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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 2 - Ascensão do Reino

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
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MensagemAssunto: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyTer 19 Set 2017, 13:10

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 2 - Ascensão do Reino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Samantha Evergreen. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Achiles
Sargento
Sargento


Data de inscrição : 01/09/2017

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyTer 06 Fev 2018, 20:51



O Reino


O clima parecia estar ficando cada vez mais frio, os problemas aumentariam para o Reino que ainda não haviam conseguido encontrar nenhum suprimento e não tinham nada além das informações adquiridas por Bijin em meio a aquele tempo. Ventos começavam a se aproximar do oeste causando uma leve erguida na neve que ia sendo jogada de pouco em pouco para o lado, flocos de neves também vinham junto com o vento tornando todo aquele clima ainda pior com os corpos desacostumados da tripulação do Reino.



Samantha e Helena


Helena ainda continuava recuada vendo que Samantha começava a ter um plano de como lidar com aqueles homens e não se envolvia entrar em uma batalha. Seus olhos fixavam nos dos dois e seu corpo começava a se tornar mais atraente, uma técnica para tentar seduzir e pedir favores de uma maneira irrecusável. Forçava as suas curvas e seu corpo para que chamassem cada vez mais a atenção dos habitantes, o homem da esquerda era o primeiro a falar portando a espada em suas mãos e já a recolhendo mais deixando-a um pouco para trás de sua perna. - Suprimentos médicos vocês precisam? Cacete... - A sua expressão não era das melhores, seus olhares eram mais do que decepcionantes para ambas, mas uma coisa que eles haviam ainda eram suas vestes e embora toda a persuasão que pudesse estar sendo provocada, a vida sempre cantava mais alta.

O vento já atingia os corpos de ambas sentindo cada vez mais o frio aumentando, o nariz parecia estar sem sentido devido a quantidade de frio que estava fazendo e o seu corpo não conseguia gerar calor o suficiente para manter o corpo totalmente aquecido deixando-o vermelho. Helena não era diferente, suas vestes haviam mais aberturas do que a de Evergreen deixando-a  ainda pior e trazendo um leve espirro sobre a mesma. - A montanha pode ser cruel, Karthus deve ter tudo sobre isso, mas ele não parece estar disposto no exato momento e provavelmente a sua aposta não seria nada barato. - Seu olhar ainda era o mesmo. - Eu tenho uma coberta, deve ajudar vocês, mas queremos uma passagem em sua embarcação, não queremos morrer nessa droga de farol. - O homem da machadinha dizia indo atrás da coberta que não estava muito longe dali, ele achava entre a neve o seu pertence e erguia-o, o vento batia sobre o mesmo jogando a neve para o lado.

Era uma coberta grande feita de lã, quadriculada em vermelho e preto com bordas amarradas, não parecia que seria a melhor coisa, mas um trato deveria ser feito pois a cada tempo que passavam fora do calor de uma fogueira ou vestimenta, mais piores estariam a ficar. Deveriam confiar naqueles homens ou eram tudo uma armadilha como terem sido "pisados" de surpresa era verdade em meio a toda aquela neve?



Bijin, Aleister & Metza


Eles ainda se encontravam com os pescadores também recebendo os ventos que vinham do oeste, a caverna havia um grande espaço por onde entrava aquele ar e embora fosse um lugar mais quente que do lado de fora, ainda sim estava bem frio. Bijin lançava cantadas em direção ao velhote do casaco tentando conquistá-lo e obter o seu casaco, o velhote se encantava ainda mais com a sua vaga e não demorava para retirá-lo, aquela era uma oferta mais do que boa para o mesmo, mas ele ainda havia um porém. - Primeiro compre os nossos livros e depois eu lhe dou o casaco. - Os outros pareciam estar com inveja do velhote ter conseguido aquela vaga tão cedo e aquilo gerava uma discussão, dois homens tentavam agarrar a veste dele para que fosse a sua moeda de troca, mas um homem mais experiente que sai do fundo deles esmurrava ambos. - Piratas sempre se comportando como piratas. - Ele cuspia no rosto de um que havia caído e batendo levemente sobre o casaco do senhor como se estivesse espantando pó acumulado.

- Vocês querem livros por uma quantia, certo? - O homem era ruivo e havia uma cicatriz passando por todo o seu olho direito, o olho não tinha cor, era cego pelo que parecia enquanto o outro era castanho. Seu corpo era musculoso e deveria ter dois metros e dez no mínimo, sua vestimenta era toda coberta por pele de lobo, mas não parecia que havia lobos ou qualquer tipo de animal vivendo por ali. De suas costas ele retirava uma mochila da qual largava no chão fazendo um grande barulho e expulsando a neve debaixo. Ele também parecia ser um homem com mais idade por volta de quarenta a cinquenta anos com grandes experiências de combate. - Bom, passem a grana para cá, tenho todos os livros que você podem imaginar que ganhei desses babacas. - Com cada um indo um por vez, iam pagando e recolhendo os seus livros. O de Bijin parecia ser um didático bem caprichado, dentro dele haviam várias figuras sobre mecânicas e palavras que por um olhar não reconhecia, precisaria lê-lo para entendê-lo antes de fazer qualquer coisa, mas não parecia ser o foco no momento.

O de Aleister já era mais diferente, com ele vinham duas grandes histórias que pareciam ser uma sequência, seus nomes eram Os dez passos para se tornar o melhor gatuno. O primeiro abordava mais sobre disfarce e o segundo sobre furtividade. Separado em capítulos e diversas histórias com o protagonista em primeira pessoa contando sobre diversas de sua histórias, fictícias ou não? Nunca saberá. Mas também não parecia ser seu foco lê-lo naquele momento.

Metza sendo a última a pegar o livro que desejava após uma curta demora para achá-lo, pois o mais próximo Levi havia comprado, por fim não achava um igual, mas um bem parecido com aquilo, haviam bastante ilustrações e uma história do melhor dos melhores assassinos e como ele estava sempre escapando dos marinheiros com seus disfarces mais do que perfeitos.

Voltando ao assunto de antes, a garota de vestido começava a pergunta sobre o log pose novamente do qual o homem respondia. - Karthus é um homem ganancioso, mas seu maior prazer vem através de apostas, nenhum dinheiro do mundo pagará por um log pose dele. - O olhar de todos eram sérios e pareciam decepcionados por nenhum deles terem conseguido alguma vaga dentro da embarcação, alguns voltavam a se sentar enquanto outros ainda continuavam de pé vendo o trio que agora tomava a sua direção rumo ao Farol.

Metza tremia em meio ao vento que fazia, suas roupas molhadas e o seu pé descalço começavam a afetá-la, seu nariz e suas orelhas ficavam vermelhos e podia sentir uma leve tontura, aquele clima não estava fazendo nenhum pouco bem para a garota. Buki chegava com o seu casaco obtido do velho senhor e cobria a garota. Ambas pareciam estar em bastante sintonia o que era agradável de ver em duas companheiras, mas no momento que a capitã ia levantar o seu pé para dar um beijo na bochecha, seu corpo fraquejava, sua pele estava começando a ficar cada vez mais fria, tremia e parecia estar ficando cada vez pior, o seu corpo estava reagindo alarmantemente ao clima frio com sua respiração ficando mais lenta. Era de imediato Bijin percebia uma tremedeira começando a surgir de sua companheira que agora jogava todo o peso de corpo em cima da mesma e ambas caiam ao chão derrubando vários dos pertences que ambas estavam carregando.

Metza estava debilitada, o frio havia atingido ela em cheio e Bijin não parecia saber como lidar com aquilo sem as perícias de medicina que Helena havia. Para melhorar a situação Levi avisava sobre presenças que começavam a aparecer, eram os homens de antes que haviam conversado, eles pareciam também querer uma vaga para tripulação. Os pescadores haviam se adiantado por passagens por dentro da caverna ficando a frente e barrando a passagem até o farol. - Queremos o seu barco! Eu pelo menos quero uma vaga dentro dele! - O primeiro homem que haviam visto quando chegaram na caverna dizia seguido de vários outros discutindo entre si. - Nós também queremos! - Bradavam os homens. Atrás de Aleister se aproximava o brutamonte caolho de antes, este não parecia estar do lado dos pescadores e sim do Reino. - Vocês não esperam nem mesmo Karthus liderar os combates? Pft, a pressa é inimiga de todos, bando de boçais! - Gritava o ruivo mais atrás de Levi.

Bijin e Metza estavam em uma distância de seis metros contra a barragem de homem enquanto que Levi mais atrás em uma distância de oito metros aproximadamente, o grandalhão mais afastado estava a cerca de doze metros atrás do gatuno. O que o trio deveria fazer agora com a loira debilitada daquele jeito? Ela ainda conseguiria se levantar, mas seus movimentos seriam bem mais fracos e um simples empurrão já a derrubaria. Os pescadores estavam em uma vantagem muito maior e aquilo lembrava o que havia acontecido em Loguetown, mas desta vez enfrentado em cerca de seis pescadores.



Barco





Enquanto o resto da tripulação estava fora da embarcação, Lucius e Poo procuravam um abrigo do vento gelado que estava ressoando, neve já caia dentro do barco o que tornava aquele clima ainda pior. O panda parecia começar a sentir o frio novamente e tremia agora, mas o pior de tudo era que ambos estavam bem perto e o grandalhão não parecia estar com uma cara boa, ele apertava o seu antebraço ferido com força e gritava de dor fazendo aquilo, sua cabeça também parecia estar bem mais quente do que tudo. Parecia que o frio estava se tornando cada vez pior.

As narinas e orelhas de Abadeer começavam a ficar vermelhas e sem sentir tão bem elas, leves espirros eram soltados lhe causando o que chamavam de resfriado e tudo parecia estar se tornando cada vez mais problemático para o Reino. Nenhum dos seus integrantes ainda haviam voltado para a embarcação, o lado bom era que o homem de olhos esmeralda ainda estava com as suas adagas em mão tentando avistar qualquer outra pessoa próxima. E quando conseguia ver um velho correndo em direção ao barco se alertava daquilo.

Ele pulava e escalava a embarcação com Poo se levantando de onde estava sentado. - Quem diabos é você? Diga ou morrerás! - Gritava o panda que mal se aguentava em pé, o velho abria um sorriso. - Aquelas garotas loiras me disseram que havia uma vaga para eu ir até alguma ilha com vocês em troca do meu casaco. - Ele continuava com seu sorriso. Deveriam tomar alguma ação? Eles não tinham pistas nenhuma sobre o que as loiras haviam falado ou feito o que dava uma bela de uma desconfiança de ambos, o homem estava armado? O que fariam a dupla que estava na embarcação com Poo mais debilitado?


Considerações:
 

Ferimentos:
 

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Bijin
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Bijin

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyQua 07 Fev 2018, 12:41


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Buki "A Louca" Bijin



   A situação se complicou de vez, não por causa dos seis homens que estavam ali, a situação deles era pior que a minha, já estavam aqui presos na ilha a tempos e mal tinham comida, já deveriam estar enfraquecidos. Mas ainda assim eram seis pessoas. Além disso o tempo o clima estava abaixando a temperatura. O vento ganhava força e a neve caia sobre nós. Sempre quis ver neve, mas pensava em uma viagem de turismo e não em ser surpreendida por ela. Enfrentar um clima do qual não se esta acostumado e nem preparado era uma coisa terrível.

