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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 The Fellowship

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Saffy
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 7 EmptySab 07 Jul 2018, 19:47

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Após de receber as adagas e tê-las posicionadas confortavelmente em seu quadril, Alexandra seguia ouvindo seus colegas conversando e dava um olhar de estupefação ao colega ao ouvir o que dizia sobre si. - Não sei nem o que comentar... Uma vida sem memórias, nem ao menos consigo imaginar - diria para ele com as sobrancelhas franzidas numa expressão pensativa e suspiraria em seguida, falando depois: - Não tenho tanto a dizer. Nasci longe daqui, cresci ainda mais longe e tenho viajado o mundo há poucos anos. Parei aqui como um ponto final para isso e o ponto de partida para a vida dentro da farda. É um tipo de desejo antigo estar na marinha e agora posso cumpri-lo - concluiria sucinta, utilizando um tom reservado e desinteressado com as sobrancelhas ainda franzidas, olhando para frente.

Quando estavam lá e ouvia o que Teresa dizia, apenas concordava. - Não vejo problemas nisso. - E então, escutava caso Kumadori fizesse alguma ponderação e acrescentaria: - Não conheço muito da ilha, como disse, estou aqui há pouco tempo, então sua estratégia é mais confiável nesse sentido. - Olharia ao redor para observar mais do que era visível enquanto terminava de escutar suas palavras e assentiria com a conclusão, deixando as mãos no quadril observando o desenho que o homem fazia no chão; ouvia Teresa dizer que ia na frente e fazia um aceno com a expressão ainda fechada. - Tudo bem, seja cuidadosa - avisava a observando se afastar e se prepararia para ir também, mas era impedida pela voz do rapaz, dando atenção a ele: - Não, não sou, nasci em outro Blue e vivi por muitos anos numa ilha da Grand Line - respondia, parada em postura ereta com os braços cruzados. - E sim, tenho todas as memórias intactas - concluía em seguida com uma das sobrancelhas erguidas, soltando uma risada irônica em seguida. - Como disse, parei aqui como um trajeto de minha viagem de anos, conheci muitos lugares, mas é minha primeira ilha do East Blue. Meu único objetivo na vida é buscar a justiça, achei que a Marinha seria o lugar que me ajudaria a concluir essa busca e fazê-la real. - Terminaria a resposta com a expressão determinada olhando o companheiro.

Quando desse o tempo, seguiria pelo caminho proposto dando um último aceno para o rapaz que ficava para trás, seguindo para a esquina. Andaria pelo perímetro traçado com uma postura rígida e os olhos e ouvidos atentos, completamente alerta sobre qualquer mudança suspeita ou possível ação, andando num passo moderado e tranquilo para que pudesse observar bem o que acontecia ao redor pelo caminho. Que tipo de ação pode acontecer numa patrulha comum?, perguntava a si mesma no trajeto, sem perder o foco. É uma ilha movimentada, certamente terão pessoas ousadas. Insensatas também, terminava. Ficava concentrada para que não se perdesse do caminho e pudesse fazer todo percurso até que voltasse ao ponto inicial, onde esperava encontrar Kumadori mais uma vez. Caso encontrasse alguém com problemas ou alguma situação suspeita, se aproximaria com cautela, observando o que acontecia para ter uma noção do que acontecia, e indagaria para quem estivesse envolvido em tom alto e claro: - O que está acontecendo aqui?

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 7 EmptyQui 12 Jul 2018, 18:42

Alexandra, Kumadori e Teresa


Ao chegar no local, Kumadori tomava as rédeas da situação e contava as duas colegas sobre o plano que traçara. Colocava seu dedo sobre a gélida neve no chão e desenhava o mapa, facilitando o entendimento de sua estratégia por parte de Teresa e Alexandra. Apesar de sua falta de habilidade na arte e frio que subia pelo seu dedo, Kumadori conseguia desenhar um mapa entendível. Por fim, ele explicava mais um pouco sobre o que havia ao redor do perímetro, apesar de Teresa já ser nativa da ilha, Alexandra não era, o que fazia a informação ser ainda mais útil, com os três membros do trio ficando bem informados do que aconteceria na missão.

