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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Boreal
Pirata
Pirata


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptyTer 02 Jan 2018, 22:35

- Filhos da puta..A gente não vai impedir vocês. A GENTE VAI MATAR VOCÊS, ARRANCAR O PAU DE TODOS VOCÊS, COLOCAR OS VOSSOS PRÓPRIOS PINTOS NA BOCA DE C-A-D-A UM E DEPOIS COSTURAR O RABO DE UM NA BOCA DE OUTRO! Nhahahaha.Hahaha.. - Eram as palavras de Chinatsu, seguidas de uma grande risada sarcástica.

Os piratas se olhavam entre si, uns aparentemente assustados, outros estranhando como uma menina aparentemente inofensiva poderia estar dizendo tais coisas, os ameaçando de um jeito tão... Macabro.

- E eu trouxe a agulha e linha. - Complementava Gallore, com um sorriso, talvez até um pouco inocente, mostrando a agulha e linha que havia comprado naquele mesmo dia.

- E eu não estou brincando. - E nesse momento até o médico se assustava um pouco afinal, para ele, não passava de uma breve brincadeira. Ela encarava os dois lanceiros por um instante, mas eles não pareciam ligar muito. Gallore ficava aliviado de Chinatsu estar ao seu lado no combate. Katsuo apenas ficava quieto, segurando com um dos braços o ferimento, manchando também a manga de sua blusa com o sangue que escorria.

- Esses três aqui são meus! - Gritava Chinatsu partindo para cima dos adversários em alta velocidade.

Ela avançava diretamente contra o espadachim a sua frente, tentando aplicar um golpe no mesmo, que bloqueava. Mas ela não parava e, com sua aceleração, tentava outro golpe, e outro bloqueio. E agora era o espadachim que tentava um golpe contra a ninja, que conseguia se esquivar com movimento para baixo, fazendo um corte limpo e profundo na cintura do espadachim, que se distanciava rapidamente levando uma das mãos ao machucado. Durante esse movimento, um dos boxeadores próximos a Chinatsu aproveitava do momento e dava um poderoso chute na cabeça dela, que apesar de não impedir o movimento de ataque dela, fazia com que recebesse um forte impacto que sentia até balançar sua cabeça no pescoço, e quase cair para o lado. Contudo, o outro boxeador avançava neste mesmo momento contra ela e, num ato quase que de puro reflexo, ela colocava a ninjaken a frente do golpe, bloqueando um soco que viria de novo contra sua cabeça.

Chinatsu se levantava rapidamente com um salto e vislumbrava o espadachim caído no chão, apoiado somente em uma parte, segurando seu ferimento. Ela havia sentido que aquele golpe havia sido especialmente efetivo. Além disso, o golpe que a gatuna recebera em sua cabeça abria um leve corte em seu supercílio direito, fazendo com que um fino fluxo de sangue descesse até sua sobrancelha e fosse direcionado para o lado do olho. Não era algo que ela tivesse que se preocupar tanto, pelo menos por hora.

Enquanto isso, Gallore avançava contra os quatro piratas a sua frente, retirando seu casaco e ficando sem nenhuma peça na roupa superior(visto que ele havia tirado a camiseta quanto estancou o ferimento da Chinatsu, como ele descreveu em seu post). Ele envolvia suas mãos com o casaco e se aproximava de um dos espadachins, segurando a lâmina do mesmo, e puxando-a para o lado, de forma que ele abria uma brecha perfeita para o ataque de Gallore, que vinha como duas cotoveladas na cabeça do inimigo, que claramente perdia a consciência, ou ao mínimo ficava bastante tonto com isso.

Gallore girava, ficando de costas para um dos boxeadores, ainda segurando o adversário pela espada que, apesar de quase desacordado, insistia em não largá-la. O médico chutava este contra os outros dois piratas, boxeador e espadachim, a sua frente, e um deles conseguia se esquivar com um salto para o lado(o boxeador), mas o outro era recebido de cara e caia no chão com o outros espadachim em cima dele. Dois espadachins derrotados, faltavam dois boxeadores.

Gallore rapidamente dava passos para trás e agarrava o boxeador a suas costas, que aproveitava aquele instante para aplicar um forte soco cruzado nas costelas direitas de Gallore, que sentia uma forte dor naquele instante, mas não desistia e segurava o inimigo pelo pescoço em um movimento de luta livre, se jogando para trás com ele e empurrando sua cabeça contra o chão. Knock-out. Sobrava só mais um boxeador, que corria na direção de Gallore.

O médico avançava contra o boxeador, que também avançava contra ele e, quando estava próximo o suficiente, o pirata tentava aplicar um soco na face de Gallore, que se ajoelhava e tentava deslizar no chão. Contudo, o chão não era tão liso, sendo feito de pedras, mas o movimento não dava tão errado. Gallore dava um forte golpe na perna do boxeador, que com isso era jogado para o chão, ao preço de que Gallore esfolava um pouco seus dois joelhos nas pedras. (Porra de ideia de tentar deslizar numa caverna huaeuhea mas a intenção foi boa)

Gallore se levantava, mas recebia uma rasteira do boxeador que acabara de derrubar, e vinha ao chão. Contudo, o médico era esperto e aplicava um forte soco na face do inimigo. Gallore sentia o nariz do adversário quebrando, ou ao menos tendo certo dano, e o sangue começando a escorrer das narinas do mesmo, mas ele não parava e subia em cima de Gallore, aplicando um jab em sua face, e logo depois um direto. O médico parecia não ter reação, e já sentia o gosto de sangue em sua boca e talvez sua bochecha esquerda começando a inchar, além da dor, agora menor, do golpe que havia recebido anteriormente na costela.

Isso tudo, até que um grito cortava o ambiente - AAAAAAAAAAH! - Tanto Gallore quanto Chinatsu, instintivamente, olhavam por um instante para Katsuo, autor provável do grito, e viam que ele já havia derrubado um espadachim e um boxeador, mas que o espadachim que sobrara conseguia cravar sua espada bem na coxa esquerda do taekwondo. Contudo, o jovem de cabelos claros não parava, e com a outra perna aplicava um forte chute no espadachim, que era jogado a alguns metros, caído no chão. Katsuo olhava a espada ainda cravada em sua coxa e a retirava, vendo então uma quantidade de sangue jorrar para o chão. Ele então caia ajoelhado, com uma das mãos no ferimento no abdome e outra na coxa, tentando conter o sangramento. Por um instante seu olhar se cruzava com o Chinatsu, e era como se ele pedisse socorro com seus olhos.

Enquanto isso, do lado de fora, a batalha travada entre Ukyo e Kisame estava quente, com ambos já feridos, mas sem nenhum dos dois pensar em desistir. - Esta é a ultima vez que você escapa de mim, bastardo! Entregue-se agora ou morra. - Dizia o tritão, com desgosto estampando suas feições.

- Vá a merda, tritão. Você deve achar que é príncipe de alguma coisa mesmo pra falar comigo desse jeito. - Ele empunhava a espada com ambas as mãos, a frente do corpo. - Pra mim você só vai ser o prato PRÍNCIpepal do meu jantar hoje a noite. - Ele dizia, colocando a língua para fora no canto da boca por um instante. - Vamos acabar logo com isso. - Ele colocava a espada ao lado do corpo, pronto para avançar, até que Kisame fazia o mesmo.

Ambos novamente corriam na direção um do outro e o tritão tentaria uma estocada contra o ombro do inimigo, até que ouvia o grito do espadachim de cabelos azuis. - FINAL CUT! - E então Ukyo subia sua espada em um movimento extremamente rápido, visando acertar Kisame desde seu ombro até sua cabeça. O tritão não tinha tempo de reação para bloquear, ali estava uma escolha, continuar com o golpe e receber o ataque, ou simplesmente receber o ataque.

O resultado? Ukyo era perfeitamente acertado em seu ombro pela estocada, de forma que espada de Kisame simplesmente atravessava a carne e quase saia do outro lado, ataque este talvez intensificado pelo avance rápido do pirata. E Kisame também era acertado, recebendo um corte diagonal, a principio não muito profundo, que passava por seu ombro esquerdo, e subia até sua face, cortando desde a parte inferior esquerda de seu rosto, seguindo por pelo meio de seu nariz e cortando até a parte de cima de seu olho e ainda um pouco do canto superior direito do rosto. Aparentemente ele havia dado sorte, e não sentia como se o corte tivesse realmente pego seu olho em cheio, de forma que ele ficaria com certeza cego, mas pegava um pouco, e começava um sangramento que ardia e impossibilitava sua visão do olho direito por hora.

Ukyo olhava para a espada atravessando seu ombro e tentava movimentar seu braço para atacar Kisame, mas neste momento Nie aparecia, dando uma poderosa mordida no rosto do espadachim. O pirata largava a espada, caindo apoiando em uma perna, com o outro joelho no chão, olhando profundamente para Nie, e depois para Kisame. - Malditos Príncipe e Assassino.
Malditos...
- E então tombava para o canto, inconsciente.

O tritão espadachim, sentindo imensa dor por seus ferimentos no abdome, que já sangrava menos que antes, no ombro, que agora começava a sangrar, e na face, que até o obrigava a ver apenas com o olho esquerdo. Contudo, ainda tinha determinação para passar um corte limpo no pescoço do adversário caído, fazendo sua cabeça se desprender do corpo, matando-o de vez. - AAAAAAH! - Seus olho se abriam, como se encarassem novamente o Príncipe dos Mares antes de se entregarem para a morte.