  Entretanto nem tudo estava perdido, minhas cantadas haviam surtido efeito no velho e havia conseguido ganhar o casaco dele, além disso reparei que os pescadores sentiram ciúmes da situação que o velho estava, ou seja, não eram fieis uns aos outros, eram na verdade rivais. Entretanto antes de pegar o casaco um homem interessante apareceu. Pois dois dos pescadores brigaram com o velho pelo casaco, ou seja, estavam dispostos a lutarem entre si pela vaga nos barcos, foram nocauteados por aquele homem recém surgido. Era o tipo de atitude que eu gostava e por isso chamava minha atenção, seestivesse no lugar dele talvez fizesse a mesma coisa.

  O homem ruivo tinha uma cicatriz no rosto, havia perdido a visão de um dos olhos, mas ainda assim era forte, um líder entre os pescadores e além de tudo, tinha livros que gostaríamos de comprar e logo começamos os negócios, peguei o meu e vi que era muito bem escrito e diagramado, estava feliz com aquele livro e agora me tornaria uma ferreira de verdade.

  Foi nesse momento que um novo nome apareceu, Karthus, o homem que tinha um Log Pose, uma espécie de bússola para a Grand Line, mas que não estava disposto a vender, gostava de apostar e provavelmente era nossa única maneira de sair daqui. Tínhamos que ir até ele então e log nos colocamos na direção do Farol, mas era triste ver a tristeza de quem tinha ficado, mas a verdade é que não tínhamos nem comida direito para seguir a viagem.

 Mas logo reparei que minha capitã estava com problemas, sua roupa molhada, pés descalços e um simples vestido não iriam proteger ela por nada do frio intenso que estava fazendo, na verdade o clima estava acabando com ela. Orelhas e nariz ficavam vermelhos e o mais rápido que pude fui correndo passar o casaco para ela para cobri-la e aquecer ela. Entretanto quando ela queria me agradecer seu corpo fraquejou, senti que ela estava muito gelada e sua respiração estava lenta. Logo que perdeu o equilíbrio ou força nas pernas ela se jogou o meu corpo e ainda confusa com tudo aquilo não consegui sustentar ela e caímos deixando todas as coisas esparramadas no chão.

  Desespero era pouco para o que eu estava sentindo, era impotência diante de uma situação que não podia fazer nada, a minha ignorância sobre o que fazer com a Monarca era o que mais me matava, mas logo fui levantando lentamente e pegando minhas coisas de volta e as da Mezta. Homens estavam se aproximando com um papo de que queriam o barco ou uma vaga nele. Não era um tom amistoso e isso me incomodou muito, nesse exato momento queria matar uns doze deles, mas o caolho atrás de nós falou novamente de Karthus, parecia que além do Log Pose ela era o cara que dava as ordens naquela pequena região. O quão forte ele seria?

  - Em primeiro lugar, ninguém pisa no barco sem a minha autorização! - Disse calma mas firme olhando para todos. - Segundo lugar, mesmo que eu levasse todos, não temos comida e nem lenha para nos alimentar, quanto mais outras pessoas, levar mais gente agora significa morrer no mar. - Olhava firme para todos os homens ali com firmeza, realmente estava nervosa. - Vamos todos até esse Karthus que tanto falam, mas antes vamos deixar minha companheira no barco, e vamos ver o que esse chefão aqui do farol tem a dizer, entretanto já aviso, há apenas mais quatro vagas. Portanto se não tiverem lenha e comida esqueçam, não vão sair desta ilha hoje.

  No fundo criei uma simpatia pelo caolho, além de ser alguém de voz e firmeza, parecia ter caráter e entender de hierarquia e respeitava ela. Embora dominava os pobres pescadores ele sabia quem era o chefe do lugar, isso era uma coisa boa. Sabia se colocar no seu lugar. Claro que em um mundo de violência isso pode ser uma qualidade natural ou uma imposição da força, s er cego de um olho fala muito disso também.

  - Senhor! - Falaria para ele. - Se conseguir comida e um pouco de lenha vou levar você, ninguém aqui vai impedir isso, vamos resolver as coisas sobre o Log Pose e vamos sai desse inverno maldito o mais rápido. - Então me virava para os seis a minha frente. - O que estão esperando, eu tenho ainda umas 3 vagas no barco, se não providenciarem o mínimo necessário vão ficar por aqui. Rápido corram que quando eu pegar o Log Pose vamos sair daqui.

  Avançaria apoiando Metza nos meus ombros para ganhar velocidade e começaria a andar na direção de barco, ela precisava de um lugar aquecido o mais rápido possível e da Helena, que falando nela precisava encontra-la o mais rápido possível, ela tinha saído com a Sam em busca de medicamentos. Tomara que tenham encontrado, mas o fato que o barco ainda era o ponto de encontro e mesmo que eu não a encontrasse isso também poderia significar que ela voltou para lá.

  - Fica calma meu amor! - Dizia baixinho para Metza. - Vamos sair daqui o mais rápido possível, você vai ficar boa, temos uma longa viagem para você nos liderar.

  Se o cenário ainda fosse de luta e não tivesse como contornar o problema eu buscaria me afastar um pouco da Metza tomando a frente dela, na verdade não deixaria nenhum dos seis se aproximarem dela, lutaria com eles se fosse necessário, buscando me esquivar e contra atacando com meu martelo. Como não tinha visto armas até aquele momento suaria meu martelo como trunfo, pois além de ser uma arma, ele aumentava meu alcance. Seriam golpes rápidos e sempre mirando articulações como cotovelos e joelhos a cabeça, o que estivesse mais exposto com a intenção de tirar cada um deles da luta em um golpe. Não olharia para trás, deixaria aquele setor sob os cuidados do Levi, mas garantiria que nenhum desses seis a minha frente tocariam na capitã, nem que tivesse que me sacrificar.

  Entretanto se conseguíssemos passar pelos seis sem luta, ou com luta, levaria Metza até o barco ajudando ela se apoiando em mim, por pelo menos dois motivos. Um, não deixar ela cair novamente e dois para manter o meu corpo perto do dela e ajudar a aquecer.

  - Levi, meu amigo! - Chamaria a atenção dele. - Se for possível poderia acelerar os passos e pedir para o Poo já ligar aquele forno a lenha. A nossa capitã precisa de um local quente para ficar e recuperar o calor do corpo. Não vai adiantar nada chegarem um lugar frio com ela desse jeito.

  Seguiria sempre ao lado dela, mantendo-me de guarda, não deixaria ninguém tocar ela, caso alguém chegasse apenas perto e com a intenção soltaria um olhar de fúria para a pessoa com uma simples frase: "Você quer morrer!" Já havia pessoas que haviam perdido dentes por menos que isso.

  Chegando no barco levaria Metza até a cozinha e colocaria uma cadeira perto do forno para ela sentar. Se o forno ainda não tivesse aceso falaria com o Poo em tom de urgência para acender o mais rápido possível. E logo que acomodasse a capitã falaria com o Poo.

  - Vou sair rapidamente! - Mostraria certeza na minha fala. - - Vou em busca da Helena, seu braço não parece nada bem. Vou trazer uma bussola especial, lenha e comida. Faça algo quente para a Metza, se der para aquecer um balde de água e colocar nos pés dela também deve ajudar. Revese com o Lúcius a guarda lá fora. Já volto.

  Mas antes de partir iria para o quarto em busca de um cobertor, olharia armários e qualquer local que poderia haver uma coberta. Caso achasse uma coberta trocaria pelo casaco da Metza e me vestiria com ele. Caso visse o velho em algum momento no barco diria para ele também com força e autoridade para buscar mais lenha e deixar do lado do forno para ir secando. Após as ultimas instruções eu partiria correndo para o farol.

  - Vamos rápido para o farol pessoal. - Diria para quem tivesse vindo comigo. - Vamos sair o mais rápido possível desse local.

  Karthus, aqui vou eu!


Histórico da aventura:
 

NPC Companheiro:
 

Técnicas:
 

”OBJETIVOS”:
 
[/b]

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Qua 07 Fev 2018, 15:37, editado 1 vez(es)
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Alê
Narrador
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Alê

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Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 21
Localização : Farol - Grand Line

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyQua 07 Fev 2018, 14:24



O Reino

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Tretas no Farol


Com os livros em mãos, Aleister os olhava atentamente para conferir se era realmente sobre o assunto que almejava aprender. — Bem coerente esses títulos... — ironizou o rapaz ao ver os títulos “nada” objetivos. Guardando os livros consigo o rapaz então cumpria os objetivos que havia traçado ao sair da embarcação, porém a situação tomava um rumo nada interessante, mal sabia Aleister que o Farol era apenas o começo da confusão chamada Grand Line. Metza pegava um livro parecido com o que Aleister havia visado e isso chamava a atenção do rapaz. — Então ela está querendo se disfarçar também... — pensou o rapaz olhando para a garota decidindo seu livro, então. O questionamento feito por Metza logo após conseguir seu livro não caía bem com os homens. Esse tal de Karthus devia ser um homem bem severo ou um puto sacana, o rapaz penava isso só de avistar o semblante dos homens ao falarem dele. Ao pensar a cerca disso, Levi se dava conta que eles estavam agindo tão quanto ao prometer vagas para aqueles pobres homens. Acenando negativamente para a louca, o gatuno apenas virou-se, calado e seguiu caminho. — Oferecer uma falsa luz para um morador da escuridão é desprezível... — pensou o rapaz lembrando da Bijin que ele havia conhecido em Conomi, repleta de personalidade e ideais moralistas, acima da loucura.

Caminhando em direção ao farol, Aleister como sempre não era muito de se enturmar, não sóbrio e com aquele frio, qualquer ânimo havia ficado atrás da Reverse. Vendo a “bela” cena entre as garotas, o rapaz se questionava como a loira conseguira ficar com aquelas roupas naquele frio e, além disso, estava ali, a sua frente ocorrendo uma relação amorosa entre as duas aliadas? Antes mesmo de conseguir resposta para o segundo questionamento, o rapaz via na queda das garotas a resposta para o primeiro. Calmamente se aproximando de onde as garotas estavam, Aleister tentava analisar a situação e ajudar a loira, que aparentava estar mais fragilizada. — Eu questionava comigo mesmo como você estava aguentando ficar assim... — ao tocar a pele da loira, o rapaz sentia uma baixa temperatura. Isso era assustador de imaginar. Como ela estava aguentando tudo isso? Antes mesmo de conseguir prosseguir, Levi notava que não estavam mais sozinhos ali. — Você tem que parar de ser teimosa e começar a se proteger, uma líder tem que... — ao perceber a companhia, Aleister se erguia novamente e sacava suas facas após colocar os livros ao lado de Metza. De alguma maneira os pescadores haviam cortado caminho e chegado à frente do trio. Esse fato só alarmava a desconfiança do gatuno. Aquela neve era perfeita para quem soubesse o caminho em meio a ela ou algum perito em disfarce. — Droga... — reclamou.

