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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Critical Acclaim

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MensagemAssunto: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQui Fev 01, 2018 2:49 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Critical Acclaim

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hari Nnoitra. A qual não possui narrador definido.


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Nolan
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQua Fev 21, 2018 4:12 am

Ada, Shiro e Nirvana


O ferreiro achava graça da indisposição da jovem garota ao ser comparada com outra pessoa, abrindo um largo sorriso as reações adversas da menina. “Essa tem fogo correndo pelas veias, talvez sirva a nossa causa”. Ela pagava ao homem que nem conferia o valor, já que confiava na palavra da mesma, eram companheiros de profissão e ele nunca desconfiaria de outro ferreiro. Ela se preparava para sair do estabelecimento quando novos compradores chegavam no local. Para a surpresa de ambos, o reencontro que deveria acontecer no porto acabou acontecendo ali da forma mais inesperada de todas.

A fraternidade e o tempo apagavam toda e qualquer picuinha que os irmãos podiam ter e eles se abraçavam. Estavam claramente com saudades e isso era um sentimento que todos daquele grupo partilhavam. A ruiva mostrava com muito orgulho o belíssimo machado de batalha que fizera ao irmão e acabou se tocando que ele não havia trazido nenhuma com si. Bem… ela tanto tateou que acabou encontrando uma, mas que de nada serviria para as lutas que estariam por vir. A bem da verdade, até poderia ser de alguma serventia, mas isso é conversa para outra história.

Ada por outro lado, discretamente passou por aquele caloroso (e meio estranho no final…)reencontro dos irmãos e perguntou ao ferreiro que estava sorrindo para a situação se ele vendia espadas também. Como ele estava distraído tomou um susto com a loira que até então não havia sido percebida nem pela Nirvana. Ele se recompõe rápido e responde:

— Sim, tenho todo tipo de armas. Pensava que vocês poderiam ser infiltrados vindos a mando dos nobres, mas percebo que era besteira minha. Aproveite seu reencontro primeiro, quando acabarem mostrarei-lhes algo realmente bom.

Os irmãos estavam tão entretidos com o reencontro que a loira foi facilmente ignorada, tendo que chamar a atenção para que ao menos lembrassem que ela estava ali. Ela se dirigia a Nirvana que chamava carinhosamente de Nivi, brincando com as ameaças que a garota fez aos que ousassem discumprir a promessa e com o fato do Shiro não ter lembrado de comprar armas até o dia do reencontro, mesmo ela mesma tendo esquecido. Por fim, também abraçaria a ruiva, claramente com saudade da garota que conhecia desde pequena.

— Coff, Coff. — Tossia o ferreiro para tentar chamar a atenção para si. — Bom, agora que sei que é impossível vocês serem espiões dos nobres deste maldito local, que tal verem o meu verdadeiro estoque de armas, acho que tenho algo que possa servir a vocês.

Ele ia na direção da forja e apertava num botão escondido que fazia a parede se mover em uma passagem que dava para uma escada que descia até o subsolo. Quase sumindo pelas escadas, o ferreiro se virava para o grupo e falava:

— Estão prontos? Podem me seguir! Ah, e antes que eu me esqueça, meu nome é Hefesto Bradox.

Se os garotos o seguissem pelas escadas veriam uma sala ampla cheia de armas decorando todas as paredes, tinha de tudo, realmente tudo o que você podia imaginar. Mosquetes, simples pistolas, claymores, katanas, lanças de todos os tipos e armas de todos os estilos. O velho Bradox exibia um sorriso meio doentio no rosto e falava:

— Estas são minhas belezinhas, mudou sua opinião sobre mim garota dos cabelos de fogo? Estão prontos para ouvir a história desta ilha?





Hari


O capitão do barco de comércio nem estava incitando a revolução ou algo do gênero, mas os ânimos na ilha estavam tão acalorados que a polícia, a mando dos nobres da ilha, repreendiam ao menor sinal do assunto. Mal sabia o grupo que se reunia que estavam não em uma ilha, mas num formigueiro prestes a explodir. Enquanto Hari ia ao encontro de seu agressor, o capitão Turner entrava no barco para chamar seu assistente. Enquanto isso o loiro bombado ia na direção do jovem com a sua grande espada em punhos, demonstrando toda a sua intenção assassina. Seu companheiro ruivo achava aquilo uma grande besteira, já que não haviam ouvido nada demais:

— Se acalme Max, não precisa fazer isso, deixe de ser cabeça dura. — Mas o grandalhão já havia se decidido e ele sabia que quando o retardado botava algo na cabeça ele iria até o fim. Jax Coolway sabia que o reino preferia policiais assim como aquele brutamontes, burros e cegos que seguiam as ordens sem questionar e com violência excessiva. Esse tipinho era o que ele mais odiava.

Max, o espadachim movia sua arma em um ataque em arco que era facilmente esquivado por Hari que pegava um pedaço de madeira que devia ser de alguma caixa que havia sido descartada para tentar golpear seu agressor na barriga, mas infelizmente ele era mais resistente do que o jovem pensara. Ao ter contato com a barriga do loiro, o pedaço de madeira se espatifou e não causou basicamente nenhum ferimento no corpo blindado do homem. Ele sorria e num movimento circular girava a espada e com a parte achatada lançava o garoto em cima das caixas cheia de peixes que ainda estavam para ser carregadas no barco.

— Relaxe Jax, não vou matar esse fedelho. Eu quero a cabeça daquele capitão de merda. — Num movimento de extrema velocidade o homem de ombros largos que guardava as caixas no navio voa na direção de Max e com uma força surpreendente levantava o homem do chão como se ele fosse uma criança. Max tentava gritar, mas o som saia abafado pela mão do seu agressor. Logo atrás vinha Turner com um sorrisinho desdenhoso acenando para Jax.

— Olá meu velho amigo, você arranjou um parceiro meio complicado para trabalhar, ele vai ter que ser eliminado. — Jax dava de ombros, o que só fazia o terror do homem aumentar enquanto começava a sufocar com o aperto em seu rosto. Turner assobiou e seu assistente com um único movimento do seu braço direito quebrou o pescoço do policial e o jogou no mar. O ruivo suspirou vendo que aquele era o único jeito, mesmo sendo problemático para ele.