- VAMOS LOGO NIE, ESTE LUGAR JÁ NÃO ME AGRADA MAIS TEMOS QUE LEVAR ESSE BANDO LOGO. - Dizia Kisame, a seu irmão logo a seu lado, mas ainda em tom alto.

- Sim Kisame, esses caras já estão me irritando com as suas persistências em continuarem vivos perante nós dois! - Dizia Nie

Eles olhavam por um instante para Jack, que de braços cruzados franzia seu cenho encarando os dois, já longe outros metros, mais próximo da praia. - VOCÊS DOIS SÃO DOIS FILHOS DA PUTA, SABIAM? - Gritava ele. - EU NÃO QUERIA, MAS ESTÃO ME OBRIGANDO A ISSO. - Ele torcia o pescoço para o lado, estalando-o, enquanto também apertava os punhos, pronto então para batal... - PIRATAS DO CAOLHO! BATER EM RETIRADA! - E sua voz soava tão mais alta, mas tão mais alta, que era difícil acreditar que um homem daquele tamanho poderia gritar tão alto.

O grito era escutado por todos, inclusive por quem estava dentro da caverna. Chinatsu e Gallore, além daquela situação complicada, também viam então os piratas que guardavam a refém pegarem-na. Os dois lanceiros pegavam ela, enquanto o espadachim ia a frente, segurando suas espadas pronto para "defende-los" de alguém que tentasse impedir sua passagem.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptyQua 03 Jan 2018, 03:56


O que fazer?Ajudar Austin ou Katsuo?

Bem, dessa vez minha tentativa de intimidação parecia ter dado certo, mediante a "resposta" dos piratas, que apresentaram um pouco de apreensão. Até mesmo Gallore parecia ter ficado um pouco assustado, mas ele não tinha o que temer(não ainda, pelo menos). Parti para cima dos meus três oponentes previamente decididos, entrando em um embate "admirável" com um espadachim."Maldito..Pare de me bloquear." pensaria, ao ver todos meus ataques tolhidos pelo duelista. Posteriormente, escapuli do golpe do homem ao me agachar, atingindo o homem na altura da cintura, com minha ninjaken. Foi um corte certeiro e limpo, capaz de fazer o espadachim se distanciar. Será que a sorte estava a nosso favor? Provavelmente não..

No mesmo instante em que meu ataque foi efetuado, levei um pontapé na cabeça, que causou um "impacto" em meu corpo. Cacete..Ainda bem que minha cabeça é ligada ao pescoço, se não..Já era, Chinatsu. Entretanto, o outro boxeador tentou me acertar, contudo eu fui capaz de bloquear seu golpe com a ninjaken, com puro reflexo.-Ur..Essa foi por pouco.. - murmuraria, ainda um pouco desnorteada devido ao golpe que me atingira. Levantei-me, com um salto, observando o espadachim caído, que segurava seu ferimento.-
Espero que tenha doído. Huh? -
falaria, notando que um líquido escorria pela minha sobrancelha, próximo ao supercílio. Passaria a minha mão livre para ver o que era. Sangue escorrendo um pouco, por um fino fluxo, passando próximo ao meu olho direito. Perante a situação, eu daria um sorriso sádico, como se estivesse em uma situação de "superioridade".- Três homens contra uma "garotinha", e olha o resultado: eu, com um pequeno corte, além de derrubar um de vocês. Haha. Considerem-se mortos. -proferiria, elevando novamente a ninjaken, como se estivesse apta para continuar lutando.

- AAAAAAAAAAH! - gritou Katsuo, obrigando-me a olhar instintivamente para ele."Não.. Por favor.." Aquela foi uma das poucas vezes em que eu não pensei/falei um palavrão ao ficar surpresa ou nervosa. Ver Katsuo, naquele momento, com uma espada na coxa direita atingiu-me tão forte como uma bala. Eu não fui capaz de evitar aquilo..Merda. Mesmo com as forças reduzidas, o garoto foi capaz de afastar o espadachim com um chute. Após remover a espada, Katsuo caiu de joelhos, tentando cobrir as feridas, e olhou para mim com um olhar de "me ajuda". Caramba..Será que a situação podia ficar pior? - PIRATAS DO CAOLHO! BATER EM RETIRADA! - falou Jack, do lado de fora da caverna. É.. A situação podia sim ficar pior..

E agora, o que eu deveria fazer? Quer dizer, os lanceiros que estavam guardando o corpo de Austin começaram a se mover, como se estivessem saindo da grota. Que situação complicada, merda! Salvar Austin ou Katsuo? Ser levada por ideais ou por lembranças do passado? Merda.. Aquela situação me deixou nervosa, como se eu estivesse realmente assustada. Respiraria fundo, tentando não transparecer minhas emoções, por mais difícil que fosse. - Vão, saiam daqui antes que eu mude de ideia e decida fazer com vocês a mesma coisa que aconteceu com ele. - falaria, apontando para o espadachim caído no chão. Eu tinha feito minha escolha: ajudar Katsuo era mais importante, nem que minha morte fosse necessária para que isso se concretizasse.

Eu, sem esperar resposta de meus oponentes(até porque npc aleatório não fala), giraria meu corpo em aproximadamente 180º, com o intuito de conseguir me aproximar de onde Katsuo se encontrava ajoelhado, me movendo em alta velocidade mesmo com a curta distância a ser percorrida. Se, porventura, os boxeadores(ou até mesmo o espadachim) tentassem me atacar, eu desviaria, fosse de socos ou ataques com espadas, pulando tanto em diagonal(na direção que mais me afastasse deles) quanto para frente. Se por acaso eu estivesse mais perto de Katsuo e meus adversários ainda estivessem insistindo em me atacar, eu tentaria os surpreender: esperaria o ataque de um deles e, no mesmo instante, pararia de me mover e me agacharia subitamente, flexionando meus joelhos, para desviar. Após isso, faria um giro com o corpo e, numa posição que fosse segura para meus aliados, levaria a ninjaken a frente do corpo, ainda girando, na intenção de fazer um rodopio de quase 360º, na intenção de atingir todos os OPONENTES(se tivesse um aliado, eu cessaria e voltaria a fazer assim que fosse seguro).

- Gallore, me cubra!"Por favor". Me aproximaria de Katsuo, ajoelhando-me a minha frente. Deixaria a ninjaken ao lado do meu corpo e, caso o espadachim que o garoto de cabelos grisalhos desse algum sinal de que tentaria atacar a mim ou Katsuo(eu estaria confiando na minha audição para escutar os movimentos dele, de alguma forma, também), eu sacaria minha ninjaken na mesma hora e me levantaria, além de dar um salto na direção do corpo do homem(podendo ele estar deitado ou já de pé), antes que ele fosse capaz de se armar. - Maldito! Nunca lhe perdoarei! - berraria, enquanto cravaria minha ninjaken por todo seu tórax e talvez até mesmo no pescoço. Não me preocuparia com minha defesa, acreditando no potencial de Gallore.

- Vai ficar tudo bem, eu prometo. Quer um pedaço de chocolate? -falaria, se o espadachim não mostrasse intenções assassinas ou então logo após eu ter dado conta do mesmo. Puxaria minha barra de chocolate, e daria ou não um pedaço do mesmo à Katsuo, dependendo da escolha dele. Sem pensar duas vezes, eu arrancaria as mangas de ambos os braços de minha escura veste. Apesar de estar apreensiva, eu buscaria não ficar trêmula, e morderia meu dedo para fazer jorrar um pouco de sangue caso chegasse a esse ponto(para me acalmar e poder prosseguir).- Olha, eu não sou médica, o Gallore cuidará de você melhor, mas por enquanto vamos fazer com que esses ferimentos parem de jorrar. -falaria, tentando ser delicada, enquanto, com minhas mãos, tiraria a mão do garoto de cima da coxa dele e pegaria uma das mangas de minha camisa. Faria um nó firme em volta da coxa do mesmo, passando pela região onde a espada estava cravada.- Eu sei que dói, mas você continua vivo, não é mesmo? -falaria, dando um doce sorriso em direção ao rapaz, a fim de tranquilizá-lo. Não parecia nem mesmo que era a "Chinatsu" de sempre.

Seguidamente, tiraria a blusa do rapaz, independente de ele deixar ou não. Com a outra manga da minha camisa, eu ficaria pressionando o ferimento, a fim de impedir que jorrasse sangue do abdome do rapaz. Eu me moveria apenas se um ataque na qual Gallore não fosse capaz de impedir fosse direcionado a mim ou a Katsuo.- Fique pressionando, não o tire daí. -eu falaria, caso fosse necessário voltar a lutar, me levantando e pegando novamente a ninjaken do solo da caverna. Ficaria apenas na defensiva, movendo-me de um lado a outro, em alta velocidade, como se estivesse dançando para desviar de golpes(caso meu oponente fosse um boxeador ou lanceiro) ou trabalharia como um espelho humano, girando minha ninjaken a ponto de ficar em uma posição "oposta" à espada do oponente, para bloquear golpes direcionados à minha pessoa(caso meu adversário fosse um espadachim).

Thanks Akacchi



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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptyQui 04 Jan 2018, 00:20


A localidade era tomada por manchas vermelhas intensas resultados das batalhas sangrentas que ocorriam simultaneamente. Meu adversário havia morrido, finalmente, o último suspiro seria dado antes das dores tomarem conta de meu corpo. Alguns ferimentos eram superficiais, nada diferente dos que ocorriam nas diversas batalhas que travei durante meu percurso até aqui, entretanto um deles acabara me incapacitando de realizar algumas atividades, entre elas lutar. Meu corpo por ora era ineficiente para caçar Jack, o Caolho, eu estava ciente disso, por sorte haviam outras brigas para encomendar.

