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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptyQui 17 Ago 2017, 15:04

Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Arata Yashiro. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySex 18 Ago 2017, 13:31



ARATA YASHIRO

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A MORTE ESTA FALIDA



Não saberia dizer se sou só tapado mesmo, ou se minhas companhias eram tão interessantes que somente algumas tragadas num dos meus queridinhos foi o suficiente para acabar me perdendo e esquecendo dos mesmos. Andar sem rumo por essa maldita cidade já estava se tornando um mal habito para mim, meu único instinto naquele momento seria checar se ainda tinha algum centavo no bolso, e surpresa! Estou falido! Tudo que consegui andando com o panda balofo e com a loirinha maluca foi alguns litros daquela cerveja que deixava os bêbados ainda piores do que já são.

Mas aquela cerveja poderia até me servir bem, algo como isso com toda certeza despertaria o interesse de alguém num leilão ou no mercado negro, já que vendendo isso com certeza daria uma decolada nos negócios, assim como aconteceu no bar de onde havia conseguido a bebida. Torcendo para meus pensamentos estarem corretos, tentaria me localizar e logo apressaria o passo pelo caminho mais próximo para um lugar onde pudesse vender essa bebida.









Histórico do Arata:
 


P.S.:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySex 25 Ago 2017, 09:02



Phantom Lord


Sim, o que está morto pode morrer, se brincar, pode morrer duas vezes.



Era manhã na ilha de verão intitulada Conomi Island. Como sempre, o dia permanecia bastante agradável, menos para o jovem Arata, que se afastava do bar que havia explodido. O rapaz estava sozinho agora e algum rumo teria de ser tomado. Alguns homens se aproximavam do local olhando o ocorrido e questionando as pessoas próximas sobre o ocorrido, pessoas essas que indicavam a direção que o rapaz estava. Os homens não o seguiam, apenas olhavam seriamente para o rapaz. O rapaz não tinha muitos objetivos para sua vida a seguir, talvez encontrar alguma venda para sua bebida ou talvez beber dela, o rapaz era bem desanimado em suas ambições.

As vielas por onde o rapaz trafegava eram um tanto quanto afuniladas, não havia ninguém até o momento nelas, apenas o rapaz. O clima estava mais ameno por essas “horas”, já que o rapaz se encontrava longe do chamariz de brasas, porém, rapidamente dois homens cercavam o rapaz. Como não havia prestado atenção, eram os mesmos homens que haviam ido ao bar. Eram altos, cerca de um metro de oitenta dois metros para um deles e um metro e noventa e dois centímetros de altura para o outro. Eram robustos, porém nada excessivamente. Um deles fazia questão de mostrar um Jutte que estava em sua cintura.

- Muito bem garoto, soube que foi você que fez aquele caos todo – mais uma explosão poderia ser ouvida ao longe, as chamas adentravam mais no local queimando o restante do álcool que havia na taverna – Ainda está queimando aquele lugar, mas isso não importa. Eu soube que você sabe algo daquela bebida, certo? Acho bom você falar mais sobre ela, se não meu amigo não terá pena de você – quando o homem falou isso, o outro comparsa encostou uma faca no abdômen do jovem piromaníaco – E aí, o que me diz? – questionou. Ao longe, atrás dos homens, Arata poderia avistar outro rapaz, ele estava passando em uma direção adjacente a daquela viela, porém, havia parado no encontro de ambas as ruas e observava o que acontecia com Arata. Era uma distância de seis metros entre Arata e o outro jovem.

Homem com o Jutte:
 

Homem com a faca:
 

Rapaz no final da rua:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySex 25 Ago 2017, 14:20



ARATA YASHIRO

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A MORTE ESTÁ ENCURRALADA



- Na caça, se você esta diante da sua presa, você não pode demonstrar medo perante ela, ela fareja o medo, e você vai colocar tudo a perder... – Ainda me lembro das palavras de meu pai, na primeira vez que ele me levou para caçar, quando eu era criança.

Sinceramente não achei que a explosão daquela espelunca fosse gerar mais dor de cabeça, mas pelo visto, essa situação é pior que chiclete quando gruda no sapato. No meio do caminho fui abordado por dois parrudões.

