquanto puxava de volta a minha lâmina. Talvez isso o matasse devido ao sangramento, talvez o frio acabasse o matando, sabia disso como uma médica iniciante mas pouco me importava com o destino que aquele homem teria, ele havia aceitado essa possibilidade tanto quanto eu quando escolheu o caminho da espada.

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Após o fim daquilo via a cara amarrada de Hari devido à minhas ações, e não podia fazer outra coisa que não fosse me voltar para ele e para nirvana e fazer uma careta, usando um dedo para puxar um de meus olhos para baixo e mostrando a língua para ambos. Após isto, dizia sorridente para tentar amenizar o clima - Um a um Nivi. Me desculpe, não podia deixar você tomar tanto a dianteira! Hahaha! - Abaixava-me com cuidado para limpar o sangue da espada nas roupas do espadachim caído, enquanto via o adversário de Leon já rendido após ver que estava em uma desvantagem numérica enorme "Parece que meu irmãozinho tomou uma surra! Hahahaha! Deve estar puto do cara ter se rendido antes de ele poder dar uns murros nele" Achava graça daquela situação por saber muito bem como era o temperamento de meu irmão quanto aquele tipo de coisa.

Pegaria também a espada e a bainha do adversário antes de me levantar, como um souvenir e também como uma arma secundária - Ficarei com isso! - Dizia para ninguém em específico sabendo que aquele homem estava longe de conseguir me escutar. Tinha calma agora que a luta havia acabado mesmo tendo em mente as feridas de Nirvana, sabia que a garota era cabeça quente demais para se preocupar com isso agora, na verdade ela talvez ainda quisesse estripar aquele velhote e com certeza não seria eu a impedir... Talvez até a ajudasse com isso.

Via entretanto Hari começar com algum tipo de discurso pacifista quando o policial pedia para que o deixássemos sair dali junto com seus companheiros sobreviventes. Me perguntava em realidade se o tapa olho era algum tipo de idiota ou só muito inoscente para acreditar nas palavras de um homem como aquele. Felizmente meu irmãozinho parecia pensar a mesma coisa que eu, ou ao menos tomava uma ação que servia muito bem para o meu propósito. Sentia a vibração daquele soco e sabia de longe da motivação que Leon possuía naquele ataque. Aproveitava o momento para aproximar-me do homem rendido, respondendo ao discurso de Hari -Err... Me desculpe Hari, mas... NO QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO? - Dizia em um tom furioso e ao mesmo tempo bastante preocupado, enquanto bradava sacaria minha espada e rapidamente daria um golpe em diagonal de cima para baixo mirando a panturrilha direita do inimigo, preferencialmente faria isto antes que ele tivesse tempo de se recuperar do golpe de Leon e também de Hari devolver a arma aquele homem. Afastaría-me alguns passos do inimigo novamente depois do ataque enquanto guardava a espada.

-É óbvio que ele não pode sair daqui hoje... Por diversas razões. - Dizia agora mais calma e racional -Vamos ver, um policial de patente alta o suficiente para comandar alguns homens chega de volta no QG deles com metade de seu grupo apenas, sendo que o unico homem que sobreviveu junto a ele está a beira da morte... - Suspirava enquanto pensava o quão idiota era Hari - Você acha mesmo que ninguém virá aqui depois disso? Mesmo se o velhote estivesse falando a verdade, o que eu duvido, e diga para não vir mais ninguém, é óbvio que teríamos que enfrentar todo um batalhão aqui! E de qualquer modo, teríamos que mudar nosso "esconderijo".

Agora dava uma brave olhada para a mulher que vinha com Leon, que imaginava ser a tal amiga de quem Herfesto havia falado, e então olhava novamente para Hari e para aquele homem - Como ele tem no mínimo uma patente descente, concordo que ele nos vale mais vivo pelo menos. Vamos mantê-lo como refém por um tempo, e obviamente sair deste porto. Ou podemos simplesmente matá-lo aqui mesmo para que esperem pela patrulha dele por mais um tempo. - Respirava fundo por alguns breves segundos - Virão procurar a patrulha dele mais tarde, sim. Mas se o deixarmos ir o dobro de homens virá até aqui depois, e bem mais cedo do que virão no plano que estou falando. O que me dizem? - Termianava de falar aquilo suspirando, e vendo uma nuvem branca se formar em frente a minha boca devido a todo aquele frio que sentia agora que acabava a adrenalina em meu corpo... Seria mais confortável se pudessemos simplesmente encerrar auqilo e irmos logo para um lugar coberto onde pudéssemos tratar dos ferimentos de Nivi.

