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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyQua 03 Jan 2018, 19:05

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Tide

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Raksha e Ken Rock. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyDom 28 Jan 2018, 00:39

O susto foi grande quando o tritão o tornou alvo de uma brincadeira. Ao subir ele conseguia sentir sua calma se esvair e vendo o ser azul se afastando rindo pensou que aquela era a gota d’água, ensinaria uma lição a ele. No entanto assim que o pensamento passou por sua mente o felino percebeu que se encontrava em um estado perigoso. “Expulse tudo do seu coração e se acalme. O mundo externo é definido pela percepção, e a percepção muda a medida que o estado mental do ser muda.”

Repetindo essa frase mentalmente várias vezes enquanto nadava, ele se acalmou novamente e logo começou a se recordar de tudo que havia acontecido desde Las Camp até ali, desde que havia se separado de Vovê Geen. Boiando na superfície da água ele refletia sobre o que faria dali em diante e as consequências disso. “Sou um procurado agora. Fugitivo. Mas prestígio e fama, vergonha e humilhação, tudo isso são meros rótulos do mundo material. Já que não são uma parte de mim, porque deveriam abalar meu coração?”

Já no navio, completamente tranquilo, conversava com Ezequiel no momento em que aportaram no farol, e para sua surpresa, mal o velho Leão falava sobre o Dom Kartus, e o homem já aparecia os recebendo na ilha e fazendo uma proposta de aposta.

“Suponho que aquelas pessoas sejam as que perderam tudo nesse jogo dele.” Ao contrário da afinidade que sentira com Ezequeil logo de cara, sentia que esse Kartus não era uma pessoa boa, com quem deveriam se envolver mais do que o necessário. No entanto antes que pudesse falar algo, Royce tomava a dianteira e pelo que parecia, elevava o nível da aposta.

“...”

Ele estava prestes a falar com o Leão sobre os revolucionários, tráfico de escravos, Casa do Amanhecer e tudo que ficou pendente já que acreditava ser aquele o momento ideal, mas camarão que dorme a onda leva, e quando virou para dizer algo, a navegadora ruiva já estava ali falando um monte.

“...”

Apesar de observar a construção imponente a sua frente, a verdade é que após ter vivenciado a Reverse Mountain, era difícil ficar impressionado com o Farol. Como não queria se envolver naquela aposta maluca se virou para Lily – Vou conhecer e local e comprar algumas coisas que preciso. Seria bom adquirir mais algumas informações também. Quer vir junto?

Em seguida desembarcaria com a lança em mãos se encaminhando para a área movimentada onde pudesse ter um mercado, prestando sempre atenção em seus pertences para não ser alvo de um mão leve. Caso fosse fácil avistar as lojas que procurava, entraria em uma delas – Vocês tem um relógio para vender? E um mapa local? E um logpose?

Mais e mais ele se sentia incomodado com o fato de perder a noção do tempo as vezes, e o primeiro passo para acabar com isso era adquirir um relógio. No entanto se não fosse fácil de achar, o Tigre perguntaria aos pedestres com educação. - Com licença, pode me informar onde tem uma loja de acessórios aqui?
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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptySeg 29 Jan 2018, 16:56

Vendo a enorme e imponente [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


As nuvens cobriam os céus sem um motivo prévio, e o frio tomava conta do lugar, e a neve batia contra o solo, era uma nevasca começando sem prévio motivo ali. Karthus começava a rir depois de ouvir o que o Mink falava, e ele tinha um motivo pra isso assim que ele terminava ele se propunha a explicar, as suas risadas estéricas, ele então falava. - Bom sua ideia é ainda melhor, uma aposta mais complicada ate hahahaha vamos lá, agora que se ofereceu pra talvez levar ela, vamos fazer uma aposta bem mais difícil.- Ele não se controlava muito e passava a rir um pouco mais antes de continuar, ai a graça acabava e ele respirava um pouco antes de voltar a falar. - Ela odeia os peludos, o pai dela morreu em Kyanon Island, e teve que passar anos fugindo e lutando com minks daquela região, diria que ela morreria antes de andar com vocês no barco hahahaha.- Ele coçava a barba olhando para o felino, ele sabia que Royce estava tentando se pôr em uma posição vantajosa da qual ele não tinha posse, ate mesmo pelo fato de, outras pessoas descem a reverse mountain, ele não tem uma pressa e muito menos preocupações, ele não vai sair dali, agora os piratas precisam dele se quiserem sair do local.

Ele então coçando a barba caminhava pelo barco olhando as coisas, que tinham ali, apenas dando uma leve volta pra observar, mas logo continuava. - Minha nova aposta com você é a seguinte, você vai ter que conseguir levar ela com você no seu navio, de alguma maneira que pensar, mas terá que sair daqui viva.. - Ele não dizia se poderia ou não ir forçada deixando em aberto propositalmente para que o mink decidisse seu método. -A questão será a seguinte eu não me importo de te ensinar quaisquer coisas, mas você não tem outra forma de sair daqui e viver sem o log, então precisará apostar hora ou outra, mas eu te ensinarei as coisas, e assim que você sair do barco você tem 4 horas pra conseguir trazer a moça, ou o barco é meu.- ele completava esperando a resposta do mink a nova aposta, de qualquer forma ele concordava em ensinar medicina, então mesmo que saindo pelas laterais a coisa rumava por um rumo similar. A ruiva que já estava ali com ele fazia seus planos em voz alta e Royce, dividia seu dinheiro com ela recebendo um abraço e beijo na bochecha de brinde.

O tigre já não tinha ido muito com a cara do Regente do farol, e a aposta não o agradou, mas de fato não era seu momento, queria perguntar tantas coisas ao leão mas a ruiva já estava lá com ele nesse momento, dessa forma ia ate Lily, que concordava em ir. - Eu já estava pensando em explorar um pouco também então vamos.- e os dois partiam em caminhada, não havia uma loja aparente no farol, e isso ate poderia preocupar, mas o tigre havia visto um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e se dirigia pra ele, perguntando onde ficaria a loja. - Olá estranho.- falava ele abrindo o casaco.- Eu tenho várias mercadorias, mas me diga o que deseja.- era um lugar esquisito de fato o farol, mas o homem parecia ter boas coisas pra vender, e dessa maneira Raksha prosseguia com sua ideia de compras, sobre o relógio.- Eu tenho relógio, e um mapa apenas do farol, eu mesmo fiz, ele mostra as cavernas, mas ninguém aqui tem Log Poses, apenas o velho Karthus, e é a única maneira de se velejar por esses mares.- Falava ele mostrando o arsenal dos itens. - Vai querer?

Em outro local a jovem ruiva conversava com Ezequiel que inicialmente quase se negava a ensinar a ela, mas os olhinhos pidões de criança perdida o convenciam a falar sobre acrobacias, ele aceitava o dinheiro também visto que ele precisaria para suas próximas viagens. - Sim, tudo bem, tudo bem, eu te ensino, mas vamos pra um lugar mais espaçoso.- Os dois saiam do barco indo para a parte firme do farol onde ele começava. - Vamos começar.- Eles passavam algum tempo treinando saltos, mortais, estrelinhas, e tudo mais que se podia aprender até que finalmente a Ruiva estava pronta pra usar acrobacias. Ela havia aprendido a perícia Acrobacia, naquele momento.

Já mais longe dali, estava o tritão azulão com sua mente focada no objetivo central, achar pistas do tesouro, eles andaram por alguns minutos pelo local, estavam em busca da comunidade de pescadores, que ficavam praticamente do outro lado do local, eles após esse tempo finalmente chegavam lá. Ken logo chegava incomodando um dos pescadores já sendo bem direto no que queria, era um velho com um tapa olho, bengala na mão, que estava escorado numa parede, ele na verdade se animava por ter alguém a quem contar um pouco da história. - Há meu jovem existe uma lenda, sobre um tesouro que ronda essas cavernas, é de um pirata chamado Lionel Abethan, mas de fato não se sabe quase nada sobre sua localização, esse homem tinha um bando chamado Sun and Sea.- falava o velho coçando a barba e sentando no chão continuando sua garrafa de run, ele dava aquela golada e continuava depois. - Ele era um pirata com 100.000.000 de beris, e junto de seu imediato caminharam pela Grand Line eles, por fim, acabaram sendo desimados depois de um combate, mas um único homem sobreviveu, Lionel, dizem que conseguiu escapar e depois voltou ao farol, tudo indica que escondeu seu tesouro nessas cavernas mas ninguém foi capaz de achar nada ainda.-

Ele parava olhando pra o tritão como se procurasse alguma reação a mais depois dessa fala, mas não parecia que nada fosse mudar muito, a maioria desistia com essa frase da história, pois procurar por algo que dizem estar em algum lugar, mas a muitos anos ninguém achou, é possível que não existisse mas como ele não ia embora ele então terminava. - Tem um único homem que sabe onde ele está assim como a história completa, ele se chama Rony Causter. Ele sempre pesca afastado dos outros pescadores, então nunca sabemos onde ele está, mas se procurarem por ai devem encontrar.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyTer 30 Jan 2018, 15:51




Royce

Fury Furry


Royce caminhava um pouco mais atrás do velho enquanto o mesmo mostrava-se cada vez mais animado com as possíveis apostas. Por algum momento enquanto o velho divagava o próprio jovem se distraia com a neve que começava a cair.

