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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 The Fellowship

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptyQui Mar 08, 2018 12:46 pm

INÍCIO DE UMA JORNADA: TREINO DE COMBATE

Ao adentrar ao quartel, sendo guiado pelos dois guardas, pude notar o pátio de recreação e uma grande torre no meio do quartel. Alguns homens limpavam o piso, treinando ou fazendo alguma coisa que não pude identificar. Durante a caminhada, lançaria um comentário despretensioso quando visse as pessoas secando o piso. – Parece que os soldados tem bastante coisa pra fazer por aqui, ainda mais com essa nevasca.
Quando chegasse ao ponto que os guardas iriam embora, eu agradeço e desejo bom serviço. Em seguida, viro-me para o portal e atravesso-o sem hesitar. Enquanto caminho na direção do balcão, ouço a porta encostar atrás de mim. Uma sensação de ansiedade surgiu tornando um pouco mais difícil respirar, por isso, tiro completamente a capa que estava usando e começo a carrega-la no antebraço.
Ao chegar ao balcão, um pouco tímido e com um sorriso no canto do rosto, informo que quero me alistar. Sinto-me mais aliviado quando ela começa a falar e se mostra uma pessoa atenciosa. Ouviria atentamente o que ela tinha a dizer, olharia para o alto cogitando todas as opções que eu tinha. Após alguns segundos, voltaria os olhos para a moça e, ainda sorrindo, daria a resposta. – Certo. Meu nome é Kumadori ace Mustang, 19 anos. Aliás, é a letra “S”, não Ace. Já cometeram esse erro uma vez. – daria uma risada curta – E, como a senhora, err... senhorita me indicou, vou começar pelo treino de combate. É um prazer conhece-la e obrigado pela recepção – Finalizaria dizendo a última frase num tom meloso de cantor de segunda. Então, faria uma breve reverência, virar-me-ia sutilmente na direção das escadas e subiria até o primeiro andar.
Quando chegasse ao primeiro andar. Olharia em volta em busca de alguma pessoa que estivesse à vista. Ao avistar alguém que aparentasse ter uma patente mais alta, julgando pelo uniforme, iria à direção dele. Ao me aproximar diria num tom firme: - Com licença, senhor, Sou Kumadori, acabei de me alistar e agora me apresento para o treino de combate. A Senhorita Mary disse que eu deveria encontrar o sargento para o treino de combate aqui em cima. – Tentaria conter o sorriso que se apresentaria no meu rosto devido a ansiedade. Caso perguntassem sobre estilo de combate, diria: - Eu prefiro usar bastões, senhor. – e se caso ordenasse, eu pegaria uma arma caso estivesse disponível.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySab Mar 10, 2018 12:23 pm

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


O embate parecia que duraria por um tempo ainda, mesmo que quisesse acabar com aquilo rápido. Seus golpes não eram mais tão precisos e seu oponente parecia cada vez mais sagaz com seus movimentos, e parecia ter, junto de todos aqueles músculos, uma incrível resistência. Um brutamontes, pensou consigo mesma. Sentia o efeito imediato do golpe que recebera quando ficou subitamente sem ar, levando instintivamente a mão livre até o local atingido e sentindo a dor do momento, respirando fundo e olhando atentamente o loiro à sua frente, que zombava de si. A carranca em seu rosto era dura, visivelmente ainda mais mal-humorada do que do que no início da manhã, e bem menos contente do que momentos antes de tudo aquilo começar. Não caia na dele, alertou-se, não entre nesse jogo. Ele quer te tirar do sério, prosseguiu em pensamento. Tomaria uma longa respiração, não se permitindo perder sua santa paciência com brincadeiras à toa, e tiraria a carranca do rosto, soltando um riso anasalado e formando um expressivo sorriso irônico: — Não se incomode em dizer — diria com sua voz rude. — Não preciso de permissões de um homem, tampouco um brutamontes como você.

Dito isso, daria uma pequena olhada pelo canto dos olhos, observando melhor o bar, procurando ao redor pelo posicionamento das mesas e cadeiras do salão, precisando de um posicionamento mais estratégico. Talvez eu possa usar as cadeiras de distração para atacar... Pensaria rapidamente, já começando a ter uma ideia do que fazer. Com o sorriso ainda nos lábios, reestabilizada e recomposta, observava o homem ferido no peito e na coxa, mas parecendo absolutamente pronto. Um monte de massa muscular e só, o pensamento lhe ocorreria antes de começar a se mover. Primeiro, localizaria alguma mesa ou o balcão, observando qual estava mais próximo das costas do homem, antes de assumir uma pose mais ofensiva ao postar a lâmina à frente de seu rosto, e começaria a se mover para frente com passos firmes, impondo-se de forma ameaçadora contra o homem, mesmo que este fosse mais alto — usaria sua postura para impor-se contra ele. Colocaria a mão livre atrás das costas e estenderia a mão que portava a arma, movendo-se com velocidade para frente, fazendo cortes diagonais na direção do loiro, não exatamente com a intenção de acertá-lo, mas apenas fazê-lo recuar e ir para a direção que desejava.

— Você parece um pouco lento, devo pegar mais leve? — indagaria em zombaria, seguindo o mesmo jogo que ele, apenas para distraí-lo de seu plano.

Sendo bem-sucedida e conseguindo fazê-lo encurralar numa das mesas ou no balcão, esperava que este não se desse conta até que já estivesse encostasse, e usaria o pequeno momento de distração para poder avançar com toda sua velocidade, abaixando rapidamente, com as mãos no chão, para poder dar um chute sobre sua ferida na coxa, o mais forte que conseguisse. Caso o homem fosse veloz para capturar sua perna, usaria de sua boa flexibilidade e agilidade para jogar seu corpo para cima, puxando a perna agarrada para baixo e impulsionando o corpo para cima, levando a lâmina na direção, sem um ponto específico para atingir, apenas procurando acertá-lo. Mas, caso o ataque fosse bem sucedido, esperava poder fazer sua perna vacilar um pouco, então se levantaria rapidamente com a arma preparada para atingi-lo novamente no peito, com desejo de feri-lo o suficiente para que sangrasse mais.

