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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Critical Acclaim

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MensagemAssunto: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptyQui 01 Fev 2018, 14:49

Relembrando a primeira mensagem :

Critical Acclaim

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hari Nnoitra. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptySeg 26 Fev 2018, 14:02

For me!?...


~ QUE!? ~


Fiquei totalmente surpresa quando o musicista, Raul Cortez (sim, lembrei o nome dele somente durante a música) entregou-me seu instrumento. Por um curto momento achei que estava me dando de presente seu violino. Certamente corada, o alívio veio quando ouvi sua fala a seguir. Aliviada, pois não saberia como aceitar ou recusar um presente desse. Mas nem por isso menos confusa?


— Hai! Sim, senhor! Hã? Briga?


Antes de sequer poder entender o que se passava, via Raul aproximar-se de outro homem, e juntos entrarem em conflito com a polícia. Não sei porque, mas juntei-me em meio ao caos, dedos dedilhando quase que por conta própria.





— Mas o que está acontecendo?


Me perguntava, em voz alta, dedilhando os acordes acompanhando a briga que se iniciava. Eu sinceramente não estava entendendo nada, mas preocupava-me em manter o violino a salvo, como Raul pedira. Afastava-me, assim, alguns passos, procurando não ficar em posição onde pudesse ser atingida por acidente.




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptySeg 26 Fev 2018, 16:13

Briga de rua... com trilha sonora?! It's a fucking outdoor tavern

Como todo bom plano de improviso, já era de se esperar que não desse de todo certo, apesar de conseguir dar uma "puta" dor nos bagos de um dos policiais, o outro estava ligado na situação e me acertou uma pancada daquelas na cara. Do chão só pude ver o músico que Teresa havia falado, acertar um belo de um cruzado no policial que havia me derrubado e me estender a mão como um convite para uma luta em dupla. Ainda meio tonteado, lembro de ter pensado enquanto me levantava com um sorriso no rosto, de quem estava prestes a ter um dia daqueles "Então o apelido dela é Viper?! E por que diabos estou escutando música?!"

Raul se apresentava e logo os policiais se colocavam de pé, já entendendo o que aquilo ia virar Sou Leon e acho que aquele cara ali vai querer acertar as contas comigo! Haha!- Diria para Raul, apontando para o homem em quem havia acertado a joelhada... Se fosse eu no lugar dele, estaria "p da vida" e o sorriso ainda estampado em meu rosto, de deboche, era proposital para piorar aquilo. Finalmente levantaria os punhos a frente do rosto, me despedir dessa ilha com uma boa luta entre homens, seria bom também, ainda mais se a Teresa... Mas por que diabos eu estava ouvindo música?? Aquela pancada devia ter mexido meus miolos, não era possível!

- Então... Podemos começar? - Exclamaria enquanto saltava no lugar, um movimento típico da movimentação rápida do boxe que serve para deixar seus movimentos mais imprevisíveis, apesar de meu tamanho e de gostar de bater forte, eu sempre preferi dar o primeiro golpe e ser rápido. Meu objetivo era investir enquanto o policial ainda estivesse incomodado pela dor e cheio de raiva, como aprendi desde pequeno, ao desbalancear o emocional do oponente você que dita o ritmo da luta. Então partiria de uma vez contra o policial, sabia que ele usava tonfas, então precisava controlar a distância que estaria dele sempre, ao me aproximar daria um jab rápido na direção de seu rosto e após o golpe realizaria um pequeno salto para trás, esperando uma reposta ofensiva dele, pronto para me esquivar e enfim começar os verdadeiros golpes. Jabs servem primariamente para medir a distância e testar a defesa de seus oponentes, sem que se coloque realmente em risco, um soco veloz tanto ao deferi-lo, quanto ao recolher o braço de volta a base, por isso após o primeiro e/ou o segundo, geralmente entram os golpes mais poderosos.