Por fim caminhava até onde Leon estava segurando a ruiva, suspirando agora em tom de descontentamento, sabia muito bem o que ele pretendia com uma garota bonita como aquela e de modo algum permitiria que isso acontecesse. Caminharia até próximo da dupla e, ao chegar lá, puxaria o cabo da katana discretamente e o atingiria no estômago de meu irmão apenas com força o suficiente para que ele se afastasse de minha amiga -Essa não irmãozinho! - Por fim, voltava finalmente o meu olhar para Nirvana e fitava seus ferimentos, dizendo preocupada - Como está? Me desculpe Nivi, deveria ter sido mais rápida! Deixe eu dar uma olhada, precisamos te levar a um médico assim que possível! - Afirmava aquilo preocupada enquanto, com cuidado extremo, pegava a mão do baço ferido de Nirvana e usava para erguê-lo, a fim de fazer um diagnóstico dos danos.


Post: 009~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes: •Ganhos: 2 Katanas (?) // Perícia: Luta de Rua
•Perdas: 30 mil berries

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 6 EmptySeg 2 Abr 2018 - 10:51







Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


A neve fria e o sangue que escorria por suas mãos pareciam apenas aumentar a adrenalina quando o espadachim corria em sua direção. Os olhos âmbares estavam ariscos, mínimos, enquanto sentia aquela necessidade, aquela energia e vontade crescer mais e mais dentro de si. Nirvana avançou, atacando sem dar brechas para o espadachim continuar vindo em sua direção. Ela o pressionaria, ela o pressionaria até que cedesse, e se ele iria bloquear ou se esquivar, ela iria golpeá-lo até que os braços dele se cansassem e cedessem, ela o encurralaria até que não tivesse mais para onde correr ou se esconder. Seu sorriso aumentava de forma insana quando em seu segundo golpe o fazia recuar de guarda-aberta. “CHANCE!” Deu um passo para frente, seu braço se moveu em um arco para dar o golpe final que o cortaria do abdômen até o peito, passando pelo meio do diafragma. Ela já podia sentir o sangue quente, o vermelho vívido e escuro se espalhando e dando cor à neve, e a expectativa do cheiro de ferro já a deixava em um estado de êxtase. Não existia mais nada, só aquele momento.

Um grito. Aquela voz alertava seu alvo. Mas era... Ada? Piscou, o olhar assassino e insano hesitou pela provável única voz que a tiraria daquele transe enquanto o Policial se jogava para o lado, e neste instante uma espada chocava-se com o seu machado em um sonoro tilintar da lâmina das duas armas. Olhou para o lado, a fúria voltando apenas para se deparar com o tapa-olho e o olho dourado a encarando de volta: Hari. O que diabos?! Já começava a se virar em direção ao outro em estranhamento ao tapa-olho, mas ao identifica-lo firmou o pé direito parando a investida e se girando na direção do policial.

-  HARI! EU TÔ AQUI, FICOU CEGO?!

Gritou em uma mistura da sua irritação com a confusão do estranho tapa-olho que o outro usava. Não podia desconcentrar-se, ainda tinha a ânsia e o desejo por sua presa, por seu alvo. E quando finalmente virou-se já pronta para continuar seus golpes, o fez apenas para ser testemunha da investida astuciosa e traiçoeira de Ada. Que avançava com tudo em uma estocada com sua espada, perfurando o estômago do outro até trespassá-lo do outro lado com a postura perfeita de uma espadachim.

As bochechas da ruiva coraram levemente, e coraram um pouco mais com a careta fofa que a espadachim fazia de forma travessa, enquanto ela mesma acabava por relaxar um pouco os ombros como se seu mundo tivesse parado por um instante, por um motivo completamente diferente agora. Não gostava de perder suas presas, mas por uma visão daquelas... desviou o olhar na direção do último velho de pé, sua expressão focada ainda meio desconcertada.

-  Tudo bem, não vai demorar e eu vou pegar a frente mesmo – Sorriu de canto para a espadachim, de forma travessa e selvagem como lhe era habitual. Era estranho ter tantas pessoas ao redor repentinamente, depois de tantos anos treinando só, havia se esquecido da sensação. Ela realmente não esperava que seus companheiros aparecessem no combate, em fato esperava apenas que o idiota do seu irmão surgisse como de costume, mas aparentemente muitas coisas haviam mudado. Sua coordenação em combate agora precisava entrar em equilíbrio com o bando que finalmente havia se reunido. Mas não tinha tempo para refletir sobre aquilo, ouvia o discurso do homem e a fala dos outros. Pera...

