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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zodíacos: A Criação

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ZnorLAX
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptySab 2 Set 2017 - 18:52



O Despertar do Dragão


Uma ninja, uma louca e uma águia traiçoeira




“Muito bem, enfim consegui algo. Vamos ver o que temos aqui... Um cantl cheio de água, carne, pão... um mapa e Armas, bem, melhor que nada. Mas esse braço realmente está me incomodando, tenho que trata-lo logo.” - pensei. A ave mais uma vez me dava problemas, porém conseguia a pegar novamente. O caminho era longo, havia encontrado o fluxo do rio, porém, estranhamente não encontrara nenhuma aparição até o momento. Por mais que fosse otimista essa informação, me preocupava um pouco.

Cada vez mais que andava pelo caminho que havia traçado em minha mente, mais eu sentia minha visão ficar turva, além de cada vez mais sentir frio, estranho, porém não havia tempo para preocupações desnecessárias. Engano meu.  O cenário mudava isso não era um bom sinal, não para mim, com dificuldade de andar, exausto, novata que ao redor havia montanhas por agora, por mais que estivesse perdido por ali, sabia que não estava mais no lugar anterior, pelo menos já era um alento, ou não.

- Que cabeça a minha! – com o mapa em mãos não havia olhado antes, erro de principiante. Tentaria ler o mapa enquanto andava, seria difícil por estar com a ave, porém talvez pudesse olhar colocando-o no solo e parando por alguns minutos. “Entendo, então, eu devo estar aqui!” – apontei para um ponto entre as montanhas e o rio – Muito bem Aleister, você está mais perto do que longe... – falei antes de o pássaro espernear todo. A ave aparentava recobrar suas energias e voltava a relutar estar comigo, era uma situação bem complicada, porém, a rebeldia daquela ave ali seria o menos dos meus problemas até então.

- Ele não parece ir com você... – falou uma voz que, ao virar-me, vinha de uma mulher vestida em tons negros, com um tecido cobrindo seu rosto, deixando apenas os olhos fora. Uma ninja! Ela aparentava estar cansada, porém não mais que eu, aquela surpresa e o gralhar da ave estavam me deixando um tanto quanto perturbado, que não tive tempo de pensar em algo novo, falei o que já dizia para mim mesmo que faria ao longo do caminho.

- Hah! Me poupe dessa. Se isso fosse verdade, porque diabos me dei o trabalho de despistar eles? – respondeu ela a minha desculpa. “Despistar eles? Do que essa maluca está falando? Será que ela está com eles? Não, acho que não, mas, o que ela ganharia com isso?” – pensaria ao ouvir suas palavras um tanto quanto irônicas, talvez, ou seria só impressão minha? Tinha de tomar alguma atitude ali. – Despistar eles? O que ganha com isso? Acho que uma mulher com belas curvas com você não ganharia nada em me ajudar, principalmente estar no meio da mata, fantasiada de ninjas de obras orientais como está, no mais... – a inquietação daquele pássaro já estava dando nos nervos, assim como a minha visão, cada vez mais turva – Para com isso! – bradei para a ave – Mas, o que está pensando em fazer comig...

Antes que terminasse meu pensamento, a mulher me interrompia. – Se quiser sobreviver, me siga. Ah! E você está me devendo um kunai e duas shurikens! – falou ela. Antes que qualquer resposta minha, a garota já corria dali em direção diferente da que seguia. - Qual o seu problema?! – bradei. Realmente estava confuso, parte de mim dizia para seguir enfrente que aquela mulher me traria problemas inimagináveis, porém, a outra me falava para segui-la. Quem decidiria isso? A ave! – Vamos lá amigão, ou amigona, me... – antes que continuasse, uma leve tontura me atingia, o que me fazia pausar por alguns instantes – Eu... Eu devo segui-la? Ou... Ah, esquece! – exclamaria.

Não havia outra maneira, tentaria seguir a garota, mesmo sabendo de minha dificuldade. O caminho, por vezes, ficaria confuso, seria arriscado correr daquela maneira, porém não poderia perder a mulher de vista, não sabia onde estava antes, entretanto, seguia uma rota criada por mim, então mais do que nunca teria de seguir no seu encalço. – Ei garota, para quê essa correria toda? Eu não... – sentiria minha vista um tanto quanto turva – Não estou muito bem para isso!

Caso conseguisse acompanhar a garota, mesmo que longe, a seguiria até quando pudesse. Se ela parasse em algum local, eu diminuiria meu ritmo até chegar ao seu lado, onde respiraria fundo, descansaria por alguns instantes de cabeça baixa, e enfim falaria com ela. – O que está acontecendo aqui? – respiraria – Chega à minha vida como um furacão e  me faz correr como um bando de chacais! Pelo menos me explique o que está acontecendo! – afirmaria olhando em seus olhos.

No entanto, se a perdesse de vista, não teria muito que fazer. Tentaria avistar algum sinal de movimentação por perto e correria até lá, todavia, tomaria cuidado – nem todo movimento significa algo bom. Porém, se não visse nada, apenas continuaria a correr por onde estava indo, mesmo não sabendo onde iria parar ou o que encontraria.

Se, por alguma circunstância, encontrasse presenças que não fosse à garota, pararia e tentaria recuperar meu folego me escondendo por ali. Observaria a cena e tentaria chegar a uma conclusão lógica do que acontecia. Se fossem inimigos já conhecidos, tentaria contorna-los e seguir em uma direção perpendicular. Correria o máximo que pudera no momento.

Entretanto, se a avistasse e ela estivesse em perigo, não pensaria duas vezes e tentaria a salvar. Tentaria chegar o mais rápido possível e atirar meu corpo sobre o inimigo e assim fazê-la ouvir o que acontecia. Porém, se não fosse chegar o quão rápido queria, não pensaria duas vezes e gritaria. - Cuidado! - bradaria e tentaria atingir o inimigo com meu próprio corpo.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyTer 5 Set 2017 - 13:18

Aleister tentava conversar, ou melhor, reclamar com a mulher misteriosa apenas para se ver ignorado. Mas ainda assim seria possível perceber que ela havia reduzido consideravelmente a velocidade de forma que ele pudesse acompanhar seu passo. E não apenas isso, aos poucos eles começaram a trilhar um caminho pedregoso e estreito, com o rio correndo à esquerda e enormes pedras a direita, e devido ao seu estado o homem quase caiu nas aguas que corriam a mais de seis metros abaixo, sendo salvo pelo suporte imediato fornecido pela ninja que estava atenta a situação.

Após fazer um belo estrago na mão de Aleister, a ave parecia ter sentido o perigo que estava correndo e se acalmara. Ou talvez só estivesse cansada novamente. Assim, após uma curva aguda pela trilha, a mulher parou e fez alguns sons de pássaro com a boca.

- Fiu fiu fiu fiu fiu.

Após esperar por alguns segundos ela repetiu os sons e dessa vez recebeu uma resposta similar. Parecendo aliviada, se virou para Aleister – Chegamos. – No momento em que ela disse isso, um grande arbusto que parecia dar fim a trilha se moveu, se afastando da pedra em que estava preso e dando lugar a entrada de uma caverna.

A caverna apesar de não ser muito espaçosa era mal iluminada e Aleister não conseguiria ver seu fundo sem se aproximar. Após entrar nela o arbusto voltou ao lugar e ele poderia ver que um homem bem gordo é quem estava “controlando” essa porta, em suas mãos havia uma coxa assada com várias mordidas. Além dele havia um outro homem que era loiro, magro, pálido e alto presente no local. Ao ver Aleister ele logo começou a se exaltar – Que porra é essa Ruiva? Você trouxe alguém para cá? Ta maluca?

- Pega leve Loiro, ta achando que ta falando com quem? Quer morrer?

E assim uma discussão nada agradável onde um chamava o outro pela cor do seu cabelo teve início. Palavrões, ameaças, explicações e gestos manuais ofensivos surgiram, mas nenhuma agressão física. Aos poucos Scarlet explicava que Aleister havia matado Jack, e ao ser caçado pelos revolucionários havia aberto espaço para que ela própria matasse mais dois deles.

No entanto isso não explicava o porque dela ter ajudado Aleister, e aos poucos seus argumentos de que ele poderia ajudar, que inimigo do meu inimigo era amigo e coisas do tipo pareciam mais frágeis em comparação com os do homem loiro que dizia que era melhor mata-lo para eliminar qualquer risco de problemas. Que tudo aquilo podia ser uma armação do oponente. De fato, o loiro parecia um pouco paranoico, mas sua sugestão fazia sentido.

