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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Le voleur de coeurs - Un conte

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptySeg 29 Jan 2018, 12:42

Uma sequência de ataques se iniciava novamente, como já era de se esperar. "Só mais um pouco... Na próxima brecha ela será minha!", pensava enquanto desviava melindrosamente de seus ataques. Entre uma esquiva e outra, logo se fazia presente uma investida que julgara rápida demais para um desvio, ainda mais por não ter impulso nas pernas suficiente para esta velocidade toda, talvez pelo desgaste; obviamente, restaria um bloqueio: posicionava o cabo à frente, à espera: "Que merda... É como oferecer o braço para um urso comer!", calculava em uma fração de segundo. Ao toque da outra arma, meu bloqueio se quebrava junto à meu cabo, deixando ao relento uma tímida foice amputada.

- AAH... MERDA! - gritava em protesto, ainda pasmo.

Para minha surpresa, o golpe continuava mesmo após transpassar minha arma, rasgando-me um pouco mais abaixo de meu peitoral. Por consequente, a raiva se fazia tanta que não conseguia mais falar. Estava mais puto ainda que antes; completamente irritado, "no talo" de minha irritação. "VAGABUNDAAAAA!!!", a xingava, agarrando o resto laminado de meu instrumento, como instintivamente reagindo ao recém acontecido. Sem sequer pensar, enterrava a lâmina na têmpora direita da mulher, decretando seu fim. Observava o corpo cair ao chão: "Não... ainda não é o suficiente...". Não bastando, antes que a moça alcançasse o chão, degolava-a. Agora sim! Ela vai em uma viagem direta - só de ida - passar o resto de sua existência no colo do capeta. "Au revoir, vagabunda!", desdenhava com sarcasmo, em comemoração pelo assassinato.

A falecida ganhava afagos de seu parceiro, que aparecia da escuridão. "Ah... sentimentalismo... Que nojo! Devo aproveitar este momento de fraqueza para mandá-lo para a puta que o pariu também, junto com essa cachorra aí". Este revelava ser pai da vítima, tornando a cena mais bizarra ainda, conseguindo arrancar meu espanto, deixando-me boquiaberto; lembrava-me do início do embate, onde aparentava que estes estavam a insinuar um possível incesto. Ao menos era o que parecia a mim."Aquele papinho, sorrisinho pra cá e pra lá, os dois no escurinho... não sei, não, hein!", imaginava, enojado. Foda-se também.

O que havia de me preocupar neste momento era o fato de a foice ter se quebrado de uma forma ridícula, me deixando com um toco, um resto. Assim que terminasse com o idiota aqui da frente, empenharia-me em buscar uma nova...

O mascarado se levantava lentamente, soltando palavras sem valor à mim: arrependimento... Perdão... Foda-se isso. Ele avançava descompassadamente, provavelmente movido pela emoção. "Vai tomar só uma na cara", escarnecia, deixando uma risadinha ao fundo.

Ficaria em posição, com meu lado direito mais à frente para que pudesse proteger meu braço esquerdo; quando se aproximasse o suficiente, visaria desviar dos golpes com curtos saltos traseiros até identificar uma brecha em sua defesa (pisar em falso, desequilibrar-se, etc). Assim que encontrasse, aproveitaria-me da foice ter se encurtado e por isso ter se tornado mais maleável em seu manuseio e golpearia o mais rápido que pudesse sua cabeça, repuxando violentamente. Caso bloqueasse ou desviasse, retiraria-me rapidamente em uma evasiva traseira, de modo que ainda pudesse vê-lo, e esperaria uma nova brecha, repetindo o processo. Se não fizesse nada, provocaria-o para que tivesse motivos de fazê-lo:


- A cadela da tua filha vai dormir com o capeta hoje, juntinhos numa cama de casal no quinto dos infernos! HAHAHA!  - sacanearia, esperando que este se descontrolasse e assim abrisse espaço para que eu executasse minha estratégia de procurar uma brecha para atacar.
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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyQui 01 Fev 2018, 16:17



Oskar von LaMartine

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Vendo um sorriso de escárnio surgir no rosto do assassino de sua filha, só fez com que a fúria do assassino aumentasse, e junto com o aumento da fúria, foi a imprudência deste, todos seus ensinamentos foram esquecidos por este, sobrando somente os instintos do homem, que queria destroçar o rapaz que estava à sua frente. Oskar vendo seu inimigo vindo à toda em sua direção acreditava que poderia vencê-lo com facilidade, um golpe na cabeça bastava, mas não foi como o esperado.

