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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 私の名前はアイコ、海の王女です

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptySeg 29 Jan 2018, 13:38

Relembrando a primeira mensagem :

私の名前はアイコ、海の王女です

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aiko. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Ventus
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptyQua 21 Mar 2018, 19:58



Mata-Lobos & Mata-Pessoas


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Roxanne d’Lamour


Roxanne fazia seu caminho até as flores que lhe eram avistadas e aos poucos ela ia se afastando da velha e esquecida trilha que tinha encontrado ali, durante sua corrida ela conseguia ver mais detalhes da planta é não demorou muito para que identificasse a tão amada e temida mata-lobos, uma planta muito desejada na medicina para uso de alguns tratamentos mas também muito temida pelo veneno que tal especiaria poderia produzir. A flor não era tão rara quanto imaginavam sendo facilmente encontrada em ambientes propícios a ela no entanto seu valor no mercado era muito alto devido às propriedades que a flor portava, sua aproximação era tranquila e sem muitos obstáculos, o lugar ainda apresentava um certo silêncio o que poderia deixar as coisas mais tranquilas ou assustadoras.

Chegando na flor a mulher começava a tentar recolher até que o silêncio era quebrado, pode ouvir barulhos do crepitar de alguns galhos de um lado, algo parecia de aproximar pela grama do outro lado e folhas começavam a cair em sua cabeça era como se estivesse cercada mas ao olhar em sua volta era difícil notar alguém ou algo próximo a ela até que ela ouviu um sibilar frio e arrepiante, levantou seu olhar e viu uma imensa cabeça reptiliana com imensos glóbulos vermelhos como olhos, suas escamas tinham um tom verde e marrom que facilmente se camuflava com o ambiente em si, a criatura sibilava com sua língua enquanto sua imensa cabeça pendia pendurada em um galho alguns metros acima da atiradora, era uma cobra colossal.

A cobra era imensa sua cabeça parecia ser tão larga quanto à boca de um canhão, seu corpo estava enroscado não só no galho mas em toda a árvore não sendo possível ver onde a cauda da criatura se encontrava, mas se fosse só isso talvez Roxanne conseguisse dar conta no entanto as surpresas pareciam não ter fim, desta vez ela ouvia um outro sibilar vindo alguns metros atrás dela e agora ela entendia o motivo daquele silêncio mortal, porque nenhuma criatura daquela floresta ousaria pisar no território de tais criaturas.

Até o momento a cientista ainda não tinha conseguido recolher as flores já que tinha sido surpreendida pelas criaturas, a primeira estava com a cabeça bem em cima de Roxanne a encarando em seu olhar mortal quase hipnótico, seus olhos vermelhos pareciam penetrar pela mente da mulher como se analisasse sua alma, de trás ela só ouvia um rastejar vindo em sua direção lentamente com o sibilar em uma melodia arrepiante.

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Sven Bjarke Koza


Sven continuou fazendo seu caminho cortando a flora em sua trajetória, deste de seu encontro com Marcacos o grupo não tinha sido mais incomodado por nenhum animal e por mais que fosse tortuoso seu caminho a dupla conseguia se guiar sem muitos riscos além de poder contrair alguma doença com as picadas de mosquito, depois de muito tempo caminhando Sven e Yennefer encontravam um estrada de terra bem ampla e a distância eles podiam até mesmo ver algumas carroças sendo puxadas por jumentos, infelizmente já estavam distante demais para o grupo pedir algum auxílio mas aquilo já indicava um caminho que tinha que ser seguido.

Seguindo o percurso de terra ao poucos o cenário começava a mudar porque eles já podiam ver muralhas e torres de pedras se erguendo conforme iam se aproximando depois de um tempo na mata era quase um alívio agora poder voltar para a civilização. -Finalmente poderemos ter algum descanso, acho que também vou gastar meu dinheiro aqui preciso de um arco e uma aljava nova.- Falou a mulher enquanto caminhava ao lado de Bjarke, de fato seu arco tinha sido inutilizado no último conflito sendo agora a única membro do grupo que ainda não portava uma arma.

Agora que estavam próximos dos portões abertos do reino de Lvneel era possível identificar alguns guardas na entrada da cidade e em cima das muralhas mas em nenhum momento os guardas demonstraram alguma preocupação com a entrada de Sven e Yennefer na cidade e nem mesmo havia motivos já que seus crimes tinham sido cometidos a milhas de distância dali sobre a ilha de gelo e neve. -Podemos ir em uma armaria antes?- Perguntava a companheira do médico de maneira animada como se estivesse empolgada por estar entrando em uma cidade diferente de Fernand Ice.

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Kajiyashiki Aiko


Os piratas que tinham assuntos para resolver no porto já começavam a se direcionar para o mesmo enquanto os demais ainda trocavam algum assunto. -Tudo bem, essa história me cativou, vou com vocês e depois discutimos valores.- O homem sorriu e apertou a mão da pirata respondendo o cumprimento.-Negócio fechado então- Respondeu com um sorriso no rosto. -Não sei se já é de conhecimento de vocês, mas meu nome é Aiko, só Aiko. Prefiro ocultar o nome de minha família por alguns motivos que não vem ao caso, mas de toda forma, se vamos seguir com isso preciso saber de tudo. Quem é esse garoto, qual o nome dele? Aparência? E o que quer dizer com 'vazio'?!- Os demais homens se olharam como se tivessem certa curiosidade sobre os motivos da loira desejar ocultar seu sobrenome no entanto ninguém ali pareceu interessado em tentar sequer perguntar.

-Bom eu sou Argus, aquele ali é o Frank, não jogue cartas com ele porque ele rouba...- O tal Frank reclamava com um “Ei” enquanto Argus continuava. -Aquele é Steven, não me pergunte de onde ele é porque nem nós sabemos e quando perguntamos tanto para ele ou para o primo dele Gonzales eles começam uma história doida e longa que ninguém entende.- Dizia Argus enquanto Steven devolvia o cavaquinho de Gonzales. - Aquele são Ermos e Jaco, Jaco é um mulherengo de araque por isso já peço desculpas de antemão.-

Com as apresentações feitas Aiko via Gonzales e Ermos se afastarem seguindo sozinhos para o porto e os demais seguindo o caminho contrário pela estrada de terra, durante a caminhada eles continuavam com sua conversa. -Ele quer dizer que o garoto é um emo.- Falou Jaco dando de ombros enquanto seguia caminhada, alguns até davam uma leve risada como se não quisessem que o comentário passasse em branco. -Não é bem assim na verdade…- Falou Argus mexendo a cabeça em desaprovação. - Bem o nome dele é Arata um rapaz jovem de cabelos escuros e pele pálida, sempre sério e quieto.- Falou o homem enquanto seguia um pouco mais a frente do grupo.

Enquanto seguiam a estrada de terra eles podiam identificar uma espécie de cidade a sua frente, uma cidade bem pequena com cinco pequenas construções simples e no centro das construções um QG da marinha com sua bandeira balançando ao vento, na cidade tinha uma certa patrulha distribuída por ali não que fosse uma patrulha longa com um grande número de marinheiros já que a cidade parecia uma aldeia de tão pequena que era, só as torres de vigia do QG já eram o suficiente para fornecer a visão necessária para zelar pelo lugar mas ainda assim marinheiros andavam de um lado para o outro fazendo sua ronda.

Não tinha sido necessário andar muito de onde eles estavam para alcançar essa vila e assim que chegaram Argus se virou para o grupo. -Bem vamos lá, eu irei até o QG pedir informações dizendo que procuro pelo meu filho que falou que vinha para essa ilha, preciso que alguém venha comigo para dar algum apoio o outros vão ficar circulando por aí para ver se encontram algo suspeito, certo? Quem vai comigo?- Terminou Argus enquanto esperava o grupo se pronunciar, todos pareciam terem entendido o plano mas todos ficavam se olhando receosos em entrar no quartel general da marinha, se olhando como se esperassem alguém se pronunciar.

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-Bjarke-
-Roxanne-
-Kajiyashiki-

Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
Histórico Luna:
 
FERIMENTOS:
 

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Meursault
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptyQui 22 Mar 2018, 04:20







Festinatio tarda est ♪






Todas as estradas levavam até algum destino e todo destino novo era um avanço. Após se contentar com a selva, Bjarke finalmente era capaz de encontrar o local que procurou com tanta insistência. As defesas da cidade eram imponentes, contrastando com natureza que as cercava. As torres se erguiam, destacando-se contra o céu azul, já o paredão cinza, parecia intransponível e inabalável. O fascínio com a proteção da cidade era tanto que o espadachim demorou um certo tempo para notar os soldados que guarneciam o lugar.    