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Não queria levar outra bofetada de graça e por isso escolhi preparar a distância com o primeiro golpe e então esperar que ele atacasse, ou observar como ele reagira. Estava pronto para me esquivar tirando o corpo da frete dos golpes, utilizando de meu jogo de pés.Enfim se viesse o golpe, ou ele exitasse por um momento, eu começaria a verdadeira investida, tentaria executar a esquiva para me colocar da melhor maneira possível para preparar o próximo golpe, já jogando o corpo levemente inclinado para o lado e com o sucesso eu partiria para um cruzado de direita visando acertar seu queixo e logo em seguida um gancho de esquerda visando acertar o plexo solar do policial. Qualquer um dos dois golpes poderia ser poderoso suficiente se entrasse, então eu apenas fazia como sempre treinava, usava combinações de socos diferentes que acabavam induzindo a entrada de pelo menos um. Mas como isso? Você deve estar se perguntando. Simples, os combos do boxe tendem a fazer como que o adversário ou tente se esquivar, ou bloquear, de uma maneira que deixará outro ponto de seu corpo aberto para a entrada do golpe conseguinte. Nesse caso, o cruzado de direita visando o queixo serve para fazê-lo ou jogar sua cabeça para trás para sair do caminho do golpe, ou mesmo tentar bloqueá-lo, oque leva a deixar a parte inferior do tronco desprotegido, onde procurava acertar com o gancho de esquerda.

Estava finalmente testando as verdadeiras habilidades daquele policial, sabia que ele poderia estar bufando de raiva contra mim e tentaria usar isso a meu favor. Sempre mantendo o jogo de pés para facilitar minha movimentação e esquiva às reações de meu oponente, bloqueando seus golpes apenas em ultimo caso, fechando a guarda a minha frente ao colar meus ante-braços um contra o outro a frente de meu rosto ou corpo.


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptySeg 26 Fev 2018, 21:05







Baby let’s go I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


Um pequeno choque no peito da ruiva com as palavras da espadachim a fazia sorrir sem mostrar os dentes, fechando os olhos enquanto era amigavelmente abraçada pelo seu crush de infância. O corte não intencional em suas fantasias e como ela falava aquilo com a maior naturalidade e inocência eram ainda mais desconcertantes, mas nada que, no fundo, Nirvana não esperasse. Ada nunca havia mostrado nenhum interesse em ninguém, o que sempre fez com que tivesse alguma esperança, talvez só não fosse o momento, teria outras oportunidades, sim!  A ruiva erguia a cabeça, puxando o ar fundo e seguindo atrás dos outros com o animo recuperado. Ada poderia até ter mudado, certo? Podia não ser mais a mesma. Mas se fosse, Nirvana agora não iria cometer os mesmos erros do passado. Ela sorria sozinha, com seus próprios pensamentos e logo voltava-se ao foco daquele dia, sem sofrer de mais com a rejeição inconsciente de Ada.


Sim! Era o dia do reencontro, iam chutar algumas bundas, cortar alguns braços, pegar um navio e sair fudendo tudo até a Grand Line.  Com isso, era possível ver seus olhos brilharem enquanto ouvia o velho da forja, ela assentir com a cabeça animada com a ideia de cair na porrada, e, gradualmente, o brilho em seus olhos irem se apagando. Uma das suas sobrancelhas se erguia, ela fechava o sorriso fazendo um biquinho de incredualidade e tédio enquanto encarava a cara velha e horrorosa daquele ferreiro cheio de marra. Em algum ponto da história ela até mesmo bocejava, escorando-se na mesa de armas e começando a andar pelo lugar observando as criações do homem. Sério, Nirvana não dava a mínima pra aqueles rebeldes idiotas, e muito menos pro velho com crise da meia idade se gabando pra cima deles. Shiro era o primeiro a resmungar, claro que ela sabia que estavam sendo usados, isso era o de menos - afinal eles também estariam usando a oportunidade, Ada era a mediadora e a ruiva não pode deixar de cutucar o ouvido, incomodada com toda aquela baboseira, enquanto respondia com um tom meio entediado:


–    Néé Ojii, você tá com essa marra toda de ser fodão, mas tá se escondendo atrás da gente, cê tá ligado né?   – Ela tirava o dedo da orelha, fazendo um "poc" e olhava para ele de forma cortante: - Eu posso ser nova, mas eu não teria deixado um monte de mimadinho mandar em mim que nem vocês não. Foram covardes de mais pra cortar a cabeça de todo bostinha que chutou a cara de vocês, por isso que 'tão nessa situação agora... não me venha com essa de "queria ver vocês tentarem". Se qualquer um aqui erguer a arma, vocês não vão ter um segundo round pra planejar uma revolta.

Seu tom era rasgante, e quando terminava seus olhos ambares estavam estreitos, e uma sede de sangue parecia exalar ao redor da garota, que tinha o machado sobre o ombro. Ela apertava o cabo com força, era possível ver os nós de seus dedos brancos como se ela, em seu fundo, quisesse muito abrir o velho e mostrar que ela não estava ali para brincadeira. Seu ar parecia se transformar completamente naquele momento, Nirvana não havia gostado, em nada, de ser desafiada daquela forma, e estava por um fio de ir atrás da cabeça dos dois tipos de ratos naquela ilha: os de bunda de seda e os atolados na bosta.

