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MensagemAssunto: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptySex 26 Jan 2018, 14:40

Relembrando a primeira mensagem :

The Fellowship

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Alexandra Montecristo e Kumadori Shelby Mustang. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptySab 26 Maio 2018, 17:50

MOVIMENTO NO PÁTIO
O recruta se prepara

Assistia atentamente a luta, de modo que nem percebi que Cody não havia respondido minha pergunta. Depois de algum tempo olhando os movimentos, por mais interessante que fosse, meus olhões fecharam-se e deslizei num abismo que se abriu abaixo de mim.
“Olhava para todos os lados em busca do que me segurar, a sensação de estar caindo era presente, no entanto, o ar não se movia ao meu redor. Levanto os olhos e percebo que meus cabelos dançavam suavemente ao redor de minha cabeça. O 'céu' estava escuro, exceto por uma grande bola branca e turva que estava acima de mim, da qual dela saíam feixes de luz que cortavam o ambiente ao meu redor como uma floresta de árvores fantasmas. Sem que eu notasse, a sensação de queda havia desaparecido. Tentei andar, mas não havia chão abaixo de mim. Movi os braços para frente e para trás nadando por aquela floresta de luz.
Nadei até chegar no limite numa floresta de pinheiros. Coloquei a mão esquerda no troco mais próximo e o usei como base para dar um impulso para frente. Entre as árvores era escuro e os feixes de luz eram raros. Um ou outro feixe atravessava a copa e fazia sei caminho através do infinito que se estendia abaixo de mim. Continuei nadando até chegar à um clareira de luz abundante. Soltei uma exclamação inaudível. Usei um tronco para dar um novo impulso para frente em direção à clareira. No centro da clareira havia uma pedra chata flutuando e sobre ela um pequeno baú.
Parei em frente à pedra, nadei em volta dela atento até voltar à sua frente. Ousei me adiantar-me na direção dela. Toque sua fechadura e notei que já estava aberta, comecei a levantar a tampa, no entanto a floresta de pinheiros começou a se agitar. Logo corri para ver logo o que havia dentro do baú, mas não consegui. Uma voz conhecida soou no ar à minha volta e logo uma corrente me empurrou para trás. A voz dizia: 'HOI, ela chamou a gente, vamos. ‘“.
Quando fui arrastado, acordei subitamente sem saber bem o que estava acontecendo. Daria um último vislumbre na sala e repararia na luta que estava assistindo. Depois deixar-me-ia ser arrastado por Teresa até o primeiro andar, andando ao lado dela meio sonolento. Passaria pela Srta. Mary lançando um sorriso simpático para cumprimenta-la.
Depois de sair da sala, diria no meio do caminho:
-Aaaaah Teresa-kun, acordou-me de um belo sonho. Pergunto-me o que havia naquele baú que eu vi.-
Depois ficaria em silêncio, absorvendo-me em pensamentos, relembrando o sonho que havia acabado de ter. Quando chegasse ao pátio, iria para a formação, tomando cuidado para manter-me ao lado de Teresa. Quando enfim estivéssemos parados, virar-me-ia discretamente para Teresa e diria baixo, mas de forma clara para que ela me entendesse.
- Eu estava dormindo quando você começou a me puxar. Vamos, me diga, por que me arrastastes até aqui? -
Dito isto, olharia em volta, atento a qualquer som, ordem ou pergunta. Provavelmente as pessoas estariam em algum tipo de formação, então tentaria imitá-los. Se não estivessem em formação alguma, ficaria parado em pose de sentido aguardando para saber o que aconteceria depois dali.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyTer 29 Maio 2018, 20:46

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Sentia-se satisfeita com seu desempenho, um pequeno sorriso lateral aparecendo em seus lábios àquele ponto. Seus movimentos não eram completamente eficazes, mas o homem se mostrava ágil ao se defender de seus golpes, causando-lhe o formigamento de estar batalhando com alguém de alto nível, um oficial que não sabia de qual patente era, mas suas habilidades físicas e de combate não podiam ser questionadas. As coisas passaram em câmera lenta para a mulher, que sentia a adrenalina lhe subir quando executou sua própria esquiva e atacava novamente, soltando uma respiração pesada quando o homem se afastou. Permitiu-se soltar uma risada sarcástica quando ouviu sua fala afiada e ouvia a agitação dos espectadores, notando finalmente que o espaço enchera, mas apenas ignorou e partiu para seu próximo movimento, sentindo a agitação lhe preencher quando a espada do homem voou, mas os eventos seguintes a invadiram de frustração e empolgação, sendo invadida pela sensação dos movimentos velozes e pela forma como o público parecia reagir ao assistir seu entretenimento.

Alex observava no homem sua prepotência ao dizer aquelas palavras e abria em seus lábios um sorriso cínico, dizendo em um tom jocoso: — Vamos brincar mais um pouco, velho. A idade não lhe deixa prolongar? — Passava a ponta da língua e mantinha a postura mais relaxada por uns segundos, apesar de permanecer atenta, e observava seu oponente, planejando seus próximos movimentos. Mas, antes que pudesse pensar em algo, a voz conhecida irrompia pela sala, chamando a atenção de todos; após o comunicado de Mary, observava a sala se esvaziar pela ausência dos que saíam — e isso parecia incluir o Esquisitão —, todavia não demorava a voltar sua atenção ao homem, já começando a articular seus movimentos.

