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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Wild Tide

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyQua 03 Jan 2018, 19:05

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Tide

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Raksha e Ken Rock. A qual não possui narrador definido.


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Bijin
Civil
Civil


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptySex 23 Mar 2018, 23:28


  Tédio, sim era isso que estava sentindo enquanto batia nos projetos de piratas que envergonhavam a minha classe. Não que eu realmente tivesse o desejo de ser pirata, mas agora que sou tenho que pelo menos ajudar esses inúteis terem a noção de quão inúteis eles eram, verdadeiros zeros a esquerda. Não eram dignos de pisar no poderoso East Blue.

  Também sentia um pouco de frustração, sabe quando alguém fala que "naquele lugar o bicho vai pegar" e quando você chega lá no lugar nem bicho tem? Pois é, também estava me sentindo assim, estava até pensando em ignorar esses rascunhos de piratas para ir atrás daquela piratinha que estava se batendo no grupo da Layla. Mas ia surge uma surpresa, que espero que seja boa. Três abusadinhos começam a falar com a minha pessoa. Mas como não podia deixar de ser não podia deixar ser tinha que provocar, ou não seria eu a infame Buki Bijin, a Louca.


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  - Os bonitinhos querem brincar comigo? - Falava de maneira fofa jogando toda a minha sedução para fica deles. - Se vocês querem tanto a Bijin aqui vão ter que se esforçar. Quem será que é o mais forte? Ou será que eu prefiro o mais bonito?

  Queria ver que tipo de reação que eles teriam, se eles teriam algum tipo de discórdia entre eles ou se permaneceriam juntos ou se brigariam se eu veria alguma fagulha de briga entre eles caso tivesse usaria toda minha manipulação para colocar ainda mais palha seca para ver o fogo brilhar e estar pronto para receber lenha. Entretanto eles poderiam ler minha estratégia e quem sabe ser um desafio digno do meu martelo.

  - Já que querem lutar com essa pobre garota por favor não sejam brutos. - E inclinando a cabeça e com um sorriso macabro completaria o pensamento -  Porque a brutalidade vi ficar pela minha conta. Crazy Barbarian Fight


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  Logo após a fala partiria para cima, não loucamente como muitos imaginam, mas centrada, indo direto na direção do baixinho (não sei a metragem deles, mas perto do cara do meio os dois são um toco de gente) de colete azul ao lado esquerdo da imagem com toda minha velocidade, querendo deixar esse adversário entre eu e o gordão, não que fosse gordofóbica ou coisa do tipo, mas queria me manter mais segura enquanto lutava com um de cada vez. Evidentemente estaria pronta para me esquivar caso a correntada viesse com alguma acrobacia simples, mas todo salto indo para mais distante do adversário para não ser atacado por ele.

  (PASSO 1) Assim que me posicionasse e entrasse no alcance do primeiro alvo, abusaria da distância entre eu e ele, afinal ele estava desarmado e eu não. Desta maneira buscaria sempre me manter em uma distância em que meu martelo poderia atingir ele, mas ele não poderia me atingir. Além disso visaria atacar em locais que doem mais e tiram a mobilidade, como joelhos e costelas, mas se observasse alguma vez a cabeça desprotegida e dentro do meu alcance não me seguraria.

  (PASSO 2) Claro que durante toda a luta estaria atenta aquela corrente pesada que o lutador central apresentou e por isso manteria o adversário menor entre eu e ele, assim eel poderia me atacar com alguns movimentos previsíveis, como um ataque horizontal, que procuraria me esquivar com um pequeno salto ou simplesmente deixando a corrente passar por cima. Claro que isso poderia prejudicar meu adversário direto e se fosse o caso não pouparia fôlego e atacaria o mais rápido que pudesse. Outra maneira que o ataque poderia vir seria um ataque vertical, nesse caso sempre optaria em me esquivar para o mesmo lado que o adversário direto estivesse.

  (PASSO 3) Claro que poderia o terceiro elemento chegar logo ao lado que estava e de fato não estava preocupada com isso, embora já esperava ter acertado um ou dois bom golpes no parceiro dele antes de me alcançar, mas manteria a mesma estratégia, mantendo o mais próximo deles ao alcance do meu martelo e o segundo sempre mais distante, nem que tivesse que dar pequenas recusadas em zig zag para manter apenas um deles ao meu alcance.

  Manteria o sistema acima ate conseguir nocautear os dois peões do gordão e só então teria ele me mente para atacar, mas o que poderia ser feito agora era o mais problemático, porque aquela estranha arma tinha características muito interessantes, ela servia como uma boa arma de pequena e média distância e o ideal era ter uma boa arma de longo alcance, como pistolas ou rifles, mas a realidade é que não sou boa de mira, as duas vezes que disparei alguma coisa em alguém fiquei surda na primeira e na outra recebi um tranco no ombro me ferindo. Mas vamos para de pensar no passado e ir para o presente.

  - Pelo visto sobrou apenas o prato principal. - Falava rindo para o adversário mas com o cérebro ligado a mil no adversário para me esquivar de possíveis ataques. - Como será que devo me deliciar com você gostosão? Devo começar pela cabeça? Ou talvez pelo braço?

  Sem esperar o gordão atacar, eu fui na direção dele prestando atenção na base das pernas dele, queria passar ali pelo meio da abertura dele, saber como estava posicionado era importante porque a posição que precisava estar para lutar com ele não era na frende daquele gordo, mas nas costas dele. Por isso fintaria um ataque, mas quando chegasse perto dele aproveitaria a neve para deslizar mais rápido por entre as pernas dele e acertar uma martelada bem na canela dele. Esse movimento tinha a intenção de me colocar nas costas dele e dificultar a mobilidade dele. Um dos motivos era a arma dele, não que ele não pudesse usar sua corrente para me atacar ali, mas porque era perigoso para ele mesmo ser atingido pela própria arma.

  Estando nas costas dele, faria múltiplos ataques, visando pernas, coluna e por fim a cabeça. Usaria toda a minha velocidade para manter-me naquela posição, onde ele deveria ser mais frágil. A ideia era derrubar rápido esse adversário grande por causa da luta do grupo em que a Layla estava, ela mesma já havia se ferido e eu não gostava de ver uma amiga ferida, então estava na hora de botar força no ataque e acabar com o gorduchão ali de maneira bem rápida.


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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyTer 27 Mar 2018, 20:52




Raksha, o Libertador



• Ouvindo a mulher dizer que estava prestes a ativar sua tecnica especial, Raksha ao invés de sair em disparada para cima dela, apenas mudou sua posição. Antes ele estava com as pernas alinhadas, usando a posição do cavalo para se manter firme no chão. Quando atacava era sempre com seu corpo numa posição frontal, virado de frente para a inimiga. Isso fazia com que seus golpes fossem duros e pesados. Superar todos desafios com uma força bruta que não possa ser negada. Um estilo bem ofensivo.

Mas ao adotar uma posição levemente diferente, isso mudava drasticamente. Uma mudança simples, mas que lanceiros experientes reconheceriam imediatamente se vissem. Colocando seu corpo na lateral ao mover o pé direito para trás do esquerdo, seus joelhos ainda permaneciam flexionados e as pernas abertas. Sua destra segurava a parte inferior da lança encostando na cintura enquanto a mão esquerda a segurava a parte do meio inclinando a lança levemente para cima. Uma posição defensiva mas que permitia contra-ataques rápidos.

Estava pronto!

Observando atentamente a oponente e o campo de batalha, ele não se sentia preocupado com o resultado daquela batalha, muito pelo contrário, estava incrivelmente calmo. A qualidade dos seguidores dela era, sendo sincero consigo mesmo, pobre. E enquanto a capitã era de fato forte, talvez mais forte que ele, simplesmente não era mais forte que todos seus aliados juntos. Mesmo com suas ondas de seguidores, não era.

Sentindo que tinha superestimado o perigo representado por aquela tripulação, ele via que Royce mesmo estando obviamente desgastado após sua explosão anterior ainda tentava atrair a atenção dela e lutar. Ken, que havia sido atingido no braço também não desistia, e mesmo com suas loucuras (tirando a roupa), atacava de forma frenética. E eles não eram os únicos, os tritões e Cassandra no mar, o Careca e a loira desconhecida, as ruivas. Todos lutavam dando tudo de si e o resultado era esplêndido.

“Então essa é a importância de ter aliados, companheiros. Pessoas fortes para lutarem ao seu lado nos desafios que não pode enfrentar sozinho.”

Claro que ele já sabia disso antes. Mas apesar de terem superado alguns desafios juntos anteriormente, essa era a primeira vez que o Tigre encontrava uma inimiga possivelmente mais forte que ele, no entanto perante a união de todos ela parecia até mesmo... fraca. Por isso essa luta, independendte do resultado, acabaria por se tornar uma muito importante para o Mink. Pois lhe abria os olhos e firmava em seu coração a convicção de que ter companheiros com objetivos similares e que lutem ao seu lado era muito melhor do que trilhar sozinho pela estrada da vida.

“Objetivos similares...” Com tais palavras em mente ele novamente prestava atenção em Royce e Ken, sem poder evitar que um traço de tristeza passasse por seus olhos. Aqui eles tinham o mesmo objetivo, sobreviver, e por isso lutavam ao lado um dos outros, mas no que tocava a todo o resto, Raksha sentia que ele era diferente dos outros dois e não poderia contar com eles para alcançar seu sonho de acabar com a escravidão.

Ele precisaria encontrar pessoas que estivessem dispostas a segui-lo e a lutar ao seu lado se quisesse realizar tal missão. Finalmente ele entendia isso, no calor da batalha, ele compreendia mais um pouco sobre si mesmo e sobre o que seria preciso para suceder.

No entanto, a realidade é que não tinha tempo para se aprofundar no assunto naquele momento, já que com certeza a mulher das botas de gelo não esperaria por ele. Principalmente agora que estava prestes a aumentar ainda mais sua velocidade já absurda.

E é devido a essa velocidade que Raksha havia mudado sua posição. Ele sabia que não adiantava tentar competir nesse quesito com ela e avançar cegamente seria pedir apenas para apanhar. Assim, se a mulher fosse na sua direção, o tigre faria o melhor possível ao focar sua atenção nela e no caminho que provavelmente percorreria, mas não apenas isso, em sua mente ele já tentava se lembrar o quão rápida ela havia sido e, após considerar que estaria ainda mais rápida, calcular quanto tempo levaria para chegar até ele de forma que mesmo que seus olhos não conseguissem acompanha-la, ele soubesse o momento certo para realizar um movimento de defesa assim que percebesse sua presença perto de si.

Claro que a mulher poderia disparar e alcança-lo antes dele completar seu raciocínio, ou ele poderia simplesmente errar nos cálculos. Mas independentemente disso ele tinha que tentar, e mesmo que isso ocorresse, sua reação seria a mesma.

Sua tática era que se em qualquer momento ele notasse que ela iria tentar um ataque frontal ou por cima, responder com uma pequena sacudida da lança visando atingir o membro atacante dela, usando força suficiente apenas para defletir ar o golpe, enquanto ao usar um jogo de pernas ele rodopiaria em trezentos e sessenta graus preferencialmente para esquerda, mas se necessário para direita, de forma a tentar ir parar atrás da mulher. Caso consiga, estocaria visando as costas dela ao levar sua mão direita de encontro a esquerda e inclinando seu ombro para frente usando todo alcance de sua arma para transpassar a mulher.

Se ela conseguisse se esquivar de alguma forma, o mink daria um passo na direção que o afastasse mais dela enquanto retrairia a lança de forma a voltar o modo de defesa e voltar a bloquear se preciso.

