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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyQui 07 Set 2017, 14:16

Relembrando a primeira mensagem :

O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hizumy Mizushiro Mayan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Mizushiro Hizumy
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyTer 12 Dez 2017, 00:11



O que faço, se sou Fraco?!


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Por um momento olhara com os olhos repletos de admiração e surpresa para o tenente Yang. Era a primeira vez que assim olhava para aquele velho marinheiro de cabelos alvos como a neve.  Já o considerava alguém bondoso, mesmo com aquele humor razinza, contudo, não o imaginava alguém tão… tão poderoso! O comentário dos soldados à sua volta fizera com que as orbes azuis do pequeno celestial encarassem aquele homem como alguém incrível, alguém tão forte como seu pai outrora fora, alguém que talvez fosse capaz de o ajudar a resgatar Yami. Para isso, porém, tinha que se provar. Não só ao tenente, mas a si mesmo. As palavras ásperas daquela noite ainda circulavam em sua mente. Não seria fácil esquecê-las.  Isso porque concordava com elas. Ninguém além do branco e preto Shima sabia como o jovem príncipe – ex príncipe - culpava-se da morte de seus pais e da repentina entrega de seu irmão à escuridão. A única coisa que o mantinha sorridente e alegre em todos os momentos era a sua promessa ao falecido rei e as memórias felizes que mantinha no seu coração. Sabia que era puro egoísmo da sua parte manter-se sorridente e alegre, mesmo se considerando o culpado pelo fim da dinastia Mayan. Sabia que era igualmente egoísmo querer que Yami continuasse ao seu lado para sempre. E exactamente por saber disso que almejava com tanto avinco ser mais forte. Pois, sendo forte o suficiente, ele poderia seguir em frente sem nunca hesitar.

  Esforçando-se o possível por permanecer calmo, mesmo com o coração palpitando-lhe no peito, Hizumy acenou, tardiamente, à ordem do tenente, intentando não demonstrar o medo que sentia. Não podia dar-se ao luxo de falhar novamente. Tinha que conseguir impressionar Yang-san. Estava determinado à fazê-lo aceitá-lo como um marinheiro e a deixá-lo participar da expedição.  – Shima-chan, fique aqui, por favor! – Sussurraria ao panda, se o mesmo por ali estivesse, sem olhar para trás, caminhando passo firme em direcção às máquinas.

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 A primeira máquina, se assim se poderia chamar-lhe, que enfrentaria era a barra. Parando de fronte para o obstáculo, encarando-o como que se verdadeiramente fosse um rival a ser vencido, seus olhos olhavam com uma chama viva e ardente de determinação e convicção. Era como que se ele dissesse sem nada pronunciar: – Olhe para mim, Yang-san!

  Não haveria como perder ali, logo no começo! Havia muito em seu coração que não lhe permitiria perder! Então, com um espírito chamejante que até então não havia mostrado à ninguém, avançou com suas duas mãozinhas calejadas do dia anterior, e saltando, tentaria agarrar a barra.  Uma leve brisa poderia sentir em seus cabelos, fazendo-o esvoaçar vagarosamente. Com os punhos fortemente cerrados na barra, podia sentir a temperatura da mesma.  Por fim, moveria os bracinhos de criança, puxando o corpo para cima, lá no alto, em direcção da barra.  Talvez fosse porque ainda estava com fome, ou quiçá, sua força física não correspondesse à sua força de vontade. Não saberia a razão, porém seus braços o falhariam ali, logo naquela primeira tentativa, deixando-o cair no chão, de quatro.  Mesmo que houvessem gargalhadas ou comentários negativos, não sucumbiria ali! Se seus braços não eram fortes o bastante, então levantar-se-ia apenas com sua convicção! – Como se fosse possível! Hi! hi! hi! – Rir-se-ia de forma sussurrada, mesmo que tivesse alguns arranhões ou machucados por causa da queda. – Mas não desistirei! – Voltaria a falar, olhando para a barra.

    Subindo novamente lá para o alto, segurando firmemente na barra e indo muito além da sua força física, tentaria fazer as repetições que conseguisse e não conseguisse. Sua determinação era tanta que apenas quando os braços tremessem e coçassem, com aquela sensação de formigueiro, e decidissem cair por eles mesmo, que o menino deixaria de tentar enfrentar à barra.  Mesmo que o resultado obtido fosse de uma elevação, duas, três, quatro ou cinco, moveria em frente derrotado. – Não faz mal! Na próxima vencerei! – Pensaria, corado do cansaço e bufando vapor pelas narinas e boca, ainda persistindo na ínfima possibilidade de vitória.   Não importaria quantas vezes alguém o mandasse desistir, ou as piadas que fizessem dele. Não havia como ir-se embora. Não sabendo que aquele homem, Yang-san, o poderia ajudar a recuperar o que ainda restava da sua família!

    O que faria a seguir, se visse alguém a fazer, seria agachamentos. Pegaria em algum peso de cinco quilos, se ali houvesse algum, e segurando-o com ambas as mãos, à frente do peito, começaria a fazer os movimentos de agachamento. Com ambas as pernas numa abertura à largura do ombro e com os pés bem assentes no solo. Costas sempre direitas e um movimento lento e inexperiente. A medida que a contagem dos agachamentos fosse chegando à um número demasiado alto para o seu corpinho suportar, seus dedinhos começariam a dançar. Seus ombros e braços tremeriam e sua expressão seria a de dor. De seu rosto o suor escorreria. Os joelhos tremelicando, abanando-os como que se fossem finos paus de bambu baloiçando ao som do vento. – iiiIIIIIIiihh! – Um pequeno grunhido ecoaria quase que sussurrado de seus dentes que freneticamente rangeriam entre eles. – AHHH!! – Bufaria de alívio quando as pernas cedessem e acabasse por tombar no chão, lançando para frente o peso, para não se machucar e descansando assim por um minuto.

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  Todavia, ainda não havia desistido. Havia outros exercícios que tinha que realizar. E o próximo era a flexão. Com o que restava de suas forças física, virar-se-ia de barriga para o chão. Ponta dos dedos apoiados no chão, assim como ambas as mãos.  O olhar olhando em frente, com o azul de seus olhos cintilantes. Com o máximo de força e energia que ainda lhe restava no corpo, iria erguer o corpo. Podia sentir todos os seus músculos trabalhando, mas o que mais lhe doeria seriam os braços naquele momento. – Ainda… não… posso… de..si…s..tir..! Uhg! … só… mais.. um pou…quinho…! Por…. Favor…! Ahhg!! – E novamente, quando os braços se recusassem a continuar com os movimentos, deixar-se-ia cair, machucando-se assim, talvez.

   De cara no chão, aos poucos seus olhos iriam ficando mais e mais humedecidos, quase chorando. – Não vou chorar! Sniff! – Pensaria com raiva, pondo-se de joelhos e limpando o choro com o braço. – Ainda não perdi! Por isso não vou chorar! – Desastrosamente, tremendo por todos os lados, colocar-se-ia de pé. Podia sentir seu sangue circulando por entre as finas veias e o suor a escorrer-lhe pela face avermelhada tal igual gotas de chuva. Os fios azulados de madeixa estariam colados à testa. Assim como suas poucas roupas ao corpo. Podia sentir-se todo pegajoso e grudento, até mesmo assado e dolorido em algumas zonas de seu corpo. Suas asas, escondidas por uma faixa branca, também doíam e coçavam incomodadas pelo suor nas penas.  Os pés e as mãos sujas, e alguns arranhões das quedas. O coração a bater-lhe tão forte que parecia querer fugir-lhe pela boca. E não só o peito palpitaria fortemente, como todo o corpo.

 O último desafio que encararia seria a corrida. Com o que ainda restava, se ainda restava algo, correria o máximo que conseguisse. Cada passo seria como pisar em vidro. Cada inspiração e expiração uma flechada em seus pulmões. Aos poucos, sentir-se-ia tonto. Ainda assim, não pararia. Não havia como falhar naquele teste. Não podia ser fraco! Infelizmente, seu corpo nunca havia sido forte como o das outras crianças. Quando ainda um bebé, sofrera de uma doença, e por causa dela, mesmo depois, curado, seus pais nunca o haviam deixado se exercitar e enfrentar os perigos naturais tal igual às outras crianças. Por causa disso, seu corpo era fraco quando comparado com o corpo robusto e forte de um jovem garoto do campo.

  Assim que sua energia chegasse ao fim, não sendo nem mesmo o suficiente para manter-se de pé. Assim que sua visão se tornasse completamente turfa, deixar-se-ia cair, pondo as mãos e os braços a frente do rosto, se ainda o conseguisse. Houvera sido derrotado. Mas talvez não fosse uma grande surpresa assim para os que ali estavam. Não havia como alguém tão frágil, com uma aparência comparável à um jarro de cristal, conseguisse ultrapassar todos aqueles exercícios físicos. Mesmo com convicção!

  - Des… desculpa.. Yang-san… -  Bufando de cansaço, o menino tentaria dizer com um sorriso cansado no rosto. - … acabei … fazendo corpo mole… -

    Cabisbaixo, os lábios tremendo, os morderia para não chorar ali. Envergonhado, esperava apenas que seu cabelo escondesse o seu rosto. – Mas.. por favor! Me dê mais uma oportunidade! – Diria, determinado em ainda não desistir, num grunhido comparável ao miar de um filhote! Com o semblante singelo de quem não aceitaria um não como resposta.

 


__________________________________




Histórico:

Post: 10
Ganhos: -X-
Perdas: -X-
Total de $Berries: 7.000$B
Bónus:
Players:
NPC's: Goemon: Um pequeno garoto de pele pálida e cabelos brancos. Além de se demonstrar muito astuto e inteligente, parecia muito com um ninja devido à sua maneira de vestir. Foi a primeira pessoa que viu assim que despertou após o reencontro com o seu irmão-mais-velho. Ele e o médico Alibaba cuidaram do pequeno garoto.

Yami Mizushiro Mayan: Irmão-mais-velho de Hizy, estava totalmente diferente do que era há pelo menos três anos atrás, quando se viram pela última vez. Mais violento, rude e impetuoso, agrediu o pequeno celestial, insinuando sempre o quão fraco, despreparado e infantil era o seu irmão. No último momento, antes de desmaiar, Hizy jura que viu lágrimas no rosto de Yami, fazendo-o acreditar que toda aquela arrogância e atitude do seu irmão eram nada mais do que algum tipo de encenação para que o menino deixasse de o procurar. Talvez Yami esteja em perigo, ou a fazer algo perigoso. Porém, a busca pelo seu irmão apenas começou, e Hizumy não irá desistir tão cedo!
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Tentei demonstrar a convicção e determinação do Hizy para ser aceite como um futuro Marine. Além disso, por mais cliché que seja, o Hizy será um personagem mais focado na personalidade infantil e quase inocente e ingênua dele e não tanto no aspecto físico xD Por isso, sim! Ele irá apanhar em todas as lutas que entrar, mesmo naquelas em que ele decidir lutar (o que será em poucas), provavelmente ele irá apanhar muito xD  Por isso que eu irei focar mais e mais em tentar escrever algo que amoleça o duro coração de pedra dos narradores ashaushsau talvez assim eles peguem mais leve comigo To nem aí!  saushuas  Só espero que tenha narrado mais ou menos algo que seja real, coerente e que tenha “gostado” xD Fiz o meu melhor! U.U

Objectivos escreveu:
Adquirir uma bolsa --> Entrar na Marinha --> Caçar um Tesouro --> Ter um NPC Acompanhante --> Ir para Loguetown.


Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda
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Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyTer 26 Dez 2017, 19:20

- Do que vocês estão rindo? Não tem mais nada que fazer éééé?! Bom, bom! Vão todos então fazer os mesmos exercícios do menino. Só podem parar quando eu disser. Quem parar terá que me enfrentar na arena!