A primeira impressão que a localidade passava ao homem era de ser um ambiente estável, onde segurança e organização imperavam. Deslumbrado pelo contato inicial, o médico avançava com tranquilidade, seguindo a estrada enquanto deixava suas mãos entrelaçadas por trás da cabeça, na altura da nuca. - Finalmente poderemos ter algum descanso, acho que também vou gastar meu dinheiro aqui preciso de um arco e uma aljava nova. - A voz de sua acompanhante tirava a atenção das torres, muralhas e soldados. Yennefer havia demonstrado certa habilidade com um arco, mas era uma escolha um tanto quanto exótica, qual seria a finalidade de usar uma arma tão primitiva quando existiam armas de fogo? Ao menos, era um modo bem mais furtivo de lidar com os inimigos, incontestavelmente. Sven cogitou fazer alguma pergunta sobre a preferência incomum, mas decidiu que no fim isso não era algo relevante, de forma que simplesmente seguiu calado.  

Conforme a dupla avançava, revelando com nitidez o arco que servia de passagem para o interior da cidade, a mulher se pronunciava novamente. - Podemos ir em uma armaria antes? - O jovem esboçaria um sorriso de canto de boca, feliz pela empolgação, quase palpável, de sua parceira. - Podemos ir em qualquer lugar que você quiser, só precisamos arrumar uma roupa nova pra você, mas podemos fazer isso mais tarde. Talvez eu encontre algo interessante lá também. - Bjarke realmente queria resolver logo a questão das roupas, levava a sério suas promessas, mas, como sua mãe costumava dizer: ''A pressa é sua inimiga''. Na verdade, a citação original dizia que a pressa era inimiga da perfeição, mas todo filho era perfeito para uma mãe amorosa, dava no mesmo no final.

Ao se aproximar de algum dos guardas, perguntaria educadamente. - Com licença, o senhor poderia me indicar a direção de alguma armaria, forja ou algo do gênero? - Recebendo alguma resposta, agradeceria e seguiria seu rumo, obedecendo as direções indicadas. Na hipótese de ser ignorado, simplesmente tentaria achar seu objetivo por contra própria. Encontrando um estabelecimento que preenchesse os requisitos desejados por Yennefer, adentraria no local e deixaria a mulher prosseguir com seus negócios. Enquanto a mulher procurava por uma nova arma, Sven olharia ao redor, tentando captar algum objeto no local que chamasse sua atenção. O combate contra Edmund trouxe experiência para o espadachim, o estilo do Patrulheiro, com golpes de corpo e uma cota de malha, se mostraram como um grande obstáculo, talvez Bjarke pudesse adaptar isso para si.

O médico esperaria as negociações de sua companheira terminarem e, quando isso acontecesse, perguntaria para a pessoa que tomava conta do local. - Vocês têm alguma cota de malha, armadura, couraça ou algo parecido? - Se a resposta fosse positiva, o jovem compraria a peça, a não ser que comprometesse a sua flexibilidade ou tivesse um preço abusivo. Com os assuntos referentes a armamentos resolvidos, o espadachim seguiria, sem destino específico, pela selva de pedra. Pararia apenas ao encontrar algo que chamasse sua atenção, ou a atenção de seu par. No caso de passar por algum estabelecimento que vendesse vestimentas, compraria algo para Yennefer, cumprindo sua promessa, além disso, adquiriria um sobretudo para si.    

Enquanto avançava com passos lentos pelas ruas da cidade, desbravando aquele ambiente desconhecido, Sven procuraria por algum tipo de comida de rua, algo simples e rápido, como sorvete por exemplo. Na hipótese de encontrar algo similar a isso, compraria uma porção para ele e outra para Yennefer, dando sequência ao passeio agradável em seguida
     




Histórico Bjarke:
 
Considerações extremamente cruciais:
 

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Luna
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptySex 23 Mar 2018, 02:08



Ménage Bom é 3 Ou Mais.



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......."O Realismo mágico se define como um ambiente realista e detalhado, que se vê invadido por algo tão estranho que acaba sendo incrível e, na atual conjectura, para aquela floresta, eu era o algo estranho".

..............Rox finalmente havia encontrado uma de suas ervas preferidas, o aconitum era uma planta sem igual quando o quesito era envenenar pessoas por meio de projéteis, toxina e balas? Era justamente o que faziam os olhos de Roxanne brilharem. — ~ Vem para a mamãe, queridinha...  ~ — Um sorriso alegre, quase que infantil surgia nos lábios da atiradora, parecia segurar uma criança nos braços, o peito estava quente, acalentado diante dos últimos achados. De repente a estômago gelou.

..............O silvo fino e maldoso rompeu o silêncio, o ar ficou preso nos pulmões, as mãos pararam, senti uma náusea, um frio na barriga, uma injeção de adrenalina que fazia o corpo amolecer e as pernas e braços ficarem firmes como mastros de aço. — ~ [...]  ~ — Infelizmente, os olhos por curiosidade fitaram a criatura e constaram o que todos os instintos mais primitivos gritavam em alto e bom som: — "Se fodeu!!"

.......No way...  — A criatura perscrutava a atiradora, encarando-a, sentindo cada gota de medo em seu corpo, era colossal, bela e muito provavelmente, mortal.   — ~ Talvez o silêncio fosse por conta de uma intoxicação na cadeia alimentar local, uma criatura dessas por mais forte que seja, não é capaz de limpar uma região dessa forma... ~ — Ponderava sobre a força da serpente e o atual estado de vida local, ou melhor, o atual estado de morte local.  — ~ A não ser que... ~ — Algumas folhas farfalhavam em suas costas e um som semelhante ao primeiro surgia, não eram um par, mas sim um trio.  — ~ A não ser que eu esteja em um maldito ninho. ~ — A cabeça quase virava extintivamente tentando observar o perigo iminente em minhas costas, mas sabia que se desviasse os olhos da serpente a minha frente, muito provavelmente ganharia em troca um bote.  — ~ Pense Roxanne, pense... ~ — Os olhos cruzavam-se, o lilás e o vermelho misturando-se em um misto de admiração e intimidade, como era bela aquela criatura.

....... ~ O pior ménage da história. ~ — Virava-se lentamente, mantendo o olhar fixo para a serpente a sua frente, ficando de lado entre ambas. — ~ Eu gostaria muito de ser amiga de vocês duas, que nos tornássemos amigas, mas infelizmente, essa relação assim como todas as outras que tive, não seria duradoura. ~ — Pegava a perna de pau de Cody que ainda estava comigo, sem movimentos bruscos, lenta e calmamente retirando-a de meu bolso e erguendo a mesma lateralmente com a mão do lado da cobra que me encarava, a que estava pendurada na árvore. — ~ Olhe nos meus olhos querida, hoje somos só você, eu e sua amiguinha ali.~ — Ergueria a perna de pau, colocando o objeto entre mim e a serpente, a ponta na altura dos meus olhos mirando para o meio dos seus, criaria assim um ponto para que o réptil mantivesse sua atenção, enquanto aquele objeto estivesse estático com ela encarando-o, estaria tudo bem. — ~ Agora você, traiçoerinha... ~ — Quando estivesse certificada de que o foco da serpente houvesse sido trocado de meus olhos para a ponta da perna de pau, viraria meu rosto, observando a outra cobra que aproximava-se, muito provavelmente as duas da mesma espécie, enormes e assustadoramente belas. — ~ Tenho algo especial para quem vem por trás. ~ — Levantaria o rifle em sua direção calma e lentamente, sem movimentos bruscos, simulando a função das flautas dos encantadores de serpente, criaria um objeto para que o animal encarasse, julgasse e ponderasse antes de continuar sua aproximação e, enquanto isso trocaria de tempos em tempos meu foco de uma para a outra, observando se ambas estavam reagindo bem aos pontos de fixação, quase que encantando-as e sendo encantada pela beleza de ambas.