Para ataques que visassem ir por baixo da lança e ataca-lo dessa forma a defesa consistiria em abaixar a mão esquerda de forma que a ponta da lança aparasse o golpe, e se ela continuasse ele iria se movimentar um passo devagar mas firma de cada vez de forma lateral e para trás, circular a ela, sempre o mantendo longe do alcance da inimiga e aparando seus ataques com movimentos precisos para cima, baixo, lado ou outro, realizando o caso anterior se possível (de rodopiar e ir para trás dela dependendo de seu ataque) e tentando acostumar sua visão à velocidade de movimentação dela para que no momento em que conseguisse (se conseguisse), contra-atacar precisamente em um timing perfeito.

Dessa vez o contra-ataque consistiria em surpreende-la. Ao invés de continuar bloqueando, ele recuaria a lança e estocaria, visando não bloquear a oponente, mas sim fazer uso do alcance de sua arma e da distância estabelecida por ele o tempo todo para ataca-la quando estivesse no meio de seu golpe e atingi-la em sua barriga. Caso ela conseguisse defender seria forçada a parar o próprio ataque, e aproveitando a oportunidade Raksha tomaria a ofensiva ao atacar com um golpe de corte na direção em que ela tivesse ido. Após retrairia a arma e recuaria como estivera fazendo, tomando novamente a posição defensiva e pronto para repetir sua tática.

Já para ataques laterais o movimento de defesa consistia em erguer levemente a lança e baixa-la ao mover a mão esquerda para baixo assim como no caso anterior, visando atingir a parte superior da arma\membro atacante ao mesmo tempo em que o Mink dava um ou mais passos para o lado oposto ao ataque. Nesse momento, aproveitando a posição de sua arma, se o Tigre conseguisse bloquear com sucesso, realizaria um corte horizontal visando o ventre da mesma, e se ela recuasse seguiria com uma estocada para em seguida voltar a posição de defesa. Se ela desviasse, mas não recuasse, ele não faria a estocada, apenas voltando a se defender e contra-atacar conforme os casos feitos.

Já se ela conseguisse penetrar a distância imposta pela sua lança, Raksha seria forçado a erguer sua mão direita acima do ombro, inclinando a lança para baixo dessa forma e protegendo suas pernas com a ponta desta. Usando a parte do cabo que ficaria entre as suas mãos ele buscaria bloquear ataques frontais não diretamente, mas defletindo-os ao move-lo lateralmente da direita para esquerda ou da esquerda para direita. Já contra-ataques laterais ele adotaria a mesma estratégia de defletir ataques, mas agora movendo a mão direita (que estava acima do ombro) para baixo, e possivelmente para cima novamente.

Com isso ele tentava novamente evitar repetir seus erros, e poupar o cabo da lança de colisões diretas de forma a não quebrar a mesma. Durante seus bloqueios tentaria dar passos para traz e para os lados de forma a se distanciar dela e estabelecer um perímetro seguro novamente dentro do alcance de sua lança e voltar a sua postura defensiva cheia de contra-ataques.

---

Caso desde o início a mulher das botas de gelo focasse nos outros, ou ainda, se após trocar golpes com o Tigre ela recuasse e fosse para cima dos companheiros dele, Raksha manteria um coração resoluto, confiando na força de todos. Mantendo a posição de combate, ele daria passos cruzados firmes e constantes indo na direção que ela tivesse ido. Não tentaria ser furtivo, mas não falaria nada também. Nem mesmo se apressaria caso ela golpeasse alguém, a não ser que visse que a situação estava realmente critica.

Com sua aproximação constante ele pretendia colocar pressão na mulher, faze-la ter que dividir seu foco prestando atenção nele. Caso visse Royce sendo lançado longe e permanecendo imóvel no chão, seu coração pularia uma batida e por um pequeno instante teria o impulso de correr até ele e ver seu estado, mas logo se acalmaria e continuaria resoluto em sua estratégia. Após o fim da luta o levaria correndo até a cabana de Krathus.

Mas caso o visse se mexendo e tentando avançar de forma furtiva para cima da mulher, Raksha tentaria adaptar sua própria aproximação para auxilia-lo, quer seja se movendo de forma circular para deixar a mulher posicionada entre ele e Royce, quer seja usando seu corpo para cobrir o local onde Royce havia caído, de forma que fosse mais fácil dele avançar sem ser visto.

Mantendo sempre as táticas de defesa e contra-ataque já citadas, uma vez que chegasse perto dela começaria a fintar em momentos que considerasse ideais para interrompe-la e dar a chance de quem estivesse lutando contra ela de contra-atacar ou escapar. Estocadas que só chegariam até a metade do caminho antes de retornarem para a posição inicial defensiva seriam os movimentos escolhidos, e apenas se caso ela começasse a ignorar, após a terceira finta ignorada o Tigre realizaria uma real, se aproveitando de toda a extensão da lança.


---

Se em algum momento ele percebesse que seus companheiros estavam em perigo real, caso não tivesse condições de ajuda-los devido à distância, ou talvez seu estado físico, ele inspiraria o mais fundo possível, dando um passo para frente e abrindo os braços, deixando seu guarda completamente aberta, daria o rugido mais alto e mais feroz já dado em toda sua vida.

- ROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!!


Considerando que desde o início da luta estivera coberto por panos que escondiam sua aparência, esperava que tal rugido assustasse, ou ao menos distraísse a inimiga por um segundo, permitindo assim que a pessoa em perigo se recuperasse ou que outras mais próximas a ajudassem.

Tendo a atenção dela e evitado uma baixa em seu grupo, ele aproveitaria o momento para remover os tecidos que cobriam sua cabeça (levantando, abaixando, rasgando... da forma mais prática). Exibindo um rosto sério e tranquilo, lançaria um desafio a mulher em uma voz seca, dando passos firmes e calmos à frente, procurando se aproximar da situação. – Porque não vem para cima de mim? Está com medo de me enfrentar? Notei que desde que te feri está evitando trocar golpes comigo. Se for verdade deveria recuar agora, pois está fadada a perder. Afinal de contas, o medo é a semente da derrota.

Era fato que ele não gostava de falar durante os combates. Não, quem gostava de fazer coisas do tipo era Scar. Mas quando suas garras e sua lança estavam longe demais para serem de utilidade, apenas as palavras tinham uma chance de ajudar.

Se mesmo ao fim de tais palavras ele ainda estivesse longe demais, e ninguém fosse capaz de ajudar, ele tentaria sua última cartada. – Venha. Nenhum deles vai interferir. Seremos só você e eu agora. – Um olhar serio passaria por todos presentes, passando a mensagem “Deixem isso comigo!!”, e a pose planejada para defesa e contra-ataque seria retomada, esperando por uma resposta dela.

Infelizmente, nesse momento uma voz debochada que se calara desde sua última sessão de meditação voltava a importuna-lo. “Ohhh! Irmãozinho! Irmãozinho!!! Uhh, eu to tão orgulhoso, mas tão orgulhoso! Serio, não sei nem como descrever o que estou sentindo. Calafrios e tremedeiras. Acho que to até com lágrimas nos olhos. Você pode sentir? Nossa!! Que força, que determinação, que garra!! Assim você me empolga demais! Eu pensei que você já estava no ponto mas eu tava enganado!! Quão forte você pode ficar hein? Quão forte pode ficar antes que eu te devore e tome tudo para mim? Tão excitado, eu to tão excitado! Kishishishi!”

”AGORA NÃO SCAR!!” Exclamava mentalmente Raksha que tinha que se focar na oponente e não tinha tempo para dar atenção as baboseiras de seu nêmeses.

”Calma, calma. Ui que estressada! Não ta mais aqui quem falou... quero dizer, brincadeirinha, claro, já que eu não vou a lugar algum. Mas na boa, se não for forte o suficiente ainda para dar conta dela, sinta-se a vontade de me deixar fazer o serviço. Nem vou cobrar muito caro, você vai ver... kiiiiishishishishi!!!”

Mesmo com a comoção que ocorria em sua mente, os olhos de Raksha jamais sairiam da inimiga, e assim que ela se movesse ele reagiria com exatidão, conformes os casos anteriores.


Porém se durante sua fala ele alcançasse uma posição boa o suficiente para ajudar quem estava em perigo ao bloquear o ataque ou forçar a mulher das botas de gelo a recuar, ele flexionaria os joelhos, saltando para cima dela enquanto ainda falava, usando o melhor movimento possível para bloquear uma reação dela contra a pessoa em crise, ou então simplesmente fazendo um ataque de corte de cima para baixo de forma a faze-la recuar, controlando a força para parar o movimento da altura da cintura e prosseguir com um segundo ataque de corte visando para onde ela desviou, ou então uma estocada se ela tivesse recuado. Me colocando na frente da pessoa em crise assumiria a postura de defesa e daria um passo a frente. – Ajudem ele(a)! – Pediria aos outros.

Já se alguém conseguisse ajudar a pessoa necessitada, ou até mesmo se a própria pessoa conseguisse dar a volta por cima, não havia razão para lançar o desafio. Apenas continuaria com sua estratégia e mesmo que aos poucos minar e cansar a adversária, causando sua eventual derrota através da união de todos.

---

Se em algum momento ele atingisse um ataque nela, Raksha não se afobaria. Se visse que era vantajoso e viável, realizaria mais uma estocada ou golpe de corte visando a barriga e ventre da mulher. Após recuaria e adotaria sua postura de defesa, pronto para bloquear possíveis ataques.

---

Se em algum momento ele fosse atingido, procuraria usar a força do golpe para se lançar ao chão e realizar um rolamento, se erguendo imediatamente ao fim desse com sua pose defensiva, pronto para continuar a luta conforme os casos anteriores.

---

Visando não repetir seus erros anteriores, toda vez que Raksha estocasse, giraria os punhos para a direita de forma que não fosse fácil subir e pisar na lança sem se desequilibrar, e ao retrair a mesma, os punhos girariam na direção oposta de forma a normalizarem. (Movimento de girar uma chave)






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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptySeg 02 Abr 2018, 14:02

Before my body is dry



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“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



As coisas não tinham tido uma mudança tão grande no fronte de batalha não ainda mas agora nesse momento, a jovem sentia a felicidade, pois não só o tigre tinha percebido o que ela estava tentando fazer, como auxiliava, mas claro antes disso o gato que antes cuidava da segunda linha de frente corria para o ataque fazendo um embate solo por algum tempo, isso que ele fazia o colocava num intenso combate solo com ela por alguns instantes o suficiente para o tigre voltar a luta, assim que ele se aproximava era notável para qualquer um como aquele ataque procederia, o que fazia a mulher pomposa e cheia de orgulho, simplesmente acreditar na tolice por parte dele.

Layla atenta ao que ocorria rapidamente aproveitara o momento onde com um pisão no ombro do tigre e um salto chutava a mulher, a hora que o golpe acertava de certeza um sorriso se faria no rosto da ruiva, aquilo por que mostrava que todos ali tinham uma chance, e claro era sempre prazeroso quando se atinge alguém que tá com a banca toda, ela então caia junto com a mulher o que foi o problema assim que no chão não foi rápida o suficiente levando o golpe bem no maxilar, a dor a percorria nesse momento mas precisava se segurar. Pois sua inimiga ainda estava de pé e muito bem por sinal, depois disso o surto de raiva que percorria a mulher a levava a um embate com Ken que acabava também resultando em dano dividido entre os dois, aquilo era problemático pois Layla sabia que não podia deixar que os danos no grupo crescessem exponencialmente principalmente pós o último anuncio da mulher que parecia mudar seu estilo.