O platinado tentava por o lado direito de seu corpo à frente para proteger o esquerdo, que estava ferido, mas nada disso interessava ao assassino, que continuava sua investida a toda velocidade, e ao chegar a uma distância de cerca de um metro, sacou uma ninjaken, que havia em suas costas, e usou um dash para alcançar o rapaz de forma mais rápida. O movimento foi tão inesperado pelo mesmo, que não teve reação ao ser acertado com um corte vertical, acertando o centro de seu peitoral, seguindo num corte até o umbigo, que foi quando as pernas do ceifeiro voltaram a ter uma resposta e o mesmo saltou para trás, tendo uma curta distância de seu adversário, que não esperou pelo mesmo se recompor, e voltou com sua investida, com dois golpes horizontais, que foram esquivados por Oskar, que ainda sentia uma certa dificuldade de se movimentar aumentar, devido aos ferimentos, que começavam a aumentar, e para achar uma brecha entre os golpes do homem que lhe atacava, o rapaz partiu para a provocação, o que sabia fazer muito bem. – A cadela da tua filha vai dormir com o capeta hoje, juntinhos numa cama de casal no quinto dos infernos! HAHAHA!

A provocação do platinado foi bem-sucedida, já que com o que foi dito, uma veia surgiu na testa do assassino, que olhou com ódio para o rapaz. – Agora sua morte está garantida, seu maldito. – Respondeu o homem, que logo pôs sua ninjaken sobre sua cabeça, e saltou na direção de Oskar, como o faria se fosse um machado, apesar de não ter tal arma. O golpe foi tão previsível, que o platinado facilmente saltou para a direita, e ameaçava um arco horizontal, que visava o pescoço do adversário, mas a experiência do homem era tão grande, que este instintivamente saltou para sua direita, evitando um golpe fatal, mas a foice do futuro pirata acertou o ombro esquerdo deste, rasgando o músculo do membro, de forma que, logo em seguida, o braço atingido caiu, sem o músculo para deixa-lo levantado, este não tinha mais utilidade na batalha, que no momento parecia pender mais para o lado do ceifeiro.

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Oskar

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyDom 04 Fev 2018, 16:06

Estava esperando por um ataque desesperado e não calculado por parte do mascarado; tolice. Ombro, antebraço, peitoral, bochecha... e agora mais um ao peitoral: todos serão preocupações futuras; golpeara-me vigorosamente em tal parte, reativando meu instinto, por consequência impulsionando minhas pernas em direção oposta. "Merda... Parece que já estou ficando lento!", constatava. Antes que pudesse me aprofundar mais em tal pensamento, ele vinha novamente com aquela lâmina faminta por vingança. Seu sentimento de revolta me causava absolutamente nada, nem prazer, nem tristeza; apenas a indiferença. Seria apenas uma vantagem estratégica no combate. Desviava de seus golpes com certa dificuldade pelos ferimentos que me encobriam, que cada vez mais vorazmente cobravam. "Hmpf...", reclamava mentalmente. "Talvez fosse hora de provocá-lo mais, para que fique completamente desestabilizado..."

- A cadela da tua filha vai dormir com o capeta hoje, juntinhos numa cama de casal no quinto dos infernos! HAHAHA! - fora algo pesado de se falar, mas particularmente divertido, sarcástico.

Como previsto, seu rancor aumentou, o que pôde ser percebido com uma ameaça. Já estava emocionado o suficiente para achar até mesmo que poderia me vencer, sentindo-se forte. A putinha da filha dele até me interessou no início, poderia ser uma ótima pretendent... "PORRA!", corrigia-me, pausando a linha de raciocínio; porém, não permitiria que alguém assim se relacionasse comigo. Não acredito que alguém que goste de mim tentaria me matar... Em meio aos questionamentos desnecessários, o adversário investiu, como se fosse martelar-me. "Idiota"; fazia pouco caso, voltando-me para a realidade. Desviava desinteressadamente para a direita, calculando o próximo movimento já com o resto de foice de prontidão. "Teu pescoço será meu!", declarava a mim mesmo, intentando em tal direção. Infelizmente, este esquivara, mas não totalmente, pois a navalha encontrou seu braço, rasgando-o e degustando de seu sangue. O braço desarmava, parecendo inutilizado.

Largava um sorriso de canto, irônico. A vantagem que recentemente se apresentara provavelmente seria o determinante daquela batalha. Ainda de guarda alta, imaginava como uma simples provocação poderia alterar o curso de um embate. "Muito retardado, cara! A filha não volta mais, idiota! Se fosse comigo, continuaria de cabeça fria para que pudesse matar meu oponente. Se alterar somente o aproximará da derrota!", observava. A falta de indiferença nos humanos me causava estranheza: confesso que muitas vezes me irrito e explodo, mas a indiferença deve tentar ser mantida à todo custo.

