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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Uma deusa, uma louca e a revolução

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MensagemAssunto: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptyQua 05 Jul 2017, 13:51

I - Uma deusa, uma louca e a revolução

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptyQui 06 Jul 2017, 20:57


Aquele dia estava começando de forma diferente dos dias comuns no templo, nenhuma das sacerdotisas estava ali para me repreender ou me treinar, ninguém dos meus antigos amigos estava ali, eles provavelmente estavam em algum lugar sendo escravizados pelo governo mundial. Mas aquele também era um dia de recomeço, aquilo não ia ficar barato para o governo e eu pretendia destruí-lo lenta e dolorosamente.

- Você está estranhamente empolgada hoje Mary. – Lótus percebia o que eu estava sentindo, afinal de contas ela me conhecia melhor do que ninguém. – Sim minha deusa, hoje é o primeiro passo para salvar o nosso povo, apesar de não ter mais as sacerdotisas para me guiar, mas eu tenho certeza que com você ao meu lado isso não será um problema. – Lótus sempre estava ali ao meu lado, apesar de somente eu ser capaz de ver e ouvir ela, eu sabia que não importa o que aconteça ela estará sempre ali me dando forças.

Meu primeiro passo ali seria comprar uma arma, não queria chegar para os revolucionários parecendo uma pobre coitada querendo asilo, além do fato de chegar desarmada ser algo que envergonharia minha deusa. Procuraria por uma loja de armas próxima, caso não ache nenhuma sozinha, procuraria alguma pessoa mais velha para pedir informação. – Olá senhor/senhora, poderia me ajudar a encontrar uma loja de armas? – Perguntaria de forma tranquila, não queria chamar muita atenção para mim ainda. Recebendo ou não a informação, agradeceria com um "muito obrigado".

Encontrando a loja entraria e iria até o vendedor. – Boa tarde/dia/noite, gostaria de comprar uma Katana. – Diria enquanto apontava para uma Katana caso estivesse vendo uma, caso contrário estaria colocaria as mãos na bancada enquanto falava. Conseguindo a espada que quero, pagaria e agradeceria. – Muito obrigada. – Então sairia da loja, do lado de fora antes de seguir para uma taverna, pegaria minha espada nova e me abaixaria de frente para Lótus encostando o joelho esquerdo no chão e mantendo o direito em 90 graus, tiraria metade ta espada da bainha e diria. – Lótus, por favor abençoe esta espada para que eu seja capaz de derrotar todos meus adversários e salvar o nosso povo. - Lótus então tocava na minha espada e eu percebia uma pequena luz saindo do local onde ela tocou. – Que assim seja Mary. – Eu então me levantava e agradecia. – Obrigada. – Então prendia a espada na cintura e seguia a procura de uma taverna na volta.

Histórico:
 

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Kenway
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptySex 07 Jul 2017, 18:48

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01. Primeiros Passos
Las Camp


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era manhã, o sol havia acordado não tinha muito tempo e banhava a ilha de Las Camp com seu esplendoroso brilho alaranjado que mais tarde se tornaria mais claro em um tom de amarelo. O silêncio ainda predominava o local sendo cortado apenas pela brisa refrescante que, ora ou outra, decidia dar as caras, trazendo contigo a fragrância das poucas flores que a ilha possui, em sua maioria sendo provenientes de lojas especializadas ou de residências.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A primeira a dizer algo naquela manhã tão calma fora Lótus, conversando com Mary, e a garota respondia logo após. A deusa fazia a humana se sentir confiante, pois acreditava que Lótus sempre estaria ao seu lado, independente da situação mostrada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A guerreira, que seguia seu caminho em busca da loja de armas, demonstrava não conhecer muito bem a ilha tampouco seus habitantes. Havia poucos cidadãos despertos até então e os que estavam pareciam apressados para chegar a algum lugar ou olhavam torto para a moça e a evitavam, talvez pela má fama da mesma.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passaram-se três minutos mas devido ao fato de estar perdida, o tempo parecia passar mais devagar. Até que então a esperança surgiu, não se encontrava mais na área residencial de antes, ainda era um local constituído apenas por prédios e sem vegetação alguma, mas o número de pessoas ali era um pouco maior e faziam algo realmente interessante: Abriam seus estabelecimentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia uma doceria já aberta onde aqueles jovens que vira mais cedo paravam para comprar algo antes de seguir a mesma rota, tinha também uma loja de roupas e diversos outros comércios dos mais variados tipos e, é claro, o que ela procurava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproximando-se da construção que desejava adentrar, isto é, uma loja de armas, avistou um homem não muito alto que chegava a ser mais baixo que a própria garota terminando de abrir apressadamente o comércio e indo para detrás do balcão, que cobriria todos os seus 1,40cm se não fosse por um pequeno degrau que havia ali provavelmente especificamente pela sua baixa estatura. O homem não havia notado Mary, e teria deixado a porta bater em sua cara se a garota não tivesse a parado com sua mão.