- Me ajude Nie, vamos para o barco! Essas seriam as ultimas palavras antes de bater em retirada na direção da embarcação. O pirata poderia tentar fugir, mas não seria navegando por ele novamente. Independente da dor e da visão prejudicada, correria, minha espada estaria neste momento guardada em sua bainha novamente, permitindo que meu braço pressionasse o ferimento durante o percurso. Todo meu esforço seria colocado nestes próximos movimentos, lutaria para me manter de pé e contra a dor que me atingiria, a persistência seria a arma mais forte neste empreitada.

Na hipótese de nos aproximarmos do barco, adentraria no mesmo, lá minha guarda estaria alta novamente, a espada seria pega para que ninguém além de meu irmão se acomodasse por ali. Todos que viesse seriam atacados e mutilados - instintivamente -, a não ser que uma boa razão ou barganha fosse proposta. Não exitaria em atacar consecutivamente com diversos golpes imprevisíveis, os quais seriam efetuados nas diversas direções alternando entre elas. O intuito seria defender a localidade, assim como meu corpo e o tritão ao meu lado, trancaria a única passagem para o convés e ali guardaria o que era nosso bem mais precioso por enquanto.

Se a fuga dos homens do Caolho ocorresse por outro caminho, igualmente, seguiria para o barco e lá descansaria. Me encostaria em qualquer parte para repousar e me concentrar nos ferimentos, no momento tampa-los com algum tecido era o que poderia fazer e assim seria no caso de existir algum nos arredores. - Vá, pegue aquelas cabeças, aquele é o nosso dinheiro rolando solto! Gritaria para meu irmão cabeça dura, independente do pé rapado que estivesse atirado pelo chão deveria valer alguma fortuna - isto apenas se o momento de calmaria existisse -.

Todavia essas eram escolhas difíceis, a garota e o seu sequestrador estariam agora um passo mais longe de nós, obviamente sem ter por se esconder por muito tempo, porém até que eu me recuperasse não era algo com que eu pudesse lidar. Muitos problemas surgiram nesse meio tempo e minha segurança estaria apenas nas mãos de Nie, mais precisamente em seu machado intacto e limpo, o que não significaria nada já que confiava minha vida à ele, mas muitos inimigos tinham surgido em tão pouco tempo e além deles alguns indivíduos misteriosos que pareciam ter traçado o mesmo objetivo que o meu, ou melhor dizendo, tentando tira-lo de mim.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptyQui 04 Jan 2018, 02:48

O bando de Jack ParteIV

Decisão


Gallore Strange



- Hmpf, eu nunca gostei de números ímpares mesmo, pode deixar que eu pego esses quatro. - Disse eu confiante em minha capacidade enquanto Chinatsu e Katsuo iniciavam suas lutas. - Quatro contra um? O prêmio por graduar de faixa é mais pesado que isso. - Com meu casaco em mãos eu avancei em direção ao espadachim à minha direita, e englobando sua lâmina com o tecido de minha veste consegui evitar que ele reagisse, abrindo a oportunidade perfeita para dois golpes com meu cotovelo que o levou a nocaute no mesmo instante, seguido disso a estratégia que havia bolado em minha mente prosseguiu, me virando para dois de meus oponentes arremessei com um chute aquele que segurava em minhas mãos. - Tenho que lembrar de pegar esse casaco de volta depois. - Aquela ação era apenas uma distração para me ganhar tempo, mas aparentemente o segundo usuário de espada era mais desastrado do que eu pensei, e foi direto ao chão com seu amigo, quanto ao boxeador atrás de mim? Eu tinha algo bem guardado pra ele, como o indivíduo não quis vir me atacar eu mesmo fui até ele de costas agarrando seu pescoço e nos jogando ao chão, claro que levei uns bons socos, mas o som da cara de meu oponente colidindo com o chão, não tem preço.

Agora só restava um, e devo admitir que aquele tem iniciativa, assim que levantei ele não perdeu tempo e avançou direto em minha direção, claro que correspondi da mesma forma, mas esses piratas claramente não tiveram um mínimo de treinamento, tudo que eles queriam eram acertar meu rosto de novo e de novo, como se estivessem afobados para acabar com isso, eu é que estava com pressa ali. Na hora de trocar socos minha astúcia, e o bom costume com um tatame me levaram a deslizar de joelhos enquanto aplicava um golpe com o antebraço na perna do boxeador inimigo ao mesmo tempo que machucava a mim mesmo devido ao terreno rochoso (mas que graça tem jogar bola na rua e não deixar um tamboco do dedo ali mesmo), ele foi ao chão, enquanto eu, de joelhos ralados tentava me levantar até levar uma boa rasteira indo ao chão novamente. - Se for pra cair eu vou cair batendo. - Um belo soco bem no nariz, foi o que meu oponente ganhou, claro, não que isso o impedisse, ele rapidamente montou em cima de mim (aquela carinha) e começou a me bater no rosto vez após vez.

O desgraçado até que batia forte, depois que algumas porradas eu já podia sentir meus rosto inchado e o gosto de sangue na boca ao mesmo tempo que as gotas do dele pingavam direto de seu nariz a minha face. A partir daí uma série de eventos se sucedeu, primeiro o grito de Katsuo que me fez olhar instintivamente por mais que estivesse ali apanhando. - AAAAAAAAAAH! - Ele já havia derrubado dois oponentes, mas o terceiro havia dado uma boa estocada em sua perna, ninguém pode negar o garoto é forte, mesmo com a dor de uma espada em sua coxa Katsuo ainda resistiu o suficiente para afastar seu oponente antes de cair no chão, seu olhar era para Chinatsu, mas desespero o ladeava seus olhos.

Seguido a isso o inacreditável aconteceu. - PIRATAS DO CAOLHO! BATER EM RETIRADA! - O grito de Jack ecoava por toda a caverna me dando a distração perfeita para contornar aquela situação, esperando pela distração do boxeador ainda em cima de mim. - Maldito! - eu agarraria sua gola e então o puxaria em minha direção dando uma forte cabeçada em sua face. - Se não estava quebrado antes esse nariz já era. - Caso ele ainda assim não caísse ou saisse de cima de mim eu desferiria uma cotovelada esquerda em seu rosto seguido de um movimento em arco voltando meu braço esquerdo e desferindo um golpe com a parte de trás de meu punho em sua cara, e se mesmo assim ele resistisse eu puxaria e parte de trás de sua cabeça para mim e então apoiando no chão com o antebraço direito eu viraria com tudo no intuito de inverter nossas posições, uma vez por cima (aquela carinha de novo) eu bateria em seu rosto furiosamente até que o boxeador estivesse desmaiado.

Ao me levantar um pouco ofegante e cuspindo o sangue acumulado em minha boca, eu me veria em uma encruzilhada, por um lado teria os piratas do Caolho tentando escapar com a refém, e por outro teria Chinatsu, totalmente com a guarda aberta e inclinada a salvar Katsuo a todo custo. - Gallore, me cubra! - Ela me pedia. - Merda! - Daria uma última olhada em Austin, se trocássemos olhares não precisaria de palavras, tudo que ela precisava era de uma coisa, confiança de que iria ser salva, e seria o que eu tentaria expressar em meu rosto (mesmo com um lado inchado). - Não se preocupe! Vamos lhe encontrar de novo. - Voltando agora todo meu foco para ajudar Chinatsu.

Usando minha aceleração eu chegaria até suas costas para protegê-la e bloqueando e segurando qualquer ataque que já estivesse sendo efetuado. - Vocês ouviram seu capitão covarde! Deem o fora daqui e vivam mais algumas horas. - Não queria perder tempo com subalternos agora, Katsuo precisava de tratamento, e agora. Caso os dois boxeadores se recusassem a ir embora eu não teria muitos problemas (eu espero) visto que os remanescentes estavam mais preocupados em fugir com sua refém. - Mantenha e ferida bem pressionada! Eu já chego aí. - Diria para Chinatsu enquanto avançaria no boxeador da esquerda, sempre tentando manter ele entre mim e meu outro oponente, se ele tentasse me socar manteria meu pé de apoio (o da frente, muito provavelmente o esquerdo) no mesmo lugar enquanto que daria uma passada para trás com o outro ao mesmo tempo que inclinaria meu tronco para trás visando a esquiva, então aproveitando a brecha na guarda de meu oponente voltaria com um jab de esquerda seguido de um direto de direita e finalizaria com uma cotovelada dando uma passada esquerda à frente gerando mais impulso, tudo isso mirando em seus rosto. Caso levasse algum golpe tentaria resistir e contra-atacar com um upper bem em seu queixo e continuaria com a sequência anterior caso ele não caia.

Já com o outro boxeador esperaria seu golpe para que pudesse desviar (me agachando caso necessário) desferindo um soco em seu estômago e passando para suas costas, onde daria uma série alternada de dois socos na região dos rins e por fim uma cotovelada em sua região cervical.

