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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Chapter - The Beginning of a Marine

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptySab 10 Jun 2017, 21:58

Teste da Marinha - 04/??

Achei uma manopla diferente das que já vi, muito pelo fato dela ser de treinamento. Esta com um pano com partes de madeiras nas costas da mão e do antebraço, interessante e diferente. Apertei meu punho para sentir o conforto e além disso percebi a leveza dela, na qual sempre apreciei nas armas. Nunca fui muito com armas aparentemente robustas mas quando usadas pesadas, elas acabam tirando a estabilidade dos ataques e diminui as chances de acertar um golpe por causa do peso. Gostei bastante da arma. Em seguida os meus companheiros se apresentaram e colocaram cada um seu plano em prática, visto que não fui o único. O atirador e espadachim Ernest e o atirador Arnold eram irmãos, provando o fato deles possuírem boas habilidades. A menina era Joana e em seguida falei o meu plano, tornando-me o único a não falar quem é.

Aparentemente lutarei contra o atirador Kenji tendo o suporte do Arnold, deixando-me na verdade numa verdadeira encruzilhada. De um lado posso tomar tiro, do outro também posso tomar tiro. ~ Boa sorte meu caro. Pensava comigo mesmo tentando me reconfortar com essa ideia que de certa forma me dava um receio. Apesar disso poder ser um problema por ter mais probabilidade de tomar tiro, vou poder observar melhor esse estilo e talvez até aprimorar minha percepção no que poderei me beneficiar nas esquivas e ataques. ~ É o que pretendo. Seguimos ao tatame e infelizmente não consegui observar nada que eu pudesse considerar vulnerável. Apertei meus punhos e cerrei os olhos nervoso pelo desafio que estava a participar, terei que ir totalmente pela minha intuição. ~ Você tem de conseguir cara, honra essa sua tatuagem de família!

Lutar contra oficiais marinheiros é um nível totalmente diferente do que lutar com um civil normal. Normalmente quando lutei com pessoas sem status ou mesmo iniciantes elas costumam vacilar em pequenos detalhes, esquecem de levantar a guarda num ataque ou ficam desfocadas. Infelizmente dessa vez eu acabei vacilando, que erro. Talvez pelo fato de achar que por ser apenas um soldado fosse mais fácil, mas realmente aquele atirador me provou o contrário. O cara me deu um baile de esquiva ao qual me deixou furioso, não com ele por causa disso, mas comigo mesmo.

Comecei bem desviando de seus tiros usando de minha agilidade, o que veio a seguir demonstrou como fui infantil. Realmente subestimei sua agilidade e aproveitando da distração da garota a qual ganhou minha admiração por ser habilidosa, fui contra Kenji e por alguns segundos acreditei que a luta estaria para acabar logo de inicio. Ingênuo! De repente ele notou minha presença e interrompia seus tiros abaixando sua guarda, mostrando-se bem confiante com sua defesa e assim com um pulo apliquei o soco, porém usando de toda sua agilidade e de certo modo leveza, apenas curvou-se para trás e me deixou no vácuo. Tive de improvisar uma aterrisagem para não me machucar e tentei dar uma cambalhota, entretanto o jovem tomou meu tornozelo e por causa disso tomei um capote de cara no chão. Droga!!! Dizia furioso de como fui besta em ir tão seco desse jeito.

- Não sou tão lerdo assim, garoto. Ele me advertia mostrando que ele não era besta mesmo. Voltei-me a ele e logo ele estava pronto para me dar uma rajada de tiros, quando por sorte do destino Arnold me deu um suporte metendo bala no Kenji. Olharia para ele brevemente e se ele olhasse de volta, com um aceno de cabeça positivamente agradeceria a ele e levantaria mais uma vez, notando que tomei 2 tiros. - Não vou vacilar outra vez! Falaria em voz baixa para me motivar e preparando para o contra-ataque. Até onde me lembro eu desviei dos tiros no meu ataque, se algum passou despercebido eu lamento muito, ou quem sabe no ato de defesa do Arnold ele acertou sem querer em mim.