Enquanto isso o homem gordo já estava comendo sua segunda coxa assada e parecia alheio aquela discussão. Parecia até acostumado com aquilo. De repente de uma crise de tosse foi escutada, era estranho pois ela vinha claramente de dentro da caverna, mas ao mesmo tempo parecia vir de longe.

Agora em silêncio, a tensão no local havia escalado a níveis estratosféricos e Aleister ainda não havia dito nada sobre aquilo. Estava na hora de defender seu caso para salvar sua vida. Ou de lutar por ela.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyQua 6 Set 2017 - 14:01



O Despertar do Dragão


Confusão na Caverna




“Que caminho ruim de prosseguir. Tenho de tomar cuidado para não acontecer...” – rapidamente minha visão se tornou turva, e em minha mente já arquitetei minha queda naquelas águas corredeiras. Por sorte, a garota me salvou. Por sorte. Antes que pudesse esboçar qualquer agradecimento, ela continuou seu caminho.

A dor em meu braço já não era magoada severamente, era sinal que o pássaro enfim havia parado de resistir aos meus cuidados. – Não se preocupe. Eu não vou te machucar. – afirmaria antes de ver uma situação um tanto quanto curiosa. A mulher havia parado ali, a frente de uma espécie de rocha e iniciou alguns barulhos estranho. Inevitavelmente olharia para aquela situação bem desconfiado, minha sobrancelha elevada era o melhor sinal disso. Estava enganado.  

Após alguns segundos, pude ouvir um barulho parecido com o que ela emitiu. – O que você está faz... – antes que pudesse terminar minha frase, a garota virou-se a mim e afirmou que havíamos chegado em algum lugar. – Chegamos – falou ela. Curiosamente já estávamos em algum lugar, só não entendia o porquê de estarmos ali, não até um dos grandes arbustos se mover, revelando uma entrada, ali seria uma caverna.

Não fazia a mínima ideia do que havia ali, mas a ideia de guardar uma caverna ali seria bem clichê, porém, efetiva. Não tinha muito que fazer, pior do que estava acreditaria que não ficaria então segui para o interior do local. Não iria entrar de vez, andaria calmamente, tentando olhar o interior do local, assim como onde pisava e o que estava acima, uma vistoria preventiva.

- Que lugar... – ao entrar, o arbusto voltou para o lugar de início e, agora tendo a visão do interior, percebi o que fazia aquelas plantas se mover. “Entendi. Ele deve ter uma tremenda força para mover coisas assim...” – pensaria enquanto avistava o homem fechar a entrada secreta. Antes que pudesse finalizar meu pensamento, fui surpreendido pelo soar de outra voz masculina. – Que porra é essa Ruiva? Você trouxe alguém para cá? Tá maluca? – questionava incisivamente ele.

Ao virar-me, avistaria o dono daquela voz – loiro, magro, pálido, alto, um completo idiota – bradava com a garota que havia me trazido até então. Meu punho cerrava sem que percebesse. Isso era ruim. Tratei de me acalmar, estava com a ave em meus braços, se os tencionasse, poderia atrapalha-la e assim iniciar mais uma “luta” para acalmá-la.

- Pega leve Loiro, ta achando que ta falando com quem? Quer morrer? – falou ela. Aquele comentário me faria rir, porém levemente. Gostava da atitude da garota, aparentemente ela estava acostumada a trabalhar com homens e se impor perante eles. Além do fato de me ajudar sem saber quem eu era – talvez – havia sido uma bela atitude, pelo menos pra mim.

E começou a discussão. Não estava com a menor vontade de ouvir aquela discussão. Era xingamento de um lado a outro, minha visão já estava voltando a ficar turva e o temor da ave voltar a gralhar me faria afastar daquela situação e procurar um local mais ameno para esperar tudo se resolver. Enquanto buscara, ouvira a garota falar sobre a morte do tal Jack, curiosamente ela sabia do que havia feito. “Ela sabe que matei o cara? Como assim? Estava me vigiando?” – pensaria ao olhar a situação.

A discussão continuava, a falação aumentava a agonia em minha mente também, será que eles brigavam assim sempre? Enfim, ali também estava o grande homem comendo. A sua maneira de reagia a tudo que acontecia era bem curioso, era algo que eu queria fazer, só que estava praticamente ferrado com tantos ferimentos, parecendo um queijo.  

- Eles sempre brigam assim? – tentaria puxar assunto com o homem. Se houvesse alguma parede em que o qual estivesse, ou local para sentar-se, faria isso. Esperaria a resposta do homem enquanto analisava meus ferimentos. Com um olhar breve, tentaria ver como estava enquanto o homem falava – ou não. – Você tem muita paciência... – comentaria caso ele me respondesse – não importando o que. Se apenas permanecesse calado, ou comendo, não tentaria força-lo a falar, apenas voltaria meu olhar a discussão enquanto respiraria fundo. – Eu só almejo ser livre. Acho que isso hoje em dia é uma afronta a todos! – ironizaria.

Relaxado – ou pelo menos tentado – tentaria esvaziar minha mente dos problemas e recuperar um pouco da energia que havia perdido até então. Se algum barulhou surgisse, tentaria achar sua fonte com meus olhos, se não comentaria com o homem. – Tem mais alguém aqui com você? Se não estiver enganado, acabei de ouvir algo em algum lugar por aqui... – falaria. Ver aquela comida lembrar-se-ia de uma taverna e isso automaticamente me lembrara de bebida. Fazia tempo que não dava um bom gole em algo alcóolico.  

- Eu tenho algo aqui... – comentaria ao vasculhar minha bolsa. Realmente havia algumas garrafas de bebida, não sei se estaria comigo ainda. Se sim, as pegaria e beberia um gole, que ao fim ofereceria ao gordo. Caso ele rejeitasse, daria mais um gole e a guardaria. Se ele aceitasse, ficaria feliz. – Isso aí, eu devo imaginar que gosta de uma bebedeira, certo? – tentaria mais uma vez puxar assunto enquanto a discussão prosseguia. Toda aquela falação já me dava nos nervos.

- Ei você! – bradaria – Sim, você, o loiro. Algum problema com a minha presença aqui? Se for o caso, eu posso ir embora, porém, foi sua amiga que me trouxe e – aparentemente – me salvou. Então, se você faltar com respeito a ela, terei que resolver as coisas da pior maneira. Eu posso estar aqui ferrado, sem um braço, sem uma perna, mas se faltar com o respeito ou tocar em alguém que gosto, você não ganha um inimigo, você ganha uma passagem direto para o inferno, nem que eu tenha que te acompanhar junto! – se houvesse bebida ainda, daria um gole, de leve – Antes de tudo, quem porra é vocês e o que estavam fazendo aqui? – olharia para a garota – Você também pode me explicar, agora, se possível. Mas, o que está acontecendo aqui. Tem alguém nessa caverna além de nós? Porque eu posso estar bem fudido, mas não estou louco e acabei de ouvir uma tosse. Faremos isso da melhor maneira ou da pior? Não tenho nada a perder – fora a vida – Porém, imagino que você sim. Então estou esperando respostas!

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyQui 7 Set 2017 - 17:39



ALL NIGHTMARE LONG PT 1

A discussão que ocorria ali levantava várias questões na cabeça de Aliester, deixando-o confuso e em consequência agoniado. No entanto a presença do comilão ali do lado o distraiu e de certa forma o ajudou a se acalmar momentaneamente,

- Eles sempre brigam assim?

- Hehe você não viu nada ainda cara. As vezes o negócio fica tão intenso que eles precisam até arrumar um quarto para resolver o problema... – O gordão respondia com um tom brincalhão e amigável, fornecendo uma informação duvidosa.

– Você tem muita paciência...

- Hehe, nisso você está certo cara, sou o cara mais paciente do mundo...

A conversa fluía com naturalidade, mas apesar de tentar relaxar, Aleister mostrava estar de fato tenso ao começar a ouvir coisas. – Tem mais alguém aqui com você? Se não estiver enganado, acabei de ouvir algo em algum lugar por aqui...

Ao ouvir o comentário do homem procurado pelos revolucionários, o gordão apenas ergueu uma sobrancelha sem fazer nenhum comentário.

- Eu tenho algo aqui...

