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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dos Becos para o Mundo: Micqueot!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty27th Dezembro 2017, 2:53 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Dos Becos para o Mundo: Micqueot!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Satto Yagami. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Van
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty1st Abril 2018, 2:07 am


A viagem tinha tudo para ser difícil, pois, Elena precisaria lidar não só com um passageiro indesejado como também com o ódio que outros marinheiros pudessem sentir dele. Typ Gay era uma pessoa desprezível e inescrupulosa, alguém cuja personalidade causa repulsa em uma pessoa superior igual a jovem deserdada. A líder sabia cumprir ordens e o faria mesmo não concordando com o pedido, pois, o dever principal de um soldado é obedecer sem questionamentos. Uma vez que ele ascenda hierarquicamente, sua voz terá algum peso, então, até lá… “Aceita que dói menos!”

Além dessa situação, havia outro grande empecilho atrapalhando a mente calma da líder. Enquanto buscava por Mike e Mizzu, ouviu uma conversa privada entre o primeiro e um médico do Quartel. Aparentemente, o companheiro tinha um projétil alojado em sua coluna, o que poderia ser muito perigoso, colocando sua mobilidade em risco permanente. A marinheira não era médica, todavia, sabia o necessário para entender a gravidade da situação.

ELEEEENA… O que houve, meu amor? Achei que você estaria empolgada em sua segunda missão como líder...

Que mania desagradável de comemorar mediocridade. Grandes coisas ser líder de um grupinho de quinta. Ainda é obrigada a proteger alguém que quer prejudicá-la.  

A órfã abriu a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu, tanto por vergonha de quem pudesse observar sua conversa solitária quanto por não ter absolutamente nada para contra-argumentar.

Não tem problema, até mesmo criminosos tem direito à defesa.

Como vossa majestade consegue dizer algo tão ridículo e não sentir vontade de arrancar a própria língua?  

Eu te ouço sempre e não arranco minhas orelhas. Posso dizer que sou uma pessoa resistente.  

O pai de Elena saiu dando língua enquanto a mãe apenas colocou a mão na testa e balançou a cabeça negativamente. A jovem Selene tinha um pouco de cada um, possivelmente a melhor parte de cada um, pois da mesma forma que se importava com outras pessoas, ela também odiava criminosos. Era um equilíbrio justo, não necessariamente perfeito, pois como a Rainha Selene mesmo disse, até os criminosos tem o direito à justiça.

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A espadachim recebeu as instruções do Sargento Thomas, inclusive onde ficaria e principalmente onde Tip Gay passaria a viagem. Ciente dos perigos, ela preferiu ser excessivamente cuidadosa para evitar problemas e manter tudo seguro, completando assim a sua segunda missão - embora em sua cabeça considere como primeira, porque a da praça ela preferiu esquecer aquele momento de fraqueza. Assim sendo, juntaria os marinheiros para lhes passar as ordens.

- Soldados… Temos uma missão para executar e a faremos com as nossas vidas. Para ser justo, trabalharemos em sistema de rodízios, sendo 2 por vez. Os times serão Kurai e Lucy, Karkarov e Mizzu e por fim, eu, Severo e Mike. Nós pegaremos o primeiro turno e o último. Para encerrar, lembrem-se… Gay é um homem procurado por muitos e não entregaremos para ninguém, absolutamente ninguém, até chegarmos no Quartel General. Entendidos?  

Ouviria a resposta dos nakamas e adentraria o navio. Procuraria por Typ caso não estivesse próximo e faria sua segurança como uma verdadeira guarda-costas, sempre com a mão esquerda sobre o cabo da katana, cuja leveza permite um manuseio mais ágil e preciso para situações emergenciais. Caso nada demais ocorra e o alvo entre em seu quarto, deixando Mike e Elena separados, ela falaria com ele, algo nada típico dela.

- Peço perdão por ter ouvido sua conversa. Eu escolhi você como time para te proteger e evitar que você sofra algum perigo. Pode entrar no quarto 11, ele é meu, mas você pode repousar o quanto desejar. Saiba que enquanto eu respirar, você estará a salvo!  

Caso Mike responda de alguma forma, tentando dizer que lutaria ou que não era nada, ela voltaria a falar, dessa vez para encerrar o assunto. - Cale-se, eu sou Elena e serei a futura Almirante da Marinha e a mudarei de cima para baixo para evitar que mais marinheiros iguais a você tenham que se sacrificar. Eu vou mudar esse mundo e a verdadeira justiça, a Justiça Nobre, é quem irá prevalecer!

Ela não aumentaria o tom de voz, apenas sua expressão facial teria mudado para uma mais séria e determinada.

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Na hipótese de algum marinheiro tentar intervir e querer tomar o lugar da líder, ela recusaria e pediria para que a pessoa em questão descansasse para estar 100% quando for a sua vez de fazer a guarda. Havia também a hipótese de algum problema acontecer, nesse caso, a espadachim entraria na frente de Typ Gay e manteria a mão direita no cabo da royal sword e desembanharia a katana com a esquerda. Apontaria para o(s) indivíduo(s) em questão e ordenaria que se afastassem imediatamente. Não importando quem fosse, seja outros marinheiros (que não façam parte de sua frota, é claro), agentes, piratas, etc. Ninguém teria autorização para se aproximar do “pacote”.

Se durante a viagem fosse necessário lutar, ela utilizaria a katana por ser menor e mais leve, algo que lhe favorecia dentro do curto espaço na embarcação. Utilizaria suas habilidades acrobatas para correr e usar as paredes de madeira para saltar e conseguir atacar de pontos improváveis, como golpes aéreos com cortes verticais ou laterais e diagonais. Também usaria o pouco espaço para atrair os possíveis inimigos ou fazê-los se mover para que se atrapalhem e se afastem, a famosa tática do “Dividir e Conquistar”. À todo o momento, colocaria a prioridade como proteger Typ Gay, ou seja, focaria em bloquear ou ajudá-lo a desviar de possíveis ataques. A segunda prioridade seria Mike, tentando fazê-lo fugir ou usá-lo como mensageiro para adquirir reforço. Só então, como terceira, é que sua própria pessoa seria protegida. Utilizaria a katana para bloquear golpes corpo-a-corpo ou defletir golpes de longa distância como projéteis, lanças e facas arremessadas. Caso sua missão se machuque ou ficasse encurralada, colocaria sua missão sentada em um canto e não teria outra opção a não ser atacar diretamente.