Sabia que havia a possibilidade de, antes mesmo que efetuasse o primeiro ataque, o homem pudesse, ao se sentir encurralado, tentar ataques para sair do espaço e afastá-la, por isso atentar-se-ia a isso, buscando esquivar-se dos golpes e usando a brecha entre seus ataques para se aproximar e atingi-lo num corte reto e vertical em seu torso, muito forte. Não ficaria muito próxima após o movimento, mas se visse uma oportunidade, tentaria um último golpe entre seu ombro e pescoço, mas não se arriscando demais, se afastando em seguida.

Sempre em guarda, ficaria atenta a todos os movimentos de seu oponente enquanto ela mesma se movia. Soltaria um pequeno riso irônico, seu típico sorriso se formando em seu rosto, e diria com uma voz grosseira e um que de arrogante: — O brutamontes não tem mais nada pra fazer além de apanhar? — Seria provocativa, querendo atingir seu ego e cutucar sua paciência, jogando de seu próprio jogo de zombaria e provocações.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptyQua Mar 14, 2018 4:00 pm



Kumadori



Ao alcançar o segundo andar, Kumadori viu uma sala parecida com o pátio do lado de fora, porém mais modernizada, com variados equipamentos e uma estrutura mais apropriada para treinamento. Haviam espadas, lanças e outras armas feitas a partir de madeira, perfeitas para lutas não-letais e para uma prática mais segura. Apesar do espaço reduzido, havia um grupo de marinheiros treinando no local, em cima de um grande tatame que cobria quase todo o piso. – Pr-presumo que seja mais um dos novatos - Uma figura de meia-idade se aproximava do rapaz, repousando uma de suas mãos em seu ombro. – Se dirija ao final daquela fila, Jeune, e logo começara su teste – Diferente dos outros cadetes, o homem se vestia com um fino e elegante traje, assim como falava com um sotaque estranho. A fila que o homem apontara compunha-se de 3 jovens que esperavam do lado de fora do tatame, descalços.

Um por um, eles lutaram contra o superior, que, com seu sabre de madeira, conseguia facilmente derrotar cada um dos recrutas. – Hohoho, tenham um pouco de esforço, garçons – Ele acariciava o bigode. Kumadori, o próximo da fila, era chamado pelo instrutor para o teste. Ao ouvir as preferências do garoto, prontamente arrumou um bastão dentre as armas que estavam disponíveis no local. Era feito de bambu, feito para machucar, mas não causar feridas graves. – Vamos lá, mon opossant, se conseguir me desarmar, passou no teste. – O homem bradava algumas palavras em tom provocativo ao aspirante a marinheiro, o combate estava pronto para começar e, ao redor dos lutadores, haviam os outros participantes, assistindo a luta com bastante atenção.


Alexandra



- HAHAHA, VOCÊ FALA DEMAIS! VOU TE FAZER ENGOLIR ESSES DENTES BRANCOS AGORA! – De certa forma a provocação de Alexandra funcionara contra o oponente, mas não como ela esperava, ao ouvir as palavras ácidas da morena, o brutamontes animava-se ainda mais com a luta, ignorando os ferimentos que possuía. Como dito anteriormente, ele recusava-se a tomar a ofensiva, esperando pela ação da oponente. Alexandra atacara ferozmente, rasgando o ar com sua adaga e colocando pressão contra o beberrão. Ela tentava acertá-lo repetidas vezes, mas o oponente parecia preparado para tal situação, ele bloqueava a maior parte dos ataques, com exceção de alguns que acertavam suas mãos e antebraços de raspão. – Se não vai colocar esforço nesses ataques, eu vou te matar! – De súbito, ele partia para a ofensiva, desferindo um único contra soco contra a boca do estômago de Alexandra, que cambaleava para trás com o impacto e principalmente por causa da dor.

Apesar do forte ataque, o homem não conseguia manter a compostura por mais tempo, começara a bufar e ofegar repentinamente, como se o efeito dos ataques de Alexandra começassem a surtir efeito agora, drenando a força do homem. Por conta disso, a nova ofensiva da morena fora um sucesso, conseguia pisar fortemente contra a ferida do oponente que gritava com a dor, porém, na hora de finalizar o movimento, ele conseguia sair da trajetória do golpe da oponente contra seu peito, por pouco, mas ainda sim sem contra-atacar. Ambos estavam visivelmente afetados pela luta, porém seu desfecho ainda era incerto. Conseguiria Alexandra subjugar um adversário tão forte?
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Narração

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" Pensamento "

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySex Mar 16, 2018 7:18 am

PRIMEIRO ASSALTO

Após ir para o final da fila onde estavam outros jovens, pensei em conversar com eles para passar o tempo e fazer alguma amizade dentro da marinha, porém, antes que eu pudesse criar coragem, a luta começara. Os movimentos do superior me pegavam de surpresa. Ele lutava de forma graciosa e era difícil acreditar que alguém ali poderia ganha-lo. Presto atenção na luta o máximo que posso esperando aprender alguma coisa, mas toda aquela informação não fazia sentido para mim, às vezes era difícil acompanhar os movimentos dos dois que lutavam no tatame.

Segui admirando os lutadores até chegar à minha vez. Subi no tatame e recebi minha arma. Um bastão de bambu ~É mais leve que os bastões de ferro, preciso tomar cuidado para não perder o controle~. Depois de pegar o bastão e receber a ordem, me afastaria até chegar à outra extremidade do tatame. Uma gota de suor escorre na minha testa. Começo a sentir calor.

Desde quando chegara, a única peça de roupa que tirei foi a capa pra me proteger da umidade, mas ainda vestia algumas peças de roupas desnecessárias. Tiraria o casaco e as duas camisas que estava usando, depois voltaria a pôr o casaco; Tiraria uma das duas calças; Dobraria as roupas de forma apressada e sem muita atenção, pois tinha medo que estivesse demorando demais. Faria as coisas apressado, de modo que acabaria esquecendo de tirar o pano verde que oculta do meu nariz até o pescoço.