Percebera que os ataques próximos surtiram o efeito desejado, mesmo que ele fosse ágil para fazer as esquivas e contra-ataques, fora bem sucedida em suas aproximações e movimentos, e mantinha aquilo em mente quando voltava a ajeitar sua postura. Em seu próximo movimento optaria por utilizar apenas uma de suas adagas disponíveis, sendo assim, arrumaria um jeito de deixar uma delas presa em sua roupa, de modo que não caísse conforme se movesse, e disponível para retirá-la caso necessário e, estando pronta, voltava a sua postura concentrada e atenta. Manteria a adaga no braço destro e o colocaria à altura do rosto, com a lâmina virada para cima, e o canhoto deixaria nas costas; a princípio, apenas observava o homem e mantinha-se atenta aos seus próprios movimentos, usando o momento para analisa-lo, observando como ele segurava sua arma e como era sua postura. Não demoraria, entretanto, para executar seu primeiro plano de ataque: em velocidade, mover-se-ia em ziguezague à frente, deixando que a mão com a lâmina permanecesse um pouco mais próxima de seu rosto para que não utilizasse tanto espaço ao redor em sua aproximação. Chegando perto o suficiente, mover-se-ia para a direita do homem, inclinando-se paralela à lâmina e avançando, atravessando seu parâmetro até chegar próxima do corpo do Bigode e, estando ainda com a mão destra portando a adaga, faria um movimento veloz para passar a lâmina para a mão esquerda, movendo a direita para agarrar com o máximo de força o pulso homem; seguindo isso, quase que simultaneamente, empurraria a lâmina na direção do pescoço do homem, pressionando-a contra ele, e com o pé esquerdo firme no chão — sendo o mais próximo do homem —, seguiria num movimento com sua perna direita e levaria seu pé para trás da canela do homem, puxando-a então na intenção de quebrar sua base nos pés. Se fosse tomada alguma ofensiva por ele àquele ponto, agachar-se-ia para fugir de ataques horizontais, mas caso fossem ataques como estocadas ou diagonais, desviar-se-ia para o lado, antes de tentar segurar o braço do homem mesmo assim; entretanto, se visse não ser viável, se afastaria da direção e alcance da arma, mantendo sua expressão fechada e concentrada.

Sendo bem sucedida e conseguindo que o homem fraquejasse, aproveitaria para torcer e puxar a mão do homem em sua direção, forçando mais o pé para que ele perdesse a postura e, arrastando a adaga por seu pescoço, se moveria para ficar nas costas dele. Conseguindo isso, empurraria suas pernas com força para desequilibra-lo e na decorrência derrubá-lo com força no chão, subindo sobre suas costas e mantendo um joelho sobre o centro de suas costas, observaria onde estaria a espada para, aproveitando-se de sua boa condição e flexibilidade, chutar a arma para longe e afastá-la dele, na precaução. Caso ele conseguisse se desvencilhar dela em algum ponto durante aquele ataque, faria esquivas de agachamento e desvio para os lados, sem tomar ações imediatas, priorizando ficar fora do alcance de sua arma a tentar contra-atacar.

Não sendo tão bem sucedida e ele ainda estando armado, manter-se-ia afastada e atenta sobre os movimentos do outros. Tinha em mente outro movimento, mas era receosa sobre este, pois usava um princípio que já utilizara anteriormente e, sabendo que reutilizar de certos movimentos era ingênuo — mas, ainda assim, arriscar-se-ia. Tomando de uma respiração profunda, pegaria a outra adaga, deixando ambas as lâminas para cima, e observaria a posição do homem, considerando ele estando segurando a espada com as duas mãos e, sendo assim, seguiria em alta velocidade para um confronto direto com o homem, entretanto, seu objetivo não era um encontrão, na realidade, quando estivesse próxima da ponta da espada, agachar-se-ia para que não desse de frente com a arma do homem, porém, não demoraria na posição: o agachamento era simultâneo de um passo que deixava adiantado à frente, para que pudesse manter prosseguir com o movimento; antes de se levantar, levaria ambos os braços para cima, deixando a parte achatada das lâminas encostadas nos pulsos do Bigode e, ao levantar seu tronco, abriria os braços com intensidade e força, intencionando afastar os braços do oponente. Seguidamente, para finalizar o ataque, puxaria os braços novamente para perto do corpo, lançando ambas as lâminas com força contra o tronco do homem numa estocada dupla. Se desse certo, pretendia conseguir tanto desarmá-lo como impulsioná-lo para trás, dessa vez, não dando chance dele simplesmente recuperar a espada no ar. Tendo a consciência que havia a probabilidade daquele movimento ser falho, estaria atenta ao homem tentar ser ofensivo antes que ela concluísse seus planos e sendo este o caso, aproveitar-se-ia do fato de já se agachar para desviar de possíveis ataques, mas adaptando o sequenciamento de movimentos para a nova situação e caso o homem fizesse um movimento horizontal — saindo, assim, da posição planejada — e conseguisse se esquivar com o agachamento, levantar-se-ia em sua máxima velocidade, dispensando logo uma das adagas para que pudesse entrelaçar seu braço no do Bigode de uma maneira que estivesse segurando o braço com a mão e o antebraço ficasse preso em sua axila, usando a adaga da outra mão já contra o esquiço do oponente, seguindo de um movimento de gancho com a perna, puxando a perna dele e, somada à força usada contra seu pescoço, impulsioná-lo-ia para que caísse para trás, pressionando o joelho sobre seu braço e peito, com a adaga ainda pressionada contra seu pescoço.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyDom 03 Jun 2018, 19:22

Kumadori


Perdido em seus pensamentos, foi preciso a intervenção de sua colega para que o jovem tomasse alguma atitude. – Nossa primeira missão! Hehehehe – A loira respondia, com o mesmo entusiasmo que demonstrara desde que conheceu o marinheiro. – Chamaram todos os novatos, eu espero que seja algo empolgante. – Conforme falavam, ambos desciam as escadas até o térreo, junto de alguns outros marinheiros que seguiam o movimento.  Uma vez lá, um homem alto, com o uniforme ligeiramente diferente dos demais dirigia à palavra ao restante. – Muito prazer, sou um dos tenentes que comanda o QG. – Ao terminar as primeiras palavras, os marinheiros entravam de imediato na posição de sentido. Teresa cutucava Kumadori para também entrar na posição.