Ao ver a garrafa que Aleister puxava de sua mochila, os olhos do grandão brilharam por um segundo antes de voltarem ao normal. – Bem que eu gostaria de uns goles, mas quem sabe amanhã cara. Pro que está por vir, preciso estar cem por cento.

De repente aquela tossida vindo de algum lugar dentro da caverna calou a todos e confirmou à Aleister o que ele tinha imaginado anteriormente. Não estavam sozinhos. Talvez após todos os altos e baixos dos últimos dias, dos seus ferimentos, cansaço, febre e da discussão que decidiria se viveria ou não acontecendo bem na sua frente, aquela tosse tenha sido a gota d’água para o rapaz explodir.

- Ei você! Sim, você, o loiro. Algum problema com a minha presença aqui? Se for o caso, eu posso ir embora, porém, foi sua amiga que me trouxe e – aparentemente – me salvou. Então, se você faltar com respeito a ela, terei que resolver as coisas da pior maneira. Eu posso estar aqui ferrado, sem um braço, sem uma perna, mas se faltar com o respeito ou tocar em alguém que gosto, você não ganha um inimigo, você ganha uma passagem direto para o inferno, nem que eu tenha que te acompanhar junto! Antes de tudo, quem porra é vocês e o que estavam fazendo aqui? Você também pode me explicar, agora, se possível. Mas, o que está acontecendo aqui. Tem alguém nessa caverna além de nós? Porque eu posso estar bem fudido, mas não estou louco e acabei de ouvir uma tosse. Faremos isso da melhor maneira ou da pior? Não tenho nada a perder – fora a vida – Porém, imagino que você sim. Então estou esperando respostas!

Quanto mais ele falava mais se alterava e chegava até mesmo a ameaçar e fazer exigências, obviamente se esquecendo por completo a posição precária em que estava, e que tal atitude de longe seria a mais inteligente. Mesmo que a mulher pelo motivo que fosse o tivesse salvo, aqueles ali eram obviamente seus comparsas, se uma luta ocorresse, certamente ela não iria contra eles.

Enquanto ele questionava Scarlet e o loiro, claro que Aleister se virava para eles, sem perceber que o gordão não estava mais em seu campo de visão. No fim de seu “discurso” o loiro já havia sacado um revolver e estava prestes a ergue-lo. A mulher parecia estar prestes a dizer algo enquanto olhava para o homem a quem resgatara, quando seus olhos de repente se esbugalharam e sua mão se esticou em sua direção – Não...

E essa foi a ultima coisa que Aleister ouviu antes de sentir um impacto doloroso em sua nuca e apagar inconsciente.

...

Uma vez que abrisse os olhos ele poderia ver um teto rochoso acima de si, e sentir que estava deitado numa espécie de esteira de palha. Ele estava no fundo da caverna e a alguns passos de seus pés haviam três outras esteiras empilhadas. Seu braço esquerdo estava imobilizado e apesar de um grande cansaço não estava preso. No entanto suas coisas não estavam mais consigo. Nem suas armas. Ao seu lado, sentada no chão, Scarlet havia retirado o tecido que cobria parte de seu rosto e quem olhasse para a moça só teria uma palavra em mente. Estonteante.

- Você esteve apagado por três horas. O loiro costurou seu ombro e conseguiu baixar sua febre, mas se fizer muito esforço os pontos vão abrir novamente. Em algumas horas eu e meu time vamos prosseguir com a missão, se você quiser saber sobre o que se trata terá que ir nos ajudar, no entanto se não quiser, uma vez que tenhamos saído daqui você estará livre para seguir seu caminho. – A voz dela era serena mas seria ao mesmo tempo, e assim que acabou de dizer isso se ergueu prestes a sair dali. – Pegamos suas coisas por precaução, uma vez que saiamos, você poderá pega-las de volta, não se preocupe.

- Hey cara, desculpas pelo golpe, mas duas pessoas discutindo já é o meu limite hehe. – Veio uma voz do outro lado da caverna pertencente ao comilão. Ao seu lado no chão, estavam os pertences de Aleister. De fato, havia sido ele quem deu o golpe silencioso usando o cabo de seu machado, acertando em um local com a força necessária para apagar o homem, mas sem machuca-lo muito.

Na caverna apenas eles três estavam presentes. O loiro não podia ser visto. E a ave havia desaparecido também.

Assim que Scarlet deu o primeiro passo, tudo mudou novamente. De fora da caverna eles puderam ouvir barulho de vidro quebrando e imediatamente, o imenso arbusto espinhoso que cobria a entrada começou a pegar fogo. As chamas se espalhavam rapidamente e emitam fumaça em grande quantidade para o local.

...

Enquanto isso no lado de fora, no rio, em dois botes ancorados, homens que seriam reconhecidos por Scarlet estavam olhando friamente os arbustos queimarem. Na trilha percorrida por Aleister e ela, mais de dez homens estavam enfileirados aguardando o momento certo.

- Hora de espantar esses ratos do buraco, disse um dos homens nos botes.


Off:
 
HP Aleister:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptySex 8 Set 2017 - 15:35



O Despertar do Dragão


Bater e Correr em Conomi Island




Não sabia o que me esperava. Talvez se soubesse tivesse feito diferente. Talvez se soubesse teria tido uma consequência diferente. São tantos “talvez” que se tivesse os usado menos, talvez estivesse bem. Foi tudo muito rápido, discussão, ameaça e queda. Essa foi a minha trajetória antes de estar onde estou agora. Não faço a mínima ideia de como voltei para cá, mas é tudo nostálgico. Eu voltei para casa, os aposentos dos Flamel.

Meu quarto, quantas saudades. Minha cama de casal, fofa como o mais qualificado algodão. Seu cheiro de tecido novo era algo prazeroso de se sentir. Os raios solares passando pela janela e se difundindo pela cortina, era uma bela manhã. Seria mesmo verdade? Ali era a minha realidade e tudo que vivi até agora era um pesadelo? – esfreguei meus olhos. Se soubesse que isso ia mudar tudo, talvez tivesse evitado.

Não estava mais no meu quarto, ao abrir meus olhos novamente estava em um campo de guerra. Homens travavam árduas batalhas e, em minha mente, havia uma adaga, a minha adaga banhada a outro com lâmina dupla paralela, minhas iniciais estavam em seu cabo: ATF. Não tinha tempo de pensar, era logo atacado por aparentes inimigos. Meus irmãos, ao longe, também lutavam, um a um. Rapidamente me encontrava encurralado até um tiro de canhão cair próximo onde estava e arremessar sujeira em meu rosto, entrando em meus olhos.

Enquanto limpava-os, questionava-me se iria mudar de local novamente, dessa vez eu ansiava por isso, sorte que mudei. Estava na praça principal da província do arroz, em Conomi Island. Comigo estavam os outros arruaceiros, sendo decapitados uma um. Enfim chegava minha vez, não era diferente, pagara por meus erros com minha morte.

Ajoelhado, via todos os inimigos olhando o nosso fim. A população de Conomi assistia tudo e gostava do que viu. A guilhotina estava pronta e logo desceu. Num único momento, um único corte, uma dor que cresceu instantaneamente, mas que vai perdendo o sentido de maneira exponencial rápida. Era minha morte. O som da arma descendo e cortando o ar era indescritível, tanto que acordei do meu pesadelo rapidamente.

Sem controle estava ali, sentado. Ao levantar meu tronco, o ombro doía. Ele estava imobilizado. – Que lugar... – falava enquanto olhava para o local onde estava. Deitado numa espécie de plataforma de palha podia avistar ao longe mais três empilhadas. Não estava com minhas coisas mais. Minha última lembrança era de uma discussão, logo depois acordara ali. Deitado e desarmado.

Na busca de minhas coisas, olhara de um lado a outro e, curiosamente, avistei a mulher que havia me salvado. Ela era... Perfeita! - Você esteve apagado por três horas. O loiro costurou seu ombro e conseguiu baixar sua febre, mas se fizer muito esforço os pontos vão abrir novamente. Em algumas horas eu e meu time vamos prosseguir com a missão, se você quiser saber sobre o que se trata terá que ir nos ajudar, no entanto se não quiser, uma vez que tenhamos saído daqui você estará livre para seguir seu caminho... – falou a garota, porém, não conseguia me concentrar nela sem focar em sua beleza.

