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Cap. I: O homem da máscara de corvo XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. I: O homem da máscara de corvo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptyDom 03 Dez 2017, 14:17

Cap. I: O homem da máscara de corvo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Callum Williams. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptyDom 03 Dez 2017, 18:03


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Chapter One, Part One: The Raven Mask Man.

Desde que nasci até o presente momento, nada em minha vida teve qualquer facilidade. Enxuguei o suor e as lágrimas em mãos calejadas de puro esforço e trabalho duro, brigando dia-a-dia por qualquer migalha de pão que fosse me manter vivo para repetir o mesmo ciclo vicioso no dia seguinte, essa é a minha vida neste inferno. Por quê eu tenho de continuar com isso... Estou cansado, eu odeio tudo isso e a cada dia me machuco mais e mais. Mas... eu não consigo parar.

Fosse talvez pelos dias difíceis ou mesmo a personalidade forte, cresci inabalável, superando meus próprios limites a cada dia ao preço de perder lentamente a sensação das coisas, não tinha as mesmas reações que uma pessoa comum, via a maldade em tudo. E isso só piorou conforme cresci; as lutas constantes entre as células revolucionárias que dominavam a ilha e os marinheiros que tentavam a recuperar para o governo trouxeram o fim da minha "paz", mas o salário que me pagavam ao ser recrutado para lutar suas batalhas 'revolucionárias' me mantinham vivo. Eu não ligava realmente para todos seus ideais, apenas queria ter a chancer de um amanhã. Então eu ia, passei a gostar da máscara de corvo e a carregava sempre comigo, tornou-se minha identidade e também motivo de minha fama - não das melhores, com certeza.

Dia após dia, luta após luta, eu sobrevivi. Mas a maioria dos meus colegas teve um destino mais obscuro que este, e portanto suas vontades teriam de ser carregadas por alguém, para que suas almas descansassem em paz: eu seria este alguém. Fazer esses vermes imundos de alma corrupta terem suas vidas viradas do avesso tornou-se meu pequeno objetivo pessoal - apenas um deles, talvez não o mais importante - afinal, nunca fui de seguir um objetivo grandioso e fixo, faria o que viesse em minha mente e com isto ao final do dia já poderia dormir em paz.

No presente momento, estava na mesma ilha de sempre. – Preciso de um par de botas... e bem, o resto eu decido depois – murmurava solitário, com a voz rouca de costume. Partiria em peregrinação pela ilha em busca de uma loja de armas ou qualquer estabelecimento que pudesse me fornecer o que precisava, sem a menor preocupação. Tentar qualquer diálogo com algum cidadão seria complicado, normalmente as pessoas evitariam conversas comigo, mas se chegasse a ter alguma oportunidade iniciaria a conversa com uma breve pergunta – Ô. Onde encontro uma loja de armas aqui? – inclinaria o tronco do corpo imenso e esguio para baixo caso o indagado fosse de menor tamanho, fazendo o contrário caso fosse maior que mim mesmo. Responderia – Valeu – para qualquer resposta, positiva ou não, mas silenciaria caso nada fosse dito (provavelmente pelo motivo citado anteriormente da má fama e blá blá). Engraçado com as pessoas são hipócritas né? Elas te julgam apenas ao olhar, mas nem te conhecem de verdade. Vamos lá, quem nunca furou a fila do pão atire a primeira pedra (ou não, se não quiser um pontapé enfiado na testa).

Se tivesse alguma direção a seguir, partiria imediatamente para o objetivo, caso não, apenas continuaria a busca, perpassando o olhar por sobre as estruturas da localidade em busca de qualquer placa ou fachada que indicasse o fim da procura ou até mesmo repetindo as perguntas anteriores (com os mesmos possíveis diálogos e ações) para qualquer cidadão que aparentasse estar mais aberto a uma conversa comigo. Ao possível fim da busca, já em frente ao lugar de destino, daria três toques na porta com as costas da mão, anunciando a entrada antes da intromissão com: – Entrando... – no tom grave de sempre. – Alguém aí? – Questionaria, se não visse ninguém ainda ou – Opa, tem algum par de botas sobrando aí? – caso avistasse de primeira o vendedor. Removeria um saco de moedas com 30.000,00 berries em dinheiro vivo e o colocaria em destaque no balcão, aguardando o item requisitado ser trazido. – Um par de botas simples é o suficiente – diria, limpo e seco, pagando ao ter em mãos o pedido.