~ Terei que ataca-lo melhor dessa vez, prevendo uma reação das suas próprias defesas. Avaliava rapidamente como ele tentou me atacar, desviando e logo dando o contragolpe. Olhava pro meu antebraço e as costas da mão. ~ Isso pode ser bem útil. Mais uma vez usaria minha aceleração e correria contra o atirador, pronto para desviar para o seu lado oposto caso ele tente atirar; Na possibilidade de o ângulo dele estar muito bom para atirar e esse movimento para o lado não for viável, pularia um pouco acima de sua cabeça (não tanto como no último) e mandaria outro soco direto na sua face. Como o Kenji tem uma agilidade muito boa é provável que ele consiga desviar nesse primeiro ataque e já se prepare pro contragolpe, tendo essa ideia, deixaria meu antebraço preparado para onde quer que ele desvie eu já aplique uma sequência usando as costas da mão na sua própria face procurando desnorteá-lo.

Certo é que as costas da mão e o antebraço pode facilitar um bloqueio, contudo eu nunca treinei nada de bloqueio e por isso é melhor não vacilar. Caso o ataque for realizado com sucesso, pularia levemente pra trás dando espaço para meu companheiro ataca-lo, já flexionando meu joelho e posteriormente abusando de minha aceleração e agilidade correria na direção contrária a que estiver sua arma para dificultar seu contragolpe, se ele estabilizar-se para seu ataque, outra vez correria em zigue-zague e quando chegasse próximo a ele atacaria de baixo à cima usando mais uma vez as costas da mão diretamente no seu queixo. Sobretudo na possibilidade dele conseguir escapar, desta vez usando a acrobacia pularia dando a volta nele e ao mesmo tempo se aproximando, até que quando chegasse próximo as suas costas atacaria com toda força um soco no meio das suas costas.

Acertando ou não em suas costas usaria minha visão aguçada para observar onde está o Arnold, para assim abrir ângulo pro meu colega descer bala. Desvencilharia indo ao contrário da direção do adversário e através da minha aceleração e agilidade, correria para algum lugar com relevo mais alto. Se não houver, ficaria mesmo por perto do inimigo tentando ficar em alguma região em que ele não esteja observando e nessa chance declinaria meu corpo para frente e daria um impulso para frente focando acertar um cruzado de direita na costela mais fácil de acertar. Se ele tentar bloquear ou esquivar, rolaria para o lado contrário evitando ele me acertar num contragolpe com tiros.

Caso ele pegue meu tornozelo novamente ou outra parte do meu corpo para me inutilizar e atacar, revidaria com meu antebraço diretamente no seu estômago, sequencialmente engajaria um soco na mão em que estiver empunhando a arma para tentar tira-la. Errando o golpe, jogaria minha perna direita pra trás e guardando a força, iria para cima no lado contrário da arma e meteria um soco cruzado no seu peito. Como não deixaria ele se distanciar nesse ataque, se ele conseguir preparar-se para atirar em mim, curvaria minhas costas para trás e jogaria minha cabeça levemente para o lado tirando seu ângulo de tiro e no contragolpe declinaria meu corpo para frente e aplicaria um soco com as costas da mão no seu peito.

Buscando manter mais focado dessa vez a esquiva, saltaria algumas vezes para trás mantendo a distância do atirador e assim tendo uma visão melhor de como ele está. Usaria minha visão aguçada e procuraria onde ele esconde seus cartuchos, seja nos bolsos da calça (se ele estiver usando) ou short, na camisa, jaqueta e tudo que for possível enxergar. Quando achar onde ele capta esses cartuchos, diria ao Arnold. - Me dá cobertura cara! Correria em diagonal contra ele e dessa vez caso ele atirasse rolaria para frente procurando desviar do tiro até chegar nele e se possível, estando perto dele, daria um gancho no bolso que estiver os cartuchos tirando o quanto der dali de dentro.

Desvencilhando do meu golpe, jogaria meu corpo para o lado oposto e ele estando preparado para meter bala em mim, deixaria meu corpo e a cabeça abaixo de sua mira e meteria um cruzado na sua face. Dessa vez não daria chance dele respirar e logo em seguida com um impulso para frente socaria seu estômago forçando a deixa-lo de costas para cima, com brutalidade cotovelaria o mesmo na região das costas. Com rapidez pisaria em uma das suas mãos e logo aplicaria um soco no seu punho tirando sua arma. E por fim voltaria a distanciar dele e aguardaria seu próximo ataque, rolando em direção ao lado contrário dele se for preciso para esquivar-se.