Teresa era a primeira a partir na patrulha, como sempre, com seu semblante e postura confiantes e, é claro, entusiasmada. Aos poucos sua silhueta sumia conforme afastava-se dos outros dois marinheiros. Com o resto da equipe “atoa”, Kumadori começava a conversar com a morena, em um momento como aquele, a primeira missão dos três, criar laços era um passo importante. Se não podem confiar na própria equipe, em quem confiarão?

O tempo passava, a dupla conversava em um tom até que descontraído, mas Teresa ainda não havia aparecido. A precipitação da neve continuava no mesmo ritmo, com a passagem de tempo, ela acumulava-se nas vestes da dupla, principalmente sobre seus calçados. Alexandra percebia e, mesmo sem o retorno da companheira, começava a sua vez na patrulha. O ambiente ao redor da badalada e festiva Grand Drinqs era totalmente diferente. Como se toda a pobreza e miséria de Shells estivesse concentrada em um lugar só. Ruelas mal iluminadas, casas esburacadas e um caminho que parecia ficar estreito a cada passo dado. Para piorar, o ciclo de dia e noite continuava em seu ritmo incessante, deixando a já assustadora periferia da cidade ainda mais sombria.

Continuando com a patrulha, Alexandra encontrava uma figura já conhecida. A jovem de madeixas loiras em nada lembrava a entusiástica garota que conhecera no QG. Com as pernas trêmulas e um com olhar aflito, a pequena garota loira encarava um beco escuro, com um cheiro pútrido que revirava o estômago de qualquer um. Assim com o o restante do ambiente, era extremamente mal-iluminado. Ela notava a aproximação de alguém e virava-se, vendo Alexandra. – E-eu ouvi alguém ali, gritando. – Teresa tentava falar, sufocada com os próprios soluços. – N-não consigo ir sozinha, é muito escuro. Eu.. Eu não consigo Alexandra-chan, desculpa. – A recruta caía sobre os joelhos, cabisbaixa. Alexandra conseguia ouvir alguns sons vindos do fundo do corredor, o que faria nessa situação?

Enquanto isso, Kumadori permanecia no lugar que combinara, esperando pela volta de pelo menos uma das duas. O tempo passava, e nada. O clima de tensão no ar aumentava, e Kumadori poderia perceber que a movimentação na rua não mudara muita coisa, algumas pessoas perambulavam por ali, mas eram homens que, julgando pelas suas vestes, eram apenas pessoas tentando achar um abrigo contra o frio. E falando em frio, o jovem marinheiro começava a sentir os efeitos de ficar tanto tempo sob a neve, seu nariz começava a avermelhar e coçar. Apesar da rua continuar a mesma coisa, a agitação dentro da Grand Drinqs parecia aumentar. Em um lugar como aqueles era de se esperar que o barulho seria alto, mas o que acontecia era quase ensurdecedor. Podia-se julgar pelo barulho que haviam copos quebrando, cadeiras sendo jogadas e homens gritando. O que o jovem faria? Procurar suas companheiras ou investigar o que acontecia?



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Narração

- Fala -

" Pensamento "

Título


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 7 EmptyDom 05 Ago 2018, 12:15

A ASCENSÃO DE UMA SOMBRA

Acompanhava Alexandra partir com os olhos. Quando ela desaparecesse em sua rota combinada, viraria para olhar o local. Prédios, casas e postes que não funcionavam muito bem. Apesar de ainda ser dia, as nuvens bloqueavam o sol dando um tom escuro para o dia, e a neve caindo constantemente só fazia aumentar a tensão do clima.