— Queremos o seu barco! Eu pelo menos quero uma vaga dentro dele! — bradou o homem de antes. O clima ao contrário do geral estava quente entre eles. Enquanto discutiam e bradavam com o grupo, Aleister tentava olhar os arredores e possíveis intromissões desejadas. Ao longe uma sombra surgia na visão do gatuno, porém não era hora de admirar desconfianças, não mais. — Temos que... — antes que pudesse argumentar algo, uma voz ecoou vinda de trás de Aleister, ao longe. — Vocês não esperam nem mesmo Karthus liderar os combates? Pft, a pressa é inimiga de todos, bando de boçais! — urrou o homem ao fundo. Aquele era um sinal de que ele não estava com os pescadores afobados? Não se sabia, porém Aleister aprovava a ação do estranho. O estado de sua capitã era desconhecido até então, levando isso em conta Levi se via novamente em menor número. Isso já estava virando uma marca para o rapaz. Um a um o rapaz contava a quantidade de inimigos. — 1, 2... 6... Não são tantos... — falaria consigo mesmo o rapaz avistando aqueles pescadores sedentos por saírem dali.

Em meio a todo aquele iminente caos, Bijin então demonstrou a imagem que Aleister tinha dela, tomando — ou tentando — tomar as rédeas da situação. — Em primeiro lugar, ninguém pisa no barco sem a minha autorização! Segundo lugar, mesmo que eu levasse todos, não temos comida e nem lenha para nos alimentar, quanto mais outras pessoas, levar ais gente agora significa morrer no mar. Vamos todos até esse Karthus que tanto falam, mas antes vamos deixar minha companheira no barco, e vamos ver o que esse chefão aqui do farol tem a dizer, entretanto já aviso, há apenas mais quatro vagas. Portanto se não tiverem lenha e comida esqueçam, não vão sair desta ilha hoje! — bradou a garota. A sua voz ecoaria pelos ouvidos de Aleister até chegar a sua consciência. Tendo um estalo de pensamento, o rapaz logo se alertaria as palavras proferidas pela mulher. Por mais que dar falsas esperanças aos necessitados fosse algo sujo de se fazer, a questão ali seria sobrevivência. E a prioridade será a nossa sobrevivência.

— Malditos pescadores! — bradaria Levi antes de ouvir Bijin referir-se ao caolho que se aproximava da situação. Por mais que tivesse simpatizado com a atitude dele anteriormente, Levi não se mostrava tão confiante com sua lealdade ou respeito, então se mostraria contrário a opinião que Bijin demonstrara com o homem. Se colocando entre Bijin e o ruivo, Aleister esperaria a louca se posicionar para então falar com o recém-chegado salvador da pátria. — O que diferencia você desses homens que estão aqui? Pelo que vejo, você está com eles, vivem juntos, mas você não me parece considerá-los ou ajuda-los. O que garante que você faria isso conosco, é claro considerando que isso é uma ajuda. Esses homens — apontaria para os seis pescadores que estavam atrás — São sinceros com suas necessidades e demonstram isso, entretanto, o que difere você deles? Ou será que ao contrário da transparência deles você quer nos eliminar quando menos esperarmos? — questionaria. De fato, a informação dita por Bijin poderia ser muito bem aproveitada. Eram quatro vagas ditas por ela, porém se abatessem nós três ali se tornariam sete, o número exato de homens que estavam ali. Se permanecesse calado ou não encontrasse a resposta que lhe desse a segurança necessária, Aleister se mostraria pronto para combater com o ruivo. Em um cenário que ele fosse sincero com suas palavras, ou pelo menos dissesse algum motivo que fizesse sentido, Aleister permiti-lo-ia se aproximar, porém não perderia sua atenção nele.

Se as palavras de Bijin conseguissem afetar os pescadores e eles os deixassem passar, Aleister ainda se mostraria desconfiado e tentaria ao máximo transparecer isso. Com as duas facas em mãos, o rapaz caminharia atrás das garotas que se ajudavam, preparado para qualquer reação. Se estivessem apenas os três, Aleister não se aproximaria tanto, porém se o ruivo estivesse com eles, ele tentaria andar o mais próximo possível das duas garotas, se colocando entre elas e o homem. Solicitado para apertar mais a passada, o rapaz faria isso prontamente, sempre conferindo como estariam as garotas nos primeiros metros percorridos, até não conseguir vê-las novamente. Caso algum ataque fosse surpresa fosse desferido no trajeto até a embarcação, Levi tentaria deslizar pela neve, caso fosse alto, ou saltar para o lado, dando uma pequena cambalhota, caso fosse baixo. Se aproximando então da embarcação, Aleister tentaria observar alguma movimentação estranha pelo local. Se tudo estivesse normal no exterior, ele subiria até o convés e daria a ordem para o panda, como havia sido induzido. — Panda, acenda o forno! — bradaria. Se estivesse lutando, Levi trocaria de lugar com o grandalhão para permitir que ele fosse fazer o solicitado. — Deixa comigo compadre! — falaria. Porém, se já em baixo da embarcação houvessem desconhecidos, Aleister cessaria seus passos por alguns instantes, analisaria a quantidade de homens e então tomaria a atenção deles para si. — Panda! Acenda o forno! Ah, olá pessoal, vocês vêm sempre aqui? — questionaria ele se colocando prontamente para combate.

Porém, se a luta ficasse inevitável, Aleister logo cobriria as costas da dupla, levantando sua guarda e esperando a movimentação inimiga. Se nenhum viesse pelas costas, Levi se colocaria lado a lado tentando blindar os ataques a sua capitã. O alvo primordial do rapaz seria as pernas dos inimigos. Talvez as lâminas estivessem gélidas, então Levi tentaria finalizar o combate o mais rápido possível. Mirando as pernas, Aleister focaria seus golpes visando incapacitar seus oponentes de caminhar naquele terreno que seria mais difícil de andar que o grama ou terra. Golpes superiores o rapaz se adiantaria e, livrando o ângulo do golpe inimigo de acertar Metza, tentaria se esquivar abaixando-se e golpearia suas pernas de maneira que incapacitasse ao máximo o caminhar dos pescadores. Golpes baixos, Levi saltaria e, antes que o inimigo pudesse atingir Metza, ele cairia golpeando de maneira descendente com suas lâminas duplas em forma de X. Caso precisasse cobrir as costas de Bijin, ele saltaria para golpear seu inimigo aplicando um rolamento seguido de um golpe horizontal de faca.

Uma vez na embarcação, Aleister não teria muito tempo para conversar. Guardando seus livros, o rapaz tomaria rumo ao farol. Seu objetivo era ver quem era esse tão aclamado Karthus. — Segurem as pontas, vou ao farol! Não deixem nada acontecer com a Metza! — falaria saltando para o lado externo. Com as mãos em seus bolsos, o rapaz caminharia em direção a construção evidente naquela ilha. Em sua mente diversas imagens de como seria esse homem eram criadas. Ao avistar alguém lá, Aleister não pensaria duas vezes e falaria com quem avistasse. — Alguém viu meu avô Karthus? — questionaria num tom irônico. Se quem encontrasse fosse o velho e ele falasse que não tinha netos, Aleister continuaria com a ironia. — Que ótimo, não tenho avô mesmo! — riria abrindo os braços — Mas você tem algo que eu quero... Como é o nome... Ah, lembrei, um Log Pose!

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyQui 08 Fev 2018, 00:36





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 30






A situação da Monarca Metza só não estava péssima simplesmente porque conseguia estar ainda pior do que isso. Metza era natural de Prodence, uma ilha com clima de veraneio, e para piorar ela nem se lembrava de quando foi a última vez que tinha se deparado com neve. Apesar de muito frio o local era bem estranho estar nevando para uma temperatura daquelas... de qualquer forma, Metza não estava em condições físicas e nem psicológicas para pressentir tal fato, mas ela se recordava brevemente sobre algumas histórias que Bart lhe contava sobre a Grand Line ser o local onde frutas mágicas chamadas Akuma no Mi davam poderes surpreendentes para seus consumidores.
*Será essa neve obra de...? Brrrrrrrrrr! Que frio!
Metza franzia a testa e se encolhia um pouco para tentar aquecer seu corpo. Ela temia pelo clima bizarro da Grand Line naquela ilha do farol aliados aos ferimentos que ela recebeu no caminho estarem deixando-a fraca e com hipotermia.
*Tomara que Sam e Helena estejam tendo sorte para achar medicamentos...*


O ruivo assustador de cicatriz parecia realmente um brutamontes. Ele era humano mas tinha mais ou menos a altura de Loraelis. Estranhamente, aliás, ele portava um saco cheio de livros o que poderia significar que além de músculos ele também tinha um cérebro exercitado.
- Como vocêeeeee... ATCHIM! Ai... desculpa, como você conseguiu esse casaco de lobo por aqui? E ganhou tantos livros dos caras assim?
A capitã do Reino estava curiosa, mas seu nariz ia ficando entupido conforme ela falava, e suas pálpebras iam ficando pesadas e sua testa dolorida.
*Ahhhh não! Droga! Resfriado agora não!
De fato... era um péssimo momento para ficar doente...


*Aposta!? Um jogador han? Vai ser legal jogar com ele...*
Mal sabia Metza que sua condição poderia ser ainda pior do que imaginava. Além de estar ficando doente, o efeito dos analgésicos estavam acabando e ela precisaria tomar cuidado para não desmaiar. Muito provavelmente a tal aposta para ganhar como prêmio um Log Pose iria ser feita por outros integrantes do Reino... a saúde da capitã estava deplorável.


Metza sorri ao ser coberta pela sua amiga Bijin. Seu sorriso foi completamente honesto e de agradecimento. Sua leal escudeira estava cuidando de Metza enquanto essa estava para ficar doente:
- Obrigad...
As pernas da loira começam a tremer e fraquejar. Sua visão começa a escurecer e ficar embaçada. A cabeça de Metza estaria provavelmente doendo e o frio deixava sua pele completamente arrepiada e seu vestido molhado que grudava em seu corpo não faria bem. Para completar a desgraça da capitã, a sola de seus pés deveriam estar tão resfriadas que ela não conseguiria mais sentir o chão abaixo dela o que dificultava ainda mais para ela se manter de pé, fazendo com que um breve desmaio a jogasse com todo seu peso em cima de Bijin e derrubando além de sua amiga, alguns dos pertences que as duas portavam.
Ao se levantarem e Bijin ter juntado os pertences caídos ao chão, Levi daria uma lição de moral em Metza sobre ela ser a líder e dever se cuidar. A capitã do Reino dá um sorriso mostrando os dentes e meneia a cabeça afirmativamente para seu Conselheiro. Ela era durona, arrogante e a convivência com a Louca e deixou meio doida também, mas fazer o quê… ele tinha razão.


Talvez pela fragilidade demonstrada por Metza naquele momento, os pescadores ex-piratas se aproveitaram da situação para fazer uma barreira e impedir que o trio do Reino voltasse ao farol. As pálpebras de Metza pesavam e ela mal conseguia ficar de pé e sem ficar inclinada para frente com a ajuda do ombro de Bijin.
*Droga, droga, droga! Agora não!
A situação era delicada e Metza sabia muito bem que um combate naquele momento seria catastrófico. Ao contrário de seu bando que ela havia conquistado certa simpatia e confiança, ela não confiava naqueles caras... o jeito seria utilizar sua mais poderosa arma: A conversa.


Para a sorte de Metza, Bijin já havia dito grande parte do que ela mesma diria e tentado convencer os pescadores encrenqueiros ao seu modo. Isso demonstrava cada vez mais o quão em sintonia as duas estavam. Metza não mais do que reforçaria as palavras de sua amiga, enquanto tentava usar seu conhecimento em atuação para aparentar estar mais saudável e imponente do que seu corpo desejava, com uma voz firme e decidida:
- É como minha amiga falou… é uma via de duas mãos. Quem estiver disposto à seguir o Reino em sua jornada deverá contribuir com comida, lenha ou itens medicinais e será muito bem vindo. Eu só lamento caso vocês não o tenham…
A capitã ainda estava apoiada aos braços de Bijin, mas mesmo estando claramente doente ela jogava as cartas na mesa e caminhava confiante em direção ao grupo de pescadores ex-piratas como uma monarca andando com a cabeça ereta e com os olhos fixos no norte:
- Agora, se me dão licença… nós iremos conversar com o Karthus.