.......~Não quero isso, somos belezas da natureza, venenosas, lindas e mortais, mas não consigo manter esse impasse a noite toda meninas. ~ — Retirava os olhos da serpente com a perna de pau nos olhos e voltava a fitar a que vinha pelo chão, na frente do rifle. Com calma, quase segurando todo ar da zona de tensão em meus pulmões, mirava a cabeça do animal, acompanhando os movimentos dessa com o mesmo ritmo e velocidade, esperando o momento certo para puxar o gatilho, esperando que a ponta da arma estivesse mirado bem no meio de sua cabeça reptiliana. — ~ Que vença a mais mortal de nós três. ~ — Puxaria o gatilho, tentando despedaçar a cabeça de um dos animais e nesse momento, vendo a cabeça explodir, viraria agilmente a cabeça para a outra serpente, mudando a posição da perna de pau em minha mão, levando-a de paralela a cabeça da cobra para perpendicular a essa, aguardaria o bote da enorme criatura em reação ao disparo e nesse momento colocaria a mão em sua boca com perna de pau e tudo, visando bloquear sua mandíbula com o objeto de madeira e logo em seguida saltaria para trás, me jogando de costas no chão ao lado do defunto da outra serpente. Puxaria a agulha do rifle para soltar o cartucho vazio ao gramado e inserir a próxima bala automaticamente. Não perderia tempo e enquanto o réptil tivesse voltada sua atenção para o estranho objeto em meio a sua boca, miraria o rifle para sua cabeça, acompanhando os possíveis movimentos dessa, aguardando que o foco da maldita voltasse para mim, agora no chão e, quando a criatura aproveitando-se de sua posição de vantagem fizesse o que é natural de toda serpente, desse o bote para baixo, aguardaria até esse já estar em movimento indesviável em minha direção, terminaria de alinhar o rifle com a cabeça da atacante e puxaria o gatilho, efetuando o segundo disparo visando explodir sua cabeça também. — ~ Podíamos ter sido boas amigas. ~ — Tendo certeza de ambas estarem mortas, deitaria no gramado em meio a cérebro e tripas, respiraria lenta e pausadamente, sentindo o cheiro de sangue e pólvora, o sangue. — ~ Puta merda, essa foi perto. ~

.......As variáveis eram inúmeras e, caso errasse o primeiro disparo e sofresse um bote, tentaria saltar para trás enfiando a perna de pau na boca da atacante, miraria o rifle para a cabeça da outra e dispararia novamente para eliminar uma das ameaças, após isso, continuaria correndo para trás aguardando a cobra com a perna de pau na boca se aproximar e então dispararia novamente quando tivesse a certeza de acertar sua cabeça. Se por ventura o rifle voltasse a falhar em qualquer momento, visaria se estivesse no chão, rolar para o lado a fim de escapar do bote e, se estivesse de pé, saltar para trás e para o lado, em diagonal me esquivando da criatura, no caminho dando algumas pancadinhas na arma, puxando sua agulha para destravar possíveis balas emperradas, o mais rápido possível voltando ao plano de ataque com disparos na cabeça das serpentes.

.......A possibilidade de ser pego por uma das cobras era inegável e caso alguma das criaturas conseguisse se enrolar a minha volta, não pensaria duas vezes, cravaria sem dó os dentes em sua carne, morderia com raiva, força e sede de sangue, morderia e morderia até conseguir uma brecha para colocar meu rifle em sua carne e disparar, tentando abrir um ponto de fraqueza em seu corpo ou ter uma brecha para me desvencilhar e voltar ao plano de fuga com disparos.

.......Uma vez que ambos os animais estivesse mortos, Rox ergueria-se, novamente iria até o aconitum, colheria os mesmos com os cuidados já [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e os guardaria entre meus pertences, uma vez estando com o veneno, desenrolaria as serpentes das árvores, colocaria ambas lado a lado com a distância de um corpo entre as duas e então caminharia, ficando exatamente na metade do comprimento delas. Então, sem mais delongas, me abaixaria, passando o rifle perpendicularmente por baixo ao corpo esticado dos cadáveres, erguendo-o com ambas e colocando-o por cima de minha cabeça, escorando sua madeira em minha nuca, começaria a caminhar novamente pela trilha que havia encontrado, com ambas serpentes, ou no caso parte delas, rumo ao destino que aquele caminho iria me levar.

......."Não é isso que todo mundo acha super divertido? Beber e fumar, e beber, e fazer sexo sem amor, e beber e fumar e dançar e chegar tarde e envelhecer e não sentir nada? Sabe, no começo doeu não sentir nada. Mas eu consegui. Eu não sinto nada. Nada. Uns vem, uns vão. As garrafas tão lá, ao lado do lixo. As cinzas saem dançando por aí. As minhas vão junto. No dia seguinte eu acordo, tomo um banho, vômito, sento na minha varanda com o meu jornalzinho e meu beck e ó: nada. Nadinha. Nem pena do mundo eu consigo mais sentir. Minha pureza era linda, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Surrava ela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Olha essas criaturas lindas. Eu não queria matar elas, mas agora já era. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então sou a porra da versão feminina do próprio Stephen Hawk. Bate aqui no meu peito. Sentiu o barulho de granito? Quebrou o braço?"






Objetivos:
 

Histórico:
 

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


||Legenda||

|- "Roxanne - Intervenção" - |
|~Roxanne - Pensamentos~ |
|Roxanne - Fala|


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Última edição por Luna em Sex 23 Mar 2018, 09:43, editado 1 vez(es)
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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptySex 23 Mar 2018, 02:26


SEARCH!
Arata!


A
utomaticamente a destra se levantou a um nível acima de sua cabeça demonstrando que seria a pessoa a qual acompanharia Argus, seu plano era um tanto ousado, piratas, criminosos e foras da lei vagueavam pela ilha que diferentemente da anterior a esta possuía uma segurança e presença de 'justiça' muito mais intensa, a parte boa talvez fosse o fato de seus atos em Fernand Ice não se propagarem às ilhas vizinhas, isso pelo curto tempo em que ocorreram e também pela ausência da Marinha na ilha de gelo. Aiko sentia apreensão, êxtase e muita adrenalina correr por seu corpo, em sua imaginação aos poucos tentava montar uma figura sobre como seria Arata, de tudo que lhe foi dito só podia dizer com certeza que era uma pessoa singular, do tipo que gostaria de ter em seu bando...

—Meus irmãos são marinheiros, mas eles devem fazer parte de alguma frota atuante na Grand Line. — Uma das principais características de Aiko era falar pelos cotovelos, mesmo que isso custasse algumas informações desnecessárias aos ouvidos daqueles que remetiam suas palavras. —Seria interessante encontra-los, imagine a cara deles ao ver que sou uma pirata. — Em meio ao dizer um risada venenosa escapou de seus lábios. Aiko não havia se tornado uma pirata por um motivo especifico, na verdade, apenas queria contrariar sua família e mostrar que a justiça não era tão simples quanto foi pregado de baixo daquele teto por tantos anos, por vias contrárias existiam vários sentimentos que apenas a moviam a seguir aquele caminho, o principal deles era o rancor que guardava de Noel por este lhe abandonar no momento que mais precisava dele e de alguma forma, sentia que era o único meio de ficar frente a frente com Succubus, sua irmã prodígio.

—Mas não tenho certeza se essa história de pai vai colar, sabe, apenas uma intuição feminina. — As mãos com os dedos entrelaçados recaiam sob o topo de sua cabeça enquanto um dos olhos permaneciam fechados. —Sabe, talvez ele tenha sido preso já que pelo que me descreveram, ele é uma pessoa bem problematica e tals. Acho muito mais interessante invadirmos o QG e ver-mos por nós mesmos se ele não está preso, não seria legal? — De maneira súbita a garota começava a proliferar palavras de maneira acelerada, o entusiasmo era claro e até incomodo além das ideias malucas que a Argus  proporcionava a Argus.

Histórico:
 

Objetivos:
 

'3':
 




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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptySex 23 Mar 2018, 17:16



Albino impetum
nos autem interpres


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Sven Bjarke Koza


Yennefer sorria pela resposta de Sven a sua pergunta e juntos seguiram andando pela cidade caminhando pela rua feita de paralelepipedos, em cada lado da rua tinha um poste de iluminação, as casas eram coloridas em um visual colonial o que dava um ar animado e feliz para a cidade, era possível identificar algumas igrejas e na porta de uma delas tinha um padre dando seu sermão ao ar livre que pode ser ouvido enquanto Sven e Yennefer caminhavam buscando uma armaria.

- Nós temos que olhar pelo próximo porque é graças ao próximo, é graças à nossa coletividade que nós podemos evoluir perante as diversidades que o senhor nós expões, irmãos foi nosso grande senhor que falou uma vez “Não abandone o seu amigo nem o amigo de seu pai; quando for atingido pela adversidade não vá para a casa de seu irmão; melhor é o vizinho próximo do que o irmão distante.”-

A dupla continuava se afastando até que não fosse mais possível ouvir o sermão público do padre que não parecia chamar tanta atenção assim o fazendo parecer mais um louco do que um homem de fé, isso se não fossem a mesma coisa.