O tempo parecia passar tão devagar quanto aquelas pessoas que passavam por aquela praça. Começava a sentir o corpo frio enquanto percebia que as coisas esquentavam dentro do Grand Drinks. Meus olhos correriam pelo local da taverna até o local de onde Teresa deveria estar voltando àquela altura do tempo. Inspiraria fundo e logo soltaria um ar quente no ar, fazendo uma fumaça alva sair pela minha boca. Colocaria os dois braços à minha frente e daria um passo na direção do caminho onde Teresa deveria estar voltando.

No entanto, quando dou o primeiro passo, percebo que o som do Grand Drinks aumentava. A bagunça era generalizada e se condensava em apenas barulhos que eu não conseguia distinguir muito bem. Voltando os olhos pra a taverna, o lugar, apesar de toda pobreza da periferia, parecia ser aconchegante e quente, me fazendo ter vontade de ir ver o que acontecia, só para me aquecer um pouco.

No entanto, o plano não era esse. Eu estava com a função de ficar de suporte, na espera de um imprevisto para agir. Como Teresa não voltou, com certeza ela espera que eu aja. Voltaria meu rosto para o caminho que pretendia seguir e dava mais um passo deixando às minhas costas o Grand Drinks.

Imaginando o tempo que Alexandra faria o percurso, logo penso : ~Se eu ir no sentido oposto, pode ser que eu encontre a Alexandra no caminho de volta e eu poderia informa-la de que Teresa ainda não voltou... que talvez tenha acontecido algo com ela.~ Este último pensamento faria meu sangue ´´parar`` por um instante, depois fazendo meu coração se acelerar.

Apesar de estar preocupado, me obrigaria a sorrir e diria para mim mesmo -Ah! Pode ser que não seja algo ruim. Aliás, o que pode acontecer... somos simples soldados. Não nos mandariam patrulhar um lugar tão perigoso se somos soldados... - e daria mais uma risada para disfarçar a apreensão. Quando dou a risada, sinto uma coceira no nariz. Passo as costas das mãos para limpar, quando noto que meu nariz está muito gelado e provavelmente ficará congestionado. Puxaria o lenço que uso no pescoço e amarraria forte no rosto, usando como uma mascara protegendo do nariz para baixo. Não é a solução ideal, mas seria, ao menos, algo que me daria mais algum tempo.

Seguiria o caminho andando até o ponto onde as rotas das duas meninas se encontravam. Esperava encontrar Alexandra naquele caminho, ou até mesmo Teresa. Caso eu visse Alexandra ou a sombra dela passando à distância, acenaria para ela e chamá-la-ia. Depois iria na direção dela correndo, mesmo que ela não me ouvisse. Quando chegasse ao local onde as duas rotas se encontram, olharia em volta em busca da Alexandra e veria que Teresa estava diferente, não mais tão confiante e determinada quanto antes. Se Alexandra estivesse próximo dela, andaria na direção das duas, mas se Alexandra não estiver, correria para perto de Teresa para saber o que aconteceu.

-Terê-chan, o que aconteceu?- Ao ouvir a explicação, logo puxaria o bastão girando-o com cuidado para não acertar quem estivesse próximo e o cravaria na neve. Engoliria seco e sentiria o coração acelerar novamente, mas responderia em tom firme. - Certo, eu darei uma olhada e logo-logo eu volto pra falar com você. Provavelmente foi algum gato brigando com outro.-
Porém, se chegasse ao local de encontro e não visse ninguém, olharia em volta, e também olharia para o chão, para ver se encontrava alguma marca na neve que pudesse me indicar a presença de qualquer uma delas. Se não encontrasse nada mesmo assim, colocaria o bastão no chão e seguiria a rota da Teresa, assim, deixando uma linha no chão, para o caso da Alexandra passar ali. Caminharia buscando alguma pista do paradeiro de Teresa.