- TENEEEEEEEEEENNNNTEEEEEEE!!!! –
gritavam todos os marinheiros que antes riam de Hizumy em uníssono.

- Sem mais! Agora comecem!!!

E assim mais quinze marinheiros começavam a fazer barra, agachamentos e flexões enquanto lágrimas de arrependimento escorriam exageradamente por seus olhos. Horas infernais viriam pela frente. Tinham certeza.

– Mas.. por favor! Me dê mais uma oportunidade! –

Enquanto isso Yang olhava com um olhar cheio de conflito para o menininho a sua frente. Para todos os padrões da marinha, ele era simplesmente muito fraco fisicamente. Por outro lado, o tenente admitia que o garoto era esforçado, e ele próprio pensava que esforço era a característica mais importante de uma pessoa.


- Você ainda é muito novo. Talvez em três ou quatro anos quando ficar mais forte pode retornar e tentar novamente.

- Oh? Tem certeza? A marinha não é uma instituição para brincadeiras garoto! Um marinheiro tem que estar disposto a lutar contra o mal e proteger a ordem mundial! A por sua vida em risco diariamente. Lutar! Prender! E muitas vezes matar! Piratas e revolucionários. Traidores, ladrões, assassinos. A corja do mundo! É atrás desses que nós vamos. Tem certeza que é isso que deseja para sua vida? Colori-la de vermelho sangue??

- Você ainda é muito novo...

- Humphf. Já que é assim venha comigo. Vamos ver do que é capaz. Sabe usar alguma arma?

Indo para o centro do pátio o tenente subia em um tipo de palco enquanto indicava para que Hizumy fizesse o mesmo. – Alguém traga um bastão para esse garoto.

- Estou esperando. Venha, me ataque! Vamos ver o quão grande é a sua determinação! – Dizia o tenente sem nem mesmo sacar suas próprias armas. Lutaria de mãos vazias contra o jovem.

Off::
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyQui 28 Dez 2017, 17:02



Última Oportunidade!

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Sacudindo a cabeça e dando um passo para trás, o olhar em seus olhos já não era o mesmo. Cabisbaixo, sua expressão era de tristeza, confusão, raiva e desespero, todas de uma vez. – Por favor…  – Sua doce e inocente voz soaria pouca coisa acima de um suspiro, de tão baixa e delicada. - … Yang-sama… Eu sei que ainda sou fraco, e não passo de uma simples criança sem nada de especial, mas… por favor! -  Erguendo a voz e o olhar penetrante, repleto de esperança e pureza, o menino avançaria e com suas pequeninas e magoadas mãos, tentaria as vestes do tenente segurar, suplicando também em gestos por mais uma oportunidade.  – Há pessoas que quero salvar! Não posso deixá-las à espera por três longos anos! Eu sei que é muita arrogância minha pensar que posso salvar alguém, mas se eu não tentar …  Se pelo menos não tentar… Como poderei encarar o amanhã?! Por favor! Estou preparado para as consequências que virão com os meus actos, por isso, por favor, deixa me unir-me à Marinha! Yang-sama! – Naquele instante, seus olhos estariam tão brilhantes que encará-los seria como encarar o vislumbre de um feitiço ou de uma estrela. Havia vontade, pureza e outras demais qualidades singelas naquelas esferas cintilantes. Qualquer um que as visse poderia comprová-lo.  Mas seriam elas o bastante para comover aquele velho oficial da Marinha?!

 - Oh? Tem certeza? A marinha não é uma instituição para brincadeiras garoto! Um marinheiro tem que estar disposto a lutar contra o mal e proteger a ordem mundial! A por sua vida em risco diariamente. Lutar! Prender! E muitas vezes matar! Piratas e revolucionários. Traidores, ladrões, assassinos. A corja do mundo! É atrás desses que nós vamos. Tem certeza que é isso que deseja para sua vida? Colori-la de vermelho sangue?? –  

   Silenciosamente, seus olhos desencontrar-se-iam dos do tenente, pensativos. E no momento em que encontraram o chão, voltariam a encarar o marinheiro, convictos. – Não… - Sacudindo a cabeça vagarosamente, responderia. – Isso seria algo impensável para mim… - Levantando as mãos e as fechando, continuaria, com um sorriso solitário e de incompreensão. – Simplesmente, não há como eu matar alguém! Por mais malvada que ela seja! hi.. hi.. hi.. Isso deixaria os meus pais muito tristes! Porém … - Elevando o olhar, cheios de confiança e bravura, uma expressão completamente oposta à de até então, revelava um pouco do que sentia. - .. estou disposto a dar a minha própria vida para ajudar os mais fracos e injustiçados! Ao contrário de todos os outros, eu não quero ser a espada da Justiça, ou o marinheiro que mais caça criminosos… Tudo o que almejo ser é um escudo! Um escudo que protege os mais fracos com o próprio corpo. E como um escudo, o meu propósito não e tirar vidas, mas protege-las! Quero ser o simples marinheiro que leva alegria à todos à sua volta! Eu sei que não é esse o tipo de pessoa que vocês buscam… Mas tudo o que peço é mais uma oportunidade! Por favor! Eu sei que talvez isto pareça ser uma loucura, mas… por favor! – Com um semblante mais leve e não tão triste e desesperado, o menino continuava o seu diálogo com o tenente, que não parecia de todo convencido com a convicção do jovem celestial. - Você ainda é muito novo... –

  - Por favor, Yang-sama! Eu sei que poderei ser útil em algum momento, então… por favor!!! – com as mãos juntas, pedia como que se sua vida dependesse de um sim. - Humphf. Já que é assim venha comigo. Vamos ver do que é capaz. Sabe usar alguma arma? – Por um instante, Hizy sorrira. Yang estava a dar-lhe mais uma oportunidade de se provar útil. – Sim! O meu pai ensinou-me a usar bastões! Mas porque o senhor está a perguntar? – Contou, revivendo uma memória alegre do passado.  

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 Ainda sem perceber muito bem como teria de se provar, limitou-se a subir para cima do palco, colocando-se de frente para o velhote, tal como ele havia indicado. – Alguém traga um bastão para esse garoto. - . Assim que alguém trouxesse um bastão, iria segurá-lo entre as mãos e olharia hesitante para o oficial. - Estou esperando. Venha, me ataque! Vamos ver o quão grande é a sua determinação! –  


  Respirando profundamente, fecharia os olhos, concentrando-se. Todo o seu corpo tremeria. O cansaço acumulado dos exercícios que fizera pareceria unir-se em comunhão com o seu repúdio à violência. Todavia, já estava decidido. Aquele era o caminho para salvar Yami e todo o seu povo. Aquele era o caminho para encontrar a verdade e levar justiça à todas as pessoas. Por isso, teria que lutar e provar-se digno de vestir o azul. – Aqui vou eu, Yang-sama! – Falaria, de olhar sério, segurando o bastão com a mão direita.

  O seu ódio pela violência não era sinónimo de inaptidão em combate. E, muito provavelmente, provaria isso aos presentes. O seu corpo não parecia estar rígido, e sua respiração suave e tranquila, como uma pena, era algo surpreendente para um garoto que havia acabado de realizar alguns exercícios extremos para o seu corpo frágil.  

  Manter-se-ia imóvel por uma décima de segundos. Poderia haver quem pensasse que hesitava, ou que estava com medo perante a presença omnipotente de Yang. Mas enganar-se-ia quem julgasse isso. Hizy tentara descobrir algum ponto fraco daquele velho oficial, mas assim como ele desconfiara, não conseguia encontrar nenhum. – Yang-sama é muito forte… Seja como for, não posso deixar esta oportunidade passar! –

  Hizumy correria finalmente em direcção do tenente com o máximo de velocidade que suas pernas ainda pudessem providenciar. Quando estivesse à menos de meio metro dele, usando o pé como apoio, mandaria o corpo para o ar, avançando sempre para frente. Levaria a esquerda também em direcção ao bastão, e com ambas as mãos o firmando bem fortemente, o desceria de forma impetuosa, sem quaisquer hesitações, na vertical, almejando atingir a cabeça brilhante do tenente.  Caso o tenente recuasse apenas, ao pousar no solo, continuaria a investir contra o marinheiro mais experiente. Agora, usando a mesma tática, saltaria em sua direcção, mas invés de um ataque vertical com o bastão, o pequeno rapaz rodaria sobre o próprio eixo, com o bastão esticado, objectivando acertar o tronco do oponente.  No caso do tenente bloqueasse a sua primeira investida e contra-atacasse, de forma instintiva, levaria as mãos ao rosto, tentando o proteger, e levantaria os joelhos de forma à esconderem o tronco.  

  Mesmo que fosse atingido e que caísse ao chão, mesmo que o golpe fosse de tal forma tão forte que começasse a sangrar, não iria deixar de se levantar. Permitir-se-ia à cair somente quando o seu corpo deixasse de o responder.  Fosse porque havia sido atingido, ou porque seus golpes iniciais não houvessem resultado, o garotinho recuaria dois passos para inspirar. Depois, voltaria a avançar, expirando mais confiança.  Correndo em direcção ao tenente, usaria tudo ao seu alcance para finalmente o acertar.

     Fingiria estar a correr na sua direcção, para que, quando estivesse à meio metro dele parar abruptamente a corrida e puxando o próprio tronco para trás, lançaria o seu bastão na direcção de sua cabeça. No momento em que o bastão largasse suas mãos, se o tenente se limitasse a se esquivar para deixar o bastão voar sem o atingir, o garoto iria até ele e tentaria acertar suas partes baixas com um simples ponta-pé ascendente vertical. Se o marinheiro se abaixasse, o garoto tentaria saltar com o joelho de frente, almejando acertar o rosto do tenente com ele. Se o marinheiro saltasse de forma tão alta que conseguisse evitar o cajado, o menino aproveitaria para correr por baixo dele, fazendo o mesmo caminho que o bastão e o tentando recuperar.

    Caso Yang viesse em sua direcção e o atacasse, o rapazito faria o máximo para se proteger e contra-atacar. Se Yang usasse suas mãos para realizar quaisquer golpes, fossem socos diretos ou circulares, à sua face, o garotinho dobraria os joelhos, se abaixando, e nesse mesmo meio tempo levaria o seu bastão à zona entre as pernas do soldado, erguendo-o para cima com o máximo de suas forças. Se os golpes fossem redirecionados ao seu tronco, o menino recuaria quatro passos de forma bem apressada, sempre que o bastão e as mãos à frente do corpo, como que se fossem uma frágil parede entre ele e os poderosos golpes de Yang.

  Se Yang usasse suas pernas calejadas para o chutar, sua forma de agir seria completamente diferente. A qualquer chute horizontal que viesse da sua cintura para baixo, o celestial usaria suas forças para saltar o mais alto que pudesse, encostando os joelhos ao peito se tal fosse necessário para fugir as pernas de Yang. No ar, contra-atacaria com o seu bastão na diagonal direita, de cima para baixo, tentando um golpe de raspão no tronco do velho. No caso do chute vir na horizontal, mas na zona da sua cintura para cima, o rapaz se encolheria o máximo que conseguisse, colocando-se de cóqueras, tal como um sapo, e quando sentisse que o chute houvesse passado por cima da sua cabeça, erguer-se-ia de relance tentando ao mesmo tempo acertar com o seu bastão a perna de apoio de Yang, num movimente de baixo para cima, na zona do calcanhar.

    Se o chute ou os socos fossem na vertical, almejando cortar-lhe o tronco, o garotinho fugiria para o lado esquerdo e para trás três passos em simultâneo, tentando não só fugir ao primeiro golpe, mas a um segundo que pudesse vir.