Eles chegaram na armaria sem muitas dificuldades graças à uma placa na forma de espada e escudo na frente do estabelecimento, lá dentro o lugar parecia ser gerenciado por um homem careca de monocelha grossa e bigode volumoso. -Bem vindos em que posso ajudar?- Yennefer passava o olho ao seu redor enquanto respondia o homem. - Ahhm… Boa tarde eu queria dar uma olhada em alguns arcos e uma aljava por favor. - O homem chamou um segundo rapaz mais jovem para guiar os dois até onde estavam os arcos para que Yennefer pudesse analisar qual seria de seu melhor agrado.

Enquanto isso Sven olhava as peças de armadura que tinham ali lembrando de como Edmund resistiu bem em combate graças à uma daquelas peças, nesse momento ele pesava os prós e contras percebendo que ali tinham muitas peças de placas ou placas e malhas costuradas juntas, com o auxílio do vendedor Yennefer encontrou um belo arco longo em um tom prateado e uma aljava de couro, se direcionando para o caixa Yennefer começava a pagar pelo produto quando Sven se pronunciou. -Vocês têm alguma cota de malha, armadura, couraça ou algo parecido- O homem coçou seu queixo olhando Sven e Yennefer de cima a baixo.  -Hmm entendo, espere aqui rapaz… - O homem saiu por um momento deixando os dois na companhia do rapaz mais jovem.

Depois de alguns minutos o homem voltou carregando algo coberto por um manto branco ele voltou para trás do balcão colocando o objeto em cima do mesmo na frente de todos é ao remover o manto ele revelou o tronco de um manequim trajando um peitoral não de ferro ou aço mas sim de couro. -Essa peça é um corselete de couro batido, não afeta a velocidade e flexibilidade do usuário. Costuma ser usado por guerreiros que adotam por sua velocidade e destreza em vez de resistência como muitos gladiadores por exemplo, essa peça está saindo a 100.000B tem interesse? - Sven percebia que o material parecia de boa qualidade levando em consideração que era completamente de couro e por isso não iria atrapalhar seus movimentos, no entanto não forneceria uma grande proteção mas já era melhor do que nada.




Roxanne d’Lamour


Rox se via encurralada pelas cobras por sorte ela ainda portava a perna de pau do pirata uma lembrança digna de uma noite exótica, as cobras fitavam os objetos de uma maneira hipnótica como se buscassem decifrar o objetivo de tais instrumentos, a cobra que se encontrava em cima da d’Lamour mexia sua cabeça como se tentasse contornar a perna de pau mas a mulher era esperta e movimentava a prótese acompanhando o movimento do réptil, enquanto ela olhava para uma a outra começava a fazer a mesma coisa chamando a atenção de Roxanne a fazendo reproduzir a mesma tática e assim por diante, em uma espécie de dança as cobras iam avançando de pouco em pouco e foi então que a infame mulher percebia que não poderia ficar neste impasse para sempre já que ambas criaturas pareciam determinadas em provar da sua carne.

Com uma deles em sua mira a cientista disparava mas tudo aconteceu muito rápido quase de uma só vez, quando ela disparou imediatamente a cobra que estava no galho deu seu bote abrindo sua boca imensa de maneira que para a cientista aquilo fosse anatomicamente impossível a cabeça da segunda cobra explodia mas a que avançava engolia o braço de Rox até o cotovelo com a perna de pau e tudo, em uma grande velocidade a serpente começava a se enroscar em volta da cientista que girava tendo seu corpo envolvido pela imesa criatura que avançava aos pouco com sua boca pelo braço da mulher, sentindo todo seu corpo pressionado e seu braço armado imobilizado assim como o outro na boca da criatura ela não viu escolhas se não morder a cabeça da cobra que era a parte mais próxima naquele momento.

Rox não só mordia a cabeça da cobra mas como também mastigava a criatura, a cobra por si tentava abrir sua boca para engolir a cabeça da mulher de uma vez também mas isso se tornava impossível já que o braço da maconheira já estava em sua boca manejando uma perna de pau, a atiradora pode sentir as escadas do animal se rasgando em sua boca, a carne sendo arrancada e o sangue jorrar mas isso não fazia a serpente vacilar e sim apertar mais seu corpo contra o da mulher que sentia suas pernas, coxas, cintura, bustos e bunda sendo completamente espremidos em um abraço mortal fazendo seu rosto enrubescer como se estivesse a ponto de explodir, sentiu uma dor extremamente descomunal vindo do braço que estava na boca do monstro uma dor que parecia não ter fim mas a mulher já não tinha ar em seus pulmões para gritar e foi então que em um milagre a cobra se rendeu a dor da mordida de Roxanne, soltando seu braço em um cuspe e perdendo um pedaço de seu nariz que Rox tinha mordido com tanto afinco.

A cobra tinha recuado apenas a cabeça cuspindo o braço da mulher em um sibilo agonizante mas isso já afrouxou o abraço mortal da criatura em alguns poucos centímetros permitindo a mulher respirar e o mais importante aponta seu rifle contra o animal executando um disparo que pegava de raspão o corpo do animal que imersa a dor soltou a mulher a fazendo girar em pé por um momento e logo caindo no chão devido não só a tontura mas também pela falta de ar que ainda a fazia sofrer de algumas tosses, a cobra se afastou devido a dor mas pela sua raiva ela voltava a investir contra Roxanne seguindo um caminho direto contra a mulher que ainda recuperava o ar de seus pulmões, a cobra já abria sua imensa boca que poderia facilmente abocanhar um tronco, exibindo presas que poderiam disputar com qualquer espada.

Ainda ofegante a atiradora apontou seu rifle fazendo uso de seu braço direito e com a desgraçada em sua mira ela disparou, a bala percorreu uma trajetória reta e lisa até a imensa boca da criatura e perfurando sua cabeça em um rombo que fazia voar pedaços da cabeça reptiliana pelo mato fazendo a cobra colossal imediatamente cair sem vida sangrando pelo novo buraco em sua nuca.

Um suspiro de alívio era dado antes de d’Lamour perceber que seu braço esquerdo que antes estava sendo abocanhado pela cobra agora parecia ter sido deslocado pela força da mandíbula do animal, não parecia ter sido picada ou algo do tipo mas ao perceber a situação de seu braço a mulher se via imersa a uma grande dor mais uma vez, tendo agora seu braço esquerdo inutilizado até receber o devido tratamento, seu rifle estava agora descarregado não podendo mais arriscar entrar em conflito, felizmente seu braço tinha sido seu único ferimento e apesar de se atrapalhar um pouco ela conseguia recolher os três acônitos encontrados na floresta e assim voltar a seu trajeto pelo caminho que tinha encontrado anteriormente, o plano da mulher era levar os dois corpos mas ambas eram imensas e pesadas com um de seus braços deslocados só seria possível levar uma e com muita dificuldade graças ao peso da criatura.



Kajiyashiki Aiko


Os piratas ficaram espantados pelas palavras de Aiko não pelo fato de seus irmãos serem marinheiros mas sim pelo o plano arriscado e um tanto louco que ela propunha. -Fora de cogitação, esse lugar é pequeno mas não subestime os marinheiros e suas instalações uma invasão é suicídio e sequer sabemos se ele está preso, seria problemático demais entrar lá e ver que ele não está preso, antes de qualquer ação precisamos de informações.- Invadir era um plano um tanto ousado que mesmo bem bolado e executado ainda existiria grandes riscos de falha.

Argus parecia determinado em procurar por informações e parecia acreditar que conseguiria com a marinha enquanto outros acreditavam que o risco também poderia não compensar mas antes que pudessem continuar com o planejamento uma voz interrompeu a reunião dos piratas uma voz que eles já conheciam. -Señor Argus, señor Argus ayuda me!- Ao se virar o grupo pirata dava de cara com Gonzales correndo com uma mão em seu cavaquinho e outra em seu chapéu, sua jaqueta aberta balançava ao vento exibindo sua barriga saliente que balançava junto a seus peitos com o movimento de suas pernas e ele não estava sozinho atrás do estranho homem tinha um grupo de pessoas fortemente armadas tanto com armas brancas quanto armas de fogo -Peguem-os! Vamos a forra com esses desgraçados!- Gritava um dos homens apontando sua espada para a pequena cidade e o pequeno grupo de piratas que estavam ali.

