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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Weapons for Life!

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MensagemAssunto: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptySab 21 Out 2017, 17:25

Relembrando a primeira mensagem :

Weapons for Life!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kincaid Lightbeam. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyTer 28 Nov 2017, 14:17

OFF:
 

As balas estavam comendo por todos os lados, Kincaid havia sido alvejado 3 vezes, mas também havia acertado um tiro em cheio no seu alvo. Agora só restava ele e mais um inimigo de pé, ambos armados e prontos para atirar.

Kincaid estava com um ferimento sério na coxa o que o impedia de correr, ele não tinha mais a opção se fugir, nem mesmo nadar era um opção, com aquela perna ferida e sangrando ele além de ter muita dificuldade, poderia atrair predadores.

Estava claro o que precisava ser feito, ele tinha que abater o último marinheiro para garantir sua sobrevivência. Kincaid não queria matar aquele homem, mas bem, ele deu uma chance a eles quando tentou rendê-los não foi? No exato momento que o homem caído gritou, Kincaid cerrou seus olhos e focou em seu oponente e viu ele fazer o mesmo. O momento era agora.

Kincaid não poderia correr, mas ainda poderia se tornar um alvo mais difícil deitando-se no chão, por isso sua primeira ação não seria uma ação de ataque, e sim uma ação de defesa, ele se jogaria no chão aproveitando o balanço do navio para cair de forma segura e então, no chão ele efetuaria seu disparo mirando no tronco de seu inimigo para ter certeza que iria acertar. Dispararia 3 vezes para ter certeza que acertaria seu oponente e o abateria de uma vez por todas sabendo que sua arma atual era fraca e costumava deixar seus inimigos vivos. Durante sua ação de queda é claro, Kincaid tomaria o cuidado para não cair perto do marinheiro que estava no chão para evitar que este o atrapalhasse com uma tentativa de desarme ou mesmo um golpe para desfocar sua mira.

Histórico do Kincaid Lightbeam:
 
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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptySex 01 Dez 2017, 14:47



Narração


A Soberania do Mar



A situação estava séria para o rapaz. O sangramento escorria por sua perna até pingar no piso da embarcação, que chacoalhava de maneira incessante. Era algo a se preocupar para o pior dos pilotos e navegadores, ora, uma embarcação sem controle algum em pleno mar era um presságio certo à morte. Ao balançar mais brusco, o embate iniciou-se. Com sua estratégia traçada, Kincaid buscava surpreender seu oponente. Em contrapartida, seu adversário tentou o básico da maneira mais efetiva que podia.

Saltando ao solo, o rápido atirador buscou aproveitar-se dos balanços incompreendidos da embarcação nas ondas selvagens. O mínimo que qualquer espectador podia dizer era que o rapaz era irreverente. O seu oponente rapidamente disparou, mas tal ação foi completamente errada, o projétil ressonou o ar muito longe do alvo. Caído, o rapaz disparou pela primeira vez. O balanço do mar fez com que o inimigo perdesse o equilíbrio. O disparo que antes era certo, agora acertava o ombro do marinheiro, que urrava de dor, mesmo sabendo que não havia tempo para isso.

Sem tempo para perder, ambos os atiradores — em suas respectivas situações — deram continuidade ao enfrentamento. O sangue na perna de Kin agora aumentava seu fluxo devido ao impacto no músculo contraído durante a queda, mas isso não o impossibilitou de prosseguir sua sequência de disparos. Dois disparos, dos acertos. Ambas as balas se cruzavam em momentos quase síncronos, porém os resultados de ambas eram diferentes. Caid conseguira por sorte, ou talvez habilidade, acertar os dois disparos que pretendia. O primeiro, acertou o braço do marinheiro, braço esse que o mesmo utilizava como base de postura.

Acertando o braço base, Kin induziu o seu inimigo ao erro de disparo, dando mais uma brecha para o rapaz disparar novamente, dessa vez de forma precisa e letal. O projétil atingia o olho do marinheiro que caia, exaurindo sangue por sua face. Mas, antes disso, antes de ver o projétil vindo em sua direção, lentamente, ele preparava outro disparo. Quando jovem, ouvira que, a morte chegava após a lentidão de todo o mundo. Era a sua hora que estava vindo? Sua morte não podia ser evitada? Antes que chegar a conclusão óbvia, a resposta foi dolorosa.

No exato instante que, a bala vinda da arma de Kin adentrava em seu rosto, de sua arma partia outra que, de maneira certa, porém disparo errado, atingiu a orelha de Caid, decepando parte dela. A tentativa do marinheiro de prolongar sua vida era nula. O terceiro disparo de Kin sacramentava sua morte, porém esse embate causava consequências duras para o rapaz. A dor era intensa em sua orelha, uma dor que atordoava até seus sentidos. A perda de equilíbrio era inevitável, por mais que não fosse irreversível, naquele instante o zunido do disparo o incomodava por demais, todavia sua missão havia sido concluída com sucesso.

Os marinheiros restantes viam aquela situação atônitos. Seu companheiro por anos, desde o ingresso até então, estava ali, morto a sua frente. A reação era lenta, porém a intenção era a mais brutal possível. Procurando um desafogo chamado arma, o marinheiro mais próximo não pensava mais como um oficial, era um animal acuado após ver um amigo morto. Seus dedos tremiam mais que varas verdes em uma tarde litorânea, porém não mais que o seu coração. A dor de perder um amigo era imensurável.

