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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Selecção Natural

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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptyDom 14 Jan 2018, 12:45





Kiss From A Rose



...... Felizmente Platão “acordava” do seu longo sono, mas obviamente o golpe foi muito intenso, as suas ações e falas não eram coerentes e acabou por adormecer. Samael ficou cotocando a cara de Platão olhando pasmo para a sua cara, eu estava agora um pouco aliviada por ter alguém realmente do meu lado, o dia havia sido longo e todo o meu ser estava cansado, porém, não conseguia deixar de estar preocupada com Roxanne.
......Como minha mente estava exausta, eu nem percebi que Morgan se movia atrás de mim para me trair novamente, desta vez não seria perdoado. Escutei com atenção as suas falas e, quando ele acabou fiquei em silêncio, ele não conseguia ver por estar atrás de mim, mas no meu rosto existia um sorriso de orelha a orelha, lambi os lábios e respirei fundo.
......- Oh não… - disse Samael.
......Aos poucos começaria a rir baixo, até o riso ficar descontrolado e ser libertado por completo. – KYAHAHAHAHAHAAH! – Olharia para o céu e tentaria controlar o riso colocando a mão esquerda afrente da boca. Eu estava exausta e precisava rir um pouco, senão acabaria por enlouquecer de uma vez por todas, fazendo algo que me arrependeria.

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......- Morgan, Morgan… - a minha voz era uma mistura de puro desprezo e cómico, graças ao riso de antes não conseguia parar de sorrir – Acha que eu tenho medo de você? Já perdi muito hoje, não tem mais nada neste mundo que me faça temer. – Lentamente viraria a cabeça para a direita de forma que ele pudesse ver o meu rosto – Se puxar esse gatilho, eu lhe garanto que irá falhar… E sabe o que vem depois disso, não é? – não daria tempo para ele responder – Vou comer as suas entranhas enquanto você observa. Eu lhe dei uma oportunidade de recomeçar, mas parece que preferiu morder a mão de quem lhe deu de comer. Vira lata imundo.
......- Cuidado. – disse Samael – Ele pode disparar. Fim de jogo se ele o fizer.
......Assim que eu acabasse de falar, pararia de sorrir e começaria a olhar fundo nos seus olhos intimidando-o e, quando eu percebesse uma brecha, eu imediatamente rodaria para a direita, como a arma estava colada na minha cabeça era fácil evitar o tiro, pelo menos em comparação se não estivesse. Ao rodar para a direita usaria as garras da mão esquerda para acertar um dos seus olhos, cegando-o imediatamente. Não daria tempo para que ele recuperasse, apertaria a sua mão que segurava a arma e morderia o seu pescoço rasgando a sua jugular para que ele se afogasse no próprio sangue, de seguida eu empurrá-lo-ia para que caísse no chão e, me sentando em cima dele, olharia nos seus olhos e diria – Eu não o vou matar agora… Afinal… Existem destinos piores que a morte. – então pegaria na arma e enfiaria na sua boca e ficaria encarando ele – Desculpe, mas eu menti… Vou matá-lo agora sim. – e puxaria o gatilho.

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......Tentaria ficar sempre fora da direção da arma enquanto Morgan a tivesse em mãos. Se tentasse disparar contra minha cabeça eu rapidamente me abaixaria e pularia em suas pernas, mordendo-as com toda a força; Se ele tentasse disparar contra o meu tronco eu desviar-me-ia para a direita e investiria contra ele tentando agarrar o seu pescoço com minhas garras; Caso ele tente disparar abaixo da minha cintura eu pularia o mais alto possível e me jogaria contra ele, levando minhas garras à sua cabeça e meus dentes ao seu pescoço. Mesmo que eu tomasse um tiro eu não pararia, não podia parar agora, se eu parasse ele venceria, aquela luta só acabaria quando um de nós ficasse na vantagem.
......Se eu saísse vitoriosa dessa luta eu confirmaria se Morgan estava morto e, só então, iria até Platão e respiraria fundo, minhas pernas estariam trêmulas e meus punhos cerrados. Tentaria acordá-lo com um pequeno empurrão, porém, se ele não acordasse e daria um tapinha na cara dele.
......- Acabou a batalha, sargento… - diria quando ele acordasse e me deitaria no chão, exausta, tentando recuperar energias – Parece que vem aí socorro… Por favor… Ajude Roxanne.
......Caso eu não consiga vencer Morgan eu tentaria ganhar mais tempo. Olharia nos seus olhos fixamente com o sorriso no rosto, uma pessoa normal ficarai no mínimo incomodada por ver uma pessoa ainda sorrindo no meio da luta mesmo estando quase perdendo, pelo menos com o sorriso que eu carregava.

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......- Morgan, seu tempo tá acabando. Sua escolha, morra agora, ou desista e viverá para contar como foi enfrentar uma Van Der Veen e continuar vivo? - diria sorrindo mas intimidando ao mesmo tempo. Se ele desistisse eu imediatamente correria até ele usando minha aceleração e enfiaria as minhas garras no seu pescoço rasgando-o em 5 partes.
...... Obviamente, sendo o covarde que era, Morgan poderia tentar um golpe sujo, como ameaçar a vida de Roxanne, se ele o fizesse o meu sorriso iria sim desaparecer, porém, meu rosto so deixaria mais claro a minha vontade de apaga-lo da história. - Acabou de cometer o seu último erro. - diria cheia de raiva, porém, estranhamente calma.

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...... Lentamente andaria em direção a Morgan olhando no seu olho e rosnando, a ideia era apavorar ele apenas olhando para si, de forma a ele andar para trás até ficar sem saída. Desviar-me-ia das balas caso ele tentasse, mas fá-lo-ia com calma. Quando estivesse perto dele agarraria na sua arma e jogaria para longe, respiraria fundo próximo a ele, e então sussurraria - Sabe o que é estar sozinho no mundo? Sabe o que é estar desesperado por um toque de afeto? Sabe o que é insanidade? Você sabe como uma pessoa fica insana? - daria tempo para ele responder - Quando você segura o desespero por muito tempo forçando a sua própria sanidade, ela desaparece, tornando-o insano. Entre eu e você, você é o insano. Cometeu o mesmo erro várias vezes e esperou um resultado diferente, já eu cometo os mesmos erros mas não espero que o resultado seja outro. - olharia uma última vez para ele e diria - Covardes e traidores como você não têm lugar no céu, já esteve no inferno? Diga "olá" a Samael por mim, ele estará esperando por você. - então morderia o seu pescoço várias vezes, arrancando pedaço por pedaço, até que ele morresse.
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Citação :

Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
Nº de Posts: 35
Sangue: (05/15)
Ganhos: Bainha para ninjaken; Cicatriz em baixo do olho esquerdo; Cicatriz na sobrancelha esquerda; Cicatriz na bunda.
Perdas: Máscara do Clã
Personagens:
Alfer - um homem muito alto e com um ar cansado, por algum motivo não gosta de contato pessoal. Btw ele tá morto.
Braganis - Traidor que matou dois marines e tentou culpar Skyller. Virou comida de psicopata.
Loirinho - um marine que se acha herói
Platão – um sargento que Skÿller conseguiu salvar da hipnose de Bragnis, agora está liderando a missão.
Roxanne (acrescentar) - Ficou surpresa pelo vício de Skÿller, embora sinta uma óbvia aversão pelo vício, a marinheira parece não querer cortar laços com Sky por enquanto.
Careca - Um pirata com excesso de confiança;
Capitão Morgan - capitão pirata que concordou em colaborar com a marinha em troca de uma pena reduzida.
“Cabo” Cortes – Um soldado da marinha que não tem vergonha na cara. Rip.
The Wolf:3/5
Dance of Knives 5/5
Coments Extras: Usando farda da marinha; Ombro esquerdo fudido; Braço direito incapacidade e Ferrado; Sangrando ; Buraco no torso; Troca na fantasia de Lux e Tenebris por Samael
Objetivos:
 
Spoiler:
 
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptyDom 14 Jan 2018, 20:46



Certamente a reação de Skyller não era a que Morgan esperava receber. Ele achava que estava com o jogo vencido e ao ouvir a risada histérica da marinheira voltou a sentir calafrios subindo por sua espinha.

A mera voz daquela lunática lhe dava arrepios e foi então que percebeu. Não podia deixa-la viver para tentar se vingar e lhe caçar no futuro. Ele tinha outros dois reféns, poderia se virar com eles.

Com a mão tremendo de forma que não conseguia segurar viu a mulher toda suja de sangue olhando para trás. “É o rosto de um demônio.” Pensou enquanto suas pupilas dilatavam. Sem querer esperar mais, apertou o gatilho. Mas já era tarde.

“BANG!”

Com um rodopio para a direita a ninja escapava do tiro que ele pensava não ter chances de errar, e antes mesmo que pudesse reagir, sentia as garras da felina lhe rasgando o rosto. – AAAHHRRGHH! – Gritou de dor enquanto tentava se afastar e mirar novamente “BANG! BANG!” Mesmo durante a movimentação ele continuava atirando em seu desespero, sem acertar nada no entanto.

Uma mordida no pescoço e o peso da oponente além de sua força fizeram com que ele desse um passo para trás e sentisse um objeto contra a parte inferior de seu corpo. “Não era assim que era pra acontecer!!” Ainda conseguiu pensar revoltado antes de em um último esforço se jogar ainda mais para trás. Sabia que suas chances de sobreviver eram poucas, mas se ficasse ali tinha certeza de que ia morrer.

