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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: O começo ... das compras.   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySeg 18 Dez 2017, 23:42

O Adeus de quem já vai tarde

Gallore Strange






Karatê Island, uma ótima ilha e um ótimo lugar de treino, além dos dojos os diversos climas propiciam um desafio diferente a cada colina, por dez anos eu vivi aqui, cheguei com uma tripulação de marinheiros que me resgataram do isolamento e morte, minha estadia em seu navio mudou minha percepção das coisas, lá entendi que não se trata de ter força para abusar e governar, mas sim para auxiliar os que precisam, esse pensamento só floresceu ainda mais com meu treinamento no dojo de Boxe, onde meu mestre, Bunko, me ensinou não só como lutar, mas como um verdadeiro homem deve se portar. É claro que isso é um objetivo secundário, não poderei proteger aqueles ao meu redor se não tiver um mínimo de poder, que é muito menos do que eu almejo, ser o mais forte acima de todos, essa é minha ambição.

Para tal feito não posso me segurar nessa ilha para sempre, sair daqui, ir para a grand line e enfrentar os melhores, esse é meu atual desejo. Apesar de meu passado, coisas como a Marinha ou o Governo Mundial não me interessam, mesmo sendo organizações poderosas que podem facilitar minha vida lá fora, também tendem a ser muito controladoras, e se tem algo que eu prezo para mim mesmo é a liberdade.

Hoje parece ser meu último dia aqui, logo cedo arrumarei minhas coisas, só o básico, roupas e dinheiro, e então darei uma última caminhada na ilha em que corri ao redor tantas vezes. Tenho muitas memórias por aqui, os treinos nas montanhas, meu amigos do dojo e como íamos sempre passar o tempo no lago ou no refeitório, as lições de nutrição que recebi de Raiki, ou as de anatomia que aprendi com Korra, e claro que não podia me esquecer de Alphonse, que apesar de todas as brigas ficávamos bem ao final de tudo, é um passado que não irei esquecer, mas está na hora de criar novas memórias fora daqui, dar um adeus a Karatê Island que me acolheu por tanto tempo.

Em meio a minha caminhada pela cidade tentarei juntar suprimentos suficientes para minha viajem, preciso majoritariamente de duas coisas, suprimentos de primeiros socorros e de uma arma, a partir daqui não estarei mais em um tatame, preciso me defender de futuros ataques cortantes e coisas do gênero. Já moro aqui faz tempo então conheço bem a cidade, tentarei chegar a loja de armas local, mas caso me perca no caminho, o que de fato é muito comum para mim, perguntarei para as pessoas ao redor. - Com licença, parece que eu desviei o meu caminho, poderia me indicar uma loja de armas? - Caso consiga a informação ótimo, agradeceria com um sorriso no rosto, mas se a pessoa não souber me informar continuarei perguntado pela cidade enquanto procuro eu mesmo.

Se conseguir chegar à loja darei uma breve olhada nos materiais, apesar da necessidade não busco por algo muito chamativo, além de que procuro por algo dentro de meu estilo de luta, apenas um par de soqueiras está ótimo, eu me dirigiria ao balcão e falaria: - Olá amigo, estou procurando umas soqueiras pra esses punhos aqui, tem alguma? - Se ele não tivesse procuraria por outra loja, e se dissesse que poderia me vender uma, após ouvir o preço brincaria um pouco em um tom amigável. - Você não teria um desconto camarada pra quem frequenta o dojo, teria? - O preço em sí não importa pra mim, estando dentro do meu orçamento ou levaria de qualquer jeito.

Concluindo a compra eu perguntaria por mais uma informação. - Só mais uma coisa amigo, sabe onde posso arranjar uma agulha e linha para primeiros socorros? - Afinal, um comerciante deve conhecer o mercado local, se ele não soubesse apenas agradeceria e perguntaria por aí novamente. Caso chegue a loja não perderia tempo. - Como vai? procuro por agulha e linha, tem alguma no estoque? - Se tivesse, ótimo, pagarei qualquer preço acessível para mim no momento, e caso não tenha simplesmente procurarei outro lugar.

Uma vez com a lista de compras completa, estarei pronto para deixar este lugar.





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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptyTer 19 Dez 2017, 03:51


人生は驚きの箱です。 ついに旅は始まった。
Keep trying.
Karate Island.. Por muito tempo, minha casa. Chamar aquela maldita ilha de "lar" seria forçar a barra ao extremo, pois até mesmo minha chegada em tal ilhéu não fora predeterminada: eu, quando mais jovem, havia sido sequestrada e, sem ter como voltar para meu verdadeiro lar, Micqueot, fiquei presa ao "berço das artes marciais" conhecido por Karate Island. Dizem que um bom filho sempre à casa retorna. Bobagem, na minha simplória opinião. Quando finalmente saísse de Karate Island, só voltaria(se voltasse) em um caixão, sendo carregada por pessoas que sequer saibam meu nome, mantendo expressões falsas e vazias de tristezas a medida que meu corpo é carregado. Uma visão pessimista sobre meu futuro, mas ao mesmo tempo, verdadeira. Além disso, eu ainda tinha assuntos a tratar em North Blue, e minha volta era apenas questão de alguns detalhes: preparamento, armas, uma embarcação, comparsas(companheiros? Pff) e muita sorte.


Você deve estar se perguntando: como uma garotinha menor de idade, órfã, sem contatos poderosos teria sido capaz de sobreviver em um mundo podre e sujo? É bem simples: passando a perna em tudo e todos, é claro. Se existe um ditado que caracteriza meu ser, sem dúvidas é esse:"Se você nascer na pobreza, você aprende a ser forte."E isso, bem, é verdade. Eu havia me acostumado a viver como uma peça do "submundo", por assim dizer. Minha única especialidade era roubar. Puta merda, se existe uma coisa que eu sei fazer, é roubar. Uma jovem e bela ladra,ai ai.. Um pouco clichê, se pararmos para refletir.


Na minha humilde opinião, o dia de minha tão esperada partida de Karate Island era um como outro qualquer: sem muitas preocupações, nenhuma pessoa para ver, nenhum compromisso a ser feito.. A vida de uma ladra sem amigos era monótona, apesar de eu não poder reclamar: foi o que eu fui obrigada escolhi seguir. Trajava um vestido preto, que ia até a altura de meus joelhos, além de levar uma gravata vermelha no pescoço. Não pararia para refletir se estava um dia calmo, mas tinha quase certeza de poder sentir meus longos cabelos balançando a medida que eu, lentamente, caminharia. " Saco.. Será que é o suficiente?"pensaria, caminhando, enquanto balançaria uma sacola de moedas que tinham sido fruto de furtos recentes. Cerca de 50 mil berries estavam na sacola. Talvez esse dinheiro fosse capaz de comprar uma arma de meu agrado. Se não fosse, bem.. Eu já mencionei que sou boa em roubar?