Uma vez que os piratas já não estivessem mais na caverna eu coletaria o material necessário para o tratamento enquanto tentaria acalmar meus aliados. - Certo, não se preocupem eu já estou indo. - Primeiramente tiraria minhas armas para melhor manuseio, depois pegaria uma espada largada pelo chão e a camisa de um dos subalternos ali nocauteados, em seguida procuraria por fogo, seja um isqueiro no bolso de alguém no chão ou uma tocha iluminando a caverna, uma vez que estivesse com o que conseguisse me aproximaria de katsuo. - Vejamos o que temos aqui. - Diria enquanto faria um pequeno corte na parte inferior de minha bochecha para diminuir o inchaço permitindo uma melhor visão e cortando a camisa e a perna da calça da coxa ferida de Katsuo (caso Chinatsu já não tenha feito). Se visse que o corte era realmente profundo, não poderia demorar muito, o garoto já havia perdido muito sangue. - E então? Qual o seu prato preferido? - Diria a katsuo enquanto esquentaria a espada no fogo, e em meio a sua resposta eu pressionaria o ferro quente em seu ferimento (dizem que de surpresa dói menos), uma vez com o ferimento cauterizado eu costuraria o corte no abdômen do garoto e então enfaixaria com um pedaço da camisa que pegaria mais cedo. Se porventura eu não ache uma fonte de fogo, pressionarei o ferimento mais um pouco com as mangas de Chinatsu observando se o sangramento diminuiria um pouco, depois suturaria seu corte logo antes de enfaixá-lo com a camisa recém obtida, era o que poderia eu poderia fazer no momento. Com sua perna seria mais simples, basta costurar o corte nos dois lados que com o tempo vai se cicatrizar sozinho.

Imagino que o garoto vá ficar bem, ele é forte e resistente, mas seria prudente o manter longe de lutas por enquanto. Quanto a Chinatsu daria uma rápida análise para ver sua situação, de longe ela me parecia bem e estava com no máximo alguns cortes superficiais, apenas uma boa pressionada com um pano e o sangramento deve parar. Uma vez que todos estivessem tratados estaria na hora de sair dali e partir para o próximo objetivo, pegaria a bainha da espada e a colocaria em meu cinto (pode ser útil mais tarde, mesmo não podendo usar em combate), procuraria também uma camisa (se não estivesse fedendo) e apanharia meu casaco.

Carregaria Katsuo, seria bom não forçar sua perna por enquanto, chegando novamente a clareira e não avistando ninguém sugeriria que fossemos mais ao sul da ilha. - O navio de Jack deve estar nas proximidades, vamos surpreendê-lo antes que possa fugir. - Diria enquanto me perguntava onde estariam aqueles dois tritões e observaria uma cabeça a mais rolando no chão, teríamos que levar o garoto conosco, não tinhamos tempo de levá-lo para casa, e deixá-lo ali poderia ser perigoso caso algum pirata ali deitado acordasse. No caso de todos concordarem com minha idéia e achássemos o barco eu apoiaria Katsuo em alguma árvore ou pedra e diria: - Chinatsu, fique aqui cuidando dele, eu vou lá dar uma olhada e volto logo para bolarmos uma estratégia. - E então me dirigiria ao navio nadando até ele. - Se eu não voltar em dez minutos pode me considerar morto… ou atrasado. - Chegando lá analisaria a situação para ver o que poderia fazer, tentando esquivar de qualquer golpe desferido contra mim.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptyQui 04 Jan 2018, 13:26



Nie podia sentir o sangue em sua boca, nesse momento um sorriso era visto em seu rosto, "Menos um!" pensava ele enquanto assistia ukyo tendo sua cabeça arrancada por Kisame, logo o "caolho" gritava dirigia algumas ofensas a Nie e Kisame e depois chamava a sua tripulação, Nie queria nesse momento ir para cima de Jack, e impedir que ele fugi-se, mas as condições de seu irmão não era muito boas.

Me ajude Nie, vamos para o barco! Kisame falaria para Nie e rapidamente ele acenava com a cabeça e iria ajudar seu irmão apos guardar seu machado no cinto na sua cintura, e auxiliando seu irmão e sem esquecer a cabeça de Ukyo da qual ele seguraria pelo cabelo dele, os dois iriam para a embarcação rapidamente por mar onde eles seriam mais rápidos e teriam mais chances de chegar antes da tripulação do caolho, se esse fosse o seu destino. Chegando perto da escuna subiria-a auxiliando Kisame se fosse necessário.

Dentro da embarcação Nie ajudaria seu irmão a guardar a escuna e impediria qualquer um que tentasse subir a embarcação, isso se seu irmão não o impedisse por algum motivo. No caso de um nova batalha surgisse Nie iria ficar todo o momento perto de Kisame, e o defenderia sempre com seu machado, mãos, pés e calda, e sempre que efetua-se um bloqueio tentaria atacar seu inimigo com uma mordida, isso se fosse seguro para tal movimento.

Se a rota de Jack e sua tripulação tenha sido outra sem ser o barco, Nie ajudaria seu irmão com seus ferimentos, indo atras de panos ou qualquer outra coisa que pudesse ser útil para seus ferimentos.

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Última edição por Sahashi Minato em Sab 06 Jan 2018, 13:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptyQui 04 Jan 2018, 23:18

A pequena Chinatsu se via em uma situação totalmente complicada, tendo que ponderar entre lembranças ruins de seu passado e seus princípio. Acabava decidindo que precisava ajudar Katsuo, mesmo que isso significasse deixar os piratas levarem, pelo menos naquele momento, a menina Austin.

De toda forma, ela tentava intimidar os piratas, que pareciam então desistir de bater nela, não pelo medo, mas vendo a possibilidade de recuarem junto de seu capitão, os companheiros e a refém. Eles saíam todos juntos, os dois boxeadores que lutavam contra Chinatsu, os dois lanceiros, o espadachim, e Austin.

Talvez você se questione agora "narrador, mas e o outro boxeador que estava lutando contra o Gallore." Bem, digamos que ele caia com uma cabeçada bem em sua testa, que o nocauteava. Um golpe em cheio.

Gallore passava correndo na direção de Katsuo e Chinatsu, olhando por um instante para a filha do tenente Cliff, vendo em seus olhos que ela não estava desacordada, mas simplesmente muito fraca. No momento que os olhares se cruzavam o médico lançava com sua expressão um sentimento confortante de que logo ajudariam ela, e ela parecia expressar em meio ao semblante de dor um leve sorriso de canto de rosto.

Chinatsu tentava fazer um curativo de Katsuo, mas não sabia bem como fazer isso. A única ajuda que tinha era oferecer um pedaço de chocolate para Katsuo, que sorria, mas agradecia, ainda expressando sua dor e aparente tentativa de manter a consciência mesmo depois dos golpes. Por sorte, Gallore logo se aproximava, já com uma espada e uma das tochas que iluminava a caverna em suas mãos. Logo após fazer um pequeno corte em seu próprio rosto para aliviar o inchaço, o médico começava a tratar dos ferimentos do juvenil de madeixas brancas.

Perguntava qual sua comida favorita e, quando ele estava para responder, Gallore pressionava a lâmina quente da katana contra o ferimento no abdome do garoto, que soltava um grande grito de dor no instante que sentia o metal aquecido o tocando. Contudo, era o suficiente para cauterizar o machucado. Gallore dava pontos tanto neste corte, quanto o da espada cravada na coxa do garoto, e ele parecia resistir bem para não gritar mais, enquanto seus olhos aparentavam umidade, como se segurasse lágrimas também.

Ao final, os ferimentos eram tratados, e o ferimento na coxa, mesmo que aparentemente menor, necessitava de mais pontos para ser fechado por ser mais fundo, e ainda sangrava, mesmo que bem pouco. Provavelmente logo pararia. De toda forma, Gallore enrolava pedaços de tecido das roupas dos piratas nos machucados, e aproveitava também para estancar o sangue do supercílio de Chinatsu.

O médico pegava a bainha da espada que usara pra cauterizar o ferimento, e a guardava consigo, também pegando uma camisa surrada de um dos piratas, que apesar de surrada não fedia tanto quanto aparentava. Ele, com ajuda de Chinatsu, carregava Katsuo para fora e o repousava em uma pedra a alguns metros da entrada da caverna, e saia em direção ao barco ao sul.

Enquanto isso, os irmãos tritões Nie e Kisame iam em direção ao barco, o primeiro ajudando o segundo a se orientar pela visão prejudicava dele. Eles viam dois lanceiros carregando a menina filha do tenente Cliff, Austin, escoltados por um espadachim com duas espadas, que tentavam ignorar eles e passar mais rápido, além de dois boxeadores com manoplas.

Os boxeadores partiam para cima dos tritões, mas Nie bloqueava os golpes com seu machado e mordia o punho de um deles, com seus dentes atravessando até a manopla, que não parecia ser de qualidade tão alta. O outro boxeador vendo isso saia correndo atrás do resto do grupo de piratas, acompanhado do boxeador que quase perdera sua mão, e os outros do grupo já haviam conseguido passar Nie e Kisame com esse ataque dos dois boxeadores.

Contudo, os irmãos seguiam em corrida até lá e viam que um novo barco estava próximo ao dos Piratas do Caolho: um barco bem menor, talvez um brigue, ou algo menor que isso, com apenas uma vela, e este estava colado ao barco dos piratas.

Passaram um pouco pela água com velocidade, quase alcançando o grupo de piratas com a refém, mas perdiam na subida para eles pelos ferimentos de Kisame, que necessitava da ajuda de Nie para subir.

No final, Nie e Kisame viam naquele barco aquele grupo de dois lanceiros, um espadachim, a refém e dois boxeadores(um quase sem mão), o pirata Jack Buster na parte superior junto ao timão, e outras duas figuras, um rapaz de cabelos azuis escuros(que não era Ukyo, pois este tinha cabelos curtos e não carregava armas), e um outro de cabelos ruivos, com aparência próxima ao rapaz de madeixas azuis. Ambas as figuras novas pareciam jovens, e se vestiam bem.