- Será? - Falou em voz baixa consigo mesmo e então abriria a boca para provar a neve e assim pela terceira vez perceberia que essas coisas são feitas apenas de água.

Voltava a ouvir o que o velho falava, vendo que a ânsia por apostas mais complexas crescia no senhor, Royce no entanto não via diversão no proposto, mas animava-se com o que o velho propunha a seguir.

- Ou seja, a aposta ficou mais difícil, aposto a mesma coisa que antes e ganho a mesma coisa de antes…. - Royce deu os ombros deixando o assunto momentaneamente pra lá. Ainda não era esta a sua prioridade. - Meus-gara companheiros ainda vão demorar, parece que um deles sabe de um tesouro que existe por aqui e foi procurar, eu tenho coisas para aprender e os outros parece que também pretende aproveitar um pouco a pausa. Decido depois, quando concluir que é o momento de sair daqui. Podemos-gara nos acertar assim? Afinal não descido por todos eles… Não é como se alguém aqui fosse o capitão, nyan!

Royce esperaria a resposta do homem para então prosseguir . E no caso deste perguntar sobre quem seria o capitão Royce completaria.

-Não tem! Os que estão a bordo tem suas próprias motivações. O navio vai continuar avançado nyan, enquanto estiverem contentes com o rumo continuam a bordo, caso contrario podem ficar na ilha que quiserem. Eu-gara não tenho rumo. - daria um sorriso travesso. - Então vou pra onde os ventos me levarem, nyan! - sorriria ainda mais e completaria. - Ou pra onde essa coisa esquisita ai apontar, nyanyanyanyanyanyanyan.

Quando voltasse a se controlar de sua risada o jovem continuaria com suas prioridades, antes que se distraísse com mais alguma coisa aleatória.
- Então nyan, eu-gara queria aprender primeiros socorros. Não temos ninguém a bordo que saiba e creio que vamos precisar. - Royce abandonaria um pouco da costumeira alegria nesse momento, pois recordava-se que na verdade já haviam precisado e muito nas duas vezes que estiveram em terra firme.


Inicio do aprendizado de Primeiros Socorros.

- Eu ouvi você falando algo antes garoto. - começou o velho enquanto fazia sinal para Royce acompanhá-lo até terra firme. - O que exatamente você quis dizer?

Royce não respondeu imediatamente, deixando seu olhar vagar um pouco enquanto organizava as palavras que iria proferir. Ele não tinha certeza do que iria dizer a principio, mas depois optou por simplesmente dizer a verdade embora de forma resumida.

- Nosso antigo navegador se ferio em um saque. Não conseguimos arranjar um médico a tempo e ele ficou muito debilitado. A marinha nos perseguia nesse momento e não haveria como chegar até um médico sem que a marinha nos pegasse…… - fez uma pausa enquanto tomava coragem para as palavras seguintes. - Então eu fiz o que gostaria que fizessem por mim nessa situação. - a voz estaria fria, sem emoção enquanto Royce fingia ser mais forte do que realmente era. - Bebi em sua homenagem depois. - concluiu, dizendo mais do que pretendia ter dito inicialmente. Não havia sido intencional, as palavras simplesmente saíram depois que ele começou a falar.

O velho escutou em silêncio como um bom ouvinte, talvez por ter percebido logo de cara que se tratava de um assunto delicado e ao final do desabafo nada disse, apenas acenou afirmativamente com a cabeça e alisou sua barba.

- Venha, vamos começar! - disse e chamou Royce para mais perto da construção do farol.

Ali o velho começou pelo básico.

- Primeiros socorros trata de diversas coisas. Em base é o primeiro atendimento que se pode fazer. Para algumas coisas vai ser o suficiente, para outras vai apenas permitir que a pessoa aguente até o tratamento definitivo. Vai tratar desde a aplicação de curativos, imobilizações e também o transporte adequado para pessoas feridas. Vai entender o uso de alguns remédios simples, mas só estes. Tratamento para queimaduras, estancamento de sangramentos externos e cuidados iniciais para pessoas que foram envenenadas por algum animal. Em suma, aplicações básicas e iniciais de outros aprendizados que você poderá vir a fazer no futuro. No entanto para um melhor uso dos primeiros socorros é importante que você entenda também de anatomia, mas isso fica para depois. - com isso Don deu a primeira introdução ao aprendizado do jovem gatuno, este que estava mais sério que o habitual para uma linda manha.

Karthus então passou a explicar algumas coisas mais técnicas para Royce, principalmente conteúdo para que o jovem fosse capaz de identificar que tipo de tratamento inicial deveria dar em cada situação. Incluindo observações para inicialmente observar o local onde o possível acidente ocorreu, pois de nada adiante o socorrista também sofrer algum acidente por não ter prestado atenção no local, após isso passou a explicar como deveria começar o atendimento.

- Primeiro de tudo você precisa saber o que vai tratar. Se é uma queimadura, ou um buraco de bala. Você primeiro tem de entender o que houve e pensar rápido para saber como agir. Por exemplo, para alguém que sofreu um grande choque, um forte impacto, seja por algo que caiu em cima desta, ou por está ter caído de uma grande altura é importante não deixar essa pessoa se mover, primeiro deve-se se identificar se ela não quebrou nada importante. Pois caso contrario o que poderia ser simples de arrumar pode acabar vindo se tornar uma lesão grave que não será mais possível tratar. Se você não tiver o conhecimento para identificar fraturas é melhor apenas impedir a pessoa de se mover, mas caso não seja possível permanecer no local há varias formas menos arriscadas de mover a pessoa do que deixá-la simplesmente sair andando. Essas formas veremos a seguir.

Karthus continuou com esse tipo de explicação por um bom tempo, guiando o simples ladrão a um mundo mais complexo do qual ele estava habituado. Falaram assim dos cuidados que se devia ter com faixas, dos materiais que poderiam ser usados para fazer uma tala, ou uma maca improvisada. Mostrou a Royce como improvisar uma maca apenas com sua capa e alguns troncos, ou até mesmo a bainha de uma espada. Falou dos perigos de fazer um torniquete, mas que também algumas vezes era mais perigoso não fazer. E teve de insistir muito até convencer o jovem de que a Saliva não era um tratamento adequado para cortes e que ele jamais deveria lamber os ferimentos para que estes sarassem.

- Mas eu-gara sempre via os animais em Kanyon fazendo isso, nyan.

- SALIVA NÃO É REMÉDIO GAROTO, OS ANIMAIS SÃO BURROS, SALIVA NÃO É REMÉDIO, ESQUEÇA ISSO. - Exaltou-se após Royce tentar discutir o ponto pela quinta vez.

- Tá. - concordou Royce a contra gosto enquanto revirava os olhos.

Karthus estava pronto para repreendê-lo novamente, mas resolveu se dar por vencido neste ponto.

- Esquecemos isto…. O que você deve fazer quando alguém for picado por uma cobra? - perguntou o velho passando assim para o próximo tópico.

- Lamber o local da picada. - respondeu o jovem com tanta convicção que Karthus já estava concordando com a resposta quando se deu conta a merda que Royce havia falado.

Splashhhhhh

Vinte minutos depois um jovem gato ensopado até os ossos e com um olhar bastante cabisbaixo se deparava novamente com a pergunta de Karthus.

- E então? O que se deve fazer de primeiros socorros com alguém que foi picado por uma cobra?