Caminharia pela ínsula, sem me apressar. Manteria meu olhar fixo à frente, confiando que minha ótima audição não iria me deixar na mão e me "enganaria". Meu destino seria uma loja de armas. Para uma antiga moradora da ilha saber a localização exata de uma loja poderia ser fácil, mas eu sou um pouco distraída. Caminhando, eu pararia algumas pessoas na rua(homens, preferencialmente) e, após cutucar seu ombro timidamente como uma garota que não quer nada, eu daria um sorriso tímido, cerrando os olhos. - Olá, senhor(a)! Sabe me dizer a localização da loja de armas mais próxima daqui? - falaria, juntando as mãos, como se estivesse suplicando. Bem lá no fundo, todo aquele teatro pra mim era indiferente. Seres humanos são máscaras. Caso minha busca por informações não desse em nada, eu pararia outra pessoa, e assim por diante. Alguém tem que saber a localização de uma loja de armas por ali! Assim que finalmente tivesse conhecimento de uma loja de armas, eu agradeceria a pessoa que me deu a informação. - Obrigada! Você me salvou! - falaria, abraçando a pessoa que me deu alguma referência de como encontrar uma loja de armamentos. Tal abraço seria algo meramente ilustrativo, já que minha real intenção seria, enquanto abraçada, buscar a carteira da pessoa dando pequenos tapinhas pela parte de trás de seu corpo. Afinal, um dinheirinho a mais é sempre bem vindo. Se descobrissem meu plano, eu daria uma joelhada nas partes baixas da pessoa e sairia correndo, buscando a loja. - Obrigadinha, babaca. - falaria, acenando ironicamente com a mão esquerda.


Na condição de finalmente ter encontrado uma loja, eu adentraria na mesma, sem me ater às decorações e pessoas no local. Procuraria alguma pessoa responsável pela loja e, fitando-a sem fazer gracinhas, eu começaria a gesticular com as mãos, como que para chamar a atenção. - Yo. Vocês possuem alguma Ninjaken? E kunais? Onde eu posso encontrá-las?-falaria, encarando com meus grandes olhos vermelhos a pessoa a quem eu direcionaria a minha voz. " Nossa Chinatsu, armas ninjas?" Sim, isso é meio óbvio, não? Uma garota baixinha, discreta, veloz e que sabe ocultar sua presença.. Uma ninja nata.


O preço não era detalhe. Se fosse algo abaixo de 50 mil berries, eu pagaria, priorizando a compra da Ninjaken caso não possuísse dinheiro para ambas armas(ninjaken e algumas kunais). Após efetuar o pagamento, eu procuraria conseguir algumas informações. - Pode me emprestar um papel e alguma pena? - falaria, ainda me dirigindo ao dono da loja. Caso tivesse, eu escreveria. Se não, eu buscaria memorizar as partes mais importantes daquilo que o homem estaria(ou não) prestes a responder.- Hm.. Nessa ilha existe algum bar e, além disso, em Karate Island existe alguma loja que vende chocolate? - falaria, suavemente, tentando esconder meu aparente vício de comer uma daquele bendito doce de cacau.


Caso descobrisse onde fica uma loja de chocolate, eu iria em direção à mesma sem desviar de meu trajeto. Merda.. Que vontade de comer chocolate. O resto dos meus afazeres podiam esperar. O dia em Karate Island certamente seria longo..

A ida para Baterilla


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptyTer 19 Dez 2017, 22:42

ATO I / POST 1

Em busca de novos horizontes







10 anos morando em uma única ilha pode parecer pouco para alguns tipos de pessoas, mas para aqueles que levam consigo a vontade de viajar, o ponto de vista é bem diferente. Este seria o meu caso. Não que eu estivesse preso em Karatê Island, muito pelo contrário: Ficara por pura escolha. Há muito tempo atrás, fui encontrado e recebido de braços abertos por uma dupla de irmãos que acabaram se tornando minha única família; estes que me ensinaram a me defender ou simplesmente a aproveitar a sensação de uma tragada. Foram estas pessoas que me trouxeram até este lugar, onde me apresentaram ao homem que coloquei no lugar de pai sem pensar duas vezes. Kote Black, ou melhor, o Sr. Kote. Dono da melhor estalagem fora das cidades da ilha, a Marco do Percurso. O homem que me ensinou a criar música. Ah, com certeza as memórias que criei em Karatê Island me acompanhariam durante toda a vida.

Pouco sei a respeito de antes de Karatê Island, de antes dos irmãos Shinjuko, de antes de tudo. Sei muito bem que não nasci com 15 anos, é claro, mas custa-me muito lembrar de qualquer resquício de minha vida antes de acordar dentro do barco de Hiei e Himiko Shinjuko. Não sei bem o porquê, mas este caso grave de amnésia me perturbou desde que os dois me contaram e desde que me levaram a um Curandeiro que diagnosticou com clareza o problema. Contudo, sempre tentei levar as coisas como elas são; se algum dia eu tiver que lembrar de minha história, então simplesmente algo vai desencadear minhas lembranças, mas se eu estiver destinado a nunca me lembrar de minha origem, então é porque nada de bom poderei tirar de lá.

Entrementes, uma década ao lado do Sr. Kote me fez muito bem, mesmo que os Shinjuko tenham partido para se aventurarem sozinhos. Obviamente, sempre soube que nunca consegui me meter entre a irmandade deles; o que não foi ruim, veja bem. Na estalagem, pude aprender o dom da música, coisa que ao lado dos Shinjuko, seria bem difícil. Pude passar por muitas experiências ao longo dos anos morando na Marco do Percurso, mas a vontade de deixar aquele lugar, de conhecer o mundo e de fazer justiça à minha própria maneira sempre esteve me incomodando. Nos últimos tempos, com certeza isto se tornou mais chateante. Não pude mais suportar. Portando apenas a roupa do corpo e uma certa quantia em dinheiro, arrecadada por eu mesmo em diversas apresentações na estalagem para viajantes, tive aquela que provavelmente seria a última conversa com Kote. Nos despedimos polidamente, algo natural vindo dele que sempre foi muito conservador. Até mesmo me ofereceu um maço de seus melhores cigarros, dizendo que queria me ajudar, sabendo da minha dependência. Neguei por pensar que agora, precisava me virar em outros ventos, deixar de depender de Kote; e assim, com os olhos voltados para novos horizontes, foi que deixei a estalagem Marco do Percurso, localizada próximo a cidade de Karatê Island.

Seguiria meu caminho até lá, o que não era complicado. Apesar de ter visitado a civilização poucas vezes, sabia que o caminho até ela era curto, amigável e com certeza eu sabia de cor, portanto, caminharia despreocupadamente. Ao chegar na cidade, procuraria me lembrar das vezes que a visitei durante os últimos 10 anos, tentando encontrar qualquer lembrança de uma Loja de Armas, ou uma Loja de Instrumentos Musicas, ou mesmo uma Mercearia para conseguir um singelo maço de cigarro. Às vezes me perguntava porque ainda recorria as minhas lembranças, era péssimo com a memória em si. Portanto, procuraria me informar com os transeuntes que por ali estavam. Tocaria no ombro de um ou outro cidadão e encaixaria uma pergunta. - Olá senhor(a), poderia me dizer onde posso encontrar uma Loja de Armas ou um Mercado próximo ? - Procurando sempre passar a maior gentileza possível, tentando ser amigável, algo que sempre cativa as pessoas. Caso alguém me passasse alguma informações sobre qualquer um dos lugares ou de ambos, responderia em seguida. - Opa, valeu hein, isto vai me ajudar muito. - Acenaria singelamente com a mão direita e procuraria seguir as informações passadas pela pessoa. Não que Karatê Island fosse um lugar gigantesco onde qualquer um poderia se perder e seria mesmo muito difícil encontrar algum lugar procurado, mas ainda assim, possuir informações é sempre bem útil.