Estaria atenta ao que todos os companheiros fizessem agora não apenas o tigre, o momento que alguem completasse seu golpe, tendo sido ele efetivo ou não aproveitaria para pela lateral avançar rapidamente com um giro rasteiro, não começando já com este, o avanço começaria rápido com uma corrida como se fosse então aplicar um golpe com as mão fazendo pose com essa para se fosse socar, mas já perto do inimigo rolaria no chão aplicando uma rasteira, seria simples, um giro com a perna direcionada a acertar os joelhos, por sua traseira, esperava na verdade que ela esquivasse mas aproveitaria disso para levantar de uma única vez e subir com uma joelhada visando atingir ela no alto caso a mesma tivesse subido, após uma talvez esquiva da rasteira circular, se em algum momento tal mulher tentasse me atingir durante a realização da rasteira, atrasaria tal ataque o parando no meio do movimento, me reposicionando com um giro pelo chão e avançando rapidamente agora pôr a traseira, ou se tivesse se virado pela frente seria um chute circular mirando o pescoço do inimigo, onde usando o giro só corpo lançaria a perna no giro de 180 graus visando atingir com o calcanhar, aproveitaria também das fintas que o grandão usasse para tentar realizar esse tipo de movimento igualmente.

Tomaria sempre cuidado nos movimentos, para que não atrapalhasse o tigre sempre visando fazer meus ataques depois dos dele, em tempos que ela reagiria a ele ainda, ou que tivesse acabado o movimento, já que entrar antes disso poderia mais atrapalhar que ajudar. Depois do movimento finalizado a jovem se afastaria novamente, sempre esperando a ação dos outros dois para só depois encaixar outros movimentos, se em algum momento fosse atacada quando estivesse já se afastando ou já distante da mulher a jovem então tentaria esquivar dos golpes, para chutes mais altos que sejam visando o tórax, aproveitaria o momento para se abaixar e responder a tal com uma rasteira, já girando para longe dali após sua realização se ela fosse mal sucedida. Para ataques mais laterais tentaria ir para o lado oposto ao ataque aproveitando nesse momento para girar o corpo em um primeiro giro de 180 graus já ajustando a postura para na outra metade do giro aplicar Um chute 360º, e posteriormente me afastar.

Se em algum momento fosse atingida por um golpe tentaria aguentar a dor, e aproveitar do momento que tal acontecesse onde possivelmente ela estaria com a guarda baixa durante a realização de seu ataque, e então visaria golpear com um chute simples na região torácica, apenas com um rápido impulso do pé subindo ele rapidamente de maneira retilinta direcional, usando mais o bico da bota a intenção dela era apenas tentar danificar o máximo que pudesse para o dano que tomasse não fosse em vão. Se chegasse a cair em algum momento tentaria levantar o mais rápido possível para que isso não atrasasse o rumo das coisas, e voltaria sempre pra tentar aplicar outro golpe, quando tivesse a chance.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyTer 03 Abr 2018, 10:28

Se você está atravessando o inferno, bem, continue andando, parte 3








Eu fui editar o ultimo post, por algum motivo confundi com esse, e perdi o post face palm 2

Considerações:
 


Última edição por ADM.Mephisto em Qui 12 Abr 2018, 20:22, editado 4 vez(es)
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Bijin
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyTer 03 Abr 2018, 14:11

  Logo no início do combate contra os três patetas percebi que eles não eram melhores do que os adversários que enfrentei até aquele momento, claro que eram ainda inferiores a outros que já havia enfrentado no passado, mas cada luta tinha sua história e  deles era diferente, pois a força deles estavam não na sua força individual mas na união dos três. Como bailarinas em uma apresentação eles apresentavam ums sincronia tão boa que era novidade para mim, e era isso que tornava o trio de patetas em um desafio com um mínimo de dignidade para meu martelo usar sua força máxima, isso me deixava estranhamente feliz.


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  Como planejado fui para meu alvo e como sabia a corrente era meu verdadeiro oponente e assim que ela veio me desviei dela com certa tranquilidade, porém a sincronia deles era boa, pois ao desviar da corrente o adversário que eu havia escolhido já me atacava com um golpe tão idiota quanto ele, cheio de aberturas e por isso conseguia acerta-lo com facilidade, entretanto minha força não era suficiente para parar o imbecil e mais uma vez tive que contar com a minha velocidade para me esquivar do ataque dele.

  Entretanto o tempo deles era bom, nem me livrei da bola e o mascarado veio do ar para me acertar, desta vez ele obteve sucesso em seu ataque e jogando no chão e me ferindo levemente, o que me deixava com uma vontade insana de matar ele, sem falar no idioma idiota dele, a vontade de arrebentar a fuça dele crescia mais em meu coração. Logo me levantei já analisando o tempo de reação deles, na verdade eles jogavam comigo como se estivessem em um tabuleiro de xadrez sabendo o que viria um passo a minha frente, se eu realmente não fosse mais rápida do que eles estaria acabada agora na mão deles. O pior era ouvir o grandão bancando o bonzão ali e isso me irritava ainda mais.

  Mas para o azar desses bufões eu não era uma pessoa que me deixava levar pelos sentimentos, mas gostava de representa-los e mostrar uma coisa de maneira simples, eu não possuía medo, não tinha dúvidas de que esses idiotas seriam vencidos rapidamente e que seus nomes seriam apagados da história. Agora era uma questão de foco nos passos que tomaria em meio a minha estratégia.

  Passo 01: focaria meus ataques primeiramente no líder deles, o gordão sem noção com a corrente. O motivo era simples, qualquer bando, grupo, frota ou exército, quando se perde o líder observa toda a sua tática ruir. A moral do grupo cai avassaladoramente, dúvidas começam a surgir em suas mentes, sua própria força é colocada em dúvida, por isso todos meus ataques seriam focados nele.

  Passo 02: Tinha que ser estratégica na minha esquiva e não deixar me jogarem de um lado para o outro como fizerem comigo antes, prevendo meus movimento, por isso usaria a abusaria das minhas acrobacias, principalmente para não parar a direção do meu ataque, que era o líder, poderia vir rolo compressor, abelhas do alto ou qualquer outro tipo de ataque rasteiro, estaria concentrada em bater no gordão.

  Passo 03: Mas para não cair na besteira de antes eu precisava ter certeza de onde estavam os meus três adversários, não poderia perder nenhum deles de vista e eles terem se juntado facilitaria ainda mais a minha vida, mas a surpresa de ser atacada por alguém que não estava no meu campo de visão não seria permitido.

  Passo 04: Manteria sempre os meus oponente a minha frente, sei que para isso vez por outra teria que recuar e não dar brechas para ser atacada por todos os lados, então minha movimentação poderia variar para ter todos a minha frente e permitindo que os ataques deles fossem percebidos por mim.

  Passo 05: O martelo estaria fortemente segurado pela minha mão, usaria ele habilmente para atacar as brechas que achasse dos meus adversários, deixando ele sempre em movimento dando velocidade força aos ataques, em casos extremos usaria ele também para bloquear os ataques que eu poderia receber.

  Passo 06: Embora estivesse com o temperamento calmo e minha genialidade a 1000 para procurar caminhos, brechas e posição para dar o melhor ataque possível, meus ataques eram agressivos, feito para machucar, não haveria excitação no momento do ataque, se era para bater iria usar o melhor potencial do ataque e bater para valer.


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  Passo 07: Buscaria usar o ambiente a meu favor, não havia muita coisa, mas se por um momento minha mão fosse para o chão, seja por uma acrobacia, seja por um incidente inesperado, pegaria a neve para futuramente jogar no rosto de algum adversários, também poderia chutar a neve na direção do adversário caso ouvesse a oportunidade em busca de obter uma melhor oportunidade de ataque.

  Passo 08: Estaria em constante movimento, se eles eram rápidos eu era ainda mais, nunca ficaria parada esperando um ataque, se caísse já me colocaria em movimento o mais rápido possível e continuaria a combater sem restrições., Sabia que se ficasse um segundo parada iriam brincar novamente comigo.

  Passo 09: atacaria primeiro, não tem como eu ficar me defendendo de múltiplos ataques a vida toda, então precisava inverter a situação anterior atacaria meus atacantes antes de ser atacada, claro que meu alvo era o líder deles, mas se algum dos dois patetas se metessem no caminho para me atrapalhar eu não pensaria duas vezes em atacar ele antes de ser atacada para tirar o adversário da minha frente.

  Passo 10: meus ataques não poderiam ser aleatórios, tinham que ser além de agressivos ser incisivos, buscaria mirar sempre nas têmporas,tornozelos, joelhos e o plexo solar. Até mesmo o nariz pode ser útil, pois isso cegará e desorientará seus oponentes por um curto espaço de tempo. Os ataques não poderiam ser desperdiçados acertando pontos cujo o maior estrago seria uma leve dor, precisava prejudicar os adversários de maneira séria e o mais rápido possível.

  Passo 11: não teria também honra nesse tipo de luta de três adversários contra um, por isso caso a chance de dar golpes baixos aparecer não excitaria em dar um chute no saco, ou moder um braço que estivesse me agarrando, Não havia vergonha nesse tipo de luta, pois o preço da derrota seria uma humilhação maior ainda.

  Passo 12: e a todo custo evitaria ser flanqueada e preso pelos adversários. Teria que ser esperta para também evitar a todo custo ser agarrada para facilitarem um ataque de seus companheiros, pois apesar de serem serem patetas em suas apresentações, seus ataques eram perigosos.

  A estratégia de luta seria manter sempre esses doze passos descritos a cima, esse era o melhor que poderia fazer no momento, mas sem dúvida não era tudo o que eu tinha a minha disposição, por isso deixaria dois ataques secretos para o momento oportuno, seriam os ataques especiais que eu possuía.

  Se no momento da corrida observasse que um dos três ficasse parado por um tempo, com intenção de bloquear meu avanço não excitaria em usar o meu poderosos Crazy Sky Attack. E se por acaso percebesse que ficaria cercada pelos três sem nenhuma saída também não excitaria em usar o Crazy Clyclone Attack indo na direção do líder.

Crazy Sky Attack:
 

Crazy Clyclone Attack:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyQua 04 Abr 2018, 00:15



Raksha, o Libertador



Mesmo que tivesse tentado segurar, na hora em que sentiu o novo golpe em suas costelas já machucadas um leve grunhido de dor atravessou seus lábios e os panos que cobriam sua face. – Grrrrruhrgh! – Ainda assim ele continuava firme em sua tática e mesmo recebendo um ataque na panturrilha e outro na bochecha, considerava que tinha saído vencedor naquela troca de golpes, afinal de contas quem estava sangrando era ela.

Mas o vômito que recebeu na cara... por mais calmo que ele pudesse ser, não podia deixar de notar um padrão estranho se formando ali e ficar levemente irritado com isso. Era a segunda vez naquele dia que alguém vomitava na sua cara! A segunda vez? Que tipo de azar é esse? Seu olfato aguçado o fazia ter que se controlar para não acabar vomitando em resposta e para piorar tudo, em sua mente...

“KISHISHISHISHISHISHISHI!! KISHISHISHISHISHISHISHISHI!! AH CARA EU NÃO ACREDITO QUE ACHEI QUE VOCÊ JÁ ESTAVA PRONTO PARA SER DEVORADO!! KISHISHISHISHISHI!! TOMOU MAIS UM VOMITÃO NA CARA! EU NÃO AGUENTO! NÃO AGUENTO! VAMOS, DESISTE LOGO E ME DEIXA ASSUMIR ISSO. KISHISHISHISHISHI!!!”

Não era que Scar estivesse gritando, mas suas gargalhavas bombeavam a mente de Raksha, e seus comentários zombeteiros ressoavam junto. “Não vai acontecer Scar. Desista logo e não me atrapalhe.”

“Desistir? Por que eu faria isso? Não consegue sentir? O prazer em ver o sangue dessa presa escorrendo pela lança? Você sabe que já faz muito tempo que tirei uma vida. Que você tirou uma vida para me saciar. E a sede de sangue ta crescendo aqui dentro irmãozinho, ta extravasando. Consegue sentir não é? Ou mata alguém logo, ou vai ter que me dar licença. Não há muito tempo para você irmãozinho. Kishishishishishi!!!”