Royce engoliu seco sua resposta, sabia que deveria lamber o ferimento, mas não queria ser mais uma vez atirado ao mar e assim pensou durante um tempo, lembrando do que Karthus o havia explicado até o momento.

- Antes de tudo-gara, se ainda estiver no local deve-se tentar identificar a cobra, pois conhecê-la vai facilitar na criação do futuro antidoto. Deve-se também manter a calma e acalmar a vitima. Dependendo do local que foi picado deve-se fazer um torniquete, e se estiver seguro disso sangrar o local da picada, pois alguns tipos de veneno ficam acumulados em baixo da pele enquanto fluem lenta, assim se feito com cuidado e pericia é possível extrair o veneno que ainda não se infiltrou no sistema sanguineo. Nunca se deve no entanto tentar sugar o veneno com a boca. - Essas palavras saíram a contra gosto.   - E em locais onde não é possível realizar nenhum desses procedimentos deve-se apenas auxiliar o enfermo para saírem rapidamente do local para um em que possa receber o tratamento adequado, tentando ainda assim identificar a cobra para que o tratamento posterior seja mais eficaz, se possível e não arriscado deve-se inclusive levar a cobra. - concluiu o jovem.

- Eu devia te-lo atirado no mar mais cedo. - foi a única resposta que recebeu de Karthus e como não voou para o mar o jovem acreditou ter dado a resposta correta, ou ao menos próximo disso. - Venha, vamos trocar essa roupa antes que fique hipotérmico. Seguiu-se ai uma pausa, para que Royce trocasse de roupa e Karthus preparasse uma fogueira para sentaram-se.

Depois disso prosseguiu-se mais algumas perguntas, casos hipotéticos de acidentes e ferimentos aos quais Royce tinha de responder como ele iria proceder. Casos de queimadura foram relativamente fáceis de acertar uma vez que ele havia aprendido que não deveria lamber. Já cortes o jovem precisou pensar um pouco mais para responder sobre a parte da limpeza do ferimento, mas se saiu bem quanto a como estancar o sangramento e enfaixar o ferimento, embora só soubesse dizer ainda como deveria enfaixar a região e não propriamente sabia enfaixar. Aproveitando a deixa do tempo o velho começou também a explicar para o Gatuno sobre a hipotermia.

- A muitas coisas que são preocupantes em climas assim, não somente o resfriamento generalizado do corpo. A neve queima tanto quando o fogo e as queimaduras de frio são até mesmo mais severas que as causadas pela chama, uma vez que rapidamente você pode ser capaz de apagar o fogo, mas interromper os danos causados pelo frio é muito mais complicado, você não pode tentar aquecer a pessoa muito rapidamente, pois toda a área afetada se torna sensível e você poderia acabar piorando o estado clinico da vitima então o importante é sempre começar pelo inicio que é?

- Primeiro evitar o agravamento da situação. - respondeu Royce e dessa vez quase de imediato uma vez que começava a pegar o ritmo do aprendizado. - Primeiro assegurando-se que é seguro transportar a vitima e se assim for removê-la da área de risco, nyan.  Nesse caso, tirá-la do frio e levá-la-gara a um local onde possasse iniciar o tratamento.

Hunnnn. Certo, na verdade certo até de mais.. Talvez tenha um celebro ai afinal.

Royce inclinou a cabeça incerto se devia sentir-se feliz ou puto com o comentário do velho.

HunHunnn - limpou a garganta e prosseguiu. Uma vez feito esse primeiro passo deve-se remover todo o equipamento que a pessoa carrega, e secá-la. Obviamente com cuidado. Uma vez que isso tenha sido feito deve-se cobrir a pessoa com cobertores, mantos, ou qualquer coisa adequada para manter alguém aquecido. Pode-se inclusive levá-la para junto a uma fogueira. - o velho fez um sinal amplo com a mão indicando que aquilo era exatamente o que havia feito com Royce. - Obviamente você não teve nenhum sintoma de hipotermia, mas justamente fiz tudo isso para que fosse evitado chegar nesse ponto. Bom, prosseguindo. Bebidas quentes ajudam também. Em casos mais graves a pessoa pode ter áreas congeladas e nesses casos você deve usar água morna para lentamente aquecer estas partes bem como massagear as áreas adjuntas a elas, melhorando assim a circulação do sangue e ajudando na recuperação dessas áreas evitando também a necrose do tecido.

Karthus então jogou um livro para Royce e começou a se levantar.

- Vou até a minha casa pegar algumas coisas que vamos precisar. Fique na caverna e aproveite para dar uma olhada nesse livro de Anatomia. Entender como o corpo funciona também é fundamental para os primeiros socorros. - dito isso Karthus deixou Royce na caverna com um grosso volume ilustrado sobre o corpo humano.

Algum tempo depois, talvez 45min o velho retornou. Trazia no ombro uma bolsa grande a qual o jovem imaginou estar com o material que iria praticar.

- Certo, chega de enrolação. - Royce fechou a cara, afinal havia passado todo o tempo ali dentro lendo, no entanto o semblante fechado não durou muito, pois o velho começou a se despir e isso deixou o gatuno um tanto quando confuso. - Não me olhe com essa cara, eu não gosto de gatos… Venha, vou lhe mostrar primeiro como enfaixar. - jogou um rolo de faixar de pano para o larapio e sentou-se próximo ao fogo.

Ele então estendeu o braço e ordenou que Royce imaginasse que ele tinha que precisava ser tratado. Indicou com o dedo da onde a onde ia o ferimento e como este havia ocorrida, que no caso era um golpe superficial de uma adaga.

Royce começou a desenrolar a bandagem e já foi xingado.

- O que você está fazendo cabeça de vento. Da isso aqui. - Exclamou Karthus tirando a bandagem da mão do garoto. Esse material está esterilizado, se você sai colocando suas mãos sujar em todo ele…. É melhor deixar o ferimento aberto do que cobrir com uma porcaria dessas.

- Ta, então o que eu-gara tinha que fazer? - perguntou o jovem cabisbaixo.

- Bom, suponho que eu tinha que ter lhe mostrado antes… Você desenrola a bandagem já sobre o o local. Segure a ponta assim, posicione-a no lado oposto ao ferimento e comece a encolar. - Karthus entregou mais uma vez a bandagem para Royce e este começou a fazer como lhe foi instruído.

Ocasionalmente Karthus indicava que devia apertar ou soltar um pouco mais de modo que o curativo ficasse firme.

- Obviamente se o local e o tempo permitir você deve primeiro limpar o ferimento, caso contrario enfaixe-o para evitar que o mesmo acumule ainda mais impurezas e também para reduzir a perca de sangue. E ai então remova a vitima do local e quando for mais apropriado abra o curativo, limpe e faça-o de forma adequada. Algo que você deve sempre que possível fazer é deixar as extremidades dos locais lesionados visíveis, pois ai você poderá observar se a circulação sanguínea está fluindo adequadamente até as áreas extremas dos membros…. Bom, agora supormos que que estou com uma queimadura neste braço e já estamos em um local se riscos ao paciente, ou seja, eu. O que você usaria daquela bolsa.

Royce foi então até a bolsa de suprimentos que Karthus havia trazido a qual por algum motivo estava toda etiquetada com a função de cada remédio em seu interior, talvez ele tivesse feito isso por achar que o jovem é idiota.

- Você-gara tá me chamando de burro né? - perguntou desconfiado.

- Claro que não garoto, mas isso é algo que qualquer médico que não seja orgulhoso de mais deveria fazer. Você é o médico, mas isso não quer dizer que você mesmo não vá se ferir e assim sendo, é importante que seus materiais estejam identificados da forma mais simples possível, pois podem ser N as situações em que isso vai lhe ajudar… Agora achou algo pra queimadura?

- Sim, há uma pomada aqui, mas também há compressas e soro, nyan. De modo que eu-gara poderia umedecer as compressas primeiramente e aplicá-las sobre o local queimado de modo que isso ajudasse a realizar a troca de calor para resfriar a área, isso obviamente pela falta de água corrente. Se tivesse um saco plástico seria possível recolher neve para isso, obviamente se a queimadura tiver sido provocada por fogo, se for o oposto eu usaria as compressas com água morna para assim começar a aquecer a área. Você se queimou com fogo? - perguntou a Karthus.