- Como sabem, uma estranha nevasca atingiu nossa cidade nos últimos dias... Os cidadãos estão em choque, o movimento pelas ruas e principalmente o comércio sofreu uma drástica redução. Porém, os desgraçados dos criminosos não pararam com isso. Vocês vão fazer uma grande patrulha pela cidade e ficarão estacionados em áreas designadas por mim. Organizem-se em grupos de três, por favor. – Ele pausava a fala para acender um cigarro. Em questão de minutos, as equipes se formaram. Com exceção de uma, Kumadori e sua amiga sobraram, Cody não estava presente no local. O tenente caminhava em passos lentos, mantendo sua postura confiante e intimidadora e dirigia a palavra para Kumadori. – Tem uma novata fazendo o teste agora, se ela passar, vocês 3 juntos vão guarnecer o perímetro da Grand Drinqs. Entendido? – Teresa assentia com a cabeça, enquanto o tenente voltava a sua posição original. – Não preciso dizer que tem de busca-la, certo? -



Alexandra


O ar que pairava sobre a sala já era sério, com a saída do público e a permanência apenas dos dois oponentes, a situação parecia se acirrar. O experiente marinheiro hesitava em atacar novamente, mantendo sua postura e segurando firme sua espada, já a morena tinha outros planos em sua mente. Alexandra partira como um raio contra o espadachim, a derrota de seu oponente era o único obstáculo que ainda faltava derrubar para alcançar a sua tão almejada, tão desejada, profissão de marinheira. E o momento de choque entre os dois chegara, com sua movimentação, a morena conseguira desnortear o bigodudo e, trocando a adaga de mãos no último segundo, conseguia deixar o homem ainda mais confuso, seu golpe no pescoço seria um sucesso, porém por reflexo o marinheiro levantara seu ombro, o impacto ainda era forte e parecia causar certa dor ao oponente. Seguindo sua estratégia, a aspirante conseguia derrubar o homem no chão, virado de costas.

- Très bien, très bien, je me rends! – O homem exclamava com a dor, mas não algo que Alexandra conseguisse compreender. – Digo, eu me rendo. Hahahah, você é boa, Mon Chéri. Passou no teste. Agora poderia sair de cima de mim? – Com dificuldade, o homem fitava a morena com um sorriso. – Por sorte ninguém do QG viu essa cena tão humilhante... Bom, agora você é uma marinheira, je felicite. – Se fosse permitido ficar de pé, o homem estapearia as próprias vestes, limpando a sujeira do tatame e em seguida estendendo as mãos para Alexandra. – As adagas, por favor. -

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyDom 03 Jun 2018, 20:44

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Com o impulso veloz e toda a adrenalina percorrendo seu corpo, podia sentir a animação invadi-la — nunca fora fã de batalhas, mas aquele amistoso era, no mínimo, empolgante. Quando conseguira surpreender o homem com seus movimentos e fê-lo fraquejar sobre sua própria postura, não impedia a onda de empolgação por concluir seus movimentos e conseguir mantê-lo imobilizado sob si, sabendo que o sorriso arrogante abrir-se-ia em sua face — e não seria ela a desfazê-lo. Ao ouvir o pedido do homem para que saísse de cima de si, o faria logo e rápido, relaxando sua postura, afinal, a rendição já havia sido declarada e não faria sentido continuar naquela situação. O sorriso permanecia em seu rosto, junto de uma risada irônica com a declaração do homem, respondendo: — Acho que não cairia bem ser assistido nessa situação contra uma novata — começava ao se levantar, ajeitando sua própria roupa. — Mas estou certa de que não era seu maior potencial, velho — concluía sua fala, olhando confiante para o homem. Ao entregar-lhe as adagas, oferecendo-lhe a mão para um cumprimento, antes de prosseguir para fora do ambiente: — Foi uma boa luta, mesmo assim. —

Contente com sua aprovação, faria um pequeno aceno reverencial ao homem, não contendo seu sorriso alegre e bem-humorado pela primeira vez naquele dia ao se dirigir uma última vez a ele: — Nos vemos por aí — diria, agora, com empolgação contida, voltando a sua postura séria, mesmo que mais relaxada. Virar-se-ia para a saída, voltando a descer as escadas e retornando à Mary, a fim de conseguir oficializar sua competência; então, ao chegar, diria: — Fui aprovada no teste. — Usaria de um tom mais leve, pouco habitual, ao proferir as palavras. Um sorriso brincaria em seus lábios, mas impedi-lo-ia de se tornar maior, contendo-se numa expressão suave. — O que acontece agora? — indagaria, recostando-se a bancada onde a mulher ficava. Esperava ela falar o que quer que tivesse para dizer, fossem instruções ou orientações, e voltaria a falar: — Onde fica o vestiário? — tornaria a indagar, sentindo a necessidade de um banho. Se recebesse seu uniforme naquele momento, apanhá-lo-ia e, conseguindo as instruções para o vestiário, dirigir-se-ia até lá para que pudesse tomar um bom banho e trocar de roupas.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptySab 09 Jun 2018, 14:08