Então aquele maldito foi quem me ajudou, engraçado. – Mande um obrigado a ele, por mim. Vejo que são bem próximos... – ironizaria. Realmente a garota havia tido razão, aqueles pontos era cruciais para me manter no jogo, não podia perdê-los. Ela havia falado algo relacionado a certa missão, que missão? Não sabia. – Do que está falando? Como posso ajudar em algo sem saber o que farão e os riscos que isso pode me causar, além de suas probabilidades de sucesso. Isso é bem leviano de se fazer... – comentaria enquanto olharia para meu machucado, analisando-o.

Enquanto esperava a resposta da mulher, ela levantou e ensaiou uma saída do local. - Pegamos suas coisas por precaução, uma vez que saiamos você poderá pega-las de volta, não se preocupe! – falou. Realmente agora recebia a confirmação de que minhas coisas haviam sido pegadas. Isso era um pé no saco. - Hey cara, desculpas pelo golpe, mas duas pessoas discutindo já é o meu limite hehe – falou uma voz do outro lado da caverna pertencente ao comilão. “Golpe? Então eu desmaiei com um golpe desferido por ele? Entendo, pensei que havia sido pela febre...” – pensei.

Ao seu lado, estavam minhas coisas. Ali estavam dois deles, onde estava o loiro? Tentei olhar de um lado a outro, mas nada achei. – Muito bem, acho que essas coisas são minhas, não? – falei para o gordo, logo antes de olhar para a mulher – Ficaria muito grato se me explicassem o que planejam fazer – ironizaria – Com detalhes... – acrescentaria – E não olhe muito para mim, com esse olhas faria qualquer loucura por você!

Enquanto esperava a resposta, se viesse, tentaria alongar minhas pernas e meu braço bom. Sentia que algo estava faltando, só que não havia de lembrar até olhar para minha mão e ver os machucados. “A ave!” – pensei. De um lado a outro, tentava encontra-la, mas nada via. – Onde está à ave que carregava comigo?! – questionaria mesmo que tivesse que interromper o que estavam falando.

O caos começou.


Um grande barulho soou no lado de fora da caverna, seguido de uma grande fumaça que entrou no local. Algo estava pegando fogo. Não precisaria de alguma ordem, sabia que aquele momento era o momento de levantar. – Onde está a minha ave? – questionaria enquanto tentava avistar o que estaria acontecendo na entrada – de longe. Se ninguém me respondesse, procuraria rapidamente por algum rastro dela. Se não encontrasse, voltaria a questionar, porém, dessa vez mais sério que a vez anterior.

Se me explicassem onde ela estava e não estivesse ali, tentaria me aproveitar de que haviam recolhido minhas coisas e usaria isso como “malandragem” para que carregassem elas. Se não funcionasse, pegaria minhas coisas e seguiria. Uma vez preparada à saída, não conhecida nada do local. – Existe alguma saída dessa caverna por outro caminho?! – questionaria. Se sim, seguiria pelo caminho indicado. Se não soubessem, não tinha outra maneira, seguiria mesmo “atirando no escuro” em busca de uma saída. Se não houvesse, teríamos de ficar ali e nos prepararmos para um combate.

- Me dê uma das minhas facas! – bradaria de maneira “baixa” para o gordo. Tinha de me armar, mesmo que pudesse utilizar apenas um de meus braços. Tentaria me esconder atrás de algo, se possível, armado ou não. Olharia a movimentação de possíveis invasores, buscando sempre atacar da melhor maneira eles, ou apenas fugir, se pudesse os contornar. Tentaria olhar também para alguma movimentação dos outros dois que estavam comigo. Se o grandalhão esboçasse algum ataque, usá-lo-ia como distração e atacaria as coisas do meu oponente, se possível, com um golpe de faca ou apenas tentaria chutar seu “saco”. Mesmo se fosse visto pelo meu alvo, não teria problema, pois serviria de uma distração da distração.

Se quem fosse atacar fosse à garota, tentaria servir eu de distração. Esperaria que ela atacasse no momento certo, já que estaria bem exposto. Saltaria de onde estaria tentando atrair a atenção toda para mim. Se fosse atirador, tentaria esquivar para os lados. Tentaria um rolamento - caso fosse para o lado do meu ombro bom - ou uma acrobacia - estrelinha caso fosse para o lado do meu ombro machucado. Dessa maneira buscaria esquivar dos disparos e, em seguida, seguiria na direção do inimigo. Correria em zigue zague, tentado dificultar a mira do oponente e, uma vez próximo do mesmo, tentaria levantar meu braço bom, tentando atrair sua atenção para ele - uma finta - e então daria um chute em sua região genital. Se o golpe que planejasse fosse difícil de executar ou ele bloqueasse o chute, daria um soco - em último caso - ou golpe - se estivesse com armas - em seu rosto.

Se fosse alguma arma branca, tentaria apenas esquivar de seus golpes para os lados, ou pra baixo, se necessário. Lateralmente tentaria girar meu tronco de maneira que o ataque passe a minha frente - agora 'de lado" - e assim tentaria golpear com um chute na perna e finalizaria com um golpe de fata em seu pescoço - caso estivesse armado - ou o empurraria com o pé - uma vez desarmado. Se o golpe do inimigo viesse algo, tentaria dar uma cambalhota semi lateral, rolando com meu ombro bom e depois tentaria o surpreender com um golpe em suas costas - se estivesse armado - ou em sua nuca - se tivesse desarmado.

Se o golpe viesse baixo, tentaria saltar apoiando meus pés no braço do inimigo. Se ele servisse de apoio certo, daria um giro no ar, e finalizaria com um golpe cortando e descendência - se estivesse armado - ou um soco (em sua nuca ou rosto) - caso estivesse desarmado. Se o braço dele não conseguisse servir de apoio para impulso, eu tentaria apenas fazer ele soltar a arma com o pisar do meu pé, ou fazê-lo ir de encontro ao solo, interrompendo seu equilíbrio.

Entretanto, se a garota fosse atacar usando o grande homem como isca, eu atuaria como ás. Cobriria suas costas na possibilidade de alguma intromissão de outros inimigos, ou a atenção do mesmo inimigo. Esperaria por trás alguma possível chegada e, com um golpe surpresa em sua nuca - se estivesse armado -  tentaria finalizá-lo. Se não estivesse armado, tentaria chutar sua região genital por trás, tentando pelo menos atrasá-lo.

Porém, se houvesse uma saída e eles me indicassem, seguiria por onde haviam falado. Correria o máximo que pudera e, se fosse escuro, tentaria ouvir algum barulho ou ver algum brilho por algum local. Se no fim, não encontrasse a saída, questionaria a dupla a respeito da maneira de como fugir dali. – Como é que saímos daqui?! Rápido! – questionaria. Estaríamos em uma situação complicada. Não havíamos tempo de continuar ali, por mais que eu precisasse – talvez. De certa maneira já estaria metido em seus planos, de um jeito ou de outro.

Se conseguíssemos sair, seguiria a mulher. Julgaria que ela saberia mais do caminho que eu. Também daria suporte ao grande homem, já que ele seria o mais exposto de todos nós. Mesmo com apenas um braço, tentaria ao máximo servir para algo e nunca deixando meus aliados desprotegidos. – Nós vamos conseguir sair dessa! – afirmaria – Então, depois disso, vocês ficam me devendo uma e eu quero saber que porra vocês estão tramando! – bradaria. Era simples: bater ou correr na ilha de Conomi.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyDom 10 Set 2017 - 18:30


Estava andando pelas ruas de Conomi. Não sabia ao certo em qual das duas cidades eu estava, so sabia que fazia algum tempo que havia saído da casa do médico que havia auxiliado a mim e a Marie em nos curarmos. Não havia achado ainda a tal feirinha que ele havia dito ter por ali, na qual eu poderia comprar os itens que tinha interesse, porém continuaria a procurar.

Marie felizmente continuava a me acompanhar, eu ficava feliz em saber que aquela mink havia gostado de mim e nos já havíamos passado por tanta coisa juntas. Mas apesar disso, não conhecia muito dela, não sabia o que havia acontecido para ela acabar naquela cela na qual havia lhe salvado a alguns dias atrás, quando ela matou uma pirata que a manteve de refém, pirata que eu não tivera conseguido a mínima chance.

O dinheiro que estava antes nas mãos daquela mulher que sequestrará e mantivera Marie como refém agora era meu e eu estava procurando onde gastar parte disso. Tinha coisas para comprar e esse era meu foco agora.