— Pode ficar tranquilo, direi que ele não apareceu para o turno. Estamos tão perto de concluir nosso trabalho, este idiota poderia atrapalhar tudo. As correntes vão tirar o corpo de perto da ilha. — Então ele se virava para o garoto que estava rodeado por peixes e meio desacordado. — E esse ai, ele é testemunha. O que vai fazer? Mandar o Josef aqui dar cabo dele também?

— Não, vou explicar-lhe a situação quando ele acordar. Josef, leve-o para dentro e deixe-o descansando na minha cabine, tenho muito a explicar para esse jovem. — Eles entravam no barco, Josef carregando Hari. Quando o jovem acordasse, veria que estava num quarto bem luxuoso, mas sem a presença de nenhuma alma viva além da dele. A única certeza era que o capitão estava em algum canto daquele navio e eles tinham que conversar.




Hikari e Leon


A jovem garota acabava decidindo que seguiria aquela pessoa e de alguma forma ela lhe parecia familiar. Ele carregava um estojo que era facilmente reconhecível para qualquer músico. Foi daí que ela percebeu quem era, já que havia visto aquele rosto diversas vezes nos jornais em sua viagem. Ele era um violinista renomado que iria se apresentar para a nobreza da ilha em poucos dias e era normal que ele estivesse irritado. Boatos corriam que caso o músico não fosse bem ele não sobreviveria um outro dia para cantar e convenhamos, a perspectiva de deixar de existir não era a melhor de todas para alguém.
Além dos cabelos brancos, ele tinha um porte atlético e vestia um smoking preto. A garota o seguiu até o centro da cidade que começava a ficar movimentado. Ali várias esquinas se encontravam numa fonte mal cuidada que servia de palco para músicos itinerantes que ganhavam algum dinheiro dos clientes dos vários bares se posicionavam nas esquinas. Ele botava os seu estojo no chão e começava a tocar uma melodia triste para tentar prender a atenção dos clientes que começavam a se acumular em tais bares.

Entre eles estavam Leon e a garota que o chamou para conversar. Bem, ela queria conversar, mas ele talvez quisesse outra coisa. Ele era bem convencido de sua beleza, mas achava a situação estranha demais. Uma mulher assim do nada chamando-o. Talvez fosse uma mulher da vida em busca de um cliente do seu gosto. Só que este não era o caso. Quando ele chegava perto a garota o puxava para uma cadeira e não dava chances dele sair:

— Se fosse outro dia eu até sairia com você bonitão. Mas me ajude hoje e você pode ter isso tudo — e apontava para o corpo dela, com suas mãos passando dos seus seios até sua bunda — Está vendo aquele homem? — apontava para o violinista que se apresentava na fonte. — Ele é nossa isca, pessoas irão atacá-lo e teremos que defendê-lo.

Um barulho do engatilhar de uma arma era ouvido apenas pelos dois. A garota estava armada. Ela vira para o homem e beija sua boca, surpreendendo-o. — Meu nome é Teresa Vanderwell e aqueles — Apontava para dois homens com roupas da polícia, que se aproximavam da fonte. — São as pessoas que você tem que lutar. Não quero matar eles assim no meio de todo mundo. Se você me ajudar nessa, além do meu corpo, você terá a informação que quer sobre sua irmã. — O que ele fará a seguir? E Hikari, como reagirá diante de tudo o que se seguiria.





Off:
 
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Shiro L. Walker
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Shiro L. Walker

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQua Fev 21, 2018 11:20 am







The Unseen Blade is The Deadliest




A shade of me is enough to defeat you



Tinha a sensação de que algo estava fora do lugar. Mesmo com a nostalgia ao rever Nirvana, que ficava presa no abraço fraternal, a inexplicável sensação de ter algum ponto não se encaixando me assombrava. O que poderia ter ignorado quando tinha certeza de que aquela ruiva era Nirvana. Não pela forma como havia falado quanto nossos olhos haviam se encontrado, mas por todo o restante. Saberia reconhecer seu jeito, sua forma, sua voz e seu perfume, em qualquer circunstância. Mesmo que separados a uma década.

Então o que não fazia sentido?

Pensava enquanto afrouxava o aperto do abraço. Tinha a necessidade, quase vital, de partilhar as histórias dos anos perdidos com ela. Palavras se formavam na garganta quando um aperto finalmente fazia, como um estalado, eu relembrar o que faltava naquela cena.

Daria risada se tudo não fosse tão triste. Aquela REALMENTE era Nirvana. Como tal não demoraria para que o momento de reunião fosse inexoravelmente destruído. Não me espantava no mínimo quando sentia o aperto proposital contra minhas costelas. – Ei. – Dirigia um sonoro croque contra a cabeça da ruiva. Mais um alerta do que algo para ferir, apesar de achar que era o primeiro de muitos se estivesse certo. Pelos Quatro Blues, como esperava estar errado. – Por que você sempre tem que acabar com o momento? –

Afastava-me da garota ignorando toda a empolgação enquanto ajeitava a roupa no corpo. Agindo como uma criança que acabou de ganhar um presente Nirvana balançava o machado de um lado para o outro. Mostrava cada pequeno detalhe encravado em sua pequena obra de arte. Por esse lado pensava que ela poderia ser mais como Ada. A loira no mínimo era muito mais educada do que o furacão ruivo, apenas a cumprimentando com um abraço.

Sentia um par de mãos pequeninas sendo passadas por meu corpo, ainda enquanto desejava uma troca de irmãs. Percebendo, tarde demais, que Nirvana havia começado a me apalpar. Disparava mais um croque, dessa vez com meu rosto tão vermelho quanto o cabelo da garota. – Você REALMENTE sempre tem de acabar com a merda momento? O conjunto de veias saltadas, criadas pela vergonha, mesclavam-se com a vermelhidão embaraçosa. Ambas eram apagadas quando encontrava o olhar do ferreiro. – Sou Shiro e, esta daqui, é Ada. Obrigado por ter cuidado de minha irmã, senhor. Falava de maneira polida, encerrando as apresentações com uma leve curvatura para frente, em agradecimento.