    Perdendo em algum ponto o seu bastão, mesmo sendo inútil sem ele, avançaria sem hesitar. Mesmo que estivesse já todo surrado. Enquanto ainda lhe restasse alguma força no corpo, continuaria a avançar. Próximo dele, usaria toda a sua força para imitar um soco direto com a esquerda e um circular com a direita em seu tronco, acrescentando um low-kick mal-feito, mas com intensão.

   

__________________________________




Histórico:

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Perdas: -X-
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Bónus:
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NPC's: Goemon: Um pequeno garoto de pele pálida e cabelos brancos. Além de se demonstrar muito astuto e inteligente, parecia muito com um ninja devido à sua maneira de vestir. Foi a primeira pessoa que viu assim que despertou após o reencontro com o seu irmão-mais-velho. Ele e o médico Alibaba cuidaram do pequeno garoto.

Yami Mizushiro Mayan: Irmão-mais-velho de Hizy, estava totalmente diferente do que era há pelo menos três anos atrás, quando se viram pela última vez. Mais violento, rude e impetuoso, agrediu o pequeno celestial, insinuando sempre o quão fraco, despreparado e infantil era o seu irmão. No último momento, antes de desmaiar, Hizy jura que viu lágrimas no rosto de Yami, fazendo-o acreditar que toda aquela arrogância e atitude do seu irmão eram nada mais do que algum tipo de encenação para que o menino deixasse de o procurar. Talvez Yami esteja em perigo, ou a fazer algo perigoso. Porém, a busca pelo seu irmão apenas começou, e Hizumy não irá desistir tão cedo!
HP: 120/120
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Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
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Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Novamente, thanks por me narrar! ^^  E eu sei que o meu post de luta foi bem fraco, por isso pode me penalizar ç.ç tenho que melhorar os post’s de luta!!! Por isso acho que talvez será necessário mais um (no mínimo), não? @.@  

Objectivos escreveu:
Adquirir uma bolsa --> Entrar na Marinha --> Caçar um Tesouro --> Ter um NPC Acompanhante --> Ir para Loguetown.


Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
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[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyTer 02 Jan 2018, 21:32




“Boa postura. A respiração também está correta. Parece que esse moleque teve um bom professor.” Os segundos em que Hizumy ficou parado não fizeram o velho Tenente pensar que ele estava hesitando. Não. Como um combatente experiente o marinheiro percebia bem o que estava acontecendo e aproveitava aquele momento para analisar mais um pouco o garoto.

“Bom ataque!” Ao ver o salto e golpe do aspirante a marinheiro, os olhos de Yang brilharam por um instante para em seguida se apagarem levemente decepcionados. “Mas não tem força real por trás deles. Sigh.” O tenente havia agarrado o bastão com uma mão, e usando a outra como se fosse uma alavanca, subiu o menino por cima de sua cabeça fazendo-o seguir todo o caminho até o chão em um arco.

PAHHHH!!!

Apesar da força controlada, o impacto ainda era forte o suficiente para fazer que o jovenzinho visse estrelas, e o barulho fez todos os marinheiros em volta suspirarem fundo.

- Não importa quão bons sejam seus golpes. Sem a força necessária, são inúteis. – Começou a instruir o Tenente. Nesse ponto ele havia largado o bastão.

Sangrando pelo nariz, Hizumy se levantou respirando fundo e recuando. Em seguida iniciou uma segunda rodada. “Isso é realmente tudo que pode fazer?” Questionava mentalmente Yang se sentindo ainda mais decepcionado, no entanto o que aconteceu a seguir afastou para longe qualquer rastro desse sentimento. Apressadamente inclinando o corpo e cabeça para o lado, ele desviou do bastão que voava em sua direção. Em seguida erguendo levemente o joelho bloqueou um chute que mirava seu... “Esse pivete!” pensou enquanto sentia um misto de surpresa, medo, satisfação e graça. O chute que veio em seguida foi agarrado por sua mão de ferro.

- Eu te disse que sem a FORÇA-NECESSÁRIA-NÃO-ADIANTA-NADA! – Enquanto dizia isso o Tenente balançava o garoto de um lado para o outro batendo com ele no chão, uma, duas, cinco vezes! (estilo hulk vs loki)

Olhando para o garoto que começava a ficar todo roxo de hematomas o Tenente franziu o cenho. Ele havia controlado a força mas não havia pegado leve. Não pegaria. – Eu posso ver seu potencial garoto. Mas esteja avisado que vou fazer você passar pelo inferno nessa terra se for preciso para que você se torne tão forte quanto eu espero que seja. Isso de agora não vai ser nada perto do que você vai passar nas minhas mãos no futuro. Tem certeza que é isso que deseja?

Os marinheiros em volta haviam parado de sussurrar ou rir e estavam com os olhos arregalados perante tamanha selvageria. O garoto esparramado no chão estava sangrando pelo nariz, boca e até seu cabelo estava empapado de sangue. Será que ele realmente ainda estava consciente?

- Se você for me seguir terá que aprender a se proteger enquanto desenvolve seus músculos. E para isso é necessária velocidade! Você não é só fraco, como é lento também! Se eu não conseguir agarrar sua arma e membros, como vou contra-atacar? Se eu não conseguir te acertar, como vou te ferir?

- Você não tem condições de continuar. Vá até a recepção e informe que deste dia em diante será um cabo sob o meu comando. Comando do Tenente Yang. Depois pode ir pra enfermaria. Pegue suas roupas e resolva quaisquer assuntos pendentes que ainda pode ter. Amanhã antes que o sol raie estarei partindo dessa ilha. Com ou sem você.

Com isso o tenente deu as costas e começou a se afastar. – Ah, e pode ficar com o bastão.



---


Dentro do Alvorada, navio sob seu comando, Yang estava na proa olhando para o horizonte com uma mulher baixa e mascarada ao seu lado. Os cabelos castanhos escuros dela desciam pelas suas costas como cascatas sobre sua farda de marinheira. Nos peitos volumosos, uma insígnia de sargento.

- Eu recrutei um jovenzinho cheio de potencial hoje. Pretendo treina-lo pessoalmente.

- Coitado.

- Tsc, um pouco mais de respeito por favor. Sou seu tenente.

- E?

- Sigh. Você é incorrigível Vonetta.

- Você gostaria de me corrigir? Quem sabe não te deixo me algemar... – A voz cheia de sedução era sedosa e brincalhona.

...

- Tenho certeza que não foi só pra me dizer isso e para olhar para o horizonte que me chamou, certo?

- Sim. Ele ainda é muito fraco e seria bom se tivesse alguns truques na manga p...

- Truques?? – Na voz da mulher agora podiam ser sentidas um pingo de irritação. Na verdade muito mais que um pingo.

- Habilidades, habilidades. Minha culpa. Desculpas a má escolha de palavras. Enfim, seria bom se ele aprendesse algumas coisas que o ajudassem a se proteger enquanto eu o treino.

- Minhas artes também levam tempo para serem aprendidas. Não são de uma hora para outra. E além do mais, por que eu o ensinaria?

- Porque estou pedindo?

...

- Ele também toca magistralmente uma flauta...

- De verdade? – O interesse da mulher havia sido atiçado.

- Sim, pode perguntar aos que ouviram no QG hoje mais cedo.
- Oooohh? Eu vejo, eu vejo. Bom, se ele tocar uma hora por dia para mim eu suponho que possa ensina-lo algumas coisas...

- Quinze minutos.

- Quarenta e cinco.

- Meia hora e esse é meu limite. Ele precisa treinar fisicamente, para combate, além de aprender suas artes. Alem de comer, sim, ele vai precisar comer. Dormir um pouco também. Não vai ter muito mais tempo além disso.

- Hunf, ok. Meia hora então.

E assim, Vonetta A Bruxa ganhou um musico particular para nina-la toda noite.
off:
 
ps: stou com muita pressa, depois que conseguir fazer os outros tres posts que preciso saio formatando e colocando musica se der/precisar uahuahuha.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyQua 03 Jan 2018, 03:52



Alvorecer Efervescente

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  Era como que se uma luz pálida e ofuscante baixasse sobre ele e o cegasse, mesmo estando com os olhos fechados. Da sua carne crepitavam incêndios que o queimavam de dor. Os lábios ensanguentados e rasgados. O rosto pesado e inchado. Ali, estendido no chão, imóvel, equilibrando-se na fina corda entre a consciência e a inconsciência, perguntava-se se seria aquela a primeira vez que se sentia tão fraco, tão só… com tanta dor, com tanta amargura em seu peito.

– Eu posso ver seu potencial garoto. Mas esteja avisado que vou fazer você passar pelo inferno nessa terra se for preciso para que você se torne tão forte quanto eu espero que seja. Isso de agora não vai ser nada perto do que você vai passar nas minhas mãos no futuro. Tem certeza que é isso que deseja?

- … I..ihsto… - Balbuciou. O cheiro e o gosto do sangue escorreram por sua garganta, obrigando-o a saborear a própria vida enquanto que se esforçando, tremendo por todos os cantos e recantos daquele corpo surrado,  tentava se levantar. Apesar de ser difícil falar, pois cada som, cada nota que emanava de sua boca era  uma agulha penetrando em sua carne, não se calaria.  - .. Nã.. não é nada… qu… - Um silêncio absoluto formar-se-ia. Podia sentir o solo frio e triste ao apoiar suas mãos para se manter de quatro. O seu crânio ainda latejava e um zumbido interminável gritava-lhe no ouvido. Seus olhos estavam cegos de claridade, e aos poucos que ia recuperando da cegueira temporária, podia sentir o mundo a girar descontrolavelmente e turvo e borrado, como um desenho maculada pela água.

 
ISTO NÃO É NADA COMPARADO COM O QUE ELES SOFRERAM!

  As lágrimas começaram a escorrer, suaves trilhos de rios por sua face gentilmente desfigurada pelos inchaços e cortes e hematomas.  Aquele grito que sugara todo o seu fôlego havia lhe dado energia o suficiente para, de forma desengonçada, apoiando-se no próprio corpo, se reerguer uma última vez.  Distante, como que se o tenente estivesse numa outra sala, podia ouvir a sua voz desgastada pelo tempo. Ouvia-o, mas não o escutava. Tudo o que podia pensar naquele presente, era o quão lamentável era.  

– Eu ainda me lembro de tudo… No meio de todos os gritos e injúrias… consumidos pelas labaredas… Eles deveriam estar a sentir tanta dor… mas tanta dor... e ainda assim, recusaram-se a gritar… recusaram-se a chorar… tudo o que fizeram foi sorrir!  Sorriram para mim... me encorajando a nunca deixar de sorrir... cumprindo com a nossa promessa... mesmo naquelas condições... Então, também eu devo permanecer sorridente! – As lágrimas não paravam de escorrer. Como flocos de neves, pingavam lentamente, leves, no chão...

- Você não tem condições de continuar. Vá até a recepção e informe que deste dia em diante será um cabo sob o meu comando. Comando do Tenente Yang. Depois pode ir pra enfermaria. Pegue suas roupas e resolva quaisquer assuntos pendentes que ainda pode ter. Amanhã antes que o sol raie estarei partindo dessa ilha. Com ou sem você. –

  De pé sob os tão maltratados pés, pintado de vermelho por várias partes do corpo, perdendo-se o azul vívido de suas vestes e cabelos, por entre as bochechas em dores, dos finos lábios enodoados de carmim, um fino fio de riso nasceu.  As lágrimas ainda lá estavam, e por mais que tentasse abrir os olhos, eles não obedeciam. – Tenente Yang-san… Muito obrigado! – A voz era mais simples e menos energética do que das outras vezes, quase sussurrada e calejada de sofrimento. Porém, assim como sua expressão, transmitiam a pureza de um anjo derrotado, sem qualquer tipo de rancor ou mágoa por aquele que o havia maltratado, apenas a gratidão que sentia por aquela oportunidade estava refletido em sua pequenina face angelical.

