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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Uma deusa, uma louca e a revolução

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MensagemAssunto: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyQua 05 Jul 2017, 13:51

Relembrando a primeira mensagem :

I - Uma deusa, uma louca e a revolução

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.


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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyQua 19 Jul 2017, 12:09

Após expressar minhas dúvidas sobre o plano do Prospero, percebia que eles concordavam comigo, e alguns inclusive pareciam não ter pensado nisso ainda. Talvez o líder já havia pensado nisso, mas não chegou a passar a informação para seus subordinados o que as vezes podia ser normal. Lótus durante todo o tempo em que eu estava falando me olhava de forma séria, o que me fazia ficar um pouco corada, mas no final tudo pareceu sair bem já que eu recebia um elogia da deusa. – Muito bem Mary.

- Confesso que pensei neste caso também. Mas quando vim da Grand Line para resgatar minha cidade natal sonhava em reger ela. Planejávamos manter a Universidade por nós mesmos, no entanto... Mas temo que realmente seja sonhar alto demais. Mas bem... Já que estamos aqui e nossa estrutura não é o suficiente para tomar a ilha, ao menos podemos recolher informações para a causa. – Me senti um pouco mal com tudo aquilo, parece que eu havia estragado o sonho dele, como se aquilo não fosse mais possível durante seu tempo de vida, não era legal aquela sensação, mas infelizmente era a realidade e tomar aquela ilha seria pior do que simplesmente arrecadar informações do governo ou simplesmente facilitar somente a vida das pessoas.

- A Universidade talvez, mestre? Mas será difícil fazê-lo sem chamar a atenção da Marinha... – O loiro parecia ter uma ideia, mas não parecia ser algo muito especifico ou ele somente estava divagando. – Vamos logo decidir o que fazer... Que tédio. – Julieta queria ação e havia gostado disso, ela mudou de uma pessoa indiferente com tudo para alguém um tanto agitada em questão de uma apresentação, esse é o poder do governo, nos fazer desconfiar de todos antes de os conhecermos, como se eles estivessem ali para nos apunhalar pelas costas. Lótus percebia eu ficar um pouco agitada com esse pensamento e colocava a mão no meu ombro e falava. – Acalme-se. – Aquilo era sempre bom de se ouvir vindo dela, afinal como não ficar mais tranquila depois dessas palavras vindas da Deusa. – Não precisamos todos saquear o local. Podemos nos separar, não? – Saquear a universidade talvez não seja uma boa ideia, mas também não parecia uma má ideia, podiam haver coisas uteis ali para ajudar a causa e tentar derrubar o governo de alguma forma.

- Muito bem homens! Que assim seja. Eu, Leonte e Estéfano garantiremos que ninguém interferirá, Julieta e Mary adentrem na Universidade chamando a mínima atenção possível. Com sorte nem precisaremos parar marinheiro algum. Alguma objeção? – Aquele foi o momento que eu entendi porque o Mink era o líder deles, parece que quando ele decidiu dar as ordens sua voz mudou tomando conta do local e demonstrando uma imponência digna de seu tamanho avantajado. Agora nós tínhamos um objetivo mas ele era muito vago, nos infiltramos na Universidade e depois? Não havia uma continuação para esse plano o que era um problema de certa forma.

- Ok, mas e depois? Não quero parecer chata mas saqueamos o que? Conseguimos informações sobre o que? Vamos nos infiltrar sem um objetivo, mas especifico? – Eu podia estar parecendo chata mas não tinha muito o que fazer, era um pergunta válida e não era uma boa ideia invadir um local sem um objetivo. Lótus novamente me olhava e indagava. – Você está indo muito bem para quem acabou de começar nessa coisa de revolução. – E novamente eu corava e respondia para ela. – O... Obrigado minha deusa. - Esperaria a resposta de prospero e então concordaria com a cabeça.

Agora iria com eles até o local onde no separamos, durante todo o caminho tentava me manter desapercebia para todos que fosse possível, até por que anda com um bode gigante ao lado, fica difícil se manter furtivo. Chegando na Universidade estava somente eu e Julieta, me manter furtiva ali seria um problema talvez e estar com uma espada provavelmente seria outro, então caso seja indagada sobre a espada teria que mentir da melhor forma possível. – Humm... Eu faço parte do clube de artes marciais e hoje teremos treino com armas reais. – Esperava que aquilo fosse o suficiente se não poderia estar com problemas. Dentro da universidade também tentaria prestar o máximo de atenção em onde estavam localizados guardas e qualquer coisa que possa servir para a causa da revolução, como dinheiro ou até mesmo tecnologias uteis, sempre tentando não chamar a atenção para o que eu estava realmente fazendo ali. Durante todo o percurso até a Universidade e até mesmo dentro da universidade me manteria alerta para qualquer ataque vindo em minha direção, qualquer ataque que eu perceba estar recebendo, utilizaria toda minha velocidade para bloquear e contra atacar comum chute no joelho, caso eu perceba que é algum civil eu encostaria a lamina da espada no pescoço e diria. – Você não deve atacar uma pessoa assim de surpresa. – E permanecereia o encarando até obter uma resposta. Caso eu perceba que não era um civil eu diria. – Porque está me atacando, eu não fiz nada de errado mas posso fazer se você não parar. – Eu ainda me manteria alerta para bloquear qualquer ataque utilizando minha katana.

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Kenway
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyQui 20 Jul 2017, 12:44

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05. O Professor
Universidade


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Próspero fora o  mais direto possível referente a pergunta de Mary — O objetivo principal seria o laboratório, mas seria muito problemático infiltra-lo, por isso, iremos para a Universidade visando recolher projetos menores mas ainda assim uteis. —  disse com o olhar firme em seus olhos

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A dupla de garotas adentravam a construção que era tão imponente, composta por vários edifícios separados em vários blocos. O bloco principal, a entrada, era nada mais que isso, uma construção de um andar retangular que não era muito extensa e servia de ligação para as demais estruturas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Julieta agia de forma natural, sequer fazia perguntas para guias e, no máximo, olhava algum mapa ora ou outra. Se Mary não a conhecesse acreditaria que ela é uma das estudantes dali. Os poucos estudantes que olhavam torto para as duas não questionavam coisa alguma, talvez pela beleza em demasia da moça de cabelos brancos. Contudo alguns jovens, em sua maioria mulheres, encaravam por mais tempo que outros e talvez até consideravam indagar sobre a presença delas, mas a pressa de chegar a uma das salas não os permitia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após atravessarem o prédio com as salas de aula, entraram em outro um pouco menor mas ainda assim grande. Um laboratório que havia não apenas equipamentos para pesquisas de química e física mas também engenharia e outras áreas de conhecimento. O único ser vivo ali era um senhor careca e com barbas longas que mexia em algumas engenhocas com suas ferramentas, o homem olhou para as “estudantes” assim que elas adentraram.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quem ser vocês? —indagou o homem

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sou Angela e essa aqui é… — dizia Julieta quando fora interrompida pelo professor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu ser Makarov Gorbachev Ziegler Jaeger[ Korolenko. Me chame de Professor Makarov para facilitar! — disse em um tom alto quase gritando — E sei muito bem quem a garota aí é! Mas não irei resistir. — disse encarando Mary — Mas então, o que querem aqui? Sei que não são estudantes — o sotaque do professor era estranho e ele falava sempre alto


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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptySab 22 Jul 2017, 17:22

- O objetivo principal seria o Laboratório, mas seria muito problemático infiltra-lo, por isso, iremos para a Universidade visando recolher projetos menores, mas ainda assim uteis. – A resposta de Próspero foi direta, mostrando toda sua convicção com a causa, ele realmente tinha as qualidades de um líder e isso era bom para a causa, se ele conseguir continuar sendo assim durante momentos de ruins e de falhas ele terá o apoio de qualquer um que tenha os mesmos objetivos dele.