– Sempre bom fazer negócios, adiós – concluiria antes de deixar o estabelecimento pós pagamento, já usando as tais botas. – Bom... Agora seria uma ótima arranjar alguma diversão nessa cidade, não é? Hoje estou afim de caçar algum arroaceiro, não gosto de pessoas perturbando minha paz. – Como sempre, a natureza impulsiva e imprevisível apesar de calma tomaria controle da situação outra vez, fazendo jus a sua personalidade. Galgaria então, sem rumo certo, apenas procurando por algo ou alguém que o chamasse a atenção esperada - um ladrão, pirata ou coisas do tipo seriam bem vindas, afinal, precisava testar a nova aquisição. Se encontrasse qualquer um desses de primeira, aguardaria observando de longe a situação, precisava analisar o possível oponente.

Callum Williams:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptyQua 06 Dez 2017, 02:30

Com um passado consideravelmente pesado, Conomi é hoje uma ilha que pode ser dada como tranquila, que se sustenta da exportação de cereais e frutas cultivadas na ilha — além da ajuda da célula revolucionária quando necessário. Mas a chegada de Callum poderia, ou não, mudar tudo isso para o caos que um dia se estabelecera naquele pedaço de terra pacato.

Por ora, o sujeito mascarado queria apenas se equipar, comprar suas botas para combate. Vagava ilha adentro, na esperança de encontrar a loja que seria capaz de fornecê-lo o que queria. A julgar pelos olhares que recebia e os sussurros que ouvia sob sua presença, não parecia sábio tentar uma aproximação dos cidadãos e, mesmo se tentasse, seria em vão. Todavia, alguns jovens ainda o olhavam com certa curiosidade, talvez pelo fato de existirem os boatos de sua luta ao lado de revolucionários, afinal, uma célula dominava aquela ilha.

Devido a dominância de Grambos sobre ilha, era óbvio que haveria estabelecimentos para abastecer o exército quando necessário, e este ficava próximo à extremidade da civilização, contíguo à entrada da floresta. Tornava-se claro do que se tratava o estabelecimento, visto que uma placa simples o adornava, com uma bigorna e um martelo encravada na madeira que a compunha.

De dentro, ouvia-se batidas fortes no metal, cujas quais foram cessadas após as batidas na porta por parte de Callum, já dentro, percebia uma figura pouco mais baixa que ele próprio saindo dos fundos da loja que se via bem abastecida. Máscara de proteção sobre o topo da cabeça, cabelos e barbas longos e grisalhos, vestimentas sujas pelo trabalho árduo e corpo parrudo porém bem definido, portava em suas mãos um martelo de forja. O aparente vendedor permaneceu ali, ao lado de uma espingarda mantida de pé próxima ao balcão, sua expressão era mau humorada.

Murmurava algo enquanto seu cliente fazia o pedido, respondendo apenas após ver o saco de dinheiro sobre a bancada. — Devo ter algo do teu tamanho aqui. — virou-se a direita, visando as prateleiras de cima a baixo, agachando-se para agarrar algum objeto, ao levantar, foi possível ver que tinha em mãos as botas desejadas pelo mascarado. — Some da minha frente vai, quero voltar a trabalhar! — expressou de maneira grosseira ao pegar o pagamento, não expressando em momento algum preocupação devido a fama do Corvo.

Já com seus “brinquedos” nos pés, saiu, agradecendo de forma sútil. Pensava agora no que faria a seguir, e a única coisa que vinha em sua mente era que precisava testar seu novo armamento, fazendo-se necessário alguém para ser sua cobaia.

Não muito longe dali, um feixe de esperança já surgia, um sinal que indicava que ali perto poderia conseguir pôr a prova suas botas. Um grito, de socorro para ser mais exato, parecia vir de uma das plantações de laranja da ilha. Analisando astutamente ao horizonte, avistou o que parecia ser um tritão, tal ser que há tempos era normal de ser contemplado ao redor da ilha, este que carregava nada além de sua espada e um cesto roubado de laranjas. Perto da figura, assustados estavam um casal, o homem portava sua foice de trabalho e a moça se via encolhida pelo terror.
considerações:
 
Tritão:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptyQua 06 Dez 2017, 10:15


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Chapter One, Part One: The Raven Mask Man.