Caso conseguisse informação somente sobre o Mercado, seguiria para ele; e mesmo que conseguisse informações sobre ambos os lugares questionados, seguiria mesmo para o Mercado, pois sentia que precisava muito mais ter certeza de que poderia saciar minha dependência do que um par de luvas para lutar; meus punhos nus seriam o suficiente. Agora, em algum momento, minha abstinência iria bater e com certeza não iria ser legal ficar nervoso. Caso conseguisse encontrar o Mercado ou Mercearia mencionado(a), procuraria entrar no estabelecimento e me dirigir a quem estivesse por trás do balcão, caso encontrasse alguém ali. - Hey, muito prazer, me chamo Ban. Por acaso o senhor(a) não teria um maço de cigarro para me vender, junto com uma Caixa de Fósforos ? - Sempre mantendo a simpatia para agradar meus ouvintes, afinal, gentileza gera gentileza e grosseria gera socos na cara. Esperaria por uma resposta e se esta fosse positiva, analisaria o valor dos itens e o quanto carrego em Berries comigo. Então, se estivesse dentro do orçamento, responderia-o(a). - Pois bem, fico com ambos. - Diria e logo desembolsaria a quantia para acima do balcão e esperaria que o(a) vendedor(a) me passasse os objetos para guardar o maço dentro do bolso de minha camisa, do lado esquerdo do peito e a Caixa de Fósforos dentro do bolso direito da calça. - Valeu mesmo. Vai vir a calhar. - Seriam minhas últimas palavras, me virando e dando um aceno de despedida com a costa da mão esquerda, com a direita dentro do bolso da calça. Ao deixar o local, puxaria um cigarro de dentro do maço, levantaria a Caixa de Fósforos, acenderia um fósforo e colocaria fogo na ponta do cigarro, em seguida colocando-o na boca e aspirando o conteúdo enquanto guardava o outro pertence. Respirando aliviado, caminharia em direção à Loja de Armas, agora, mais calmo e compenetrado. Se ainda não soubesse onde encontrar uma Loja de Armas, no entanto, retornaria a rotina de perguntar aos cidadãos.

Contudo, se recebesse apenas a localização da Loja de Armas, acabaria por me encaminhar diretamente para lá, afim de me prontificar logo das soqueiras. Mesmo que precisasse de um cigarro em breve, era melhor resolver os assuntos conforme eu os soubesse. Sendo assim, seguiria as instruções recebidas até encontrar a Loja de Armas. Se a encontrasse, adentraria, procurando por alguém de trás do balcão. Caso visse, logo perguntaria. - Olá, senhor(a). O que pode me oferecer de Soqueiras ? - Tentaria ser brando, afim de manter o clima da conversa leve. Caso me trouxessem os objetos, não tardaria a questionar. - E quanto vai me custar essa brincadeira ? - Diria com um leve e sarcástico sorriso de canto de boca. Recebendo a informação, calcularia o preço com a minha quantia. Caindo dentro do orçamento, diria logo. - Bem, é melhor prevenir do que remediar. Eu vou levar. - Trazendo de dentro do bolso a quantia necessária para comprar o par de munhequeiras. Ao recebê-las, agradeceria com um aceno displicente com a mão direita e iria embora daquele lugar. Enquanto caminhava para fora, tratava logo de ajeitar as soqueiras nos punhos, afim de ver se eram de boa qualidade e se ficavam confortáveis. Em seguida, partiria a procura de onde encontrar um Mercado, Bar ou Mercearia para conseguir um maço de cigarro e uma caixa de fósforos.

Contudo, se conseguisse ambos os itens de forma simples e polida, trataria de procurar pelas famosas tavernas e bares onde ficam estampados os rostos dos infames. Tendo noção de que precisaria repor aquilo que gastara com as compras, estaria interessado em pessoas com recompensas em suas cabeças, afinal, era sempre bom derrubar uns trouxas que se acham donos do mundo e ainda levar um prêmio monetário para casa.




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Última edição por Black™ em Qui 21 Dez 2017, 08:29, editado 1 vez(es) (Razão : Atualizando Objetivos/Histórico)
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptyQui 21 Dez 2017, 00:54

KARATE ISLAND

Spoiler:
 

Era manhã, de um dia de semana, na pacata ilha de Karate Island. A algumas horas o sol já havia nascido e ainda faltava um tempo para a hora do almoço, com isso, poucas pessoas eram vistas nas ruas. Num geral, estavam trabalhando, ou mesmo treinando. Não era mesmo uma hora que você encontraria alguém facilmente.

Aquele seria um dia comum, se não fosse por algo em especial que chamava a atenção de todos os habitantes da ilha: Do dia para a noite, surgiram vários cartazes colados por todas as partes na cidade. Árvore, muros, portas e até algumas janelas eram cobertas por uma série de dois cartazes iguais que chamavam a atenção de todos: o primeiro, um cartaz branco, com a foto de uma garota de cabelos negros e aparência jovial, com os dizeres “DESAPARECIDA -Austin Cliff. Filha do tenente Cliff da Marinha de Baterilla foi raptada pelo bando do pirata Jack, ‘o Caolho’, e pistas apontam para esconderijo e cativeiro na ilha de Karate Island. Quem trouxer a menina sã e salva para o tenente Cliff, receberá uma recompensa, e, se trouxer também o pirata, receberá juntamente a recompensa pela cabeça do mesmo”, finalizando com um carimbo oficial da Marinha, que comprovava ser algo verídico e oficial. Logo ao lado, o cartaz do procurado Jack Buster, “o Caolho”, listando alguns feitos como roubos, assassinatos, destruição de patrimônio, sequestro, e sua respectiva recompensa. Era impossível andar nas ruas e não perceber aquilo, mesmo que fosse muito distraído.
Austin Cliff:
 
Jack, “o Caolho”:
 

REMENUF

Caminhava pelas ruas da parte residencial de Karate o jovem boxeador Gallore Strange, trazendo a sua memoria algumas coisas sobre aquela ilha, e pensando sobre sua possível partida. Ele até tinha reparado nos cartazes mas não havia parado para lê-los realmente.

De toda forma ele seguia seu caminho até uma conhecida loja que havia sido inaugurada recentemente na cidade. Tratava-se de uma espécie de mercado, e na placa estava escrito “Tem-De-Tudo do Sr. Lemos.” Ali, Gallore já tinha visto pessoas comprando diferentes objetos, desde armas, a alimentos, materiais de construção, etc. Enfim, era exatamente o local que ele procurava.

- OLAAAA! Eu sou o Sr. Lemos! Em que posso servi-lo? – A figura baixinha, com seus 1,60 m de altura, gordinho, de pele branca e ostentando um vistoso bigode negro e chapéu também negro surgia do nada assim que ele adentrava o estabelecimento, sorrindo.

- Olá amigo, estou procurando umas soqueiras para esses punhos aqui, tem alguma? – Dizia Gallore, em tom amigável. O vendedor colocava as mãos nas costas e tirava um par de soqueiras de ferro, sabe lá diabos de onde, mostrando ao boxeador.

- Estas aqui estão saindo por 30.000 berries! – Dizia ele, com seu jeito alegre e quase cômico.

- Você não teria um desconto camarada pra quem frequenta o dojo, teria? – Perguntou o garoto.

- Oh meu rapaz... - O sorriso do Sr. Lemos por um instante se desmanchou, mas após alguns instantes voltou. – Se eu fosse dar desconto para todo mundo que frequenta algum dojo por aqui, eu iria a falência, concorda comigo? Hahahahaha – E assim, Gallore entregou os 30.000 berries ao homem, que lhe entregou as soqueiras. – Mais alguma coisa?

- Só mais uma coisa amigo, sabe onde posso arranjar uma agulha e linha para primeiros socorros? – Voltou a perguntar o garoto, que teve uma resposta imediata do vendedor que novamente tirou os objetos de trás de suas costas, como num passe de mágica.

- 10.000 berries! – E, tendo pago, Sr. Lemos entregou a Gallore os itens de oficio, que os guardou.

