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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 First Act

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: First Act   First Act - Página 2 EmptySeg 04 Set 2017, 02:58

Relembrando a primeira mensagem :

First Act

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alariel. A qual não possui narrador definido.


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Alariel
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyDom 17 Set 2017, 17:37

Alariel agora sabia para quem entregar a carta de Denis, e pela descrição da camisa simples e sempre carregar um forcador ela poderia deduzir ou ao menos desconfiar que o fazendeiro de antes poderia, é a pessoa para quem ele deve entregar a carta, seria uma coincidência bem curiosa. E sem maiores dificuldades ela chegava de volta na fazenda aonde estava, conseguindo entregar a carta para o homem do forcado, porem os problemas que o homem tanto falava, vieram galopando, por sorte a felina foi salva de um golpe em sua cabeça, e agora a mink se encontrava em uma situação um tanto incomum...

Agora já sabendo que o mercador se chama Denis e pela forma que ele descrevia para quem eu devo entregar a carta, meu primeiro palpite seria o fazendeiro de antes. "Seria muito coincidência se aquele fazendeiro fosse a pessoa para quem devo entregar isso, logo ele que tanto foge dos problemas haha." E antes de sair dali pude observar alguém na bancada de Denis, um sujeito relativamente alto para um humano e mesmo estando longe era possível sentir cheiro de cigarro e álcool vindo dele. "Esse sujeito deve se acabar em beber e fumar para ter esse cheiro tão forte..."

Finalmente saindo daquele lugar e respirando o ar fresco podendo sentir o cheiro das arvores de comida sorriria "Esse cheiro de comida, me faz querer ir atras, mas infelizmente não posso. ç.ç" Arrumando meu cabelo como desejado eu parti em direção a fazenda tomando todos os cuidados para proteger a carta, e sem dificuldades eu consegui chegar a fazenda, parecendo todo meu esforço para proteger a carta ou me assegurar de não estar sendo seguida inútil....

E ao chegar na fazenda não encontrei o fazendeiro de antes "Aonde sera que aquele velho se enfiou?" -Hey garota, porque não abrimos essa carta de cem mil bellys logo? A curiosidade de saber o que esta ai dentro, ta me matando. Então como se me lembrasse de algo importante eu reagiria de forma surpresa. -Oops... Eu estava tão focada em protege-la que não me atentei ao que realmente importa, o que esta escrito nesse pedaço de papel para Denis querer pagar tanto por sua entrega, ou pode ser apenas um calote.... -Cale a boca! Abra logo. -Lilith, não podemos, vamos encontrar aquele fazendeiro primeiro, depois perguntamos o que tem aqui. -Sempre tão chata. Nesse momento eu voltaria minha atenção para tentar achar o fazendeiro.

Até que pude ouvi-lo cochichando e a direção parecia ser do feno dentro da construção "Ou esse monte de mato aprendeu a falar ou o velhote deveria aprender que não se deve pensar alto quando se esta tentando esconder de alguém." E ao escutar meu grito em relação a carta de Denis, o homem se levantava de forma rápida e assustado, com feno por dentro de suas roupas, confesso que não pude segurar o riso nessa hora e enquanto ele tirava o feno de suas roupas eu colocaria uma mão em frente minha boca e seguraria minha barriga com a outra e então diria. -Kishishishi.... Velhote você é um sujeito engraçado, se esconder dentro do feno não é la uma atitude muito aconselhável. Quando o homem terminasse de ler a carta e me agradecesse eu sorriria como quem quisesse dizer "Não foi nada de mais".

Antes que eu pudesse ter qualquer reação escutava trotes em nossa direção, apenas tive tempo de ver dois cavalos se aproximando, um dele parou mais recuada porem uma mulher que cavalgava em um cavalo marrom veio em minha direção e quando a mulher iria me acertar com seu chicote, aquele fazendeiro me salvou e ainda conseguiu derrubar o cavalo habilmente fazendo sua jóquei cair desacordada enquanto seu chicote se prendia nas pernas e amarras cavalo.
"Até que o velhote não é nada mal" -Se não fosse tão lerda, não ia precisar ser salva assim. Apenas ficaria com uma expressão seria nesse momento. -Tsc..


Quando o fazendeiro viesse se oferecer para me ajudar eu falaria.  -Acho que te devo uma. E depois que dissesse sobre acalmar o cavalo, eu seguraria em suas mão para me levantar mais rapidamente e diria com uma expressão fria e seria -Não acho que você vai conseguir tirar o chicote do cavalo enquanto ele estiver tão agitado, eu vou tentar acalma-lo, mas antes preciso que você tente pegar aquela mulher e a coloque entre nós e aquele sujeito. Apontaria para o primeiro cavalo que parou mais recuadamente. -Seria um problema ainda maior se ele fosse um atirador de longo alcance, assim podemos pelo menos ganhar tempo, ah sim... certifique-se de olhar em seus bolsos, talvez tenha algo de valor, dinheiro ou algo que nos de informação sobre quem ela é ou para quem trabalha, e porque estão atras de você "Lilith e essa maldita mulher realmente, acabaram com meu bom humor."

-Por mim ela poderia ser pisoteada, mas o cavalo não merece sofrer assim. Então iria na direção do cavalo tentando me acalmar e recuperar meu bom humor, me sensibilizando com a dor do cavalo afinal eu sabia como era estar presa e sentido dor.
Me aproximaria do cavalo tentando chamar sua atenção. -Calminha, eu sei que esta doendo, porem quanto mais você se debater mais vai doer. Me ajoelharia perto dele e tentaria acariciar seu pelo na região do pescoço. -Eu sei como você se sente, me deixe te ajudar, assim como me ajudaram. Se ele deixasse eu toca-lo, eu o acariciaria mais, de seu pescoço até o rosto. -Aquela mulher malvada não vai mais te obrigar a fazer nada e logo logo você vai poder comer um monte de coisas gostosas, e poderá ser livre. Continuaria acariciando-o até ele se acalmar totalmente, tentando abraça-lo apoiando meu rosto sob seu corpo mantendo o carinho em seu rosto. -Muito bem... agora precisamos tirar esse chicote de você, pode doer um pouco mas confie em mim, eu não vou te abandonar. Então se o animal já estivesse calmo diria para o fazendeiro. -Pode tirar agora. E ficaria abraçando o animal para caso ele sentisse dor e começasse a se debater eu o abraçaria mais forte, para não tentar solta-lo enquanto se debate, e acariciaria sua crina para acalma-lo falando baixinho com uma voz manhosa. -Eu estou aqui, não precisa ter medo, a dor vai passar logo logo, então finalmente você vai poder correr livremente mais uma vez. Continuaria assim até que o homem terminasse de retirar o chicote.
Se o animal não me deixasse toca-lo a principio eu tentaria me aproximar sem assusta-lo ficando próxima a ele. -Você pode confiar em mim, eu não quero te machucar, mais do que qualquer, sei que ninguém merece passar pelo o que você esta passando agora, por favor,
deixe-me te ajudar.
Diria coisas carinhosas assim com uma voz mole até que ele permita que eu o toque para tentar acalma-lo.

Me levantaria observando o cavalo e perguntaria -Esta melhor? Consegue se mover? Então voltaria minha atenção para o velho. -Tinha algo nos bolsos dela? E se importa se eu ficar com esse chicote? Eu me sentiria mais segura se a pessoa que tentou usa-lo para acertar minha cabeça estivesse desarmada. "Ou apenas posso tentar vende-lo haha."
Se caso houvesse algum dinheiro nos bolsos dela eu faria uma proposta para dividi-lo com o fazendeiro. -Que tal metade para mim e metade para você? Então se ele entregasse o chicote para mim eu o pegaria enrolaria tomando cuidado para não me cortar com as pontas e o seguraria com a mão esquerda.
Se por um acaso tivesse algum tempo sobrando.... -Ah sim.... já estava esquecendo. Caminharia sorrindo para a direção da mulher desacordada e tentaria fazer um coração em sua testa com minhas garras usando a mão direita, mas não colocaria muita força para criar uma cicatriz permanente, queria fazer apenas um arranhão sob a pele, mesmo não sendo minha mão dominante, eu o tentaria fazer sem me importar com ele ficar bonito ou não apenas queria fazer com que ela se lembre de nunca mais tentar bater em uma gata. -Kishishishi... nada como uma travessura para melhorar os ânimos.

Por fim olharia para o fazendeiro -Velhote, acho que é um pouco tarde para isso mas, eu não faço a menor ideia de como cavalgar, você sabe? Se a resposta dele fosse positiva eu sorriria e olharia para o animal tentando fazer uma expressão fofa. -Senhor cavalo consegue se mover? Você poderia nos dar uma carona para longe daqui? Por favorzinho! Se o animal conseguisse se mover eu esperar o fazendeiro monta-lo para subir logo após e tentaria me segurar para não cair durante o percurso. E se houvesse algum momento que fosse possível conversar eu falaria. -Acho que eu te trouxe um monte de problemas kishishi. Então sorriria de forma travessa. -Ah sim velhote, eu não perguntei antes mas, o que ta escrito na carta para seus amigos estarem tão carinhosos assim? "Acho que estou esquecendo de perguntar algo importante sobre o velhote.... Se eu não lembro é porque não é importante."