- Muito bem garoto, soube que foi você que fez aquele caos todo – Disse o semi-carequinha mal encarado enquanto ao longe dava para se escutar mais uma explosão, e tenho quase certeza de quem vem da mesma direção do bar. Com esse pensamento um sorriso calmo surgiria em meu rosto - Ainda está queimando aquele lugar, mas isso não importa. Eu soube que você sabe algo daquela bebida, certo? Acho bom você falar mais sobre ela, se não meu amigo não terá pena de você – Continuou ele enquanto seu colega encostava a faquinha dele em mim – E aí, o que me diz?

Eu não iria demonstrar medo perante eles, até porque, medo é a única coisa que eu não estava sentindo naquele momento, então manteria a calma e olharia calmamente, diretamente nos olhos do cara com a faca. Estou em uma grande desvantagem nessa situação, já que eles estão armados, e eu não sou muito bom em luta corporal, então teria de tentar leva-los na conversa, pelo menos até que pudesse criar uma brecha para fugir.

Levantaria minhas mãos na altura dos ombros em sinal de rendição – Bem... O bar é uma demonstração do que eu faço com quem enche a porra do meu saco, e a proposito é isso que vocês estão fazendo agora – Diria confiante, com um sorriso sádico – Quanto a bebida... – No momento que dissesse isso tentaria me afastar lentamente para trás, para gerar uma abertura para minha próxima ação.

Minha preocupação maior seria o cara da faca, já que ele poderia me causar um estrago maior. Se ao me afastar ele tentasse me atacar com uma investida com a lamina, desviaria dando um movimento rápido para o lado, e aproveitando a altura em que meus braços se encontrariam( altura dos ombros) usaria meu braço direito para empurrar o braço da faca para baixo, e completaria com um soco direto em sua cara, visando acertar seu nariz. Caso me atacasse com movimentos circulares com a lamina, apenas desviaria com saltos para traz, e completaria tentando lhe aplicar uma rasteira.

Caso eles não me atacassem e me deixassem me afastar um pouco, pegaria uma das garrafas de bebida zumbificadora que estavam comigo – Depende de quem está interessado, e de quanto podem pagar – Após isso faria um movimento de ameaçar jogar a garrafa no chão – A proposito se não sossegarem ai, não vai existir mercadoria nenhuma para negociarmos – Diria confiante com meu ultimato.









Histórico do Arata:
 



Objetivos da ADV:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySex 25 Ago 2017, 14:55



Phantom Lord


Fantasma bom é fantasma furado!




Arata, por mais que estivesse cercado de inimigos, tentou não demonstrar nervosismo, porém falhou o rapaz não havia nascido com a dádiva de se manter calmo em tais situações, isso deixou uma brecha para o homem notar que o rapaz estava nervoso. Se afastando lentamente, o jovem atirador imaginou que fazendo isso conseguiria uma brecha para contra-atacar seus inimigos. Inocência. Ao se afastar, o homem notou o que o rapaz pretendia e deferiu-lhe um golpe na região do abdômen, que foi desviada por pouco, porém ainda o acertou de maneira quase mediana, considerando a largura da lâmina. Como havia levantado os braços, o rapaz viu ali uma boa chance de revidar. Tendo com sucesso conduzido o braço do inimigo para baixo, o atirador derrubou-o com uma rasteira, porém, antes de qualquer outro movimento, o inimigo restante acertou-lhe um golpe com seu Jutte que derrubou o rapaz.

O golpe havia sido dado no queixo de Arata. Sua visão estava trêmula, o mundo para o jovem girava incessantemente, seguindo um fluxo nada fácil de entender, por mais que ele tentasse levantar, com dificuldade ele se manteria ereto. O sangramento em seu abdômen começava a arder, tal ardor era seguido de uma sensação quente que escorria pelo corpo do rapaz até respingar no solo, que adquiria uma coloração vermelha, intensa e dolorida, para o rapaz. Caso olhasse para seus inimigos, o rapaz poderia ver como borrões uma batalha que acontecia, pouco a pouco os seus inimigos caíam para outro ser que estava ali. Os urros de dor dos homens chegavam aos ouvidos do rapaz e assim ele poderia ter alguma noção que ali acontecia uma briga, porém nada, além disso.