Loja de Armas

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vendo agora sua frente e não só as costas que rumavam o caixa, percebia que o vendedor trajava uma roupa simples e elegante. Vestia um colete com uma gravata borboleta vinhos. e uma blusa branca por baixo. As calças que foram avistadas anteriormente eram pretas como seus sapatos. Dotava de um grande nariz e bigode e um rosto com traços brutos, além de olhos azuis, sua expressão era ranzinza e séria e seus olhos azuis. O rapaz finalmente havia notado Mary, quando esta adentrou seu estabelecimento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Qq cê já quer comigo? É cedo ainda nessa joça de ilha!  — ao contrário do esperado, o comerciante não parecia tão contente de ver um cliente e dessa vez não era pela má fama da garota e sim por seu temperamento ranzinza, após Mary explicar e apontar para o que, o homem bufou e respondeu  — Tsc, pode pegar sabagaça aí, são trinta mil berries  — a moça fazia como lhe foi permitido, entregando o dinheiro e pegando sua katana, o toque da arma dava a sensação que era de boa qualidade devido à garota ser uma espadachim já experiente.  — De nada.  — dizia o vendedor após o agradecimento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Saindo do local, indo para a rua novamente, Mary percebeu que os dois minutos que passou lá dentro fora o suficiente para deixar que a ilha ficasse mais movimentada. Haviam homens de terno rumando aquela mesmo local de outrora, em sua maioria jovens, e também mulheres que se trajavam da mesma forma porém o número destes era menor. Também possuía alguns habitantes com roupas casuais que adentravam em diversos estabelecimentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma das construções da zona comercial era mais simples e por isso não fora notado mais cedo pro Mary, ele era sem cor por assim dizer, em tamanho era a mesma coisa porém em questão de capricho e elegância chamava menos atenção, contudo, estava enchendo-se aos poucos por homens desleixados e algumas mulheres. O estabelecimento era sem dúvida alguma uma taverna.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A guerreira novamente estava dentro de uma loja, dessa vez de bebidas. Não estava movimentada devido ao fato de ainda ser cedo, mas havia um número considerável de pessoas, cerca de dez sem contar o barman, espalhadas pelo local. Era um comércio humilde e com um aspecto não muito familiar, porém apesar disso era limpo até.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem que atendia os clientes era quase o dobro de altura de um homem normal e tinha pele negra além de ser desprovido de cabelo. No balcão, onde estava o rapaz alto, haviam três sujeitos sentados com um banco de distância entre eles, dois deles eram barbudos e tinham braços fortes apesar de sua barriga avantajada havia também outro, menor porém com um físico invejável.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mais ao longe, nas mesas, haviam dois grupos separados, o primeiro era um trio composto por homens mais velhos que tagarelavam quase que alto demais e de certo frequentava sempre a taverna  o outro, era um quarteto que sentava bem distante de todos. Três da figuras eram vistas com exceção da mais na ponta que era ocultada pela sombra. As que podiam ser identificadas era um homem de óculos que se vestia de forma casual, um loiro com uma jaqueta vermelha e boné e uma mulher com cabelos brancos. Apesar de identificável, alguma coisa na silhueta do homem misterioso não parecia certo.

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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptySab 08 Jul 2017, 05:21

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A ilha estava vazia pela manhã, o que era de se esperar era cedo e somente eu estava lá acordada, o que para mim era normal já que no templo acordar cedo para treinar era algo bem comum, as vezes inclusive dormir era um luxo que eu não tinha devido a pesados treinamentos que as sacerdotisas me submetiam, principalmente depois que Lótus surgiu ao meu lado. Eu segui com Lótus ao meu lado, esse era o lado bom de poder ver e conversar com a sua deusa, muitos podiam acreditar em seus deuses, mas eu tenho certeza que nenhum deles tinha o seu deus ali ao alcance de seus braços como eu tenho a Lótus.

No início parecia estar tudo fechado e poucas pessoas estavam nas ruas, mas como tempo eu pude perceber que na verdade as lojas estavam recém abrindo por isso tudo parecia estar vazio. Durante todo o caminho a procura de uma loja de armas, as pessoas sempre me olharam feio ou pareciam estar desconfiadas. – Humm... Interessante... – Dizia Lótus com uma expressão de curiosidade. – O que foi minha deusa? – Eu perguntava mais curiosa ainda com o que ela estava pensando. – Essas pessoas devem estar te olhando desconfiadas por que sua história já chegou aqui, você provavelmente tem já uma fama ruim pelo mundo, esse tal governo mundial é realmente eficaz no faz. – Ela tinha tocado em um ponto muito importante e isso tornaria tudo mais difícil no futuro, mas era de se esperar afinal meu inimigo não era somente algum reizinho de alguma ilha, era uma organização que teoricamente tinha o controle do mundo.

Enfim após um tempo andando eu encontrava o que estava procurando, uma bendita loja de armas. Adentrava o local e já de cara percebia que o vendedor não parecia estar muito feliz em ter clientes àquela hora da manhã. Eu não perdendo meu já fazia meu pedido, e ele novamente estava sendo um velho ranzinza, aquilo só me dava vontade de ir embora dali o mais rápido possível e podia perceber Lótus rindo do meu desconforto naquele momento. Enfim conseguia comprar minha espada, agora me sentia melhor e mais protegida.

Do lado de fora Lótus abençoava minha nova arma, aquilo me deixava mais tranquila, sabia que uma arma abençoada por ela seria uma arma especial que me daria mais forças para lutar pelo meu povo. Seguia pelas ruas agora a procura de uma taverna para encontrar os revolucionários, no meio do caminho eu pensava que talvez eu fosse capaz de reconhecer os revolucionários já que eu recentemente havia me encontrado com alguns, mas como eu iria fazer eles me aceitarem, talvez não fosse ser tão fácil que eles acreditassem em mim, mas eu devia tentar.

Musica de taverna pra alegra o momento:
 

Enfim encontrava o que eu estava procurando, uma taverna. Ao entrar já percebia que ela estava com pessoas felizes bebendo, grupo de pessoas mais velhas estava ali tranquila, bebendo e rindo em voz alta, não me parecia o tipo de pessoa que revolucionários seriam. Por outro lado na bancada do bar haviam 3 sujeitos que mais pareciam 2 capangas grandes, fortes e gordos, e no meio o seu chefe forte e não tão grande, o que para mim também não parecia ser um estereótipo dos revolucionários que eu conheci. – Olhe ali, naquele canto, mas não fale comigo isso pode chamar a atenção das pessoas somente ouça por enquanto. – Eu observava o que Lótus indicava e percebia um grupo suspeito em um canto. Eram 4 pessoas, sendo que eu somente conseguia ver direito 3 delas, uma era homem e usava óculos, ele estava vestido de forma bem casual nada demais na verdade, outro também era homem estava com um boné e uma jaqueta vermelha, ele me chamou um pouco mais de atenção talvez pela sua jaqueta vermelha. Já o terceiro era uma mulher com cabelos brancos, aquilo me lembrou uma das sacerdotisas que me acordava todo dia de manhã para iniciar o meu treinamento, seu nome era Asura, um nome bem diferente, mas ela era uma boa pessoa, e uma das mais fortes e experientes mulheres da ilha.