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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyDom 11 Jun 2017, 05:10


Embora o suporte prestado por Arnold tenha evitado que a brecha na defesa de Roy custasse caro, ele não tinha a sorte de conseguir evitar todos os tiros. Graças as duas manchas de tinta que claramente representavam seu sangue caso estivesse em uma situação real, o boxeador estava determinado a agir com mais prudência diante de tal oponente. Sem demoras, Roy tentava desfazer a sua burrada de antes ao disparar em direção a Kenji, para aproveitar-se de sua grande agilidade.

O soldado tentava manter sua distancia em relação a Roy, pulando para o lado oposto em relação ao que o jovem recruta se aproximava enquanto disparava em direção a ele em uma tentativa de atrasá-lo. Porém, Arnold não ficava sem interferir naquela batalha e começava a disparar em direção a Kenji, obrigando-o a limitar sua movimentação para focar em também evitar ser atingido, assim diminuindo um pouco o ritmo o qual ele se afastava do boxeador.

Quanto a Roy, ele continuava sua aproximação, apesar de estar no meio desse fogo cruzado. Ele pulava para as laterais para evitar os projeteis inimigos enquanto prosseguia com sua aproximação. Quando ele via que já estava próximo o suficiente para que os tiros de Kenji ficassem perigosamente mais difíceis de serem evitados, ele usava suas habilidades acrobáticas para realizar um pulo que o aproximava de seu alvo. Era um movimento de aproximação semelhante ao anterior, sendo diferente apenas pelo fato do pulo ser mais baixo.

E mais uma vez Roy propiciava a si mesmo uma abertura na própria defesa, assim como anteriormente. Já que ele não era habilidoso em bloqueios e agora estava no ar, não tinha mais como realizar esquivas ou se afastar de seu oponente. Ele estava fora do chão, se aproximando de Kenji em um tentativa de golpeá-lo e, por isso, não tinha o que fazer senão prosseguir com essa tentativa atacar o inimigo.

O pequeno soldado da marinha via aquilo e reagia erguendo seu braço que empunhava seu revolver e então apertava seu gatilho duas vezes, se aproveitando dessa grande brecha que Collins colocava diante dele. Com isso, o boxeador era acertado no peito e no pescoço. Embora isso ocorresse, Roy continuava com sua tentativa de soco. Esse ataque era facilmente evitado por Kenji, que saltava para o lado esquerdo, realizando uma esquiva com sucesso. O pequeno Collins pousava no chão e, vendo que o atirador havia esquivado, ainda tentava emendar outro ataque com as costas da mão. Porém, como o baixinho havia se movimentado para o lado esquerdo e Roy é destro ele não conseguia reagir muito rápido com um ataque com a mão direita, o que fez Kenji também conseguir se livrar daquele golpe e logo em seguida retaliar atirando mais duas vezes no braço direito do boxeador.

- Por quê você não esquiva!? - ARGH! - O pequeno soldado questionava a inércia de Roy, e foi nesse momento que Arnold viu a oportunidade de pegá-lo no meio de sua esquiva, acertando três tiros em seu peito.

Embora o recruta Collins estivesse preocupado sobre estar na mira de Arnold, parecia que ele podia ficar tranquilo, pois ele era inteligente e tinha uma percepção fora do comum para achar brechas naquela luta para encaixar seus disparos precisamente sem oferecer riscos a seu aliado. Certamente aquele jovem havia treinado muito para chegar a esse ponto.

Mesmo após receber tiros no pescoço, no peito e no braço, Roy não desistia. Ele utilizava a distração criada pelo seu companheiro atirador para se aproximar rapidamente até as costas de seu oponente. Ele conseguia chegar até lá com sucesso e então, sem hesitar, preparou seu golpe nas costas do soldado e então moveu seu punho, conseguindo acertar Kenji pela primeira vez. - GUHHH!! - O baixinho se contorceu, sentindo para valer aquela pancada.

Depois de acertar seu golpe com sucesso, Roy se preparava para se afastar de seu oponente. Mas Kenji o surpreendia após girar em torno dele mesmo para agarrar Roy pelo punho que antes havia socado as costas do baixinho. - Belo golpe. - Ele declarava aquilo com honestidade enquanto segurava o punho direito do boxeador com uma das mãos. Porém, dessa vez Roy reagia ao ser agarrado, mandando um golpe em direção a barriga de seu adversário com o cotovelo. - Guh! - Kenji recebia a cotovelada, mas devolvia na mesma moeda, apertando o gatilho para tentar acertar a cabeça do recruta. Vendo que o atirador fazia isso de imediato, Roy desistia do plano de socar a arma de seu adversário para apenas se mover o mais rápido que podia para fora de sua mira, mas ainda assim recebia a bala de borracha de raspão na bochecha.

