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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Honra? O Caminho de um Marinheiro

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyDom 07 Jan 2018, 18:49

Honra? O Caminho de um Marinheiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hajurb Abas. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyDom 07 Jan 2018, 21:17

O Início


O jovem Abas estava ainda olhando o túmulo de seu pai que não acreditava no seu sonho, ainda um pouco triste pelo falecimento do mesmo. “Sério velhote, eu vou provar para você que estava certo. Nem que eu tenha que fazer, com as minhas próprias mãos, virar realidade”. O garoto sempre teimou com seu pai de que a Marinha era integra, só precisava de métodos mais efetivos para combater o mal e a vilania que tomava conta daquela era. “Vou me alistar ainda hoje, para começar essa jornada. Nós temos a vida curta demais para termos arrependimentos”. Ele se levantará e irá em direção ao quartel da marinha, para que possa realizar seu alistamento. Observará ao seu redor, como for possível, para ver se não há movimentação estranha na cidade naquele dia. Sentirá como está o clima, suspirando bem fundo. Fará pequenos ajustes em seu cabelo, para que ele tenha a certeza de que seu cabelo está devidamente preso. Se ele chegar ao QG, ele dará uma boa olhada nos marinheiros e na estrutura. “Certamente, este é o meu lugar”. Apesar de seu natural mau-humor, estava um tanto otimista aquele dia, pois dali, começaria o seu sonho. Caso consiga, ele procurará um oficial para auxiliá-lo em seu alistamento.
- Gostaria de me alistar para os serviços na Marinha, senhor – Diria, respeitosamente para que pudesse encontrar seu caminho.
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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptySeg 08 Jan 2018, 07:36


        A nem tão pacata cidade de Shells Town não tardava a colocar para fora as garras do seu caos. Conforme o Sol se punha e debruçava sobre as construções seus tons alaranjados (de onde, posteriormente, nasceriam as trevas), a brisa intensificava-se. O farfalhar das folhas seria o som mais agradável de ouvir em um momento de ventanias, mas a cidade, talvez em decorrência de suas infindáveis batalhas, não tinha arborização nenhuma e, salvo algumas árvores que se erguiam corajosas aqui ou ali, tudo parecia apenas um grande mar acinzentado.

        Finalmente Abas tornaria ato seu desejo latente de ingressar o exército da Marinha e transformá-la na devida pacificadora que deveria ser — eis o que norteava seus passos. Mas os ventos ameaçavam divulgar a imagem do Mink e colocá-lo não como um indivíduo, singular, mas como mais uma réplica de algum animal cujas finalidades são intrinsecamente servirem aos meios dos humanos.  O coque conseguia resistir aos sopros da natureza, mas comumente os fios lhe fugiam e, quase como um transtorno compulsivo, Abas acabaria mexendo em suas madeixas a todo instante, temendo ter a sua identidade revelada — o que poderia prejudicá-lo até mesmo na Marinha, nos tão preconceituosos Blues.

        Sem demora, alguns grupos de marinheiros seriam avistados naquele Oeste de Shells Town, fazendo sua ronda rotineira. Com seus olhos atentos, Abas não deixaria espaçar a tranquilidade com que eles faziam a ronda. Era evidente que não havia diferença entre aqueles grupos e os transeuntes — todos seguiam despreocupados até outro ponto. Era de se esperar que os marinheiros mantivessem-se em alerta, pois, afinal, uma cidade em momentânea paz não significa uma cidade nula de criminalidade — e o QG sabia perfeitamente disso. Qualquer invasão e ataque eram iminentes, seja dos piratas ou dos revolucionários. Mas como controlar o desinteresse ou mesmo o desespero dos subordinados sem deixar-se cair sobre a palma sangrenta e repugnante da tirania?

        Seus olhos também reparariam elementos estranhos pelas ruas. Seriam piratas? Ou apenas pessoas comuns, cuja Era dos Piratas estereotipou o jeito desajeitado e sujo de se vestir e, agora, qualquer um pode ser visto — e até mesmo considerado — um pirata?

        No horizonte já se erguiam as Torres do Quartel-General da Marinha. O sangue borbulhava, excitado, nas veias de Abas. Finalmente ele ingressaria a Marinha e, talvez, também a limpasse da corrupção que conspurca a Justiça que com tanto orgulho eles carregam estampada nas costas. Mas sempre se deve esperar pelo pior...