O 4 tinha uma silhueta que me chamava atenção de uma forma que não parecia muito certa, mas eu precisava ter certeza que eles eram revolucionários. – Que tal sentar em algum lugar próximo a eles e pedir uma bebida? Tenta chamar a atenção somente deles para você. – Não era atoa que Lótus era uma deusa, eu sabia ser furtiva então acho que era capaz de chamar a atenção somente deles. Me movimentando sem chamar a atenção, escolheria uma mesa um pouco próxima a eles, não diretamente ao lado deles uma ou 2 mesas, um local onde eles perceberiam que eu estava interessada neles e que as outras pessoas não fossem se importar, me sentaria de forma a ficar de frente para a mesa deles, então olharia para o barman e faria sinal para ele vim até minha mesa, então quando ele estiver em minha mesa diria de forma tranquila. – Me traga uma cerveja bem gelada. – Esperaria a bebida olhando e volta e prestando a atenção no que estava acontecendo, e ao receber minha cerveja diria. – Quanto lhe devo? – Esperando a resposta e esperando um caneco de cerveja não custe mais do que uns 2 mill berries, eu pagaria e então começaria a beber. Beberia sempre mantendo meus olhos nos revolucionários, e sempre que eles me olhassem eu faria um sinal levantando a caneca com a cerveja e dando um pequeno sorriso, por fim terminaria minha cerveja e deixa ria a taverna, esperando que algum deles me olhasse me levantando que eu possa dar um “tchauzinho” coma cabeça.

Esperava que pelo menos um deles me seguisse, então ao sair tentaria prestar atenção na entrada da taverna para ver se algum deles sai para me seguir, se estiver algum deles me seguindo eu tentaria entrar em algum beco ou local o mais vazio possível e então esperaria quem estiver me seguindo chegar para começar uma conversa. Estaria sendo sincera, afinal o piro que pode acontecer é ser algum agente do governo o que não mudaria muito minha situação com eles. – Então já que estamos aqui, que tal nos apresentarmos, eu sou Mary e estou um tanto interessada nessa sua causa contra o governo por umas questões pessoais, então será que posso me juntar a vocês?. – Estaria cautelosa e com a mão encima do cabo da minha espada pronta para bloquear qualquer ataque que venha em minha direção. Caso nenhum deles me siga esperaria do lado de fora da taverna os esperando, em algum local que eles possam me ver e que eu consiga chamar a atenção deles quando eles saírem, então ao perceber que eles me viram faria o sinal com a cabeça e começaria a andar até o beco mais próximo, e executaria as mesmas ações anteriormente citadas.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptySab 08 Jul 2017, 17:16

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02. Prefácio de um Plano
Taverna


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os primeiros passos de Mary dentro do estabelecimento chamava a atenção de todos os clientes com exceção do grupo de velhos que ainda tagarelavam, não se importando com quem entrasse ou deixasse de entrar naquela taverna. O barman também a observava, porém mais discretamente, a olhava pelo canto de seu olho enquanto limpava os copos e o balcão. O grupo mais ao fundo, que conversava baixo, encarava a guerreira de forma diferente, ao invés de desconfiado olhava curioso ou interessado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora, sentada mais próxima do quarteto, a espadachim podia visualizá-los melhor, notando não apenas detalhes ínfimos sobre suas vestimentas e características físicas, mas também podia agora ter uma vaga ideia de seu comportamento além de ouvir poucas palavras, a única frase escutada com perfeição até então fora ”Sim, eu tenho certeza que é ela. Eu nunca erro.” dita pelo quatro olhos. Enquanto o barman, robusto e sério vinha até sua mesa, pôde aproveitar para visualizar melhor os clientes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A mulher, tinha um único olho azul amostra e o outro era coberto pelos seus cabelos brancos. Trajava roupas pretas que mostravam bastante de seu belo corpo e em geral estava com um sorriso em sua face e era a única que ria hora ou outra. Foi a única do grupo que pareceu desligada quanto a Mary, não prestando atenção que ela os observava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O rapaz do boné tinha braços fortes e seus olhos também eram azuis, seu cabelo era longo e loiro e parecia ser preso atrás da cabeça na parte em que suas madeixas alcançavam a cintura. Também sorria, mas não gargalhava como a moça, e ao contrário dela notou que a espadachim os fitava. Percebia-se agora que sua jaqueta era cortada em seus braços e havia algo escrito em seu boné vermelho e branco, vestia também calças azuis e botas pretas, além da camisa branca por debaixo da jaqueta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem de óculos não era atlético nem de longe, era loiro como o jovem com olhos azuis porém com um corte de cabelo curto, não expressava nada e parecia até mesmo descontente com algo, era de longe o que mais encarava Mary. Sua roupa não chamava muita atenção, uma blusa de mangas longas e uma calça verde junto com seus sapatos marrons.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A figura misteriosa ao invés de se tornar mais confiável de perto parecia ainda mais estranha. Sua silhueta parecia formar chifres acima de sua cabeça e o contorno de seu rosto não parecia humano, além de as laterais de sua face aparentarem possuir orelhas de algum tipo de animal. Em dado momento, quando o enigmático ser foi pegar sua caneca, Mary conseguiu ver que seu braço era todo coberto de pelos cinzas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora o homem de pele negra se aproximava de sua mesa, cruzava os braços e não dizia nada, apenas esperava que ela fizesse seu pedido. Após ser solicitada uma cerveja gelada o homem respondeu de forma curta e direta  —  —  foi apenas o que ele disse. Voltando para detrás de seu balcão, foi até o barril que armazenava néctar amarelo e espumante e encheu uma de suas canecas de madeira, levando logo após para Mary, ao entregar a bebida, a expressão do careca era diferente, desconfiado, abaixou-se para pôr o recipiente sobre a mesa e cochichou nos ouvidos de Mary  —  Não quero confusão com o Governo, então tome cuidado com o que fará em meu bar ou terei que lhe expulsar a força  —  o barman, como é de se esperar, sabia sobre a espadachim e sua fama com a Marinha. Conforme ele se erguia, respondeu o indagamento da moça quanto ao preço — São mil berries. — disse.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bebendo e ainda observando o grupo, Mary percebeu que o único que ainda prestava atenção nela era o loiro de óculos,  que cochichava algo para a figura misteriosa toda vez que a fitava, tapando a boca pondo a mão próxima a bochecha para evitar que soubessem o que dizia. Ao terminar sua bebida, a espadachim se levantou e andou em direção a porta, indo para fora do bar. O rapaz que a encarava foi de conseguinte, com as mãos nos bolsos, olhando-o melhor, podia perceber uma arma de fogo em sua cintura.