Ele queria refutar, realmente queria, mas sabia que não adiantava. Porque Scar estava certo. Sim, aos poucos ele sentia a sede de sangue do seu Nêmeses transbordar para seu próprio corpo, e era apenas devido seu treinamento em meditação que ele era capaz de controla-la e não sucumbir a ela. Infelizmente ele também sabia que esse era o máximo que podia fazer, não sucumbir e perder a si mesmo. Mas enquanto não perdia a si mesmo, o fato é que corria o risco de perder o controle de seu corpo, pois não importa o que, àquela sede teria que ser saciada, e se não fosse por ele, seria por Scar.

Avistando a mulher que tomava ainda mais um daqueles comprimidos que pareciam estimula-la a ponto de ignorar suas feridas e continuar aumentando sua velocidade, Raksha sentia que havia chegado em uma encruzilhada. Olhando de relance para os subordinados da mulher que tombavam um atrás do outro, ele via ali uma solução para seu problema. Mas e as consequências? “Até agora conseguimos ter tais resultados por estarmos lutando todos juntos contra ela. Agora que parece estar em seu ápice de poder, se eu me afastar para matar um seguidor, quando voltar pode ser que seja tarde demais. Que os outros tenham sido derrotados. Mesmo que eu possa resistir e derrota-la sozinho assim que os efeitos da pilula passem, a morte de meus companheiros seria um preço alto demais.

Por outro lado, apesar de sentir que o momento está próximo, não sei com exatidão o tempo que levará para perder o controle para ele. Pode ser em dez segundos ou em um minuto. Não acho que consiga matá-la em dez segundos, consigo?”


A dúvida era simples. Matar algum subordinado dela e não perder o controle, mas possivelmente perder algum aliado, ou permanecer lutando contra ela e arriscar perder o controle de seu corpo.

O mink suspirou. Sua decisão estava tomada. Sabia que se permanecessem na estratégia atual eventualmente ganhariam, mas por mais que não estivesse disposto a arriscar as vidas de seus companheiros, também não estava disposto a entregar o controle de mão cheia para Scar. Não sem uma luta.

Por mais que uma abordagem defensiva fosse a melhor opção para ganhar aquela luta, não era para ganhar as duas lutas que enfrentava agora. Teria que tomar uma postura ofensiva novamente. Porém a pirata estava mais próxima a Royce do que de si, e a probabilidade é que focasse seus ataques nele. Teria tempo suficiente de alcança-los, interferir na luta, lidar com sua esquiva e movimentos acrobáticos para então matar ela?

Com mais essa pergunta, ele perdia as contas do quanto não ter uma noção exata do tempo o prejudicava. Tentando calcular em sua mente a resposta, ele chegava a uma conclusão: era pouco provável.

Vendo a barbara que parecia estar salvando suas energias, quer para voltar para luta, quer para tentar lidar com Royce depois dela, Raksha sabia que não adiantava mais manter sua feição escondida. E isso lhe dava uma ideia. Talvez não precisasse partir para a ofensiva de fato. Quem era a mais rápida de todos ali? Desde que atraísse ela e a fizesse se focar nele, ganharia tempo. Sua ideia era simples e perigosa, mas talvez fosse sua única chance.

Inspirando o mais fundo possível, dando outro passo para frente e abrindo os braços, deixando seu guarda completamente aberta, daria o rugido mais alto e mais feroz já dado em toda sua vida.

- ROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!!


Aproveitando que a mulher da bota de gelo parecia estar canalizando os efeitos da pílula, e considerando que desde o início da luta ele estivera coberto por panos que escondiam sua aparência, Raksha esperava que tal rugido atraísse sua atenção. Abaixando tais panos, deixaria sua fisionomia a vista, exibindo um rosto sério e tranquilo.

Tomando novamente uma posição defensiva, lançaria um desafio a mulher em uma voz seca, dando passos longos e firmes à frente, porem cautelosos enquanto falava ao mesmo tempo. – Porque não vem para cima de mim? Está com medo de me enfrentar? Quantas vezes já derramei seu sangue até agora? Três? Quatro? Se for verdade deveria recuar agora, pois está fadada a perder. Afinal de contas, o medo é a semente da derrota.

Era fato que ele não gostava de falar durante os combates. Não, quem gostava de fazer coisas do tipo era Scar. Mas quando suas garras e sua lança estavam longe demais, e apenas as palavras podiam traze-la até ele, esse era o jeito.

Se mesmo ao fim de tais palavras ela não se movesse até ele, tentaria sua última cartada. – Venha. Nenhum deles vai interferir. Seremos só você e eu agora. – Um olhar serio passaria por todos presentes, passando a mensagem “Deixem isso comigo!!”. Claro que ele não esperava que seguissem tais palavras, de fato pelo que conhecia deles, esperava que não. E isso estava nos seus planos. Agora, no entanto, precisava dizer o que era necessário.

Infelizmente, nesse momento uma voz debochada que se calara desde sua última sessão de meditação voltava a importuna-lo. “Ohhh! Irmãozinho! Irmãozinho!!! Uhh, eu to tão orgulhoso, mas tão orgulhoso! Serio, não sei nem como descrever o que estou sentindo. Calafrios e tremedeiras. Acho que to até com lágrimas nos olhos. Você pode sentir? Nossa!! Que força, que determinação, que garra!! Assim você me empolga demais! O lance do vômito me fez perceber que você não estava pronto para ser devorado, mas agora você me fez ver que não é um caso perdido! Que ainda pode crescer muito! Quão forte você pode ficar hein? Quão forte pode ficar antes que eu te devore e tome tudo para mim? Tão excitado, eu to tão excitado! Kishishishi!”

”AGORA NÃO SCAR!!” Exclamava mentalmente Raksha que tinha que se focar na oponente e não tinha tempo para dar atenção as baboseiras de seu nêmeses.

”Calma, calma. Ui que estressada! Não ta mais aqui quem falou... quero dizer, brincadeirinha, claro, já que eu não vou a lugar algum. Mas na boa, se não for forte o suficiente ainda para dar conta dela, sinta-se a vontade de me deixar fazer o serviço. Nem vou cobrar muito caro, você vai ver... kiiiiishishishishi!!!”

Mesmo com a comoção que ocorria em sua mente, os olhos de Raksha jamais sairiam da inimiga. Sua pose de combate logo após o rugido já havia sido retomada e ele estava preparado para um possível avanço dela a qualquer momento. Durante sua fala trataria de observar a distância e tentar calcular quanto tempo ela que deveria estar ainda mais veloz agora, levaria para atravessar caso seus olhos não conseguissem acompanha-la.

Assim que ela se movesse ele reagiria com exatidão, ou melhor desaparecesse de sua visão ele reagiria movendo a lança horizontalmente da esquerda para a direita ao mesmo tempo que moveria seu pé direito na diagonal contrária (para trás e para esquerda) e giraria seu corpo em trezentos e sessenta graus, abaixando ou subindo a inclinação da lança de acordo com o que acreditasse ser a posição da mulher.

Tais movimentos tinham vários objetivos. Mover a lança daquela forma era a melhor opção para bloquear um ataque frontal ou lateral, além de proteger bem suas costelas feridas no lado direito. O giro para diagonal trás\lado visava protege-lo de um ataque aéreo ou na parte inferior. Ajeitar a inclinação da lança durante o giro era para tentar contra-atacar baseado onde ele sentiu que estava sendo visado.

Assim que acabasse o giro assumiria novamente a postura de defesa, adotando suas táticas defensivas e de contra-ataque enquanto tentava localiza-la.

Taticas defensivas e de contra ataque:
 

No entanto para seus planos darem certo, para conseguir lutar mesmo sem conseguir acompanhar com os olhos a velocidade da mulher, ele precisaria de além de seus conhecimentos em combate, estratégia, genialidade, mais que tudo isso, precisaria de um timing perfeito, uma noção exta do tempo. Então mesmo que fosse atingido vez e outra, que caísse e se ferisse, se ergueria enquanto ainda tivesse forças e tentaria sempre se adaptar a luta, a velocidade dela, ao timing de seus movimentos. Tentaria contra-atacar. Tentaria encerrar a luta e matar ela. Pelo bem de seus companheiros e pelo bem do domínio sobre o seu próprio corpo. Precisava ganhar!

---

Se a mulher no entanto não fosse até ele, escolhendo atacar outros, Raksha não veria outra opção senão avançar contra ela, para quando se aproximasse, realizar um ataque de corte de baixo para cima, parando com a lança na altura ideal para entrar em sua postura defensiva e realizar suas manobras de combate.

---

Visando não repetir seus erros anteriores, toda vez que Raksha estocasse, giraria os punhos para a direita de forma que não fosse fácil subir e pisar na lança sem se desequilibrar, e ao retrair a mesma, os punhos girariam na direção oposta de forma a normalizarem. (Movimento de girar uma chave)


---

Tendo visto que existia uma seringa enfiada na nádega da mulher, após a dificuldade que seus aliados tiveram para fazer isso, o Tigre sabia da necessidade de inserir o líquido nela. Então ele procuraria, na medida do possível, durante a luta deixa-la de costas para os outros, lhes dando a chance de acertar o objeto injetar seu conteúdo.





Histórico:
 
Objetivos Atualizados:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Última edição por GM.Wild Ragnar em Qua 04 Abr 2018, 23:18, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyQua 04 Abr 2018, 08:42





Royce

Fury Furry



Enquanto seus companheiros apanhavam o jovem gatuno vivia sua vida mansamente, deitando e rolando, como todo gato gosta. Uma viradinha depois da outra. Ainda que parecesse uma estratégia despreocupada o jovem estava concentrado, observando a sua oponente enquanto movia-se em sua brincadeira.

- Parece a minha técnica-gara. - Falou baixinho com a cara enfiada na neve. - No entanto a dela-gara parece forçar os músculos em estágios cada vez maiores-nyan. - Mais uma rodadinha, e mais outra enquanto observava o desenrolar da luta. - Ela-gara precisa de algo externo pra suportar a carga. - comentaria, também para si mesmo, se tivesse enxergado a mulher tomando a pílula.

Finalmente a oportunidade para o seu cartaço surgiu, mas...

E seu truque havia ido por água, ou melhor, neve abaixo. Tinha se esforçado em cada rolada, ao mesmo que todos se esforçaram para lhe dar cobertura em seu plano, ainda que não soubessem o que Royce estava planejando, todos haviam lhe permitido a aproximação discreta para que no fim ele falhasse em executar com ‘perfeição’ o que precisava.

- Que foi isso gatinho, tá ficando tarado igual ao tritão agora?

Se não fosse os pelos que cobrem sua face o jovem teria enrubescido com a pergunta de sua oponente.

- Não!!! - disse agitando a cabeça e as orelhas. - É que…. - não sabia dizer o que seria. - Deu vontade de morder… - arrependeu-se de dizer isso, mas antes pensasse que havia sido isso do que aquilo.


Engolindo em seco Royce repetiu.

- Pronto para que-gara?

Um pequeno riso saiu dos lábios de Shizuka, estes que ainda roçavam em suas orelhas provocando um arrepio que estremeceu e eriçou o corpo do jovem.

- Para mim. Para me aceitar. - as palavras doces ditas ao pé do ouvido fizeram o coração de Royce acelerar no peito.

No fundo Royce sabia que aquela forma e comportamento não eram os da Shizuka de sua infância, ele lembrava-se de como Shizuka era assustadora e terrivelmente manipuladora, ele lembrava que havia fugido de casa para viver na floresta por esses mesmos motivos, para que então pudesse pensar por sua própria cabeça e não pelas ideias dela, ainda lembrava… Mas somente lembrar já não parecia mais bastar para manter Shizuka longe de si, ainda mais, nesse momento que a solidão que sentiu a pouco ao ver a mesma desaparecer ainda estava tão vivida em sua memória.