Tomaria um certo cuidado com o cavaleiro que parou mais atras, para caso ele tentasse algo como atirar ou se aproximar, eu tentaria cobrir o velho para que ele consiga fugir, afinal ele me salvou antes, não queria me sentir em divida com alguém.


Objetivos:
 

Histórico:
 

Legenda:
 

Off:
 
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Achiles
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptySeg 18 Set 2017, 01:52

First Act





Alariel levantava com a ajuda do homem e lhe dava uma sugestão, o homem atendia a sugestão da garota - Talvez deva, mas vamos! - Ele corria em direção a mulher desmaiada no chão e começava a procura em seus bolsos e afins, enquanto isso a Mink ia até o cavalo, o animal relutava-se no chão tentando se livrar e não conseguia ver a garota se aproximar, ela ia até o seu lado e começava a chamar sua atenção com suas doces palavras, em seguida ela passava a mão no pescoço do animal que se debatia com o susto, mas se acalmava logo em seguida apenas sentindo a mão da gatínea, o animal ia lentamente parando de se debater e começava a ouvir a garota que se aproximava mais do animal para tentar dar-lhe um abraço. O fazendeiro voltava para o seu lado com o forcado e mais nada em mãos - Os bolsos dela estavam vazios, infelizmente nada para nos dar um informação de quem seja. - Ele se aproximava do cavalo e observava com atenção por onde deveria realizar o movimento para libertar, em um rápido ataque com as mãos até o chicote, ele conseguia retira-lo sem grandes problemas, Alariel se afastava um pouco para o cavalo se levantar e era nesse momento que Darkflame conseguia ouvir os trotes do cavalo acima e um tiro vindo em sua direção. Ela não tinha muito tempo para entender da situação, mas o atirador errava por muito pouco a sua orelha, no mesmo momento ela conseguia sentir o cheiro de queimado dos pelos da sua orelha, não estava pegando fogo, mas tinha sido tostada por um breve momento.

- Sim, eu sei cavalgar, vamos rápido antes que ele acerte um certeiro dessa vez! - O fazendeiro subia primeiro na cela e a Mink em seguida com a ajuda da mão dele, ela se agarrava forte em sua blusa e o homem batia com os pés no cavalo e gritava - Aiah! - O cavalo dava seus trotes novamente, o atirador dava mais dois tiros, um pegava no chão ao lado e um passava zumbindo ao lado do ouvido dos dois, o cavalo parecia assustado mais uma vez, mas não parava ou se desesperava, seguia as ordens do fazendeiro. O atirador parava ao lado de sua companheira e descia do seu cavalo, mas era o máximo que a garota conseguia ver quando o fazendeiro falava - Segura forte! - E o cavalo dava um pulo sobre uma pequena pilha de madeira, o tranco na queda era maior e a garota escorregava um pouco, suas unhas eram expostas nesse momento devido ao susto e chegavam a arranhar um pouco do tórax do fazendeiro. O homem não parecia se incomodar tanto com isso devido a adrenalina forte em seu sangue, as coisas se acalmavam mais um pouco com a distância percorrida e sem mais perigos a vista, a garota fazia sua brincadeira e uma pergunta, ele não demorava para responder - A carta é um aviso, dentro dela não deve estar escrito nada, eles eram revolucionários, não quero te envolver muito nisso, você é apenas a entregadora, se surgir o momento que eu precise, não pouparei palavras. - eles passavam por uma ponte e iam até a floresta, após adentrarem um pouco, eles paravam perto de uma cabana pequena, a cabana era feita de madeira empilhada corretamente com um teto de madeira, tinha uma pequena chaminé no telhado, duas janelas e um sombrado na entrada, do lado de fora tinha uma pequena fornalha de barro e alguns varais com peixe. O cavalo relinchava e um homem com casaco de couro e calças jeans saia de dentro da cabana, atrás dele, vinha um lobo pequeno, não deveria passar de um ano de idade, o homem tinha cabelos pretos que chegavam até sua cintura com várias cicatrizes pelos braços e pernas, tinha uma adaga embainhada no cinto e um arco em suas costas. - Garry, o que lhe fez sair da fazenda e vir visitar um velho amigo? - Dizia o que parecia ser um caçador ao fazendeiro. - Jason, PROBLEMAS! Sempre PROBLEMAS! Me desculpe, meu velho amigo, você poderia cuidar dessa garota por duas horas ou menos? Volto assim que eu resolver isso. - o caçador ficava meio decepcionado aquilo olhando para o chão e balançando a cabeça de um lado para o outro, mas voltava a olhar para o fazendeiro e dizia - Posso sim, venha aqui... - Ele dava uma pausa quando reconhecia que a garota era uma Mink. - Desculpe-me, não vejo uma Mink a bastante tempo. - A garota descia do cavalo e o fazendeiro dizia enquanto já arrumava o cavalo em direção a floresta - Me espere aqui, não demorarei a voltar. - Desde o momento de tensão, a garota tinha se esquecido de pedir sobre o chicote e o fazendeiro jogava para o caçador que balançava a cabeça mais uma vez reconhecendo de quem era o chicote. - Você conhece? Bom, depois você me explica isso. - Dizia Garry enquanto fazia seu cavalo trotar mais uma vez para dentro da floresta.

Cabana:
 
Considerações:
 

Off:
 


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Arco 01 - Budou Island
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Arco 02 - Grand Line
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Alariel
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyTer 19 Set 2017, 02:07

A felina havia conseguido acalmar o animal, então Garry pode remover o chicote preso em suas pernas mas não sem antes procurar nos bolsos da mulher desacordada, e logo antes deles fugirem o atirador ao longe atira na direção deles, o disparo passa pela ponta da orelha de Alariel, sem perder mais tempo a dupla foge dali, o atirador faz mais dois disparos que passam próximo a eles porem sem causar danos apenas assustando o cavalo que por sua vez mantia o ritmo e o percurso, ao se afastarem do perigo a dupla ficou mais relaxada conseguindo conversar até chegarem em uma cabana no meio da floresta, aonde aparentemente morava um caçador.

Tudo parece estar caminhando bem, o cavalo já esta mais calmo o velhote conseguiu desprende-lo parecia que poderíamos sair daquele local sem mais problemas, até escutar os trotes do outro cavalo e sentir algo passando de raspão na ponta de minha orelha me fazendo ficar em alerta. "O que foi isso? Um tiro?" -Vamos nos vingar dele, pequena fedelha. Péssimo momento, eu não poderia me deixar levar agora, não poderia tomar alguma decisão precipitada agora e correr o risco de levar um tiro preciso. -Lily teremos nossa vingança, mas não sera agora.

"Ao menos o velhote sabe montar e o Sr. Cavalo parece que vai poder nos carregar." No fim eu e o velhote conseguimos fugir daquele atirador, que ainda conseguiu fazer mais dois disparos sendo que um deles passou bem perto a minha orelha de novo. "Esse sujeito pode ser bem problemático em um campo aberto, mas espere até eu encontra-lo numa situação mais favorável."
Quando finalmente os perdi de vista um pequeno incidente aconteceu e num momento de desequilíbrio eu acabei arranhando o velhote mesmo que ele parecesse não se incomodar eu falaria. -Desculpe por isso. "O velhote é bem resistente, deve ser o cálcio haha." A situação parecia mais calma até pude conversar um pouco com o velhote, mas foi uma decepção e tanto quando soube que a carta estava em branco. -Velhote, quer dizer que me esforcei para proteger uma carta em branco? Me sinto uma idiota agora, e ainda quase levamos tiros por culpa disso. Então daria um sorriso sádico olhando para trás demonstrando um certo interesse no atirador e na dona do chicote. -Acho que já estou envolvida nisso, ser apenas uma mensageira não faz meu estilo, posso ser muito mais útil, e com certeza terei minha vingança com aqueles dois.  