- Obrigado! -




 

    Não sabia ao certo quanto tempo houvera se passado desde que Yang se fora. Talvez dois, talvez cinco, quem sabe dez minutos?! Não poderia dizer, era difícil respirar e pensar. Lentamente, à passos curtos e pequeninos, finalmente mexer-se-ia. – ai, ai, ai, ai, ai… ! – Grunhiria baixinho ao se agachar para pegar o bastão. – Levei uma grande surra...de novo... desculpa se te preocupei, Shima-chan…. – Sussurrou em lamento, caminhando até ao seu amigo felpudo e acariciando seu focinho num toque leve, quase inexistente, para depois, perdendo as forças por alguns segundos, deixar-se cair em seu corpo.  A exaustão daquele dia dominava-o e tudo o que mais queria, que sentia que o seu corpo mais precisava agora, era de um bom sono. Porém, tinha ordens que devia cumprir, por mais tentado que estivesse a deixar-se desmaiar sob aqueles pêlos fofos. – Vamos, Shima-chan... - . Afastando-se cuidadosamente do panda, lutando para manter-se de pé, apoiado no bastão, iria calmamente em direcção à recepção.

   Estava feliz. Era um marinheiro e iria participar da expedição junto de outros marinheiros e de Yang. Mesmo que devagar, podia sentir que havia dado mais um passo em direcção do seu irmão. - .. Desculpe, senhor…  o tenente Yang-sama disse-me para o informar que, a partir de hoje, serei um marinheiro e que estarei sob o comando dele! – Sim. Realmente estava feliz. O rececionista poderia ver que assim estava, pois, porque outra razão sorriria ele tão alegremente, mesmo naquele estado?!  - Poderia dar-me a farda de marinheiro agora, por favor? – Indagaria. - Obrigado, senhor! -

  - Vamos, Shima-chan! Preciso de ir para a enfermaria. Tenho que cuidar destas feridas antes de partirmos!  – Provavelmente era da caminhada, ou quiçá, a surra que levara nem fosse tão séria como pensava. Sinceramente, ele não o sabia, todavia, já não era tão doloroso assim andar, ou pensar, ou sorrir! Aos poucos, podia sentir que ia recuperando a sua movimentação, apesar da dor ainda lá estar e ainda ser um incómodo.  – Desculpe… por favor, poderia me ajudar?! – Com um sorriso meio tímido, perguntando-se a si mesmo se não estaria a ser inconveniente, o menino entraria na enfermaria e esperaria por receber o tratamento médico. Não havendo um médico no local e estando a porta aberta ou entreaberta, entraria e esperaria numa cama. Se a porta estivesse fechada, esperaria sentado no chão, encostado à porta e encostaria o corpo ao do Shimauma e dormir por alguns minutos enquanto o médico não aparecesse.

Se estivesse com a farda consigo, perguntaria se havia por ali algum banheiro. – Desculpe, senhor(a) médico…  há algum lugar onde possa tomar banho antes de tratar das minhas feridas?! – Se houvesse, o garotinho deixaria o panda ali a sua espera e iria tomar banho, algo que pela primeira vez, seria bem complicado, pois o corpo parecer-lhe-ia estar enferrujado e cada movimento faria com que suas juntas rangessem em dor. Após banhar-se e de trocar de roupa, curioso, estaria sempre atento ao tratamento que ia recebendo. Abriria bem a boca e engoliria de uma vez o xarope se tal fosse necessário, ou se tivesse que ingerir alguma pílula ou cápsula, colocar-lha-ia na boca e, segurando o copo d’água firmemente por entre as mãos, o beberia. E engoliria tão depressa que a água lhe escorreria pelo canto da boca. Estava sedento e fraco. – Huffa! – Suspiraria depois de tomar o copo d’água e a aspirina/xarope.  – Muito obrigado! Já meio que me sinto melhor! Ha! Ha! – Brincaria, gargalhando baixinho para não incomodar ninguém. – Desculpa ter incomodado… é que levei uma grande surra do tenente! Hi! Hi! Hi! – Explicaria, caso o médico o perguntasse o que havia acontecido. – Muito obrigado! Agora preciso de ir pegar a minha farda e preparar as minhas coisas! O tenente Yang-sama disse que sairemos antes do alvorecer. Bye Bye! – Despedir-se-ia, indo em direcção ao refeitório se já fosse hora de comer.



Spoiler:
 


  No refeitório, esperaria na fila e quando fosse a sua vez, comeria lembrando-se sempre de partilhar tudo o que comia com o seu companheiro. Estava esfomeado, porém, mesmo com uma fome descomunal, cada trincada que dava, cada gole que engolia, fazia-o sentir enjoos.
- Tenho.. que ser forte!!! – Pensava colocando as mãozinhas na boca e impedindo a comida de sair se tal acontecesse. Não podia dar-se ao luxo de desperdiçar comida. Não depois de um dia tão agitado como aquele. Seu corpo precisava de nutrientes.  

   Assim que terminasse de comer, se ainda houvesse tempo, iria até ao sótão, onde descansaria junto do seu amiguinho. – Preciso de colocar o despertador! Não podemos adormecer, ou Yang-sama irá embora sem nós, Shima-chan! – Explicaria o garoto ao mexer no despertador que o rececionista o havia lhe emprestado no dia anterior.  – Boa noite, Shima-chan! – Abraçando o seu panda como que se fosse um urso de pelúcia, encostando o ouvido ao peito palpitante do velho companheiro, no silêncio da noite cálida, o noviço dos Mayans adormeceria com serenos pensamentos a tomar-lhe conta da sua mente e um sorriso simplório, porém alegre e satisfeito nos lábios. Naquela noite, sonharia com os acontecimentos daquele dia e com memórias felizes do passado para então, somente despertar quando o despertador ou alguém o chamasse. – Bom dia, Shima-chan! – Bocejando e esticando os braços bem no alto, espantando o sono e relembrando-se de que ainda não estava livre das dores, o garotinho acordaria.

    Vestiria a farda da marinha e calçaria os sapatos. Pegaria no seu bastão, na sua flauta e em tudo o que lhe pertencia e, lado à lado do seu gigante panda, procuraria por Yang.  – Yang-sama! Onde está o senhor, Yang-sama?! – Com as mãozinhas a volta dos lábios, sairia gritando pelos corredores. Nas zonas dos dormitórios, ainda com as mãos nos lábios, sussurraria em vez de gritar, para não acordar ninguém. – Yang-sama! Yang-sama, você está por aqui? –

   - Ah! Muito bom dia, Yang-sama! – De um radiante sorriso nos lábios, esquecendo-se da tareia do dia anterior, o jovenzinho cumprimentaria o tenente, mostrando já ter recuperado o seu espírito repleto de energia após algumas horas de sono e descanso. – Estarei aos seus cuidados a partir de hoje! – Vagarosa e delicadamente abaixando o busto e o semblante, Hizy demonstraria o seu respeito e a sua empolgação por finalmente estar ali.

  Era um verdadeiro desconforto ter de andar calçado. Sempre vivera em contacto com a natureza. Seus pés, habituados à sujidade da terra e lavoura, não eram grandes apreciadores de lugares quentes e apertados como aqueles sapatos.  Mas logo que avistasse a embarcação em que iria navegar e visse a sua majestosidade, esqueceria quaisquer desconfortos incomodados causados pelas vestes ou calçados.  Cintilantes, seus olhos arderiam de fervor e animação e um sorriso branco formar-se-ia em seu rosto de bochechas coradas e envergonhadas.

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    – Um novo alvorecer está perante nossos olhos, Shima-chan! Ilhas que nunca visitamos! Pessoas de culturas e trejeitos novos e exóticos! Além disso, Yang-sama disse que me treinaria, tenho a certeza que com a ajuda dele eu conseguirei ser forte o bastante para trazer a nossa família de volta… Para salvar o meu irmão! –

  Assim que seus pés atravessassem a plataforma de madeira e por fim pousassem no carvalho do deque, seria uma nova pessoa. Seria Hizumy, o marinheiro. E mal podia esperar! Do seu peito, seu coração saltitava tão brutalmente que parecia que ia rasgar-lhe a carne e fugir-lhe.

  Com seus olhos indiscretos, cheios de vida, admiraria o céu reflectido nas águas do mar. Admiraria uma última vez a beleza daquela ilha numa despedida silenciosa e melancólica. Aquela que houvera sido sua casa, seu lar, por alguns dias. Não estava de todo triste, porque sabia que assim que salvasse seu irmão, voltaria para Thule Island, sua verdadeira casa, porém, separar-se de Shells Town deixaria um pequenino vazio em seu coração, mesmo tendo estado tão pouco tempo ali. - Bye Bye Shells Town… sniff … De todas as ilhas que visitei... você foi a que me deu mais esperanças!  – Seus olhos, mesmo que não quisesse, mesmo que dissesse que não sentiria falta daquela ilha, eles ardiam… e aos poucos encher-se-iam de água. Dos lábios de menino, uma última canção cantaria para aquela tão bela ilha que havia trago de volta o seu irmão, mesmo que ele já não fosse o mesmo. Quem o ouvisse muito provavelmente não perceberia o que aquela letra significava, nem mesmo ele o sabia. Apenas cantava da forma como se lembrava de sua mãe a fazê-lo. Cada palavra, cada frase trêmula, cada entoação e cada nota que fosse libertada de seus lábios estariam repletos de sentimentos puros.  Seria como que, através daquela música, se desculpasse por sair daquela ilha que gentilmente o acolhera, sem ele ter feito nada em troca por ela.  



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Histórico:

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Yami Mizushiro Mayan:
 

Tenente Yang:
 

HP: 120/120
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...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Gostei muito do seu post e agradeço de verdade pela ajuda com a ficha <3 Eu tenho estado a bater com a cabeça, pensando em como iria focar os atributos, isso foi uma grande ajuda! ^.^ Mas o que você acha de, em vez de focar em Resistência, trocar por Persistência, pois no caso de encontrar outro player parecido com o meu (por exemplo, o Buggy xD) eu não seria manipulado ^^

 E gostei bastante da ideia do EdC! Eu estava a pensar em fazer algo tipo o do Aang de Avatar, um estilo de luta que se baseia em esquivar e fugir do oponente, usando o ambiente e os próprios movimentos do adversário para o "derrotar". Mas a sua ideia combina isso e ainda a possibilidade de usar a flauta (ilusões e hipnose, certo?) ^.^

 Tentei dar uma adiantada, não sei se era esse o objectivo ou não! xD Qualquer coisa, é só ignorar a parte final do meu post! ^.^ E obrigado, eu sei que você pegou leve no meu post de luta! ç.ç Tentarei melhorar! u.u Mas é que ainda não descobri como irei narrar as minhas lutas uma vez que o meu personagem não gosta muito de violência e eu ainda não tenho as perícias necessárias :/    

Objectivos escreveu:
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Última edição por Mizushiro Hizumy em Qua 03 Jan 2018, 04:21, editado 1 vez(es) (Razão : Editei, faltou uns casos e.e')
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyQua 03 Jan 2018, 21:07

Raiva, ansiedade, medo, preocupação, confusão. Durante toda a luta de Hizumy, esses foram os sentimentos que dominaram o corpo daquele grande urso panda. Ele estava com raiva do velho que batia em seu parceiro, mas ainda se recordava da ordem de não interferir. Além disso não sentia raiva por parte da criança, e tudo isso o deixava confuso. Por outro lado a ansiedade e preocupação minavam os motivos que deveriam fazê-lo ficar parado. E por isso começou a avançar. Mas aí veio aquela sensação. Nunca havia sentido algo tão forte assim. Perigo. Do corpo daquele velho Shima conseguia sentir um perigo avassalador que o fez congelar em medo e não mais avançar.