E com isso, Gallore deixa a loja, enquanto vê uma adolescente de cabelos negros e um rapaz de óculos roxos adentrando o estabelecimento, quase que juntos. – OLAAA! Meu nome é... – E ouvia o Sr. Lemos se apresentando a eles, antes que pudesse deixar totalmente o local.
Ao sair, o boxeador se depara com uma árvore bem a sua frente, com os dois cartazes já citados no começo deste post, e uma dupla de aparentemente irmãos que para com o intuito de lê-los, o que talvez despertasse Gallore para lê-los também.
Neste post...:
 

CHINATSU e BLACK
(e mais no finzinho Remenuf também)

E por Karate também iam Chinatsu e Ban Midou, convergindo para o mesmo local que havia acabado de sair o jovem Gallore, um menino com soqueiras nos punhos que passava por eles enquanto adentravam a “Tem-De-Tudo do Sr. Lemos”. Assim que entraram, o vendedor, um homem gordinho, baixinho, com um bigode negro e chapéu da mesma cor os atendia:

- OLAAA! Meu nome é Sr. Lemos. Em que posso servi-los nesta manhã tão bela? – Perguntava, alternando o olhar entre os dois, que até então sequer se conheciam.

- Yo. Vocês possuem alguma Ninjaken? E kunais? Onde eu posso encontra-las? – Perguntava Chinatsu, encarando o vendedor, que colocava as mãos nas costas e tirava as armas. Em uma mão, a ninjaken, e na outra, algumas kunais.

- Tanto a Ninjaken quanto as Kunais estão por 30.000 berries, preço padrão de armas simples por aqui. Se quiser levar tudo, fica 60.000 berries. – Contudo, Chinatsu só possuía 50.000 berries, e preferia ficar com a Ninjaken, entregando o dinheiro(30.000 berries) e pegando o produto. Ban só observava enquanto o Sr. Lemos colocava as mãos nas costas, sumindo com as kunais, lançando então sua pergunta:

- Hey, muito prazer, me chamo Ban. Por acaso o senhor não teria um maço de cigarros para me vender junto com uma Caixa de Fósforos? – Perguntava ele. Desta vez o vendedor não colocava as mãos atrás das costas, tirando, na verdade, ambos os objetos de dentro do bolso de sua camisa: um maço de cigarros protegido por uma embalagem de plástico, e uma pequena caixinha de fósforos.

- 15.000 berries os dois itens, jovem Ban. – Disse ele, voltando as mãos para as costas.

- Pois bem, fico com ambos. – Respondeu Ban, desembolsando o dinheiro exato e entregando ao senhor. – O que pode me oferecer de Soqueiras? – Voltou a perguntar, e então sim o vendedor tirou algo das costas: um par de soqueiras brilhantes novinhas.

- Engraçado, acabei de vender um par igualzinho. São 30.000 berries. – Disse ele, estendendo uma mão para receber o dinheiro, entregando as soqueiras com a outra.

- Bem, é melhor prevenir do que remediar. Vou levar. – Disse Ban, entregando mais dinheiro ao homem, e pegando as soqueiras, logo vestindo-as em seus punhos. Ele agradecia com um aceno e saia da loja, dando lugar para Chinatsu voltar a falar, que perguntava de papel e pena, recebendo como resposta que ambos os produtos só vinham em caixas, e que teria que pagar pelos mesmos se quisesse. De toda forma, voltou a perguntar:

- Hm... Nessa ilha existe algum bar e, além disso, em Karate Island existe alguma loja que vende chocolate? – Disse a adolescente.

- Bar...? Eu sou novo por aqui, então não sei direito, mas já ouvi falar de um chamado Beco Sem Saída. Mas pelo que sei é bem pesado o clima por lá... – Disse, com a mão no rosto, ajeitando o bigode com os dedos. – Mas chocolates nós temos aqui mesmo. – Ele tirou um tablete embrulhado num papel roxo das costas. – São 10.000 berries. – E, se a garota pagasse essa quantia, o Sr. Lemos lhe entregaria o doce.

Do lado de fora da loja, Ban se juntava aos outros três indivíduos, os irmãos e o garoto que comprara as soqueiras, à frente da árvore onde estavam os cartazes. Midou neste instante já havia aberto o maço e estava com um cigarro aceso em seus lábios, tendo dado uma relaxante tragada. Se Chinatsu tivesse saído da loja, provavelmente também estaria ali afinal, toda aquela movimentação numa hora tão sem movimentação, devia ser alguma coisa.

- Olha Lan, uma oportunidade de capturar um procurado e ganhar mais dinheiro! – Dizia um deles, de cabelo azul escuro, com uma certa expressão ingênua.

- Hm... Talvez seja interessante para nós, Dan... – Respondia o outro, de cabelos ruivos, com um semblante pensativo, franzindo as sobrancelhas.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySex 22 Dez 2017, 14:53


Após grandes eventos, havia parado nos blues. Existiam muitas ilhas por onde transitar, mas nada que se comparasse com minha terra natal e as diversas histórias que eram contadas pelo povo dos tritões sobre o Novo Mundo. Desde a época que à abandonei, as empreitadas que participei só me levaram a lugares retrógrados. Devido a este motivo, um objetivo havia sido planejado, por mais que fosse pequeno, ainda era um começo e o retorno para a Grande Linha já não estaria tão distante.

- Mas que grande bosta essa ilha! Qual o nome disso mesmo? Como um louco murmuraria por ai enquanto estivesse em movimento. Com toda calma do mundo, procuraria por alguma oportunidade para me armar, já fazia um tempo que estava sem uma espada e pelos ensinamentos do tempo, em relação à humanidade, isto era muito perigoso. Como já estava acostumado com uma bela recepção de boas vindas, estaria ignorando qualquer ofensa, xingamento ou palavra direcionada para mim - exceto se meu irmão dialogasse comigo -, por um instante, minha impaciência superava qualquer vontade que teria em agredir os populares das redondezas.

Andaria entre as ruas e vielas da cidade à procura de um comerciantes de armas, mesmo que demorasse um bom tempo, ainda assim evitaria de interagir com qualquer cidadão. Dirigiria minha procura para o centro da cidade, onde acreditava estar a maior força do comercio, infelizmente poderia ser o lugar com a maior movimentação de pessoas. No caso de encontrar a loja que disponibilizasse espadas para seus clientes, adentraria no local e iria diretamente conversar com o responsável pelo estabelecimento. - Que tal você me dar sua melhor espada em troca disso? Indagaria para o fornecedor enquanto a quantia de trinta mil (30.000) em dinheiro seria apresentada para o mesmo. Existiam duas formas para essa troca ser realizada, a primeira era eu receber, dar-lhe parte de minhas economias e sair pela porta sem chamar a atenção - isso seria o ideal para um tritão que está pensando em deixar a ilha, confrontos agora só estenderiam minha permanência - ou então uma segunda opção, onde o vendedor me descriminaria de qualquer maneira e eu reagisse em resposta.

Contudo, se as ações ocorressem da segunda forma, não me conteria. Imediatamente partiria em direção do indivíduo, correndo com toda minha velocidade e expondo meus dentes durante o percurso. Tentaria morder seu pescoço, mais precisamente a região lateral do seu membro, com o intuito de mata-lo pelo sangramento. Se por ventura minhas ações fossem realizadas com exito, pegaria a arma que mais agradasse minhas vistas. Uma perseguição se estenderia no caso de eu não conseguir finalizar meu alvo e até que seu chão estivesse coberto de sangue, eu não descansaria. Como um bom caçador, tentaria encurralar minha presa entre obstáculos para tentar efetuar o afronte novamente. Quando qualquer investida fosse direcionada para mim, com uma de minhas mãos, tentaria antecipar o movimento inimigo. O intuito era de segurar qualquer golpe ou objeto antes de iniciar sua trajetória para o ataque final, desta forma evitaria o contato direto com meu corpo, por mais que minhas mãos pudessem sair um pouco machucadas.