Em seguida, virar-me-ia para o professor e com uma reverência rápida, diria: - Desculpe-me por essa demora, senhor, espero não decepcioná-lo após fi-lo esperar. – E então, seguraria o bambu com as duas mãos, de forma desajeitada, mostrando que iria começar.
~ Eu só preciso desarmá-lo... só isso ~ Ficaria parado alguns segundos, para ver se ele se movia, mas depois de tudo, ele estava lá sem fazer nenhum movimento. ~ Certo... Isso não vai ser fácil ~ Começaria a andar na direção do mestre, porém, de forma cuidadosa e devagar, dando um paço de cada vez. Enquanto estivesse andando devagar na direção do mestre, giraria o bastão fazendo o movimento do furacão, passando a arma de uma mão para a outra minha frente e pelas minhas costas. Fazer o movimento do furacão seria, ao mesmo tempo, um modo de ataque e defesa, assim como um meio de me acostumar com o peso da arma de bambu.

Quando ficasse há dois metros dele, enquanto o bastão estivesse na mão direita, abaixaria a mão um pouco para que uma das pontas do bastão acertasse o chão. Quando esta extremidade estocasse o chão, além do barulho, o impacto criaria uma força. Esta força faria com que o bastão automaticamente parasse de girar num sentido e começasse a girar no sentido ao contrário a partir daquela ponta. Como eu já estaria esperando por isso, movimentaria meus dedos para puxar o bastão e fazê-lo girar num novo sentido (Para o professor, ele veria primeiro girando no sentido horário e depois no sentido anti-horário).

Ao começar a girar o bastão num novo sentido, facilitado pelo impacto no chão, moveria o bastão pelas minhas costas, passando-o da mão direita para a esquerda, avançaria com a perna esquerda para frente e abaixaria a direita, de forma a tocar o joelho direito no chão. Por fim seguraria firme o bastão, transferindo o movimento dos giros para uma ponta, e desferiria um movimento semicircular com o bastão, da esquerda para a direita*, de modo que o bastão “varresse” o chão com um golpe na altura do joelho.
* Para o mestre é da direita pra esquerda.

Dando sequencia ao movimento, enquanto estivesse tentando fazer o movimento semicircular com a mão esquerda, minha mão direita iria segurar o bastão e o puxaria dando mais forma ao movimento, porém, a intenção disso era, novamente, transferir a energia para o chão.
Após tentar acertar o primeiro golpe, faria o bastão acertar o chão para criar energia para dar inicio ao segundo movimento. A parada abrupta do bastão, facilitaria para eu começar a girá-lo com a mão direita. então voltaria a ficar e pé tentando girar o bastão, daria um giro no lugar para acumular energia e pararia de lado, com o ombro esquerdo apontado para o professor, e transferiria o movimento do giro para o bastão: Seguraria o bastão com as duas mãos, a mão esquerda no meio do bastão de apoio e a direita na parte traseira imprimindo força*, e tentaria acertar uma estocada alta no treinador.
* Quando segura o bastão com as duas mãos, a mão de apoio fica com a palma virada pra cima. Serve pra guiar o golpe. A outra mão fica com a palma virada pra baixo e é a que aplica força ao golpe.

Em meu rosto haveria uma expressão tensa após tentar o segundo golpe. Caso o mestre bloqueasse o golpe, daria um pequeno sorriso e faria um movimento com a mão esquerda, tirando-a do apoio e passando a segurar o bastão por cima, então, soltaria a mão direita dando um impulso com a mão esquerda. Este impulso faria o bastão girar usando a mão esquerda como base. A ponta que estaria até este momento próximo a mão direta, subiria e desceria num movimento de guilhotina giratória sobre o professor tentando acertar a arma dele de propósito. Porém, quando acertasse a arma do mestre, giraria o pulso para agarra o bastão com a mão esquerda e forçaria a continuação do movimento com o intuito de puxar a arma da mão dele e desarma-lo.

Por fim, daria dois pequenos saltos para trás tentando ganhar alguma distância e me colocaria em modo de defesa, segurando o bastão com a mão direita e fazendo o apoio com a mão esquerda. Ficaria, ofegante, aguardando algum movimento do mestre.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySex Mar 23, 2018 2:44 pm

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Ofegante.
Era fácil ofegar com o golpe certeiro que a atingira logo na boca do estômago, como se o ar lhe escapasse os pulmões numa só levada. A visão ficara subitamente nublada pela intensidade do golpe recebido, clareando aos poucos no tempo do impacto; a bílis subia até sua garganta e não evitava o gosto amargo que se apoderava de suas papilas, e o sentimento de algo indevido sair fazia-a prender sua mandíbula e ranger os dentes, engolindo o acúmulo de saliva em sua boca antes de conseguir prosseguir com sua ofensiva e ter quase todo o plano bem executado, se não fosse o final, mas aquilo era possível reverter.

Agora, parados frente a frente, podia ver que ele não parecia mais tão íntegro de sua conduta anterior, com as feridas, o peito ofegante e — como era notável — a inconsistências de sua postura. Alex não podia contar muita vantagem, afinal, os movimentos cobravam de si seu valor energético, e após cumprir uma série de movimentos, era compreensível sentir-se ofegante e menos disposta com aquele confronto. Começava a sentir-se irritada com o sequenciamento lento dos eventos, pouco contente com a situação num todo e, principalmente, irritada com a mera existência do loiro.

Com o objetivo de findar aquele embate, finalmente, seria rápida em prosseguir seus movimentos, com o objetivo simples: teria que desmaiar o homem com quem batalhava para que pudesse tocar sua vida.