Finalmente o perigo havia ido embora junto do velho e Shima se sentiu aliviado, mas também envergonhado. Desejava não ter ficado paralisado. Mas agora podia se mover e viu o garoto atirado no chão. Sem ligar para mais nada correu desenfreadamente até ele fazendo com que muitos marinheiros saltassem para os lados para sair de seu caminho.

Hizumy se ergueu nesse meio tempo e Shima quase desfaleceu ao perceber que o garoto estava imóvel. Em sua impaciência o cutucou com a cabeça e quase o tombou novamente.

– ai, ai, ai, ai, ai… ! – grunhia o jovenzinho que se abaixava para pegar o bastão após ser desperto.

– Levei uma grande surra...de novo... desculpa se te preocupei, Shima-chan…. –

- UNROOOOON! – Foi a resposta que obteve do urso que transmitia sua preocupação e até mesmo tentava lamber as feridas do garoto que por sua vez se apoiou nele por alguns instantes. Vendo Hizumy começar a andar em uma certa direção, o Panda resolveu que não ligaria para seus protestos caso houvessem e colocou ele em cima de suas costas, o carregando na direção em que o seu parceiro estava tentando ir anteriormente.


---


- Eis aí um menininho determinado.

- Vocês ouviram o que ele falou no palco? Parece que sua família foi morta.

- Sim, devem ter sido os malditos piratas, aposto. Desgraçados!

Com a saída tanto do tenente quanto do novo recruta, os marinheiros presentes começaram a conversar sobre o que tinha acontecido e tirar suas conclusões.


---


- .. Desculpe, senhor…  o tenente Yang-sama disse-me para o informar que, a partir de hoje, serei um marinheiro e que estarei sob o comando dele! –

- Ohh? Parabéns rapaz! Parece que ele não pegou leve com você não é mesmo? Haha, mas não se preocupe, muitos capitães e até marinheiros de maiores patentes foram aprendizes daquele homem um dia. É uma grande sorte que ele tenha tomado interesse em você sabia?

- Poderia dar-me a farda de marinheiro agora, por favor? –

- Oh, claro, claro. Que cabeça a minha! Aqui está uma que creio que vai caber em você! – Dizia o homem após entrar em um pequeno almoxarifado e retornar com um pacote na mão.

Em seguida o jovenzinho passou pela enfermaria como aconselhado e foi indicado a um chuveiro para que se lavasse assim como desejava. A doutora ficou impressionada com a determinação de Hizumy em aguentar a dor por mais algum tempo. Depois de alguns exames que confirmaram que nada estava fora do lugar, ela passou uma pílula a ele.

- Esse remédio vai ajudar a amainar a dor por um tempo.

– Muito obrigado! Já meio que me sinto melhor! Ha! Ha! –

- Sim, mas cuidado na hora de treinar para não exagerar, senão uma hora não vai ter remédio que te ajude.

– Desculpa ter incomodado… é que levei uma grande surra do tenente! Hi! Hi! Hi! –

- Está explicado então! Sigh, aquele homem...

– Muito obrigado! Agora preciso de ir pegar a minha farda e preparar as minhas coisas! O tenente Yang-sama disse que sairemos antes do alvorecer. Bye Bye! –

- Boa sorte! E diga ao tenente para não repetir a dose nos próximos dois dias. Recomendações médicas!

A próxima parada foi no refeitório. A refeição era um misto de ensopado com pedaços parcos de carne e grãos e uma maçã para sobremesa. Comer foi difícil para o garoto mas Shima por outro lado, comeu com prazer.

De alguma forma o urso panda chegou no sótão de uma das construções e não derrubou o teto. Agradeçam ao arquiteto. E olhando para as estrelas que apareciam nos céus, ambos dormiram. Na manhã seguinte ao colocar sua farda Hizy descobriu que essa era um pouco maior do que o ideal e que teria que dobrar as mangas e a calça para que coubessem de forma decente.

– Yang-sama! Onde está o senhor, Yang-sama?! –

O garoto rodava o Quartel procurando por seu superior e em certos momentos ouvia algum – Cala a boca!! - Ou um – Não vê que horas são?

No entanto em um portão que levava ao exterior do QG, o Tenente controlava o sorrisinho de lado ao avistar Hizy. – Me procurando garoto? Venha, você chegou bem em tempo.

- Ah! Muito bom dia, Yang-sama! Estarei aos seus cuidados a partir de hoje!

- O navio está no porto. Seu nome é Alvorada. Não é o maior dos navios que já comandei nem o mais veloz, mas é uma boa embarcação, equilibrada e cabe a quantidade de pessoas necessárias para nossa expedição.  Nosso Brigue consegue comportar cinco canhões que também é uma quantidade boa se for necessário.  Desde que não entremos em confito com uma Caravela não haverá problemas nos mares. Mas mesmo que seja com uma não é necessariamente uma batalha perdida, existem manobras a serem feitas e se for possível atracar apesar da desvantagem numérica eu garanto que venceríamos, enfim você pode...

Pelo caminho até o porto o Tenente discorreu a falar sobre navios e estratégias navais já assumindo seu papel de instrutor do “garoto”.

- Aí está ela. A Alvorada. Se familiarize com o lugar, preciso ver se está tudo em ordem.

Mesmo naquela hora da manhã, antes do sol nascer, o porto já estava extremamente movimentado com seu cheiro característico de sal e peixe. Da mesma forma o Alvorada estava cheio de movimento com homens entrando carregando coisas, outros marinheiros verificando equipamentos e  um Mink gorila alto de óculos pequenos demais para seu rosto anotando algo.

   – Um novo alvorecer está perante nossos olhos, Shima-chan! Ilhas que nunca visitamos! Pessoas de culturas e trejeitos novos e exóticos! Além disso, Yang-sama disse que me treinaria, tenho a certeza que com a ajuda dele eu conseguirei ser forte o bastante para trazer a nossa família de volta… Para salvar o meu irmão! – Falava o menino com seu panda.

- Hey, você. Deve ser o recruta que o Tenente falou certo? Qual o nome? Origem? É habilidoso com algo? E esse panda ao seu lado? Tem nome também? Sabe domar animais? E treinar? – Quem lhe dirigia a palavra era o Mink gorila que anotava as respostas. – Pode me chamar de Sargento Kong. Já que está aqui se faça útil, avise ao cozinheiro que temos trinta e duas bocas para alimentar ao todo, não contávamos com o panda. – Após isso não prestou mais atenção na dupla indo lidar com outras coisas.

O Alvorada começava a desancorar e aos poucos se afastar do porto e da ilha. - Bye Bye Shells Town… sniff … De todas as ilhas que visitei... você foi a que me deu mais esperanças!  –disse o garoto antes de começar a cantar. Kong ao ouvir pensou em manda-lo parar e ir fazer o que lhe foi ordenado, mas ao perceber que outros marinheiros estavam prestando atenção na canção e desfrutando aquele momento, preferiu deixar rolar.

- Bonita canção. Mas agora é hora de você continuar com seu aprendizado. Vejo que seu corpo não está completamente sarado ainda, por isso nos próximos dois dias a Sargento Vonetta irá te ensinar algumas coisas. Durante esse tempo faça tudo que ela mandar. Ah, e a partir de hoje toda noite antes de dormir deverá tocar sua flauta para ela por meia hora.  

Quem aparecia era o Tenente Yang tendo ao seu lado uma mulher mascarada com uniforme da marinha. Alguns marinheiros ao verem a mulher se afastaram levemente de forma inconsciente, seus rostos mostrando uma certa tensão e medo, porem foram ignorados tanto pela Sargento quanto pelo Tenente. Até mesmo Kong não ousava olhar diretamente nos olhos dela.

- Realmente ele tem um dom. Realmente. Ótima voz garoto. Venha, temos muito o que fazer.

- Para aqueles de vocês que ainda não sabem, a partir de hoje pretendo treinar o garoto pessoalmente. Nos intervalos entre as sessões ele estará sendo treinado pela Sargento Vonetta. Quando não estiver ocupado com isso ele será responsável por cuidar e domesticar qualquer animal que venha a bordo, como por exemplo as duas águias que estamos trazendo conosco. Isso é tudo. Retornem aos seus postos.

O olhar dos marinheiros que haviam escutado a canção de Hizy, e daqueles que não haviam também, traíam diversas emoções que eles tentavam esconder. Alguns sentiam pena, outros inveja. Alguns pensavam em formas de se aproximar dele já prevendo o seu futuro, outros queriam distancia pelo mesmo motivo. Nesse meio tempo Vanetta levava o jovenzinho para dentro da embarcação e por um pequeno corredor até um quarto nos fundos. Seu quarto particular.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 15:58



Ondas Coloridas de Vida – Dia I

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 Movendo-se com sua graça infantil, passou por diversos pontos da cidade ao lado do panda e do tenente Yang; este último que, animado, lhe falava e ensinava sobre assuntos marítimos e de estratégia militar. Por todo o caminho apenas o marinheiro falara. O celestial limitara-se a ouvi-lo. E o segredo do seu silêncio, não fora apenas por não entender bem do assunto, mas sim por meio que sentir o entusiasmo e a animação na voz do senhor Yang. Como poderia ele interrompe-lo se tudo o que o estava a ensinar o fazia de forma tão aplicada?! Como uma sombra, manteve-se em silêncio, porém radiante dos olhos e da aura, absorvendo tudo o que ia ouvindo e grato por estar ali, vivenciando aqueles primeiros momentos da relação pupilo-mestre.

   Os olhos da pequena criatura angelical se encheram de brilho entusiástico e de cores vivas repletas de faíscas quando Kong, um mink gorila, veio conversar com ele. – UUUAOOO!!! Ele é tão grande e parece ser bem forte!! E sabe falar!!! – Sua expressão, como de costume, não escondia o que ia em sua mente, na verdade, reflectia na perfeição o espanto e a alegre surpresa em ver alguém como o sargento. – Sim! O meu nome é Hizumy, mas pode me chamar de Hizy! Hi! Hi! Hi! – Abrira um sorriso bem grande e branco e luminoso. – Eu sei tocar vários instrumentos, apesar da flauta ser o meu preferido! Hi! Hi! – Disse, pegando na flauta e a erguendo até ao alto, em direcção ao rosto do gorila, mostrando o instrumento com orgulho e animação. – Este é o Shima-chan! Ele está comigo desde quando eu era pequenino! Sim! Eu aprendi a domar e treinar com os meus pais em uma de várias jornadas que fizemos! – Finalizou com um tom mais sereno e melancólico, porém alegre, na voz. Era sempre assim quando lembrava de seus pais ou dos tempos em que estavam todos juntos. - Sim, senhor! - Sorridente, jubiloso sem razão de o ser, o menino respondera afirmativo à ordem do sargento Kong juntando os bracinhos junto do corpo.


♪♪♪

- Bonita canção. Mas agora é hora de você continuar com seu aprendizado. Vejo que seu corpo não está completamente sarado ainda, por isso nos próximos dois dias a Sargento Vonetta irá te ensinar algumas coisas. Durante esse tempo faça tudo que ela mandar. Ah, e a partir de hoje toda noite antes de dormir deverá tocar sua flauta para ela por meia hora.

   Por uns segundos, o menino ficara desanimado, de semblante ligeiramente cabisbaixo. Estava ansioso por começar o seu treinamento com Yang. Contudo, assim que Vonetta, uma marinheira, se apresentou, o seu rostinho logo se animou, mesmo que não fosse com Yang, ele iria treinar! E isso era o mais importante! - Realmente ele tem um dom. Realmente. Ótima voz garoto. Venha, temos muito o que fazer. – De bochechas rosadas e um sorriso gentilmente alegre, o pequeno agradeceria – Obrigado, senhora Vonetta!  - Seus olhos, um portal para sua alma, puros e inocentes, olhavam para aquela mulher repletos de ansiedade e animação. - O que será que Vonetta-san irá me ensinar?! he! he! he! - Perguntava-se, cheio de entusiasmo infantil.  - Vamos, Shima-chan! - Chamaria por seu urso, saltitando até ao quarto da professora quase como que se estivesse a dançar.