Ela estalava a língua, passando ao lado do irmão e de Ada, e abrindo um sorriso selvagem de lado:

–  Mas é, estamos dentro... apenas porque já faríamos algo assim mesmo, e porque estou louca para ver esse cenário de tédio virar algo mais... quente.

A ruiva vestia a jaqueta branca que tinha presa na cintura, fechando-a e seguindo junto de todos. No caminho, ela ia movendo os ombros e fazendo um alongamento, enquanto repassava o discusso revoltado de Shiro. Ela soltou um "Pffff" e riu um pouco, olhando de soslaio para o irmão:

– Você continua um velho chato e resmungão, Shiro-nii-chan. Se você não se soltar um pouco vai acabar começando a criar rugas antes dos 25, e isso seria pééssimo pra sua carinha fofa. Vamos apenas nos divertir um pouquinho, okay?

Ela ria mais um pouquinho, apertando a bochecha do irmão e sorrindo pra ele. Estava feliz, apesar de provocar o maior o tempo todo, em tê-lo por perto mais uma vez, assim como Ada, e não conseguia ocultar isso com o sorriso que voltava a brincar em seus lábios, hora ou outra, sem que percebesse. Seu peito saltava de ansiedade por ver os outros e começar a se divertirem de verdade, logo, logo, o bando nasceria, e essa constatação apenas fazia com que ela sorrisse mais, enquanto andava para o porto seguindo o velho atrás do que ia mostrar pra eles.



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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptyTer 27 Fev 2018, 22:16

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO


- Eu ia roubar o barco de um capitão aposentado... Não ia dar certo não..

Depois de reparar bem os objetos do quarto, não era dificil juntar 1+1 e perceber que aquele senhor pescador não era bem o que aparentava ser, que por um motivo divino decidiam não me descartar junto do policial esquentadinho, será que precisavam de mim para algo? Todas as possibilidades que me vinham em minha acabavam me sugerindo que eu seria utilizado como isca, como front do combate, apenas um peão e isso seria péssimo.

Balançava a cabeça negativamente tentando afastar a ideia, e saía da cabine, andava pelo corredor procurando por alguém. Encontrava pela voz o capitão que acabava uma conversa que provavelmente não me apetecia.

Não era como se eu fosse um sujeito gatuno, mas perceber assim me dava uma leve intuição de que talvez aquele homem possuísse um certo Haki, mas então vinham as palavras do capitão para minha alegria, ele tinha encontrado as pessoas que eu queria, bom, não era difícil perceber que os outros não eram dali, se eu parecia estrangeiro agindo de maneira formal, imagina então os outros, me vinha de relance a possibilidade de que Shiro ainda estivesse na vibe de ser um ninja, esperava de verdade que ele não estivesse usando uma fantasia agora.

- Bom, se eles estão bem, creio que tem mais sorte que azar haha.

Ria realmente animado por saber que encontraria meus amigos após tantos anos. E bem, como o homem oferecia, por que eu negaria a possibilidade de aprender?