”Considerações”:
 
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty1st Abril 2018, 2:25 pm


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Segurança e Histórias!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma vez reunido com todos os demais, escutaria o apresentar-se do superior Thomas e suas indicações e conselhos. Meu ar era do mais simples desprezo ao encarar Typ, e não faria a menor questão de esconder isso do homem. Em silêncio, ouvi também as determinações dos quartos – O que, diga-se de passagem, achei muito pertinente. Uma frágil garotinha não deveria, sob hipótese nenhuma, ser obrigada a dividir o espaço de brutamontes e homens que nem sequer pertenciam à Marinha, a julgar pelo fato claro de aquele ser um navio civil.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Prestando uma continência, me despedi de Thomas e passei a ouvir a voz da sabedoria que era emitida através da boca da pequena Elena. Enquanto ela falava, meus olhos transitavam entre seu rosto e o rosto de Typ – Ao lado do qual faria questão de estar o tempo inteiro e durante todas as interações. Ouvindo o discurso da gerente da missão, fiz gestos positivos e encorajadores para que ela prosseguisse com o plano; terminando por completar – Combinado, pequenina-grande Elena! Mas mesmo no turno de vocês, eu ficarei por perto. Não por não achar que seja mais do que o suficiente para dar conta de qualquer idiota que tente alguma coisa; mas, sim, porque um Durmstrang não consegue ficar exatamente parado durante muito tempo, entende? Em situações de calma e paz, nosso sangue começa logo a coçar dentro das veias e ficamos inquietos... Então, estarei sempre por aí; por perto e em prontidão! – Findaria com um sorriso e um gesto de “positivo” levantando o dedão da mãozorra para todos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Oe, Mizzu! – Chamaria o outro integrante da dupla – Caminhe comigo, sim? – O convidaria para uma vistoria geral no deck e nos demais compartimentos do navio, enquanto – Como qualquer bom Durmstrang – tentaria criar laços mais firmes com um irmão de batalha. Durante a caminhada, os itinerários seriam nesta sequência: Primeiro o Deck, analisando tudo que parecesse ser suspeito, bem como possíveis rotas de invasão e de fuga. Se identificasse locais que achasse que pudessem ser utilizados para tais fins, moveria para lá coisas que atrapalhassem um fácil embarque/desembarque de invasores. Poderiam ser barris, caixotes, ou qualquer coisa do tipo – Os quais eu pediria uma corda para amarra-los firmemente e evitar que caíssem ao mar. Deste jeito, qualquer pessoa que tentasse entrar ou sair utilizando aquele local de fácil acesso encontraria um terreno difícil e repleto de obstáculos; o que poderia nos ganhar segundos valiosos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em seguida chamaria o rapaz para olhar os ambientes internos do navio, eliminando todo e qualquer local que estivesse porventura mais escuro ou propício à incursões furtivas. Para obter este resultado, dobraria a iluminação que estivesse sendo utilizada no momento – Ao solicitar para os tripulantes mais lampiões, candelabros, velas, ou quaisquer que fossem os métodos que estivessem lançando mão para obter visibilidade adequada na área. Se fizessem questão, eu PAGARIA pelos objetos e pelo combustível para acendê-los sem problemas, investindo do meu próprio bolso no que acreditava ser para o bem da missão. Permitiria que Mizzu também agisse conforme suas próprias idéias, apreciando-as e o parabenizando pelas que achasse que eram boas; afinal de contas minha intenção ali não era impor uma segunda liderança de maneira alguma, mas, sim, criar uma aproximação com o membro que, até o momento, havia sido com quem menos havia criado uma intimidade – Perdendo, talvez, apenas para o curioso Meio-leão, que indubitavelmente seria a próxima “vítima” da minha obsessão por amizade e da minha constante necessidade por forjar, com todos, laços tão fortes quanto os elos de correntes de aço.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto andávamos, meu diálogo para com meu nakama seria explicando um pouco sobre mim. Sobre quem eu era, minhas aptidões marciais, história e cultura. Eu lhe falaria sobre a origem dos Durmstrang. Sobre a lenda de que éramos descendentes diretos de criaturas místicas chamadas “Titãs”; e que essa era a razão por detrás da minha alcunha. Lhe falaria também sobre as maravilhas de Fernand Ice Island, e findaria por lhe dizer, com um forte sotaque nortenho – Um dia vou levar vocês todos para a aldeia principal do clã! Teremos uma cerimônia com luta, tambores de guerra! E claro, vou apresentar a vocês a deliciosa carne de Urso Polar! Não há nada melhor em todo o Norte do mundo! Haha! Mas fale-me, pequenino... Fale-me sobre você também... O que você consegue fazer com essas joças aí? – Apontava para as armas de fogo que ele carregava consigo – Depois me deixa dar uma olhada? Eu tenho certeza que sou capaz de fazer umas dessas se me derem aço bom e tempo para estudar o funcionamento... – Permitiria que ele se apresentasse – Suas habilidades, potencialidades, sonhos e história – Enquanto agíamos em prol da segurança daquele calhorda do Typ Gay.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por último, ao fim da ronda, iria chamar o rapaz para subir ao Deck para encontrar com as demais duplas que por ali estivessem e aguardar o nosso turno de patrulha. O convidaria, também, a dar uma passada por áreas próximas de onde o Typ estivesse. E abordaria todo e qualquer civil que tentasse algum contato com o mesmo, perguntando-lhe o que desejava e explicando-lhe - Nosso contratante está cansado e não deseja conversar com ninguém! - Dando a entender a mentira de que o que estávamos fazendo era na verdade uma simples escolta particular paga pelo homem; e não uma missão de extrema importância da Marinha.


Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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Never Forget!:
 

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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty1st Abril 2018, 8:16 pm

O café da manhã parecia um velório, todos estavam em silencio, cada qual centrado na farta refeição disponível. Ao termina-la, recolhia minha mochila, ainda em completo silencio, começando minha caminhada até o barco. Ousaria apenas abrir a boca caso fosse questionado ou cumprimentado por um dos companheiros e/ou um transeuntes que estivessem pelas ruas de Micqueot. Apreciaria cada segundo desta ultima caminhada, o sol nas construções, o cheiro da neve, o vento frio, qualquer coisa que pudesse ajudar a compor uma lembrança fidedigna da passagem por aquela ilha.

"Prometo voltar algum dia, pai..."

No porto encontrávamos Sargento Thomas, cumprimentado através de uma continência. Ele nos apresentava a escoria que teríamos que acompanhar ate Lvneel, Typ Gay, ao vê-lo meu sangue fervia, mesmo aprendendo com meu mestre que devia ficar calmo perante as adversidades era difícil manter esta postura frente a esta desprezível criatura. Para evitar o contato direto, virava de costas, escutando as orientações do Sargento Thomas, mas também observado o movimento ao redor.

"A missão será cumprida, mas isso não significa que precise lidar com ele."

Como líder, Elena dividia o tempo necessário para a guarda do famigerado criminoso em quatro, nos distribuindo em times: Eu ficaria em parceria com Lucy, o mink, Karkarov com o Atirador e no primeiro e também no ultimo turno, estariam, Elena, o velhote e Mike. No fim ela esclarecia a missão, eu apenas consenti com a cabeça respondendo-lhe em voz baixa.

Sim, madame... — Estava ranzinza por não concordar com todos os pontos da missão, mas além da linguagem corporal, não expressaria mais nada. Vendo que Karkarov se afastava com o atirador, me virava para o mink. — Ey Lucy-ó, se precisarem de mim irei deixar minhas coisas no dormitório, depois ficarei na cozinha. — Com a mochila nas costas, caminhava pelo barco, procurando o local para onde iria se retirar na hora do descanso. Deixaria a mochila com as roupas lá, mas ficando com as tonfas nas costas, pronto para a ação caso ela surgisse.