Avançaria em sua direção, pendendo para o lado ferido do mesmo. Ao me aproximar, usaria meu braço destro para golpear horizontalmente seu pescoço, ao ensejo de degolar-lhe impiedosamente. Procuraria ao máximo deixar minha mão esquerda para trás, visto que este lado já se encontrava debilitado.

Caso desviasse ou bloqueasse, daria um rápido salto traseiro e ligeiramente voltaria ao ataque com uma nova investida, desta vez visando fincar a foice verticalmente em sua cabeça, de cima para baixo. Se entre um avanço e outro o mascarado intentasse contra-atacar, esquivaria para a direita, lembrando-me de que este era seu lado machucado e por isso seu alcance estaria prejudicado. Ao cessar ou ao encontrar qualquer brecha que seja, vorazmente tentaria o guilhotinar, assim sucessivamente caso este esquivasse ou interceptasse o golpe.

O novo horizonte que se mostrava neste combate exigia uma nova posição; agora, eu seria o ativo, pois me encontro em vantagem. Seu braço não parecia querer voltar tão cedo, e haveria de aproveitar-me de tal condição.

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyTer 20 Fev 2018, 13:51

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S
empre zombador que era o garoto Oskar, que por sua vez mexia com os sentimentos mais profundos causados pelo próprio garoto, apesar dos seus machucados e a desvantagem ele parecia lidar bem com os ataques do garoto, porém, com aquele último insulto ele sentiu que estava na hora de colocar um ponto final na batalha, um ponto final na batalha, ambos avançarão um contra o outro e o assassino com a sua espada visava atingir um dos órgãos vitais do garoto, porém, estando em prontidão ele foi audaz e colocou a foice a frente do seu corpo travando o golpe do assassino mas, com aquela força ele foi arremessado para uns três metros atrás causando também algum vento, com isso o garoto decidiu contra-atacar  pelo lado em que o seu inimigo estava ferido, sendo sempre alguém com "golpes sujos", querendo acabar rápido com a luta ele foi logo na direção do pescoço do seu inimigo mas, o mesmo com algums dificuldade bloqueou o golpe de Oskar indo um bocado para trás, a sua ferida se queixava daquele ataque embora não o tenha atingido, o impacto serviu de um aviso que o garoto não estava para brincadeiras, ambos depois daquilo pulavam para trás para prepararem os seus golpes finas, o assassino colocava a espada na vertical com toda a sua raiva e iria em direção de Oskar visando o cortar pelo meio para assim o matar como fez a sua filha e se vingar, e Oskar por sua vez tem a mesma ideia e decide atacar o assassino sem mudar de ideias, tudo indicava que seria um choque arrasador , e pela força de ambos o assassino teria vantagem e acabaria com a luta, mas algo inesperado para o assassino aconteceu, apesar de o assassino também ser muito veloz ele estava cego pela vingança que nem percegeu a pequena simulação de Oskar, o mesmo se desviou para a direita com muita audácia o mesmo atingia com a ponta da sua foice no machucado do assassino, isso causou um grande desconforto, com aquilo era impossível ele não gritar e ele teve de o fazer - AAAAHHHH QUE DROGA ! - Com aquele ataque a luta estava encerrada e o corpo do assassino dava os últimos passos para trás e assim caía em cima do corpo da sua filha, ambos estavam juntos ali mesmo, o assassino estava a beira da morte naquele local, quando Oskar queria dar o seu golpe final, ele conseguiu notar que os guardas já estavam ali quase para o pegar, então, o mesmo tinha de sair dali o mais depressa possível, era possível notar que mais a frente tinha dois guardas distraídos e bêbados embora soubesse do perigo, e a frente delesestava a saída, ou o que se parecia uma saída, eram os esgotos e era o que tinha de servir para ele fugir, quando ele fosse se mover ele poderia sentir que o seu corpo não iria durar muito em pé, então, ele tinha de fugir rapidamente, também ao se mover ele iria notar que a sua ferida no antebraço esquerdo havia piorado, na verdade quando atingiu o assassino o mesmo também o atingiu com a espada na ferida embora não tenha sido tão grave e ter raspado levemente, e Oskar sabia que se aquilo o atingisse em cheio poderia ficar fora de combate, com isso, bastava saber o que o garoto faria para sair dali e o que faria caso conseguisse fugir.



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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyQui 22 Fev 2018, 22:58

Os corpos cintilavam como uma bela canção à luz do luar na já esquecida Fernand Ice Island... Bons tempos. Minhas sacanagens eram dignas de uma musica clássica de fundo... idilicamente sarcásticas. Como numa dimensão paralela, bloqueios e esquivas iam e vinham por parte de ambos, numa pomposa sincronia com minhas lembranças daquela ilha; o homem que neste momento enfrentava se assemelhava aos comerciantes que eu costumava assaltar, e vice-versa. Entretanto, tal qual o fim que teve minha estada em meu lugar de origem, o momento que agora vivo também tratava de ser previsível. "Hmpf... Continue sem cautela, isso mesmo... Assim que eu gosto, otário!"