Nós adentrávamos na universidade, era um local imponente que me chamava bastante a atenção, não por me lembrar algo da minha ilha, mas sim por ser realmente algo bonito e que chamava a atenção. – Lótus, o local não é tão bonito quanto o templo, mas é realmente bonito. – Eu conversava com a deusa que estava ali ao meu lado também achando o local bonito. – Realmente Mary, é um local muito bonito, as pessoas aqui devem realmente valorizar o conhecimento produzido neste local. – A resposta da deusa fazia sentido, talvez estas pessoas louvassem o conhecimento como eu louvava a deusa.

Eu seguia Julieta que ali parecia estar quase em casa, como se conhecesse o local como a palma de sua mão, se seu não soubesse quem ela é com certeza iria a confundir com uma aluna da Universidade. Já os alunos pareciam não se importar conosco na maioria dos casos, isso era bom, não queria chamar muito a atenção já que o objetivo era se infiltrar sem ser percebida. Apesar de tudo alguns ainda nos olhavam percebendo que não pertencíamos aquele local, mas por sorte estes estavam ocupados demais correndo para suas salas de aula, isso me lembrava meu tempo no templo no intervalo entre treinamentos e estudos o que me fez sentir uma nostalgia triste, pois aquele tempo provavelmente vai demorar para voltar.

Chegamos a um prédio um pouco menor que o anterior, mas ainda assim grande. Parecia que ali era um dos laboratórios da Universidade por haviam muitos produtos químicos e engenhocas que eu não fazia ideia de para o que serviam. Eu olhava tudo aquilo impressionada, a tecnologia dessa gente realmente está avançada, eu imagino o que eles podem ser capazes de fazer com esse monte de coisa, talvez o governo mundial seja mais perigoso do que eu possa imaginar, o que me faz pensar o quão forte eu precisarei ficar para salvar o meu povo. Depois de observar bastante o local percebia que além das engenhocas e produtos químicos havia um velho barbudo, provavelmente um dos professores do local, ele era meio estranho parecia aqueles velhos cientistas loucos das histórias que as sacerdotisas costumavam a me contar.

- Quem ser vocês? – Ele nos indagava com um sotaque estranho o que era um pouco engraçado. – Sou Angela e essa aqui é... – Angela estava prestes a me apresentar mas a falta de educação do tal professor e o fato de eu já ser conhecida pela minha má fama fez com que ela fosse cortada em sua frase pelo velho. – Eu ser Makarov Gorbachev Ziegler Jaeger Korolenko. Me chame de Professor Makarov para facilitar. – O ego desse cara devia ser maior que esse nome gigante dele, não sei como ele ainda tinha folego para falar depois de gritar seu nome dessa forma, vai que ele fazia sempre que via alguém então já estava acostumado. – E sei muito bem quem a garota aí é!! Mas não irei resistir. – Se ele sabia quem eu era por que diabos ele perguntou? Devia se o ego, perguntou para poder falar que já sabia quem eu era, eu olhava para o lado e lá estava lótus ignorando tudo que estava acontecendo e se divertindo observando as engenhocas que haviam no local, aquilo era novo para mim também e eu queria estar no lugar dela observando as engenhocas. – Mas então, o que querem aqui? Sei que não são estudantes. – Que homem que grita... Era óbvio que precisávamos sair dali ou conseguir uma boa desculpa. – Eu cheguei agora na ilha e a Julieta está me apresentando os locais, só isso, não quero problemas. – Dava uma pequena pausa olhando para o homem, sabia que precisava atacar esse ego dele. – Existem muitas coisas aqui que eu nunca vi na minha vida, qual é o seu trabalho? Estou curiosa. – Estava tentando ganhar tempo para conseguir algo, principalmente informações sobre as pesquisas do local, durante todo o tempo dentro do local, observaria tudo que eu conseguisse, desde localização de portas, de janelas, armários, elementos químicos, qualquer informação sobre o local e sobre o que havia ali eu queria. Caso o homem de uma explicação sobre sua pesquisa eu agradeceria e diria para Julieta. – Onde vamos agora? – Talvez fosse melhor voltarmos a noite, mas se eu visse uma oportunidade de desmaiar o professor com golpe na sua nuca utilizando o cabo da espada eu o faria se necessário daria um segundo golpe na cabeça dele, sempre tentando fazer com que ele somente desmaiasse não causando algum dano grave, tentaria fazer isso sem que ninguém além da Julieta perceba. Se nem eu ou Julieta conseguir a oportunidade de derrubar o professor, simplesmente olharia para ela e faria sinal para irmos embora.

Caso consigamos derrubar o professor, iria procurar alguma engenhoca que parecesse valiosa, e pediria dicas para Julieta, pois ela talvez saiba para que as coisas servem ou se algo é valioso para a causa. Se julieta perguntar do porque eu ataquei o professor diria. – Os outros já estão prontos para atrasar a marinha caso eles venham, temos que aproveitar esta oportunidade. Depois podemos tentar voltar com um plano melhor e pegar alguma coisa mais interessante. – Conseguindo roubar algo sairia do local junto de Julieta, tentaria me manter junto dela para que possamos lutar caso necessário. Durante a fuga enquanto não perceberem o que fizemos tentaria andar de forma furtiva sem chamar muito a atenção, de preferência por locais que haja pouca gente pontos fáceis de me esconder, caso perceba algum guarda ou marinheiro que vá me atacar, bloquearia o golpe caso ele seja a longa distância e correria utilizando toda minha velocidade na direção do adversário tentando bloquear tudo que for lançado contra mim, ao me aproximar o suficiente atacaria com um corte na diagonal de baixo para cima, caso haja mais adversários os atacaria utilizando cortes no abdômen e braços para tentar fazer com eles não nos sigam mais. Seguiria fugindo até perceber que não estava mais sendo seguida, então iria para o esconderijo.

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Kenway
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyTer 25 Jul 2017, 02:07

Mary astutamente respondeu o professor que, apesar de saber quem as garoas eram, parecia relutante em contrariar a revolucionária por realmente ser uma desculpa viável para a situação atual. Além do mais, alguém interessado em seu trabalho era algo que de fato iria animá-lo em demasia. O homem a encarou e nada disse, até que a moça perguntou sobre sua pesquisa de forma direto, fazendo-o suspirar e começar a falar.