Procuraria ao redor o posicionamento das mesas e cadeiras do bar, atrás de um apoio para sua estratégia de chegar atrás do loiro e efetivar uma ofensiva. Com sua velocidade, percorreria o caminho até a cadeira próxima e subiria com um dos pés, subindo com o outro pé na mesa; daria mais um passo longo na mesa e saltaria num movimento horizontal sobre a cabeça dele, recolhendo os braços fechados em x — atentava-se a altura de onde pulava, para que não houvesse acidentes. Conseguindo executar o movimento, ainda no ar, lançaria a mão esquerda para frente e agarraria em seu ombro com firmeza, puxando-o junto de si para trás conforme caísse. Conforme seu corpo caísse para trás do homem, manteria sua mão firme em sua camisa e ombro para que não soltasse, e então, movendo a mão que segurava sua adaga para frente, deixaria a parte lâmina paralela ao seu pulso. Rapidamente, faria um golpe forte com a parte inferior do cabo na lateral da cabeça do homem, ainda agarrada a ele, para então solta-lo e se afastar.

Caso, após se agarrar a ele, este tentasse se desvencilhar de sua mão, veria como se sucederia antes de tomar uma ação. Caso ele tentasse agarrar sua mão presa a si, puxaria seu corpo para trás para aproximar-se melhor, usando uma de suas pernas para prender-se ao seu corpo e poder golpeá-lo na cabeça, procurando seguir o plano conforme o possível. Sabendo que poderia haver uma tentativa de impedimento, caso o homem tentasse lhe agarrar ou semelhante enquanto ainda estivesse no ar, moveria a mão esquerda para segurar em seu braço com firmeza e puxaria para sua direção com força na tentativa de desestabiliza-lo, se impulsionando a voltar ao chão também, ainda segurando seu braço com a força que pudesse, fazendo movimentos rápidos com os pés para se mantiver fora da visão do homem, tentando manter-se às suas costas, prendendo seu braço numa breve imobilização, usando seu posicionamento para acertar com a ponta traseira da adaga em sua nuca com força antes de afastar-se.

Em caso de algum ataque, reagiria rápido. Em golpes altos, agachar-se-ia com os braços próximos de seu corpo, e ao se levantar, usaria seus joelhos flexionados para um impulso maior ao subir com a adaga mais para frente num corte diagonal, partindo da esquerda inferior para a direita superior, antes de se afastar. Contra um golpe médio, dependeria do lado de onde visse o golpe: se fosse da direita, desviaria seu corpo para a direita ficando paralela ao braço do golpe, usando sua mão esquerda para segurar o braço ainda estendido e usaria o cabo da adaga para dar uma pancada lateral na altura da costela do homem, caso fosse o lado ferido, daria prioridade em atingir a ferida, atenta a demais golpes; caso viesse da esquerda, faria o mesmo movimento de desviar, porém seguiria para a esquerda, e com a adaga na mão direita, estenderia o braço com a lâmina na direção do braço do homem, dando leves passos para trás. Em caso de uma ofensiva baixa, como chutes, saltaria com as duas pernas bem altas, usando a mão esquerda livre para se apoiar no ombro do homem — considerando que ele precisaria se abaixar um pouco — e usaria o apoio para se mantiver na altura para que pudesse se impulsionar para trás deste, mas considerando que ele se abaixasse completamente, daria um salto direto sobre sua cabeça para passar para o outro lado e prosseguir com seu plano de usar o cabo da adaga para desmaia-lo. Em caso de múltiplos golpes, evitá-los-ia seguindo para trás.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySab Mar 24, 2018 8:37 am

Kumadori



A vez de Kumadori finalmente havia chegado, os outros recrutas sentavam-se do lado de fora do tatame, fitando o avaliador e o próximo participante com atenção. Havia uma pequena distância de 5 metros entre ambos, que logo se diminua com o avanço do jovem. – Me decepcionar será a menor de suas preocupações, Aspirant! – O homem retirava os calçados com rapidez, a medida que Kumadori avançava. Seus movimentos com o bastão impressionavam a plateia e fez com que seu oponente arqueasse uma das sobrancelhas, curioso. O adversário continuara na defensiva, esperando que Kumadori fizesse o primeiro ataque e, assim que conseguiu ver o balançar do bastão, ele rapidamente bloqueava o ataque, colocando a espada entre sua perna e o ataque. A força gerada pelo giro fora o suficiente para deslocar o avaliador um pouco para a direita. Os outros novatos encararam a cena boquiabertos. – Muito bem... – Um pequeno sorriso saíra do rosto carrancudo do avaliador. Kumadori não parava por ali, tentou um movimento mais ousado, um ataque giratório que, se funcionasse, acertaria em cheio o peito do oponente. Porém, até que conseguisse realizar o giro, o bigodudo já havia lido seus movimentos, e conseguira facilmente esquivar da estocada. Antes que conseguisse reagir, Kumadori recebera dois golpes da espada de bambu, cada um acertando uma costela canhota e destra. A dor não se comparava com a de um golpe de espada verdadeiro, mas doía, o suficiente para fazer com que recuasse alguns passos.

O homem bigodudo rapidamente recuava, criando espaço suficiente para que o combate voltasse a estaca zero. – Não tente esses movimentos extravagantes, seu primeiro golpe foi bom, mas esse giro foi mais devagar do que você espera, non? – Novamente sorrindo ele acariciava seu bigode em tom provocativo. Se Kumadori olhasse bem, perceberia que a plateia havia aumentado, com mais alguns marinheiros que passavam pelo corredor assistindo a luta. – Vamos, tente me atacar novamente – O homem entrava em posição de combate.



Montecristo



A situação no bar não estava a favor de nenhum dos combatentes. Se de um lado havia Alexandra, com fortes dores na barriga e com a incerteza da vitória, do outro havia um fanfarrão bêbado que meteu-se em toda confusão por conta de seu ego frágil. A vitória não estava do lado do mais astuto, e sim de quem conseguisse aguentar tamanha cólera por mais tempo.

Alexandra tomava a iniciativa, novamente. Diferente de seu oponente, não havia álcool ou qualquer outra razão que a motivasse a insistir naquela luta por mais tempo. Seu plano era nocauteá-lo com um golpe no pescoço, sem mortes, sem violência desnecessária, encerrando o combate por ali. Ela queria, acima de tudo, que aquela angústia acabasse. Em um súbito, escalara uma mesa próxima e jogou-se no ar em direção ao oponente, que assistiu a cena estupefato.

