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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Mau presságio

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MensagemAssunto: Mau presságio   Mau presságio EmptyTer 21 Nov 2017, 17:42

Mau presságio

Aqui ocorrerá a aventura do(a)s Piratas Draguren Hynno e Doppio Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio EmptyQua 22 Nov 2017, 01:21


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O Battle Royale havia se iniciado, as baixas iriam começar a vir, o espadachim ainda estava sem sua arma principal, que era uma espada e recorria para o lunático número dois, que finalmente tinha algo de útil. Ele retirava uma espada da roupa dele e entregava para o psicopata fazendo ainda uma pergunta retórica, pois era óbvio a resposta e com isso, Hynno pegava sua nova e familiar arma, a espada. Tinha a coloração rubra, familiar para o pirata na lâmina, além do mau odor, provavelmente pelas vidas que aquela espada havia tirado ou então, refletia o odor do louco. Aquele sujeito ainda dizia para Draguren como chamava aquela espada. “Espada amaldiçoada fedorenta sarcástica”. **Pelo menos, o nome condiz com o odor** - Exato. Respondia Hynno para seu pessoal imaginário, enquanto empunhava firmemente o cabo com a mão direita. – A diversão começa agora, vamos ver quem ganha o primeiro round. E se não importa, enquanto eu estiver em posse, darei o nome de guilhotina para a espada  Dizia fitando o lunático número dois. Sangue iria ser derramado, corpos iriam cair e cabeção vão cair.

Sua velocidade era sua arma e para isto, precisava das duas pernas completamente firme e forte, mas, uma delas não estava e por isso, não poderia contar com sua total velocidade naquele Battle Royale. E então, estava na hora de ativar sua técnica, Madness e logo após, avançaria no mais próximo e tentaria um corte na horizontal com a fedorenta sarcástica na direção do pescoço do adversário. Se o oponente bloqueasse com sua arma na vertical, o piromaníaco tentaria se agachar no mesmo instante e daria um giro completo com sua lâmina sarcástica ainda na horizontal e tentaria um corte na cintura do sujeito e em seguida, procuraria se afastar um pouco. Se o segundo ataque fosse bem-sucedido ou não, se afastaria. Caso o bloqueio fosse na diagonal, tentaria dar um giro rapidamente para o lado contrário do bloqueio e antes que o giro fosse completado, daria uma estocada na testa de seu oponente e sendo um sucesso ou não, se afastaria do sujeito, ele respirando ou morto.

Caso ao invés de bloquear o corte na horizontal, o oponente se esquivasse para o lado, Hynno procuraria avançar na diagonal para aquele lado e então, tentaria um corte na diagonal, da direita para a esquerda, isto é, se o adversário se esquivou para a esquerda, se foi uma esquiva para a direita, o corte seria da esquerda para a direita, ambas na direção do rosto de seu inimigo do Battle Royale. Se o desconhecido bloqueasse o corte na diagonal e formasse um “X”, o pirata daria um giro tendo como centro onde o espadachim estava e giraria para o lado contrário que o bloqueio havia ocorrido, durante a trajetória, Draguren botava sua fedorenta sarcástica na horizontal, seu objetivo era atingir o pescoço do seu adversário e sendo um sucesso ou não, se afastaria. Caso ele se esquivasse para trás, Hynno procuraria continuar avançando até ter alcance para um golpe e então, tentaria uma estocada no pescoço do sujeito e se ele bloqueasse, o lunático daria um salto para trás, sempre tomando cuidado com sua perna ferida e assim que pisasse no chão, procuraria fazer um corte na diagonal na direção do oponente, visando acertar o pescoço do mesmo e, bem-sucedido ou não, recuaria da pessoa.

Procuraria ficar longe de atiradores, arma de fogo, arco e flecha, bestas, procuraria apenas focar naquelas pessoas que usassem armas brancas, de madeira, o corpo, era mais “previsível” do que, balas de chumbo voando na sua direção. Após sua ofensiva, ficaria na defensiva, buscando se esquivar e bloquear dos ataques que viessem em sua direção, se fosse na horizontal, buscaria botar sua espada na vertical, além de tentar se esquivar para o lado oposto do caminho do ataque inimigo. Se fosse na vertical, procuraria colocar sua fedorenta na horizontal, além de tentar se afastar saltando para trás, se fosse na diagonal, seria a mesma coisa, colocaria na diagonal oposta e buscaria se afastar. Se fosse uma estocada, apenas tentaria se esquivar para o lado e durante a esquiva, visaria um corte na vertical, visando o cotovelo mais próximo, isto é, se o cotovelo estivesse esticado e fosse o braço que ele estava empunhando a arma, se tivesse se esquivado para o lado que não fosse o que empunhava a arma, tentaria um corte na horizontal no pescoço do oponente. Para cada corpo que caísse por Hynno, gritaria para o lunático número dois.