Por fim, entraria no beco lentamente com o bastão. Pelo beco ser escuro, minha visão poderia ser inútil, mesmo assim tentaria enxergar naquela penumbra se fosse possível. Se não conseguisse mesmo assim, deixaria a visão de lado, olhando apenas para o chão em que estava pisando e nas paredes em volta, mas concentrando mais minha atenção na audição. Seguiria o caminho investigando até encontrar alguma pista.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 7 EmptyTer 07 Ago 2018, 20:00

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Conforme caminhava e observava ao redor, podia ver como aquela área onde andava era diferente do que vira anteriormente, sendo destoante em comparação a visão anterior do bem agitado e animado bar; via com certo desgosto como as ruelas e moradias eram mal tratadas e pareciam jogadas ao acaso, sem algum cuidado ou zelo necessário para que alguém realmente vivesse ali com alguma dignidade. Era fácil que lembranças da terra onde crescera viessem à memória, afinal, passara considerável tempo de sua infância na periferia, ao encalço de Sam e todas as outras crianças que se reuniam com elas. Incrível como tem mares de distâncias, mas todas as cidades conseguem ser tão iguais... Refletia durante a caminhada, endurecendo a expressão com a realização da realidade tão pobre em dinheiro de alguns e tão pobre em dignidade de outros. Eu espero que um dia as coisas sejam melhores para essas pessoas, desejava em seu íntimo, sentindo um pingo a mais de motivação pelo novo trabalho que adquirira e tudo tinha a ver com a obtenção de justiça, afinal, não era o que a Marinha fazia? — Pergunto-me como Sam e o pessoal estão lá em Neverland... — Balançava a cabeça espantando os pensamentos nostálgicos, suspirando numa nuvem branca graças ao frio.

Talvez fosse uma ilusão causada pela neve, mas tinha a impressão de que a noite estava chegando cada vez mais rápido e o dia ia embora num piscar, deixando as ruas mal iluminadas mais escuras, ou fosse impressão de sua vista cansada de um dia tão agitado quanto aquele, que começara tão cedo sem interrupções ou pausas significativas. Seus passos eram cautelosos sobre a neve macia, agradecendo de certa forma a presença do grande tapete branco e gelado, sendo capaz de não se preocupar com o barulho que fazia ao andar com pressa, tanto pela escuridão que começava a substituir o dia quanto pelo frio que aumentava e parecia penetrar pelo tecido das roupas, deixando seu corpo mais frio e em busca de mais calor, fungando algumas vezes conforme caminhava. Em determinado ponto, com maior cautela e alerta, aproximou-se da figura que vira a distância de maneira lenta, sendo inevitável que a apreensão não tomasse o corpo de Alexandra ao se deparar com a situação: Teresa, que parecia ser sempre tão alegre, estava aos prantos e parecia desesperada, podia ver em seus olhos e em suas palavras. A aproximação foi mais rápida ao vê-la cair de joelhos e, ignorando o cheiro que exalava do beco, logo que estava perto, abaixar-se-ia ao seu lado com um joelho no chão e o outro pé sobre a neve, colocando uma mão em suas costas em consolo. — O que você teme? Viu algo mais? — indagaria baixo, atenta aos ruídos que pareciam vir de dentro do beco escuro.

Olharia para dentro do beco na tentativa de identificar pessoas, vultos ou qualquer imagem no estreito caminho, sabendo que deveria agir rápido antes que qualquer que fosse a situação piorasse, ou os possíveis meliantes fugissem. Independente se tivesse uma resposta por parte de Teresa, viraria para ela com um olhar complacente e suave, indagando baixo e com cautela para não causar espanto: — Acha que consegue me acompanhar para ver o que está acontecendo? — Caso sua resposta fosse negativa, manearia a cabeça numa concordância muda, pensando em quais seriam os próximos passos. E então se lembraria de seu outro companheiro que, se estivesse correta, teria notado a ausência e demora de ambas e provavelmente estaria à caça naquele momento. — Tudo bem, então preciso que você faça algo pra mim. Siga sua rota normal e vá com pressa, encontre... Como era o nome dele?... Ah, sim, Kumadori. Encontre-o e avise para vir para cá logo, não sabemos qual a situação e se pode piorar — pediria assumindo uma voz autoritária e seu semblante mais sério, levantando-se em seguida e oferecendo a mão para ajudar a colega a se levantar também. — Recomponha-se, somos oficias da marinha agora, nosso dever é manter a população segura e tranquila. Não podemos alarmar os cidadãos pelo caminho com algo que não sabemos o que é ainda. Vá logo. — Passaria os dedos sobre as lágrimas em seu rosto a fim de retira-las e daria um aperto suave em seu ombro antes de vê-la partir, suspirando em seguida. — Espero que ela o encontre... — desejava baixinho, quase como uma prece.