O próximo destino seria a cozinha do barco, caso existisse uma. Sabia que o melhor jeito de esfriar meu sangue estaria ali. Procuraria falar com a pessoa que prepara os alimentos, pedindo para auxilia-lo(a), caso fosse negado, tentaria usar minha autoridade como militar para pelo menos acompanhar o processo de preparo dos mesmo, não gostaria que o "pacote" ou mesmo meus companheiros fossem envenenados. Se me fosse permitido auxiliar, em completo silencio, iria arregaçar as mangas, lavaria as mãos e iria seguir as ordens do(a) chef da cozinha, fosse cortando legumes, carne, lavando utencilhos ou cuidando do fogo. Durante estas ações a respiração iria se alinhar aos poucos as batimentos cardíacos, mantendo um ritmo calmo, como se estivesse meditando, pois para mim, cozinhar era tão bom quanto a meditação.

"Mestre, que você possa ser agraciado pelos deuses por suas lições. Cozinhar é uma das melhores coisas que você me ensinou."

Caso não me fosse permitido ajudar, ficaria em um dos cantos da cozinha, onde não atrapalhasse, vistoriando o preparo dos alimentos, não opinando em momento algum sobre como a comida era feita, a não ser que visse algo fora do comum. Aquilo era diferente de preparar os alimentos, mas apenas estar próximo a este ambiente já era o suficiente para me acalmar.

Mais calmo, ficaria atento para caso fosse convocado para auxiliar em uma suposta confusão, ou caso começasse seu turno de vigilancia. Como Lucy sabia onde estaria, isso serviria para pelo menos me deixar um pouco mais tranquilo, pois este meu hobbie servia também para acalmar meus nervos, que deviam estar preparados para caso uma situação surgisse.




Para a Narradora:
 

Historico:
 

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Divine Tools:
 

WANTED:
 

Legenda:
 
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty2nd Abril 2018, 8:44 pm

Chegávamos na entrada do navio, local onde começaríamos a navegar e assim realizar a nossa missão de levar o nosso cliente e também o homem que nos drogou, são e salvo para outra ilha. Dava uma tragada no meu cigarro e assoprava toda a fumaça para fora, "Finalmente consegui comprar cigarros, eu não aguentava mais. Bem, agora vamos ver o que todos tem para falar." pensei enquanto continuava a fumar o meu cigarro. O primeiro que falou ali entre nós, foi o sargento Thomas que chegava já acompanhado do Typ Gay, o homem que nos drogou e que agora nós deveremos proteger.   "Bem; ele pode não ser o melhor tipo de pessoa que eu poderia levar, mas, tudo bem, vamos ver no que isso irá dar; afinal, um superior mandou e eu tenho que obedecer." pensava enquanto olhava para os meus aliados; logo, a líder Elena, avisou para todos nós como funcionaria as equipes e como funcionaria os turnos de cada equipe, eu então respondi para ela mantendo uma postura reta e deixando as mãos atrás das costas -Sim Senhora!

Cada equipe foi formada por dois integrantes, só a da líder que ficou com três; no meu caso, eu fiquei com o Kurai, mas como eu gosto de chamar, o "Homem Das Tonfas". Kurai logo se aproximou de mim e me avisou aonde ele iria, logo eu o responderia com um simples "Ok" e então me despediria também falando -Tchau Kurai. Caso você queira me encontrar, ou eu estarei no quarto, ou eu estarei na confa mais alta do navio, ou na cozinha também, ou então em algum lugar aleatório. e então seguiria para o meu quarto enquanto de tempos em tempos daria uma tragada de vez em quando e assopraria a fumaça para fora da minha boca. Caso eu encontrasse alguma dupla na minha frente, eu viraria para eles e falaria enquanto tentaria ser um pouco mais amigável -Ola! Caso você(s) esteja(m) se perguntando o porque de eu estar sozinho, é porque eu e Kurai estamos indo aproveitar o nosso tempo fazendo algo que nós queremos fazer... Se bem que, eu acho uma má ideia ficar separados, pois esse seria o momento perfeito para nos conhecermos melhor. Então; se me dão licença, eu gostaria de ir para o "meu" quarto agora.

Chegando ao "meu" quarto, logo iria me sentar na minha cama, e ficaria respirando profundamente com o meu nariz enquanto manteria os meus olhos fechados levemente para tentar me relaxar mais, pois, essa missão não está me deixando calmo por causa que a qualquer momento eu poderia ser drogado pelo "cliente", e  faria isso por apenas 10 minutos. Após passar os 10 minutos, me levantaria da cama e enquanto daria mais uma tragada no cigarro, seguiria para a cozinha. Chegando na cozinha, iria chegar perto de Kurai, e caso ele estivesse cozinhando eu falaria para ele enquanto daria um sorriso -Oi Kurai! Soube que você é cozinheiro... Então, poderia fazer qualquer prato para mim por favor? caso ele respondesse com um sim, eu sentaria em qualquer mesa ou cadeira que tivesse ali e esperaria o prato chegar, mas se a resposta dele fosse um não, eu iria pedir o chefe de cozinha para preparar qualquer coisa para mim, e faria o mesmo caso não fosse o Kurai que estivesse cozinhando. "Bem, eu acho que essa viagem/missão não será tão ruim assim." e terminaria o pensamento dando um sorriso.

Histórico escreveu:
Lucy Kramer
Post: 18
Berries: 520.000
Ganhos: Patente Soldado, Cicatriz horizontal permanente no peito, 1kk de berryes.

Espadas:
 


Uniforme da marinha (Soldado):
 

Medalha por termino do alistamento:
 

Cigarros e Isqueiro:
 

Perdas: 500k de berryes, 20k de berryes.

Vantagens:
• Noção Exata do Tempo
• Ambidestro
• Olfato Aguçado
• Audição Aguçada
• Visão Aguçada
• Temperamento Calmo
• Zooglota
• Presas e Garras
Desvantagens:
• Aparência Inumana
• Vício Cigarro:(10 posts)
• Código Dos Heróis

Perícias:
• Acrobacia
• Luta de Rua
• Logica
• -X-
• -X-

*Pés queimados 1/2 posts, dificuldade de andar.

Objetivos escreveu:
(X)Me alistar na marinha.
(X)Ser aceito na marinha.
(X)Conseguir uma espada.
(X)Comprar um cigarro e um isqueiro.
(X)Embarcar em uma viagem.
(X)Terminar alguma missão.
(X)Terminar alguma missão de alistamento.
[/quote]

Off:
 

____________________________________________________

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Objetivos:
 


Toujours:
 
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Mizzu
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty3rd Abril 2018, 5:41 pm

T
he shot is
coming !
The word of a man has to be like a shot.
Tudo estava pronto, mais um dia se passava e no refeitório era possível ver todos os recrutas ali. Olhando mais atentamente eu também percebia que o pacote, ou assim poderia ser o codnome do refém que iriamos escoltar, estava ali entre nós, e continuamente um soldado mais antigo conhecido por mike, o qual ainda estava um pouco ferido da antiga batalha ao meu ver. “Hm... Isso está muito quieto hein, tenho que me apressar logo, já está tudo pronto para partida!” De mansinho eu pensava, enquanto também saia de mansinho, mas também seguiria os outros que partilharam da mesma missão, afim de me aproximar mais deles.