        Enquanto o caprino recompunha mais uma vez o coque que escondia seus chifres, um homem (parte daquele grupo que não se sabe se eram ou não piratas unicamente por suas roupas) tromba com ele. Seus ombros se chocam com uma desproporcionalidade que o faz ter a sensação, como um raio em sua cabeça, de que foi proposital. Eis que o coque se desfaz, e o par de pequenos chifres o revelam para a cidade.

        Sem tempo de reagir, o brado eufórico cruza os ouvidos de todos naquela altura da cidade.

        — É um homem-bicho! Eu falei pra vocês! A gente vai fazer uma fortuna com esse cara!

        Os gritos eram seguidos de uma risada carregada em crueldade e mesquinhez. Mas não era apenas o alvoroço de alguém que descobriu um Mink, mas sim um aviso a seus colegas piratas de que havia uma mercadoria ambulante prestes a ser capturada. Um círculo se fechava lentamente em volta de Abas. Cinco homens, podres, sujos com expressões vilanescas impediam a saída do garoto. As brechas que se abriam entre eles eram cada vez menores — daria para escapar?

        Seus olhos relanceariam uma vez mais a cidade, e o que veria era uma visão talvez perturbadora, mas comum: os marinheiros, ao verem a cena, entravam em esquinas. Um gesto claro que estampava em suas testas que aquilo não era problema deles.

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptySeg 08 Jan 2018, 20:43

Piratas?


”A Marinha se escondeu? A Marinha deveria proteger a população e defender aqueles que se sentem oprimidos. Aqueles que se escondem não merecem usar o nome na marinha estampado em suas vestes por onde caminham”. Ele faz uma expressão muito séria e indignada, mais pela ação dos marinheiros do que dos próprios piratas. ”Um problema de cada vez. Farei com que eles sejam punidos depois. Primeiro irei punir e prender por conta própria esses piratas que são caçadores de minks. Isso se eu ‘acidentalmente’ não os matar. Desgraçados! ”. Hajurb observará a aglomeração ao seu redor e se lembrará da cena de sua mãe sendo sequestrada e morta. Isso o deixa mais enraivecido, além de seu mal humor natural.

– Os senhores deveriam analisar o inimigo antes de ataca-lo. Isso pode lhes trazer a morte. E o pior, é que ninguém neste mundo, nem mesmo as suas famílias, sentirá falta da escória que vocês se tornaram. – Bradará o jovem mink, para demonstrar toda a sua raiva.

Por um momento, ele verá se os oponentes estão armados. ”Preciso de uma espada. Se eu não tiver uma, apesar das minhas ameaças, não serei capaz de detê-los. Não serei capaz de mostrar para aqueles marinheiros a minha força. E como estarei bem ferrado daqui pra frente, não serei capaz de cumprir a minha promessa ao meu pai”. Em caso positivo, ele tentará procurar uma espada em poder dos piratas. Caso tenha um, ele avançará neste com sua aceleração natural, com sua cabeça dura e chifres, para acertá-lo no queixo. Seu conhecimento de Anatomia lhe ajudaria a saber que se chacoalhasse a cabeça de um ser humano forte o bastante, ele desmaiaria o mesmo. Jogará seu corpo por cima do pirata, se acertá-lo, para amortecer a queda ao chão e facilitar o acesso à espada, para que ele pudesse pegá-la para se defender. Se não houver nenhum pirata com espada, ele cabeceará o que estiver a sua frente e saltará por ele enquanto ele cai para que ele possa simular uma fuga. Após isso, o Mink procurará um pedaço de madeira ou qualquer outra coisa que possa simular uma espada para que ele possa se defender dos malditos piratas.

– A escória será punida pela justiça, neste momento. Comecem a realizar suas preces, seus desgraçados, pois hoje a Morte os encontrará e os levará ao demônio, pessoalmente. – Dirá Abas, quando estiver devidamente armado – Podem vir!