Enquanto caía em direção a água ainda conseguiu realizar mais um tiro. “BANG!”Teria acertado? Não importava mais já que com o “SPLASH!” da água, perdeu a consciência.

O seu último tiro havia acertado Skyller bem no meio de seus peitos, errando por milímetros o coração.  Deitada no chão, estatelada, ela falava enquanto sua mente se segurava por um fio. – Acabou a batalha s...

Apesar de não ter desmaiado ainda, não tinha mais energias para se erguer ou se movimentar. Agora teria que começar uma nova luta, a de manter sua alma no lugar até que o socorro chegasse. Teria de dançar uma valsa com a morte.


Para ajudar o avalidor -> Invasão do Hizumy:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Última edição por Big Furry Ragnar em Dom 28 Jan 2018, 00:32, editado 1 vez(es)
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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptySex 19 Jan 2018, 19:49





Kiss From A Rose



...... Morgan foi derrotado, agora não existiam perigos no navio, mas uma má ventura me foi fadada, um buraco em meu peito provocava a total perda de energia restante em meu ser. Era engraçado, um dia inteiro lutando sem descanso, porém, só agora meu corpo cedia, era como se uma força maior fizesse o meu corpo se mover até agora… Uma força diferente da minha fé…

~Pura Fantasia~

...... Procurava a resposta olhando para o céu, Samael tentava levantar-me mas não tinha sucesso, ele não tinha qualquer poder neste mundo e não podia de forma alguma interagir fisicamente com eles. O tiro não me causava qualquer dor, pelo menos eu não estava sentindo, simplesmente estava com dificuldade em respirar.
...... - Ah, Sky… - choramingou Samael – Eu não quero ir para a jaula de novo…
...... Tentei responder, mas a minha voz não saia, então só podia falar com ele através da mente, todavia escutei passos vindo na minha direção e suspirei com um sorriso. Uma figura que eu conhecia bem estava novamente me visitando, um ser que todos os seres vão conhecer em algum momento na vida.
...... - Você fugiu de mim há pouco… - disse a Morte sorrindo. Ela removeu o seu capuz de sombras e sua máscara de ossos, revelando sua pele pálida e olhos vermelhos como o sangue.


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“Eu estava com pressa… Peço desculpa.”
...... Então a morte se sentou ao meu lado, fazendo carícias em meu rosto, minha memória era bem vaga em relação a ela, mas eu sentia que a conhecia desde sempre, como se ela caminhasse ao meu lado todos os momentos, tendo cuidado em colher as almas. Ao fim de pouco tempo se deitou ao meu lado e me abraçou, ela não carregava sua foice, algo incomum devido a sua fama de, bem, ceifar as almas.
“Chegou a minha hora?”
...... - Não. Não ainda. – respondeu a Morte num tom tranquilo, se acomodando em meu ombro. – Só queria aproveitar este tempo para cumprir uma missão que me foi dada no dia que absorveste todo o clã.
“Uma missão?”
...... - Mithrar quer que te vá lembrando de quem eras antes de ires para a jaula. – explicou a Morte – Sabes, esse amor e devoção que sentes pela tua religião não é mero acaso. Tu, Skÿller, deves saber que a primeira Sky sentia um amor extremo por Mithrar, seguindo-o cegamente na maioria das vezes. Hoje percebi que estavas pronta ao questionar o teu clã, mesmo ficando ao lado do Criador. – a Morte riu um pouco e continuou falando – E eu acho fofo quereres transformar Kiara numa seguidora de Mithrar. O que pretendes fazer com ela?
“Vou convencê-la a ajudar Mithrar a tomar o legado de sua Mãe, assim ela poderá ficar com este mundo como ela deseja. Permitirei que os De La Serre continuem levando almas para ela, afinal ela ficará forte para servir Mithrar.”
...... - Estou-me sentindo um figurante. – reclamou Samael flutuando de um lado para o outro.
...... - Porquê que ele tá aqui? – perguntou a Morte obviamente desconfortável.
...... - Paizinho me mandou para cuidar de Sky. – respondeu Samael num tom arrogante – Lux e Tenebris estavam levando ela para um caminho errado, afinal Lux era inútil. Se eu falhar eu volto para a jaula por mais alguns milénios. Então para de seguir ela!
...... - NÃO! ELA É MINHA! – gritou a Morte, porém a sua voz não carregava ódio, parecia mais como se fosse uma criança mimada – Ela é só minha.

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...... - Que pena… - disse Samael – Ela já ama outra pessoa.
...... Inicialmente fiquei confusa com o que Samael quis dizer com amar, era um sentimento ao qual eu não estava acostumada. Rapidamente a Morte se levantou e olhou para mim com cara de cachorrinho abandonado. Encarei ela por alguns segundos até que percebi o que Samael havia dito.
“Roxanne? Pensei que amor era apenas algo que casais sentiam... Eu tenho a certeza que não me sinto assim por ela...”
...... - Não. Amor é algo que nos faz querer lutar para permanecer o máximo possível com algo ou alguém. – explicou Samael – A Morte, por exemplo, é louca por você da mesma forma que você era pelo Criador… Bem, a primeira Sky e não realmente você.
...... - A filha dos Blanc e dos Yoshida? Uma criança que tentou fugir do seu destino? É ela quem você ama? – perguntou a Morte decepcionada. – De qualquer forma irei esperar sempre por você.
“Blanc? Yoshida? Ela sentiu-se enojada quando mandei as almas para Mithrar e bebi o sangue. Como poderia ela ter a mesma religião?”
...... - Ela é filha de uma Blanc. Eles odiavam violência extrema que os Van Der Veen e os De La Serre amavam. – explanou a Morte – Os Yoshida eram mercenários, sim. Mas isso não significa que tenham todos que seguir o mesmo caminho. Basicamente os Yoshida só pensavam neles, assim como aquele traste ali. – apontou para Samael que tirava macacos do nariz – Eca… Acho que ela preferiu uma causa mais nobre. E acho que só os Yoshida mais velhos seguem a religião, os restantes são livres para escolher o seu caminho.
“Mas o nome dela é «Roxanne Anne Bélanger» e não Yoshida.”
...... - O avô paterno não era um Yoshida. Eles não aprovavam o relacionamento dentro do clã, visto que alguns começaram a nascer com deformidades. – explicou Samael – Esse teu pêlo e da Kiara devem ser devido a isso. Se bem que Kiara é bem bonitinha...
...... - Ela parece um… Um… - gaguejou a Morte – Eu nunca vi ela, na realidade.
...... Essa última informação me deixava preocupada, a Morte nunca precisou de chegar perto de Kiara, então existiam poucas possibilidades para isso e nenhuma me agradava. Ao ver que eu estava exausta a Morte foi embora me deixando, porém me avisou que um navio marinheiro se aproximava, a ajuda estava perto.

~Fim de Fantasia~

...... Assim que fechasse os olhos, finalmente sentiria a dor do tiro, era reconfortante na realidade. Não tinha nada que eu pudesse fazer a não ser esperar, nem mesmo falar com Platão eu conseguia devido ao meu estado. Eu não poderia simplesmente esperar que reforços chegassem, eu queria estar mais perto de Roxanne e protegê-la, então daria tudo de mim para rastejar até ela e abraçá-la-ia com toda a força. Eu sabia que tentar chegar até ela no meu estado era pedir que meu corpo não sentisse mais nada senão a dor, mas eu não queria saber de mais nada.
“A dor é a prova que estamos vivos, não importa a sua origem, ao sofrer confirmamos a nossa existência e realidade.”
...... - Ajudem… A… Roxanne. – daria tudo de mim para dizer essas palavras aos reforços quando chegassem. Apontaria para ela enquanto tentaria falar.

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...... Quando tentassem levantar-me, eu faria o meu melhor para me segurar no marine, mesmo com meu corpo quase não respondendo, eu tinha que lutar até ao final, não podia desistir tão perto. Apenas precisava de um pouco de descanso, todavia apenas iria descansar quando estivesse em segurança no outro navio. Se eu ainda conseguisse falar, eu tentaria pedir para que me arrumassem um livro, de preferência um de contos e deixassem do meu lado para que quando eu estivesse em melhores condições pudesse ler.
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Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
Nº de Posts: 36
Sangue: (06/15)
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Alfer - um homem muito alto e com um ar cansado, por algum motivo não gosta de contato pessoal. Btw ele tá morto.
Braganis - Traidor que matou dois marines e tentou culpar Skyller. Virou comida de psicopata.
Loirinho - um marine que se acha herói
Platão – um sargento que Skÿller conseguiu salvar da hipnose de Bragnis, agora está liderando a missão.
Roxanne (acrescentar) - Ficou surpresa pelo vício de Skÿller, embora sinta uma óbvia aversão pelo vício, a marinheira parece não querer cortar laços com Sky por enquanto.
Careca - Um pirata com excesso de confiança;
Capitão Morgan - capitão pirata que concordou em colaborar com a marinha em troca de uma pena reduzida.
“Cabo” Cortes – Um soldado da marinha que não tem vergonha na cara. Rip.
The Wolf:4/5
Dance of Knives 5/5
Coments Extras: Usando farda da marinha; Ombro esquerdo fudido; Braço direito incapacidade e Ferrado; Sangrando ; Buraco no torso; Troca na fantasia de Lux e Tenebris por Samael; Buraco no peito.
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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptyTer 23 Jan 2018, 14:16



Fazendo o Possível!

