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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 2 - Ascensão do Reino

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyTer 19 Set 2017, 13:10

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 2 - Ascensão do Reino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Samantha Evergreen. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptySeg 29 Jan 2018, 23:17





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 28






Tensão, surpresas, fortes emoções… O navio do Reino atingia as nuvens e, apesar desta sensação de frio na barriga durar poucos instantes, parecia que ele pairou no céu por uma eternidade. Metza dessa vez aprendeu a lição e se segurou próxima à Poo para não ser arremessada novamente pela correnteza da montanha doida. Agora a gravidade era suficiente para fazer o trabalho de descer a embarcação morro abaixo, mas provavelmente pela inclinação ela aparentava descer rápido apesar de não tão rápido quanto subiu, além do caminho ser aparentemente mais tranquilo e livre de rochas gigantes assassinas.


*Quantos problemas! Calma Metza… vamos por partes…
O Reino precisava de muitas coisas ao mesmo tempo. Dentre elas estava comida, madeira para consertar o navio, medicamentos para curar quem ainda estava ferido, uma bússola nova para a navegadora e… agasalhos?
*Brrrr o que é isso? Está calor ou nevando afinal???
A loira é interrompida no meio de seu raciocínio para cruzar os braços e esfregá-los contra seu corpo e vestido que provavelmente estariam molhados. Felizmente seu bando tinha até o momento nove integrantes. A monarca provavelmente conseguiria dividí-los em diversas tarefas apropriadas que todos necessitavam no momento.


Ela, Lúcius, Sam e Poo precisavam de tratamentos. Metza não tinha certeza se ainda Helena teria suprimentos necessários para tratar todos os feridos. Ela se aproxima vagarosamente da moça celestial ainda tentando se aquecer do clima doido daquele farol, procurando respirar o mais cautelosamente possível para evitar que seu peito continuasse dolorido. Assoprando um pouco para esquentar sua boca, ela perguntaria para Helena:
- Eu, Lúcius e Sam nos machucamos na viagem além de Poo que ainda não se tratou… nós temos itens suficientes no kit de primeiros socorros para todos nós?


Seja caso afirmativo ou não, Metza sabia que equipamentos médicos eram fundamentais para um bando pirata (principalmente com a frequência que todo mundo estava se machucando). Esse era um dos itens de sua lista para procurar ou comprar. Antes de qualquer um tomar uma decisão, Metza falaria em voz alta para que todos do navio pudessem ouvir:
- Pessoal! Nós estamos precisando de vários itens para seguirmos viagem pela Grand Line e vamos aproveitar o momento para tal. Dentre os itens precisamos de: Comida, madeira para conserto do navio, itens de primeiros socorros, uma nova bússola, e agasalhos para aguentarmos esse clima nevoso deste farol… Alguém mais tem alguma idéia de itens necessários que estão em falta?


A capitã olharia para cada um dos integrantes e, caso não houvesse mais nenhum item ela prosseguiria:
- Bem… Acho melhor Levi ir atrás de comida, Genn e Loraelis podem cuidar da madeira, Helena e Sam atrás de itens de primeiros socorros, Lúcius e Poo ficam no navio de vigia, Bijin vai atrás de agasalhos para todos e eu atrás de uma nova bússola… combinado?
Se houvesse algum outro item não mencionado pela capitã, que algum outro membro lembrasse, ela adicionaria em sua conta:
- Pode deixar que eu cuido disso também…
Metza aguardaria uma resposta da equipe após dividir seu bando em pequenos grupos de divisão e conquista. Por fim, ela levantaria seu punho cerrado ao alto como já havia se tornado uma tradição do Reino, como uma motivação de um time de futebol:
- Pelo REINO!


A monarca de pés descalços aguardaria então ser tratada por Helena caso possível, e desceria do navio após atracado. Com as funções separadas, ela tomaria cuidado para evitar pisar na neve com seus pés descalços e piorar ainda mais a baixa sensação térmica que o local estava proporcionando ao seu corpo. Ela não tinha roupa de troca e se arrependia de ter jogado fora seus trapos de antes enquanto rangia os dentes:
*Tomara que Bijin consiga algo para mim… estou virando um picolé!


Metza caminharia em direção aos pescadores e tentaria ver se eles eram amistosos ou não. Caso fossem aparentemente amistosos e dispostos à comercializar itens, Metza colocaria seu pescoço levemente de lado, e com um sorriso belo e simpático usaria de sua beleza e voz dominante para conseguir o que desejava:
- Olá! Eu estou procurando por uma nova bússola para navegar pela Grand Line… Há! A propósito… eu estou também procurando um livro sobre disfarces para aprimorar uma fantasia de carnaval e estou disposta a pagar um preço bom por ele! O senhor teria algum desses itens para mim?




Historico:
 
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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyTer 30 Jan 2018, 13:12

Grand Line


Viva, porém nem tanto. O tormento da subida enfim toma seu final, atravessamos inteiros, com apenas alguns machucados, porém com a energia lá em cima, poxa, olha o que atravessamos juntos! Não sei se os demais perceberam, mas fomos incríveis ajudando e trabalhando em equipe para chegarmos até aqui, meu coração se enche de uma boa emoção, algo com animação e curiosidade, misturadas em uma só.

Mesmo com um pequeno ferimento sangrando me mantive no timão até o último segundo que havia necessidade, não me retirei e nem fiz drama, fiquei firme e disposta, sexo frágil não se encontra nesse barco, e falando nele, coitado, sofreu também nessa viagem, estava precisando de reparos, urgente, escutamos os barulhos estranhos que ele estava fazendo e não era nada bom.

Após a descida, que não nos alavancou como a subida, já se torna possível observar a enorme construção que jazia ali, um farol iluminando o lugar, visto que estava tudo nublado e escuro, o tempo desse lado não estava melhor, tudo praticamente nevado e frio, eu não estou acostumada com isso, verão e primavera são as estações a quais eu mais vivi, logo isso não é bom pra mim, mesmo com minha roupa a temperatura incomoda. No momento, pegar um resfriado não está nos meus planos.

- Iremos ancorar no farol, precisamos avaliar a embarcação antes de seguir caminho. Aliás, a bússola está louca! - Informava a Sirena, estaríamos logo mais em terra firme e com muito serviço para fazer -  Sam, pode se limpar o rosto se quiser - completava Bijin, expressando uma compaixão comigo, era nítido que Helena precisava dar um reparo em mim.

Então, sorrindo, soltaria o timão, e acenando para a garota peculiar, seguiria para onde Helena estava, e talvez com sangue no rosto, ela já entendesse o recado. Dores no corpo, na cabeça e um corte, esse é meu estado, nada grave ao meu ver, o meu desejo mesmo é dar um jeito nesse sangue, meu corpo é minha arma, tenho cuidar muito bem dele, inclusive deixá-lo bem arrumado, ninguém merece aturar gente ensanguentada.

Enquanto eu seguia em direção às médica, a capitã descalça já seguia para lá também, nesse barco existem muitas pessoas que estão necessitados, o que implica em bastante serviço para ser feito, mas tinha suprimentos para todos nós?

Pessoal! Nós estamos precisando de vários itens para seguirmos viagem pela Grand Line e vamos aproveitar o momento para tal. Dentre os itens precisamos de: Comida, madeira para conserto do navio, itens de primeiros socorros, uma nova bússola, e agasalhos para aguentarmos esse clima nevoso deste farol… Alguém mais tem alguma idéia de itens necessários que estão em falta? - perguntava a Monarca para seu reino, e no momento não penso em nada a mais do que o citado, realmente são esses itens que nos faltam, e que mais precisamos -  Bem… Acho melhor Levi ir atrás de comida, Genn e Loraelis podem cuidar da madeira, Helena e Sam atrás de itens de primeiros socorros, Lúcius e Poo ficam no navio de vigia, Bijin vai atrás de agasalhos para todos e eu atrás de uma nova bússola… combinado? - prosseguiu Metza, explicando a tarefa de cada um a partir de agora.

Fica encarregada de procurar itens que possam ajudar no tratamento dos demais, na quantidade de vezes que já nos machucamos, será sempre necessário termos em estoque várias ataduras e remédios para Helena utilizar, e falando nela, vou trabalhar com ela nos próximos momentos, seria o momento perfeito para conhecer melhor a curandeira deste reino.