Em minha mão esquerda, estava a sacola que antes continha o dinheiro e agora estava cheia de 21 laranjas, para suprir meu vicio. O dinheiro estava nos meus bolsos, meus sais presos entre meu shorts e minha calcinha, já que não tinha um cinto no qual poderia colocar o mesmo e minha adaga estava da mesma forma.

Caminhando por conomi estávamos, sem saber ao certo onde, mas tínhamos um primeiro objetivo, fazer compras e depois, sair de conomi. Estava na hora de ir atrás de algo mais interessante em outro lugar. Aquela ilha já estava me cansando.


off escreveu:
Ola narrador, espero que possamos nos divertir. Enviei um resumo de minha ultima aventura para voce ter uma ideia de como parei e o que aconteceu comigo la. Espero que isso ajude na sua producao da historia e que torne as coisas mais divertidas.
Alencar finalmente estou aqui!!! Espero que seja divertido para ambos!!

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyTer 12 Set 2017 - 1:18


ALL NIGHTMARE LONG PT 2




Sorte. Se. Esgota.

Aleister tentava sem sucesso obter mais informações sobre aquela misteriosa missão, mas suas perguntas apenas encontravam o silencio. Já seus comentários sobre a aparência da mulher recebiam uma resposta mais divertida por parte da mesma, que colocava o dedo na boca e dava um olhar charmoso para ele enquanto ironizava antes de se virar – Ah faria é? Você vai me proteger de todo mal? Do bicho papão? Ou mataria alguém se eu te pedisse?

No entanto assim que ela deu seu primeiro passo a fumaça começou a encher a caverna e o grande arbusto que servia de porta estava em chamas. Por um momento Scarlet gelou e ficou sem se mover, até que ouviu  – Onde está à ave que carregava comigo?!

Aquilo a tirava do seu momento de paralisia e a fazia sacar uma de suas kunais com uma das mãos, e a ninjaku com a outra. – Como pode ser? Por quê o Sombra não avisou nada?? – Falava ela enquanto se dirigia para onde as esteiras de palha que estavam empilhadas. O gordão começava a tossir nesse momento por causa da fumaça e se afastava da entrada de ré.

– Onde está a minha ave?

- A salvo! Mais a salv... -  Antes que ela pudesse completar a resposta, o arbusto gigantesco havia sido arrancado para longe como se por uma mão gigante. Nesse momento a fumaça havia enchido a pequena caverna e deixava tudo embaçado.

– Existe alguma saída dessa caverna por outro caminho?!

- Sim, por aqui, vamos! - Dizia a mulher enquanto erguia as esteiras e as jogava para o lado, revelando assim um buraco no chão pelo qual descia uma corda. Mas nem tudo era fácil. Nesse momento quatro homens entraram correndo um atrás do outro. Os três primeiros foram atacar o gordão e os outros três tentaram contorna-lo.

- Me dê uma das minhas facas! – Bradava Aleister. Para sua sorte, mesmo em apuros o comilão recuou dois passos rapidamente ganhando algum espaço e jogou uma faca de caça para Aleister que a conseguia pegar no ar. Brandindo seu grande machado com ambas as mãos ele conseguiu manter os seus três atacantes afastados momentaneamente, mas um dos homens era um pistoleiro e acertou três tiros em cheio no gordo.

Já a ruiva atacava os outros dois adversários rapidamente e precisamente, demonstrando uma bela proeza de combate. Aleister aproveitando-se da situação conseguiu golpear o atirador em suas bolas, deixando um rastro de sangue no lugar onde antes ficava a virilidade do homem. Isso deu abertura para o gordo, que apesar de ferido continuava firme e forte, finaliza-lo.

Nesse momento um novo atirador entrava na caverna, e com sucesso Aleister conseguia distrair o homem e se aproximar dele, no entanto, dois novos oponentes apareciam e impediam que Aleister atacasse seu alvo. De fato ele se viu obrigado a constantemente desviar para os lados e para baixo para se esquivar da lamina de suas espadas. Um tiro de raspão passou por seu braço. Desviando das lâminas ele se viu encurralado e na mira do atirador, mas o “BANG” que se seguiu fez o próprio atirador cair de joelho com descrença nos olhos antes de tombar para frente.

O loiro havia aparecido do buraco e realizado um disparo e depois mais alguns outros. De fato ele era um atirador excepcional, e com sua ajuda Scarlet e o gordo exterminaram seus inimigos. – Venham, rápido! - Exclamava o loiro, e assim o gordo ferido correu e saltou para dentro do buraco. Scarlet no entanto ao ver a dificuldade de Aleister foi em seu auxílio, o que permitiu que ele eliminasse um dos oponentes após dar um chute em sua canela e acertar a faca de caça em seu pescoço. Assim que se virou para finalizar o segundo oponente com Scarlet, viu que o mesmo estava caindo morto.

Mas aquela estava longe de ser a hora de comemorarem. Mais cinco homens entraram um atrás do outro na caverna. O terceiro era um rapaz que muito assustou ao mesmo tempo que excitou Scarlet e o loiro. Era o alvo deles! Sim! O filho rebelde! Naquele momento eles perceberam que todos que ali entravaram eram recrutas dos revolucionários. E dessa forma o seu alvo havia praticamente se entregado de bandeja para eles.

O último dos recém chegados no entanto, e o maior, era uma face já vista por Aleister. A de Jack, o homem que matara mais cedo. Mas ao invés de uma machadinha ele tinha em suas mãos um javelin, e em suas costas Aleister poderia ver uma sacola cheio deles.

- Droga! Aquele é o Jason Sexto! Irmão do homem que você matou! – Disse Scarlet baixinho para Aleister enquanto eles recuavam com dificuldades em direção ao buraco graças a cobertura que o loiro provia para eles.

No entanto o que eles jamais poderiam imaginar é que a faca recebida por Aleister do gordo, a mesma faca que ele pegara do corpo de Jack anteriormente, a mesma faca que usava para se defender agora, seria a responsável pela tragédia que estava prestes a ocorrer ali.

Ao ver tal faca nas mãos de Aleister, Jason arregalou seus olhos em fúria e jogou com todas as suas forças o javelin que estava em suas mãos. Tudo acontecia muito rápido e instintivamente Scarlet empurrou Aleister para fora do caminho. Assim, ao invés de acertar seu alvo, o homem atrás de vingança acertou o braço da mulher e a fez cair imobilizada no chão.

Enquanto o Loiro gritava enlouquecido – SCARLET!! – Jason gritava furioso – MATEM ESSA VADIA!

Com mais um javelin em mãos ele arremessou o projetil no Loiro que tinha voltado a disparar, mas como estava só com metade do corpo para fora do buraco foi forçado a se abaixar e sumir de vista por um instante. Isso permitiu que dois dos homens se aproximassem da mulher ferida e cruelmente a matasse com vários golpes de espada. Outros dois se aproximavam de Aleister que estava a cinco passos do buraco.

Nesse momento o loiro apareceu disparando insanamente e matou aqueles que estavam destruindo o corpo de sua amada. Um dos homens que se aproximavam de Aleister foi ferido gravemente e caiu ao chão. Ironicamente, o rapaz que era o objetivo desse grupo de agentes, foi um dos atingidos e mortos.

Com extrema velocidade um javalin voou perto de Aleister e atingiu em cheio o loiro que dessa vez decidiu não se salvar. Com suas últimas forças, ele matou o último adversário que estava próximo a Aleister. Agora, apenas Jason que já estava com mais um javelin em mãos restava. Ou não. De fora da caverna passos podiam ser ouvidos e era claro que mais revolucionários se aproximavam.

A mochila com os pertences de Aleister estavam ao lado de Jason, e do buraco a voz do gordo podia ser escutada. - Venham logo, estamos saindo!!

No rio lá em baixo, quatro homens conversavam nos dois botes.

- Eles não tem chance. Mesmo que um deles escape e salte no rio, ele irá nos sentir respirando sobre sua face.

- Iremos caça-lo sem piedade.

- Iremos caça-lo por todo o seu pesadelo.

- Sua sorte se esgotou. – Completou o último que tinha em mãos um arco. Ele havia sido quem atirara a flecha incendiaria nos arbustos, quem atirara as três flechas com corda que agarraram o arbusto e o arrancou com um puxão. Ele havia planejado o ataque. E ele era de fato o líder terrível daquela missão chamada Extermínio.

...

