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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 The Fellowship

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MensagemAssunto: The Fellowship   The Fellowship EmptySex 26 Jan 2018, 14:40

The Fellowship

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Alexandra Montecristo e Kumadori Shelby Mustang. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptySex 26 Jan 2018, 23:03

Acordaria assustado com os olhos fixos para o alto. Sentiria minha respiração ofegante e meu corpo quente e suado. ~Foi apenas mais um pesadelo...~ Olharia em volta para ver o local onde eu estava. Em seguida, procuraria uma pia onde eu pudesse lavar o rosto e me preparar para sair. ~Bem, Jaque sempre diz que caminhadas ao acordar podem ajudar ~

Depois de lavar o rosto e colocar roupas de frio limpas, iria para rua e começaria a caminhar sem rumo por Shells-Town. Enquanto estiver caminhando, olharia para o céu para tentar julgar que horas eram. Porém, o céu naquela época do ano estaria um pouco fechado devido a neve que caía sem parar havia alguns dias. ~Pelo que eu tenho visto nos últimos anos, Shells Town é uma ilha de verão... Me pergunto por que tem nevado.~ Deixando o céu de lado, Tentaria deduzir quanto tempo havia dormido para tentar adivinhar que horas eram. Por fim, traçaria um plano do que faria naquele dia em voz baixa:

-Eu estou aqui nesta ilha há dois anos e até agora não me fixei em alguma coisa. Acho que eu deveria me concentrar em arrumar um trabalho fixo para ajudar Jaque...- Meu rosto coraria um pouco após pronunciar o nome, expondo algum sentimento - Já que ela tem me ajudado tanto nesses últimos anos, preciso retribuir de alguma forma.- Ficaria algum tempo devaneando sobre possíveis trabalhos na ilha, como trabalhar no banco, na floricultura ou em alguma taberna, até que decidiria -Bem, talvez seja melhor eu me alistar na marinha. De certo modo, eu sinto falta de navegar e de estar num navio, já que eu passei a maior parte da minha vida em um navio. Estar em terra chega ser nauseante às vezes. Além de me alistar para a marinha, talvez eu devesse fazer algum trabalho na carpintaria da cidade ou da marinha para conseguir algum dinheiro extra... Sim, isso deve bastar.-

Continuaria caminhando sem rumo, mantendo um passo rápido para não deixar o sangue ficar muito frio.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptyDom 28 Jan 2018, 14:27

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Não tinha consciência de onde estava naquele momento. Suas últimas memórias eram de estar numa embarcação, a viagem até Shells Town havia sido tranquila e ainda podia sentir a fragrância da água salgada em suas narinas — um aroma que descobriu ter o poder de acalmá-la. Abriria os olhos vagarosamente, soltando um suspiro aborrecido ao levantar-se; graças ao seu sono leve, acordara diversas vezes pela madrugada e, apesar de isso não afetar diretamente seu descanso, apenas contribuía para seu estresse matinal ser mais intenso e isso pouco a agradava, tampouco agradava as pessoas que conviviam ao seu redor — algo que ela, de fato, não se importava. Não prestaria muita atenção aonde ela estava: apenas recolheria suas coisas e sairia dali, em direção à cidade, a fim de, enfim, conseguir fazer o que pretendia.

Fazia algo como dois dias que desembarcara na cidade, levando aquele tempo para conhecer um pouco mais da ilha e se estabelecer, mas naquele dia, estava decidida a começar a organizar o seu futuro, por isso, tinha algumas tarefas em mente sobre o que faria dali em diante; primeiro e mais importante, precisava ir ao quartel da marinha para dar o primeiro passo de sua nova história. Saindo de onde estava, pisando na cidade e tendo uma noção sobre onde o quartel ficava graças à sua investigação anterior, começaria a caminhar na direção a qual se recordava se o quartel, dando passos firmes e calmos, sem pressa. Olharia o céu e o tempo que fazia ali, ouvi em algum lugar sobre uma friagem estranha por todo o mundo, pensaria, me pergunto qual a razão.

Caso se perdesse, pararia algumas pessoas para pedir informações claras sobre o caminho, mas esperava achar tranquilamente o lugar. Ao conseguir chegar, verificaria se havia alguma segurança na entrada, se dirigindo aos guardas:

— Estou aqui para me alistar. Onde devo ir? — indagaria curta e sem se importar em soar grossa, a expressão fechada. Caso não o houvesse, apenas entraria e iria na direção da recepção.

Sendo indicada para onde deveria ir, ou falando com o responsável pela recepção, falaria:

— O que devo fazer para me alistar na marinha? — perguntaria diretamente, franzindo as sobrancelhas, tentando soar pelo menos um pouco menos indiferente e rude.

Caso necessário, assinaria o que fosse pedido e faria ou iria para onde fosse pedido.





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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptySeg 29 Jan 2018, 16:55





NARRAÇÃO KUMADORI SHELBY

MUSTANG






Mais um dia se iniciava nessa nova vida de Kumadori, que abriu os olhos assustado, provavelmente por um pesadelo, mas não tinha a intenção de ficar parado no mesmo lugar, apenas vendo o teto da cabana típica de pescadores, onde o mesmo vivia, perto do porto. E assim, o azulado levantou-se, se dirigindo a um banheiro, que nada mais era do que um cômodo estreito, onde havia um pequeno espelho e uma pia, bastante descascada pouco abaixo deste, e uma privada pouco além. Kumadori aproveitou para lavar seu rosto com a gelada água que saía do encanamento, na intenção de se manter acordado, e depois foi até um pequeno armário, onde pôs as roupas que costumava vestir, e assim partiu para fora da cabana.

Do lado de fora, o Mustang pôde ver que ainda estava escuro, não faltava muito para o amanhecer, mas o sol ainda não se mostrara, fazendo com que a sensação de frio fosse ainda maior. Olhando para o céu, o mesmo estava a pensar, no que estava acontecendo, pois soubera que Shells Town era uma ilha de verão, e nesse tipo de ilha, a chance de nevar era zero. Mas teve de ignorar esse pensamento por hora, o frio estava tão grande que gelaria os ossos de Kumadori, caso esse não se mantivesse em movimento, o que o azulado logo se pôs a fazer, deduzindo o mesmo.

Enquanto caminhava, o azulado falava baixo consigo, queria arranjar algum emprego, para ajudar Jaque, a mulher que ajudara quando chegou na ilha, e tinha se afeiçoado. O mesmo sentia que tinha que retribuir a ajuda que a mesma lhe dera, já que fora ela que o levara para morar consigo, o que fora de grande ajuda para o mesmo, já que não tinha lugar algum para ficar na nova terra onde chegara. O mesmo passou um bom tempo pensando em que tipos de trabalho poderia conseguir, eram tantas opções, mas uma delas lhe chamou mais atenção, a Marinha. O mesmo sentia a falta de estar em alto-mar, já que fora assim que passara boa parte de sua vida, num barco com piratas, e isso era bem contraditório, visto que o mesmo que crescera em um barco de piratas queria ser um Marinheiro. Mas fora isso, o mesmo sentia que necessitava de alguma coisa extra, quando lembrou da carpintaria, na qual aprendera com os piratas, e aproveitaria de tal coisa para ganhar um dinheiro extra.