Somos 5 pessoas e 4 homens kkkkkk que não tem nenhuma convivência, e para ser sincera não sei nada sobre os demais, apenas nos juntamos pelo simples interesse em comum, mas se houver diferenças que não se batem? E se alguém for um mal caráter? E se alguém estiver mentindo? Essas dúvidas surgem em minha mente em uma questão de segundos, vou sair para um local que nunca visitei com uma estranha, os riscos de visitar meus parentes mortos estão crescendo, porém o que me resta fazer é: confiar.

Confiar, olhos fechados e braços abertos, assim como estão fazendo comigo, o passado deles não importa, se eles estão fazendo valer esses momentos agora comigo, vou confiar, vou confiar, vou confiar. Repetia isso sem parar, até dizer, em resposta à capitã desprovida de calçados:

- Pode deixar, minha Monarca! Assim que Helena der uma olhada em mim, vamos procurar pelo lugar e pegar tudo que pudermos, pelo Reino!

Feito isso, iria então me dirigir a médica sorrindo, e ver se havia a possibilidade dela cuidar dos meus ferimentos, eu precisaria estar quase em 100% para poder cumprir minha missão e voltar para o barco ilesa, ou quase isso. Se fosse tratada então, agradeceria sorridente e falaria:

- Certo! Vamos lá então, temos trabalho a fazer!

Com o barco atracado, então, eu desceria junto de Helena, me despedindo do pessoal do barco, claro, à moda de Samantha.

- Pessoal, voltamos logo! Não se desesperem garotos, em um piscar de olhos já vou estar pronta para esquentar vocês! - piscaria maliciosamente para eles, e acenaria para as garotas.

Caso chegasse no chão, junto de Helena, continuaria a conversa, para termos algum entretenimento enquanto decidimos para onde iríamos.

- Bem, eu estou curiosa para ver o que há naquele farol sinistro! Aposto que deve ter algo como panos e álcool lá, entre outras coisas que você poderia usar, o que me diz? - se a resposta fosse positiva, então iria em direção do farol, procurando alguma entrada, e continuaria a falar - Me diga Helena, o que uma moça de asas fazia em Loguetown? Não me leve a mal, só estou curiosa para te conhece melhor. - seria simpática e verdadeira, pontos importantes para começar uma amizade.

Se a resposta fosse negativa, perguntaria como réplica para Helena:

- Então, onde acha que possamos encontrar alguns itens de primeiro socorros? - a ouviria e se a resposta fizesse sentido, a seguiria.

Entretanto, se não houvesse como me tratar, eu não reclamaria, apenas passaria a mão onde tinha sangue para limpar, e faria a mesma coisa, esperaria o barco atracar e desceria com Helena, me despedindo bem vulgarmente, apenas tentando ignorar as dores e o corte, seguiria cuidadosa e vagarosamente, para não correr riscos de piorar minha situação, caindo ou ficando tonta.


Samantha Evergreen
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Hunson
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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyQua 31 Jan 2018, 15:01


“Finalmente cheguei ao mesmo mar em que meu pai está” pensava enquanto o navio pairava no ar, a sensação era fantástica e a felicidade tomava conta de mim meus olhos brilhavam de emoção “Finalmente vou encontra-lo” , naquele momento o tempo pareceu passar mais lentamente, mas o navio logo começou a descer retornando ao rio da montanha.

Enquanto descíamos, o navio ganhava cada vez mais velocidade ao mesmo tempo em que se podia ouvir um barulho estranho vindo dele como se algo estivesse prestes a se soltar, o que me provocava calafrios, pois tudo parecia um complô para que não chegássemos a Grand Line. Cada vez mais ficávamos próximos do grande farol que iluminava toda aquela região da montanha, próximo a ele ficava uma pequena casa com um armazém, mas além do farol encontrávamos várias partes de navios destruídos ao mar, cavernas a encosta da montanha e pescadores tentando a sorte.

A menina polvo desejava ancorar próximo aquele farol para avaliar o navio, assim como também precisava de uma nova bussola, pois a sua havia quebrado devido os recentes acontecimentos.

Porém havia algo que eu não tinha prestado atenção até o seguinte momento “Por que está tão frio aqui” pensava enquanto esfregava as mãos sobre os braços a fim de me esquentar só então percebi a neve daquele lugar um clima bastante estranho, diga-se de passagem, em seguida levaria as mãos até a boca soprando um ar quente contra elas e as esfregando uma na outra depois novamente nos braços “minha pele ficará azul de tão frio.”

Bijin chamava o panda para acenderem o fogo a lenha e assim esquentar o ambiente, eu não era contra a ideia da moça, o frio era bom, mas não naquela proporção. Ela saia e voltava após um tempo dessa vez com uma vestimenta diferente Vou dar uma volta rápida e ver o que descubro com os pescadores. Alguém quer ir comigo? perguntava a moça “Não deu muito certo descer do navio da ultima vez.” pensaria enquanto passava a mão sobre o peito sentido um incomodo. – Eu passo dessa vez. falaria sorrindo, não que eu não quisesse ir, mas na minha situação achava melhor ficar quieto na minha até está 100% curado.

Eu, Lúcius e Sam nos machucamos na viagem além de Poo que ainda não se tratou… nós temos itens suficientes no kit de primeiros socorros para todos nós? falava a capitã, eu esperaria ansioso pela resposta da anja, estava precisando acabar com esse dor em meu peito, caso ela pudesse tratar dos feridos naquele momento aguardaria minha vez caso contrario esperaria no navio até que resolvêssemos esse problema com o suprimento médico.

Para executar as tarefas necessárias para prosseguirmos viagem a capitã dividia nosso bando em grupos para que assim conseguíssemos pegar tudo que fosse necessário, Metza iria atrás da bússola, Bijin dos agasalhos, Levi da comida, Genn e Menina polvo de madeira para reparar o navio, Helena e Samantha ficariam com o suprimento médico.

- Pessoal, voltamos logo! Não se desesperem garotos, em um piscar de olhos já vou estar pronta para esquentar vocês! Ouvir tais palavras me alegrava apesar de não saber se era realmente verdade, mas não custa nada sonhar.

Eu e Poo ficamos encarregados de vigiar o navio enquanto os outros estivessem fora, geralmente ficar vigiando o navio não é a melhor das funções, mas no momento eu não reclamaria daquela decisão eu realmente não estava muito a fim de sair naquele frio ou na minha condição, talvez eu devesse encontrar um lugar aconchegante naquele navio pra descansar o corpo Poo seria capaz de cuidar sozinho do barco qualquer coisa ele poderia simplesmente me acordar.

— Bem, se mantenham em alerta. Esses pedaços de navios podem significar as quedas das embarcações, porém nem todos morrem nisso. Se cuidem! “Droga” esse maldito tinha que falar isso logo agora quando eu estava prestes a relaxar. Olharia para o panda “Ele parece bem forte, ele consegue defender o barco” pensaria expressão uma sorriso estranho no rosto.

Lembrando-me da ideia da Bijin eu me voltaria para o panda – Então Poo, eu vou acender o fogo pra dar uma esquentada no navio e não congelarmos, qualquer coisa dá um grito. Caminharia para dentro do navio quase saltitante, do lado de dentro procuraria pela lenha para acender o forno, caso eu a encontrasse a colocaria dentro do forno e utilizaria uma fosforo para acendê-la, olharia a caixa de fósforos por alguns instantes e a guardaria em um de meus bolsos, no caso de ser um isqueiro faria a mesma coisa, após acender o fogo sentaria próximo ao mesmo pra me esquentar um pouco.

Caso o panda tenha vindo comigo acender o fogo seguiria os mesmo procedimentos citados, no caso de utilizarmos uma caixa de fosforo eu retiraria 6 palitos de dentro da mesma e guardaria a caixa comigo tomando cuidado para que o panda não visse, levaria alguma cadeira ou algo em que pudesse sentar até próximo a porta para observar a movimentação lá fora caso não tivesse nada ficaria em pé próximo a porta, já posicionado, entregaria ou jogaria 03 palitos para o panda – Poo, conhece um jogo chamado “porrinha”? que tal jogarmos um pouco pra passar o tempo? Posso lhe ensinar as regras e a gente poderia apostar uma grana pra deixar o jogo melhor, o que me diz? no caso do isqueiro apenas o guardaria comigo e ficaria próximo a porta observando o movimento la fora.


HISTORICO:
 

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Última edição por Hunson em Qui 01 Fev 2018, 15:39, editado 1 vez(es)
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Alê
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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyQui 01 Fev 2018, 12:33



O Reino

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(Re)Começo?


