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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 二 | Loguetown, o caminho para subir

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MensagemAssunto: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptyQui 02 Nov 2017, 19:10

二 | Loguetown, o caminho para subir

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Makaze Muramasa. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptyTer 07 Nov 2017, 19:39




旅の途中・一 / Viajando I


Finalmente velejando até a cidade prometida, com bastante dinheiro no bolso e determinação para ser um ótimo soldado (e assim deixar de ser soldado). Apreciaria a vista neste primeiro momento, já que o mar é uma das coisas incorruptíveis no mundo, a natureza por si só era incorruptível, e por mais que a humanidade podre viesse a contaminá-la, ela iria reerguer-se, não importa quanto tempo levasse. O mar servia para acalmar, para passar rapidamente o tempo, enfim… Para que sentisse a brisa marítima e deixasse tudo que acontecera em Shells, no passado.

Minha aparência não estava a das melhores, mesmo para um soldado. A barba estava grande, o cabelo todo desgrenhado e volumoso. Se algum civil me visse desse jeito, não seria impossível que pensasse que na verdade seria apenas um pirata disfarçado. Então andaria pelos cantos do navio, no estoque e nos aposentos, na cozinha e até onde ficavam os canhões procurando um barbante, uma corda, algo que iria usar para prender meu cabelo para trás e deixá-lo o mais apresentável possível, naquela situação. O que era importante na verdade, era passar uma boa impressão quando chegasse em Loguetown, para que não me vissem como um vagabundo qualquer. Precisava de status o mais breve que conseguisse, e assim faria meu nome aos poucos. Caso achasse a corda ou barbante, prenderia meu cabelo, para trás, deixando todo o volume na ponta amarrada para que minha testa ficasse bem à vista, e meus olhos também (ajudaria em combates, inclusive).

Após ter amarrado meu cabelo, procuraria por Axl e o pediria:

- Axl, você por acaso tem uma navalha aí? Precisava fazer essa barba. Se tiver, e se por acaso tiver algo algo pra auxiliar nisso, tipo uma loção, eu agradeceria muito - Caso ele não tivesse, procuraria pelo Tenente Warship para talvez conseguí-la, apenas pediria fazendo uma costumeira continência. Caso conseguisse a navalha, iria para o banheiro, pegaria um sabonete, caso não houvesse outro produto para deixar o processo mais fácil, molharia o rosto e passaria o sabonete ou o tal produto e começaria a cortar a barba na frente de um espelho, se ele existisse, se não, apenas iria cortando tateando o rosto para ver se haviam vestígios de pelos faciais.

Um típico dia que eu apenas estaria ficando mais apresentável para o QG.





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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySex 10 Nov 2017, 02:24



        As ondas quebravam no casco em um ritmo prazeroso, impulsionando o navio de tal forma que parecia estar ajudando aquele pequeno brinquedinho, dentro de sua imensidão, a chegar o mais rápido possível ao destino. O barulho, o cheiro característico das águas salinas, a brisa marítima que sopra em direção à terra firme e todo o conjunto que só os filhos legítimos do mar, os marinheiros – afinal, piratas são criaturas bastardas e ingratas que saqueiam e dilatam os cortes doloridos de sua “mãe”, sem a mínima intenção de estancar a sangria, muito pelo contrário, colocam-na a venda e, em seguida, enchem seus copos imundos de rum para comemorar suas barbáries -, podem conhecer, apresentava-se no castelo de proa, bailava no convés e se despedia no tombadilho, ciclicamente. Aquilo duraria por um bom tempo para o desamor de uns e a excitação de outros.

         O dia, mais precisamente a parte da manhã, trazia um sol abrasador que vento nenhum conseguiria amenizar. Um céu limpo, azul e com pouquíssimas nuvens como se fosse um reflexo do mar e sua espuma, não combinava nem um pouco com cabelos volumosos e soltos. Assim, para além, é claro, da boa aparência frente aos civis, colegas de patente e superiores, Makaze tinha ali mais um fator a ser somado na sua procura por um barbante ou elástico que o ajudasse a controlar os fios.