Quando finalmente se deu conta do que estava acontecendo, tentou futilmente agarrar uma das pernas da morena, que reagiu a tempo, segurou o braço do oponente e levou-o ao chão junto ao seu próprio corpo. Alexandra tentara imobilizá-lo, mas a frenesi que tomara conta do homem impedira qualquer tentativa disso. Por fim, realizara seu único e preciso ataque contra o pescoço do adversário. A sensação era deplorável, o homem tossiu e cuspiu sangue no chão de imediato, seu corpo cedeu quase por completo, com exceção de sua mão canhota, que segurava o pulso de Alexandra. A vermelhidão tomou conta do antebraço de Montecristo, a força fora grande suficiente para fazer a morena soltar sua arma. – Você... Não é nada... Sem isso. – Um pouco mais sóbrio, o homem se levantava,  e com certa dificuldade balbuciava algumas palavras de ira.  – Eu vou quebrar... Cada um dos seus...  Dentes!– Sua mão destra estava fechada com força, força essa o suficiente para fazer sangue escorrer dentre seus dedos. Ele estava prestes a socar a face da oponente, tamanha era a fúria do loiro que seria suficiente para virar o jogo para seu favor, porém foi nesse momento que uma cadeira descera contra sua cabeça, apagando o fanfarrão.  – ALEXANDRA! – Era Dimitri.


O jovem rapidamente abraçou a morena. – Você está bem? – Quando notou o que fizera, rapidamente desvencilhou-se, envergonhado e com as bochechas coradas. – De-Desculpa! Eu fiquei um pouco nervoso. O baque que eu levei foi muito forte, acabei desmaiando e meu deus! Ele te machucou? Temos de tratar isso agora! – O pequeno momento de coragem do tímido parecia ter acabado. – Vá para os fundos do bar, eu cuido dos seus ferimentos, só que primeiro eu tenho que acordar o Yusuke. – Apesar de Alexandra já conhecer o local, ele apontara novamente, seja por nervosismo ou desespero. Em seguida, correu em direção ao irmão. O beberrão continuou estirado ao chão, apagado.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySeg Mar 26, 2018 7:24 pm

SEGUNO ASSALTO

O ataque acabou não sendo um sucesso. Totalmente seguro de mim, deixei-me ficar com a guarda aberta. Por um instante fiquei com o peito exposto e recebi dois golpes simultâneos nas costelas. Como estava no meio de um movimento mais pomposo e extravagante, naturalmente perdi o equilíbrio. Deixando o ar no local onde eu estava, dou dois passos para trás até cair com a bunda no chão e dando uma rolada para trás.

Sinto-me um pouco tonto após a queda, mas, após respirar fundo para recuperar o fôlego e tossir um pouco, logo me recupero. Tento levantar dando uma gargalhada, porém, no meio do movimento, sinto a dor dos golpes como se a espada de bambu ainda estivesse enfiada por entre minhas costelas. Segurando o bastão com a mão direita, uso-o como apoio para manter-me de pé e, com a mão esquerda, esfrego meu tórax no local da dor.

Apesar da dor, ergueria a cabeça com um sorriso orgulhoso. Ao sorrir, notaria que o pano que cobria o rosto havia caído, por isso, enquanto o outro homem falava, eu o puxaria para voltar a cobrir a parte inferior do rosto. ~Não, eu fui tão rápido quanto eu pude, mas infelizmente você é um pouco mais rápido...~ pensaria comigo mesmo.

Tento esquecer a dor, que talvez se dissipasse rápido devido a adrenalina. Respiraria tranquilamente para tentar diminuir os batimentos cardíacos e me acalmar. Olhando para o professor já a uma distância considerável, percebia que ele me aguardava, até que ele diz para eu atacar.

Já não me apoiando mais no bastão, me ergueria ereto sob os dois pés. Fitando os olhos do professor, pensaria
~Acho que agora eu sei qual é a dele. Ele sempre vai usar a sua flexibilidade para esquivar dos golpes e em seguida contra-atacar quando eu abrir a guarda...~ Abriria levemente a perna, flexionaria levemente os joelhos e seguraria o bastão, com a mão direita, com uma extremidade apontada para o chão e a outra passando por trás de meu ombro apontando para o teto. ~Porém, para ele me acertar eu preciso chegar perto e com o bastão eu posso me manter em uma distância média até achar uma abertura crítica... Hora de mudar a estratégia.~

Sorrindo por de baixo da “máscara”, diria -Então, é isto!- e antes que o som da última palavra saísse por completo de minha boca, dispararia em uma corrida projetando meu antebraço esquerdo na frente do rosto, enquanto meu braço direito ficava para trás colado com o corpo. Primeiro correria em linha reta na direção do professor e quando chegasse a três metros, daria um salto tentando avançar pela esquerda (a direita do mestre).

Quando desse o salto, movera o braço esquerdo torcendo meu tórax para a esquerda, assim revelaria o braço direito movendo-se da direita para a esquerda empunhando o bastão. O movimento seria um corte horizontal no ar, mirando a cabeça do mestre, tentando obriga-lo a se abaixar.

Usaria a mão esquerda para aparar o movimento do bastão, tentando evitar que o movimento fosse muito demorado e me deixasse de guarda aberta por muito tempo após passar pela cabeça do alvo (acertando ou não). Após parar o movimento, empunharia o bastão com a mão esquerda e caso o professor tentasse avançar em minha direção, saltaria para trás girando o bastão como uma hélice para tentar desviar os ataques e me defender.

Caso ele não atacasse naquele intervalo, giraria o bastão levantando o braço esquerdo para encaixa-lo na palma da mão e, em seguida, pararia de girar o bastão, simultaneamente descendo a arma na direção de meu oponente, tentando atingi-lo com um golpe vertical de cima para baixo. Durante o movimento, colocaria a mão direita no bastão para puxa-lo com mais força para baixo. Se o professor avançar em minha direção antes de eu terminar o movimento de cima para baixo, apenas vou saltar pra trás e tentar redirecionar o golpe na direção dele.