Ao descer daquele conflituoso monumento natural, Aleister se tranquilizava. Respirando o máximo que pudera, o rapaz ouviu atentamente o que a garota polvo falou, mesmo que não virasse para observá-la. —  Iremos ancorar no farol, precisamos avaliar a embarcação antes de seguir caminho. Aliás, a bússola está louca! Acho que a bússola quebrou em todo esse tumulto que ocorreu... — havia comentado ela. Pensando bem não era de se espantar, ora, toda a confusão que se passava para adentrar nas águas misteriosas daquela zona chamada “Grand Line” era o suficiente para quebrar não só uma bússola como muitos ossos. Aleister até soltava uma leve risada ao pensar a respeito.

Inclinado sobre a borda, Aleister incrivelmente não conseguia pensar em nada. O cansaço em seu corpo começava a demonstrar sinais severos para seu psicológico. Naquele instante o rapaz só queria chegar em terra firme. Pensando nisso, ele erguia-se novamente e procurava algum alento ou sinal de terra firme. Olhando de um lado a outro, se possível até forçava sua visão para localizar o que estava ali, bem próximo ao destino da embarcação: um farol em meio ao nada. Com a aproximação exponencial, o rapaz avistava também o que aparentava ser um casebre ao lado da construção chamativa. — Mora alguém ali...? — questionava-se o rapaz saindo do local onde estava e caminhando pelo navio.

Enquanto caminhava, restos de embarcações poderiam ser avistadas. Salivando temeroso, Aleister imaginava que ali poderia estar a embarcação no qual navegava a minutos atrás. Além disso, mal percebera antes, mas o clima estava bem frio. O casaco ajudava a disfarçar, porém as extremidades do corpo que não eram cobertas tremiam um pouco, chegando até a arrepiar. — Terei que trocar essa calça... — falou o rapaz caminhando até o interior da embarcação. Enquanto se dirigia, Aleister avistava ao longe o que aparentava ser pessoas pescando, no entanto mal dava atenção para aquilo, sua atenção estava em como iria até o interior.

Decididamente Levi caminharia até o interior da embarcação. Já desabotoando a calça, o rapaz se mostrava desleixado, pelo menos poderia culpar o cansaço caso desse algum problema. Se ao adentrar no local houvesse mais alguém, ele pararia automaticamente por alguns segundos e não conseguia “não olhar”, caso fosse uma garota. Ao notar que estava olhando para uma aliada seminua, ele logo notaria, porém não sairia. — Se tiver algum problema com isso, não ligo se quiser sair... — tentando se manter sério, falaria para quem estivesse ali. Porém, se fosse um homem ele logo pararia de ver e apenas virar-se-ia para não ter perigo de ter pesadelos com aquela cena. — Puta merda... Que bosta... — lamentaria.

Trocando de roupa ele calmamente tiraria sua calça, a que o incomodava. Poderia ser difícil, mas a ideia dele era puxá-la até conseguir pisá-la e assim ergueria a perna para tirar a vestimenta apertada. Uma vez de “ceroulas”, ele virar-se-ia para a garota que estivesse ali e comentaria. — Está um tremendo frio lá fora, vista algo mais grosso... — falaria se não fosse interrompido por algum objeto arremessado. Se desde o início ele não tivesse encontrado ninguém, porém alguém chegasse posteriormente, o rapaz apenas se ergueria — se estivesse vestindo ou se despindo — olharia quem era, e voltava a fazer o que estava fazendo. — Pode ficar à vontade aí e cuidado com o frio... — falaria.

Colocada a calça antiga, com a camiseta também antiga e o casaco recém-encontrado, Aleister guardaria a calça justa em um recanto do cômodo e, após os últimos ajustes sairia em direção ao convés. Uma vez lá, ele então olharia o redor, se todos estavam ali e se encostaria em uma das bordas, olhando para o vidro que acabara de encontrar, porém com pensamentos longe. O rapaz ponderava em sua mente que algo tinha de ser feito. Mergulhado em seus pensamentos, Metza falaria, porém nem muita atenção o rapaz daria. — Pessoal! Nós estamos precisando de vários itens para seguirmos viagem pela Grand Line e vamos aproveitar o momento para tal. Dentre os itens precisamos de: Comida, madeira para conserto do navio, itens de primeiros socorros, uma nova bússola, e agasalhos para aguentarmos esse clima nervoso deste farol… Alguém mais tem alguma ideia de itens necessários que estão em falta? — falou, porém só a parte em que foi citado seria a que Levi ouviria. — Bem… acho melhor Levi ir atrás de comida, Genn e Loraelis podem cuidar da madeira, Helena e Sam atrás de itens de primeiros socorros, Lúcius e Poo ficam no navio de vigia, Bijin vai atrás de agasalhos para todos e eu atrás de uma nova bússola… combinado?

Prontamente o rapaz respondia com um aceno, entretanto mergulhado em pensamentos o rapaz prosseguiria. Para Levi, a melhor maneira de não ser atacado é não ser visto, porém isso para humanos normais era impossível, pelo menos de início ele achava até ver Bijin surgir. — Pessoal! Vou dar uma volta rápida e ver o que descubro com aqueles pescadores. Alguém quer ir comigo? — falou a louca, trajando novas roupas. Por um instante Aleister não a reconhecia e, era naquele momento que ele descobria uma maneira de ficar invisível. — Disfarces! — bradaria o rapaz chegando a uma ideia lógica. Ele poderia ter falado alto demais, então logo parafrasearia o que havia dito. – Digo, eu vou com você! — afirmara o rapaz “saltando” de onde estava.

Antes de partir, Aleister alertava todos os perigos que havia rapidamente pensado. E não eram poucos. — Bem, se mantenham em alerta. Esses pedaços de navios podem significar as quedas das embarcações, porém nem todos morrem nisso. Se cuidem! — sinalizando com seu indicador e meio, ele demonstraria o companheirismo antes de saltar para a terra firme. Antes de partir, Samantha mais uma vez falava, porém Levi só sentia um puro e profundo tesão pelas palavras ditas pela ruiva. — Pessoal, voltamos logo! Não se desesperem garotos, em um piscar de olhos já vou estar pronta para esquentar vocês... — falou ela. O mais rápido, Levi saltou dali, antes que padecesse aos desejos mentais pela mulher. Seguindo Bijin, Aleister desceria da embarcação e a seguiria. Mergulhado em pensamentos, o rapaz andava mais lentamente. Em sua mente se disfarçar não era apenas o ideal... Ele teria que andar por aí sem chamar muita atenção... Andar... Furtivamente! Era isso que o rapaz procurava.

Sabendo o que faria o quanto antes, Aleister voltava a “vida real” e logo avistava a sua aliada em ação. De maneira deveras sensual, ela se aproximava dos homens, porém não era só eles que a garota seduzia. Tentando disfarçar, Aleister olhava para os lados enquanto colocava suas mãos em sua região pélvica. Era um teste de resistência. Enquanto a garota iniciava sua abordagem, Aleister unindo o útil ao agradável olharia ao redor. Seja vegetação, pessoas, criaturas, tudo que pudesse ver, ao mesmo tempo que caminharia até onde Bijin estava. — Tenho uma boa e uma má notícia para vocês! — falava a garota quando Levi chegava no local. Aproveitando-se esse momento, ele tentava ao máximo não olhar para o corpo, belo corpo da mulher, para evitar, tentaria ao máximo ver o que os pescadores portavam, assim como o que poderiam ter achado em suas pescarias.

Ao ouvir Bijin terminar de falar, olharia para ela de maneira “que porra é essa?”. Aquela mulher era o demônio. — Só temos duas vagas, e como não quero ser injusta vou dar as vagas para aqueles que mais colaborarem conosco, precisamos de alimento, casacos, bússolas... E tudo mais que pensarem. O campeão pode dormir no meu quarto... — falara ela. Sem se conter, o rapaz pensara em falar algo, porém mudava de ideia em cima da hora, para disfarçar começaria a tossir. Sem ter muito o que fazer, o combate era inevitável. Venceria o que ajudasse mais, então poderia aproveitar disso. — Minha amiga também havia comentado a respeito de... — nesse momento uma ideia surgia na mente de Aleister que fazia seus olhos brilharem de animação — ... como se disfarçar e se mover sem ninguém perceber, entendem... “furtivamente”. Ontem mesmo quando dormimos, ela tentou usar de fantasias, mas não caiu bem, então ela me expulsou e foi dormir com outra garota... Foi daquele jeito... — falaria juntando meu polegar com meu indicador, num aceno de “ok”.