Se o mesmo não conseguir escapar das garras dos desgraçados, ele tentará usar sua cabeça para resistir aos golpes, priorizando se defender ao invés de atacar. ”Mesmo estando numa situação tão ruim, não posso chegar ao QG todo esfarrapado e sangrando. Ainda mais porque quero mostrar para aqueles infelizes marinheiros que se há dedicação, não há nada que seja impossível”. Se não houver amparo para o jovem, ele tentará usar seus dotes acrobáticos para saltar por cima dos piratas e evitar ficar dentro daquele círculo que só traria mal a ele. Caso ele conseguisse sair do meio do círculo, ele tentaria correr na direção dos piratas e cabeceá-los para, ao menos, derrubá-los no chão. Depois, tentará correr e buscar uma espada ou algo que possa simular uma espada para ter uma luta menos desvantajosa.

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyTer 09 Jan 2018, 22:02


        Era evidente que para o caprino o descaso da marinha era uma afronta aos ideais de justiça que pregavam, e a atitude que eles tiveram apenas alimentaram os desejos de retidão que Abas pretendia introduzir na organização. Mas era necessário, nesse momento, agir por si próprio, visto que não poderia depender daqueles soldados medíocres. Estava cercado, então, o que fazer? Deveria pensar rápido e, principalmente, deveria aproveitar-se de suas características animais.

        Seus olhos varreram os piratas que o rodeavam. Buscava alguém armado, e avistou: havia dois. Sem pestanejar, investiu contra o primeiro que alcançou seus olhos, aproveitando-se da rigidez de seu crânio e dos chifres. Seu golpe mirou certeiramente o queixo do pirata, mas uma cambaleada, resultante do puro reflexo do marginal, evitou que o golpe o acertasse com sua potência total. Desequilibrado, caiu, resmungando aos ventos:

         — Sai de cima de mim, aberração imunda! Você tá ferrado!

        Tudo que o pirata conseguia fazer era se debater sob Abas. Apesar do ataque não tê-lo desmaiado, ainda sim deixou seu alvo desnorteado, e seu corpo estava mole demais para que o atacasse. Conforme se levantava, com a lâmina em mãos após tomá-la de assalto, ciente de que abaixo dele estava apenas um peso morto que lutava contra a própria fraqueza, tomaria consciência de que as coisas não são tão fáceis. A espada que conseguira logo foi lançada longe, assustando um civil que, apavorado, havia congelado próximo à briga, sem reação. Imediatamente ele e todos os outros que olhavam a cena (naturalmente sem tomar atitude alguma) correriam. Ali nascia um rebuliço, com gritos e lamentos se confundindo em vozes diferentes e passadas desesperadas.

        O que ocasionou a perda da espada? Enquanto levantava-se, os outros membros da gangue não ficariam parados, e logo o atacaram. Um chute dado em meio à recomposição do caprino o jogou de volta ao chão, agora com uma dor incômoda, mas não forte, na cintura. Três deles começavam a golpeá-lo, que oferecia o topo de sua cabeça como alvo para não sofrer graves danos. Até que, finalmente, o outro homem armado decidira se pronunciar.

         — Chega, vocês três — diria, colocando sua lâmina acima da cabeça   — se não pudermos vender ele vivo, alguém deve oferecer bastante pela pele e pela cabeça desse bicho. Agora, mor...

        Sua frase seria interrompida pelo estouro do disparo de uma espingarda, vinda de não mais que 5 metros dali. Um pouco tonteado pelas pancadas, Abas apenas veria os homens se recolherem, logo dando início a uma fuga. Sentiria passadas aproximando-se de suas costas e, de repente, um grupo de marinheiros passariam ao seu lado indo em busca dos piratas.

        Seu colarinho seria puxado e seu corpo forçado a pôr-se de pé. Conforme sua condição melhorava, conseguia ver que quem o “ajudara” a levantar vestia-se com as cores da marinha. As mangas da roupa dele haviam sido grosseiramente rasgadas, sobrando até fiapos caindo sobre seus braços. Era dotado de grandes músculos e uma barba rala lhe cobria a face. Seus olhos eram apertados, dificultando a identificação de suas cores, e seu cabelo era negro como a noite. Sobre o ombro, carregava uma alabarda chinesa. Evidentemente que sua figura foi a causa do espanto inicial dos piratas.

         — Você aguentou bem a pancada daqueles caras, garoto. E olha só — de sua boca escaparia uma risada contagiante e sincera enquanto erguia com a mão livre o corpo do pirada pela cabeça   — você deu até um jeito nesse daqui!