Metza tentaria resplandescer toda a confiança do mundo em seu olhar fixo e sua postura corporal que, apesar de estar prejudicada e fragilizada pelos machucados e pela doença, ela tentava a todo custo mantê-la pelo menos até passarem o sufoco enquanto os analgésicos de Helena ainda tinham efeito.


Porém apesar disso ela estaria com a audição preparada para notar caso algum inimigo a atacasse frontalmente ou de surpresa (lateralmente ou pelas costas). Bijin provavelmente a estaria segurando do seu lado direito, deixando a perna esquerda de Metza livre para se defender enquanto sabia que Buki era ambidestra por já ter visto ela lutar algumas vezes. Metza então procuraria se esquivar com um salto para trás (ou para o lado esquerdo, enquanto girava 360º para ficar de frente para seu oponente caso viesse pelas costas) e tentaria manter firme seu pé de apoio no chão enquanto “chicotearia” com um chute alto contra-atacando seu inimigo e, caso ele fosse atingido, Metza usaria novamente o mesmo golpe até desmaiá-lo e colocá-lo fora de combate.
Se mais de um inimigo covardemente fosse para cima da garota debilitada, Metza procuraria apenas se esquivar, dando mais um pulo para trás evitando o alcance do golpe de seus algozes ao invés de tentar contra-atacar dois inimigos nas condições péssimas de saúde que estava.


Para o caso de até quatro dos pescadores tentassem trocar uma vaga no navio por algo útil como mais itens medicinais, comida, agasalhos, cobertas ou lenha (necessariamente dando prioridade por essa ordem), Metza seria honesta e daria as vagas requisitadas em seu navio:
- Você(s) que provou(aram) seu valor e pode(m) vir conosco. Lembre(m)-se que está(ão) navegando sob a bandeira do Reino, que será o maior bando pirata que já existiu! Lealdade e liberdade são as duas coisas que exijo e não guardaremos remorsos caso quebre(m) nossos princípios!


Metza utilizaria do mesmo princípio de combate com os pescadores caso estivessem sendo perseguidos ou atacados de surpresa no caminho de volta ao navio. Metza se fosse guiada até a lareira aquecida por Poo esfregaria suas mãos e assopraria nelas para tentar se aquecer. Ela faria uma cara de triste para Poo caso visse seu corte aberto:
- Poo… fica tranquilo meu amigo… aposto que Sam e Helena devem estar retornando com os remédios, certo?
Um sorriso simpático sem os dentes seria feito pela sua capitã tentando confortar o panda. Mas no fundo ela não tinha tanta certeza de que as meninas encontrariam suprimentos médicos naquele inferno gelado.
Para Lúcius caso o encontrasse no meio do caminho e o caolho estivesse com eles, ela diria:
- Ei! Esse cara da cicatriz tem vários livros legais… depois veja se tem algum que te interessa!


Por fim, enquanto tentava se aquecer dentro do navio, Metza destamparia a garrafa de rum que restava apenas um gole e viraria para tentar aquecer seu corpo ainda mais com o álcool que ingeria.
*Ahhhh já tava ficando com saudades de você meu rumzinho!*
Após saborear sua bebida e deixar a garrafa vazia de lado, a monarca ficaria alguns instantes com o olhar fixo encarando o nada, tentando refletir brevemente todo o turbilhão de eventos que estavam acontecendo desde que encontrou Bijin no bar em Conomi. Ela então pegaria o livro que comprou do caolho e o folhearia atentamente, tentando descobrir se ele continha informações interessantes sobre como disfarçar a aparência e a voz.
*Tomara que sim!*




Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyQui 08 Fev 2018, 11:11

Grand Line


Nota mental: quando o vivente é burro, nem a persuasão pode fazer muito. Se não bastasse o frio, que me fazia tremer as cadeiras, ainda temos que lidar com debiloides... Meu nariz está vermelho, meu próprio corpo já não consegue se esquentar por completo, Helena sofre mais ainda, já soltou um espirro, alertando a possibilidade de ficar doente. Tempo é algo que não temos aqui, a Grand Line começou a mostrar suas garras cedo demais.

Fiz o melhor que pude, abusei de todas as minhas curvas, a voz, os olhos, tudo! Não foi o suficiente, assim que largo a bomba para cima deles, a resposta me fez cair o queixo. "Suprimentos médicos vocês precisam? Cacete... " disseram os garotos, aparentando decepcionados, me senti o lixo. Gastei meu tempo, paciência e energia com esses dois, que nem sequer são capazes de me ajudar! No meu rosto estava nítida a raiva, eu não sei de onde tiro esperanças que um dia um homem conseguirá ser útil.

 - A montanha pode ser cruel, Karthus deve ter tudo sobre isso, mas ele não parece estar disposto no exato momento e provavelmente a sua aposta não seria nada barato.  - Continuaram a falar, nesse momento minha atenção volta a eles, talvez ainda tenham algum valor, principalmente esse Karthus - - Eu tenho uma coberta, deve ajudar vocês, mas queremos uma passagem em sua embarcação, não queremos morrer nessa droga de farol. - falou um deles, o homem da machadinho, indo pegar a citada coberta.

Certo, assim que eles terminaram de falar, eu já estaria matutando um plano. No barco me nego a levar mais dois machos, já temos demais dessa espécie conosco, sem falar que não tenho autoridade para convidar mais tripulantes para a embarcação, mas se esse Karthus, ser citado pelos debiloides, pudesse fornecer remédios, bem, uma aposta muita alta é relativa, tem coisas que faço de graça que são consideradas grande também...

- Garanhões, fazemos o seguinte, emprestem a coberta para minha amiga Helena, depois vocês nos levam até esse Karthus, me resolvo com ele lá... E daí partimos para falar com minha amiga, dona do barco, para vocês pegarem uma carona com a gente, o que acham? - Responderia, mais calma e sutil, esperando a colaboração dos dois homens, também daria um sorriso amigável, para mostrar boas intenções a eles.

Se concordassem com a proposta, eu colocaria a coberta sobre Helena, a saúde dela se torna prioridade a partir desse momento, como médica ela pode me tratar se eu adoecer, contudo se a própria estiver ruim, a tripulação inteira corre riscos... Devemos por, às vezes, os outros na nossa frente, quando eu disse que confiaria, não estava mentindo.

No momento em que pusesse a coberta nela, sorriria gentilmente, para então me virar para os garotos e falar:

- Certo, nos levem até esse tal Karthus, por favor! - Então seguiriamos esses moços esquisitos, dando meu voto de confiança para eles, por hora.

Caso fossem relutantes em prol a proposta, eu ouviria o que eles tem a dizer, não levaria muito em conta, mas responderia séria e sem muita sutileza.

- Essa é minha proposta, se desejam apodrecer aqui, é escolha de vocês... Não estou disposta a negociação. - se colaborassem agora, seria melhor, se não concordarem, devolveria a coberta e tentaria seguir para o farol, nosso foco inicial.

- Até mais fofos, quando se arrependerem, tentem não me homenagear toda noite! Um beijo. - Seria minha fala, se tivéssemos que seguir ao farol por não colaborarem.

E claro, uma mulher prevenida vale por 5 homens, por esse motivo, se tentassem alguma gracinha contra nós, ou seja, atacar ou tentar roubar, se estivesse dentro das minhas possibilidades, tentaria esquivar do quer que fosse, me abaixando e rolando para direita.

E se conseguisse, voltaria a posição normal e já desferiria um chute no braço que porta a arma do homem mais próximo a mim, utilizando minha perna esquerda, em um golpe lateral, com intuito de desarme.

Samantha Evergreen
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Última edição por Sioux em Seg 12 Fev 2018, 10:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptySab 10 Fev 2018, 11:34

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O Vento gélido soprava para o leste levando consigo os flocos de neve que voltavam a cair. Não havia muito que fazer naquele momento a não ser esperar meus companheiros voltarem com o necessário para deixarmos aquele lugar.

O vento passava por nos cantando como se nos chamasse para uma morte fria em meio aquele amontoado de neve, o panda mesmo com sua pelagem começava a tremer demonstrando sinais de frio, ele apertava seu braço ferido soltando consigo um grito de dor ao pressionar a ferida.

Minha situação não estará melhor que a de meu companheiro, meu nariz e minhas orelhas ficavam vermelhas, estas passavam a ficar adormecidas devido ao frio. – Atchim! Passaria a mão no nariz – Que merda. Falaria voltando a usar meus braços para me esquentar.

Em meio aquele frio, voltava a fazer minha vigília tateando minhas adagas para verificar se realmente estavam ali comigo, foi então que algo chama minha atenção, o velho corria em direção ao navio pulando logo em seguida para dentro do mesmo; Em uma reação imediata Poo se levantará questionando o homem que agora estava em nossa frente.

“Garotas Loiras? Com certeza são elas, mas elas realmente fariam isso?” me questionaria observando o Velho ali presente, por algum motivo o sorriso em seu rosto me dava raiva e suas palavras não me passavam confiança, deveríamos tomar cuidado com aquele sujeito, pois, não sabíamos nada em relação a ele.

Levaria minhas mãos a cada uma das adagas segurando-as firmemente sem desviar o olhar daquele sujeito – Escuta velhote, não sei o que ocorreu lá e não gostei nenhum o pouco de você, então vou pedir gentilmente que espere por elas fora do navio, caso contrario vamos usa-lo como lenha para o forno. Esperaria sua resposta em posição de ataque caso ele se recusasse a sair do navio eu avançaria em sua direção observando o movimento de suas mãos caso ele tentasse sacar alguma arma.

Ele sacando uma arma, eu me posicionaria de modo que ele ficasse de costas para o panda, no caso de uma arma de longo alcance, eu avançaria para cima do velho correndo em ziguezague para evitar ser acertado, avançaria até chegar ao alcance de um ataque então golpearia na horizontal sua barriga, entretanto ficaria atento ao me aproximar caso ele possuísse uma segunda arma para me atacar, nesse caso voltaria a me distanciar antes mesmo de desferir o golpe.

No caso do velho possuir uma arma de curto alcance, avançaria em direção a ele e tentaria esquivar de qualquer ataque dele me abaixando ou inclinando para os lados, mas sem recuar dessa vez, meu objetivo seria pressioná-lo a recuar lhe guiando em direção ao panda esperaria que Poo segurasse o velho evitando que ele se defendesse caso isso ocorresse tentaria o corte rápido em seu pescoço para que ele sangrasse (que nem uma galinha) até a morte. Feito isso removeria qualquer roupa que o velho estivesse usando mesmo que manchadas de sangue, jogaria para o panda – Pode se cobrir com ela ou podemos tentar queima-la para aquecer mesmo que pouco a cozinha. Esperaria pela resposta do panda torcendo para que ele quisesse queimar a roupa e me questionando “será que o corpo desse velho serviria como lenha?”