A partir do momento que o psicopata havia ativado sua técnica, não tinha o dom do canto ou tinha uma afinação ou ritmo, mas a partir daquele momento, após a ativação, Hynno começava a cantar uma canção: - Sangue, sangue, sangue. Sangue ela quer. À guilhotina, sangue se deve ofertar. Deve-se ofertar a ela, sangue para saciar a sede da guilhotina. O que ela quer é sangue, sangue, sangue. Repetiria aquela “canção” durante toda sua ação, parecia uma homenagem para a sua nova espada, uma canção horrenda e estúpida, mas para Draguren, não se importava, pois, a plateia era o grupo de coro.


Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Madness:
 

Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: [color=#408000][/color]   Mau presságio EmptySex 24 Nov 2017, 19:21

"Ferrado? Esse merda tem
UM OLHO e eu sou o
puto do ferrado?
"
01/??



Cê é um puta coroa caolho fodido, velho. — Doppio cospe.
Os olhos perspicazes se movem minimamente na direção do reflexo, sutilmente. "Quem esse bosta sem olho acha que é, velho? Esse filho da puta quer me foder em todo buraco possível." Já tinha sua maldita estratégia em mente. Sorri com aquele toque escarnioso, superior e esnobe. Guarda Carniceria atrás da cintura, presa pelas duas empunhaduras e checa as munições. Tudo isso numa velocidade incomum com as duas mãos. Há veias saltando acima dos olhos.

"Cê vai perder seu título de capitão, porco de merda." Se encolhe um pouco e olha. Vê. Os irmãos e suas tormentas de ataques seriam sua própria ruína. Ele nem sequer parece pensar quando dispara a correr, em zigue-zague e com o alvo aparente sendo o irmão com pernas longas. — Uma criança suicida, um atirador que se entrega ao corpo a corpo! — É, de fato, uma imagem preocupante: a cena chega a ser melancólica. Uma criança, encolhida numa investida suicida direto pro inferno. Daria um nome muito foda de bebida.

E o objetivo era realmente entrar no alcance da dupla; suicídio. A ferida coça um pouco. Se obtivesse êxito, chegaria já preparado para ocupar o mínimo espaço possível entre os ataques a ele desferidos. O nanico, tão hábil e sagaz quanto um verdadeiro Leprechaun, esforçaria-se ao máximo para ler o espaço que os irmãos ocupam com os ataques e com seus corpos, qual o espaço entre seus membros quando se movem e quando atacam. Com a mente focada no combate, reflexos e reações seriam respostas tão rápidas quanto o próprio surgimento de um problema;

Se o irmão de pernas longas antecipasse isso de alguma forma e tivesse um espaço convidativo entre elas para que o pirata passasse, seria recusado; Doppio se jogaria no espaço entre as pernas ou os braços/corpo do braços-longos (usando os pés e uma mão livre para se estabilizar e mudar de trajeto de última hora, se necessário), assumindo uma posição ainda próxima e perigosa, mas de vantagem momentânea: seria o local mais frágil da guarda inimiga. Nele, à queima roupa, com qualquer uma das mãos disponíveis, dispararia um tiro certeiro, no máximo duas vezes em cada um, totalizando quatro balas. Restariam seis.

Durante a "dança", apossaria-se dos espaços com movimentos inesperados, jogadas de cintura para variadas direções até sequencialmente, olés (agindo como a bola, passando por algum espaço) e derivados. Pannacotta alinharia-se de lado, de frente, de pé ou agachado, em variadas posições, nos mínimos intervalos de tempo de seu movimento, tudo para tentar embaralhar os membros dos irmãos, atingí-los e fazer o capitão hesitar em atirar. Essa era a essência da estratégia do maldito duendinho. Todos os movimentos que usaria para evadir os inimigos em combate direto usariam-nos como barricada também; isso, no mínimo, faria o capitão hesitar, ou acertar um nakama.

Enquanto em ação, como o maldito salafrário que é, deleitaria-se com seu mais chato hobby; intercalando-o com cada movimento bem sucedido — Cuidado! — E riria. — Seu chefe vai te acertar! — Um tom de terror! NA VOZ DE UMA CRIANÇA! — Duvido que ele não puxe o gatilho; — A cada espaço bem administrado e evasão bem feita, um sussurro; — Desistam de uma vez, idiotas. Os deixo viver se se renderem. — Em qualquer situação em que ambos abrissem a guarda o suficiente para serem, no mínimo, finalizados com um bom tiro; os tomaria como reféns. Forçaria que se ajoelhassem e os usaria como garantia de não ser baleado. Ficaria atrás deles.

Aquele, o momento chave; a oportunidade perfeita. Negociação, pressupõe-se erroneamente. Doppio sorri sem jeito e joga a cabeça de lado, balançando os cabelos escuros e cheios de sal do período marítimo. — Mas nem fodendo. — Se tinha uma coisa que sabia e queria fazer, era ganhar; regras são regras. Sem pesar. Por esse e outros motivos. Dispararia nas cabeças ou peito dos dois, quantas vezes necessário, e os usaria como escudo contra o caolho. — Vai se foder meia córnea fodido, quando cê chupa um pau cê só vê uma bola? SEU MERDA!