As duas memórias entravam em conflito no interior do gatuno, uma era a Shizuka de sua infância, da qual ele havia fugido e a outra era esta nova Shizuka, tentadora e sedutora.


- O que eu-gara ganho com isso-nyan? - perguntou o jovem estimulado por sua ganância e curiosidade.

- Hunnnnnn. - gemeu a coelha ao pé do ouvido de Royce, logo as mãos da mesma deslizaram pelo peito do rapaz enquanto ela mordia a orelha dele. - Ousado.. - falou baixinho e começou a contornar o corpo do jovem. O movimento de Shizuka fez o lugar onde estavam tremer e mudar, deixando o local negro com a fogueira e transformando-se em uma ampla sala.

As paredes não eram vistas, pois se perderam em meio a escuridão, mas o chão que o jovem enxergou era de pedra, tal qual o trono em que sentava-se. A coelha enfim o contornou e ajeitou-se em seu colo e com suas mãos apoiando suavemente o rosto do jovem para que assim seus olhos se encontrassem.

- Poder, dinheiro, fama…. Ahhhh, eu sei, eu sinto.. - os rosto dela se aproximou do dela. - Liberdade? - o corpo de Royce retesou com essa última promessa. Talvez para todos fosse óbvio que a coelha mentia, pois a liberdade seria tudo o que Royce perderia ao ceder, mas a forma como ela o tratava e seduzia fazia com que essa verdade óbvia lhe passasse despercebida, mas ainda não o convencia.


- Eu-gara já sou livre nyan. - constatou, parecendo um pouco tolo em sua afirmação.

Será?


A oponente a sua frente parecia crescer cada vez mais, o calor que emanava dela fazia o desconforto de Royce se tornar praticamente palpável ao ponto de quase merecer um nome próprio.

Sentir a dor irradiar por seu braço só tornava esse sentimento ainda mais verdadeiro, mas sabia também que sua oponente chegaria a um limite, só teriam que pagar para ver.

Era dado o momento, a parte decisiva do embate, era a hora do jovem mostrar também todo o seu poder e o quão fantástico ele podia ser, suas pernas haviam parado de sangrar, era o menos ferido entre seus companheiros e poderia voltar a usar de sua aceleração para ter vantagem… SIM ERA O SEU MOMENTO DE BRILHAR.

SIMMMM. MATE-A, MOSTRE A ESSE LIXO QUEM É A RAÇA SUPERIOR.


Royce sentiu a determinação crescer dentro de si, estava pronto, sabia que era capaz de fazer o que precisava fazer.

Olhou nos olhos de sua oponente, suas orelhas agitavam-se nervosamente devido a periculosidade do que tinha que fazer, pois somente a perfeição em seus movimentos seriam capazes de salvar a sua vida.

- Nyann. - falou desaforadamente. E então…

Virando-se para a direção do tritão o jovem começou a correr da luta, da sua garganta o grito agudo e eriçado aumentava junto com sua própria velocidade.

- NYANNNNNNNNNNNNNNNNNNNN. - gritava enquanto fugia da luta.

NÃO, NÃO, NÃO. - o tormento crescente de Shizuka berrava em sua mente a cada passo a mais que o jovem dava em sua fuga. Correria diretamente para o tritão em sua mais fiel e brava fuga.


Depois de tudo, depois de toda a luta e depois dos danos que havia causada e das palavras que havia dito o jovem sabia o que aquela atitude covarde significava.


O MELHOR PLANO DE SUA VIDA.


A fuga seria o ápice para completar a fúria de sua oponente e assim Royce tinha a certeza de que não seria perdoado, cegando assim sua oponente pelo ódio e preparando assim o terreno para o seu plano.

Contando com seus instintos mais uma vez o jovem jogar-se-ia de cara na neve, literalmente caindo em um tropeço magistral o qual tinha o intuito de sair da frente da maioria dos golpes possíveis ao mesmo tempo que faria uma linha direta entre a oponente e o tritão puto.

“As pupilas dela estavam dilatadas, é só brilhar estrelinha. - pensou o jovem em sua queda.

PUFF - soou a neve macia se o jovem tivesse realmente conseguido cair de cara.

Era provável que tivesse tempo de alguns poucos passos acelerados antes dela revidar, teria no máximo o tempo no qual ela seria tomada pela surpresa por sua atitude inesperada, afinal, até então ele só a havia provocado e chamado para um combate direto e agora inesperadamente estaria lhe dando as costas e correndo como um abobado.

Talvez 3 metros, com sorte 4m... Era esse o tempo que os instintos de Royce lhe ‘informaram’ que teria antes de convenientemente tropeçar e cair de cara, torcia apenas para estar correto.

Se tivesse dado sorte e conseguido esquivar, deixando assim a oponente fronte a Ken e permitindo a ele assumir um glorioso posicionamento na traseira dela, quer dizer… Um posicionamento próximo ao ferro espetado na bunda dela… Quer dizer…. deixa pra lá.

- Hunrrhggg. - gemeu devido a dor que irradiava ainda de seu braço conforme tentava se recuperar rapidamente de sua ‘queda’ para voltar a correr e dar continuidade ao seu plano BRILHANTE. Esperava só que o tritão não perdesse a oportunidade e que se ao menos não a cegasse a distraísse.

A partir dali as possibilidade na mente de Royce eram duas. Ou a lutadora poderia ficar desconcertada e interromper seu avanço por estar momentaneamente cega, dando assim a oportunidade de Royce saltar em sua direção e apertar o conteúdo na sua bunda. (Obviamente a seringa) Ou ela poderia estar tão acima das expectativas e assim sendo não interromper seu avanço, talvez por ser habil de mais, ou por o tritão não ter brilhado, ou somente por ter tanto impulso que sua capacidade de ‘voo’ extrapolavam a consideração do gatuno. Fosse qual fosse a razão, neste segundo caso o gatuno teria provavelmente jogado o problema para o tritão e a bárbara, ganhando tempo para ele mesmo se preparar.


Tendo acontecido a primeira hipótese o jovem tentava se mover rapidamente aproveitando-se do momento ‘cego’ da rival para se aproximar, mas antevendo um contra-golpe, pois sabia por experiência própria que nem todos são dependentes somente da visão para lutar. Audição e imaginação são ferramentas tão poderosas quanto a primeira durante um confronto. O contra-golpe poderia vir na forma de um chute reto, no qual a oponente apenas esticou a perna para trás com força brutal a fim de chutar Royce para longe, ou talvez na forma de um giro feroz que além de poder acertar o gatuno também a permitisse girar livrando-se da luz brilhante de Ken. Ainda, talvez não atacasse Royce, e apenas executar algum movimento de esquiva que fizesse com que fugisse completamente do alcance do gatuno, porém nesse último não havia muito que Royce pudesse fazer.


Assim, caso revidado em seu avanço o jovem se jogaria para o lado, torcendo o corpo para bater de costas na neve e quem sabe assim conseguir deslizar por baixo do golpe da mesma e também sair da trajetória das possíveis balas disparadas pelo tritão podendo atacar a mulher de baixo para cima, um golpe simples e talvez sem grande poder, no entanto, planejado, pois Royce mirava na zona interna das coxas de sua oponente, buscando forçar ainda mais as pernas que pareciam correr na direção do limite. Após o golpe, ou mesmo antes, caso o jovem tenha percebido que não teria chance de aplicá-lo, começaria a rolar na neve para longe da maluca antes de ser brutalmente espancado.

Caso o avanço fortuito por trás não fosse revidado, permitindo assim a aproximação ainda de pé do jovem ele tentaria concluir o serviço anteriormente iniciado e injetar o conteúdo da seringa nas nádegas da mulher.

Caso ainda a mulher apenas esquivasse, ou continuasse sua investida na direção do tritão, ou de qualquer outro o jovem não a perseguição de imediato, aproveitando o tempo ganho de bom grado para assim também se preparar para um combate mais intenso. Nesse momento Royce colocaria a espada cravada na neve e se posicionaria começando mais uma vez o processo de ativação da sua técnica.

- Tenho a impressão que os princípios são parecidos-nyan. - refer-se-ia que a sua oponente utilizava.

Neste momento não estaria sendo o foco, e por tal teria tempo de observar sua oponente em seus movimentos para ter certeza de como deveria proceder. Acompanhá-lo-ia de ‘perto’, correndo pelo flanco interno. Nesse momento era provável que o tritão estivesse momentaneamente incapacitado, assim como a barbará e que a oponente estivesse seguindo para enfrentar o tigre, Royce teria a seguido o mais próximo possível que sua velocidade lhe permitisse, tentando assim alcançar-lá quase no mesmo momento que ela alcançaria o tigre.
(Estou supondo que no período em que paro para ativar a técnica ela já vai ter dado uns pipocos no Ken e seguido adiante, onde terei com sorte ativado a técnica e seguiria assim na direção do Rag.)

Correndo através da força extra em suas pernas o jovem tentaria atacar a mulher pelas costas/direita(dela), enquanto a mesmo atacava o tigre, porém o jovem não concluiria os primeiros ataques, usando-os apenas como uma finta para testar a reação da mulher, ou seja, o reflexo da mesma em reagir aos seus ataques enquanto ela mesmo trocava golpes com o tigre e a ruiva. Sendo assim o jovem estaria pronto para abortar o movimento de ataque e saltar para longe da mesma usando a tática para quebrar o ritmo da lutadora e não lhe dando a chance de direcionar seu foco apenas para um oponente.


Usando ainda de seus conhecimentos de furtividade o jovem se manteria posicionado de forma a explorar pontos cegos, ou ainda forçar a mulher a projetar sua visão para si, de tal forma que um dos seus companheiros ficasse no ponto cego. Posicionando-se a todo momento a fim de causar esse efeito na oponente.

Por sua vez manteria esse combate curto, não mais distante que 3m, fintando ataques e fazendo propositalmente barulho ao se deslocar para não deixar a mulher se concentrar. Após sequências de fintas o jovem se arriscaria em um golpe mais profundo, novamente uma tática para quebrar o ritmo e deixar a oponente incerta sobre poder ou não considerar todos os movimentos como falácias. Royce durante sua movimentação procuraria criar ‘trilhos’ na neve de modo que futuras e recorrentes movimentações fossem facilitadas por esses sulcos.


Certamente não seria o único a estar atacando e mais certo ainda que não teria só que atacar como também se defender, ou mesmo se recuperar de ataques sofridos, mas visando minimizar esse efeito o jovem se manteria ‘longe’ e avançaria em seus ataques simulados junto com os outros, deixando assim que um dos seus companheiros ditar o ritmo o qual ele acompanharia, horas fazendo seu ataque alcançar a mulher um segundo antes dos golpes de seus aliados e horas chegando depois, nesse segundo caso ele miraria os golpes em pontos que julgasse ser ‘futuros’ na movimentação dela.

No entanto, mesmo com as precauções que visavam retirar da mulher as chances de atacá-lo, era possível que ela conseguisse surpreender e ainda assim direcionar ataques na direção do gatuno. Antevendo algo assim o jovem tentaria esquivar com um salto elevado para trás, auxiliado pela força de suas pernas. O salto seria mais alto do que distante de modo a deixar a lutadora ‘abaixo’ de si para então o jovem posicionar a espada com a lâmina para baixo caindo em cima de sua inimiga.

>>><<<

Era possível que em algum momento a mulher saltasse a recuasse, se posicionando de forma a deixar seus oponentes todos a sua frente e conseguir assim uma ‘folga’, mas Royce estaria esperando por esse momento e ali usaria seu outro truque na manga.

Saltaria então rapidamente até um dos sulcos anteriormente ‘priorizados’ e agachando-se o jovem forçaria brevemente suas coxas, ao tempo que se firmaria a frente com as garras de sua mão esquerda, tentando suportar a dor que seria gerada no seu ombro.