Sabia que a outra iria achar tudo aquilo emocionante, mas eu encarava o estoque oculto com uma sobrancelha erguida. Não podia deixar de pensar que estávamos caminhando direto para um caminho que infelizmente não teria volta. Acima de tudo desgostava especialmente sobre o homem citar espiões da nobreza. O que quer que estivesse acontecendo na ilha fedia. Tinha o cheiro de merda repleta de aventura e eu odiava esse cheiro.

Seguia para a passagem apenas por aquela ser a única alternativa que sentia ter de seguir. Nirvana com certeza iria saltar cova abaixo se não estivesse junto a ela. Ao ver o salão agradecia sinceramente ter escolhido descer. Lá embaixo realmente fedia. Armas estavam empilhadas em todas as direções, esperando apenas alguém para manuseá-las. Armas demais para um povoado daquele tamanho. A menos que...

- Antes de ouvirmos sua história. O que compactuar com ela significa? – Perguntava com a seriedade sendo esbanjada pela voz, mantendo-me sempre a frente da dupla das garotas. Nirvana, como sempre, tinha o dom para encontrar enrascadas.




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Ashrya L. Winter
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQua Fev 21, 2018 5:00 pm







Baby let’s go I won’t take it slow.




Blood is always important


A cabeça de Nirvana apenas pendia para baixo a cada cocão que levava do irmão, o que só fazia com que começasse a rir da cara do mais velho de forma escandalosa, apontando para a cara do mesmo:

– HÃ? VOCÊ ESTÁ TODO VERMELHO SHIRO! HAHAHAHa. Que foi? Vai me dizer que virou um pervertido também? E me recuso a aceitar essa acusação, você que está recusando o meu afeto. – Ela cruzava os braços, virando de lado e fazendo um biquinho, resmungando realmente meio ofendida pelo mais velho não gostar de seu carinho - não tenho culpa se você é feito de cristal, marica.

Seu tom ia diminuindo, até que ela finalizava a frase com o rosto virado totalmente para o outro lado, com o queixo para cima de forma orgulhosa e os olhos fechados. Não entendia Shiro! Vinha todo meloso e quando ela retribuía ficava assim, todo ofendidinho, o que ela podia fazer? Bufavava, até sentir um par de braços mais delicados envolver-lhe pelos ombros, fazendo com que os olhos ambares se abrissem de sobressalto, procurando pelo responsável e dono da bela voz que lhe chamava e provocava seu irmão.

Quando a ruiva encontrava o par de olhos azuis próximos ao seu rosto, ela parecia se assustar mais uma vez, olhando a dona de cima abaixo rapidamente antes de sentir seu rosto esquentar:

– A-ada?! V-você está diferente e...

A outra a abraçava e o rosto de Nirvana ficava vermelho feito seus cabelos ao sentir o corpo da outra contra o seu repentinamente, e, sem jeito, retribuia passando os braços ao redor da cintura da amiga de infância e retribuindo o gesto de forma normal. Estava surpresa de mais para conseguir esmagá-la como faria antigamente, ou como iria fazer com os outros do grupo. Ao soltá-la, a bárbara ria um pouco meio sem graça e olhava para todos os lados antes de respondê-la, gaguejando um tiquinho no início:

– Haha..ha... s-só dessa vez eu vou deixar passar, viu? E só porque você lembrou.

Ela coçava a própria bochecha enquanto falava, reparando mais na amiga que costumava ser seu “crush secreto” de infância, ainda meio corada, parecia esquecer completamente que o próprio irmão estava ao seu lado enquanto sorria para Ada, ainda meio corada, e completava feliz até de mais com o fato da outra ter sentido falta dela:

– Você sentiu mesmo a minha falta?

Perguntava, sorrindo abertamente e esperando uma resposta até ouvir o tossir do velho da forja. Ela fazia um bico de insatisfação de ser interrompida e olhava de soslaio para o velho, realmente precisavam comprar as armas logo e irem encontrar os outros, mas independente disso Nirvana só saía atrás do velho quando Ada saísse, escutando a história do mesmo e arqueando uma sobrancelha a medida que descobria que o mesmo era... menos roedor do que pensara.

Aparentemente havia um tipo de rebelião que o velho fazia parte, e pelo caminho que o papo seguia já mostrava querer usar deles no meio daquilo. Ela apenas abria um sorriso lateral enquanto o velho agora mostrava uma face que a agradava, não apenas da forja, mas de si mesmo naquele sorriso de quem gosta de armas. Desse tipo ela entendia.

Shiro era o primeiro a se pronunciar, e Nirvana apenas ria, ele visivelmente já tava doido pra cascar fora daquela bagunça... ela tava mais a fim era de se sujar e, quem sabe, conseguir algo no meio daquilo tudo. Em fato, só valeria a pena se fossem conseguir o que queriam:
– Até que você não é um rato como eu pensei, ojii. Mas sabe, eu não gosto muito de ser usada desse jeito, e a gente tá mais a fim de conseguir um navio pra vazar desse blue com nossos amigos do que lutar uma luta que não é nossa. Mas a gente sempre pode fazer um acordo benéfico, né não Anikin?

Dizia, cutucando o irmão com o cotovelo para provocá-lo, rindo visivelmente de já ter encontrado algo divertido para fazerem.



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Spoiler:
 

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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQua Fev 21, 2018 6:32 pm

It's a new life


~ AHHH, LEMBREI DE ONDE O CONHEÇO! ~


Pensava, entusiasmada, ao reconhecer o estojo do violino. Ganhava novo ar de empolgação, ávida por ouvir um pouco de sua melodia.
Ficava, entretanto, sem graça de pedir que tocasse algo ou de ir puxar assunto de maneira tão aleatória. Para minha sorte, entretanto, segui-lo levou-me a um local movimentado na cidade,
além de ter a chance de ouvi-lo tocar. Sua triste melodia me inspirava e, ao fim de sua composição, dei alguns passos até ele, retirando cinco mil berries de meu dinheiro e colocando em seu estojo.


— Uau, jissan, que música bela!
Espero algum dia chegar nesse nível de talento! Ainda tenho um longo caminho a percorrer, principalmente porque nem mesmo tenho meu violino mais.


Dava um sincero sorriso, olhando para ele. Observava os arredores, olhando se mais pessoas haviam parado para ouvi-lo. A falta de meu instrumento musical me incomodava um pouco, mas não podia levá-lo de casa. Aquele que tínhamos, afinal, era da minha okaasan.