Lado de Fora da Taverna/Beco


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ambos estavam relativamente próximos um do outro do lado de fora e fingiam não saber o que acontecia, disfarçavam o fato de que queriam conversar, até que adentraram um beco vazio. A garota estava prestes a se apresentar, mas fora impedida pelo rapaz. — Não me diga seu nome, não ainda. — dizia o jovem enquanto ajeitava seus óculos e permitia que a espadachim prosseguisse, dizendo que queria aliar-se a eles e se dedicar a causa, mas sem dizer seu nome é claro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O rapaz pegou em seu óculos e o abaixou até o nível de seu abdômem, segurando-o com a canhota e limpando-o com a destra, começou a falar — Não posso entrar em detalhes ainda, afinal ainda não te conheço. Mas sim, planejamos algo grande aqui, imagino que saiba do “Ataque da Deusa da Morte”. — o homem pausava, colocando novamente seus óculos — Após esse evento a ilha faliu e o Governo Mundial não teve capacidade ou vontade de contornar a situação. Queremos fazer algo a respeito sem ser obrigado a acabar com a grande universidade que há em Las Camp. Meu líder é aquele ser peculiar que acredito que tenha visto, se concordar em vir conosco ele pode lhe explicar melhor. Por ora, me chame de raposa. — concluiu o loiro

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptyTer 11 Jul 2017, 18:00

Até aquele momento tudo estava dando certo, tenho certeza que era porque Lótus estava ao meu lado. Logo que eu entrei na taverna os olhos já estavam em mim, não era algo que eu queria, mas por outro lado aqueles que eu acreditava serem revolucionários pareciam estar interessados em mim, o que tornou o meu trabalho mais tranquilo. Consegui uma mesa próxima a eles para seguir o meu plano, ao me sentar consegui enxergar melhor aqueles que estavam lá sentados, eu inclusive consegui ouvir algumas palavras vindo do homem de óculos. - Sim, eu tenho certeza que é ela. Eu nunca erro. – Esse cara devia ser o que guarda informações e transmite para o resto do grupo, com essa confiança todo com certeza ele já deveria ter acertado mais de uma vez. – Pessoas interessantes não? Se esses revolucionários realmente forem como eu imagino, acho que será um bom começo para a sua jornada tanto como pessoa quanto como guerreira. – Aquilo me empolgava, as palavras de Lótus sempre eram sábias e me deixavam com mais vontade de seguir em frente.

Conseguindo perceber melhor as pessoas da mesa, vejo que assim como eu a mulher de cabelos brancos tem pelo menos 1 olho azul, o que me chamou atenção, apesar de ela não estar dando bola para mim, aquilo me lembrou mais ainda a sacerdotisa. Além disso ela parecia ser muito bonita, esse pessoal estava me deixando mais empolgada. O de óculos era o que mais me encarava, parecia o estereótipo de pessoas inteligentes e antissociais, provavelmente ele desconfiava de mim ou eu estava chamando muito a atenção, talvez até fosse verdade, mas eu queria chamar a atenção, talvez eu devesse ter parado quando percebi que eles já haviam me notado.

Já o enigmático foi o mais estranho, agora de perto podia ver uma silhueta animal como se ele na verdade não fosse um humano no normal, durante meus estudos eu lembro de ler sobre uma tribo que eram animais em corpos de humanos, no momento em que ele esticou seu braço para pegar a caneca eu tive certeza que ele deveria ser alguém daquela tribo. Isso tornava tudo mais interessante, apesar de tudo que me ocorreu e de estar longe da minha casa, estava sendo uma experiência diferente quase a ponto de me fazer esquecer todos os infortúnios.

Enquanto me perdia em meus pensamentos percebo que o barman chegava ao meu lado a espera do meu pedido, eu pedia uma cerveja gelada e ele respondia sem muitas palavras. – Tá. – O observava enquanto ele pegava a minha cerveja, talvez aquela frieza fosse fruto da minha má fama, ele estava certo em se sentir desconfiado, afinal nunca se sabe do que os bandidos são capazes, e essas pessoas provavelmente confiam no governo ou simplesmente querem viver suas vidas sem ter que se preocupar com esse tipo de problema, não tiro sua razão, ele provavelmente nunca passou pelo que eu passei e provavelmente nunca irá passar já que aquela ilha parecia ser controlada pelo governo.