Continuamos a cavalgar para dentro de uma floresta, ainda estava pacifico então coloquei as pontas de meus dedos em minha orelha aonde o primeiro tiro havia passado "Não esta doendo, acho que só queimou alguns pelos, eu devo ser mais cuidadosa, um segundo de vacilo e quase me custou a orelha." -Nós poderíamos ter surrado aquele sujeito facilmente. Respiraria fundo e sussurraria para Lilith -Provavelmente poderíamos derrota-lo, mas ele tinha a vantagem naquela situação vai saber quantas cicatrizes iriamos ganhar.
E quando finalmente chegamos ao lugar que parecia ser nosso destino, um homem chamado Jason veio nos receber ele e o velhote pareciam se conhecer muito bem, afinal o caçador disse algo como. -Garry, o que lhe fez sair da fazenda e vir visitar um velho amigo? "Então Garry é o nome do velhote, ERA ISSSO! Eu esqueci completamente de perguntar seu nome, bom... já não importa mais, velhote combina mais com ele :3"

Era visível a decepção de Jason ao concordar em me vigiar alem, disso o caçador se surpreendia comigo por causa de minha raça, não era alguma novidade mas algo me cativou em sua fala. -Desculpe-me, não vejo uma Mink a bastante tempo. Ficaria um tanto pensativa quanto a isso e esperaria o velhote seguir rumo e esperar Jason virar sua atenção para mim para puxar assunto. Eu olharia para o homem interessada e com um sorriso diria.-Quer dizer que o Sr. Caçador ja viu outras minks por ai? Que raro! Por acaso foi uma história de amor proibida? Kishishi. Esperaria alguns segundos para uma reposta e seguida responderia seu questionamento sobre o chicote -O velhote te chamou de Jason certo? Bom, esse chicote era de uma mulher alta com cabelos pretos lembro do velhote ter falado que era uma revolucionaria, ela tambem montava um cavalo e estava em dupla com um atirador, mas ai o velhote a derrubou do cavalo e enquanto ela estava desacordada fugimos dali com o cavalo dela. Fazendo uma pequena pausa para tomar um ar e escutar alguma escutar, então voltaria a dizer Eu ia pedir o chicote para o velhote, e tentaria vende-lo ou trocar por alguma arma que sei usar, mas com toda a confusão eu acabei esquecendo de pedir.
Analisaria um pouco a situação, "Estou em uma floresta com um caçador experiente, ele com certeza pode me ensinar a domar animais, e ele é amigo do velhote, não deve me negar um pedido um pedido, afinal ele se comprometeu a cuidar de mim hehe."


Início do aprendizado


Alariel encarava Jason sem conseguir uma expressão traquinas o fazendo ficar desconfortável como se soubesse que a gata iria aprontar algo então ele acaba tomando a iniciativa. -O que você esta planejando garota? Melhor não aprontar nada eu tenho que te vigiar não ser uma babá. A garota estava feliz com aquela pergunta, agora o  caçador havia lhe dado a brecha que precisava. -Eu quero aprender a domar animais, e acredito que você possa me ensinar. Jason fazia uma expressão de desaprovação e falava com a voz firme. -Nada feito, meu trabalho aqui é te deixar segura, não vou entrar ir para dentro dessa floresta com alguém que não conhece o lugar, e alem do mais vocês minks já não falam com os animais? Por que diabos você quer domar um? Alariel se fazia de desentendida colocando o dedo indicador no queixo e olhando para cima. 0099]-Eu quero ter um gatinho preto de estimação, o nome dele vai ser Hades. Jason fazia uma expressão de rejeição e surpresa, não queria acreditar no que seus ouvidos tinham acabado de escutar. -Eu não vou te ensinar a domar animais por um motivo tão bobo assim. Porem a felina já esperava esse tipo de resposta e estava com a solução em mente, ela simplesmente começa a caminha na direção da floresta sem se importar muito com o destino. -Tudo bem, eu aprendo sozinha, mas se eu não voltar diga ao velhote que meu professor de doma foi muito competente. Ao ver a gata caminhando para dentro da floresta Jason coçava sua testa em nervosismo. -TUDO BEM! Eu te ensino, é melhor você não desistir no meio do caminho, só me de um tempo de ir buscar algumas ferramentas na cabana. Enquanto Jason entrava em sua cabana Alariel desabava a rir -Kishishishishi. Ele caiu direitinho. -Garota você é péssima, as vezes me da até orgulho. -Uma manipulaçãozinha não faz mal.

Apos alguns minutos Jason retorna de de sua cabana carregando uma grande mochila. -Vamos! O caçador habilmente conduzia o caminho para o interior da floresta com o filhote de lobo ao seu lado, o homem cortava alguns galhos e cipos que atrapalhavam o caminho utilizando um facão que estava dentro da mochila até finalmente chegarem em uma parte mais aberta da floresta com um pequeno lago. -Acho que aqui esta bom.

Jason então abre sua mochila retirando um pano com cerca de 1 metro quadrado e o estende na grama, e começa a despejar as ferramentas do interior da mochila sob o pano, pegando uma luva de falcoaria colocando-a em sua mão esquerda e um saco de pano que ele amarra em sua cintura. -Preste bem atenção, cada animal uma personalidade e por consequência ha uma forma certa de domar cada animal, e levaria anos para eu te ensinar como a domar cada animal especificamente, então vou te explicar de maneira geral de forma que você possa aplicar para cada um. Jason então olha para Alariel mais seriamente. -Primeiro você precisa entender o que é doma. É o ato de você mudar ou adaptar o comportamento de um animal para que ele se adapte ao seu. Alariel acenava positivamente com a cabeça. "Ok, não é algo difícil de decorar."
-Depois de você entender essa conceito, eu posso começar a te explicar sobre a doma em si,
o primeiro passo é o respeito, é necessário fazer o animal te respeitar antes de qualquer coisa,
afinal a sua intenção é doma-lo e não ao contrario, e claro você também deve respeita-lo, é natural acontecer erros durante o processo, mas você não deve brigar ou agredir o animal, isso apenas o deixará assustado e com medo, o correto é adverti-los com rigidez sem descontar raiva ou estresse, assim o animal também não vai se estressar contigo, mantendo o respeito e o laço que ambos construíram.
-Para essa primeira parte vou começar com um falcão, por sorte tem um por essa região que eu ja comecei o processo de doma-lo, então vai ser mais fácil para uma principiante e por ele não estar totalmente domado, vai aceitar seus comando também.
Jason então coloca seu braço esquerdo em posição horizontal a frente de seu peito. -Essa é a posição ideal para deixar seu braço, usa-se geralmente a luva na mão não dominante, e a mão mais precisa é utilizada para ações mais delicadas como dar uma isca para a ave e acaricia-lo. O caçador coloca os dedos polegar e indicador em sua boca soltando um assovio e após alguns segundo um falcão marrom pousa sob a luva. -Bom garoto! Jason abre o saco de pano preso a sua cintura retirando um camundongo morto e da para a ave que come enquanto o caçador lhe da carinho. -É importante recompensar o animal quando ele segue uma ordem, o animal vai acabar entendendo a ação como algo positivo e ficara sujeito a obedece-lo mais vezes, porem é você quem deve ditar o ritmo se não o animal pode acabar mal acostumado se der comida sem que ele cumpra a ordem, ficando mais desobediente.-Acho que essa parte eu entendi,se eu ficar dando comida sem ele seguir o comando, ele pode entender que não precisa me obedecer para ganhar o que quer. Jason sorria -Exato. Jason estende seu braço e o falcão começa a sobrevoar o local em que eles estavam. -Fazer um falcão vir até a luva é um truque simples,
agora eu estou deixando ele fazer um voo livre, nesse tipo de exercício deve deixar o animal livre por um tempo, e não fique o esperando com o braço para ele voltar, é necessário faze-lo entender que ele quem deve esperar seu comando se nã.
Alariel interrompe a fala do homem -Se não ele quem estará me domando.
-Isso mesmo, até que para uma felina você aprende rápido.
-Uma gata já deve nascer esperta.
O falcão voava por mais algum tempo enquanto Jason pegava um cantil em sua mochila e enxia com a água do rio para logo em seguida beber, molhando sua garganta depois de tanto falar,
e durante este intervalo de tempo Alariel escutava um barulho vindo de de um arbusto um tanto longe dali "O que foi isso? Foi bem sutil, talvez um animal pequeno." Jason voltava a ponto de ver Alariel pensativa com o cantil cheio de água oferecendo para a mink que recusava. -Algo de errado?
-Não, eu devo estar escutando de mais. Então Jason novamente assovia deixando seu braço em frente ao peito novamente, e no mesmo momento o falcão pousa sob a luva, o caçador então o recompensa com uma isca novamente. -Quer tentar agora?
Alariel sorria empolgada -Já estava ficando cansada de tanta falação.
Jason então estende o braço mais uma vez e o falcão voa até pousar em um galho de uma arvore próxima. -Tome a luva e as iscas. Jason então entrega a luva para a felina que encontra um pequeno empecilho. -Na verdade eu sou canhota.-Eu não tenho luva para canhotos, mas não tem muito problema, você só esta aprendendo, e não vai ficar muito tempo com ela.
Alariel falava com desconfiança em sua voz.-Tudo bem.
A mink prendia o saco de iscas em sua calça e colocava a luva na mão esquerda "Pensando positivo pode me ajudar um pouco na coordenação com a mão direita." A gata por sua vez coloca a luva da mesma forma que Jason havia lhe explicado e chama o a ave. -Venha Sr. Falcão. Porem o falcão parecia ignora-la. Alariel então abre o saco de iscas com sua mão direita, era uma tarefa um pouco complicada para uma canhota, mas não algo impossível, a gata então pega um camundongo e o segura próximo a luva. -Venha Sr. Falcão. O falcão ainda parecia ignora-la, porem Alariel insistia um pouco e quando a gata não disse nada o falcão voa pousando na luva querendo comer o camundongo. -Sem iscas para o Sr. Falcão, vamos tentar de novo. O falcão tentava bicar a isca quase acertando os dedos de Alariel que estava quase perdendo a calma. "Espera... eu não posso brigar com ele se não vai piorar tudo. Alariel então guarda a isca e fala com voz firme para a ave -Sr. Falcão pare! Você não cumpriu a ordem. O se acalmava mas estava desgostoso com aquela situação, então Alariel o acaricia um pouco. -Vamos tentar de novo Sr. Falcão, não precisa se estressar. Alariel então estende seu braço e a ave volta para o galho em que estava.
A felina mais uma vez fica com o braço em posição e dessa vez pega a isca com sua mão direita antes de dar o comando. -Venha Sr. Falcão. Dessa vez o animal responde ao comando e voa até pousar na luva. "NÃO ACREDITO! ELE VEIO MESMO!" A gata se contem para não comemorar e assustar o animal, e lhe da a isca e em seguida carinho. -Muito bem Sr. Falcão, você foi muito bem. Então Alariel repetia o exercício mais duas vezes dessa vez sem a isca e a ave respondia nas duas vezes pousando na luva e indo para o galho, então a mink o recompensava da mesma forma que antes. -Parabéns Sr. Falcão. Agora vamos tentar algo mais difícil. A felina estende seu braço para cima e o falcão começa a sobrevoar o lugar.
-Você realmente conseguiu. Jason a parabenizava deixando a mink confiante.
E mais uma vez Alariel escutava um barulho pelo mato, porem dessa vez estava mais perto e mais alto, vindo de outra direção. "Isso de novo? Estou começando a achar que não é um animal pequeno." Jason observa a felina pensativa de novo. -Certeza que não tem nada de errado? Alariel tenta desconversar -É apenas minha imaginação, esta tudo bem. A mink fica com braço em frente ao peito mais uma vez e diz em voz alta -Sr. Falcão. O animal então pousa sob a luva e recebe sua recompensa, Alariel rapidamente o dispensa fazendo-o pousar no galho.
-Acho que você esta pronta para a próxima parte, vou te explicar sob como se aproximar de um animal selvagem, primeiro é necessário entender o comportamento do animal cada um deles se comunicam de alguma forma com sinais corporais, é preciso entender isso e saber como e quando se aproximar, por exemplo um cachorro eles tem diversos sinais de comportamento, um exemplo simples é o rosnado para saber que estão com raiva, ou os gritos que dão quando sentem dor, porem existe também a linguagem corporal, continuando no exemplo dos cães, suas orelhas quando levantadas quer dizer que estão em alerta, quando abaixadas pode representar uma atitude amigável ou medo, suas sobrancelhas quando arqueadas quer dizer que estão encarando.
Jason então começa a explicar mais sobre a linguagem corporal de cães e alguns outros animais e quando ele ia concluir seu pensamento ele observa um arbusto se mover próximo a Alariel, e rapidamente ele saca seu arco e dispara uma flecha na direção do arbusto, a mink pode apenas escutar um pequeno grito de dor acompanhando de um suspiro, o homem então vai até o arbusto e volta carregando um coelho morto. -Era disso que você estava com medo gatinha.
Alariel parecia não ter se importado muito com a provocação, pois ela tinha escutado outro barulho, dessa vez ainda mais  perto, e mais alto, e não vinha da direção do coelho. -Eu disse que era minha imaginação.
Jason retomava o pensamento. -Eu já te expliquei bastante sobre comportamento animal, agora é a parte mais importante, a confiança, a maioria dos animais podem sentir o medo ou insegurança, claro que isso os deixa da mesma forma ficando desconfiados, então é extremamente importante você se aproximar com confiança do animal,
não adianta ter o respeito e o conhecimento necessário para se aproximar se quando você for fazer isso demonstrar medo, sempre mantenha a calma, respeite o animal se aproxime apenas ate onde ele permitir e depois deixe que ele vá até você, te cheire para conhecer, tome muito cuidado pois se ele ficar assustado pode fugir ou atacar, então sutileza é a arte nessa hora.