Após o golpe (acertando o chão ou o oponente), o bastão de treino vibraria por toda sua extremidade e eu sentiria uma dor aguda percorrer minha mão e antebraço até parar nos bíceps que absorveria a vibração do bastão criada pela colisão. -Droga!- diria para mim mesmo cerrando os dentes com a dor.

A princípio, pensei que poderia puxar o bastão e iniciar um terceiro golpe, porém, a dor nos músculos do braço, mesmo que momentânea, tiraram minha concentração. Então, saltaria para trás, tentando mater-me numa distância segura aos golpes da espada, e puxaria o bastão para próximo do meu corpo para tentar defender-me, colocando-o na frente para aparar o golpe que pudesse ser feito contra mim. Por fim, pararia para tomar fôlego lançando um olhar um mais sério do que estava acostumando a usar, um olhar que nem eu mesmo conhecia.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptyTer Mar 27, 2018 4:21 pm

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Alerta. Com a reação inesperada de seu oponente ao manter-se firme à Alexandra, prendendo seu braço, mesmo que vacilante, após o golpe em seu pescoço deixava Alex alerta sobre seus próximos movimentos. Era nítido seu desgaste físico, mas o aperto firme em seu pulso mostrava que seu espírito — ou orgulho — ainda o manteria consciente, ao menos para dar fim àquele embate desnecessário, e o movimento para dar um soco na mulher a deixou momentaneamente com o medo de não conseguir se esquivar, mas o estado de alerta sobressaindo-se e mantendo sua expressão rígida e séria. Ficou surpresa com a aparição de Dimitri atrás do loiro, que parecia enfurecido, e apenas notou de fato seu conhecido quando seu oponente já estava no chão com as partes da cadeira ao seu redor.

E enfim, entorpecida. Era como se esse fosse o estado natural ao fim de uma batalha, conforme a adrenalina se esvai e dá vez para a dor se intensificar pelo corpo, deixando os pontos de maior dano latejantes. Permitia-se um suspiro de alívio quando sentiu o aperto em seu pulso sumir, mesmo que a dor ainda estivesse presente e se espalhasse dos pontos críticos para o resto do corpo, sentindo seus músculos reclamarem quando sentiu o impulsivo abraço de Dimitri, soltando um breve bufar e dando leves tapinhas em seu ombro com a mão melhor, ouvindo a pergunta. — O que você acha, gênio? — diria ironicamente, ainda mal-humorada pelo embate. Sentiu-o se afastar e o alívio momentâneo percorria novamente. Ouvia-o dizer as poucas palavras de desculpa e mais perguntas, mas apenas permaneceria observando seu pulso, sabendo que seria o mais gritante por ser o mais exposto, e nem sequer gostaria de olhar sob sua camisa; tinha consciência que sua pele muito clara daria a impressão de que o dano fora ainda maior, mesmo que apenas sentisse algumas poucas dores. — Apenas algumas pancadas, nada demais — responderia sem olha-lo, mas voltando os olhos azuis para o rapaz preocupado não muito depois. — Só vai ficar roxo — concluiu, mas mesmo assim ouviu-o instrui-la a se dirigir para os fundos enquanto ele mesmo acordava seu irmão, e sentia que não valia a pena o debate, apenas dizendo: — Procure amarrar o grandalhão, apenas por precaução.

Como eu me meti nisso?, indagava-se conforme andava para a área já conhecida anteriormente, onde fizera sua breve aula de botânica. O dia, definitivamente, não saíra como seu plano simples e direto de se alistar na marinha e seguir adiante; não, tudo desandou quando encontrou o quartel fechado e se viu obrigada a gastar seu tempo com outra coisa, e mesmo com o ponto positivo de ter achado um instrutor, não evitava a frustração do embate desnecessário em que se enfiara e a sensação de dor que se espalhava a partir dos ferimentos e dos músculos muito usados, deixando cada passo mais difícil. Suspiraria. O que eu faço agora?, começava a se indagar, procurando um lugar para se sentar enquanto esperava Dimitri. Eu parto para o QG? Sigo o plano?, prosseguiria. Achando um lugar, dirigir-se-ia e tomaria assento, mas caso não, apenas sentar-se-ia no chão, com as pernas esticadas e mantendo a postura como melhor podia, encostando as costas contra a parede. Era claro que nem sempre pudesse evitar batalhas desnecessárias, principalmente depois de se tornar uma marinheira, mas não conseguia apenas se sentir bem em travar uma batalha que poderia ser evitada, talvez, se a outra parte não se mostrasse babaca e Alex não pudesse segurar sua língua, nem sua pouca vontade de dividir espaço com ele. Talvez não pudesse ser evitado, outro suspiro, e devo me acostumar a isso se vou ingressar à Marinha.

Manteria sua expressão pensativa e imparcial até a chegada de Dimitri, apenas o cumprimentando com um aceno de cabeça e esperando que este começasse a fazer o que pretendia, apenas retirando sua camisa e ficando com seu top e prendendo seu cabelo em um coque no topo da cabeça. — Primeiro botânica, agora primeiro socorros... — começaria comentando. — Pretende ser médico, Dimitri? — O questionamento era tanto para desviar seus próprios pensamentos quanto por curiosidade genuína, interessada nas aparentes habilidades do rapaz. — Você é um bom rapaz — Por fim, daria um sorriso quase invisível, muito fraco, para o rapaz, mas logo o desfazendo. — Obrigada, você foi muito solícito para mim. Acho melhor levar aquele cara lá dentro para o quartel... — diria quando ele terminasse seus cuidados, levantando-se e preparando sua roupa novamente, ajeitando-se e olhando para Dimitri. — Obrigada novamente, agora estou indo.