O TERCEIRO ELEMENTO

Dou-me com o pátio cheio de recrutas. Apesar da tensão da primeira missão ser grande, sentia-me levemente tranquilo pelo fato de estar acompanhado por Teresa. Quando Teresa me cutuca, logo me coloco em posição para não chamar atenção. Ouvindo as instruções, fico atento à formação de grupos. As pessoas começam a se mover e os grupos a serem formados. Dou um pequeno passo para o lado para ficar mais próximo de minha colega, de modo que as pessoas vejam que já somos uma dupla.
Cruzo os braços de modo impulsivo, para manter o corpo quente, mas logo que faço, imagino que isso poderia ser um gesto rude naquele local. Então logo volto meus braços à posição normal. Viro levemente meu rosto para o lado, mantendo o olhar no tenente certificando-me que ele não está vendo. Cochicharia para Teresa: -Ei, será que nossa missão será legal? Eu li que tinham tritões na ilha há pouco tempo.- Depois voltaria a olhar completamente para frente.
Por fim, quando o Tenente chegasse a mim e à Teresa, notaria que não sobrara ninguém para formar um trio conosco. Ouvindo as ordens dele, levaria minha mão à testa batendo continência, depois me retiraria para buscar o terceiro elemento do grupo.
Andaria de modo “oficial” marchando em direção ao local de onde eu acabara de sair. Quando estivesse fora da vista do tenente, daria um salto animado -YEAAAH- Depois olharia para Teresa com chamas nos olhos e com o punho em riste. -Teresa, nós conseguimos nossa primeira missão! Vamos encontrar logo aquela menina que ele falou para fazermos logo o que temos a fazer. Vamos Teresa-chan-. Depois sairia correndo pelo QG até onde normalmente encontrava a Srta. Mary.
Ao chegar na recepção, abordaria o recepcionista que estivesse de plantão, esperando que fosse a Srta Mary. -Oioioioi- e daria o sorriso habitual. -O Tenente mandou-nos buscar uma recruta para compor nossa equipe para uma missão. Onde ela está?- Ouviria a resposta  e depois diria -E qual o nome dela?- Assim que terminassem de responder, sairia correndo para o local onde a nova membra da equipe estava. -Vamos Teresa!-
Quando chegasse na porta do lugar onde me indicassem, empurraria a porta com uma mão dizendo de modo alto -COM LICENÇAAAA! ALEXANDRAAA!- E entraria sem reparar onde eu estava entrando. Entraria e daria alguns passos pra dentro do local e ao reparar nas pessoas que estavam lá dentro trocando de roupa ou tomando banho, se houver gente fazendo isso, um pequeno filete de sangue escorreria pelo meu nariz e eu cairia para trás. Recompondo-me, levantaria com a mão direita tampando os olhos e começaria a ir em direção à saída, com a mão esquerda na frente tateando o caminho. Repetiria -PERDÃO! ESTOU SAINDO!- Enquanto saía, diria: -Teresa, deixo essa parte com você-
Esperaria do lado de fora do vestiário até que Teresa e a Alexandra saíssem. Quando elas saíssem, sorriria um pouco embaraçado e diria -Oi, eu sou Kumadori.- e estenderia a mão para cumprimentar a terceira membra do trio a qual ainda não conhecia. Se eu conseguisse reconhece-la da luta, comentaria: -Eu acabei de assistir seu teste de combate. Você mandou bem.-
Depois de comentar começaria a andar. -Teresa, você sabe onde fica o Arsenal? Acho que temos que pegar as armas antes de sair.- Então começaria a andar descontraído na direção do arsenal. Se algum oficial aparecesse, faria cara de sério e andaria marchando até sair da vista destes.
Quando chegasse ao arsenal, diria logo para que estivesse ali -Olá, viemos pegar armas para a missão! Para mim, um bastão, por favor.- Depois aguardaria que minhas colegas falassem. Enquanto esperava as armas, comentaria -Teresa, qual era o nome do lugar que a gente tem que patrulhar mesmo?-

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyQui 14 Jun 2018, 19:38

Alexandra

E encerrava-se. Após tanto esforço, treino e dedicação, Montecristo conseguia terminar todas as etapas de seu alistamento. De certa forma, podia-se considerar uma marinheira. A morena se despedia do avaliador e voltava para a secretaria. Ao chegar lá, falava com Mary sobre o término das avaliações. – Bem, eu sugiro que você vá para o vestiário. Fazer tudo isso te cansou, não? É por ali. A propósito, meus parabéns – A senhora apontava o local, porém antes abria uma gaveta embaixo de sua mesa e retirava vestes dobradas, de cor azul e branco e as entregava na mão da marinheira. Alexandra prontamente seguia suas instruções e encontrava o local desejado. Ao adentrar, perceberia que o local estava deserto, a constante utilização dos chuveiros deixava o local com aspecto ainda mais gélido e úmido as ruas de Shells Town. Haviam algumas toalhas disponíveis, próximas a algumas pias e espelhos que decoravam o ambiente. Dirigindo-se a um dos chuveiros, Alexandra tomava seu banho com água quente.