Karate Island não devia me atormentar, minhas intenções eram de um simples turista que estaria apenas de passagem, desta forma, ao conseguir minha arma - e somente se -, partiria imediatamente em direção ao porto da ilha, outra localidade que não seria de meu conhecimento porém utilizaria de minha persistência para encontrá-lo. - Sinta o mar! Expressaria-me para que apenas aqueles próximos de mim pudessem ouvir. Veríamos se minha familiaridade com os oceanos serviria de algo nessa situação e com um bom andarilho, minhas pernas marchariam em direção ao horizonte.


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Sahashi Minato
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySex 22 Dez 2017, 14:58



Karate Island, uma pequena ilha no South Blue, local esse que Nie e seu irmão estavam localizados. Nie como de costume apenas seguia os passos de seu irmão e desta vez seus passos o levariam para longe deste local isolado, e onde apenas os fracos habitavam, ao menos assim pensava Nie. O tempo na ilha já estava chegando ao fim e por incrível que pareça, no tempo em que ele ficou na ilha poucos ou nenhum incidente o envolvendo ocorreu, e já estava de algo acontecer, Nie estava cansado dessa monotonia da qual nada acontecia, estava na hora de alguém morres em suas mãos, ou na mão de seu irmão, mas antes de isto acontecer alguns objetivos deveriam ser cumpridos. Seguindo Kisame, seu irmão mais novo, pela cidade para cumprir seus objetivos, Nie estava em busca de um machado, enquanto seu irmão buscava por uma espada, embora suas aparecias fossem relativamente parecidas, seus estilos de luta era bem diferentes.

Andando pela cidade as pessoas olhariam para aqueles grandes tritões, talvez alguns com desprezo, outros com indiferença, desprezo era algo que andava abraçado com Nie, ainda mais entre o mundo dos humanos então nada que pudesse vir a acontecer aqui já não tenha acontecido antes. Indo pelas ruas da cidade, afim de encontrar a região onde o comercio era mais abundante, Um bom tempo poderia ser tomado dos dois ate encontrar uma loja de armas, afinal ambos não conheciam a cidade, logo não sabiam a localização dos locais, mas o tempo não iria impedi-los de encontrar a loja. Caso encontrasse-a adentaria nesta e buscaria pelo dono do estabelecimento. Seu irmão diria ao responsável do estabelecimento,  "Que tal você me dar sua melhor espada em troca disso?". Aproveitando a fala de seu irmão, "Aproveite e coloque o seu melhor machado no pedido de meu irmão também!!" Diria as palavras mostraria outras trinta mil moedas ao responsável do local. Ao mesmo tempo em que mostraria as moedas, Nie lançaria um olhar intimidador, um olhar que pareceria mostrar a sua aura assassina e as incontáveis mortes que ele já havia causado, com o intuito de intimidar a pessoa com quem ele estaria negociando, na intenção de reduzir os valores dos produtos, tanto os seus quanto ao de seu irmão.

Esperando que tudo ocorresse bem e sem nenhum problema, afinal não chamar atenção significava sair da ilha mais rápido, mas caso isso não ocorresse como o planejado e o humano decidisse dificultar as coisas apenas observaria as ações de seu irmão, das quais ele sabia que não seriam nenhum pouco pacificas, e com toda certeza chamaria atenção de todos, pensando por esse lado um pouco de felicidade surgia no coração de Nie, afinal um pouco de confusão para ele seria melhor do que sair da ilha facilmente já que poderia matar alguns humanos e deixar seu nome em mais uma ilha onde passara. Enquanto seu irmão faria suas ações, Nie ficava próximo a ele em prontidão para ajuda-lo se necessário, e para impedir que outros tentassem salvar o pobre individuo que enfrentaria a fúria de Kisame, usaria suas mãos e pés e calda para bloquear e atacar indivíduos que tentassem atacá-lo, mesmo que isso causasse pequenos danos a si mesemo.

Somente após conseguir a suas respectivas armar, os dois tritões partiriam do local, seguindo o rumo que Kisame desejasse, afinal o papel que Nie já havia posto para sua vida era esse, não ser só um irmão miais velho, mas também um segurança que faria de tudo por seu irmão.

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Última edição por Sahashi Minato em Sab 06 Jan 2018, 13:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySex 22 Dez 2017, 16:56

O Adeus de quem já vai tarde

Gallore Strange

Andar, andar e correr!







Meu dia começou conforme o esperado, como já não iria mais aos treinos aproveitei para acordar mais tarde hoje, assim que levantei arrumei minhas coisas e parti para a cidade, afinal, precisava de umas coisinhas antes de ir embora de uma vez. Em minha caminhada pelo local fui pensando sobre o que faria para sair da ilha. - Não tenho um barco, e meu conhecimento de navegação é praticamente nulo, talvez seja prudente arranjar uma carona ou encontrar alguém que possa me levar. - Enquanto vagueava em meus pensamentos o sol estava firme e forte sobre minha cabeça, o calor em minha pele só esquentava ainda mais meu sangue fervente pela aventura, a cidade estava calma como de costume, naquele horário todos estavam muito ocupados, e se fizesse silêncio um instante para reparar podia-se ouvir o treinamento nos dojos, nada fora do comum, exceto pela incrível quantidade de cartazes que poluíam a visão de todos na cidade, não que eu me importasse, tanto que nem parei para ler o que eles tinham a dizer, devia ser só o anúncio de um dojo novo, uma banda chegando ou algum procurado, nada de meu interesse naquele momento.

Por um incrível ato dos deuses eu consegui não me perder, me dirigi para uma nova loja local que havia reparado antes, como aponta o nome da loja, eles realmente vendem de tudo lá. Assim que entrei e me dirigi ao balcão fui muito bem recepcionado, o dono, aparentemente, me recebeu com uma eloquente alegria. - Olaaa! Eu sou o Sr. Lemos! Em que posso servi-lo? - Era um homem baixo e gordinho com um grande bigode que combinava com seu chapéu, o homem parecia divertido e isso me animou bastante, correspondendo a alegria dele perguntei por soquetes em uma voz amigável, e como num passe de mágica ele tirou as mesmas deus sabe lá da onde e me mostrou. - Estas aqui estão saindo por 30.000 berries! - Ele me parecia um cara legal então tentei barganhar, o que não deu muito certo. - Oh meu rapaz…- Disse o dono enquanto vacilava em seu sorriso. - Se eu fosse dar desconto para todo mundo que frequenta algum dojo por aqui, eu iria a falência, concorda comigo? Hahahahaha - - Disso eu não posso discordar - Disse enquanto lhe pagava o dinheiro.

Finalmente com as soqueiras em mãos prontamente as equipei em meus punhos, encaixaram perfeitamente, com certeza serão úteis. - Mais alguma coisa? - Perguntou-me o dono da loja, e no momento em que pedi por linha e agulha ele mais uma vez fez o item aparecer no passe de mágica anunciando o preço de 10.000 berries. - Se isso aqui não der certo o senhor certamente tem futuro no show business. - Brinquei com ele enquanto pagava-lhe o valor. Tudo dentro dos conformes, alegremente agradeci ao dono e me dirigi a saída. - Muito obrigado, tudo de bom nos negócios! - Ao mesmo tempo que saía duas figuras entraram na loja, um homem de óculos roxo e uma menina que aparentava ter entre 14-15 anos.