- Sim foi com fogo.  - e acenou com a cabeça em aprovação, visto que Karthus esperava que Royce nem sequer se lembrasse que haviam mais tipos de queimadura.

O jovem então começou a ministrar o tratamento hipotético na ferida imaginaria, fingindo que molhava as compressas e aplicando-as sobre a área, mostrando que a cada tempo trocaria a mesma por outra resfriada até que por fim mostrou como aplicaria a tomada, lembrou-se inclusive de mostrar que usaria uma luva para que os pelos de suas mãos não friccionassem contra a pele sensível.

- Por se tratar de uma queimadura o ideal é manter o ferimento descoberto e não abafado para que assim ele se cure melhor. No entanto caso tenha sido provocado danos severos a pele deve-se então cobrir com material estéril para evitar contaminação. - se  o velho não fosse tão contido e sério ele teria saído pulando para comemorar nesse momento.

Passou a hora seguinte com variados formatos de aplicação de bandagens, pois havia diversas formas de aplicar dependendo tanto da parte do corpo como do formato da bandagem disponível. No mesmo contexto seguiu a aplicação de Talas para a imobilização, o que de certo modo foi fácil, devido o seu contexto parecido, pois a maior mudança era na verdade o uso de algo rígido que pudesse fornecer sustentação ao membro fraturado.


- Seguiremos agora para ressuscitação… Essa deve ser a ultima coisa que veremos hoje, então preste bastante atenção e torça para que você nunca precise aplicá-la em alguém que você gosta… Deite-se, vou mostrar em você primeiramente. - e assim Karthus o fez, indicando para Royce o local onde deveria posicionar as mãos para a massagem cardiaca, falou também do ritmo que devia seguir as pulsações e inclusive ensinou para o gatuno uma musiquinha que se cantada corretamente auxiliava a manter o ritmo constante da massagem. Tratou também de explicar a respiração boca a boca, fundamentando sua necessidade. Talvez por sua imaturidade excessiva o gatuno achou aquilo bem impróprio.

A seguir Royce teve que demonstrar para o Velho, no próprio como faria. Primeiro posicionando o senhor de forma adequada e dai por diante, mas mal havia pensado em começar e já foi repreendido.

- Você primeiro tem que verificar se não estou com as vias áreas obstruídas garoto, se não de nada vai adiantar o que você fizer. - E assim Royce prosseguiu, verificou as vias áreas, posicionou a cabeça de Karthus de modo a manter as vias desobstruídas e indicou o ponto onde faria a massagem, no entanto para a demonstração da força usada o velho mandou que Royce posicionasse suas mãos sobre o abdome.

- Nãooo, use mais força. Você provavelmente vai quebrar uma ou duas costelas da pessoa, mas é melhor isso do que ela morrer. - com este aviso o jovem impôs aos poucos cada vez mais pressão até que Karthus lhe disse-se estar adequada.

Seguindo então as instruções alternou periodos de massagem com simulação da respiração boca a boca, ou seja, a cada 15 pressões ele dava 2 respiração e nisso não foi preciso muito tempo para que Royce começasse  a sentir o calor se espalhar por todo o seu corpo, seus braços doerem e seus joelhos também.

- Bom acho que já chega garoto, você pegou bem o ritmo e já foi capaz de perceber o quão árduo é manter uma ressuscitação por tempo prolongado. Encerramos, pode guardar as coisas.


Fim do aprendizado de primeiros socorros.

Royce guardava o material que haviam usado no aprendizado, seus braços tremiam e sua cabeça doía, mas no fundo sentiasse bem, algo como PRONTO, pronto para seguir viagem, pois agora estava confiante que poderia evitar que ocorresse novamente algo como o que ocorreu a Ryu. Achava que era algo mais fácil, mas acabou se surpreendendo pela quantidade de informações necessárias para prestar os primeiros socorros em alguém. Olhava para o senhor agora, não mais apenas considerando-o um velho viciado em apostas, mas alguém que sabia medicina. ( Really?)

O fogo havia apagado a alguém tempo, mas felizmente suas roupas haviam secado de modo que o jovem se vestiu novamente, mas de forma ineficaz para as condições climáticas atuais.

- Bruuuuuuuu - gemeu e esfregou os braços um no outro. - Era verão quando chegamos-gara. - reclamou. - É sempre estranho por aqui? Nyan?

Ouviria a resposta de Karthus acenando afirmativamente e então continuaria outro assunto.

- Você-gara falou um pouco de anatomia e também dos materiais.. Eu-gara poderia comprar essas coisas que usamos pra aprender?
Citação :

Pericia Anatomia Livro: 500 Mil
Bandagens x20usos: 25 Mil
Linha para Sutura x20usos: 25 Mil
Agulha para Sutura: 25 Mil
Alcool 1L x6usos: 25 Mil
Morfina x3usos: 60 Mil
660 Mil ao todo.

Se fosse afirmativo Royce separaria o dinheiro e se o valor lhe parecesse ‘justo’ pagaria. Por justo o jovem entenderia se ele poderia ou não pagar, pois como não é habituada a pagar não saberia dizer o que é ou não justo. Mas entregaria no máximo 700 mil Berries ao homem.


”objetivos”:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Dom 18 Fev 2018, 20:25, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyQua 31 Jan 2018, 13:09



#07

Aquele maldito clima que pairava pelo farol me irritava, como aquela porra poderia estar caindo do céu justamente quando eu utilizava meus belos pés para caminhar naquela porra de farol! Se bem que não me importaria com aquela merda, estaria tranquilo e o meu dia estava indo numa vibe muito boa e gostaria de continuar assim, afinal queria logo pegar aquele tesouro e voltar pro meu maldito trono e contar meu dinheiro, dar um tiro em alguém sem nenhum motivo aparente e quem sabe curtir a bunda daquela cozinheira enquanto ela rebola no meu colo....” Caralho, aquela vagabunda ainda vai me matar!” ... daria aquela leve afofada carinhosa no maravilhoso Senhor Azul Celestial!

Seria um tanto quanto frustrante escutar a história daquele filho de uma puta bêbado, mas por um lado eu estaria empolgado! Por que se há uma história, deve ter uma verdade nesse caralho e provavelmente ninguém achou porra nenhum porque ficaram desanimados devido as histórias de um bêbado escroto e um pau no cu que gosta de pescar sozinho!

- Foda-se velho, eu vou achar esse filho de uma puta Rony Causter e arrancar dele a localização do caralho desse filho de uma puta de tesouro... Daria aquele meu sorriso carinhoso cheio de dentes e na sequencia daria as costas falando alto com Goratiks

- Yô, Big G, Faça o que quiser com esse bêbado, ou melhor... ensina a ele ser direto com as informações, quando acabar, procure pelo mar alguma área afastada que contenha algum infeliz pescado! Assim que achar, volte e nos dê um salve, vou continuar andando em frente
(apontaria para algum lugar que desse a possibilidade de ir andando ou a nado)

Olharia para Akuma e faria uma gingada com a cabeça convidando o mesmo para me seguir e após alguns passos ... – Mestre Akuma, se achar melhor ir pelo o mar vai lá... vou ver se consigo encontrar alguma coisa por aqui, assim que achar algo me fala!


Se ele viesse com aquele, Huum, apenas olharia pra ele com um sorriso no rosto e pensaria..." Foda-se não entendi caralho nenhum!" e responderia da mesma forma... - Huum!

Andaria sempre a procura de alguma pessoa pescando ou sentada sozinha, comtemplando o oceano ou alguma coisa parecida. Caso não houvesse como continuar pela possível trilha ou caminho, mergulharia e começaria a procurar pelo mar, sempre olhando para a costa e rochedos atendo para qualquer coisa que pudesse haver por alí.

“Mas que caralho de merda, como um filho de uma puta desse consegue se manter intocado nesse caralho de farol!"


Assim que encontrasse alguém sentado sozinho, pescando ou até mesmo se o Big G ou Akuma retornassem com informações sobre um maldito individuo pescando ou coisa parecida, iria até o local de imediato. Me aproximaria com calma, sem levantar nenhum tipo de impressão agressiva ou coisa parecida, afinal estaria ali por informações e não pra treta com aquele filho de uma puta cheio de informações!