- Jack Buster, "O Caolho", considere-se preso pelos caçadores de recompensa Lan e Dan Strauss. - Dizia o de cabelos ruivos, de forma arrogante, apontando uma de suas duas adagas para o Caolho, mesmo estando relativamente longe dele.

- Isso mesmo, Lan e Dan Strauss. - Dizia o outro, de um jeito meio... burro. Não era como se aquilo fosse necessário ser repetido. - Onde está a filha do tenente? - E Jack apenas sorria para eles, de maneira irônica, apontando para trás deles. Então percebiam os outros piratas, que carregavam Austin, jogando-a próxima a um mastro a avançando na direção deles com suas armas.

Do lado de fora do navio, Gallore observava tudo, e inclusive notava a presença dos irmãos caçadores de recompensa que importunavam Chinatsu anteriormente. Ele não ouvia a conversa, mas via que os piratas avançavam contra eles. O que faria?
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptySex 05 Jan 2018, 22:11


- Agora essa pra completar. Diria referindo-me aos mais novos integrantes da confusão, outros indivíduos babacas que achavam estar em um show de frases de efeito. Nossa situação já não era das melhores, meus ferimentos prejudicavam todas as ações que decidíamos tomar, porém não havia nada para se fazer até que por algum milagre eles curassem-se. Estava evidente a aproximação da morte, pois apesar da confusão, aquele grupo de piratas poderia atacar em grupo e acabar comigo, por sorte diversos indivíduos e seus próprios motivos lutavam por algo.

Não permitiria que meu fim chegasse, morrer por ataques de um ser tão patético que meu próprio irmão conseguira matar não era digno, devido à isso minha espada se manteria erguida, enquanto meu corpo não mais - pelo menos não totalmente -. Posicionado de forma vantajosa para minha postura, me manteria escorado no convés atrás de mim, de modo a não forçar meu corpo para mantar-se ereto. Minha espada seria empunhada pela mão direita, enquanto que o braço esquerdo pressionaria o ferimento de maior intensidade - o do tórax -, com o intuito de reduzi o sangramento e a dor que me afligia.

Desta vez não atacaria priorizaria minha defesa, entretanto se nenhum daqueles homens se interessasse por uma luta, minha intenção seria apenas observar, deixaria que uns matassem os outros, de certa forma, desde o inicio do confronto alguns deles mais ajudavam do que prejudicavam seria interessante deixar rolar, pelo menos por alguns instantes. - Rapido Nie, vamos para o outro barco! Não demoraria para que um plano surgisse de ultima aula. Apenas inclinaria meu corpo para trás visando cair direto na água -se minha localidade no barco fosse propícia a isto, do contrário me deslocaria um pouco antes de executar a ação -, instantes antes da queda, minha arma seria guardada para que o mergulho fosse bem sucedido. Assim que caísse na água nadaria o mais rápido possível na direção da embarcação vizinha, quando me aproximasse o suficiente, de dentro da água saltaria para dentro do convés da mesma. Estes seriam meu ultimo esforço antes de voltar ao meu repouso, no caso de estar no local desejado, me aproximaria das paredes do barco e ali permaneceria assim, mas não antes de pedir algo para meu irmão. - Niee! Afaste este barco do outro, devemos navegar sozinhos! Com o fôlego que me restaria, gritaria para o tritão e seu machado.

- Não deixe que eles cheguem aqui! Uma exigência seria feita,  porém está em um tom um pouco mais baixo, para que minhas energias restantes fossem conservadas. - Conseguiu achar alguma coisa pra por nesta merda? Minha expressão seria de dor em todo momento de fala, eu não tinha conseguido encontrar a solução para meu problema mas talvez ele conseguisse pensar em algo, apesar do seu cérebro de peixe. - Veja se nesse barco tem alguma coisa!

Mesmo que este fosse o fim do confronto, Nie não era hábil não pilotagem de um barco, eu ainda seria necessário para navegar, para onde fossemos, que no momento seria um mistério. Estaria contando com outra pessoa - se pudesse chama-lo desta forma - para me defender, não seria nada agradável mas necessário até que eu conseguisse fazer algo por eu mesmo.

Na hipótese de uma breve melhora, depois do meu esforço, tentaria me levantar e iria em direção ao equipamento de navegação que a embarcação possui-se - sendo um leme, ou qualquer outra direção manual -, ali tentaria dar um rumo ao barco, ainda que não saísse do lugar. - Libere as velas! Uma única ordem seria dada. - Elas podem ser úteis. E naquela posição ficaria a espreita dos acontecimentos nos arredores. Todavia se nada disto fosse possível, minha escolha seria manter meu corpo repousado e torcer para que meu companheiro tritão fosse o suficiente para parar qualquer afronte direcionado para mim.

Qualquer investida que atentasse contra minha vida seria recebida por um ultimo golpe de minha espada, o qual seria o foco a arma do oponente, com o restante das minhas forças visaria o equipamento ou membro atacante do meu adversário. Toda minha destreza seria aplicada nesta última tentativa de defesa, sofrer com um pouco de dor, seria uma opção muito melhor que uma morte precoce dessas. E se está situação fosse alcançada, um segundo corte seria lançado sobre o alvo, este para finaliza-lo. Novamente todo furor um corte na sentido horizontal seria aplicado, não priorizaria nenhum membro, aquele que fosse exposto durante o contra-ataque não sairia integro.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptySab 06 Jan 2018, 02:27

O bando de Jack ParteV

Batalha "naval"


Gallore Strange



Eu não sabia definir exatamente o estado da nossa situação, por um lado o tratamento de Katsuo foi um êxito, o por mais que fique um tempo sem lutar o garoto vai ficar bem, mas por outro, Jack e seus piratas, junto de Austin escaparam sem problemas, como a aguá esvaindo em uma mão, após sair da caverna apoiando Katsuo em meu ombro com a ajuda de Chinatsu além de uma nova espada e camisa de mendigo, tudo que podia se avistar eram corpos no chão, alguns até mesmo sem cabeça. Visto a ausência de todos ali sugeri que fossemos mais ao sul a procura dos piratas do Caolho, e ao chegar lá foi quando se deu início a confusão.

Após apoiar Katsuo em solo firme deixei-o com Chibitsu enquanto fazia um pequeno reconhecimento, e foi então que após avançar alguns metros pude observar de longe a cena acontecendo, ao mesmo tempo que se via Jack ao timão a equipe rocket dupla dinâmica atacava novamente vindo de um barco ao lado, enquanto Lan e Dan proferiam palavras que eu não conseguia entender o resto do bando pirata subia no convés com sua refém não muito antes dos dois tritões que os perseguiam, um aparentemente muito ferido, já que precisava de ajuda para completar o percurso. Quando a batalha entre piratas e caçadores se iniciou o relógio já estava batendo, vidas eram disputadas, Jack se preparava para assumir o comando do barco e partir da ilha, e quanto mais o tempo se passava mais eu pensava sobre o que deveria fazer.

Seria seguro deixar um ferido ali sozinho na costa? Talvez eu devesse ir até ao navio sozinho e retornar após o fim de todo o conflito, mas algo me dizia que chamar Chinatsu era a escolha certa, eu gritaria em sua direção, não alto o suficiente para que o pessoal no barco nos notasse, apenas o suficiente para que minha atual aliada ouvisse. - Oe! Chinatsu! Jack está no navio e prestes a zarpar, temos que ser rápidos! - Dado seu histórico, ela aparentava ter uma boa audição, mas se não me escutasse recuaria um pouco para avisá-la, deixaria também a sua escolha se levaríamos ou não o garoto ferido, por estar mais próxima seria mais fácil para ela analisar o estado do garoto.

Uma vez que estivéssemos a caminho da luta primeiramente eu equiparia minhas armas, caso avistasse algum possível aliado indo para a embarcação ao lado, como os tritões por exemplo, eu desviaria um pouco minha rota em sua direção. - Foi mal. - Diria para Chinatsu. - Vá na frente sem mim, pode deixar que eu te alcanço. - Uma vez no barco de menor porte e na presença dos homens peixe apareceria com as mão levantadas como um sinal de paz, analisaria se minhas suspeitas de um deles estar ferido e caso estivesse certo começaria minha abordagem. - Ora mas já vão desistir da luta? - Tentaria não soar provocativo, enquanto permaneceria atento para possíveis ataques desferidos por parte dos mesmos, independente de precisar desviar de algo ou não continuaria na palavra. - Eu não sou seu inimigo, e francamente quero acabar com Jack tanto quanto vocês. - E então me dirigiria diretamente ao tubarão ferido. - Mas nas suas condições atuais isso seria impossível certo? Eu posso ajudar você, e então nós voltamos e pegamos aquela recompensa. - Podia não ser a melhor coisa do mundo dividir o dinheiro, mas eu sei reconhecer alguém forte quando o vejo, e o Caolho fazia esse tipo, principalmente com uma boa parte de seu bando ainda ali presente, quanto mais aliados menas chances de sairmos daqui em sacos pretos.