- Você está bem? – uma voz suave questionava a sobriedade de Arata. Sua visão já voltava ao normal exponencialmente, a ponto do rapaz perceber que os seus inimigos haviam caído. A sua frente estava um rapaz, o que havia visto anteriormente, estendendo a mão para o atirador. Após isso o rapaz se dirigiu aos homens caídos enquanto o protagonista recobrava seus sentidos. Seu queixo estava dolorido, além do sangramento. – Você realmente não sabe lutar – riu o jovem enquanto vasculhava os bolsos dos homens caídos – Eles são apenas bêbados que vagam pelas ruas, provavelmente nem saberiam usar tais armas com maestria, tinham apenas tamanho e força – recolhia os pertences dos homens, dando atenção a uma chave com um formato piramidal – Acho que isso é valioso... Enfim, do que estavam falando? – questionava o rapaz – Acho que tem algo a ver com isso, certo? – mostrou uma das garrafas que o atirador carregava, porém não tirava os olhos da chave, que analisava minuciosamente – Bem, meu nome é Damo e você está me devendo uma! – falou o rapaz enquanto retirava uma pequena garrafa de sua bolsa e bebia o líquido que havia no interior.

Se Arata fosse sincero com Damo, ele pararia alguns segundos para pensar no que o rapaz havia falado e decidiria fazer um convite para o atirador.  – Bem, acho que Zynne gostará de você. Se estiver interessado em fazer qualquer coisa – ao invés de vagar por aí – Só me seguir, se conseguir! – ironizou. Após tais palavras, o rapaz guardaria tudo que havia conseguido, devolveria a garrafa para Arata e escalaria rapidamente os muros, indo até o telhado de uma das casas que estava na borda da viela. – Realmente, se você conseguir me acompanhar, será interessante! Até mais! – afirmou. Damo seguiu o caminho que a viela indicava, porém ao final ele tomou a direção a esquerda. Se Arata fosse rápido, poderia avistar o rapaz saltando de uma viela a outra e indo agora para a direita. Ao fim daquela rua, o rapaz enrolaria a esquerda e sumiria do rastro do atirador. Um rastro de folhas havia perto dali, a direita, o que não era bem percebido pela maioria. Porém, se Arata não falasse a verdade para ele e guardasse o segredo da bebida apenas para ele mesmo, Damo não insistiria, porém não devolveria a bebida para o protagonista e seguiria seu rumo.

Observações:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySex 25 Ago 2017, 21:25



ARATA YASHIRO

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O QUE ESTA MORTO NÃO PODE MORRER, MAS PODE SER FERIDO



As vezes eu me esqueço que nem sempre consegui acatar os ensinamentos de meu pai, acho que meu velho deve estar se revirando no tumulo agora. Quase não saio vivo do ataque do cara coma faca, consegui leva-lo ao chão mas ele conseguiu me acertar superficialmente, e o outro grandalhão me pegou desprevenido, e fui ao chão com um único golpe.

O mundo parou por um momento e logo após começou a girar, mas não girando de um jeito normal, estava girando de um jeito muito louco, o qual eu não conseguia assimilar. A única coisa que estava nítida na minha mente é que eles não teriam dó de mim, então já esperava mais golpes contra mim, mas estranhamente não veio nenhum ataque contra mim, logo levantaria o mais rápido o quanto conseguisse, pelo menos na medida do possível, já que o mundo ainda gira na minha cabeça, mas sem sucesso.

- Você está bem? – Foi isso que escutei enquanto, recobro meus sentidos pouco a pouco, e a primeira coisa que vejo é aqueles dois caídos no chão, não deixo de sorrir com visão da cena. A próxima coisa que vejo, aquele rapaz que estava no fim da rua, na hora não lhe dei muita atenção porque estava ocupado tentando não morrer. Ele estava com a mão estendida para mim, aceitaria sua ajuda para me levantar e observaria enquanto ele checava os corpos desacordados.

– Você realmente não sabe lutar. Eles são apenas bêbados que vagam pelas ruas, provavelmente nem saberiam usar tais armas com maestria, tinham apenas tamanho e força – Disse enquanto vasculhava os corpos, e ele parecia ter encontrado algo interessante, que eu não soube distinguir o que era no momento - Acho que isso é valioso... Enfim, do que estavam falando? Acho que tem algo haver com isso certo? – Diz ele apontando para uma das minhas garrafas, mas não tenho chance de responder - Bem, meu nome é Damo e você está me devendo uma!