Na mente de Aleister naquele momento ele havia pensado em se aproveitar da situação criada por Bijin e conseguir algo. Era como um disparo no escuro, porém se acertasse, poderia render bons frutos. Pelo menos o rapaz poderia aprender melhor com alguém falando sobre os dois assuntos desejados (furtividade e disfarce) ou até com livros, ora, diversas embarcações afundaram ali, alguma coisa podia ter sido aproveitada ou encontrada. Caso não quisessem dar, não teria opção, Aleister ofereceria algum dinheiro a eles em troca. O rapaz olharia também a comida que eles teriam. Se possível, tentaria indicar a Bijin, apontando para a comida, caso eles não levassem para ela. No mais, ficaria ali, sentado, vendo a louca conseguir mais escravos. Aproveitaria para lavar o frasco de bebida, bebendo o restante. O rapaz não se importava com o gosto do mar, porém se notasse que estranhamente voltaria a funcionar com a água do mar, me surpreenderia. — Que bacana... — falaria bebendo mais um gole da bebida.

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptySex 02 Fev 2018, 03:25



O Reino


Bijin estava preocupada com sua companheiro e pedia para que deixasse o timão em suas mãos, Sam aceitava o desejo de sua companheiro e seguia em direção a Helena que ainda estava preocupada pois o barco ainda estava em movimento se aproximando cada vez mais do farol. A capitã já se preocupava com o bem estar e o frio que estava fazendo naquele canto do mundo, era exorbitante o quão frio estava ficando e suas roupas não eram nem um pouco preparadas para isso. Com ordens dadas todos já sabiam o que fazer, mas Helena ainda havia de responder a pergunta de sua capitã. - Não tenho mais nada basicamente, tenho apenas meio rolo de bandagem, alguns analgésicos e band-aids, é o máximo que poderei estar fornecendo. - Ela estava triste e sentia frio como quase todos dali, o panda havia seu pelo para lhe cobrir do frio embora não fosse tão grosso como o de um urso polar, era o bastante para aguentar o frio e Aleister que com suas roupas de couro conseguia suportar mais que os outros tripulantes.

Helena tratava de Samantha ali mesmo onde estavam providenciando um algodão molhado com soro fisiológico para tratar do sangue que escorria dando uma leve ardência no machucado, ela passava o algodão por todo o rosto da ruiva limpando-o e tentando fixar um band-aid para que o sangue não escorresse mais. Buki chamava a atenção do seu companheiro urso para que ascendesse o fogo da cozinha e isso era uma boa ideia, com o forno aceso o ambiente ficaria mais quente, só que havia um bom contra sobre isso, a lenha também haveria de ser queimada e também não era um recurso que haviam de monte. - Deixemos apagada por agora, aquecemos todos juntinhos com o meu abraço de urso! - Ele fazia uma piada sobre o clima nevoso e o seu corpo quente.

A celestial não havia suprimentos o bastante para cuidar de todos o que deixava o panda meio desconfortável, mas parecia estar aguentando bem todo o tranco de seus machucados, ela dava analgésicos para a capitã e o pálido o que aliviaria a dores deles por momentos até que melhorassem, embora fosse necessário um tratamento a mais sobre os hematomas.

O barco havia finalmente chego em terra aportando e deixando as velas todas fechadas e o velho abaixando a âncora, com isso feito, Bijin e Levi decidiam que precisavam trocar de roupas, o garoto ia mais desleixado com a braguilha aberta, mas a loira já havia chego antes e estava terminando de colocar a sua touca, o máximo que ele podia ver era a garota abaixava com seus cabelos e mostrando o seu quadril de costas. Aquilo chamava a atenção de Buki que via a braguilha aberta e saía do quarto rapidamente antes que Aleister pudesse dizer alguma coisa.

Com ambos devidamente mais bem vestidos e a calça escondida em um pedaço do cômodo. Todos estavam prontos para começarem a partir, Bijin já perguntava se alguém viria com ela e Alencar confirmava que sim, ele não havia ficado surpreso por já ter visto a roupa dela, mas alertava o restante de sua tripulação para ter cuidado com os habitantes. Samantha também já despedia de seus companheiros com uma fala mais provocantes tendo ao seu lado Helena que já lhe respondia a pergunta. - Podemos ir para lá. - A resposta era positiva e ambas começavam a caminhar.  Genn e Loraelis preferiam ir em busca de madeira pelos navios mais afundados, talvez fosse melhor pois ninguém fica carregando muita madeira por ali e se tivesse algo que não estava podre já que era um bom começo. A dupla de antes do quarto estava agora mais reunida e ambos seguiam em direção as cavernas com Metza um pouco mais atrás seguindo a mesma direção.



Samantha e Helena


Ambas já estavam um pouco mais distantes da embarcação, elas estavam chegando cada vez mais próximas do farol, mas acabavam pisando em algo macio e esse mesmo se mexia. Tomavam um susto e iam para trás se afastando um pouco. Dois homens se levantavam do meio da neve que haviam se formado por ali. - Hey! Olhem por onde andam! - O primeiro homem havia uma espada. - Vocês não tinham visto nós?! - O segundo portava uma machadinha, ambos pareciam ter um corpo bem saudável e estavam vestindo casacos por cima de seus corpos e shorts que não combinavam nenhum pouco.

- É de vocês o barco parado ali?! - Perguntava o primeiro homem moreno. - O que procuram lindas senhoritas? - O segundo era ruivo e tentava lançar um charme a mais para Sam. Eles não estavam com as armas preparadas para um combate, mas se podia confiar em seres que estavam deitados na neve? Helena parecia estar mais recuada e com a mão em sua cintura mais próxima da arma.



Bijin, Aleister & Metza


Bijin e Aleister passavam por uma passagem mais rasa em meio ao mar até as cavernas, eles se aproximavam de homens que já estavam o olhando desde que o barco havia passado até o farol, eles paravam de se focar em suas pescas e buscavam atender a garota com sua fantasia rebolando em direção a eles. Assim que a primeira fase de Buki era dito o mais próximo, um homem de cabelos negros e um pouco esguio já respondia. - Deixa que eu te aqueço. - Os outros já respondiam um aceno. - Estou bem, você parece estar com frio, vem que eu te aqueço com meu casaco. - Falava um homem mais velhinho com um casaco felpudo. Os outros estavam mistos em forte e fraco e alguns pareciam resfriado com o tempo que faziam embora nenhum estivesse a ponto de aparentar estar muito doente. Eles escutavam a garota o que ela tinha a dizer e todos se aproximavam cada vez mais. - Vagas?! Você está brincando?! Pensei que Karthus que iria falar conosco sobre isso! - Dizia o primeiro o homem meio surpreso com a proposta que ela estava fazendo.

- Infelizmente não temos nada do que podemos dar, estamos pobres e ficando cada vez em menor número e ainda mais com esse frio espantando todos os nossos peixes! - Dizia o mais velho, ele parecia não estar mentindo sobre aquilo. Metza chegava perguntando sobre livros e a bússola e o primeiro homem respondia novamente. - Vocês com certeza não falaram com Karthus ou aquele velho está brincando conosco! As bússolas normais não funcionam por aqui, é necessário uma bússola especial chamada Log Pose. - O homem parava quando era interrompido pelo velho que continuava sua explicação. - O campo magnético deixa as bússolas loucas e na Grand Line é preciso dessa bússola especial que se acostuma com a ilha dando uma rota de ilhas para seguir até o fim da mesma. Se vocês conseguirem sobreviver em meio a esse mar. - O primeiro homem meio irritado com o velho, interrompia-o e continuava. - Sem essa bússola vocês estariam perdido por esses mares e Karthus é o único que tem controle sobre a mesma, ele costuma estar no farol, mas deve estar dormindo ou doente, nunca perde um viajante. - Terminava concluindo. Aleister tentava fazer alguma sugestão ou aplicação em meio a fala daqueles sobre furtividade ou disfarce, mas a única coisa que ele conseguia retirar daqueles homens era uma expressão de dúvida, pois ninguém entendia a sua fala ou o que ele estava querendo dizer. O frio parecia estar ficando cada vez pior conforme passavam, haviam molhados os seus pés em meio ao caminho e os pés descalços da capitã estavam lhe acarretando em um frio ainda pior com um grande perigo por tê-lo molhado e estar na neve por não haver nenhum espaço sem a mesma. - Nós temos alguns livros, mas qual é o preço de vocês? Se eles nos puderem ganhar uma vaga e dinheiro estaremos disposto a dá-los para vocês. Cobraremos dependendo do quão valioso o livro é para nós já que é o único recanto nesse fim de mundo que viemos parar. - Dizia o velho mais uma vez com a sua voz e uma tosse vindo em seguida coberta pelas suas mãos em forma de concha. Eles pareciam estar vivendo ali há bastante tempo e eram uma comunidade um pouco unida para quem não tinha um barco aparente.