Caso eles aceitassem minha proposta analisaria suas feridas, em caso de cortes relativamente levianos, apenas uma boa sutura bastaria, seria o suficiente para votar a luta por enquanto, por sorte as propriedades presentes no sal da água do mar já fariam o trabalho de esterilização do ferimento, evitando uma possível infecção. Mas se o ferimento for profundo, não sei exatamente o que poderia fazer com tão pouco material, tentaria cauterizar a ferida da mesma forma de antes caso achasse alguma fonte de fogo, se isso não fosse possível apenas a sutura teria de bastar por enquanto, no final o enfaixaria com tecidos ali disponíveis, e caso não houvesse nenhum… lá se vai minha camisa novamente. Terminado o tratamento me ergueria dizendo. - Certo, agora é hora de acabar com esse Caolho. - Enquanto me prepararia para mais uma aproximação e avançaria diretamente em Jack desafiando-o para o um contra um (método de combate mais abaixo do post).

Claro, isso levando em consideração que alguém pulasse para o barco ao lado, se isso não acontecesse manteria o plano inicial, uma vez na escuna, e evitando qualquer ataque surpresa logo em minha chegada, meu principal objetivo seria resgatar Austin, espero que os dois irmão caçadores sejam uma boa distração, pois tentarei pegar a menina pelas costas dos piratas sem necessariamente entrar em conflito, a levaria até a proa para checar seu estado, aproveitando para sanar minhas dúvidas quanto ao possível tritão ferido. Em caso de tentarem me impedir uma cobertura por parte de Chinatsu viria bem a calhar. - Uma ajudinha aqui! - Pediria a ela enquanto carregaria a refém sempre atento para desviar ataques de espadas, lanças ou punho, sempre para baixo ou para os lado dependendo da altura e direção do ataque inimigo.

Uma vez Austin afastada no canto do navio veria se seus ferimentos eram graves ou se seu maior problema era o cansaço, com minha katana cortaria suas cordas e uma vez com ela “segura” veria como andava a situação em meio a embarcação. Caso o homem peixe esteja mesmo ferido oferecerei minha assistência como uma aliança temporária, nada muito demora, uma rápida sutura seria o suficiente como primeiros socorros, afinal, estaríamos no meio de uma batalha. Tendo tratado-o ou não, e se a garota não precisar de meus ofícios no momento, partirei direto para meu objetivo primário, Jack! avançarei pela lateral esquerda do navio esperando que seus subalternos já estejam ocupados o suficiente com os ali presentes, uma vez escadas a cima e em frente ao Caolho, o chamarei para o duelo.

- Jack Buster! Só eu você, punho com punho, vamos ver do que você é capaz! - Terminando minha fala avançaria diretamente com uma corrida em arco tentando ficar em seu lado direito, afinal, é o seu ponto cego, não estaria o subestimando por isso, apenas seria uma vantagem extra a meu favor. Começaria com um jab de esquerda só para testar seus reflexos, a esse ponto meu ponto estaria um pouco inclinado pronto para recuar ao mesmo tempo que minha mão direita estaria protegendo meu rosto. Após o soco trocaria minha posição de combate para sempre manter meu pé direito a frente, potencializando diretos de esquerda, minha melhor direção para atacá-lo. Esperaria por seus golpes e tentaria esquiva-los seguidos de contra-ataques, tentando me manter em seu lado direito mas não necessariamente por toda a duração do combate.

Se seu ataque viesse com com jabs ou socos diretos eu desviaria seu golpe com o braço oposto (se ele me der um soco de direita usarei o braço esquerdo e vice versa) e com o punho remanescente, em um soco na posição de garra do tigre (com o punho semi-aberto enquanto as extremidades dos dedos ficam dobradas) acertaria no meio de suas duas clavículas, na traquéia para ser mais exato, visando dificultar sua respiração, em seguida desferirira uma cotovelada de esquerda bem em seu nariz. Em casos de socos cruzados eu me desviaria me agachando e passando para o lado de onde veio o ataque, uma vez em sua lateral tentaria um soco em seu plexo-solar com meu braço voltado para fora, apenas como distração, enquanto meu outro punho miraria o verdadeiro alvo alvo, seus ouvidos. Na possibilidade de ele me atacar com um chute alto eu tentaria segurar sua perna entre meu braço e tronco e então giraria usando o impulso do giro para joga-lo contra a popa do barco, mas se for uma rasteira afastarei um pouco mais minhas pernas me agachando um pouco no intuíto de firmar minha base e resistir ao ataque, tendo feito isso eu o atacaria um soco duplo simultâneo em sua barriga para afastá-lo um pouco.

Essa primeira trocação de golpes não seria na intenção vencê-lo, não sou ingênuo a ponto de pensar que só isso o derrotaria, mas sim cansá-lo, e quem sabe diminuir um pouco seus sentidos, além de observar seu estilo de luta e me acostumar com seu “tempo” (tempo de reação, bloqueio, esquiva, velocidade de ataque, tudo na medida do possível utilizando de minha vantagem).

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptySab 06 Jan 2018, 13:34



Nie e seu irmão acabaram de cair em uma desvantagem numérica, estavam apenas os dois com vários inimigos na mesma embarcação que eles, dois destes eram homens que estavam atras da recompensa de Jack, Nie se sentia incomodado tendo outros caras atras da recompensa da qual ele também estava atras, mas nas condições atuais de seu irmão seria impossível lutar contra tantos inimigos, e o bem estar de Kisame era mais importante que um capitão de merda para Nie. Ele estava pronto para defender Kisame a todo custo quando escutaria, "Rápido Nie, vamos para o outro barco!" e assim que se viraria, Nie veria seu irmão se lançando ao mar, indo para a pequena embarcação que estava ao lado da em que eles estavam, Nie não demoraria e seguiria seu irmão para o mesmo destino. Pularia para o mar já com seu machado na cintura, e nadaria para a outra embarcação, ajudaria seu irmão, se necessário, a subir no barco.


Nie mal teria subido no barco quando escutaria seu indagando algumas palavra a ele. "Niee! Afaste este barco do outro, devemos navegar sozinhos!" Nie concordaria rapidamente com um aceno com a cabeça e olharia ao seu redor procurando algo para afastar os barco, com algumas olhadas ao redor Nie perceberia que na lateral direita do barco haviam algumas codas ligando os dois barcos então andaria em direção a elas e as cortaria com seu machado que teria retirado de sua cintura e segurado com a sua mão direita antes de chegar perto da lateral, apos tentaria com um "chute" na outra embarcação, não era exatamente um chute mas sim um empurrão, afastaria as duas embarcações. Voltando próximo a seu irmão que estaria sangrando e procurava por algo para estancar o sangramento de seu irmão, por mais que Nie não sabia de primeiros socorros, ele sabia que não seria bom que seu irmão ficasse sangrando, afinal qualquer idiota saberia isso, assim com seu irmão impaciente e provavelmente com muita dor continuava a falar com Nie. "Conseguiu achar alguma coisa pra por nesta merda? Veja se nesse barco tem alguma coisa!" Nie enquanto procuraria o responderia "Estou procurando Kisame, segure a tua dor mais um pouco! E quem mando apanha tanta para um piratinha de merda igual aquele? Agora nós temos que ficar aqui, fugindo de uma grande recompensa!" Nie procuraria por toda a embarcação por panos, roupas, ou qualquer coisa que o ajudasse a parar o sangramento de Kisame.

Se acha-se algo, se não acha-se iria rasgar suas próprias roupas, ou as de Kisame para estancar o sangramento, entregaria a Kisame, mas neste momento um homem de cabelos vermelhos subia na embarcação, aparentemente amigável, mas Nie não acreditava muito na pessoa, antes mesmo do homem falar alguma coisa Nie já se posicionaria perto de Kisame e ficaria com seu machado empunhado para protege-lo de qualquer coisa ofensiva contra Kisame que poderia vir deste homem. "Ora mas já vão desistir da luta?" diria o homem enquanto Nie ainda estaria com uma posição defensiva e pronto para atacar, mas o homem completava, "Eu não sou seu inimigo, e francamente quero acabar com Jack tanto quanto vocês." Nie não acreditando muito nas palavras do homem mantinha-se quieto, esperando para ver se Kisame iria confiar nesse homem ou não. E então novamente o rapaz falaria, "Mas nas suas condições atuais isso seria impossível certo? Eu posso ajudar você, e então nós voltamos e pegamos aquela recompensa." Vamos dizer que o rapaz ganhou um pouco de créditos com Nie, não só estava falando em ganhar dinheiro, mas também estava falando em lutar novamente, Nie não podia negar que queria terminar a luta que havia começado contra Jack. "Quem é você? e como tu pretende nos ajudar? Sabe como cuidar das feriadas de meu irmão? E tu Kisame, vai confiar nesse cara pra te cura?" Olharia serio para o homem que aparecerá diante eles, menos desconfiado dessa vez, mas ainda não confiava no rapaz, ja que a unica pessoa em quem ele confiava era Kisame, e ao mesmo tempo esperaria que seu irmão toma-se uma decisão, afinal não sabiam quanto tempo Kisame aguentaria com suas feridas ate desmaiar, ou algo pior. Nie esperaria por uma decisão de seu irmão e faria as coisas conforme fosse o desejo de seu irmão.

Se depois de tudo isso Kisame continua-se com a ideia inicial de sair do local ate se recuperar e fala-se para Nie, "Libere as velas! Elas podem ser úteis." Nie seguiria suas ordens e assim ele rapidamente faria o que lhe era dito, os dois teriam de sair dali, e como Nie não havia muita noção de navegação ou como pilotar uma embarcação, Nie teria que seguir todas as ordens de seu irmão. "Certo Kisame, o que mais eu preciso fazer para colocar essa merda a navegar?" Nie faria tudo que seu irmão disse-se a ele para que pudessem navegar com a pequena embarcação.