Um bom dia era fácil e nítido de achar, e logo quando vinha da boca do Sargento Thomas. O sargento parecia chegar um pouco depois que a gente, e ao lado dele um homem que não sabia muito quem era até ouvir as palavras do antigo ali. Eu havia me confundido anteriormente sobre quem era que iria ser escoltado, talvez fosse por estar com fome ou sede, mas confundia o jordan com aquele que sim era o pacote. “Então é ele!” Encarava um pouco, olhando dos pés a cabeça, não querendo amedronta-lo, mas apenas coletar qualquer tipo de informação que fosse visível ali.

O navio era um tanto que normal, feito para os civis, parecia que a marinha queria esconder aquela escolta das atenções, mas como esconderia vários marines fardados em um navio de civis. A líder continuava, sim era a antiga recruta, que agora é um soldado, Selene Helena, muito admirada por mim é claro. Com algum gesto ou até mesmo fala, a helene conseguia reunir todos os marines que ali estavam, com o comando da missão em suas costas, o que ela faria a parti daquele momento deveria ser extremamente calculado, e nada poderia dar errado pois poderia comprometer toda a missão. “O titã! Hmm... ok!” Com a estratégia formada, a líder daquela esquadra de marines dividia o grupo por duplas, e embutia da missão de sentinela ali, e poderia ser por querer mesmo, mas a minha dupla era nada mais nada menos que o famoso Titã, o Durmstrang. Aquilo não mudava muito meu humor, mas criava uma expectativa do laço de afetividade que poderia se iniciar ali. – Ok, por mim tudo bem! Karkarov ira ser uma boa companhia – Dizia enquanto cruzava os braços e mostrava um sorriso de orelha a orelha.

Antes mesmo de me virar para começar a dialogar com o karkarov, percebia o mesmo já chamando minha atenção para caminhar, e sem alguma restrição minha eu tentaria seguir o mesmo. – Olá, desculpe eu não me apresentar antes, sou meio tímido no começo, mas depois que me conhece você se arrependera de me ter como amigo dereshishishi, zoeira a parte, meu nome é Mizzu S. Hayha, mas pode me chamar de Mizzu ou Simõ, como bem preferir. – Falaria de forma meia engraçada, sempre com o sorriso largo na cara, e com a mão direita coçando a à nuca. Esperaria é claro o mesmo falar algo, fechando a boca por algum tempo, eu tentaria seguir o mesmo ouvindo caso o mesmo tivesse algum tipo de plano, e também averiguar aquele barco ali em si, a procura de detalhes despercebidos com minha visão aguçada, a fim de neutralizar qualquer tipo de ameaça contra o objetivo da missão, mas sem dar algum tipo de pitaco, apenas falaria algo se fosse muito importante ali.

Ao termino de ronda, tentaria ouvir mais o mesmo, caso se abra contando sua história para mim, esperaria o mesmo terminar e também lhe contaria minha história, de onde eu vim, como eu sobrevivi até hoje, e explicar a causa de usar as armas de fogo como forma de luta. Principalmente sobre meu estilo de combate, sacaria minha pistola de maneira rápida do coldre axila, e apontaria para algo que estivesse próximo ali, tudo parecendo um flash. – Bang Bang, Dereshishi... Eu escolhi as armas de fogo por serem mortais, e no meu caso precisas, não sou muito de ir pro combate corpo-a-corpo, mas dou suporte de longe, ou acabo logo com tudo dereshishi. – Falaria demonstrando dois disparos de pistola, pois naquele local e o momento não eram propícios para sons de disparos, e tentaria girar a pistola com o dedo indicador no guarda mato da mesma, a posicionando no coldre novamente. – Assim, falando a verdade, armas de fogo não são meu amor mesmo, mas se aproxima do que eu quero... não sei ainda, mas ainda não achei uma arma que me apaixonasse! Mas por outro lado veja que bom, você é ferreiro? Claro que sim, pode vê-las, quem sabe-la você pode criar algumas personalizadas para mim hein ? Dereshishi! – Fazendo uma cara de sarcástico no final das palavras.

Seguiria o mesmo novamente, não como um cachorro, mas como apenas uma forma de apenas estar aceitando as ações do mesmo e imitando-o. Caso o mesmo resolvesse voltar aonde todos estivessem, já não ficaria mais muito próximo, tentaria ficar um pouco afastado, pois o que eu poderia fazer naquele local ali era apenas dar suporte, caso algo acontecesse eu estaria pronto para neutralizar a ameaça, mas também não ficaria tão longe que não pudesse me interagir com todos ali, apenas alguns metros para ser exato. Não Falaria nada para terceiros ali, deixaria a intimidação com o karkarov e outros, apenas esconderia minhas armas na capa, e fitaria todos com um olhar sanguinário, quase matando, aqueles que fosse suspeitos, com os olhos.

Objetivos:
Conseguir uma arma.
Conseguir Pericia Armadilhas.
Entrar para o GM/Marinha.
Conseguir Uniforme novos.
Completar missões.
Encontrar os parças.
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Historico:
 

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Ficha na sign

♥:
 

Fã:
 


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Última edição por Mizzu em 5th Abril 2018, 6:53 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty3rd Abril 2018, 6:49 pm

O Sol começava a brilhar no horizonte, o frio intenso achava seu rival, a alegria de ver a luz solar em meio ao ambiente gelado era já um motivo de alegria e aquecia o coração dos sete marinheiros que estavam arrumados no porto. A chegada de Thomas com o Typ Gay provocava reações diferente no interior e no exterior de todos os companheiros. Mike parecia querer dar um murro no "protegido da Marinha" a todo custo, o único que não parecia demonstrar nenhuma reação era o próprio Jordan.

Logo depois Elena passa a dar suas ordens a todos os membros da equipe dividindo cada marinheiro em um determinado turno, como a viagem levaria aproximadamente vinte e quatro horas eles teriam seis horas para cada um trabalhar de maneira efetiva.

Typ logo subiu no barco e foi sendo escoltado por Elena e seus dois companheiros, o "protegido" foi direto para o quarto dele, Elena pode ver que o quarto dela ficava bem a frente do quarto do vilão da história.

- Não quero ser incomodado! - disse Typ para os Marinheiros. - Sei que me odeiam, mas não são os únicos, por isso vou passar a viagem aqui bem quieto, mas vou estar escrevendo uma matéria e por isso quero paz. Ficaria grato se daqui umas três ou quatro horas chegasse minha refeição.