P-pois bem... É sempre um prazer ensinar! — exclamou — E também não quero confusão com vocês, venham, irei mostrar-lhes no que tenho trabalhado, aproximem-se — disse o professor.

Mary aproximou-se da mesa onde o homem trabalhava enquanto que Julieta manteve-se um pouco mais afastada. Makarov mexia em duas coisas distintas, uma se tratava de o que parecia ser uma solução esverdeada e a outra era uma espécie de canhão pequeno que se sustentava com uma base acoplada a ele e a altura dava mais ou menos onde bate o joelho de uma pessoa normal. Ao lado da arma havia uma planta de como a mesma funcionava.

Pois bem, este ser soro SAF-39. Ele melhorar todos os quesitos físicos de quem consome. Contudo ainda tem consequências, ser protótipo eficiente mas oferecer risco de morte. — disse, e logo em seguida se manteve em frente da arma — Este por outro lado ser Herfesto-003, disparo automático e pode ser configurada para atirar sem interferência humana! Tenho certeza de que  ela garantirá minha entrada no grande laboratório da ilha! — exclamou o professor, empolgado.

Havia ao lado da Herfesto-003 papéis com desenhos, anotações e cálculos, provavelmente a planta dos planos para construir a torre. Estava tudo normal emquanto o homem gesticulava e falava, mas Julieta parecia ter avistado algo estranho ao olhar para a mão do sujeito, sua expressão mudou de curiosidade para espanto enquanto gritava.

Ele tem  um Den Den Mushi! Ele irá nos entregar! — exclamou apontando o dedo para o homem.

Tarde dem- —  alertava Makarov quando fora interrompido pelo baque de Mary em sua cabeça.

O careca caiu duro no chão e a companheira revolucionária da espadachim parecia espantada mas logo se mostrou aliviada. Recolheu os papéis sobre o Herfesto e pôs debaixo de seu braço direito, encarou Mary nos olhos e começou a falar.

Você me assustou! — disse brava, suspirou e voltou ao normal — Não confio em carregar uma solução química comigo. Estas plantas devem ser o suficiente. — concluiu a jovem de cabelos alvos seguindo para a saída da sala.

Mary seguiu Julieta, estavam prestes a sair do local de vez quando foram interrompidos por um homem alto, uniformizado como estudante da Universidade e um físico consideravelmente forte, usava óculos e um cabelo curto, sua expressão era simpática mas transmitia clara confusão.

Q-quem são vocês? Onde está o professor Makarov? —  indagou o jovem.

Somos estudantes novas daqui, não é óbvio? Qual é, deixe-nos passar! Estamos com pressa. — vociferou Julieta.

O rapaz parecia relutante em deixá-las passar e Julieta o deixou entrar, mas quando este o fez a garota passou uma rasteira no homem e saltou por cima de seu corpo caído, Mary seguiu em seguida. Foram de forma calma já que ninguém havia as notado além do estudante caído, mas quando este se recuperou e notificou a todos os demais, tiverem de correr para a saída.

Saindo, se depararam com nada além de civis andando pelas ruas como usual mas dois em especial os interromperam, um tinha um sabre em sua cintura e o desembanhava enquanto o outro segurava um bastão.

É realmente um saco ter que trabalhar na folga... — disse o de cabelos castanhos com arma contundente após bocejar.

Que nada, quanto mais luta melhor! — gargalhou ao fim da sala o com cabelos mais longos.

Não podemos perder tempo... Talvez não demore até os marinheiros chegarem aqui, não sei até quando irão segurá-los. — disse Julieta em um tom pessimista.

A garota de franja não hesitou e investiu logo após concluir a fala, foi diretamente contra o homem que parecia ser mais jovem. Saltou quando estava relativamente próxima dele e desferiu um chute em seu peito, mas recebeu como contra-ataque um golpe em sua perna direita. No caso de Mary, o primeiro a investir foi o inimigo que não teve sucesso em seu golpe devido ao bloqueio da garota e levou em contraproposta um golpe em seu torso, ferindo-o diagonalmente.
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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptySex 28 Jul 2017, 14:54

Me aproximando da mesa onde Makarov trabalhava percebo o que ele fazia enquanto Julieta se mantinha afastada, ele mexia em coisas que eu não fazia ideia, uma solução esverdeada que me lembrava alguns sucos nutritivos que as sacerdotisas nos obrigavam a tomar pois eles eram bons para a saúde, eu sempre odiei o gosto daquilo parecia que eu estava bebendo capim. Aquele canhão eu podia não entender muito bem, mas era algo interessante que talvez fosse ser bem útil de se usar em combate de grande escala, e a melhor parte é que os planos para se construir estavam ali também o que pouparia muito trabalho depois para os engenheiros.

- Pois bem, este ser soro SAF-39. Ele melhorar todos os quesitos físicos de quem consome. Contudo ainda tem consequências, ser protótipo eficiente mas oferecer risco de morte. – É aquilo realmente não era um suco de grama, mas algo muito pior, um soro com esta capacidade pode realmente deixar o governo muito mais forte e trazer grandes problemas para o povo. – Fiquei longe disso, em nenhum momento pense em utilizar isto para ficar mais forte. – Lótus me falava aquilo séria, de uma forma que eu nunca havia a visto falar, ela várias vezes me falava para fazer ou não fazer as coisas, não me lembro de alguma das vezes estar tão séria como naquele momento, eu acenava a cabeça concordando não queria interromper o professor que começava a falar do canhão. – Este por outro lado ser Herfesto-003, disparo automático e poder ser configurada para atirar sem interferência humana! Tenho certeza de que ela garantirá minha entrada no grande laboratório da ilha! – Ok aquilo realmente era um problema, um canhão assim era uma defesa quase perfeita para qualquer ilha, tu reduzir a quantidade de mão de obra e manter a mesma qualidade ou até mesmo aumentar qualidade de defesa de um navio ou uma ilha era algo que podia mudar completamente o ritmo de uma batalha, aqueles planos deviam todos ser destruídos.

- Ele tem um Den Den Mushi! Ele irá nos entregar! – Julieta me pegava de surpresa naquele momento, eu não havia percebido aquilo e precisava agir rápido. – Tarde dem.. – Ele tentava falar antes que eu o derrubasse com um golpe na cabeça o fazendo cair duro no chão, Julieta por um momento estava assustada, mas rapidamente recuperou seus sentidos recolheu os papeis e estava pronta para fugir. – Você me assustou! – Ela parecia brava, mas eu não tinha muita escolha além de derrubar o homem. – Não confio em carregar uma solução química comigo. Estas plantas devem ser o suficiente. – Ela estava certa, eu também não confiava em fazer aquilo e certamente não o faria depois do que Lótus me falou. – Eu não vou nem tocar nesta solução. – Falava enquanto seguia a garota pela saída, até que um garoto nos interrompia e indagava.