Chegando ao lado de fora ao mesmo tempo que tinha um sentimento de realização o de vazio também me acompanhava, depois das compras havia ficado praticamente sem dinheiro, e ainda não fazia idéia de como sairia da ilha. Logo me deparei com uma árvore contendo os mesmos cartazes que avistara mais cedo, e em frente a ela dois homens, aparentemente eram irmãos, por alguma razão aquilo despertou meu interesse, aquilo estava espalhado pela cidade inteira, deve ter um mínimo de importância.

Ao me aproximar um pouco mais pude notar que eram cartazes da marinha, um era de procurado, um tal “Jack, o caolho” que até que tinha uma boa recompensa, e o cartaz ao lado era de uma menina desaparecida, aparentemente uma filha de tenente que havia sido sequestrada pelo bando do pirata procurado ao lado, uma recompensa era oferecida pelo seu resgate, e sua localização já era conhecida, não vou negar que meu bolso gritou de alegria nesse momento, era uma boa quantia de dinheiro.

Minha leitura foi interrompida por um dos irmãos, que disse: - Olha Lan, uma oportunidade de capturar um procurado e ganhar mais dinheiro! - - Hm… Talvez seja interessante para nós, Dan…- Respondeu o outro pensativo, nesse momento senti um forte cheiro de cigarro atrás de mim, eram os outros cliente saindo da loja e se aproximando. - Eu não sei não, me parece suspeito - Pensei em voz alta. - Se essa garota é filha de um poderoso tenente da Marinha, e ele sabe onde ela está sendo mantida, por que o mesmo não vem buscá-la ao invés de depender de terceiros? - De início não foi intencional, mas depois de perceber o que estava fazendo continuei. - Mesmo tendo o selo oficial da Marinha pode ser falso, uma emboscada talvez? Piratas ladrões só a espera de heróis a caminho. - Não era que eu estivesse desacreditado, estava apenas considerando as possibilidades e falando o que me vinha a cabeça, mas claro, se fosse verdade, era possível que minhas palavras desmotivasse aqueles ao meu redor me dando uma certa vantagem, e sendo ou não uma emboscado poderia haver uma vida em jogo, junto de muito dinheiro, e eu não poderia deixar essa chance passar.

Apesar de apontar para Karatê Island, o cartaz não indica a localização exata do esconderijo dos piratas, mas eu conheço essa ilha, e não há muitos lugares para se esconder uma tripulação e fazer operações pelas sombras. De começo me afastaria devagar da árvore sem dizer nada, se alguém me interrompesse ouviria o que tem a dizer mas tentaria me esquivar com desculpas esfarrapadas desde que não consigo mentir muito bem. - Foi mal estou atrasado para meu treino. - E assim que já tivesse pego uma boa distância começaria a correr a fim de procurar o covil dos sequestradores.

A ilha é relativamente grande, com diversos biomas espalhados por aí, mas acredito que o melhor esconderijo seja na floresta, poucos treinam por lá, e além de ser isolada da cidade oferece um clima favorável favorável em comparação com os outros biomas. Eu correria diretamente para lá a fim de procurar o esconderijo dos piratas, mas se não tiver sucesso começarei a procurar pelos outros locais da ilha, dando uma atenção especial para o lago e o bioma de neve.





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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySex 22 Dez 2017, 18:52


中尉の娘の拉致 可能性のある救助が近づいている
Until the End
Aparentemente, minha ida até a loja de armas não tinha sido tão complicada quanto eu imaginei que seria. Por algum motivo, a rua pela qual eu andava em direção à loja de armas estava, de certa forma, bem pouco movimentada. " Tem de Tudo do Sr.Lemos? Hm.. Vejamos se tem de tudo mesmo.. " pensei, enquanto adentrava a passos vagarosos o estabelecimento. Ao meu lado caminhava um homem, mais alto do que eu e que minha pessoa sequer conhecia. À princípio, não reparei no mesmo, nem no homem que saía da loja com soqueiras em mãos. Meus objetivos naquele momento estavam definidos, e fazer "amiguinhos" certamente não era um desses. Fui surpreendida por uma figura baixinha, um pouco mais alta que eu, apesar de bem gorda. O homem ainda tinha um vistoso bigode cobrindo a cara. Era o típico vendedor que existe em qualquer lugar.

Após indagar se possuía armamentos ninjas, o homem que se apresentara como "Sr. Lemos" tirou uma ninjaken e kunais sabe-se lá de onde. Será que além de vendedor aquela figura obesa também era mágica? Não importava, apesar daquele "truque" ter feito com que eu tentasse me manter um pouco mais atenta, caso o homem fizesse ''aquilo'' novamente. Infelizmente, não possuía dinheiro para as kunais, sendo obrigada a comprar a ninjaken, unicamente. "Cacete.. Eu devia ter roubado umas carteiras, mesmo.. " pensei, entregando uma parte(30.000 berries) do pouco dinheiro que eu possuía. Meu rosto não demonstrava, mas eu certamente tinha ficado satisfeita com a aquisição daquela espada. Faria alguns movimentos com a mesma, para testar a leveza da arma. Ao meu ver, a arma combinava comigo, o que me deixou um pouco aliviada. Pegaria também uma bainha, esperando que não tivesse que pagar por aquilo. Após guardar a arma, voltaria a conversar com Sr. Lemos.Bem..Era isso que eu esperava.

Antes que eu continuasse a negociar com o vendedor, o homem ao meu lado se apresentou ao dono do estabelecimento, indicando que seu nome era Ban. Me senti interrompida? Nah, eu faria a mesma coisa sem pensar duas vezes. Enquanto o homem falava, fiquei fitando-o, como se estivesse torcendo para ele finalmente sair do local e eu conseguir perguntar aquilo que desejava. Surpreendentemente, a conversa entre Ban e Sr. Lemos não fora tão longa. Após o homem cessar a fala, pedi algumas informações ao gorducho dono da loja. Eles têm de tudo mesmo, hein? Linhas, cigarros, e até mesmo meu tão amado chocolate.- 10.000 berries? Ok,obrigado. Boas vendas! - falaria, colocando o dinheiro na frente do homem, enquanto pegava o tablete de chocolate. Daria um aceno com a mão esquerda e, em seguida, me viraria de costas, indo em direção à saída do estabelecimento.

Apenas uma coisa me incomodou: de onde diabos ele tirou aquele doce? " Vamos ver se esse chocolate fede à bunda.. Força, Chinatsu.." pensaria, fazendo uma pequena abertura na embalagem roxa para abrir a barra. Bem.. Tanto o gosto quanto o cheiro pareciam estar dentro dos padrões: se não fosse chocolate, eu provavelmente saberia dizer. Daria apenas uma mordida no chocolate, à "tira gosto", guardando-o logo em seguida em minhas vestes, após dobrá-lo(ninguém quer ficar suja), não é mesmo?

Como eu não havia demorado tanto dentro da loja, ao sair do estabelecimento me deparei com trê-Não, quatro pessoas lá fora. De começo e um pouco desconfiada do porquê ter "tantas" pessoas ali, eu me manteria um pouco afastada, confiando na minha boa audição para adquirir as respostas que eu esperava.-Olha Lan, uma oportunidade de capturar um procurado e ganhar mais dinheiro! -disse um dos garotos, de cabelo azul, sendo assentido por um garoto de cabelos vermelhos. Ambos estavam bem vestidos, como se tivessem nascido em um berço de ouro. O que levava pessoas assim a lutar? Não era algo que eu fosse capaz de entender. Aquilo me deixou puta. Capturar, matar, se machucar não eram brincadeiras de criança. Como dois filhinhos de papai seriam capazes de agir diante de uma situação de vida ou morte?Eu morderia o beiço fortemente, me segurando para não falar nada. Me aproximaria dos cartazes, com um semblante sério, como alguém que não estava nem um pouco no clima de ter uma conversa. Uma garotinha desaparecida era o assunto no cartaz. Bem, sequestrada, na verdade, por um pirata caolho, intitulado Jack. Passaria a mão no cartaz da menina, como se, de alguma forma, esperasse que aquele pedaço de papel sem vida se mexesse e a garota pulasse para fora do mesmo. Não era exatamente pena que eu estava sentindo da garota, e sim compaixão. Uma garota que foi sequestrada e enviada para outro Blue deve entender como Austin se sente, não?