Logo após dizer o que queria ele abriu a porta do quarto e entrou sem mais nada falar. Logo após então Elena e Mike conversam sobre o problema de Mike, ele pareceu bastante abatido pelas ordens da soldado e Jordan parecia apoiando sua superior também se colocando ao lado dela. Mike apenas assentiu e mansamente se retirou para o quarto número 11.

Entrando junto com Elena e seus grupo, Karkarov entrava com Mizzu a seu lado, claro que avisando Elena de que não iria ficar dormindo nem nada, mas que iria estar sempre próximo a ela. Mas o que a dupla foi realmente fazer era dar uma vistoriada no barco todo, queriam observar os pontos escuros e iluminar onde a luz era fraca. Mas a realidade era que o barco em sia era bem elegante e bem iluminado. Não havia lugares onde uma pessoa poderia passar desapercebidamente, principalmente no corredor onde ficava o quarto do Typ Gay. Por fim subiram no deck para ter uma boa visão do mar, com o Sol mas alto e sem mais vestígios da terra branca da neve.

A ultima dupla era do mink e do tonfeiro, cozinheiro e soldado Kurai. Enquanto o mink foi para o dormitório ver onde ficaria o cozinheiro foi direto para o que lhe dava prazer, a cozinha e chegando lá se ofereceu para ajudar, mas claro que ele queria observar a cozinha e como ela funcionava e sua integridade.

De início a coisa estava indo muito bem, todos trabalhavam conforme o Chef instruía, quando o soldado ofereceu ajuda o cozinheiros aceitaram e permitiram que ele trabalhasse no meio de todos, a algria do pessoas era fantástica, um pouco depois duas pessoas chegam junto. Jordan, o novo membro do grupo e que também esteva na "Batalha das Cobertas" e Lucy, sua dupla.

Jordan pediu um prato de comida para o quarto 10, como Kurai sabia era o quarto do Typ Gay. Esse era o momento de dar atenção, mas o dono do pedaço olhou e percebeu a reação de Kurai, e então deu instruções.

- Soldado, toda a tripulação sabe da missão de vocês. - Disse o Chef com calma e traquilidade. - Faça tranquilamente o prato para o homem que vocês estão protegendo, mas o prato deve ser digno da cozinha deste navio. - Então ele se virou para o Mink - Eu realmente não me importo com pessoas aqui na minha cozinha, mas você vai precisar sair, se eu souber de um prato com metade de um pelo seu, eu mesmo o cozinho. - o Chef estava bem sério.

Nesse momento os olhos afiados de Mizzu entram em ação, pois ao olhar para o longe ele percebe algo que ninguém ali havia visto, era um pequeno ponto, mas se aproximava do navio rapidamente, provavelmente era um outro navio, bem menor que a caravela que estavam, deveria ser uma escuna viajando em alta velocidade.
Navio planta:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty3rd Abril 2018, 11:09 pm


As ordens emitidas pela líder foram atendidas e, assim sendo, todos se separaram, cada grupo seguindo seu próprio caminho. A espadachim foi com Jordan e Mike até o quarto do pseudo jornalista, onde ele pediu privacidade e serviço de quarto. Com a porta fechada, o trio conversou e Elena expôs a intimidade de Mike praticamente ordenando-o que fosse descansar para se recuperar. Dessa forma, passaram o resto do turno como vigias.

Sozinha, enquanto Jordan ia buscar a refeição de seu tutelado, Elena recebeu a visita nem um pouco surpresa de seus pais. A expressão desprezível e prepotente de sua mãe estava sem vida como sempre enquanto a de seu pai continuava viva e alegre. A espadachim, diferente do desprezo habitual, deu uma chance aos pais e ficou observando a interação entre eles. Ela achou bastante interessante o modo como eles se confrontavam em diversos assuntos distintos, sempre indo para pontos de vista completamente diferentes.

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-Eu sinto a falta de vocês…  

Diria olhando para os pais sem saber o motivo das palavras terem escapulido pela sua boca de forma impulsiva e inesperada. Havia o perigo de alguém estar ouvindo ou assistindo a cena, talvez até o Typ pudesse ter escutado aquela confissão de esquizofrenia clara, mas não havia o que fazer. A boca sempre expulsa o que o coração preenche e se naquele momento ela fosse punida por isso, então que seja, pois a jovem jamais faria algo contra o seu coração - exceto em situações pontuais referentes ao seu cargo na Marinha, nesse ponto há muito a ser debatido antes de um sim ou não ser exercido.

A nobre líder continuaria de vigia até que seu turno acabasse e a próxima dupla viesse para lhe render. Havia a possibilidade de existir algum problema nesse intervalo, então a jovem preparar-se-ia para o combate. Puxaria a katana por ser a arma mais adequada ao curto espaço do navio e usaria suas habilidades acrobáticas aliadas à sua aceleração natural para mover-se de forma ágil e destril com saltos curtos, utilizando as paredes, e rolamentos pelo chão para se aproximar ou desviar de possíveis ataques. Evitaria atacar diretamente, apenas preocupar-se-ia com a proteção do jornalista e focaria em defesas na área ao seu redor e proteção do perímetro.

Na hipótese de ser rendida pela dupla, agradeceria com uma reverência e iria até o convés para verificar se tudo estava em ordem. Procuraria todos os seus nakamas e os fitaria diretamente, como se esperasse por alguma informação deles, caso não entendam, expressaria o desejo de ser informada de forma verbal. Caso note algo estranho, seja uma movimentação no barco ou no mar, chamaria a atenção dos marinheiros. - Atenção, observadores… Preciso que alguém verifique um possível problema!  - Seu chamado buscava por quem tivesse boa visão ou fosse experiente no assunto. Infelizmente, sua visão era apenas regular, diferentemente de sua audição superior, então, saber delegar essa função à mãos capazes era fundamental.

Agindo como uma verdadeira líder, ela posicionar-se-ia no ponto mais alto da embarcação e de lá daria as ordens necessárias para proteger os tripulantes e sua missão (Typ Gay). Se alguém ou um grupo aparecesse e encostasse no navio sem intenções de crimes, a espadachim ouviria tudo o que teriam a dizer, porém, não permitiria a entrada em sua embarcação, não importando o posto, título ou relevância da pessoa que o pedisse. Não teria medo de ser punida por isso. Se insistissem na invasão, Elena não teria outra opção senão fazer o pau quebrar.

- Atenção, soldados… ELIMINEM OS INVASORES!  

As palavras da líder da frota seriam duras e firmes, tanto para mostrar para os convidados indesejados que ela estava falando sério quanto para dar carta branca aos seus comandados no combate, permitindo que eles possam agir sem ressalvas e que se excessos existissem, ela seria responsável por isso. Mas no fundo, ela esperava por um milagre onde as palavras afastassem os inimigos. Como uma verdadeira nobre que era, não lhe trazia alegrias causar dor às pessoas, mesmo sendo necessário. Entretanto, seu dever estava acima de seus desejos pessoais e aqueles que ousarem desafiá-la, sentiriam na pele o peso de sua determinação.