- Q-Quem são vocês? Onde estó o professor Makarov? – Eu ia começar a falar mas Julieta já começava a falar. – Somos estudantes novas aqui, não é obvio? Qual é. Deixe-nos passar! Estamos com pressa. – Ela realmente estava com pressa, Lótus ao meu lado ria de Julieta esbravejando com o garoto. O garoto nos deixava passar, mas Julieta não era boba com uma rasteira já o derrubava e como um saco de batatas sem muita reação ele caia no chão. - Essa garota muda suas emoções bem rápido não? - O comentário de Lótus era pura verdade, desde que conheci Julieta acho que ela passou por todas as emoções que um ser humano é capaz de demonstrar. Enquanto Lótus falava o estudante se recuperava da rasteira de Julieta e já notificou os outros, foi aí que nosso real problema começou.

Começamos a correr em direção a saída, a princípio não houveram problemas, havia somente civis andando pela rua o que mostrava que Próspero e os outros estavam conseguindo lidar com a marinha no caminho, agora por quanto tempo e quantos caminhos diferentes eles estavam conseguindo bloquear era a questão principal ali. Logo já percebemos que era óbvio que eles nao conseguiriam parar todos muito menos os que já estavam próximos, pois 2 homens que pareciam caçadores de recompensa já estavam ali a nossa espera.

- É realmente um saco ter que trabalhar na folga… - Este parecia ser o preguiçoso que não gostava de trabalhar, mas estava ali pronto para o que der e vier. - Que nada, quanto mais luta melhor! - Naquele momento percebo que eles eram uma dupla bem comum, o preguiçoso e o empolgado, havia um casal que era parecido com eles no templo, a garota estava sempre querendo dormir e com preguiça de fazer as coisas, já o garoto sempre desafiando os outros, nunca conseguiu me vencer mas era divertido duelar contra ele, talvez estes 2 possam ser um problema principalmente se demorar demais.

- Não podemos perder tempo… Talvez não demore até os marinheiros chegarem aqui, não sei até quando irão segura-los. - Ela tem um ponto Mary, acabem com eles rápido. - Lótus estava completamente correta como sempre e eu consentia com a cabeça, enquanto isso Julieta já iniciava o combate e ao se aproximar do seu alvo ela dava um salto e acertava um chute no peito do garoto que parecia ser mais jovem, mas ele não era ruim de combate e conseguia contra- atacar ela com um chute na perna. Já o meu adversário tomava a iniciativa mas eu já estava pronta para aquilo, e conseguia bloquear e contra-atacar com facilidade.

Agora era minha vez de atacar, esperava que julieta conseguisse lidar com o outro garoto por enquanto, então iria me focar no meu adversário e já iniciar minha investida de forma rápida e direta, avançaria na direção dele ficando tentando ficar o mais próximo possível para utilizar minha técnica Lótus Petals. Se o golpe fosse efetivo tentaria uma sequência de golpes começando com um chute no joelho dele e um corte na coxa que eu acertei o chute e por fim um estocada abdômen para finalizar, Próspero queria o mínimo de casualidades possível mas ali seria difícil fazer isto. Se em algum momento ele tentasse me atacar ou contra-atacar eu iria bloquear com a lateral da minha espada e caso o ataque fosse um soco ou um chute eu iria bloquear utilizando a lâmina da minha espada, e iria atacar com uma estocada no abdômen.

Se eu conseguir derrotar o meu adversário e Julieta ainda não tenha terminado com o dela, partiria para cima dele tentando um corte em suas costas caso consiga uma oportunidade, se não tentaria um ataque em um de seus braços para facilitar o combate, como estaria em desvantagem tentaria utilizar de minha genialidade e noção exata do tempo para atacar em sincronia com Julieta, dando cortes na diagonal sempre focando as costas ou o torso do adversário. Caso Julieta tenha perdido o combate eu tentaria cortes na diagonal no torso do meu adversário, sempre procurando bloquear golpes vindo em minha direção, se em algum momento perceber uma brecha no adversário, atacaria com uma estocada bem no centro do abdômen.

Então sairia em direção ao esconderijo tentando utilizar de minha furtividade para não chamar a atenção e ajudando Julieta caso necessário, sempre atenta para bloquear qualquer ataque surpresa, e prestando atenção se havia alguém nos seguindo. Chegando no esconderijo sem mais problemas, ajudaria Julieta a se sentar caso necessário, e esperaria eles chegarem. Ajudaria quem precisasse de ajuda, mesmo não sendo uma médica eu poderia seguir ordens e alcançar coisas caso necessário. Por fim era hora de reportar os achados a Próspero. - Conseguimos uns planos de construção de um canhão automático que um professor esperava utilizar para conseguir entrar no laboratório Herfesto-003, e havia também um soro chamado SAF-39 que aumenta as capacidades humanas tipo força, agilidade. Não pegamos o soro pois era um soro que podia levar a morte e ainda era um protótipo. - Diria gesticulando e de forma tranquila, talvez um pouco ofegante da fuga, e também entregaria os planos de construção do canhão. Caso eu e Julieta falhe em chegar lá com os planos, explicaria a situação um pouco decepcionada pois havia falhado naquilo.

Por fim diria. - Acho que nós precisamos destruir aquele laboratório, devem haver mais tecnologias novas lá que não chegamos a tomar conhecimento, e eu também não gostaria que aquelas pesquisas cheguem muito longe, principalmente aquele soro eu tenho um mau pressentimento com ele. - Agora estaria falando séria pois aquilo realmente poderia se tornar um problema futuro, e talvez assim o governo se preocupe mais em controlar a ilha da forma que ele controlava antes.

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyDom 30 Jul 2017, 03:52

A primeira a investir naquela luta fora Mary que chegou próxima o suficiente de seu oponente para que pudesse executar sua técnica. Saltou para trás e acertou-o um chute e logo após um corte diagonal e outro vertical, levando um golpe horizontal na barriga como contra ataque, felizmente o homem saiu mais ferido que ela na troca.

Ela então tentou chutar a perna do rapaz ferido mas foi impedida por sua cimitarra, que feriu sua perna providenciando dificuldades para ela andar. Mas, em contra proposta consegui dar uma estocada no buxo de seu inimigo, fazendo-o ficar extremamente ferido, pondo a mão direita sobre a ferida e usando a esquerda para usar de sua espada como apoio, ainda estava vivo.

Quando conseguiu prestar atenção em algo mais além de sua própria luta, percebeu que Julieta havia também finalizado o dela, que estava inconsciente no chão. A garota saiu no entanto com os braços bem feridos mas conseguia aguentar a dor. Ambas seguiram para o esconderijo e aguardaram, achavam não ter ninguém as seguindo, ao menos seus olhos não detectaram ninguém.

Agora é esperar eles chegarem... – disse Julieta, sentindo alguma dor.