Considerações:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptySex 02 Fev 2018, 11:55



O Reino

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Pescador de Ilusões


Enquanto avistava Bijin em ação no diálogo com os homens, Aleister mergulhava em uma série de pensamentos. Ao ver o quão diferentes aqueles homens poderiam ser era quase que difícil distinguir quem estava com más intenções e quem não estava. Vendo aquela cena, ele lembrará dos conselheiros mais experientes que tinha na sua antiga morada. Mesmo que rapidamente, Aleister tinha alguns flashes de memória que, quanto mais se aprofundassem, mais o rapaz sentia uma exponencial dor na sua cabeça, mais precisamente na sua consciência. Quanto mais ela falava, mais os homens se aproximavam. Levi, sentindo algumas pontadas tentava manter-se atento para qualquer perigo parando de pensar e preparando-se para agir. A dor sumia lentamente e, erguendo-se o rapaz se aproximava de sua aliada. Quanto mais se aproximavam, mais animados ficavam. Por um momento Aleister se sentia mal pelo que a garota fazia, porém não tomava atitude, observava o que ela tinha em mente.

— Infelizmente não temos nada do que podemos dar, estamos pobres e ficando cada vez em menor número e ainda mais com esse frio espantando todos os nossos peixes... — nesse instante Aleister se sentia mal. A realidade chegava tão rápido quanto aquela tempestade e assolava seu coração. Ali ficava evidente o quanto a Grand Line poderia ser severa para os menos preparados ou até azarados. No meio da conversa, surgira um nome estranho, porém podia ser importante: Karthus. Aleister automaticamente colocava a mão sem seu queixo e pensava no que poderia ser aquele nome, aliás, de quem poderia ser. — Será que é alguém que mora no farol... — pensou em voz alta o rapaz, sem perceber. Após isso, uma chuva de novas informações caía em nosso colo. Agora sabíamos o motivo das bússolas não funcionarem ali. Era estranho... era, mas nada a se desconfiar. — Como podemos conseguir uma dessas “bússolas especiais”? — questionou Aleister, conseguindo a resposta logo a seguir. O destino a seguir seria o farol, onde o tal do Karthus estaria.

— Muito bem! — falaria Aleister se colocando a frente da situação — Que livros vocês têm aí? — questionaria o rapaz com os braços cruzados e um olhar sério, porém não ranzinza, não como queria. Se os homens mostrassem a seguir, o rapaz olharia tudo que tinham. Se encontrasse algo relacionado a furtividade e/ou disfarce, o rapaz se mostraria satisfeito, porém tentaria ao máximo não demonstrar isso. — O que posso aproveitar daí é esse(s) aqui! — apontaria — Ofereço 500.000 B$ por ele! (Ou 1.500.000 B$ pelos dois!. Essa era a oferta final. Não aumentaria, se quisessem bem, se não permaneceria calado. Porém, se não mostrassem os livros, Aleister questionaria a maneira que os homens abordavam a situação. — Na situação em que vocês estão, irão recusar dinheiro dessa maneira? Podem conseguir coisas importantes como sair dessas cavernas ou comprar comida com navios que passarem. Pensem bem, tem certeza que recusarão? — falaria. Se relutassem, não falaria mais nada e voltaria para trás, onde preferia estar.

Resolvida ou não a situação Aleister tomaria destino para o Farol, onde estaria esse tal de Karthus. Em sua mente Aleister imaginava de diversas formas como poderia ser esse tal homem. Velho ou novo? Acho que velho... Nenhum jovem iria querer morar em um farol. Será que é um brutamonte? Isso é complicado. Caminhando, o rapaz se via mergulhado em um questionamento interno e, se as garotas falassem algo com uma voz mais baixa, possivelmente não ouviria o que diziam. — Temos que resolver isso o quanto antes... Estou com um mal pressentimento... Se demorarmos mais, algo ruim acontecerá conosco! — bradaria o rapaz de maneira séria para quem estivesse o acompanhando. Durante o trajeto, Levi tomaria cuidado com possíveis presenças estranhas, como pescadores, piradas ou qualquer outro que não fosse do seu bando. Com as mãos em seus bolsos, o rapaz caminhava atrás das garotas, como sempre, nunca gostava de ser o “centro” das atenções nesses casos. Se avistasse algo perigoso, alertaria suas aliadas o quanto antes. — Vão devagar, pode ter algo aí! — tentaria chamar suas atenções. Ao chegar no farol, se conseguissem, Aleister deixaria as garotas tomarem a dianteira, ora, as beldades tinham o dom da sedução e isso era bacana de assistir.

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptySab 03 Fev 2018, 12:21

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Tínhamos parado o navio próximo ao Farol o frio piorava a cada minuto e minhas vestimentas não ajudavam em nada, Bijin havia dado a ideia de acendermos o fogo e assim esquentar o navio, porém o estoque de lenha não era muito o que ocasionou a péssima piada do panda.

Assim como a lenha, os suprimentos médicos de Helena não eram suficientes, ela apenas conseguiu cuidar do corte de Samantha e disponibilizar analgésicos para mim e Metza o que amenizaria a dor em meu peito por enquanto.

Todos já haviam partido para realizar suas funções e o panda não parecia está a fim de jogar pra passar o tempo, - Brrr! Maldito seja esse frio. Meu corpo tremia com aquela temperatura, o panda parecia não se importar muito devido aquele pelo “Um abraço agora seria bem vindo.” Envolto em meus próprios braços moveria as mãos sobre os mesmos desejando me esquentar.

Ainda no convés olharia de um lado para o outro observando o movimento fora do navio de qualquer pessoa ou coisa que se aproximasse do mesmo, passaria a mão sobre minhas adagas me certificando se as mesmas estavam comigo, caso não estivessem iria à procura das mesmas ao encontra-las voltaria para o convés.

“Será se eles irão se importar se acendermos um pouco o fogo? uma pequena brasa apenas, nada demais.” olharia para o panda semicerrados “Com certeza ele me entregaria para a Bijin ... Melhor não arriscar" levaria a mão até o rosto (facepalm) – Maldito frio! Gritaria levantando os braços BRRRR!!!! Meu corpo novamente voltava a tremer com o frio.

Olhando mais uma vez em volta para averiguar a aproximação de algo ou alguém tentaria identificar a direção do vento se fosse possível me posicionaria atrás de algo para tentar diminuir o frio, ao mesmo tempo em que me protegeria começaria a percorrer o navio indo para a parte de trás do mesmo e de volta a frente, faria isso em intervalos tanto para ter uma visão geral da área como para tentar esquentar meu corpo com o movimento.


HISTORICO:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyDom 04 Fev 2018, 01:27


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Buki "A Louca" Bijin



   A situação geral era boa porque estávamos vivos, mas era preocupante em alguns pontos. Primeiramente porque o suprimento de lenha e de remédios estavam acabando e alguns do nossos companheiros estavam realmente com problemas de vestimenta e alguns ferimentos também. Mas isso serviria de lembrete para nós, pois ainda eramos principiantes no mar, entretanto o preço que pagamos não era barato e não estávamos em total segurança, talvez a diferença entre nós e os pescadores ali é que nosso navio chegou em condições de ser navegável.

  Quando se fala de sobrevivência pequenas decisões poderiam ser acertadas ou erradas, eu havia pedido para Poo acender o forno a lenha para manter o ambiente interno quente, entretanto a lenha não era suficiente e ele abriu seus grandes braços no qual iria direto para receber seu carinho e seu calor.

  - Se estamos com pouca lenha é melhor economizar mesmo. - Diria abracada a ele, ams logo faria uma ressalva. - Mas fique atento se tiver alguma madeira próxima que pode pegar ou algo que o Genn realmente não vá precisar, mesmo molhada se deixarmos a lenha próxima ao fogo ela vai secar.

  Helena não havia conseguido tratar o Poo, na verdade ela não tinha nada para tratar ninguém, Metza e Lúcius apenas tomaram analgésicos para aliviar a dor que estavam sentindo, mas a realidade é que não poderiam abusar pois poderiam piorar ainda mais a situação que estavam se entrassem em uma batalha ou coisa do tipo. O grande problema dos analgésicos é que eles enganam as pessoas fazendo a dor sumir mesmo com o problema ainda presente. Os dois precisariam de sabedoria agora.

  Finalmente conseguia parar o barco no porto e Genn logo foi arrumando o barco fechado as velas e jogando a âncora, uma vez que estava livre do timão fui me trocar e quando estava terminando vi que Levi havia chegado e estava me observando, mas logo reparei que ele estava com o zíper aberto e antes de sair do quarto para ele poder se trocar passei por ele provocativamente.