— A propósito, você vai fazer um concerto em breve, não é mesmo? Gambatte!


Afastava-me alguns passos para verificar se ele voltaria a tocar mais alguma música ou se ele encerraria por ali. Não havia porque sair da praça por hora, principalmente com tanto a se explorar e conhecer por aqui.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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Katsu
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQua Fev 21, 2018 9:00 pm

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO



Sem muita dificuldade eu conseguia me esquivar do golpe do homem que realmente era mais lento, também conseguia fácil encontrar uma arma, mas o que eu não podia imaginar era que aquela merda de toco estava podre, devia ser essa a explicação pra ele ter se despedaçado quando eu atingia o homem, puta azar... Meu golpe gerava efeito nenhum no homem que me atacava e eu não tinha tempo suficiente para reagir e me esquivar, sentia o encontro da espada dele junto ao meu corpo. Se eu acreditasse em algum deus essa seria a melhor hora de agradecer ele, aquela espada podia ter me partido ao meio, mas talvez o nervosinho quisesse brincar um pouco e batia de lado, forte o suficiente para me lançar e provavelmente deixar um belo hematoma.

- Uh.

Era o único som capaz de sair pela minha boca quando recebia o golpe, sem ar para conseguir expelir algum palavrão de minha garganta. Eu não saberia dizer se o que vi era o que realmente acontecia ou se eu estava sonhando, o cheiro de peixe impregnado em minhas narinas era a única coisa que parecia real, eu estava acordado ou não? Via o homem que antes estava carregando as caixas aparecer e sem dificuldade matar o policial nervosinho, enquanto o outro policia ficava parado sem fazer nada? O que eles estavam conversando? Ahn? Capotei.

Aos poucos eu recobrava minha consciência e olhava ao redor, examinando onde eu estava, e ao meu redor via que o local era luxuoso, até demais para um barco grandinho de pesca, mas eu podia jurar que me lembrava de ouvir o velho mandando o grandalhão me levar para a cabine. Bom, eu ainda estava com minhas roupas, então acho que nada de estranho tinha acontecido.

Me levantaria devagar e começaria a caminhar para fora daquele quarto, com o objetivo é claro de encontrar alguém, principalmente o velhote para me explicar se eu tinha sonhado ou de fato havia o visto conversar algo com o policial logo após de seu capataz matar o outro. Que doido. Onde diabos eu tinha me metido?


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQua Fev 21, 2018 11:26 pm


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




O ferreiro me dizia algumas coisas estranhas quando questionado por mim sobre a venda de armas, mas naquele momento eu resolvia apenas seguir o seu conselho e concentrar-me no reencontro com meus amigos de infância, que acontecia naquele momento. Achava mais do que oportunido interromper aquele reencontro quando todo aquele amor fraternal se transformava numa clássica discussão fraternal entre os dois irmãos... Talvez não tivessem mudado tanto afinal de contas.

Talvez Nirvana estivesse um pouco doente por vestir tão poucas roupas em um frio como aquele, ou talvez apenas tivesse se distraído tanto ao ponto de ser surpreendida por minha chegada e se envergonhar. Dava uma pequena risada, achando engraçado ver aquele lado da garota. Esperava um abraço forte da ruiva, como ela havia feito com o irmão, mas aquele abraço era estranhamente diferente e... doce. Não sabia dizer se doce era a palavra certa, mas com certeza era diferente do que esperava da garota, ainda assim era reconfortante sentí-lo, assim como havia sido com Shiro. Abraçava-a com mais força, era bom rever uma velha amiga.

Era engraçado ver como mesmo uma pessoa tão cheia de energia como Nirvana era capaz de gaguejar em suas falas as vezes, talvez tivesse ficado realmente com vergonha por não ter me percebido ali antes, e era divertido ver esse lado da garota. Ainda me lembrava de alguns momentos de nossa infância, com ela sendo sempre tão ativa e tagarela, talvez minha querida amiga tivesse mudado mais do que eu poderia imaginar.

Analisava o quanto a garota havia crescido enquanto esta coçava a bochecha, por mais que os irmãos houvessem crescido, eu ainda conseguia ver aquelas mesmas crianças por trás daqueles rostos, aquelas que prometeram se encontrar em uma ilha desconhecida, rumo a fortuna e a aventura. Nirvana havia com certeza conseguido um corpo de mulher, e algumas cicatrizes, mas nesse pouco tempo de reencontro havia percebido que ela era a mesma boa amiga que eu havia deixado há dez anos atrás.

-Mas é claro que senti Nivi! Cresci com você, se lembra? Senti a falta de todos os meus velhos amigos!

Não havia entendido muito bem o propósito da pergunta da ruiva, mas a respondia mesmo assim no tom mais alegre que conseguia, condizente com o sorriso que tinha em meu rosto. Por fim a conversa de reencontro era interrompida pelo ferreiro, que fazia o sorriso sumir de meu rosto para dar lugar a um olhar sério, de quem estava prestando muita atenção. Seu convite não me parecia do tipo que poderíamos recusar facilmente, e na realidade eu estava pouco disposta a declinar, visto que naquele momento a minha necessidade por uma espada crescia descontroladamente. Seguia-o pela escada, até mesmo estranhando um pouco o fato de Nirvana não ter tomado a dianteira, e no andar de baixo a surpresa era grandiosa.

Meus olhos brilhavam, a quantidade de armas no arsenal daquele velhote não poderia ser imaginada nem nos meus maiores sonhos. Olhava em volta, entretida e tentando encontrar cada espada que estava por ali, enquanto caminhava instintivamente ao redor do local. Shiro parecia estar falando alguma coisa que pouco me importava naquele momento, tudo o que minha curiosidade me permitia fazer era procurar a espada que parecesse a melhor dentre todas aquelas, ou ao menos a que mais me agradasse. Pegaria aquela que fosse melhor aos meus olhos, colocando-a entre meus braços como um velho amigo que havia acabado de reencontrar, e desenbainhando-a para analisar sua lâmina.