Se erguendo, ele tinha a sua frente o cenário ideal para dar fim a vida do homem que matou seu amigo, entretanto, ao se erguer, o que ele avistou o assombrou mais que a cena mortal que havia presenciado. Lentamente aquela embarcação caminhava diretamente de encontro para um amontoado de pedras que estava ali, em meio ao imenso azul do mar. Surpreendente tudo ao seu redor ficou lento. O que acontecia ali? Se questionava, mas, o que era estável logo pereceu a soberania fluvial. O choque levou todos ao mar, o que era totalmente azul, agora era manchado pelo sangue dos feridos. Tentar voltar e respirar foi uma tentativa que foi falha por ambos, que apenas afundaram, perdendo a consciência lentamente... Até dormirem.

Explicações:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyDom 03 Dez 2017, 21:57

A batalha havia sido violenta, mas mais violento ainda foi seu desfecho que por capricho do destino decidiu afundar o barco onde Kincaid estava jogando tanto o atirador quanto seus inimigos feridos no oceano. Kincaid estava muito ferido e não conseguia reunir forças para nada, sentiu seu corpo sendo arrastado para o fundo das aguas, o sal ardia em suas feridas mas a dor não era suficiente para ajudá-lo a ficar acordado.

A água invadia seus pulmões sufocando-o e logo sua consciência começou a abandoná-lo, sua mente ia mergulhando na escuridão ao mesmo tempo que seu corpo também fazia o mesmo mergulhando na escuridão oceânica daquelas águas turbulentas.

Kincaid agora estava desmaiado e dentro de sua mente seu cérebro ainda vivo trabalhava levando-o agora para um mundo de sonhos onde lembranças tristes assumiam o papel da realidade.

O atirador agora se via acordando em sua pequena cama dentro de um navio todo metálico, ele conseguia escutar os sons dos motores trabalhando a toda velocidade e a voz de seu pai gritando comandos de navegação para sua mãe.

Kincaid saiu para fora da cabine e viu seu pai usando uma armadura estranha e trabalhando no convés do navio, sua mãe estava em outra parte do navio e se comunicava com seu pai através de um rádio.

- Pai por que estamos fazendo isso? - Perguntou o jovem garoto de apenas 6 anos.

- Filho nós precisamos fugir da Marinha, eles querem nos pegar. - Respondeu o homem olhando para Kincaid com uma expressão amigável. - É melhor você voltar para a sua cabine. - Continuou.

- Mas pai, eles não caçam os homens maus? Por que eles estão atrás da gente? - Perguntou Kincaid.

- Porque muitos homens na Marinha são homens maus também, eles querem o papai e a mamãe pra trabalhar pra eles. - Respondeu o pai de Kincaid.

Nesse a voz da mãe de Kincaid pode ser ouvida pelo comunicador.

- Eles estão chegando! Rápido, leve Kincaid para o escape pod! - Dizia a voz gritando no comunicador.

- Você ouviu sua mãe, venha rápido. - Disse o homem agarrando o filho pelo braço e o levando apressadamente até a parte interior do navio, no porão onde um pequeno submarino estava pronto para partir.

Sem demora Kincaid foi colocado no pequeno submarino que tinha tamanho suficiente apenas para um tripulante.

- Eu não quero ir pai, quero ficar com você e a mamãe e ajudar a fugir da Marinha. - Protestou Kincaid enquanto seu pai colocava o cinto de segurança e programava o computador para a rota automática até Torino Kingdom.

- Me desculpe filho, eu e sua mãe amamos muito você, não podemos permitir que a Marinha te pegue. Lembre-se, conhecimento é poder, você já é um de nós e a Marinha vai fazer de tudo pra ter nosso conhecimento e isso inclui você. Nunca permita que a Marinha ou ninguém abuse de seus talentos. Agora durma e lembre-se, nós te amamos. - Respondeu o homem em tom amável enquanto beijava seu filho na testa.

Mesmo com os protestos de Kincaid que tentava se livrar do cinto, o submarino foi fechado e um gás sonífero especial colocou o jovem para dormir. Aquela foi a última vez que ele viu seu pai.

Kincaid agora estava novamente imerso nas trevas de sua consciência, estaria ele morto?

Histórico do Kincaid Lightbeam:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyQui 07 Dez 2017, 18:40



Narração


Salvadores da Pátria



Após uma turbulenta viagem, Kincaid estava mergulhado em seus devaneios pessoais mais do que estava nas águas selvagens do oceano. Vagando pelas águas, prestes a partir dessa para uma outra situação, pior ou melhor, o rapaz foi salvo. Mal sabia ele que aquele salvamento seria a sua sentencia daqui para a frente. O seu futuro havia ficado nas mãos de alguém que, sem ao menos conhece-lo, o salvava de afundar no profundo oceano.

Ali estava o rapaz, acordando de um longo período desacordado. Próximo a ele estava um velho senhor, encapuzado falando com alguns marinheiros. Era um local pequeno. O rapaz estava deitado no que parecia uma espécie de sofá, desarmado e com seu corpo totalmente dolorido, além de haver resquícios de água em seus pulmões, o que poderia atrapalhar sua fala ou respiração. Junto a ele havia uma garota com os seus dezesseis anos, que demonstrava total desprezo com toda aquela situação. Tanto ela quanto o velho estavam com sobretudos já desgastados.

— Vovô, não precisa explicar nada. Deixa esse cara com os marinheiros e vamos, eles resolvem isso! — bradou a garota, bufando ao fim. O homem sentia-se envergonhado com as duras palavras da jovem, porém ainda persistia dialogando com os marinheiros. — Não, não sei de nenhum assassinato de marinheiros, só encontrei esse homem ferido, ele... É um conhecido meu, tenho certeza que ele não fez nada! — relutava o experiente homem em frente a decisão imponente dos oficiais, que relutavam também, querendo investigar o rapaz. — Pronto, ele está acordando. Vamos interroga-lo. Dependendo de suas respostas, o liberamos, ok? Agora com licença, tenho trabalho a fazer... — falou o marinheiro se aproximando de Kin — Bem, vou direto ao ponto. Você sabe de algo a respeito de marinheiros que estavam em pleno mar perto de Torino?