        Procurou, então, nos lugares mais óbvios e – apesar de ter recebido uma encarada intimidante do cozinheiro chef do navio por ter entrado sem o mínimo de cuidado com a sua “crina”, palavras do taifeiro-chefe, perto da comida que estava sendo preparada – encontrou na cozinha um pedaço de barbante que lhe fora útil. Seguiu, já com as vistas livres, em busca de uma navalha que pudesse tirar-lhe o aspecto de soldado displicente. Passou ao lado de Axl enquanto andava pelo corredor do minúsculo dormitório e chamou-lhe a atenção, explicando o que procurava. O ruivo, debochado como desde que se conheceram, respondeu:

         - Iiiih...navalha? Eu até tenho duas e posso te dar uma, mas com uma condição... – o rapaz foi andando até sua cama no beliche que se assemelhava com prateleiras dentro do cubículo em que dormiam, sem deixar de falar - ... você vai ter que me pagar uma nova depois... ACHEI! – gritou depois de alguns minutos chafurdando em suas tralhas – voltando...você vai ter que me pagar uma nova e, caso tivermos algum teste para sargento, quero uma “forcinha”, eim! – brincou com a navalha mostrando a lâmina ainda com um brilho vistoso demonstrando que não fora usada – Relaxa amigo, é brincadeira... ou talvez não – gargalhou infantilmente.

        Já no fétido banheiro dos recrutas, soldados e homens com cargos insignificantes, Muramasa conseguiu barbear-se quase decentemente com o sabonete que, por sorte, não estava infestado de pelos faciais. O processo demorou mais do que o esperado e rendeu alguns pequenos cortes, em parte pela navalha, por outra pelo espelho trincado no vértice inferior direito, que não ajudava muito. Quando finalmente terminou, pôde ouvir o sinal sonoro que vinha do lado de fora. Não era um alerta de perigo ou cuidado, mas um aviso.

        Ao ar livre, um marinheiro anunciava a aproximação rápida de um navio, também da Marinha, por um megafone detalhando sobre uma possível interceptação entre as duas embarcações, o responsável por aquela divisão – outro soldado portava uma luneta e conseguiu identificá-lo por ele estar de braços cruzados em cima do canhão de cano triplo na proa – e pedia para que o Tenente Warship desse às ordens.

        Prontamente Warship determinou que fossem ao encontro do outro e que todos os presentes comparecessem para recepcionar o Capitão-Tenente Baldsan Dun, pois iriam colocar as naus lado a lado para uma pequena pausa na viagem. Como o Tenente era o oficial de maior grau na tripulação, já que se tratava de uma simples travessia de retorno a Loguetown, uma horda de marinheiros e poucos cabos apresentaram-se.

        Em poucos minutos, a distância foi encurtada e um simples salto trouxe um homem alto, negro, com cabelos pretos e ondulados, um nariz fino e comprido, uma barba bem feita, tatuagens em baixo dos olhos e um sorriso encantador. Um silêncio instalou-se por alguns segundos enquanto os subalternos mantinham-se em posição de sentido. Bruscamente, uma saudação calorosa rompeu aquela atmosfera:  

         - Baldsan, quanto tempo não nos vemos, seu inútil! – Warship parecia estranhamente confortável – Já estava achando que qualquer dia desses iria receber um pedaço da sua orelha pra provar que tinha sido sequestrado ou morto – gargalhou e ordenou em seguida à tropa – Descansar!

          - Você não terá essa sorte nunca, Warship. Ainda falta muito pra esse camarada aqui ser levado pelas águas negras. E você, continua um pseudo carrasco imprestável? – riu e provocou risadinhas contidas  – Pelo visto acho que não... Mas eu quero saber dos seus novos bichinhos de estimação. Onde estão?

         - Não abaixe minha moral assim, Dun... –
o Tenente suspirou e colocou a mão na testa – Voltem todos aos seus postos, apenas fiquem Axl e Muramasa... Vão, vão, vão!