Imediatamente o alarme do QG começou a tocar alertando todos para todos os civis buscarem abrigo no quartel general os marinheiros pareciam se por a postos assim como Argus e seu grupo. -Procurem abrigo são homens da Albina, vamos pegar Gonzales e voltar para os botes uma luta aqui é muito arriscado!- gritou o bárbaro para os demais que lhe acompanhavam, todos sacaram suas armas prontos para o conflito, eram dez piratas inimigos que avançavam contra o grupo na cidade, os inimigos pareciam loucos de entusiasmo para começar um combate tão loucos que sequer ligaram para o QG que estava ali Aiko se via pega em meio a confusão com todos os civis já correndo na frente para o QG enquanto Argus e o pessoal se preparavam para o conflito.



-Bjarke-
-Roxanne-
-Kajiyashiki-

Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
Histórico Luna:
 
FERIMENTOS:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptyDom 25 Mar 2018, 19:57



Mato as Cobras e Mostro o Pau.



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......."Enquanto muitos jogam comida fora, outros passam fome. Ao longo de todos esses anos, muitas vezes coloquei cobras em minha boca, quase sempre no sentido bíblico, já que não gosto da carne de répteis. Mesmo assim não posso negar que mastigar a carne daquela criatura viva, sentir suas escamas travando entre meus dentes, observar em sua face o desespero, a característica expressão de quem não acredita no que está vendo... Sorte a dela eu não ter acabado de fumar, amigo, de larica comeria aquela cobra do nariz a ponta do rabo."

..............Rox arfou, a dor no braço era forte, mesmo estando acostumada com os rotineiros espancamentos de seu padrasto, havia tempo que seu braço não era tirado do lugar daquele jeito.  — Achou que me engoliria assim tão fácil? — Sorrindo, a atiradora sentia uma escama presa entre seus dentes, com certa indiferença, prendia o rifle novamente as suas costas e começava a puxar os pedacinhos da serpente que ainda estavam em sua boca.

..............Lentamente Roxanne se aproximou de uma das cobras, o braço latejava, sabia que precisaria da ajuda de alguém. Anos atrás havia colocado o braço de volta ao lugar sozinha, mas mais tinha se lesionado nas inúmeras tentativas do que de fato consertado algo — ~ Finalmente aquele bajulador poderá servir pra algo. ~ — Um leve riso misturava-se a uma expressão de dor enquanto a mulher puxava uma das cobras pelo corpo com a mão que ainda conseguia empregar força. — ~ Essas duas ... ~ — Arfava, quase gemendo enquanto puxava a serpente, no caminho tentava encontrar uma posição para puxar o animal que não exigisse tanto de seu membro deslocado. — ~ Serão... ~ — Largava uma serpente ao lado da outra. — ~ Um ótimo... ~ — Da melhor forma que conseguia, colocava-se a amarrar uma cobra na outra, ambas pareciam ser de mesmo tamanho, o que não prejudicaria muito o seu nó. — ~ Urf... Um ótimo traje. ~ — Sorria, satisfeita ao ter por fim ambas serpentes presas uma a outra.

.......Agora, vamos lá meninas, já chega dessa floresta.  — Rox, sem muita frescura, apanhava uma das serpentes, passando o corpo da mesma por cima de seu obro bom e então começava a puxar ambos animais pelo caminho que anteriormente havia visto. — ~ Vocês me custaram três balas e a porra do meu braço, nem que eu precise rastejar como uma tartaruga, vocês vem comigo!! ~ — A mulher trincava os dentes, inclinando o corpo para frente enquanto arrastava os animais pelo caminho. Sentia a dor no membro ferido, isso apertava sua carne, tornava tudo mais difícil. Contudo, se existia uma pessoa capaz de fazer algo difícil, de apanhar e continuar de pé, sem dúvidas essa era Roxanne d'Lamour.

.......NÃO VOU DEIXAR NADA PRA TRÁS!! — Continuaria, apesar da dor, apesar do cansaço, apesar de quantas vezes caísse, levantaria-se  e seguiria pela trilha, levando os dois monstros que havia abatido para onde quer que aquele caminho levasse. Aquela floresta e todos na cidade conheceriam um monstro, um monstro muito pior que ambas as serpentes gigantes. Uma mulher com escamas, sangue, miolos, vísceras e saliva de cobra por todo o corpo, principalmente na boca. —~ Preparem-se, o começo do fim está chegando. ~

......."Se eu tivesse me visto naquele dia como os outros me viam, sem dúvidas teria parado no caminho, lavado o corpo, arrumado meu cabelo, limpo minhas roupas. Hoje, olhando de fora eu consigo afirmar que, apesar de minha beleza sem igual, aquela mulher que saiu da floresta sem dúvidas era muito mais amedrontadora que ambos os monstros que arrastava pelo caminho. Mas fazer o quê? Bela, vívida, monstruosa e mortal, essa era eu, Roxanne."

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


||Legenda||

|- "Roxanne - Intervenção" - |
|~Roxanne - Pensamentos~ |
|Roxanne - Fala|


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptySeg 26 Mar 2018, 00:50







In vino veritas ♪






Ao caminhar, Bjarke notava que a cidade era preenchida por belas construções, ao mesmo tempo simples e sofisticadas, presentes nas mais diversas tonalidades. Além das características arquitetônicas de Lvneel, a presença de diversas igrejas em seu trajeto também era um fato que chamava sua atenção, principalmente após escutar brevemente o sermão do padre, que parecia ser ignorado pelos outros pedestres.  

Na medida em que desbravava aquelas ruas, trilhando seu caminho até a armaria, o médico tinha certeza que a ilha era um ambiente extremamente prospero. Sem nenhuma preocupação em sua cabeça, começava a refletir sobre as palavras do homem de fé que, no momento, pareciam ser uma mensagem direta para a situação que vivia. A ponderação podia ter um certo grau de heresia e prepotência, mas Sven discordava do que foi dito, a verdadeira virtude, em sua concepção, era valorizar aqueles que estavam próximos e também os distantes, carregando-os em sua mente e seu coração. O livre arbítrio poderia acabar afastando pessoas próximas, mas o amor sempre conservaria essa união.

Já na armaria, com os negócios de sua acompanhante concluídos, Bjarke observaria bem a peça de couro, considerando os prós e contras. O jovem chegava a conclusão de que o corselete não trazia muita proteção, mas poderia tirar força de algum golpe inimigo e não atrapalhava em nenhum aspecto. - Eu vou ser bem sincero, não é bem o que eu queria, mas não é de se jogar fora. - Um semblante pensativo imperaria em seu rosto ao tentar negociar com o vendedor. -  O problema é que o preço é muito alto para mim, se fosse um pouco mais barato, com certeza compraria. Dez ou quinze mil a menos é o suficiente para deixar as coisas mais agradáveis, se aceitar, temos um negócio fechado. - O espadachim esperaria pela resposta do detentor de bigodes de respeito, rezando para que fosse positiva. Se o armeiro concordasse em flexibilizar o preço, Bjarke compraria a peça, entretanto, se a resposta fosse negativa, simplesmente deixaria o estabelecimento, levando Yennefer consigo.  

Rodeado por postes e casas, o jovem observaria bem a arqueira. - É um belo arco, combina com você. - Sem esperar nenhuma resposta, olharia para o céu, com as palavras do padre ainda martelando em sua cabeça. - Se não for incomodar, eu gostaria de passar em alguns lugares também. - Após a resposta de seu par, retornaria pelo caminho em que veio até a armaria e entraria na primeira igreja que visse.

Acolhido na casa de Deus, o jovem se ajoelharia em algum lugar apropriado e levaria o dedo médio e indicador da mão direita até a testa, para descer ao tronco, subindo até o ombro esquerdo e por fim parando no ombro direito, realizando o sinal da cruz. Com as mãos atadas em sinal de fé, o médico pensava que talvez fosse arrogância demais rogar diretamente a Deus, já que estavam um pouco distantes nos últimos tempos, assim sendo, julgou que seria mais apropriado se dirigir para a Santa Mãe, levando em conta que as mães sempre olhavam por seus filhos. - À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém. - Rezaria em baixo tom, quase surrando aquelas palavras. Com a prece finalizada, o homem se levantaria e partiria do local sacro.

Se sentindo mais leve e protegido, Sven deixaria um sorriso tomar conta do seu rosto enquanto falava com Yennefer. - Só temos mais um lugar pra ir, um tanto quanto diferente desse, creio eu. - Acompanhando, o jovem avançaria pelas ruas da cidade, em busca de uma taverna, não deveria ser algo difícil de encontrar já que a ilha parecia bastante organizada, mas, encontrando qualquer dificuldade, pediria o auxílio de um nativo. Com licença, você podia me indicar alguma taverna? Acabei de chegar e ainda não conheço bem a cidade. - Chegando ao bar, não perderia tempo e iria até o balcão, pedindo algo apenas para chamar a atenção da pessoa que atendesse no local. - Um copo de uísque, sem gelo. - Enquanto esperava pelo pedido, o médico observaria bem o local e as pessoas que o frequentavam.