Garota:
 

Velho:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptySex 08 Dez 2017, 10:16

Nas trevas de sua consciência, Kincaid acreditava que estava caminhando para a morte, ficou se perguntando se era assim que o outro lado era, uma escuridão imensa, infindável, onde sua consciência vagueava sem rumo ou propósito.

Naquele sonho negro ele começou a ouvir vozes, a princípio eram sussurros ininteligíveis, mas a medida que ele prestava mais atenção neles ia percebendo também que estava despertando. Os sussurros foram se tornando mais altos e logo era possível entender o que eram aquelas vozes, Kincaid conseguiu compreender que eram as vozes de uma mulher jovem e dois outros homens, eles estavam discutindo alguma coisa. Apesar das dores e ferimentos, Kincaid conseguiu entender o que estava acontecendo, parecia que ele havia sido salvo e agora a Marinha queria leva-lo.

O garoto despertou finalmente abrindo os seus olhos e com o despertar veio o incômodo terrível de uma respiração dificultada por um pulmão cheio de água do mar impura e salgada. Não deu outra, Kincaid tossiu como jamais havia tossido em sua vida e essa crise de tosse denunciou a todos que ele estava acordado.

Os marinheiros, homens duros acostumados a lidar com bandidos, não perderam seu tempo e já foram logo se aproximando de Kincaid que ainda tossia, eles mal lhe deram tempo para respirar e se recompor.

Sem apresentações, a pergunta veio direto, como uma bala, Kincaid tomou fôlego e com certa dificuldade conseguiu controlar a tosse, olhou para o marinheiro e então se recostou onde estava descansando ali sem cerimônia, então forçou mais a tosse e levantou uma mão pedindo para o marinheiro esperar. Na verdade o que ele queria era ganhar tempo para inventar uma mentira, se ele dissesse a verdade, seria levado preso e executado, se ele mentisse, precisaria de uma boa desculpa para justificar seus ferimentos a bala que eram evidentes em várias partes do corpo. Então ele teve uma ideia.

Sim... Eu sei sim... coffe coffe... Eu estive lá, eu vi tudo, coffe coffe... Eu peguei carona com alguns pescadores porque precisava sair de Torino, mas eles eram homens meio... estranhos sabe? — Disse Kincaid entre tosses, agora fechando os olhos e falando com os marinheiros sem vê-los dando a impressão de alguém que estava muito cansado, e ele estava mesmo, quase havia morrido.

Eles não eram de muita conversa, pareciam nervosos, tensos, eu... coffe coffe... Não entendi bem o motivo de tanta tensão até a hora que aquele navio da Marinha apareceu. Então tudo ficou claro, os caras que estavam comigo eram acho que, contrabandistas ou piratas eu não sei bem. Mas eu sei que quando a Marinha deu voz de prisão para eles, eles tentaram me fazer de refém e dispararam contra os marinheiros. Os marinheiros atiraram de volta e foi ai que eu me feri. — Kincaid parou de falar por um momento, abriu os olhos e encarou os marinheiros com um olhar de raiva, estava naquele momento pensando na morte dos seus pais.

Depois de ser baleado pela própria Marinha, eu rastejei cheio de sangue até atrás de umas caixas, depois não vi mais o que aconteceu... coffe coffe... Eu só escutei tiros, gritos e sons de luta, de repente CRACK! O navio bateu em alguma coisa, eu cai no mar e agora estou aqui. Fim da história. — Finalizou em um tom sério e depois se recostou e esperou para ver a resposta dos marinheiros.

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Última edição por Kincaid em Ter 12 Dez 2017, 09:50, editado 1 vez(es) (Razão : Editando tom de cor das falas para facilitar a leitura.)
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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyTer 12 Dez 2017, 15:07



Narração


Azar



O jovem atirador não tinha muito tempo para pensar ou respirar, literalmente. As perguntas chegavam a ele de maneira que, inconveniente, era proposital para descobrir qualquer verdade que o atirador respondia. — Sim... Eu sei sim... — tossiu — Eu estive lá, eu vi tudo... — tossiu novamente — Eu peguei carona com alguns pescadores porque precisava sair de Torino, mas eles eram homens meio... estranhos sabe? — explicou o rapaz fechando os olhos de exaustão. Levantando sua sobrancelha direita, o marinheiro estava curioso com que o rapaz havia relatado. Olhando rapidamente para seu companheiro, que em contrapartida olhou para o velho e sua neta, ele voltou a questionar o rapaz. — Você sabe quem eram esses pescadores? Digo, alguma característica que podemos identifica-los? — questionou novamente o marinheiro.

— Eles não eram de muita conversa, pareciam nervosos, tensos, eu... — tossiu — Não entendi bem o motivo de tanta tensão até a hora que aquele navio da Marinha apareceu. Então tudo ficou claro, os caras que estavam comigo eram acho que, contrabandistas ou piratas eu não sei bem. Mas eu sei que quando a Marinha deu voz de prisão para eles, eles tentaram me fazer de refém e dispararam contra os marinheiros. Os marinheiros atiraram de volta e foi aí que eu me feri! — explicou Kincaid, voltando a si, demonstrando todo o ódio que sentia em seu coração por seus olhos, o que assustou os marinheiros brevemente, afetando seus semblantes sérios. O marinheiro que estava em pé distante de Kincaid lentamente se afastou da conversa e se escorou na mesa, apoiando suas duas mãos na mesma. O velho, cerrou seu punho, em seu interior ele receava o que viria por aí, naquela situação havia sido só ele que percebera no que estava se transformando toda aquela situação.