         - Então foram vocês que chamaram a atenção de Warship, certo? –
disse Baldsan enquanto se aproximava de Axl e Makaze, parando os olhos negros e fundos nesse último – Bem, parece que este aqui é mais interessante do que o outro – olhou e sorriu com o canto da boca em direção ao ruivo – Estou enganado, Makaze Muramasa?

        Por mais gentil e amistoso que o homem parecia querer apresentar-se, era como se um estranho invólucro atrapalhasse toda a sua tentativa. Um bálsamo barato, talvez? Mas não podia ser. Era mais do que isso. Aquele homem trazia consigo um ar pesado, quase como chumbo. Seu sorriso era verdadeiro, suas palavras mansas, mas seu odor... Seu odor era metálico.


Baldsan Dun:
 

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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySab 18 Nov 2017, 22:09




旅の途中・二 - Viajando II


O clima não poderia estar melhor, tudo isso me deixava com um humor melhor que o normal (o que eu poderia chamar de ruim, então estava “bem”). Assim que achei o tal barbante na cozinha, esperando que não tivesse sido usado para amarrar linguiça ou algo do tipo. Não era nojo, apenas seria estranho. O taifeiro-chefe me repreendeu sobre a “crina” que tinha em minha cabeça que poderia contaminar a comida que todo no barco iriam comer. Ah, seria uma pena não é mesmo? Mas bem, a preocupação dele era inútil, visto que estava exatamente resolvendo este problema. E o tendo feito, fui procurar a navalha, primeiramente pedindo para Axl, que estava no dormitório. Axl, o vermelhinho debochado, me emprestou a tal navalha, com algumas “condições” que eu alegremente cumpriria se não houvessem problemas. A única parte estranha dessa brincadeira do meu parceiro foi a “forcinha” que ele pediu no muito provável teste de sargento que ele vai passar em Loguetown. Bom, não me importo de ajudar, desde que eu tenha essa ajuda de volta no meu. Em resposta a ele, apenas riria junto de sua gargalhada.

Após me barbear no banheiro dos soldados, nada higiênico diga-se de passagem, saindo com alguns cortes mínimos, nada de muito. Porém naquele banheiro… Era um pouco preocupante ter uma ferida aberta. Por menor que fosse. Então, muito de repente houve um som do lado de fora do navio… Alarme? Talvez. Deixaria minha espada a postos para sacar e cortar o que viesse contra mim. No convés, foi avisado que o alarme não era mais do que um navio da marinha vindo em nossa direção rapidamente. Fomos instruídos então a recepcionar a chegada do Capitão-tenente Baldsan Dun, que quando subiu ao convés do navio, mostrou sua imponente presença para todos ali em posição de sentido, eu incluso. Sabia reconhecer aquela forte personalidade.

O tenente parecia estranhamente confortável perto de um superior dele. Provavelmente muito amigos desde tempos atrás, não prestei tanta atenção ao papo que estavam tendo, mais aos trejeitos de Baldsan Dun, ainda estava intrigado em que tipo de pessoa era esse tal Capitão-tenente. Quando me dei conta, todos os marinheiros menos eu e Axl tinham voltado a seus postos e Baldsan estava em nossa frente, nos questionando

- Senhor sou apenas um soldado, senhor! - Responderia firme. Não queria me gabar, não queria fazer nada, se mostrar respeitoso e humilde era uma boa estratégia com esse tipo de gente.

Uma importante figura que insinuou que Warship focou sua atenção em nós… Bom, talvez seja verdade, afinal, eu queimei um pavilhão inteiro e quase matei muitos inocentes nesse incidente.





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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySab 02 Dez 2017, 23:42


        Baldsan pareceu satisfeito com aquela resposta. Um sorriso de lado e uma expressão difícil de decifrar encerraram aquela pergunta. Segundos de silêncio precederam um convite do Capitão:

         - Pois bem, vocês dois querem dar um pulo no nosso navio? – o tom era amigável, mas claramente tratava-se de uma ordem – Ouvi alguns boatos e acho que teremos mais um navio vindo ao nosso encontro e pelo que parece não são companheiros de farda...