Dirigir-se-ia para dentro da taberna, cumprimentando Yusuke caso o visse e procurando o loiro ao redor, caso não o encontrasse, indagaria a quem estivesse por perto: — Onde está aquele merda? — Tendo uma indicação, a seguiria e analisaria a situação, vendo se o homem estava preso, e se sim, apenas agarraria pela gola de sua camisa e sairia arrastando-o até a saída; caso não, viraria para quem estivesse ali e diria: — Tem uma corda forte aí pra poder prendê-lo? — Tendo conseguido, amarraria seus braços firmemente em suas costas, e se não tivesse o solicitado, apenas agarraria em sua camisa de qualquer modo e começaria a arrasta-lo. Apenas pararia para se despedir de seus recentes colegas na porta. — Obrigada pela hospitalidade momentânea, nos esbarramos por aí. — Daria um último aceno, sua voz saindo menos rude que o costume, e apenas se viraria, seguindo pelas ruas de Shells Town.

Seguiria em passos firmes, na velocidade que seu corpo e o peso extra que carregava pudessem permitir, soltando um suspiro ou outro pelo trajeto. Lembrava-se da taberna não ser distante do quartel, e mesmo que atenta aos acontecimentos ao seu redor, apenas ignoraria as pessoas e iria até seu objetivo diretamente, sem pensar muito. Estava decidida, enfim. Chegando lá, se se deparasse com os guardas na entrada novamente, apenas pararia e diria: — Gostaria de me alistar para a marinha e relatar um baderneiro. Para onde devo ir? — Esperaria uma resposta e seguiria pelo caminho indicado, mas caso houvesse mais perguntas, apenas reviraria os olhos pelo inconveniente. — Não podem me deixar apenas entrar e levar esse cara lá pra dentro? Eu já vim aqui mais cedo, mas o quartel estava fechado. Apenas quero cumprir meus objetivos, senhores diria rude e áspera, e caso prosseguisse sendo barrada, ouviria seus questionamentos antes de respondê-los.

Se pudesse apenas prosseguir, seguiria até onde lhe fosse indicado e se aproximaria, ainda arrastando o homem — se não o apreendessem antes — e o largaria no chão quando chegasse aonde deveria ir, mantendo sua expressão aborrecida. — Olá, gostaria de me alistar para a Marinha e reportar esse agressor e baderneiro. O que devo fazer? — indagaria, tentando soar menos mal educada, e ouviria as instruções dadas antes de prosseguir.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySex Mar 30, 2018 9:52 am

Kumadori


- Disse alguma coisa? – O avaliador lançava uma perguntava a Kumadori que no mesmo instante avançava contra o mesmo. Com um sorriso no rosto, o bigodudo respondia a ofensiva. – En Garde! – Kumadori aproximou-se com rapidez do oponente, deu um salto para a esquerda e diminuiu a distância entre ambos. Com sua estratégia em mente, atacou o avaliador com seu bastão, porém novamente o bigodudo conseguira bloquear o golpe com aptidão. Em seguida, tentou uma ofensiva porém a distância entre os dois não possibilitara isso, e ainda por cima o aspirante a marinheiro girava o bastão, o que fazia o homem cessar qualquer pensamento ofensivo e manter-se em guarda, observando a movimentação do adversário.

Vendo que seu oponente preferia a defesa, Kumadori tomava a ofensiva novamente, girando o bastão e tentando ataca-lo de cima para baixo. O homem novamente bloqueava o ataque colocando a espada no bastão, porém o jovem de madeixas azuis continuava fazendo força e, por causa dessa disputa de forças, a espada de bambu acabou escorregando da mão do avaliador, que esquivou por pouco do golpe. – Muito bem! Conseguiu passar no teste, Aspirant. Pode voltar a senhorita da recepção e prosseguir com os outros dois. Com sorte, nos veremos de novo! – O homem acenou, recolheu a arma de Kumadori e gesticulou para os outros candidatos prosseguirem com seus respectivos testes.


Montecristo



Seguindo as instruções de Dimitri, Alexandra dirigiu-se aos fundos, o mesmo local que fora anteriormente algumas horas atrás, em busca de conhecimento, mas dessa vez para tratar dos danos que sofrera em batalha. Sentou-se em uma das várias cadeiras que haviam no local, e esperou por Dimitri, que adentrou junto ao seu irmão, ainda meio zonzo pelo impacto do soco que recebera. – Como ele conseguiu vencer-nos tão fácil assim? Sorte que Alexandra estava por aqui. – Yusuke não se conformava com o que havia acontecido, reclamando com seu irmão. Dimitri o ajudou a sentar-se próximo da morena, enquanto abria seu kit de primeiros-socorros.

Alexandra Refletia sobre o que havia ocorrido, por um mísero detalhe, fútil para alguém como ela, meteu-se numa briga sendo, nesse exato momento, já poderia estar começando sua carreira na marinha. – V-você tem uma vermelhidão séria aqui. – Dimitri corou ao ver a morena apenas com seu Top, enquanto passava uma bucha com água fria nas áreas machucadas. – I-isso deve aliviar a dor, pelo menos um pouco. Tome cuidado, ok? – Ele enfaixou o braço da garota, que também estava vermelho e levemente inchado pelo aperto do beberrum. Enquanto isso, Yusuke dormia como um bebê.

Um pequeno bate-papo começara enquanto Dimitri terminava de cuidar da gatuna. – Na verdade, eu pretendo ser médico sim, quem sabe da marinha, mas não sei se passo no teste.... – O jovem desviava o olhar, envergonhado. – Pronto, aquele imbecil já está amarrado, no mesmo lugar que desmaiou. Foi um prazer te conhecer Alexandra, espero te ver novamente. – Dimitri se despedia da moça, saindo dos fundos da loja e apontando aonde estava o grandalhão. A morena igualmente se despedia, arrastando o beberrão pelas ruas de Shells Town até chegar no portão do quartel. Diferente do amanhecer, as ruas já não estavam inundadas pela precipitação de neve, com apenas algumas áreas, com menos contato com o sol, ainda cobertas. Ao se aproximar do QG, dois marinheiros cumprimentaram a moça, deixando-a passar ao ver o homem que arrastava.