Tendo em mente o que queria fazer, continuou sua caminhada pelas ruas, esperando que o dia se iniciasse, as ruas estavam bastante escorregadias, devido à neve, que pouco a pouco começava a se acumular entre os paralelepípedos que a formavam, além das calçadas, que estavam cheias da substância branca. Eram poucas as pessoas que estavam acordadas, e menos ainda as que tinham coragem de enfrentar o frio que vinha com a chegada da neve. O azulado andava, não parecia estar muito atento, tanto que acabou esbarrando em um senhor de idade, que andava com dificuldade, derrubando-o. - Ai! Mas o que foi isso? – Reclamou o senhor, que havia caído de costas, e as poucos começava a se levantar, com muita dificuldade, o que não era surpreendente, já que o mesmo aparentava ser bastante velho. - E ai? Vai ficar só olhando ou vai me ajudar? – Resmungou o senhor, olhando diretamente para o Mustang, parecia que já tinha consciência de que fora este que o derrubara, ou então estava pedindo ajuda ao mesmo. O azulado parecia acordar com o chamado do senhor, que o fizera novamente, tentando ser ajudado pelo mesmo, que ainda se encontrava parado.







NARRAÇÃO ALEXANDRA

MONTECRISTO






Alexandra acordava aos poucos, estava desnorteada, não sabia exatamente onde se encontrava, chegara a dois dias na ilha e aproveitara para explorar um pouco desta, mas não se recordava de onde parara para dormir no dia anterior, e graças a isso, a mesma levantou-se depressa, procurando os pertences que trouxera consigo pela viagem, mas não os achou, somente havia 50.000 berries no bolso de sua vestimenta. De qualquer forma, assim que levantou-se, viu que estava sob uma espécie de fachada de madeira, que a protegia da neve, que caia constantemente neste dia, que ainda não havia amanhecido, e olhando melhor, pôde descobrir que dormira com as costas encostadas em uma casa, onde a porta ficava a alguns metros à esquerda da morena.

Estando de pé e acordada, Alexandra se pôs a caminhar, tinha alguns objetivos em mente para o que pretendia fazer, mas primeiramente deveria concluir o primeiro destes, se alistar na Marinha, e assim a mesma continuou a caminhar, sem pressa alguma pelo final da madrugada e início da manhã, afinal com sua investigação, descobrira onde o QG estava localizado. Mas para o azar da Montecristo, o Quartel estava com as portas trancadas, e só havia um soldado de guarda, na frente dessa, que não deu-lhe sequer a oportunidade de se pronunciar. - Estamos fechados no momento, volte mais tarde. – Disse de forma firme o soldado, demonstrando que não havia forma alguma da morena passar pelo portão do QG, não a essa hora.

Sem poder cumprir seu objetivo inicial, Alexandra voltou a caminhar, dessa vez estava em uma rua próxima ao QG, e via a neve caindo com leveza, o clima parecia estar mais leve, apesar de ser absolutamente estranho de se ver neve cair em uma ilha de verão. A Montecristo não parecia ter um destino no momento, já que seu objetivo inicial não pôde ser cumprido devido ao horário, quando a mesma foi abordada por um homem, não aparentava ser muito mais velho do que a morena, este tinha uma face de sono, parecia que havia acabado de acordar. - Bom diahhh. – Cumprimentou o mesmo, sendo parado pelo bocejo, mas logo voltou a se pronunciar. - Já comeu? E sou funcionário de uma taverna aqui perto, meu pai é o dono, se quiser comer alguma coisa, pode me seguir. Eu estou procurando mais alguns clientes, não somos uma taverna grande, por isso precisamos ter esse contato mais pessoal sabe. – Disse o homem, com um sorriso sem graça. - Estou indo, se quiser ir depois, siga em frente por mais duas quadras, vire à esquerda e ande mais duas quadras, a taverna fica à direita. – Informou para a morena, que agora tinha um local para se alimentar, caso sentisse necessidade de tal.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptySeg 29 Jan 2018, 21:34

EI! OLHE POR ONDE ANDA!

Sentindo uma brisa fria tocar o rosto, passaria a mão nas bochechas rapidamente para esquentá-las, em seguida, cruzaria os braços para manter as mãos quentes. ~Se está fazendo esse frio numa ilha de verão, tenho medo de conhecer uma ilha de inverno.~ Riria comigo mesmo. Estava tão distraído, devido ao fato de ter a mente nublada por sonhos e planos, que acabei esbarrando em um senhor de idade.

Demoraria alguns segundos, olhando para aquela pessoa sem vê-la até perceber a situação e voltar ao mundo real. -Oi, oi, oi! Tome cuidado, senhor, o chão está escorregadio. Permita-me ajudá-lo.- Então esticaria meus braços longos para tentar ajudar o homem a se colocar de pé, pois temia que ele escorregasse e caísse de novo.

~Droga, eu tenho coisas para fazer, mas não posso deixa-lo assim. Bem, ainda não amanheceu, vou tentar ajudá-lo de alguma forma e então segurei meu caminho. Porém, antes, eu preciso ter certeza de que ele não irá me cobrar nada por tê-lo derrubado.~

-O senhor está machucado? É melhor levá-lo para um médico, pois o senhor pode ter quebrado algum osso... O senhor velho, então deveria tomar cuidado e olhar por onde anda ao sair de casa nesse tipo de clima. Se fosse outra pessoa que tivesse esbarrado no senhor, talvez ela nem olhasse para trás e o deixaria no chão frio. Por favor, permita-me fazer a gentileza de acompanhá-lo até o médico ou até sua casa senhor. É o melhor que posso fazer dadas as condições.-.

Esperaria o senhor se manifestar: Se ele não concordasse de alguma forma que eu o ajudasse, insistiria dizendo: -Se essa queda o deixou machucado, logo logo o senhor não conseguirá andar, então eu irei de qualquer forma te acompanhar, mesmo que o senhor não queria, com todo respeito.-. Em seguida começaria a andar próximo a ele; Se ele aceitasse a ajuda, apenas assentiria e andaria ao lado dele pronto para ajuda-lo caso ele precisasse de apoio.

Durante o caminho que viesse a se seguir, puxaria assunto com o mesmo para saber mais sobre o homem. Também olharia para o mesmo tentando reparar em suas características físicas, como altura, o rosto e como se vestia.