Recebendo a bebida, daria um gole longo e calmo, sentindo o líquido queimar sua garganta na descida. - Qual é seu nome? - Perguntaria para a pessoa que tivesse trazido a bebida, se a pessoa em questão fosse uma bela mulher, diria. - Desculpa, eu não entendi direito, é meu amor ou amor da minha vida? - As palavras não seriam ditas de maneira rude ou invasiva e sim com carisma e simpatia. - Se não for pedir demais, eu gostaria de uma informação. Eu posso curar qualquer um que não esteja morto e, modéstia à parte, me viro bem com uma espada. Preciso levantar um bom dinheiro, rápido, quem devo procurar? - Enquanto aguardava a resposta, terminaria de beber o uísque.    



Histórico Bjarke:
 
Considerações extremamente cruciais:
 

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Última edição por Bjarke em Seg 26 Mar 2018, 06:06, editado 2 vez(es)
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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptySeg 26 Mar 2018, 01:19


IMMINENT!
battle is comming!


D
eu de ombros ao receber o relato de que seu plano era ousado e inconsequente. De fato  era, mas a verdade era que a garota não ligava, talvez os últimos acontecimentos em Fernand Ice tivessem tornado-a muito mais ousada e impulsivo do que já foi em qualquer momento anterior a este em toda sua vida. —Sim, talvez tenha razão. — Admitiu a jovem. A medida que seus passos lhe permitiam acompanhar Argus seus olhos se colocaram ao céu, o clima de Lvneel era totalmente diferente da terra natal da loira, o sol permitia-se aquecer sua pele pálida e por mais banal que fosse aquilo parecia revigorar seu ânimo, os piratas de Cody eram pessoas legais, isso era inegável, principalmente Gonzales, o homenzinho de bigode que da forma mais pura havia conquistado a simpatia de Aiko, mesmo que está não compreendesse a maioria das palavras ditas por ele, sua maneira de ser e agir trazia um alívio cômico na vida da loira que nos últimos anos havia se enterrado num poço de seriedade sem fim.

Antes que percebesse o próprio homem corria em sua direção, claramente afoito sua camisa desabotoada permitia que sua barriga balançasse de um lado para o outro enquanto trazia em mãos seu simbólico cavaquinho mas o que mais chamava a atenção era no modo como se aproximava, mesmo que não pudesse compreender suas palavras claramente, era muito claro que Gonzales pedia por ajuda, fato esse que apenas se concretizou ao surgir por trás daquele figura alguns outros homens em perseguição gritando tanto quanto. Instintivamente Aiko levou à espada, mas sequer chegou a retirá-la da bainha ao ouvir o alerta de Argus, mesmo que seu desejo fosse confrontar aqueles homens ali mesmo não poderia agir de forma egoísta, parte de seu bando que ainda se formava estava vagueando pelos perímetros da ilha e dessa forma não teria cobertura e tudo que lhe restava era seguir o proposto, recuar.

—Albina? Por acaso é algum outro bando? — A jovem correria ao lado de Argus, era quem liderava aquele grupo e aparentemente quem mais retinha informações sobre os acontecimentos locais. Ao redor diversos civis corriam em busca de proteção e segurança, o alarme soava tornando a situação ainda mais complicada, os inimigos viriam de todos os lados, piratas e Marinha se colocando a frente como um obstáculo difícil de ser superado. Os fios amarelos levemente eram carregados pelo vento que batia contra seu rosto durante a corrida, ofegante olhava para trás notando que ao todo eram dez inimigos que como bárbaros gritavam palavras incitando o caos e a batalha que já era iminente.

Ao momento em que a batalha fosse uma realidade concreta Aiko traria a suas mãos sua Claymore por mais uma vez e sem divergir se era correto investiria contra qualquer adversário que lhe fosse dado. Apenas para aquecimento seria o suficiente apenas chocar aço contra aço, um choque entre as lâminas, Aiko não desejava derramar sangue, pelo menos não tão cedo. A última vez em que o fato havia acontecido o branco se tornou vermelho e vidas foram tomadas —Ouvi dizer sobre Albina!? Acho que é isso, seria a capitã de vocês? Gostaria muito de conhece-la pessoalmente! — Como de praxe a jovem não perdia a oportunidade de iniciar um diálogo mesmo que estivesse dentro de uma batalha. A postura adotada era muito mais defensiva, sua espada retificada sempre seria colocada no caminho dos avanços adversários em uma postura diagonal e por vezes passos que recuariam seu corpo aumentando a distância entre seu corpo e a arma. —Vamos, não custa me responder. Vocês tem um barco por acaso? — Aiko se coloria sempre proxima de algum dos piratas de Cody para que dessa forma não tivesse brechas ou pontos cegos, assim sempre tendo cobertura.

Histórico:
 

Objetivos:
 




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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptyTer 27 Mar 2018, 13:33



Insanus piratis
infortuniis in via


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Sven Bjarke Koza


Sven fazia sua oferta pelo corselete era visível que a peça tinha uma qualidade boa em sua linha de produtos mas ainda assim não era algo que o espadachim buscava, o responsável pelo lugar suspirou enquanto acenava sua cabeça negativamente com um visível desânimo em não fechar acordo. -Me desculpa garoto mas gastei muito tempo e material na produção dessa peça. - Sem uma nova posse o médico seguiu com Yennefer. -É um belo arco, combina com você.- Sven ouvia um obrigado em resposta mas percebia que a mulher naquele momento parecia tão distante quanto ele impressionada pela estrutura e toda arquitetura do lugar. -Se não for incomodar, eu gostaria de passar em alguns lugares também.- Nesse momento Yennefer se virou um pouco curiosa com os planos de Bjarke. -Sim vamos lá, quero ver o máximo deste lugar.- Falou enquanto seguia ao lado do médico.

O lugar para qual Sven seguia era uma igreja a primeiro momento Yen se surpreendia com o lugar que o espadachim optava por ir ela se encantava com a arquitetura gótica da igreja com imensas janelas com vidrais coloridos e uma estrutura tão bem moldada e detalhada, o médico rezou enquanto a mulher esperava em um canto da sala ainda observando os detalhes do lugar, Bjarke rezou de joelhos perante a estátua de nossa senhora no altar, suas palavras soavam quase como um sussurro mas seu amém pareceu ecoar pela sala e isso porque o padre agora aparecia em pé ao seu lado o acompanhando em sua prece - Que a proteção de Nossa Senhora o acompanhe em sua jornada e que o Senhor o abençoe e guie durante.- O velho homem dizia isso com um sorriso no rosto mas antes que o médico pudesse dizer ou perguntar algo o homem seguiu com um coroinha o seguindo para seus afazeres, o espadachim se levantou e seguiu até Yennefer que nesse momento estava em pé na porta vendo alguns homens de armaduras passarem marchando pelas ruas. -Só temos mais um lugar pra ir, um tanto quanto diferente desse, creio eu.-

E assim a dupla seguiu até seu destino-Ah é só seguir esse caminho e virar a esquerda no cruzamento.- Falou um civil qualquer passando as informações que o médico desejava, seguindo pelo caminho eles não tiveram dificuldades de encontrar a tal taverna que por sinal parecia cheia mas isso não impediu de conseguir uma mesa em meio a circulação as garçonetes. -Um copo de uísque, sem gelo.- Falou o médico ao perceber uma jovem garçonete se aproximando para tomar nota dos pedidos e logo a jovem falava. -Moço nós estamos trabalhando com uma nova bebida chamada Catatuaba gostaria de experimentar? Por favor… a gente meio que… ta ganhando uma comissão para cada dose vendida.- Sua voz entre as pausas abaixava as poucos dando espaço para uma expressão tímida em seu rosto acompanhada com um certo rubor em suas bochechas enquanto abaixava o olhar para suas mãos, Yennefer começava a rir da cena. - Ahahaha tudo bem eu acho que vou querer um copo dessa bebida.- A jovem se retirava buscando o pedido dos dois.