- Vadia. - xingou-a por aquela dor e então mirando na direção da mulher ativaria sua segunda técnica. - Solt - dando assim o impulso acelerado conhecido por dash, para cobrir a distância que a mulher havia tentado conseguir e manter-la pressionada naquele momento. Afinal, se a mesma havia recuado era possível que estaria novamente sendo afetada pelos efeitos de suas drogas, ou talvez o anestésico ( se tivesse conseguido inserir antes) estivesse começando a afetá-la.

O golpe seria mirado em uma área fatal a maioria das criaturas, um golpe circular conduzido por sua mão direita na altura do pescoço da mulher.

Corte a cabeça da cobra. - animava-se Shizuka no interior da mente de Royce, pela expectativa daquele momento. - ISSO É PELO MEU NAVIO! - Gritaria Royce durante o ‘voo’ em direção a mulher, momento antes da sua tentativa de golpe fatal.

Se acertar o jovem teria provavelmente ‘encerrado’ o confronto, porém poderia ter apenas um êxito parcial e nesse caso após ‘aterrissar’ tentaria o mais rapidamente possível girar para atacar novamente com um corte giratório abaixando-se no processo para atingir as pernas de sua oponente.


>>><<<


Caso acima de todas as expectativas, fossem eles a estar sendo pressionados o jovem teria que começar a utilizar táticas sujas. Nesse caso era provável que não tivesse obtido sucesso em injetar o anestésico e este se encontrasse ainda preso na bunda da mulher.

E assim, fingindo esgotamento o jovem se abaixaria, assumindo a postura de Solt e então começaria a dar uma risada cansada.

- Nyannyanya n nya nayanya cof. Você já perdeu, mesmo que nos mate, já perdeu. Eu injetei veneno na sua bunda. Nyany.

Sabia que ela lembraria do momento em que achou que havia sido arranhada e atento a isso Royce esperava que ela torcesse o pescoço para olhar para a próprio bumda, mas se só isso não a fizesse ter essa reação ele completaria. - A serinda ainda esta presa ali. - sorria e faria um sonzinho de mordida. *Nhac*.

Esperaria que isso fosse o suficiente para que ela olhasse para trás e assim abrisse espaço para uma tentativa de usar sua técnica Solt avançando rapidamente até a oponente mirando a mesma tática anteriormente pensada.



”objetivos”:
 


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Solt:
 



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptySex 06 Abr 2018, 12:43

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#017
Respiraria fundo e olharia toda aquela neve em minha volta, provavelmente um pouco manchada com o sangue de toda aquela batalha. A dor dos golpes dela seria realmente incrível, assim como a locomoção das minhas pernas e como sempre cuspiria na cara da dor! Já teria passado por dores e fraturas maiores que aquela e ficar pensando na dor ou simplesmente ficar se lamentando não estaria em meus planos!

“Vamo seu tritão filho de uma puta! Aquela vagabunda está completamente descontrolada e pelo jeito não percebeu que o gatinho picou o cu dela !! É a hora de ignorar a porra da dor e partir pro caralho da treta porra!”


Recarregaria as minhas pistolas, ajeitaria as minhas bolas, cuspiria uma longa e espessa catarrada na neve focaria na puta inimiga! – E aew vagabunda, precisa tomar remedinho pra ser fodida? Não fica preocupada que eu fodo você de forma natural e não preciso de remédios pra isso sua vagabunda!... Acho que podemos concordar que a merda se espalhou de uma maneira colossal!!

Olharia para todos os meus aliados e diria ao ver as suas atitudes ... – Mas que merda é essa!...
Caso notasse a movimentação do gatinho em minha direção falaria com a ruiva musculosa, caso ela estivesse próxima de mim... – Muito bem gostosa, vou precisar de sua ajuda pra foder àquela puta. Preciso que coloque esses músculos deliciosos pra me arremessar na direção dela quando eu mandar!... Não me importaria com a resposta da vadia musculosa e partiria para cima dela indo à direção do Roy...

“Muito bem gatinho, vou aproveitar para esconder minha linda presença azul”... Correria indo em direção ao mink com o sangue nos olhos ignoraria completamente a dores e focaria apenas na adrenalina que cresceria como uma represa que rompe suas barragens e desce o vale como um demônio arrastando a vida e a esperança de todos. Quando notasse o tropeço do gato pensaria...”Caralho gato, como vc consegue cair assim tão fácil?”... Ao mesmo tempo gritaria para a ruiva... – Agora porra!.. Saltaria no ar e esperaria que de alguma forma absurda aquela mulher tirasse forças de seu cu musculoso e me arremessasse na direção da puta descaçada!

Assim que o gato caísse ela poderia olhar surpresa pra mim enquanto enfurecido gritava o nome da minha ultra, meiga, audaciosa técnica suprema... – Sua puta preparasse para o meu disparo supremo... The brilliant shot - Unicorn flying !!!

Arremessaria uma de minhas pistolas contra a inimiga e brilharia na sequência. Brilharia com vontade de ver os olhos sangrarem e dispararia 3 vezes com a minha outra pistola. Caso estivesse próximo a me chocar contra o solo, usaria minha perna não machucada como uma alavanca para me impulsionar na direção da inimiga enquanto efetuava mais dois disparos. Se não fosse necessário o galope para me impulsionar aplicaria os dois tiros até chegar à inimiga e lançar a sequência da minha técnica... - Unicorn flying – Love Kiss! ... Abocanharia com todas as minhas forças o pescoço da inimiga ou a sua região dos seios. Se possível, para uma maior precisão e dano, encostaria a minha pistola em seu corpo ou cabeça e descarregaria o restante da minha pistola (seria a região onde a minha ação fosse a mais rápida e precisa). E com a outra mão, enfiaria o dedão em um de seus olhos e afundaria com o máximo de força para arrancar um de seus olhos. Como um tubarão, balançaria a minha cabeça com o intuito de destroçar e arrancar o máximo possível de carne dela empurraria o copo dela e me afastaria dela.

Correria, em zigue zague, na direção à arma que havia atirado contra ela, pegaria a mesma começaria a atirar mais balas na vagabunda, caso ela ainda estivesse de pé! Os tiros seriam para eliminá-la em primeira oportunidade, feri-la gravemente, ainda mais ou abrir brechas para os meus aliados. Recarregaria a minha pistola e tomaria distância enquanto atirava mais balas contra ela. Manteria sempre os tambores cheios de balas.

Na hipótese da ruiva não querer participar do meu avanço, seguiria o meu plano como um lobo solitário. Correria com todas as minhas forças em direção ao mink, ignoraria as dores e usaria o seu corpo para ocultar o meu durante o avanço. Quando visse que o mesmo tropeçaria, perceberia que não poderia ocultar mais a minha presença e saltaria em direção a inimiga vagabunda gritando minha técnica... - The brilliant shot Unicorn tripping. (Realizaria a mesma sequência acima).

Se por ventura a mulher fechasse os olhos, não jogaria a minha pistola e não brilharia, apenas descarregaria as duas pistolas contra ela e assim que ela abrisse os olhos brilharia com toda a minha intensidade e a morderia (caso a mesma estivesse próxima de mim) ou recarregaria a minha pistola e correria circulando a mesma enquanto disparava contra ela.

E caso a mesma durante o meus golpes se virasse contra o gatinho para golpeá-lo e a seringa ainda estivesse na bunda dela sem ter sido aplicada ainda, sorriria de forma maléfica e com todo o esforço que os meus músculos pudessem gerar naquele momento e com todo o cuidado do mundo para não escorregar ou errar saltaria contra ela e assim que chegasse no ponto exato usaria a técnica lendária ainda nunca vista... – Sarrada Lengedary!!!!
Sarrada Lengedary:
 

. Após o movimento, aplicaria quatro tiros de cada arma e me afastaria em zingue e zague! Caso a mesma tentasse me perseguir, brilharia e aplicaria mais dois tiros de cada arma contra ela. Recuaria mais um pouco e recarregaria minhas armas.

Em todas as minhas ações usaria sempre um tiro ou dois para me defender. Realizaria esquivas de pendulo ou até mesmo pularia se fosse necessário! Mas ao invés de bloquear, aplicaria tiros contra ela!

Mas como nada nessa vida é fácil e normalmente sempre há algo que lhe impeça de ir ali e passar a mão na bunda do destino aplicaria meu plano C, isso mesmo C de cu! Ao analisar a minha condição física notasse que as minhas pernas poderiam me deixar na mão ((paann! Entendeu o trocadilho?) preferiria não colocar tudo a perder e simplesmente me jogaria na neve e ficaria “deitado” como se não quisesse mais lutar. Ficaria de bunda para cima e esconderia a minha arma entre a minhas pernas e esperaria a aproximação da mesma!... “Ninguém resiste a uma bunda azul para cima ao relento”.
Assim que ela mordesse a isca, delícia, e entrasse dentro do meu campo de ação, brilharia e dispararia minha técnica mágica – Fire In The Hole!
Fire In the Hole!:
 
...
E atiraria quantos tiros fossem possíveis contra a vadia, os disparos teriam prioridade a sua cabeça, barriga e pernas! Após os disparos, rolaria na neve e ainda deitado dispararia mais algumas vezes até levantar e fugir, PELADO, da forma mais efetiva.
FUGA:
 



Mas, se essa puta ainda estivesse inteira e acertasse, tentaria segurar o seu golpe com os meus braços e agarraria o seu membro com o máximo de força. No caso de ser um de seus braços. Morderia a região do cotovelo e tentaria desmembrá-la e depois recuaria recolhendo as minhas armas, caso tivessem caído, atiraria e recuaria. E se fosse a perna, ignoraria os danos e se me restasse um braço bom enfiaria o mesmo com toda a minha raiva e força dentro entre suas pernas e com a arma possivelmente ainda em mãos atiraria aos gritos!! – MUUUHUUHAUHAUHAUH Fuck Force!!...
Fuck Force:
 
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptySeg 09 Abr 2018, 02:44

Before my body is dry




Post 16





“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)




As coisas não tinham tido uma mudança tão grande no fronte de batalha não ainda mas agora nesse momento, a jovem sentia a felicidade, pois não só o tigre tinha percebido o que ela estava tentando fazer, como auxiliava, mas claro antes disso o gato que antes cuidava da segunda linha de frente corria para o ataque fazendo um embate solo por algum tempo, isso que ele fazia o colocava num intenso combate solo com ela por alguns instantes o suficiente para o tigre voltar a luta, assim que ele se aproximava era notável para qualquer um como aquele ataque procederia, o que fazia a mulher pomposa e cheia de orgulho, simplesmente acreditar na tolice por parte dele.

Layla atenta ao que ocorria rapidamente aproveitara o momento onde com um pisão no ombro do tigre e um salto chutava a mulher, a hora que o golpe acertava de certeza um sorriso se faria no rosto da ruiva, aquilo por que mostrava que todos ali tinham uma chance, e claro era sempre prazeroso quando se atinge alguém que tá com a banca toda, ela então caia junto com a mulher o que foi o problema assim que no chão não foi rápida o suficiente levando o golpe bem no maxilar, a dor a percorria nesse momento mas precisava se segurar. Pois sua inimiga ainda estava de pé e muito bem por sinal, depois disso o surto de raiva que percorria a mulher a levava a um embate com Ken que acabava também resultando em dano dividido entre os dois, aquilo era problemático pois Layla sabia que não podia deixar que os danos no grupo crescessem exponencialmente principalmente pós o último anuncio da mulher que parecia mudar seu estilo.