        - Outro navio? –
interrompeu Warship – não estava sabendo de nada, Baldsan! Vou colocar meus homens a postos e...

        - Como sempre sendo afobado e esquisito –
disse o outro com uma tranquilidade que não condizia com o momento – Fique calmo, ok? Embarcação pequena; peixes pequenos. Nada que os dois não possam me ajudar, certo? – encarou os soldados – Vou pegá-los por alguns minutos.

        Assim como entrara, Dun deu um salto e retornou de onde viera. Virou-se e com um aceno de cabeça cumprimentou seu colega e amigo, tendo como resposta um sorriso da parte do outro. Axl não perdeu tempo e pulou junto rumo ao que os esperava.

        Era exatamente como o navio em que estavam, e deveria, afinal, eram todos da marinha. A grande diferença estava na tripulação que o homem tinha consigo. Um número reduzido de combatentes que faria um superior perder a guarda da nau em um conflito facilmente. Seria plausível pensar que o Capitão seja um pouco mais “liberal” ou até mesmo que eles tenham aproveitado a calmaria do trajeto até Longuetown dentro daquele cenário, pois se comportavam de maneira estranha, conversando alto, sentando-se em qualquer lugar, armados com espadas e espingardas e desfilando pelo convés como crianças... Enfim, assemelhavam-se a um grande aglomerado de delinquentes fardados.

         - Não fiquem impressionados com eles ou sintam-se acanhados – Baldsan dizia enquanto os três caminhavam por entre os vulgares soldados – São indivíduos singulares e um tanto quanto irritantes, mas em um conflito conseguem, indubitavelmente, mostrar a força que possuem.

        Enquanto ainda estavam na parte externa e já não era mais possível retornar a embarcação sob o comando de Warship com tanta rapidez, um novo sinal de alerta foi acionado. Dessa vez era notável que iriam enfrentar inimigos em alto mar. A movimentação começou a intensificar-se e, apesar de não haver nenhuma determinação expressa da parte do Capitão-tenente, já estavam se preparando para um embate. Axl parecia um pouco ansioso e não conseguiu se segurar; acabou sussurrando para Makaze:

         - Ei, acha que isso é algum tipo de avaliação? Vai ver ele e o tenente estão fazendo isso pra ver se a gente vai dar pra trás...

        Aos poucos, um pontinho marrom que despontava ao norte começou a ganhar forma. Decorrido algum tempo, um navio pirata fora revelado – não há muito que se esperar dessa gente, mas andar por ali com uma bandeira negra tão grande era a prova cabal da vaidade que os porcos do mar carregam – e parecia aproximar-se com uma velocidade maior do que anteriormente. Tiros eram disparados pelos inimigos, entretanto, pareciam não mirar na tripulação de Baldsan, na verdade, suas munições eram gastas em direção ao céu. Uma atitude no mínimo imbecil, mas muito mais do que isso, era uma atitude extremamente suspeita.

        Já há poucos metros uns dos outros, o marinheiro que subira ao cesto da gávea, gritou:

         - Capitão-tenente Baldsan! São os piratas de Liha! Os piratas de Liha! A Capitã deles está a bordo! Liha está a bordo!

        Novamente Muramasa pôde sentir aquela sensação pesada vinda de Dun, que estava ao seu. Um sorriso insólito, uma áurea densa e a presença carregada do tenente intensificaram-se com o recebimento do aviso.

         - Vocês sabem o que fazer – decretou.

        Essas palavras foram suficientes para calar e acalmar aquele contingente irrequieto; excitados com a luta que estava por vir.

        Eis que surge o bando de Liha, uma moça muito bonita, de cabelos longos e loiros, estatura alta, pele alva e roupas antiquadas, típica dos bandidos da região, com a diferença de trajar na parte de cima uma blusa e capa brancas. Com os braços abertos e uma feição ingênua, a moça gritou:

         - Ora, quem são os dois pequenos, Bald-.

