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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 28 Ago 2017 - 22:16

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Blood Ocean

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Simo e Raksha. A qual não possui narrador definido.


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Kyougin
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySab 30 Set 2017 - 21:14

Stranger Family - Blood Ocean
08




Após a discussão mental, Scar fala com a Mink:

- Você está bloqueando a entrada. - o que fez a mulher olhá-lo de cima a baixo. Ela não responde e fica surpresa com o porte do tigre. Era muita coincidência! Ele continua e fala: - Estou procurando por informações. Sabe com quem preciso falar? - ela o olha novamente fitando o baú que carrega e já sabia do que se trata. Scar tenta olhar dentro do estabelecimento, mas a porta era pequena e a Mink cobria quase toda a zona visível. Ele só via escuro em uma luz de penumbra tom oliva com uma música instrumental ao fundo.

Ela desencosta do arco da porta, se alonga, ajeita os cabelos e diz:

- Você deve estar procurando Odelshwank. - ela o olha avaliando mais uma vez enquanto escuta:
- Leve-me até ele(a), que talvez eu te pague uma bebida cara como recompensa. - ela sorri, vira-se e entra no estabelecimento sendo seguida pelo Mink.

Em paralelo Simo tenta despistar Agatha fingindo estar conversando com Royce quando ela mesma já havia visto o Lince tomar distância. Ela corre para fora da embarcação quando o humano começa a se afastar e grita:

- Eu juro pela minha alma que quando você voltar vai ficar sem comer. Se voltar de mãos abanando eu vou colocar veneno na sua comida, desgraçado! - ela abana um pano com a esquerda e empunha uma faca com a direita. Sua feição era de raiva e as veias do pescoço saltadas do brado que deu.

O ruivo alcança a dupla na rua da direita quando o tritão e Roy balbuciam ao vento:

- Tenho algumas coisas que eu quero fazer e aprender e provavelmente vou espalhar um pouco mais de destruição para esses humanos imundos que poluem o ar dos meus belos pulmões. Vermes malditos - diz um enquanto o outro:
- Médico, comida e um carpinteiro. Depois podemos-gara partir para a Grand Line. - eles eram interrompidos por Beckman que repete:
- Royce, vou procurar o médico, não precisar ir... Somente venda alguns itens para mim, acho que você tem mais habilidade nisto do que eu. Voltarei com um médico, amordaçado se preciso. - Ken não acredita nele e fica observando ele passar todos seus itens ao Gatuno. Royce fica cheio de bugigangas nas mãos para vender. O Lince responde ao rapaz assim:
Aghata quer carne para um guisado, arranje isso também, ou então não venderei nada para você-gara. - chantageia pela décima vez e então continua: - Precisamos-gara também que o médico vá ver Ryu rapidamente, então você-gara tem uma hora para voltar para o navio com o médico, até lá estarei te esperando e só sairei para vender quando você-gara voltar, mas eu não tenho pressa e adoro colecionar coisas. - então o humano sai na frente enquanto a dupla inesperada segue conversando.

Ken fala:

- Não vou esperar a boa vontade de um humano para procurar um médico, farei isso eu mesmo. Logo mais trarei o açougueiro uahsuhuahushauhus - e então se separaram.

Está começando a ficar escuro àquela altura das 17h20min. A formação rochosa no centro da ilha não é mais tão visível e as luzes de outono já começam a ligar. A maioria das ruas paralelas estão mal iluminadas, mas a rua principal que sai do porto, passa pelo QG da Marinha e chega ao Banco Mundial possui iluminação razoável. Royce volta ao barco quando Scar continua a conversa esperando quiçá ser atendido por um homem imponente, contudo a Mink senta em um banco na borda do balcão e fala ao Tigre:

- Pois bem... Eu sou Lily T. Odelshwank, mas pode me chamar de Lily. Normalmente eu quem ofereço, mas eu aceito a sua bebida cara. - ela pausa, olha para uma mulher no balcão e pede: - Eu quero um rum duplo com algumas folhas de hortelã... - ela pausa novamente, olha Scar e continua: - E outra dose igual para o cavalheiro. - ela sorri, remove a capa deixando a mostra a blusa de manga longa e a calça brancas; sob a blusa ele poderia ver uma cropped em couro sintético. Ela sorri para ele, mas não queria ser sensual e prossegue: - O que você deseja? - então ela ouve a resposta do rapaz:
Estou procurando por informações. - e ela revira os olhos, pois já tinha aquilo como certeza. Ele não para e conclui: - Vamos para um lugar mais priv... - ela interrompe a fala do rapaz vociferando:
- Você imagina mesmo encontrar um local privado em um Bordel? Ainda mais quando você está falando com a dona dele?! - ela sorri e olha para a garçonete que entrega os pedidos.

Ela pega a dose e toma rapidamente. Ela tragou o líquido em um mesmo gole e sequer tremeu ou fez cara de mau gosto. Enquanto isso Scar diz:

- Bom, me deparei com alguns lixos no meu caminho para essa bela ilha - e passa pela cabeça de Lily do que ele está tratando. Havia escutado há alguns dias que ronda pelo West Blue um grupo de piratas desconhecido. Pelo menos desconhecido para a maioria das pessoas desavisadas! Ele chuta o baú e continua: - Eles se chamaram de os “Seguidores de Elígio” e aparentemente tinham negócios com um bando chamado Caveiras Negras. Acho que o capitão se chama… Jack Canvil? Enfim, o que preciso saber é quem são esses piratas, e se as cabeças que arranquei valem alguma coisa. Resumindo, preciso ver os cartazes de procurados. - era muita informação para a Mink processar, mas ela tinha ciência de algumas partes do assunto.

Eram 17h35min quando o tritão encontra na rua exatamente paralela à principal uma senhora que carrega uma sacola com comida. Ele a segura pelo pescoço e indaga ameaçando com uma pistola:

- Shiuuu shiuu, seu filho de uma puta fedida do caralho, se tu mexer um dedo eu te mato aqui mesmo e depois vou devorar a tua alma! Tu só vai me responder onde eu encontro a porra de um médico! Não quero nenhum médico de humano, quero médico de gente grande, entendeu seu bosta.. Responda a porra da pergunta caralho! - a senhora treme de cima a baixo e fala nada. Irritado o tritão estapeia a velha e ela então consegue responder:
- Calma, senhor, calma. O senhor deve estar procurando o sr. Wolverine. Ele é o médico da nossa cidade. Normalmente ele termina o dia no bordel da senhora T. Esse lugar imundo fica a alguns metros daqui. Logo que chegar na rua principal você vai poder ver! - ela para com medo e tenta se soltar, inutilmente. - Me solta! Me solta! SOCORRO. - então Ken a larga, leva a sacola onde ele acharia apenas leguminosas, empurra a derrubando no chão e chuta sua costela e sai rindo:
- Ai ai, por que não havia pensado nisso antes? - ele caminha pensando numa infinidade de teorias de conspiração à procura da rua principal para que achasse o bordel.