Ao voltar com a minha bebida ele cochicha no meu ouvido. – Não quero confusão com o governo, então tome cuidado com o que fará em meu bar, ou terei que lhe expulsar a força. – Aquelas palavras eram óbvias, um homem tentando cuidar de seu patrimônio, ninguém em sã consciência iria querer uma briga em seu bar ou algo do tipo. – Não se preocupe. – Eu respondia de forma tranqüila enquanto pegava meu copo e indagava sobre o valor do meu pedido. – São mill berries. – Tranquilamente retirava o dinheiro do bolso e entregava para o homem o agradecendo. Agora bebendo e observando os possíveis revolucionários percebo que consegui a atenção que eu queria, pois toda vez que o loiro de óculos me olhava ele cochichava alguma coisa com o Mink, então terminava minha cerveja e saia do bar agradecendo o barman novamente com um sinal com a cabeça.

Do lado de fora percebia que o homem que me encarava me seguia, ele possuía uma arma na cintura então provavelmente era um atirador. Seguia com cuidado pelas ruas até conseguir encontrar um beco e entrar. O homem me seguia para dentro do beco, antes que eu conseguisse falar ele me cortava e dizia. – Não me diga seu nome, não ainda. – Realmente a minha ideia de me apresentar daquela forma talvez não tenha sido muito boa, talvez eles somente me conheçam pela alcunha que me foi dada pelo governo e manter meu nome em segredo por enquanto seja o melhor a se fazer. Lótus estava ao meu lado observando tudo ela me olhava e falava. – Siga com mais cautela a partir de agora. – Eu olhava para ela que estava ao meu lado e respondia. – Sim minha deusa. – Talvez o homem fosse achar aquilo estranho, mas não posso sempre responder para ela com sinais com a cabeça, preciso manter o respeito por ela apesar de convivermos juntas.

Eu continuo informando que gostaria de me juntar a causa deles, o homem então retira os seus óculos para limpar, um gesto bem comum que eu via bastante entre os mais velhos do templo, eles pelo menos fazia aquilo quando estavam pensando rapidamente. – Não posso entrar em detalhes ainda, afinal ainda não te conheço. Mas sim, planejamos algo grande aqui, imagino que saiba do “ Ataque da deusa da morte. ” – Ele fazia mais uma pausa e colocava os óculos novamente, eu estava curiosa, sobre este tal ataque, olhava para lótus e percebia que ela estava um pouco diferente, talvez ela conheça esta deusa da morte mas acredita que ainda não é hora de saber sobre isso. – Após esse evento a ilha faliu e o governo não teve a capacidade ou vontade de contornar a situação. Queremos fazer algo a respeito sem ter que acabar com a universidade que há em Las Camp. Meu líder é aquele ser peculiar que acredito que tenha visto. Se concordar em vir conosco ele pode lhe explicar melhor, por hora me chame de raposa. – Lótus novamente me olhava e falava. – Lembre-se de manter cautela com eles, e tente descobrir o porquê eles se juntaram a este grupo, e novamente não me responda, vamos tentar manter a minha existência em segredo até conhecermos eles melhor. – Eu sinalizava com a cabeça e respondia para o homem. – Vamos então? – Diria com um sorriso no rosto.

Seguiria o homem sempre com a mão no cabo da espada pronta para alguma surpresa, e sempre prestando atenção na volta no caso de alguém estar nos seguindo ou alguma movimentação suspeita, ao chegar no local manteria minha cautela ainda, afinal eu não conhecia eles e eles não me conheciam. Se no local pedirem para mim entregar a minha arma, não o faria e responderia. – Vocês já conhecem minha história eu sei disso, os meus objetivos são os mesmos que os seus, eu não seria idiota de tentar algo contra vocês, ainda mais em um terreno desconhecido para mim. – Estaria séria e gesticulando com os braços enquanto falava, ficar com a mão na espada podia não passar a impressão que eu queria passar. Ao encontrar o líder deles diria. – Acho que podemos nos ajudar, eu quero acabar como governo, mas sei que sozinha não serei capaz, e também sei que não será algo fácil. – Diria de forma séria, e as vezes olhando para Lótus para ver se ela comentava algo. – Se necessário contaria minha história para eles, não esconderia nada, desde o fato de Lótus reencarnar em mim até mesmo minhas motivações de ficar forte para salvar o meu povo, mas sabia que tudo era uma troca, em troca da ajuda dos revolucionários eu os ajudaria a libertas outras pessoas das amarras do governo.

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptyQua 12 Jul 2017, 03:33

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03. Próspero
Beco


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O fato de falar “sozinha” foi estranho para o loiro mas não o impediu de prosseguir, indo para fora do beco e sinalizando para Mary seguir, passaram direto pela taverna e por diversos comércios da área, seguindo até um local onde haviam poucas lojas abertas e algumas até abandonadas, algumas serviam de armazéns e era de fato a zona que mais representava o estado atual da ilha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O jovem de óculos seguiu até uma das construções esquecidas e bateu à porta, abrindo a boca e falando — A raposa vermelha persegue o coelho branco e fracassa em sua caçada — disse o rapaz — Porque sempre eu? — uma voz feminina indagou de forma triste, pouco antes da porta começar a se abrir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A grande placa de metal já um pouco enferrujada que servia para tapar a entrada rangia ferozmente, aos poucos deixando a luz adentrar o depósito de entulhos, revelando a imagem da garota de cabelos brancos de mais cedo, olhou confusa para Mary mas não disse nada, bufou e deixou ambos entrarem.