O velhaco já estava visivelmente alterado, ensandecido pela recente perda; e eu, aproveitando-me da situação, logo traçava um passo-a-passo para findar com tal embate. "Não posso demorar muito com um acabado desses, seria vergonhoso!", constatava. Nos preparávamos para uma nova ofensiva, esta que pareceria ser apenas mais uma entre tantas... ou não. Corríamos um ao encontro do outro; eu, guiado pela indiferente razão, amparado pelo sarcasmo. Ele, apenas preso ao resto de instinto de combate. Exista destino ou não, sabia que já estava decidido. Esquivava-me de um primeiro golpe e me aproveitava da brecha criada para pôr um fim àquilo tudo, impiedosamente acertando seu ferimento ainda fresco, aprofundando-o ainda mais. Acabou.

O oponente soltava alguns urros finais, cambaleava e logo caía, ironicamente, por cima do corpo de sua filha. "Se era o que tanto queria, fique com ela agora depois de morto! Hahaha!", escarnecia como habitualmente.

Recobrava as sensações corporais, estas que pareciam ter sumido durante o combate, indubitavelmente pelo calor do momento. Logo percebia as dores que me acometiam, que por sua vez também relembravam-me do objetivo primário: fugir daquela espelunca. Notava a presença de dois guardas mais à frente, aparentemente distraídos. "Da hora, assim não perco tempo com mais idiotas...", observava. Caminharia em direção à dupla; provavelmente, aquela deveria ser a saída. Não colocariam dois soldados aleatoriamente ali... acredito eu. Enfim, buscaria alguma possível saída para tal. Se houvessem grades que claramente impedissem a passagem, tentaria as chutar até que se desprendessem, e escaparia para o mais longe possível. Ao perceber que já estava suficientemente distante, buscaria por alguém que pudesse tratar de meus ferimentos, como fizera da última vez que precisei:


- MÉDICO! MÉDICO! SOCORRO! - suplicaria, tentando exagerar nas solicitações e mancar para que ficasse mais evidente o que estava a ser requerido.

Caso os guardas distraídos despertassem com algum barulho que eu possivelmente fizesse ou simplesmente com minha presença, apressaria-me o máximo que conseguisse na fuga.
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Última edição por Jin em Seg 19 Mar 2018, 17:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyQui 08 Mar 2018, 23:13

Takamoto Lisandro first post merda!



Eram dois homens cuidando das suas vidas, trabalhando naquela prisão que sujeitava os aspirantes da pirataria a aprenderem que nem tudo na vida era de graça. Sentados um ao lado de outro, começavam a conversar. – Eae Jhoni, a Cliece tá bem? – Perguntava o gordinho coçando seu queixo e se dirigindo ao seu parceiro preguiçoso, as pálpebras de Jhoni desciam levemente e subiam negando o fato que estava quase a pegar no sono. – Ta,ta,ta.. Tá tudo bem com a Cliece. Ela faz a mesma coisa de sempre, sempre reclamando, dizendo que não faço nada e fico sentado o dia todo bebendo minhas brejas. – Ele abria sua cerveja e a metia na boca sem cerimonias. – Aaaaah, que delícia. – Apesar de não ser gordo, sua pança arredondada denegria sua forma. – E você Pireu, ta curtindo a trabalhar aqui? – O gorducho olhava para Jhoni e com um sorriso do canto da boca afirmava. – O mesmo de sempre Jhoni, tô amando. – Os dois sorriam enquanto brindavam com suas garrafas alcóolicas, mas nem tudo na vida dos dois eram o céu, já que a poucos segundos ouviam a sirene indicando que havia um fugitivo. Os dois se entreolhavam confusos sem saber o que estava ocorrendo. – Não se preocupe Pireu, vigiar a entrada do esgoto nunca foi perigoso, os criminosos nem sabem que existe uma entrada dessa por aqui. – Reconfortava o amigo, os dois sorriam e Pireu concordava. – Verdade, quem iria querer andar na bosta? AHAHAHA!