- Se essa garota é filha de um poderoso tenente da Marinha, e ele sabe onde ela está sendo mantida, por que o mesmo não vem buscá-la ao invés de depender de terceiros? -foi dito por uma pessoa próxima de mim, que eu só conhecia de vista: era o homem que estava saindo da loja quando eu entrei. -Ah, é claro, sequestrar criancinhas agora é o pior crime que alguém pode cometer, não existe NADA pior. Além do mais, sabemos que a marinha é a melhor organização que existe. - falaria, ironicamente, sem conseguir me segurar, enquanto fazia um sinal de "joinha" em direção à pessoa que falou aquilo. Ao ver de algumas pessoas provavelmente seria surpreendente uma garota com uma aparência não tão ofensiva agindo como uma..grande babaca?

Sinceramente, não me importaria com o que os outros estariam a pensar de mim: era minha obrigação salvar essa garota, assim como eu fui "salva" após ter sido mantida um tempo preso. Minha missão não era para com a marinha, e sim para provar a mim mesma que ainda restava humanidade em mim. Caso ninguém me impedisse, eu sairia dali sem falar nada, andando com pressa, até finalmente encontrar cartazes de Austin e do pirata Jack que não estivessem sendo olhados por alguém. - Espero que alguém possa me ajudar a encontrar esse merda.. - falaria para mim mesma, enquanto arrancaria ambos os cartazes do respectivo lugar em que estava, amassando-os e os tacando de qualquer forma nas minhas tralhas. Que mal teria? Afinal, tinha cartazes espalhados por toda a cidade.

Sem querer me gabar, ser uma ladra tem lá suas vantagens: o vasto mercado de informações que uma pessoa pode encontrar no mercado negro. Minha estadia na ilha e o acesso a esses locais clandestinos fizeram com que eu conhecesse alguns dos "submundos" espalhados pela cidade. " Espero não me perder.. "pensaria, andando pela cidade. Procuraria em qualquer tipo de beco, ruela, travessa. Caso encontrasse um desses locais, procuraria um informante. - 10.000 berries. Tudo que você pode me dizer sobre Jack O Caolho e Austin Cliff. -falaria, mostrando tanto o dinheiro quanto os cartazes para a pessoa, esperando que possuísse alguma informação útil.

Se minha busca por um ponto de encontro do Mercado Negro fosse falha, eu procuraria ir até o bar que Sr. Lemos, o "vende tudo", falou que existia na ilha. - Qual o nome daquela merda? Alguma coisa sem saída. Tá, já basta. - indagaria, levando a mão ao queixo. O homem dissera que aquele lugar era "barra pesada", mas isso não importava. Quem disse que eu também não posso ser? Sairia em busca do bar, tentando me manter atenta a tudo e todos que estivessem em minha volta. - Yo. Você conhece algum bar que termina com "Sem Saída?" - perguntaria a qualquer pessoa que eu encontrasse. Se finalmente conseguisse a localização do bar, eu iria em direção ao mesmo, às pressas.


Whatever


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla EmptySab 23 Dez 2017, 17:35

Homero escreveu:
KARATE ISLAND


Spoiler:
 

Era manhã, de um dia de semana, na pacata ilha de Karate Island. A algumas horas o sol já havia nascido e ainda faltava um tempo para a hora do almoço, com isso, poucas pessoas eram vistas nas ruas. Num geral, estavam trabalhando, ou mesmo treinando. Não era mesmo uma hora que você encontraria alguém facilmente.

Aquele seria um dia comum, se não fosse por algo em especial que chamava a atenção de todos os habitantes da ilha: Do dia para a noite, surgiram vários cartazes colados por todas as partes na cidade. Árvore, muros, portas e até algumas janelas eram cobertas por uma série de dois cartazes iguais que chamavam a atenção de todos: o primeiro, um cartaz branco, com a foto de uma garota de cabelos negros e aparência jovial, com os dizeres “DESAPARECIDA -Austin Cliff. Filha do tenente Cliff da Marinha de Baterilla foi raptada pelo bando do pirata Jack, ‘o Caolho’, e pistas apontam para esconderijo e cativeiro na ilha de Karate Island. Quem trouxer a menina sã e salva para o tenente Cliff, receberá uma recompensa, e, se trouxer também o pirata, receberá juntamente a recompensa pela cabeça do mesmo”, finalizando com um carimbo oficial da Marinha, que comprovava ser algo verídico e oficial. Logo ao lado, o cartaz do procurado Jack Buster, “o Caolho”, listando alguns feitos como roubos, assassinatos, destruição de patrimônio, sequestro, e sua respectiva recompensa. Era impossível andar nas ruas e não perceber aquilo, mesmo que fosse muito distraído.
Austin Cliff:
 
Jack, “o Caolho”:
 

Explicação:
 

Kisame e Nie


A dupla de irmãos acabava de chegar em Karate Island e já era recebida com olhares tortos por conta da população que trabalhava na região próxima ao porto, onde eles estavam. Não ligando muito para isso, Kisame e Nie procuravam por uma loja onde pudessem adquirir armamentos para poderem se proteger e, caminhando pela cidade, ainda sobre olhares tortos, conseguiam visualizar uma loja com os dizeres "Tem-De-Tudo do Sr. Lemos". Ah, e por acaso eles reparavam durante sua caminhada os muitos cartazes espalhados por toda ilha, mas para eles talvez não fosse algo tão incomum assim, afinal, nunca estiveram ali antes, e aquilo poderia ser só uma particularidade da localização.

De toda forma, ao se aproximarem do local, viam uma estranha movimentação de algumas pessoas diferentes(vulgo outros participantes da aventura) observando os cartazes colados em uma árvore. Sem ligar pra isso, adentravam o estabelecimento, sendo logo recebidos por um homem baixinho, barrigudo, com um belo bigode negro e chapéu da mesma cor. - Ola! Eu sou o Sr. Lemos! Em que posso ajudá-los? - Diferente das outras pessoas da cidade, o vendedor parecia não olhar diferente para os tritões. Talvez não conhecesse a má fama deles, ou talvez só não ligasse mesmo.

- Que tal você me dar sua melhor espada em troca disso? - Kisame falava ao vendedor, mostrando a quantia de 30.000 berries.

- Aproveite e coloque o seu melhor machado no pedido de meu irmão também!! - Complementava Nie, mostrando também uma quantia igual a de seu irmão.

- Hohoho, eu acho que nossas melhores armas não sairão por este preço, rapazes, mas eu tenho isso! - O vendedor tirava magicamente as mãos das costas, trazendo na direita uma katana embainhada, e na esquerda um machado de batalha. Eles não imaginavam como ele havia pego aquilo tão rápido, mas não questionavam, simplesmente mantinham um olhar intimidador para o Sr. Lemos que parecia sequer ligar para aquilo. Eles entregavam as quantias em berries, e pegavam as armas. - Muito obrigado, tritões camaradas! - Dizia ele, sorridente, enquanto os irmãos logo saiam da loja já armados.