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   O barulho oco da sola de seus sapatos a correrem apressadamente pelo soalho do convés ouvir-se-ia por onde passava. Fazia o caminho oposto, correndo de regresso para o navio de onde viera. Havia encontrado uma marinheira caída e tudo o que podia fazer para ajudá-la, tal como o médico o havia dito, era trazendo uma maca até ali.  Enquanto corria, desviando-se cuidadosamente das pessoas e dos restos de gentes por ali espalhados, ia pensando nas palavras do sargento Kong e o quão verdadeiras elas seriam. Seu semblante estaria sério. Não conseguia aceitar que a violência poderá ser de facto inerente à natureza. Claro que os animais lutam entre eles, mas não da mesma forma brutal que os Homens fazem entre eles. E também entendia que os marinheiros que ali estavam perecidos haviam dado tudo de tudo para impedir que os piratas fizessem algo mal as pessoas, mas… não podia deixar de se perguntar se não havia outra maneira de os impedir. – Huh! Huh! – Sacudiria a cabeça em meio da corrida. – Preciso me focar! Tenho que levar uma maca até ao senhor médico! – A verdade era que, todo aquele pensamento entrava em conflito com o que acreditava. Sabia que de certa forma o que o sargento Kong dizia era verdadeiro, porém, também sabia que, as vezes a verdade não correspondia ao que é certo. Não o que era certo para ele.

  - A enfermaria, preciso de ir à enfermaria! – Chegando de volta ao Alvorada, o pequeno celestial ver-se-ia meio que aflito, receoso, pois imaginava que aquela tarefa era algo importante, um acto simples e vulgar que poderia ajudar a salvar a vida de uma pessoa. – Com licença, senhor! – Diria, apressado, caso alguém se encontrasse no caminho e tentaria passar por ele sem o atrapalhar.

   Na enfermaria, olharia para todos os lados em frenesim e quando seus olhos caíssem em cima das duas macas abriria um sorriso esperançoso, mas ainda inquieto. Tentaria pegar em ambas, contudo, se se vissem demasiado pesadas para que aquele pequeno e frágil corpo as carregassem, e não havendo ninguém mais ali que o pudesse socorrer, correria até ao corredor e colocaria as mãos em volta dos lábios e berraria com todas as suas forças, explodindo todo o ar de seus pequeninos pulmões:


 - SHIMA-CHAN!!!!! –

    Todo o seu rosto tornar-se-ia corado com aquele grito e sua respiração mais ofegante do que já estaria devido a corrida. Esperava que o panda não demorasse para ali surgir. Todavia, se ele não aparecesse, faria o seu melhor para as carregar sozinho, colocando uma em cima da outra e as puxando com seus bracitos. – Não importa como, tenho que levar estas macas até ao senhor médico! – Pensaria, esforçando-se ao máximo para as carregar. Se o seu fiel companheiro aparecesse para o ajudar, o menino pegaria numa maca de cada vez e as entregaria nas mãos colossais do seu amiguinho de quase dois metros. – Vamos, Shima-chan! Preciso da sua ajuda para levar essas macas até ao outro navio! Há pessoas que realmente precisam delas para serem carregadas até aqui! – E dito isto, correria na frente, indicando o caminho ao amigo.

  Se elas fossem leves o suficiente para que ele sozinho as carregasse, então não perderia mais tempo ali e as levaria envolvidas em seus braços até a outra embarcação. Se houvesse ali alguém desocupada, pediria ajuda: - Desculpe, senhor… Poderia ajudar-me a levar estas macas até ao outro navio, por favor? – Não só suplicaria em palavras, como a sua entoação e seus olhos reforçariam aquele favor.

  - Aqui estão as macas, senhor doutor! – Falaria ofegante e a bufar da correria quando regressasse para junto do médico e da marinheira ferida. Se não o mandassem fazer mais nada, observaria por um minuto o que ele fazia. E repararia, somente então, que aquela soldado tinha orelhas rosas e semelhantes as de um gato. E coraria levemente por um instante, admirado e surpreso.  Olharia em volta nesse instante e encararia os rostos apagados dos marinheiros derrotados no chão e então, realmente veria e compreenderia o quão abrangente era a Marinha. Soldados de várias cores e raças, e talvez até credos distintos, porém, todos serviam a mesma instituição. Todos lutavam pela paz.

 - Senhor, o que mais posso fazer para ajudar? – Perguntaria novamente, querendo ajudar quem ainda precisasse de ajuda. Se lhe fosse dito que já não havia mais nada que pudesse fazer, regressaria ao navio do tenente Yang, talvez lá houvesse algo que só ele pudesse fazer.

 Se a mink abrisse os olhos e falasse algo, demonstrando já estar fora de perigo eminente, a criança abriria um sorriso animado e aliviado, demonstrando realmente estar feliz. – Ainda bem!!! ––  Suspiraria, timidamente corado e com os olhos a brilharem. Se ela falasse qualquer coisa sobre uma companheira, seus olhos transmitiriam confiança e esperança e sossego. Não falaria nada, apenas baloiçaria em assentimento a cabeça vagarosamente e sairia correndo, procurando pela companheira da mink.  Poderia sentir o quanto aquela pessoa era importante para a marinheira, então faria de tudo para a ajudar enquanto a verdadeira ajuda não viesse.

  - Roxanne-san!? – Perguntaria, segurando na mão da marinheira, esperando que a mesma ainda respirasse, ou estivesse com o calor da vida ainda em seu corpo.  – Aguente um pouco mais, a ajuda já vem a caminho! ––  Diria com sua voz quase que sussurrada e serena, mesmo que a mesma estivesse desmaiada. Seguraria a mão da jovem entre as suas mãos tão mais pequeninas que as dela, como que se transmitisse o seu calor, a sua vida, para ela.  

   Caso a mink apenas conseguisse dizer o nome da amiga, mas não conseguisse apontar para a localização dela, o menino de longos cabelos azuis procuraria chamando pelo nome dela e aguardando algum tipo de resposta. – Roxanne-san?! Roxanne-san?! –

 

   

   


__________________________________




Histórico:

Post: 01
Aventura Anterior: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados -
Parte I

Ganhos:
Perdas:
Total de $Berries: 2.007.000$B (?)
Bónus:
Aprendizado de Perícias:
Players:
NPC's:

Goemon:
 


Yami Mizushiro Mayan:
 

Tenente Yang:
 

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Desculpa pelo post fraquinho e pequeno :/

Objectivos escreveu:
Adquirir uma bolsa --> Entrar na Marinha--> Ir para Loguetown.


Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda

____________________________________________________

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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptyDom 28 Jan 2018, 00:24

Skyller estava envolta em suas alucinações, sussurrando baixinho sem nem mesmo perceber que a ajuda já havia chegado. Inicialmente nem mesmo via os marinheiros que invadiam a embarcação e checavam os aposentos e os corpos em busca de sobreviventes. Foi um garotinho de cabelos azuis e farda que encontrou a ninja e chamou pelo médico que logo lhe mandava buscar macas para os sobreviventes.

Apesar de querer se arrastar até sua “amada”, não foi capaz, e até mesmo usar o braço para apontar foi um grande sacrifício. – Shhh, calminha, calminha, já acabou. – Falava o médico com uma voz reconfortante ao ver a moça tentando se mover.

Logo Hizumy chegava com as mascas pedidas. Para sua sorte seu urso era bem esperto e o havia ajudado a carrega-las. - Aqui estão as macas, senhor doutor! –

- Ajudem… A… Roxanne. – Finalmente Skyller conseguia dizer algo e apontar para sua companheira antes de perder as forças e apagar de vez.

Hizy rapidamente ia até a loira segurando a mão de seu único braço restante – Roxanne-san?! Roxanne-san?! – no entanto ela não se movia não importa quantas vezes ele chamasse.

- Vocês dois! Coloquem essa mulher na maca e a levem para a enfermaria! Urgente! – Dizia o médico ao chamar dois marinheiros e apontar para Skyller. Em seguida ele corria até Roxanne e via o pulso dela por uns instantes. – Ela ainda está viva! E ainda em pior estado do que a outra! Rápido! A ponham numa maca e a levem para a enfermaria também! –

Se erguendo ele procurava pelo convés até encontrar quem procurava, o outro médico do Alvorada. Ele estava erguendo um homem com um ferimento na cabeça mas que parecia estar acordando – Alok! Qual estado dele? Mais algum sobrevivente?

- Nenhum Avicci! Tanto os piratas quanto os outros marinheiros estão mortos. Ele teve um ferimento na cabeça, mas nada que ponha sua vida em risco.


- Bom! Pois temos duas sobreviventes sendo carregadas para a enfermaria que precisam de cirurgia imediata! Vamos lá!

Assim os dois médicos capazes de realizar cirurgias corriam para a enfermaria para tentar salvar a vida de ambas.

- Percebeu como os marinheiros estão enfileirados e os piratas não? Significa que alguém arrumou os corpos de tal forma. Aquele pirata não teria motivo para fazer isso, teria? – Dizia outro marinheiro tentando fazer sentindo da situação.

Por mais que Hizy quisesse ajudar, não havia muito que pudesse fazer devido ser tão pequeno e fraco. Nem mesmo arrastar um corpo de forma eficiente ele conseguia. Mas já havia feito o suficiente ao encontrar uma sobrevivente e buscar as macas.

Os minutos que antes passavam de forma arrastada, de repente pareciam passar aceleradamente. Os marinheiros verificaram piratas e marinheiros mortos, identificaram os que eram possíveis, carregaram Platão para o Alvorada e navegaram ambos navios em direção aos dois outros navios ainda restantes, onde o Tenente Yang e a Sargento mascarada agora estavam.