Os bons ventos me levaram de primeira ao meu objetivo, e graças aos Deuses não precisei dialogar com nenhum cidadão daquela parte do mapa, que não pareciam nenhum pouco abertos para um diálogo com minha pessoa, mas muito bem empenhados em sussurrar por minhas costas. Pelo menos pude notar os olhares curiosos dos mais novos, significando que alguma coisa eu deva ter feito para lhes despertar uma boa curiosidade, isto para mim já bastava.

Adentre a loja, deparei-me com o vendedor; um barbudo corpulento empunhando um martelo e roubas típicas de um ferreiro. Era um pouco mais baixo que eu, e só abriu-se ao diálogo ao ver o ouro tilintar em seu balcão. Era mau encarado, ele, julgando por ter uma espinguarda bem a vista dos que entram em seu estabelecimento. Procurou por uns instantes o item pedido e me entregou, me enxotando do ambiente para que pudesse retornar ao trabalho, apesar de que isso não mudou minha fala de despedida.

Contemplando outra vez a cidadela, pude escutar o ruído de um chamado que clamava por ajuda. Meus bons ouvidos nunca me deixaram na mão, dizendo-me exatamente a direção do som ouvido para que pudesse fitar a criatura monstruosa dos mares, o tritão que ameçava um casal não tão distante de minha posição, segurando nada mais que uma espada e um cesto de laranjas; logo a frente, o casal que chamava qualquer um que pudesse lhes ajudar.

Dia de sorte... sussurrei, quase inaudível. Não tive pressa, preocuparia-me em não produzir ruído algum para que o tritão não se apercebesse de minha chegada enquanto caminhava em direção a sua retaguarda, de mãos nos bolsos. No caminho, buscaria analisar completamente seu corpo, altura e peso e se parecia ter treinamento prévio (analisando os músculos). Ao encurtar a distância o suficiente para ter uma separação de nada mais que míseros três metros, iniciaria um movimento acrobático ao pôr as mãos nos chão e seguir com as pernas para reduzir ainda mais a distância enquanto adquiria velocidade para o golpe que estaria por vir: uma pancada com o calcanhar no ápice do crânio daquele ser. Se percebesse minha movimentação e tentasse algum contra-ataque, usaria as mãos para me impulsionar por cima do suposto golpe para então completar o ataque proposto anteriormente, se possível, ou cairia dando uma rasteira para o derrubar e logo após enfiar uma bicuda em seu rosto. Mas se houvesse apenas o bloqueio - talvez com a espada - tentaria evitá-lo, usando o pé de ataque para chutar o bloqueio para o lado (no caso da espada, chutaria seu cabo para não cortar-me) e completaria o movimento com o pé que sobrara para efetuar um golpe com a sola do pé no nariz da criatura.

No entanto, se meu golpe funcionasse, completaria o movimento com a rasteira anteriormente citada e ergueria-me para pisar sobre a mão que empunharia a espada e seu pescoço, visando sufocar-lhe para tirar suas forças, afastando-me entre qualquer um dos movimentos anteriores se estivesse em eminência de receber algum golpe em saltos acrobáticos e conjugados para obter no fim uma distância de cinco metros. Péssimo dia para um ladrão de esquina, aberração. indagaria, por fim.


Callum Williams:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptySab 09 Dez 2017, 11:45

Tamanho era o cuidado que Callum tinha para com seu futuro oponente, fitando-o enquanto se aproximava, o mascarado analisava cada detalhe a respeito do tritão, visando ter pleno conhecimento de suas fraquezas e capacidades. Notável eram as marcas na pele do homem-peixe, cicatrizes de batalhas anteriores que, juntamente com seu corpo definido e postura exemplar, indicavam sua experiência intermediária no campo de batalha, a altura do monstro era bem próxima a sua.