- Já que ofereceu, tem sim, vi uns livros no quarto, algum deles sobre o meteorologia?

~~~ Pilotagem ~~~




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- Mas então, qual exatamente é o objetivo do senhor aqui? Era um pirata no novo mundo? E o que diabos aconteceu quando eu apaguei, estavam conversando com o policial logo depois de matar o parceiro dele!?

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Última edição por Katsu em Ter 10 Abr 2018, 22:15, editado 1 vez(es)
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Nolan
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptySab 03 Mar 2018, 17:28

Nirvana, Shiro e Ada


Hefesto sorria com a reação dos garotos ao falar sobre a revolução, mas eles entenderam algumas coisas errado. Ele teria que explicar melhor aos garotos o que ele queria deles. Obviamente não seriam iscas, nem nada parecido. O ferreiro prezava pelo bem estar dos garotos, mas aquela insolência que no início parecia engraçada agora começava a tirá-lo do sério. Ele não deixava transparecer diante de sua face que parecia a calmaria antes da tempestade.

— Vocês me entenderam errado. Primeiro, não há marinha na ilha, só os citei para me expressar. Segundo, seu amigo não é refém, ele se envolveu numa confusão e meu amigo cuidou dele. — Ele andava de um lado para outro da sala ponderando as palavras dos moleques a sua frente. — Eu não deixaria um papel tão importante assim para pessoas tão imaturas. Vocês não vão ser iscas de nada. Só irão participar como qualquer pessoa dessa ilha na batalha.

Tanto Nirvana quanto Ada estavam animadas com a ideia da batalha, só Shiro era contra tudo aquilo. Mas parecia ao homem que de alguma forma a última palavra era a da ferreira e a garota havia aceitado fazer parte da revolta. O garoto de cabelos brancos apontava a ninja-tõ que havia escolhido pela a sala enquanto questionava o ferreiro sobre seus planos, até que apontou, mesmo que sem nenhuma intenção ofensiva, a arma que acabara de comprar ao homem que a vendeu. Hefesto coçava a barba pensando em seu próximo passo, então pedia para o grupo o seguir para outra sala. Ela era mais ampla e se parecia com um lugar para treinamentos. Havia uma boa quantidade de areia no chão, devido a vários sacos rasgados que eram pendurados no teto. Bonecos de pano estofados com linho ficavam dispostos nas paredes da sala, alguns de armadura, outros com roupas da polícia da ilha.

— Não há ninguém aqui hoje, mas por muito tempo esse foi o local de treinamento das pessoas da ilha e posso lhes assegurar que criei um belo de um pequeno exército. Sua atitude garota. — Falava apontando para Nirvana — Essa impetuosidade selvagem e a falta de educação irritante me lembra a de alguém e é foi só por isso que os convidei. Vocês não são peões ou algo assim, não irei usá-los como isca e se por um acaso falharmos de algum jeito, eu tomarei as providências para que saiam com vida disso tudo. Vocês poderão sair a hora que quiserem da confusão, só preciso que se divirtam e matem e saqueiem o máximo que conseguirem. Agora estão prontos para encontrar seu amigo?

Ele dava meia volta como se houvesse dito tudo o que tinha para dizer, se dirigindo vagarosamente à saída do seu estabelecimento. Esperava que os garotos o seguissem, já que deviam estar no mínimo ansiosos para reunir toda a trupe mais uma vez. Quando saíssem da forja, perceberiam que não sentiam tanto frio assim, o sol brilhava acima deles, banhando-os de calor, mesmo com a neve que não parava de cair lentamente nas ruas de pedra da cidade. O clima estava bem agradável, tornando as ruas desertas bem mais movimentadas. Hefesto mandava todos terem cuidado, já que as calçadas estavam bem escorregadias por causa do degelo ocasionado pelo sol, aquela ilha tinha um clima naturalmente quente, então mesmo aquela misteriosa neve cedia ao poder do calor.

Chegando ao porto eles viram quase o mesmo que o Hari havia visto, com uma única diferença. Apenas um dos navios pesqueiros ainda continuava no porto, ele estava no hangar e havia uma grande rachadura em sua lateral. Tirando este barco, havia outro mais luxuoso, voltado ao comércio de cargas e era neste que o Hari estava. Hefesto conduzia a trupe incompleta para o encontro de um dos seus amigos de infância que faltavam, o único que realmente ficou no lugar em que marcaram o reencontro. O barbudo virava para os moleques e falava:

— Já pensaram o que vão falar para ele depois de tanto tempo sem se ver? — Eles teriam que subir a escada de cordas do barco para reencontrarem um dos seus companheiros que faltavam, qual seria a reação do grupo?






Hari