Lá chegando, descobriram que a batalha havia acabado finalmente, com a derrota dos piratas, muitos mortos e poucos sobreviventes, mas ainda assim eram mais do que os do Jolly Rogers. Após retornar ao alvorada, o Tenente e a Sargento se informaram dos acontecidos e seguiram para a enfermaria. Por sorte entre os marinheiros sobreviventes, havia um sargento e médico que cuidou de seus próprios homens.

Assim, em uma formação de quatro navios, eles seguiram em direção a Loguetown.

Durante o caminho de volta as cirurgias chegaram ao fim e foi com alívio que o Doutor anunciou que ambas marinheiras sobreviveriam, no entanto não foi possível salvar o braço decepado de uma delas.

- Garoto, como foi você que as encontrou, vou pedir para que faça companhia e fique atento a qualquer coisa que aconteça. Se as coisas piorarem, me chame. É pouco provável que acordem, mas se acontecer, converse um pouco e me chame de imediato, é isso.

Ao mesmo tempo o tenente fazia um anuncio, em quarenta e cinco minutos estariam chegando em Loguetown.





Off:Hizy precisa de mais um post no mar antes de aportar em Logue. Cubo, pode só narrar a Skyller apagando e depois despertando na enfermaria, não precisa de sonho (a não ser que você queira colocar). Imaginem duas camas com uma cadeira no meio onde o Hizy estará sentado. Conversem.

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptySeg 29 Jan 2018, 19:44





Kiss From A Rose



...... A minha mente já estava quase cedendo quando a ajuda chegou, não consegui me aproximar de Roxanne, mas com um último suspiro consegui apontar para ela e foram capazes de prestar socorro para ela, após isso a minha mente apagou. A única coisa que eu conseguia sentir era um forte aperto no coração, era ligeiramente incómodo, todavia, era reconfortante ao mesmo tempo, como se fosse uma chama.
......Quando acordei estava deitada numa cama, lentamente virei minha cabeça para os lados para tentar perceber se alguém lá estava, para alívio de minha pessoa não estava sozinha. Lentamente sentei-me na cama e encarei o jovem garoto que me parecia ser familiar, puxando por minha memória consegui lembrar que ele ajudou a resgatar Roxanne. Tentei pronunciar algumas palavras, mas a única coisa que saiu foram tosses de dor, o meu corpo estava obviamente incapacitado.

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......- Cof Cof – tossiria colocando a mão na frente da boca – Como ela está? – Perguntaria num tom claramente preocupado mas aliviado. Eu sentia que ela estava viva, ela tinha que estar viva. Abaixaria a cabeça e sussurraria – Obrigado por a salvar… Se eu tivesse sido mais cuidadosa talvez nenhum marinheiro tivesse morrido. – para mim falar sobre a vida e a morte era natural, então esqueci por completo que crianças “normais” não costumam estar expostas a esse assunto.
......Os meus olhos começaria a investigar a enfermaria, daria especial atenção a livros e janelas. Ficaria encarando a divisão e escutaria o que o garoto teria a pronunciar, tinha algo nele diferente dos outros marines, era como se dele emanasse uma energia positiva, uma inocência única no mundo, bastava olhar para ele para sentir tal sensação. Olhei para o jovem novamente e dei um ligeiro sorriso, não muito grande, quase como que invisível – Prazer, sou Skÿller Van Der Veen.
......- Sky… - disse Samael sorrindo desconfortavelmente – Você tá sem camisa.
“E dai?”
......- Ele é uma criança. Não deve ser exposto ao corpo de uma mulher dessa forma.– explicou Samael.
......Olhei para meu corpo e lembrei que tinha usado minha camisa para minimizar o sangramento de Roxanne, pelos vistos foi eficaz. – Você… Poderia chamar um oficial, por favor? Preciso reportar o acontecido…
......Ao dizer essas palavras tentaria levantar-me usando a parede como apoio e então caminharia até a cama de Roxanne. Se o garoto não estivesse na cadeira eu puxaria ela até a cama de Roxanne e ficaria encarando-a, fazendo força para as lágrimas não caírem. Inconscientemente começaria a pensar em voz alta – Deveríamos ter ficado em Shells. Se eu tivesse ficado a estudar nós não teríamos recebido a missão e eu não causaria essa grande perda. – levaria minha mão esquerda em minha boca, disfarçando os soluços. – Se eu não fosse tão fraca. Me desculpa…

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......Se em algum momento tentassem evitar que eu saísse da cama eu faria o meu melhor para resistir e continuar até Roxanne, eu precisava ver ela com meus próprios olhos, mesmo se eu caísse eu levantar-me-ia até chegar nela, não iria desistir tão facilmente. Se por ventura o garoto ainda estivesse ali enquanto eu falava com Roxanne, eu tentaria disfarçar a minha tristeza e diria para ele – Hehe… Normalmente eu costumo “sorrir” mais… Vamos manter isto em segredo, ok? – Esperaria a reação do jovem e então eu deixar-me-ia novamente levar pelo momento – Eu entrei para a marinha com o propósito de poder fazer o que eu gosto, lutar contra inimigos poderosos mas… Mas eu nunca pensei que, após tanto tempo sozinha, iria criar um laço tão forte com alguém.
......- Tá. Vai falar para ele que matou a sua própria família?
“Não... Não para ele...”
......Daria uma pausa para suspirar e olhar para cima – A mente de uma pessoa pode ser algo bem estranho, não acha? – Se o garoto ficasse confuso eu tentaria explicar – Quando eu fiquei sozinha neste mundo, a minha mente criou duas figuras que agiam como guias para o certo e o errado, cheguei a chamá-los de família… Mas quando a situação ficou difícil a saída mais fácil que vi foi substituí-los. – olharia para o garoto – Mas acho que isso faz parte do crescimento, mudar a nossa mente ao longo do tempo...
......Se o jovem não concordasse eu escutaria o que ele teria para dizer e então daria um sorriso sem jeito – Então eu que devo ser louca. Haha…
......Se em algum momento Roxanne acordasse eu não interromperia a conversa, mas meus olhos ficariam centrados nela e, assim que meu cérebro assimilasse o facto de ela ainda estar viva, meus olhos encher-se-iam de lágrimas e abraçá-la-ia com força, não diria nada, apenas ficaria abraçando ela. Eu não conseguia imaginar como ela se sentia por perder um braço, apenas podia imaginar um terço do sofrimento e tristeza. Após algum tempo pararia de a abraçar e diria com um sorriso - Conseguimos... Evitamos Logue ser atacada por piratas...
......Quando o superior chegasse eu olharia para ele, faria uma continência e diria – Soldado Skÿller, senhor! – esperaria ele dar permissão para continuar – Gostaria de reportar o acontecido, visto que não sou capaz de realizar um relatório escrito. – Se ele perguntasse o motivo eu diria sem vergonha alguma – Não sou capaz de escrever, senhor. – Mesmo se ele achasse graça manteria uma expressão séria no rosto e esperaria liberdade para continuar. – Eu, Roxanne, Sargento Platão e mais alguns marines, todos mortos, fomos enviados de Shells para intercetar um navio pirata sendo o líder de missão Alfer, um agente do governo. Infelizmente tínhamos um traidor no submarino, o companheiro de Alfer, Bragnis, matou um bom número de marinheiros… Eu consegui parar ele a tempo, mas os navegadores já tinham morrido. – daria uma pausa para respirar – Ficamos à deriva até que o navio pirata que pretendíamos atacar encontrou o submarino e acharam que seria uma boa ideia entrar nele, travamos uma árdua batalha e conseguimos eliminar os piratas, porém apenas restaram 3 marinheiros.
“Acho que é melhor não falar da ajuda dos piratas…”
......- Ajudamos a eliminar alguns navios piratas e socorremos marines de um navio que já não conseguia ir a lado nenhum, mas como a sorte era pouca fomos atacados pelo último navio pirata que sobrou e mais uma batalha sangrenta foi travada. – Suspiraria – O primeiro bando pirata que matamos foi de um “Capitão Morgan”, gostaria de acreditar que o buraco na garganta que fiz nele foi o suficiente para acabar com sua vida, mas infelizmente seu corpo caiu no mar… Já o segundo navio pirata era de um bando de minks leões, sei que eles são naturais do South Blue e pertencem ao clã De La Serre, consegui matar o líder do navio pirata mas um deles sobreviveu e foi embora com o corpo de seu irmão, a única coisa que sobrou foi esse tapa-olho que estou usando. – Se alguém perguntasse sobre o buraco no meu peito eu diria num tom indiferente – Obviamente foi uma bala. – Escutaria com atenção as palavras do superior e, se por acaso ele falasse sobre as recompensas dos piratas que matei eu ficaria pensativa por um instante, então olharia para Roxanne e depois para o garoto – Os marinheiros que morreram também ajudaram na batalha… Eu acho que a recompensa dos piratas deve ser repartida pelas famílias dos marinheiros que morreram, talvez eles fossem os únicos trabalhadores em suas casas. – Se o superior questionasse a minha decisão eu diria – Se não quiser dar o dinheiro para as famílias dos mortos então pode deixar a minha parte comigo, eu darei um bom uso a ele para reparar os meus erros.
......- Senhor? – chamaria a atenção do oficial quando ele não tivesse mais nada para dizer, olharia para Roxanne.
......O que aconteceu com o Sargento Platão? – perguntaria se ela estivesse acordada – Entendo…
...... - Não há nada a se fazer em relação ao braço de Roxanne? - perguntaria com um tom de esperança na voz - Ela é uma excelente lutadora, eu já a vi lutar, sei do que ela é capaz. - levantar-me-ia e iria ate ao superior - Se ela quiser continuar a lutar, se ela quiser continuar servindo a marinha, se ela quiser recuperar o braço... - cerraria os punhos - Não teria como resolver esse problema?
......Esperaria que o superior saísse para puder finalmente respirar fundo, aliviada. Seguraria a mão de Roxanne, estando ou não acordada. Eu sabia que Roxanne era uma pessoa forte e que passaria por cima daquele problema facilmente, mas não seria tão cedo. Olharia para os seus olhos (se ela estivesse acordada) e a última coisa que eles passariam seria pena, esse era um sentimento que eu não podia sentir por Roxanne, ao fazer isso estaria considerando ela inferior e não como igual, em vez disso tentaria transmitir um olhar determinado e confiante.