Enquanto isso Royce alcança os barcos e Simo caminha pela rua principal também procurando um bordel. Ryu observa o Lince com uma infinidade de itens nas mãos e pega uma caixa de madeira que estava logo na borda da amurada e oferece ao rapaz, dizendo:

- Royce, que burro, por que carrega tanto peso? Coloque tudo aqui! - Roy simplesmente joga tudo dentro da caixa sem ver se algo quebraria e passa na direção de Agatha, começando:
- O ruivo vai pegar o guisado. - ela olha rapidamente quem era, enxuga o suor na testa e responde:
- Eu espero que esse cachorro realmente traga isso senão ele vai ver! - ela sai de vez da cozinha e completa: - Em falar nisso, Royce, você poderia verificar aquele velho ali na enseada? Ele está muito suspeito para mim e dá pra confiar em ninguém agora. - ela dá as costas e entra enquanto o Lince caminha para fora do navio e fala a Ryu:
- Não devo demorar, eles-gara vão dar um jeito de trazer um médico... - tenta amenizar a situação, mas o navegador já arfa tentando respirar. Ele não responde e apenas olha para o amigo com um sorriso de canto. Está desacreditado. Royce termina de ajeitar os itens e completa:
- Vou ver se consigo alguma informação e também um carpinteiro para nossa escuna. Pretendo seguir com ela-gara e vender a brigue em troca do concerto da mesma e algumas melhorias. Talvez desmontar o Brigue e reutilizar a madeira... O carpinteiro que decida. - já eram 18h e ele sabe disso. O sol já havia se posto e a iluminação lunar já era predominante. A lua está cheia, por isso no porto era possível ver facilmente tudo o que o preenchia.

No cais há aproximadamente dez barcos atracados ao oeste do deles. Ryu havia parado exatamente no canto oposto ao QG da Marinha, pois sabia que seria perigoso para o grupo. O tablado do porto está vazio e é possível caminhar livremente. O velho ainda está ajeitando o bote e agora limpa a vela com muita destreza e cuidado. O lince pode vê-lo se movimentar aos cinquenta metros de distância que está, mas àquela altura não pode identificar o que faz.

Simo caminha na rua principal e ele podia ver o tritão se aproximando como um ladrão. Eles estão a aproximadamente quarenta metros do bordel. Eles viam ninguém na rua e todos já sabem quem são e o que fazem ali. Pouco mais à frente eles poderiam ver o letreiro que agora pisca em tom rubro. Não é possível ler todo o letreiro, pois uma das letras está desligada e as outras estão quebradas em alguns lugares impedindo o perfeito entendimento. Apenas quem conhece o lugar era capaz de identificar, mas eles facilmente perceberiam do que se trata o espaço!

Dentro do estabelecimento, Scar continua sua conversa com Lily e ela lhe responde:

- Bem, rapaz... Eligío eu não conheço. Se você está falando mesmo dos Caveiras Negra você deve estar falando de Egídio! Olhe... Quero lhe dizer: se você matou algum dos mercenários desse cara é melhor ir embora daqui agora. Eu sequer me importo com o dinheiro nem com a informação que você possa ter sobre esses caras. Apenas vá embora se não tem nada que me oferecer. - ela pararia pensando na última palavra dita e então continuaria depois de admirar melhor a beleza do tigre: - Espere um instante... Pensando melhor... Qual seu nome mesmo? De onde você vem? - a garçonete humana que ouve a conversa da dupla sorri e apenas se afasta.

Dados:
 
Mapa de Ilusia Kingdom:
 
OFF - Royce:
 
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptyDom 1 Out 2017 - 14:24



   
Royce

Fury Furry



Os olhos de Royce seguiam na direção da qual Aghata havia lhe falado.. Obviamente haviam coisas que eram de maior importância para serem realizadas, mas.... Mas e se fosse algo interessante que o velho estivesse fazendo? As palmas das patas da mão de Royce coçavam pela anciã de poder afanar alguma coisa.

Havia tentado roubar seus companheiros em outras vezes, mas estes foram demasiado rápidos para permitirem o seu sucesso e do nada começaram a simplesmente lhe entregar todas as coisas que talvez fosse ter vontade de roubar.

A curiosidade e a sensação de desconforto lhe impeliam até lá, fazendo-o novamente ignorar coisas de maior prioridade. Fecharia o baú com os itens dentro, com a exceção do colar da orelha de coelho, que por algum motivo inconsciente Royce o colocou no pescoço, fora isso as outras coisas teriam ido para o baú, as duas pistolas, a estatueta de madeira. A luneta colocaria presa em sua cintura, e a bussola em seu bolso junto ao relógio de prata. O mapa deixaria próximo ao timão, planejando pendura-lo na parede de seu quarto mais tarde.

Minutos depois estaria andando pelo porto de maneira despreocupada na direção do velho que Aghata lhe havia indicado. Usaria das sombras que se espalhavam pela falta de luz e dos posts de ancoragem para se esconder da visão do velho. Perito na arte de passar despercebido Royce iria se aproximar com calma, usando seu corpo magro e esguio para ficar fora da vista do senhor.

Se estivesse bastante próximo, ao ponto de conseguir saltar para dentro do bote se necessário o jovem cumprimentaria o senhor.

- Eii amigo. Pode me dar uma informação, Nyan?? - esperava que isso assustasse o homem, aproveitando-se do tempo que tal usaria para retomar o controle de suas emoções vasculharia com os olhos a superfície do pequeno bote, aproveitando-se que era perfeitamente habilitado a enxergar no escuro.  

Caso nesse meio tempo o Homem apontasse uma arma para Royce o gatuno daria alguns passos para trás erguendo as mãos.

- Ouh ouh ouh Amigo, que isso cara. Tem um quartel da marinha bem ali. Só quero uma informação. - diria sorrindo não conseguindo esconder a diversão. Pois a reação do homem certamente denunciaria que o mesmo estava escondendo alguma coisa em sua atitude suspeita. - Vamos abaixar isso ai vamos? Só quero saber onde encontro um carpinteiro disposto a correr grandes riscos.

Royce continuaria com a postura pouco agressiva, com as mãos para o alto e o sorriso tranquilo caso estivesse sobre uma mira de alguma arma, fosse ela de fogo ou apenas uma arma branca apontada para si. Ou abaixaria as mãos caso não estivesse com nada sendo apontado em sua direção.

- Chegamos agora na ilha. - faria um sinal com a cabeça para a sua embarcação. - Tivemos uns probleminhas com piratas no caminho e nossa escuna foi danificada. - faria sinal para a escuna e o mastro danificado. - Vê? Talvez você pudesse me ajudar em encontrar quem possa me ajudar? - diria ainda mantendo o sorriso tranquilo. Pois estava realmente tranquilo, enquanto deliciava-se com o momento em que preparava o golpe.

Aquele era um tipo diferente de abordagem para o gatuno e isso o fazia deliciar-se ainda mais, pois lhe era novo e empolgante, uma abordagem com diálogos tranquilizando sua vitima enquanto tentava engana-la e deixa-la à vontade a sua presença.
.