Kumadori

A dupla partia para buscar a última integrante do time. Mas, a questão era, quem é? O tenente não dava muitas informações, talvez nem mesmo ele soubesse muito da última recruta, mas havia uma certeza: Ela estava ali e participaria da missão. Com animação, Kumadori ditava os comandos e ambos partiam em direção ao que achavam ser o lugar certo para encontrar a marinheira, Teresa acompanhava o jovem dando pulinhos eufóricos. Ao chegar na secretaria, Kumadori dirigia a palavra a Mary em buscas de respostas que facilitassem sua busca. – Ela provavelmente está no vestiário, se chama Alexandra Montecristo. – Mary estranhava a excitação da dupla, mas não parecia se importar muito com isso e voltava a seus afazeres.


Todos

Havia um claro sinal de que o vestiário era apenas para o sexo feminino mas, dominado pela ansiedade, o jovem de cabelos azuis adentrava do mesmo jeito, esbravejando o nome da recruta. Por sorte, Teresa intervia e arrastava o garoto para fora, que agora sangrava pelo nariz. – Idiota! Isso é um banheiro feminino! – A garota socava com raiva o ombro do companheiro, que se desculpava do jeito que conseguia. – Hmmpf – A garota murmurava com desdém, olhando para Kumadori com os cantos dos olhos. Ela mesma decidia entrar e chamar a novata. Batendo algumas vezes contra o azulejo, ela buscava chamar a atenção da morena. – Oi! Eu e meu colega tarado fomos chamados para uma missão junto com você! Te esperamos do lado de fora! – Ela rapidamente saía e voltava na mesma posição que estava antes, junto de Kumadori. – Foi fácil, não foi? – Ela dava uma piscadela em tom provocativo, retornado ao seu estado bem-humorado de sempre.

Assim que a morena saísse do banho, Kumadori a cumprimentaria, e a missão começaria. – Sim, a gente tem que pegar nossas armas no arsenal. Me sigam! – A loirinha gesticulava e saía correndo na frente. Quando chegassem, veriam Teresa com um par de botas e um bastão nas mãos, um pouco atrapalhada para carregar todos eles. – HOI! Eu vi um pouco da sua luta, você usa um bastão, não usa azul-kun? – A garota arremessaria a arma para Kumadori, enquanto vestiria as botas. – Acho que isso é o suficiente para me proteger. Alexandra-chan, não tive mãos suficientes para pegar uma faca pra você, desculpa! – A loira estava na frente da porta do armazém, que estava entreaberta, havia uma silhueta do lado de dentro que a morena conseguiria enxergar, também. Assim que todos estivessem armados, Teresa responderia a pergunta de Kumadori. – O bar do Grand Tom? Fica ao sudeste do QG, vamos lá! – Com seu típico entusiasmo, a loira começava a caminhar esperando pela dupla.

OFF:
 

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– Fala –

"Pensamento"

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Última edição por Davi King em Qui 14 Jun 2018, 19:49, editado 3 vez(es) (Razão : Code...)
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyDom 17 Jun 2018, 13:10

GÊNIO! ESTRATEGISTA?

Limparia o sangue que havia escorrido de meu nariz enquanto caminharia até o arsenal seguindo Teresa de perto. Quando chegássemos ao local, aguardaria Tereza retornar com o bastão, e quando ela me dirigiu as palavras, respondo com energia: -ISSO! - Então pegaria o bastão que ela me oferecia, daria uma pequena agitada no mesmo, girando-o devagar para sentir seu peso. Por fim, sorriria e menearia a cabeça em sinal de aprovação. ~O bastão era de boa qualidade, ainda mais para mim que estava acostumado com cabos de vassoura e canos grosseiros... Se bem que eu não me lembro de muito para dizer mais do que isso~.

O cajado era de madeira simples, no entanto aquecida até o porto que ganhasse mais resistência. Era possível ver na pele do bastão sinais do temperamento da madeira com calor e das batidas para comprimi-la e tornar a arma mais resistente. Além disso, havia algumas faixas brancas, que pareceriam novas aos meus olhos. Essas faixas colocadas em três locais do bastão, próximo ao topo, no meio e próximo a base, locais onde normalmente se colocam as mãos. Olhando mais atentamente, poderia notar a composição geral do bastão. À partir da base, o bastão começa com um encaixe de ferro batido delineando a base achatada, assim, quem usasse o bastão, poderia usa-lo como cajado sem desgastar a madeira naquela parte. Acima desse encaixe de ferro, a madeira se mostrava firme e nua, com exceção das faixas colocadas em locais diferentes. Próximo ao topo do bastão, na extremidade oposta ao encaixe de ferro, a  madeira descrevia um círculo grosseiramente trabalhado, onde havia faixas onde colocaram faixas para esconder as marcas mal-acabadas ~Provavelmente algum ferreiro iniciante quem preparou esse bastão. Mas não é de todo ruim~. Levantaria o braço e encaixaria o bastão nas costas.

-Obrigado, Terê-chan!-

Depois de falar, viraria-me em busca de Alexandra e  soltaria o comentário -Não posso me distrair um minuto que a Alê-chan-dra some. Qual o problema dessa menina?- Então viraria-me com uma expressão rabugenta para Teresa enquanto ela vestia as botas. -Espera, onde estão suas armas? Lutará apenas com as botas?- E então esperaria a resposta dela.

Quando Montecristo voltasse, sorriria fazendo um sinal com o polegar e diria firmemente -NAICI!- E então perguntaria onde fica o lugar da patrulha. Por sorte Teresa o conhecia e logo responderia. -Ainda bem que você está conosco Teresa. Imagino que
que se não fosse por você, eu ainda estaria procurando o pátio. HIHIHI
- Seguiria a menina para o destino animado pela aventura que se iniciava.