Estaria atenta ao que todos os companheiros fizessem agora não apenas o tigre,  o momento que alguem completasse seu golpe, tendo sido ele efetivo ou não aproveitaria para pela lateral avançar rapidamente com um giro rasteiro, não começando já com este, o avanço começaria rápido com uma corrida como se fosse então aplicar um golpe com as mão fazendo pose com essa para se fosse socar, mas já perto do inimigo rolaria no chão aplicando uma rasteira, seria simples, um giro com a perna direcionada a acertar os joelhos, por sua traseira, esperava na verdade que ela esquivasse mas aproveitaria disso para levantar de uma única vez e subir com uma joelhada visando atingir ela no alto caso a mesma tivesse subido, após uma talvez esquiva da rasteira circular, se em algum momento tal mulher tentasse me atingir durante a realização da rasteira, atrasaria tal ataque o parando no meio do movimento, me reposicionando com um giro pelo chão e avançando rapidamente agora pôr a traseira, ou se tivesse se virado pela frente seria um chute circular mirando o pescoço do inimigo, onde usando o giro só corpo lançaria a perna no giro de 180 graus visando atingir com o calcanhar, aproveitaria também das fintas que o grandão usasse para tentar realizar esse tipo de movimento igualmente.

Tomaria sempre cuidado nos movimentos, para que não atrapalhasse o tigre sempre visando fazer meus ataques depois dos dele, em tempos que ela reagiria a ele ainda, ou que tivesse acabado o movimento, já que entrar antes disso poderia mais atrapalhar que ajudar. Depois do movimento finalizado a jovem se afastaria novamente, sempre esperando a ação dos outros dois para só depois encaixar outros movimentos, se em algum momento fosse atacada quando estivesse já se afastando ou já distante da mulher a jovem então tentaria esquivar dos golpes, para chutes mais altos que sejam visando o tórax, aproveitaria o momento para se abaixar e responder a tal com uma rasteira, já girando para longe dali após sua realização se ela fosse mal sucedida. Para ataques mais laterais tentaria ir para o lado oposto ao ataque aproveitando nesse momento para girar o corpo em um primeiro giro de 180 graus já ajustando a postura para na outra metade do giro aplicar Um chute 360º, e posteriormente me afastar.

Se em algum momento fosse atingida por um golpe tentaria aguentar a dor, e aproveitar do momento que tal acontecesse onde possivelmente ela estaria com a guarda baixa durante a realização de seu ataque, e então visaria golpear com um chute simples na região torácica, apenas com um rápido impulso do pé subindo ele rapidamente de maneira retilinta direcional, usando mais o bico da bota a intenção dela era apenas tentar danificar o máximo que pudesse para o dano que tomasse não fosse em vão. Se chegasse a cair em algum momento tentaria levantar o mais rápido possível para que isso não atrasasse o rumo das coisas, e voltaria sempre pra tentar aplicar outro golpe, quando tivesse a chance.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyTer 10 Abr 2018, 20:58

Se você está atravessando o inferno, bem, continue andando, parte 4








As pupilas da mulher sumiam dos olhos, que ficavam completamente brancos, depois de tudo aquilo, e sim ela estava em um modo onde sua consciência praticamente se perdia devagar, e no lugar do que seriam suas falas surgia um rugido aparentemente irracional. -HUUUUUUUUUUUUURRRR.- Os homens vendo aquilo quase caiam de cara no chão, a voz em um uníssono era um grande. - CHEFE NÃO.- Eles deviam já ter visto aquilo antes algo entre o racional e o irracional, o que eles poderiam chamar de estado berserker, e sim pra eles isso era preocupante já que ao que lembravam, não distinguia bem inimigos e aliados quando atingia certo ponto, e bem quando ela matasse todos, seriam eles a lidar com isso. Lá do mar os agentes no barco que assistiam em um binoculo, tudo que estava acontecendo pareciam arregalar também os olhos e um deles que comia uma rosquinha engasgava com ela começando uma tosse maluca e cuspindo o que havia entalado na água, sim provável que não tivessem chegado ver ela fazendo aquilo ainda.

Enquanto isso no fronte de batalha das grandes quantidades e pouca qualidade, Toretto quase terminava o serviço completo, a maioria dos minions ali presentes estavam desabilitados, e o careca prosseguia seu serviço sem parar, Cassandra da água mantinha o bom serviço também, junto com akuma, goratiks finalmente conseguia fazer o que lhe era pedido, e saltava na água, começando a nadar com o canhão pesado sim ele tinha de fato pego o que era solicitado, atrasado? Talvez, já nisso ele continuava sua movimentação. A loira bem, logo falaremos dela, mas primeiro, Royce em seus momentos de ladino mudava sua estratégia sim, era esse o momento que se colocava a diante ele rapidamente começava a correr… sim ele fugia da luta como era seu costumeiro mas com ideias melhores, correndo em direção ao seu inimigo, Raksha gritava nessa hora, um enorme Rugido, sim era um roar, gigantesco, e proferia palavras que iam para provocar a mulher infelizmente nesse momento o estado berserk dela nem mesmo tinha noção do que estava acontecendo.

Avançando para o mais próximo que era o gato sem botas, correndo dela, em sua perseguição insana, o tigre estava de fato a uma distância mediana e isso não o faria desistir de ir atrás delas e junto com ele a ruiva, com certeza, seguia também, mas o momento o plano era outro fugir ate o ponto que se aproximasse do tritão com ela seguindo, na hora que via um rápido chute que vinha rapidamente se jogava no chão deixando a vista dela frente a frente com a crista do tritão, que rapidamente ativava seu brilho para que ela realmente sentisse, ia bem nos olhos dela, que a faziam virar o rosto pro lado, e claro aproveitando disso vinha o próximo movimento do gatuno, a muler depois do brilho avançava pra cima de Ken rock, enquanto agueirando-se royce se aproximava da traseira dela, mas quando estava bem próximo quase pronto pra apertar, rapidamente um chute alto subia e nem estava diretamente mirado nele, sendo assim completamente ao acaso ele ia resultar no seu próximo movimento de giro, o gatuno ainda se jogava pro lado fazendo que aquilo só o atingisse de raspão, mas a força do golpe acabava abrindo um talho em seu queixo.

Avançando loucamente contra o tritão a Ruiva tomava a frente tentando bloquear a mulher, mas em dois movimentos de soco e um empurrão era deixada no chão, um golpe na barriga e um no rosto, sendo empurrada e caindo com a cabeça numa pedra por ali, sim esses eram os movimentos que a desmaiaram, sim a pedra a fez desacordar naquele momento, e partir pra cima do azulado, o gato então ativava pela segunda vez sua técnica que agora iria o dar uma vantagem de certo modo, por mais que o bote viesse a ser uma possível dor futura, entretanto a sobrevivência sempre falaria mais alto, o voo gigante da mulher agora após derrotar a barbara era com uma enorme voadora bem nas costelas do azulão que vendo a sua partida apenas agora tinha sua chance, ele não dava um ou 2 ele descarregava a pistola no dorso da mulher, que recebia todos os tiros um a um, os tiros entravam mas não iam tão fundo ficando presos na musculatura torácica, ela urrava no momento, em um grito que mais aprecia raiva que dor, mas era de fato um misto entre ambos, isso era um caso certo na verdade. E seu voo não era parado mesmo com isso, fazendo que o pé fosse enterrado bem nas costelas do tritão, que apenas ouvia um crec, nesse momento caindo para o chão ele usava a perna boa para disparar mais dois tiros no torax da oponente, que os tomava, entretanto desferia um chute bem no braço do azulão, na verdade naquele que tinha sido previamente machucado, o tritão mantinha a consciência mas caia momentaneamente o que fazia ela dar ele como inimigo derrotado dentro de seus parâmetros de besta já que estava sem consciência no momento.

E dai vinha em uma velocidade ainda astronômica em direção ao tigre que já havia firmado sua base de defesa, ela rapidamente socava com toda a vontade que ainda tinha, enquanto Raksha movendo rapidamente a ponta da lança desferia um golpe contra o punho atacante e conseguia de fato parar mas enquanto o bloqueio era realizado outro golpe estava a caminho um chute que acertava na mesma panturrilha que tinha sido alvo também anteriormente ele tinha uma ideia boa de quanto tempo demoravam os golpes dela, mas sua noção depois desse boost era inexata, mas sua visão parecia aos poucos ir se adaptando aos tempos, e dessa vez o impacto ia no osso, fraturando bem lá no fundo, entretanto Layla vendo a perna dela ereta aproveitando do momento que o tigre era atingido, desferia uma joelhada na canela da mulher o barulho de osso quebrando era claro.

O que fazia com que se virando rapidamente para Layla ela avançasse com um chute deliberado sob o cotovelo da mesma e o barulho era de igual intensidade a pancada fraturava aquilo, o avanço continuaria com toda certeza, mas com uma enorme força Raksha estocava por trás, o golpe dele feria a mulher pegando no que seria a cintura, e adentrando fundo fazendo ela ir pra frente do que seria, o que aumentava o estado de raiva, em um salto rapido chutando Layla voava sobre o tigre com todo o peso de seu corpo em uma cabeçada? Sim era isso que sem tempo para bloquear ia bem no meio de seus peitos, e descendo pra o chão subia com um chute, dessa vez com o que vira de distância entre os dois golpes anteriores, o tempo calculado resultava em um bloqueio bem feito, seguido de um chute lateral dela, onde novamente ele movendo a lança com a ponta pra baixo com a esquerda bloqueava. Nesse exato momento o esperto gatuno tinha o tempo que precisava e rapidamente voava com toda a vontade na bunda dela, pra apertar a injeção, que rapidamente, era colocada para funcionar, em um último momento de fúria virando-se para o gato recebia mais duas estocadas fortes pelas costas o que praticamente a colocava em um caminho sem volta, mas com toda a força atingia as costelas do indivíduo, não havia dado um tempo de reação para o gato mas ele mesmo assim tinha feito o que devia.

Os olhos da mulher antes brancos recobravam a cor e caindo de joelhos no chão, murchava voltando para aquele estado de corpo inicial antes de tudo ficando praticamente inerte, o corpo inteiro dela se tremia, e a dor tomava conta de tudo, a fazendo ficar em um estado catatônico, quase dormindo mas ainda acordada como se fossem os últimos lapsos de consciência que lhe restavam, todos os buracos de bala passavam a sangrar naquela hora, os furos da lança que antes não se mostravam assim tão grandes pareciam ter o dobro do tamanho, ela tentava mover a mão ate o sutiã como se quisesse pegar mais uma das pilulas, mas nem mesmo força pra levar a mão ate o lugar ela tinha, e apenas desistia, agarrando Royce nos últimos momentos as lágrimas saiam do rosto dela, com umas últimas palavras. - Eu fui bem não é gatinho? Você sabe que eu fui a melhor não é?- e finalmente ela apagava deixando os pelos do gatuno encharcados no sangue, era aquela hora que dava pra se ver a ingenuidade que ela carregava, mas pôr o que ela lutava? Pergunta interessante ou obvia? Difícil de se saber apenas que naqueles últimos momentos se via a humanidade nos olhos dela, no tremor de seu corpo e claro nas suas palavras, era como se tentasse provar algo.

Então deitada no chão ainda viva, mas praticamente inconsciente o corpo tinha espasmos, e claro não viveria muito depois de todo um pent de balas descarregado no torax e 3 estocadas de lança nas costas, um corte de espada, mais de 4 golpes que tomou contusões e feriram seu estômago, alem de um osso quebrado por a ruiva no fim do combate praticamente, estava morta mesmo que vencesse a luta desde que ativou essa técnica que além de tudo exigia demais de seu corpo, não há mais muito a se fazer nesse ponto do combate. Agora saindo do oceano o enorme tubarão baleia carregava consigo o canhão se aproximando de onde estavam Royce, Raksha e Layla com a inimiga caida no meio deles, enquanto Ken levantava da neve ainda meio quebrado e então ele sorridente falava. - Consegui o canhão, em quem vamos atirar?- falava animado colocando ele no chão e esperando uma ideia de pra onde apontar.