O plano de executar uma acrobacia para surpreender seu oponente teve êxito, seu pé foi de encontro ao crânio do mesmo, que percebeu no último instante, permitindo-lhe evitar a rasteira e ainda contra-atacar com um corte superficial no braço esquerdo do mascarado. Por sorte, tal brecha fora o suficiente para os civis recuarem para um local mais seguro.

A fera, ainda desacreditada da abordagem do pernas longas, grunhiu mas nada disse, saltou rapidamente para trás, tomando distância daquele que o desafiava e esticou sua espada para a direita, fazendo com que o sangue que a banhava fosse ao chão de forma violenta. Assumiu então uma postura de batalha, sua expressão era de fúria, enquanto contemplava não só sua tontura causada pelo golpe mas também chateava-se pelos frutos que derramara durante a investida de figura misteriosa.

A besta marítima parecia estar pronta novamente para batalhar,ainda zangava-se com Williams. Foi então que finalmente proferiu sua primeira palavra — Está cavando sua própria cova, humano podre. — o tom era mais sereno do que era de se esperar, a voz grave e rouca intimidaria qualquer pessoa normal. Não dava para se saber ao certo do que seria capaz agora que não iria ser pego distraído, mas a julgar pelos seu contra-ataque, seus reflexos e habilidades combativas eram apurados.
considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptyDom 10 Dez 2017, 10:34


Chapter One, Part One: The Raven Mask Man.

O que pude perceber do homem-peixe em minha observação avaliativa era de que ele tinha muita experiência em combate a julgar pelas cicatrizes espalhadas por seu corpo e os músculos bem torneados de seu físico. Não seria uma luta fácil para mim.

Tive êxito em chegar despercebido e atacar o tritão, mas meu segundo golpe foi contra-golpeado e saí do embate com um corte no braço esquerdo, deixando escapar um leve grunhido com o ranger dos meus dentes ao receptar a ação.

O espadachim aquático ainda parecia estranhar minha abordagem, produziu um ruído qualquer e se afastou. O movimento de espada que fez em seguida largou o sangue que roubara de mim, expressando fúria no semblante.

Aparentemente zangada, fosse pelo golpe recebido ou por minha interrupção em seu roubo, a fera dirigiu a palavra a mim. Está cavando sua própria cova, humano podre. num tom de voz rouco, assim como o meu. Apenas sorri de canto, dando lugar a uma risada breve que logo cessou e deu lugar a uma expressão macabra e sanguinária, indagaria em seguida Então venha me enterrar, homem-peixe, eu serei seu nêmesis! disse num tom irônico mesclado com arrogância e provocação, queria instigar toda a fúria da criatura. Do contrário, não seria divertido.

Primeiramente, mediria a distância que havia entre nós, calculando mentalmente o tempo que levaria para alcançá-lo a julgar pela minha velocidade e o tempo em que teria para atacá-lo levando em questão o tempo que ele leva para mover sua espada, a julgar pelo contra-ataque que sofri anteriormente, usando para isso minha natural noção exata de tempo. Estaria atento caso a aproximação viesse primeiramente do homem-peixe, evadiria para as laterais caso os golpes fossem frontais e abaixaria ou saltaria (dependendo da altura do golpe) se viessem pelos lados, para evitar qualquer contato, contra-atacaria então com uma bicuda nos joelhos ou na cabeça, a região que estivesse mais próxima de mim no momento da esquiva.

O plano, já montado, começaria com um aproximação. Como não tinha mais o elemento surpresa, teria de criá-lo, daria alguns passos para encurtar a distância e então arrastaria os pés pelo chão, fazendo movimentos como passos de dança para confundir a mente do tritão, sempre atento a qualquer aproximação repentina e pronto para efetuar as esquivas antes citadas, em certo momento, colocaria-me de lado para a fera e executaria uma finta ao abaixar-me fingindo tentar uma rasteira com a perna esquerda, mas a encolheria e esperaria o giro de 180 graus se crumprir para mover meu corpo acrobaticamente com uma aceleração não antes demonstrada em todos os passos e erguer a perna esquerda com uma bicuda mirando o queixo daquele ser, com a perna direita acompanhando o movimento e pronta para intervir e bloquear qualquer tentativa de contra-golpe no processo.