-Aliás, senhor, meu nome é Kumadori S. Mustang. Qual o seu nome?-

-Pelo visto o senhor gosta de caminhadas pela manhã. Normalmente eu ando sem rumo durante as manhãs quando não tenho uma boa noite de sono. Ainda nem amanheceu - daria uma risada curta e continuaria -E com o frio que está fazendo por que o senhor saiu de casa?-

Se o senhor não precisasse de ajuda para andar, andaria de braços cruzados para esquentar as mãos. Tentaria, reparar nas ruas que eram tomadas pelo trajeto para não se perder no caminho de volta. Quando chegasse ao destino, inclinaria meu corpo para frente e diria: -Espero que o senhor possa me perdoar pelo ocorrido, se eu puder fazer mais alguma coisa pelo senhor, por favor, é só me dizer.- Em seguida, levantaria a cabeça até ficar com a postura correta novamente e aguardaria alguma resposta.

Se não houver nada que eu possa fazer por ele, viraria e voltaria para a cabana pensando: ~Certo, acho melhor terminar essa caminhada. Vou voltar para casa, comer alguma coisa para depois sair para colocar os planos em prática.~
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptyTer 30 Jan 2018, 12:15

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Quando chegara às portas do QG, não tinha noção de que estaria fechado — sua ansiedade, talvez, não a fizera considerar o ponto; por isso, soltava uma bufada de frustração dada a informação do guarda, não tendo chance de falar qualquer coisa e apenas tendo a opção de arrumar algo para fazer e voltar depois. O que posso fazer agora? E não tinha muita ideia. Na verdade, com aquele tempo, aceitaria de bom grado um chá, mas se perguntava se encontraria mais portas fechadas, e o pensamento a faria apenas massagear o cenho e suspirar fortemente ao lembrar-se dos dias invernais em Never Land e como o mordomo da casa preparava um delicioso chá mágico que ela e Sam bebiam acompanhado dos biscoitos caseiros de sua mãe; a saudade, agora, fazia seu peito apertar e seu semblante cair levemente. Olharia o chão, perdendo a pose por um segundo, antes de ajeitar a postura e olhar para frente novamente com seu semblante fechado, não tenho tempo para ser sentimental agora, concluiria no pensamento, afastando as lembranças. Antes que pudesse se mover, entretanto, um rapaz jovem aparecia a cumprimentando.

— Bom dia. — Ofereceu o cumprimento simples e direto, acenando com a cabeça. — Na verdade, estava a fim de achar um lugar para comer, sim — respondeu ao convite, ainda com as sobrancelhas franzidas. — Irei com você, se não for incômodo. Está indo direto para lá? — Tendo a resposta afirmativa, acenaria com a cabeça, concordando: — Ótimo. — E passaria a andar ao lado do rapaz, observando a cidade ao seu redor.

Não era do tipo que puxava papo com um desconhecido, por isso, passaria o caminho em silêncio a menos que o garoto tentasse falar consigo, apenas dando respostas elaboradas caso visse necessidade, podendo casualmente ignorá-lo.

Se a resposta fosse negativa, diria:

— Certo. Então eu estou indo. — E começaria a andar pelo caminho indicado, vendo o movimento do comércio naquele momento.

O caminhar pelas ruas, independente dos casos, seria de seu habitual, não andando com pressa, mas sendo firme e suave em seus passos, observando e prestando atenção em tudo ao seu redor e mantendo o semblante fechado. A neve que caía era seu ponto de maior observação, permitindo-se dar um sorriso leve e suavizar melhor seu semblante ao vê-la, pois sempre fora uma de suas maiores admirações e era sua maior lembrança junto de Sam; sentia-se perto de sua amiga novamente com aquele tempo e aquilo aquecia seu coração com uma pequena chama de felicidade, apesar da dor da saudade também dar as caras novamente. Essa manhã está sendo muito cheia de sentimentos, pensaria pelo caminho, a neve realmente faz isso comigo, concluía com um riso abafado, antes de voltar sua atenção para o caminho e deixar seu semblante neutro. Quando chegasse à taverna, entraria e olharia ao redor, vendo seu movimento; se o rapaz tivesse consigo, diria uma simples gratidão pela companhia e procuraria um assento, caso contrário, apenas entraria e buscaria uma mesa livre.

Ao sentar-se, esperaria que algum funcionário viesse ao seu encontro para que pudesse pedir algo para comer:

— Bom dia — cumprimentaria com um aceno leve. Esperava que recebesse um menu e, se o recebesse, olhá-lo-ia atrás da área de bebidas, esperando encontrar os chás. Se encontrasse o desejado e conferindo se o preço estaria dentro de seu orçamento, diria: — Traga-me o chá de hortelã e uma pequena porção de biscoitos, por favor — pediria simples, dando um rápido e pequeno sorriso. Se não tivesse um menu, indagaria, olhando a pessoa: — Vocês têm chá de hortelã? — Esperava que obtivesse um sim, mas caso não tivesse o que pedira, seja o chá de hortelã, ou qualquer chá, apenas acenaria com a cabeça. — Então me traga uma bebida quente, mas não muito doce, e uma pequena porção de biscoitos.

Tendo o pedido concluído, daria um riso irônico negando com a cabeça, reclamo que estou sensível, mas o que faço é pedir o café da manhã que tomava com Sam em dias assim. Com esse pensamento, então, apenas esperaria e olharia melhor ao redor, nas estruturas da taverna e os clientes presentes ali, procurando se distrair um pouco da melancolia que parecia persegui-la naquela manhã branca. A saudade é um sentimento muito perturbador, pensaria apoiando o cotovelo direito na mesa e usando a mãe de apoio para o rosto, franzindo as sobrancelhas. É como se quebrasse o pensamento e os pontos negativos para querermos que o que passou, volte, concluía sem alterar seu semblante, apensar de ter um brilho entristecido nos olhos. Não era tempo de se entristecer, nem ser conivente com um sentimento que em nada lhe faria progredir naquele instante; era mais simples apenas distrair a mente observando as pessoas ao redor para que pudesse esquecer aquilo tudo.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptyQua 14 Fev 2018, 12:04


Kumadori

O esbarrão que acabou de acontecer parecia ter surtido muito mais efeito no jovem de madeixas azuis. O velho, ainda inconformado com a situação, encarava Kumadori esperando uma reação. – Hmpf! Soltou um único murmúrio, ignorando o braço estendido a sua frente. - É cada coisa que me acontece... Pois bem, me acompanhe até em casa e já é mais que suficiente! - Em um único pulo, colocou-se de pé novamente, enquanto batia as mãos contra sua camisa, limpando o pouco de neve e sujeira que resultaram da queda. – Vamos logo – Ele não parecia estar de brincadeiras com o jovem, já que saíra na frente em uma velocidade um tanto quanto assustadora.