Distraídos e embriagados, só puderam avistar um vulto passar por eles, aquilo era o tal prisioneiro que havia escapado e logo atrás dele existia uma multidão, Jhoni nem teve tempo de reagir, suas mãos tremiam conforme notava que não devia ter bebido naquele dia de trabalho. Pireu apensa olhava incrédulo a figura do criminoso, os sons de passos chegavam mais pertos naquela sala, o pirata havia visto uma entrada para o subsolo e assim continuou sua jornada sem ser impedido pelos guardas inúteis. Descendo as escadas, sentia a cada degrau a baixo o cheiro de lixo e merda se impregnar nos seus cabelos do nariz, o local era escuro e tinha um odor terrível, porém era a única solução que havia encontrado para escapar de toda uma multidão, suas suplicas por um medico não eram adequadas no momento já que não há realmente um consultório dentro do esgoto da cidade de Shells Town.

Ao andar um pouco percebia que o local se trava por um pequeno labirinto escuro e úmido, teria que fazer algo além de que correr para chegar em algum lugar. Por sorte, conseguia sentir a leve brisa que passava pelos corredores fedorentos do esgoto de Shells Town. Atrás dele conseguia ouvir barulhos e falas abafadas, o plano de sair dali seria a chave para escapar a tempo. Corra Oskar! Antes que os marine peguem você!


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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyDom 11 Mar 2018, 13:50

Logo passava, como planejado, entre o campo de visão dos guardas, que aparentemente ficavam embasbacados com o acontecido. "Parece que alguém vai perder o emprego hoje, heh!", ou mais de só um alguém.

Seguia correndo da forma que meu corpo permitia: desajeitado, torpe e embriagado pela dor; era a cobrança pelos assassinatos. De forma bizarra a quem quer que estivesse a assistir a cena, prosseguia com aquele pedaço de foice que segurava como se fosse o resto de vida que me sobrara, descendo as escadas para o glorioso... esgoto. Estranhava-me a apatia dos guardas, que não tomavam atitude alguma para me frear; melhor assim. "Deixe estes dois idiotas em paz, que se foda. Desde que eu consiga escapar, tudo certo...", pensava. Cada maldito degrau mais se assemelhava a um golpe de lança, incisivos e ainda mais dificultosos por portar aquele resto de arma. Felizmente, não desfazia-me do ritmo acelerado que havia tomado, ainda faminto pela liberdade.

Pensando de uma forma mais profunda, perguntava-me, às vezes, o porquê de deixar pessoas livres, sem feri-las, como fizera com os dois guardas; matar sem necessidade me dá preguiça, mas por outro lado, me devem muito pela morte de meu pai e desaparecimento de minha mãe... Todos deveriam pagar. "Apesar de ter amortecido estes pensamentos com o tempo, ainda me resta a dúvida se devo adotar esse comportamento...", constatava. Não acredito que seria difícil, humanos são irrelevantes mesmo...

Ao sentir o solo do esgoto tocar meus pés, um odor acentuado e inconveniente de fezes invadia minhas narinas simultaneamente, como se estivesse a pisar em cheio num pedaço de bosta. "Que merda... mas foda-se também. Se este é o preço pela liberdade, que se dane. Ainda tenho muito o que conquistar, não vou parar por um cheirinho de bosta", motivava-me, de forma cômica. Seguia com breves passos, ainda moderadamente desorientado pela dor. "Da próxima vez, termino com esses lixos mais rapidamente... Me dão um trabalho do cacete!". Entre meu desdém e os clássicos pensamentos sarcásticos, percebia que estava numa enrascada: não enxergava muito ali, e o cheiro do local me causava incômodo palpável, este que, somado com a dor, se tornava algo de fato considerável aos meus sentidos. "Porra!", reclamava. Parando para resolver o que faria, sentia um leve frescor de vento, que carregava consigo falas e ruídos abafados. "Suspeito...", indagava. Estava a escapar da prisão e, portanto, logicamente, deveria haver soldados ao meu encalço, sedentos pela idiota ideia de "justiça" que tanto clamam. Tendo em vista esta linha de raciocínio, uma adrenalina percorria meu corpo e fervia meu sangue: "Porra! A casa não pode cair agora!", preocupava-me, com as típicas gírias que me rondavam.

Minha cabeça florescia em um montante de estratégias que passavam como um rápido flash, quando me lembrava do óbvio: segundo os princípios da navegação aprendidos com meu pai, o vento sempre sopra em alguma direção, e esta serviria para nos guiar... Logo, se há brisa em um local fechado como este, sua direção contrária indicaria o caminho para a cidade ou, no mínimo, um lugar fora desta maldita espelunca. "Bingo!", anunciava. Faria tal investida, correndo diretamente contra o vento, com a esperança de ficar livre uma vez mais. Caso coincidentemente fosse a mesma direção que os barulhos suspeitos vinham, apenas continuaria correndo o mais rápido que meu estado atual permitisse, ignorando possíveis indivíduos encontrados pela passagem, em uma obcecada busca pela soltura. Se tentassem me atacar, ciente de meu estado, apenas tentaria apressar-me para que não me alcançassem com ataques. Caso encontrasse a origem do vento, tentaria finalizar aquela fuga, adentrando por tal local de saída. Se houvessem grades, as golpearia com o que restara de minha arma, mesmo que custasse seu fim definitivo, esperando que as construções do esgoto já estivessem enfraquecidas pelo tempo e esperançosamente acreditando que não dariam a devida importância para fazer a troca de metais enferrujados e afins.  