Caso o velho resolvesse esperar fora do navio de bom grado eu me voltaria para o panda com uma expressão seria no rosto – Não será uma boa se tivermos mais lixo como esse querendo subir ao navio, carreguemos os canhões e disparemos contra qualquer outra pessoa que tente se aproximar do navio que não seja um de nós. Primeiro um disparo de aviso, depois pra matar. Dito isso começaria a buscar a munição para o navio caso houvesse alguma no navio.

Ao avistar o retorno de 3 de nossos membros e perceber que Bijin estava com Metza apoiada em si – Poo espere aqui. Correria em direção delas – Me permita. Falaria pegando o braço livre de Metza e apoiando sobre meu pescoço. Dividindo o peso de nossa capitã entre nos dois.

Já no barco a ajudaria Bijin pedirá ao panda que acendesse o forno, eu a ajudaria a levar Metza para dentro da cozinha e a seguraria enquanto Bijin posicionava a cadeira para ela sentar. Bijn falava mais uma vez com a Capitã em seguida se dirigia a mim e ao panda pedindo para que revezássemos a guarda do navio enquanto ela ia em busca de Helena.

Assim como chegaram rapidamente nossos aliados deixaram o navio ficando conosco apenas nossa capitã que aparentava está bem debilitada, Metza falava primeiro com Poo depois se dirigia a mim falando sobre um homem com cicatriz e sobre o mesmo possuir livros – Poo fique com a capitã eu começo a guarda. falaria já caminhando para o lado de fora do navio.

Caso o homem estivesse lá perguntaria a ele se o mesmo possuía algum livro sobre Toxicologia, se a resposta fosse positiva perguntaria se estava venda e quanto custaria, se eu tivesse o dinheiro compraria e guardaria ali comigo para ler outra hora então voltaria minha atenção para a vigília do navio.

Caso eu conseguisse falar com a Bijin antes que a mesma deixasse o navio seguraria em seu ombro e falaria ao seu ouvido – Leve esses homens com vocês na situação em que estamos não é bom ter pessoas desconhecidas no navio “apesar de também ter sido um desconhecido quando me juntei a eles” eles podem tentar alguma coisa e não é bom lutarmos com a capitã na condição em que está. Afastar-me-ia da loira esperando que ela entendesse meu ponto de vista, geralmente me apegaria fácil a alguma pessoa, mas naquela condição não conseguia gostar de outra pessoa que não fosse do bando, eu já havia sido traído uma vez por meu melhor amigo e não queria ser traído de novo por um total desconhecido dessa vez.


HISTORICO:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptySeg 12 Fev 2018, 04:16



Samantha e Helena


A negociação não parecia estar indo muito bem vendo que os homens não haviam nada para oferecer a não ser as informações sobre Karthus e uma coberta ruim, como era esperado Samantha já não gostava da ideia de tê-los a bordo e muito menos convidá-los simplesmente por serem homens, mas com um sorriso no rosto eles aceitavam a proposta de leva-las até Karthus. - Bem, vamos! - Era dito isso enquanto a coberta era dada nas mãos da ruiva.

Virando-se para colocar a coberta em Helena, um barulho de porta era ouvido e assim que terminava de colocar a mesma sobre o corpo da celestial podiam ver um velho saindo por uma das portas de metal do farol fechando-a com alguma coisa dos quais a vista não alcançavam. Eles podiam ver apenas uma barba branca e a roupa de um velho gordinho que dava grandes saltos em direção a embarcação parecendo estar bem feliz por estar indo. - Vamos, siga Karthus!

O quarteto começava a se movimentar em direção a embarcação mais uma vez, mas Samantha tropeçava em algo caindo ao chão da neve macia, ela retirava dos seus pés um tipo de envelope grande do qual parecia haver um mistério no seu interior que fazia pequenos barulhos do que parecia ser algo parecido com um lustre balançando.

Antes que pudessem perceber a localização de Karthus mais uma vez a neve que voava com o vento abafava e assim que passava não sabiam mais para onde estava indo. Eles conseguiam ver um outro velho senhor entrando no barco e parecia que a voz de Hunson era escutada dali juntamente com a de um terceiro homem desconhecido e a de Poo estava sumida.



Bijin, Aleister & Metza


A situação ainda estava tensa em meio a tudo o que estava acontecendo, os pescadores estavam bravos e Metza havia adoecido de imediato, um problema seria que aquele situação ficasse fora de controle e era quando Buki decidia tentar tomar as rédeas da situação, forçava o seu discurso tentando acalmá-los e resolverem tudo quando Karthus estivesse meio a tudo. A presença do grandalhão mais atrás poderia ser um alívio para Bijin, mas para Aleister a situação era contrária, seus olhos era de desconfiança e não poderia estar mais do que certo em desconfiar de um sujeito que estava tentando acalmar os pescadores vivendo com eles também sendo um grande conhecido por aquela parte. Suas palavras não eram mais do que animantes para o caolho que sabia que estava falando com um homem que parecia entender das ganâncias dos seres humanos, um verdadeiro gatuno nunca confia em ninguém, pelo menos era isso que o homem deveria estar pensando. - Você não poderia estar mais correto. Está certo em desconfiar de mim, não lhe ofereço nada além de um perigo e não sou seu amigo. - O homem dizia em um tom calmo aceitando a desconfiança. - Você parece que sobreviverá para algumas traições na GL, mas não é para isso que estou aqui. Meu navio afundou e preciso de um novo, perdi companheiros que deveriam estar numa causa agora e é para isso que quero voltar. - Ele novamente dava uma pausa dando um ênfase a sua história. - Avaliando minhas chances, são bem maiores estando ao seu lado do que contra como esses tolos. Se prefere que eu me afaste, assim farei, sua companheira me parece estar sendo uma boa líder, trarei meus mantimentos a embarcação. - O caolho percebia que a presença de Levi expulsava-o dali e ele fazia isso dando uma brecha para ir buscar um saco de mantimentos para levar a embarcação como Bijin propunha.

Uma situação era resolvida em meio a aquele holocausto, Metza começava a reforçar as palavras da sua companheira tentando se manter em pé, cada passo era fraco e sustentava dos braços da sua companheira para manter-se erguida, a sua pose era mais estranha do que convincente e quando parecia que os homens estavam preparados para atacar vendo que não estavam em boas condições, um leve murmurio vinha de fundo, não era um murmurio perto e parecia estar vindo da embarcação como um grande eco que assustava os pescadores, os homens pareciam temer aquilo mais do que uma tempestade em alto mar começando a dar passos para trás. - Parece que Karthus voltou a ativa. - Agitava um dos seis pescadores que agora tomavam a direção da embarcação.

Eles haviam homens para ajudar a proteção do barco pelo que sabiam, Karthus não parecia ser um homem inegociável e que seria o regente dali pelo que os homens haviam ditos, o trio tinha dúvidas que os homens pudessem desafiar as ordens do mesmo, mas talvez o medo viesse a tomar a conta. Com passos largos e tentando andar o mais rápido possível começavam, mais atrás vinha novamente o Caolho mantendo uma distância de dez metro do grupo para que não o achassem uma ameaça, ele trazia consigo o saco do qual não exibia seu conteúdo.

Ao chegar a embarcação eles podiam ver toda a sua tripulação reunida dentro da escuna, os homens estavam do lado de fora e o velhote que havia dado o casaco também aguardava do lado de fora da embarcação, ao subirem podia ver um velho senhor um pouco acima do peso com vestimentas bem diferentes das que costumam ver, olhos serenos e um barba branca grande com um pouco de neve em seu meio, seu chapéu haviam duas lunetas e parecia portar uma espada em sua cintura esquerda segurando um revólver em sua mão direita, calças pretas com dourado e botas bem forradas, as vestimentas pareciam todas de uma qualidade bem superior das que estavam vestindo ou tinham visto em toda a sua vida.


Barco



Hunson ao notar o velho tomava a rédea da situação a frente de Poo, seus olhos eram fixos e podia sentir o desejo que o homem estava querendo de sangue segurando as suas adagas lado a lado, estava pronto para atacar no mínimo tempo pedindo para que o velhote que havia subido a bordo descesse da embarcação calmamente. - Opa, Opa, me desculpem, esperarei lá em baixo, não quero complicar a vida dos meus mais novos companheiros. - Ele fazia da mesma forma que entrou, rapidamente descia da embarcação esperando mais embaixo.

Aquela complicação estava mais suave e o pálido dava uma das boas ideias de carregarem os seus canhões para atirar contra qualquer pessoa desconhecida se aproximando com dois tiros, um de aviso e outro de morte. Ele recarregava o único canhão no convés e assim aguardava-o esperando uma reação que seus olhos pudessem ver, o velhote continuava sentado em uma pedra e já começava a sentir o frio de estar esperando. Poo ainda não parecia estar melhor, tremia e não estava com uma cara boa, mas não parecia ter algo para se fazer.

Um assobio era ouvido na orelha de Poo, este vinha da Proa e antes que pudesse ver um homem já estava ali de pé. Ele havia vestimentas de ótima qualidade e estava armado com uma espada e revólver, seus olhos eram serenos e tinha uma barba branca grossa com alguns flocos de neve enrolado. - Opa, meu senhor pálido. - Sua voz era calma, mas com um tom de graça o que não trazia uma sensação de perigo imediata, mas de desconfiança. - Você que é o capitão dessa embarcação? - Ele dava um sorriso em seu rosto parecendo já saber da resposta.

O homem dava um murmurio bem alto que parecia estar fazendo eco ao longe, Poo por outro lado começava a falar. - Quem diabos é você, outro velho?! - O homem dava uma pequena risada. Isso é para daqui a pouco, por que não faz um pouco de chá para esquentar nossos corpos? - Ele jogava algumas ervas em direção ao grandalhão que agarrava-as, elas estavam com uma pedra para dar peso e não voarem com o vento. O panda por outro lado não parecia estar disposto com aquilo, mas lembrando dos frios que seus companheiros pudessem estar passando agora subia para o segundo andar, era uma atitude arriscada confiando no homem, mas até agora ele só havia trazido presentes e presença.

Samantha e Helena não demoravam para subir a embarcação, elas também olhavam o homem em pé na proa esperando que a tripulação começasse a se reunir. - Hmmm, não me parecem ser nenhuma de vocês duas. - Ele continuava sorrindo e quando os outros homens iam subir a bordo suas palavras eram firmes vendo que também estava começando a aparecer bem mais gente. - Vocês fiquem aí, só quero membros da tripulação aqui. - O barco dava umas leves balançadas e tanto como Genn e Loraelis subiam a bordo, ambos traziam alguns pouco de madeira que haviam achado explorando por ali. - Faça bom proveito desses destroços, não me serviram para nada. - O homem parecia conhecer todos que estavam subindo ali, talvez já estivessem a observá-los durante um tempo, mas quem diria isso? Loraelis por outro lado ficava bem mais desconfiando embora Genn estava mais acomodado com aquilo, ele parecia conhecer o homem ou pelo menos ter ouvido dele.