Durante o caminho, de modo maquinal, levaria a mão até o pescoço procurando o lenço que normalmente usava e, se estivesse usando-o, puxaria-o para a frente do rosto, usando-o para proteger meu nariz e lábios do vento frio. Eventualmente esqueceria-me dele. Por conta da companhia, andaria um tanto distraído próximo das duas colegas de equipe e por estar descontraído, acabaria levando-me a falar coisas que não tinham muito a ver com nossa missão.

-Oi, Alêqui-san, Rêsa-san. Acho que já que vamos trabalhar juntos, seria bom nos conhecermos... aliás, eu não me apresentei totalmente anteriormente à vocês. Eu sou carpinteiro por ofício, moro nessa ilha há algum tempo... e vocês? -  ~Acho melhor não contá-las que não lembro do meu passado... aliás, isso não acrescentará em nada...~ E seguiria andando enquanto as ouvia.

Quando eu chegasse ao local da patrulha, viraria-me para as duas meninas e diria -Então... como será nossa tática? Vamos nos dividir, ou ficar juntos?- Ouviria as respostas delas e aguardaria até o momento que eu pudesse falar novamente. -Eu tenho a ideia de nos dividirmos em três grupos. Um ficaria parado aqui no Grand Drinqs... Grand Tom... Aqui será nosso Ponto 0... Enquanto os outros dois patrulhariam o perímetro. E cada vez que alguém terminasse a patrulha, Essa pessoa que terminasse trocaria de lugar com quem estiver aqui. Assim, sempre  terão duas pessoas patrulhando e uma pessoa aqui que poderia ouvir ou ver outro colega pedindo  ajuda, assim poderia se apressar a ajudá-lo. - Depois disso, aguardaria a resposta delas sobre como prosseguiríamos. Analisaria o que elas dissessem, com certo brilho e ar de genialidade em meu olhar.

De tempos em tempo, olharia à minha volta para ver se alguém suspeito estava à espreita.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyQui 21 Jun 2018, 23:54

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Despedia-se de Mary com um aceno, caminhando pelos corredores novamente. A ida ao vestiário fora tranquila, sem pressa, apesar de a empolgação estar ainda presente em si pelo recente título adquirido, sabendo ainda mais que aquele era apenas o primeiro passo de muitos em busca de um sonho comum — a obtenção da justiça, única e pura. Segurava as novas roupas de maneira firme entre os dedos quando chegou ao seu destino, sentindo o arrepio subir-lhe a espinha ao entrar em contato com o ar mais frio e úmido dali, mas não temendo a solidão que era. O banho foi estendido — aproveitou para molhar o cabelo rapidamente e tirar todo o suor e sujeira, afinal, a sequência de eventos a fizeram ficar, no mínimo, encardida; aproveitou-se da água quente para relaxar a tensão que ainda existia em seus ombros, e se retirou logo indo à busca de uma das toalhas e, subitamente, ouvia uma voz gritar seu nome ao mesmo tempo em que abria a porta. Assustara-se primeiro, cobrindo sua nudez automaticamente, e ficava alerta sobre o que poderia ter acontecido para que alguém a gritasse e, principalmente, para que um homem parecesse querer invadir o banheiro a sua procura, mas o silêncio a acalmou; o que diabos acabou de acontecer aqui?, indagava-se mediante o momento sem entender nada. Ao ser chamada atenção novamente, ouvia o que tinha que ser ouvido, respondendo: — Tudo bem, já estou de saída. — Seu tom era evidentemente irritadiço, causado pelo susto que levara, e voltava com sua expressão fechada. Apressou-se, garantindo primeiro que estava em privacidade e, logo após, dispensando a toalha e colocando seu novo traje — a camisa, calça e sapatos, alinhando-os em seu corpo e se retirando do vestiário.

Depois da situação inusitada no vestiário, permanecia carrancuda ao ir de encontro aos novos colegas, e não evitava exclamar, com evidente descontentamento e estranheza na voz, ao se deparar com o rapaz de cabelos azuis: — Ah, não! — O comentário era automático, considerando a pouca simpatia que recentemente nutrira pelo rapaz — que agora tinha um nome, mas quem se importava? —, e a consciência de que ele quem invadira o vestuário quando estivera lá a fizera ainda soltar um suspiro inconformado, tinha que ser esse esquisitão?. Vendo a rápida conversa, se mantinha quieta em seus próprios pensamentos, indagando-se por que logo aquele cara tinha que ser escalado para estar consigo, mas ignorava resignada, seguindo com ambos até que estavam no arsenal; com a situação da colega, murmuraria apenas um baixo ”tudo bem” e apenas entraria na sala e procuraria por quem parecesse estar responsável pelas armas, e abordaria em seu tom aborrecido: — Preciso de duas adagas e bainhas, se possível — solicitaria, ajeitando sua postura, e faria uma avaliação sobre o local rapidamente, observando a estrutura e as armas disponíveis ali dentro, aguardando o recebimento do que pediu. Já vou estar numa missão de verdade e acabei de ser recrutada... Será que é sempre assim?, ponderava no meio tempo, mas voltaria a atenção quando conseguisse o que requisitara. Agradeceria num cumprimento e sairia ajeitando as armas, acoplando-as à sua cintura no cinto do uniforme, voltando onde seus colegas estivessem, mantendo sua postura ereta e contraída, com a expressão fechada, observando a interação de ambos.