E então Kenji se aproveitava da distração de Roy com a utilização de sua esquiva para puxar o braço dele e então torcê-lo de maneira diferente. Aquilo era uma chave de braço! - E não pense que seu amiguinho vai te salvar agora... - Kenji agora estava nas costas do boxeador, mantendo ele preso em uma chave de braço enquanto o deixava de frente para Arnold, evitando que ele pudesse atirar contra ele. - JIRON! - Agora em uma situação favorável, o oficial usava esse momento para passar alguma mensagem para seu colega.

Joana e Ernest se mantinham ocupados contra o sargento. Mesmo que os golpes do espadachim fossem pesados e os chutes da lutadora fossem mais destrutivos ainda, Jiron parecia bem confortável. Com o sinal de Kenji, o instrutor do teste adotava uma postura diferente, mais rígida... Era o pressagio de algo grande. Ele parecia estar prestes a escolher um alvo e parecia sair dessa fase quando Joana partiu impulsivamente para cima dele, tentando descobrir na marra o que era aquela postura. Eis que ela era surpreendida com uma rápida estocada do bastão do marinheiro, que a fez sair do chão. Jiron rapidamente se moveu em sua direção e a agarrou para dar sequencia a sua técnica. Ele concluiu todo o movimento ao lançar Joana na direção de Kenji usando o que parecia ser um golpe de judô.

A garota foi lançada contra Roy, fazendo ambos caírem deitados no chão.

- Ah... Cof, Coof! - Joana demorava um pouco para estabilizar seu fôlego e também para se acostumar com a dor trazida por aquele golpe. - Então ele estava... Se contendo... Que velocidade foi essa!? - Ela declarava, espantada.

O sargento Jiron se movia no tatame e se aproximava de seu pequeno aliado. Kenji parecia estar abalado pelos golpes aplicados por Roy, mas iria recompor-se em breve. Enquanto isso, o bastão do marinheiro de patente elevada bloqueava alguns projéteis atirados pela arma de Arnold.

- O teste está perto do fim... Para terminar, vamos ao grand finale... Espero que consigam evitar serem atingidos pelo que vai vir a seguir. - O instrutor do teste declarava, animado. Não parecia insatisfeito com as habilidades dos recrutas.

Roy estava estirado no chão depois de ser atingido por Joana, mas mantinha seu olhar em ambos os seus oponentes. Com sua visão aguçada, ele podia ver que, por trás da figura do Sargento Jiron, Kenji encontrava-se agachado recarregando sua arma com um dos cartuchos que guardava nos bolsos. Algo estava por vir... Talvez o atirador baixinho estava prestes a revelar uma técnica especial, assim como o sargento havia feito anteriormente ao lançar Joana em direção ao pequeno boxeador.

O que o recruta Collins faria diante de tal preocupação?







OFF: Cara, uma dica que te dou é deixar esquivas generalizadas para se defender em situações diversas. Isso evitaria esses os tiros que você levou no braço, que só ocorreu pois não havia nenhuma ação de evasiva para esse caso. Pensa bem, o jeito que você está utilizando esquiva é muito situacional... Se você criar esquivas generalizadas, como já falei, você abrange muito mais situações.

Por exemplo: '' Em caso de disparos no momento que eu estivesse próximo de meu oponente, buscaria evitar ser atingido ao efetuar uma esquiva movimentando e contraindo meu corpo de forma que eu saísse da trajetória do projétil. ''  Com isso, tu já deixa uma ação de esquiva para todos os disparos de curto alcance 1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 325310319 Não é legal e pratico assim? E ainda abre janelas para você criar contra-ataque efetivos e mais bem encaixados com a defesa... Lindo, não? 1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 3028533495

Énois! Devoir!

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyTer 13 Jun 2017, 02:59

Teste da Marinha - 05/??
À medida que a luta corria cada vez mais demonstrava que eu teria muito a aprender. Meus movimentos não pareciam serem tão rápidos como eu imaginara anteriormente, era uma questão na qual treinei arduamente para estar assim contra alguém que também fez o mesmo. Realmente, para atingir melhores condutas e progressos precisarei ter mais sabedoria nas coisas, principalmente quando tratar-se de habilidades em combate pois é uma coisa na qual preocupa qualquer pessoa a qual preza pela vida e pelos objetivos; Falhar em missões por erros bobos nas lutas é praticamente inadmissível, afinal quantas pessoas lutarei as quais serão mais fortes e habilidosas do que Kenji? Se eu quero futuramente colaborar com a Marinha pra acabar com a praga da pirataria e qualquer outro mal, certo é que devo aprimorar de todos os jeitos minhas habilidades!