”objetivos”:
 

Histórico:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Ter 3 Out 2017 - 11:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 2 Out 2017 - 14:34

Estaria pleno, feliz depois do tapa em que apliquei naquela maldita velha! Estava com as sacolas em mão olhando o que havia dentro, apenas legumes, mas eles poderiam ser úteis de alguma forma! Por isso continuei a levar os itens roubados daquela maldita decrépita. Agora que tinha o nome e o local, só me faltava encontrar o tal Wolverine!

Já próximo ao bordel, olharia a minha volta e veria alguém que poderia ser o ruivo, não me importei, continuei o meu caminho e adentraria ao recinto empurrando quem estivesse na minha frente impedindo a minha passagem, provavelmente cuspiria na cara da pessoa se indagasse algo! Uma vez lá dentro olharia na cara de cada um e assimilaria um rosto conhecido! Calmamente e com o peito estufado iria em direção do tigre e cumprimentaria de forma calorosa ao chegar nele... – E ai seu degustador de leite! Não sabia que gostava de gostosas tão ricas em volúpia!... Lamberia os meus beiços ao olhar aquela mink. Mas, estava focado em minha missão e não poderia para ela naquele momento...

- Aproveita ai gatinho, não posso compartilhar os meus dotes secretos com você agora! Uma velha desgraçada me passou a informação de que o melhor médico dessa cidade estaria por aqui, um tal de Wolverine! Você sabe com quem eu falo aqui pra encontrar com esse maluco?

Esperaria a resposta do Scar ou de alguém que tivesse me passado a informação. Devido a minha felicidade, tapa na cara da velha, estaria transbordando alegria e gargalharia bem alto se a informação fosse me dada naquele momento. Feliz e contente apertaria o mamilo do tigre e com uma piscadela carinhosa para a mink seguiria para o local que fosse indicado.

Na infelicidade de não ter visto o tigre no local, iria até o balcão e conversaria com a humana... – Ser desprezível que polui a minha vista! Onde está o Wolverine? Tenho que falar com ele porra!... bateria com a palma da mão no balcão e esperaria a resposta da mesma. Caso alguém se aproximasse de mim de forma que julgasse agressiva, sacaria a minha pistola e atiraria na perna da pessoa e em seguida apontaria na testa da humana... – Vamos sua vagabunda desgraçada! Me conta agora onde está a porra do Wolverine ou irei espalhar esse saco de merda que você chama de cérebro por todo esse buraco caralho! Vamo porra, fala vadia!...
Após receber a informação sairia do local e me dirigiria até o Wolverine.

Ao encontrar o indivíduo, seria rápido com o que teria que tratar com ele e como sempre carinho e afetuoso diria quais seriam os meus singelos motivos para com o mesmo naquele final de tarde de outono... – Olha pra essa merda que fizeram comigo!!... Colocaria a minha perna machucada sobre a mesma, caso houvesse ou simplesmente viraria de lado e mostraria a perna... – Viu o que fizeram com essa obra de arte que eu chamo de perna tritônica lindamente azulada? Eu quero que você a faça brilhar novamente para que esses malditos humanos imundos tenham inveja dela.

Com um sorriso esperaria a resposta do infeliz ou até mesmo que ele começasse o tratamento, na eminencia do mesmo não começar ou se sentir desmotivado, mostraria os meus lindos e afiados dentes enquanto apontava minha arma em seu peito.... – Seu filho de uma puta, eu perguntei qual era o melhor médico dessa cidade e a vadia me disse que era você! Então você vai me tratar agora ou eu vou te matar, matar aquela puta do balcão, matar o primeiro viado que se levantar e assim por diante! Pra terminar eu vou cagar na entrada e procurar um outro médico desgraçado para concertar esse lindo espécime que sou.

E assim, depois de uma conversa curta e sadia, esperaria o tratamento e ficaria quieto caso o mesmo começasse a fazer o que estava acostumado.

Agora com um pouco de tempo para aproveitar, olharia o ambiente a minha volta e até mesmo quem estivesse dentro dele e como sempre a minha mente voltou a maquinar na ideia de que aquele polvo desgraçado era uma pessoa perigosa..

“Huumm, preciso pensar em como mostrar a verdadeira identidade daquele polvo filho de uma puta! Tenho certeza de que ele encomendou aquele encontro e dê que trabalha para aqueles vermes! Deveria ter matado ele quando o encontrei pela primeira vez!
O problema é que aquele gatinho juvenil para gostar e muito dele! Fico imaginando se ele chorará e tomará leitinho quando descobrir que aquele puto na verdade quer é foder com ele!”


- Caralho viu, o que que eu faço agora Wolverine? Fala alguma coisa comigo porra!

Indagaria a pergunta completamente sem nexo ao ser que acabará de conhecer!

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 2 Out 2017 - 19:52












Estava caminhando tranquilamente. O caminho aparentava estar vazio, embora não fazia ideia o motivo de tal, talvez minha fama tivesse se alastrado? Talvez... Se eu dava importância? NÃO ESTAVA NEM LIGANDO, HAHAHA. Gargalhei aleatoriamente.  Conclui-se que o álcool estava fazendo algum efeito, aliás era uma garrafa inteira de conhaque que esvaziava em questão de poucos minutos.

Meu objetivo ainda não se alteraria, mesmo que estivesse sendo procurado ou algo do gênero, bom, não importava, caso o problema batesse em minha porta, daria um jeito no momento, não tinha necessidade de pensar tanto, concluiria. Minha diversão era uma coisa muito mais importante do que a minha cabeça no lugar, ou é o contrário? Enfim, fodas...

Continuaria a procura pelo estabelecimento de “lazer”. Acabaria tendo minha atenção prendida por um letreiro luminoso chamativo. Estaria cambaleando um pouco, de certa forma por causa da bebida, mas nada que afetasse meus sentidos, ou minha percepção, uma vez que era o “mestre” da farra, logo estando acostumado.

Na entrada do local, lançaria o vidro de conhaque vazio no chão a poucos centímetros de mim, uma distância segura. Um barulho acabaria sendo ouvido no estabelecimento, uma vez que seria logo na entrada, sim, provável que chamasse atenção das pessoas próximas. Fazer o que, gosto de holofotes...

Entraria e aos berros... — Me tragam um conhaque dos bons e a melhor garota, que hoje estou com tudo. — Balançaria a cabeça de um lado para o outro como um cachorro louco por uma cadela no cio. Seguiria para um possível balcão do local, se tivesse a tal bebida, então acabaria abrindo-a, ingerindo-a aos poucos e seguindo para o local mais “reservado”, talvez um guardo fedido, sim, fedido, estamos em um bordel porra.

Sou preguiçoso em fazer o que não interessa, mas naquele momento estaria com tudo, a tempos não ia no meu “santuário”, somente a matar marmanjos suados, bom, não era minha tarefa predileta. Seguiria para o possível quarto caso fosse apresentado a uma bela moça e começaria a “diversão” a partir dali. Crianças saiam do computador...