Niyah

Niyah estava andando com Marie em Hirotown em uma manhã ensolarada. A casa do médico ficava próxima ao porto comercial dali e logo as duas se viram nas ruas movimentadas, onde mercadores moviam suas mercadorias em carroças. O cheiro do mar era forte ali e no fim da rua em qual as duas estavam era possível ver navios atracados no porto.

Por onde elas passavam atraiam uma certa atenção, mas ninguém fazia nenhum comentário. Na verdade, todos estavam ocupados demais falando sobre o envenenamento no festival que ocorrera alguns dias atrás, a perseguição que aconteceu e o caos que havia estourado na cidade. Por sorte agora as coisas já haviam se normalizado e acalmado. Ao menos na superfície.

Ao longe, perto da área dos navios atracados, as meninas poderiam ouvir um homem gritando: - Passagem no Rainha da Manhã! Apenas 70.000 berries. Corram, corram! Ultimas vagas! Saída para Loguetown após o almoço!

Off::
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyQua 13 Set 2017 - 11:49



O Despertar do Dragão


A Dor te faz Crescer e ficar mais Forte




Então começou o caos. Quando mais homens surgiam, mais trabalho tinha para cuidar dos mesmos. O gordo havia sofrido com disparos de projéteis, mas não aparentava estar abalado, pelo contrário, ele continuava a lutar.  A mulher, da mesma maneira, rápida em suas ações, ela cuidava dos inimigos. Eu, mesmo com um braço machucado tentava me virar, já que sabia agora que a ave estava segura, porém, não era momento mais pra pensar nisso. Quando o momento mais se intensificou, a chegada do loiro nos auxiliou a recuperar o controle da situação. Aparentemente.

Sua ideia era boa, escapar dali era necessário já que quanto mais batíamos, mais surgiam inimigos, porém eu não estava em uma boa situação para ir até lá.  Lutava com inimigos até que a mulher chegou para me ajudar – novamente. Enquanto lutávamos, mais homens chegavam a especial um que assustava os dois, mas não era do meu interesse questionamentos naquele momento. Tinha que resolver aquela luta o quanto antes.

- Droga! Aquele é o Jason Sexto! Irmão do homem que você matou! – bradou a garota, tomando toda minha atenção para o último homem que chegara. Ele era o retrato do meu inimigo passado não negava ser seu irmão. Sem ter tempo para pensar, o homem mudava de ação a me ver. Sacando um dos Javalis que carregava consigo, eu não acreditava no que via. – Você só pode estar de brincadeira! Não! Não! – afirmava para mim mesmo ao notar que ele arremessaria aquela criatura. E foi isso que ele fez. Com enorme força o homem arremessou a presa abatida em minha direção.

Por sorte eu havia conseguido desviar, porém, ao virar-me, não havia sido bem isso que acontecera até então. Scarlet havia me empurrado, esse era o motivo de ter conseguido desviar a tempo. Agora a garota estava ali, caída, próximo a mim. O berro do loiro era intenso, tinha de salvá-la. Antes que pudesse levantar, mais um Javali passou voando em direção ao loiro. Isso me distraiu, infelizmente, e antes de qualquer ação minha, algo aconteceu.

Em uma guerra, o menos descuido significa a morte.


Seguindo as ordens do brutamonte, os homens atacaram brutalmente a mulher. Era uma completa covardia. Ali, impotente, eu assistia tudo acontecer sem poder fazer nada. Nem esboçando o mínimo de ação, conseguia livrá-la. Não mais. Talvez se tivesse prestado atenção, ou se talvez eu tivesse cuidado dos meus oponentes sem precisar de sua ajuda, eram muitas coisas passando em minha mente naquele momento. Meu corpo não respondia. Não sabia o que fazer, tudo girava, os disparos eram feitos, homens caindo próximos a mim, o loiro insano se arriscava por completo naquele cenário de horror. Essa era uma guerra.

O que deve ser feito?


Quando menos esperei, mais um javali voou e acertou o loiro, mas o homem não se dava por vencido e ainda atingia mais um inimigo. Meu corpo não respondia aos meus movimentos. Por mais que quisesse me mover ali e fugir ou salvar alguém, não conseguia. - Venham logo, estamos saindo!! – bradou o gordo, ainda lá embaixo do buraco. Em um completo caos, minha mente não conseguia raciocinar direito. Lembrar-me-ia de todos os momentos que havia passado até então. A mulher que havia me dito que me salvara antes estava ali, caída, morta. Minha família, que padeceu, não pôde estar e ter forças para ajuda-los. Isso era agonizante.

Se você não der o seu máximo, um dom será sacrificado.


- Você vai realmente ficar aí, caído, totalmente imponente? Não vai mover um dedo sequer? – falava uma suave voz em minha mente. Tudo havia parado ali, era minha mente ou estava morrendo? Não sabia dizer, mas tudo estava ali, lentamente acontecendo, quase pausado o tempo, mas a voz ainda persistia em minha mente. – Você não havia dito que ia prosseguir? Ia lutar até o fim? Essa é a sua palavra? Essa é a mudança que sempre disse? – ressoava a voz.

Tudo começava a ficar agoniante. A voz repetia as mesmas palavras da frase inicial, cada vez mais altas, cada vez mais rápidas, em um intervalo de tempo cada vez menor, era como se estivesse com uma multidão gritando em meu ouvido, me crucificando, me mostrando o quão pífio era e como não conseguiria mudar. – Não... Não, eu vou mudar, eu prometi, eu vou mudar e salvar todos! EU VOU MUDAR! – bradaria enquanto que, mesmo sem notar, meu corpo moveria sozinho. Correria na direção do grande homem, mesmo não sabendo o que faria apenas correria.

- Você me paga seu maldito! – bradaria enquanto correria. Em minha mente só havia uma palavra: vingança. Estando só ali, o combate seria mais direto, o que gostaria. Enquanto corria, olharia para ver se o mesmo lançaria algum dos Javalis ou se correria também em minha direção, isso era importante.

Caso ele arremessasse Javalis, eu tentaria desviar dos mesmos saltando lateralmente e até me apoiando com meu braço bom, em típicas acrobacias. Se ele tentasse arremessar na parte superior de meu corpo, eu tentaria rolar – sempre me apoiando no ombro “bom”. Se fossem golpes inferiores, tentaria saltar e, se possível apoiar com meu braço bom em uma espécie de cambalhotas ou “estrelinhas” laterais. Se ele não arremessasse algum, ou tivesse conseguido desviar com sucesso, seguiria até próximo a ele. Se ele conseguisse me acertar com seus arremessos e me derrubasse, tentaria aproveitar o impacto – se esse existisse – e tentaria rolar e voltar a ficar de pé, onde voltaria a correr.

Se próximo a ele, o inimigo tentasse me golpear com Javalis ou com outro tipo de arma branca, teria que me virar em um combate bem vantajoso para ambas as partes. Se os golpes dele fossem altos e laterais, tentaria me abaixar e, enquanto estava lá, com meu braço bom, tentaria golpear seu pé ou canela. Se os golpes fossem altos e descendentes em uma linha retilínea ou em diagonal, tentaria me esquivar com um giro, giro esse que me proporcionasse ângulo para que, mesmo após o giro conseguisse golpear ele com minha faca. O alvo inicial seria seu ombro. Se conseguisse, tentaria descer minha lâmina e dilacerar seu músculo. Se conseguisse acertar apenas o braço, faria o mesmo. Em ambos os casos tentaria ser rápido, já prevendo que ele tentasse me agarrar ou me golpear.

Na possibilidade de ele me golpear enquanto estava o atacando, tentaria aproveitar o impacto e, na direção que fosse, tentaria dilacerar seus músculos, não tirando a lâmina de seu corpo, porém não a soltando de maneira alguma. Se ele me agarrasse o braço, tentaria então em uma acrobacia em espiral girar meu braço – mesmo que doesse um pouco – e com os dois pés chutarem seu peito ou abdômen, onde tentaria o afastar e me largar. Se ainda continuasse a me segurar, tentaria fazer o mesmo repetidamente até conseguir.

Uma vez que tivesse o golpeado – seja na perna ou ombro – e estivesse solto, tentaria contorná-lo usando de minha aceleração e saltaria em seu pescoço. Tinha em mente que ele tentaria me tirar dali, então tentaria me agarrar ao máximo. Se ele tentasse me tirar de suas costas girando, tentaria com minha lâmina perfura-lo no pescoço e, seguindo o embalo, o cortaria – seja para qual lado eu fosse arremessado. Cortando-o ou não, tentaria rola, mesmo que de maneira estabanada e voltaria para golpeá-lo da mesma maneira.