Esconderijo


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aos poucos o local era mostrado conforme a espadachim adentrava, algumas placas de metal espalhadas, um ou outro cilindro enferrujado e até mesmo caixas de madeiras poluíam o armazém. Além da mulher que colocava a mão atrás da cabeça e olhava para cima, andando em direção ao centro do depósito, havia também o rapaz de jaqueta, que sentava em cima da maior caixa de madeira e tocava uma gaita e tinha também a figura de mais cedo no centro de pé, apoiado em seu cajado que em verdade era um tridente, que tinha a sua altura, cerca de três a quatro metros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora não tão misteriosa, o sujeito mostrava de fato ter aspectos animalescos. Pelos brancos cobriam todo seu corpo, chifres adornavam sua cabeça junto das orelhas longas e dentes grandes enfeitavam seu queixo, saltando para fora da boca. Além do alvo pelo distribuído uniformemente, também possuía barbas e cabelos loiros, a pelagem facial era curta e o cabelo por sua vez um pouco longo. Seus olhos eram castanhos escuros e encaravam Mary com compaixão e ao mesmo tempo melancolia. Um sorriso, apesar de extremamente discreto, era expressado em sua face que se assemelhava a de um bode. Vestia-se como um rei, até mesmo utilizava de uma coroa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A jovem de mais cedo cochichava algo em seus ouvidos, fazendo-o abaixar e fitar Mary curioso. O “raposa” abriu a boca — Saudações, meu líder, estou de volta e trago alguém interessada em se alistar. — pausou, deixou a deixa de Mary através de gestos e a mesma se apresentou e o loiro retomou a palavra — Aqueles são, gata lobo e- — fora interrompido quando apontava para o líder — Próspero, é o meu nome, não há necessidade de esconder nossas identidades de devotos a causa, jovem Estéfano. — o rapaz parecia decidido em contrariar o bode, mas hesitou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vendo que o “segredo” havia terminado, a garota se adiantou e se apresentou também — Sou Julieta, prazer~ —  dizia de forma animada. O rapaz de jaqueta saltou também da caixa, guardou sua gaita no bolso e disse seu nome — Leonte, prazer — ao final da frase, piscou um dos olhos para Mary.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O chefe pigarreou e tomou a palavra novamente — Eu venho da Grand Line, nasci aqui mesmo em Las Camp e encontrei o ideal revolucionário em uma ilha longe daqui, onde acolhi Estéfano, Leonte e Julieta, três órfãos, vítimas do abandono completo do Governo Mundial, fadados ao esquecimento. — todos pareciam tristes ao final da frase, remoendo o passado. Mary aproveitou a deixa para contar também sua história.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tens um coração forte, minha pequena — disse Próspero — Serei direto, planejamos invadir o próprio QG da Marinha e tomá-lo para nós. Temos alguns reforços espalhados pela ilha e mais a caminho. O objetivo é tomar a ilha para os revolucionários a fim de retirá-la do fundo do poço, que fora ocasionado pelo bando pirata que atacou aqui há algum tempo, sou obrigado a dizer que é necessário fazer isso com o menor número possível de vítimas. — pausou, aguardando uma resposta da guerreira.


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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptySab 15 Jul 2017, 15:53


Após nossa conversa, nós seguíamos caminho até o provável esconderijo dos revolucionários, no caminho percebi o que aquela cidade estava passando, era óbvio o que acontece quando uma ilha entra em colapso, o governo perdeu o controle e também não queria largar o osso e aquela ilha estava cada vez mais abandonada e destruída. Lojas abandonadas eram uma das cosias mais comuns de se ver no local, provavelmente antes pessoas que tinham um sonho de futuro ali agora estavam em algum canto pedindo esmola ou no pior dos casos já morreram de fome, isso me deu um frio na espinha somente de lembrar o que podia estar acontecendo com meu povo. Eu estava mais convicta de que devia fazer alguma coisa contra o governo pelo menos naquela ilha, mas tinha um pouco de medo de fazer algo muito grande que possa causar problemas sérios para as pessoas.

No caminho também percebi que Lótus estava pensativa, provavelmente alguma coisa relacionada com a tal deusa da morte. – Lótus você está bem minha deusa? Parece estranha desde que ouviu falar da tal deusa da morte. – Eu estava preocupada com ela, aquela era a primeira vez que a via assim. – Só um pouco pensativa, eu conheço essa deusa de algum lugar, normalmente por onde seus arautos passam o caos é instaurado, e é o que aconteceu aqui aparentemente, se um dia você encontrar um deles, tente não se envolver. – Ela realmente parecia não gostar muito desta tal Deusa da Morte, e eu obviamente iria seguir seus conselhos. – Sim, minha deusa.

Até que chegamos no local onde eles estavam escondidos. – A raposa vermelha persegue o coelho branco e fracassa em sua cassada. – O homem falava aquilo e eu não conseguia segurar um pequeno riso, até porque Lótus estava chorando de rir ao meu lado e isso dificultava controlar o riso. – Pare Lótus, por favor. – Eu sussurrava para ela tentando conter o meu riso. Apesar de aquilo ser normal para eles, para mim era algo incomum e um tanto cômico. – Porque sempre eu? – Era uma voz feminina que vinha do lado de dentro e provavelmente era a mulher de cabelo branco, ela olha confusa para mim, talvez ela esperasse que eu fosse estar ali viva, talvez por isso o Raposa tenha falhado na caçada, seu objetivo inicial era me capturar ou matar.

Adentrava no local, ele realmente parecia um local abandonado, tonéis e placas de metal enferrujados decoravam todo o armazém, as mesmas pessoas que estavam na taverna agora estavam ali, o de jaqueta tocava gaita encima de uma caixa, a mulher parecia estar confusa pois andava olhando para cima, aquilo era meio estranho ou aquela mulher era só uma pessoa depressiva mesmo. Agora o líder deles devia ter no mínimo o dobro do meu tamanho, com um tridente maior ainda, aquilo me dava um frio na espinha, imagina enfrentar aquele ser gigantesco em combate, mas por outro lado sua expressão e aparência transmitia uma certa tranquilidade, como se ele fosse uma pessoa calma e tranquila.