-E aew segurador de pau, tranquilo contigo?... Se liga tu é o tal de Rony?... Meu nome é Ken Rock e esses aqui são os meus garotos da, Fish Gangsterz! Pode ficar numa boa que estamos aqui pra conseguir informações sobre a porra, da merda, do tesouro daquele chupa rola do Lionel pau no cu!

Caso aquele infeliz fosse o Roy, encararia o mesmo de forma séria e esperaria que o mesmo falasse algo, caso continuasse quieto continuaria a nossa conversa amigável... – Tu vai abrir esse caralho de boa ou vou ter que mandar o mestre Akuma enfiar a mão na tua cara de bosta?...


Se por ventura o mesmo estivesse passando as informações ou informações, me sentaria em algum local, se houvesse, e prestaria atenção em cada palavras. No final apenas olharia para o céu, enfiaria minha mão direita dentro da calça e ajeitaria as minhas bolas pensando alto ... – Cara mas que merda, não poderia mais simples? Por que esses putos, estúpidos, filhos de uma puta sempre dificultando a minha maravilhosa vida! Bastardos, desgraçados de merda.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyQua 31 Jan 2018, 21:49

 Aquele homem encapuzado era deveras estranho e inicialmente Raksha se sentiu desconfiado, passando os olhos ao redor buscando detectar possíveis ameaças e também locais por onde poderia recuar ou avançar lutando de forma em que ficasse com a vantagem tática se as coisas se desenvolvessem dessa forma.

Entretanto era um fato que o homem tinha objetos interessantes ao abrir a capa. – Vou querer sim. Tanto o relógio quanto o mapa. De fato, vejo que tem várias coisas interessantes, poderia dar uma olhada melhor nelas?

Caso isso fosse possível o Mink buscaria utilizar os conhecimentos do seu ofício para tentar identificar os objetos ali, e assim quem sabe, conseguir um pechincha, um objeto raro ou com um valor alto mas que estivesse sendo vendido por um preço baixo.

Não que Raksha fosse voltado a dinheiro e posses materiais, no entanto após estudar sobre a história dos povos, e estar até mesmo buscando influenciar no fluxo dela, não poderia deixar de se interessar por objetos raros ou peculiares.

Caso achasse algo de seu interesse, apontaria – Quanto custa esse? E aquele?

Desde que o preço valesse a pena não pensaria duas vezes antes de comprar, junto ao relógio e o mapa.

-Ah sim, tenho interesse em aprender técnicas de rastreio, tem algum livro com esse conteúdo?

– Muito obrigado. Aqui está o dinheiro. Tash delek! – Finalizaria a transação organizando seus pertences, olhando as horas em seu novo relógio e desejando ao homem tudo de bom.

Em seguida olhando o mapa que o homem lhe entregou, procuraria gravar informações essenciais, pontos chave e rotas. Procuraria notar também algum tipo de informação escondida nele, apesar de duvidar da existência dela já que o mercador disseram que havia feito ele mesmo o mapa.

“Não podemos perder o navio, mas temos que conseguir esse Log Pose. Por isso não posso participar da aposta. Pois se perdesse não teria justificativa para ir contra o resultado.”

Com isso em mente o Mink se preparava. Possíveis rotas de fuga nas cavernas, locais onde Krathus poderia guardar os barcos que ganhou e qualquer coisa que pudesse ajuda-lo a manter o navio caso Royce perdesse vinham a sua cabeça baseadas na informação que tinha.

A vantagem de estar em um grupo onde cada um era livre para fazer o que quisesse, e o próprio navio não era posse de ninguém se fazia presente. Mesmo que Krathus ganhasse de Royce, o tritão, ele próprio e os outros não tinham aceitado esse jogo. Com isso, Raksha não estaria indo contra sua natureza, ou quebrando sua palavra caso o pior acontecesse.

“Eis aí uma vantagem de abrir mão de todas as posses como os antigos monges pregavam. Pena que para o que eu preciso fazer, isso não é possível para mim no momento.”

Sua jornada precisaria de suporte, inclusive financeiro e ele sabia disso. Olhando para a mulher ao seu lado ele hesitava por um momento antes de se decidir.

Se fosse possível subir ao topo do farol de acordo com o mapa, seria isso que faria, chamando-a para ir consigo.

- Apesar de não ser tão grande quanto a Reverse Mountain, deve ser possível ter uma visão panorâmica do local se formos ao topo. O que acha?

Com isso se dirigiria ao local. No entanto se houvesse algum tipo de guarda proibindo a subida, o Mink não discutiria ou insistiria. – Não sabia que era proibido. Sinto muito. – E voltando-se para Lily questionaria – Para onde agora?

No entanto, se conseguisse chegar ao topo do farol sem empecilhos, observaria com contentamento a visão do local, sentindo prazer com aquele mero ato. Em seguida procuraria por uma concentração de navios que pertencessem a Khratos caso estivessem a vista. Lembrando-se da entrada das cavernas no mapa, procuraria localiza-las também se possível. Observaria de cima os caminhos com uma mente tática, só por precaução.

Após tudo isso se sentaria com as pernas cruzadas, sentindo o vento gelado em seus pelos e vendo os primeiros flocos de neve caírem. Um leve sorriso se abriria em seus lábios com a visão destes. Mas ao pensar no que diria para Lily, o sorriso se apagaria, substituído por uma grande seriedade.

- Pensamento. Palavra. Ação. Essas três palavras fazem parte de uma lei universal. Você já sabe de minha história, ou ao menos parte dela. Sabe que busco lutar contra a escravidão e a partir daqui estarei me envolvendo em todo tipo de batalhas. Tentarei contatar os revolucionários para obter as informações que preciso e meu primeiro alvo será essa “Casa do Amanhecer”. Se permanecer em minha companhia certamente irá se envolver em tudo isso. Então é melhor que nossos caminhos se separem ou aqui, ou na próxima ilha no máximo. – Durante todo tempo não olharia para a moça, focando o horizonte. Mas após tais palavras viraria a cabeça e olharia em seus olhos. – Porém se optar por permanecer peço que me ajude. Me ajude a libertar os cativos. A destruir toda essa injustiça. A alcançar meus objetivos. Me ajude!

Dessa forma, Raksha pedia ajuda para aquela que ele esperava que fosse sua primeira seguidora. Pelo que via em Royce e em Ken, sabia que eles jamais pensariam além de seus umbigos, e certamente não assumiriam sua missão. Só queriam ser livres, e a responsabilidade que o Tigre assumia era uma amarra em si só. Sim, estaria abrindo mão de um tipo de liberdade, para libertar os outros. Agora só restava esperar para saber se Lily estaria disposta a fazer o mesmo.


Off: to sem pc, por isso formato quando pegar na sexta. Tentei explorar as perícias e ofício ao máximo , tirando as de combate.

Teria sido um bom momento para legar o colar se ele já não estivesse com a Lily uahaua.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptySab 03 Fev 2018, 02:24

Avançando para a Grand Line



Post 7




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.”” - (Dante)




A felicidade assolava ela quando via que realmente ele tinha aceitado por ensinar aquilo, aprender acrobacias sempre foi algo que a jovem tinha em mente, e era uma das coisas que sua irmã sabia, aliás era uma das coisas que Catherine gostava de fazer, junto com dança, apesar de que Layla nunca tinha dominado as danças, o pai tentou ensinar uma vez, mas como sempre os livros eram a prioridade, acabando por nunca terminar muitas coisas começadas quando mais nova o que a fazia pensar se deveria no futuro realmente pensar nisso. A ruiva se sentia melhor após completar o treino, muita coisa havia passado ate então mas era a primeira vez que ela se sentia mais útil, e forte depois disso, não era só por completar o treino, mas se sentia mais ágil que antes, não era tão gigantesca, mas fazia ela sentir que não conseguiria fazer as mesmas coisas se fosse como antes ainda.

A neve de certa forma surpreendia, fazia muitos anos que não via mais de 8 ou 10 talvez, a última vez que tinha tido qualquer contato com o alvo gelo caindo do céu, então era como um leve flashback de algo que já tinha visto algum dia, despertava uma leve saudade naquele momento de se esparramar ali, era como quando brincava com a irmã, e com seu pai, eram momentos bem diferentes antes de tudo se tornar o que é hoje, mas bem, as roupas dela não eram as mais preparadas pro frio. E isso começaria a incomodar rapidamente, a fazendo esfregar os braços enquanto olharia pra ezequiel.