        Colocaria o corpo, agora desacordado, do pirata sobre o outro ombro, convidando Abas a acompanhá-lo.

         — Você pode vir comigo, Mink. Acho que você pode nos ajudar a pegar essas caras. Eles têm dado muito trabalho ultimamente, e não temos conseguido pegá-los. Parece que... — e uma pausa transformaria o tom a seguir em algo sombrio e preocupado   — parece que eles sempre sabem o que vamos fazer.

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyTer 09 Jan 2018, 22:53

Finalmente! Marinha!


Após toda a confusão, Hajurb, só consegui pensar em uma coisa. ”O Civil!”. Ele ignorará, por um instante, o marinheiro que lhe ajudara e se aproximará do civil que por um momento ficara congelado.

– O senhor está bem? – Dirá isso enquanto analisa, a média distância para não assustar mais ainda, o civil que estava próximo a batalha.

Após verificar se o civil estava bem, se voltará novamente para o marinheiro e se curvará em forma de agradecimento e ao mesmo tempo um pedido de desculpas, por tê-lo ignorado por um momento. ”Finalmente a justiça mostra a sua face”. Ele começa a acompanhar o marinheiro musculoso, bem interessado em maiores informações sobre aqueles piratas. ”Sempre sabem?”. Ele mudaria sua feição para uma pensativa, tentando se lembrar.

– Enquanto os piratas me cercavam, haviam alguns marinheiros que ignoraram o causo, como se aquilo não fosse problema deles – Graças à sua genialidade, ele tinha uma boa memória – Seria de alguma ajuda se eu conseguisse lembrar a face deles? – Se ele se lembrasse, contaria ao marinheiro. Se não se lembrasse, se desculparia dizendo que infelizmente não se lembra.

Ele caminhará ao lado do marinheiro, com a mão onde está dolorido num movimento de reflexo como se aquilo fosse aliviar a dor, mas continuaria caminhando para ouvir algo mais que ele pudesse querer falar com o jovem mink. ”Ele deve ser alguém importante na marinha, aparentemente um exemplo a se seguir”.

– Senhor, eu gostaria de me alistar na marinha – Ele falará quando houver a abertura para isso – O que preciso fazer para que meu sonho se torne realidade? – Ele falará claramente, para que o marinheiro veja que não faz aquilo porque está de brincadeira e sim porque é o que mais almeja naquele momento.

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyQua 10 Jan 2018, 20:57


        Apesar da fuga em perseguição dos piratas, o civil demorava a se recompor. Apesar de não ser uma cena da maior raridade ter uma gangue (sejam ladrões ou piratas) causando tumulto no meio da cidade, ainda assim é algo que afeta as pessoas “comuns” de modo que temem pela própria vida. Quase ser atingido por uma “espada perdida” com certeza era algo que ele lembraria e, talvez engrandecendo um tanto a mais a história, contaria.

— Ah... s-sim, estou bem... Espero que não tenham machucado muito você...

        Conforme balbuciava suas palavras, a paralisação do medo dava, lentamente, lugar à vergonha da omissão. Apesar disso, tudo havia sido resolvido naquele ponto em específico, e os soldados encarregados de caçar os piratas deveriam dar notícias em breve. Ambos trocaram despedidas e finalmente Abas tornou sua atenção ao marinheiro, que o havia mandado se recompor, dizendo que a vida deles era mais importante do que formalidades e apresentações.

        Em resposta à questão sobre a utilidade de lembrar-se dos marinheiros que o ignoraram em meio aos seus apuros, o marinheiro rugiria em raiva.

        — Não, não adianta... Infelizmente o processo de recrutamento da marinha não é tão rigoroso quanto eu queria, e acabo sendo obrigado a aturar uns moleques inúteis que ingressam achando que vão ter vida e dinheiro fácil. — Sua veia saltava à testa enquanto suas reclamações povoavam os ouvidos do caprino. — Eles entram na marinha, dão voltas na quadra, saem correndo quando acontece alguma coisa e ainda somos obrigados a pagar esses infelizes.