- Saudações, meu líder, estou de volta e trago alguém interessada em se alisar. – Começou eles mantem o respeito quanto a seus superiores, isso é o mínimo para que as coisas funcionam em um grupo. Naquele momento eu me apresentava, era importante eles conhecerem minhas convicções para me respeitarem, principalmente quando eu subir nos ranks da revolução mas ainda não era hora. – Aqueles são gata, lobo e... – O Loiro que estava apresentando os outros era interrompido pelo líder deles. – Próspero, é o meu nome, não há necessidade de esconder nossas identidades de devotos a causa, jovem Estéfano. – O tal do Estéfano pretendia contrariar seu chefe, mas aparentemente ficou quieto afinal contraria um bicho daquele tamanho não é muito sábio.

Os outros 2 então ao perceberem que não precisa mais de cautela ou segredo se apresentam. – Eu sou Julieta, prazer. – Agora ela parecia mais alegre o que me deixava mais tranquila, logo após ela se apresentar o rapaz de jaqueta salta de cima da caixa e também se apresenta. – Leonte, prazer. – Ele pisca um dos olhos para mim, e eu respondo com um olhar de indiferença para aquilo. – É um prazer meu e de Lótus conhece-los. – Me inclinava fazendo reverencia para eles.

Próspero então retoma a palavra. – Eu venho da Grand Line, nasci aqui mesmo em Las Camp e encontrei o ideal revolucionário em uma ilha longe daqui, onde acolhi Estéfano, Leonte e Julieta, três órfãos, vítimas do abandono completo do Governo Mundial, fadados ao esquecimento. – Eu de certa forma entendia eles, havia passado por algo parecido, perder tudo de um dia para o outro é algo difícil de se aceitar. Eu então aproveitava para contar minha história, inclusive sobre Lótus, ali era o momento que eu devia conquistar a confiança deles, para demonstrar que eu estou no mesmo barco de perder tudo e que minhas convicções de derrotar o governo são fortes.

- Tens um coração forte, minha pequena. Serei direto, planejamos invadir o próprio QG da Marinha e toma-lo para nós. Temos alguns reforços espalhados pela ilha e mais a caminho. O objetivo é tomar a ilha para os revolucionários a fim de retirá-la do fundo do poço, que fora ocasionado pelo bando pirata que atacou aqui há algum tempo, sou obrigado a dizer que é necessário fazer isso com o menor número possível de vítimas. – A ideia deles era boa e justa, mas para mim havia uma grave falha, e era o depois, o governo pode ser muito cruel quando é derrotado, e mais um agravante eles não vão querer largar uma universidade tão grande como Las Camp todo o conhecimento que é produzido aqui provavelmente seja muito importante para o governo e eles não irão deixar. – Junte-se a eles, mas avise o que pode acontecer, afinal nós não os conhecemos por completo talvez eles tenham alguma forma de defender a ilha depois. – Eu ouvia atentamente o que Lótus tinha para falar e concordava com ela. – Sim minha deusa. – Me voltava para os outros e diria. – Bem, eu vou participar obviamente, libertar esta ilha das garras do governo vai se um sentimento bom, e vai me mostrar o quanto eu preciso evoluir para conseguir salvar o meu povo. – Dava uma pausa obeservando todos no local. – Mas devo lembra-los que o governo não vai abandonar uma ilha importante como está, a gente pode até mesmo conseguir libertar a ilha no momento e resolver os problemas de abandono que eles vêm sofrendo, mas aqui há uma universidade, um local onde muitas tecnologias podem surgir e isso pode fazer o governo voltar com tudo para cima da ilha causando muitas mortes de civis já que eles não se importam com civis. – Aquele era um momento de falar sério, e era assim que eu estava, não queria ver aquilo que aconteceu com a minha ilha acontecer novamente e ainda ser culpada em parte pelo ocorrido. Naquele momento eu percebia Lótus me olhando com orgulho o que me deixou corada.

Após toda a conversa esperaria a primeira ordem, e seguiria com o meu companheiro para o local onde devo começar, sempre durante o caminho tentaria usar minha furtividade para não chamar a atenção, mantendo sempre minha mão no cabo da espada pronta para bloquear qualquer ataque surpresa que eu consiga. Aquele era um momento novo, uma missão não era algo comum para mim e eu queria dar o meu melhor.

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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptyDom 16 Jul 2017, 21:16

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04. O Começo da Missão
Beco


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mary expressava suas dúvidas ao concordar participar do plano dos revolucionários, o que fazia os homens e os minks pensarem sobre o próprio plano. Estéfano murmurou em baixo tom dizendo que a garota tinha um ponto válido, Julieta e Leonte apenas se entreolharam enquanto que Próspero, o líder, acariciou sua barba e tomou a palavra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Confesso que pensei neste caso também. Mas quando vim da Grand Line para resgatar minha cidade natal sonhava em reger ela. —  disse o bode, de forma determinada — Planejavamos manter a Universidade por nós mesmos no entanto… Mas temo que realmente seja sonhar alto demais — prosseguiu, cabisbaixo — Mas bem… Já que estamos aqui e nossa estrutura não é o suficiente para tomar a ilha, ao menos podemos recolher informações para a causa. — concluiu o líder.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A Universidade talvez, mestre?Mas será difícil fazê-lo sem chamar a atenção da Marinha… — disse o loiro — Vamos logo decidir o que fazer… Que tédio — reclamou Julieta — Não precisamos irmos todos saquear o local. Podemos nos separar, não? — acrescentou Leonte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao final das falas dos revolucionários, Próspero  começou a vociferar imponentemente, sua voz tomou conta do lugar —  Muito bem homens! Que assim seja. Eu, Leonte e Estéfano garantiremos que ninguém interferirá, Julieta e Mary adentrem a Universidade chamando a mínima atenção possível. Com sorte nem precisaremos parar marinheiro algum. Alguma objeção? — terminou Próspero

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todos saíram do local rumando a mesma direção, contudo, chegando próximos da universidade se separaram em seus respectivos grupos. Mary e Julieta em frente ao edifício para realizar sua tarefa e os demais foram em direção ao QG para encontrar um local onde poderia fazer uma emboscada caso a Marinha fosse convocada.