- Eu sou melhor com armas amigo, mas obrigado pela ajuda, já perdi a conta de quantas vezes minha vida foi ameaçada hoje. – Seria sincero com ele, até porque se ele quisesse me fazer algum mal ele já teria o feito – Bem... Eles queriam saber sobre essa cerveja, que provavelmente são os últimos litros que irá encontrar dela, ela é especial, alguma coisa nela meche com as pessoas, e não é só o álcool.

- Bem, acho que Zynne gostará de você. Se estiver interessado em fazer qualquer coisa. Só me seguir, se conseguir! – Diz ele antes de dar uma de ninja louco e subir o telhado mais rápido do que eu jamais poderia acompanhar no meu estado atual, em segundos já estava em cima do telhado - Realmente, se você conseguir me acompanhar, será interessante! Até mais! – E logo seguiu pelos telhados.

Não saberia dizer o que estava pior, a dor no meu maxilar, ou meu ferimento no abdômen, que estava ardendo e começando a sangrar. Sem saber quais as reais intenções daquele cara, não saberia dizer se é seguro segui-lo, isso se eu conseguir o acompanhar, mas no momento não teria opção melhor, até por que, o que é um peido pra quem já ta na merda. Precisava dar um jeito no corte também, o mais rápido que pudesse, estancar o sangue seria uma ótima opção.

Iria o mais rápido que pudesse até os dois caras, e procuraria rapidamente um lenço ou coisa do tipo, até mesmo uma peça de roupa serviria, desde que fosse fácil de tirar, e se o rapaz não as tivesse levado, ele pegaria as armas dos indivíduos. Mesmo durante a busca tentaria olhar as vezes para checar em que direção o tal de Damo estava seguindo. Assim que conseguisse o que queria, iria o mais rápido que conseguisse na direção que o rapaz foi, e se houvesse conseguido algo útil, usaria para estancar o sangue no caminho.

Tenho uma visão e percepção melhor do que a maioria, então isso já me ajudaria a encontra-lo. Seguiria até o ultimo lugar onde o tivesse visto, e caso não conseguisse mais o ver, então observaria o lugar atentamente em busca de um rastro ou algo que pudesse seguir. Se encontrasse tal rastro, o seguiria na maior velocidade que conseguisse no meu estado atual.

Caso não conseguisse mais o procurar, procuraria um beco, ou algum lugar onde pudesse me sentar, para checar o ferimento.









Histórico do Arata:
 



Objetivos da ADV:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySab 26 Ago 2017, 01:17



Phantom Lord


O que está morto pode ser Surrupiado



O jovem atirador Arata havia passado por grandes dificuldades até estar ali, então alguns ferimentos não seria grande coisa para ele. Em busca de alguma coisa que pudesse estancar aquele ferimento, mesmo não sabendo muita coisa sobre Primeiros Socorros, o rapaz foi em direção aos inimigos caídos e os vasculhou mais uma vez, porém, nada encontrou Damo já havia feito à limpa naqueles homens. Esse pequeno tempo que o rapaz perdeu vasculhando a toa era essencial para que ele perdesse seu recém-conhecido aliado. Seguindo o caminho que julgara o certo, o rapaz vagou por aquelas ruas, porém nenhum sinal do jovem rapaz que havia o salvado foi encontrado. Durante o trajeto, Yashiro olhou tanto para o teto das casas que mal observou que a sua frente havia alguém vindo, o choque foi irreversível.

- Me desculpe! – falou uma suave voz. Certamente era uma garota, porém a mesma não olhou nem falou mais nada, apenas seguiu. Em poucos instantes o jovem rapaz não veria mais rastros da garota que havia esbarrado. Voltando ao seu objetivo, o rapaz vasculhou por todos os lados em busca de Damo. Já cansado daquela busca, o atirador avistou alguns barris secos e velhos de vinho e sentou em um deles. Eram pequenos ao ponto de sentar sem dificuldade alguma. O salvador de sua vida realmente era bem rápido em escalar e andar sobre o telhado das casas, em um instante – talvez erro de Arata – o rapaz já havia sumido completamente.