Ouviram passadas vindas de fora, mantiveram-se atentos e ao abrir da porta botaram os três revolucionarios que faltavam, ofegantes mas praticamente ilesos. Não tinham fôlego para falar muito mas pareciam feliz por verem a dupla de garotas seguras. O que parecia mais ferido era Leonte. Mary passou o que descobriram e Julieta acrescentou algo.

Sim, e eu consegui a planta da tal arma – seu tom não era de tédio ou reclamao, era sério.

Esse soro parece ser perigoso, mais ainda que este aparelho chamado Herfesto... Temo o que o Governo pode fazer com isso – Próspero finalmente disse algo.

Mary agora apontava a sugestão de destruir tudo, principalmente pelo soro estar lá. Todos pareceram apoiar a ideia mas estavam ainda um pouco relutantes quanto a iso, era perigoso demais. Leonte começou a tocar sua gaita novamente, Próspero parecia sério e Estéfano pensativo.

Não vai ser fácil... Chamamos a atenção da Marinha e devem estar fazendo a segurança do local. Se quiserem correr o risco eu topo, senão, sugiro que saiamos da ilha – disse o loiro.


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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyQui 03 Ago 2017, 19:09

A batalha continuava e agora era minha vez de atacar, me aproximava do meu alvo e conseguia utilizar minha técnica sem problemas, mas ao mesmo tempo recebia um ataque na barriga, precisava ter mais atenção ou podia ser pior para mim, felizmente o meu adversário havia sofrido mais com os meus ataques o que me deu uma certa vantagem. Por um momento achei que fosse estar com problemas, quando fui chutar a perna do espadachim ele conseguiu bloquear o meu ataque me fazendo machucar a perna, precisava prestar mais atenção no combate para não cometer mais erros bobos assim. Mas meu foco ainda era acabar com a luta o mais rápido possível e foi isso que eu fiz, uma estocada no local certo foi o suficiente para derrubar meu adversário o deixando incapaz de continuar, mas ainda vivo.

- Parece que a garota também não saiu ilesa do combate. - Percebia o comentário de Lótus e então observava Julieta, ela realmente estava com braços machucados pareciam estar todos marcados de impactos do bastão do seu adversário, o mundo realmente era um lugar diferente, enquanto no templo eu nunca sofri grandes derrotas, aqui fora o primeiro combate que participo já sai com um ferimento de um erro bobo cometido por mim, apesar da vitória me sentia um tanto frustrada, eu podia fazer melhor era para ter sido um combate limpo para mim mas no fim saiu com 2 cortes e um deles foi por pura desatenção.

Agora que estávamos livres de empecilhos podíamos fugir, felizmente não encontramos mais adversários no caminho pois minha perna incomodava e seria bem ruim enfrentar outro adversário com aquela perna daquele jeito. - Mary enquanto fugimos me diga, o que foi aquele chute? Você não costumava a ter desatenção desta forma. - Lótus sempre fazia aquilo depois dos combates ou treinos, mas ela sempre me elogiava antes das criticas, só que desta vez ela parecia ser mais dura que o normal, talvez porque no templo todos os combates eram treinos então ninguém morreria, mas agora era sempre vida ou morte. - Me perdoe minha deusa, não irá acontecer novamente. - Eu realmente estava decepcionada comigo mesmo, mas sabia que Lótus estaria ali o meu lado como sempre esteve, o que me acalmava um pouco. - Eu espero, pois assim como você eu não quero ver nosso povo escravizado para sempre. - Naquele momento a única coisa que eu tinha para fazer era baixar a cabeça e responder. - Sim minha deusa. - Lótus pareceu ficar um pouco brava naquele momento. - Levante a cabeça, aqui fora jamais abaixe a cabeça, eu quero ver você abaixando sua cabeça para ninguém a partir de agora, nem mesmo para mim, se você deseja mesmo salvar o nosso povo jamais abaixe sua cabeça novamente, você me entendeu? - Aquele era um lado um tanto novo de Lótus, eu já havia a visto braba por erros meus antes, mas desta vez parecia ser diferente, ela estava mais séria como se aquilo fosse muito maior do que eu imaginava. Eu então levantava a cabeça e tentava ficar séria apesar de não conseguir transparecer muito isso. - Sim minha deusa.

- Agora é esperar eles chegarem… - Comentava Julieta logo após chegarmos, ela parecia estar sentindo dor e talvez precisasse de algum tratamento, mas como não era médica não poderia ajudá-la e nem ajudar a mim mesma com aquela perna que estava doida e me dificultando para caminhar, felizmente não parecia que alguém estava nos seguindo mas nunca se sabe.. Ao ouvir um som de passos entrando imediatamente coloquei minha mão na espada pronta para puxá-la em caso de inimigos, mas era somente os outros que chegaram ofegantes mas ilesos. - Parece que do lado deles foi tudo tranquilo e fácil, viu você precisa melhorar muito ainda Mary. - Lótus realmente estava brava comigo desta vez, aquilo me deixou um pouco triste, já que eu não estava sendo suficiente para agradar a Deusa.

- Sim, e eu consegui a planta da tal arma… - Concluía Julieta após eu explicar o ocorrido, suas dores pareciam ter passado ou então ela estava as aguentando melhor agora, pois parecia mais séria que o normal. - Esse soro parece ser perigoso, mais ainda que este aparelho chamado Herfesto… Temo o que o Governo pode fazer com isso. - Eu compartilhava com a preocupação de Próspero aquilo realmente seria um problema sério, principalmente pelo comentário da Lótus após ver aquele soro.


- Não vai ser fácil… Chamamos a atenção da Marinha e devem estar fazendo a segurança do local. Se quiserem correr o risco eu topo, senão, sugiro que saiamos da ilha. - O loiro tinha um ponto forte, podia ser perigoso demais tentar destruir o laboratório mas ao mesmo tempo minha consciência talvez não fosse ficar limpa se eu simplesmente sair dali sem fazer nada. - Olha eu entendo a preocupação de todos vocês mas, minha consciência não ia me deixar sair daqui sem fazer nada quanto a este soro, mas ao mesmo tempo eu tenho medo de fazer alguma coisa e causar mais problemas para o povo da ilha, talvez se consigamos somente roubar todos os planos do soro para que eles pelo menos tenha que começar tudo de novo, sem destruir o laboratório, assim talvez cause menos problemas para a população da ilha, o que acham? - Eu estava muito dividida entre o que fazer talvez principalmente por não estar muito acostumada com tudo aquilo ainda, não conhecer o governo do que eles fizeram na minha ilha me deixava meio confusa e com medo de minhas ações causarem mal para pessoas que não tinham nada haver com aquilo.

Esperava a resposta de todos para se decidir o que iríamos fazer, e então após tudo estar decidido perguntaria se alguém ali era médico para tratar da minha perna. - Algum de vocês é médico, eu preciso cuidar deste corte que recebi na perna, ele está me atrapalhando para me locomover. - Tratando minha perna iria com os outros para o local indicado seja ele para iniciar a invasão do laboratório ou sairmos da ilha.