Se ele tentasse me derrubar me jogando para sua frente ao se abaixar, eu o soltaria e, imaginando que ele se curvaria para me arremessar, uma vez solto não sofreria desse empuxo, então estava livre para golpeá-lo em sua nuca – já que ele estaria curvando e, como não estaria em seu corpo mais, não sofreria diretamente com esse lançamento. Tentaria atingir sua nuca ou pescoço e, de acordo com que voltaria para o solo, tentaria o cortar, sempre segurando firme minha lâmina.

Porém, se ele tentasse me derrubar para trás, caindo em cima de mim, eu não faria muita questão de sair, apenas me soltaria dele e posicionaria a minha arma no meio de suas costas. Não saberia se conseguiria atingir sua coluna, porém tentaria cada vez mais introduzir minha lâmina em seu corpo de acordo com que seu peso me pressionaria. O movimento consistia em girar minha lâmina para tentar causar mais dano em suas costas.

Se conseguisse finalizá-lo ou conseguido uma brecha, tentaria pegar minhas coisas e correria. Entretanto, se em algum momento eu ficasse sem minha arma ou falhasse em meus golpes, tentaria esquivar-me da maneira que havia pensado de seus golpes e, forçando minha aceleração ao máximo tentaria pegar minhas coisas e fugir para o buraco. Saberia que ele poderia tentar arremessar mais animais, então tentaria esquivar-me saltando para os lados e até rolando no solo, caso perdesse o equilíbrio. Não seria uma esquiva compassada, iria variando, duas vezes para direita, depois alternaria, continuando com duas para a esquerda, tentando ludibriar meu oponente. Perto do buraco, não pensaria duas vezes e tentaria deslizar e adentrar no buraco com grande velocidade. – Me segura! – bradaria na tentativa do gordo me segurar de alguma forma. Essa ideia faria em ambas as possibilidades.

- E então, para onde vamos? – questionaria o seguindo. Olharia rapidamente pra trás, tentando ver o meu inimigo ou qualquer outro. Saltaria ou correria se preciso, o importante era sair dali. – Temos que nos salvar! Devemos fazer isso por eles! – bradaria para o homem. Caso ele não soubesse para onde iríamos, eu tomaria a frente da situação e começaria a explorar o local onde estávamos. - Você sabe algo desse lugar, alguma saída ou onde ele vai nos levar? - questionaria enquanto correria.

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyQui 14 Set 2017 - 1:30


As notícias de Conomi eram totalmente diferente do que eu esperava. Felizmente para mim, meu nome não estava na boca do povo, o que facilitaria minha fuga daquela ilha. Essa seria a coisa certa a se fazer, afinal, ainda havia uma caçadora de recompensas, um palhaço e um cara com cabeça de pirâmide na minha cola. Tinha que sair dali para evitar mais confusões.

Nem a menina que havia me dado a planta com o cheiro estranho, cujo pai eu matei e a irmã e a mãe me caçavam veio ao meu encontro, portanto, não tinha nada que me prendesse ali. Tinha as laranjas que eu queria e isso era uma das únicas coisas essenciais que queria levar daquela ilha.

O real bafafá circulando por ai, era de uma confusão, envolvendo o envenenamento de um festival a alguns dias atrás. Fiquei curisoso, quanto a isso, fazia um tempo que não ouvia sobre nenhum atentado tipo aquele, mas por enquanto apenas ignorei o fato.

Tanto eu como Marie caminhávamos procurando pela venda, mas no final não achamos nada e apenas chegamos ao cais, onde haviam ofertas de passagem para a próxima ilha do nosso arquipélago. O preço parecia razoável, mas eu teria que tentar negociar, afinal teria que pagar duas passagens, a minha e a da mink.

- Marie, vamos tentar negociar nossas passagens, topa sair da ilha comigo? Seguir rumo a outra ilha e ver se la conseguimos algo de mais interessante, talvez novos objetivos?

Diria aquilo tudo, na língua nativa da raposa, que não falava muito bem a língua dos humanos, apenas a dos animais em si e eu como mink entendia bem a raposa, ainda mais por termos raças relativamente próximas. Esperaria por uma resposta dela, mas independente do que me fosse dito a principio, iria ate o vendedor das passagens.

Chegando perto do homem, agiria como a bela mulher que sou, tentaria usar de minha beleza para conseguir alguma espécie de desconto com o tal para embarcar no rainha da manha e seguir rumo a próxima ilha.

- Ola, sou Niyah – sorriria tentando bancar a meiga, claramente uma encanação, que não tinha certeza se daria ou não certo – Eu e minha amiga aqui precisamos de duas passagens para louguetown. Será que poderia oferecer um desconto para nos, duas moças sem muito a oferecer?

Tentaria apelar para essa estratégia, mas caso ela não desse certo, iria tentar oferecer uma espécie de trabalho em troca de um desconto ou ate viajar de graça no barco deles. Ficaria seria e olharia o com superioridade, que sabia que não tinha, mas para poder se conseguir algo, as vezes, deve-se assumir uma postura à convencional.

- Bem... Então que tal uma troca? Cozinharei e cuidarei da limpeza da cozinha de seu navio e em troca, nos duas ganhamos passagem de graça para a próxima ilha. O que acha?

Tentaria pedir um desconto e oferecer minha mão de obra, caso ele não aceitasse de graça, mas a ideia inicial era jogar o pedido de não pagar nada ao homem, para se conseguir minimamente metade do preço.
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptyQui 14 Set 2017 - 19:58





Whole Lotta Escape Pt1

A luta havia começado de forma repentina e Aleister ainda não havia se recuperado o suficiente para participar cem por cento. E pior, aparentemente sua febre havia voltado com tudo, a ponto que o homem delirava, e ao invés de ver javelins sendo arremessados, ele de fato via javalis!!

Tudo acontecia muito rápido, mas de alguma forma devagar também para ele, trazendo um contraste vivenciado apenas por aqueles que passam por situações de vida ou morte. Paralisado pelos horrores que via a sua frente, ele começou a ouvir vozes que procuravam fazê-lo se mover, vindas do seu íntimo, ou da sua febre. Sendo “acordado” por elas, Aleister mostrou que era um homem mais corajoso e tolo que a maioria, partindo para um ataque furioso.

Enquanto ele corria em direção ao seu adversário, viu Jason arremessar mais dois javalis, que na verdade eram javelins, em cima de si, porem ele conseguiu desviar com sucesso. - Você me paga seu maldito! – Bradava apenas para ouvir um grito raivoso – HAAAAAAARRRR! - em resposta. Ele não era o único furioso ali, e muito menos aquele que tinha o maior motivo para querer se vingar dentre os dois, afinal de contas Jason e seu falecido irmão gêmeos viveram mais de cinquenta anos ajudando um ao outro.

Como duas bestas raivosas os dois pareciam prestes a se chocar, Jason usando sua última lança de arremesso disponível e Aleister a faca de caça que uma vez pertencera a Jack. No entanto, quando o lanceiro deu um golpe de corte na diagonal, o gatuno girou brilhantemente e se esquivou, acertando em cheio o ombro esquerdo do homenzarrão. No entanto, consumido por sua fúria, Jason não parecia se importar ou sentir algo, usando a mão esquerda como se estivesse dando um e batendo com o cabo da lança na barriga do assassino de seu irmão e o fazendo perder o ar e recuar três passos. No entanto a faca que havia penetrado seu ombro agora abrira um rasgo enorme nele.

Ainda assim Jason não se importou e deu uma estocada alta, apenas para ver o inimigo se abaixar e desviar. Sem que soubesse, o lanceiro começava a ter a mesma dificuldade de seu irmão contra Aleister, a velocidade. Antes que pudesse retrair a lança para se defender, Aleister havia entrado em sua guarda e atingia um golpe em seu calcanhar o cortando. E ainda por cima havia ido para trás de si.

Lembrando do corpo de seu irmão, e das feridas nele, Jason sentiu seu coração parar por um instante, mas reagiu rápido. Saltou desesperadamente para frente, evitando assim o que quer que Aleister tivesse planejado. Rolando no chão, ele ouviu os passos de seus aliados entrando na caverna e se sentiu aliviado apesar de tudo. No entanto, assim que se ergueu teve uma grande surpresa. O oponente havia pego uma mochila e saído correndo em direção ao buraco por onde os outros tentaram escapar antes. Como ele podia ser tão rápido? Na curta brecha que se abrira durante seu salto e rolagem, o inimigo havia pego a mochila e passado bem do seu lado correndo!