  Ficaria perplexo, com os olhos vivos e curiosos, se a habitação da sargento Vonetta fosse algo fora de comum. Apesar de não sair por aí vendo tudo com as mãos tal qual uma criança tem o hábito de o fazer, seus olhos mexeriam em tudo o que fosse novidade e pequenos suspiros de espanto e estranheza sairiam de seus lábios de forma tão baixa que mal se dariam para ouvir.
 
♪ Aprendizado – Hipnose ♪
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- O dia será longo! Aproveitaremos que por dois dias não irás receber treinamento físico para então aprofundar nos meus ensinamentos. Começaremos pela hipnose! Tens algum conhecimento sobre hipnose, garoto? – Com o rostinho bobo, ainda de pé próximo da entrada, baloiçava a cabeça negando quaisquer saberes sobre tal assunto. – Aproxima-te! – Ordenou Vonetta virando-se e pegando dois, três e quatro livros de capa grossa, alguns pergaminhos e material de escrita, como folhas brancas, imaculadas, e tinta e pena e os repousando em cima de uma escrivaninha. – A hipnose é um estado de consciência que envolve atenção focada e consciência periférica reduzida por parte do sujeito a ser hipnotizado, sendo assim mais susceptível uma resposta ao que lhe é pedido por aquele que hipnotiza. De forma simples e curta, a hipnose é um actuação do qual o hipnotizador, sujeito x, sugere que o hipnotizado, sujeito y, experimente mudanças nas sensações, percepções, pensamentos ou comportamento. - Sentado, baloiçava os pezinhos que ainda ficavam a uma grande distância do solo, enquanto ia escrevendo tudo o que Vonetta ia lhe dizendo numa folha de papel. Não era a primeira vez que era ensinado por um tutor. Já estava habituado àquele tipo de rotina, apesar da sua letra não ser a mais bonita. Quando ainda vivia em Thule, todos os dias era ensinado pelos melhores professores do país, apesar de que muitos dos tópicos que houvera aprendido já não ser algo fácil de se lembrar devido ao longo tempo sem usufruir de suas utilidades.

  O rosto do menino enrubesceu e levando seus olhos azuis-claro até aos da moça, aguardava por ouvir mais coisas sobre hipnose. – No que toca ao método, é de bruta essencialidade que o hipnotizador estabeleça algum tipo de vínculo com o intencionado a ser hipnotizado. Como por exemplo, um vínculo de confiança. A isto denominados de rapport. Para pessoas com mais maestria nesta arte, basta uma troca de olhar para que esteja aberto a possibilidade de sugerir algo à alguém, mas para principiantes, a melhor forma é ganhando a confiança do sujeito y e aos poucos ir sugerindo mudanças de realidades. Existe um grande leque de técnicas para levar este estado de susceptibilidade a outrem, como por exemplo, olhar fixamente nos olhos de alguém, através de palavras, como que se fossem algum tipo de encanto; utilização de aparelhos ou objectos, indução de relaxamento e outras mais. – Com a pena na mão direita, entre os dedinhos sujos de tinta preta de escrever, Hizy ia redigindo tudo o que escutava, ao mesmo tempo que interiorizava as palavras de Vonetta e ia pensando em seus significados. Até agora, a hipnose estava a parecer-lhe algo incrível e fantástico, porém, uma dúvida veio-lhe a mente. – Vonetta-san… Através da hipnose eu poderia fazer alguém dizer-me o que vai verdadeiramente em seu coração? Falar a verdade? – Ao perguntar aquilo, era claro que se referia ao seu irmão. Por isso seus olhos aguardaram uma resposta ansiosos. – Sim. Contando que essa pessoa confie o bastante em você para ser hipnotizada, e que quando no estado de transe, verdadeiramente deseje dizer a verdade sem esconder qualquer segredo, isso seria possível sim. Porém, você ainda é menos do que um amador, então tudo dependerá em com estará o seu nível quando te encontrares com essa pessoa no futuro. Tudo dependerá se serás forte o bastante para o conseguir fazer falar. – Respondeu Vonetta, apercebendo-se de que o garoto fazia aquela pergunta tendo alguém em mente. - Então treinarei para ser tão bom quanto você um dia! Hi! Hi! HI! - Em êxtase, contente com a resposta, falara de seguida com um sorriso no rosto.

- Mas como te disse, sugestões ofensivas à integridade do hipnotizado resultaria na interrupção imediata e voluntária do estado de transe por parte do mesmo. Fazer com que alguém revele segredos contra a sua vontade é algo que muito poucos conseguem fazer e, quando o fazem, utilizam outras habilidades em auxílio, como a ilusão. – Naquele instante, seu rostinho rosou um pouco triste. Mas logo se reergueu. Não iria desistir e quem sabe, se aprendendo ilusão e praticando todos os dias, talvez quando se encontrasse com Yami, poderia fazer com que ele dissesse a verdade. Se realmente o odeia e o que vai em seu coração. – Igualmente, é impossível fazer alguém morrer em estado de transe. Ou fazer com que ela durma para sempre, ou permaneça para sempre em tal estado. Alguém “esquecido” pelo hipnólogo sairia espontaneamente do transe em questão de minutos, ou horas, dependendo da habilidade do hipnólogo; ou passaria do transe para o estado de sono normal. -

 –  A hipnose também pode ajudar a curar doenças funcionais. Isto é, doenças em que não existe ferimento ou o comprometimento da estrutura dos órgãos. Como por exemplo, dores de cabeça, tonturas e vertigens no que diz respeito ao nível neurológico. Asmas brônquicas, rinites alérgicas, roncos e apneia do sono quanto ao nível respiratório. Qualquer tipo de enfermidade que tenha origem emocional ou psicológica pode ser tratado pela hipnose, contudo, para tal seria necessário que você percebesse mais sobre medicina. -

    –  Além disso, existe a auto-hipnose. Apesar de o chamarmos de auto-hipnose, você não se hipnotiza a si mesmo. Pelo menos, não de primeira e não assim tão facilmente. Primeiro, deves aprender a desenvolver o estado de transe hipnótico. A velocidade com que se consegue entrar neste estado por si mesmo e os fenômenos que podem ou não ser desencadeados dependem de pessoa para pessoa e de suas próprias habilidades. -

       –  Para a marinha, a hipnose é útil quando usada para fins investigativos. Através dela, podemos fazer com que a pessoa volte até suas memórias passadas, obtendo assim os factos reais das cenas do crime. Com a hipnose é possível fazer a regressão de memória, em dias, meses e até mesmo anos! -

As horas iam passando a medida que Vonetta ia ensinando o básico sobre hipnose para o jovem recruta que tão atentamente ia a escutando e escrevendo tudo nas folhas de papeis brancas. Lá fora, as ondas espumosas iam batendo no caso emadeirado da embarcação, e os passos atarefados dos soldados podiam ser escutados se atento. Havia tanto a ser ouvido e aprendido que nem mesmo sentia as horas a passar. – Agora irei deixar-te a estudar um pouco enquanto preparo um pequeno teste sobre a parte teórica que estivemos a estudar. – Erguendo o braço e o polegar direito com a pena ainda na mão, o menino disse entoando de forma bem animada e entusiástica. – Certo, Vonetta-san! Farei o meu melhor para acertar em todas as perguntar! Hi! Hi! Hi! -

 
Folhas e mais folhas, palavras e mais palavras foram viradas e lidas. Pergaminhos desenrolados, e folhas intocadas transformadas em manuscritos pela pequena criança. E assim foi passando mais uma, duas e três horas daquela manhã. – Hipnose… - Pensativo, suspirou o celestial, encostando o cotovelo na mesa e segurando a bochecha com a mão daquele lado. – Será que realmente poderei trazer o meu irmão de volta com isto? – Murmurou, olhando para o horizonte e ao mesmo tempo para o nada. – Huh! – Baloiçara a cabeça, fazendo os fios azulados esvoaçarem para um lado e pro outro. – Se eu me concentrar e treinar o bastante, tenho a certeza de que poderei trazer ele de volta! – Voltando a se concentrar na leitura, o menino era interrompido por Vonetta que lhe entregava uma folha com quatro perguntas.
 
Citação :
O que é rapport?
O rapport é o vínculo que se estabelece com alguém, quando desejamos hipnotizá-lo ou fazê-lo cair no transe hipnótico.

A hipnose pode matar alguém?
Não. A hipnose por si só é incapaz de matar alguém. Apenas em níveis mais elevado e com ajuda de outras habilidades a hipnose pode sugerir emoções tristes ao hipnotizado.  

Quais são os métodos usados para hipnotizar alguém e em que propósito pode a hipnose ser usada?
Para fazer alguém cair no transe hipnótico podemos usar objectos, como relógios; O contacto visual, melodias que levem o sujeito a ser hipnotizado à sentir calma e relaxamento e o contacto físico. A hipnose pode ser usada para fins medicinais, como o de curar uma doença funcional ou psicológica, assim como para fins investigativos.  

Qualquer pessoa pode ser hipnotizada?
Sim! Mas há pessoas que têm mais facilidade para entrar no transe hipnótico do que outras. Para ser capaz de hipnotizar pessoas com mais dificuldade para entrar no transe hipnótico é necessário várias "sessões" e que o hipnólogo seja um "mestre".
   
       –  Oh! Muito bem garoto! Acertaste à todas as perguntas! Agora, vamos ver como te sais com a parte prática! - Com um tom de surpresa, a marinheira elogiava o sucesso do celestial. –  hi! hi! hi! – Gargalhava o mocinho, alegre com o seu sucesso no teste escrito.  –   O panda. Tenta hipnotizar o teu companheiro. Acho que será mais fácil começares por praticar com alguém que já tenha uma relação de confiança contigo! – Hizumy concordou, indo em direcção ao urso de duas tonalidades. – Muito bem, Shima-chan! Aqui vou eu! – Disse o garoto, segurando gentilmente com suas mãos a face rechonchuda do panda, fazendo-o olhá-lo fixamente para aqueles tão penetrantes olhos azuis. Mesmo o semblante estando numa primeira estância serenos, aos poucos ia ficando levemente pintado de rosa. Aos mãos tremiam um pouco. Tão pouco que era difícil de perceber. Do peito, o seu coração parecia um tambor de tão forte que batia. E de tão acelerado! Estava nervoso. E se não conseguisse?! Sua voz ia saindo, infantil e agradável de se ouvir, como sempre, porém, suspirante e cansada, como que se tivesse dificuldade em respirar ou se tivesse corrido uma maratona. – Relaxe, Shima-chan… Você se sente bem cansado… com vontade de fechar os olhos… e… e… e… ? – Sua testa começou a ficar rosa-escuro e aos poucos vermelha, em semelhança a suas bochechas, até que o menino largou o rosto do animal e coçou a cabeça, gargalhando sem graça. – ha.. ha..ha… o que eu devo sugerir ao Shima-chan quando o hipnotizar? – Vonetta levou a mão à cara e suspirou. Shimauma por sua vez, que sequer havia entrado no transe, bocejou de sono. – Antes de tentar induzir o transe hipnótico à alguém, tenha em mente o que irá fazer a seguir! Além disso, não precisas segurar o panda … Isso não é uma forma de agir que transmite confiança! O objectivo de te fazer hipnotizar o teu animal é pelo facto dele já confiar em ti, então não precisas de te esforçar tanto. Tenta ser mais natural desta vez… e defina já um objectivo! -