Informações



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Considerações, Leia!:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 2 Out 2017 - 22:11



Apesar de não gostar de ser interrompido, Scar tinha que admitir que aquela mulher sabia como se portar e impor sua própria presença. No entanto ver a moça se tremer de medo ao ouvir falar do Egídio e dos Caveiras Negras fez com que seu olhar de apreciação se tornasse em um de desdém.

- É esse mesmo. Pelo visto você está cheia de medo dele? Gigigigi, vamos, me conte porque tanto medo? – Disse com desdém aparente, tanto para com a reação dela quanto para com os seus inimigos. – Se não quiser as cabeças nem os itens, tenho dinheiro também, e além disso, ninguém sabe o que fiz. Esse pode ser o nosso segredinho.

- Espere um instante... Pensando melhor... Qual seu nome mesmo? De onde você vem?

Justamente quando o Tigre estava prestes a responder, ele ouviu duas vozes que ele já nem lembrava que existiam. O peixe frito e o humano ruivo. Em seguida ouviu a comoção que o ruivo fazia ao quebrar a garrafa e entrar berrando, mas felizmente o homem não veio arruinar seus negócios e fingiu que não o viu.

Já o peixe azul agia diferente.  – E ai seu degustador de leite! Não sabia que gostava de gostosas tão ricas em volúpia! Aproveita ai gatinho, não posso compartilhar os meus dotes secretos com você agora! Uma velha desgraçada me passou a informação de que o melhor médico dessa cidade estaria por aqui, um tal de Wolverine! Você sabe com quem eu falo aqui pra encontrar com esse maluco?

Por um instante Scar pensou em ignorar por completo o tritão, mas lembrou-se da matança que fizeram juntos. – Sabe de quem o peixe frito está falando? -  Perguntaria à dona do estabelecimento com uma voz desinteressada, extremamente oposta a forma que buscava as informações anteriormente. Claramente não se importava com a resposta.

- É apenas um conhecido.- Responderia se questionado sobre Ken.

Se em algum momento acontecesse alguma confusão no local provocada por aqueles dois, quer seja quando chegaram ou quando estivessem buscando pelo medico, ele não tomaria parte. Muito pelo contrário, por mais que a vontade de matar alguém já estivesse forte novamente, estava mais interessado nas informações. E queria também ver como aquela mulher lidaria com isso. Se fosse fraca, ele não se daria o trabalho de pagar, e apenas tomaria a força o que procurava.

Caso ela lhe pedisse ajuda, ele apenas riria e tragaria a bebida da mesma forma que a mulher fez anteriormente. – Boa bebida! Sinto muito mas quero dar uma olhada naqueles cartazes o quanto antes, não tenho tempo para brincar com eles.

Da mesma forma negaria ajudar aqueles dois se pedissem. Só se envolveria se sofresse algum dano. Faria o perpetuador se arrepender. Já se não houvesse confusão, ou se sua ajuda não fosse requisitada, assim que fosse apropriado voltaria a conversar com a mulher.

- Pode me chamar de Scar. Viajei pelo West Blue e até mesmo por mares mais longínquos. Mas isso não importa, o que me importa é, quanto você quer? – Em seguida ele tragaria a bebida de forma idêntica a que ela havia feito. Não poderia fazer pior. Sentindo o liquido descer ardendo por sua garganta, não sentiu nada de especial, mas ainda assim disse com um sorriso largo, mostrando suas presas. - Boa bebida!

Caso o preço pedido fosse acima de duzentos mil berries, ele se levantaria e caminharia para a porta – Tsc. Duzentos mil é o que estou disposto a pagar. Se não aceitar procurarei em outro lugar.

Já se o valor fosse aceitável, ele tiraria as notas\moedas de sua sacola de dinheiro. – Pode seguir em frente. Aliás, alguma notícia sobre os últimos acontecimentos em Las Camp?
Histórico:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptyQua 4 Out 2017 - 2:23

Uma Succubos em Ilusia



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"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)





A ruiva se recostava sobre o banco do local, e apenas relaxava, era um momento simples aquele, descansar depois de toda uma confusão e Deus sabia quando ia ter algo ainda maior que aquilo. E descansar era sua prioridade naquele momento com toda certeza. Os segundo antes de dormir seriam apenas alguns leves pensamentos calmos onde ela lembrava de sua infância.

Aqueles tempos com seu pai enquanto recostaria sua cabeça deixando cada vez mais escorada esperando o sono chegar ali no zeppelim, fazia muito tempo que era tinha uma sensação como a de voar, ela adorava aquilo, assim como se sentia bem em alto mar, veículos a encantavam, era como se eles falassem com ela, e contassem vários segredos.

Cada local tinha sua historia assim como cada pessoa ou ser, ela imaginava se esses lugares contassem historias o que eles poderiam dizer? Talvez coisas maravilhosas, ou terríveis, Beijos, socos, uniões e separações, tudo em uma única cadeira, em um único banco na praça, em um barco, cada pequeno segundo que passava por eles podia ser repassado, as vezes ela chegava a acreditar que sentia isso quando tocava no leme de um navio, ela achava que as vibrações a tocavam.

Ela apenas sentia como precisava reagir a correnteza, tudo era natural, ela não fazia ideia de como aprenderá tão rápido com Bill em Wars Island, ela apenas lembrava dos primeiros momentos de suas falas pra ela. “As vezes me pergunto por que tanta saudade de casa? Eu mesma queria aventuras, por que sempre me volto a pensar nisso?” Ela não sabia bem sobre isso mas é o instinto primordial, querer sua casa, o desconhecido assusta e se agarrar a coisas conhecidas é uma autodefesa.

Não importava mais na verdade, ela apenas tinha a opção de seguir em frente, voltar jamais foi uma opção, ela no fundo sempre soube o lugar em que estava pisando mas nunca admitiu verdadeiramente isso, era algo que simplesmente poderia nunca realmente ser tratado como real pra ela, mas sim era apenas tempo, um dia ela se verá diferente.


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Estou chegando depois de tempos

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySab 7 Out 2017 - 18:15

Stranger Family - Blood Ocean
09




Layla está repousada em um confortável banco e dorme. A noite já havia caído e as luzes das cabines estão baixas em uma penumbra confortável. O capitão do zeppelim deseja uma boa noite e viagem a todos, desliga o microfone, deixa seus tripulantes no comando e sai para verificar uma chamada na casa de máquinas da aeronave. Enquanto isso Scar continua a conversa com a Mink:

- É esse mesmo. Pelo visto você está cheia de medo dele? Gigigigi, vamos, me conte porque tanto medo? Se não quiser as cabeças nem os itens, tenho dinheiro também, e além disso, ninguém sabe o que fiz. Esse pode ser o nosso segredinho.
- Bem, se insiste tanto vamos a um local mais reservado para conversarmos sobre esse assunto. - ela olha para a garçonete ao longe e sinaliza para cima com a mão esquerda. - Me siga. Vamos ao meu quarto tratar sobre isso!  