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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptySeg 07 Ago 2017, 03:37

08. Segunda Missão

Esconderijo/Em frente à Universidade


Todos escutaram atentos à proposta de Mary, Próspero coçava sua barba vagarosamente enquanto que Leonte ainda tocava seu instrumento de sopro, Estéfano por sua vez tratava dos ferimentos de Julieta e examinava para garantir que não precisaria de nada demais. Em seguida, não esperou e fez o mesmo com a espadachim, ainda que parecesse relutante, rasgou sua manga direita e realizou procedimentos de primeiro socorros improvisados.

O mink então fez com que a extremidade inferior de seu tridente rubro choca-se contra o chão de forma bruta, fazendo poeira se levantar, seu olhar era determinado e seu semblante o mais sério e centrado possível. A mão que antes coçava a barba foi ao local onde localiza-se o coração de qualquer um enquanto ele começava a falar.

Muito bem irmãos e irmãs, destruamos o tal soro e seus projetos! Lembrem-se de manter em mente que o mínimo de baixas possível devem ser feitas! — disse o bode, enquanto estendia o braço para a direita e prosseguiu — Leonte e eu cuidaremos de manter os guardas que já devem estar lá a esta altura ocupados, Estéfano cuidará de nos dar cobertura… — pausou o olhar firme caiu sobre Mary e Julieta — Conto com vocês para destruir a solução. — finalizou enfim.

O líder girou sua capa e andou até a porta, abrindo-a, ficou um silêncio quase incômodo mas ainda assim inspirador por saber que o motivo para tal era a convicção de Próspero que não deixava pairar dúvidas nas mentes de seu seguidores. Leonte guardou sua gaita, Estéfano verificou sua arma mais uma vez e por último Julieta e Mary apenas prosseguiram, posicionando-se no meio do grupo.

Pararam um pouco longe do local, de onde podiam avistar sentinelas em seu aguardo além de alguns enfermeiros que cuidavam do professor. Os homens derrotados mais cedo já não se encontravam lá. Havia cerca de seis agentes e marinheiros servindo de proteção para o local enquanto os estudantes saíam aos poucos, provavelmente a maioria já o tinha feito e apenas alguns que atrasaram a saída ficaram para trás.

Vocês duas, aguardem até que começamos o combate e passem pela lateral de toda a ação, invadindo o local. — declarou Próspero.

Vamos nessa. — disse Leonte após ajeitar seu boné e estalar os dedos das mãos.

Estéfano parecia calmo e frio enquanto engatilhava a pistola, permanecendo logo atrás de seu líder e do loiro, fitava uma última vez as duas garotas como se tudo dependesse delas, Julieta parecia um pouco apreensiva mas não voltou atrás ou quis desistir em momento algum.



NPC's Aliados:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyQua 30 Ago 2017, 19:02


Eu transmitia minha proposta e esperava suas reações, eu sabia que era uma escolha difícil eu mesma não sabia o que fazer naquele momento, as 2 opções eram válidas e tinham seus problemas, escolher entre abandonar a ilha e deixar os planos prontos para serem usados pelo governo mundial ou destruir os planos do soro e de outras coisas que estejam lá, mas este último poderia causar problemas para as pessoas da ilha que já estão cheias de problemas com o ataque da tal deusa da morte. Enquanto esperávamos a resposta de Próspero, Leonte continuava sua música e Estéfano tratava nossos ferimentos, minha perna parecia estar melhor depois dos primeiros socorros prestados pelo médico do grupo mas ainda assim não estava perfeita, devia evitar movimentos bruscos ou chutes com essa perna.

O impacto que Próspero fez com seu tridente no chão interrompeu meus devaneios, o bode estava determinado e colocando a mão no peito ele discorria sobre o que ele decidiu. - Muito bem irmãos e irmãs, destruamos o tal soro e seus projetos! lembrem-se de manter em mente que o mínimo de baixas possível devem ser feitas! Leonte e eu cuidaremos de manter os guardas que já devem estar lá a esta altura ocupados, Estéfano cuidará de nos dar cobertura… - Naquele momento ele virava seu olhar para nós e eu já percebia que a minha parte seria destruir tudo junto de Julieta. - Conto com vocês para destruir a solução. - Eu estão respondia de forma firme e determinada. - Sim senhor!. - Acho que a determinação do bode era contagiosa, ele tinha um toque especial de líder.

Mas algo me incomodava ali, não tinham um plano decente de fuga e aquilo não era legal. - Mary, se não houver um plano de fuga rápido da ilha pode ser muito perigoso destruir o laboratório. - Lótus tinha o mesmo pensamento que eu, o que era de se esperar ela era uma deusa e extremamente inteligente. - Sem querer ser chata, mas não seria melhor termos um plano de fuga pronto, por exemplo um barco nos esperando para sairmos da ilha assim que destruirmos tudo no laboratório, sair correndo e ter que esperar um barco nos encontrar pode ser um problema para nós, o ideal seria já ter tudo pronto para sairmos o mais rápido possível da ilha. - Caso ainda fosse de dia eu iria concluir falando. - E o ideal seria fazer o ataque a noite, pois é mais fácil de entrar de forma furtiva sem sermos percebidas, principalmente depois de derrotarmos eles uma vez, tudo ficaria mais fácil se precisarmos somente enfrentar gente para fugir e não para atacar e fugir. - Eu sabia que não era uma estrategista, mas minha genialidade me ajudava a pelo menos bolar planos simples, como atacar no escuro e ter uma forma de fugir do local sem problemas.