        Um tiro certeiro deu fim a frase da mulher e ao mesmo tempo deu inicio a uma mancha vermelha na branquitude singela que lhe cobria os seios. Com os olhos arregalados e um silêncio, literalmente, mortal de ambos os lados, o corpo de Liha caiu pesado sobre as madeiras de seu barco. Seus subordinados – que estavam em um grupo misto de 15 pessoas -  pareciam incrédulos e não conseguiam reagir.

        Aproveitando a brecha, Baldsan abaixou sua amada Flintlock vermelha com detalhes em dourado, levantou o braço direito em sinal de permissão para o ataque, olhou para o lado, em direção a Muramasa e o questionou em um tom muito sério:

         - Qual o seu conceito de justiça? Responda-me até o final dessa batalha.

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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySeg 25 Dez 2017, 16:30




旅の途中・三 - Viajando III


Baldsan Dun, sujeito peculiar, dava tensão até em aliados por seu porte e olhar ameaçadores, era de se imaginar o que ele fazia com seus inimigos. Eu e Axl recebemos a “sugestão” de embarcarmos no navio de Dun para lidar com problemas vindo em nossa direção. Natural a responder foi um “SIM SENHOR!”, seguido da nossa movimentação até o navio.

Estruturalmente era um navio padrão da marinha, mas os ares ali eram outros, a tripulação era totalmente diferente do que eu imaginava de marinheiros. Era como se tivesse voltado ao bar de Yakira, na minha infância. Pareciam um bando de arruaceiros, bandidos, a diferença é que vestiam branco e azul, as cores padrão da marinha. Nos foi dito para que não nos preocupássemos com a estranheza do pessoal, já que eles fariam um trabalho excepcional na hora da batalha. E falando nela, logo estaria se aproximando. Houve um sinal de alerta avisando do navio com bandeira negra estava se aproximando rápido, lançando tiros para cima...No mínimo suspeito.

Então é avisado a todos que eram os piratas de Liha… Nunca nem ouvi falar, mas pela tensão que tomou os corpos da tripulação e principalmente da aura que Baldsan Dun emanava, percebi que algo havia acontecido. A mulher, linda com seus cabelos longos e loiros, perguntou de mim e de Axl, provavelmente, o que me deixou intrigado quanto a proximidade dos dois, por mais que de lados opostos da justiça. E falando em justiça, Dun não deixou que sua frase terminasse sem atirar, sem pestanejar, no peito da mulher, que caiu com suas roupas manchadas de sangue, deixando um silêncio pavoroso tomando conta do mar. A mão do Capitão-tenente levantou, dando início ao ataque contra o bando, e com isso o nervosismo pegou Axl de vez, perguntando se era algo que ia nos testar… Bem, não conseguiria respondê-lo, estava igualmente nervoso naquela situação, e agora muito mais. O capitão-tenente se dirigiu a mim, antes de partirmos para cima do bando, perguntou-me qual o meu conceito de justiça, e que deveria responder até o fim da batalha. Responderia com uma hesitante continência, sacaria minha espada e abordaria o navio. Aquilo estava estranho demais.

Não usaria o fio da espada, faria questão de utilizar somente o outro lado da lâmina. Senti como se esse não fosse o momento para mortes. Avançaria pelo flanco esquerdo dos piratas e atacaria sempre que possível o abdômen com toda a força dos meus braços e utilizando da velocidade para maximizar, a fim de deixar meus alvos inconscientes. Se ficasse muito cercado no meio da baderna, iria me esquivar abaixando e dando pulinhos para trás, e depois das esquivas, me esconderia entre os aliados para confundir os piratas e voltaria pelo flanco direito dos piratas, utilizando da mesma estratégia, repetindo até que eles estivessem todos liquidados.

Ao final da batalha, se tivesse chegado ao final, responderia ao Capitão-tenente, em posição de sentido.