Depois que o capitão lhe deu um ou dois toques sobre meteorologia uma dúvida vinha à cabeça do Katsu. O que aquele homem fazia ali. Sem bem que mesmo com todos aqueles detalhes, não dava para ter certeza se o capitão tinha sido ou não um pirata, aquilo tudo estava apenas na cabeça do jovem rapaz. Quando ele perguntava o que havia acontecido depois de ter apagado e de ter lembrado que mesmo depois de matar seu parceiro, o capitão Turner continuava a conversar com o segundo policial que restou e aquilo o divertiu muito.

— Aaah, era apenas o Jax, um dos líderes da polícia local e um dos nossos melhores aliados. Ele encobriu o crime para nós e nos dá várias informações sobre o corpo policial e como agem. Você vai entender quando meu amigo chegar com o resto dos seus colegas.

Eles entraram numa sala de espera ampla com alguns sofás vermelhos e abajus em cada ponta da sala. Um tapete persa cobria todo o chão com lindos gráficos feitos a mão e havia uma réplica de um navio esculpido numa grande peça de marfim, um trabalho raríssimo que vendido para a pessoa certa poderia deixar alguém rico. O garoto não saberia disso, então nem havia como pensar em roubá-lo. E mesmo se por um acaso ele soubesse, se tentasse alguma coisa o que lhe aguardava era um trágico fim. Turner sentia uma leve inclinação no navio então falava.

— Aquele hipopótamo está aqui e parece que ele trouxe amigos, se você não pensou no que falar para eles, espero que pense agora, eles já estão entrando.







Leon e Hikari



Hikari ficava completamente surpresa com o instrumento dado a ela pelo musicista. Era uma pena e uma benção que ele apenas tenha dado o violino para ela segurar enquanto ia em direção a um confronto, já que era mais fácil ela emoldurá-lo do que tocar ele. Mas ainda sim, como ele havia pedido, ela começava a tocar uma melodia rápida e animada que servia de plano de fundo para a confusão. Leon Rock e Raul se aproximava dos seus respectivos oponentes, a batalha iria começar. Leon avançava contra o policial que havia acertado anteriormente tentando testá-lo com um jab. Mas agora ele estava esperto e com um golpe no pulso tirou o equilíbrio e toda a possibilidade do jovem boxeador recuar. Aproveitando disso, com a tonfa posicionada no antebraço, ele acertou um golpe potente na testa do seu agressor, jogando-o no chão.

— Um a um. Agora levante-se para eu poder acabar contigo.

O policial deixou ele levantar, já que não gostava de atacar um oponente caído, o que poderia ter sido um erro naquela ocasião. Confiante do seu primeiro golpe o policial decidiu partir para a ofensiva, o que foi um tremendo erro. Caindo para o lado, Leon era capaz de se esquivar e com a abertura causada pela surpresa acertava um poderoso cruzado no queixo do seu oponente, fazendo-o recuar alguns passos, mas não cair. Fora de sua linha de visão ele escutava Raul Cortez gritar para ser ouvido pela menina que tocava seu instrumento.

— Continue a tocar, isso está ficando divertido. — O primeiro round acabara, mas todos os lutadores ainda estavam de pé, um segundo round aconteceria.



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Shiro L. Walker
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptyDom 04 Mar 2018, 11:07







The Unseen Blade is The Deadliest




A shade of me is enough to defeat you



- Divertir? Em uma rebelião? Você realmente tinha que puxar até isso da mãe? – Virava os olhos, ainda odiando toda aquela ideia maluca de participar de um ataque contra nobres, ou o que quer que fingissem ser.

Nirvana e Ada pareciam ainda mais abrutalhadas do que podia me lembrar, ou do que poderia sequer ter imagino que poderiam ter virado. Quase conseguia ouvir a voz de nossa mãe gargalhando enquanto via aquela cena. Aposto que estaria orgulhosa da estupidez das duas. Seria possível que era o único a não acreditar naquele velho?

A ideia de que tinha ter um exército pessoal, que havia treinado em segredo pelo tempo que houvesse treinado, só fazia com que me questionasses sobre aqueles nobres. Homens e mulheres que um dia ganharam uma revolta em mãos realmente seriam tão estrupidos a ponto de permitir algo assim? Ainda mais se pensasse que ele tinha de ter forjado todo aquele armamento escondido da nobreza. Será mesmo que ninguém nunca tinha dito nada sobre aquilo? Ou que nenhum espião nobre tinha sequer pisado perto da ferraria?

Se fosse positivo demais eu talvez admitisse a chance daquela revolta funcionar. O que não mudava em nada o fato que não confiava, nem confiaria, nas promessas do velho ferreiro. Não tinha a menor possibilidade de acreditar que um homem como aquele fosse salvar a Nirvana, quando sua rebelião fosse ralo abaixo. Estar no time que ganha não seria melhor do que estar no time que só quer se rebelar?

Infelizmente era o único pensante naquele momento. Me parecia que o máximo que podia fazer era dar de ombros e seguir o brutamontes. Não era como se a dupla fosse deixar de segui-lo independente qual fosse minha resposta. Todos então avançávamos em direção do dia quase quente e molhado. Em alguns dias, ou momentos se a temperatura se mantivesse alta, a neve derreteria, se tornando lama borrada em todas as direções. Não gostaria de estar aqui quando isso acontecesse, não mais do que gostava de estar aqui agora.