A movimentação na taverna era grande com uma circulação extensa de pessoas, o visual do lugar era bem comum comparado a outras tabernas mantendo o visual clássico de um estrutura de madeira com espaço amplo para uma grande clientela, a garçonete voltava entregando os pedidos. -Qual é seu nome?- A garota voltou a rubrar com a pergunta que vinha do nada. -Érh… meu nome é Anneliese Proudmore van Braun Latumia Springmont Delacroix Mendoça Silva.- Falou a jovem de maneira tímida, lenta e baixa pronunciando cada parte de seu nome. -Desculpa, eu não entendi direito, é meu amor ou amor da minha vida?- Falou o vidraceiro com a maior cara de pau perante a timidez da jovem garçonete fazendo Yennefer por as mãos em frente de sua boca para esconder o riso. -Não, é Anneliese Proudmore van Braun Latumia Springmont Delacroix Mendoça Silva mesmo, como você ouviu “meu amor” nisso tudo?- Perguntou a jovem surpresa pela péssima audição do médico, pelo menos era nisso que ela acreditava. -Se não for pedir demais, eu gostaria de uma informação. Eu posso curar qualquer um que não esteja morto e, modéstia à parte, me viro bem com uma espada. Preciso levantar um bom dinheiro, rápido, quem devo procurar?- A garota encostou seu dedo indicador no canto de seus lábios e encarava o teto analisando aquela informação. -Se pudesse trazer os mortos de volta a vida ia ser bem impressionante mesmo…- Divagou a garota encarando o teto. -Bem, se não me engano o hospital do nosso reino está com problemas de superlotação…- Falou a jovem voltando seu olhar para o médico. -Talvez eles te paguem uma recompensa se ajudar, recentemente teve o torneio para guarda real e muitos participantes se machucaram ainda teve uns soldados que se feriram para impedir um ataque pirata, acho que uma mãozinha seria bem vinda por lá ou caçar os piratas que estão importunando nosso reino soube que existe uma recompensa pela cabeça de dois ou três dos membros, não é muito alta mas ainda assim é um bom dinheiro. Terminou a garçonete se mantendo em pé ao lado da mesa.



Roxanne d’Lamour


Um braço certamente tem seu valor mas comparado com uma mente sã seu valor era nulo, Roxanne dava um nó meio atrapalhado levando em consideração o peso que ela manuseava com apenas um braço, ela amarrou as pontas das caudas prendendo uma criatura na outra e com o que restou da cabeça de uma das cobras a atiradora começou a puxar, o peso era imenso cada cobra parecia ter uma média de doze a quatorze metros a mulher chegava quase a curvar seu corpo em um ângulo de quarenta graus enquanto puxava as criaturas, com muito esforço e suor ela conseguia dar um passo carregando seus troféus normalmente Roxanne já estaria próxima do reino de Lvneel mas o peso das cobras a fazia perder um bom tempo de viagem.

Seu ombro bom já começava a doer com o peso que carregava, seu corpo estava banhado em terra e suor, sua mente lutava contra a vontade do corpo de cair e dormir se limitando a permitir apenas os gritos de angústia, cansaço, dor e determinação proferidos pela mulher, diversas vezes ela caia por pisar em falso ou apenas pelo vacilar de suas pernas que pareciam desejar desistir daquela jornada. A floresta a sua volta ao poucos começava a ganhar mais vida em quesito de barulho gradualmente os pássaros voltavam a cantar, pequenos micos pulavam de galho em galho, moscas começavam a se juntar nos cadáveres das cobras e frequentemente algumas delas zumbiam próximo ao rosto de d’Lamour, por sorte conseguiu encontrar mais uma vez a trilha que tinha avistado antes, mesmo velha e um pouco selvagem a cada metro seguido aos poucos ela mudava o seu aspecto para uma estrada de terra comum.

Algumas horas se passaram seguindo a estrada de terra com o corpo de Roxanne gritando por um descanso e erva, ninguém poderia imaginar que uma mulher tão delicada conseguiria chegar tão longe que tal peso a dor e o cansaço eram tantos que parecia ser possível para Rox sentir cada fibra de seus músculos se esforçando para não se romper mas agora, depois de horas de força e determinação, ela percebia que todas as suas quedas de alguma forma estavam sendo recompensadas a distância ela via torres e uma muralha se erguendo o reino de Lvneel estava a sua frente e isso lhe deu forças para continuar.

Chegando nos portões do reino os guardas arregalaram os olhos para o que viam uma mulher coberta de terra e suor com um rifle nas costas arrastando dois corpos de cobras que juntas passavam de vinte metros quase alcançando os trinta, os guardas obviamente não podiam sair de seu posto então se limitavam a ficarem boquiabertos com a situação enquanto trocavam algumas palavras entre si. Não era como se Rox contasse ou esperasse pelo apoio ou a piedade de alguma pessoa no entanto seu corpo tinha chegado ao seu limite e já não seria mais possível prosseguir com todo aquele peso, não sozinha.



Kajiyashiki Aiko


A batalha parecia inevitável no entanto o grupo conseguia ao menos se reposicionar de uma maneira que não ficavam de costas para a marinha e nem para os piratas. -Albina? Por acaso é algum outro bando?- Falou a espadachim se posicionando ao lado de Argus. -Um bando de loucos psicopatas que moldam o pior lado de um pirata, Cody e a Albina tiveram um passado, tsc… Em pensar que é verdade que ela está aqui, logo aqui.- Falou o homem já preparando sua arma para o embate contra um dos piratas, o grupo de piratas inimigos se dividiu com uma pequena parte indo para cima de Aiko e os demais enquanto os outros avançavam contra a pequena aldeia, Gonzales aproveitando do auxílio dos demais já começava a distribuir alguns pontapés nos inimigos que agora se dividiam, os demais piratas começavam a lutar mas a cada golpe eles recuavam um passo buscando conseguir um janela para seguir como a ordem de Argus.

Aiko nesse momento via os marinheiros engajarem em uma luta contra o grupo que invadia a cidade, devido ao péssimo plano inimigo de se dividir eles caíam um a um perante ao poder marine, um homem avançou contra a loira que rapidamente reagiu fazendo sua espada colidir contra o sabre do inimigo, muitos ali lutavam mas ficava claro que os inimigos iriam cair rápidos pela sua desorganização porém eles não pareciam ligar para isso, todos riam de maneira descontrolada enquanto empunhavam suas armas realmente pareciam ser todos loucos que não se incomodavam em morrer ou matar.

Um homem franzino que empunhava um sabre curvo mais conhecido como Cimitarra investiu contra a loira que mais uma vez fazia sua espada se chocar contra a lâmina inimiga. -Ouvi dizer sobre Albina!? Acho que é isso, seria a capitã de vocês? Gostaria muito de conhece-la pessoalmente!- O raquítico homem ria exibindo sua língua escura grotesca e saltava para trás ganhando distância da espadachim. -Sim você vai ver a capitã, pode deixar que eu arranco sua cabeça e levo para ela AHAHAHAHAHA- O pirata tinha um visual estranho que poderia até mesmo intimidar algumas pessoas, seu corpo era magro como se só tivesse pele e ossos, sua pele tinha um tom extremamente pálido com olheiras profundas, o homem seria careca se não por um estranho moicano vermelho em sua cabeça. Enquanto Aiko trocava suas palavras com o gatuno a marinha começava avançar já conseguindo capturar e derrubar parte do grupo pirata que tinha atacado a pequena aldeia, um pequeno esquadrão da marinha com quatro homens avançou em direção onde o grupo de Aiko e Argus se encontravam. -Vamos recuar! Não nos seguirão na floresta, recuem!- Gritou Argus para os demais que começavam a correr em direção a mata enquanto Argus em si mantinha sua posição segurando o máximo de homens possível.




-Bjarke-
-Roxanne-
-Kajiyashiki-

Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
Histórico Luna:
 
FERIMENTOS:
 
OFF:
 


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Luna
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptyTer 27 Mar 2018, 23:34



Lady Cait.



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......."Diabos, como me arrependi por não ter fumado um 'beck' antes de começar a puxar aquelas duas criaturas. Quase sempre a cannabis inebriava e tranquilizava meus sentidos e sentimentos de tal forma que, algumas tarefas que normalmente seriam inconcebíveis para mim — como simplesmente tomar uma xícara de café — tornavam-se de fácil execução. Por exemplo, agora enquanto escrevo essa diário, se não estivesse sobre os efeitos tardios da maconha, muito provavelmente o que você está lendo não passaria de um misturado de letras como: 'snqpe,,e29ndçajsnqortuchsj', esse."