- Senhor, meu conceito de justiça está atrelado à sobrevivência. Cada um aplica seus próprios métodos para conseguir viver, eu não fui diferente. E não hesitaria em matar em nome da minha justiça, porém eu sinto que posso discernir entre matar pela justiça e matar por simplesmente julgar necessário  - Responderia em um tom normal, sem querer ser rude ou algo do tipo, apenas sendo firme.

Se aquilo havia sido um teste de Baldsan Dun para nós, sinto que eu não iria passar nele.





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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptyTer 26 Dez 2017, 23:07


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O sinal de Baldsan foi o suficiente para começar o ataque e, em conjunto com os marinheiros do navio em que estavam, Makaze e Axl dispararam em direção ao combate. O cenário era caótico: fragmentos de madeira voavam aos ares devido aos diversos disparos entre os combatentes e o navio balançava loucamente devido a danos estruturais que recebeu durante a colisão das embarcações, tornando sua vida útil curta. Na sua frente Makaze conseguia ver alguns piratas preocupados em cortar as cordas que prendiam as embarcações uma a outra e os demais se ocupavam com os diversos marinheiros que entravam abruptamente no barco. Assim que o espadachim pisou no barco um pirata veio correndo em sua direção, com espada em punhos, mas um estouro súbito de trás de você é ouvido e ele cai morto aos seus pés. Olhando para trás é possível ver Axl com a arma ainda fumegante dando um leve sorriso de canto de boca e virando-se para outros atacantes, continuando sua saraivada de balas. Muitos sons e vozes eram ouvidos ao redor, piratas tentando gritar ordens e estabelecer algum tipo de estratégia enquanto os disparos e o tintilar de aço tornava todas as informações difusas e incompreensíveis.

Axl: -  Cara, eu não acho que isso seja um teste! - Ele gritava para você enquanto tentava se defender e atacar ao mesmo tempo, sempre mantendo uma distância respeitável para não ser pego desprotegido. Nos poucos segundos que ele para para recarregar ele aproveita para dizer mais algo, embora o sentido completo fique obscuro pelo barulho do combate - Avan-... Eu-... você!

É neste momento que o espadachim enfrenta seu primeiro adversário. De forma desesperada um pirata brande um machado em sua direção mas um movimento rápido de Makaze torna possível desviar do golpe acerta-lhe uma poderosa pancada com sua espada na costela do atacante, fazendo-o cair de joelhos tentando recuperar seu fôlego. Sem dar-lhe quase nenhum tempo de respirar um segundo atacante investe na sua direção mas é novamente facilmente esquivado e nocauteado com uma pancada na costela, caindo aos seus pés. O terceiro ataque, porém, é o que o pegaria desprevenido. Vindo do mastro um pirata pula sobre o espadachim com uma adaga em mãos e é capaz de desequilibra-lo, quase o derrubando pela lateral da embarcação. Ele por sua vez cai na sua frente e com um rolamento ágil põe-se em posição de combate, segurando a faca à frente do corpo. Os contra-ataques que ele havia realizado até então haviam sido muito bem-sucedidos devido a sua preparação, mas agora tinha perdido sua postura de combate e o pirata investia rapidamente, a faca em uma posição pronta para ser cravada entre suas costelas, exigindo uma resposta rápida. Uma observação rápida tornaria possível avistar que o comandante Baldsan ria alegremente com a carnificina da segurança de seu navio e seu companheiro, Warship ficava analisando o conflito e gritando ordens de ataque, tentando acabar com a ameaça pirata. Muramasa também não podia deixar de notar que muitos dos seus inimigos ainda se mostravam chocados e seus olhos eram atraídos ao comandante Baldsan ou ao corpo de sua capitã, incrédulos com o desencadear dos eventos.

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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySab 06 Jan 2018, 17:54




旅の途中・四 - Viajando IV


A marinha, seu principal objetivo não era matar, pelo menos não se não fosse caso de risco excessivo, ao que eu achava. Eu de fato não me importava tanto com humanos além de mim, mas queria manter algo como uma imagem para o o capitão e para o capitão-tenente. Eu já havia feito um massacre de piratas no porto de Shells, o que me impedia de fazer mais um agora? Largaria minha postura de querer apenas prender os piratas, trocaria para o lado cortante mais uma vez, muito reconfortante por sinal. Estava pronto para fazê-los sangrar.