Jason termina de tomar a água em seu cantil quando é surpreendido por uma loba saltando ficando a alguns metros dele e de Alariel. -Moça para trás, deixe que eu cuido dela. A loba pegou o caçador de surpresa, ele estava inseguro.
-Tudo bem, deixa comigo, minha imaginação se tornou real pelo visto. A mink pega o coelho que estava com Jason. -Se afaste, ela vai perceber que você esta inseguro, e leve o lobinho também. Jason tenta puxar Alariel. -Você ainda não esta preparada.
Alariel então tira a mão de Jason e a coloca sob o filhote de lobo. -Confie em mim, eu não tenho medo dela, ela é apenas um animal assim como eu, leve o lobinho para longe,
mesmo sendo da mesma especie eles podem acabar brigando e esse filhotinho vai levar a pior, e confie mais em suas habilidades como professor.
A mink sorria segura de si e Jason percebendo isso nela se afastou levando o filhote consigo.

Alariel voltava sua atenção para a loba observando seu comportamento. "Ele me disse que lobo e cães são parecidos, então seu comportamento deve ser semelhante tambem." A loba estava com as costas retas e pescoço erguido, seus olhos estavam focados em Alariel com suas sobrancelhas arqueadas e suas orelhas em pé, enquanto exibia seus dentes. "Ela esta dando todos os sinais de que quer dominar a situação, mas não posso me deixar intimidar e nem confronta-la." A mink se mantem de pé erguida e olha nos olhos na loba de cima não se deixando intimidar. -Eu não vou te machucar, o que você quer é apenas o coelho certo? Colabore comigo que eu te dou. A loba então caminhava ao redor de Alariel farejando-a como se a tivesse estudando, e se aproximava aos poucos, tentando domina-la ou causar medo e insegurança. "Esta tudo bem, eu não posso deixa-la ganhar o controle da situação se eu manter a calma tudo dará certo." A loba da uma volta completa por Alariel parando em sua frente, Alariel então da um passo em sua direção a loba parecia não demonstrar reação, Alariel da mais um passo novamente e estende sua mão livre. -Pode vim, eu não quero te fazer mal. A loba caminha vagarosamente até Alariel mantendo sua postura dominante, ao chegar bem perto a loba aproxima seu focinho da mão de Alariel e começa a cheira-la e após uns segundo ela lambe. -Boa menina. Alariel sorria enquanto acaricia o animal, a loba já não demonstrava sinais de comportamento agressivo, suas orelhas estava baixas, suas ainda estavam retas mas seu pescoço já não estava mais erguido como antes, a mink então aproveita para brincar um pouco com a loba que naquele momento parecia ter reconhecido Alariel como alguém para respeitar. -Você se comportou muito bem. Alariel deixa o coelho próximo a loba que sentava em frente ao cadáver do animal observando a mink.
-Senhorita, pode levar você pode ter alguns filhotes para alimentar eu vou ficar bem. A loba então entende o comando e some pelas arvores dentro da floresta carregando o coelho com seus dentes.  

Jason estava surpreso com aquilo e se aproxima com um sorriso gratificante no rosto. -Foi simplesmente fantástico.
-Que isso, não foi nada de mais. O único animal que eu teria medo é o ser humano fora isso, eu consigo entender o resto kishishi. Sera que podemos voltar para a cabana vai saber quando o velhote vai aparecer.
-Certo vamos voltar.

Então o trio se desloca novamente para a cabana.


Fim do aprendizado

Quando estivéssemos na cabana novamente eu me sentaria em algum canto e começaria a massagear meus ombros e braços tentando aliviar o cansaço e estresse mental depois de encarar um animal selvagem de perto, alem de estar com fome após todo o meu dia."Isso foi bem cansativo, se algo desse errado eu teria virado comida de lobo" Entretanto eu havia conseguido domar uma loba sozinha, serio era uma sensação maravilhosa, saber que todo o esforço, cada momento de tensão valeu a pena, eu aproveitaria um pouco as dores e o cansaço como um sinal de satisfação.
Então eu faria um pedido a Jason com uma voz manhosa tentando instiga-lo deixado difícil ele recusar -Sr caçador, eu estou tão cansada e com fome, sera que você não poderia preparar algo para nos? Ah sim e eu também aceito massagem nos pés afinal eu salvei sua vida daquela loba enorme kishishi.



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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyTer 19 Set 2017, 03:24

First Act





A garota começava a dialogar com o caçador que a olhava com curiosidade. - Eu vi um ou dois Minks, eles passaram pela ilha, eram revolucionários. Sem histórias de amor. - Ela ouvia a Mink falando sobre o chicote e só voltava a falar quando ela terminava - Não posso lhe dar esse chicote, espere Garry voltar. - O seu lobo passava pelas suas pernas e olhava para o rosto do homem. Em seguida, a garota começava a perturba-lo sobre aprender a domar animais.