Seguia minimamente comportado, ainda junto ao grupo. Por hora, gostaria de ter certeza do que aconteceria e Hari, se o velho falasse a verdade, estaria naquele navio. Resgatado após ter feito algum tipo de estupidez. Algo que não estranhava acontecer. Ignorando completamente a pergunta do velho, passava por ele pelas cordas, não por saudades. Apenas garantia que seria o primeiro a subir a embarcação para ajudar as outras duas a subirem. Assim como também teria certeza que não teria nenhuma grande armadilha esperando as duas




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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptyDom 04 Mar 2018, 12:41

And I'm...


Eu observava a cena que começava a ocorrer,
a briga entre os 2 homens com os policiais. Não entendia porque Raul resolvia parar de tocar para lutar, e, por um momento, quase parei a música, mas seu pedido renovava-me o ânimo para dar prosseguimento. Pulava de um acorde para o outro, saltando entre os sons e deixando-os fluir como um acontecimento natural à cena que se passava. À medida que ia ficando cada vez mais absorta em minha tarefa, começava a ignorar todo o resto à minha volta. Não a ponto de ficar cega a eles, mas a ponto de estarem em segundo plano.


Compenetrada, começava a mover-me pela praça, tocando o instrumento e andando com a fluidez de uma nota a outra. Às vezes para frente, às vezes para trás. Estava longe de ser uma dança propriamente falando, mas permitia-me mover indiscriminadamente, como que transportando-me em conjunto aos acontecimentos.







Nesse momento eu já não estava à procura de nada.
Explorar a ilha poderia esperar um pouco. Encontrava-me absorta em minha tarefa, tomando parte do caos e aceitando suas ordens. Passava de um lado a outro, tornando a briga que ali na praça ocorria em uma verdadeira peça teatral. Alegrava-me ditar ritmos e tons ao que ocorria ao meu redor.




Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptySeg 05 Mar 2018, 17:07







Baby let’s go I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


Nirvana rolou os olhos ambares com a frase do irmão:

–   Shiro-nii... não é todo mundo que gosta de fazer tricô para se divertir. Não nasci para viver presa nas regras dos outros, mas para sentir o sangue quente correndo por minhas veias e pela minha lâmina, com a brisa da liberdade e o cheiro de água salgada dos mares.

Dizia, começando entediada e se animando ao longo da sua contemplação de vida ideal, fazendo um arco no ar com uma das mãos na frente de si como se visualizasse e mostrasse o seu futuro de pirata. Por fim, ela voltava sua atenção mais uma vez no velho, ouvindo com atenção e uma sobrancelha erguida com certa descrência, mesmo vendo a area de treinamento que ele tinha. Ela na verdade não se importava em si com a veracidade de tudo aquilo, nem contava com a ajuda dele para alguma coisa ou o que fosse. Se não existisse saque, simplesmente não se envolveriam, e antes disso se certificariam que teria. Mas se a batalha fosse boa, ela ficaria mesmo que só ganhasse cicatrizes, pelo bem da adrenalina.

A medida que se aproximavam do porto, sua postura entretanto ia mudando. Ela olhava para todos os lados buscando pelos rostos familiares que esperava encontrar, observava com atenção ao barco luxuoso ali que com certeza era de seu interesse, e a ansiedade fazia com que ela começasse a andar mais rápido na frente. Quando o ferreiro indicava a embarcação que quem quer que fosse do grupo estaria, ela sequer terminava de ouvir, apenas saía correndo na frente com um sorriso de canto a canto e o machado preso nas costas pensando que já estavam no lugar certo, agitada de mais para esperar pelos outros.

–  OEEEEEEEEEEE! VAMOS SEUS DOIS MOLEGANS!

Ela acenava lá de cima para Ada, sorrindo, e para Shiro, mudando seu olhar para como se estivesse vendo um velho corcunda - sabia no fundo que ele não correria. Dava de ombros, e corria para dentro da embarcação, procurando por um rosto familiar sem se importar com quem estivesse no caminho, fuçando tudo:

–  EROO-KUN! APAREÇAAAAAAAAAA!!

Era como ela gentilmente chamava seu outro irmão basicamente, já que ele sempre tivera aquela tendência a dar em cima de todo mundo. Ela não hesitaria em pular passando o braço pelo pescoço do outro, nem que se dependurasse, o abraçando por ali e fazendo um cafuné bruto típico dela, rindo de orelha a orelha se o encontrasse. Se não, continuaria procurando como um furacão vermelho pela embarcação.



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Última edição por Ashrya L. Winter em Seg 05 Mar 2018, 17:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptySeg 05 Mar 2018, 17:09