Quê?

Quê?

Olhou para os lados, agitada. Seu saque em mãos de Hari e Ada, seu sangue escorrendo para a neve, os espadachins caídos, o estranho dando a arma para a mulher atiradora lá longe, e todo mundo falando sobre... o QUÊ?!

- VOCÊS PIRARAM?! POUPAR?

Ela ia até o espadachim no chão simultaneamente ao movimento de Ada, ambas esbravejando ao mesmo tempo, o pensamento das duas seguiam a mesma linha, embora o da ruiva tivesse uma viela mais sombria também envolvida. Não deixaria fugirem, eram suas presas, e ela não havia acabado o que queria, sua ação apenas ressaltando sua posição quanto tudo aquilo. Erguia o machado na direção do espadachim no chão e descia-o violentamente no centro de sua costa com um movimento vertical rápido e preciso, cortando o que viesse a surgir no caminho antes de puxar a arma para si. Isso era o que pensava de poupar. Não havia sido uma briga de bar, não havia sido uma brincadeira de criança, eles haviam ido para matar e ela também, Shiro ainda não havia aparecido e aquilo a frustrava. Era então que notava o rapaz moreno vir na direção dela tentando... pegá-la nos braços? Se moveu para o lado, se esquivando. Girou nos calcanhares de novo, se esquivando mais uma vez se afastando do guarda e do rapaz, em direção ao navio:

- Oe... Oe... OE!– Continuava se movendo, se esquivando do maluco e ouvindo as intenções de Hari naquela loucura toda e do rapaz. Uma veia parecia saltar em sua testa enquanto, em meio aos movimentos energéticos, exclamava: - Devíamos matar todos! Eles não seriam misericordiosos assim. E já viram leão poupar um cervo porque ele não tem escapatória? Pois é. Eu não vou poupar nenhum – Parou de se esquivar, os olhos âmbares ficando intensos e perigosos, sua voz saindo em um tom ameaçador enquanto ela erguia o machado e apontava para o homem em desafio... o que perdia totalmente a seriedade quando era erguida do chão por um par de braços fortes estranhos.

A ruiva virou a cabeça na direção do rapaz que parecia mais do que contente de tratá-la como uma princesa indefesa, parecia um Shiro versão bronzeada. Pera, era o Shiro versão bronzeada irmão da Ada? Não sabia disso, mas um grande foda-se.  Olhou para o “irmãozão” e semicerrou os olhos, subindo o punho em um soco no queixo da rapaz que parecia não se importar de mantê-la ali, com aquele papo de namorada. Mas que diabos?! Mas o que fazia seu pavio curto explodir de vez era quando falava de seu machado:

- HÃ?! Meu machado ESTÁ afiado, você quer testar?! Me põe no chão. ME PÕE NO CHÃO! – Exclamou visivelmente ofendida e começou a soca-lo repetidas vezes, a espernear e até a tentar dar uma cabeçada no outro. Ada se aproximava e aquilo apenas aumentava sua urgência de se soltar dos braços do outro, mas quando ela finalmente chegava surpreendia a ruiva com o saque rápido do cabo da espada no estômago do moreno.

Nirvana passou de irritada para curiosa, olhando com certo fascínio e falta de reação a ofensiva da amiga, ficando mansa repentinamente. Apenas por ser ela, a garota de cabelos cor de fogo estendeu o braço ferido e deixou que ela tocasse sem a agitação de antes. Fechou um dos olhos com a pontada de dor pelo toque, mas se manteve ali sem recuar, com a pontinha dos lábios levemente erguida em um sorriso por ver a outra preocupada.

-  Está tudo bem... foi só dois furinhos. Eu não contava que tivessem uma arma, talvez eu faça um escudo para que isso não atrapalhe, e aí ninguém vai me parar, nem mesmo você. – Sorriu com aquele ar convencido que costumava ter nesses momentos, tentando descontrair a tensão do momento, apontando para si mesma e prendendo seu machado na cintura.  Olhou de canto para Hari e para o outro moreno ao seu lado:

- Ei vocês dois! Peguem o dinheiro e todos os equipamentos que eles tiverem. Eu posso usar para forjar coisas novas pra gente. – Disse, e simplesmente voltou a olhar para a forma como Ada cuidava de seu braço, com aquele pequeno sorrisinho meio bobo no rosto.



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