Após uma série de acontecimentos relacionado aos dois, Jason estava sentado sobre o sofá de sua cabana, o lobo deitado em sua perna, Alariel sentava em uma cadeira perto da pia, a cabana do caçador era lotada de itens, haviam desde troféus de caças pendurados na parede como tapetes costurados, tinha uma pilha de madeira ao lado da lareira apagada, uma pia no canto da cabana e uma cama arrumada em um dos cantos, ao lado da cadeira em que a garota estava sentado também tinha uma mesa redonda com quatro cadeiras. Ela tentava dissuadir do homem a tentar cozinhar e fazer uma massagem em seus pés, mas ele rejeitava. - Estou de guardião, não de mordomo, quiser alguma você se sirva. - E dava um sorriso, o lobo levantava suas orelhas e a Mink conseguia ouvir o mesmo, trotes de cavalo começavam a se aproximar, o cheiro era estranho, não era o de Garry mesmo tendo passado bastante tempo, o lobo ia até a porta e começava a rosnar, Jason se levantava depressa e olhava para a gatínea, ele pegava a adaga em sua cintura e dizia. - Você não me disse qual arma sabia usar, você sabe usar essa? - E estendia a sua mão segurando a ponta da adaga com o cabo virado para a garota. Com a outra mão, o caçador segurava o chicote pronto para utiliza-lo. O lobo ainda continuava na porta rosnando quando Jason gritava - ENTRA, CINZA! -  E um som de tiro era ouvido pela garota, o animal caia no chão gritando, ele tinha sido atingido na perna, o tempo parecia parar, a adaga caia no chão e o caçador corria até o seu amigo, pegava-o rapidamente e o arrastava da porta até que outro tiro atingia a madeira do lado de fora. - Merda, errei de novo. - Dizia uma voz masculina. Alariel começava a ter um olhar frio, a situação tinha ficado preta, ela estava assustada e tremendo com a adrenalina que invadia seu corpo, seus corpo não mudava, mas parecia ser outra pessoa de um momento para outro, ela não estava mais assustada e o caçador a olhava com estranheza enquanto tentava rasgar suas vestes para fazer um torniquete em seu lobo. - Saiam desarmados e poderemos pensar se o lobo vai ser a única morte aqui. - dizia uma voz de mulher, a Mink ouvia a mulher descendo do seu cavalo através da pequena queda e a passagem da mão dela no cavalo, ela começava a dar alguns passos para frente.

O caçador amarrava com força a veste no corpo do lobo e dava uma rápida espiada pela janela. - O atirador está em cima do cavalo e a mulher está mais a frente. Vou tentar distrair o atirador e você pega ela. - Dizia o homem tirando o seu arco e pegando uma flecha na aljava encostada do lado da porta. Ele estava preparado para atirar assim que a garota desse o primeiro passo.

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyTer 19 Set 2017, 23:47

Após encontrarem o caçador e seu lobo, Garry pede ao homem para que fique de olho na mink, a gata por sua vez tentava ser amigável com ele mesmo sendo de sua forma peculiar, então durante um período de aprendizagem floresta a dentro o trio retornava, e juntos estavam tendo um momento de descontração, até que a dupla de inimigos que apareceram anteriormente chegava ao local.

Ao escutar a resposta de Jason sob a minha pergunta responderia com uma certa decepção na voz. -A realidade nem sempre é tão divertida quanto a imaginação. E quando ele terminasse de falar sob o chicote diria de forma meio desiludida. -Eu imaginei isso. "Eu realmente preciso ter algum dinheiro, as coisas que quero são bem caras."
Em seguida houve um intenso treino sobre domamento de animais, claro que com uma pequena pressãozinha psicológica tudo se resolve.

Então quando voltamos para a cabana de Jason eu observava um pouco o lugar havia alguns troféus que me fizeram pensar. "Ele deve ter muitas histórias para contar, quem sabe um dia eu não escute alguma." Mas naquele momento eu queria ser mimada e o caçador se recusava a atender meus caprichos, porem ele possuía algum senso de humor -Eu sou uma visitante, você deveria me tratar melh... E antes que pudesse terminar de falar escutei o barulho de cavalos se aproximando o pequeno lobo parece ter escutado também, e corria la para a fora irritado, e Jason me perguntava se eu poderia usar uma faca, então o responderia com confiança. -Eu posso me sair bem só usando minhas garras, mas uma faca pode quebrar um galho. E sem me dar tempo de tocar na faca o atirador faz seu movimento acertando na perna do pequeno lobo, Jason então correu imediatamente para socorre-lo deixando a faca cair sob o chão e indo socorre-lo, por sorte ele foi rápido o suficiente e conseguiu escapar do segundo disparo.
Todo aquela situação combinada com estresse do decorrer daquele dia foi de mais para eu poder suportar, aquilo realmente me assustava, apenas pude tremer enquanto sentia o sangue circular mais rápido por causa de toda a adrenalina, e esse foi meu ultimo resquício de consciência, nesse momento.

Alariel sentia seus olhos se contraírem, um sorriso insano surgia em seus labios e o medo sumia de seu corpo, ela estudava a situação mentalmente de maneira calculista e sistemática, o animal ferido atiçava seus instinto.. O único sentimento que restava era a sede, não era mais a mesma gata, agora era uma como uma monstruosidade um ser nocivo que não se importa com consequências.

E após muito tempo aprisionada, eu pude caminhar livremente mais uma vez, aproveitei a situação para retirar a bota usando os pés que sufocavam meus pés para libertar minhas garras e ter a sensação de tocar o solo, sem estar presa na prisão de uma personalidade fraca, e não poderia estar em uma situação melhor, os pequenos ratinhos vieram até mim, me poupando o trabalho de acha-los, minha vingança chegou mais cedo do que o esperado. Com uma voz sarcástica e fria eu pensei alto. -A gatinha é sempre assim, quando se assusta é uma inútil. Caminharia até a faca caída pegando-a, sentiria sua textura e o fio da lâmina então observaria o caçador.-Apenas não fique em meu caminho.

Seguraria a faca com a mão esquerda usando empunhadura reversa, e se a janela fosse grande o suficiente eu saltaria por ela, sair pela porta poderia me fazer se um alvo mais fácil, caindo apoiando um joelho no chão e pegando um pouco de terra, se caso houvesse, s com a mão livre, seria um movimento rápido eu me movimentaria correndo abaixada para dificultar que algum tiro me acerte, parando ao ficar na mesma linha entre a mulher e o atirador.
Se não fosse possível saltar pela janela eu pediria para ele disparar uma flecha no cavalo para que o mesmo se assuste e desequilibre ou até mesmo derrube o atirador. -Você do arco, me compre uma distração e tente acertar a parte traseira do cavalo, com sorte o ratinho pode até cair. Após ele disparar sua flecha eu movimentaria para permanecer entre a mulher e o atirador, tentando usar minha mão livre para pegar um punhado de terra enquanto eu corro até ficar na mesma linha que os dois.
-Ratinha, ainda bem que você me achou, agora vou poder desfigurar esse seu rostinho.
Então correria avançando contra a mulher mantendo-me abaixada e na mesma direção da dupla, se ela tivesse com outro chicote eu me prepararia para desviar assim que ela realizasse o movimento, se fosse um golpe vertical eu utilizaria meu pé de apoio para dar um passo para o lado tentando não perder velocidade ou me afastar muito para que o atirador não tente atirar em mim mesmo que custe levar parcialmente o golpe, em seguida eu ameaçaria um golpe com a faca na região lateral de seu abdome, porem seria uma finta e quando ela fosse tentar defender ou desviar eu arremessaria a terra caso estivesse com ela ou então tentaria fazer um arranhão vertical de seu corpo indo de sua barriga até o busto utilizando as garras da mão livre, em seguida tentaria perfurar a lateral de sua perna com a faca torcendo-a para que ela se fixe, então com as garras da duas mãos eu tentaria distribuir diversos arranhões em seu corpo.
Caso fosse um golpe horizontal na altura de minha cabeça eu deslizaria tentando acertar o lado de sua panturrilha com minhas garras do pé, parando atras dela, se eu estivesse segurando a terra neste momento eu a largaria para me apoiar no chão utilizando a mão direita me dando impulso para levantar rapidamente, então avançaria contra as costas da mulher apunhalando-a, soltando a faca e voltando para a posição entre ela e o atirador tentando ficar o mais próximo possível dela, então tentaria agarrar seu corpo com minhas e começaria a morde-la na região de seu abdome e busto.
Se o golpe fosse na altura de meus pés eu saltaria por cima visando acerta-la um corte horizontal na altura de seu abdome com a faca, em seguida se eu tivesse com a terra em minha mão eu a  arremessaria a terra na direção de seus olhos, caso não houvesse eu tentaria arranhar o corpo da mulher com as garras da mão direita sem muita pretensão de acertar apenas para faze-la abrir a guarda para então tentar arranhar as pernas da moça com as garras do pé em seguida tentaria desferir outro golpe com a faca mirando em seu rosto.  

Se ela não usasse um chicote, mas sim uma arma de longo alcance como um arco ou pistola,
eu avançaria contra ela fazendo zig zag dificultando sua mira e tentando observar a movimentação da mira para prever o trajeto do tiro antes do disparo evitando de entrar no percurso. E quando estivesse em uma distancia aonde meu alcance eu jogaria a terra se estivesse com ela em mãos, caso contrario eu tentaria me aproximar um pouco mais, então miraria um golpe horizontal utilizando a faca na altura de seu busto, miraria em no braço que esta segurando a arma e tentaria agarrar o pulso da mulher com a mão livre perfurando-o com minhas garras para que ela solte a arma, por ultimo eu tentaria fazer um corte na diagonal passando por cima do nariz da mulher.