E por último, mas não menos importante o trio chegavam com um cheiro de chá de hortelã começando a ser sentido vindo da cozinha. O desejo de ver Karthus havia se realizado e nem precisavam mover mais nenhum músculo, o velhote sorria para o trio que não exibia uma reação diante deles e mal falavam alguma palavra. - Bom, vejo que todos os senhores e senhoras estão aqui! Me chamo Don Karthus! E vim lhes trazer uma deliciosa aposta. - Ele agora se aproximava mais da tripulação reunida pegando de seu bolso um pequeno relógio com uma bola de vidro e uma agulha pendurada no mesmo com uma ponta vermelha. - Este é o famoso Log Pose, para o senhores navegarem por esses mares é preciso dele pois eles são os únicos que apontam para a direção certa, se não os senhores ficarão iguais baratas tontas esperando para ser esmagadas por um rei do mar. - Ele dava uma risada com aquilo como se fosse algo simples para o mesmo, mas com a sua idade isso parecia. - Essas pequenas bússolas se acostumam ao campo magnético de cada ilha, o tempo que ela demora para acostumar depende da mesma. Existem rotas para percorrer durante toda a GL e diversas ilhas em seus caminhos, algumas rotas cruzam ilhas iguais, outras não. - Continuava a sua explicação calmamente. - Se vocês querem continuar a seguir navegando, vocês devem aceitar minha aposta. - Ele finalmente dava uma pausa completa e o ambiente enchia-se de silêncio.

- Bom, quem é a capitã do navio mesmo? - Karthus colocava a mão em seu queixo o que quebrava o gelo. - A aposta é o seguinte: Devo uma chance para esses homens para disputarem pelo barco, será uma batalha de dois contra dois, eu quero aquele homem pálido que quase me confundiu com um tritão lutando e mais um da escolha de sua capitã sem que seja ela. A pessoa que lutar ao lado daquele homem de terno todo rasgado estará com uma de suas mãos amarradas a cintura e não pode soltá-la até perder o seu braço ou acabar a batalha. - Sua fala era longa e não parecia estar brincando nem um pouco em suas palavras. - Vocês lutarão contra dois homens de estados físicos parecidos, para ser justo um deles estará com uma das mãos amarradas também. Se eu vencer, ganho o barco de vocês, se vocês vencerem o log pose será de vocês. Alguma dúvida? - Ele esperava uma resposta precisamente vindo da capitã do qual olhava fixamente, mas não parecia que deixaria de responder de qualquer outro tripulante da navegação.

Poo saia da cozinha após ter acendido o forno, consigo trazia várias canecas de chá mais precisamente do número de todos os tripulantes com as ervas que o velho Karthus havia trazido começando a servi-los e com um bom humor em seu rosto como se seus machucados e seu corpo estivesse mais do que bem parecendo ser um efeito daquele chá. Esperava que todos tomassem a sua caneca juntando-se ao meio de todos.

Metza ainda estava fraca com os sintomas da hipotermia em seu corpo e parecia que o vento só ia deixando o clima cada vez mais frio, o chão molhado da embarcação combinado a aquele vento lhe deixava cada vez pior. Loraelis parecia estar normal e as roupas de Genn eram o bastante para deixa-lo aquecido, o chá por outro lado também seria uma boa ferramenta para aquecer os seus corpos por um instante pelo menos e o forno ligado gerando um leve calor também dava um ânimo na tripulação.



Considerações:
 

Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptySeg 12 Fev 2018, 14:20


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Buki "A Louca" Bijin



   A situação ruim havia passado, mas isso não significava que tudo estava acabado. O grandão caolho parecia estar pronto para nos fazer companhia, apesar do alerta que ele fez em relação aquilo que o Alister havia dito, mas como suspeitei ele era um cara que possuía o mínimo de sabedoria e pelo visto havia entendido um pouco da maneira que estava pensando, entretanto a raiva pulsava dentro de mim, se realmente não tivesse um temperamento calmo teria explodido naquele momento.

  Entretanto a não deixei de notar que os seis pescadores estavam realmente pensando em nos atacar, como aquilo me deixava louca, se Metza não tivesse em tão más condições teria iniciado uma batalha ali mesmo, se perdesse para um bando de covardes uma luta não era digna de viver mesmo. Mas Metza me apoiava com suas palavras e eu apoiava seu caminhar, entretanto o que parece ter realmente mudado a situação não foi meu discurso, o apoio de Metza e menos ainda a desconfiança de Levi, mas a voz que parecia vir da direção do barco, logo eles foram todos na direção do barco, parecia ser o tal Karthus, o chefão dos covardes.

  Aceleramos nossos passos, o caolho se mantinha sempre a uma distância para não haver nenhum tipo de problema ou desconfiança. Entretanto o frio apertava ainda mais, a temperatura já havia abaixado ainda mais desde o momento que chegamos a ilha e agora era hora de acelerar para manter o corpo quente. Chegando no barco a tripulação estava toda ali e isso me deixava feliz, principalmente ao ver Helena, que chamei assim que subi no barco.

  - Helena! - Exclamei o nome de nossa médica. - A Metza está gelada e fraca, preciso da sua ajuda!

  Quando Helena viesse seguiria rigorosamente todas as suas instruções, não é que eu estivesse ignorando o velho estranho ali, mas sua presença perto da saúde da minha capitã e minha amiga não tinha simplesmente a mínima importância, era como se ficasse preocupada com a integridade do barco vindo a colidir como uma simples borboleta. Mas assim que Metza tivesse bem me voltaria para o velho e em especial os seis pescadores covardes que estavam ali, agora era o momento de acertar as contas pela covardia deles e já estava com meu martelo na mão direita. Entretanto o dono do pedaço estava por ali e eu ouviria o que ele tinha a dizer antes de arrebentar com algumas fuças.

  O velho, como haviam dito anteriormente parecia possuir aquilo que poderia nos tirar daqui com segurança, era a bússola da Grand Line, era o Log Pose, além disso ele falou da importância daquilo e de algo que eu não fazia ideia de que existia, Reis do Mar, logo imaginei que realmente não era só a Metza que desejava um trono, um dia talvez tivéssemos que lutar contra esses reis, e do jeito que o velho falava eram poderosos.

  Logo então ele perguntou pela capitã, estava a direita dela, tinha que passar segurança para a mesma, mas quando ouvi o que o velho estava dizendo quase chorei de rir, só não iniciei a falar porque Poo apareceu com canecas de chá e eu realmente precsava também aquecer o meu corpo e beber alguma coisa quente para me manter aquecida e a boca úmida. Parecia que aquele chá era mais do que uma simples bebida e mas parecia revigorar as nossas forças, Poo estava radiante com tudo aquilo.

 - Você deve ser o ta Karthus que todos falam. - Comecei a falar com o velho. - Acredito que sua aposta não tenha sentido aos olhos do Reino. Essas seis pessoas a pouco estavam querendo lutar comigo, minha capitã e meu companheiro se aproveitando do número e da saúde debilitada da minha capitã. Por que acha que eu vou permitir que eles vivam? Acha que vou deixar pessoas que feriram minha honra e principalmente se aproveitaram da fraqueza da minha capitã saírem por ai intactos? Que espécie de vermes acha que somos?

  Olhei para todos os meus companheiros e em especial a Metza.

  - Desde cedo na minha vida sofri abuso! - Falei com firmeza olhando para a reação de cada um. - Não quero que sintam pena, porque fui forte o suficiente para matar aqueles que se aproveitaram de mim. Entretanto não vou permitir que abusem novamente de mim ou meus companheiros, como seis covardes fizeram a pouco se aproveitando de número e da fragilidade da Metza, por isso já decidi que eles merecem uma severa punição.

  Queria ver a reação de cada um a minha pergunta. Por anos havia sido abusada pelo meu pai e minha mãe como cúmplice se mantinha em silêncio sabendo o que se passava em casa, assim como alguns vizinhos, um dia tive que me levantar para matar meus pais. Fui tachada de louca, fui descriminada e em Conomi todos me ignoravam, mas não importava com o que me chamavam, nunca vi os cidadãos de Conomi como amigos, mas o fato era que nunca mais deixaria qualquer pessoa que me oprimisse sair ilesa, não fraquejei diante de Grambos, da Marinha e não vai ser esses seis que vão começar a mudar o meu destino.

  Até teria uma contra proposta em relação a aposta, mas acho que isso seria discutir com o velho e não levaria a nada,mas o fato é que eu estava pronta para atacar a qualquer momento e bastava agora saber onde meu martelo começaria a cantar, se era na cabeça dos dois na aposta ou os quatro fora da aposta, não me importava, mas queria bater muito neles.

  Se a Metza me escolhesse para a luta prontamente me apresentaria e deixaria amarrar qualquer um dos meus braços na cintura sem problemas nenhum, caso não fosse a escolhida da capitã já me posicionaria para atacar os quatro do lado de fora, não iria parar a não ser que ficasse muito claro para mim que o bando não tinha intenção do ataque e caso assim fosse eu repensaria na situação do Reino, pois passaria a acreditar que ele era pequeno demais para a minha presença nele e talvez chegar na próxima ilha seria a ultima coisa que faria com o bando. Se seria por conveniência, claro que sim, já que o bando foi até o momento um bando de conveniência.

  Mas havia a possibilidade de Krathus querer impedir o ataque aos seis, isso seria irritante, pois de certa forma sei que precisávamos de algo que ele tinha, mas realmente não me importava mais com o Log Pose do que com a minha dignidade e por isso falaria de maneira simples. - Só vou dar a eles o que eles queriam dar para mim, se naquele momento você não interferiu que espécie de homem você é para interferir agora? Se sabia o que eles estavam para fazer e se diz o regente desse Farol, por que não esta punindo eles em vez de ajudar? Seria você um homem de honra punindo aqueles que querem o mal, ou simplesmente um regente de conveniência que só tem olhos para seus interesses deixando que a injustiça reine? Se quer me impedir de atacar pelo menos de uma punição que seja justa, se não vou ficar nesse pedaço de terra até ficar forte o suficiente para te atirar para os tubarões.

  Claro que havia a chance de alguém tentar me impedir, dizer algo como dar clemência aos covardes pescadores, entretanto não poderia simplesmente perdoar aquele tipo de coisa, principalmente se alguém me pedisse para perdoar, mas não seria tão inflexível ao ponto de dizer que para o erro havia apenas como solução a morte, poderia ser convencida até a perdoar o erro dos outros, mas sob algumas condições.

  - Ok, eu posso perdoar, mas não acha que quem deve primeiramente agir nesse sentido são os covardes ali. - Diria com firmeza. - Se eles implorarem por perdão para nossa capitã, já se declararem perdedores do duelo e derem algum tributo eu então poderia perdoar esses covardes. Caso contrário o mar ficaria melhor sem esse lixo que nem se quer confiaram no regente prometendo um navio, simplesmente queriam tomar o que não era deles. - Diria essa ultima frase olhando para Krathus.

 Entretanto se o grupo como todo evitasse a luta sentiria que o grupo em si era apenas um amontoado de pessoas dignos de pena, se curvavam diante de pessoas fracas e desgastadas pelo tempo e pelo, fome e frio.

  - Posso entender o medo e a insegurança de vocês, já vivi isso. - Dizia tranquilamente para todos. - - Entretanto eu, Buki Bijin não me curvo diante de opressores, mas se querem isso para vocês então desta vez estou fora.

  Logo depois pegaria o rifle que tinha pegado dos marinheiros em me Lougetown e tinha deixado jogado no barco e me retiraria dali e entrando no navio e indo para o quarto, pegaria meu livro de Mecânica e começaria a estudar ele, afinal aprender alguma coisa é melhor do que conviver com pessoas que ainda não haviam se tornado dignas de seu martelo.


Histórico da aventura:
 

NPC Companheiro:
 

Técnicas:
 

”OBJETIVOS”:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Seg 19 Fev 2018, 12:22, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptySeg 12 Fev 2018, 15:26



O Reino

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Apostas!