- Eu me recuso a acreditar que isso seja verdade... - O desconhecido encarava o céu, assustado. Aquela neve não era habitual de Shells Town e, para um habitante de longa data como ele, aquilo era visto como a mais severa punição. - ATCHIM! Me chamo Kazembe - O velho estava visivelmente ainda irritado com Kumadori, ignorou o restante de suas perguntas e simplesmente continuou a passeada. Em certos momentos, Kazembe procrastinava - Maldita seja a sua geração, se eu não estivesse tão velho já teria dado uma cabeçada, uma joelhada no meio da suas pernas e um pisão no seu joelho! Seus olhos se enchiam de lágrimas, a emoção que passava era forte - Hoje em dia vocês só querem saber dessas lutinhas chiques, sofisticadas. Na rua a emoção, os golpes, TUDO é diferente! O homem bradou e em simultâneo chegaram perto de um casebre, envolto em neve e com uma pequena porta, já desgastada, entreaberta. - Bom, obrigado pela companhia, a mocinha vai querer mais alguma coisa? Kazembe esperava a resposta do homem.


Alexandra


Diversos sentimentos pipocavam na cabeça de Alexandra. A manhã na pacata ilha de Shells Town parecia ser rotineira, porém o céu, a natureza decidira castigar seus habitantes com uma inesperada neve, fato este que fazia Alexandra lembrar-se com ternura de seu passado, o suficiente para preencher o coração da jovem mal-humorada de saudade. - Sim, sim! Estou indo pra lá justo agora - Com um pouco mais de animação que seu cumprimento, o jovem respondia a morena. Juntos, caminharam juntos, enquanto o adolescente assistia deslumbrado o cair da neve - Esse tipo de coisa não costuma acontecer por aqui... - Com um olhar triste, retornou sua atenção ao bar de seus pais, já na frente de ambos. Um pouco acima da porta, estava o nome do bar escrito em uma letra bem garrancho, um tanto quanto improvisada. “Salad Drinks” A neve cobria a maior parte das palavras, mas alguém com olhar atento conseguiria perceber o que estava escrito.

Adentrando no estabelecimento, havia muito mais pessoas que o lugar podia comportar. - A, mamãe Isabelle. Sempre tão caridosa. - Dizia o jovem ao lado de Alexandra, ao avistar homens que, pelos trejeitos e roupas, pareciam ser homens sem-teto, apenas encostados em um dos cantos do bar. A jovem morena podia perceber alguns beberrões a sua direita, um homem afundado em livros, sentado sozinha numa mesa mais próxima ao balcão e dois idosos atendendo alguns poucos homens. Alexandra dirigiu-se até eles, pedindo por um drinque. - Não se preocupe! Eu te sirvo - Vendo seus pais bastante ocupados, o acompanhante da jovem atendia seu pedido, trazendo uma bebida de hortelã e alguns biscoitos de chocolate para sua acompanhante. Não está muito quente, desculpe, mas acho que serve. São 10.000 berries. - Ele sentava na mesma mesa que a morena. - Então, qual seu nome? Você não parece ser daqui. Se fosse, tenho certeza que preferiria ir no Grand Drinks hahaha. A propósito, me chamo Yusuke. - Ele esperava a reação da garota.

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Narração

- Fala -

" Pensamento "

Título


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptyQui 15 Fev 2018, 23:06

ROLANDO NA NEVE
Treino de Perícia


- HAHAHAHA- gargalhava abertamente conforme ouvia as lamúrias do velho. Notava que o velho não teve problemas com a queda e isso já me deixava bem menos preocupante – talvez este alívio tenha facilitado minhas risadas.

Depois que Kazembe falasse: “Hoje em dia vocês só querem saber dessas lutinhas chiques, sofisticadas. Na rua a emoção, os golpes, TUDO é diferente!”, respondi: - Por isso o senhor é meio gagá, tenho certeza que bateu cabeças quando brigava por aí como um bode que bate a cabeça em toda sombra que lhe olhe torto. HAHAHA.

Quando chegasse à frente do casebre do velho, permaneceria parado em frente a pequena escada de entrada ate que ele terminasse de agradecer. “Bom, obrigado pela companhia, a mocinha vai querer mais alguma coisa?”

- AAAHAHAHA – Agora a gargalhada era tão forte que eu levantaria a cabeça para o alto para solta-la com vontade. Após a risada, colocaria as mãos para baixo segurando as barras de um vestido imaginário, ficaria com um pé atrás do outro e curvaria meu corpo para frente, tentando imitar uma mocinha cumprimentando alguém. Durante o cumprimento, perceberia a porta entreaberta. Voltaria à postura comum e continuaria a falar, desta vez num tom mais sério: - Eu aceito um copo de água ou de rum.


[perícia: luta de rua - inicio]



Com um ar ainda irritadiço, Kazembe se vira para entrar em casa e resmunga alguma coisa que eu não consegui entender. O velho parou um segundo ou dois antes de empurrar a porta entreaberta, em seguida irrompeu pelo portal mandando-me fechar a porta após entrar.

Por dentro a casa não era de toda ruim. Parecia um grande salão de mais de um andar. No primeiro andar, da porta, consegui enxergar algumas colunas de madeira espalhadas de modo calculado para sustentar o segundo andar. Uma mesa com algumas cadeiras estavam entre mim e a cozinha, que era separada daquela sala por uma meia parede que parecia um balcão de bar. Kazembe estava na cozinha mexendo no armário procurando a garrafa de rum. Além disto, havia uma parede e uma porta que separavam o local que eu conseguia ver do resto do primeiro andar.

Após trancar a porta, o silêncio parecia ser palpável e podia sentir até certo clima de tensão no ambiente, apesar de nada ter acontecido. Eu me aproximaria da mesa olhando em volta e veria uma escada para o segundo andar. Talvez fosse coisa da minha cabeça, mas não conseguiria deixar o velho sozinho com a possibilidade de bandidos terem entrado na casa dele. Para tentar quebrar um pouco da tensão, me escoro na mesa, cruzo os braços e começo a falar de forma descontraída e mais educada do que falava antes com Kazembe.

- O senhor estava falando aquela hora sobre lutas chiques e que na rua TUDO era diferente – colocaria ênfase no “Tudo”, tentando imitar a voz do velho – O que você queria dizer? É mais emocionante brigar na rua como um vira-lata do que aprender a lutar e lutar de verdade?

Kazembe a esta altura já depositou o rum num copo de madeira e estava apontando a bebida em minha direção. Quando eu pego o copo, ele coloca a garrafa sobre a mesa, liga um rádio que estava sobre o balcão e então começa a falar: - Não seja idiota, rapaz. Num ringue, com regras, com espetinhos de madeira e cabos de vassoura, qualquer um pode lutar bem. No ringue eles contam pontos pra saber quem ganhou. Que esses maricas me poupem. Na rua, ganha quem consegue ficar vivo no final da luta. Na rua se luta com tudo, você precisa ter criatividade pra usar o ambiente em sua vantagem, caso contrário o outro babaca vai usá-lo contra você. No ringue você sabe tudo que o seu oponente pode fazer, na rua, você nunca sabe se o cara vai te dar um soco ou vai jogar uma mesa em cima de você, se vai te dar uma tapa no ouvido, uma cabeçada no peito ou uma joelhada na virilha... - Enquanto falava, Kazembe se movia até uma estante e puxava um livro.