Ao ver que seguiam para o provável local da missão, não evitava perguntar, num tom curioso: — Qual é a missão, afinal? — indagaria quando ouvia ser citado o local para onde deveriam ir, mas seguiria ambos para onde quer que Grand Drinqs, mexendo nos fios de cabelo úmidos conforme andasse. Se algo fosse indagado por algum de seus parceiros acerca de si, responderia sucinta: — Eu cozinho e não sou daqui. — O tom poderia sair ríspido, mas manteria sua atenção no caminho que fizessem, ouvindo o resto da interação.

Quando chegasse ao local onde deveriam estar, supondo que já soubesse do que se tratava a missão, ouviria caso algum deles tivesse algum plano em mente, consideraria o que era dito e falaria: — Podemos ficar em posicionamentos paralelos para cobrir um maior perímetro, em uma distância que não fiquemos tão afastados para garantir cobertura uns dos outros — sugeriria, assumindo a postura atenta e o tom confiante. Observaria ao redor, tomando atenção sobre a estrutura geral do local e os arredores para pensar em um plano melhor e em maiores detalhes. — Não sou uma estrategista, mas pode funcionar. A menos que tenham algo mais a acrescentar — concluiria, dizendo as últimas palavras direcionadas a seus parceiros de equipe. Aguardaria para ouvir caso algum deles dissesse algo além, antes de assumir sua própria posição dentro da estratégia que pudessem concordar. Manter-se-ia em alerta durante todo o momento, com sua expressão concentrada, de sobrancelhas franzidas e com as mãos entrelaçadas atrás das costas, numa postura dura e ereta.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyQua 27 Jun 2018, 16:09

Kumadori e Alexandra

Conforme a neve lentamente precipitava pelas ruas de Shells, o trio seguia em direção ao seu objetivo. Ao saírem do QG, podiam ver outras equipes de marinheiros que faziam o mesmo, mas ao decorrer da caminhada, mudavam sua trajetória, cada uma indo ao local designado pelo tenente. Quanto ao trio de novatos, Teresa mostrava grande empolgação com a missão, saltitante e cantarolando. Quanto a Kumadori e Alexandra, começavam a dialogar sobre seu passado. Ouvindo a interação, a loirinha desacelerava e dava seu jeito de participar também. – Hey! Eu vivo nessa ilha desde que eu nasci,eu sempre fui muito agitada e meus pais disseram que entrar pra marinha seria uma boa maneira de usar essa minha energia! – A garota não parecia satisfeita com o que haviam falado até o momento. – Vamos lá! Contem mais, isso pode ser o começo de uma grande amizade! E Alexandra-Chan, sobre a missão, o tenente disse que deveríamos patrulhar o perímetro sobre uma área específica. Era sobre uma taverna chamada Grand Drinqs, algo assim. – Num momento de exaltação, ela acabava envolvendo seus dois colegas em um grande abraço.

- Vejam, chegamos! – A loira desvencilhava-se da dupla e apontava para uma grande, chamativa construção na frente do trio. Com dois andares e uma aparência rústica, dando nostalgia a qualquer beberrão já idoso, a imponente Grand Drinqs aparecia. Apesar da falta de movimento nas ruas, podia-se observar fortes luzes saindo das janelas da taverna. O trio organizava-se para, enfim, decidir como fariam a patrulha. – Eu acho que a ideia do azul-kun seja um pouco melhor, mas mesmo assim, não podemos perder a pessoa que estiver fora de vista. Tudo bem para você, Alexandra-Chan? – Teresa, ainda assim, buscava validação da morena. Tanto Alexandra quanto Kumadori permaneciam atentos ao que acontecia nos arredores, mas não havia nenhuma movimentação suspeita... Até agora. – Se vocês não se importam, eu vou na frente. Bom que vocês podem se conhecer melhor. – Assim que chegassem a um consenso, Teresa tomaria a iniciativa e começaria a patrulhar o local.

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Narração

– Fala –

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptyDom 01 Jul 2018, 20:56

PATRULHA CANINA! PATRULHA CANINA! NÓS ESTAREMOS PRONTOS!

-Bem...- Responderia quando Teresa pedia para contar mais. -Eu cheguei nesta ilha sem lembrar do meu passado, tampouco o modo que cheguei aqui. Um dia eu acordei na praia... Fui ajudado por uma moradora e vivi com ela por um tempo, mas decidi seguir minha vida por conta própria. Por isso entrei para a Marinha... Precisava de um meio de me sustentar.- Depois olharia para Alexandra para ouvir o que ela contaria sobre ela.

Quando chegamos à frente da construção, ouvi a opinião das duas que me acompanham e ponderei por uns instantes. Então, virando-me para a dupla de meninas, diria. -Bem, por causa das casas e do perímetro, acredito que seja impossível que fiquemos à vista um do outro. Mas, tenho uma ideia...- Olharia para o alto com um tom pensativo. Procuraria o sol para saber sua posição no céu, bem como avaliar o clima. -Vocês duas farão a patrulha separadamente e eu ficarei próximo ao Grand Drinks, do outro lado da rua- E apontaria para uma esquina próxima. -A gente pode não ficar na vista um do outro todo o tempo, mas eu posso saber o que acontece pelo tempo que vocês levam para chegar aqui. Hmmm... Deixem-me pensar.- Olharia para o chão e logo puxaria o bastão girando-o até que ele tocasse o chão

Como morava há algum tempo naquela ilha, conhecia um pouco da localidade. Sabia que em volta do Grande Drinks havia alguns quarterões de residências e afins; não muito longe - no centro da ilha, estava o QG. Começaria a fazer alguns traços no chão improvisando o desenho torto de um mapa, não muito bonito ou preciso, já que não era um artista.