Caso ela desse uma resposta afirmativa, ofereceria ajuda para se levantar e repetiria o processo para limpar suas lágrimas, olhando-a com confiança sobre o que fariam a seguir. — Não se preocupe tanto, você não está sozinha, tudo bem? Vamos olhar o que está acontecendo, esperar que Kumadoria venha nos procure e venha até nós para nos ajudar. Enquanto isso, tentamos resolver a situação. —

Independente dos casos — sendo para o primeiro num ato de precaução, garantindo o caso de haver desencontros e para o segundo a necessidade —, puxaria uma das adagas e olharia pelas esquinas do beco, vendo do que era feito os imóveis estavam ali; caso a quina fosse de madeira, seria mais prático e simplesmente se aproximaria, escrevendo AxM em letras não muito grandes, mas evidente para quem procurasse — e torceria para que o rapaz fosse sagaz em encontra-la. Caso fosse de um material mais bruto e complicado de manipular, empunharia mais força ao fazer a marca. Que me perdoem por estar usando minha arma para isso... Lamentaria ao terminar. Se não fosse capaz de fazer uma marca, logo a frente do beco, começaria a fazer um pequeno vão na neve, deixando ali um buraco que esperava não ser preenchido tão rápido, jogando o acúmulo pelos cantos, torcendo para que fosse algo que chamasse a atenção. Se fosse o caso de Kumadori as encontrar antes que entrassem no beco, olharia para ele e explicaria rapidamente o que sabiam. — Teresa ouviu um grito desse beco e estamos indo investigar. —

No mais, seguiria para dentro do beco, sozinha ou acompanhada, andando devagar. Acenaria para que os outros fossem cautelosos e fizessem silêncio ao andar para que não chamassem atenção de quem estivesse ali. Seus passos seriam calculados, um pé na frente do outro, e seguiria prestando atenção aos sons que vinham dali. Como era um lugar escuro, andaria com certa distância da parede, encostando a ponta dos dedos ali para que tivesse noção do espaço ou no caso de haver portas ou algum outro tipo de entrada por ali, tomando também extremo cuidado onde pisava. Esperava poder identificar o que estaria acontecendo logo e, caso visse uma ou mais pessoas, pararia numa certa distância para observar o que faziam ali, sendo calma ao não agir antes de entender a situação; indicaria também aos demais para que parassem e ficassem quietos, aproveitando-se da escuridão para se esconderem. Caso o beco estivesse por fim vazio e fosse sem saída, procuraria por algo que indicasse o que havia acontecido e ali e também por portas ou entradas que pudessem antes de seguir os próximos passos.
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 7 EmptyTer 04 Set 2018, 18:30



Kumadori


O seu faro havia sido afetado drasticamente pela neve, o inverno definitivamente não era sua estação, a neve caía ininterruptamente, e assim como qualquer força da natureza, trazia consequências para que tentasse ficar em seu caminho, você podia até sentir um certo desconforto, já que suas narinas estavam praticamente inutilizadas, graças a sua ideia da máscara de pano, sua garganta não seria afetada, tão facilmente, pelo tempo gélido e brisa congelante provindos das baixas temperaturas.

Aquelas pessoas dentro do Grand Drinks pareciam divertir-se, aquelas “saudáveis brincadeiras” provavelmente estariam acontecendo naquele momento, as gargalhadas eram os principais sons que saíam de lá, mas não era isso que chamava a atenção do jovem de cabelos azulados, e sim a atmosfera aconchegante, era visivelmente mais quente lá dentro, e a fumaça que saía do pano graças a respiração de Kumadori, só reafirmava e reforçava isso.