”Considerações”:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty4th Abril 2018, 1:50 pm


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Mar calmo?!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A viagem estava pacata e calma até o presente momento. Os interiores do navio, de fato, me surpreenderam! Talvez por algum preconceito já ter se enraizado na minha mente Marine, ou talvez por simplesmente ter vivido sempre com o mínimo do mínimo e sem direito a luxos, eu esperava encontrar uma embarcação suja, mal cuidada, e típica do que a minha idéia de “civil” se enquadrava. Entretanto, o que encontrei durante minha ronda fez meu queixo cair: Ambientes bem iluminados, relativamente muito bem limpos, organizados e com uma logística que favorecia a proteção forçada que precisávamos fornecer ao detestável e ignóbil Typ Gay – Que tipo de nome é esse, no final das contas? - Raciocinei secretamente, tecendo opiniões avulsas sobre o homem que pouco conhecia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O pequenino Mizzu parecia ser muito mais gente boa do que eu imaginava. Era um tanto retraído de início, mas, conforme fomos conversando, o garoto desatou a falar pelos cotovelos, como se houvesse tomado água de chocalho! Eu me permiti rir ao seu lado, enquanto executávamos a varredura nas áreas do navio. Sim! Ele se dará muito bem com os outros Durmstrang, quando eu levar a todos para conhecer o clã. Anseio por esse dia, é fato! O dia em que aqueles com que divido laço sanguíneo de nascença encontrarão com os que optei dividir a vida em combate! – Como será que o velho anda, por essas horas? Lutando mais alguma grandiosa batalha, imagino! – Os pensamentos tentavam ser positivos e ignorar o fato de que a cada ano que se passava, meu pai ficava um ano mais próximo do descanso titânico eterno.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estes últimos divagares emotivos foram feitos comigo recostado na amurada da embarcação, encarando um horizonte diferente do de Mizzu. O rapaz parecia absorto em outros pensamentos, ou em alguma informação quem e fugia no momento. Sob a hipótese de que ele me avisasse sobre o fato de que estávamos sendo alvo de uma rápida embarcação; eu daria um salto de surpresa e atenção, apurando meus olhos para identificar o tipo de navio – Mas não gastando muito tempo com isso – Precisamos avisar aos demais! Rápido! Eu vou procurar Elena e Mike; avise os demais! Não temos tempo a perder!  - Eu solicitaria a ajuda do aliado já iniciando uma corrida em direção aos interiores do navio; parando apenas para dizer – Não faça um alarde sobre isso! Tudo o que não precisamos são de civis atrapalhando! – E retomaria a corrida em direção às cabines internas à embarcação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caso conseguisse alcançar o ponto objetivado tão rápido quanto gostaria, bateria na porta do quarto que houvera ouvido mais cedo como sendo de Elena. As batidas em nada seriam educadas ou até mesmo compassadas! Seriam verdadeiras porradas na porta, ao estilo Durmstrang de se chamar alguém – Soldado Elena! Karkarov aqui! Uma palavra por favor! – Se não abrisse, mais batidas, mais fortes – Soldado Elena! – A intenção era demonstrar a urgência no tom de voz sem deixar com que outras pessoas próximas soubessem exatamente do que se tratava. Todavia, se a encontrasse nos ambientes externos e não necessariamente dentro do quarto, a puxaria pelo braço para um canto afastado de Civis – Vamos ser atacados uma vez mais, provavelmente! – Respirava fundo antes de prosseguir – Uma embarcação pequena se aproxima rapidamente por um dos nossos flancos! Por favor, cheque a integridade do Typ e depois junte-se a nós! Em caso de combate sua ajuda será imprescindível! – Ouviria o que teria a dizer e, após, fazendo um sinal de positivo, correria com armas em riste para cima novamente; me pondo a procurar por onde o pequeno barco andava naquele momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se visse Mizzu novamente, pediria – Busque um lugar alto, aonde você possa ter uma linha de tiro sem se preocupar com inimigos! – Um olhar instintivo era dado para o mastro do navio, buscando a estrutura em forma de balde na qual normalmente há espaço para observadores ficarem no alto. Se algo assim ali existisse, apontaria com o indicador – Ali me parece bom! Não perca tempo! – E me viraria correndo ao redor da região pela qual o barco viesse a nos abordar. Tomando a iniciativa de cortar toda e qualquer corda que lançassem para subir a bordo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se em algum instante tiros fossem disparados, buscaria cobertura sob a amurada do navio e gritaria para todos os civis e tripulantes não-oficiais entrarem. Andando agachado por trás dessa área de natural proteção, continuaria cortando quantas cordas fossem possíveis e pediria ajuda aos meus amigos para que pudesse exercer tal tarefa de maneira mais efetiva – Se eles não embarcarem, não são uma ameaça! Navegador, aonde está você, maldição? Acelera essa joça! – Os gritos eram de quem não tem o mínimo costume com a situação, obviamente. As minhas atitudes visavam fazer o que acreditava que iria efetivamente minimizar danos; e a necessidade de ter orientações mais específicas fazia-se visível no ímpeto de um poderoso, mas ainda jovem e imaturo Durmstrang.


Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty5th Abril 2018, 5:38 pm

Adentrava na cozinha a passos lentos, passava o olhar sobre as atividades dos outros, então me aproximava do Chef, identificado pelo tamanho do chapéu. Retirando o boné da cabeça me curvava lentamente oferecendo ajuda, ficando nesta posição ate receber uma resposta, que para minha felicidade foi um sim. Ser designado para a missão de escolta havia deixado meu humor lá embaixo, mas ser aceito na cozinha começava a melhora-lo.

"Vamos lá velhote, espero que seus truques não me façam passar vergonha."

Começava minha jornada recolhendo um avental e indo até uma lavatório para higienizar as mãos. Observadores externos poderiam achar que estivesse realizando uma espécie de ritual pela excentricidade ao lavar as mãos, mas se tinha algo que prezava durante esta atividade sagrada era a limpeza. Assim como a a higienização, cozinhar exigia uma espécie de ritual para mim. Seguia uma serie de passos friamente calculados ao executar cada ação e antes de chegar nas outras etapas, onde envolvia fogão e o preparo dos alimentos. Ajudava primeiro na finalização dos pratos dos demais cozinheiros, fosse cortando legumes ou mesmo mexendo o conteúdo de panelas no fogo. Ficava naquela atividade até a chegada de dois visitantes, o velhote que nos acompanhava em missão, Jordan, e com ele, Lucy.

Jordan requisitava o prato de Typ, a fase ranzinza já havia passado, estar na cozinha me deixava feliz e de bem comigo mesmo, mas escutar o nome daquele calhorda causava certo incomodo. Percebendo o incomodo causado pelo nome daquele desprezível, o Chef da cozinha me designava para preparar o prato dele, requisitando primor na execução desta atividade. Sem me mover da frente da sopa que mexia, sorria e respondia a ele.

Sim, senhor! Meu mestre tinha um ditado que se encaixa bem nesta situação: Não importa se você irá cozinhar para o Rei dos Piratas ou um para um Almirante, frente a uma boa refeição todos eles são apenas humanos. — Passava o controle da sopa para o outro dos cozinheiros que a estivesse disponivel e iria executar minha ordem.