EI, TRITÃO IMBECIL, PULA NA PORRA DA ÁGUA SE NÃO QUISER MORRER! E PRA PAGAR O CONSELHO, CUIDA DO QUE QUER QUE ESTEJA POR LÁ, CARALHO! — Doppio berra.

Considerações finais.:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio EmptySab 25 Nov 2017, 22:44



O Corvo


Nada é como você imagina




A realidade na Grand Line é dura. Qualquer menção dessa, dita para os aventureiros no início de suas peripécias com certeza seria ignorada, porém da pior maneira eles descobririam que essas informações, por mais fantasiosas que fosse tinham uma parcialidade verdadeira. Mergulhados em um gigantesco devaneio futurista, os piratas mal percebiam, mas em um transe ilusório eles estavam. Em uma falsa realidade, eles imaginavam que já estavam no farol, porém em sua própria embarcação eles descobririam que suas vidas poderiam acabar sem que percebessem. O baque da embarcação acordava todos que ainda estavam ali. O tritão, rapidamente despertava e, inconscientemente se preocupava com o timão, agarrando-o imediatamente.  — O que está acontecendo? — Questionou o tritão.

Nesse instante, o restante despertava de seu transe também. A embarcação estava encharcada de sangue. Perto de onde estava Hynno, o espadachim podia ver um rastro de sangue que cessaria onde estava o corpo de Ambrosio, sentado com cartas de baralho perfurando seu corpo. Em sua testa estava escrito algo com sangue. “Nos Achem” dizia tal mensagem. Doppio despertava próximo ao tritão. Os resultados da subida estavam em seus corpos (adendo da aventura anterior), porém a ilusão havia acontecido em algum momento entre a descida da Reverse Mountain e a estadia deles ali, em meio ao oceano.

No que toca Uvogin, o homem — ou pelo menos seu corpo — estava sentado em uma direção oposta ao corpo de Ambrosio, porém os danos não eram tão “perfeccionistas” como os do loiro. Seu braço estava decepado na região do antebraço e, seu punho fechado, segurava uma carta que estava no colo de Doppio: “A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente. Pode ser que nos guie uma ilusão; a consciência, porém, é que não nos guia. Seu amigo não falava muito, então fiz com que saísse algo mais interessante de sua garganta. Reclamações? Aceitamos, no entanto, vocês devem nos achar primeiro, é claro. Abraço e boa sorte!”, dizia a carta escrita com sangue.

Caso alguém conferisse o corpo de Ambrosio mais a fundo, encontraria uma pistola velha, junto a uma katana tão velha quanto. Eram armas bem fracas, porém o que mais chamava a atenção, talvez, fosse o método de tortura que ambos haviam sofrido. O que aconteceu até então estava a cargo de suas análises pessoais, porém suas coisas haviam sido roubadas por inteiro. Só lhes restava o que estava no interior do corpo do loiro. — Esses loucos querem que nós os achemos? — questionou de maneira alta o tritão, ainda incrédulo pelo ocorrido, enquanto tentava direcionar a embarcação para o farol.

Ao fundo, a imagem do tão falado farol se aproximava para eles. Após certa distância, era possível para aqueles com boa visão (pontaria) notarem a presença de um homem, sentado em uma cadeira, na borda do farol. Fumando um cachimbo e com uma garrafa de saque, ele não se movia, apenas avistava a chegada de mais visitantes enquanto tragava lentamente seu cachimbo, soltando fumaças ao alto que, curiosamente adquiriam formas circulares, triangulais e outras formas curiosas. — Olha o que vejo, acho que ganharei alguma coisa... — comentou o velho consigo mesmo ao avistar a embarcação corvina.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio EmptyDom 26 Nov 2017, 00:54


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Post: 02 | Localização: Farol




O que é que está acontecendo, se perguntou quando se despertava e notava que ainda estavam na embarcação e não havíamos atracado no local, não era só ele, pois o tritão perguntava para a galera, não estava só. Como em um filme de terror, a embarcação recém conquistada estava com sangue espalhado e podia entender que algo havia acontecido, uma luta durante o tempo que havia ficado apagado. Virando a cabeça para o lado, um rastro de sangue e curioso para saber onde aquele rastro escarlate o levaria, Hynno se levantava e caminhava, rastejando uma de suas pernas e para a sua surpresa, mas não para tanto, a origem do sangue vinha do caolho. Ambrosio. Vendo aquilo, Hynno praticamente começava a rir histericamente, enquanto batia palmas lentamente por causa de seu ferimento no pulso, que ainda estava se curando. – Magnifico. Dizia para si mesmo, enquanto se aproximava do corpo do médico que, por alguma razão, estava sentado, um artista igual o psicopata? No corpo de Arcangelo, cartas de baralho haviam perfurado o mesmo, morto por cartas? Ou elas foram colocadas lá após a morte do atirador?