  - Cuidado com o passarinho solto da gaiola! - Falei com um risinho de lado e olhando nos olhos de Levi. - Cuidado que alguém pode pegar.

  Agora pronta me preparava para ir para a terra firme, que por sinal passei amar mais depois de Reverse Montain, e perguntei se alguém iria querer ir comigo e (Alencar???) Levi confirmou que sim, ao mesmo tempo ele alertou a todos nós sobre os habitantes que ali estavam, será que teria alguém digno de ser um bom desafio, e será que ele era revolucionário? Isso seria muita sorte para um local tão pequeno.

  Para chegar nos pescadores foi necessário passar pela água rasa e logo percebemos que todos ali já olhavam para nós de longe, mas chegando ali já fui causando e como era de se esperar de homens muitos deles já queriam me aquecer, entretanto um velhinho com casaco felpudo me chamou a atenção.

  - Que senhor simpático. - Falaria para ele passando a mão de leve no seu rosto. - Por ser bonzinho vou deixar você me dar seu casaco sim. - E logo daria um pequeno beijo na bochecha dele e falaria bem baixinho no ouvido dele. - Ainda preciso resolver as coisa aqui antes de partir, mas deixe seu casaco comigo e vá até meu barco, lá você terá uma grande surpresa.

  Claro que usaria todo o meu charme falando com o velho e se ele realmente passasse o casaco deixaria ele me vestir o casaco. Se tivesse recebido sentiria seu calor e claro que isso me deixaria mais animada. Mas havia o caso dele insistir e viesse realmente tentar algo a mais naquela hora, eu olharia no fundo dos seus olhos com meus olhos bem abertos e com a cabeça levemente inclinada e um sorriso bem aberto e mostrando os dentes.

  - Eu não mandei você dar o casaco e ir para o barco! - Falaria baixo com a voz mais grave e firme. - Se quer sair desse buraco? Corre agora que quem sabe você poderá ganhar sua recompensa.

  Se ele fosse para o barco ou não, se me desse o casaco ou não, nesse momento ignoraria ele e olharia para o homem que falou sobre um tal de Karthus, alguém que iria resolver o problema deles, o homem que falava aquilo estava meio estava meio surpreso.

  - Embora não sei quem é esse Karthus eu garanto que meu barco logo ira partir e ainda temos vagas, obviamente para quem colaborar. - Diria calmamente e sendo sincera. - Mas vocês quem sabem quem quer ir com esse tal Karthus ai ou comigo.

  Mas as notícias tristes foram dada logo na sequência, primeiramente que não tinham comida para vender, segundo que a bússola não era o problema, mas que a Grand Line era o problema, mas havia uma solução, um negócio chamado Log Pose substituiria a bússola aqui e o tal Karthus era a pessoa que tinha esse negócio

  - Obrigado pela informação! - Agradeceria ao homem e ao velho que explicaram sobre como sair daquele buraco. - Se a informação for realmente boa vamos recompensar vocês com uma carona também, entretanto seria bom levarem o que vão precisar para comer.

  Alister bancava o louco dizendo coisas sem nexo mas o frio começava a apertar e agora reparava na situação da Metza que estava realmente passando frio, ainda mais descalça, me aproximaria dela e caso eu tivesse o casaco felpudo retiraria e cobriria ela.

  - Metza! Você esta bem? - Estava realmente preocupada com ela, mas não queria transmitir isso com a voz. Mas o fato é que ela apanhou do barco no Reverse Montain e não havia sido tratada e o frio poderia prejudicar ainda mais, uma hipotermia poderia matar ela em poucos minutos. - Não force a barra e se quiser volte para o barco, vou dar a  você o que precisa para sairmos daqui.

  Mas agora os pescadores chamaram minha atenção novamente, os pescadores haviam falado dos livros que possuíam e estavam dispostos a vender Alister já foi falando com eles enquanto ouvia e via eles fazendo negócios. Mas meus pensamentos estavam no passado, quando meu pai ainda estava vivo e falava para um amigo seu que todo grande ferreiro deveria saber um mínimo de mecânica e eu realmente estava empenhada em ser uma boa ferreira.

  - Vocês por acaso tem um livro sobre mecânica? - Perguntava curiosamente. -Estou disposta a pagar até um milhão de berreis por ele.

  Comprando o livro pelo valor acima citado já ficaria bem feliz. Mas logo após a negociação sabia que tinha que partir e ir na direção do farol, era o momento de encontrar o tal Karthus. Alister já alertava sobre a necessidade de ir para lá e resolver isso o mais rápido possível e eu concordava com ele.

  - Esta certo! - Respondi para Levi. - Mas enquanto vamos para o farol porque não me falam o que aconteceu na minha ausência em Conomi, na verdade quando encontrei Metza não vi nem você e nem a Layla e nem o barco do Kuro sabe se lá Deus o que? Vocês tiveram um caso e ela te chutou?

  Embora estivesse andando e conversando, mantinha a atenção a minha volta e em especial a Metza que estaria passando mais frio entre os três.Se fosse necessário pegaria ela, abraçaria e ficaria bem próxima, manter os corpos em movimento e juntos era uma maneira de ganhar calor.


Histórico da aventura:
 

NPC Companheiro:
 

Técnicas:
 

”OBJETIVOS”:
 
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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyDom 04 Fev 2018, 11:47

Grand Line


Devo estar exalando feromônio, não há outra explicação para eu encontrar tanto macho em meu caminho. Se não bastasse todos aqueles no barco, agora tem embaixo do meu pé, literalmente.

Antes de sairmos, Helena conseguiu dar uma olhada no meu ferimento, nada preocupante como esperado, em poucos minutos eu estava com um curativo e com a cara lavada. A médica foi objetiva e direta, limpou o ferimento com algodão e soro fisiológico para depois por o band-aid, assim impedindo que escorresse mais sangue. Existe coisa mais prática?

Agradecida agora podíamos seguir o caminho. O bando se dividiu nas tarefas determinadas pela capitã descalça, e tínhamos que voltar logo, visto que ninguém queria ficar resfriado com esse frio, eu mesma tenho que encontrar um modo de me esquentar antes de conseguirmos acender o fogo do fogão a lenha, imagino todos nós em volta do fogão com a mão esticada, tentando se livrar do ar frio encalacrado no nosso corpo.

Com o barco atracado, eu e Helena já descemos e decidimos o nosso percurso, muito colaboradora ela aceitou seguir comigo em direção do farol, embora não parecesse falar muito, ela estava sendo gentil ajudando todos e ainda saindo para procurar suprimentos médicos para nosso estoque, ou seja, percebe-se a vontade dela de cumprir um papel nesse bando, e mais, se esforçar sempre. Qualidades que eu sempre aprecio, logo, essa moça já ganhou pontos comigo.

Enquanto seguimos o caminho até o farol, com uma neve fofinha sob nossos pés, para variar, encontramos dois grandes empecilhos, armados e muito curiosos.

-  Hey! Olhem por onde andam!  - disse o primeiro homem saindo de baixo da neve, portando uma espada - Vocês não tinham visto nós?! - bradou o segundo, que surgia da neve também, portanto uma machadinha.

Ambos não estavam em posição de ataque, mas pareciam querer a situação que ali ocorria, o primeiro tinha um corpo saudável e era moreno, o segundo também era corpulento, mas seu cabelo detinha o tom ruivo do meu, ambos usavam um casaso para o frio e bermudas, o que não era tendência de onde vim. Para piorar a situação, queriam saber de quem é o barco, e o que estávamos fazendo ali, Helena mais desconfiada, recua e prepara para puxar sua arma, da cintura.

Creio que não será necessário.

Aproveitaria que eles estavam perto, querendo ouvir uma resposta e o melhor de tudo, prontos para um flerte, a oportunidade perfeita para coloca-los em uma situação que não sairão tão facilmente. Eram a presa perfeita, na hora certa, a mamãe leoa aqui vai caçar.

Femme Fatale: Attract Attention pensaria, me concentrando para pirar a mente daqueles garotos, então assumiria uma postura diferente da minha comum, apertando meus seios um contrato  o outro, minha voz soaria mais suave e sensual, fixaria meu olhar nos dois, de um modo meigo, ou melhor, daquele tipo de cachorro que caiu na mudança, bem meloso, para então dizer:

- Por favor, garotos! Ajudem minha amiga e eu...