Eles seguem nas escadas para o andar superior quando o tritão entra no bordel e fala com a garçonete:

- Ser desprezível que polui a minha vista! Onde está o Wolverine? Tenho que falar com ele porra!
- É incrível como só entra gente maluca nesse lugar. - sussurra a garçonete e se aproxima do local onde está Ken. Ele reage à demora e diz:
- Vamos sua vagabunda desgraçada! Me conta agora onde está a porra do Wolverine ou irei espalhar esse saco de merda que você chama de cérebro por todo esse buraco caralho! Vamo porra, fala vadia! - a garçonete ergue a perna esquerda e coloca sobre o balcão num movimento rápido e sensual.

O movimento era de ameaça e chama atenção de duas outras mulheres que estavam na outra ponta do estabelecimento. O lugar começa a se agitar e um casal entra sentando logo na beira da porta. Ela está de uma calça jeans do tipo flare e um salto alto preto. Ela para e diz:

- Olha... Você se acalme senão teremos de lhe retirar daqui. - ela olha para as duas mulheres e elas ficam alerta, mas não se aproximam. Continua: - O Wolverine normalmente chega aqui as dezoito e quinte, dezoito e meia. Sente e espere! - ela baixa a perna e se aproxima do corpo do homem, dizendo: - Você deseja alguma coisa para colocar nessa sua boquinha linda? - ela mentia, mas fazia parte da profissão.

Na outra ponta do quarteirão, no cais, Royce se aproxima do velho e diz:

- Eii amigo. Pode me dar uma informação, Nyan?? - o velho já havia visualizado o garoto se movimentando ali no porto, por isso estava tranquilo porque não tinha visto quando Raksha saíra com o baú ensanguentado. Ele havia estranhado a aproximação deles no mar, mas cordial responde:
- Claro, meu jovem. O que deseja - seu tom de voz era suave, velho, mas manso e não soava ameaçador. O lince continua:
- Chegamos agora na ilha. Tivemos uns probleminhas com piratas no caminho e nossa escuna foi danificada. Vê? Talvez você pudesse me ajudar em encontrar quem possa me ajudar? - o garoto está com sorte e mal sabia disso. O velho sai de dentro do bote, olha melhor na direção das embarcações e então fala:
- Bem... Talvez eu possa olhar um pouco essa Escuna e essa Brigue. Eu sou um dos poucos carpinteiros da cidade. Me chamo Clovis, aliás. Como se chama? Vamos ver como está isso lá. - ele acompanha o rapaz na passarela indo em direção às embarcações.

No meio tempo, Simo aparece em frente ao bordel, bêbado, quebra a garrafa e alarma o casal que estava sentado ali perto logo depois da porta. Gritando, diz:

- Me tragam um conhaque dos bons e a melhor garota, que hoje estou com tudo. - as duas mulheres se olham como se decidissem quem atenderia o ruivo. Ken pode ver o colega chegar!

Logo atrás dele entra um homem com uma roupa colada, preta, que parecia ser de uma peça só, mas era calça e camisa de manga curta. Ele está sem a máscara de seu conjunto, mas foi logo anunciado quando entrou. Parecia um membro da família.

- Wolverine, que bom vê-lo por aqui. - disse uma das duas mulheres, aproximando-se e apertando seu braço direito.
- Olá, vamos ajudar esse rapaz aqui primeiro. - diz ele se aproximando de Simo.

No andar superior, dentro de um quarto bem iluminado por um lustre simples, Scar podia ver uma cama com roupas de cama no tom violeta, uma cômoda com um tecido florido no mesmo tom e quadros em cima, um guarda-roupa com as portas abertas onde e uma penteadeira mais cheia de papéis que qualquer outro local do quarto. O chão era coberto por um tapete de tecido preto para completar o cenário exótico no local. Ali, Scar logo continua:

- Pode me chamar de Scar. Viajei pelo West Blue e até mesmo por mares mais longínquos. Mas isso não importa, o que me importa é, quanto você quer?
- Você parecia que iria insistir bastante, por isso preferi trazê-lo aqui. Eu cobrarei duzentos mil berries. - ela para, senta na cama e então continua: - Bem... A pouco tempo soube que alguns mercenários entraram nos nossos mares à busca de um tesouro que existe por essas bandas. Eu não tenho notícias sobre isso, pois quando soube que eles estão a mando de Egídio me preocupei. Esse cara é o líder de um bando Pirata muito poderoso. Atualmente ele apenas comanda e acumula dinheiro e a algum tempo aprontaram pelas bandas de Las Camp. Ele tem uma recompensa altíssima, por isso nem quis me envolver muito. Se fosse você não me meterei com eles. Os Caveiras Negra estão na Grand Line a bastante tempo! - termine e logo o tigre emenda:
- Aliás, alguma notícia sobre os últimos acontecimentos em Las Camp? - ela levanta, vai até a penteadeira, mexe em alguns papéis e pega quatro cartazes. Ele pega o primeiro e havia uma com um retrato falado de Scar onde ele poderia ver:
- Recompensa de 5 milhões de berries. Parece que você e seu grupo causaram algum alvoroço aqui na cidade. Eu imaginava quando você chegou com essas cabeças. Las Camp não fica tão longe daqui e só recebemos esses arquivos hoje! Olhe... - e ela mostra os outros três papéis. A única imagem fácil de identificar era de Simo onde havia recompensa de  6.050.000 de berries. As recompensas de Ken e Royce, respectivamente, estão em 4.300.000 e 5.500.000.

No cais, verificando a Escuna o velho diz:

- Bem, não parece estar avariada de modo tão considerável. O que vocês fizeram com essa beleza aqui? Aliás, essa outra embarcação. Tenho certeza de que eu a vi aqui pela orla na semana passada. Eu jamais esqueceria. Com quem vocês se meteram?! - pergunta enquanto Ryu se aproxima lentamente, quase mancando, e atrapalha:
- Olá, eu sou o navegador dessa embarcação. Você por acaso poderia ver o estado dessa outra? - e então Agatha aparece perguntando a Royce:
- Roy, onde está o maldito do Simo. Você poderia ir atrás dele? Eu já fiz todos os preparativos e ele não voltou ainda! - e já era 18h15min.

Um grupo de cinco marinheiros cruza a rua a cinquenta metros do bordel. Eles encontram a velha que havia sido assaltada a pouco e lhe oferecem ajuda.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySab 7 Out 2017 - 19:11

Uma Succubos em Ilusia



Post 2




"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)





A ruiva recostava a cabeça depois de tudo aquilo e finalmente adormecia um pequeno presente dos deuses naquela situação, principalmente por tudo estar tão confuso em sua cabeça ainda, não que ela não entendesse a situação mas havia sido coisa demais para processar de uma vez só.