Após ouvir a decisão de Próspero iria para um canto visando ficar mais sozinha com Lótus. Me ajoelhava em frente a deusa enquanto removia minha espada da bainha, lentamente colocava a espada a minha frente e a bainha logo abaixo dela, tudo isso de frente para Lótus. - Lótus, sinto que estamos chegando em um momento crítico da minha história, um momento que eu realmente darei um passo para mais perto dos nossos objetivos, mas eu também sinto medo. - Parava por um momento e suspirava, minha voz parecia cansada e nervosa enquanto eu me confessava com a deusa. - Não quero falhar com você e com o nosso povo, e apesar de ter conseguido me desvincular um pouco da minha família e me focar no meu treinamento no templo, agora que tudo está desta forma, parece que lentamente aquele vínculo está voltando, e as vezes eu sinto que estou mais preocupada em querer salvá-los do que salvar o nosso povo, por favor Lótus, me guie neste caminho. -  Abaixava minha cabeça em forma de reverência e lágrimas começavam a escorrer pelo meu rosto enquanto eu esperava a resposta da deusa. - Mary, suas dúvidas e medos são comuns, ninguém seria capaz de passar pelo que você passou sem esses sentimentos. - Lótus encostou sua mão direita no meu ombro esquerdo. - Lembre-se você não terminou o seu treinamento, você irá terminá-lo de forma diferente não será com o nosso povo, e sim com as pessoas que você irá conhecer no caminho. Assim como estes 4 revolucionários que a aceitaram e lutam ao seu lado, outros surgirão, e inclusive alguns morrerão, e você terá que lidar com isso, esta é a forma de treino que a vida lhe ofereceu, aceite-a mesmo com todas as dificuldades que no final você será muito bem recompensada. - Ela então levantou meu rosto e eu olhava dentro de seus olhos. - Estes sentimentos estão sempre com você transforme-os em força para seguir em frente e não em empecilhos para a sua jornada se não você estará fadada a falhar. - Eu respirava fundo naquele momento e respondia para ela. - Eu entendo, mas é tudo tão novo, tão confuso, eu tenho medo de tomar decisões e causar mal para algumas pessoas, mas ao mesmo tempo penso que se eu não tomar aquela decisão mais pessoas podem morrer, é uma escolha que nunca pensei que precisaria ter, causar mal indiretamente para algumas pessoas com a possibilidade de salvar muitas no futuro, ou não causar mal indiretamente para essas pessoas, podendo causar muito mal para outras no futuro. - Lótus então se ajoelha me olhando nos olhos. - Mary essas são as decisões difíceis da vida, você precisa entender que não vai conseguir salvar todo mundo, e em uma guerra como essa contra o governo essas decisões difíceis devem ser tomadas, muitas iguais ou piores que essas virão e você deve ser capaz de tomá-las, não tem problema se sentir mal depois mas o que precisa ser feito deve ser feito, agora levante-se você tem um trabalho para fazer. - Embainhava minha espada enquanto me levantava. - Obrigada minha deusa! - Falava enquanto fazia uma reverência para Lótus, meus sentimentos ainda eram conflitantes mas eu me sentia um pouco melhor depois de conversar com a deusa, sabia o que fazer e também sabia que seria extremamente difícil fazê-lo.

Não estava pronta para aquela vida, mas estava pronta para enfrentá-la de frente e não me deixar abalar pelas perdas do passado e as do futuro, pelo menos era aquilo que eu estava acreditando no momento. Mesmo que não tenhamos uma rota de fuga ou o ataque ao laboratório não ocorra a noite eu iria acompanhar o grupo na missão, afinal uma das coisas que aprendi durante meu treinamento era que eu não devia nunca abandonar meus companheiros. Durante o caminho me manteria como grupo e de olhos e ouvidos abertos para algum problema ou até mesmo marinheiros e guardas em patrulha, utilizaria minha furtividade para passar por eles caso fosse possível.

Se chegarmos sem problemas na Universidade, tentaria usar minha furtividade para entrar desapercebida com Julieta que parecia um pouco apreensiva. - Fique tranquila nós já fizemos isso antes, ou pelo menos foi algo parecido heheeh. - Falava em voz baixa para não chamar a atenção e tentando tranquilizar a garota, apesar de eu mesmo estar um pouco apreensiva com a missão.

Caso em algum momento percebesse um ataque vindo em minha direção, iria bloquear com a espada e contra-atacar com um corte na horizontal no torso no meu adversário, Caso receba algum outro ataque tentaria bloquear usando minha espada e me afastar conforme era atacada.

Ao avaliador:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptySex 01 Set 2017, 01:00




Mary Van Tassel



Era quase palpável o nervosismo no ar. A missão estava bem estruturada, era verdade, mas poucas "brechas" eram perceptíveis, o que incomodava muito a discípula da Deusa Lótus. Próspero se ajeitava, olhando para Mary, com uma confiança no olhar que apenas um líder podia passar. - Já havia pensado nessa possibilidade, até que a marinha abordou o navio que estava em nossa disposição. Por isso, adaptei o plano para que um submarino nos aguarde no lado sudoeste da ilha. - Falava, por fim, acalmando um pouco mais os ânimos. - E não temos tempo a perder. Se aguardarmos até a noite, o soro já terá saído. Precisa ser feito agora. - E, com isso, partiam para a jornada que seria tão importante para o futuro de sua causa.

Foi preciso apenas de alguns instantes de reflexão para que todos estivessem prontos. Com a equipe reunida, todos partiam por rotas alternativas, utilizando passagens subterrâneas, becos e passagens por paredes e dentro de casas para chegar na Universidade de Las Camp. O lugar, pela hora do dia, tinha uma grande concentração de fluxo de alunos, indo e vindo, para as diversas alas do campus. Dava para perceber o motivo daquele lugar ser tão clamado pelos jovens no mundo, pois de fato não havia um ali sequer que demonstrasse falta de motivação para chegar ao sucesso. O grupo havia parado numa rua próxima, onde dava para ter visão da entrada principal. Como era sabido, o local do laboratório não era exatamente na área da universidade, mas bem próximo e, por conta disso, era possível perceber homens e mulheres com vestimentas diferentes comparados aos dos estudantes.

O grupo então se dividia, se aproximando mais e mais do laboratório em questão. Talvez fosse por conta da invasão anterior e pelos preparos no envio do soro ainda naquele dia, mas a segurança parecia reforçada. Foi nesse instante em que, com um tiro ecoando pelo pátio, toda a atenção era chamada para uma área mais distante de onde Mary e Julieta se encontravam, fazendo com que os reforços fossem direcionados para tal direção. Apesar disso, ainda havia a segurança padrão, necessitando passar pela porta da frente do laboratório, da forma tradicional, ou conseguir uma rota alternativa. Por estarem chamando a atenção em outra área, mais aproximado da faculdade, e por ter tempo para poder reagir, a Guardiã tinha tempo para pensar num plano de invasão, que talvez não fosse ser tão fácil como da última vez. Logo na frente das portas de vidro, dois guardas de terno mantinham-se imóveis em seus lugares, mesmo com os sons de tiros vindo do quarteirão próximo. O prédio do laboratório comportava um quarteirão, praticamente, o que significava haver laterais e fundos, onde a entrada poderia vir a ser mais tranquila através dos becos. De qualquer maneira, havia a necessidade da invasão para que todo o plano desenrolasse. E não podiam perder tempo: a revolução dependia da dupla.

OFF:
 



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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução - Página 2 EmptyQui 07 Set 2017, 04:49


Todos pareciam nervosos depois que eu comentei sobre nossa rota de fuga mas Próspero novamente se mostrava um grande líder acalmando os ânimos de todos. - Já havia pensado nessa possibilidade, até que a marinha abordou o navio que estava em nossa disposição. por , adaptei o plano para que um submarino nos aguarde no lado sudoeste da ilha. - A única dúvida que eu mantive era entender o que era um submarino, já que na ilha onde eu vivia somente haviam navios e eu nunca ouvi falar em um submarino. Os ânimos pareciam estar mais calmos com um plano de fuga a nossa espera inclusive eu estava mais calma. - E não temos tempo a perder. Se aguardarmos até a noite, o soro já terá saído. Precisa ser feito agora. - Ele tinha um ponto naquele caso, se a marinha movesse o soro todos nossos esforços poderiam ser em vão então era melhor atacar antes que seja tarde, e Lótus parecia concordar com isso. - Próspero tem razão Mary. - Ela estava séria o que era de se esperar, aquele era um momento decisivo para todos e seria uma missão totalmente diferente da anterior e com mais perigos.