Na testa do rapaz de cabelo branco, estava um desafio: “Nos achem”. **Pelo jeito, ele está desafiando você e os outros** Com um sorriso, Hynno retirava as cartas que estavam no corpo do médico. – Não me diga, mas não irei atrás dele por vingança. Comentava com sua plateia como se fosse um sussurro. Arrumaria as cartas como se fosse um baralho, mas antes, olharia direito cada uma, eram simples cartas? Ou era cartas feitas para serem shurikens? Eram daqueles temas comum ou eram cartas personalizadas? Se encontrasse algo incomum nas cartas, separaria as incomuns, sendo elas algumas, uma ou todas e começaria a pilhar o corpo do caolho e pegaria tudo que achasse necessário, dinheiro, isqueiro, cigarros, não sabia se encontraria tais coisas no corpo dele pois, se o assassino fosse esperto, pilharia do morto, mas o que achava em Kenway, era uma espada velha e uma pistola, a arma de fogo não lhe interessava, mas a espada sim. Tinha duas coisas agora, as cartas se fossem incomuns e a pistola velha para entregar ao nanico e era isto que faria, caminharia até o mesmo e jogaria a pistola no colo do novo oficial atirador e dizia. – Pensei que, você fosse o primeiro a morrer, mas pelo jeito foi o Ambrosio.

Não estava chateado, amargurado, magoado, triste, para quem havia queimado seus três amigos vivos, aquilo não era nada. – Ah, as cartas que estavam no corpo do caolho, parecem ter algo. Entregaria para Doppio apenas as que fossem incomuns, botando no chão, as que não fossem, guardaria. Isto é, se tivesse alguma incomum, se não tivesse, a fala sobre elas não iria acontecer e apenas entregaria a pistola e guardaria as cartas. Em ambos os casos, procuraria pelo próprio corpo, se seus pertences estavam com ele ainda, estavam desacordados por não sabia quanto tempo, a pessoa poderia ter matado Ambrosio, pilhado todos e fugido. Se estivesse com todo seu pertence, suspiraria, mas se não estivesse com nada que lhe pertencia, cerrava seus dentes. – Maldito. Tirando o foco das cartas, da questão dos pertences roubados ou não, procurava por Uvogin, o bartender. O corpo dele, estava sentado assim como o do médico, só que, o ex serial killer estava sem uma parte de um de seus braços, agora, se ele estava vivo, era outra história. – Se está escrito: “Nos achem”, acho que está totalmente explicativo. E eu não chamaria eles de loucos, não sabemos se foi trabalho de um ou de um grupo, mas estou curioso.. Soltava uma breve e curta risada maquiavélica.

Entraria navio adentro, buscando seus livros que havia pego em Lvneel, “A força animal em aniquilação inimiga”, “Venenos contra a imortalidade” e um do autor chamado Edgar Allan Poe. Se os três livros estivesse ali, sussurraria. – Pelo jeito, não se interessam por livros. **Ou então, não revistaram o navio ou, não gostaram do tema de seus livros, ou não tiveram tempo para pilhar o que pudessem do navio.** - Parem com esses “Ou”. Vou tirar tudo a limpo, quando eu encontrar o responsável. **Vai matar?** Questionou alguém da plateia. – Não sei, só o tempo pode responder. Caso os livros tivessem sumido, um “Tsc” escapava de Draguren e saia daquela sala. – Edgar! Gritava para seu corvo, caso ele não surgisse, abriria porta de antes e gritaria pelo corvo, fazendo com que, o chamado pudesse ecoar embarcação adentro e se ele não surgisse, esbravejava: - Maldição, quem fez isto, invadiu a embarcação, matou Ambrosio e roubou todas as minhas coisas. Esbravejaria tais palavras, caso todos os seus pertences fossem roubados, mas caso apenas metade fosse sido pego, apenas mudaria “todas as minhas coisas” para “algumas coisas minhas”. Se por algum acaso, apenas o corvo tivesse sumido, seria: “pegara, Edgar”. Mas seu tom de voz não passaria de alguém triste pelo sumiço de suas coisas, apenas sabia que, tomaria o que era seu de volta.

Pelo jeito, a embarcação se aproximava do tal Farol e em poucos minutos, a embarcação atracaria nela. – Então, Doppio. O que faremos após o navio atracar? E então, assim que a embarcação parasse, Hynno desembarcaria naquele novo local e observaria o terreno, as construções, as pessoas que estavam por perto. E então, caso as cartas tivessem alguma informação, tipo um logo ou uma marca registrada, mostraria para a pessoa mais próxima do espadachim e questionaria: - Reconhece isto? Sabe de quem são? Esperaria a resposta, mas caso ele não reconhecesse, Draguren suspiraria e guardaria as cartas novamente. – O que precisamos para prosseguir nossa viagem, me diga. Caso as catas não tivessem alguma “digital” como logo ou marca registrada, perguntaria diretamente para a pessoa mais próxima sobre o que era necessário para prosseguir.



Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

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MensagemAssunto: [color=#408000][/color]   Mau presságio EmptySeg 27 Nov 2017, 07:37

"Mau presságio"
02/??



Não sei com quem cê tá falando. — Os olhos recém abertos do pirata ainda se mexiam sem precisão ou agilidade; ele estava meio grogue pela descida e pela ilusão. Mesmo vertiginoso como se tivesse levantado muito rápido, Doppio lê a carta em seu colo e se levanta, olhando para Hynno. — Mas também não vou por vingança. — Caminha pelo convés maculado em vermelho, analisando os corpos de Kenway e Uvogin. Funga um nariz catarrento e cospe no mar. — Cara-de-peixe; não sei que merda tá acontecendo, vamos ter que descobrir por nós mesmos. Se cê não for uma mocinha fresca, dá uma vasculhada melhor nesses corpos, depois joga no mar. O sangue,
pode deixar aí. Gostei da decoração.
— Se recebesse a arma de fogo dada por Draguren, colocaria-a no lugar que geralmente coloca Silentia.

O tempo todo, enquanto Hynno tomava a dianteira, Pannacotta se punha em silêncio e observava. Buscava, nos rastros de sangue pelo navio, encontrar marcas de pegadas ou afins. Nos arredores do navio, um bote ou jangada suspeitos. Qualquer coisa incomum. Ele tá fazendo tudo, basicamente. No rosto, uma sensação incômoda que logo se esvai, mediante um movimento calmo e tenro, feito com dois dedos na horizontal sobre a cicatriz. Doppio se arrepia e acalma. Estão para atracar.

O que faremos? — O piratinha se esforça pra colocar um pé em cima da beira do navio sem cair, mas o faz com elegância, como se fosse simples como comer um cacho de uvas. Sorri, daquele jeito característico, mas menos forte; era mais um sorriso de canto, acompanhado de olhos que alternavam o foco por toda a extensão da cordilheira cheia de cavernas, em busca de algo ou alguém suspeito; alguém jogando ou brincando com cartas, principalmente. — Nós estamos sendo desafiados aqui, Draguren fodido Hynno. — Um esforcinho a mais e ele sobe com os dois pés, ficando totalmente na vertical. — Eu não recuso desafios. Muito menos um que me vem envelopado no corpo dos meus aliados e escrito na porra do meu navio. — O cabelo parece fogo negro na cabeça, tão desgrenhado e oleoso que dá até asco de olhar. Doppio está mais vermelho que o normal também. — Nós vamos atrás desses caras e eles vão enfiar a mão no CU pedindo por misericórdia. — Assim que o navio atracasse, saltaria para o porto ou o caralho que fosse. — E vão morrer.

Se separaria de Hynno sem avisar; com as mãos, acaricia os cabelos e os penteia para trás. Depois, sobe o colarinho do casaco preto e esconde grande parte do rosto. Uma criança parte farol adentro. O objetivo eram as cavernas. No caminho, encararia toda e qualquer pessoa que encontrasse. Às que aparentassem maior conhecimento do lugar, seja por aparência, idade, pelo que conversa ou por quantas pessoas estão próximas, se apresentaria como uma criança comum. — S-saudações... Querendo dar risada, mas sem que ninguém visse. Isso é sempre divertido, puta que o pariu. Sempre, contato visual; chegaria o mais profundo que pudesse chegar na alma de uma ou mais pessoas através dos olhos. — Q-quero achar meu pai. Ele disse que estaria jogando cartas por aqui. Onde posso encontrar ele? — Se indicado mais de um lugar, traçaria uma ordem e procuraria em um por um. No caso de alguma pessoa tentar fazer mal ao garotinho Doppio, ele se mostraria forte e revidaria da maneira que pudesse, até dando a porra de um ou mais tiros em quem caralhos tentasse lhe foder.

Às pessoas mais suspeitas, ruins e sujas que encontrasse, que parecessem ter envolvimento maior com o crime da região, uma abordagem mais sutil. Se estivesse parada, sentaria-se ou pararia ao lado dessa ou dessas pessoas, sempre sem olhá-las diretamente, como quem fala com alguém que não deveria enquanto está sendo vigiado. A voz é rouca, grave, mas jovem. Doppio murmura. — Se você se mexer, gritar ou chamar alguém, você morre. — A arma que estivesse em sua posse estaria apontada para a pessoa, de dentro das roupinhas largas do nanico. Sempre na área da cintura. — Responda com calma tudo que eu te perguntar; preciso contratar algumas pessoas. Não conheço nome ou onde estão. Você vai me ajudar; preciso de um ilusionista. — A respiração parece vibrar. — E também, quero jogar cartas. Uma criança não vive sem diversão. — Caso a pessoa se recusasse a colaborar, honraria as bolas de menino-feito e daria um tosco de um tiro em quem tivesse do seu lado, e sairia fora depois, do jeito mais discreto que conseguisse. Se fosse avistado, correria e tentaria me esconder em becos, cavernas escuras e vazias e em caixas ou caixotes. Qualquer tentativa de ferir Doppio seria recebida com evasões simples, mas ágeis, seguidas de uma corrida pra longe, gritando um monte de merda e rindo por baixo do colarinho alto. — PEDÓFILO ESTUPRADOR! ALGUÉM PRENDA ESSE PEDÓFILO! QUERO A MINHA MÃE!Hahahahahahahahahah!