Só então que percebia que poderia estar sendo um pouco rude ao fazer aquilo sem nem sequer escutar o que o homem tinha a dizer, neste momento, despertando-me de meu transe, eu conseguia prestar atenção no final do que Nirvana dizia, percebendo o quão infantil eu estava sendo ao aceitar aquela oferta pegando uma daquelas espadas sem nem sequer ouvir o que o velho tinha a dizer - É... um acordo benéfico... - Dizia aquilo tentando parecer que estava concentrada no assunto desde o início, mas claramente meio sem graça - Tem algum espadachim do lado do inimigo? - Não me julgue, uma luta já seria mais do que benéfica para mim se houvesse um espadachim de valor para ser derrotado, e uma boa espada como prêmio.


Post: 004~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes: •Ganhos:
•Perdas:

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyQui Fev 22, 2018 4:49 pm


Por que não?! Útil e agradável!

Não vou mentir, essa moça realmente me pegou de surpresa fazendo uma proposta como aquela tão rápido, se não precisasse encontrar lodo Ada, eu realmente estaria me divertindo com aquele lance todo. Porém, era bem capaz que minha irmãzinha me largasse para trás se não me apressasse e por isso, teria de interromper aquele beijo doce, quando ela mesma o fez. Eu iria embora, pois mulher não falta no mundo, mas quando ela acabou de falar, acabou realmente me ganhando interesse, se ela realmente sabia onde estava Ada, eu poderia unir o útil e o agradável, afinal... quem não ia gostar de dar umas bolachas nuns policiais?!

Olharia a moça de cima a baixo, percorrendo sua silhueta já com a imaginação a mil e a tentação que provocava. Bonita e perigosa, talvez viesse a ser uma namorada das boas. Parecia um bom trato, então logo a responderia - É, realmente você pode ser uma de minhas namoradas! Pode deixar que eu cuido de distrair aqueles dois, então faça bem sua parte! Agora... se estiver mentindo sobre minha irmã, é você que vai sair perdendo!- - Dizia mais sério e apontando para a tatuagem da seta, ela era inteligente o suficiente pra entender o que dizia.

Agora precisava pensar rápido, pois os policiais se aproximavam da fonte. Olhei rapidamente ao redor, procurando por rotas de fuga, telhados e casas para escalar, muros altos para pular, só em caso de ter que dar no pé. Olharia também para aqueles policiais, procurando descobrir se estavam armados. Não gosto muito de homens fracotes, que se escondem atrás de armas, mas quem sou eu pra mudar eles, deixo esse trabalho pra meus punhos. Com rapidez, improvisava em minha mente o que iria fazer e logo me levantaria segurando a moça ainda no colo pelas poupas da bunda, colocando ela no lugar onde antes eu estava sentado e começaria a andar para perto deles, depois de dizê-la - Espere aqui um momento, você vai saber quando agir! - Nunca fui de pensar muito, então preferia ir logo para ação que bolar estrategias super complicadas, o negócio é partir para ação e depois improvisar. Você prefere fazer e se arrepender depois ou não fazer e ficar imaginando como poderia ter sido? Então...

Após alguns passos e estar um pouco mais próximo dos homens, eu começaria a cambalear um pouco e fingir uns soluços - Eeek! Ic! EI... É vocês mesmo! Foram vocês que me tiraram da taverna! Eu queria beber mais... V-Vocês são um pé no saco! - Me aproximava mais e mais enquanto me fingia de um bêbado qualquer, não que eu fosse um ator em si, mas tomar uns porres era algo costumeiro, então só precisava acessar minha memória recente pra tentar algo assim. O intuito era chamar a atenção fazendo uma cena, então continuaria até chegar bem próximo deles, como policiais, certamente iriam me reprimir ali para parar com aquilo e era nessa hora que iria começar a encher a cara deles de bolacha, só tinha que tomar cuidado para não acabar detido uma pernoite por isso e perder minha carona com Ada.

- É isso aí mesmo... me deixem ir lá beber mais um pouco... - Continuava até ter alcance suficiente e então gritaria - PA! - E nesse mesmo momento fingiria tropeçar e daria uma joelhada bem no meio das pernas do que estivesse mais próximo, jogando meu peso pra cima dele, para fazer com que ele caísse sobre o outro homem e logo em seguida - Foi mal cara, achei que tinha ouvido um tiro e tropecei! Vocês estão bem? - Falaria ironicamente com um sorriso no rosto e simulando uma mão amiga para ajudá-los, claramente para provocá-los ainda mais. Agora só precisava ver como eles iriam reagir, para saber como proceder.


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyDom Fev 25, 2018 9:34 pm

Ada, Shiro, Nirvana
Por um curto período de tempo eles ficaram presos naquele reencontro, primeiro entre Nirvana e Shiro com um abraço de urso “fraternal” e reações meio exageradas da sua irmã. Sim… apalpar TODO o corpo dele não tinha sido a melhor ideia que a garota tinha tido naquele dia, tomando um cascudo em resposta ao ato meio incomum entre irmãos e pela dor nas costas. Por outro lado, Nirvana estava no mínimo chocada ao perceber que Ada estava ali. Para ela a garota estava mais linda do que nunca, basicamente a versão melhorada de sua amiga de infância. Ela sempre foi meio afim da loira e reencontrá-la assim reviveu esses sentimentos, deixando a ruiva meio boba na presença dela.

Aquele momento fraternal, bonito e em alguns momentos estranhos eram presenciados e interrompidos pelo ferreiro que pigarreava alto para chamar-lhes a atenção. Com todos os olhos do recinto apontados para si, Hefesto abria uma passagem secreta na parede e adentrava nela, levando todos ali presentes. Chegando no final da passagem, uma sala recheada de armas aguardava os três, junto de um pedido do velho Bradox para explicar-lhes a história da ilha. Cada um teve uma reação diferente. Shiro, o precavido do grupo, perguntava ao ferreiro o que aconteceria se o grupo compactuasse com a história que ele contaria, o que causava uma grande diversão para a irmã.

— Não acho que vocês almejam a marinha, não vejo nenhum dos três resignados e vamos dizer assim, honestos seguidores da justiça. Vivi bastante para perceber tais características. — Ele coçava a barba enquanto andava de um lado para outro da sala. — Não me entendam mal, não quero que tenham um papel de importância, já que seria difícil vocês três ME derrotarem mesmo vindo juntos. Quer um acordo benéfico garotinha? — Ele sorria, se divertia com a impertinência da ruiva. — Que tal todo o saque que vocês conseguirem pegar dos ricos mais o barco que vocês querem?