        O pedido de ingresso na marinha havia surpreendido aquele homem. Ele esperava que, depois de ser abandonado por alguns, o mink acabaria sendo hesitante e até mesmo rancoroso com relação à organização. Mas logo um sorriso singelo ocuparia seu bruto rosto.

        — Bem, rapaz... primeiro vamos cuidar dessa barriga aí. — Diria em alusão à dor que Abas sentia em sua cintura. — Mas acho que gostei da ideia. Me acompanhe até o QG e lá veremos se isso virará realidade.

        Após alguns minutos de caminhada, percebia que os marinheiros por quem cruzavam sempre o saudavam. Apesar de sua aparência um tanto desleixada e seu ar de mau humor (que após algumas palavras trocadas percebia-se ser apenas impressão), era bastante respeitado.

        Não tardou para que ficassem de frente a um grande portão, incrustado em uma enorme muralha de concreto. Com um denden-mushi portátil, o marinheiro solicitou sua entrada.

        — Sou eu, Comodoro Bao Ren. Abre logo isso aí.

        Após passar por um rápido corredor, chegariam ao hall de entrada do QG. Ele era enorme, ricamente enfeitado com as cores da Marinha e os símbolos da gaivota que carregam. Membros de todas as patentes estariam de pé ao longo do local, alguns conversando, outros correndo (talvez até mesmo contra o tempo). À esquerda da entrada, após alguns passos, chegariam a um balcão com um soldado, bastante magro, por sinal, servindo como atendente. Ele assumiria posição de sentido e diria:

        — C-comodoro Bao! Que honra vê-lo!

        — É uma honra te ver também, garoto — diria após uma breve risada. — Esse garoto também quer se alistar. Ajeita a papelada dele aí. — Então viraria para Abas. — Volto logo, me espere. Vou falar com o responsável da ilha.

        Ele daria suas costas, que também carregavam o nome da Justiça, e se retiraria, entrando por uma porta do outro lado do salão. Finalmente o caprino estava no interior da Marinha, em um Quartel-General. Percebia pelas pessoas e seus olhares que havia uma mistura de inexperiência com grandes sabedorias e vivências. Naquele momento, todo aquele espaço representava sei futuro.

        — Aqui, senhor...

        Uma folha com algumas informações básicas para o alistamento seria entregue com uma caneta para Abas, que teria plenas condições de respondê-las, no tempo que achasse melhor. Afinal, ainda demoraria alguns instantes para que Bao chegasse para lhe responder suas dúvidas ou comentar seus desejos e, até lá, todo o salão estava à sua disposição.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptySex 12 Jan 2018, 18:39

Quartel General



O mink estava decepcionado. “Não é possível. Meu pai estava completamente certo. A marinha é corrupta e não é rigorosa. Isso foi afirmado por um marinheiro! Deus… O que devo fazer agora? Lutar para muda-los? Sim! É isso! A mudança começa aos poucos. Vou caminhar aos poucos para mudar a marinha e chegar no topo. E quando eu chegar no topo, comandarei ela com mão de ferro. Vou livrar o mundo do mal, começando com o mal que está disfarçado em nosso meio”. Ele voltou a fazer a sua expressão mal-humorada habitual, com um toque de determinação e atenção ao superior ali presente. “Ele deve ser importante na marinha, talvez as pessoas mais fortes da marinha não sejam corruptas. Filha do medo, a raiva é mãe da covardia”.

Ele acompanhava o marinheiro com determinação e um claro mal humor, causado pelas recentes descobertas sobre a marinha. “Temos que impor rigor na marinha, na seleção, na manutenção de seus marinheiros e na instituição em geral. Se a marinha foge, quem sobra para nos proteger? Se a marinha fraqueja, como combatemos o mal? A marinha deve ser admirada por todas as crianças do mundo, o que inspirará eles a se tornarem marinheiros e a defenderem os mais fracos de todo o mal que assola o nosso mundo nesta era maldita”. Ele iria escutando as palavras do Comodoro, com atenção, acompanhando ele em seu próprio ritmo, um que doesse menos a os locais atingidos pelos piratas. “Se eu tiver que correr em volta de uma quadra ou qualquer tipo de exame físico, essa cintura será um problema. Então, enquanto estou sendo acompanhado, manterei um ritmo de esforço mínimo para que não sofra com isso justamente na pior hora e meu sonho acabe bem antes do que eu estava esperando”.