Ao encontrar qualquer informação útil, seguiria na trilha dela, como um efeito dominó, e me aprofundaria mais na busca pelos assassinos de Uvogin e Ambrosio. Não por eles; por mim. E pelo bando.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio EmptyQui 30 Nov 2017, 02:38



Narração


O Velho do Farol



Curioso com requintes de crueldade, Hynno não manifestou reação repulsiva ao ver o seu aliado ali, em um estado deplorável. Pelo contrário, o espadachim desarmado, até então, se mostrou bastante curioso na técnica usada pelo assassino, assim como o material que ele tinha ali a sua frente. Retirando carta por carta, ele tinha como objetivo analisa-las inicialmente, para enfim descobrir o que havia de tão especial nelas. Ao tatear os objetos, por mais que tentasse, ele podia sentir que o material era diferente, porém em seu julgamento — de pouca percepção — não notou nada diferente do normal. O material que compunha era diferente, mais rígido, porém nada que fosse muito diferente do peso e diâmetro de cartas normais. Ao foco da luz, os objetos refletiam os raios luminosos, mostrando a durabilidade de sua facção. Todos efeitos não percebidos por Hynno.

Vasculhando o corpo do antigo aliado, o piromaníaco encontrou apenas as armas que, superexpostas, por felicidade havia uma espada. A arma de fogo pouco importou para ele, que sem sentimento algum entregou a Doppio. — Pensei que, você fosse o primeiro a morrer, mas pelo jeito foi o Ambrosio... — comentou friamente o espadachim ao entregar a arma ao seu aliado restante, que argumentava com o tritão algo sobre inspecionar melhor os corpos. — Não pense que você manda em mim humano — afirmou o tritão, relutando inicialmente a ordem de Doppio — Mas, estou curioso em como colocaram uma arma nesse corpo humano podre... — ponderou ele, franzindo o rosto para a ideia da decoração.

O baixinho, após receber a arma de Hynno, cuidou em inspecionar o local em busca de pistas, as menores que fossem. Falhando em sua busca — ora, ele mal tinha percepção* — o garoto voltava a foca nos planos de seu bando dali para a frente. — O que faremos? — questionou Doppio, planejando os meticulosos passos que sua trupe daria a partir dali. Hynno mostrava o óbvio. O teor da mensagem era claro, porém ele relutava entre o perigo de procurá-los — pois também imaginou ser um bando, talvez — e a curiosidade que gritava em sua consciência.

— Eu não recuso desafios. Muito menos um que me vem envelopado no corpo dos meus aliados e escrito na porra do meu navio! — afirmou de maneira imponente o baixinho. Curiosamente o tempo naquele instante favoreceu sua frase, dando uma atmosfera de imponência em suas palavras, que fora notada pelo tritão que, vasculhando os corpos, parou por alguns segundos para olhar se realmente era Doppio proferindo tais palavras de maneira tão impactantes.

Decididos, os piratas se separaram por alguns instantes. Hynno estava mergulhado em seus pensamentos, vagos, relacionados a diversos assuntos aleatórios que eram vivenciados apenas em sua mente. — Loucos... — comentava o tritão, continuando o que estava fazendo. Doppio por sua vez, planejava, sem aviso algum, partir em direção a terra firme. Em sua mente, um ardiloso plano já estava traçado e bastava sua vontade para iniciar, porém as coisas não saíram da maneira que ele idealizara.

— Vejo que vocês foram atacados pela trupe... — comentou um velho que aparecera ali, de surpresa sentado na borda da embarcação dos corvos. Hynno se assustara de início, ora, acabara de questionar coisas parecidas e aquele velho surgia ali, sem ninguém perceber. — Esse é o perfil deles, matam e brincam com os corpos falecidos e a mente dos que permanecem vivos... Enfim, é triste, mas... Acontece! — afirmou, enquanto descia da borda e adentrava na embarcação. — Estava sentado em minha cadeira, fumando meu costumeiro cachimbo e vi vocês chegando... Vocês são uns tremendos filhos da puta! — afirmou o velho, sorrindo — Olha para vocês, são completamente loucos! Eu gosto disso, não, não gosto, eu AMO isso! Puta que pariu! — falou em meio a gargalhadas exacerbadas — Porém, minha vinda até aqui é a negócios. Sabe como é, a idade chega, seus músculos não respondem com a velocidade do seu pau, mas quero a cabeça desses arruaceiros, eles roubaram algo importante para mim. Então, o que acham? Eu deixo vocês passarem pelo meu farol em troca da cabeça do líder deles e meu tesouro. Topam? Se não toparem, não tem problema, eu afundo esse navio de vocês agora mesmo... — ameaçou.