A partir desse momento, eu tinha duas possibilidades. A primeira seria caso a persuasão tenha funcionado, pois teria em minha mãos aqueles garotos, eu esperava que pelo menos um deles tenha caído no golpe e desejasse me ajudar e não existiria em dizer, desta vez sem precisar de uma técnica, contudo não dispensaria o uso da voz melodiosa e o olhar meigo.

- Eu preciso muuito de alguns suprimentos médicos! Aquele barco é da minha amiga, e algumas pessoas se machucaram na subida da montanha! Estamos todos com frio e não sei mais o que fazer para melhorar a situação, será que vocês têm algo para me ajudar? - Responderia as perguntas deles, e ainda pediria o que eu precisava, e começaria esfregar minhas mãos nos meus braços para tentar me esquentar, enquanto falava.

Então, se colaborassem comigo, soltaria um sorriso alegre e contente, e para mostrar minha gratidão iria dizer - Vocês não sabem o quanto agradeço, assim que os vi, sabia que eram cavalheiros! - em seguida olharia para Helena e desceria meu olhar até sua mão na arma, espero que ela entenda que não é mais necessária essa precaução.

Porém, se minha técnica de persuasão não surgisse efeito, por algum motivo externo, eu não ia esconder minha indignação, onde já se viu, ousarem resistir meu poder de sedução!

- Hmpf! Já vi que não estão muito afim de colaborar! - diria voltando ao normal - Vocês sabem se alguém mora nesse farol, ou se tem algum curandeiro ou médico na vila? - perguntaria sem frufru ou mel, era uma conversa de igual para igual, e o que me restava era ver se me responderiam.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyDom 04 Fev 2018, 22:26





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 29






O vestidinho bonitinho e amarelinho de Metza naquele momento não significava nada mais do que um… vestidinho bonitinho e amarelinho. O frio que fazia após descerem a Reverse Mountain próximo ao farol era bizarro e congelante. Metza ficava arrepiada e se preocupava principalmente com suas pernas que estavam quase totalmente expostas àquela sensação térmica gelada. Ela não era burra e sabia que precisaria de agasalhos para si e, de preferência, para todos ali que não possuíam uma forma de se protegerem da neve.


A capitã se preocupava principalmente com Poo, que estava com um corte no braço desde Loguetown e foi o único que não havia sido tratado pela menina que caiu dos céus. Além disso os recursos médicos do Reino eram quase nulos e precisavam de mais. Metza distribuiu as tarefas como melhor julgou e, novamente, teve o respaldo de todos ali. Estava ficando claro que sua posição de liderança não era só respeitada como também apreciada pelo bando.


*Mas o que...:?
Metza estranha a fantasia que Bijin usava e, apesar de lembrar que ela deveria ter comprado uma em Conomi conforme havia dito que faria, não sabia que ela conseguia ser tão estranha quanto a neve que caia próxima ao farol. De qualquer forma ela iria manter uma postura séria para disfarçar sua surpresa, mas o gosto de sua amiga de cabelos coloridos era de fato muito peculiar…


A monarca procurava ficar o tempo todo esfregando suas mãos em seus braços e troncos a fim de se manter mais quentinha naquele ambiente. Vez ou outra ela se inclinava um pouco para fazer o mesmo com suas pernas que estavam sem proteção. Seus pés molhados certamente lhe acarretariam em uma gripe caso ela continuasse ali por muito mais tempo… a batalha de Loguetown e a Reverse Mountain já haviam judiado demais de seu corpo e um resfriado não seria conveniente agora.


- Log… Pose?
Metza certamente não era uma navegadora e conhecia muito pouco de embarcações. Mas pelo menos uma coisa ou outra possuía uma noção básica por já ter viajado pelos mares como pirata. Entretanto, Log Pose que era a tal bússola da Grand Line, era novidade total para seus ouvidos. Ela se inclinaria um pouco para frente do homem que se agasalhava e procuraria sorrir simpaticamente e amistosamente enquanto ainda se aquecia friccionando suas mãos em seu corpo para aquecê-lo:
- Vocês por acaso sabem quanto esse tal de Karthus cobra por um Log Pose? Já que é um mal necessário para prosseguir viagem e só ele possui não deve ser algo barato…
A loira desviaria o olhar e arregalaria uma das sobrancelhas enquanto ficava pensativa, tentando imaginar o valor pelo qual o tal morador do farol cobrava pelo artefato.


- Falando em livros… eu também gostaria de um sobre disfarce. Posso pagar até B$500.000 por um
Era curioso como o Reino precisava de diversos suprimentos para a viagem mas a única coisa que poderiam conseguir comprar era… livros. O conhecimento era muito importante e Metza certamente ficaria feliz com seus membros estudiosos, mas naquele momento ela estava meio preocupada e sentindo que em uma posição crítica o conhecimento contido naqueles livros dos velhos iria acabar virando lenha na fogueira para aquecer todos ali caso Genn e Loraelis não tivessem sucesso com a coleta de madeira.


Se Bijin aquecesse Metza ela agradeceria de volta com um beijo carinhoso na bochecha, levantando um de seus pés no processo para trás como alavanca para se aproximar da garota:
- Obrigada minha linda… não gosto da ideia de não poder ajudar mas você tem razão. Eu preciso me preservar mais e dar menos dor de cabeça pra Helena! Hahahaha!
Para então evitar continuar pisando na neve que estava caída ao chão, a capitã voltaria para o navio (de preferência agasalhada) e se juntaria à Poo e Lucius na vigília.


- Lúcius… pode ir procurar agora as coisas que deseja comprar com os velhos. Aparentemente eles não tem nada de muito valor mas têm alguns livros… pode ser que eles tenham o que você procura. Eu ficarei com o Poo aqui de vigia.
Ela voltaria-se para Poo e acariciaria o ombro de seu amigo com certo pesar nos olhos:
- Estou me sentindo muito mal que você ainda não foi tratado, sabia? Não se preocupe… tenho certeza que Sam e Helena encontrarão medicamentos para você
Caso pelo menos uma lágrima não estivesse rolando dos olhos de Metza, ela se utilizaria de seu conhecimento em atuação para dar conta do recado e transmitir para Poo o quanto ela se preocupava com ele também e o quão agradecida estava a ele pelo que havia feito até agora pelo Reino.


Metza destamparia sua garrafa de rum que estava no fim e tomaria o último gole, fazendo cara de poucos amigos pelo álcool que descia em sua garganta. Era forte sim, mas ela adorava, e saciar seu vício era muito bom e nítido ao ver que seu sorriso brotava assim que seu rosto franzido voltava ao normal.




Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 2 - Ascensão do Reino   Vol. 2 - Ascensão do Reino - Página 18 EmptyTer 06 Fev 2018, 20:51



O Reino


O clima parecia estar ficando cada vez mais frio, os problemas aumentariam para o Reino que ainda não haviam conseguido encontrar nenhum suprimento e não tinham nada além das informações adquiridas por Bijin em meio a aquele tempo. Ventos começavam a se aproximar do oeste causando uma leve erguida na neve que ia sendo jogada de pouco em pouco para o lado, flocos de neves também vinham junto com o vento tornando todo aquele clima ainda pior com os corpos desacostumados da tripulação do Reino.



Samantha e Helena


Helena ainda continuava recuada vendo que Samantha começava a ter um plano de como lidar com aqueles homens e não se envolvia entrar em uma batalha. Seus olhos fixavam nos dos dois e seu corpo começava a se tornar mais atraente, uma técnica para tentar seduzir e pedir favores de uma maneira irrecusável. Forçava as suas curvas e seu corpo para que chamassem cada vez mais a atenção dos habitantes, o homem da esquerda era o primeiro a falar portando a espada em suas mãos e já a recolhendo mais deixando-a um pouco para trás de sua perna. - Suprimentos médicos vocês precisam? Cacete... - A sua expressão não era das melhores, seus olhares eram mais do que decepcionantes para ambas, mas uma coisa que eles haviam ainda eram suas vestes e embora toda a persuasão que pudesse estar sendo provocada, a vida sempre cantava mais alta.

O vento já atingia os corpos de ambas sentindo cada vez mais o frio aumentando, o nariz parecia estar sem sentido devido a quantidade de frio que estava fazendo e o seu corpo não conseguia gerar calor o suficiente para manter o corpo totalmente aquecido deixando-o vermelho. Helena não era diferente, suas vestes haviam mais aberturas do que a de Evergreen deixando-a  ainda pior e trazendo um leve espirro sobre a mesma. - A montanha pode ser cruel, Karthus deve ter tudo sobre isso, mas ele não parece estar disposto no exato momento e provavelmente a sua aposta não seria nada barato. - Seu olhar ainda era o mesmo. - Eu tenho uma coberta, deve ajudar vocês, mas queremos uma passagem em sua embarcação, não queremos morrer nessa droga de farol. - O homem da machadinha dizia indo atrás da coberta que não estava muito longe dali, ele achava entre a neve o seu pertence e erguia-o, o vento batia sobre o mesmo jogando a neve para o lado.