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyQui 15 Mar 2018, 00:45

Takamoto Lisandro Hardcore



Tempo era a chave crucial para o desenvolvimento das situações que estão a se seguirem como em uma fila, o detento havia escapado e assassinado duas pessoas, além de estar escapando da prisão que por ventura não conseguiu neutralizar e conscientizar o meliante dos seus crimes. Sua fuga audaz se destacava ao entrar no submundo fedorento de Shells Town, ao notar a brisa de vento, sua mente disparou formulando seu plano de mestre já que não restou nenhuma alternativa naquele lugar escuro e imundo onde toda maculação humana era sujeita a ficar boiando. Descalço sentia o chão úmido e nojento, não tinha tempo para aguentar o de agosto que sentia, pois os marinheiros tinham o paradeiro de Oskar. Sabia que se corresse na direção oposta do vento encontraria uma saída de ar, possivelmente fora daquela espelunca e deste labirinto fedido.

Logo atrás de sua pessoa escutava passos molhados, som de botas baterem no chão e um forte espirro. Estavam um pouco longes, mas logo estariam prestes a acabar se uma vez com a desejada felicidade do ceifador, ao se aproximar da fonte da brisa, a luminosidade aumentava e seus olhos se adaptavam ate chegar na fonte de luz e do vento. Era uma saída, porém possui a barras surrupiando o plano do metido a pirata, sua determinação não havia acabado a pesar do clímax ao encontrar sua única forma de sair até o momento tampada por grades impossibilitando seu plano de fuga. Erguendo sua foice com pesar e sentido as dores de seus ferimentos, disparou um golpe contra os pilares de ferro da opressão a sua frente, o som de metal colidindo com metal era alto e mesmo usando o que sobrou de sua forca, a pancada só serviu para trincar sua arma e fazer um barulho escandaloso que chamou a atenção desnecessária dos soldados que estavam a perseguir Oskar.

Ele não possui a força e nem técnica o suficiente para cortar as grades, mas em parte, seu tempo fora cortado ao meio por ter indicado aonde o fugitivo estava localizado, não muito longe dali passos apressados podiam ser ouvidos. Eis que o ceifador estava encurralado e ferido, olhando mais atentamente as grades graças a luz solar, podia ver que quase no final das grades, antes de chegar na área submersa do esgoto com alguns dejetos estranhos boiando, existia uma espécie de musgo, seus pés estavam assimilados com a característica escorregadia do musgo, as barras eram menos estreitas do que as da cela de uma prisão, porém não seria muito fácil passar por elas sem uma boa força ou um tipo especial de ajuda. Se tivesse uma ideia teria já é ser utilizada rapidamente, será que nosso herói escapará das garras do destino?


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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptySab 17 Mar 2018, 20:47

Os ruídos se intensificavam, causando sensação semelhante ao tic-tac do relógio, provavelmente culpa da situação atual. Espirros, botas contra o solo encharcado, respirações... Naquele instante, estes sons que noutra situação poderiam ser corriqueiros causavam a mesma gravidade que tambores de guerra poderiam emitir. Fitaria a direção que estes vinham, num momento de suspense. Enfraquecido e deplorável, a preocupação aumentava quase tornando-se desespero, quando lembro-me de que não havia tempo a ser perdido. "Merda!", bradava em minha mente; bandido que é bandido não pode se dar ao luxo de preocupar-se, muito menos de sentir medo. Não temos nada a perder!

Logo encontrava a origem da brisa: barras de metal, como havia previsto; infelizmente, em um estado não tão castigado como eu desejava. Esperançoso, ainda assim erguia a arma contra as grades. A dor, agora, mais parecia braços segurando-me, impedindo-me de continuar meu caminho; porém, do alto de minha teimosia, finalmente golpeava, causando nada mais nada menos que... um indesejado barulho. Tanto do rachar da arma, tanto da colisão com a grade. "Puta que pariu!", ecoava como um grito de guerra. "Pensa rápido, porra! RÁPIDO!", violentamente instigava a mim mesmo. "Certamente, o som guiaria aqueles malditos direto para onde eu estou...", pensava aceleradamente enquanto admirava o musgo ao redor da parte inferior dos pedaços de metal, semelhante aos meus pés, de tão sujos. A luz solar me permitia enxergar também objetos que pareciam bosta circulando pelas entranhas. "Que nojo...", reclamava, quando uma ideia me vinha à mente: "Espere!", pensava, quase iluminando uma lâmpada acima de minha cabeça, de forma cartunesca.