— Entendo... — coçou a cabeça, retirando seu boné, o marinheiro que questionava Kin — O que aconteceu com os marinheiros que estava no local? — persistiu o marinheiro, sendo interrompido pelo velho, incomodado. — Será que vai demorar muito, tenho que levar o garoto para tratar dos meus peixes, ele está me devend... — antes que terminasse de falar, o marinheiro que entrevistava Caid sacou uma pistola e a apontou para o velho, sinalizando com seu olhar para o mesmo calar a boca e deixar ele continuar. — Prossiga... — indicou o marinheiro, ainda apontando a arma para o velho. A garota estava assustada, porém, não deixou de procurar alguma maneira de fugir dali com seu olhar. Ela havia notado o rumo que aquela conversa estava tomando. O segundo marinheiro, notando a inquietação da garota, caminhou até o sofá onde a mesma estava sentada e, ao seu lado ele se colocou.

O velho se mostrou incomodado e contra a parede, Kincaid não tinha a percepção ideal para notar o que acontecia ao seu redor, mas aquela simples ação atrapalhava qualquer reação do velho o da garota, era uma guerra fria que acontecia naquela sala, fora da percepção de Kin, que certamente não entendia a questão abstrata que se instaurava ali. — Depois de ser baleado pela própria Marinha, eu rastejei cheio de sangue até atrás de umas caixas, depois não vi mais o que aconteceu — tossiu — Eu só escutei tiros, gritos e sons de luta, de repente CRACK! O navio bateu em alguma coisa, eu cai no mar e agora estou aqui. Fim da história! — explanou Kincaid, sobre — apenas — a pressão de ver o velho sendo ameaçado por uma pistola, a sua frente. Ao ouvir o que o atirador tinha para falar, o marinheiro já havia tomado sua decisão.

Horas atrás, antes mesmo do velho ser encaminhado pelos marinheiros que realizavam a ronda pelo mar, naquele pequeno recinto da Marinha, informações haviam chegado a eles. Três sujeitos haviam causado um massacre em um navio da marinha que estava velejando pela redondeza. Duas feras, como haviam sido descritas, haviam dizimado quase todos os tripulantes e roubado o navio, junto com o armamento que havia lá. Apenas um, um dos marinheiros havia fugido, o mais covarde deles. Nadando com as forças que restavam, ele conseguira sobreviver segurando e apoiando em um velho entulho, entulho esse ele ficou algumas horas.

Nesse tempo, o que o dito marinheiro viu estragara toda e qualquer tentativa de plano de Kincaid. As duas feras se encontravam com um velho e uma garota, que era mais nova que todos ali. Eles carregavam um rapaz com eles e o entregava para a dupla. Algo foi conversado entre eles e o velho ficou na responsabilidade do garoto, do rapaz que havia ficado no mar junto aos escombros. Assustado, o marinheiro remou com todas as forças que ainda restava, tinha de sair dali o quanto antes. Quanto mais se movia entre os escombros, mais ele avistava corpos boiando no mar. Eram marinheiros. Julgando que o rapaz também estava, ele afirmou em sua mente que o rapaz estava envolvido com os seus colegas. Mais assustado que nunca, ele encontrou um escombro que serviu perfeitamente de remo para ele chegar até outra embarcação que passava pelo local.

Mal sabia Kincaid, mas esse marinheiro relator já havia passado por ali e revelado toda a história. Mesmo sem ter visto o tal infrator, digo, infratores, Kincaid e Cia se encaixavam perfeitamente com as descrições, infelizmente. Unindo A com B, o marinheiro tomou a decisão após ouvir os fatos relatados pelo atirador. — Muito bem — sacou mais uma pistola e a apontou para Kin — Vocês estão presos por assassinato e massacre de oficiais da Marinha! — afirmou. Ao mesmo tempo, o marinheiro que estava ao lado da garota sacou uma faca e rendeu rapidamente a garota, antes mesmo do velho reagir. Kincaid estaca um um sofá. Ao seu redor, estava o marinheiro a sua frente, a garota sendo rendida mais distante, em diagonal a sua esquerda. Eram quase dois metros de distância para a garota. Um metro e meio para o marinheiro que estava a sua frente. O velho estava em uma diagonal a sua direita, cerca de dois metros e meio até ele, que estava a menos de dois metros do marinheiro a frente de Kin e mais de dois para o marinheiro que rendia sua neta. Um pouco atrás do marinheiro a frente de Kin, havia um móvel de decoração, uma espécie de “centro” onde estava exposto um símbolo da marinha feito de metal.


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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyQui 14 Dez 2017, 12:56

A situação era precária, aqueles marinheiros agiam como se Kincaid fosse culpado, não haviam acreditado em nada do que o atirador havia dito, e para piorar tudo dessa vez não era só ele que estava encrencado, o velho e a garota que haviam salvo sua vida também estavam. Kincaid precisava decidir suas próximas ações com muito cuidado, qualquer ato em falso não seria apenas a vida dele que seria perdida mas também a do velho e da garota.

No entanto mesmo os marinheiros tendo a vantagem da situação, a vantagem numérica era de Kincaid e seus companheiros, isso o fazia pensar que ou os marinheiros estavam esperando reforços ou havia mais gente lá fora, portanto, era preciso se livrar daquela situação rapidamente. Ir preso pela Marinha com uma acusação daquelas significava enfrentar a guilhotina.

Kincaid então bolou um plano, pretendia distrair o homem que o estava rendendo para dar abertura para o velho agir, afinal o homem tinha que prestar atenção em duas pessoas de uma vez só e era nisso que a vantagem numérica pesada em favor dos rendidos. Na mente de Kincaid a garota precisava ser libertada primeiro porque se ele e o velho atacassem seu companheiro ela poderia ser degolada pelo seu algoz.