Ele estava sério nisso e o motivo era que as pessoas daquele vilarejo não tinham acesso a barcos que viajassem por longos percursos, já que normalmente as pessoas da área pobre da ilha tinham o suficiente apenas para existir.

— Meu amigo tem o único barco acessível para nós que pode fazer tais viagens e é dele que vocês precisam caso queiram ir avante aqui no East Blue. Não roubando dos pobres vocês podem fazer qualquer coisa. Exatamente qualquer coisa. Agora deixem-me contar de uma vez a história e no fim digam o que acham.

O velho limpava a garganta com um pigarreio e começava a contar ao grupo uma revolta que ocorrera anos atrás e foi rechaçada pelos nobres e as mudanças pós revolta. Percebendo que um povo completamente insatisfeito ficavam mais propensos a organizar motins a nobreza regente decidiu afrouxar um pouco as amarras e diminuir a exploração diante da plebe, trazendo a falsa sensação de que eles haviam mudado seu tratamento para com aqueles que eles chamavam de súditos. Só que os anos se passaram, a revolta ficou cada vez mais no passado e os poderosos voltaram a cometer os mesmos erros do passado, gerando não só insatisfação, mas acendendo mais uma vez a chama de rebeldia extinguida por eles mesmos no passado. Humanos tolos, sempre esquecendo… Hefesto olhava para os garotos com um sorrisinho esperto no rosto.

— Vejo potencial em vocês, mas precisam de experiência e a batalha que se aproxima seria útil à vocês tanto nesse quesito quanto financeiramente.Além de ser extremamente divertido matar pessoas. — Se fossem minimamente espertos, perceberiam que aquela pessoa não era alguém à ser perturbado ou provocado. Ele não era um simples ferreiro e eles precisavam notar isso. Não seria nada bom tê-lo como inimigo.

— Vocês não tem tanta escolha assim. Não há uma maneira mais fácil de sair da ilha. É raro barcos de fora virem para este porto e creio que caso o pensamento de vocês seja roubar o do meu amigo eu adoraria vê-los tentar. Se bem que com aquele assistente dele à bordo, talvez até eu não quisesse olhar.

A conversa deles foi interrompida por um “pururupurupuru, purupurupuru” que vinha de uma estante próxima que não guardava arma alguma. Eram den den mushis e pelo que parecia um deles estava recebendo uma ligação. O velho ia na direção deste e atendia. Ele parecia bem compenetrado na conversa, falando baixo para apenas a outra pessoa na linha escutar. Alguém com um ouvido mais aguçado poderia ouvir o que eles conversavam, mas não era o caso daquele grupo. Ele parecia se divertir com algo e encerrava a conversa com um sorriso no rosto e um sonoro tchau.

— Bem, tenho uma noticia boa para vocês, ouvi vocês falando de reencontro e “os outros”. Obviamente não há só vocês no grupo. Esse meu amigo que é capitão está agora a cuidar de alguém que deve fazer parte dele. Quem precisar de uma arma me dê 30.000 berries e pode escolher uma do seu gosto. Aguardo a resposta de vocês, tão dentro ou não? — Com tudo acertado, ele os levaria ao porto, onde começava a ficar bem movimentado com o sol a pino que esquentava mais o dia. Chegando lá eles perceberiam que haviam dois velhos barcos que mal navegavam e um barco que nem era tão luxuoso assim, mas chegava a contrastar com a pobreza do resto do lugar. Aquele era seu destino e era ali que encontrariam mais um dos seus companheiros.


Hari

Hari acordava na cabine e rapidamente se levantava. Não havia sequela alguma da pancada que tomara e ele conseguia se lembrar de algumas coisas antes de ser desacordado. A morte do policial pelo assistente do capitão Turner, o outro policial parado, conivente com a situação. No que ele havia se metido?! Bem… Não demoraria muito para ele ter a sua tão esperada resposta. Ao se levantar ele percebia que a sua frente, na parede de frente para a cama, havia um quadro com um navio de guerra em mares revoltos, uma bandeira com uma caveira e cabelos ruivos. Acima do quadro, em um apoio na parede, um sabre de lâmina negra e punho ornamentado com diversos desenhos, sendo um deles também uma caveira.

Do lado direito, uma estante cheia de livros preenchia boa parte da parede e na parede à esquerda um criado mudo feito de uma madeira escura terminava a composição do quarto. Ele levantava e ia para fora da cabine, onde um corredor largo o recepcionava. Hari ia andando por ele até encontrar uma sala onde o Capitão Turner falava num den den mushi, infelizmente a conversa estava no fim, então ele não conseguiu entender do que se tratava.

Mesmo o garoto não fazendo muito barulho enquanto andava o velho lobo do mar percebera sua presença, virando para encará-lo. Ele sorria como se tivesse ganho algo que queria. Como se algo que havia planejado ou fazia parte estivesse enfim andando, tendo continuidade.

— Tenho uma noticia boa para você garoto. Você estava em busca de uns amigos certo? Eu sei onde eles estão. Um amigo meu está cuidando deles. Não sei se vocês são sortudos ou tem um azar desgraçado, hahahaa. — Sorria o velho Turner com sua boca meio desdentada e sua longa barba. — E antes que pense alguma coisa errada, todos estão completamente bem, fazer mal a vocês não é o que queremos. E o bom é que não precisamos fazer nada, eles estão se dirigindo para cá, mas não sei quanto tempo irão levar. Tem algo que possa fazer por ti? — Ele esperava pela resposta do garoto, parecia ter gostado da sua atitude ao confrontar o policial, mesmo que não tenha terminado tão bem para ele.


Hikari e Leon


Ao ver o instrumento de trabalho do homem que seguia, Hikari lembrou de quem era aquele rosto. Um músico famoso que iria fazer um show para os nobres da ilha. Ela até pensou em puxar assunto, mas se sentia meio constrangida de simplesmente chegar e falar com ele do nada. Para sua sorte, segui-lo acabou dando-lhe a oportunidade de escutar, no meio de uma praça bem movimentada da cidade, uma das melodias mais lindas que escutara na vida. Ouviu-o até terminar sua melancólica balada, se aproximando dele para deixar 5000 berries e aproveitou para expressar o quanto tinha gostado de ouvir aquilo, explicando que esperava algum dia chegar a ter aquele nível de talento. Mas a garota era jovem e antes dele conseguir perguntar onde estava seu instrumento ela falava que não tinha um naquele momento.