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MensagemAssunto: [color=#408000][/color]   Mau presságio EmptyQui 30 Nov 2017, 18:34

""Velho queima rosca
do caralho.
"
03/??



Pannacotta não para de encarar o velho por nem um segundo sequer; cara fechada, como sempre. Um leve tom de desdém na expressão. Bichona do caralho. Doppio não se aguenta e dá uma risada de puro deboche. Não dura cinco segundos; ele já tá de cara fechada outra vez pro cara.

Por acaso cê também AMA dar uma mamadinha em todo mundo que chega aqui? — E claro que o esperou terminar a apresentação para começar a falar. — Puxa saco pra caralho, hein. — Afunda as mãos nas vestes e caminharia carrancudo pra perto do velho. De alguma forma, o velho saberia que era uma aproximação  inofensiva. Doppio quis deixar isso claro. — Mas negócios são negócios.

Quando estivesse de frente, cerca de cinco metros de distância, pararia. Sem nunca desfazer o contato visual, funga o nariz. — Desembucha, velhote; se quer fechar um contrato, precisamos de informações. — O coroa caiu como uma luva. Doppio não precisou procurar. — E claro, já tava esquecendo essa merda. — Coçou a cicatriz.

Meu nome é Doppio. — Uma falsa cordialidade seguida de uma continência com um dedo do meio. A mão que não deixou o interior da roupa, astuta e sorrateira, mira a boca da pistola para o coroa sob os tecidos grossos e escuros que o pirata traja. — Meu parceiro se apresenta por ele mesmo. E tô com um interesse fodido nesse acordo. Claro, por vingança principalmente. — A respiração sob o colarinho tava abafada. Doppio estava tenso, como sempre fica nessas situações. Só não deixa aparecer. Tudo sob um maldito controle. Inferno.

O pirata dispensa alguns pontos das palavras do velho e se foca numa prioridade. O cabelo continua desgrenhado, agitado e pontudo. A expressão d'uma criança irritada, com um leve vislumbre da cicatriz. E seus olhos pretos como o fundo do mar. Profundos tanto quanto. Ugh, bizarro. — Fale-me da trupe; quantos são, onde se escondem, como lutam, onde encontramos esse tal tesouro, o que é esse tesouro, e... — Um clique de dentro das roupas. A arma estava preparada.

Cuidado com a porra da boca; foi um trampo do caralho conseguir esse possante.

Era só um aviso; Doppio travaria o revólver logo após a frase e voltaria a um estado menos emocionado. Uma última questão ainda o rodava a cabeça. — O que caralhos cê quer dizer com "deixar" a gente passar? — Ter mexido na arma o fez ter saudade das pequenas que tinha consigo há tempos. Se sentiu fraco, nu. Seria essa porcaria de arma o suficiente? Começou a pensar. Devanear sem fechar os olhos, sem perder a atenção no exterior; aos poucos, lembrando-se de mecanismos, aço, calor, planilhas... Precisava criar, e sua mente, aos poucos, o enchia de nomes de filhos, características, particularidades, funções, cores de quarto, berços personalizados, brinquedos especiais e o caralho a quatro.

Eu diria que tô com uma vontade fodida de transar.

Puta que o pariu.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio EmptySex 01 Dez 2017, 00:56


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Sobre as cartas, o psicopata notava que, comparado com as outras cartas que já havia visto, apenas isto. No corpo de seu antigo parceiro de pirataria, havia encontrado duas armas, uma branca e outra de fogo. A segunda, entregava para a criança, pois armas de fogo não eram de seu apetrecho e ficava com a espada. O atirador dizia algumas coisas como: “Eu não recuso desafios”, “Nós vamos atrás desses caras” e toda aquela baboseira um pouco melodramática. Ele também pedia para o tritão vasculhar os corpos e depois, joga-los no mar, não tinha nenhuma objeção. Nada havia sido encontrado, uma dica que ajudasse a encontrar o ou os “culpados” daquilo e Doppio parecia ainda querer aceitar o “desafio” proposto pelo artista. Ainda estava na dúvida das cartas e então, se assustava repentinamente, mas logo depois, retomava o foco e percebia um velho, ele parecia conhecer quem fez e até havia chamado os responsáveis por “Trupe”.

Um sujeito estranho, de idade um pouco avançada, estava encostado na embarcação e parecia ter conhecimento sobre os responsáveis, até dava um pouco da descrição do trabalho deles: - Esse é o perfil deles, matam e brincam com os corpos falecidos e a mente dos que permanecem vivos... Enfim, é triste, mas... Acontece! Triste? Para quem? **Ele deve achar que você se importa, com o que aconteceu com Uvogin e Arcangelo.** - Ele está enganado. Cochichava para si mesmo, respondendo sua plateia. O velho então, fazia o que já deveria ter feito antes, adentrava adequadamente navio a dentro. Ele parecia contar o que estava fazendo, antes da chegada do grupo no farol, o que pouco importava para Hynno, que fazia o clássico: Entrava por um ouvido e saia pelo outro. Quando ele começava a gargalhar, o espadachim torcia para que a idade o atacasse e as gargalhadas tomassem a vida dele. Ia morrer rindo, e Draguren iria rir da desgraça.