Com esse plano em mente, o atirador se viraria para o homem que estava rendendo-o e então daria um sorriso e diria:

Eu não sei porque vocês estão prendendo esses dois, mas ok, eu admito que sou culpado dessas acusações. — Diria com um sorriso malicioso. — Com certeza serei sentenciado a morte, então porque você não abrevia tudo e puxa logo a merda desse gatilho, seu saco de bosta? — Diria essas ultimas palavras encarando o marinheiro fixamente enquanto encostava a testa no cano da arma, esperava conseguir com essa atitude suicida e temerária atrair toda a atenção para si deixando o velho livre para agir.

Por uma fração de segundo gotas de suor escorreriam pela face de Kincaid, ele não queria morrer e estaria se arriscando demais assim. Mas se tudo desse certo o oficial que o estava rendendo acabaria se distraindo abrindo margem para o velho agir e liberar a garota da faca. Se o plano desse certo e o velho agisse, Kincaid agiria junto e então aproveitando aquele momento rapidamente mudaria sua posição com toda sua velocidade jogando seu corpo e sua cabeça para trás buscando o encosto do sofá, usando o encosto como base levantaria as duas pernas e chutaria a barriga do homem que o estava rendendo com toda a força de suas duas pernas e coluna. A ideia era jogar o marinheiro em cima do símbolo da Marinha ao mesmo tempo que o velho atacava o algoz da garota.

Era um plano arriscado, se não desse certo Kincaid poderia acabar morto, mas era o melhor a ser feito para tentar salvar a garota.

Se o velho não fizesse nada, Kincaid também não faria nada e esperaria outra oportunidade para agir.

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyDom 17 Dez 2017, 12:33



Narração


Paciência



A espera em certos momentos era uma dádiva. Já diziam que o apressado comia frio. Tais ditados reforçavam uma ideia que só funcionaria se eles tivessem tempo para esperar. Se eles pudessem esperar. Não era a melhor das situações para ter paciência, Kincaid acertava nesse pensamento. A situação agora englobava mais pessoas do que apenas ele. Esperar não era uma possibilidade. A ideia que o atirador criara ali era bem honrada, porém não havia garantia alguma de sucesso. O que ele tentara salvar poderia muito bem morrer a sua frente. Esses riscos dificultavam quaisquer ações, porém, o rapaz não titubeou e persistiu com seu plano.

Distração. A ideia era simples. Distrair um dos marinheiros e assim tentar libertar a garota. — Eu não sei porque vocês estão prendendo esses dois, mas ok, eu admito que sou culpado dessas acusações — afirmou exibindo um largo sorriso malicioso, irritando o marinheiro que rendia a garota — Com certeza serei sentenciado a morte, então porque você não abrevia tudo e puxa logo a merda desse gatilho, seu saco de bosta? — provocou. Tomado por ira, o segundo marinheiro se descuidava por curtos instantes. Em sua mente, ele mesmo iria até o rapaz e o mataria. — Fique onde estar, Roger! — ordenou o marinheiro que apontava a arma para Kincaid — Mantenha a calma nessas situações!

Todos os planos são montados considerando todas as possíveis falhas, assim como todos os possíveis acertos. Naquele instante, na mente de Kincaid, aquele suor frio que escorregava pelo seu rosto era passageiro. O rapaz confiava na ação do velho, porém o mesmo se mantinha sereno, parado, sem demonstrar ação alguma. Olhando pela janela, o homem se mostrava mais preocupado com o que poderia acontecer fora daquele local. Qual era o motivo da sua calma? Kincai logo descobriria.

— Tarde demais... — sussurrou a garota. O marinheiro, sem entender, apenas olhou para ela e, antes de ter ação para alguma coisa, o punho da garota já adentrava em seu abdômen. O golpe era profundo e impedia o marinheiro de agir por alguns segundos, esses perfeitos para a próxima ação dela, que foi chutar a faca do homem, fazendo o mesmo se atacar, enfiando a lâmina em seu próprio pescoço. Esse era o gatilho que Kincaid esperava. Lento, por não imaginar que seria a garota a atacar o marinheiro e não o velho, ele deu início a suas ações.

Rapidamente, se apoiando no sofá, o rapaz chutou com seus dois pés o peito do atirador, que disparou. O projétil acertou o ombro de Kincaid, que por sorte havia mudado a trajetória acertando sua base. O impulso fez com que Kin girasse o móvel e caísse no piso, sagrando. O sangue escorria até o piso de madeira, já desgastado e, curiosamente, o rapaz se encontrava protegido, momentaneamente, de disparos. O sofá estava servindo de barricada para o atirador desarmado.

Ao tentar se erguer, um breve grito pode ser ouvido. Foi rápido e singular. Ao se levantar, Kincaid poderia ver o símbolo da marinha enfincado na testa do marinheiro, que estava de joelhos, apoiado no móvel que estava à frente do sofá. Estava morto. O sangue escorria lentamente, tocando o piso. Enquanto isso, o velho ajeitava sua roupa, enquanto a garota afastava o corpo do marinheiro do seu lado e se erguia novamente. — Essa foi por pouco... — destacou o velho, soltando uma breve risada, que poderia muito bem enganar alguém que não tivesse presenciado aquele assassinato. A garota, por sua vez, se mantinha séria. Ela avistava uma minúscula marca de sangue em sua roupa e isso a incomodou bastante. — Droga! Agora terei que trocar de roupa... A culpa é sua, vovô, foi inventar de trazer esse garoto! — reclamou a garota, indo em direção a porta.

A dupla então, como se não tivesse acontecido nada, seguiu até a porta. Se Kincaid resolvesse segui-los, eles iriam por uma rua, escondida da principal, era estreita e abafada. Eram diversas curvas, direita, esquerda e assim se repetia, alternadamente, até chegar a uma pequena casa, escondida. Ambos entraram ali, sem problemas. O velho, sabia que Kin estaria os seguindo, então não dificultaria o caminho do rapaz. Lá dentro, era uma casa comum, como qualquer outra. Havia um pequeno sofá na sala, assim como um armário com porcelanas de terceira categoria. A garota adentrava no interior do recinto, enquanto o velho guardava suas coisas ao lado do armário. — Por que você nos seguiu, rapaz? — questionou o velho.