Enquanto isso no outro fronte a Loira vs o trio sedução era esse o momento certo, alguns minutos atrás antes do fim do combate com a mulher, a louca estava dentro do seu ambiente onde os 3 grandalhões se preparavam para começar, ela estava preparada avançando primeiro como alvo principal o líder deles, o golpe vinha era uma martelada giratória. Mas antes de atingir o chefe o gordo da jaqueta rapidamente usava mais uma vez sua habilidade. - ROLO COMPRESSOR.- mas dessa vez atenta ela saltava sobre a bola massiva de gordura, prosseguindo com o golpe de martelo, e do alto voando como uma borboleta, o mascarado lutador. - Buenas noches chica, asta la vista.-mas ainda no ar fazendo um redirecionamento, conseguia sair da frente o que fazia o gordo cair sobre o outro que rolava, seu golpe agora estava… parado pois a corrente havia amarrado seu martelo, e com um único puxão ele conseguia derrubar a louca, mas esta não desistia, agora ainda no chão girava o martelo, bem no joelho do chefe, que com a pancada cambaleava pro lado quase caindo. Com um giro rápido levantava com a arma já livre.

Assim que de pé não era o momento que teria paz, o lutador mascarado, impulsiona-se em toda velocidade pelo chão. - fuerza del toro, presión de los pares.- Era monstruosa a velocidade do dash dado por ele entretanto, nas últimas saia da frente ela ficando de lado para a monstruosa bola que girava em alta velocidade para cima dela naquele momento, o que acabava por atropelar ela, sim derrubando-a no chão acabava por passar por cima no giro, não chegava a machucar, já que em últimos segundos, conseguiu bloquear maior parte do peso com o martelo, há males que vem para um bem e podia ficar frente a frente com o chefe por alguns segundo, e sem exitar levantava de uma única vez avançando com seu ataque do céu maluco, em um dano assustador depois da corrida e golpe, como ele era muito grande era atingido bem na barriga, sendo lançado para trás.- Parece que luta bem pitel.- mas sem dar tempo ainda ali ela dava mais um golpe no joelho do indivíduo, infelizmente acabava sacrificando por alguns segundo a posição privilegiada, e vendo do céu. -Vuelo del ángel- o mascarado mexicano que a fazia ter que parar sua sequência para esquivar.

Rapidamente vendo que este se esborrachava no chão a bola massiva de gordura vinha com seu rolo compressor, pulando por cima a louca tinha entendido, era assim que dava pra atacar, no momento que o giro terminava a mesma descia com a martelada na cabeça dele, com a grande velocidade e força, o girinho simplesmente estava desacordado, o mascarado levantava somando impulso, e o líder sabendo que ele precisaria carregar seja o que for que fosse. - parece que você é mais forte que eu pensei gatinha, primeira vez que vejo ele cair assim tão rápido, mas espere só, e veja o poder.- girando a corrente o golpe tentava atingir as pernas dela, o que rapidamente fazia ela saltar sobre o golpe tentando  assim que tocava ao chão desferir mais uma pancada, que era certeira na barriga do inimigo, e depois um outro golpe de igual intensidade mas no ombro dele depois de um salto, ele recebia o golpe e se mantinha de pé, girando agora a parte cortante da corrente que ia bem no busto da loira que dava seu recuo para trás mas a roupa era cortada, deixando um arranhão leve meio aos seios dela.

Já nisso ele rapidamente se jogava no chão e o mascarado aparecia, em um dash sinistro que o fazia praticamente voar em direção a inimiga, chamava naquele momento umas palavras. -Caza del leopardo- dizia com a cabeçada bem na barriga da louca que tomava ela sendo levada ate o fim da investida, entretanto os danos sofridos eram irrelevantes, e no momento que encerrava a investida ela aproveitava para apenas desacordar ele com o martelo, mas antes de desmaiar, ele tinha umas últimas coisas a dizer ali. -chica, usted luchó como un chupa cabra nervioso. Recuerde que la escuela marcial tigre de la montaña,tiene muchos más luchadores, y yo debo ser sólo el primero de muchos que verá por ahí, y no se engañe, yo era uno de los que todavía estaba en el inicio del entrenamiento- falava nos ultimos momentos de consciência antes de cair completamente desacordado. Agora era um contra um e havia o espaço preciso que ela tinha pra usar. Avançando loucamente partia par ao homem com uma rajada de golpes um atrás do outro, ele esquivava de uns, bloqueava outros, mas a maioria acertava. Ate que depois de uma media de 20 a 30 golpes ele finalmente cedia. - É nós realmente caimos, e eu posso te dizer, você foi durona e gata ate o final.- e caia desacordado depois disso, sim ele era muito resistente, mesmo recebendo maioria dos golpes, ele tomava pouco do dano. Entretanto esse tempo gigante de troca de golpes, foi o que haviam derrotado a mulher, Bijin podia ver que ali não tinha trabalho, todos estavam mortos ou desacordados, e Layla e os outros tinham terminado de derrotar a única realmente perigosa.

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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 9 EmptyQua 11 Abr 2018, 11:52

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#018
Praticamente quebrado, cheio de dor por todo o meu corpo, fodido, tentando me manter de pé e tentando caminhar até a inimiga sou obrigado a escutar aquela montanha de músculos todo orgulho me perguntando em quem que iriamos atirar, nesse meio tempo recarregaria a minha pistola com a ajuda dos lábios, tentaria colocar o máximo de balas. Só faria essa ação se a minha segunda pistola tb estivesse com o tambor descarregado, caso não estivesse ...” Em quem que vou atirar seu filho de uma puta lerdo... eu vou enviar esse canhão no teu cu e atirar pra te mostrar o que é velocidade porra!”

Ergueria a minha arma contra a inimiga e dispararia contra o corpo da inimiga! – Toma sua puta, eu te disse que Ken Rock iria te foder no final! Usaria o meu braço bom para aplicar o tiro e prenderia a respiração para aumentar a precisão do acerto, mas sentiria uma vontade de espirrar e isso afetaria a minha mira. Nesse momento olharia para onde estaria apontando a arma e notaria que a mesma estaria direcionada ao tigrinho!.... Depois do tiro voltaria as minhas atenções para o Big G.

Olharia com aquele olhar do tipo, está me zoando né?, andaria até a mulher daria uma ordem ao G .... – Muito bem, já que você tá cheio de espírito carregue o caralho do canhão!! ... me ajoelharia ao lado dela. Revistaria todo o seu corpo em busca de equipamentos, armas, medicamentos, dinheiro ou qualquer informação. Pegaria tudo, daria umas apalpadas no corpo dela e em seus seios, sempre com um sorriso malicioso e uma risadinha esdruxula. Após recolher tudo, iria até o G.

Recarregaria a minha pistola, utilizaria os meus lábios já que meu braço estaria fodido. Guardaria as armas no coldre. Caso a minha calça estivesse por perto a vestiria de alguma forma, evitaria qualquer movimento desnecessário para não elevar os danos dos machucados. Se a calça estivesse longe olharia para o G e pediria... – Muito bem, você receberá duas malditas punições por ter chego tão adiantado na porra do combate! A primeira é pegar a minha calça e me vestir com a delicadeza de uma virgem e coloque esse canhão no ombro! A segunda falo daqui a pouco!

Possivelmente vestido, mandaria Big G me colocar em cima do seu ombro e miraria o canhão no corpo da inimiga... – Grandão, você foi pegar a porra do canhão então vamos ter o caralho de um tiro de canhão nessa porra! Prepare-se!

Certificaria pela segunda vez e mesmo cheio de dores, fraturas, sangue no corpo, deixaria uma certa alegria de criança espalhar pelo meu corpo! Abriria um sorriso largo e com o brilho no olhar gritaria a técnica – Big Rock! The Late Death Cannon!!!
Ascenderia o pavio com algum fósforo ou usaria a  minha pistola aplicaria um tiro no pavio para efetuar o disparo.

Após o disparo gargalharia até cair lágrimas dos olhos! Abraçaria as minhas costelas devido as possíveis dores e reclamaria... - Caralho, essa filha da puta maldita fodeu as minhas costelas! Sua puta!

Sentaria um pouco na neve escorado em algo, ou não, e ficaria olhando o local do disparo do canhão enquanto relaxava um pouco o meu corpo. Até que lembraria o atraso do Big G, das dores e de tudo que aconteceu na luta e irado me levantaria e falaria ao Big G... – Muito bem velocista, essa será a porra da segunda punição, leve de volta o caralho do canhão ao navio e me leve junto com você!  Nós iremos tomar aquele caralho!
Nesse momento olharia para todos os meus companheiros e sorriria para eles dizendo... – Foi do caralho, da próxima vez vamos fazer uma orgia! Nunca ninguém sai machucado do caralho de uma orgia, exceto aquela vez que que a menina pediu para eu morder a bunda deça Muuahushuahsuhuahsuhauhsuha!

Se estivesse no ombro de G, pediria para ele pegar a ruiva bárbara musculosa – Pegue essa buceta desacordada! ... Afinal de contas eu ainda tinha planos em enfiar o meu membro azul pulsante em sua abertura magistral. Durante o percurso ao navio, falaria para Akuma, Cassandra e Toretto, na eventual oportunidade de estarem próximos ... – Vamos seus putos! Menos você mestre Akuma, você não é o caralho de um puto! Vamos limpar o resto de aborto que estão pisando em nosso novo Navio!
Se não estivesse no ombro de G, mancaria até o navio, passando as informações aos demais!

Ser ainda tivessem inimigos em meu caminho aplicaria alguns tiros em suas cabeças ou corpos e analisaria o navio pensando... “ Humm acho que esse navio tem que ter um nome impactante, um nome que dê medo aos inimigos... Já sei acho que Pony Tour seria uma soaria de forma grandiosa!”

Caso conseguíssemos chegar ao navio e eliminar os vermes abortivos restantes, pediria para o G me colocar no chão e alocar novamente o canhão no lugar de onde ele havia tirado. Na sequência olharia mais um pouco em minha volta e falaria ao G -  Monster Big G, tenho uma ordem de extrema importância e a sua vida pode depender disso! Preciso que você vasculhe esse navio e procure alguma poltrona e trono! Assim que encontrar coloque a mesma ali (apontaria o local que desse maior visibilidade ao mar e que ao mesmo tempo não fosse tão afastado de tudo)... Vamos que é pra hoje isso!

Ao mesmo tempo eu adentraria ao navio, armado e atiraria em qualquer inimigo que aparecesse em minha frente! Revistaria cômodo a cômodo em busca de dinheiro, informações sobre rotas, papéis importante, mapas de tesouro, joias, armas, coldres e a algum livro que pudesse conter informações referentes à agilidade ou forja que pudesse ler com mais calma. Iria também para a sala do capitão a procura de mais armamentos, riquezas, vestes e informações.

Voltaria vasculhando mais um pouco o navio a fim de eliminar possíveis ratos (inimigos) feito a vistoria, voltaria ao navio e sentaria no trono/poltrona para descansar. Caso não houvesse nada sentaria no chão e esperaria o G se voltasse de mãos vazias, balançaria a cabeça e diria, caso tivesse encontrado a cadeira do capitão ou alguma coisa similar nos cômodos que adentrei e passaria as informações... – G se você descer nesse sentindo, irá encontrar um local e lá você finalmente encontrará o que eu pedi! Agora mostre empenho e traga para mim como se não houvesse o maldito, escroto, sujo, fétido e asqueroso amanhã!

Com a esperança dele trazer o pedido, apontaria o local que o mesmo deveria ser alocado e descansaria pensando.... “ Droga, precisamos achar um médico!”
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Última edição por Rock - Furry Legend em Qua 11 Abr 2018, 14:12, editado 3 vez(es) (Razão : Número de Post no cabeçalho! E pra deixar o Rag muito mais Feliz e DESCONTRAÍDO!!)
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