Avancei contra o atirador e sabiamente ele apenas manteve-se numa posição contrária a minha, mesmo usando toda a velocidade que tenho não foi suficiente. O cara realmente me provocava por ser bom nisso. Para meu suporte o Arnold me ajudava soltando rajadas de tiros contra nosso adversário, dando-me brecha para aproximar num pulo. Quer dizer, outro erro meu. Por estar praticamente voando por alguns segundos não consegui reagir ao que Kenji tramou, resultando numa breve levantada da arma tomei dois tiros, no peito e pescoço - BOSTA!!! Esbravejava rapidamente furioso com meu erro novamente. Apesar de querer explodir de raiva com minha incompetência ainda permanecia perto dele, então não tinha tempo para descontar minha raiva. Na sequência, quando aterrissei, na tentativa de acertar uma punhalada com as costas da mão o desgraçado ia para esquerda dificultando atacar. Mais dois tiros no meu braço direito. - AAAAHH Será que meus treinos não valeriam de nada? Tanto tempo praticando movimentos de ataque e esquiva pra chegar na hora e simplesmente vacilar desse jeito.

Mais uma vez Arnold mostrava-se presente e astuto. Disparava tiros sem incomodar-se comigo ou mesmo ter dificuldade em não me acertar, ganhando totalmente meu respeito por ser bom no que faz. Ele conseguiu tirar a atenção do Kenji sobre mim e o adversário apenas preocupou-se em desviar daquelas balas, abrindo uma grande possibilidade para aproximar-se por trás e assim fiz. Ligeiramente e rapidamente fui por trás, como consequência um soco em cheio nas costas dele. Pelo seu grito pude perceber que realmente doeu aquela pancada, apesar de não querer machucá-lo seriamente por isso ser um teste. Desse modo tentei distanciar-se pra não tomar bala de graça, entretanto ele agarrou-me pelo braço e elogiou meu golpe segurando meu braço direito. Ao menos o elogio foi sincero e em reciprocidade retribui com um sorriso, aquele famoso em respeito ao adversário. Em contrapartida cotovelei sua barriga a fim de escapar do agarro dele e logo ele já se preparando pro contra-ataque, abaixei minha cabeça saindo de sua mira e seu tiro passou de raspão na minha bochecha e sem querer ter chance de tomar outro tiro, distanciava-me dele.

Quanta ação num ataque praticamente. Fora muitas ações e reações que fazia-me perceber que precisaria pensar mais rápido pra agir, buscando efetivar nos ataques e defesas. Na minha saída quem disse que Kenji parou? O cara tem fogo. Ele novamente segurou meu braço e do seu modo aplicou uma chave de braço. - E não pense que seu amiguinho vai te salvar agora... Ironicamente sorria e por dentro chorava de raiva por ter sido fraco nesse teste. O cara estava nas minhas costas inutilizando totalmente meus movimentos quando de repente o sargento gritou seu sobrenome, passando alguma mensagem na qual não entendi de primeira. Sendo que numa velocidade assustadora a garota Joana fora jogado contra mim, obrigando o atirador soltar-me e eu cair deitado no chão. - Droga ... Tinha outro lugar pra cair não? Sabe, o espaço aqui é bem grande. Diria isso sarcasticamente pois ela provara que não era uma menina qualquer. - Esses dois não são pessoas normais. Falaria a ela olhando firmemente para nossos dois adversários.[/color]

Logo o Sargento Jiron explicava que o teste finalmente chegava a parte final, dizendo que nosso objetivo seria desviar do que estava por vir. Até onde conseguia ver, o atirador recarregava sua arma e nada mais acontecia. Porém esses dois são pessoas diferentes, eles sabem o que faz e muito bem pelo que provaram. ~ O que eles estão tramando? Perguntava tentando imaginar o que poderia vir a acontecer. Dessa vez seria mais difícil ataca-lo caso eu quisesse revidar, primeiramente porque o sargento está na nossa frente e segundo pelo fato de que alguma surpresa irá acontecer. - Vocês têm alguma idéia? Perguntaria ao meu grupo com os olhos vidrados neles ainda. - Eu só consigo ver que o Kenji está carregando a arma dele, nada fora do comum. Diria para eles estarem prontos. - Quem puder cuida do sargento, porque vou atrás de novo do atirador. Falaria num tom de voz que apenas meus colegas pudessem escutar.