Sonho


-O que é isso onde estou? Pai é você?- Falava a moça num tom de voz sereno, ela agora estava de frente a Robert que apenas tinha um sorriso no rosto, aquela era a biblioteca de sua casa em wars, local onde ela vivia sempre na infância. Como sempre acompanhada de sua irmã gêmea Catherine, que dormia deitada ao colo da mesma, quietinha como um anjo, enquanto seu pai se dirigira a ela.- Layla, é hora de dormir, não fique até tão tarde aqui na biblioteca, você é muito jovem e precisa crescer. - Dizia o homem que pegava Catherine no colo e rumava para o quarto, e enquanto caminhava para a saída prosseguia falando. - Vou levando sua irmã para o quarto, não demore muito por aí.- a ruiva estava abismada ela só queria mais 10 minutos com ele bem ali.

Mas logo aquela vaga sombra se desfazia, e apenas o que ela via era a doença o corroendo, todo o cenário mudava e o tom fúnebre tomava conta do local, ele estava numa cadeira de balanço e tudo era escuro em volta apenas uma luz ficava sob ele, enquanto Layla se via acorrentada sem poder se mover enquanto via lentamente o corpo dele ir sendo consumido pelo tempo naquela cadeira de balanço, e o sorriso que tinha em seu rosto aos poucos se desfazia enquanto dava lugar a um olhar assustado, ela não lembrava de Robert assim, ela não queria nunca ter visto tal face de medo, dor desespero.

O cenário bruscamente mudava de novo era o enterro dele que estava na sua mente. O caixão agora seguia de várias pás de terra que aos poucos o enterravam, Layla não falava nada naquele momento na verdade ela não conseguia, apenas deixava a chuva escorrer pelo seu rosto, e lembrava de todos os momentos felizes que aquele homem havia lhe proporcionado, mas Catherine gritava a toda alta voz a culpando, e jogando todo o ódio bem em cima dela que paralisada apenas aceitava o momento.

Ela pensava em falar com a sua irmã, pedir desculpas por as coisas do passado mas antes de tudo, ela apenas via um sorriso maligno nela e um pirata lhe entregando dinheiro, enquanto recebia uma pontada na nuca e simplesmente acordara num barco, haviam correntes em seus pulsos, e também prendiam suas pernas, ela aos poucos abria os olhos e o sol no seu rosto a ofuscava, ela aos poucos olhava a sua volta, e não conseguia reconhecer aquele barco, menos ainda os homens que estavam observado ela naquele momento um deles se aproximava dela ele era Rodney o capitão daquele navio, ele começava a passar a mão sobre a garota, ele deslisava as mãos pelos ombros e pescoço dela enquanto puxava a faca e falava com os seus homens.

Ela agora tinha um dejavi daquilo, eram os homens que a torturavam no passado, ela agora sentia aquilo não podia ser real, ela percebia finalmente, tudo era um sonho naquele momento.


Fim do sonho


Layla prosseguira recostada esperando o pouso do Zeppelim enquanto apenas respirava em seu sono. a paz era o que ela esperava depois de tudo aquilo, claro quem dormindo não é o que poderia pensar mas a expressão no seu rosto revelaria isso, uns poucos instantes despreocupado, talvez mais que o normal naquela hora, antes da tempestade sempre vem a calmaria, eram algumas das palavras do antigo mentor de Layla que a ensinou navegação, a frase não era exatamente dele mas ele falava algumas vezes, ela não sabia disso ainda, mas o homem estava certo, e muitas coisas ruins deviam estar a esperando, depois de breves momentos de paz.


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É ate que fui rápida dessa vez

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 9 Out 2017 - 12:52



   
Royce

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Vendo Ryu se aproximar Royce ergue a mão interrompendo todos que começavam a falar, ao mesmo tempo que ergueria o dedo indicador para Aghata sinalizando para que a mesma esperasse1 mim.

- Você-gara não vai ver nada, ou fique sentado ou deitado. - olharia de forma dura para o amigo, afinal não era um tolo e sabia ver que ele já estava forçando de mais. - Como eu disse... - virar-se-ia para o velho carpinteiro. - Nos-gara encontramos com piratas, só tivemos a vela danificada. Mas essa escuna também era de piratas e servia para traficar Minks e tritões. Como você poder ver nenhum dos grupos piratas existe mais. De modo que os dois agora me pertencem e você-gara certamente não vera mais os grupos a quem elas pertenciam por ai. O que eu quero é vender esse aqui. - diria apontando para o barco maior. - por dez milhões de Berris e comprarei material e serviços, claro que do senhor mesmo. - diria Royce com um sorriso fortuito no rosto. Reformaremos aquele, substituir as celas que ela tem por quartos, melhorar o mastro e o que mais for possível fazer nela. Pretendo ir para Grand Line e quero ter um barco bom para a travessia. O maior fica por dinheiro, material e serviços, e você-gara pode fazer o que bem entender com ela desde que faça o que eu quero com esta. terminaria sorrindo, mas logo continuaria a falar. - Nyan, Nyan, Nyan é claro, tenho mais algumas coisas que podemos incluir nesse valor. - Royce seguiria até o pequeno baú onde tinha depositado as coisas. - Aqui tenho um revolver de ouro, uma estatueta feita de Old Tree da minha terra natal e algumas plantas de um dispositivo que me foge a capacidade de compreensão. - Iria até o homem abraçando-o com um braço por cima dos ombros puxando-o para olhar a Brigue. - Antes de dizer qualquer coisa venha dar uma olhada. Já limpamos algumas coisas, mas pegamos esse navio hoje de manha e certamente não reviramos ele... MASSSs o senhor como Hábil carpinteiro certamente sabe que piratas escondem muitas coisas em seu navio e certamente poderá dar sorte com esta belezinha aqui. - Royce continuaria bajulando o homem, não que fosse algum tipo de mestre nesta arte, mas gostava do som da própria voz.

Após o breve Tour pela embarcação Royce perguntaria?


- Temos um acordo? - diria de modo que transparecesse que não haveria brechas para negociação, mas com um sorriso amigável no rosto. Se o homem oferecesse a mão para ser apertada Royce sorriria e concluiria. - Ótimo Nyan. - Royce pegaria então novamente o mapa do West Blue e estendê-lo-á próximo ao senhor. - Onde fica sua oficina? - Aguardaria a indicação e com um dos lápis que teria trazido junto ao mapa a marcaria. Enrolando novamente o mapa. - Meus-gara companheiros foram entregar as cabeças e buscar um médico acabamos não saindo impunes desses nossos encontros, quando eles-gara voltarem seguiremos para sua oficina.

Royce então se aproximaria colocando o braço sobre o ombro do homem e começaria a guia-lo para fora da embarcação. - Não iremos demorar, vou ter que ir atrás desses-gara folgados agora. - diria enquanto descia a rampa junto com o homem, deixando que sua voz distraísse o sujeito enquanto a mão que estava no ombro deslizaria suavemente pelo corpo do mesmo tentando localizar pertences que pudesse afanar, ao mesmo tempo que girava seu corpo postando-se mais uma vez de fronte ao sujeito. - Esqueci-me-gara de apresentar. Sou Royce Khajit. - diria mais uma vez entendendo a mão enquanto a outra terminava de vascular algum bolso e pegar o que tivesse ali encontrado. Royce aproveitar-se-ia da rampa estreita para justificar a proximidade que estariam no momento deste ultimo cumprimento. ( Sou furtivo, tenho punga e sou viciado em roubar coisas sem sentido.) - Nos-gara vemos mais tarde Clovis.