Tudo foi perfeitamente como imaginei, as esquivas e tudo mais. Tirando a proteção de Axl quando eu estava necessitado. Seguindo o que ele havia dito, avancei o máximo que podia derrubando os piratas que avistava, menos um que acabou me pegando de surpresa vindo do mastro. Nesse momento já sentia meu nariz muito melhor, o que poderia me deixar totalmente focado na batalha e no oponente à minha frente. Um daqueles tipos rápidos, chatos de lidar, mas não impossíveis. Analisaria bem o seu comportamento, e baseado nele, agiria de forma equivalente.

Se ele fosse do tipo de vir pra cima atacando, faria questão de esperar o máximo possível para que surgisse uma brecha em sua investida. Provavelmente seriam ataques muito rápidos e curtos, considerando sua arma, logo iria me distanciar aos poucos, tentando aparar os seus ataques com a minha própria lâmina e caso houvesse a oportunidade de desarmá-lo com essa estratégia, após isso, golpearia de forma certeira seu torso na diagonal e o chutaria em direção a algum outro pirata para que desequilibrasse e algum companheiro conseguisse terminar o seu trabalho

Se fosse do tipo que fica esperando para contra-atacar, ficaria na espreita de algum conflito acontecendo nas minhas costas, e tentaria ficar a uma distância segura do pirata, de costas pra ele, porém, e faria uma finta no meu opontente. Atacaria de forma totalmente planejada para que fosse repelida ou evitada, logo não colocaria tanta força no golpe e assim que o gatuno viesse para terminar com minha vida, desviaria para a esquerda e viraria em guarda para vê-lo possivelmente acertar o seu companheiro, ou no mínimo ficar atordoado e confuso sobre o que fazer. Aproveitaria essa brecha para finalizá-lo com um golpe na diagonal pelas costas.

A qualquer instante poderia vir uma investida de algum lado, era uma batalha afinal. Por isso sempre ficaria atento ao meu redor para poder desviar de ameaças a minha vida.

Caso a batalha acabasse, me dirigiria para o capitão-tenente Baldsan Dun:

- Senhor, meu conceito de justiça está atrelado à sobrevivência. Cada um aplica seus próprios métodos para conseguir viver, eu não fui diferente. E não hesitaria em matar em nome da minha justiça, porém eu sinto que posso discernir entre matar pela justiça e matar por simplesmente julgar necessário  - Responderia em um tom normal, sem querer ser rude ou algo do tipo, apenas sendo firme.

Uma viagem como essa eu sinceramente não estava esperando. Ver sangue não era um dos meus objetivos no momento, mas a vida é traiçoeira e nos faz ver várias coisas em momentos inoportunos, e não seria a última vez.





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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySex 19 Jan 2018, 15:32




Uma boa luta


  Muramassa estava percebendo que ser marinheiro também tinha suas obrigações, deveres ou algo como moralidade, matar ou não matar, a realidade é que todos conseguimos justificar nossos atos por um bem maior, ou seja, nós mesmos, mas e como organização e como membro desta organização, como o protagonista iria achar a resposta era algo que teria que buscar.

  Entretanto filosofia é uma coisa, realidade é outra coisa bem diferente, como dizer para um guarda que é errado matar um bandido quando é a vida do guarda que esta na zona de perigo? Como criticar um soldado em meio a guerra que matou pessoas que também o queriam matar e mais, matar crianças e mulheres que ele também estava protegendo?

  Murasama logo vira sua espada para o lado cortante e atacava os piratas, não era apenas uma questão de prender, mas de por fim a uma vida que carregava consigo sangue de inocentes. Entretanto essa mudança não passou desapercebida por seus superiores e inclusive um olhar um tanto mais prazeroso que o espadachim fazia foi percebido, mas isso era contra as leis?