Se resolvesse seguir por si mesmo, Kin poderia avistar três caminhos diferentes. O primeiro era o central. Lá Kin poderia caminhar se muita dificuldade. Alguns marinheiros passavam correndo por ele. Eram cinco, no total. Iam em direção ao QG do porto, local de onde ele veio. Ao longe, o rapaz poderia ver alguns turistas caminhando, sendo guiados por uma garota, que avistava Kin e o olhava por alguns instantes. Seguindo por esse caminho ele chegaria ao centro da ilha, onde havia um grande Quartel General, o central, que estava passando por uma reconstrução.

Seguindo o segundo caminho, o da direita, Kin não encontraria muitas pessoas e, o destino final seria uma taberna. Era um caminho com quase nenhuma saída. Uma vez no caminho, a direita estaria a floresta da ilha, onde haviam alguns animais e ao longe alguns exploradores. A esquerda, Kin iria chegar ao caminho do centro, que era a primeira opção. Perto ali, haviam mais residências e uma taverna, a Cervejaria do Bardo. No interior do local, a música rolava solta, diversos bêbados estavam visivelmente embriagados e um músico animava o local.

Seguindo o terceiro e último caminho, o da esquerda, Kin veria uma coisa curiosa. Absolutamente nada demais. Uma vez no caminho, a esquerda ele veria a floresta, tendo uma grande elevação no decorrer de sua extensão. A direita, ele voltaria ao caminho central. Algumas residências estavam ali, assim como um grupo de pessoas que vestiam a mesma roupa. Eles ouviam o que um homem mais experiente tinha para falar. Em suas roupas, estava escrito: Aprendendo Tudo. Se tratava de um experiente guia ensinando uma nova remessa de aprendizes sobre o funcionamento do negócio.

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptyDom 17 Dez 2017, 14:15

OFF:
 

O plano de Kincaid havia funcionado como ele previra, com uma certa modificação, mas o resultado havia sido o mesmo do planejamento inicial. Finalizado o combate e novamente livres a dupla composta pelo velho e a garota impaciente logo foi se deslocando para a saída. Kincaid tratou logo de segui-los, percebeu que o caminho era estreito e sinuoso com muitas curvas e mudanças de direção. Por um momento o atirador, que agora sangrava no ombro, pensou que a dupla estava tentando despistá-lo, mas logo mudou de ideia ao ver que o velho sempre se deixava visível na virada de cada curva.

Apoiando-se nas paredes e caminhando o mais rápido que podia, Kincaid tentava não perder o rastro do velho enquanto evitava chamar a atenção. Aquele ferimento no ombro poderia matá-lo, mas ele não tinha tempo para parar e descansar, a Marinha estava em alerta e com certeza lançariam patrulhas por toda a região.

Finalmente depois de alguns minutos o atirador chegou no que parecia ser o esconderijo da dupla, entrou sem bater, sem fazer cerimônia e assim que entrou mal olhou para seus prováveis salvadores e foi logo procurando um lugar para se sentar, viu o sofá mas decidiu se sentar no chão encostando as costas na parede, não queria manchar o móvel com seu sangue.

Por que você nos seguiu, rapaz? — Questionou o velho.

Kincaid ficou um tempo sem responder, não porque não queria, mas porque estava mais ocupado cuidando de seu ferimento tentando improvisar uma atadura. Tirou a jaqueta de couro que costumava vestir, depois a camisa preta que ficava por baixo, rasgou a camisa e com os trapos rasgados começou a enfaixar o ombro de uma forma desajeitada.

Porque você deixou e porque agora estou sendo procurado pela Marinha assim como vocês. —  Respondeu parando por um momento para usar a boca para segurar um pedaço do tecido. — Vocês são revolucionários e quero me juntar a vocês, já matei 4 marinheiros em defesa da causa de vocês, eu poderia não ter feito nada mas decidi me envolver por razões pessoais. Meus pais foram assassinados pela Marinha e minha família foi perseguida pelo Governo Mundial, aliás, eu também serei perseguido cedo ou tarde. — Respondeu ao mesmo tempo que terminava de fazer o nó em sua atadura que já começava a mudar de cor para o vermelho.

Kincaid se recostou melhor na parede enquanto usava uma das mãos para pressionar o ferimento sob a atadura, dali olhou para o velho e disse:

Me chamo Kincaid, minha especialidade é atirar nas pessoas. Fim da história. — Disse de uma forma breve, ora olhando para o velho, ora olhando para a jovem.

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptySex 22 Dez 2017, 23:02



Narração


Kincaid no Mundo das Desventuras




Toda ação tinha uma reação. Kincaid não sabia, ora, como podia saber, mas uma hora daquelas a Marinha já sabia do ocorrido. Marinheiros erem designados pelo líder atual da ordem ferrenha e cruel, a tal ponto de eliminar os assassinos sem piedade alguma. — Muito bem, homens! Nossos alvos é um rapaz de meia idade, mal-encarado, que está acompanhado de um velho e uma garota enjoada! Só temos essas descrições, então mantenham suas atenções ao máximo! Dispersar! — ordenou o sargento responsável por aquela missão.  

Se já não bastasse todo o caos causado pela dupla problemática, agora o sargento tinha que agir contra uma ameaça em sua ilha. O sargento Arnold não queria que o capitão Troy soubesse do que ocorria, já que o mesmo devia estar no mar, investigando a dupla caótica. Pensativo, ele olhava para o mapa da ilha. — Onde eles terão ido? Pense... Pense... — falava o sargento, martelando suas ideias e buscando a resposta do enigma. A porta então se abriu e por lá passaram dois marinheiros. Um era menor, mais novo, entrava com um grande caderno. A segunda, era uma marinheira que, de marinheira não havia nada.