Caso o homem disse que não poderia aceitar o serviço Royce apenas não apertaria sua mão e também não pediria indicações de onde era sua oficina. Agindo a seguir de forma muito similar, acompanhando o homem até a saída enquanto conversava e tentava rouba-lo.

- Bom, é uma pena que não possamos fazer negocio-gara. - diria enquanto conduzia o sujeito novamente ao porto, ao passo que se posicionaria para se apresentar e vasculhar os seus bolsos de forma eficaz. - Esqueci-me-gara de apresentar. Sou Royce Khajit. Bem, como o senhor não aceitou o serviço.... Talvez possa me indicar quem o faça?

Em qualquer um dos casos após a partida do senhor o gatuno subiria novamente a rampa e seguiria em direção a cozinha onde esperava encontrar Aghata.

- Estava ocupado, precisa de algo, nyan? - se ela voltasse a falar sobre o ruivo e que Royce deveria ir busca-lo ele encostar-se-ia na moldura da porta cruzaria os braços e olhando-a seriamente diria. - E de que que adianta? Não é como se eu fosse conseguir seguir ele pelo cheiro. Já me arrependi de ter pedido que ele fosse atrás do médico e você está preocupada com o guisado? -deixaria que o silêncio se alongasse por algum tempo para então continuar. -Foi Ryu quem lhe tirou do mar sabia? Você-gara teria morrido afogada, foi ele que lhe carregou pra dentro junto comigo-gara. Entendo que o ruivo lhe tirou as grileiras, mas você-gara não é boba, já deve ter percebido que foi um capricho momentâneo.... Quem sabe devesse ir cuidar do Ryu e tomar conta pra que ele não se esforce, a comida agora é o de menos, podemos passar um dia com um guisado ralo. - virando-se ele completaria sem lhe olhar. - Vou ir atrás de um médico. Se eles voltarem antes com um médico sigam para a doca do carpinteiro, se eu chegar aqui e não ver os navios irei para lá. - daria um passo e pararia novamente. - Se preocupe com aqueles que se preocupam com você.  

Dito isso Royce voltaria para o porto, deixando o mapa com a marcação próximo ao timão, isso é claro se o mesmo tivesse sido utilizado para esse fim. Pegaria o revolver de ouro que o ruivo lhe havia entregado, mas deixaria as demais coisas a bordo. Seguiria rumo a cidade, procurando nas ruas principais ou até mesmo pedindo informação.


Se por ventura Royce avistasse um grupo de marinheiros se manteria oculto da visão dos mesmos. Obviamente não sabia que tinha uma recompensa por sua cabeça, o motivo de se ocultar era referente as suas experiências com os mesmos em Las Camp, onde foi caçado sem qualquer motivo por está laia.



Todavia, havia uma ultima opção e o homem poderia querer negociar o valor, sendo assim Royce estaria disposto a tal, mas abaixaria somente até 8 milhões o valor aceitável.


”objetivos”:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Ter 10 Out 2017 - 19:00, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 9 Out 2017 - 14:15

Após as palavras da garçonete que supostamente quis me intimidar, cuspiria uma grossa baba que já estaria acumulando na boca daquela infeliz que tentou proferir tais palavras a um nobre e brilhante como eu! ... – Cale a boca sua puta de quinta, engula essa merda e fique feliz por não colocar outra coisa dentro dessa latrina imunda que vc usa diariamente para limpar o pau de todo mundo nessa espelunca!

Irritado, fecharia a minha mão e esmurraria qualquer coisa que estivesse próximo de mim! Andaria em direção ao maldito e suposto médico chamado de Wolverine. Antes disse agarraria qualquer pessoa de cabelo loiro que estivesse próximo ao meu alcance e o jogaria nos braços ou em cima do meu companheiro fanfarrão! ... – Seu médico cego, ele não precisa de um médico e sim de alguma coisa pra descarregar a porcaria do saco imundo dele! Agora permita lhe informar que você irá tratar a porra da minha perna ferida e agora!

Sacaria uma de minhas pistolas e a manteria em mãos! Encararia o humano com desprezo e com um olhar cheio de ódio e fúria... – Está esperando o que para começar a me tratar seu merda! Há uma pessoa a beira da morte, não que me importe com ele, mas preciso da minha perna tratada antes de você cuidar daquele puto de merda!... Engatilharia a arma e o fitaria com um ódio imenso. Estaria doido para matar alguém, acho que toda essa fúria foi por pensar que o médico fosse uma pessoa completamente diferente do que acabará de encontrar.

Caso o mesmo pedisse para segui-lo ou até mesmo me sentar para iniciar o tratamento assim o faria e manteria a minha mira constante nele e em qualquer pessoa que me olhasse com raiva ou indiferença! Não estaria nenhum pouco me importando se a minha presença naquele local estivesse estragando o início da noite ou o divertimento de todos!

Depois de tratado, daria alguns passos em circulo para sentir a pressão em minha perna. Teria a nítida impressão que a cura demoraria mais um pouco para acontecer!... “Médico filho de uma puta, aquela velha maldita me enganou! Pensei que ele curaria de forma instantânea a minha perna! Foda-se, agora tenho que levar esse bosta até o navio e tratar daquele traiçoeiro do polvo! “

- Agora me siga seu humano de merda! Há mais alguma pessoa que você terá que tratar! Caso o mesmo recusasse, recuasse ou não fizesse menção de me acompanhar, simplesmente daria um tiro ao lado de sua cabeça próxima a sua orelha, na verdade não estaria nem ai se tivesse acertado a cabeça dele, direcionaria o cano de minha arma em sua testa e calmamente começaria a conversar... – Tenho mais o que fazer, agora levanta esse seu cu sujo e começa a andar caralho! Não me  importo em levar o seu cadáver até o mar e jogá-lo lá.

Se em algum momento alguém tentasse fazer algo contra ao meu ser, inclusive o médico, brilharia a minha crista, atiraria três vezes contra o meu agressor, depois atiraria mais duas vezes contra o médico... “ Já não me serve de mais nada lixo de humano!”...  Pegaria alguma das amêndoas da sacola da velha e iria em direção a saída. Qualquer pessoa que ousasse se por em meu caminho, arremessaria com o meu polegar as amêndoas contra o rosto dos meus oponentes e dispararia com a arma se houvesse a necessidade para tal! Ao sair se me deparasse com alguém na rua, jogaria o restante das amêndoas contra essas pessoas, sacaria minha segunda pistola e começaria a descarregar as duas armas enquanto correria pela a procura de um beco ou viela. Porém, se não houvesse ninguém ou se as pessoas fossem mortas com os meus disparos (recolheria seus pertences, armas, cacarecos, dinheiro e coldres caso houvesse) andaria pela rua e pararia na primeira parede próxima ao bordel e lá começaria a mijar com calma não estaria preocupado com a importância do estabelecimento...