Finalmente, o velhote dizia o motivo de seu surgimento e parecia ser um senhor dos negócios, mas o que um velho teria para negociar ou barganhar com uma dupla de piratas e um peixe? Pulando a enrolação, o velho dava a opção de pegar a cabeça do líder da trupe e o tesouro dele e em troca, ele nos deixaria passar pelo farol dele. Ele pelo jeito, se denominava dono, o regente do local. Se a gente não aceitasse, segundo o velho, ele iria destruir a embarcação. Gostaria de vê-lo tentar. **Também gostaríamos, saca sua espada.** - Agora não, parece que o baixinho vai agir. Sussurrava para si mesmo, algo a maioria das vezes, corriqueiro. – Sou Draguren. Fazia uma curta apresentação para o velho, assim que, Panacotta havia feito o mesmo. Era uma ironia, uma pessoa que aparentava ser uma criança, negociando com o regente do farol. Quando ele havia dito que, estava interessado no acordo e que, vingança era um dos principais motivos, Hynno gargalhava. Vingança? Podíamos ser piratas e estar em um grupo, mas quem havia dito que, precisávamos vingar o membro que fosse morto? Suportar uns aos outros, já era uma benção.

A ideia do atirador, era de conseguir mais informações sobre a tal trupe da qual, o velho queria que a gente trouxesse a cabeça do chefe e retornasse com o tesouro roubado. Seu pulso parecia já melhor, mas a perna, era outra história. – Enquanto você escuta ele, me diga: Consegue dar um jeito na minha perna? Questionava o velho, apontando para a perna que o agente havia atingido com um salto. Se fosse lutar, precisaria daquela perna intacta. Agora, se ele não soubesse dar um jeito, isto é, ele não fosse médico, indagaria: - Conhece algum médico, pelo menos? Pois precisarei dela para fazer a minha parte, e uma perna machucada, não seria de muita serventia na investida. Cruzaria os braços e o fitaria, na espera de informações, tanto sobre sua perna, quanto sobre a trupe.






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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio EmptySeg 04 Dez 2017, 01:05



Narração


Os Corvos




Doppio de início não aprovava a maneira com que o velho chegara até então, porém, após alguns segundos de reflexão o baixinho viu ali uma boa maneira de conseguir o que queria. A maneira de resposta do atirador já demonstrava muito de sua personalidade. O velho soltava um leve sorriso irônico para a maneira de Doppio agir perante a ele.  — Você é um pé no saco para um cara tão baixinho, não é? — questionou o velho soltando uma larga risada — Sorte de vocês que não quero sujar minhas mãos, enfim a trupe é um grupo de piratas que vagam por aí, sem rumo, apenas se divertindo e causando o terror. Acho que vocês foram os primeiros alvos deles na Grand Line — falou olhando o estrago causado até então.

Enquanto conversava com Doppio, o velho analisava a maneira de Hynno se mostrar. Realmente ficava clara a falta de sanidade do espadachim, visto que ele cochichava com o vazio, para o velho. — Lamento, mas não consigo dar um jeito nisso — nem na sua cabeça — Mas, nas cavernas devem haver médicos. Há muito tempo não preciso cuidar de algum ferimento, mas lá moram uns seres aí, eles devem saber cuidar um dos outros... — falou jogando as cinzas molhadas do seu cachimbo e reabastecendo ele com fumo novo.

— Foi até interessante vocês falarem disso. Bem, a trupe está na caverna. Segundo o que ouvi falar, os nativos possuem um tesouro sagrado para eles, então sabe como é, loucos por aventura devem amar roubar algo sagrado para uma população. Eu já tentei pegar, não nego, mas enfrentar muitos guerreiros de uma só vez é bem ralado, preferi não me cansar... — informou o velho, deitando na borda da embarcação e dando uma longa tragada — Enfim, cheguem nas cavernas, cuidem do que encontrar lá, peguem a trupe, tragam meu tesouro e o resto podem ficar. Dizem ter algumas coisas bem interessantes lá... Enfim, até mais! Aposto que vocês não voltam vivos, haha! — falou rolando em direção ao mar e caindo as estranhas águas.

O caminho era bem limpo até as cavernas, que ficavam nas paredes rochosas da Red Line. Eram diversas cavernas que eram bem escuras. Sem iluminação, o grupo iria andar em meio ao desconhecido. Eram abafadas, possuíam muito eco e, por haver uma mudança de clima em seu topo, líquido pingava de sua parte superior, ritmado e agoniante. Logo em uma das paredes, poderiam ver uma espécie de rosto sorrindo desenhado com uma espécie de tinta vermelha.


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