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......- Ah… Essa é Roxanne. – diria finalmente para o garoto se ele ainda ali estivesse – Obrigado por tudo. – sem pensar duas vezes levaria a minha mão livre até a cabeça do jovem e esfregaria gentilmente. Daria um pequeno sorriso para o garoto para, não só esquecer a dor, mas para também mostrar que estava agradecida ao jovem pelo seu serviço.
......- Awnnn… Ela agora tem sentimentos pelos outros! QUE FOFO! – diria Samael – Dá até vontade de vomitar…
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Citação :

Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
Nº de Posts: 37
Sangue: (07/15)
Ganhos: Bainha para ninjaken; Cicatriz em baixo do olho esquerdo; Cicatriz na sobrancelha esquerda; Cicatriz na bunda.
Perdas: Máscara do Clã
Personagens:
Alfer - um homem muito alto e com um ar cansado, por algum motivo não gosta de contato pessoal. Btw ele tá morto.
Braganis - Traidor que matou dois marines e tentou culpar Skyller. Virou comida de psicopata.
Loirinho - um marine que se acha herói
Platão – um sargento que Skÿller conseguiu salvar da hipnose de Bragnis, agora está liderando a missão.
Roxanne (acrescentar) - Ficou surpresa pelo vício de Skÿller, embora sinta uma óbvia aversão pelo vício, a marinheira parece não querer cortar laços com Sky por enquanto.
Careca - Um pirata com excesso de confiança;
Capitão Morgan - capitão pirata que concordou em colaborar com a marinha em troca de uma pena reduzida.
“Cabo” Cortes – Um soldado da marinha que não tem vergonha na cara. Rip.
The Wolf:5/5
Dance of Knives 5/5
Coments Extras: Usando farda da marinha; Ombro esquerdo fudido; Braço direito incapacidade e Ferrado; Sangrando ; Buraco no torso; Troca na fantasia de Lux e Tenebris por Samael; Buraco no peito.
Objetivos:
 
Spoiler:
 

____________________________________________________


~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptySex 02 Fev 2018, 15:22



Por qual trilho caminhar…?!

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     Cumprindo com a ordem do doutor, sentado sossegado na cadeira entre as camas das duas marinheiras que encontrara, silenciosamente, seus olhos as olhavam, mas não as viam. Limitavam-se a focar no nada. Não conseguia parar de pensar nas palavras cruas do sargento Kong. Por mais que as quisesse rejeitar, não o conseguia. Por mais que as quisesse aceitar, não o conseguia. Estava dividido. Para ele, o mundo não era pintado apenas de preto e branco. Havia tantas e tantas mais cores… era simplesmente impossível plantar em seu coração que todos os criminosos são vilões que merecem morrer sem sequer se perguntar o porquê de eles terem escolhido aquele caminho. E, se na verdade, alguns deles estivessem perdidos, a espera que alguém estendesse a mão e os resgatassem?!  Por experiência própria, sabia que nem todos os marinheiros ou nobres eram realmente boas pessoas… Mas não os culpava. Havia aprendido que ninguém nasce bom ou mau. Quando nascemos, somos todos puros e inocentes, transcendentes à simples caracterização do mundo de maldade e benignidade.  É o mundo e nossas experiências que nos transformam. E por isso, perguntava-se se não seria possível re-transformar aqueles que se perderam.

     A quietude do local era propícia à sua tormenta interna. A sua indecisão. À pergunta que não o deixava em paz… - Que tipo de marinheiro … não. Que tipo de pessoa eu quero ser?! – Questionando-se do fundo do peito, o pequeno garoto olharia pela primeira vez para as duas figuras femininas com o olhar singelo e profundo e honestamente reflexivo, como que se tentasse ver para além de seus corpos, perguntando-se que tipo de pessoa seriam elas.  – Ainda não sei a resposta, mas… Não quero ser alguém que apenas salva alguns… Quero salvar o máximo de vidas que puder… De todos os tipos e grupos! Quero ser alguém capaz de perdoar …  – Um pequeno suspiro ser-lhe-ia exalado naquele instante para fora do peito, obrigando-o a olhar para os pés. - … Mas primeiro, tenho que mudar… preciso de mais força… preciso de ficar mais forte… - Reerguendo o semblante, por descuido, suas joias azuis vislumbrariam as duas adormecidas jovens e um pequeno sorriso sair-lhe-ia dos lábios. Um sorriso miúdo, timidamente fraco e fácil de ser-se apagado. Porém, puro e admirado. Podia sentir que aquelas duas marinheiras dependiam uma da outra. Eram uma família, preparadas para se sacrificarem uma pela outra. Pelo menos, era o que sentia ao vê-las e ao lembrar-se de como uma delas segurou o seu último fôlego para ajudar a resgatar a outra. Por isso, inconscientemente, seus lábios começariam a mover-se, doce e gentilmente, entoando uma antiga cantiga. Uma que lhes deixasse sonhar com aqueles que mais amam e que mais procuram ver. Uma canção de amor que dizia pouco sobre amantes, mas muito sobre a amizade.

- While you sleep, dream of me… I’ll be keeping our memories, living in my heart and soul… Waiting for the day, when we will be together again… Carry me to my love, O’er the sea to the clouds above.. Where I know he’s waiting for me.. Carry me to my love, O’er the sea to the clouds above … - Vagarosos, seus olhos olhariam para o horizonte azul do exterior através de uma janela se por ali houvesse alguma. Continuaria a cantar aquela melodia sem olhar para elas. Respeitando alegremente o espaço delas, e imaginando-se se realmente as faria encontrar com seus entes queridos em sonhos através daquela canção que deixava seus lábios com doçura e honesta puridade. - Take me away to the shining light … Over the waves peaceful at night, There among the stars glowing in the dark you watch over me, Smiling down patiently… Carry me to my love… Mmm… Carry me to my love… Mmmm… -

***

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   O delicado barulho dos lençóis a mexerem-se chamar-lhe-ia a atenção de volta para as garotas. E ao ver que uma delas havia despertado, um sorriso sinceramente alegre e delicado seria-lhe direcionado dizendo-lhe sem palavras algumas - “Bem-vinda de volta!” com suas bochechinhas levemente coradas de felicidade e seus olhos sorridentes.   - Cof Cof – De ímpeto, sem pensar sequer, o pequenino levantar-se-ia e correria até a cama da marinheira com um olhar preocupado. – Você está bem, onee-san? –

    – Como ela está? – Afastando-se um pouco da felina e virando o olhar penetrante para a outra paciente um sorriso melancólico e preocupado surgiria antes de responder. – O doutor disse que ela ficará bem. Precisa apenas de descansar. – Transformaria aquele sorriso em algo mais esperançoso e olharia de volta para a felina no mesmo instante. – Ela ficará bem! – voltaria a responder, com mais confiança, afinco e esperança.

  – Obrigado por a salvar… Se eu tivesse sido mais cuidadosa talvez nenhum marinheiro tivesse morrido. – Cabisbaixo, abanaria a cabeça em negação. – Nhm! Nhm! Eu não fiz nada! … não fiz nada… - Sussurraria desgostoso. – Vocês que são incríveis! – Diria, encarando-a novamente, procurando seus olhos e sorrindo educadamente. – Prazer, sou Skÿller Van Der Veen. Abrindo um sorriso prazeroso e animado, o pequeno daria um pequeno riso alegre. – HI! HI! Muito prazer, Skyller-san! O meu nome é Hizumy! Hi! Hi! – Agora que estava tão próximo dela, mais relaxado, Hizy dar-se-ia por fim em conta que a mulher-gato não levava roupas a esconder-lhe o tronco. Era um pouco estranho, porém, não se incomodava com aquilo. Para ele, era algo natural. Algo tão vulgar que sequer o fazia pensar sobre. Isso porque, não conhecia o Homem como duas categorias separadas, não de uma maneira erótica. De seu ponto de vista, homens e mulheres eram iguais e ainda não descobrira a sexualidade intrínseca às pessoas.  – Você… Poderia chamar um oficial, por favor? Preciso reportar o acontecido…

 - Ah! Sim! Irei imediatamente! – Falaria contente por ver que Skyller realmente já parecia estar a sentir-se melhor. Começaria a caminhar pela sala quando, ao ver que a jovem estava a sair da cama, voltaria preocupado para a ajudar. – Tenha cuidado, onee-san! Você ainda não está totalmente curada! –

     – Deveríamos ter ficado em Shells. Se eu tivesse ficado a estudar nós não teríamos recebido a missão e eu não causaria essa grande perda. – O noviço se afastaria um passo de Skyller e da sua companheira, levemente pensativo e com um olhar verdadeiramente triste por elas. – Se eu não fosse tão fraca. Me desculpa…