Olhava para o líquido cuja cor lembrava os olhos de Jaque enquanto ouvia o que o velho dizia. Quando o mesmo se aproximou com o livro, olhei primeiro para ele e depois para o livro. Dei uma rápida golada no rum e depois deixei o copo de lado para pegar e abrir o livro. O livro ostentava grandes ilustrações e em cada página, com instruções pequenas abaixo de cada ilustração, havia uma técnica. Começaria a folear o livro que parecia denso pela grossura e enquanto isso, Kazembe voltava a falar.

- Veja com seus próprios olhos. Algumas coisas que estão escritas aí você pode já ter ouvido falar. O fato é que as lutas de rua tem um papel primordial no nascimento de qualquer outro tipo de arte marcial. Um dia, dois homens brigaram na rua. No dia seguinte jovens e adultos seguiram o vencedor da briga para aprender com ele seus golpes, então surge a arte marcial com regras e firulas.

Enquanto ele falava, eu degustava o rum com calma e foleava o livro sobre a mesa. Não prestei muita atenção nas palavras do velho, pois estava concentrado nas ilustrações. A maior parte das ilustrações era autoexplicativa, porém, em alguns momentos eu precisava ler as explicações que estavam logo após a imagem.
Em uma das imagens, curioso, questiono: - Eu não entendo este Suplex... como funciona? – Sem muita paciência, Kazembe logo pega o livro da mesa e começa a folheá-lo rápido até as últimas páginas e então diz: - Foque no importante, você quer aprender luta de rua e luta de rua começa a partir desse capítulo. -
Ao olhar para a apresentação do capítulo. Era exposto na primeira página que o capítulo seria dividido em dois subcapítulos chamados “46.1 - A Melhor Defesa É o Ataque” e “46.2 - A Arte da Guerra em bares”. Passei para a próxima página onde começava a primeira parte do capítulo, onde lê-se:
Introdução: Quase sempre tentamos resolver nossos problemas com palavras, mas algumas pessoas não são tão espertas e acabam partindo para violência. Caso se encontre em um momento no qual precisa se defender, é importante entender táticas básicas da luta de rua para manter-se seguro e sair por cima. Ao evitar entrar em brigas, aprender a se defender e usar as técnicas e táticas adequadas das artes marciais para derrotar o oponente, você conseguirá se sentir seguro caso seja confrontado por uma pessoa violenta.

Passando para próxima página, leio:
“46.1 – A melhor defesa é o ataque
A – Mantenha-se Seguro: Evite começar brigas estando com alguma desvantagem. Às vezes, se defender e se preservar consiste apenas em submeter-se à força para manter-se vivo.
- Se o agressor pegar uma arma, como uma faca ou um cano, arme-se para encará-lo ou fuja.
- Se chegarem por trás enquanto você está desprevenido, faça o que for pedido para evitar o risco de ser machucado ou morto
B – Ataque os Pontos Fracos: Atacar áreas como o rosto, as têmporas, a garganta, os rins ou o plexo solar podem deixá-lo incapacitado. Arranhar, morder, unhar, cuspir, puxar o cabelo ou atacar os olhos também são métodos úteis. Você está numa briga sem regras com um agressor violento, não lutando em um ringue com regras. Use tudo o que for possível para garantir a sua segurança. Se necessário, use golpes para atacar os olhos ou a garganta”.


A página seguinte ostentava a imagem de meio corpo humano, onde mostrava com detalhes onde ficavam os rins, o plexo solar, a garganta, as têmporas, o queixo, os olhos e, no nariz, havia a seguinte nota: Golpear o nariz borra a visão e provoca dor atordoante. Continuo lendo:

C – Ataque as Pernas: Chutes baixos podem desequilibrar o seu adversário ou deixa-lo com a movimentação debilitada. Foque chutes nas canelas, tornozelos, no interior da panturrilha ou na parte traseira das coxas, rótulas e panturrilhas. Não mire acima do joelho ou na cintura, pois o adversário pode agarrar sua perna. Se você tiver um cano ou um bastão, mire nas pernas.

D – Ataque por Trás: Ataques traseiros são difíceis de prever. Fique atento à própria retaguarda e ataque a do seu oponente. Use movimentos laterais para se mover lateralmente e andar ao redor do adversário.

E – Use a Cabeça: Use o topo da testa para atingir o nariz do oponente. Esse golpe pode fazer facilmente a pessoa perder a consciência e quebrar alguns ossos do rosto. Lembre, não bata testa com testa, pois você também ficará atordoado, mire nas regiões cranianas com menor densidade óssea como nariz, boca e olhos.

F – Deitado todo mundo é igual: Se estiver em desvantagem de força e velocidade, agarre e derruba seu oponente. Se feito da forma correta, você pode imobilizar ou sufocar seu adversário até alguma ajuda chegar. MAS TOME CUIDADO. Agarramentos são questão de técnica, se tentar dar algum agarramento em um lutador de Jiu-jitsu, provavelmente ficará em desvantagem
”.

Quando termino de ler esta primeira parte, noto que o copo estava vazio. Estendo a mão para a garrafa que estava em cima da mesa e encho o copo novamente. Quando faço isso, Kazembe, que estava próximo à escada, direciona os olhos para mim. Coloco a garrafa de volta na mesa e me viro para o livro novamente começando a próxima parte:

46.2 - A Aarte da guerra em bares
A – Conheça o espaço ao seu redor: Além dos diversos objetos que podem ser usados como armas e armadilhas, saber para onde correr é muito importante — especialmente se você estiver em menor número. Nessa hora, use todos os sentidos. Não fique apenas olhando ao redor, mas mantenha o foco no que deve ser feito.

B – Mantenha uma distância segura: É importante ficar longe do oponente a menos que você esteja pronto para atacar. Ele deve se aproximar para fazer um ataque e, por isso, manter-se a uma distância segura significa que ele não pode atingi-lo. Tente ficar ao lado dele, em vez de enfrentá-lo de frente. Lembre-se de que ele poderá dificultar a execução de seus ataques. Mantenha a guarda sempre alta. Você pode também cruzar os braços, tendo a possibilidade de levantá-los e proteger o rosto no caso de um ataque.

C – Pegue uma arma: De acordo com as regras de "força razoável", é direito seu usar tanto poder quanto necessário para garantir a sua segurança. Se, ao pegar uma faca (ou outra arma), o oponente continuar no confronto, isso indica que ele o forçou a se defender. Viver é a sua prioridade — e causar danos ou intimidar o oponente até conseguir fugir é o método escolhido.
- Absolutamente tudo pode ser usado como uma arma, desde um cabo de vassoura, uma garrafa ou um livro pesado.