A mente dela funcionava de forma simples “Pelos + abraço= Se esquentar muito + conforto garantido”, era a saída pra quando o frio começa-se a assolar de verdade, mas ainda dava para treinar mais um pouco com ele tinha que aproveitar o quanto pudesse, entretanto ela voltaria ao assunto do aprendizado que era agora sobre se esconder. - Bem nesse meio tempo, eu tive muitos problemas, sabe, alguns deles relacionados a necessidade de me esconder ou espreitar, eu queria saber se você pode me ensinar sobre isso, ser furtiva?- falaria ela com um leve sorriso quando completasse, era inevitável, a simples ideia de poder usar de maneira mais efetiva desse tipo de técnicas a ajudava a se sentir, um pouco mais.

Então aguardaria sua resposta, poderia ser um treino cansativo visto que já estavam a tempos desde a viagem sem parar pra descansar bem, mas a energia dela estava no ápice, mas o principal era o espírito que se colocava em chamas, toda essa viagem transformava ela a cada segundo um pouco mais, e abria novos horizontes, quando sair daquele farol, ela desejava ser melhor que quando chegou ali, isso principalmente pois compreendia o que era a grand line, não que ela soubesse de verdade detalhes, mas simplesmente tinha a noção que tudo a partir dali era sério, muito sério, talvez uma ou outra mudança, não… apenas um pequeno fortalecimento não era suficiente, era apenas um começo;


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptySeg 05 Fev 2018, 02:49

Pescar ou ser pescado? Um ponto a se pensar.


Em um canto do farol se encontrava a ruiva e seu colchão confort com lençol digo… quer dizer… Ezequiel, mas de fato a imaginação dela o imaginava parecido com isso, ele já havia aprendido as artes da acrobacia e perdido um pouco do dinheiro, mas parecia feliz com o resultado, a neve fria estava também tomando conta de um ambiente como aquele mas ainda tinha coragem de se colocar pra mais um treino (Pois é meu caro Furry, acho que o Royce vai virar médico já tendo que tratar dela shauhsuhasu) Ezequiel se preocupava em tentar treinar ela em furtividade em um campo tão aberto mas por fim aceitava. - Bom acho que não tem problema vamos tentar, tem a neve e o farol e rochas por todo lugar, acho que tenho como te passar bons fundamentos.- ele estava certo era um lugar meio aberto mas tinha muita coisa pra usar, desde a neve que caia, ate mesmo o farol era um ponto, as pedras, cavernas e esse era um dos passos. Bem a partir dali era com eles.

Ali não tão distante… na verdade era ate bem longe já, estava Raksha junto com Lily, eles encontravam o mercador do Resident Evil, e pela forma como ele se vestia além da voz rouca, o tigre claramente se deixava um tanto quanto alarmado ate ver os itens. - eu cobro 120 mil pelo relógio e 400 mil pelo mapa apresentado. - ele era um pouco careiro mas os itens valiam aquele preço, o relógio era bem bonito prateado, provavelmente banhado nela, sim era um r[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] bem bonito, raksha podia avaliar o valor do relógio, e imaginava que talvez devesse ser mais caro que aquilo o relógio caiu do caminhão mas era um item de qualidade mediana, não se via na esquina um daqueles, ou, pelo menos, não em toda esquina, o tigre então pagava por ele, mas havia também seu livro de rastreio. - Eu tenho algo comigo custa 1.000.000 de beris.- O Tigre pagava por ele, deixando o mercador bastante feliz. - Isso é tudo, estranho?- não tinha mais nada de muito valor com o vendedor que ele pudesse querer então apenas agradecia por tudo. - HEHEHEA! Thank you.- era a última frase antes da despedida.

Royce antes notava a neve que pra o azar era apenas mais neve e Karthus também estranhava. - Bom… isso não é costumeiro aqui, na verdade em meus anos de velho, aqui é sempre quentinho.- mas logo o gato mudava pra o tópico explicando do navio ser também dos companheiros dele tinha, o velho deixava pra discutirem isso depois. Seus momentos de aprendizado com Karthus durante esse tempo, ele já tinha gastado um tempo considerável ali com o velho, e pego mais alguns itens. - Bem, 670 mil, o valor é justo, nem mais nem menos que acha peludo?- Royce acabava por confirmar e aceitar o preço proposto e Karthus que antes não tinha mais comentado da aposta distraído com o que foi o treino voltava ao tópico desta. - Muito bem vamos fazer o preço da aposta, eu pretendo sair um pouco agora, vou descobrir mais sobre essa neve, então aceita ou não a aposta que propus antes?-ele estava um tanto quanto interessado em ir ver se aquilo estava se estendendo a mais longe que aquilo, entretanto queria fechar também logo a aposta.

O azulado Ken Rock depois de ouvir o velho ia determinado a achar Rony, Akuma apenas como sempre dava a mesma resposta que era de certa maneira satirizada por Ken, que não fazia ideia do que ele queria dizer, ele partia sozinho enquanto os dois outros iam para a beirada da praia.- Você segue por ali, e a gente se vê depois, vamos procurar informações por outro lugar.- e todos partiam para a beirada do farol para caminhar. Ken tentava achar mais informação com os pescadores, mas era sempre o mesmo, no fim das contas precisava achar o Rony, como ele ia achar? Isso é uma pergunta que não faço a mínima ideia da resposta, o faro não era assim tão grande mas poderia estar um homem desse em qualquer lugar. Depois de muito tempo andando por ai os 3 se encontravam. - Bem nada foi encontrado por ali, vamos buscar em outras áreas mais afastadas.- ele falava pensando na possibilidade de o homem de fato estar por bem longe de todos.

Raksha analisava o mapa, não tinha nada de especial, era apenas a anatomia do farol bem detalhada e mostrando um pouco do que tinha ali, em algumas cavernas, ele pensava se era possível adentrar ou subir na torre do farol pra sua enorme surpresa a resposta é que havia uma escada, Lily concordava em ir pra o farol. - Vamos parece divertido. - e ambos se deslocavam por ali, a subida era rápida ate a ponta e não era lá uma vista gigantesca visto que tudo agora era neve e neblina mas ele não apreciava tanto o momento visto que as preocupações dele surgiam como fantasmas o assombrando, mas a mink de certa forma já sabia de tudo aquilo, era apenas uma explanação de tudo. - Ninguém está seguro Raksha, não importa onde você esteja a mão que tira um pouco de todos estará lá, é uma questão de tempo ate alguém se machucar.- ela apontava pra o horizonte se escorando na grade de proteção la de cima, era um pouco velha mas muito firme. - Não importa pra onde a gente caminhe lembra de onde me encontrou? [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] nosso tempo vai parar e vamos simplesmente nos perdes no que chamamos de infinito, cada um de nós é uma pequena partícula de matéria fazendo parte de um todo, e depois disso voltaremos a fazer parte dela. A liberdade é o mais importante bem do homem, e sem ela ele não tem nada.- não era uma resposta direta mas o tigre deveria entender o que ela queria dizer com aquilo.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptySeg 05 Fev 2018, 17:54




Royce

Fury Furry


Tentando se recompor do frio o jovem percebia que Karthus queria dar logo andamento a aposta, no entanto muitos poréns incomodavam o garoto sobre os termos daquele embate.

Ele não forçaria ninguém a seguir viagem com ele, sendo assim a única opção era convencer a jovem a seguir viagem junto, porém se ela realmente odiasse Minks isso não seria fácil e talvez um confronto se seguisse e era isso que preocupava o jovem, pois antes, mesmo enfrentando alguém que não odiava Minks ele havia perdido o controle, então como seria agora? Quando se desse conta poderia ter apenas os retalhos da jovem na sua frente.

- Eu vou recusar-gara. Se seguir com isso, tudo que irá resultar será em um cadáver retalhado. Eu tenho os meus demônios, mas talvez meus companheiros queiram tentar no meu lugar. - diria Royce já acenando de costas para o velho. Muito provavelmente para o velho a resposta não faria sentido, ao menos a parte dos demônios, mas para Royce parecia ser a coisa certa naquele momento, pois não desejava roubar a liberdade de alguém e muito menos a vida por não conseguir se controlar, assim desde que ela não ficasse no caminho do jovem e de sua própria liberdade ele não lhe daria atenção.