Tentado o marinheiro acabou se distraindo durante algum tempo, mas aquele tempo que foi gasto apreciando a paisagem, e divagando em pensamentos aconchegantes, foi rapidamente reaproveitado com o andar do garoto, o qual sabia quanto tempo fora gasto ali, e que também sabia do sumiço de Teresa, a qual já deveria estar à sua frente… Mas que por algum motivo não estava…

Alexandra


Os mares podiam separar-lhe de sua terra natal, mas a incrível semelhança de pobreza entre aquela periferia de Shells Down e a sua periferia de Neverland, era algo que até lhe assustava, quem sabe você não encontra duas garotas brincando por aí? A insalubridade daquela área era, certamente, o que ficava mais exposto e claro, os buracos e poças de água podiam até mesmo dificultar sua locomoção, topadas em buracos até eram comuns, e depois da terceira, você era obrigada a olhar para o chão constantemente.

Não demorou muito tempo para que a recém marinheira encontrasse algo que certamente chamou sua atenção, Teresa, que ao invés de estar saltitante e sorridente, agora estava encolhida e entristecida, as lágrimas saíam de seus olhos como água saí do bebedouro, por sorte o clima ainda não havia lhe afetado, permitindo seu faro a rapidamente encontrar o cheiro pútrido vindo do beco mais a frente.

Ao perguntar a Teresa o que ela tinha visto a garota amedrontada balançava a cabeça, seus olhos demonstravam nitidamente pavor.
- L-lá… T-tem algo… lá…
Repetia umas duas vezes a garota, em um tom fanho e de choro, seu indicador apontava para o local de onde vários ruídos eram ouvidos, para você aquilo era muito perturbador, sons que nem pareciam humanos ou animalescos, eram estranhos aos seus tímpanos, e para uma garota a qual já viveu de tudo um pouco, não saber o que podia estar a sua frente era o mais amedrontador.

A segunda pergunta nem mesmo foi respondida, não vocalmente, o balançar da cabeça de sua companheira já dizia-lhe um grande e amedrontado “Não”.
Mas você entendia sua companheira, portanto assim que a mesma lhe respondeu você a incubiu de uma nova missão, entregar o recado para Kumadori, coisa que a garota poderia fazer, levantando-se rapidamente, a garota saiu de perto e seguiu na direção em que você veio, mas ela não foi sozinha, sua prece também estava a acompanhando.

Assim que Teresa partiu ao encontro de Kumadori você tomou a liberdade de procurar alguma forma de deixar uma mensagem para seu companheiro, com uma das adagas já em mãos, a bela jovem de cabelos negros estaria a procurar um local para inscrever uma sigla, a qual poderia indicar sua localização para seus companheiros que não estavam com você, para sua infelicidade a noite já estava aparecendo, e isso dificultaria a leitura do sinal o qual você visava deixar, fazendo com que você desistisse de inscrever a tal mensagem na parede, a qual era formada por pedras, porém a mensagem podia ser escrita em um outro local, num barril de madeira ali perto, e que aparentava ainda ter certa iluminação por perto, sem pensar duas vezes você foi até ele…

Kumadori


Assim que Kumadori estava entrando em uma viela estreita e desconfortável o mesmo vê algo se aproximando, com seu bastão já em mãos, e o coração na boca o marinheiro esperava ter um duelo ali mesmo, e mesmo estando nervoso, estaria preparado, e graças a sua visão o carpinteiro, por pouco, não atacou sua companheira, Teresa, a qual andava com o rosto levemente inchado (graças ao choro), e corria em sua direção, chegando suficientemente perto de você a garota começava a falar de forma rápida e desordenada, ao fazer uma sinalização para a mesma, ela parou, respirou e lhe encarou, agora mais calma.