-Bem essa bolinha é o lugar em que estamos, ou quase isso... Ao norte o QG e ao sul o mar. Teresa vai por ali, Alexandra para o lado oposto e eu fico ali na frente. que é um terreno aberto aguardando vocês e vigiando o Grand Drinks, verificando o tempo que vocês levam para ir e vir. Se uma de vocês demorar demais, eu corro para ver o que aconteceu e dar suporte, assim cobrimos uma área grande sem sairmos da ´´vista`` um do outro. Se eu não estiver aqui, é porque eu fui verificar dentro do Grand Drinks ou aconteceu algum com alguma de vocês... Aliás, fiquem dentro do perímetro de um quarteirão. Não precisamos ir muito longe, pois atrapalharemos a patrulha dos outros marinheiros.- Levantaria o rosto para as duas meninas.

desenho no chão:
 

Após terminado, me despediria da Teresa com um sorriso quando ela se adiantasse para patrulhar o local da forma combinada. Viraria-me para Alexandra mantendo o sorriso e diria -Espere uns minutos antes de ir...- Giraria o bastão e então colocaria-o de volta às costas. -Você não é daqui né?... Eu também não, mas não sei bem de onde vim, mas moro há alguns anos aqui. Você lembra de onde veio? E por que você quis vir para cá? Tem algum objetivo de vida?-

Quando as perguntas fossem respondidas, já teria dado tempo suficiente para Teresa se afastar. Então, viraria-me para Alexandra e diria: -Já deu tempo suficiente, você pode ir agora. Acho que ela já chegou à costa. Só trate de não se perder. HIOEHIEO- Depois, viraria-me para olhar em volta. Quando Alexandra partisse, começaria a olhar em volta para avaliar a distância entre as construções. Depois, começaria a andar de um lado ao outro pela extensão de terreno que há entre o Grand Drinks e os prédios mais próximos, prestando atenção nas pessoas que por ali passavam. Caso ouvisse ou vesse algum acontecimento estranho, me adiantaria ao local para saber o que estava acontecendo.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 6 EmptySab 07 Jul 2018, 19:47

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Após de receber as adagas e tê-las posicionadas confortavelmente em seu quadril, Alexandra seguia ouvindo seus colegas conversando e dava um olhar de estupefação ao colega ao ouvir o que dizia sobre si. - Não sei nem o que comentar... Uma vida sem memórias, nem ao menos consigo imaginar - diria para ele com as sobrancelhas franzidas numa expressão pensativa e suspiraria em seguida, falando depois: - Não tenho tanto a dizer. Nasci longe daqui, cresci ainda mais longe e tenho viajado o mundo há poucos anos. Parei aqui como um ponto final para isso e o ponto de partida para a vida dentro da farda. É um tipo de desejo antigo estar na marinha e agora posso cumpri-lo - concluiria sucinta, utilizando um tom reservado e desinteressado com as sobrancelhas ainda franzidas, olhando para frente.

Quando estavam lá e ouvia o que Teresa dizia, apenas concordava. - Não vejo problemas nisso. - E então, escutava caso Kumadori fizesse alguma ponderação e acrescentaria: - Não conheço muito da ilha, como disse, estou aqui há pouco tempo, então sua estratégia é mais confiável nesse sentido. - Olharia ao redor para observar mais do que era visível enquanto terminava de escutar suas palavras e assentiria com a conclusão, deixando as mãos no quadril observando o desenho que o homem fazia no chão; ouvia Teresa dizer que ia na frente e fazia um aceno com a expressão ainda fechada. - Tudo bem, seja cuidadosa - avisava a observando se afastar e se prepararia para ir também, mas era impedida pela voz do rapaz, dando atenção a ele: - Não, não sou, nasci em outro Blue e vivi por muitos anos numa ilha da Grand Line - respondia, parada em postura ereta com os braços cruzados. - E sim, tenho todas as memórias intactas - concluía em seguida com uma das sobrancelhas erguidas, soltando uma risada irônica em seguida. - Como disse, parei aqui como um trajeto de minha viagem de anos, conheci muitos lugares, mas é minha primeira ilha do East Blue. Meu único objetivo na vida é buscar a justiça, achei que a Marinha seria o lugar que me ajudaria a concluir essa busca e fazê-la real. - Terminaria a resposta com a expressão determinada olhando o companheiro.

Quando desse o tempo, seguiria pelo caminho proposto dando um último aceno para o rapaz que ficava para trás, seguindo para a esquina. Andaria pelo perímetro traçado com uma postura rígida e os olhos e ouvidos atentos, completamente alerta sobre qualquer mudança suspeita ou possível ação, andando num passo moderado e tranquilo para que pudesse observar bem o que acontecia ao redor pelo caminho. Que tipo de ação pode acontecer numa patrulha comum?, perguntava a si mesma no trajeto, sem perder o foco. É uma ilha movimentada, certamente terão pessoas ousadas. Insensatas também, terminava. Ficava concentrada para que não se perdesse do caminho e pudesse fazer todo percurso até que voltasse ao ponto inicial, onde esperava encontrar Kumadori mais uma vez. Caso encontrasse alguém com problemas ou alguma situação suspeita, se aproximaria com cautela, observando o que acontecia para ter uma noção do que acontecia, e indagaria para quem estivesse envolvido em tom alto e claro: - O que está acontecendo aqui?

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