    De alguma maneira, conseguia entender o sentimento de frustração e impotência e tristeza que a felina parecia estar a sentir, por isso manteve-se em silêncio. Não havia nada que pudesse fazer ou dizer para animá-la e se havia, não sabia o que era.  – Hehe… Normalmente eu costumo “sorrir” mais… Vamos manter isto em segredo, ok? – Sorriria em resposta. Contudo, era um sorriso forçado e falso. Diferente de todos os que havia demonstrado para Skyller desde o momento em que ela despertara. Era um sorriso que sentia-se envergonhado e culpado. - .. Não direi à ninguém, nee-san… -

   – Eu entrei para a marinha com o propósito de poder fazer o que eu gosto, lutar contra inimigos poderosos mas… Mas eu nunca pensei que, após tanto tempo sozinha, iria criar um laço tão forte com alguém. A partir daquele momento, seus olhos olhariam curiosos para ela. Talvez ela tivesse uma resposta que o ajudasse. – A mente de uma pessoa pode ser algo bem estranho, não acha? – Hizy daria um sorriso pequenino, quase que concordando com o que a marinheira dizia, mas ainda incerto e confuso. – Quando eu fiquei sozinha neste mundo, a minha mente criou duas figuras que agiam como guias para o certo e o errado, cheguei a chamá-los de família… Mas quando a situação ficou difícil a saída mais fácil que vi foi substituí-los. Mas acho que isso faz parte do crescimento, mudar a nossa mente ao longo do tempo... –  

       - Desculpa, onee-san… eu não entendi bem o que você disse… Digo… Eu não vim para a Marinha com um objectivo tão nobre e definido quanto o seu e os demais marinheiros… Tudo o que eu queria no princípio era salvar o meu irmão e o meu povo… Mas agora, o que mais anseio é por uma resposta que seja certa para mim… O que eu quero é salvar todas as vidas que conseguir… Mas, porque?! O que o sargento Kong disse… eu não consigo ser igual a vocês… não consigo simplesmente chamar alguém de inimigo sem antes os tentar salvar deles mesmos… - Um sorriso forçado deixaria seus lábios, tentando mudar de assunto. – Acho que não serei um bom marinheiro! he he he he… Desculpa… eu não posso concordar ou discordar de você… Bem, irei chamar o Tenente! – Diria, meio que apressado para deixar a ala médica. Cada vez que pensava sobre tudo aquilo, não se sentia bem. Aquela ideia pré fabricada e estereotipa de que os vilões são vilões só porque sim o magoava e deixava-o triste.  

   Correria pelos corredores e a primeira pessoa que avistasse a pararia. – Desculpe, senhor… Mas você sabe onde posso encontrar o tenente Yang, por favor? – Agradeceria independemente da resposta e continuaria o seu caminho. Não encontrando ninguém, não teria outro remédio se não, fora da zona de cuidados, envolver suas mãos em torno dos lábios e berrar pelo tenente.

   
- Yang-Sama! Yang-Sama! Onde você está? Yang-Sama! –

   Assim que o encontrasse, daria um sorriso, mesmo que ele o reaprendesse por estar a berrar o seu nome. – Uma das marinheiras que ajudamos acabou de despertar, Yang-sama! Ela pediu para o chamar! – Sorriria, colocando as mãos atrás das costas e seguindo o tenente caso ele decidisse ir ao encontro delas. Se o oficial da Marinha e seu mestre o indagasse sobre o que achava da garota até agora, o celestial olharia em frente, deixando os braços escorrerem ao longo do corpo, pensativo por um instante. – Ela parece ser alguém que passou por muito… Parece ser forte, porém gentil… E se preocupa de verdade com a amiga! – Diria olhando sério para ele. – Mas… - Voltaria a encarar o caminho a sua frente. – Não acho que ela seja diferente de vocês… Ela é diferente de mim… - E ficaria por ali.

   
***

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   Novamente na ala hospitalar, agora junto do tenente, ou de outro oficial caso esse viesse no lugar do tenente, o pequeno miúdo manter-se-ia em um recanto da sala para não incomodar os superiores que conversavam, limitando-se a ouvir. – Soldado Skÿller, senhor!

Eu, Roxanne, Sargento Platão e mais alguns marines, todos mortos, fomos enviados de Shells para intercetar um navio pirata sendo o líder de missão Alfer, um agente do governo. Infelizmente tínhamos um traidor no submarino, o companheiro de Alfer, Bragnis, matou um bom número de marinheiros… Eu consegui parar ele a tempo, mas os navegadores já tinham morrido. Ficamos à deriva até que o navio pirata que pretendíamos atacar encontrou o submarino e acharam que seria uma boa ideia entrar nele, travamos uma árdua batalha e conseguimos eliminar os piratas, porém apenas restaram 3 marinheiros. Ajudamos a eliminar alguns navios piratas e socorremos marines de um navio que já não conseguia ir a lado nenhum, mas como a sorte era pouca fomos atacados pelo último navio pirata que sobrou e mais uma batalha sangrenta foi travada. O primeiro bando pirata que matamos foi de um “Capitão Morgan”, gostaria de acreditar que o buraco na garganta que fiz nele foi o suficiente para acabar com sua vida, mas infelizmente seu corpo caiu no mar… Já o segundo navio pirata era de um bando de minks leões, sei que eles são naturais do South Blue e pertencem ao clã De La Serre, consegui matar o líder do navio pirata mas um deles sobreviveu e foi embora com o corpo de seu irmão, a única coisa que sobrou foi esse tapa-olho que estou usando.

    O relatório oral que Skyller fizera era algo um pouco demais. Toda aquela informação, tudo o que havia acontecido com elas e os outros marinheiros… A facilidade com que falava de quem matou ou deixou de matar… A neutralidade na voz ao referir-se sobre os acontecimentos bélicos brutalmente sangrentos… Tudo aquilo fazia com que não conseguisse evitar de olhar para o chão. Atrás de suas costas, escondia suas mãos trêmulas de medo ao ouvir o conto sangrento de Skyller e ao relembrar-se do cenário pós batalha que encontrara quando ali chegaram. – Pergunto-me… serei capaz de um dia falar tão facilmente assim sobre quem já se foi?! Nhm! Nhm! Espero que isso não aconteça... –

   – Os marinheiros que morreram também ajudaram na batalha… Eu acho que a recompensa dos piratas deve ser repartida pelas famílias dos marinheiros que morreram, talvez eles fossem os únicos trabalhadores em suas casas. – Aquelas palavras doces de Skyller chamariam a atenção do jovem. – Ela realmente é uma pessoa gentil apesar de tudo! – Abriria um sorriso resplandecente.

 - Não há nada a se fazer em relação ao braço de Roxanne? Ela é uma excelente lutadora, eu já a vi lutar, sei do que ela é capaz! Se ela quiser continuar a lutar, se ela quiser continuar servindo a marinha, se ela quiser recuperar o braço... Não teria como resolver esse problema? -  Ao ver a bravura da marinheira, vendo o quão ela realmente desejava ajudar a sua companheira, o menino encheu-se de uma certa admiração pela relação de amizade de ambas. – Yang-sama… - Diria, aproximando-se de pés silenciosos e tentando pegar na ponta das vestes do tenente, caso fosse ele quem ali estivesse. – Ajude-a, por favor, Yang-Sama! Eu sei que o senhor consegue!  – Seus olhos cintilantes, repletos de esperança e seriedade, pediam também por algo que as pudesse ajudar, encarando os velhos e esgotados olhos do seu mestre. Não sabia o porque, mas sentia que Yang podia ajudar Roxanne.



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...


Para o Narrador, Hizy escreveu:

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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptySex 02 Fev 2018, 22:47



Ali na enfermaria daquele navio, Hizy e Skyller se conheciam oficialmente. Após uma breve conversa que deixava o garoto ainda mais pensativo, ele ia buscar o Tenente Yang. No quarto Skyller tentava se levantar sem sucesso, e ficava a olhar para Roxanne que ainda estava inconsciente.

– Desculpe, senhor… Mas você sabe onde posso encontrar o tenente Yang, por favor? –

- Ele está na cabine do capitão. – Respondia um marinheiro que havia sido parado.

- Yang-Sama! Yang-Sama! Onde você está? Yang-Sama! –

- O que houve rapaz? – Perguntava o velho tenente abrindo a porta da cabine. Lá dentro, Hizy poderia ver Vonneta e o sargento que havia sido resgatado junto de Skyller e Roxanne. O homem tinha o olhar vazio, focando em Vonneta e ouvindo a mesma. Ao ver a cena, Hizy saberia imediatamente que o homem estava sob efeito de hipnose (mesmo se não tiver aprendido a perícia).

– Uma das marinheiras que ajudamos acabou de despertar, Yang-sama! Ela pediu para o chamar! –

- Ohh, mas já? Isso é bom, isso é bom. – Respondia ele fechando a porta atrás de si. – Venha vou ver como ela está. Andei conversando com Kong e acho que será bom que ouça o relato dela. Aliás, o que achou da moça?

– Ela parece ser alguém que passou por muito… Parece ser forte, porém gentil… E se preocupa de verdade com a amiga!  Mas… Não acho que ela seja diferente de vocês… Ela é diferente de mim…

- Todos somos diferentes meu jovem. Todos somos. Desde que consiga proteger, e não atrapalhar, nós da marinha aceitamos a todos. – As palavras simples pareciam abrangentes, mas certamente se analisadas mais a fundo, mostrariam o quão restritivas eram de fato.