Depois de uma ligeira caminhada, um marinheiro parava a jovem. – Opa, opa, opa. Veio entregar um prisioneiro e alistar-se? Dirija-se até a secretaria, na torre principal. – O homem apontava o local até a moça. – Eu vou com você, só por precaução, precisamos saber o nome desse homem que você está carregando, se já tem antecedentes criminais ou se é um encrenqueiro pé-rapado qualquer. – O homem terminara de falar, caminhando em direção ao caminho que apontou e esperando que a moça fizesse o mesmo.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptySab Mar 31, 2018 5:29 pm

FIM DO TREINO

Meu bastão se encontra com a espada em meu último golpe, soltando um estalo alto e seco, um “Clác” que todos ali em volta do ringue poderiam ouvir. Diferente dos outros golpes, desta vez as duas armas se encontraram e assim ficaram trocando carícias. Enquanto isso, eu e o avaliador fazíamos uma disputa de força. Em algum momento desta disputa, meu bastão desceu de encontro ao chão. Imaginei que, naquele momento, o mestre havia saído do golpe e me atacaria de algum modo e eu, que estava chocado, não veria seu golpe chegar.

No entanto, quando levanto a cabeça, vejo a arma de bambu no chão, enquanto meu avaliador começava a falar. Sua fala parecia estar velocidade normal, mas como eu não as esperava, demoraria a entender a mensagem. De fato, eu só realmente conseguiria entender depois dele terminar de falar, quando juntaria todas as informações na cabeça. Vendo-o acenando para mim, entrego de bom grado o bastão e faria uma pequena reverência agradecendo: -Obrigado por esta luta, foi bem interessante.-.

Em seguida, viraria e me apressaria na direção das minhas roupas. Enquanto ando na direção das roupas, notaria que o público havia aumentado desde o inicio da luta. Alguns marinheiros estavam ali, além daqueles rapazes que antes eu havia visto lutando contra o avaliador. ~Quando será que aqueles caras chegaram ~ pensaria isso lançando um olhar atento para as pessoas que ali estavam para ver se já havia visto algum deles. ~Talvez tenham chegado enquanto eu lutava, por isso não os percebi antes. Pelo visto tive uma bela plateia. ~ Finalizaria meu pensamento corando e lançando um sorriso para o ar.

Quando chegasse próximo das roupas, pegaria um dos dois casacos que usava antes e o usaria agora para limpar o suor de meu rosto. Vestiria todas as roupas novamente, com exceção do casaco que acabara de usar para limpar o suor e desceria para a recepção. No caminho, veria quem mais havia passado no teste e me aproximaria de algum desses dizendo -Olá! Nossa, que teste difícil. Talvez eu fique com as marcas por um bom tempo.- Terminaria de dizer levando a mão até as costelas, onde fui atingido anteriormente.

Quando chegasse na recepção, esperaria pacientemente e prestaria atenção nas outras pessoas, se eu estivesse acompanhado. Quando tivesse oportunidade, iria até a Srta. Mary, ou quem quer que estivesse fazendo o atendimento na recepção, e diria -Com licença, Lady Mary. Eu acabei de terminar o teste de combate. Devo me apresentar a algum superior agora ou devo fazer mais algum teste?- Em seguida, ouviria em silêncio a resposta da recepcionista e então seguiria a direção que ela venha me dar.

Caso ela dissesse que eu deveria me apresentar a algum superior, perguntaria: - Onde eu encontro o Sargento responsável pela carpintaria para que eu possa me apresentar para ele? - e então seguiria a direção que fosse dada.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 EmptyDom Abr 01, 2018 3:12 pm

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Podia descrever como alívio o sentimento que lhe atingiu a princípio, quando apenas pôde entrar no quartel e encontrou alguém que pudesse ajuda-la. Mesmo que ainda pudesse sentir as dores em pontos específicos pelo corpo, como Dimitri não falara nada supunha que logo estaria perfeitamente bem, então não via mal algum em estar naquela condição de estar prestes a formalizar e tornar mais concreto seu desejo de se tornar uma marinheira. Mesmo que ocasionais suspiros lhe escapassem quando um movimento provocava a dor em sua costela, sabia que aquilo poderia parar de doer logo, mas a mancha provavelmente perduraria ainda por mais tempo, considerando seu tom de pele muito claro. Qualquer coisa formava uma mancha. Não vai dar pra esconder essa mão enfaixada... Só posso seguir adiante e não forçar.

Afastou os pensamentos ao ouvir o homem que a cumprimentara, e apenas dava um aceno em concordância, dizendo: — Obrigada, irei até lá. — Seguindo as instruções, andaria com os mesmos passos tranquilos, com a mesma expressão fechada, não se importando com a repentina companhia, não fazendo diferença para ela. — Não sei quem é esse sujeito, só sei que decidiu beber demais e causar confusão numa taberna não muito longe. — Era tudo o que diria a princípio, mantendo-se quieta durante o caminho que seguia com o homem, mas podendo vir a responder caso ouvisse algum comentário ou questionamentos. Mantendo-se séria, com sua carranca usual, observaria a parte interior do quartel com curiosidade, procurando guardar detalhes de corredores, a transição dos oficiais e civis, tentando compreender se havia rotina, mecanismos e se os oficiais e soldados seguiam padrões ali dentro; grande parte de sua introspecção para ser atenta àquilo era por, daquele dia em diante, faria parte daquilo, então tentava ver como as coisas funcionavam para desde já, começar a se acostumar.

Quando chegassem até a secretária, supunha que o homem tomaria a frente para informar a situação, mas não se importaria e apenas largaria o prisioneiro no chão, soltando um suspiro aborrecido por se lembrar da confusão que ele causara tão cedo naquela manhã. — Bom dia... Eu acho. Sou Alexandra Montecristo, vim aqui me alistar e entregar esse homem. Não sei quem é, mas ele começou uma confusão depois de beber muito, se tornou ameaçador e o enfrentei. Está nocauteado. O que preciso fazer para me alistar? — daria as informações direta e objetivamente, com sua voz dura e as sobrancelhas franzidas, dando pouca abertura para outras falas até que estivesse concluída. Esperaria outros pronunciamentos para saber o que fazer a seguir, apenas se adiantando em assinar caso fosse necessário e se dirigir aonde lhe indicassem, aguardando para saber o que mais deveria dizer ou fazer em seguida.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 3 Empty

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