Tampouco deixavam o local, já iam em direção ao porto, tendo Kisame utilizado seus sentidos aquáticos para determinar qual direção seguiria, e Nie o seguindo. Apesar das poucas pessoas nas ruas, as que eles viam, todas, quase que sem exceções, olhavam de maneira estranha pra eles, incomodados, e eles sabiam muito bem o motivo daquilo.

- Ora, ora, ora... - Eles já estavam mais próximos do seu destino, quando ouviam uma voz jovial se aproximando deles e, ao olharem, notaram um jovem tritão carpa azul, que saia de uma viela e se direcionava a eles. - Se não são o Príncipe, - Apontava para Kisame, com um sorriso malandro, e depois para Kisame. - e o Assassino dos Mares, em pleno South Blue, Karate Island. Eu juro que não faço ideia do que tritões perigosos como vocês fazem por aqui, mas é uma honra estar diante de suas presenças. - Fazia uma breve pausa, olhando para os dois, com certo brilho no olhar e entusiamo, que tentava disfarçar. - Gostaria de convidar-lhes para beber algo enquanto eu lhes apresento uma proposta que com certeza adorarão. O que acham? - Fazia o convite.

Se os irmãos aceitassem a proposta, o outro tritão então abriria um sorriso maior ainda, dizendo. - Então sigam-me! - E então caminhariam em direção ao porto, indo por um pier até sua ponta. - Vamos ter que nadar um pouco, mas creio que tritões como vocês não tenham problema com isso não é? - Ele estava para pular no mar, quando pareceu se lembrar de algo. - A proposito, eu sou Mike, imediato da tripulação do Caolho.
Mike:
 

Neste post:
 

Remenuf, Chinatsu e Black


- Eu não sei não, me parece suspeito - Dizia Gallore, interrompendo o momento em que Chinatsu passava a mão no cartaz, com certa empatia pela lembrança de já ter passado algo parecido. - Se essa garota é filha de um poderoso tenente da Marinha, e ele sabe onde ela está sendo mantida, por que o mesmo não vem buscá-la ao invés de depender de terceiros? - Todos voltavam suas atenções para o boxeador, que "pensava alto". - Mesmo tendo o selo oficial da Marinha pode ser falso, uma emboscada talvez? Piratas ladrões só a espera de heróis a caminho.

- Ah, é claro, sequestrar criancinhas agora é o pior crime que alguém pode cometer, não existe NADA pior. Além do mais, sabemos que a marinha é a melhor organização que existe. - Respondia Chinatsu, ironicamente, levantando o polegar para Gallore, que passava a se distanciar do local no mesmo instante.

- Mas ele deve ter razão, Lan! Pode ser uma emboscada! - Dizia o garoto de cabelos azuis, um pouco assustado.

- Para de bobagem, irmão! - O ruivo dava um leve tapa no braço de seu irmão. - Isso é história. Ele está falando isso para nos desencorajar na caçada. E emboscada ou não, nós somos caçadores de recompensas, não temos que ter medo de nada! - Dizia ele, puxando Dan para que saíssem dali. - Além do mais, eles não passam de civis idiotas. Eles sim tem que ter medo de uma possível emboscada... - Continuava a dizer, mas Chinatsu era capaz de ouvir com sua audição aguçada, apesar de Ban não escutar nada depois do "além do mais", pela distancia que eles adquiriam.

Não tardou para que a garota saísse dali também. Ban somente aproveitou o instante de paz para encostar na árvore e terminar de curtir seu cigarro que queimava de forma perfeita e prazerosa.
Neste post(por enquanto):
 

Importante:
 

Continuação - Remenuf


Saindo dali, Gallore se punha em corrida pela cidade em direção à floresta. Em sua cabeça, aquele seria o esconderijo perfeito para os piratas, mas talvez também fosse o lugar mais óbvio. De toda forma, depois de alguma corrida por entre as árvores, ele não encontrando nenhum sinal de Jack e seu bando, parou por um instante para descansar.

Neste momento, ele avistou uma garota de cabelos brancos, jovem e bonita, mexendo em algumas flores que encontrava pelo chão da floresta. Mas, se você pensou que ela contemplava e cheirava as flores como uma simples garotinha, se enganou. Na verdade, ela parecia ter um olhar técnico, observando partes da estrutura das plantas, como se fosse uma verdadeira conhecedora, conferindo em um livro de capa marrom que tinha em sua mão esquerda.

Ela notou a presença de Gallore, e sorriu para ele. - Oh, bom dia! - Disse, e sua voz era extremamente doce. - Flores são coisas incríveis, não acha? Eu perco o dia observando seus estigmas, pétalas e grãos de polem se deixar hihi
Garota:
 

OFF:
 

Chinatsu


A juvenil gatuna deixava aquele lugar, andando alguns passos até um outro par de cartazes. Quando ninguém estava olhando, o que não era difícil por conta da pouca movimentação na cidade naquele momento, ela arrancava ambos do muro, e guardava consigo.

Andava mais alguns metros, com seus olhos gatunos procurando por alguém que pudesse lhe dar uma informação, até que via, quase que ocultado pela sombra do beco onde estava, um rapaz de cerca de 21 anos, com uma toca na cabeça e pouca barba abaixo do queixo, encostado na parede, fumando um cigarro. Algo lhe dizia que aquele era o informante que ela precisava.

Chinatsu se aproximava sorrateiramente, entrando também no beco, e logo mostrando o dinheiro e os cartazes. - 10.000 berries. Tudo que você pode me dizer sobre Jack O Caolho e Austin Cliff. - O rapaz jogava seu cigarro no chão e pisava em cima, pegava o dinheiro e os cartazes, e dava uma boa olhada.

- Jack Buster, capitão do bando do Caolho. - Enrolava os cartazes e devolvia para Chinatsu, voltando a falar. - Pelo que sei já cometeu alguns crimes aqui no South Blue, mas nos últimos tempos resolveu sequestrar a filha desse tenente aí para ver se conseguia alguma recompensa. Eu ouvi dizer que ele pode estar se escondendo ao sul da ilha, abaixo do lago, mas não é certeza. - Puxava um maço de cigarro do bolso, retirando um e acendendo com um isqueiro preto, dando uma boa tragada antes de voltar a falar. - O bando dele tem uns 13 ou 14 caras, não acho que uma menininha sozinha consiga dar conta, por mais entendida das ruas que seja... Quer uma conselho? Arruma- Antes que ele pudesse continuar a falar, Chinatsu sentia um impacto em suas costas, como se tivesse sido empurrada, e ia ao chão. O rapaz saia correndo neste momento, sumindo e, quando ela olhava para ver quem a havia empurrado, via os dois irmãos de cabelos azul e vermelho em pé a sua frente, o ruivo com um sorriso sádico e o outro com uma expressão indecifrável que podia estar ligada tanto a receio quanto a medo.

- Então o Jack está no sul da ilha, além do lago? Ahahahaha... - Dizia o ruivo, mantendo sua expressão sádica. - Eu deveria agradecer pela informação, mas parece que você está nessa corrida pela recompensa também, e eu não gosto muito de concorrentes, sabe? - Ele sacava duas adagas de sua cintura, segurando-as firmemente.

- É verdade, o Lan não gosta mesmo hehehe - Dizia o garoto de cabelos azuis,

- Fica quieto, seu imbecil. - Ele se virava para o irmão, irritado. Voltava-se então para Chinatsu, apontando uma das adagas em sua direção. - Vai ter que ser do jeito mais fácil, ou do mais difícil, garotinha?
Situação:
 

Neste post:
 

Chinatsu:
 

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