- Vou precisar de uma outra forma de sair daqui-gara. - diria já quando estivesse subindo a rampa do navio. Bruuuuuuuu, tá frio mesmo, nyan. - reclamou seguindo para o quarto, onde teria roupas secas que poderia usar. - Assim vou acabar congelando…. Atchin!!  - fungou e entraria para o interior da embarcação, onde procuraria se secar e trocar a roupa que estava por alguma que melhor se adequasse entre aquelas que possuía. Assim que estivesse vestido sairia em direção a cozinha.

- Tem algo quente para beber? - perguntaria a Cassandra se a visse por ali e já sentar-se-ia em uma cadeira junto a mesa

E então com algo quente já em mãos começaria a falar, isso se estivesse SOZINHO com Cassandra, não queria expor o que diria a muitos outros. Se outros chegassem naquele momento apenas os cumprimentaria e dispararia uma frase aleatória.

- Tempinho maluco. - abraçaria de volta a ruiva esfregando o rosto no dela para aquecer as bochechas. - Esquenta, esquenta, esquenta... - recitaria como um mantra.

E então se voltasse a ficar só com Cassandra começaria a falar, mas sem olha-la nos olhos.

Assim contou dos corpos que caíram sobre ele, os corpos daqueles que ele tentava resgatar. Contou da voz que houve desde então. E que embora não seja o tempo todo, ainda é capaz de ‘muda-lo’ para algo que ele não é. Falou então da recusa para a aposta com Karthus.

- Acho que seu eu-gara lugar contra alguém que odeia Minks…. - deixou o resto morrer, pois imaginava que depois da história inicial a sirena já seria capaz de entender. - O mais estranho é que parece a voz de alguém do meu passado…. Não! Eu sei de quem a voz é. É da Shizuka, a lider da ilha onde nasci. A voz é igual a ela, fala as mesmas coisas que ela me falava quando eu era jovem. - Royce puxou as pernas para cima da cadeira e apoiou as mãos sobre os joelhos agora elevados. - Isso me deixa perturbado. - era pura e simplesmente isso. O jovem tentava esquecer na maior parte do tempo, tentava seguir como se tudo estivesse normal, mas no fim estava apenas fugindo.

Terminaria de tomar a bebida. No fim não esperava que Cassandra resolvesse o seu problema, alias bem sabia que isso estaria fora das capacidades da cozinheira.

- Talvez eu devesse ter te contado antes de ter aceitado vir a bordo? - brincou, embora fosse um humor triste. - Agora você está aqui, presa com pelo menos 3 loucos. - completou com as orelhas baixas e com pouco humor. - Talvez sejam todos loucos.

Royce estava um pouco nervoso, talvez agitado e com isso havia retirado, sem nem mesmo perceber, o novelo de lã de dentro das suas vestes e brincava com ele sobre a mesa da cozinha batendo-o de uma mão pra outra enquanto suas orelhas giravam acompanhando o movimento.



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Última edição por GM.Furry Men em Qua 07 Fev 2018, 17:53, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyTer 06 Fev 2018, 15:44

#08

Após procurar pelos arredores, conversar com os pescadores e não ter conseguido boceta nenhuma, só nutria a esperança do Akuma ou do G voltarem com um caralho de informação positiva do filho da puta e para a minha espantosa alegria, o universo parecia estar conspirando a meu favor e assim que a negação saia da boca cheia de dentes deles apenas uma frase de agradecimento sairia de forma incontrolável de minha boca... – Mas que caralho fedido, porra! Onde esse filho de uma puta está? Deve tá na casa do caralho, aquele filho de uma puta manca!

Respiraria fundo, levaria minhas mão na cabeça e começaria a pensar no caralho de alguma solução mas, só conseguia pensar em bocetas e dinheiro! Caralho, ia ser foda e eu não estaria nenhum pouco preocupado! Recuperaria o meu sorriso, estufaria o peito e como um tritão, azul e espadaúdo, comandaria meus dois infelizes seguidores!

- Fodeu! E como somos fodedores, vamos foder a situação que está nos fodendo como um adolescente precoce! Vamos procurar onde nenhum preguiçoso filho da puta ousou procurar! Somos tritões, bonitos e másculos pra caralho... e só por esses simples motivos, iremos encontrar esse pescador filho da puta! Por isso iremos nas partes mais afastadas, mais escondidas desse farol maldito!

Convicto de que acharia esse desgraçado e de que conseguiria as informações sobre o tesouro, me colocaria procurar por lugares que ainda não havia ido, pelos cantos mais distantes daquele farol, não me importaria com a neve e muito menos com o frio, afinal eu era um homem peixe ! E peixes não reclamam do caralho do frio e assim como uma ninfa pularia no mar e nadaria a procura dos setores mais distantes e isolados do caralho do farol!

Chegaria até a procurar no fundo do mar, vai que esse puto estivesse pescando com um arpão nas profundezas do mar! E assim continuaria até encontrar algum maldito pescador, e assim que o encontrasse, faria a pergunta que todos estariam se perguntando!!!

- Quem nasceu primeiro o pinto ou a boceta? ... aguardaria a resposta do pescador e continuaria... - meu nome é Ken Rock, o espadaúdo, esses são pequeno G e Akuma, mestre para ser mais exato! Qual o seu nome?

Se por um maldito milagre esse puto fosse o maldito Rony Causter, vibraria de emoção dando um soco em pequeno G... - Aew caralho, eu falei que iriamos encontrar a porra desse pescador caralho!
Conteria meu estado e continuaria a conversar com o infeliz!...  - Então, estamos atrás de informações do tesouro de Lionel e um dos pescadores disseram que você teria as informações necessárias para que pudéssemos encontrar esse porra!

Abria um sorrisão, igual a uma maldita criança quando está prestes a  receber o seu tão aguardado presente de natal ou quando a mulher se ajoelha diante de você, abaixa suas calças, abre a boca e de forma lenta e sedutora aproxima os seus lábios carnudos  suculentos, deixando a mostra parte da língua e olhando fixamente em seus olhos ou você está com aquela merda presa, pronta pra sair e como um louco você sai correndo e assim que senta na privada caga com aquela satisfação ou quando você pega o último pedaço de alguma coisa e as outras pessoas te olham com raiva ou aquela alegria que dá quando alguém da uma topada com o dedinho e só cabe a você mijar de tanto rir ou quando você veste uma roupa que estava a meio século no armário e assim que enfia a mão no bolso acha algum trocado... enfim seria alguma coisa desse tipo que eu estaria sentindo por finalmente ter encontrado a porra de pescador com nome de gigolô de merda!

E assim ficaria com a minha cara de bobo aguardando a resposta daquele merdinha!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyQua 07 Fev 2018, 04:01

Devido a neve que caía e à neblina, não foi possível ver se havia alguma concentração de navios por ali, mas de toda forma após ver as cavernas no mapa o Mink acreditava que provavelmente Karthus os mantinha seguros em uma delas. No entanto aquela neve toda lhe dava uma ideia de como resolver a situação da aposta.

A resposta de Lily, apesar de indireta, fazia com que Raksha sentisse algo que não sentia muito tempo. Felicidade. Veja bem, uma coisa era se sentir em paz, satisfeito, determinado, esperançoso, cheio de expectativas. Tudo isso, em um momento ou em outro, nos últimos dias ele vinha experenciando apesar dos contratempos. Mas felicidade... realmente havia muito tempo que ele não sentia isso.

Claro que o motivo de tal sentimento não tinha uma natureza romântica, o fato de que passaria mais tempo com Lily nem mesmo passava pela sua cabeça, não, o motivo de estar feliz era por ter ganhado uma companheira que estava disposta a auxilia-lo em sua luta.

- Então estarei contando com você daqui para frente Lily-san! – disse ele se erguendo e virando para a mesma enquanto colocava ambas as mãos juntas na frente do peito com as pontas dos dedos apontando para o céu e fazia uma leve vênia em agradecimento. Em seguida ele se virava e caminhava em direção a escada.

- É bom voltarmos ao navio para ver se houve algum avanço nas negociações. – Diria enquanto pegava o relógio e olhava as horas. Agora que o tinha em mãos, possuía mais uma forma de conhecer aquele local e se preparar para qualquer eventualidade. Ao chegar na base do farol, checaria as horas novamente calculando quanto tempo levou para descer.