Ou se ela usasse ainda uma arma de curto alcance, eu correia contra ela, se o alcance de sua arma fosse maior o que de minha faca eu me aproximaria até o alcance da mulher e esperaria ela realizar algum golpe, se fosse um golpe vertical eu aproveitaria o movimento da corrida para fazer um giro desviando e me aproximando da mulher. Se o golpe fosse alto na horizontal eu rolaria por baixo da arma chegando perto da mulher, ou se fosse um golpe baixo eu saltaria por cima tentando cair bem a frente da mulher, quando já estivesse próximo a ela eu miraria um golpe perfurante no pulso da mão que maneja a arma, então usando a garra do pé eu tentaria arranhar alguma de suas pernas para que ela se desequilibre, por fim tentaria perfura-la na lateral de seu tórax com a faca.
Se ela também usasse uma faca ou estivesse desarmada, eu me aproximaria e quando estivesse próximo a ela mas ainda não fosse o suficiente para ela me acertar eu a arremessaria a terra em seu rosto, ou criaria uma finta ameaçando arranhar seu rosto com a mão direita, então miraria sua barriga com uma estocada, usaria a mão direita para segurar o pulso da mulher, ferindo-o com minhas garras então aproveitaria a brecha para mirar um corte no rosto dela.

Eu miraria também alguns golpes avulsos, como cortes horizontais em seu abdome e pernas, caso ela interrompa alguma sequencia, eu tentaria sempre permanecer em uma posição que fosse difícil do atirador me acertar e quando ela tentasse se distanciar eu acompanharia seu movimento.

Uma vez que eu estivesse próxima a mulher eu não a deixaria se distanciar novamente, afinal não gostaria que o atirador tentasse algo e com sua parceira bem próxima a mim como um escudo faria a chance dele acertar diminuir, tentaria segura-la com minhas garras penetrando em sua pele, e a puxaria de volta para mim causando alguma dor para que dificulte sua movimentação, também tentaria arranhar suas pernas usando as garras do pé, de preferencia focando uma perna apenas para que ela sinta muita dor. -Acho que o outro ratinho não vai poder te salvar agora, ou ele pode matar nos duas, não seria um belo final?

No decorrer da luta eu com certeza estaria sempre sorrindo de forma sádica e psicótica, a cada golpe sofrido ou realizado faria meu sangue ferver a ainda mais, aquela sensação de perigo me empolgava ao extremo, os golpes estariam repletos de intenção assassina, não ligaria se ela acabasse morrendo, a gata sinal de sofrimento eu me deliciaria, tentaria extrair cada pedacinho de sofrimento e dor daquela mulher, eu queria que ela sentisse medo como nunca antes. Toda vez que eu fizesse aquela mulher sangrar eu a provocaria dizendo coisas como. -Olhe ratinha alguém te cortou, deixa eu te costurar.
-Ainda bem que a blusa é vermelha, se não eu teria problemas com a nova camada extra de tina.
-Ratinha, vamos resista, me divirta mais.
-Ratinha, você não passa de uma piada, eu jurava que você mataria meu tedio, mas acho que única coisa que vai morrer aqui é você :3
E sempre que fosse acertada eu soltaria uma risada de insanidade e diria coisas como.
-ISSO! Quanto mais as presas lutam, melhor ficar o sabor depois.
-MUITO MELHOR, me de mais, muito mais.
-RATINHA LUTE COMO SE SUA VIDA DEPENDESSE DISSO, afinal se depender de mim ela não vai durar muito.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyQua 20 Set 2017, 01:17


First Act



O caçador a olhava com maior estranheza quando a Mink retirava suas botas e começava a falar sozinha consigo mesmo, ela pegava a faca caída do chão e olhava para Jason, ele entendia que a garota sairia no menor tempo possível e ele armava seu arco, colocava o lobo para o lado e chutava a janela de vidro que quebrava por inteiro, Alariel aproveitava daquilo naquele instante, pulando pela enorme abertura da janela e começando a correr, no momento que o atirador se preparava para atirar na gata, ele era recebido com uma flecha em seu ombro - Maldito! - o cavalo empinava e o homem caia no chão, por pouco ele não era pisoteado, o cavalo trotava para longe. A chicoteadora estava parada observando-a com outro chicote em mãos, este era vermelho e parecia ser mais fino que o anterior, ela vestia as mesmas vestes anteriores, ela agitava seu chicote para cima e tentava acertar a cabeça da Mink, em um movimento rapido, a mesma deslizava por baixo da arma de média alcance da mulher e arranhava suas panturrilhas. - Desgraçada. - A gata continuava seu ataque e tentava pular nas costas da mulher, ela conseguia realizar um corte superficial antes da mulher se virar com seu chicote e acertar em cheio a parte esquerda do tórax de Darkflame, a garota era jogada para o lado com a força do golpe, ela caia de lado e girava, ficava com a barriga para cima, a dor era forte, mas nada que impossibilitaria de continuar a batalha, seu tórax apenas estava vermelho.

Quando ela olhava para o lado, conseguia ver o atirador quebrando a flecha que tinha acertado ombro dele, o homem se levantava e se afastava da gata, dava um tiro em direção a cabana e ao mesmo tempo a Mink via uma flecha passando por cima dela, nenhum dos dois tinha êxito em sua pontaria e acertavam apenas a madeira, da cabana e da árvore atrás do homem, seus cabelos eram negros e longos como a da mulher, ele vestia um sobretudo vermelho sangue fechado e botas pretas. Alariel estava sorrindo igual uma psicopata ou um cão raivoso faminto, ela dizia - ISSO! Quanto mais as presas lutam, melhor fica o sabor depois. - A mulher de cabelos negros preparava-se para tentar acertar a gata mais uma vez quando uma flecha atingia seu chicote. O atirador aproveitava da árvore e afastava, ficava aproveitando de ter uma cobertura natural do terreno e fazia uma série de disparos contra o caçador, apenas um acertava parte de sua barriga, Jason rolava para outra árvore usando da mesma estratégia.

A gata estava frente-a-frente com a chicoteadora que permanecia a aproximadamente três metros da Mink, ela tinha se assustado com a flecha que apenas danificava uma das postas do seu chicote e agitava seu chicote para realizar um golpe horizontal em direção a garota caída.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyQua 20 Set 2017, 17:33

O habitante estava tenso o atirador e a chicoteadora haviam encurralado Jason e Alariel dentro da cabana, toda a pressão da situação fez a mink perder o controle de seu corpo para sua outra personalidade, até então a luta parece estar equilibrada, ambos os lados haviam causado e sofrido danos.

Após rolar no chão depois de receber o golpe da mulher eu colocaria a mão em meu tórax aonde estivesse doendo mais e começaria a rir psicoticamente e alto o suficiente para quem estivesse perto escutar, a dor não é algo ruim para mim, eu adoro-a faz eu me sentir ainda mais viva, faz meu sangue esquentar ainda mais é algo que me motiva a perseguir minhas presas cada vez mais, me motiva a querer tortura-las. Enquanto caída eu pude observar o atirador quebrando a flecha de seu ombro e começar a trocar tiros com o caçadorzinho enquanto se afastava de mim se escondendo atrás de uma arvore. -Típico de um ratinho, sempre fugindo.

O caçadorzinho havia sido acertado na barriga porem ainda sim tentava me proteger da ratinha com o chicote. -O caçadorzinho não deveria se importar com os outros, num campo de batalha.
Quando a mulher começasse a realizar seu movimento de mão para me golpear com o chicote eu pegaria impulso para trás e jogaria meu corpo para frente fazendo um rolamento tentado desviar do golpe. -A ratinha esta com a pata machucada, acho que ela não me alcança mesmo com seu brinquedo.
E antes que ela tentasse me acertar novamente eu avançaria contra o atirador que se protegia com a cobertura da arvore correndo inclinando meu corpo para frente, ficando mais baixa dificultando o atirador de me acertar e não atrapalhando a mira do caçadorzinho, avançaria sempre observando a mira do atirador e faria zig zag para me manter fora dela. Eu tentaria prever aonde ele fosse atirar acompanhando o movimento de sua arma e quando escutasse o barulho do disparo somado com a direção da arma eu tentaria desviar com passos para o lado.

Meu objetivo seria encurrala-lo pelo lado aonde fica o arbusto, assim caso ele permanecesse ou tentasse correr por ali estaria ao meu alcance, e caso tentasse fugir pelo outro lado estaria vulnerável a receber outra flechada do caçadorzinho. E se eu o fizesse gastar muitas balas, uma hora ele teria que recarregar.
Seria algo arriscado de se fazer, mas como estava em um campo aberto eu eventualmente poderia ser acertada com um tiro então eu arriscaria sem medo. -Vamos ver quão corajoso o ratinho fica sem se esconder.

Quando chegasse próximo a arvore aonde o ratinho se escondia, eu deslizaria por detrás do arbusto tentando criar um ponto cego em sua visão, utilizaria minhas mãos para me apoiar no chão ficando em posição para saltar, e assim que estivesse feito eu saltaria de trás do arbusto em sua direção, se eu ainda estivesse com a faca eu tentaria perfurar seu ombro machucado, caso contrario eu tentaria realizar o golpe com minhas garras, e com a mão livre eu arranharia o pulso da mão que segura a arma, aproveitaria o impulso de meu salto somado com o meu peso para tentar derruba-lo e começar uma luta corporal aonde eu usaria minhas presas e garras para arrancar seu sangue.