O movimento seria uma conexão para o próximo, ao completar a "semi-cambalhota" dada, colocaria-me completamente de costas para a monstruosidade, exceto pelo rosto que ficaria virado para ter uma visibilidade do oponente. Executaria então um salto para trás, pondo as mãos de apoio para jogar ambos os pés em direção ao rosto do espadachim, ficaria por um longo tempo naquela posição, olhando fixamente e tentando acompanhá-lo seu andejar com as mãos enquanto os pés agiriam repetitivamente atacando com chute/pontapés/bicudas procurando acertar qualquer lugar do tronco daquele ser, bloquearia a espada com os pés em seu cabo caso ela viesse de encontro a mim e em seguida a chutaria para longe para me ver livre dela por alguns momentos enquanto os continuava os golpes.

Se minha última investida tivesse ou não êxito, fugiria após uma quantia de 4 golpes, me impulsionando para trás e encaixando uma outra cambalhota para então me pôr de pé, já distante da aberração. Se o homem-peixe não houvesse caído até então, indagaria Você não é de todo mal, afinal.


Callum Williams:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptyQui 14 Dez 2017, 21:57


Naquela pequena fazenda, estavam os dois combatentes, tendo entre si cerca de cinco metros de distância, levando em consideração a altura de ambos entre outros fatores, levaria exatos dois segundos até um chegar ao outro para um possível ataque, o tubarão martelo estava na defensiva e era a chance perfeita de Callum aproximar-se.

Sua tática de enganar o tritão dera certo de primeira instância, visto que o golpe que visava o queixo de seu oponente fora realizado com sucesso, o espadachim fora surpreendido e sorriu como se gostasse do estilo do lutador, completando o movimento — que fora capaz de tirar levemente o alvo do lugar, ficou de costas para seu adversário, mas de forma que pudesse contemplar sua postura e suas ações. — A luta acaba aqui.

A mão desocupada da aberração recostour sua cabeça, como se estivesse desnorteado, incapaz de acertar um golpe preciso com sua lâmina. No entanto, o homem-peixe não se daria por vencido tão cedo e, com um movimento inusitado de largar sua arma, partiu para cima de Williams fugazmente, de tal forma que não fosse possível para ele escapar de sua investida. A estratégia da fera foi simples, imobilizar o rival com um full nelson de forma que ele permanecesse no lugar e aberto para um golpe em seu pescoço, que fora dado com selvageria utilizando os dentes afiados provenientes de sua raça grotesca.

O sangue jorrava freneticamente das veias adjacentes a garganta do mascarado, seu pescoço, agora ferido, era a nascente de um rio carmesim, que espalhava suas águas corpo abaixo. Ainda podia mover a parte inferior de seu corpo limitadamente, ainda que a dor fosse grande e os efeitos da ferida crescessem com o tempo, algum movimento brusco poderia ser feito.

O Corvo parecia preso como se fosse um pássaro doméstico, tendo como sua gaiola o limite de onde podia ir, até que pôde-se ouvir um estouro. Era definitivamente o disparo de alguma arma, que, no momento deveria e iria soar tão doce como o badalar dos sinos que declaravam sua liberdade. O projétil saiu por entre as árvores e alvejou a bochecha do homem peixe, fazendo-o sangrar e gritar em surpresa. O protagonista enfim se via livre das grades que o aprisionavam e, mesmo que fraco, podia revidar de alguma forma ao aproveitar a brecha.

considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptySab 16 Dez 2017, 13:12


Chapter One, Part One: The Raven Mask Man.

Via-me numa pequena fazenda, e de alguma forma minhas atitudes culminaram em uma batalha com um tritão que era, por sinal, um exímio espadachim. Enfim, era minha hora. Em primeira mão, minha finta deu-me sucesso no golpe que acertei no queixo do homem-peixe e quando virei-me para tentar outro golpe o baque me surpreendeu.

Em um movimento ousado, o algoz deixou cair a espada e partiu para um combate corporal inesperado, imobilizando-me e conduzindo sua arcada dentária contra meu pescoço. A dentição avantajada do tritão abrira um rasgo na área, fazendo escorrer meu sangue e minha inteira agonia em gritos desesperados. OAAAAAAAAAAA! FILHA DA PUTA! Permanecendo ali em aflição e dor, misturados a uma vontade enorme de me soltar enquanto me debatia em vão.