Assim que retornavam a enfermaria, Skyller se prontificava com uma saudação – Soldado Skÿller, senhor! –

- A vontade soldado. Sou o Tenente Yang, responsável por esse navio. Vejo que está se recuperando mais rápido do que o previsto. Fico muito feliz em ouvir isso. – Respondia o tenente com um sorriso leve no rosto.
– Gostaria de reportar o acontecido, visto que não sou capaz de realizar um relatório escrito. –

- Ohhh?

– Não sou capaz de escrever, senhor. –

- Entendo. O que pode me contar sobre os acontecimentos de hoje?

- Eu, Roxanne, Sargento Platão e mais alguns marines, todos mortos, fomos enviados de Shells para interceptar um navio pirata sendo o líder de missão Alfer, um agente do governo. Infelizmente tínhamos um traidor no submarino, o companheiro de Alfer, Bragnis, matou um bom número de marinheiros… Eu consegui parar ele a tempo, mas os navegadores já tinham morrido. Ficamos à deriva até que o navio pirata que pretendíamos atacar encontrou o submarino e acharam que seria uma boa ideia entrar nele, travamos uma árdua batalha e conseguimos eliminar os piratas, porém apenas restaram 3 marinheiros. Ajudamos a eliminar alguns navios piratas e socorremos marines de um navio que já não conseguia ir a lado nenhum, mas como a sorte era pouca fomos atacados pelo último navio pirata que sobrou e mais uma batalha sangrenta foi travada. O primeiro bando pirata que matamos foi de um “Capitão Morgan”, gostaria de acreditar que o buraco na garganta que fiz nele foi o suficiente para acabar com sua vida, mas infelizmente seu corpo caiu no mar… Já o segundo navio pirata era de um bando de minks leões, sei que eles são naturais do South Blue e pertencem ao clã De La Serre, consegui matar o líder do navio pirata mas um deles sobreviveu e foi embora com o corpo de seu irmão, a única coisa que sobrou foi esse tapa-olho que estou usando.

- Do South Blue heh? Certamente viajaram uma longa distância para participar desse ataque. Tsc. – Durante o relato a expressão do Tenente havia se tornado cada vez mais séria e pela primeira vez desde que Hizumy o conhecera, era a primeira vez que a voz do velho traía algum sentimento negativo. Raiva. – Seus relatos condizem com as informações que reuni até agora, no entanto uma vez que cheguemos em Logue precisará repetir tudo em detalhes para o capitão local em ordem de requisitar as recompensas. Suas ações foram dignas de admiração e certamente receberá medalhas por ela também.

– Os marinheiros que morreram também ajudaram na batalha… Eu acho que a recompensa dos piratas deve ser repartida pelas famílias dos marinheiros que morreram, talvez eles fossem os únicos trabalhadores em suas casas. –

- É um ato muito nobre de sua parte. Farei com que cheguem com certeza até eles.

- Senhor? –

- Sim?

– O que aconteceu com o Sargento Platão? –

- Ele recebeu um golpe forte na cabeça e no momento está sendo tratado por uma especialista na área. Tenho certeza que ficará bem.

- Não há nada a se fazer em relação ao braço de Roxanne? -

- Infelizmente não fomos capazes de recupera-lo.

- Ela é uma excelente lutadora, eu já a vi lutar, sei do que ela é capaz.  Se ela quiser continuar a lutar, se ela quiser continuar servindo a marinha, se ela quiser recuperar o braço...

- Isso...

- Não teria como resolver esse problema?

- Sigh... não é como...

– Yang-sama… Ajude-a, por favor, Yang-Sama! Eu sei que o senhor consegue!  –

- Sigh. Não é impossível. No entanto não será fácil, além de não sair barato, só seria possível se ela for até a Grand Line. Originalmente minha tripulação já estava completa, mas considerando suas ações heroicas, suponho que seja possível coloca-las sob meu comando. Nós apenas ficaremos em Loguetown por um dia antes de zarparmos e seguirmos viagem. Vou ao quartel relatar o ocorrido e pedir para agilizarem os papeis de transferência, por isso não será necessário que vocês vão até lá. Deixarei o garoto com você para ajuda-la no que precisar.

Com isso o velho se virava e saía do local, deixando novamente os três sozinhos ali na enfermaria. No horizonte uma ilha surgia, Loguetown, o local pelo qual Skyller lutara arduamente, Roxanne perdera seu braço, e Platão sua sanidade. Tantos outros morreram. Rapidamente eles se aproximavam dela e logo aportavam.

A batalha tinha de fato, finalmente acabado, e a missão havia sido cumprida.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptySab 03 Fev 2018, 03:18



Neve na Cidade do Começo e do Fim
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     Um enorme sorriso surgiu em seus finos e rosados lábios quando o tenente disse que havia uma forma de ajudar Roxanne. – Hi! Hi! Hi! Sabia que Yang-sama vos ajudaria! – Gargalhou alegre para as duas garotas, corando ligeiramente. E estava ainda mais alegre por saber que elas os iriam acompanhar na sua jornada à procura do tesouro.  – Se vocês já se estiverem a sentir-se melhor, podemos ir até a cidade! – Sugeriria o garoto de forma amistosa e um pouco ansiosa. – Se precisar, posso emprestar o meu bastão! Assim você será capaz de se apoiar nele! – Explicaria, indo buscar o bastão e o entregando à Skyller caso ela dissesse que o quereria emprestado para tal.

     Se aceitassem ir até a cidade, o garoto esperaria por elas e as seguiria, saindo da embarcação somente quando elas também fossem, uma vez que seu mestre o havia mandado estar ao lado delas por enquanto.  No exterior, se sentisse um ar gélido, ou se visse nuvens pesadas e dantescas no céu, ou mesmo se ouvisse algum murmúrio de algum estranho a dizer que nevaria, o garoto pensaria que talvez, o melhor seria ir comprar algumas roupas para ele e para Shima-chan. – Skyller-nee-san e Roxanne-nee-san, porque não vamos comprar algumas roupas?! Parece que o tempo irá esfriar. – Perguntaria.

     Se as garotas aceitassem, procuraria com elas por uma boa loja de roupas e adentraria na mesma. No interior, procuraria por roupas de lhe parecessem resistentes e quentinhas, além disso, perguntaria se não havia por ali roupas com estampas da Marinha. – Desculpa, senhor(a) vendedor(a), mas será que tem alguma roupa com símbolo da Marinha? OU então, se não tiver, será que tem broches da Marinha? – Indagaria, na esperança de encontrar alguma coisa.

Procuraria comprar meias de lã bem fofinhas, um par de botas azuis-brancas resistentes e que o impedissem de escorregar; calças finas, porém quentes e de um material resistente e elástico; roupa interior quentinha e com bonecos desenhados; uma camisola branca de manga comprida, para vestir por baixo e uma outra camisola de manga comprida e de lã, ou algum outro material semelhante, para vestir por cima; Por fim, compraria um colete azul, um par de luvas brancas, um fio para amarrar seus longos cabelos e um gorro de lã branco. Se houvesse por ali algum relógio de pulso à venda e broches com símbolos da Marinha, também compraria. Também procuraria por um casaco bem grande, quase da altura de um homem de dois metros, bem quente, para o seu panda. E no final, procuraria por uma bolsa grande, de alsa única para levar as suas coisas durante suas jornadas. – Gostaria de comprar tudo isto, por favor! – Diria, levando as coisas até ao balcão e esperando que colocassem tudo na sua nova bolsa grande.  – Obrigado! – Agradeceria, caso tivesse dinheiro para pagar tudo.

   De seguida, acompanharia Skyller até ao banco, onde também ele iria abrir uma poupança e guardaria o restante do seu dinheiro, se houvesse sobrado algum. – Boa tarde, senhor! Gostaria de guardar algum dinheiro, se puder ser, por favor!

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Aventura Anterior: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados -
Parte I

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...


Para o Narrador e para o Cubo, Hizy escreveu:
Desculpa o post, mas fiz um pequeno e rápido se não só poderia postar na segunda :/  Como em todas as ilhas está a nevar por causa da Saga, achei que seria uma boa ideia ir comprar umas roupas de frio e, já agora, outros itens xD Qualquer coisa errada só avisar ^^  

Spoiler:
 
[/quote]

Objectivos escreveu:
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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptySab 03 Fev 2018, 17:29