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MensagemAssunto: Re: I - Uma deusa, uma louca e a revolução   I - Uma deusa, uma louca e a revolução EmptyQua 19 Jul 2017, 12:09

Após expressar minhas dúvidas sobre o plano do Prospero, percebia que eles concordavam comigo, e alguns inclusive pareciam não ter pensado nisso ainda. Talvez o líder já havia pensado nisso, mas não chegou a passar a informação para seus subordinados o que as vezes podia ser normal. Lótus durante todo o tempo em que eu estava falando me olhava de forma séria, o que me fazia ficar um pouco corada, mas no final tudo pareceu sair bem já que eu recebia um elogia da deusa. – Muito bem Mary.

- Confesso que pensei neste caso também. Mas quando vim da Grand Line para resgatar minha cidade natal sonhava em reger ela. Planejávamos manter a Universidade por nós mesmos, no entanto... Mas temo que realmente seja sonhar alto demais. Mas bem... Já que estamos aqui e nossa estrutura não é o suficiente para tomar a ilha, ao menos podemos recolher informações para a causa. – Me senti um pouco mal com tudo aquilo, parece que eu havia estragado o sonho dele, como se aquilo não fosse mais possível durante seu tempo de vida, não era legal aquela sensação, mas infelizmente era a realidade e tomar aquela ilha seria pior do que simplesmente arrecadar informações do governo ou simplesmente facilitar somente a vida das pessoas.

- A Universidade talvez, mestre? Mas será difícil fazê-lo sem chamar a atenção da Marinha... – O loiro parecia ter uma ideia, mas não parecia ser algo muito especifico ou ele somente estava divagando. – Vamos logo decidir o que fazer... Que tédio. – Julieta queria ação e havia gostado disso, ela mudou de uma pessoa indiferente com tudo para alguém um tanto agitada em questão de uma apresentação, esse é o poder do governo, nos fazer desconfiar de todos antes de os conhecermos, como se eles estivessem ali para nos apunhalar pelas costas. Lótus percebia eu ficar um pouco agitada com esse pensamento e colocava a mão no meu ombro e falava. – Acalme-se. – Aquilo era sempre bom de se ouvir vindo dela, afinal como não ficar mais tranquila depois dessas palavras vindas da Deusa. – Não precisamos todos saquear o local. Podemos nos separar, não? – Saquear a universidade talvez não seja uma boa ideia, mas também não parecia uma má ideia, podiam haver coisas uteis ali para ajudar a causa e tentar derrubar o governo de alguma forma.

- Muito bem homens! Que assim seja. Eu, Leonte e Estéfano garantiremos que ninguém interferirá, Julieta e Mary adentrem na Universidade chamando a mínima atenção possível. Com sorte nem precisaremos parar marinheiro algum. Alguma objeção? – Aquele foi o momento que eu entendi porque o Mink era o líder deles, parece que quando ele decidiu dar as ordens sua voz mudou tomando conta do local e demonstrando uma imponência digna de seu tamanho avantajado. Agora nós tínhamos um objetivo mas ele era muito vago, nos infiltramos na Universidade e depois? Não havia uma continuação para esse plano o que era um problema de certa forma.

- Ok, mas e depois? Não quero parecer chata mas saqueamos o que? Conseguimos informações sobre o que? Vamos nos infiltrar sem um objetivo, mas especifico? – Eu podia estar parecendo chata mas não tinha muito o que fazer, era um pergunta válida e não era uma boa ideia invadir um local sem um objetivo. Lótus novamente me olhava e indagava. – Você está indo muito bem para quem acabou de começar nessa coisa de revolução. – E novamente eu corava e respondia para ela. – O... Obrigado minha deusa. - Esperaria a resposta de prospero e então concordaria com a cabeça.

Agora iria com eles até o local onde no separamos, durante todo o caminho tentava me manter desapercebia para todos que fosse possível, até por que anda com um bode gigante ao lado, fica difícil se manter furtivo. Chegando na Universidade estava somente eu e Julieta, me manter furtiva ali seria um problema talvez e estar com uma espada provavelmente seria outro, então caso seja indagada sobre a espada teria que mentir da melhor forma possível. – Humm... Eu faço parte do clube de artes marciais e hoje teremos treino com armas reais. – Esperava que aquilo fosse o suficiente se não poderia estar com problemas. Dentro da universidade também tentaria prestar o máximo de atenção em onde estavam localizados guardas e qualquer coisa que possa servir para a causa da revolução, como dinheiro ou até mesmo tecnologias uteis, sempre tentando não chamar a atenção para o que eu estava realmente fazendo ali. Durante todo o percurso até a Universidade e até mesmo dentro da universidade me manteria alerta para qualquer ataque vindo em minha direção, qualquer ataque que eu perceba estar recebendo, utilizaria toda minha velocidade para bloquear e contra atacar comum chute no joelho, caso eu perceba que é algum civil eu encostaria a lamina da espada no pescoço e diria. – Você não deve atacar uma pessoa assim de surpresa. – E permanecereia o encarando até obter uma resposta. Caso eu perceba que não era um civil eu diria. – Porque está me atacando, eu não fiz nada de errado mas posso fazer se você não parar. – Eu ainda me manteria alerta para bloquear qualquer ataque utilizando minha katana.

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