- Você é muito lento! – afirmou Damo saltando do topo de uma das casas e caindo ao lado de Arata – Eu vi tudo que você fez até agora, tenho que admitir seus olhos são bons, porém, sua inocência é um ponto que exploram, digamos que é o seu ponto fraco! – afirmou enquanto ajeitava outro barril para sentar ao lado de Yashiro – Você pode me dar um gole dessa bebida? Queria ver se é boa mesmo... – pediu o rapaz. Quando Arata fosse pegar a bebida, notaria que não havia mais garrafas ali, haviam todas sumidas instantaneamente. – Está vendo como é inocente? Aquela garota de antes lhe roubou até as cuecas! – riu o rapaz, caindo do barril. De fato a garota havia roubado parte dos pertences do atirador, talvez esse seria o motivo de sua pressa para seguir o caminho.

Conomi era uma ilha dominada por Revolucionários, porém devido ao recuo de apoio governamental, algumas receitas deixaram de chegar e a ilha não é tão próspera para todos, como fala. As plantações movimentam a economia da ilha, porém parte dela, aquela que não tem oportunidade de trabalho sobrevive de roubos e outra maneira ilícita de sobreviver. – Não fica assim, logo recuperamos suas coisas! Agora, se eu fosse você aprenderia como me defender sem armas, isso seria bem útil para sua estrada. Aliás, qual sua estrada? Seus objetivos? – questionou o garoto voltando a beber o líquido que havia sacado anteriormente. Estava a todo ouvidos para ouvir a resposta de Arata. Logo após a conversa, um batalhão de Revolucionários passaria ali perto, porém não prestariam atenção alguma na dupla que debatia ali, sentada. – Revolucionários... esses caras só ligam em derrubar o Governo... – levantou-se e limpou sua roupa – Existem tantas coisas por aí, qual a necessidade de pensar apenas em destruição, mortes, lutas... – resmungou o garoto antes de pegar a chave que havia achado e olhá-la novamente.


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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySab 26 Ago 2017, 17:17



ARATA YASHIRO

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A MORTE PERMANECE FALIDA



Infelizmente perdi o rastro do tal de damo, fiquei feito um idiota olhando para os telhados das casas em busca do mesmo, mas nenhum sinal. Distraído, alguém acabou esbarrando em mim, acho que era uma garota, ela se foi mais rápido do que eu pude perceber. Sem sinal algum de Damo, a busca seria inútil, e eu precisava descansar um pouco da corrida e averiguar meus ferimentos, logo sentei-me em um barril velho de vinho, que infelizmente estava seco.

- Você é muito lento! – Ouvi a voz de Damo antes dele chegar naquele jeito ninja dele, saltando do telhado de uma casa – Eu vi tudo que você fez até agora, tenho que admitir seus olhos são bons, porém, sua inocência é um ponto que exploram, digamos que é o seu ponto fraco! Você pode me dar um gole dessa bebida? Queria ver se é boa mesmo... – Diz ele se sentando ao meu lado, levo minha mão ao casaco onde estavam as garrafas – Você não vai querer beber isso aqui, est_- A merda da bebida não estava mais lá - Está vendo como é inocente? Aquela garota de antes lhe roubou até as cuecas!. – Ri ele caindo do barril.

Nesse momento queria muito matar alguém, parece que tudo estava conspirando contra mim hoje, ela levou meu bilhete premiado, eu poderia fazer muita grana em cima daquela mercadoria. Mas tinha algo que ele não podia ter levado, porque ai sim eu iria ficar muito irritado, os meus queridinhos. Procuraria os mesmos pelo casaco, e caso encontrasse os mesmos suspiraria de alivio e acenderia um deles ali mesmo e guardaria os restantes. Mas caso não os encontrassem só tinha uma coisa que queria dizer – MAS QUE INFERNO!

– Não fica assim, logo recuperamos suas coisas! Agora, se eu fosse você aprenderia como me defender sem armas, isso seria bem útil para sua estrada. Aliás, qual sua estrada? Seus objetivos? – Diz ele antes de dar uma golada no conteúdo de sua garrafa.

- Até hoje sempre dependi das minhas armas, mas pelo visto não posso contar com elas para sempre. Minha estrada? Eu tenho uma lista, e pretendo cravar uma bala na cabeça de cada um que esteja com o nome nela – Diria distraído, olhando para um grupo de homens que passava ali perto  – Revolucionários... esses caras só ligam em derrubar o Governo... Existem tantas coisas por aí, qual a necessidade de pensar apenas em destruição, mortes, lutas... – Diz ele se levantando.