No caso de seu irmão decidir voltar a luta ou não Nie ficaria o tempo todo ao lado de Kisame e em todo o momento ficaria atento a seus inimigos para caso de algum deles tentasse algo contra os tritões, se algo contra os irmãos fosse tentado Nie rapidamente pararia o que estivesse fazendo e retiraria seu machado da cintura e usaria-o para se proteger e para proteger Kisame também, seus movimentos seriam usados com o máximo de sua aceleração e velocidade, para não deixar seu irmão tempo de mais sozinho, por mais que não fosse uma embarcação muito grande, Nie não poderia se descuidar em nenhum momento de seu irmão, ja que eles estava muito ferido e totalmente dependente de Nie.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptySab 06 Jan 2018, 18:26


Batalha na embarcação

Apesar de tanto os piratas do Caolho quanto a oportunidade de resgatar Austin tivessem escapados, eu fui capaz de ficar um pouco mais aliviada, ao ver que Katsuo estava bem(ou ficaria), ao menos. Pressionar fogo contra o ferimento pareceu ter sido uma ótima ideia de Gallore, mediante os utensílios que ele dispunha naquele momento. Gallore e eu carregamos Katsuo para fora da caverna, colocando-o sentado em uma pedra, a fim de repousar. Por algum motivo, o médico saiu em disparada, como se estivesse apressado. "Será que ele pretende alcançar os piratas?" pensaria, me sentando ao lado de Katsuo. Talvez fosse uma boa ideia aproveitar um momento "calmo", auxiliando Katsuo caso ele precisasse, depois de tanta merda que acontecera: luta no beco, luta na frente da caverna, luta dentro da formação rochosa.. Um momento pare respirar e recuperar forças era sempre bom.

- Oe! Chinatsu! Jack está no navio e prestes a zarpar, temos que ser rápidos! -. Eu acreditava ter ouvido Gallore me chamando, a uma distância que aparentava estar relativamente próxima. Aquele maldito pirata já estava quase partindo? Merda.. E eu tinha que me apressar! Me levantaria, calmamente, acreditando que Katsuo não tinha sido capaz de ouvir aquilo que pude. - Jack está quase indo embora. Precisamos ir o mais rápido possível. - falaria, olhando em direção ao garoto. Eu tinha quase certeza que Katsuo estava impossibilitado de lutar, principalmente por causa de seus ferimentos, que podiam se abrir qualquer hora.- Você deseja vir? -perguntaria para o garoto. Apesar de estar convicta do que pensava, eu acreditava que a única pessoa capaz de decidir o futuro de Katsuo seria ele mesmo.

Caso o rapaz decidisse ir à batalha comigo, eu me agacharia, ficando de costas para ele, à frente da pedra em que ele estava sentado.- Não pense bobagem, hmpf. Eu vou te carregar até lá. Precisamos ser rápidos. -falaria, sem olhar diretamente para o garoto. De alguma forma, eu sentia um formigamento em minhas bochechas, como se elas tivessem ficado coradas. Com o rapaz em minhas costas, eu começaria a correr, tentando chegar na minha maior velocidade possível, considerando que Katsuo estava em minhas costas. Se o rapaz optasse por permanecer na frente da caverna, eu daria um sorriso em direção ao mesmo, fazendo um aceno de mão.- Tudo bem, então. Até outra hora. - falaria, enquanto começaria a mover meu corpo em alta velocidade, na direção em que eu acreditara ter ouvido a voz de Gallore.

Após um tempo correndo, com ou sem Katsuo nas minhas costas, eu finalmente encontraria Gallore. Andaríamos um pouco, até que Gallore se desculpou sem antes explicar os motivos.- Hmpf, tudo bem. Enquanto você não vem eu vou descer a porrada nesses caras por você. -falaria, brincando(mesmo que em um tom bastante sério), enquanto o homem desviava o trajeto original. Se meu Katsuo de estimação ainda se encontrasse em minhas costas(considerando que ele veio), eu pediria para ele sair. - Você fica aqui, por favor. Só interfira na luta se ouvir que eu ou o Gallore precisamos de ajuda. -falaria, para o garoto, deixando-o ao lado do barco de Jack O Caolho. "Boa sorte para mim."eu pensaria, dando um suspiro abafado logo em seguida, enquanto tentaria subir a escada que dava acesso ao barco maior.

Eu não subiria completamente a escada, mas sim até que eu fosse capaz de ver o que se passava na embarcação. E para minha surpresa, a amável dupla de irmãos já estava lá. Que amor, não é mesmo? Apesar de nutrir ódio profundo por aqueles dois, talvez a presença de ambos fosse uma boa oportunidade para entrar na surdina e resgatar a garota. Antes de começar a agir, eu daria uma última espiadela para dentro da embarcação, acreditando que apenas a parte de minha cabeça até os olhos pudessem ser vistas pelas pessoas lá de dentro. "Merda..O mastro tinha que ser do outro lado do barco.."

Antes de agir, porém, Gallore surgiria e tentaria resgatar a garota furtivamente. - Porra, Gallore. Deixava isso pra mim! -sussurraria, para que apenas eu pudesse escutar. Se o plano do homem funcionasse, eu me manteria à espreita do navio, esperando por uma oportunidade de abater o máximo possível de lacaios do Caolho. Quando todos eles desviassem a atenção da escada, eu adentraria no barco, vagarosamente, movendo com as pontas dos dedos dos pés. Iria desembainhar a ninjaken, com a mão direita, vagarosamente, e buscaria eliminar um ou dois homens: começaria pelo boxeador que quase teve a mão engulida, chegando por trás de seu corpo e tentando degolá-lo com a ninjaken. Buscaria adotar a mesma táctica para abater o outro boxeador, se assim fosse possível. Entretanto, se na minha primeira ou segunda tentativa de assassinato eu fosse descoberta, eu me moveria para trás com um salto com o pé esquerdo(mantendo o joelho direito elevado, além disso), com a ninjaken à frente do corpo, a qual eu moveria de um lado a outro, mudando sua angulação, caso necessário, para ricochetear qualquer ataque direcionado à minha pessoa.- Ops. Parece que eu fui descoberta.. Que azar. -falaria, ironicamente, observando os cinco(ou quatro, caso eu fosse capaz de matar um deles) oponentes a minha frente. Lutar contra um número elevado de oponentes no "habitat" deles parecia ser suicídio. Eu não chamaria por Katsuo, não naquele momento. Não queria que a atenção de TODOS no barco fosse direcionada a mim. Basicamente, eu adotaria uma postura defensiva: ficaria pulando de um lado a outro do barco, sempre me afastando de meus oponentes com saltinhos para todas as direções possíveis. Além disso, manteria todos meus adversários dentro do meu campo de visão, para caso uma lança fosse tacada em minha direção, eu não fosse surpreendida, efetuando um rolamento para a posição com menos inimigos para assim desviar. Mesmo se algum oponente fosse capaz de se aproximar de mim, eu não usaria a ninjaken para me defender(só se me cercassem), optando por continuar me afastando com saltos para trás, para assim impedir eles de se "reagruparem".

Mas, e se por acaso, Gallore tivesse sido descoberto em sua tentativa de recuperar Austin? Todos os meus movimentos anteriormente citados estariam fora de cogitação. -Merda.. Valeu, Gallore. -falaria, no mesmo momento em que pularia para dentro do barco, tentando ser o mais rápido possível. Com a ninjaken em mãos, eu procuraria servir como um escudo, que bloquearia todos os ataques direcionados ao homem ou a menina. Me posicionaria à frente deles, na tentativa de impedir qualquer aproximação dos oponentes. Ataques de boxeadores ou espadachins eu ricochetearia com a ninjaken, movendo-a em diagonal e para frente, na intenção não só de bloquear os ataques, mas sim tacá-los para uma direção oposta à movimentação de Gallore e Austin. Em relação aos lanceiros, eu buscaria me mover tão rápido quanto as lanças sendo atiradas(aproveitando da minha boa aceleração) e, assim sendo, eu faria cortes no sentido baixo-cima, enquanto me agacharia, a fim de desviar as lanças para cima ou quebrá-las. - Parece que deu tudo certo, não é mesmo? Prontos para lutar sérios agora? - falaria, assim que Austin estivesse segura. Eu não iria "lutar", por assim dizer. Na verdade, eu apenas adotaria a táctica de defesa que eu já elaborei no parágrafo anterior, movendo-me de um lado a outro com saltinhos, até que enfim um aliado aparecesse.

Thanks Akacchi


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 5 EmptySab 06 Jan 2018, 23:37

A situação não estava boa para os irmãos tritões que, além de estarem com um de seus membros, Kisame, com alguns ferimentos relativamente graves e tendo perdido uma certa quantidade de sangue, ainda viam outros caçadores de recompensas com suas devidas frases de efeito desafiando o Caolho.

Aquele mesmo Kisame puxava sua katana vendo aquilo e se apoiava sobre ela para ficar de pé, sentindo a dor ainda de seus ferimentos, e com o sangue de acima de seu olho já escorrendo por seu rosto e pingando no chão de madeira do convés. Eis que ele tinha uma ideia: Deixava de se apoiar na espada e simplesmente se soltava para trás, em direção ao mar. - Rapido Nie, vamos para o outro barco! - Dizia ele, enquanto seu corpo era largado no ar em direção ao mar, a espada na bainha, e ele caia na água, sendo seguido por seu irmão que guardava o machado e pulava também no azul.