Porém, a salvação viera com o ecoar de um disparo que acertou a bochecha do ser que estava a me prender. Uma vez mais o corvo podia bater suas asas, agora ensanguentadas. O ódio e o sangue quente pareciam ter sido suficiente para me fazer ignorar a dor na esperança de descontar o ímpeto furioso naquele que machucara-me. Em um movimento circular do quadril ergui a perna, acertaria em cheio o canto machucado pela bala com uma bicuda, apropriando-me das botas compradas recentemente. Se fosse defendido ou esquivado, impulsionaria o corpo para trás e me levantaria antes que pudesse ser atacado, se preciso contorcinaria o corpo para desviar de algum ataque.

Buscaria aproveitar a debilidade do tritão, que estava atordoado pelo disparo em uma região tão crítica conduzindo um chutão com minha melhor perna visando rebater seu crânio como uma bola de futebol era chutada por um jogador. Era de se notar que, na tentativa de não se fazer escorrer mais sangue, afastaria-me e rasgaria um pedaço da manga da blusa para amarrar ao redor do pescoço e impedir que muito sangue jorrasse de uma vez, mas as dores fortes me causavam certa tontura, suficiente para cambalear um pouco.


Callum Williams:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptySab 16 Dez 2017, 17:48


Nada resta para o pássaro que não mais pode voar, ou ao menos este é o senso comum. As garras afiadas das pernas fracas do corvo foram de encontro a ferida de seu oponente mais recente, que fora surpreendido por uma presença nova que reafirmava sua presença. O peixe cambaleou e se viu mais uma vez alvejado por um agressor de origem desconhecida, sentiu em seu braço esquerdo a perfuração da carne proporcionada pelo projétil. Grunhiu e gritou em dor. — Isso não está nem perto de acabar. — disse em fúria, após sagazmente fugir por entre as árvores enquanto proferiu um som gutural de dor e ódio.

A visão turva de Callum contemplava o mundo girando em tons de marrom e verde, fornecidos pela fazenda e pela selva que o rodeavam, a audição conseguia captar passos vindo em sua direção, que o levaram a instintivamente virar-se para vislumbrar a figura misteriosa que corria em sua direção. Com a pouca consciência que lhe restava foi capaz de identificar um humano, porém sua pele aparentava ter um tom esverdeado.

Em seu corpo não sobrava mais forças para fazer qualquer coisa contra o ser, que sem pestanejar pôs o lutador apoiado em seus ombros e começou a carregá-lo, Williams viu as árvores passando vagarosamente enquanto as passadas de seu salvador causavam um solavanco rítmico caminhando floresta a dentro. Os olhos se fecharam lentamente, dando lugar ao breu, sua consciência se fora.



Será que ele morreu? — uma voz doce e feminina indagou, a primeira coisa que o mascarado sentiu foi o calor da respiração de alguém em sua testa. As pálpebras lentamente se abriram, dando espaço para que a pouca luz do quarto onde estava refletir em seus olhos e clarificar onde exatamente ele se encontrava. Parecia algum tipo de esconderijo. Visou primeiramente um rosto jovem e meigo, de olhos e cabelos verdes, era certamente de uma garota que mudou seu semblante de curiosidade para um de espanto num piscar de olhos. — Ele acordou! — exclamou a moça.

Já estava ficando preocupado… um pouco, apenas
— o som ríspido tomou conta de seus ouvidos, fazendo contraste ao mais doce que antes pudera escutar. Ainda estava tudo turvo, mas pôde reconhecer que a rouquidão era proveniente daquele que salvou sua vida. Um homem de pele esverdeada, estatura normal que vestia um uniforme da marinha velho e rasgado. Atrás dele, um claramente mais jovem que usava uma máscara de raposa tocou a bainha de sua espada nas costas do uniformizado, como se pedisse passagem, coisa que foi lhe dado sem pestanejar, aproximou-se de Callum que, mesmo que não pudesse enxergar os olhos por trás da figura animalesca, sentiu que estava sendo encarado com um olhar aterrador.