— Swazer senhor, senhor, quer dizer, estamos aqui! Apresentando, Oficial Delaney se apresentando ao serviço! — informou o rapaz, batendo continência. O sargento Arnold Swazer era conhecido por sua rigidez. Brando Delaney era um prodígio oficial que, por ter poucas capacidades físicas, nunca destacou na academia. Porém, após demonstrar seu intelecto avançado, chamou a atenção de Arnold, consequentemente do Capitão Troy.

— Já era tempo, Delaney! Temos que achar esse trio... Bote seus neurônios para pensar! — bradou o grande homem. Com seus dois metros e cinco centímetros, o sargento intimidava por demasiado seus recrutas e até alguns superiores, menos aquela garota, que apenas olhava para toda a situação com desprezo. — E você, Katherine La’Cross, sempre com esse olhar morto? Mostre mais respeito com seu superior e seu colega! — reclamou o sargento.

A mulher, apenas bocejando, olhou para o sargento e voltou a fazer o que estava fazendo: nada. Kathe era um prodígio oficial, que, diferentemente de Delaney, esforçado, era preguiçosa, porém uma possuía instintos mais elevados que os demais. Suas habilidades em rastreio eram excepcionais e esse era o motivo por ainda estar na Marinha. Antes, era filha de um famoso caçador da Grand Line, mas agora era uma rastreadora da Marinha.

— Senhor! — bradou Delaney — Acredito que essa dupla esteja... Aqui! — afirmou apontando um certo lugar, nas estreitas mazelas da ilha. Kathe, dando uma breve olhada, apenas pegou suas coisas se saiu da sala. — Mas, já? Muito bom! Digo, vou mandar uma ronda para lá! — afirmou Arnold, indo em direção a saída do quartel. Enquanto isso, Delaney ainda pensava consigo mesmo um pressentimento que passava por si. — Acho que deve ser coisa da minha cabeça, pressentimentos é com quem não sabe usar a lógica para resolver seus problemas... — se gabou o rapaz, olhando para o mapa.

Kincaid, frente a frente com o velho, não se preocupou em responder seu questionamento. Desde o início da perseguição, o rapaz só tinha duas preocupações: achar o velho e cuidar de seu ferimento. Fazendo isso, de forma errada, o atirador apenas colocou um tecido a frente do ferimento, impedindo que o sangue sujasse mais suas roupas, porém o dano ainda persistia em seu membro. — Não vais responder, garoto? — questionou novamente o velho. Uma vez o ferimento tampado nada corretamente, Kin podia responder o que o velho lhe incomodava.

— Porque você deixou e porque agora estou sendo procurado pela Marinha assim como vocês. Vocês são revolucionários e quero me juntar a vocês, já matei 4 marinheiros em defesa da causa de vocês, eu poderia não ter feito nada, mas decidi me envolver por razões pessoais. Meus pais foram assassinados pela Marinha e minha família foi perseguida pelo Governo Mundial, aliás, eu também serei perseguido cedo ou tarde... — retrucou conferindo o que ele pensava ser um curativo para seu ocorrido.

O velho gostava do que ouvia, porém, sua neta não. Voltando de onde havia entrado, só que com outra roupa, ela trazia consigo uma muda de roupa para o velho. — Está vendo Alonzo? — reclamou ela, jogando as roupas para o velho — É isso o que os jovens de hoje em dia respondem para os mais velhos... E ainda querem aceitar esse garoto na organização... — reclamou, quando ia em direção a outro cômodo. O velho apenas ria, olhando para as suas roupas. — Não se preocupe, Marília, ele tem potencial, nunca erro quando vejo isso! — sorriu o velho — Mas, meu jovem, no que você é bom? — questionou trocando de roupa, sem problemas em ficar pelado a frente do rapaz.

— Me chamo Kincaid, minha especialidade é atirar nas pessoas. Fim da história! — curto e grosso, respondeu o atirador, retirando mais gargalhadas do velho. Uma vez com roupas diferentes, ele e a mulher se colocavam lado a lado. Parando para observar melhor, a garota que antes parecia jovem, agora não parecia muito. Eles conferiam se suas roupas estavam pronas e ajustadas ao seu corpo. — Muito bem, acho que conseguiremos disfarçar melhor agora... Ah, seu cabelo, meu bem! — falou ela, puxando o que era uma peruca. Por baixo, havia um cabelo ruivo, a barba também era falsa. Curiosamente, ali a frente de Kin estavam dois poderosos peritos no disfarce e enganação. — Pegue essa roupa! Não quero que você estrague nossos planos!

— Muito bem, acho que estamos prontos para partir! Logo eles chegarão por esses lados e não quero dar de cara com aquele Troy ou aquele Arnold novamente! — afirmou a mulher, encenando um arrepio ao falar os nomes. O velho, por sua vez se encontrava próximo a porta. — Eu tenho medo daquela perita em rastreio, não consegui enganar aquela mulher... Mulheres são muito perigosas... Mas, vamos! Se quiser ficar para trás, tudo bem, mas arque com as consequências... — falou o homem.

A dupla começava então uma fuga pelas estreitas ruas de Baterilla. As curvas eram distintas. Esquerda, direita, esquerda, direita, direita. Em certo momento, na terceira curva, eles davam de caras com Marinheiros ao longe. Rapidamente disfarçaram e seguiram em frente. Na última curva, ao longe haviam turistas visitando as ruas da cidade. O líder era um homem com um óculos escuros e camisa estampada, típica do verão. Ao avistar a dupla, quer dizer, o casal, ele mal esboçou reação, mas ao ver Kincaid ferido, olhou fixamente para ele, analisando-o. Quando passaram, ele pegou um rádio que possuía no bolso e falou algo.