D – Aproxime-se para atacar: A maior parte das pessoas considera desconfortável e inesperado quando alguém que estão atacando se aproxima demais. Outra vantagem de manter a proximidade é saber que ele não conseguirá esticar o braço completamente, o que diminuirá a potência dos socos.

E – Mantenha-se tão relaxado quanto possível: Quanto mais relaxado estiver, mais duros serão os golpes e menos suscetível a lesões você estará. Controle a respiração, inspirando profundamente pelo nariz e expirando pela boca.

F – Estabeleça o seu equilíbrio: Afaste as pernas à largura dos ombros e flexione os joelhos. É muito perigoso cair no chão, quando você é um lutador inexperiente, especialmente se o oponente tiver armas, reforços ou experiência ao lutar no solo. Se você for agarrado, saia o quanto antes e como for preciso.
”.

Terminava mais aquele capítulo do livro e junto também terminava o segundo copo de rum. A partir da segunda dose qualquer bebida fica mais gostosa e estava pronto para beber mais um pouco quando, de repente, um estrondoso som veio do segundo andar, como se algo ou alguém caísse de forma espalhafatosa.

Naquele momento, soube que minha intuição estava certa. Olhei para escada e logo quando começava a me mexer, o velho disparou para o segundo andar numa velocidade inacreditável. Segui-o como pude e quando consegui chegar no segundo andar, vi o velhinho segurando na cabeça de um cara mascarado e batendo ela na parede até desmaia-lo.

- Esses malditos. Não fica aí parado garota, ou me ajuda ou vaza daqui.

- Diz o que quer que eu faça. -

- Fique aqui e não deixe que nenhum desses ratos fuja. Eu não quero nem saber se você vai morrer, só quero que você não os deixe fugir, se não eu mesmo te quebro. - Em seguida, o velho entrou em um cômodo.

A escada dava para um corredor central no segundo andar, e nesse corredor havia uma longa fileira com quatro portas e uma janela no final do corredor. O corredor estava vazio e silencioso até o velho entrar no cômodo. Quando ele fez isso, consegui ouvir o som de briga e de um cômodo caindo. Em seguida, um homem mascarado saiu num salto do cômodo e bateu na ponto que estava fechada no lado oposto do corredor. Em seguida ele virou e começou a correr para a escada.

Naquele lugar eu não tinha nenhuma das armas que eu dominava para lutar. A única coisa que eu podia fazer era partir para a luta corporal... “a luta de rua” como dizia o livro.

Música pra essa luta

Quando o cara correu na minha direção, tentei agarrá-lo para não deixa-lo fugir, porém o mesmo se esquivou abaixando e eu abracei o vento. Após desviar, ele me agarrou pelo abdômen tentando me jogar escada abaixo. De reflexo, quando ele me agarrou e me empurrou na direção da escada, consegui agarra-lo e puxá-lo escada abaixo comigo. Durante a queda, ambos rolamos até o chão do primeiro andar. Estava deitado no chão quando ouvi que o cara estava se levantando, levantei a cabeça e em seguida dei um impulso com os braços para me levantar.

Antes que eu conseguisse me levantar por completo, o cara mascarado já está em pé e começando a correr. Disposto a não deixa-lo fugir, daria um salto para frente tentando agarra o homem, porém, só consegui agarrar sua calça e puxá-la. Quando fiz isso, a calça desceu até o tornozelo e derrubou-o próximo a mesa. Sem demora, levantei e fui em direção ao cara caído tão rápido quanto pude. O cara estava se debatendo tentando puxar a calça de volta. Lembrando do que Kazembe disse sobre usar o ambiente ao seu favor, pegaria a garrafa de rum que estava em cima da mesa, ao alcance da minha mão, e desferi um golpe na cabeça do homem. A metade inferior da garrafa se espatifou com o choque e o conteúdo derramou-se sobre a vítima. Em minha mão sobrou apena meia garra, onde da parte que for quebrada projetavam-se pontas agudas de vidro que poderiam cortar ao mínimo toque.

Com a garrafa ainda na mão, percebi que aquele homem havia deixado um pequeno pacote cair no chão quando ele caiu. Dei um passo na direção do pacote, mas antes que eu desse outro, um estrondo veio do segundo andar, fazendo minha atenção voltar para a escada. Voltei a correr para o segundo andar, mas no meio da escada um outro homem mascarado desceu resmungando para si mesmo “ele é um monstro”. Quando me notou, parou de súbito por um instante, mas logo saltou em minha direção dando uma voadora com as duas pernas.

Me joguei pra trás para não receber o golpe e me segurei no corrimão da escada para não rolar de novo. O homem passou por cima de mim e caiu nos degraus de forma desastrosa soltando um guincho de dor. Naquele momento eu me levantei e desci correndo para acabar com aquele cara.
Quando me aproximei, ele estava se levantando com a mão sobre as costelas. De cima do degrau dei um chute no joelho dele e em seguida tentei acerta-lo com a parte pontiaguda da garrafa quebrada. Apesar dos meus esforços, só consegui cortá-lo uma vez no braço, antes que eu pudesse tentar mais, outro homem, desta vez sem máscara, desceu a escada atrás de mim, dando um grito de fúria e empunhando uma pequena faca de combate.

Quando ouvi o grito atrás de mim, rolei por cima do corrimão da escada e caí da escada no chão em cima de meu braço direito, deixando para trás uma faca cortando o vento. O homem com a faca, olhando da escada, diz: - Por que diabos ele está com a calça arriada? – Se referindo ao rapaz que antes eu tinha abaixado as calças sem querer. Eu responderia com uma voz ligeiramente sugestiva enquanto me levantava: - Ele disse que a espada dele era maior que a minha, então eu quis conferir antes de desmaia-lo. – Daria um sorriso ao ver que os dois mascarados trocaram olhares e deram de ombros após eu dizer aquilo.

Antes que eles voltassem a dar atenção a mim, avancei na direção da rapaz que estava com a mão na costela. Iria acerta-lo com a garrafa que estava na mão direita, mas uma dor se apoderou do braço por eu ter caído em cima dele e retardou meu movimento. Então, desferi uma cotovelada, com o braço esquerdo no rosto do rapaz, que tentou se defender, mas quando o fez, a dor na costela o fez vacilar e perder a  guarda.

Depois de acertar a cotovelada, me viro e o homem com a faca estava no meu encalço desferindo o golpe. Tento esquivar, mas fui lento demais e o homem cortou a manga de meu casaco, fazendo com que uma linha carmesim surgisse em minha pele, onde meu oponente acertou um golpe de raspão.
Quando o homem com a faca errou o golpe, ele ficou próximo o suficiente para que eu o agarrasse pelo ombro com o braço esquerdo e em seguida desferisse uma testada no nariz dele. Quando eu fiz isso, o homem me deu um soco na costela e um soco no rosto com a mão livre. O último soco me jogou para o lado, me fazendo cair sobre a mesa. O soco do homem me deu deixou um corte na altura da têmpora esquerda e havia também sangue de meu adversário escorrendo da minha testa, indo entre meus olhos até o nariz, por ter quebrado o nariz dele.