Ele entendia um pouco do pesar da garota. Para um músico, não ter o instrumento perto de si era quase como ter um membro arrancado do seu corpo. A falta era tremenda e a cura para aquilo era ter o mais rápido possível algo em mãos para praticar. De antemão, ele percebia a aproximação de dois policiais, então acabou entregando o violino para ela enquanto falava:

— Me espere aqui por favor e cuide bem dele, pode tocá-lo, mas o deixe a salvo. Dê uma melodia a esta briga que está prestes a começar — Ele estalava as mãos e o pescoço enquanto do nada percebia a aproximação de outro jovem vindo dos bares. Ao olhar na direção de onde ele vinha, percebeu que sua amiga de sempre mandara alguém para ajudá-lo naquela situação, e era aí que Leon Rock entrava na brincadeira.

A linda mulher de olhos penetrantes sabia muito bem como convencer um homem, ainda mais um homem como o Leon. Um beijo e uma promessa de tê-la foi o suficiente para ele ir de encontro aos guardas. No começo era só uma mentira convincente, mas até que ela gostava de tipos como aquele. Meio marrento sabe? Sabixão que paga de machão. Se ele fosse útil, talvez ela desse uma chance. Ela sacava um den den mushi e falava com Hefesto, perguntando onde seria o ponto de encontro de todos. Ele de antemão falava que seria no navio do Turner, então só precisavam lidar com aqueles guardas e ir em direção ao resto do grupo.

Leon se aproximava dos guardas meio cambaleando, tentando fingir estar embriagado, mas aquilo não os convenceu tanto, ficando alertas com suas tonfas em mãos. Mesmo assim o primeiro foi surpreendido com uma joelhada do garoto, sentindo o golpe e sendo empurrado para o lado. Só que o segundo estava esperto depois de ver o companheiro apanhando, se esquivando de seu corpo e contra-atacando o seu oponente com um golpe em sua bochecha que o lançou ao chão. Antes que pudesse levantar, Leon viu um vulto passando ao seu lado e o guarda que havia lhe golpeado levou um cruzado de direita no queixo e foi jogado no chão. A pessoa que o havia ajudado era o músico que tocava a pouco tempo atrás no centro da fonte.

— Você está bem amigo? — E dava-lhe a mão para se levantar. — Sei que a Viper te mandou para me ajudar, vamos lidar com os dois juntos. Só isso não vai deixá-los no chão. — Como se escutassem o chamado do músico os dois policiais começavam a se levantar e aquela briga era assistida por todos da praça que eram inteligentes demais para se aproximarem daquilo.

— Meu nome é Raul Cortez e acho que iremos nos conhecer bem, pois homens se conhecem com seus punhos.

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptyDom Fev 25, 2018 10:17 pm







The Unseen Blade is The Deadliest




A shade of me is enough to defeat you



Admitia, o velho sabia o que tinha de falar. Podia sentir as pontadas, a cada vez que ele abria a boca, nos ânimos da viciada em encrencas.  Nirvana, que parecia estar amando tudo aquilo, não iria, ou melhor, nem tentaria resistir a revolução proposta. Era absolutamente tudo que ela mais amava, uma batalha cheia de sangue, saque, desafiar o governo, uma combinação perigosa que parecia cegar as duas.

- Acordo benéfico? – Piscava surpreso, digerindo a ideia idiota, já sabia que estava perdendo aquela discussão. Na verdade, tinha perdido antes mesmo de começar a discutir. – Tenho mesmo de te lembrar por que escolhemos justo essa ilha? Viemos nos reencontrar com todos, não tentar um plano idiota que, sem ofensa, já deu errado antes. Coçava a cabeça encarando, com suplicas no olhar, Ada. – Você pode colocar um pouco de senso da cabeça dessa garota?

De novo o velho acertava enquanto supunha nossa relutância ao lidar com a marinha. Tínhamos problemas com eles dos quais a dupla parecia ter se esquecido. O tipo de problema que vai bem mais fundo do que uma rebelião, algo que havia sido gravado em nosso sangue

Com problemas ou não o velho continuava falando sobre como tudo havia sido no passado. De maneira um tanto quanto sinistra ele contava sua versão dos fatos, sobre como todos eram pobres camponeses subjugados pela nobreza. Que sem dúvida teria o apoio interino da marinha e do governo. Duas frontes que adoraria evitar, mesmo parecendo o único a pensar sobre o assunto.

Apenas dava de ombros e caminhava de um lado para o outro. Deixava o velho continuar com o discurso, que seria imparável com os olhares atentos das duas mulheres. Ignorava a bravata e ignorava o desejo assassino Hefesto apenas me retendo aos fatos, pronto para interrompe-lo enquanto jogava todos eles em sua cara chata. Não tínhamos outra forma de sair da ilha? Pelo amor dos Blues, tinha uma droga de um Zepelin na ilha e, se mesmo isso não bastasse, apostava que, durante a revolta, ninguém daria falta de um ou dois navios.

Estava pronto para contar toda aquela linha de raciocínio, mas nunca esperava que ele fosse cortado pela ligação de um chamado amigo. Também não esperava nenhuma notícia como aquela bomba que era jogada a nós. Com um dos membros capturado, as coisas guinavam de maneira infeliz. Com um simples processo de dedução podia até mesmo dizer quem tinha sido o idiota a ser pego. As duas maníacas por lutas estavam comigo, Hikari, se tivesse puxado o mínimo de seu pai, seria esperta demais para cair em uma cilada dessas. Minha última opção era a do maior gênio do século, também chamado de Hari.