— Enfim chegamos! — afirmou a mulher. A frente, cerca de dez metros, havia a placa “Battleresort”. Normalmente a dupla entrelaçou seus braços e caminhou em direção ao portão principal. — Pelo menos finja ser nosso filho... E desfaça essa cara emburrada! — ironizou o homem. A porta, a segurança dos locais havia aumentado após os acontecimentos na ilha. O fato de um marinheiro ter traído a organização era algo bem avassalador para a confiança geral. O interrogatório era simples, mas feito por todos. — Você é dessa ilha? — olhou o homem, de paletó e óculos preto — E esse ferimento? Não questione, são normas do estabelecimento! — afirmou.

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 3 EmptySab 23 Dez 2017, 16:27

OFF:
 

Depois com o breve diálogo com o velho a garota apareceu novamente e como sempre, abrindo sua boca para reclamar. Kincaid que até agora não havia tido oportunidade de falar com ela, dessa vez não se viu calado. A fúria subiu em sua cabeça e sua língua afiada entrou em ação.

Se você for ficar abrindo sua boca só para reclamar de mim o dia todo, porque não escreve tudo e publica um livro chamado: "Críticas e reclamações incríveis contra aliados novatos.".? Você está vendo esse ferimento aqui no meu ombro? — Parou um momento para apontar para o ombro. — Eu estou com essa buceta no ombro porque me arrisquei pra tirar a gente daquela maldita situação. E nem pense em me olhar com essa cara porque nada disso que está acontecendo é culpa MINHA! — Finalizou levantando a voz com raiva ao mesmo tempo em que ele mesmo se erguia com certa dificuldade.

Todos esses problemas que estamos nos metendo foi porque seus amigos foram descuidados e deixaram a Marinha rastrear o carregamento de armas e remédios. Eu só fui pego no meio disso tudo e agora estou aqui arriscando meu traseiro pra ajudar vocês. — Parou por um instante, lábios fechados e comprimidos, encarando a garota com tenacidade.

Que tal começar a falar coisas úteis? Pode começar me ensinando a melhor forma de sair dessa cidade antes que a Marinha nos rastreie. E a propósito, esse curativo que fiz foi só pra eu parar de menstruar pelo ombro, eu acredito que tem uma merda de uma bala alojada e vou precisar que vocês extraiam ela antes da gente fugir. Eu não vou ficar andando com essa buceta no braço pra cima e pra baixo. — Terminou sua frase caminhando com certa dificuldade até o sofá, ali se sentou agora sem se incomodar se iria sujar a mobília ou não.

Em seguida Kincaid removeu a atadura improvisada e esperou pelos cuidados médicos, caso estes não viessem, ele recolocaria a atadura praguejando contra deuses e demônios. Se cuidados médicos fossem providenciados, Kincaid morderia um pedaço de tecido para segurar a dor e não gritar.

Eu preciso de uma arma, vocês tem uma? De preferência alguma que possa ser usada com uma única mão. — Pediria na sequência. A arma sendo entregue ou não, Kincaid se moveria pela casa buscando uma faca, de preferência uma que fosse de cortar carne. Se encontrasse a faca a guardaria na parte de trás da cintura, nas costas.

Ele procuraria também roupas novas, as suas estavam úmidas de sal e manchadas de sangue, quem sabe até uma mochila. Escolheria como roupas, roupas coloridas e chamativas, procuraria um chapéu ou boné.

Em seguida beberia muita água e finalmente iria acompanhar seus novos e relutantes amigos onde quer que fossem.

Kincaid seguiu seus companheiros em silêncio e alerta, não conseguia ser como eles e andar de forma disfarçada. Quando percebeu que estava chamando atenção era tarde demais, um homem de preto com um rádio na mão se aproximava dele, olhos fixos em seu ombro machucado, foi então que notou que o sangue havia vazado pela roupa nova.

Você é dessa ilha? — Perguntou o homem.

Kincaid respondeu apenas acenando negativamente para ele com o gesto universal com a cabeça.

E esse ferimento? Não questione, são normas do estabelecimento! — Questionou o homem de forma mais dura, parecia claramente desconfiado e provavelmente já havia avisado outros seguranças. Kincaid sabia que estava sendo observado por pelo menos um ou dois  seguranças adicionais.

Oh! Meu rosto está tão feio assim? Que vergonhoso. — Disse Kincaid fazendo uma cara de irritação e surpresa e então levando a mão para a aba do chapeu para abaixá-lo um pouco mais, então abaixou um pouco o rosto e se aproximou mais do homem para poder sussurrar.

Por favor prometa não contar pra ninguém, isso é muito embaraçoso. Eu estava pescando com meus pais em uns rochedos quando... Uma onda veio e bateu contra a rocha onde eu estava, me assustando bem na hora que eu me preparava para jogar o anzol no mar. Ele enganchou no meu corpo me machucando e fazendo cair na água. Se não são meus pais ali eu teria me dado muito mal. Não espalhe, quando voltar para casa vou falar para meu melhor amigo que consegui essas marcas brigando com uma namorada de viagens. — Disse Kincaid tentando parecer constrangido e envergonhado.

Mas por que as perguntas? Você é um guia turístico? Saberia me dizer outro lugar onde eu posso aprender a pescar? — Desconversou Kincaid tentando mudar o rumo da conversa. — Mama, espera ai acho que achei um guia para a gente! Esse homem parece ser um guia turístico e acho que vai nos ajudar! — Gritou Kincaid para seus comparsas apontando para o homem de preto.

Histórico do Kincaid Lightbeam:
 

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