As palavras do caolho realmente pareciam ser sinceras, porém Aleister não estava realmente confiante que ele fosse alguém confiável, não ainda. Confirmando com um movimento em sua nuca, o rapaz acenou para o estranho quando ele falava a respeito sobre os perigos da Grand Line. Aleister mal sabia o que esperar, porém era uma característica do ser humano matar um aos outros, traí-los e assim tinha que se manter atento até aos seus próprios aliados. — Muito bem! Não pense que fazendo isso você conseguirá ganhar nossa confiança, porém com os devidos cuidados podemos fazer com que ambas as partes ganhem! — falou Aleister ao ver que o homem rumava ao longe. Após isso, o gatuno focou suas atenções a confusão que poderia ter início ali, mas estranhamente ele se deparou com o medo dos pescadores com algo que acontecia ali próximo. Sem pestanejar, Levi rumou até a embarcação, porém, ao chegar lá, avistou rostos desconhecidos e conhecidos ao redor da mesma, porém o “melhor” ficava para o interior da escuna.

Ao adentrar, Levi dava de cara com um velho senhor um pouco acima do peso e com vestimentas bem diferentes das que costumam ver. Seus olhos serenos aliavam-se a uma barba branca grande com um pouco de neve em seu meio. Em seu chapéu haviam duas lunetas e o mesmo parecia portar uma espada em sua cintura esquerda, segurando um revólver em sua mão direita. Suas calças pretas com detalhes dourados e botas bem forradas caracterizavam as vestimentas de uma qualidade bem superior das que Levi havia visto por onde passara após sair de sua casa. Além daquela personalidade estranha e imponente, o cheiro de chá contrastava aquele clima frio. — Bom, vejo que todos os senhores e senhoras estão aqui! Me chamo Don Karthus! E vim lhes trazer uma deliciosa aposta. Este é o famoso Log Pose, para os senhores navegarem por esses mares é preciso dele pois eles são os únicos que apontam para a direção certa, se não os senhores ficarão iguais baratas tontas esperando para ser esmagadas por um rei do mar. Essas pequenas bússolas se acostumam ao campo magnético de cada ilha, o tempo que ela demora para acostumar depende da mesma. Existem rotas para percorrer durante toda a GL e diversas ilhas em seus caminhos, algumas rotas cruzam ilhas iguais, outras não. Se vocês querem continuar a seguir navegando, vocês devem aceitar minha aposta!

Enfim estávamos com o tão aclamado Don Karthus. O velho parecia mais perigoso que o que haviam falado e isso retraía Aleister. Por mais que o rapaz tentasse analisa-lo, ele sentia um perigo iminente. Ele mostrava o que seria um Log Pose. De início não parecia nada demais, porém já que o mesmo falava, Aleister acreditara. Temendo o que ele falara até ali, Aleister tinha de tomar a atitude certa ou que pelo menos achasse mais correta para a sobrevivência geral. — Antes de tudo velho, o que seriam Rei dos Mares? E o que garante que você não vai nos enganar? — tomando a palavra, Levi buscaria saciar suas dúvidas para com a verdadeira intenção do velho. A seguir o velho propusera sua aposta que, de início parecia bem arriscada. Aleister permaneceria calado, esperando a decisão de sua capitã, porém se ela acordasse ou nem ponderasse os riscos ele não se manteria calado.

Poo saía da cozinha com o que parecia ser chá, porém Levi ficaria temerário com essa bebida. Cheirando-a, ele tentaria usar de seus conhecimentos de Toxicologia para tentar achar alguma coisa perigosa para todos. Se achasse, ele alertaria o mais rápido possível os demais. — Não bebam! — gritaria. Se não encontrasse, apenas seguraria o copo, não beberia e ficaria atento com a resolução da situação. Bijin tomava a situação para si e aquilo era um risco para todos. Por mais que a garota tivesse a coragem que Levi não teria nunca na vida, ela era perigosa em suas palavras com os demais. Por mais que algumas coisas fossem verdade, colocava em risco uma situação que poderia ser resolvida calmamente. — Não nos exaltemos. Todos tivemos problemas, mas também não vamos rotular aqueles homens que perderam todas suas vidas. Assim como eles, provavelmente fizemos nossos erros, temos nossos pecados, então não somos tão diferentes. Não somos nenhum Deus ou alguém com direito de punir aqueles que arriscaram suas vidas para com seus desejos, ora, quem nunca caiu no abismo das más decisões? Se um de nós vamos sair daqui, é melhor que saiamos com saúde, certo? Então vamos manter a calma, não deixemos nossos demônios colocar em perigo nosso futuro, certo? — falaria o rapaz, olhando para Bijin.

Por mais que a garota tentasse lutar, a situação não era para isso. A sua capitã não estava em condições, além disso estavam todos se recuperando de uma confusão em Loguetown e na Reverse, então tinham que usar a mente para saírem inteiros. — Então, Karthus, não há nenhum outro “jogo” que possamos fazer? Pois o que parece é que esse jogo é bem sugestivo já que você conhece seus pescadores e deve saber de algo, então, algo que tenhamos chances realmente iguais, ao invés dessa falsa igualdade. O que acha? — questionaria o velho. Aleister tinha em mente algo mais igualitário, porém dava a chanca ao velho de aceitar ou não. — Eu tenho uma ideia. Se todos forem de acordo. Um simples jogo chamado Jokenpo. Eu tenho 5.000.000 de berries comigo. Fazemos uma melhor de cinco rodadas. A cada rodada que eu perder, dou 500.000 berries para você, velho. Se eu vencer pelo menos duas vezes, ganhamos o Log Pose e, dependendo das vezes que faltar, te dou 1.000.000 de berries por cada um. O que acha? — Aleister tinha em mente dessa maneira livrar o combate físico e, de certa maneira, satisfazer o velho. Qualquer objeção ele iria ouvir com calma, porém se manteria focado em seu jogo. Ao fim de ambas as ideias, Aleister voltaria a escorar-se em alguma borda da embarcação e analisaria seus livros, lendo os enquanto a capitã decidiria o andamento da situação.

Histórico do Alencar:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por Alencar em Dom 18 Fev 2018, 22:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyQua 14 Fev 2018, 00:43





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 31






O tal caolho não era um cara aparentemente de se jogar fora. Sim, de fato ele era de se desconfiar... mas quem ali não era? Pelo menos ele se mostrou receptivo e distante para não levantar suspeitas, além do mais estava trazendo alimentos consigo. Metza havia prometido e iria cumprir. Enquanto a união do Reino com aqueles homens fosse benéfica para seu bando, ela os aceitaria de bom grado, e com o caolho não seria diferente.


Metza estava muito mal e precisava aquecer seu corpo com urgência. Cada instante naquele frio infernal fazia com que seu corpo adoecesse pouco a pouco. Sintomas de fraqueza, tremedeira e dor de cabeça tomavam conta da monarca e ela sabia que os analgésicos injetados por Helena estavam com seu prazo contado. Em breve a dor no peito pelo choque durante a subida na Reverse Mountain daria seu "alô" novamente. Felizmente (ou infelizmente), um assobio vinha da embarcação e os pescadores rumavam para lá tendo reconhecido que tal assobio pertencia à Karthus.
- Poo e... e... ATCHIM! Lucius estão lá... precisamos vol... tar...


Metza tentava pedir para que Bijin que a estava segurando voltasse para o navio atrás dos pescadores e ajudar Lucius e Poo em uma possível tentativa de invasão. Ela mesma estava ali inútil, indefesa, fraca e tendo sua saúde física demonstrando tudo o que uma monarca e capitã de bando não poderia ser. A garota loira rangia seus dentes e algumas lágrimas vertiam de seus olhos. O analgésico passara e a dor em seu peito vinha em peso prejudicar ainda mais a saúde da capitã de pés descalços. Neste momento ela não conseguia mais identificar o que era um choro de dor física e o que eram lágrimas de dor emocional por estar naquela situação deplorável.


*Esse é... Karthus?
Após rumarem de volta ao navio como Metza havia sugerido para auxiliarem quem havia ficado para proteger a embarcação, o trio consegue encontrar apenas o tal Karthus no convés enquanto os demais estavam aguardando do lado de fora.
*Será que essa tal aposta é verídica? Talvez o regente daqui não seja tão violento como imaginávamos... o que ele está esperando para atacar?*
Apesar de com extrema dificuldade pelo aperto no peito que os hematomas lhe causavam, Metza respira um pouco mais tranquila e aliviada ao ver todos os nove integrantes do Reino ali presentes e, com exceção dela própria e de Poo, aparentemente bem de saúde. Caso houvesse um combate indesejado eles não seriam pegos de surpresa.



Metza tentava prestar atenção nas palavras de Don Karthus mas a sua saúde estava extremamente debilitada e precisando de cuidados. Como cereja do bolo, o piso do convés também estava molhado, provavelmente pelas ondas da Reverse Mountain ou da própria neve derretida do Farol. A loira piscava os olhos tentando manter a consciência e evitando um desmaio enquanto se aproveitava de seus conhecimentos de atuação e cantoria para respirar o mais diafragmáticamente possível para não deixar seu peito dolorido. Ela olharia de relance para Helena e nem precisaria forçar muito para fazer uma cara de dó, pedindo com o olhar uma ajuda médica para sua companheira anjinha.


Metza contava com que algum membro a ajudasse a aquecer seus pés ou deixasse ela sentar para evitar que seus pés descalços continuassem em contato com a água gélida e agravassem cada vez mais sua condição precária. Caso isso não acontecesse, ela procuraria cambalear até uma cadeira para ela mesma deixar de estar em contato com o chão molhado enquanto se apoiava em Bijin:
- Linda, eu preciso sentar um pouco e me aquecer além de tirar meus pés desse chão frio! Eu não estou bem de saúd... ATCHIM!


A linda capitã loira destamparia sua garrafa de rum que estava quase no fim ao se sentar e tomaria o último gole. Além de matar sua vontade por estar um bom tempo sem beber seu elixir precioso, uma bebida alcoólica naquele momento ia ser útil para aquecer seu corpo internamente e amenizar as dores do seu sistema nervoso mesmo que por instantes. Ela também aceitaria o chá entregue por Poo, caso Levi não acusasse Karthus de envenenamento.


Se Buki tentasse assumir uma postura mais agressiva, a capitã olharia para ela com um olhar fulminante e balançaria a cabeça negativamente, assim como uma mãe com presença precisaria se limitar para controlar uma filha rebelde de forma firme e certeira:
- Bijin... não...
Caso ela insistisse em sua retaliação, Metza tentaria a convencer com palavras semelhantes que usaria para convencer Karthus à mudar a aposta proposta, mas em tom de murmúrio direcionado, tentando fazer com que só sua amiga Louca escutasse:
- Nós só estamos em vantagem numérica. Poo, eu e Lucius não estamos em condições de lutar e por enquanto não há nada de ameaçador acontecendo. Vamos manter os pés no chão!


Ainda sentada, ao ser nomeada pelo velho como capitã, Metza procuraria juntar forças para respondê-lo prontamente:
- Eu sou a capitã deste Reino! E tenho algumas ressalvas sobre sua aposta...
Metza colocaria a mão sobre seu peito e franziria a testa, tentando se recompor um pouco da dor pela falta de tratamento que sentia.
- Como pode ver nós estamos muito debilitados por lutas recentes e pela subida da tal Reverse Mountain. Inclusive nosso companheiro azul também não está em sua melhor forma e, um combate agora envolvendo nossos integrantes, não seria nem um pouco igualitário... tendo uma mão presa ou duas soltas...
Metza continuaria tentando dobrar o velho Karthus nas palavras. Ela estava doente e machucada, mas sua pose de liderança, bela voz, bela aparência e habilidade de atuação eram muito fortes para não se fazerem presentes mesmo nos momentos mais difíceis. A garota sabia que um combate agora nas condições e falta de medicamentos que seus companheiros estavam era suicídio.