Não estava tão gordo, e as grades não eram tão estreitas como as da prisão; para alguma coisa todo esse tempo na rua passando fome haveria de servir. Assimilando as informações como em um jogo de quebra-cabeça, escolheria um par de barras vizinhas uma a outra e recolheria um punhado do musgo, esfregando-o contra ambas. Se estivesse certo, seria o suficiente para deslizar-me por entre a grade. "Tem que ser agora, merda!", pensava, apreensivo, enquanto franzia o cenho. Ao terminar o processo, daria o toque final: "Agora, só mais isso aqui...", pensava enquanto arremessaria o mais longe que pudesse em sentido oposto o toco de foice, esgoto adentro, visando despistar aquela patota de retardados. Não havia mais utilidade mesmo... Por fim, me enroscaria pelo par de entradas escolhido, comprimindo e esforçando-me como pudesse.

Caso finalmente vislumbrasse a liberdade, apressaria-me como meu corpo permitisse em busca de um médico, bradando aos ventos:


- SOCORRO! - gritaria quantas vezes fossem necessárias.

Caso contrário - por culpa de não ser magro o bastante para passar ou qualquer outro motivo - apenas correria em outra direção do esgoto onde a brisa também viesse contra meu corpo, indicando que encontraria outra entrada de ar.

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyDom 18 Mar 2018, 14:38

Takamoto Lisandro ...



Pegar e passar musgo nas grades não era nada agradável, produto da sujeira e umidade daquele lugar fedorento, o musgo era molhado e exalava um fedor de fezes repulsivo, o pirata não queria saber de mais nada já estes poderiam ser seus últimos momentos de liberdade. Uma guarnição de guardas estavam atrás de seu toba, sua última alternativa era jogar dentro das regras do esgoto, pegando o que restara sua arma e a jogando para longe em uma tentativa de despistar os passos que seguiam a trajetória do barulho não seriam de grande ajuda naquele momento. Os passos apressados aumentavam e a pressa atiçava o desespero do ceifador, retraindo seu corpo e querendo passar por entre as grades sentia o musgo aliviar a passagem, as grades estavam geladas e o musgo escorregadio, sentia a dor aumentar conforme colocava pressão para passar. Aos poucos seu corpo passava, primeiramente seu braço e sua cabeça, faltava o resto do corpo, ao olhar para trás, enxergava no escuro uma luz trêmula se aproximando e quem dava as caras, eram 4 marinheiros sendo que um deles carregava consigo uma lanterna, iluminando o local e enxergando perfeitamente o pirata na pior posição possível, ele não teria reação para desviar ou bloquear um ataque, por sua sorte, nenhum dos homens da lei possuía uma arma de fogo.


Vendo que poderia ser pego, colocava ainda mais força para passar entre as grades e o musgo facilitava este feito, passava a sua perna e metade do seu corpo estava livre, enquanto isso, um dos marinheiros se aproximava em alta velocidade carregando um porrete em sua mão e gritando. - PARADO! NÃO TENTE ESCAPAR QUE SERÁ PIOR! - Oskar sabia naquele momento que a casa iria cair, mas conforme seu corpo passava pelas grades, decidiu que iria escapar e sentir o gosto do ar fora da cadeia. Em um último impulso, seu corpo foi arremessado para frente, a adrenalina era alta além de toda a tensão causada pela situação, estava em uma área litorânea e podia sentir a brisa do mar, ao passar pelas grades notou a ferrugem delas e as expressões de desgostos dos marinheiros cansados depois de uma longa corrida atrás do pirata. Finalmente estava solto, saia dali ainda sujo de musgo e fedendo a merda, gritava por socorro em plena luz do dia, sua figura não era nada agradável e depois de algum tempo andando pelo litoral e não encontrar alguma ajuda além da vista gloriosa do horizonte, sentia enfim uma dor angustiante vindo de seu pulso esquerdo, ele se encontrava torcido e inchado.


Por sorte do acaso, os seus gritos deram em alguma coisa, um cidadão corria até o litoral e carregava consigo uma maleta. Olhava para o sujeito sujo de musgo e fedendo, além de ter ferimentos abertos e seu corpo remoído, a pesar de tudo isto, uma criança com uma expressão preocupada e olhos preocupados iam em direção ao pirata. Examinando rapidamente o homem a sua frente, o garoto olhava nos olhos do fugitivo e lhe falava. - Me siga!