 - Certo! - Afirmativo, o menino assentiu, virando-se novamente para o panda. Mais natural em todo o seu gesto. Com o corpo mais relaxado do que antes. Seus olhos brilhando naturalmente, com faísca no oceânico azul-claro. Seu semblante estava sereno. E sua voz, doce e sincera, agradável de se ouvir, mesmo sendo infantil, tentava fazer com que o grande panda caísse no transe. Agora, não segurava o rosto do animal. Decidira agir como sempre. Sorrindo singelamente, com uma linha que ia de uma orelha à outra, de bochechinhas levemente coradas, pegava gentilmente na pata do animal, como que se fosse uma mão. - Confie em mim, Shima-chan! Respire fundo.. e fecha os olhos! Concentra-te apenas na minha voz! - Acariciando os pêlos da pata do animal, o menino ia continuando. - Shima-chan, quando eu contar até três, você irá se equilibrar somente usando as patas da frente! um... dois... três... - Assim que terminou a contagem, o garoto largou a mão do panda e recuou alguns passos para trás. Um espanto alegre e surpreso dominou-lhe o rostinho quando viu Shimauma tentando se equilibrar nas patas da frente como havia pedido. - Muito bem, Shima-chan! Agora é hora de acordar! - Ordenou, estalando os dedos e despertando o animal do transe. - Como foi, Vonetta-san?! Me sai melhor agora? Ein? - Agitado, ansioso por ser recompensado por palavras, o menino perguntava à mestre. - Sim! Nada mal! Mas agora, porque não o tentas agir ou fazer algo que ele não faria normalmente... -


  - Okay! Vamos de novo, Shima-chan! – Virando-se para o panda, agora somente olhando nos olhos pretos dele, sem lhe tocar, a criança tentava induzi-lo ao transe. – Ouve apenas a minha voz, Shima-chan! Estás a sentir cada vez mais sono… as pestanas pesam-te… aos poucos, vais deixando os olhos fecharem… isso… Agora, quando eu contar até três, irás sentir uma enorme vontade de cantar… Como se fosse um cantor de ópera! – Disse animado e sorridente, imaginando que aquilo seria uma ideia bem divertida. – um, dois, três… ! – Terminado a contagem, os olhos do panda abriram-se e, pondo-se de pé e agindo como um humano, o urso começou a rugir como que se cantasse. Ha! Ha! Ha! Ha! Ha! Ha!! Gargalhou o celestial ouvindo Shimauma a cantar. Pequenas gotas de lágrimas divertidas escorriam pelos cantos de seus olhos quando decidiu parar de rir e trazer Shima-chan devolta ao normal. – Muito bem, Shima-chan! Irás voltar ao teu estado normal quando eu estalar os dedo… e.. já! – Disse, estalando os dedos e acordando o animal do transe hipnótico e da hipnose.

 - Oh! Muito bem, muito bem! Fizeste um grande progresso! Parece-me que dominaste o básico! Por agora é tudo! Mas não te esqueças de continuar a praticar! Estás dispensado! -

♪ Aprendizado – Hipnose ♪  Fim (?) ♪

      Fazendo continência com a mãozinha, divertido, seguia para fora do quarto da sargento Vonetta, alegre por ter aprendido algumas coisas sobre hipnose. – Vamos, Shima-chan! Acho que já está na hora de comermos alguma coisa! Hi! hi! -  

    Procuraria pelo refeitório e, se houvesse uma fila, à semelhança do refeitório do Quartel General de Shells Town, esperaria na mesma, junto com o panda. Quando por fim fosse a sua vez, cumprimentaria animado a pessoa que estivesse a servir o almoço. – Muito bom dia! HI! Hi! hi! Obrigado! - Agradeceria de seguida pela refeição. Partilharia a refeição com o seu animal. Em oposição ao dia anterior, hoje seria-lhe muito mais fácil de comer. O seu estômago não estava tão dolorido da surra. Na verdade, podia sentir as juntas do corpo moverem-se mais livremente do que o dia anterior, apesar de ainda existir um certo desconforto na movimentação.  Terminado de almoçar, procuraria o banheiro. Se não o encontrasse de primeira, perguntaria a primeira pessoa que lhe aparecesse à frente. – Desculpe, senhor marinheiro, mas poderia indicar-me onde fica o banheiro, por favor? – Agradeceria depois com um sorriso e despedir-se-ia acenando a mão e correndo em direcção onde haviam lhe indicado. Faria suas necessidades e lavaria as mãos de seguida.

 Antes de regressar para o quarto de Vonetta e afogar-se nos estudos de hipnose, o menino iria passear um pouco pelo convés. Uma das coisas que mais amava era sentir o aroma agridoce da maresia. O vento salgado a bater-lhe no rosto e a fazer seus cabelos dançarem descontroladamente. Aproximar-se-ia do parapeito da borda do navio e encostaria os cotovelos e os bracitos ali. Deixar-se-ia por alguns minutos olhando para o horizonte e absorvendo toda a energia solar.  - AH! O senhor precisa de ajuda? – Perguntaria quando estivesse a voltar para o quarto de Vonetta se visse alguém carregando alguma coisa ou parecendo precisar de ajuda. Ajudaria a pessoa se conseguisse, fosse carregando algo, ou limpando o chão, ou mesmo tendo que ir fazer algum recado ou buscar alguma ferramenta ou objecto.

De volta ao quarto de Vonetta, mergulharia na imensidão das palavras. Continuaria a ler sem parar, digerindo toda aquela informação sobre a hipnose e seus segredos. Faria uma pausa de alguns minutos depois de duas horas ali, sempre sentado a ler. Abriria a janela do quarto, se ali houvesse alguma e se não estivesse a ventar muito. Respiraria fundo, recuperando as energias. E então, regressaria a estudar. – O que será que estás a fazer agora, Yami-nii-san? – Indagou-se em pensamentos. – Espero que estejas bem!

Quando a noite chegasse e fosse hora de cumprir com o seu trabalho, Hizy demonstrar-se-ia contente. Estaria animado, finalmente era o momento de ele trabalhar e ajudar, mesmo que fosse apenas tocando para Vonetta.



 Suavemente, iria soprando o ar para a flauta, e com maestria gentil, os dedos nos orifícios ia alternando, fazendo com que os sons formassem uma melodia que tinha tanto de serena quanto de melancólica. Seu semblante inexpressivo pareceria estar calmo, sem preocupações ou quaisquer pensamentos naquele momento. Era estranho que assim se apresentava, ou se sentia, pois aquela melodia, fora a última que ouvira sua mãe tocar antes do incidente, e ainda assim, não o deixava desanimado ou triste. Apenas com saudade nos olhos humedecidos.

 Quando terminasse a melodia, iria dormir. Procuraria por algum quarto com cama vaga e se deitaria para descansar junto de seu animal. Contudo, se não encontrasse nenhum local, voltaria para a habitação da sargento, e lá, em um recanto quentinho, deitaria com Shima-chan, envolvendo-se nos pêlos fofos e quentes do panda.  – Boa noite, Shima-chan! – Diria num sussurro calmo, porém feliz.
   



__________________________________




Histórico:

Post: 13
Ganhos: Bastão lvl 1 | Farda/Uniforme da Marinha |
Perdas: -X-
Total de $Berries: 7.000$B
Bónus:
Aprendizado de Perícias: Hipnose – post 13 |
Players:
NPC's:

Goemon:
 


Yami Mizushiro Mayan:
 

Tenente Yang:
 

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
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...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Desculpa a demora e o post fraco, mas realmente foi difícil fazer esse post (ᗒᗣᗕ)՞ Detesto aprender perícias ˚‧º·(˚ ˃̣̣̥⌓˂̣̣̥ )‧º·˚ … Bem, pelo lado positivo, já estou adiantando o aprendizado do próximo post! ೕ(˃̵ᴗ˂̵ ๑)  Ah! Como você não fez a descrição do quarto, eu meio que ignorei e apenas supus o que poderia encontrar lá XD E desculpa o resto do post em si :C Mas como era tanta coisa, eu meio que me perdi durante o post (TT.TT)
 

Objectivos escreveu:
Adquirir uma bolsa --> Entrar na Marinha--> Ir para Loguetown.


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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptySeg 08 Jan 2018, 19:47



Após um dia de aprendizado, Hizy comeu, fez suas necessidades, e ofereceu ajuda a um homem que carregava um grande pacote em cima dos ombros. - AH! O senhor precisa de ajuda? –

-Ora, se não é o novato. Não ouviu garoto, o capitão nos pribiu de fazer uso de você até que seu treinamento com a Vonetta tenha findado. Já acabou?

- Então está fazendo o que aqui? Volte e se esforce, não é todo mundo que tem uma oportunidade dessas, hunf!

Assim, com uma resposta grosseira à sua gentileza, e sem muitas opções, garoto e urso retornaram ao quarto da Sargento onde continuaram seus estudos até a hora em que a mulher o parou. – Sua parte agora. Pode começar.

Durante toda a canção Vonetta manteve seus olhos fechados, e por debaixo da máscara era impossível saber qual expressão ela estava fazendo.

– Volte amanhã após tomar café da manhã. Ainda há muito que aprender. –
Disse sem se mover do lugar. – Feche a porta quando sair.

Foi nos dormitórios que os dois encontraram lugar, o urso em um canto e Hizy em uma rede assim como os outros marinheiros. Quando entrou no lugar recebeu olhares estranhos, mas não hostis. Aparentemente o som da flauta havia ecoado baixinho pelo navio e todos haviam escutado.


No final da manhã seguinte enquanto Hizy estava com Vonetta:

- Brrrrrrrrrrrrrrruru Brrrrrrrrrrrrrrruru chamando Tenente Yang, chamando Tenente Yang! – Tocava o den den mushi no quarto do Tenente.

- Tenente Yang presente, pode prosseguir. – Respondia o velho marinheiro ao atender.

- Aqui quem fala é o Capitão Thor. Sen... digo, Tenente, recebemos notícias de que o submarino que foi enviado para impedir a frota que avançava contra Loguetown não foi capaz de para-la devido um traidor. Tememos que os navios da marinha da ilha não sejam suficientes para parar todos navios piratas. Eles precisam de ajuda imediata! Quão longe vocês estão?

- Me passe as coordenadas capitão, estarei mudando o curso para lá de imediato.

- Obrigado senhor! Com sua ajuda sei que...

- Não, não me agradeça ou chame de senhor. Se esquece que fui rebaixado, senhor?

...

- Sigh, as coordenadas são essas: xxxxxx-yyyyyy


- Certo. Até mais capitão.


- Até mais s... tenente.

Após anotar as coordenadas em um pedaço de papel, Yang andou apressadamente até o navegador do navio, uma mulher de cabelos azuis. – Annanda, quão distantes estamos dessas coordenadas?

- Meio dia de distancia talvez s...

- Preciso chegar lá na metade do tempo.

- Gwahhhk! Mas, mas!

- Velocidade total. Use aquilo se precisar.

- Sim senhor! Em oito horas estaremos lá senhor!

- Sigh... que assim seja. Diga ao sargento Kong que desejo vê-lo em meus aposentos.

- Sim, senhor!

Off::
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyQui 11 Jan 2018, 15:21



Ondas Coloridas de Vida – Dia II

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  A noite chegara de forma rápida. Apesar de não ter feito grandes trabalhos, o dia havia passado de forma rápida, e o garoto o havia aproveitado bem para aprender novas coisas que poderiam vir a deixá-lo mais forte ou útil no futuro.  Deitado na rede, já após despedir-se do seu fiel companheiro, o celestial tentara acomodar-se uma e outra vez. Era a primeira vez que dormia com tantas pessoas em seu redor, e era a primeira vez que se deitava numa cama tão… invulgar e divertida! Depois de mexer e remexer e finalmente encontrar a posição perfeitamente confortável para uma boa noite de sonhos, não demorara muito para que fluidamente a fada do mundo dos sonhos viesse e, com o seu pó mágico, o enfeitiçasse e o levasse para o mundo maravilhoso onde tudo é possível e fantástico.