Enquanto caminhava até a geladeira via Lucy ser expulso da cozinha pelo Chef, enquanto ele me pedia que lhe preparasse algo, com um sorriso, sem interromper a caminhada lhe responderia antes de chegar a geladeira. — Obedeça o Chef, eu tenho em mente um prato que creio que irá gostar.

Abrindo a geladeira com a mão direita procuraria por um corte de costela, levaria-o até uma bancada com a tábua de corte, deixando-o ali por enquanto. O próximo passo era encontrar tomates, recolheria-os junto a outros legumes. Primeiro me dedicava a cortar a carne em pedaços de tamanhos semelhantes utilizando cortes precisos, em seguida viria o tempero. Escolheria fogão que estivesse ao lado de um balcão para então levar a panela com a carne ao fogo brando, atentando-me a temperatura da chama. No balcão ao lado me dedicaria ao preparo de um molho de tomate, junto ao corte dos legumes. Direcionando logo em seguida o molho também ao fogo. Deixava a carne cozinhar enquanto terminava o molho, provando-o para ver se precisava de mais tempero, com uma colher que depois iria direto para a pia. Quando a costela e o molho estivessem completados, recolheria os pratos distribuindo primeiro a costela, em um deles de cada vez, depois viria com o molho colocando-o sobre a carne e adornando com os legumes ao lado. Caso conseguisse executar todos os passos como o esperado o prato estaria com uma boa aparencia.

Costela com molho de Tomate:
 

Colocando o prato de Typ numa bandeja coberta por uma "cloche", apontaria-o para que Jordan o levasse. Recolhendo mais um dos pratos levaria-o até Lucy, colocando-o em sua frente, junto a um par de talheres com um sorriso no rosto e a expressão de dever realizado.

Voilà! Aproveite e depois me de sua opinião. — Voltaria então para a cozinha higienizando novamente as mãos e me dedicando a novas atividades que fossem designadas pelo Chef, caso não fosse requisitado, iria tentar preparar a refeição dos cozinheiros, utilizando uma receita do meu antigo mestre de bolinhos de arroz com pedaços da costela, acompanhando pelo molho de tomate.

Quando o horário combinado com Elena estivesse próximo, iria me direcionar a porta do quarto do "pacote", rendendo-a com uma continencia.

Se apresentando para o serviço. — Se Lucy estivesse ali ou não, eu continuaria com a minha parte do serviço, com os braços cruzados no canto do corredor, me movendo algumas vezes apenas para o sangue circular.


Caso durante o preparo ou ao finalizar o prato existisse uma situação que precisasse de minha intervenção, pois estava ali em missão, apontaria um dos cozinheiros presentes para continuar seu preparo lhe passando as instruções.

Fique atento a temperatura do fogo e não deixe a carne queimar. Assim que a carne estiver pronta sirva-a primeiro antes de cobri-la com o molho. — Retirando o avental, correria na direção da pessoa que havia me convocado já me armando com as tonfas na posição padrão, coladas a parte de fora dos antebraços, ficando pronto para o combate.



Para a Narradora:
 

Historico:
 

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Divine Tools:
 

WANTED:
 

Legenda:
 
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty5th Abril 2018, 6:51 pm

T
he shot is
coming !
The word of a man has to be like a shot.
O poder da mudança não era lá tão fácil, mesmo sendo extrovertido e brincalhão, eu ainda tinha aquele lado tímido para aqueles que não tinha muita minha intimidade. O bárbaro, conhecido como titã, era o único dentro todos ali que havia conhecido minha real natureza, com o laço de amizade criado pela “batalha das cobertas” e também pelo tempo já vivido entre eles, o que restava mesmo era um simples dialogo entre nós, para quebrar o gelo e cessar a minha timidez. Com gargalhadas e grandes conversas, uma grande amizade se iniciava entre mim e o karkarov, e esse era o começo de uma missão particular que eu travava, a missão de conseguir a confiança e a intimidade de todos do grupo ali.

No deck, o que eu mesmo queria naquele momento era apenas observa o horizonte em si. Uma certa sensação de nostalgia me tomava, não sabia se era devido a minha infância, mas de alguma forma eu sentia que o gosto de cheirar aquele ar puro do mar, com a brisa batendo em meus cabelos, estando ou não em uma grande tempestade, ou em uma mar totalmente tranquilo, aquilo me deixava alegre, mesmo sem lembrar muito da minha infância, alguns pensamentos sobre a mesma passava como simples flashes. “Ahh... Por mim eu ficaria assim o tempo todo!” Relaxado, eu já não estava mais ali em pensamentos, meu corpo continuava preso ao deck, mas minha mente já estava em um local um pouco distante, e a missão era o que menos me importava, se me observassem ali, eu estava simplesmente de braços cruzados, e olhos fechados. Um pouco imprudente eu estava, como atirador e também como estava em missão, qualquer erro ali poderia ser fatal, mas não sabia como aquela sensação me tomava por completo.

Toda brisa do mar e aquela pureza que estava pairando sobre mim, era totalmente submersa pela tensão que aparecia ali, tensão essa devido a um pequeno ponto em meio aquele mar a deriva. Toda aquela sensação de leveza que me cobria, mudava para culpa e também irresponsabilidade. Poderia ser que devido a minha displicência e falta de atenção, havia dado brecha para uma possível alteração naquela missão. “Droga, acabei me descuidando demais!” A atenção era triplicada naquele momento, o que eu tentava fazer ali era de algum jeito identificar o que estava se aproximando do navio em si, e que também estava se aproximando muito rápido para ser algum aliado.

Tentaria usar a luneta do meu fuzil winchester 44, mesmo tendo a visão mais apurada de todos ali, queria ter a certeza do que estava se aproximando, para não deixar os outros também tensos, e acabar que tumultuar aquele navio, que por sinal também tinha civis. De alguma maneira eu iria conseguir avistar o que estava se aproximando, com luneta ou sem a mesma, minha visão era muito boa para deixar passar aquela pane, mas mesmo assim não esperaria o mesmo se aproximar mais, a única coisa que eu poderia fazer era avisar a quem estivesse mais próximo ali, e não causar um tumulto ali dentre os civis.

“Tenho que avisar ao karkarov, ele precisa avisar do acontecido para helena, mas os civis não podem saber sobre isso” Eu pensava de maneira rápida. – Titã! Tem algum tipo de barco de pequeno porte se aproximando em alta velocidade do nosso navio, avise a líder! Mas tenha cuidado, tem muitos civis no navio, isso pode causar algum tipo de tumulto! Eu ficarei por aqui caso algo mude ou apareçam outras informações! – Falaria de maneira não tão alta, mas em um tom que o bárbaro ali pudesse ouvir nitidamente, e enquanto isso empunharia o fuzil, em posição de caçador, e continuaria a olhar aquele ponto preto se aproximar, esperando apenas as ordens da líder Helena e realiza-las.