Me levantei da mesa tossindo pelo soco na costela ter tirado um pouco do meu ar. Nesse instante, passaria a garrafa da mão direita para a mão esquerda. Já que eu sou ambidestro, não teria dificuldade de empunhar a garrafa quebrada. Apontei a garrafa para o cara que pegava sua faca no chão. Ambos, além de sangue, mostravam estar suados e bufavam enquanto se encaravam esperando o movimento do outro.

Passou-se algum tempo, que até pareceu uma eternidade, em que ambos nos encaramos esperando o primeiro movimento, até que de súbito uma batida forte na porta e o anúncio “Abram a porta, é a marinha” quebraram o clima estático e o homem com a faca pulo para cima de mim. Com um movimento rápido, bloqueei a faca, dando um golpe na lâmina com a garrafa e fazendo-a me errar, e dei um tapa no ouvido do cara, fazendo-o cair para o lado em cima de uma das cadeiras do velho.
Quando isso aconteceu, percebi que a marinha batia novamente na porta, mas dessa vez tentando arromba-la. Quando os marinheiros entraram, viram-me ensanguentado e os três ladrões no chão. Eram três marinheiros e eles levantaram as armas para mim e para o homem da faca que agonizava no chão com a mão no ouvido. Com medo, soltei a garrafa quebrada e levantei as mãos.

Os marinheiros começaram a desferir perguntas, mas logo foram calados pela voz de Kazembe que estava olhando do topo da escada.

- Até que você foi bem, garota. Até parece um pouco que luta como homem. – em seguida virou para os marinheiros – espero que tenham trazido algemas. Há mais pessoas no segundo andar para vocês prenderem.

Cansado, sentei-me em uma das cadeiras. O velho desceu a escada e os marinheiros começaram a algemar as pessoas. Entraram três marinheiros primeiramente, mas do lado de fora havia mais dois que entraram para ajudar a algemar os meliantes. Enquanto os marinheiros trabalhavam, falei. – É vovô, se eu não estivesse aqui, você teria se dado mal com esses caras.

Kazembe grunhiu alguma coisa que eu não entendi, mas sabia que ele estava resmungando. Em seguida, desceu um marinheiro e atrás dele desceram sete homens mascarados um em fileira. No total foram dez pessoas presas ali.

Recebi um pano para limpar o sague e o suor do corpo. Depois de limpo, sentei na cadeira novamente e coloquei os pés sobre a mesa para relaxar, mas Kazembe, não gostando, acertou-me com um tapa na nuca, dizendo dizendo-me que já tinha feito o que eu precisava e que eu podia ir embora. Saí da casa e desci os três degraus de sua entrada, olhei para ele voltamos para o inicio.

[perícia: luta de rua - fim]



Na porta do velho, me despediria com um aceno e em seguida seguiria meu caminho para casa. Aquela caminhada de manhã já tinha sido mais longa do que o normal e queria tomar um banho quente e trocar de roupa, já que uma parte da manga do casaco ficou manchado de sangue por causa de um corte inofensivo que recebera.

Faria a caminhada de volta para casa. Se não ocorresse nenhum problema, tomaria banho, comeria alguma coisa e colocaria um curativo na têmpora onde havia um corte. Colocaria uma roupa limpa e adequada para o tempo. Já havia pensado em tudo que faria no dia, então, agora que já deu a caminhada e já passou algum tempo desde o amanhecer, iria para o quartel conseguir um emprego, mas antes disso, procuraria um jornal no caminho.

Ao sair de casa, procuraria alguma loja aberta. Assim que encontrasse alguma loja aberta, entraria nela, se aproximaria de quem estivesse nela e perguntaria: - Com licença, o senhor sabe onde consigo o último jornal? - Então esperaria alguma resposta.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptySex 16 Fev 2018, 13:55

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Certamente, o local parecia mais lotado do que deveria, e isso fez o questionamento sobre o problema de clientela no local — seria, de fato, necessário que eles fossem à caça aos clientes quando parecia tão movimentado? Mas a fala do rapaz que a acompanhava fez com que deve uma segunda olhada que fê-la compreender que se referia ao fato da mulher, Isabelle, provavelmente, estar alimentando gratuitamente aquelas pessoas que pareciam ser sem-teto. Está muito frio lá fora, é muito gentil da parte dela, sorriu com o pensamento. O lugar tinha uma aparência simples, mas sentiu-se confortável; reparara nos beberrões matinais e isso a fizera levantar uma das sobrancelhas em questionamento pelo fato de parecerem estar consumindo álcool tão cedo no dia, se é que começaram a beber agora cedo, e não desde a madrugada... Pôde reparar também um homem que parecia estar estudando, bem concentrado em sua leitura, e tentaria dar uma olhada melhor para saber se conseguia identificar o título do livro ou sobre o que se tratava — sua curiosidade não deixava isso passar.

Quando chegou até onde um casal fazia o atendimento, o garoto que estava com ela até aquele momento se ocupou em servi-la, não demorando a apresentá-la seu pedido. Pegaria o copo, sentindo o aroma da hortelã, fechando os olhos e apreciando bem antes de dar o primeiro gole, degustando a bebida, por fim dando um pequeno suspiro satisfeito. — Está ótimo, obrigada — respondeu às desculpas do rapaz, procurando por seu dinheiro em seus bolsos em seguida. Se bem se lembrava, tinha uma quantidade boa guardada consigo, e esperava que não tivesse a perdido junto de sua mochila e demais pertences. — Aqui está — ofereceria o dinheiro antes de pegar um dos biscoitos e comê-lo. — Chamo-me Alexandra Montecristo. — Estenderia a mão, esperando o cumprimento ser retribuído, usando de seu habitual tom cortês e indiferente. — É minha primeira vez aqui, na realidade. Sou nascida no South Blue — respondia às suposições de Yusuke. — Cheguei aqui há pouco mais de dois dias, conheci um pouco da cidade, mas nada muito aprofundado, então não sei das lojas locais e afins. Foi bom, na realidade, que você tenha aparecido, ou eu estaria com fome e perdida procurando algum lugar aberto. — Disse as poucas informações, tentando soar gentil ao falar.