- Me parece um boa causa para se lutar, o governo, assim como a marinha, se tornou algo desprezível, o que um dia já foi uma organização que buscava justiça e paz para todos, foi corrompida pela corrupção e pela abuso de poder. Eu tenho uma lista para seguir, mas pretendo matar todos aqueles que forem culpados, por que meu amigo, tem coisas que só se consegue com a força e com o poder, e mudar o mundo é uma delas – Diria me levantando, deixando a fúria escapar em minha voz.

Sairia do meu devaneio de fúria, e olharia para ele, ainda estava segurando aquelas chave estranha – Tenho três perguntas para você Damo. Primeiro: Esse tal de Zynne, quem é ele? Segunda, o que tanto olha nessa chave? E terceiro, tem alguma coisa ai que possa me ajudar com a merda desse corte – Diria calmo.









Histórico do Arata:
 



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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptySeg 28 Ago 2017, 14:24



Phantom Lord


Vanguarda




O jovem Damo ficava impressionado com a resposta de Arata em relação à lista que o rapaz havia comentado, porém as palavras que vieram depois deixaram o rapaz desconfortável. – Eu não vivi tempo o bastante para ver bons motivos nesse grande grupo de moralistas, porém, deve haver algo certo no fundo do poço. Poder muda muitas coisas, porém não é tudo, até o mais poderosos dos homens pode cair perante a determinação de alguém! – afirmou com brilho nos olhos, que logo foram interrompidos pelos questionamentos do jovem atirador. De início o rapaz ficou calado, assimilando os questionamentos. Após ouvir tudo, soltou um leve sorriso.

- Bem, não tenho nada para ajudar isso, digamos que eu não sou a pessoa ideal para esse tipo de coisa, mas acho que você deve cuidar disso logo. Me siga! – falou o rapaz. Damo então continuou a andar, porém para a direção direita de onde estavam – direção contrária a que os revolucionários foram. O local cada vez mais ia ficando inóspito, calado, apenas o som do vendo soprando os rejuntes das paredes era ouvido, além do pingar de sangue que sairia do ferimento de Arata. – Bem, aquela chave foi algo que consegui em minhas últimas andanças pela noite. Digamos que ela deve ser bem importante, então a considero meu tesouro e a protegerei com minha vida, se possível! – afirmou o rapaz com um olhar determinado e um leve sorriso.

Logo a dupla chegou a um local escuro, devido às sombras que o forte sol fazia. Era uma porta feita de um material bem revestido, talvez ali fosse o subúrbio de Conomi, ou até menos povoado que isso. Damo se aproximou da porta e bateu cinco vezes em tempos diferentes (1-2-1-1) e logo a porta se abriu. O rapaz indicaria com o braço para que Arata o seguisse para dentro, caso o mesmo quisesse. Lá, um grande cômodo se mostrou, onde algumas pessoas estavam dentro. – Quantas vezes eu já falei para não trazer estranhos para cá, Damo? – questionou um homem que consertava uma espada. Ele era robusto, alto – quase dois metros, vestia um macacão – velho e tinha um semblante um tanto quanto amigável. Damo parecia sem jeito, porém logo era abraçado por uma mulher que saltava rapidamente. – Demorou demais dessa vez, baixinho! – falou uma linda garota, pele branca, vestia pequenos trajes vermelhos e tinha em suas costas uma lança.

O local era bem calado e quieto, um tanto quanto escuro, onde a iluminação se dava pelos raios solares que entravam pelas brechas do local. Estavam ali a garota que havia abraçado Damo – que já se soltava – O homem robusto que havia implicado com o jovem rapaz, além de Arata e próprio Damo. – Não se preocupem, é que encontrei esse cara aí, digamos que ele teve problemas com os homens do Grambos – falou com um tom humorístico – Ele está precisando de alguns remendos, onde está a Millah? – questionou o rapaz. Tanto a garota quando o rapaz se entre olharam, ambos pareciam não saber onde ela estava. – Acho que ela está com o resto do pessoal em suas tarefas. Logo ela chega! – alertou a garota, sentando-se próximo ali enquanto averiguava sua lança. – Acho que vai demorar um pouco. Fique a vontade! Ah, acho a Lince tem algo seu... – falou o rapaz olhando para a garota e saltando pelas paredes e sentando-se em uma espécie de “rede” quase no teto do local.