Qual o seu nome? — indagou, mesmo sabendo que o ouvinte mal tinha consciência — Como posso ter certeza de que é confiável? Você sabe onde está, ou melhor, sabe como chegar aqui? — indagou, sem se cansar — Há alguma maneira de eu ter certeza que não representa algum perigo para o Exército Revolucionário? — sacou a katana, pondo o aço frio encostado na garganta do Corvo. — Ele não é aquele “Corvo”? — a pergunta fora ignorada por todos na sala, o de pele verde acendia um cigarro e o de máscara apenas continuou a encarar seu prisioneiro.


Considerações:
 

NPC’s:
 





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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. I: O homem da máscara de corvo   Cap. I: O homem da máscara de corvo EmptySab 16 Dez 2017, 18:24

[quote="Ainz"]

Chapter One, Part One: The Raven Mask Man.

Depois dos ocorridos e de meu eventual ataque, posteriormente a ele um segundo disparo que atingira o braço do tritão, a fera correu e sumiu entre a vegetação, deixando uma frase emblemática para trás.

Minha visão turva me permitia nada mais que ficar parado, lutando para não cair pela tontura. O mundo rodando e meu centro de gravidade confuso era característicos da perda excessiva de sangue. Não possuía mais forças, morreria ali? Tantos objetivos ainda restavam, não poderia deixar que tudo tivesse sido em vão. Minha alma clamava por ajuda, e tudo que me mantinha vivo era a linha tênue de força de vontade.

Algo/alguém me ergueu e caminhou, via as árvores passando, o mundo estava de cabeça para baixo. Lo-gue...town... as palavras soltaram-se, tudo que vinha em sua mente era o objetivo de chegar a próxima ilha de sua viagem, Loguetown. Queria prosseguir sua aventura, havia muito mais que fazer em vida. Mas ao indagar, perdi forças e tudo se tornara imerso em escuridão.

Será que ele morreu? o bafo úmido e calorento afagara minha testa com o soar da voz feminina em meus tímpanos. Abri lentamente os olhos, mas fechei-os rapidamente, tudo estava muito claro, outra vez os abri até me acostumar com a claridade. Não tinha ideia de onde estava, mas parecia alguma espécie de refúgio ou esconderijo, não tinha certeza, estava confuso. Vislumbrei diante de mim uma feição jovem de olhos e cabelos verdes, era uma menina. Eu morri? diria, pensando estar vendo algum anjo. A moça logo exclamou. Ele acordou! surpresa.

Já estava ficando preocupado... um pouco, apenas. Reconheci de imediato que era a voz do meu salvador, um tom mais ríspido. Tinha a pele verde, mas fora isto aparentava ser um homem normal, trajando um uniforme da marinha gasto. Por detrás da figura, um espadachim carregando uma máscara de raposa no rosto, ele então teve passagem aberta e seguiu em minha direção, não sabia quem era, mas exalava uma presença assombrosa.

Qual seu nome? Como posso ter certeza de que é confiável? Você sabe onde está, ou melhor, sabe como chegar aqui? Há alguma maneira de eu ter certeza de que não representa algum perigo para o Exército Revolucionário? disse a figura animalesca, fuzilando-me com perguntas e sacando sua katana para escostá-la em meu pescoço. Ele não é aquele "Corvo?" disse a menina em seguida.

Demorei um tempo para entender a situação em que me encontrava, e neste tempo apenas olhava sem parar para todos os cantos, relembrando dos acontecimentos passados. Por fim, tomei ar e respondi o espadachim. Me chamo Callum Williams. Mas vocês, Revolucionários, não conhecem esse nome. Me chamavam de "O Corvo", já devem imaginar o por quê. E não, não sou confiável, ninguém é e vocês sabem disso, não acreditariam em mim se eu dissesse o contrário. Não sei onde estou, mas a julgar pela sua frase, deve ser algum esconderijo revolucionário, já usei muitos destes no passado... E se eu não representasse algum perigo, eu jamais teria sido contratado pelo exército de vocês, não acha? terminei, encarando fixamente os "olhos" daquela máscara de raposa. O machucado ainda coçava, teriam eles me tratado?


Callum Williams:
 

OFF:
 

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