O jovem observava todos os marinheiros que cumprimentavam Bao. “Como esperava, acho que ele é alguém realmente importante na marinha. Ele impõe respeito por onde passa”. Caminharia mais alguns passos, antes de descobrir de ele um Comodoro e que seu nome era Bao Ren. “Minha nossa! Estive caminhando ao lado de um Comodoro esse tempo todo e nem notei! Por isso aqueles piratas fugiram como ratos! Provavelmente, para chegar neste nível de poder, ele deve ser bem forte mesmo! Será que a atitude dele poderia ser louvável? Ele preferiu salvar os civis do que prender os bandidos… Que podem causar mais danos futuramente. Apesar que, ele mandou um grupo de apoio. Só não sei se aquele grupo de marinheiros é forte o bastante para prendê-los…”. O garoto se perde em seus pensamentos, por alguns instantes, enquanto caminham para chegar ao balcão pré-estabelecido. Ao ouvir as palavras de Bao, o jovem consente com a cabeça. Pegaria papel e caneta e começará a preenche-los. Após preencher toda a lista, ele a entregaria para o balconista.

- Há mais alguma coisa que é necessária? – Diria em um tom sério, que poderia ser interpretado por algumas pessoas como mal humor ou falta de educação.

Se lhe fosse pedido para esperar, ele caminhará pelo local, admirando a estrutura e talvez, se houvessem, pinturas, quadros, honras, avisos. “Aqui será a minha nova casa. Preciso saber o máximo que puder de tudo e de todos. A observação a importante”. Caso não houvesse, parará próximos aos marinheiros, para ouvir suas conversas. Queria saber mais sobre aqueles piratas. “Eles levaram a melhor por um instante, mas a vingança é um prato que se come frio. E os deixar fugir, mancharia a minha imagem como futuro marinheiro”. Se lhe fosse pedido para acompanhar alguém para outra sala, ele acompanhará. Se for pedido para que preencha mais papéis, ele preencherá. “A única coisa que sei que me espera, é o mal que está lá fora para ser enfrentado”.

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyDom 14 Jan 2018, 02:05



        Seu punho rapidamente preencheria o formulário de inscrição da Marinha, sendo todas elas questões básicas como nome, tipo sanguíneo, etc. Essa era apenas a etapa formal, e as condições físicas e, talvez o mais importante para Abas, os interesses e motivações, seriam postos a prova no decorrer de sua estada no Quartel-general. Por ora, aquilo era o bastante para a organização.

         — Há mais alguma coisa necessária?

         — Não, senhor, é só isso. Obrigado por querer fazer parte da Marinha! — responderia o jovem que o recepcionara.

        Em seu aguardo à volta do Comodoro Bao, aproveitaria para vagar e apreciar a arquitetura do local. Veria as pomposas colunas de sustentavam o altíssimo teto, as condecorações dos marinheiros mais experientes que estavam no salão, ostentando, às vezes uma ou duas, mas outras vezes várias medalhas no peito. Pelas paredes, molduras de madeira mantinham suspensas pinturas de combate, que ilustravam marinheiros combatendo inimigos (todos caracterizados como piratas, evidentemente), evacuando civis, etc.

        Próximo à recepção, um mural de avisos teria um recado que chamaria a atenção de Abas, e talvez justificasse a estada de um comodoro em Shells Town. Parado em frente a ele, seus olhos passariam lentamente sobre o aviso para que a mensagem penetrasse fundo em sua mente.

“Em Shells Town foi avistado Poe, um pirata que saiu da grande linha para os Blues em fuga. Comodoro Bao estará na cidade por algum tempo na perseguição deste criminoso de alta periculosidade. Qualquer um que o aviste, ou que veja um Mink perambulando pela cidade deve imediatamente acionar a Marinha. Ele é conhecido por sequestrar e vender Minks para escravistas e cientistas do submundo.”


        Embaixo do texto haveria a imagem para reconhecimento: seu cabelo era ruivo e raspado, o queixo fino, o nariz pontudo e um pouco comprido e os olhos eram relaxados e desinteressados. Ele era muito magro, aparentando ser até mesmo doente. Porém, o sorriso que seus lábios produziam era a peça para a sensação de desconforto sentida por Abas. Por alguma razão inexplicável, aquele simples retrato transmitia insegurança. Havia, naquela face, uma intenção assassina extremamente perigosa.