- Pronto to com o taque vazio, agora preciso encontrar alguém que me indique um ser confiável para me ensinar a forjar alguma coisa! Não deve ser difícil...

E assim sairia andando da rua principal procurando algum estabelecimento, nas outras ruas, que parecesse com uma ferraria ou até mesmo que trabalhasse com metais ou coisas parecidas. Na minha preciosa mente esses tipos de locais seriam os primeiros a ter a informação desejada ou algo similar.

Mas, se o médico resolvesse me seguir sem causar mais problemas, sairia do local com ele calmamente e se alguém me abordasse de forma ameaçadora, seguraria o médico e o usaria como escudo e assim trocaria tiros com quem fosse! Continuaria a usar o médico como escudo até eliminar meus agressores. Após abatidos, recolheria seus pertences e voltaria até o médico agarraria o mesmo pelos seus cabelos e o arrastaria até o navio. Porém, se nada ocorresse ao sair do bordel, guiaria o humano até o navio. Uma vez tendo retornado até a embarcação, procuraria por Royce e diria ao mesmo... - Ta ai o médico que falei que iria trazer! Agora tenho assuntos pra tratar! Não se esqueça de vender as minhas coisas e ganhará leitinho uahushuahushauhushauhsuhsa.

E assim, sairia gargalhando pelo porto a procura de um mecânico ou algum local onde me fosse permitido aprender/comprar/ a forjar!


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 5 EmptySeg 9 Out 2017 - 14:39


...I say run little monster,
Before you know who I am...



Olhando para os papeis, o Mink sentia um certo conflito interno. Por um lado ele odiava piratas, e estava disposto a matar qualquer um que aparecesse em seu caminho. Mas agora ele próprio havia se tornado um foragido. E o pior que sua recompensa de alguma forma era mais baixa do que a do lince e do humano. Como pode ser?

Mais uma vez naquele dia ele percebia que as pessoas não o temiam como deveriam. “Por que será?”. Definitivamente ele iria descobrir onde estava errando uma vez que saísse daquele local. Ao menos ele havia ganhado novas informações sobre seu nêmesis. “Então quer dizer que aquele desgraçado do Canvil não era o capitão? Tsc. Mas ele vai ser definitivamente o primeiro a morrer.”

Olhando o quarto, ele colocou duzentos mil em cima da cômoda, além de apoiar a lança nela. O baú já estava no chão e se aproximando da mulher sentada, ele colocou todos aqueles pensamentos no fundo de sua mente. Agora que descobrira o que procurava, só faltava se livrar das cabeças. Mas isso poderia esperar.

- Eles realmente devem ser terríveis. – Disse em um tom sarcástico. – Afinal de contas eu lhe trouxe um baú cheio de cabeças e você não hesitou em ficar sozinha comigo em seu quarto. – Nesse ponto Scar trancaria a porta caso ela estivesse aberta ainda e tiraria o sobretudo. – A não ser que pretendesse me distrair o suficiente e garantir que eu não te faça algum mal?

Parando em frente de Lily com um sorriso largo, mas que certamente pareceria ameaçador para muitas pessoas, desabotoaria a calça e removeria a camisa. Em momento algum passaria pela sua cabeça que a mulher pudesse não querer fazer nada. Por mais que fosse inexperiente, o Tigre não era nenhum tolo. Ela era a dona de um bordel e o tinha levado até ali. O que mais ele precisava para entender o que ela queria?

Scar tinha consciência de que muitos o viam como sendo simplesmente uma besta sedenta por sangue. Essa descrição era boa e o agradava, mas estava errada. Ele era muito mais que isso. Por mais que agisse de forma extrema, fosse agressivo e parecesse estar furioso em alguns momentos, o fato é que ele sempre permanecia calmo, racional, no controle, mesmo em seus momentos de êxtase. Ele não era como seu irmãozinho idiota que perdera as estribeiras em Las Camp mesmo depois de toda aquela meditação praticada.

Além de ser racional e sedento por sangue, ele também era guiado pelas mesmas necessidades de todo ser vivo. Comer, beber, cagar, mijar e bom, aparentemente foder. Subindo em cima dela começaria a tirar a roupa da mesma, usando suas garras para rasgar o tecido se encontrasse alguma dificuldade.

Usando uma de suas mãos seguraria os pulsos da Mink acima da cabeça dela, e com a outra alisaria o corpo da mesma, principalmente aqueles pares de peitos magníficos. Entre as pernas dela iniciaria o ato de penetração imediatamente. Sua inexperiência se mostraria ali, pois não conhecia o conceito de preliminares, e além do movimento instintivo forte, não saberia muito mais o que fazer.

Ao menos essa Lily era experiente e poderia guia-lo se houvesse necessidade. Não que ele achasse que precisaria. Se em algum momento ela pedisse por dinheiro, reclamasse das roupas rasgadas ou tentasse enrola-lo, ele responderia com um. – Não se preocupe, tenho dinheiro, mas não tempo, agora vamos. – Antes de continuar com suas ações.

Caso percebesse em algum momento que a mulher não estava disposta a fazer sexo, sentaria na cama recostado na guarda. – Tem certeza disso? – Perguntaria, e recebendo uma resposta afirmativa prosseguiria – Então vá buscar sua melhor puta, vou usar esse quarto.

Uma vez que a nova mulher chegasse, desde que fosse realmente uma mulher e o Tigre a achasse atraente, ele prosseguiria com o ato sexual. Se algo desse errado, mataria a pessoa atacando com a lança em um movimento de estocada mirando a barriga da pessoa e empurrando até acertar uma parede e prende-la contra.

Se por algum motivo Lily fizesse questão, ele se levantaria e pegaria sua lança. – Eu realmente não entendo como você é tão corajosa a ponto de me provocar em um quarto fechado, mas não para falar sobre aqueles vermes dos Caveiras Negras. Tsc.

Em seguida olharia para ela como um tigre olha para um cordeiro. Naquele momento ela teria se tornado em sua mais nova presa.

Se em algum momento ele fosse atacado, rolaria para fora da cama na direção da sua lança se possível para pega-la e em um movimento de corte na diagonal de cima para baixo tentar bloquear o ataque. Se for algum atirador, após rolar para fora da cama, empurraria a mesma para cima do oponente de forma a desestabiliza-lo(a).

Se disparos ocorressem no piso inferior, não agiria diferente, e se ela quisesse descer para verificar, Scar a impediria - Você está mais segura aqui comigo. Em breve a marinha vai vir ver o que houve e uma de suas empregadas irão vir chama-la. Até lá temos o que fazer...

Não estava preocupado em marinheiros invadindo o local, pois simplesmente os mataria, ou se estivesse em desvantagem numérica muito grande, mostraria o baú e tentaria "limpar" seu nome. De toda forma, não pretendia se envolver na confusão e não permitiria os bastardos atrapalharem a sua diversão.
Histórico:
 
Objetivos:
 

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