Se caso a ratinha viesse ajudar seu companheiro eu tentaria me livrar da arma do ratinho tentando faze-lo derrubar, ou a jogaria longe com um chute ou arremesso, então pararia de ataca-lo e começaria a correr entre as arvores, se eu não conseguisse começar uma luta corporal eu apenas tentaria correr entre as arvores já que eles possuem armas de longo e médio alcance num lugar com obstáculos eu posso ter uma vantagem melhor, quando estivesse no campo fechado eu me moveria de maneira rápida e furtiva entre as arvores e arbusto para tentar confundi-los e quem sabe até mesmo faze-los me perderem de vista.
E se o atirador fosse fugir para o campo aberto eu tentaria realizar um ataque furtivo, apunhalando suas costas, pegando-o de surpresa no meio do caminho.
Quando estivesse na floresta eu me deliciaria com a caçada observando o casal de ratinhos tentando me acertar enquanto tentam me procurar em meio as arvores, talvez sentindo-se presos, eu ficaria bem quieta me movendo de forma mais veloz e silenciosa possível enquanto os observo.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyQua 20 Set 2017, 21:11


First Act



A mink aproveitava do movimento para trás e rolava para frente, o chicote batia no chão atrás da gata que tentava uma disparada contra o atirador, ela tentava se esquivar de possíveis tiros que o mesmo pudesse realizar, mas ele estava focado no caçador que mandava mais algumas flechas em sua direção e o mesmo respondia atirando. A garota entrava na frente da mira dele várias vezes em seu percurso e saia sem problemas pelo hesito de Jason de errar a flechada, a mulher de cabelos negros não ficava parada e tentava correr com a gata, que era mais rápida e conseguia chegar ao arbusto sem problemas. - Cuidado! - alertava a chicoteadora no momento que Alariel pulava por cima do arbusto, o atirador não tinha tomado consciência que ela estivesse tão próxima e era surpreendido na hora, com um golpe com êxito, ela acertava um pouco acima de onde a flecha havia acertado, a adaga ficava fincado formando uma ferida maior e o sangue jorrando da mesma. - CACETE! - berrava o homem que soltava sua arma com o susto que caia a pouca distância a esquerda dos dois.

A mink estava por cima do homem que utilizava seus dois braços para bloquear os golpes ferozes da felina, o caçador não havia êxito em acertar flechas na mulher que passava por trás do arbustos e girava seu chicote, acertado a cabeça da garota que caia para trás, ela levantava seu companheiro com rapidez, ele colocava o seu braço com de apoio nas costas da mulher que segurava seu chicote com força e os dois começavam a correr floresta a dentro, eles estavam lentos por causa do machucado do atirador e da perna ferida. O caçador corria em direção a felina para ajuda-la com uma das mãos no ferimento da bala. -Garota! Você está bem? - Alariel estava meio tonta pelo golpe, estava com a testa cortada superficialmente e enfrentava fortes dores de cabeça e costelas.  

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyQui 21 Set 2017, 00:23

Jason e Alariel encontravam uma certa dificuldade para lidar com que lutavam, a luta que até então estava equilibrada, parecia que estava mudando seu curto, o time de Alariel e Jason conseguia causar um belo estrago no atirador inimigo, porem a chicoteadora aproveitou essa oportunidade para acertar a cabeça da mink que agora estava com um sangramento em sua testa.

A sensação de correr contra a mira de uma arma era magnifica, qualquer descuido e poderia ter sido meu fim, mas para o azar do ratinho eu consegui alcança-lo uma bela ferida era aberta em seu ombro o sangue escorrendo era tão lindo, parecia uma bela e trágica pintura, foi então quando cai por cima dele e o atacava com toda minha fúria, poderia até sentir pena mas a sensação de prazer era ainda maior, mas a outra rata veio ajuda-la e não consegui desviar de seu golpe, foi quando a dupla de ratinhos aproveitou para tentar fugir.

O caçadorzinho veio me ajudar, porem eu não sou tão fraca assim. -Pare de tentar cuidar de mim, eu não sou como aquela fedelha. Me levantar apoiando o joelho no chão focaria minha visão e manteria o equilíbrio, tocando a ferida com a ponta dos dedos e observando meu sangue eu começaria a sorrir novamente, mesmo apesar da tontura e dor. -Adoro quando eles correm.
Sentia meus pelos ficarem ouriçados fazendo-me parecer maior, meu sorriso estava ainda mais largo, saber que aquela rata medíocre me fez me deixava tão furiosa e empolgada para persegui-la ainda mais, agora a caçada começa, quero ver até aonde eles vão chegar, por ultimo eu olharia de canto para o caçadorzinho. -Faça o que quiser apenas não me atrapalhe
.
 
Então quando a tontura parasse ou melhorasse o suficiente para eu poder ir atras da dupla de fujões, eu avançaria com toda seguindo-os, se eles estivessem fora de meu campo de visão eu tentaria persegui-los pelo cheiro deles, principalmente pelo sangue do atirador fujão, e/ou pelo barulho que eles faziam sejam passos, gemidos de dor.

Quando os encontrasse eu me movimentaria de forma rápida e sorrateiramente pelas arvores, arbustos e qualquer outro objeto que desse para faze-los perderem a visão de mim, tomaria cuidado para caso houvesse alguma armadilha pelo caminho tentar desviar dela, não era uma ideia inteligente tentar fugir pela floresta, a menos que eles já estivessem planejando isso, eles provavelmente estão mais lentos do que eu por causa de seus ferimentos e pela ratinha ter que carregar um peso morto.

Quando os alcançasse eu acompanharia o movimento deles, me movimentando entre vários obstáculos silenciosamente, tentando esperar alguma brecha ou distração da parte deles, para então saltar e realizar uma investida veloz vindo de algum ponto cego.
Eu focaria em realizar um ataque surpresa efetivo em qualquer um deles, iria priorizar o momento de distração e não a vitima.
Durante o salto eu fincaria minhas garras no corpo de quem eu acertasse e empurraria a dupla tentando derrubar os dois no chão. -Os ratinhos realmente acharam que iriam conseguir fugir?
Caso eu derrubasse a dupla, me focaria em atacar a mulher com mordidas e arranhões principalmente em seus braços e abdome até que ela não tivesse mais forças para resistir, então me focaria em seu rosto e pescoço. -Reaja, vamos!

Se não desse para derrubar os dois ratos, eu me focaria em começar uma luta a curta distancia com a do chicote, já que ela seria a mais problemática, avançando contra ela tentando realizar um golpe em sua perna machucada com as garras do pé, se durante o avanço ela tentasse me chicotear verticalmente eu tentaria desviar realizando um giro na diagonal para desviar, aproveitaria o movimento rotatório de meu corpo para ataca-la com minhas garras na altura de seu tórax.
Se fosse um golpe na horizontal baixo eu saltaria por cima do chicote avançando contra ela no ar, tentando fincar minhas garras em seus ombros então a morderia na região de seu pescoço.
Se fosse um golpe alto, eu rolaria por debaixo do chicote parando logo abaixo dela então com uma mão eu arranharia sua perna machucada, então saltaria e com a outra mão eu arranharia a mulher de baixo para cima, e quando estivesse na altura de sua cabeça eu usaria as garras do pé para atacar o rosto da mesma.
Se o golpe fosse na diagonal eu daria um passo largo para o lado e com o pé de apoio pegaria impulso para continuar avançando, tentando acertar sua perna machucada com as garras do pé, e quando já estivesse a curto alcance eu a arranharia em seu pulso para que ela largasse o chicote, então usaria as garras da outra mão para arranhar seu pescoço.
-Você esta sendo uma boa distração continue assim.

Porem tomaria cuidado com o ratinho atirador, caso ele sacasse outra arma, se no momento eu estivesse atacando a mulher eu imediatamente interromperia e me focaria na esquiva, saltando para fora de sua mira e em seguida realizando pequenos saltos evasivos até me posicionar atras de algum objeto que possa me proteger, então começaria minha movimentação sorrateira novamente para tentar criar uma brecha ou um ponto cego, e então ataca-los novamente quando estivessem distraídos com um rápido salto arranhando quem fosse possível, então me esquivaria de seus possíveis golpes com rolamentos e pequenos pulos laterais até me esconder novo e usaria essa tática de atacar e correr para tentar derrota-los.
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptyQui 21 Set 2017, 02:05


First Act



O caçador alcançava a felina ainda tentando se recuperar do golpe, ela o respondia grosseiramente e ele dava um "Runf" erguendo a cabeça para cima e suspirando fundo. -Estou ferido, não tenho velocidade ou energia para perseguir nessas condições. Tente deixar um vivo. - A Mink não demorava mais do que um minuto para ter sua vista normal mais uma vez, ela não estava tonta e o sangue era bem raso, quase não saia. Ela dava um aviso para o caçador que simplesmente abanava sua mão igual um: "Vá" - Só tente não morrer, se não Garry ficará bravo comigo. - e começava a andar para dentro da sua cabana.