  Logo abriu o caminho e percebeu um inimigo talentoso, um homem que sabe usar sua arma tão bem quanto o marinheiro, um adversário que tinha velocidade e estratégia e logo percebendo que o Makaze também era um estrategista o gatuno simplesmente fez o que fazia melhor, saiu da frente e começou a matar outros marinheiros com ataques velozes e sempre pelas costas, a pequena lâmina não parava de procurar uma nova presa, mas Muramasa percebia que ele estava sempre com um olho nele, esperando talvez o momento certo de atacar.

  - Muramasa! - gritou o atirador. -  Pega aquele filha da puta,
ele é rápido demais para que eu passa atingir ele sem criar riscos para nossos homens. Te dou cobertura.


  A batalha se tornava mais intensa, alguns piratas saiam de buracos como ratos, mas lutavam com muita vontade e não pareciam estar se acovardando diante da marinha, pelo contrário, pareciam animados, quase como se tivessem a vitória nas suas mãos.

  Um grito foi ouvido, era ninguém menos que o capitão-tenente Baldsan Dun, ele lutava com um homem de moreno forte, um boxeador e parecia que ele havia acertado em cheio o capitão, sua auxiliar lutava contra um espadachim, com uma espada diferente, de lâmina ampla e curvada. Agora estava certo, esse bando de piratas não eram simples.

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MensagemAssunto: Re: 二 | Loguetown, o caminho para subir   二 | Loguetown, o caminho para subir EmptySab 20 Jan 2018, 19:59




旅の途中・五 - Viajando V


A estratégia de não matar ou não ferir seriamente tinha sido completamente abandonada por mim, já não me importava mais, só iria livrar os mares daquele bando, era o que tinha em mente.

O rapidinho que desceu em mim não era idiota, não veio pra cima como se fosse um bárbaro, era no mínimo mais esperto que alguns ali. Investiu para cima de outros marinheiros, tentando me atiçar a ir para cima, e claramente assim eu faria, Axl garantiu minha cobertura e faria questão de confiar nele, não tinha muita opção. Respiraria fundo e correria, seguindo de uma distância segura o gatuno, o atacando pelas costas o mais rápido que pudesse, esquivando de possíveis ataques seus que pudessem ser direcionados a mim de surpresa. Miraria o meio de suas costas sempre, e caso acertasse, finalizaria na cabeça sem pestanejar, ele poderia causar baixas demais. Tomaria cuidado também com a linha de tiro de Axl que poderia muito bem entrar no meu caminho sem intenção.

O tenente-capitão Baldsan, por mais que pudesse ter sido atingido, não parecia um homem de fraquejar. Um homem que colocava apreensão mesmo nos seus companheiros de organização não era homem de perder uma batalha contra um bando pirata, já que essa era a sua função, combatê-los.

Observaria, assim que possível, como estava o andamento da batalha para o lado da marinha. Quantas baixas tivemos e quantas baixas eles pareciam ter sofrido. Além de, claro, me esforçar para que essas baixas deles só aumentassem. Dependendo da quantidade de piratas e marinheiros ali dentro, se fossem mais piratas, procuraria um barril com óleo ou pólvora dentro do navio do bando e verificaria a quantidade dando um pontapé e vendo seu balanço. Se fosse útil, tentaria rolá-lo até o meio do navio, faria um sinal com a espada para Axl e gritaria.

- DÁ PRA FAZER UM FOGO! - E observaria a reação de Axl e de quaisquer outros marinheiros que foram na abordagem. Se eles começassem a voltar para o navio da marinha, seguiria, em direção a axl, deixando o barril furado, escorrendo o óleo ou deixando a pólvora à vista, e assim que o último marinheiro estivesse no navio, perguntaria diretamente pro capitão, apontando para o barril.

- Capitão? Suas ordens? - Falaria com um tom calmo e persuasivo, como se tudo tivesse sido perfeitamente esquematizado, coisa que eu mesmo sabia que era uma mentira, mas não faria questão de espalhar isso pra todo mundo ali, só eu devia saber.



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