A solução do Conselheiro Levi era randômica demais. Porém não colocava nem seu bando e nem o barco em risco, o que tornava aquele jogo bizarro em uma boa ideia. Metza não estava bem mas precisava trazer o jogo de apostas para si e tentaria ampliar o coro de Levi por transformar a aposta em um jogo, caso Karthus se mantivesse irredutível pelo combate, a monarca tentaria de todas as formas convencê-lo à mudar de opinião sobre a aposta.


- Veja... o tal jogo é justo pois é uma aposta e, como tal deve ser, depende única e exclusivamente da sorte com chances iguais para ambos os lados. Mas caso você ainda estiver em dúvida posso fazer uma aposta à parte com você...
A garota procuraria cruzar suas pernas em cima da cadeira que estivesse, para parecer um pouco mais alta e imponente do que sua posição sugeria enquanto pegaria seu violino:
- Eu vou tocar uma das mais belas músicas para você mesmo em minhas condições de saúde péssimas... Aaaaaa TCHIM! Se você gostar aceitará a aposta de Levi pelo Log Pose, se não gostar da minha canção nós faremos a aposta de combate como você deseja mas colocando este violino de Loguetown no lugar do nosso barco caso percamos... o que me diz?


A monarca tentava argumentar propondo uma nova aposta em cima de outra aposta. Se o tal Don Karthus gostasse tanto de apostas como diziam ele iria aceitar o desafio no qual não tinha nada a perder. Metza apesar de ser uma exímia instrumentista não sabia se sua performance iria ser agradável por conta de sua saúde. Se ela estivesse sendo tratada nesse meio tempo ela estaria mais tranquila, mas o fato é que ela era a capitã, era quem Karthus estava desafiando, e ela precisava atrair a responsabilidade para seu colo custe o que custar.
*O jogo é feito para ser jogado...*


Sendo sua proposta de uma nova aposta recusada ou não pelo dono do farol, Metza solicitaria ao velho um tempo para repor suas energias, pressionando sua mão contra o peito e franzindo a testa com um dos olhos cerrados para tentar controlar a dor que sentia:
- Eu preciso de um tempo para me recuperar antes de começarmos... eu estou fraca e doente e seria muito gentil de sua parte se me desse licença...
Metza perguntaria como uma lady, se levantando e seguindo em direção ao fogo que Poo havia gerado com a certeza de que Karthus não fosse contra. Não importa quem ele fosse, ele estava no navio de Metza e ela estava sendo o mais cordial que poderia, não havia motivos para recusa pois sua saúde era péssima.


Caso não fosse interrompida e chegasse até próxima as chamas, Metza abriria um sorriso de orelha à orelha e estenderia suas mãos e pés em direção às chamas, sentada no chão com o tronco levemente inclinado para trás. Ela então pegaria o livro que havia comprado do ruivo e aproveitaria a pausa de repor suas energias e descanso para folhear o livro sobre o assassino especialista em disfarces e relaxar um pouco. Ser pirata na Grand Line não era fácil...




Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 19 EmptyQua 14 Fev 2018, 12:06

Grand Line


Mas então esse Karthus é um embuste! Se as coisas já estavam difíceis, imagina agora que estamos correndo risco de perder nosso barco! Karthus saia do farol e seguia dando pulos alegres para nosso barco, junto de nós quatro, duas pessoas e dois embustes, que pelo menos ajudaram a manter Helena aquecida.

Maldito seja esse tempo, a cada minuto que passava parecia que a temperatura caía mais ainda, não sei quanto tempo vou aguentar sem me aquecer, não posso pegar um resfriado, por isso colocaria minhas mãos em meus bolsos, e seguiria junto dos demais, tínhamos muito para conversar e resolver. E olhando para esse Karthus não vejo nada em sua aparência que me remeta a um médico ou algo do gênero, duvido muito que ele consiga algo medicinal para nós.

Seguindo para o barco, algo atrapalha meu caminho, até me fez cair no chão macio de neve, mas ao olhar melhor percebo que meu pé prendeu em algo parecido com um envelope, preso na neve, ao pegá-lo, percebo que faz barulho parecido com um lustre balançando. Infelizmente, não estava sobrando tempo para analisar o que havia dentro, o resto do pessoal já seguia para a embarcação, por isso colocaria em meus utensílios, para quando a situação estivesse propícia, eu olhasse esse curioso envelope.

O velho subiu primeiro no barco, já dando ordens pros outros, em seguida foi nossa vez, assim que pus meus pés na proa, já ouço algo parecido com insulto...

- Hmmm, não me parecem ser nenhuma de vocês duas.  - Ele parecia estar procurando algo ou alguém, mas que não era eu e Helena, eu não entendi muito bem o que ele quis dizer, espero que não seja alguma besteira, estou farta e cansada.

Então, Karthus espera todos da tripulação chegarem, ele sabia quem era e quem não, ainda foi bem autoritário ao mandar embora os não-integrantes do Reino, todos acabam por voltar das suas missões bastante confusos com o que vai acontecer.

Para começar, Karthus explica algumas coisas, enquanto um cheiro de chá tomava conta do lugar... Seria ótimo uma bebida quente, para amenizar o pavor do frio, meu bom-humor já nem se encontrava mais, deixei ele na neve lá do farol, junto com a minha paciência, é difícil se manter feliz quando está com frio e tendo que lidar com macho achando que pode mandar em nós.

- Bom, vejo que todos os senhores e senhoras estão aqui! Me chamo Don Karthus! E vim lhes trazer uma deliciosa aposta. - Disse o senhor, puxando um pequeno relógio com uma bola de vidro e uma agulha pendurada no mesmo com uma ponta vermelha. - Este é o famoso Log Pose, para o senhores navegarem por esses mares é preciso dele pois eles são os únicos que apontam para a direção certa, se não os senhores ficarão iguais baratas tontas esperando para ser esmagadas por um rei do mar. Essas pequenas bússolas se acostumam ao campo magnético de cada ilha, o tempo que ela demora para acostumar depende da mesma. Existem rotas para percorrer durante toda a GL e diversas ilhas em seus caminhos, algumas rotas cruzam ilhas iguais, outras não. Se vocês querem continuar a seguir navegando, vocês devem aceitar minha aposta.

Barganha, escambo ou chantagem? Fiquei em dúvida, não sabia qual desses três a situação se encaixava, mas foi exatamente como os brutamontes disseram, o velho adora uma aposta, deve ser um passatempo para ele se divertir com a desgraça e falta de informação dos outros. Para navegar pela Grand Line precisaríamos dessa bússola especial, pois o ambiente era tão diferente quanto ela.

- A aposta é o seguinte: Devo uma chance para esses homens para disputarem pelo barco, será uma batalha de dois contra dois, eu quero aquele homem pálido que quase me confundiu com um tritão lutando e mais um da escolha de sua capitã sem que seja ela. A pessoa que lutar ao lado daquele homem de terno todo rasgado estará com uma de suas mãos amarradas a cintura e não pode soltá-la até perder o seu braço ou acabar a batalha. Vocês lutarão contra dois homens de estados físicos parecidos, para ser justo um deles estará com uma das mãos amarradas também. Se eu vencer, ganho o barco de vocês, se vocês vencerem o log pose será de vocês. Alguma dúvida?  - Falou, falou e falou, Karthus nem por um segundo deu a entender que estava brincando, quando ele terminou, meu rosto estava vermelho mesmo, mas dessa vez de raiva, ele viu o estado que nosso colega à rigor se encontra e usou isso contra nós... E ainda teve a audácia de fingir uma empatia tentando tornar a luta de igual para igual, porém ainda tem a história de amarrar a mão nas costas.

Esse velho causou um alvoroço no barco, Metza, Bijin e Levi não aceitaram de bom grado a aposta, e também falaram até mesmo mais que Karthus, não queriam colocar seus companheiros em risco. Poo sobe de volta a proa com os chás para todos, aquilo seria um alívio para mim, esquentar um pouco não faria mal a ninguém, e talvez meu sorriso voltasse se conseguisse me livrar dos calafrios, dores e mal-humor.

Conforme me aproximo para pegar  o chá, tentava absorver o bombardeio de falas... Bijin meio que deu uma lição de moral no senhor, mas reconheço que ela estava pronta para a luta, como é uma exímia lutadora, seria perfeito escolhe-lá para a aposta, mesmo que seja com uma mão nas costas. Levi, bem, ele quis responder a aposta com outra aposta, uma atitude inteligente, e ainda oferecia bastante dinheiro para o senhor Karthus, seria esse seu principal defeito: ganância? Já Metza incrementa na aposta de Levi uma de suas habilidades, a música, e finaliza determinando: se eles perderem, ocorrerá a luta.

Muitas pessoas já falaram, especularam e tentaram persuadir o senhor, mais uma voz para atrapalhar não ajudaria de nada. Fico no total e pleno silêncio, apenas pegaria o chá, sentiria o calor da caneca nas mãos, esquentando cada ponto frio dela, o vapor da água subindo em meu rosto, esquentando meus poros, trazendo calor de volta ao meu nariz, para depois então, dar um gole, pequeno para não queimar a língua ou a garganta, para depois dar mais um, e mais um, sentindo o líquido repor e adicionar altas temperaturas internamente, para depois meu exterior.

Eu não sabia o que aconteceria com o bando, quem lutaria ou se Karthus cederia, contudo eu estaria do lado de Metza até o fim. Se ela não quisesse que ninguém lutasse, eu defenderia seu ponto de vista, e se ela mandasse alguém para o combate, respeitaria sua decisão, e se ela me pedisse para lutar junto de Lucius, o homem à rigor, não tinha o que eu poderia fazer. Daria mais um gole do meu chá, para então colocá-lo de volta ao centro de todos nós, e entregaria minha mão direita para ser amarrada.

Não posso deixar essa oportunidade passar, então se me amarrarem, eu diria:

- Essa é a primeira vez que sou amarrada... Geralmente, sou eu quem amarro a pessoa, gosto de dominar sabe... - Olharia fixamente para os olhos da pessoa que estaria fazendo o nó.

Depois me voltaria a Karthus e esperaria ele chamar os oponentes.

Caso não fosse eu a escolhida, finalmente quebraria meu silêncio dizendo, caso fossem dois homens escolhidos para lutar pelo Reino.

- É como dizem, no xadrez, os peões vão primeiro...

Agora se fosse uma garota, que não seja eu, para o embate, não escorreria sarcasmo da minha boca, como veneno.

- Lute como uma garota!

Enfim, caso não houvesse luta alguma, e sim as apostas de Levi e Metza, me restava levantar a caneca de chá para o alto, como brinde e desejar:

- Boa sorte capitã! Sei que você consegue! E você garoto-da-calça-colada, se tinha tanto dinheiro podia ter pago aquela noite comigo, sem reclamar! - diria, sorrindo, novamente.

Mordia meu lábios de ansiedade, como essa situação vai se desenvolver? Não saber onde está pisando, causa um certo desconforto em qualquer um.

Samantha Evergreen
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