- Lótus, me guie nesse combate para que eu possa derrotar todos os meu inimigos. - Fazia o pedido para deusa fazendo uma reverência, Lótus encostou sua mão na minha cabeça enquanto dizia. - Vá Mary, tudo vai dar certo. - As palavras da deusa apesar de não serem muito profundas devido a falta de tempo me tranquilizaram para a batalha que estava por vir, e eu partia com os outros certa de que conseguiria completar o objetivo. Andávamos por locais da cidade que eu não imaginava que existiam, túneis, passagens secretas em algumas paredes, até mesmo por dentro de algumas casas o que era estranho da primeira vez fomos pelas ruas normalmente como qualquer um, e agora estávamos usando caminhos secretos para chegar ao laboratório sem sermos percebidos, aquilo era perfeito para passarmos despercebidos depois de todo caos que causamos mais cedo.

A universidade como sempre estava cheia de pessoas lutando para chegar ao topo da cadeia alimentar de alguma forma, e aquela motivação de certa forma me afetava também, eu sentia que precisava ter sucesso naquela missão não somente por mim mas também pelas pessoas que posso estar salvando. Estavamos em um local que nos dava visão da entrada, mas nosso objetivo não era na entrada, precisávamos chegar mais mais longe e ainda sem sermos percebidos por guardas ou marinheiros. Eu conseguia ver pessoas vestidas diferente talvez fossem alguns especialistas do Laboratório, pois eles não pareciam ser simples estudantes da universidade. A hora de nos separarmos havia chegado e a verdadeira batalha estava prestes a começar, um frio na barriga subia e eu começava a ficar um pouco menos tranquila, respirava fundo me acalmando para seguir em frente sem cometer erros.

Enquanto nos aproximávamos percebia que a segurança parecia estar reforçada, o que era de se esperar depois do que fizemos no laboratório no dia anterior, e podia ser também  preparativos para o transporte do soro que nós estávamos ali para destruir. Eu e Julieta esperávamos o momento certo para entrarmos no laboratório e executar nossa missão, e com o ecoar de um tiro toda atenção parecia sair do laboratório abrindo nosso caminho para a invasão. Apesar de tudo, 2 homens de terno não saíram da frente da entrada do laboratório, não tinha certeza se havia outra entrada para o laboratório, mas como Julieta já estava na ilha fazia algum tempo talvez ela soubesse. - Existe alguma outra entrada além daquela? - Falava baixo de forma a ser ouvida somente pela garota, esperava a resposta dela para tomar um decisão, atacar os 2 guardas diretamente não me parecia uma ideia muito boa, mas se aquela fosse nossa última opção devíamos pelo menos nos coordenar para dar tudo certo.

Caso seja a única entrada diria. - Ok, já que esta é a única entrada acho que melhor fazermos o seguinte, cada uma de nós chega pelo lado de um dos homens e o atacamos de surpresa, vamos tentar não ser percebidas para conseguirmos atacar de surpresa para entrar logo no laboratório. - Falava baixo para não chamar a atenção, não queria estragar tudo antes mesmo de começarmos. Minha tática de combate tanto para a entrada que eu via quanto para uma possível outra entrada seria a mesma, avançaria pela lateral usando minha furtividade e me mantendo sempre o mais próximo possível da parede do laboratório para não ser vista pelos guardas, e sempre atenta para qualquer outro guarda que possa aparecer por perto e perceber a minha presença. Conseguindo me aproximar do guarda tentaria uma rápida investida dando uma estocada no pescoço do guarda mais próximo de mim, esperava que Julieta estivesse pronta para lidar com o outro guarda pois seria difícil lidar com os 2 guardas sozinha. No caso de não conseguir me aproximar sem ser vista, no momento em que eu perceba que o guarda já estava me vendo eu partiria para cima correndo tentando também uma estocada no pescoço do homem.

Se em algum momento durante minha investida ou minha tentativa se ser furtiva eu receba algum(s) ataque, tentaria bloquear o/os ataques com minha espada e executar a estocada no pescoço quando o meu alvo estiver ao alcance, manteria o avanço sempre tentando bloquear os ataques lançados em minha direção e sempre mantendo a ponta da espada para cima e a empunhadura um pouco acima da cintura, para facilitar a estocada quando eu me aproximar. Conseguindo me aproximar ou sofrendo alguma tentativa de ataque surpresa a curta distância e que venha da esquerda ou da direita focado na região do meu torso ou cabeça, iria bloquear o ataque da mesma forma de antes, com a empunhadura um pouco acima da cintura e a ponta da espada voltada para cima, após o bloqueio contra atacaria avançando com o corpo e forçando a lâmina da espada contra o braço ou torso do oponente tentando causar um corte profundo.

Para ataques focados da minha cintura para baixo, iria bloquear com a lâmina da espada caso meu adversário não use armas e sim chutes ou socos, caso ele use alguma arma o bloqueio seria utilizando a lateral da espada, os bloqueios seriam efetuados com a ponta da espada para baixo para facilitar um contra ataque posterior. Após o bloqueio meu contra ataque seria um corte na vertical de baixo para cima tentando acertar desde a coxa do meu adversário até o pescoço tentando causar um corte o mais profundo possível. Se em algum momento durante um ataque ou contra-ataque o meu adversário consiga bloquear ou se esquivar de um golpe, utilizaria minha técnica “Lótus Petals” para tentar quebrar a defesa dele conseguir um corte no torso. Se minha técnica não for o suficiente para abrir uma brecha e causar algum dano, tentaria uma sequência de cortes formando um X até achar uma oportunidade para dar uma estocada no pescoço do meu adversário.

Conseguindo derrotar os adversários ou arranjando uma outra forma de entrar sem ser percebida, o que era bem difícil de acontecer, eu procuraria a fórmula enquanto falava para Julieta preparar as coisas para colocar fogo no laboratório. - Julieta, prepara as coisas para colocarmos fogo neste laboratório enquanto eu confirmo que a fórmula ainda está aqui. - Como eu já havia visto um frasco com a fórmula antes quando o outro professor me mostrou e explicou o que ela fazia não seria tão difícil identificá-la caso eu veja, procuraria por frascos com o nome da fórmula (SAF-32) ou até mesmo anotações em escrivaninhas ou balcões, tinha que ter certeza de que a fórmula havia sido destruída e o modo de preparo também, então esvaziaria frascos no ralo da pia do banheiro ou de alguma pia do laboratório e as anotações tentaria destruir cortando com minha katana caso necessário ou simplesmente rasgando as anotações, e depois as jogaria na pia junto com a fórmula e ligaria a torneira para tentar jogar tudo pelo ralo, caso Julieta consiga algo para fazer fogo colocaria fogo nas anotações, em último caso com as anotações rasgadas eu daria descarga nelas em algum banheiro do laboratório. Por fim uma saída furtiva do laboratório enquanto ele, de preferência pegava fogo ou explodia em fogos de artifício.

Lótus Petals:
 

Histórico:
 

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