Olharia por sobre os ombros vendo melhor a interação das pessoas ali dentro e buscando algo interessante, mas seu olhar buscando novamente o homem que estava afundado em livro, tentando olhar melhor o livro em suas mãos, querendo, novamente, identificar como era a capa. Desde sempre gostava de conhecer, mas durante suas viagens, conhecera pessoas que a inspiraram a ir atrás de conhecimentos específicos; há poucos meses, em uma de suas últimas viagens, no North Blue, conhecera uma mulher incrível chamada Naomi, que administrava um restaurante, e teve a oportunidade de passar um tempo incrível com a mulher, que a ensinou algumas receitas ótimas quando descobriu que a garota gostava de cozinhar, e também a instigou a se aperfeiçoar em suas habilidades, indo atrás de coisas que poderiam ser úteis na cozinha, como o conhecimento maior sobre ervas e toxinas, as plantas que poderia utilizar dentro da cozinha que faria com que, quem comesse o que preparara, se sentisse não apenas satisfeito, mas revigorado, e reforçou essa ideia ainda mais quando soubera que Alexandra pretendia se tornar uma marinheira, dizendo que o trabalho na cozinha era uma das maiores responsabilidades dentro de um navio cheio de pessoas que precisavam estar sempre cem por cento. “Você deve saber tudo o que manipula dentro da sua cozinha, e garantir que seja o lugar mais seguro”, disse Naomi, “então, se um dia você encontrar um botânico, por exemplo, aprenda com ele, ou pesquise em livros. É o tipo de informação que muda a qualidade da sua comida e faz a diferença pra quem come, e isso é o mais importante. E também é bom que você saiba ao menos fazer um bom curativo, novatos costumam cortar o dedo e, convenhamos, sangue humano na comida não é nada apetitoso” Aquele havia sido um dos mais valiosos conselhos que recebera na vida e sempre carregara isso para si, e agora, que estava tentando começar a se estabilizar, soava como uma oportunidade começar a aprender mais.

E essa inspiração foi o que a motivou a observar bem o que o homem lia, pensando, em, talvez, pedir emprestado os livros, caso fossem de seu interesse. — Com licença — pediria a Yusuke antes de pegar suas coisas e levantar, indo na direção do homem estudioso. Identificando ou não sobre o que se tratavam os livros, se aproximaria para ter uma visão melhor, parando de frente para a mesa do homem.

— Bom dia, senhor — cumprimentaria, soando impassível, ainda de pé. — Não pude deixar de notar que o senhor parece concentrado e peço perdão por atrapalhá-lo, mas o que tanto estuda? — indagaria de forma direta, as sobrancelhas franzidas e o semblante naturalmente fechado. Caso fosse o que procurava, repousaria o que carregava num lugar livre da mesa para que pudesse se sentar. — Seria importuno meu pedir para que me explique algumas coisas sobre esse assunto? Uma velha amiga minha disse que seria de imensa importância que eu aprendesse, mas ainda não tive oportunidade e agora parece ser uma grande oportunidade... — Cruzaria as pernas sob a mesa, ajeitando-se bem com a expressão de concentração.

Se caso o homem não a enxotasse, ou seu material de estudo não fosse de seu interesse, entortaria a boca levemente, respondendo, tentando ao máximo não soar grossa e ríspida, mas sabendo que as chances eram mínimas: — Tudo bem. Desculpe incomodar. — Fechando a expressão antes de simplesmente se virar e voltar para onde estava antes, soltando um suspiro frustrado.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship EmptySab 17 Fev 2018, 23:26

Kumadori

O trajeto de nosso protagonista até sua casa não havia sido nada fora do comum, exceto pela precipitação da neve, que diminuíra ligeiramente. Apesar de ranzinza, seguir Kazembe não havia sido uma má opção, afinal, se estava disposto a se tornar um marinheiro, era preciso saber defender a si mesmo e aos outros. Ao chegar à sua casa, Kumadori adaptou suas vestimentas ao clima gélido que havia na ilha, não era o suficiente para livrar-se do frio por completo já que a ocorrência de neve naquele lugar era quase nula, mas serviria para proteger o jovem, nem que fosse por pouco tempo.

Kumadori novamente se punha fora de seu conforto e desbravava as ruas de Shells Town. O movimento não era dos grandes e as poucas pessoas que tinham coragem de se expor a fria ventania não estavam devidamente agasalhadas. - Por Deus, onde está a marinha quando precisamos dela? - Kumadori conseguia ouvir o lamento de uma ínfima que passara apressadamente por ele, provavelmente dirigindo-se para casa. Ao chegar em seu objetivo, uma loja de armas simples, o aspirante a marinheiro ouvira um pequenino sino tocar ao abrir a porta de entrada. -HIHIHI, um cliente? - Uma pequena silhueta saltava do balcão ao ver alguém que se dispunha a sair da cama naquele clima. Ele se aproximou do jovem, um pouco desanimado ao saber seu real interesse. - Rapaz, não sei se as gaivotas do jornal terão coragem de chegar a ilha com esse clima, mas se está disposto a procurar, deveria se dirigir ao quartel da marinha - O homem voltara ao balcão, pegou algumas bugigangas e aproximou-se como um raio. - É perigoso andar por essas ruas sozinho meu jovem, não queres uma arma para garantir sua segurança? Te garanto que são de qualidade - Um grande sorriso surgia no semblante do vendedor.


Montecristo



Alexandra teve suas observações em relação ao lugar que estava e suas companhias, mas aquele que conseguira despertar sua atenção era um dos homens mais reservados presente no local. Yusuke ouvira atentamente cada informação que a morena lhe dizia, recebeu o dinheiro de bom grado e continuava a ouvir o que ela tinha a falar. Quando resolvera finalizar a conversa, o jovem assentia com a cabeça, estava nítido em sua expressão que também queria se livrar da situação, ainda haviam outros clientes a serem servidos. - Licença - A sincronia foi tamanha que suas falas quase soaram em uníssono. O garçom se despediu e fez seu trajeto as mesas ao redor. Quanto a Alexandra, já próxima do homem, podia notar uma aparência um tanto quanto jovial, talvez na mesma faixa que ela e de Yusuke. - B-bom dia - O homem tomou um pequeno susto com a aproximação, abaixando o livro que cobria parte de seu rosto - S-sim, eu vi você conversando com meu irmão a pouco tempo. N-não que eu estivesse observando.. - sua timidez era tamanha que gaguejou enquanto falava, evitando olhar nos olhos da ouvinte, e sim oscilar entre fitar o piso e seus bustos. Não parecia muito experiente ou confortável em conversar com uma mulher. - Esse livro é um glossário ilustrado sobre botânica, se tiver interesse, temos um pequeno quintal nos fundos, tem algumas plantas por lá. - Fechou os livros e se levantou da cadeira, esperando que ela fizesse o mesmo.

A movimentação do bar diminuía aos poucos, algumas silhuetas sumiam da vista da garota e o lugar parecia mais espaçoso, seria a hora certa de buscar conhecimento, ou checar se a marinha já estava atuando? Caberia a Montecristo decidir.

OFF:
 

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Narração

- Fala -

" Pensamento "

Título


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