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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte - Página 5 EmptyDom 18 Mar 2018, 21:03

A finalização da fuga corria como esperado; já conseguia até mesmo vislumbrar os raios de luz solar, traduzidos em meu inconsciente como o canto da liberdade. Parte por parte, ia escapando com certa dificuldade enquanto o cheirinho de musgo misturado com merda atacava minhas narinas; sim, atacava. Ignorando o odor da maneira que podia, estreitava ainda mais meu corpo para que pudesse percorrer a dificultosa passagem, semelhante a uma cobra, porém, diferentemente da mesma, sentia a pior das dores... o que, em conjunto com o cheiro, formava uma expressão facial que demonstrava extremo desconforto. "Quem diria...", pensava ao passo que inclinava minha cabeça em direção ao esgoto com semblante de nojo, enquanto meu corpo continuava a seguir trajetória em direção a liberdade, na esperança que aquilo pudesse amenizar o cheiro de bosta. Ironicamente, enquanto coincidentemente virava meu rosto em sentido contrário, avistava quatro marmanjos; provavelmente os que estavam a me seguir quando estivera dentro daquele lixo de lugar. Acelerava, pondo mais uma perna afora e, por consequência de tê-los visto, aumentava também o asco em minha fisionomia facial.

A adrenalina percorria meu corpo ainda mais intensamente. Naquele momento, não conseguia mais sentir braços ou pernas; os controlava, mas não contemplava dor ou mesmo incômodo: havia apenas a sobrevivência. Sentia a planta facilitar ainda mais minha passagem ao mesmo tempo que avistava um filho da puta correr ao meu encontro, esgoelando-se ao me pedir para parar. "VAI SE FODER, FILHO DA PUTA! VAZA, VERME! VAZA!!!", xingava mentalmente, com as veias do rosto completamente saltadas. Determinado a não interromper a mim mesmo, tratava de ser ainda mais ligeiro, sequer dando ouvidos àquele babaca. Tudo se sucedia como se houvesse alguém escondido cronometrando o tempo, tamanha a adrenalina. "VAMO, PORRA! VAMO!", fazia minha própria torcida. Antes que pudesse sentir o golpe - meu maior receio neste momento -, executava um impulso final e concluía a maldita fuga. "AÍ, PORRA! CHUPA, BANDO DE OTÁRIO!", comemorava, assistindo às caras de cu que os marinheiros faziam, com um sorrisinho sarcástico de canto de boca.

Passado este ínterim, a realidade atacava: estava exageradamente ferido, fedia e ainda estava vestido com aquele traje escroto de paciente de hospital. "Merda...", decepcionava-me comicamente ao perceber que a situação vigente não era tão positiva assim.

Olhando mais atentamente, percebia que se tratava de uma área litorânea, e por isso estava mais fodido ainda para encontrar um médico. "Agora lascou de vez...", constatava. Implorava por socorro enquanto apressava meu passo, não encontrando nada além do silêncio... "Fim?", havia me perguntado desde o início do meu percurso este mesmo questionamento diversas vezes, mas as situações anteriores não pareciam ser de muita gravidade perto desta. Para completar, meu pulso esquerdo dava início a uma dor lancinante; as conhecidas pontadas. Fitava o horizonte, incerto se este seria mesmo o ponto final de minha vida. "Morrer como um zé-ninguém... Que merda...", reclamava, ao passo que tentava convencer-me de que a visão turva que começava a dar as caras seria apenas impressão, fruto de minha imaginação.

Por uma graciosa boa ventura, um idiota corria em minha direção com uma maleta. "Meu Deus... Ainda bem que existem os idiotas!", escarnecia ingratamente, não largando o sarcasmo mesmo à beira da morte, enquanto a visão turva parecia se esvair como fumaça ao avistá-lo, em sinal de afastamento do perigo. Se fosse morrer, que fosse do meu jeito. Olhos preocupados me cerceavam, ironicamente. "Mal sabe que, assim que me curar, poderia te matar sem problema algum caso me atrapalhasse...". Esforçava-me para piorar ainda mais minha cara de sofrimento, sabendo que isto ajudaria na ocasião. Felizmente, o retardado pedia para que eu o seguisse. "Mais um trouxa para a conta", caçoava; "O que esse idiota tava fazendo no meio do nada com uma maleta?! Que se dane também, vai me ajudar mesmo... heh!". O seguiria para onde quer que fosse, acompanhando seu ritmo de caminhada e tentando não perdê-lo de vista. Esta era a última esperança, logo não haveria mesmo o que fazer caso me levasse para um lugar indesejado; eu estava em uma situação deplorável demais para reagir caso precisasse, e ainda por cima isso tende a piorar. "Confiarei neste imbecil para conseguir o que quero... patinho inocente!".
 


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