Era uma coberta grande feita de lã, quadriculada em vermelho e preto com bordas amarradas, não parecia que seria a melhor coisa, mas um trato deveria ser feito pois a cada tempo que passavam fora do calor de uma fogueira ou vestimenta, mais piores estariam a ficar. Deveriam confiar naqueles homens ou eram tudo uma armadilha como terem sido "pisados" de surpresa era verdade em meio a toda aquela neve?



Bijin, Aleister & Metza


Eles ainda se encontravam com os pescadores também recebendo os ventos que vinham do oeste, a caverna havia um grande espaço por onde entrava aquele ar e embora fosse um lugar mais quente que do lado de fora, ainda sim estava bem frio. Bijin lançava cantadas em direção ao velhote do casaco tentando conquistá-lo e obter o seu casaco, o velhote se encantava ainda mais com a sua vaga e não demorava para retirá-lo, aquela era uma oferta mais do que boa para o mesmo, mas ele ainda havia um porém. - Primeiro compre os nossos livros e depois eu lhe dou o casaco. - Os outros pareciam estar com inveja do velhote ter conseguido aquela vaga tão cedo e aquilo gerava uma discussão, dois homens tentavam agarrar a veste dele para que fosse a sua moeda de troca, mas um homem mais experiente que sai do fundo deles esmurrava ambos. - Piratas sempre se comportando como piratas. - Ele cuspia no rosto de um que havia caído e batendo levemente sobre o casaco do senhor como se estivesse espantando pó acumulado.

- Vocês querem livros por uma quantia, certo? - O homem era ruivo e havia uma cicatriz passando por todo o seu olho direito, o olho não tinha cor, era cego pelo que parecia enquanto o outro era castanho. Seu corpo era musculoso e deveria ter dois metros e dez no mínimo, sua vestimenta era toda coberta por pele de lobo, mas não parecia que havia lobos ou qualquer tipo de animal vivendo por ali. De suas costas ele retirava uma mochila da qual largava no chão fazendo um grande barulho e expulsando a neve debaixo. Ele também parecia ser um homem com mais idade por volta de quarenta a cinquenta anos com grandes experiências de combate. - Bom, passem a grana para cá, tenho todos os livros que você podem imaginar que ganhei desses babacas. - Com cada um indo um por vez, iam pagando e recolhendo os seus livros. O de Bijin parecia ser um didático bem caprichado, dentro dele haviam várias figuras sobre mecânicas e palavras que por um olhar não reconhecia, precisaria lê-lo para entendê-lo antes de fazer qualquer coisa, mas não parecia ser o foco no momento.

O de Aleister já era mais diferente, com ele vinham duas grandes histórias que pareciam ser uma sequência, seus nomes eram Os dez passos para se tornar o melhor gatuno. O primeiro abordava mais sobre disfarce e o segundo sobre furtividade. Separado em capítulos e diversas histórias com o protagonista em primeira pessoa contando sobre diversas de sua histórias, fictícias ou não? Nunca saberá. Mas também não parecia ser seu foco lê-lo naquele momento.

Metza sendo a última a pegar o livro que desejava após uma curta demora para achá-lo, pois o mais próximo Levi havia comprado, por fim não achava um igual, mas um bem parecido com aquilo, haviam bastante ilustrações e uma história do melhor dos melhores assassinos e como ele estava sempre escapando dos marinheiros com seus disfarces mais do que perfeitos.

Voltando ao assunto de antes, a garota de vestido começava a pergunta sobre o log pose novamente do qual o homem respondia. - Karthus é um homem ganancioso, mas seu maior prazer vem através de apostas, nenhum dinheiro do mundo pagará por um log pose dele. - O olhar de todos eram sérios e pareciam decepcionados por nenhum deles terem conseguido alguma vaga dentro da embarcação, alguns voltavam a se sentar enquanto outros ainda continuavam de pé vendo o trio que agora tomava a sua direção rumo ao Farol.

Metza tremia em meio ao vento que fazia, suas roupas molhadas e o seu pé descalço começavam a afetá-la, seu nariz e suas orelhas ficavam vermelhos e podia sentir uma leve tontura, aquele clima não estava fazendo nenhum pouco bem para a garota. Buki chegava com o seu casaco obtido do velho senhor e cobria a garota. Ambas pareciam estar em bastante sintonia o que era agradável de ver em duas companheiras, mas no momento que a capitã ia levantar o seu pé para dar um beijo na bochecha, seu corpo fraquejava, sua pele estava começando a ficar cada vez mais fria, tremia e parecia estar ficando cada vez pior, o seu corpo estava reagindo alarmantemente ao clima frio com sua respiração ficando mais lenta. Era de imediato Bijin percebia uma tremedeira começando a surgir de sua companheira que agora jogava todo o peso de corpo em cima da mesma e ambas caiam ao chão derrubando vários dos pertences que ambas estavam carregando.

Metza estava debilitada, o frio havia atingido ela em cheio e Bijin não parecia saber como lidar com aquilo sem as perícias de medicina que Helena havia. Para melhorar a situação Levi avisava sobre presenças que começavam a aparecer, eram os homens de antes que haviam conversado, eles pareciam também querer uma vaga para tripulação. Os pescadores haviam se adiantado por passagens por dentro da caverna ficando a frente e barrando a passagem até o farol. - Queremos o seu barco! Eu pelo menos quero uma vaga dentro dele! - O primeiro homem que haviam visto quando chegaram na caverna dizia seguido de vários outros discutindo entre si. - Nós também queremos! - Bradavam os homens. Atrás de Aleister se aproximava o brutamonte caolho de antes, este não parecia estar do lado dos pescadores e sim do Reino. - Vocês não esperam nem mesmo Karthus liderar os combates? Pft, a pressa é inimiga de todos, bando de boçais! - Gritava o ruivo mais atrás de Levi.

Bijin e Metza estavam em uma distância de seis metros contra a barragem de homem enquanto que Levi mais atrás em uma distância de oito metros aproximadamente, o grandalhão mais afastado estava a cerca de doze metros atrás do gatuno. O que o trio deveria fazer agora com a loira debilitada daquele jeito? Ela ainda conseguiria se levantar, mas seus movimentos seriam bem mais fracos e um simples empurrão já a derrubaria. Os pescadores estavam em uma vantagem muito maior e aquilo lembrava o que havia acontecido em Loguetown, mas desta vez enfrentado em cerca de seis pescadores.



Barco





Enquanto o resto da tripulação estava fora da embarcação, Lucius e Poo procuravam um abrigo do vento gelado que estava ressoando, neve já caia dentro do barco o que tornava aquele clima ainda pior. O panda parecia começar a sentir o frio novamente e tremia agora, mas o pior de tudo era que ambos estavam bem perto e o grandalhão não parecia estar com uma cara boa, ele apertava o seu antebraço ferido com força e gritava de dor fazendo aquilo, sua cabeça também parecia estar bem mais quente do que tudo. Parecia que o frio estava se tornando cada vez pior.

As narinas e orelhas de Abadeer começavam a ficar vermelhas e sem sentir tão bem elas, leves espirros eram soltados lhe causando o que chamavam de resfriado e tudo parecia estar se tornando cada vez mais problemático para o Reino. Nenhum dos seus integrantes ainda haviam voltado para a embarcação, o lado bom era que o homem de olhos esmeralda ainda estava com as suas adagas em mão tentando avistar qualquer outra pessoa próxima. E quando conseguia ver um velho correndo em direção ao barco se alertava daquilo.

Ele pulava e escalava a embarcação com Poo se levantando de onde estava sentado. - Quem diabos é você? Diga ou morrerás! - Gritava o panda que mal se aguentava em pé, o velho abria um sorriso. - Aquelas garotas loiras me disseram que havia uma vaga para eu ir até alguma ilha com vocês em troca do meu casaco. - Ele continuava com seu sorriso. Deveriam tomar alguma ação? Eles não tinham pistas nenhuma sobre o que as loiras haviam falado ou feito o que dava uma bela de uma desconfiança de ambos, o homem estava armado? O que fariam a dupla que estava na embarcação com Poo mais debilitado?


Considerações:
 

Ferimentos:
 


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