..............Os braços, pernas, dedos, juntas, pele, unhas... Tudo doía após o longo calvário que havia sido carregar ambos cadáveres. A floresta era algo traiçoeiro, enganava, envolvia e por vezes fez a cientista se perder, dificultando seu caminho, querendo prende-la em seu amago. Mas finalmente a luz surgiu, revelando uma silhueta diferente, alguns muros e a esmo, arrastando algo indescritível uma mulher de beleza singular.  Roxanne agora era um misto de suor, terra, tripas, saliva e sangue. Todos misturados em um corpo bem delineado, infelizmente marcado pelos diversos tombos do árduo percurso. — ~ Merda, isso foi bem pior, muito pior, infinitamente pior que matar vocês.  ~ — Um sorriso contente e cansado surgia nos Lábios da atiradora, agora dando os passos finais, sentindo as fibras de seu corpo quererem romper, o braço direito já dormente, servindo apenas como ponto de ancoragem para arrastar as serpentes mata a fora. — ~ Cheguei. ~ — Os corpos dos répteis iam ao chão, jogados com descaso. A frente da mulher, em seu mais doentio estado de sensualidade, agora estavam os portões de Lvneel.

..............Ora ora... — O corpo latejava, formigava e pingava, fora do contexto poderia-se dizer que alguém com fantasias em diversos tons de cinza havia acabado de se divertir com a garota. Mesmo não sendo tão divertido quanto a opção mais censurada da coisa, Roxanne havia se divertido e, como qualquer outra agora necessitava de um descanso. — Olá garotos. Como vai o dia de vocês? — Lentamente, Roxanne  sentava, como se em cima de um tronco, a diferença é que abaixo de seu quadril estava o corpo de uma das serpentes. — Vocês já viram o tipo de coisa que tem nessa mata? — Enquanto falava as mãos tentavam agilmente começar a enrolar seu baseado, a seda como de costume já estava na esquerda, mas infelizmente o braço fisgava quando os dedos se moviam, o que fez que o processo costumeiramente industrial de Rox parecesse mais com o de uma criança tentando enrolar um bombom cujo qual fora proibida de comer.  — Encontrei umas moscas e uns mosquitos enormes, achei que iria pegar alguma doença.

.......— O baseado ia até os lábios e uma longa e demorada tragada enchiam seus pulmões, a inebriante sensação de calmaria, a dormência nos lábios, a leveza nos membros, a quietude, a vontade de rir imaginando o que aqueles guardas pensavam no momento. Baforou para fora, novamente tragando seu cigarro, segurando a fumaça no peito, olhos fechados, apenas rolando o êxtase do momento. — ~ [...]  — Fumar era ótimo e para um viciado, aquela caminhada toda sem sequer uma única tragada, poderia sem sombra de dúvida se comparar a quarenta dias e quarenta noites de jejum em um deserto.   — Por acaso um de vocês pode dar o ar da graça aqui embaixo? Preciso de ajuda, essas gracinhas são presentes para um velho amigo.~ Vamos ver a força desse nome.~ — Ponderava, aguardando, esperando algum dos guardas tomar uma atitude e, caso ela não viesse, completaria.  — Preciso usar o nome, Montblanc? — Aguardaria, o blefe era algo clássico da vida em bordéis, geralmente funcionava em pessoas que se impressionavam facilmente, algo que duas serpentes daquela davam conta de fazer com qualquer soldado.  — Caso queiram esperar anoitecer, combinei de encontrar o senhor aqui ao cair da noite. Ele vai adorar jantar comigo nesse estado. — Abria os braços, baforando um pouco da fumaça pelos lábios, outro tanto pelo nariz. — Caso estejam curiosos, podem me chamar de D'Lamour, concubina preferida e nas horas vagas, caçadora de seres indesejáveis. — Os olhos se fixavam em ambos, a cor lilás em um tom de desafio, de ameaça, algo como: — "Posso acabar com sua carreira e com sua vida, soldado ingênuo."

.......Permaneceria ali, esperando auxílio de ambos e, caso eles não viessem em sua ajuda, simplesmente se realocaria, deitando-se no chão, usando o corpo de uma das criaturas como travesseiro, cruzaria as pernas, cigarro na boca, braços atrás da cabeça. No rosto? A serenidade do olhar de alguém que tem a paciência, a calma, tudo sob seu devido controle.

......."A paciência em muitos casos não é mais senão medo, preguiça ou impotência. No meu caso, era puramente impotência, no daqueles guardas? Em pouquíssimo tempo seria medo."






Objetivos:
 

Histórico:
 

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


||Legenda||

|- "Roxanne - Intervenção" - |
|~Roxanne - Pensamentos~ |
|Roxanne - Fala|


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 12 EmptyQua 28 Mar 2018, 05:59







Ex aspectu nascitur amor ♪






A presença do padre no fim da prece era um bom agouro, ao menos era esse o julgamento do médico. A suposição adquiriu um status de certeza quando conseguiu sentar no bar e se deparou com a bela garçonete, a pele da mulher era alva e suave, como seda, seus cabelos loiros e delicados oscilavam, como graciosos fios de ouro feitos por um hábil artesão, por fim, seus olhos verdes brilhavam de tal forma que não deixavam nada a desejar perante uma esmeralda.

Na medida em que a funcionária do estabelecimento interagia com a dupla e mostrava mais da sua personalidade, Bjarke se sentia cada vez mais encantado. A timidez e ingenuidade da moça o cativavam, com o mesmo efeito que um novelo de lã faria em um felino. As informações sobre os homens feridos no torneio e os piratas eram extremamente úteis, mas ao escutar a voz da mulher, Sven só conseguia pensar sobre coisas menos importantes e mais luxuriosas.

Quando as informações cessassem, o médico permitiria que uma feição de concentração tomasse conta de seu rosto, para passar alguma credibilidade em suas palavras. - É interessante essa informação dos feridos, acho que realmente poderia ajudar com isso. - O homem faria uma pequena pausa, como se refletisse sobre o tópico. - Aproveitando o assunto, eu organizo uma campanha de doação de órgãos, tem algum interesse em doar seu coração pra mim? - Pouco tempo após a tentativa barata de sedução, o homem não conseguiria conter os risos, já que pensava que provavelmente deixaria a mulher constrangida. - É só uma piada, um mau habito meu. Não quero seu coração, só o seu amor. - A explicação, apesar de óbvia, ocorria devido ao nível de inocência demonstrado pela garçonete.    
 
A investigação de Bjarke era igualmente eficaz e prazerosa, de forma que era quase uma obrigação dar algum agradecimento expressivo para Annelise, tanto pelos conhecimentos valiosos quanto pela sua bela imagem. - Catuaba não é? Pode trazer cinco garrafas, é o mínimo que posso fazer por você, Anne. - Diria, esperando que a garçonete se empolgasse com a notícia. Antes que a mulher se afastasse da mesa, Sven falaria novamente, esperando captar sua atenção. - Ah, só mais um coisa, você tem um lápis ai? - O médico esperaria alguma pergunta de sua interlocutora, questionando a razão do pedido, ou até uma negativa, de qualquer forma, prosseguiria. - Pra começar a escrever a nossa linda história de amor. - Diria, se entregando aos risos novamente. - Como eu falei, é um mau hábito. Eu não quero beijar a sua boca, a não ser que você queira, aí eu quero também. - Se a sorte estivesse sorrindo, o médico tomaria a bela moça em seus braços e faria seus lábios se encontrarem, suavemente, em todos os outros casos, simplesmente pediria a conta quando as garrafas de catuaba chegassem, pagando pelas suas bebidas e a de Yennefer.

Ao deixar a taverna, rumaria até o quartel general da marinha, já que, graças a Cody, sabia da presença da organização naquela ilha. Cuidar dos necessitados era tentador, mas matar era muito menos trabalhoso que remendar feridas, além de servir como um teste para as suas habilidades. Alcançando o local desejado, entraria nas instalações procurando por alguma espécie de ajudante, encontrando, perguntaria sobre os procurados. - Soube que tem um grupo causando uns problemas pela cidade, vocês tem algum cartaz pra eu dar uma olhada? - Se a resposta fosse positiva, levaria os cartazes consigo e voltaria as ruas de Lvneel.

O espadachim não fazia a mínima ideia de onde poderia encontrar os procurados, então, simplesmente vagaria pelas ruas mais movimentadas da cidade, observando os pedestres, sempre com a arqueira ao seu lado. - Espero que você já esteja boa o suficiente pra arrumar mais confusão, se quiser ficar fora disso eu entendo. - Os criminosos podiam escolher as ruas mais movimentadas para se locomover, visando se mesclar na multidão, ou poderiam optar por vias menos convencionais, evitando o contato com qualquer um, podiam até estar escondidos em qualquer prédio da cidade, em vez de se preocupar com isso tudo, Bjarke apenas contava com a sorte.



Histórico Bjarke:
 
Considerações:
 

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