Kiss From A Rose



...... Não conseguia explicar o motivo, simplesmente sabia que Roxanne era importante para mim. Talvez o motivo tenha sido a perda da máscara do meu clã e por ela ser o mais próximo de uma amiga real que tive em longo período de tempo.
...... - Você deveria descansar… - disse Samael muito sério – Esqueça os problemas dos outros, você sobreviveu até hoje assim, porquê mudar agora?
...... “ Sim, claro. Viver sozinha neste vasto mundo é realmente mais fácil que viver nele acompanhada por outras que estão dispostas a nos dar ajuda. Você é de facto um génio, Samael.”
...... - Quando estiver com o coração na mão não venha chorar para mim. – avisou Samael claramente chateado.
...... – Hi! Hi! Hi! Sabia que Yang-sama vos ajudaria! – disse o garoto entre risos.
“Ele está feliz por Roxanne? Porquê?”
...... - Ele não é como você. – disse Samael amargamente – Ele tem uma coisa chamada “empatia”.
“O que é isso?”
...... - Quer dizer que ele consegue sentir como os outros se sentiriam em determinadas situações. – explicou Samael. – Sendo ou não um conhecido…
...... - Se vocês já se estiverem a sentir-se melhor, podemos ir até a cidade! – Olharia para Roxanne ainda deitada na cama e não conseguiria esconder a minha preocupação. - Se precisar, posso emprestar o meu bastão! Assim você será capaz de se apoiar nele!
...... - Eu acho podemos gastar algum tempo… - diria suspirando – Ficar olhando não fará ela melhorar. O Tenente Yang disse que não seria barato o braço, então acho que terei de buscar o meu pagamento primeiro.
...... Procuraria uma peça de roupa na enfermaria para vestir, porém se não encontrasse nenhuma, eu pegaria num lençol livre e enrolaria em volta de mim, escondendo as minhas feridas e meu corpo praticamente nu. Não estava a cobrir por vergonha, mas sim pelo simples facto de que Samael me havia avisado sobre os efeitos que o corpo feminino podia provocar na mente dos homens. Certificar-me-ia de que o lençol não cairia facilmente e que não limitasse os meus movimentos.
...... Pegaria então nos meus pertences, arrumaria o cabelo e esperaria que o navio atracasse e, quando ele o fizesse, caminharia lentamente com Hizumy pela cidade, caso percebesse que caminhar ainda estava difícil, pediria ao garoto o seu bastão para me auxiliar na caminhada.
...... Quando estivesse em terra firme, analisaria o ambiente, seria a minha primeira vez em Logue. Respiraria fundo, escutaria os sons, observaria as pessoas e construções, contemplando-as por alguns segundos. Sorria se percebesse que não existia nenhum sinal de destruição, afinal muitos morreram pela sua segurança.
...... - Sim, acho que é uma boa ideia. – diria se o garoto sugerisse comprar roupas.
...... Quando encontrássemos uma loja, eu aproximar-me-ia do vendedor e colocaria o meu dinheiro no balcão e diria – Dá para comprar alguma jaqueta com este dinheiro? De preferência bem quente…
...... Se conseguisse comprar alguma roupa, imediatamente pagaria e vestiria a roupa - Será que dá para comprar mais um? Não é para mim, é para uma pessoa. – perguntaria ao vendedor.
...... Uma vez pronta, agradeceria ao vendedor e esperaria Hizumy para irmos até ao banco. Se o dinheiro não fosse suficiente avisaria ao vendedor que mais tarde voltaria com mais dinheiro.
...... Quando chegasse ao banco, eu esperaria a minha vez de ser atendida e diria para a pessoa de serviço – Gostaria de levantar o meu salário da marinha. Skÿller Van Der Veen. - a minha voz sairia num tom cansado – Se não estou em erro são 2 salários para levantar.
...... Assim que o levantamento estivesse concluído olharia para Hizumy e perguntaria – E agora? Podemos voltar para o navio?
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Citação :

Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
Nº de Posts: 38
Sangue: (08/15)
Ganhos: Bainha para ninjaken; Cicatriz em baixo do olho esquerdo; Cicatriz na sobrancelha esquerda; Cicatriz na bunda.
Perdas: Máscara do Clã
Personagens:
Alfer - um homem muito alto e com um ar cansado, por algum motivo não gosta de contato pessoal. Btw ele tá morto.
Braganis - Traidor que matou dois marines e tentou culpar Skyller. Virou comida de psicopata.
Loirinho - um marine que se acha herói
Platão – um sargento que Skÿller conseguiu salvar da hipnose de Bragnis, agora está liderando a missão.
Roxanne (acrescentar) - Ficou surpresa pelo vício de Skÿller, embora sinta uma óbvia aversão pelo vício, a marinheira parece não querer cortar laços com Sky por enquanto.
Careca - Um pirata com excesso de confiança;
Capitão Morgan - capitão pirata que concordou em colaborar com a marinha em troca de uma pena reduzida.
“Cabo” Cortes – Um soldado da marinha que não tem vergonha na cara. Rip.
The Wolf:5/5
Dance of Knives 5/5
Coments Extras: Usando farda da marinha; Ombro esquerdo fudido; Braço direito incapacidade e Ferrado; Sangrando ; Buraco no torso; Troca na fantasia de Lux e Tenebris por Samael; Buraco no peito.
Objetivos:
 
Spoiler:
 

off: post pequeno mesmo. preguiça de colocar code, perdao.

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 EmptyQua 07 Fev 2018, 01:38



Roxanne continuava em coma, mas após tanta luta para proteger aquele lugar, parecia um desperdício não visita-lo. Com auxílio do bastão de Hizumy, vestida com uma roupa de marinheira novinha que deixaram ali na enfermaria para ela, Skyller acompanhou o jovem para fora do navio após ele atracar.

Nevava levemente, e uma brisa fraca fazia com que o frio gelasse até mesmo os pelinhos do cóccix. Já era manhã do dia posterior a batalha, e o porto já estava movimentado, com vários navios atracando, pessoas desembarcando, carregando caixas e realizando todo tipo de movimentação comum ao local.

Aquelas pessoas seguiam com suas vidas, tranquilizadas agora que sabiam que os piratas haviam sido parados sem nem mesmo colocarem os pés na ilha. Tudo estava de volta ao normal. Algumas pessoas ao vez os dois fardados acenavam levemente com a cabeça ou sorriam. Outros olhavam com preocupação ao ver o estado de Skyller.

Governantes diferentes tinham estratégias diferentes na forma de lidar com a população quando ameaças como a do dia anterior surgiam. Alguns escondiam do povo os acontecimentos procurando evitar histeria em massa, e isso normalmente era um bom indicativo de um governo enfraquecido com pouca confiança por parte dos súditos.

Outros no entanto avisavam com antecedência aos cidadãos, pedindo que esses ficassem em seus lares e atentos, dependendo até mesmo moviam as pessoas para locais seguros se fosse possível e tivesse um bom preparo. Loguetown sob o comando de Cruzis era uma dessas ilhas. O ataque dos piratas havia sido aproveitado para aumentar o prestígio da Marinha na ilha. Os protetores do povo. A linha de defesa. A mão da justiça.

De fato, mesmo agora, no QG ao ouvir o relatório e pedido do Tenente Yang, Cruzis estava se sentindo triste por não poder fazer de Roxanne e Skyller heroínas do povo. Mas ainda haviam outros sobreviventes que tomariam esses lugares. Não entendam errado, ele não era um homem sem emoção e certamente preferia que seus soldados não tivessem sido sacrificados. Mas o fato é que com a grande baixa de pessoas, o QG estava enfraquecido, e precisariam de novos recrutas para repor o contingente. E para isso a marinha precisava estar em alta.

Assim, o fato de que uma árdua batalha em alto mar havia sido travada não era segredo algum, e por isso Skyller e Hizumy recebiam olhares amistosos e cheios de respeito. Aos poucos os dois avançaram e os locais foram se transformando em lojinhas e bares. Entrando em uma delas que tinha roupas a venda.

- Bom dia! Posso lhes ajudar com alguma coisa?


– Desculpa, senhor(a) vendedor(a), mas será que tem alguma roupa com símbolo da Marinha? OU então, se não tiver, será que tem broches da Marinha? –

- Na verdade não, isso é algo que apenas o QG está autorizado e repassar.

– Dá para comprar alguma jaqueta com este dinheiro? De preferência bem quente…

- Bom, apesar de não termos uma jaqueta que saia por esse valor, temos uma capa\manto que certamente irá servir suas necessidades. Não se deixe enganar pela aparência batida, ele é bem quente. – Disse a vendedora puxando uma peça verde desbotada com capuz e pegando quarenta mil berries do dinheiro posto no balcão.

- Será que dá para comprar mais um? Não é para mim, é para uma pessoa. –

- Bom, seriam mais quarenta mil... – Falou a mulher deixando no ar que Skyller não poderia pagar. Logo Hizumy chegou com os itens escolhido os colocando no balcão também.

- Serão 450.000 berries tudo. – Enquanto falava ela arrumava as coisas e aproveitava para sorrateiramente pegar outra capa\manto e colocar ao lado das compras de Hizumy. Olhando para Skyller ela repetia o que tinha dito, mas agora com o jovenzinho perto para ouvir. – Vão ser 40.000 a capa para a outra pessoa.

Nesse momento um homem entrava pela porta com um objeto na mão. – Hey hey Luna, mais cedo acabei encontrando essa máscara na areia da praia. É meio feia mas pode ter alguém que se interesse, te passo ela por dez mil, o que acha? – Sem olhar duas vezes para as dois marinheiros no local, ele jogava a mascara em cima do balcão, fazendo com que essa caísse logo ao lado da capa que Skyller queria levar para Roxanne.

A posição que ela caía era virada de frente para a ninja e parecia que estava fitando a mesma. Talvez estivesse, afinal de contas passaram tanto tempo juntas...

Sem sombra de dúvidas aquela era a máscara que afundara no submarino no dia anterior. Uma máscara que carrega consigo tantas lembranças sangrentas. A herança do clã de Skyller. A máscara dos Van der Veen!

"Você acha que pode fugir? Me usar e abandonar? Tolinha..." E naquela lojinha de roupas, com a neve caindo lá fora, era como se várias vozes estivessem sussurrando a mesma coisa em conjunto, um sussurro que só Skyller podia ouvir.

"Por que tentar sentir demais?
E você só me usou
Eu tentava ajudar
E você só me queimou afogou"





Off: Cometendo erro de iniciante a esse ponto da historia? Chegaram em logue e já sabem onde fica o banco? Aiai...

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MensagemAssunto: Re: II - Selecção Natural   II - Selecção Natural - Página 8 Empty

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