Mesmo se não sentisse frio, chamaria Lily para comprar roupas de inverno. Faziam parte de seus planos. – Talvez seja melhor procurarmos por um local que venda roupas. - Se recordando do mapa, iria ao centro comercial caso tivesse um, e chegando ao local olharia novamente o relógio, fazendo os cálculos e anotando os resultados mentalmente.

Achando uma loja especializada, ou o vendedor do residente evil um vendedor ambulante entraria no local\abordaria a pessoa e perguntaria – Quanto custa uma roupa de frio? Gostaria de ver as opções por favor. –

Nesse momento se viraria para Lily - Acha que é possível esconder nossa raça e a do gatuno com as roupas aqui? Túnicas talvez, não precisa mudar, só esconder. – Ele sabia que ela era boa com disfarce e coisas do tipo, por isso pedia auxílio para a mesma para implementar sua ideia em relação a aposta. – Ah, para o Ezequiel também.

Caso a resposta fosse positiva. Compraria as peças escolhidas por Lily. – Obrigado. – Agradeceria ele a vendedora enquanto pagava.

Após mais uma vez checar a hora, seguiria para o navio, repetindo a ação chegando lá. Agora tinha em mente o tempo que levava para descer o farol, inferindo a partir dele o tempo para subir, tinha o tempo que levava para ir de lá até a zona comercial, e da zona comercial até o porto onde o navio estava atracado. Checando o mapa, verificaria as rotas e a partir das distancias percorridas, caminhos tomados e tamanho do local começaria a calcular o tempo que levaria para se mover para outros locais, já levando em consideração curvas e trajetos.

Em sua mente estava montando uma estratégia de fuga, já que infelizmente, foi o que aconteceu nas duas últimas ilhas por onde passou. Teve que fugir. Dessa vez queria estar melhor preparado se esse fosse o caso, e ter uma noção de quanto tempo levaria de ir de um local para o outro poderia ser uma vantagem preciosa na hora da fuga. No entanto, quão acurado seriam seus cálculos?

Uma vez que essa dúvida brotou em sua cabeça, rapidamente veio a vontade de conferir, mas primeiro era melhor resolver seus assuntos pendentes com Ezequiel, achar os humanos para contar-lhes sobre sua ideia para resolver a aposta e fazer anotações para o plano de fuga.

- Tem um lápis? – Perguntaria primeiro a Lily e depois ao Mink Leão uma vez que o encontrasse (caso Lily não tivesse um). Em seguida começaria a anotar o resultado de seus cálculos que foram baseados na medição de tempo anteriores.

Se tivesse que esperar pelo retorno de Ezequiel e da Ruiva, ele puxaria o livro que adquirira sobre rastreio e o leria pacientemente. - Como ficaram as negociações com Kratus? - perguntaria ao Velho leão e à humana ruiva uma vez que estivessem no navio também.

- Entendo. Ao ver essa neve tive uma ideia. – Diria mostrando as roupas que comprara.- Já que a humana não gosta de Minks, nós vamos esconder nossa aparência com ajuda da Lily enquanto você (ruiva) e o careca convidam a humana a bordo. Ganhando a aposta e pegando o prêmio nós podemos nos desfazer das roupas e dar a humana a opção de desembarcar ou seguir viagem conosco até a próxima ilha. A escolha vai ser dela.–

- O que acham? – Perguntaria a todos. Caso aceitassem, iniciaria a mudança com auxílio de Lily de forma a esconder bem sua aparência. - Se perguntarem, podemos dizer que nos vestimos assim devido a cultura de nossa terra, ou religião.

Agora ficava faltando apenas Royce que havia saído do navio, mas uma vez que retornasse, o Tigre lhe contaria dos planos e lhe passaria as peças necessárias para que ele também ocultasse sua aparência.

Uma vez que a ruiva e o careca saísse de perto, ele se aproximaria do velho Leão. – Precisamos conversar.

- Você me disse que existia uma organização chamada Casa do Amanhecer que transformava órfãos em escravos e que um amigo seu em Ilusia poderia me apresentar aos revolucionários para que eu obtivesse mais informações a respeito. Infelizmente não foi impossível encontra-lo... – Diria o Tigre prestando atenção para ter certeza de que além deles e de Lily, ninguém mais os ouviria. – Ainda assim não pretendo desistir, Lily-san aceitou me ajudar e gostaria de saber se ainda é possível me encontrar com o grupo que tem mais informações a respeito.

A voz profunda de Raksha emanava calma e confiança. Estava decidido no caminho que tomaria e caso Ezequiel não pudesse auxilia-lo, começaria a pensar em outras formas para ganhar informações.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 4 EmptyQua 07 Fev 2018, 14:47

Ser furtiva no Farol



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“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.”” - (Dante)



Agora a coisa era aprender furtividade, isso que pensava a ruiva ainda pensativa mas eufórica, como seria o tutorial do leão? Ela pensava, não que isso fugisse muito da lógica que ela já carregava em mente, mas, ainda assim, ela concordaria com o bichano. -Sim, acho que dá pra usar muita coisa aqui.- olharia para o ambiente em volta visando ver tudo que pudesse ter por ali, queria fazer uma análise rápida da Geografia da região, não devia ser difícil pra ela, mas claro dependeria de como a visão dela pudesse ser usada nesse ponto. - Quando começamos?-

~Aprendizado da Perícia Furtividade~

~Fim do aprendizado~

Depois do treinamento convidaria o tigre a voltar para o barco ate por que muito tempo havia se passado desde a saída, e tinha o velho com a aposta que ela poderia ajudar o lince a cumprir caso fosse necessário, aquilo a preocupava bastante, pôr o fato de poderem perder o barco, o corpo estaria cansado naquela hora, nunca teria se quer imaginado que ser furtiva era tão cansativo de se aprender. -Vamos pro barco agora né? Deixamos o rapazinho sozinho lá com o velhão.- diria pra ele com um sorrisinho enquanto agarraria ele pra me esquentar nos pelos “Hum…. Obrigado por ter um ser peludo por perto, destino sendo bom comigo ao menos uma vez.” Fofinho e quente tudo o que ela precisava naquela hora, se ele concordasse seguiria junto com o mesmo para o barco, a queda da neve era sempre bonita pra ela, ficaria observando os flocos que viessem, e as vezes tentando pegar eles na mão.

Chegando no barco a primeira coisa que olharia era se o mink gato estaria ali presente, e posteriormente se o homem do farol ainda se encontrava no barco, não tinha muitas ideias do que fazer em relação a isso mas talvez dois pudessem lutar melhor, ou mesmo dar um jeito de mudar a mente dela, se bem que forçar o corpo é sempre muito mais fácil, entretanto a situação da outra ruiva era desesperadora aos olhos de Layla, visto que aparentemente estava sozinha, sem barco e nem mesmo uma chance de sair daquela ilha, devia estar com medo e talvez fome, mas, ainda assim, se negar a andar com minks era errado, afinal eles são peludos e quentinho. - O que aconteceu ganhou a aposta?- Perguntaria ao gato dando um abraço nele, se esquentar era a prioridade, além de estar feliz por ter ganhado dinheiro “Hum… minks são quentinhos tudo de bom.” mesmo se ele estivesse todo atochado de roupas ainda abraçaria.

Caso Raksha tivesse propostas pra ela aceitaria normalmente, a ideia de termos uma chance de ganhar à aposta, no momento que ele terminasse saltaria nele o agarrando com um abraço, ela estaria bem eufórica. -Você é um Genio!! Serio!! A ideia é boa, posso ir falar com ela e ai disfarçados daria bem certo.- e se o todos concordassem logo gritaria para Karthus. - Ei Velho Volta aqui, vamos apostar.- Pra caso ele estivesse saindo, e então perguntaria os detalhes sempre enchendo o peito com ar quando ia falar e levantando a cabeça. - Quais os detalhes da aposta e quanto tempo temos? Há e claro onde ela se encontra e qual seu nome?- Faria a pergunta pra ele enquanto prestaria toda a atenção possível, e assim que ele explicasse tudo, apertaria sua mão fechando a aposta para com ele, a moça de fato sabia bem que o item era uma das necessidades pra sua futura viajem, após tudo voltaria ate o Tigre. - Eu vou atrás dela e vocês resolvem tudo por ai certo?- Falaria com um sorrizão na cara esperando pela resposta deles em relação a isso, ela não acreditava que teria problemas em sair sozinha apesar de que gostaria bastante de roupas de frio.


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