    A criança dormia sossegada e delicada. Sua respiração amena e serena. Suas mãozinhas repousadas sobre o umbigo, as vezes moviam-se vagarosa e involuntariamente. Em seus sonhos, sonhava com o que havia aprendido sobre hipnose, além de outros seres animalescos invadirem a terra da imaginação e brincarem com ele.

    Quando finalmente se fez dia, não demorou muito para que os soldados acordassem e fizessem algum barulho, este que por sua vez também despertaria o garotinho, se existindo. E seria erguendo os braços bem no alto e – AWWWWW!! – bocejando, que o menino acordaria com um sorriso no rosto. Havia dito um sonho divertido. – Bom dia, Shima-chan! É melhor nos apressarmos e irmos logo comer algo! – Disse, saindo da rede ainda esfregando os olhinhos repletos de sonolência com as mãos e caminhando em direcção ao banheiro onde lavaria o rosto e varia suas necessidades.

    Após lavar-se, o rapazito iria até ao refeitório onde comeria e partilharia de sua comida com o seu fiel companheiro. Mas diferentemente do que havia feito até então, tentaria comer o mais rapidamente o possível. Queria terminar de comer antes de todos os outros marinheiros. – Espero que gostem… Isto é tudo o que posso fazer por eles, mesmo não sendo nada de especial… -  Depois de ter sido respondido de forma grosseira no dia anterior por um de seus colegas, Hizy pensou que, talvez, já que não estava autorizado à ajudá-los, uma alegre canção os iria deixar animados para o resto do longo dia.

    Colocar-se-ia de pé em um canto onde não estivesse a incomodar ninguém. Fecharia os olhos e respiraria fundo. Concentrar-se-ia para ouvir o som das ondas lá fora, para então abrir-los e com um sorriso nos lábios, começar a cantar.

 
   
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    Olharia para todos com um sorriso alegre, inocente e puro. Desejando apenas que todos apreciassem aquela doce melodia. Gestos com as mãozinhas iria fazendo enquanto que iria dançando no mesmo lugar, dobrando os joelhos e movendo a cintura para um lado e o outro.

   Quando terminasse, com suas bochechinhas coradas, correria animado até ao seu panda, e de seguida, sairia do local, divertido, em direcção ao quarto de Vonetta.


 
♪ Aprendizado – Ilusionismo ♪ Tentativa de Compra (Não sei se é assim que faz)

No quarto de Vonetta, o pequeno celestial continuaria com o seus estudos sobre hipnose, quando, em meio de tantos livros, viu um que roubou-lhe a atenção. Era um livro sobre ilusionismo. - Desculpe, Vonetta-san?! Será que você poderia me ensinar um pouco sobre ilusionismo?! - Retirando algumas moedas do bolso, o menino pagaria se tal fosse necessário, podendo assim aprender mais uma nova habilidade que lhe pudesse vir a ser útil um dia.

♪ Aprendizado – Ilusionismo ♪  Fim (?) ♪
   
        O garotinho notava que, a semelhança do dia anterior, ainda lhe sobrava muito tempo livre. Por isso, já que estava ali, no quarto de Vonetta, aproveitaria para continuar lendo e estudando mais e mais acerca de ilusionismo e hipnose.
   



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Histórico:

Post: 14
Ganhos: Bastão lvl 1 | Farda/Uniforme da Marinha |
Perdas: - 500.000$B (perícia Ilusionismo) |
Total de $Berries: 7.000$B
Bónus:
Aprendizado de Perícias: Hipnose – post 13 | Ilusionismo* – post 14 (Tentativa de Compra)
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Yami Mizushiro Mayan:
 

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HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

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...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
 Desculpa a demora pra postar Ç.Ç Estive muito ocupado e cansado essa semana Ç.Ç Editei o post e tentei comprar a perícia Ilusionismo. E sim, o post ficou pior do que fraco, mas como pude converter os créditos em berries, desisti de fazer o post de aprendizado e preferi comprar logo a perícia :/    

Objectivos escreveu:
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Última edição por Mizushiro Hizumy em Seg 15 Jan 2018, 22:28, editado 1 vez(es) (Razão : Perícia*)
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptySab 13 Jan 2018, 14:53

A canção cantada por Hizy era doce e fazia com que os marinheiros fechassem os olhos apreciando aquela arte, e quando ele havia falado, a voz do Tenente Yang que havia chegado ao local em algum momento se fez soar.

- Boa canção. Lembrem-se marujos, são por coisas simples como essas que lutamos. E hoje é um dia em que lutaremos. Fui informado que Loguetown precisa de reforços, uma frota pirata se aproxima e em breve engajará combate com os navios estacionados na ilha. Apesar de não ter certeza de como estará a situação quando alcançarmos eles, quero que todos estejam preparados para combate e as armas prontas. Isso é tudo.

De imediato os marinheiros que previamente estavam com uma expressão relaxada devido a música ficaram com um semblante tenso, começando a se levantar e correndo para deixar tudo pronto para a possível batalha que enfrentariam.

- Observe, aprenda e procure ajudar caso lhe seja requisitado. Mas quando a hora chegar, não saia do navio. Ainda não está pronto para isso. – Essas foram as palavras que o Tenente dirigiu ao garoto antes de sair e se focar em seus afazeres.

Estavam indo para a guerra.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 3 EmptyTer 16 Jan 2018, 00:41



O garoto que chora por todos!  

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   O pequeno celestial tinha o coração a bater, rápido, brutalmente acelerado. As pequenas e pálidas mãos tremiam de nervosismo e um soluço seco fora engolido. Iam para a guerra. Seria a primeira vez que se colocaria em tal cenário belicoso e vil, não havia como controlar suas palpitações e o chacoalhar das mãozinhas que fortemente seguravam no bastão. – Sabia que esse dia chegaria, apenas pensei que fosse sentir-me mais preparado para ele… - Pronunciaria, baixinho, para si mesmo, com a voz fragilizada pelo temor ao perigo. – Huh..huh… - Sacudiria a cabeça. - … Esta é a vida que escolhi quando entrei para a marinha… Yang-sama me avisou! Não posso temer!  - Pensara em voz alta, porém não alto o suficiente para ser ouvido por outrem se não ele mesmo.

  - Shima-chan! – Lembrando-se rapidamente que o seu animal poderia estar em perigo, o garotinho virar-se-ia para o mesmo. – Shima-chan, você tem que se esconder! Aqui pode ficar perigoso! Eu sei que você é bem grande e forte, mas por favor… Eu me odiaria se algo acontecesse contigo! – O menino suplicaria, esperando que o panda correspondesse e fosse se esconder.

   No instante em que a Alvorada, a embarcação onde se encontrava, estivesse a aproximar-se da localização onde toda a sua visão do mundo mudaria, Hizy correria para a fronte do navio, evitando ficar no meio do caminho dos soldados, mas curioso, olhando para o cenário e os demais navios.

   Não haveria palavras em seus lábios. Sua garganta doeria e o queimaria por dentro. Sua face estaria pálida, em choque e em medo. O coração, bateria muito mais forte do que antes, matando-o de dor e pânico. Seus olhos pareciam arder-lhe… seus pés não se mexeriam… petrificados pelo forte e nauseabundo odor à morte. Poderia senti-lo por toda aquela parte, mesmo tendo narinas tão vulgares. Se o cenário fosse, verdadeiramente, um cenário não de guerra, mas de calamidade… pessoas mortas e inconscientes… Sangue por todos os cantos… o cheiro à pólvora fresca… o fumo negro nos céus das balas de canhões que houveram sido disparadas ou vestígios finais da luta… Tudo isso o lembraria daquele fatídico dia. Nunca o houvera esquecido, mas toda aquele novo mundo que estaria a observar com seus olhos tão inocentes, puros e infantis… seria como voltar àquele dia novamente.

     “.. não saia do navio.” As palavras de Yang ecoavam na sua mente, contudo, por mais que estivesse com medo, por mais que as memórias fossem demasiado reais, suas pernas pareceriam ter vontade próprias e o conduziriam até a outra embarcação. A embarcação onde toda a batalha havia acontecido, ou acontecia. A tristeza e a solidão seriam naquele momento uma só com ele. E mais e mais que fosse caminhando pelo soalho sujo pela podridão do Homem, mais o temor e a tristeza o dominariam, mais o seu estômago o incomodaria, até que aos poucos, com os olhos cheios de água, pararia de andar e contemplaria a angústia, o isolamento e o esquecimento que cercavam aqueles cadáveres jazidos. – Não consigo entender… - Toda a sua postura passaria uma única mensagem:  Triste incompreensão. Os joelhos para dentro, as mãos fechadas a frente do corpo e o esforço óbvio que fazia para não derramar uma gota de lágrima.

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Mesmo que ninguém lhe perguntasse o porque, um fio singelo de lágrima escorrer-lhe-ia pela face corada. - … piratas ou marinheiros… não importa o que sejam, ou quem sejam… todos temos alguém para quem voltar um dia.. alguém que sentirá a nossa falta… - Mordendo o lábio em autêntica dor e angústia e tristeza, as lágrimas começariam a escorrer. - … e mesmo por aqueles que não têm ninguém… eu devo chorar a morte de todos, porque todas as vidas importam! -  *Sniff* *Sniff* Enxugaria as lágrimas rapidamente na manga branca de pureza do seu uniforme e olharia em volta. Procuraria por alguém que precisasse de ajuda, que ainda estivesse vivo. – Tudo isto é triste! É deplorável! Tudo o que posso fazer pelos mortos é lamentar o seu estado de forma apropriada, porém, primeiro temos que cuidar dos feridos! – Dizia a si mesmo, andando em direcção da primeira pessoa que visse no chão e que não estivesse já a receber algum tipo de tratamento. – Aqui, por favor! Tenho uma pessoa ferida que precisa de cuidados! – Berraria com desespero no timbre. – Por favor, aguente firme, a ajuda já vem a caminho! Não desista! - E seguraria com todo o cuidado e delicadeza do mundo na mão do ferido com suas duas mãozinhas quentes e limpas. Em seus olhos poder-se-ia ver a preocupação verdadeira pela situação daquela pessoa, isso porque aquele pequeno e insignificante garoto, inocentemente puro e ignorante, ainda amava à toda Vida.

    Aos poucos, veria o quão inútil realmente era. Não só não podia lutar, como também não podia os curar ou ressuscitar os mortos… Não havia nada que pudesse fazer naquele instante… A sensação de impotência o dominaria aos poucos… - por favor… - aproximando-se do marinheiro mais próximo, o menino perguntaria quase que em súplica. - … o que posso fazer para ajudar à todos? -



__________________________________




Histórico:

Post: 15
Ganhos: Bastão lvl 1 | Farda/Uniforme da Marinha |
Perdas: -500.000$B (perícia Ilusionismo)
Total de $Berries: 2.007.000$B
Bónus:
Aprendizado de Perícias: Hipnose – post 13 | Ilusionismo* – post 14
Players:
NPC's:

Goemon:
 


Yami Mizushiro Mayan:
 

Tenente Yang:
 

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
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Para o Narrador, Hizy escreveu:
Desculpa a demora, é que de sexta até domingo é impossível para mim de postar :/  Editei o post, mas em vez de fazer o aprendizado normal, já que tenho a quantia necessária, decidi tentar “comprar” a perícia ilusionismo.  Tentei descrever através do que o Cubo me tinha dito sobre o cenário xD  Não fiz casos de luta, porque o Cubo disse que já hvia acabado a luta. Ah! Se der pra fazer eu interagir mais com a npc dele do que com a personagem dele, seria legal xD Assim eu tentaria animar ela, o que faria a Skyller gostar um pouco mais do meu char xD

Objectivos escreveu:
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