        — Ah! Vejo que conheceu meu maldito alvo!

        A familiar voz do Comodoro invadiu seus ouvidos partindo seus devaneios. Ao virar-se, via que ele estava de volta e, por sua expressão, satisfeito.

        — Eu estava conversando com Thor, o responsável da ilha, e eu disse que cuidaria da sua entrada aqui: acho que nada mais justo do que um caçador de Minks ser pego por — terminaria apontando as mãos para Abas, como se o apresentasse em um espetáculo — outro Mink! — Mas primeiro, por mera formalidade, embora eu ache isso um saco, vou precisar te fazer um pedido.

        Por estar de costas, Abas não perceberia, mas Bao carregaria consigo uma enorme caixa cheia de armas, revólveres e espingardas, praticamente socadas de qualquer jeito em seu interior.

        — Essas são armas que acabaram de ser recuperadas por nossos homens de um grupo de ladrões — sim, eles têm andado bem armados. Basicamente eu preciso que você limpe elas. Era para você fazer isso amanhã, mas Thor me permitiu adiantar um pouco as coisas. Ficarei com você, pelo menos até meus homens voltarem com um relatório.

        Limpar as armas imundas trazidas dos ladrões seria a primeira tarefa oficial como integrante da marinha. Até que fossem terminados os testes, já era um membro — claro que em uma posição onde o menor deslize poderia colocá-lo para fora.

        — Venha comigo, vou pegar outra caixa e levar você até a salinha onde será realizada a tarefa. Afinal de contas, como é seu nome mesmo?

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MensagemAssunto: Re: Honra? O Caminho de um Marinheiro   Honra? O Caminho de um Marinheiro EmptyTer 23 Jan 2018, 20:33

Alistamento - 1


- Meu nome é Hajurb Abas – Ele ainda estava com uma expressão séria e em seguida diria o motivo – Minha mãe foi morta por um canalha como esse – Ele fechava a mão com força, como se estivesse revivendo o momento em sua cabeça – Mas esqueça… Eu lhe acompanharei.

O mink seguiria o Comodoro Bao até a sala indicada, mas não antes de se oferecer para carregar as armas, pois isso também deveria ser parte da tarefa dele. “Limpar armas… Devemos realmente começar por baixo… Bem baixo mesmo”. Ele entraria na sala e observaria bem o ambiente, parte do processo de adaptação a nova casa.

- Comodoro, me perdoe – Diria com a expressão mal-humorada habitual – Mas não sou familiarizado com armas de fogo. Poderia, se for possível, me ensinar como fazê-lo? – Se curvaria em sinal de respeito.

Caso ele fosse ensinado, observaria com a atenção possível. Sua boa memória não o deixaria na mão naquele momento, afinal ser gênio tinha suas vantagens. Caso não fosse ensinado, tentaria primeiro limpar as armas corpo a corpo, para evitar erros e limparia as armas de fogo com a maior cautela possível. Tentaria repetir os passos, lentamente e com calma, para que não errasse nada e tudo ficasse o mais limpo e lustrado o possível.  Depois que tivesse limpado duas ou três armas, pararia o processo e buscaria aprovação com o olhar, para verificar se estava tudo em ordem. “Não posso errar! Tudo tem que ser o mais perfeito que eu puder deixar!”. Caso houvesse aprovação, ele continuaria o processo.

- No que posso melhorar? – Diria, caso houvesse ar de reprovação.

- Comodoro, poderia me falar mais sobre o tal Poe? – Diria caso o Comodoro permanecesse por mais algum tempo com Abas ou se fizesse menção de sair da sala – Há mais piratas como esse na Grand Line? – Diria, para que o Comodoro soubesse que ele tinha a ambição de crescer dentro da Marinha.

Ouviria com atenção as informações dadas pelo Comodoro Bao. Continuaria limpando as armas até que terminasse a tarefa. “Até que enfim”. Após terminada a tarefa, aguardaria mais instruções sobre outras tarefas e seguiria para onde lhe fosse ordenado.

Histórico:
 
Objetivos:
 
Off:
 

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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