- NÃÃO!! – Bradou o homem ao ver o assassino se aproximando do buraco, arremessando o último javelin contra ele. No entanto, Aleister como se tivesse olhos na nuca se salvou. Não por intacto. A lâmina da ponta da lança de arremesso passou pela orelha direita do rapaz e arrancou a parte superior, fazendo dele um homem com apenas uma orelha e meia! E por causa de toda a adrenalina, ele nem mesmo percebeu naquele momento!

Saltando no buraco, Aleister pode ouvir um urro – ATRÁS DAQUELE DESGRAÇADO FILHO DE UMA P#%A!!! – Enquanto ele próprio gritava – Me seguraaaa!!!

O túnel pelo qual o rapaz caía era cheio de pedras protuberantes, por isso haviam feito uma escada de mão ali. Durante a queda o rapaz esbarrou em várias dessas pedras e se feriu um pouco, mas o pior era os pontos em seu branco que se abriram com os impactos. Estranhamente o corpo do loiro não estava ali, significando que também tinha caído.

Logo, Aleister chegou ao fim do túnel e caiu em cheio na água. Ele quase se afogou e podia sentir toda a dor quase que multiplicada. Conseguindo chegar na superfície, viu que estava em um ambiente escuro, com teto e parede esquerda de pedra, vegetação ribeirinha na direita, e agua a sua frente. Próximo dele dois botes. Conseguia ver o vulto do gordo em um deles, e um outro vulto no segundo bote. Logo um remo veio em sua direção. Era o gordo oferecendo ajuda.

- E então, para onde vamos? – Disse Aleister já no bote.

- Shhh... rema essa porra! Rema caralho!! – Respondia o gordo em desespero baixinho.

- Temos que nos salvar! Devemos fazer isso por eles!

Nesse momento “SPLASH! SPLASH! SPLASH!” mais três corpos caiam na água vindo do buraco, obviamente eram revolucionários. O gordo já estava com dois remos e tentava remar por ali, o outro bote ia a frente.  Na verdade, aquele pequeno “canal” formado pela parede das montanhas o teto e a vegetação havia sido aberto pelos agentes. Antes era coberto de mato. Essa era a fuga que haviam preparado em último caso.

Seguir pelo canal não era tão simples devido o espaço limitado para os remos, mas ainda assim era melhor que nada. Uma vez que ele chegasse ao fim dando de cara com mais um paredão de montanha, os botes teriam que atravessar o mato e estariam no rio, livres para seguir até o mar. Ou não.

...

Alguns segundos atrás:

- Hei! Antes eu não tinha certeza, mas agora tive certeza, tem um barulho vindo dali! – Disse um dos revolucionários que estavam no bote enquanto apontava para o mato no rio que ficava na beira do paredão.

Sabendo da audição aguçada de seu amigo, os outros se puseram a remar na direção, e nessa hora puderam ouvir três “Splashs”. Sentindo que algo não estava certo, um dos botes remou para dentro do mato apenas para achar o canal escondido e três dos seus homens. –Merda!!

Assim, o que se seguiu foi básico. Um bote, carregando em espadachim e uma mulher cum um chicote, entrou no canal e seguiu apressadamente por ele em busca dos fugitivos. Enquanto isso o segundo bote, contendo o arqueiro e um homem segurando uma foice, seguiu por fora, buscando ser mais rápido usando a correnteza do rio e bloquear os fugitivos pela frente se necessário.

A noite estava só começando.



...


Niyah


- Sim, por favor, não aguento mais ficar nessa ilha!! – Foi a resposta dada pela raposa em sua linguagem a pergunta de Niyah. Em sua voz era possível ouvir até mesmo uma certa urgência que ela tentava conter.

Andando, as duas logo viram o homem que vendia as passagens. Ele era alto e levemente gordo, mas não muito. Sua pele oleada combinava com as roupas vermelhas e verdes bem chamativas que usava. Para completar o visual, um colar grande de ouro. Nem feio nem bonito, mas certamente chamativo, e com uma voz poderosa.

- Ola, sou Niyah. Eu e minha amiga aqui precisamos de duas passagens para louguetown. Será que poderia oferecer um desconto para nós, duas moças sem muito a oferecer?

Vendo as duas Minks, e o jeitinho meigo de Niyah, o homem abriu um sorriso sem graça, como se pedisse desculpas – Sinto muito moça, mas já estamos praticamente cheios, e esse é o menor preço que podemos fazer. Se for olhar em qualquer outro lugar, vai descobrir que temos os melhores preços.

- Bem... Então que tal uma troca? Cozinharei e cuidarei da limpeza da cozinha de seu navio e em troca, nos duas ganhamos passagem de graça para a próxima ilha. O que acha?

Com a insistência da moça, o homem deu um suspiro. – Veja bem, já temos tripulação para fazer isso. E seria muita sacanagem dispensa-los três horas antes da viagem. Nós também precisamos comer sabia? – Até então o homem apenas negava a possibilidade de fazer um preço mais em conta de forma normal, e até amigável, talvez estivesse falando a verdade, mas no último instante, ele mostrou sua real natureza e aproximou seu rosto de Niyah dando uma leve fungada e dizendo baixinho com um sorriso de lado. – Mas se as duas damas realmente não tiverem condições de pagar a passagem, talvez eu possa tirar do meu próprio bolso por vocês... isso é, desde que estejam dispostas a aquecer minha cama no caminho até lá... o que acham?

O homem chegava a respirar mais acelerado com a expectativa de ter aquelas criaturas exóticas lhe fazendo companhia durante a viajem, e sem conseguir se controlar, correu os olhos pelos corpos das duas de forma asquerosa.

Definitivamente não era fácil ser uma mulher nesse mundo caótico.

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 3 EmptySex 15 Set 2017 - 0:42


O desgosto que sentia naquele momento era muito. Aquele homem além de ser mau educado conosco tratando duas mulheres daquela forma era nojento, ainda mais sem consentimento. Fora que ele me lembrou meu pai, aquele asqueroso marinheiro que matei anos atrás.

Estava furiosa, queria retirar minha adaga de meu bolso e passar rapidamente contra a garganta dele, a forma que mais adorava matar, mas tinha que me segurar. Estava já sendo perseguida e isso fazer aquilo seria uma coisa que traria atenção desnecessária. Olhei para marie procurando alguma espécie de apoio no ódio e além disso tentaria olhar para a mink, visando me acalmar e acalmar ela, caso fosse necessário.

Pegaria o dinheiro necessário para comprar as duas passagens e colocaria contra o peito do homem, me aproximando o suficiente para que ele ouvisse o que eu diria a seguir.

- Nós trate assim novamente e ganhará um colar vermelho vivo em sua garganta.

Minha ameaça poderia ser um pouco infundada, mas não deixaria aquele homem pensar que poderia tirar vantagem de mim. Esperaria ele me entregar as passagens e me afastaria dele e começaria indo mais próximo do mar, para achar o barco e assim entrar nele, entregando as passagens caso fosse questionado.

Se o homem ameaçado não me entregasse a passagem, tentaria retirar minha faca apenas um pouco do meu bolso e aproveitando a distancia na qual nos encontrávamos, encostaria a arma contra a barriga dele, tentando fazer com que apenas ele e eu vissemos tal objeto, ocultando dos demais.

- Me dê as passagens agora ou deixo suas tripas para fora aqui mesmo.

Se mesmo assim ele não me desse a passagem, eu pegaria meu dinheiro de volta e sairia dali, procurando outro barco com uma oferta melhor para poder ir para lougue. Se precisasse arrumar confusão para reaver meu dinheiro, o faria, não tinha medo disso, ainda mais naquele local.

se chegasse no navio, procuraria um local para poder me sentar junto de marie, estava na hora de conversarmos e nos conhecermos mais, afinal, uma havia dado a vida pela outra diversas vezes dias atrás, então deveríamos conhecer mais de nossos passados, presentes e planos futuros.

- Então Marie... - dizia usando minha habilidade de zooglota, já que ela não se sentia confortável falando lingua humana - De onde você é? O que fazia no covil daquela pirata do qual lhe resgatei? O que pretende fazer agora? Quais seus objetivos?
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