Se algum momento o karkarov chegasse com as ordens, ou até mesmo se aparecesse, eu iria tentar procurar algum lugar para me abrigar, como atirador e em um navio, o combate em media e curta distância eram os mais prováveis ali, e esse era um dos meus pontos frágeis.  O mastro daquele navio era o local mais viável ali, e talvez pelo instinto que aquele bárbaro tinha, o mesmo poderia me indicar o que minha intuição apontava, apenas seguiria para tal local, com um balançar de forma afirmativa com a cabeça, mostraria ao karkarov que havia entendido o que ele queria e tentaria subir no mastro mais próximo ali.

A líder Helena era simples e objetiva, as palavras da mesma seriam simplesmente façam justiça, caso aquela alteração viesse a se propagar e se tonar algo bem maior que o esperado, e caso não atendessem aos nossos pedidos de parada, ou de rendição, a justiça seria feita. Posicionado em tal mastro, daria o golpe no fuzil em si, mostraria que não estava brincando ali, assim criaria o movimente de alça e massa de tal arma de fogo, mirando em quem se aproximasse do navio ali e fosse hostil. Se em algum momento os inimigos ou o inimigo usasse algum tipo de corda ou prancha para adentrar ao deck do navio que eu ocupava, atiraria em contra qualquer um que desejasse prosseguir ali, usando a luneta da arma para um melhor posicionamento da mira, tentaria atirar mirando nas pernas e troncos dos inimigos ali, de forma que apenas neutralizassem, mas caso não chegassem a isso, miraria diretamente na cabeça, e atiraria tentando eliminar qualquer tipo de ataque dos mesmos.

As munições só seriam salva caso não houvesse alvo algum diante a minha mira, ou se eu não tivesse 100% de certeza que não atingiria qualquer um dos meus aliados e civis, caso isso acontecesse, gritaria para o mesmo se afastar, e sair da minha linha de tiro para acabar com tal ameaça. Priorizaria também procurar com minha visão aguçada algum atirador inimigo ali, e antes de começar a atirar e mostrar minha localização tentaria elimina-lo rapidamente ali.

Ao passar aquele acontecimento, e também não houvesse baixas do lado da marinha, tentaria descer do mastro, guardando o fuzil nas minhas costas o posicionando com a bandoleira. Ao descer procuraria a soldado Helena. – Cara, o que foi isso hein... Essa viagem pelo visto ira ser conturbada, acho que essa é a hora de sabermos um pouco mais a causa dessa missão, não sei se é o certo Helena, mas acho que deveríamos conseguir algumas informações com o refém! – Tentaria verbalizar com a líder ali, pois aquela missão poderia piorar caso houvessem mais alterações, e em seguida tentaria acalmar os civis ali, mostrando que estava tudo sobre controle, mandando voltarem ao seus afazeres.

Objetivos:
Conseguir uma arma.
Conseguir Pericia Armadilhas.
Entrar para o GM/Marinha.
Conseguir Uniforme novos.
Completar missões.
Encontrar os parças.
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Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 16 Empty6th Abril 2018, 1:03 am

Na cozinha do navio tudo ia tranquilamente, Kurai acabava de receber uma instrução de Jordan e logo se colocava a fazer o que sabia de fazer melhor. Lucy por outro lado foi expulso da cozinha e não tendo muito o que fazer foi para o dormitório fazer o que o Mizzu fazia de melhor, dormir.

Entretanto Kurai foi a geladeira e enquanto pegava as coisas necessárias para fazer uma costela para seu "cliente" pessoalmente teria feito um chucrute com pure de maçã ficar feliz com a sua bela comida, Jordan voltava para Elena dizendo que logo voltaria para pegar o prato.

Enquanto isso, Mizzu que relaxava tranquilamente no deck do navio observou que um pequeno navio estava vindo se aproximando rapidamente, logo tirou Karkarov de seu desvaneio e avisaria ele sobre a aproximação do navio. Agora o próprio bárbaro já podia avistar um ponto no horizonte e vai para notificar Elena do que estava acontecendo. Mas antes de correr ele avisa a Mizzu avisar os outros colegas, no caso Kurai e Lucy, porém esse lembrete foi ignorado pelo gigante.

Elena, que montava guarda na porta do quarto de Typ Gay viu Jordan chegando para ficar ao lado dela. Ele a havia que o próprio Kurai estava na cozinha e cuidaria da alimentação da "missão", como Elena gostava de pensar sobre o homem dentro do quarto. Mas logo após Jordan chegar, Karkarov chegava com o aviso de que um navio estava logo se proximando por um dos flancos e ambos passam a correr para o deck.

Assim que a dupla chega ao deck Karkarov sugere que Mizzu procure um lugar alto sugerindo o mastro, e Elena vai a outro ponto alto e consegue subir sobre o teto da cabine de comando tendo uma boa visão ampla e o Titã se preparava para ir para o lado que o navio que se aproximava viesse.

Logo ficou claro que estavam vindo pelo estibordo do navio (lado direito para os marinheiros ignorantes) e que o navio não era simples, mas um navio do governo. Elena, a líder da frota, estava de olho e já tinha arrazoado que não permitiria deixar ninguém entrar no navio, não importava o status da pessoa, mas será que ela era de fato a capitão do navio que transportava "sua missão"?

Bem o fato que uma pequena escuna logo emparelhou com o navio e Elena, Mizzu e Karkarov poderiam ver não um, mas quatro pessoas, uma no timão e as outras olhando a grande caravela, todas elas de terno preto, com um ar super confiante e um deles tomou a frente.

- Bom dia amigos! - Dizia ele calmamente, mas alto o suficiente fara que todos que quisessem ouvir e olhando para Elena. - Soldado Elena, não quero causar nenhum tipo de problema, você tem a sua missão e nós temos a nossa. Só vim pegar um passageiro. Mas fica tranquila, ele virá por conta própria.

O sorriso daquele cara era algo desagradável, entretanto exalava muita confiança por parte dele. Todos se encaravam, mas era nítido que o temor de que alguma coisa poderia acontecer não estava nos olhos dos agentes, mas dos marinheiros e quem via aquela cena parecia entender que algo bem errado estava acontecendo.

TCHBUUUUM

O barulho não era um tiro, claro que não, nenhum canhão foi acionado e nem mesmo uma arma de fogo estava apontada para alguém, era apenas o barulho de algo caindo na água nas costas dos marinheiros, ou seja , a bombordo (lado esquerdo). Mizzu que olhou por instinto rapidamente e estando em um ponto mais alto, viu apenas a espuma do mar de onde alguma coisa caiu.

SHOAAAA

Logo outro som apareceu. Era de um tritão bem esguio que saltava da água para a pequena escuna dos agentes e logo acenou positivo. Então um dos agentes pegou um den den mushi e logo falou. "Missão concluída".

Na cozinha Kurai já havia terminado sua costela, mas Jordan não aparecia para pegar o prato que estava esfriando, uma deliciosa costela prestes a ser desperdiçada e ter seu sabor roubado pelo tempo. Lucy por outro lado dormia tranquilamente no seu momento de folga.

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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