- Alexandra precisa de você, é… É só seguir pra lá, tem um… - A garota parecia que iria começar a chorar a qualquer minuto. - É só ir pra lá. - Disse ela apontando para a direção a qual você precisava seguir.

Obtendo sua resposta, você agora seguia para a direção indicada por Teresa, seus passos largos e rápidos faziam você correr até que rápido pelas vielas e becos escuros, rapidamente encontrando o que você procurava.

All mighty

Ao que Kumadori se aproximava do que havia visto, Alexandra também fazia o mesmo, evidentemente ambos acabaram se esbarrando, já que Kumadori em sua afobação não viu um buraco a sua frente, e acabou tropeçando nele, deixando para Alexandra a tarefa de pegá-lo no ar, felizmente, para ambos, a marinheira em um movimento rápido agarrou-o pela camisa e então aterrissou no chão, salvando tanto o barril de ser esmagado, quanto a descrição da missão.

Com um olhar carregando certa curiosidade a marinheira soltou seu companheiro e explicou para o mesmo a situação em que se encontravam, Kumadori rapidamente poderia entender tudo e só balançar a cabeça, ou poderia comentar algo, de qualquer forma, ambos os marinheiros procuraram seguir em frente, de forma cautelosa e silenciosa, qualquer coisa poderia sair dali de dentro, piratas, mafiosos, casais, animais, tudo e nada, a única coisa certa é que havia um cheiro forte no local, o cheiro da morte, Alexandra poderia sentir o odor aumentar gradativamente a cada passo dado.

Assim que ambos encostaram na parede que dava visão para a esquina do beco algo incomum podia ser ouvido, em meio de toda aquela tensão um som se mostrava sonoramente mais agudo, um assobio, ou melhor, uma canção assobiada, do beco saiu algo, e esse algo era o que fazia esse som, seus passos eram quase totalmente silenciosos, alguns passos esmagavam ou acertavam algo, pisando em pequenos pedregulhos pelo chão e os esfarelando, chutando garrafas de vidro, fazendo-as rolar pelo chão, ou então pisando em poças de água, de todo jeito, a canção continuou a se afastar, consequentemente, diminuindo seu som, até um ponto em que a mesma quase não pudesse ser ouvida, e mesmo com a boa visão de Kumadori perante o escuro, o mesmo não pôde encontrar qualquer traço facial da silhueta que pelos marinheiros passou.

Caso andassem até o beco indicado por Teresa encontrariam não só o fedor e ratos, mas também a origem daquele fedor, um corpo, uma mulher estirada no chão, seus cabelos longos e castanhos estavam banhados pelo próprio sangue, os quais saíam de seu abdômen, o qual possuía diversos furos, provindos de armas as quais Alexandra conhece muito bem, facas! Seus olhos castanhos agora sem vida encaravam os céus e suas estrelas, a boca entreaberta já não mais se mexia ou dava sinais de vida, a pele branca, igual aos cabelos e roupas, possuía partes banhadas pelo sangue, a bela mulher não devia ter mais de 25 anos, suas roupas não eram luxuosas, mas também não eram roupas quaisquer, ela tinha uma altura normal, não passando dos 1,75 de altura.

Era algo realmente triste ver aquilo, uma situação de cortar o coração e de revirar o estômago, qualquer um poderia vomitar vendo aquilo, mas a pergunta agora era, quem, e por que? Parte da pergunta já estaria andando para longe nesse exato momento, já que nenhum criminoso é idiota de ficar na cena do crime, será que o feitor de tal ato já escapou? Está dentro do bar? Está em outra ilha? Tantas perguntas…

Se a marinheira parasse para pensar em minutos antes deles entrarem no beco escuro, a mesma poderia relembrar de um barulho específico, um barulho metálico, chaves?
Enquanto que se o marinheiro azulado tentasse se lembrar da silhueta que viram a pouco, ele veria em sua mente características marcantes da figura, um sobretudo e um chapéu, a maior parte se sua roupa parecia ser negra, mas como antes dito, nenhuma característica facial foi encontrada na mente de Kumadori.



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