- Se for o idiota egocêntrico, podem ficar com ele. – Balançava a mão em frente ao corpo. Sempre havia tido minhas diferenças com Hari, mas vê-lo explodir uma ideia que se formava em minha cabeça havia sim me irritado, mesmo que não tenha sido sua intenção. Encarando as armas puxava uma pequena espada, uma Ninjatō rustica, porém, ainda era uma arma. – Não confio em você Hefesto. Simplesmente não consigo pensar que alguém capaz de armar um lugar como esse. – Apontava, com a arma, para todo o esconderijo. – Compactue com a ideia de deixar um bando de desconhecidos, armados, com ordens de causar caos na cidade. Pra mim, você só planeja nos usar. –

A lamina direta para o homem, não com hostilidade, mas sim com a voz de quem o acusava. – Acho que quer nos usar de isca. Quer que os marinheiros caiam sobre nós, como moscas, para só então declarar sua rebelião. E do que vai adiantar? Se você deixar os nobres inteiros, depois de alguns anos, eles vão voltar a trata-los da mesma maneira. Se você der fim a eles o governo cai sobre a ilha, todos vão presos, ou, são mortos. - Girava a lamina para longe dele, afastando também o olhar sério. – Tem pelo menos uma dúzia de formas que são melhores do que um ataque frontal aos nobres, assim como tem pelo menos o mesmo tanto de formas de sair dessa ilha. Mas o que acontece depois da sua revolta não é da minha, nem da nossa, conta. Agora, aquele idiota é. Quer eu goste ou não. - Sacava o punhado de berries devidas para paga-lo pela arma. – Se for usar alguém, pelo menos seja sincero com eles. – Pagava o homem não sem antes censura-lo de uma forma clara.





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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptySeg Fev 26, 2018 2:52 am


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




Após finalmente começar a prestar atenção no que era dito por Herfesto eu ouvia o que ele planejava fazer ali, e qual o papel que ele planejava para nós em tudo aquilo. Via o descontentamento com tudo aquilo se manifestar muito claramente em Shiro, algo que obviamente já era esperado do ninja. Eu apenas erguia os ombros em resposta a sua súplica, e continuava a ouvir a história que o ferreiro tinha para contar. Era um assunto interessante, eu havia herdado de meu pai o irritante interesse pela história, mas havia resolvido seguir para o ramo da medicina principalmente para contrariá-lo graças ao tio Spyke.

Apesar do real interesse pela história daquela ilha e seu povo, eu não conseguia sentir nenhum tipo de empatia ou apatia por nenhum dos lados, era neutra, tentando analisar o ponto de vista de cada um e, sinceramente, não me importando nem um pouco com aquilo. Eu era uma pirata, e como tal aquilo simplesmente não era problema meu, seria mais fácil para mim deixar que meu pai e seu pessoal que se importa resolvam esse tipo de problema. Eu sabia que nem sequer poderia confiar na total veracidade daquela história, que era contada para nós apenas por um dos lados, e por alguém que estava no extremo de um desses lados.

Apesar de tudo isso o convite para o saque e o combate me atraía, fazendo pulsar com mais força as minhas veias de pirata. Mais algum blablabla de um ninja estressado fluía, cheio de acusações e discursos que na verdade eram óbvios demais, mas eu não sabia bem se ele havia percebido isso. Após finalmente prender a katana ao cinto em minha cintura, eu entregava ao ferreiro a quantia em dinheiro que havia sido pedida por este, e então finalmente me pronunciava -Peço perdão pelo meu amigo estressadinho senhor, deixe-me falar com ele - Dizia aquilo sorrindo irônicamente logo após entregar o dinheiro à Herfesto.

-Shiro, não somos crianças. Nós sabemos muito bem que ele está nos usando para chamar atenção - Dizia aquela parte olhando também para Nirvana, tentando confirmar se o que eu dizia era mesmo verdade - A questão é, vai ser divertido! - Dizia aquilo sorrindo, colocando a mão na bainha da espada - Você sabe, não é? Na Grand Line terão inimigos bem piores que os policiais e marinheiros daqui. Herfesto tem razão, essa prática nos fará bem. - Enquanto falava aquilo, só conseguia pensar nos espadachins que poderia encontrar ali para enfrentar, expressando toda aquela inspiração em meu modo de falar - Quanto ao que vai acontecer depois, para o inferno com isso! Eu tenho certeza que o velhote e seus amigos tem algum plano. E é como você disse, não é problema nosso. Mas o saque e o combate, essas são algumas das maiores razões pelas quais estamos nos tornando piratas, se lembra? - Por fim me virava para Nirvana - O que acha Nivi? Está comigo? Está na hora de ver do que nossos treinamentos valeram. - Sorria confiante dizendo aquilo para a ruiva - E se acabarmos precisando... Eu nos faço uns remendos depois - Sorria por fim, meio sem graça.

Por fim saíamos do porão e caminhavamos finalmente em direção ao porto, a cidade finalmente estava mais movimentada graças ao Sol que se expunha cada vez mais no céu, mas ainda conseguia sentir muito do frio causado por toda aquela nevasca repentina. Olhando todos os barcos que estavam aportados ali, tornava-se bem óbvio para mim saber de qual deles se tratava aquele do qual Herfesto havia falado anteriormente. Em silêncio, os seguiria me perguntando se realmente encontraríamos Hari ali, ou se aquilo havia sido apenas uma estratégia para nos fazer aceitar sua proposta.


Post: 005~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes: •Ganhos: Katana
•Perdas: 30 mil Berries

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 3 EmptySeg Fev 26, 2018 2:02 pm

For me!?...


~ QUE!? ~


Fiquei totalmente surpresa quando o musicista, Raul Cortez (sim, lembrei o nome dele somente durante a música) entregou-me seu instrumento. Por um curto momento achei que estava me dando de presente seu violino. Certamente corada, o alívio veio quando ouvi sua fala a seguir. Aliviada, pois não saberia como aceitar ou recusar um presente desse. Mas nem por isso menos confusa?


— Hai! Sim, senhor! Hã? Briga?


Antes de sequer poder entender o que se passava, via Raul aproximar-se de outro homem, e juntos entrarem em conflito com a polícia. Não sei porque, mas juntei-me em meio ao caos, dedos dedilhando quase que por conta própria.





— Mas o que está acontecendo?


Me perguntava, em voz alta, dedilhando os acordes acompanhando a briga que se iniciava. Eu sinceramente não estava entendendo nada, mas preocupava-me em manter o violino a salvo, como Raul pedira. Afastava-me, assim, alguns passos, procurando não ficar em posição onde pudesse ser atingida por acidente.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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