Citação :
Damo - vrd3
Lince - rs1
Grandalhão - mr1

Lince:
 

Grandalhão:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer EmptyQui 31 Ago 2017, 10:49




ARATA YASHIRO

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DAMO E CIA



Deixei escapar um momento de fúria, e Damo parecia impressionado com minhas palavras.

– Eu não vivi tempo o bastante para ver bons motivos nesse grande grupo de moralistas, porém, deve haver algo certo no fundo do poço. Poder muda muitas coisas, porém não é tudo, até o mais poderoso dos homens pode cair perante a determinação de alguém! – Ele parecia bem convicto do que estava dizendo, me senti até um pouco mal por atrapalhar seu argumento com minhas perguntas.

- Bem, não tenho nada para ajudar isso, digamos que eu não sou a pessoa ideal para esse tipo de coisa, mas acho que você deve cuidar disso logo. Me siga! – Disse ele e começou a andar, e eu penas o seguiria na velocidade que conseguisse. Reparei que ele não era muito fã dos revolucionários, já que até tomou a direção contraria a deles, ou podia ser só impressão minha.

A merda do ferimento continuava a sangrar enquanto andamos pelas ruas da cidade, e já estava começando a me preocupar de verdade com ele. Fui tirado de meus pensamentos a respeito do ferimento por Damo, que resolveu falar da chave estranha que levava consigo – Bem, aquela chave foi algo que consegui em minhas últimas andanças pela noite. Digamos que ela deve ser bem importante, então a considero meu tesouro e a protegerei com minha vida, se possível!

Seguindo a caminhada, as ruas começavam a ficar mais silenciosas e menos movimentadas, estávamos indo para uma parte menos movimentada de Conomi, o que não me fazia temer já que eu fazia parte desse mundo, mas não estávamos indo para um região muito bem frequentada da ilha. Chegamos em um lugar mais escuros devido as sombras causadas pelo sol forte, e, frente a uma porta que parecia fortificada, quem quer que estivesse ali dentro não queria que qualquer um entrasse. Damo fez uma sequência de batidas na porta, que acharia por bem, tentar memorizar, e logo a porta se abriu e Damo fez sinal para que entrasse, entraria dentro do Comodo e observaria o local.

Era um cômodo bem grande, e haviam algumas pessoas ali – Quantas vezes eu já falei para não trazer estranhos para cá, Damo? – Vejo um velho gorducho alto que parecia estar concertando uma espada, ele me parecia amigável mas tinha uma espada, então nada de movimentos bruscos pra mim.

Achei por bem me manter calado e apenas observar. Damos parecia um pouco sem jeito perante o abraço de uma moça – Demorou demais dessa vez, baixinho! – pele pálida, roupas vermelhas, é uma lança nas costas, parecia uma amazona, e pelo que pude ver ela devia ter algum tipo de vínculo com Damo.

– Não se preocupem, é que encontrei esse cara aí, digamos que ele teve problemas com os homens do Grambos – falou com um tom humorístico – Ele está precisando de alguns remendos, onde está a Millah? – Noto Damo e a garota se entre olharem, quem quer que fosse essa tal de Millah, eles não sabiam onde ela estava – Acho que ela está com o resto do pessoal em suas tarefas. Logo ela chega! – Disse a garota enquanto se sentava e admirava sua arma.

– Acho que vai demorar um pouco. Fique a vontade! Ah, acho a Lince tem algo seu... – Disse ele antes de invocar o modo ninja maluco dele e sair pulando pelas paredes, até chegar a uma espécie de rede perto do teto do lugar.

Era um local pouco iluminado, e mal localizado dependendo do ponto de vista, por mais que parecessem simpáticas essas pessoas não queriam ser encontradas. Fiquei surpreso com o que Damo disse, ela tinha algo meu? – O que quer dizer com “algo meu”? – Diria olhando primeiro para ele e depois para ela, enquanto procuraria algum lugar para me sentar.










Histórico do Arata:
 



Objetivos da ADV:
 

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