Eles no mesmo instante subiam no outro barco menor, Nie dando um leve empurrão em Kisame para que ele subisse com maior facilidade. O espadachim orientava seu irmão para afastar o barco do outro, e Nie olhando para o lado via as duas cordas que estavam prendendo um barco ao outro. Ele sabia o que fazer. Sacava seu machado e com dois golpes rompia as cordas, guardando-o novamente. Nie dava uma espécie de chute que fazia seu barco se mover muito levemente para o lado contrário.

Kisame, ainda em dores, perguntava se Nie conseguiria alguma coisa para seus ferimentos e logo o tritão bárbaro sairia pela embarcação para procurar algum tecido ou pedaço de roupa.

Enquanto isso, não longe dali, Gallore percebia com seus olhos toda a movimentação que ocorria dentro do barco, inclusive dos tritões que iam para o outro barco, estando um com alguns ferimentos. Ele nem pensava duas vezes, se virava na direção que havia deixado Chinatsu e Katsuo, gritando alto para eles. - Oe! Chinatsu! Jack está no navio e prestes a zarpar, temos que ser rápidos! - E os ouvidos quase biônicos da ninja captavam aquilo, mas com certeza qualquer outra pessoa não ouviria, tanto que Katsuo aparentemente nem ouviu.

- Jack está quase indo embora. Precisamos ir o mais rápido possível. - Chinatsu, a alguns metros, dizia a Katsuo, que ainda estava apoiado na pedra. - Você deseja vir?

- Eu... - Katsuo levantava o olhar, demonstrando mais vitalidade, mesmo que talvez não tivesse tanta naquele momento. - Eu vou. Eu vou ser um caçador de recompensas também, Chinatsu. E caçadores de recompensas de verdade não desistem por causa de ferimentos. - Ele dizia, deixando escapar um sorriso esperançoso em meio a seu semblante de dor.

A garota então se virava de costas para ele e se agachava, e ele parecia não entender a princípio. Chinatsu percebia isso e sentia seu rosto ficar mais quente, corando. - Não pense bobagem, hmpf. Eu vou te carregar até lá. Precisamos ser rápidos. - Ela não via, mas tinha a impressão do garoto soltar um sorriso sem jeito antes de subir nas suas costas.

Chinatsu talvez não fosse muito forte, mas ela conseguia carregar Katsuo nas costas e correr até onde Gallore estava. O médico se desculpava e dizia para ela ir na frente, enquanto ele já alcançaria ela. Ela, em resposta, deixava Katsuo no chão de areia da praia, orientando para que não fosse junto a ela se não fosse requisitado.

Gallore então seguia até o barco menor, onde tinha visto os tritões entrarem, no momento em que Nie entraria na parte interior do navio a procura de panos para os ferimentos de seu irmão. - Ora mas já vão desistir da luta? - O boxeador estava soando totalmente inofensivo, contudo Nie ainda ficava um pouco desconfiado. - Eu não sou seu inimigo, e francamente quero acabar com Jack tanto quanto vocês. - E Nie desconfiado. Gallore começava a caminhar na direção de Kisame, que estava encostado no parapeito do navio ali ao lado. - Mas nas suas condições atuais isso seria impossível certo? Eu posso ajudar você, e então nós voltamos e pegamos aquela recompensa.

- Quem é você? e como tu pretende nos ajudar? Sabe como cuidar das feriadas de meu irmão? E tu Kisame, vai confiar nesse cara pra te cura? - Nie enchia tanto Gallore quanto Kisame de perguntas, que não eram respondidas.

A única resposta que Gallore dava era prática, analisando então os ferimentos do tritão espadachim, que não se via numa situação de negar aquela ajuda. Para os cortes do abdome e ombro ele conseguia resolver com uma sutura simples de alguns pontos, apesar de no abdome serem necessitados alguns pontos a mais. A questão mais complicada eram os ferimentos de seu rosto, sendo que a parte inferior do ferimento, que ia até o nariz do tritão, estava bem aberta e sangrando, e por pouco não atravessava a bochecha do homem peixe. Para esse ferimento, Gallore novamente pegava uma tocha, que estava ao lado da porta para a parte interna do navio, quase se apagando, e com ela aquecia sua katana recém-roubada, encostando então na face de Kisame.

Kisame gritava ao sentir o metal quente tocando sua pele escamosa, e neste momento Nie até segurava o cabo do machado em sua cintura pronto para atacar Gallore, mas ao ver que era para o bem do irmão, se continha. O ferimento era suturado até a cima do olho do tritão, e limpo com a própria camisa surrada do médico, contudo o olho de Kisame ainda estava com a visão um pouco afetada e irritada e precisaria ser limpo melhor, talvez até pingado alguma coisa, antes de que ele pudesse ver totalmente com este novamente, mas já era alguma coisa. Gallore perdia sua camisa novamente neste tratamento.

Kisame, agora com os ferimentos tratados e parte da dor aliviada, mas não totalmente, se direcionava até o timão daquele navio enquanto pedia para o irmão abrir as velas, e ele obedecia. O espadachim se via novamente diante de um timão redondo, com todos os detalhes típicos daquela direção, e era neste momento que ele sentia um forte vento em seu corpo, com o de antes, mas era diferente. Ao olhar para a direção do mar, via uma carga de enormes nuvens bem acinzentadas se aproximando e, com seus conhecimentos de meteorologia, poderia prever a grande possibilidade de uma tempestade estar próxima.

No barco maior, Chinatsu via os adversários lutando contra os irmãos Dan e Lan, e estes estavam indo aparentemente bem, e estavam tão distraídos com a batalha que nem notavam a chegada dela. Dan e Lan já haviam conseguido derrubar um dos lanceiros, que estava no chão, inconsciente, e ela até presenciava um momento em que Lan puxava o espadachim para próximo de si e enviava uma adaga em seu abdome, e depois a outra, puxando as armas e deixando ele cair no chão sangrando.

Ela se aproximava sorrateiramente e com um golpe potente, cortava a garganta daquele boxeador que já estava abalado pela mordida em sua mão, e neste momento Lan a notava. - Você ainda está viva, garota? - Ele dizia, com certo desprezo e provocação em sua voz.

- Ela está, Lan. - Dizia Dan, com seu jeito de sempre.

- EU SEI SEU IDIOTA! - Ele respondia, com um semblante de decepção.

- Ops. Parece que eu fui descoberta.. Que azar. - Chinatsu dizia, de forma irônica, e lan olhava cerrando os olhos para ela, com certa raiva.

- Quando acabarmos isso eu dou um jeito em você. - Ele dizia, se voltando novamente ao combate com os piratas. Chinatsu então se distanciava para trás, enquanto os piratas pareciam ignorá-la por um instante, se focando em Dan e Lan.

Neste meio tempo, Gallore já havia subido no barco e aproveitado das distrações para tomar Austin e leva-la a proa, rasgar as cordas que amarravam suas mãos e limpar seus ferimentos, que eram simples, mas eram vários por todo o corpo. Ela olhava para ele com certa esperança, esboçando um certo sorriso, mas sem dizer nada, e Chinatsu se aproximava deles com seus saltos rápidos.

- O QUE VOCÊ PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? - Dizia Jack, saltando da parte superior, do timão, e dando uma cambalhota antes de se agarrar no mastro da frente, abrir as velas e descer por ele. - Eu já estou cansado de vocês, seus lixinhos.

- Jack Buster! Só eu você, punho com punho, vamos ver do que você é capaz! - Dizia Gallore, tentando avançar contra Jack.

Contudo, Jack era muito mais rápido e em um único dash se impulsionava de forma extremamente veloz, estando entre Gallore e Chinatsu. O boxeador tentava um soco na face do pirata, que se esquivava somente movendo a cabeça para o lado, esticando seus dois braços para o lado e segurando tanto o pescoço da gatuna quanto do médico. Chinatsu até tentava impedir, mas Jack conseguia ser até mais rápido que o movimento da Ninjaken dela. - Já que esses imprestáveis não conseguiram, eu vou acabar com vocês todos eu mesmo. - Eles ficavam um pouco sufocados ao sentirem os dedos do Caolho apertando suas gargantas e impedindo o ar de passar. - Adeus. - E então jogava Gallore na direção do mastro, fazendo com que o garoto batesse as costas com extrema força, sentindo uma forte dor e uma breve tontura, mas não o suficiente para derrotá-lo. Quanto a Chinatsu, ele aproveitava a distância do parapeito do navio e lançava ela para frente, para fora da embarcação, se forma que ela cairia no mar logo em seguida. Gallore reparava enquanto o caolho pegava também Austin pelo pescoço e olhava para ela com ódio, dizendo. - Veja os problemas que me causou, sua vadia.

Não sei se vocês repararam, mas o verbo que eu usei para falar sobre a queda de Chinatsu no mar está no futuro do pretérito. "Cairia". Isso porque ela não caiu. Sim, ela foi jogada para fora da escuna, mas algo aconteceu. Katsuo estava subindo as escadas e no momento que via a garota passando, segurava-a pela mão, impedindo que seguísse com rumo as águas. - Chinatsu! - Apesar da tontura do momento, Chinatsu conseguia ver Katsuo com um semblante e sorriso demonstrando um misto de esforço e determinação, e no momento que os olhares deles se cruzavam, ela sentia uma certa confiança que poucas vezes havia sentido na vida.

Aos poucos, a grande embarcação de Jack começava a se movimentar na direção contraria a costa, e logo ela estaria navegando, provavelmente.

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