Pow!! A dança entre homens. meu punho... sua cara!!

Mais uma vez fui jogado ao chão com um golpe dos policiais, agora com a tonfa em seu antebraço, levei a pancada na testa, mas se ele achava que só por estar desarmado eu era menos perigoso que ele... Estava muito enganado. Mesmo com o baque do golpe, me levantava enquanto ele se gabava e logo ele partia novamente para cima, sedento para acabar com minha raça, oportunidade perfeita que me rendeu um esquiva e dando a abertura para cravar minha mão fechada na cara daquele cara. Ouvia Raul falar com quem estava tocando aquela música, ao mesmo tempo que via o homem a minha frente cambalear alguns passos para trás - Ora, se não foi parar no ponto certo...?! - Comentaria para mim mesmo, enquanto afiava os olhos e parava de saltitar no lugar, cravando as pernas contra o chão e já começando a girar o quadril, tinha que aproveitar os segundos ali.

Tensionava a musculatura com força, o chão sob meus pés resistia a pressão que fazia contra ele. O punho cerrado bradando o ar a seu redor, o sorriso no rosto que se transformava em num semblante de esforço físico e concentração. Agora a coisa ficava séria e queria ganhar a vantagem naquela luta, para isso ia usar da técnica que desenvolvi enquanto aprendia boxe e tinha que me virar nas ruas. Para quem olha de fora, pode até parecer que estava golpeando o nada, mas eu precisava esperar pelo momento exato de avançar, alcançar meu alvo de uma única vez numa espécie de Dash, acumulando toda força que tinha e a distância que estávamos, que podia vir a não se repetir, num único momento de explosão muscular. "Pow!!" Desferia meu poderoso golpe mirando bem o meio da cara de meu oponente, confiante que mesmo que ele bloqueasse, era o ápice de minha força e peso contra o dele e uma vez que começava ela, eu mesmo não conseguia parar.

Ele poderia atacar ao mesmo tempo? Claro! Mas aí que está a graça nos combates entre homens, medir sua força diretamente contra um oponente é algo que faz nossos corações acelerarem, baterem fortes e cheios de energia. Eu estava preparado para levar a pancada e esperava que ele também o estivesse. O mais importante nem sempre é o derrubar seu oponente, mas sim levantar depois de caído, quem aguenta mais pancada ali?! Depois do golpe, onde estivesse, fosse no chão, de pé a frente dele, se passasse por ele, não importava, mas me voltaria para ele e me prepararia para continuar a investida. Se percebesse que ele havia sentido o golpe, algum momento de hesitação por parte dele, seguiria com um combo de socos subsequentes, sendo o primeiro um gancho de baixo para cima em seu plexo solar, com o intuito de fazê-lo recuar só o suficiente para emendar o segundo, um gancho descendente usando não só minha força mas o peso de meu corpo, visando sua cara.

Porém se ele estivesse em melhor momento que eu, me prepararia para me esquivar, antes de investir. Braços colados ao corpo com os punhos protegendo as laterais do rosto, tentaria optar mais por uma esquiva onde me abaixava ao sair do golpe, para usar a força de minhas pernas no primeiro dos ganchos, para abrir sua guarda. Como eles apenas haviam me golpeado em arcos, por conta das tonfas acreditava eu, era a opção mais viável no momento, mas não descartava a possibilidade de outros golpes mais diretos. No caso de de algum golpe direto, tentaria não uma esquiva completa, mas uma composta com um bloqueio, me inclinando apenas o suficiente para desviar seu golpe dele com um dos punhos e então partir com os ganchos.

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- Vamos lá!! Você não ia acabar comigo?! Homens cumprem com suas palavras! Hoho! - Exclamaria se estivesse levando a melhor - Desse jeito sua mulher também vai preferir a mim... Como de costume! - Provocar um oponente pode parecer perigoso, mas é mais perigoso perder seu ritmo ao cair nas provocações e... de fato a mulher dele já pode ter sido minha alguma noite!!  


Técnica usada no post:
Pow:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptyTer 06 Mar 2018, 21:37


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




A empolgação de Nirvana era, assim como eu me lembrava, algo sempre contagiante. Seu jeito brincalhão e selvagem sempre me tirava algumas risadas, e servia para acender ainda mais a minha chama de guerreira. O descurso do velho servia mais como um modo de "colocar-nos em nosso devido lugar", mas o fato é que pouco me importava o papel que fossemos ter naquela revolução, desde que eu pudesse lutar contra adversários bem fortes e experimentar minha nova espada.