Os dois revolucionários já estavam longe da visão da felina, mas isso não iria parar a mesma de persegui-los, ela começava a correr na direção que eles tinham ido e utilizava seu olfato aguçado para acha-los mais depressa, o cheiro de sangue era forte e havia gotas pingando no chão, era naquela direção que ela tinha que seguir.

Não demorava muito até a gata os encontrá-los, nesse momento ela parava e começava a caminhar mais lentamente, eles já não estavam mais correndo pois tinham pensado que aquele distância era o suficiente, eles andavam lentamente e bem devagar, o atirador sentava no chão e a chicoteadora estava em pé. - Me deixe, novata, apenas reporte aos nossos superiores que aqueles dois ladrões de mercadorias estão com uma aliada. -  A mulher de cabelo negros chorava naquele momento, Alariel espreitava por trás de uma moita e pulava por cima dela, ela parecia uma leoa partindo para cima de sua presa, pulava em cima e a derrubava, começava a dilacerar cada parte do rosto e da garganta da revolucionária, ela mal tinha tempo de reagir com a surpresa, seus olhos ficavam brancos e sem reação, o sangue estava espalhado pelo chão com pedaços da pele e a pele branca da gata estava toda vermelha.

O Atirador olhava assustado a aspirante a agente ficava com medo, ele estava totalmente aterrorizado, a felina ia se aproximando cada vez mais perto dele para dar um golpe final, foi esse o momento que Garry surgiu da mesma moita que a Mink, ele a abraçava e ambos caiam no chão, o fazendeiro caia no cima dela e segurava suas mãos. - Espere, acalme-se, acabou, está tudo bem agora. - dizia ele que tinha largado seu forcado antes de passar pela moita. - Não precisa acabar com esse homem agora, ele precisa me responder. - A gata não gostava de ficar presa, ela se debatia no chão tentando se soltar, mas o homem apenas a olhava nos olhos profundamente tentando acalma-la, depois de um minuto, ela finalmente parava e se acalmava, a garota voltava a si.

Suspirava forte. - Tenho que dizer que você tem coragem para se jogar na frente de uma assassina fria desse jeito. - Dizia o revolucionário que não tinha feito um movimento desde então, ele pegava o cigarro e o colocava na sua boca com o braço que lhe restava, depois pegava o seu esqueiro e o acendia jogando-o no chão. Garry levantava e pegava seu forcado. Ele ficava com a mesma pose que a garota tinha o visto fazer da primeira conversa que eles tiveram, com o cabo do forcado tocando o chão e rígido. - Não queria que as coisas terminassem assim, apenas queria o dinheiro e sair dessa ilha o mais rápido que eu pudesse. - O atirador o olhava com desprezo e começava a gritar. - VOCÊ ACHA QUE SERIA ASSIM TÃO FÁCIL?! - A mink podia sentir a tensão no ar. - SAIA OU ME MATE! Não importa. Ladrões não vão longe.

Garry mexia a cabeça de um lado para o outro, ele pegava seu forcado e sentenciava aquela morte com um golpe certeiro na garganta do revolucionário, o cigarro caia de sua boca e o sangue jorrava. Ele estendia a mão mais uma vez para a gata. - Estou com as coisas que o homem prometeu, se você quiser partir sozinha com elas... - pausava e suspirava -Se não quiser, eu tenho uma canhoeira na costa da ilha, posso te levar onde você quiser ir, sei navegar bem, só temos que voltar e buscar Jason. - Ele esperava uma resposta da Mink.

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 2 EmptySex 22 Set 2017, 00:50

A segunda personalidade da mink não sabia quando parar, mesmo sentido dor e sangrando ela esperava a dor e o tontura passar para começar sua caçada, mesmo que já estivessem fora de seu campo visual, seguindo o cheiro de sangue ela pode encontra-los sem maiores problemas, a dupla estava distraída conversando, a felina utilizava de um ataque surpresa para dar fim a chicoteadora e quando avançava para cima do atirador, Garry surgia fazendo a gata voltar a si.

O caçadorzinho não aparentava gostar de minha independência, ele dizia que não iria aguentar perseguir os ratinhos, melhor assim ninguém ira me incomodar, ainda falou sobre deixar um vivo, aquilo parecia uma piada para mim. -Não costumo deixar sobreviventes.
Após um breve momento de recuperação eu já poderia voltar a persegui-los, o caçador antes de voltar para sua cabana me dizia para não morrer, então seguindo o cheiro e rastros de sangue eu os persegui. -Morrer, eu? Até parece.

Para azar deles eu os havia encontrado, o ratinho estava bem ferido dizendo para a ratinha que chorava fugir sem ele, e falando que eu era aliada daqueles dois, eu não sou aliada de ninguém, e meus planos para eles eram outros, vê-los naquela situação tão desesperadora me dava um certo prazer, com um ataque furtivo eu derrubei a ratinha e dilacerava seu belo rostinho, quando acabei com ela haviam pedaços de carne junto com seu sangue espalhados pelo chão, o sangue dela havia espirrado em mim, mas aquilo não me incomodava fez eu me sentir bem realizando minha vingança contra ela. -Vermelho combina com você. Ou combinava. Ver aquela rata naquele estado era tão divertido, mas ainda faltava um.

Esse mal conseguia se mover, sua expressão de medo era nítida, com certeza seria uma boa vítima, fui me aproximando dele pronta para ataca-lo sem misericórdia, quando que o velhote surgia do mesmo lugar que eu me prendendo. -VELHOTE! ME LARGA, SAI, ME SOLTA, IDIOTA, QUANDO QUE VOCÊ CHEGOU? Enquanto o velhote me segurava eu me debati e lutei como pude, mas ele estava conseguindo trazer a gatinha fedelha de volta.

Garry segurou Alariel e olhando em seus olhos havia conseguido faze-la recobrar sua consciência e retomar seu o controle de seu corpo.

Quando recobrei minha consciência estava em cima de mim ele parecia apreensivo, eu sentia uma no dor no tórax que me fez levar a mão ao local da dor, minha cabeça também doía ela estava machucada, mas minha pele impregnada de sangue me fazia eu me questionar se todo aquele sangue era meu."O que aconteceu?"

Eu observaria o local e quando olhasse para a mulher no chão com toda a brutalidade como ela morreu, e para minhas mãos imundas de sangue, eu poderia sentir meu olhar se tornar vazio, como se meu espirito tivesse abandonado o corpo. "Já posso imaginar o que aconteceu." Ainda olhando para a mulher eu diria. -Por que você teve que irrita-la, sua vida não precisaria ter acabado assim. Aquilo com certeza seria um grande choque para mim, eu não sou como aquela psicopata sanguinária.

Garry e o Atirador pareciam estavam discutindo feio, o clima ali era pesado, o atirador estava em péssimo estado, apenas usando um braço e também possuía marcas de garras e sangrava muito por seu ombro. "Acho que sou a culpada disso também." O atirador dizia suas ultimas palavras quando o velhote lhe dava um golpe fatal em sua garganta, não demonstraria alguma reação para aquilo, estava me sentindo tão vazia por dentro por todo aquele estrago que não conseguiria demonstrar alguma sentimento ou reação naquele momento.

O velhote se oferecia para me ajudar novamente porem dessa vez eu negaria, levantaria por conta própria apoiando meu joelhos e mão no chão. Então minha voz sairia fraca e desolada. -Não precisa sujar suas mãos também. Fecharia meus olhos respirando fundo ficaria assim por alguns segundos tentando aproveitar minimamente a natureza. Então voltaria a olhar para o velhote com meu olhar indiferente e vazio. -Eu agradeço por trazer as coisas até aqui, porem eu prefiro seguir minha viagem sozinha, vá viver sua vida tranquila longe daqui, eu sempre irei atrair problemas e mais problemas, eu posso suporta-los mas eles podem acabar engolindo outras pessoas. E sobre Jason ele foi baleado assim como seu filhote de lobo, ele sempre se arriscava para me proteger, acho que preciso me desculpar. Eu daria uma boa olhada para as arvores e sentiria a terra em meus pés a natureza me relaxa, não era suficiente mas pelo menos aliviava. -Eu gostaria de tomar um banho e curar esse ferimento, se puder me ajudar com isso eu ficaria extremamente grata. Eu pegaria as coisas que o Dennis prometeu e então olharia para o cadáver do atirador. -O atirador antes de morrer falou algo sobre chefe, quem seria esse?

Se a faca ainda estivesse no ombro do atirador ou próximo dali eu a pegaria e entregaria para o velhote. -Isso pertence a Jason, ele precisa mais do que eu, então devolva por favor. Ah sim, também tem a arma do atirador perto da cabana, não acho uma boa ideia deixa-la la.

Eu olharia para o velhote mais uma vez tentando parecer melhor. -Vamos voltar, Jason esta pior do que eu e precisa de ajuda, e também estou preocupada com o lobinho. Depois disso tomamos rumos diferentes.
Então quando estivéssemos voltando para a caba eu olharia para tras observando os dois cadáveres. "E vão ficar assim, sem ao menos um enterro digno." -Espero que tenham mais sorte na próxima vida.
Sangramento:
 


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