Depois de mostrar-nos a sala de treinamento para provar algum ponto  á Shiro. Era de fato uma estrutura impressionante escondida no subsolo daquela lojinha, mas naquele momento aquilo pouco importava para mim que apenas pensava em como seria a batalha, e me sentia ansiosa para juntar-me a ela. Não esperava precisar da ajuda daquele velho para sobreviver a nada, teria que me provar uma espadachim digna e sobreviver aquilo usando apenas minha própria força para abrir caminho. O saque viria como minha premiação por sobreviver aquele dia.

Do lado de fora do estabelecimento tinha uma grata surpresa ao perceber que o sol tinha ficado forte o suficiente para combater toda aquela neve que caía do céu. Satisfeita, finalmente tirava o meu casaco velho e o amarrava na cintura, sentindo os raios de sol tocarem minha pele a medida que reparava no considerável aumento da movimentação naquele vilarejo, o Sol realmente havia feito maravilhas.

Naquele momento sentia-me preocupada, e discretamente olhava para os lados tentando procurar por alguém que eu na realidade não queria que me encontrasse. O meu irmão irritante e superproteror estava em algum lugar desta ilha, e eu esperava que ele ficasse ocupado demais com algum rabo de saia por aí para se lembrar de minha saída. Não entenda errado, querendo ou não, eu gostava muito de Leon, mas sua mania de sempre querer me proteger me deixava bastante irritada, e fazia com que eu tivesse bons motivos para não querer alguém como ele me acompanhando nas viagens que faria pelo mundo em busca de me tornar a maior de todos os espadachins.

Por fim no porto, via que apenas dois navios estavam presentes ali, e ao meu ver apenas um deles poderia claramente ser o navio ao qual nos dirigíamos. Herfesto, provavelmente sem ainda ter entendido com quem falava, tentava dialogar com nosso trio. Inutil, é claro, aquela altura era totalmente impossível que Nirvana parasse para conversar com qualquer um a não ser com o companheiro que estava dentro daquela embarcação, e Shiro era simplesmente ranzinza demais para escutar qualquer coisa que o ferreiro tivesse a dizer. Eu, por outro lado, era educada e escutava o que ele tinha a dizer, rindo sem graça para ele após a reação de meus amigos. Dizia:

-Bom... Acho que com isso já deu pra você perceber, não é? - Conseguia ouvir os gritos de Nirvana nos chamando e depois procurando por Hari. Apontava com o braço e um sorriso em direção ao barco, indicando que o homem poderia ir primeiro. O fato é que eu não queria subir uma escada antes dele devido a minha saia, ele parecia um velhote assim como meu avô, e velhotes são tarados, então eu não daria essa satisfação a ele. Mas além disso, eu faria uma pergunta a Herfesto enquanto caminhávamos em direção ao navio - Para dar armas na mão de desconhecidos e falar tudo aquilo, você é realmente forte, não é? Se não se importar, eu gostaria de praticar um pouco antes de tudo. - Dizia aquilo como uma pergunta para Herfesto, mas também como um pedido. Uma prática seria boa para esticar os ossos e me aquecer, quem sabe também aprendendo uma ou outra coisa nova.


Post: 006~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes:
•Ganhos: Katana

•Perdas:
30 mil berries
Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 4 EmptyQua 07 Mar 2018, 09:59

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO


Aparentemente o homem fingia ignorar minha pergunta sobre a pirataria, seguindo logo para o caso do policial que acabava por ser exatamente o que parecia, algum tipo de complô pra um ato de revolução talvez, ou quem sabe o tal aposentado trabalha com algum tipo de venda no mercado negro e por isso precisa da policia fora, mas naquela ilha em nada, o que poderia servir de mercadoria. Apenas acenava com a cabeça quando o homem terminava de falar e entrando na sala podia ver uma grande escultura, provável que o mesmo navio da pintura, uma oportunidade de perguntar novamente.

- Aquele navio, é o mesmo da pintura no quarto, certo? Pode me falar sobre ele?

Já daria para ouvir os gritos de nirvana e de sua maneira, com certeza seria a primeira a me achar, enquanto o projeto de ninja provavelmente estaria a seguindo melancolicamente, se é que ainda eram assim, muita coisa poderia acontecer para mudá-los.

Continuaria ali esperando paciente até que entrassem a tropa, me sentia curioso perante a qual seria a aparência de todos eles e caso Nirvana realmente fosse a primeira a entrar, a irmã mais nova, não manteria formalidade, iria em direção para abraça-la, seria ótimo ver um rosto familiar após tantos anos longe, após tantos problemas.

- Oooh você cresceu bastante!!

Diria rindo para a mesma, deixando sair em minhas palavras toda a empolgação que sentia de acordo com aquele reencontro. Não poderia deixar de notar o machado com alguns traços de design que já me eram familiares de ser da garota, é claro que um ferreiro andaria com seus projetos, mas sem dúvida era uma arma aparentemente muito melhor do que as que eu costumava ver sendo feitas por ela antigamente.


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