Na sequência levantaria e mais uma vez ficaria pronto ao que vier. Se quando ele atirar e estiver de longa distância, correria abaixando minhas costas e cabeça para tentar pegar mais velocidade e iria à diagonal a fim de evitar os tiros, engajando assim um possível contra ataque. Mesmo com o empecilho do sargento, procuraria manter-se longe dele, estando sempre alguns metros de distância do espadachim. Contudo caso vier algum ataque na horizontal, abaixaria o máximo possível para desviar do ataque e seguiria adiante até o soldado. Mas se o ataque for na vertical, contrairia minhas costas e faria um leve movimento para trás com a cabeça e tomaria cuidado com qualquer coisa, continuando adiante contra Kenji.

E enfim quando aproximar-se dele, em qualquer dos tiros de curta distância que for efetuado buscaria ir em zigue-zague para erradicar seus tiros e desse modo pegar mais impulso possível para quando chegar bem próximo dele, abaixaria minha cabeça na região do seu peito e aplicaria um soco de direita com toda força. Como já notado nos ataques anteriores, normalmente esse cara sempre tem contra-ataque. Por isso se ele conseguir esquivar-se manteria minha linha de zigue-zague para os tiros de curta distância e assim que ele abrisse uma brecha para atacar no queixo, meteria um gancho com toda força. Nesse momento procuraria com a mão esquerda empurrar a arma do seu punho visto que esse movimento não é necessário de precisão como um soco.

Se não desse certo afastar-se-ia dele estando sempre do lado oposto ao da mão em que estiver empunhando sua arma. Assim correria em volta dele para contorná-lo e à medida que for fazendo isso, diminuiria o espaço que tem entre nós além de estar buscando desviar dos tiros, isto é, quando estiver de longa distância. Até que quando ele descarregar totalmente seu pente, flexionaria o joelho e novamente partiria para cima dele dando um cruzado na região do seu rosto. Esquivando-se do meu ataque, não daria trégua ao seu contragolpe e manter-me-ia do lado oposto a sua mão boa e desse modo abaixaria novamente minha cabeça, na região da sua cintura e de baixo para cima daria outro gancho sendo que desta vez usaria a costa da mão diretamente no seu estômago.

Somente se acertar esse golpe, voltaria uns dois passos para trás e prontamente daria um leve pulo e levaria minha mão direita para cima e daria um gancho invertido nas costas, ou seja, um soco de cima para baixo. Por ele ser inteligente e astuto é capaz dele conseguir escapar desse ataque e se assim for, rolaria para o lado contrário ao que ele foi e não deixaria o mesmo tomar distância mantendo aquela velha tática do zigue-zague e certamente no momento que der pra eu aplicar um soco, investiria num soco direto de direita no seu nariz e nessa proporção, o contornaria e socá-lo-ia nas costas para fragilizar mais esta região.
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyQua 14 Jun 2017, 01:43


Roy brincava um pouco com a situação e logo em seguida perguntava a todos se eles tinham algum plano. Todos os recrutas mantinham o olhar firme na dupla de poderosos oficiais enquanto ouviam as palavras do pequeno boxeador. - Vamos continuar. Eu sinto que Kenji planeja algo, mas se for o caso, tentem não ser atingidos pois se ele tiver mesmo uma carta na manga, certamente ele abrirá uma brecha que poderemos aproveitar logo em seguida. - Roy ouvia aquelas palavras com satisfação, afinal o pequeno atirador foi seu alvo desde o inicio da batalha, então seria ótimo se ele criar uma brecha a ser aproveitada pelo boxeador.

Não demorou para o garoto de cabelos negros tomar a iniciativa de retomar a batalha, sendo seguido por Joana e Ernest. Enquanto a taekwondoca e o espadachim seguiam frontalmente até Jiron, Roy correu em direção a diagonal esquerda e logo começou a se aproximar da dupla se movimentando em zigue-zague.

O sargento estava imóvel, pronto para defender seu aliado baixinho. Já o soldado atirador estava agachado logo atrás, incessantemente distribuindo tiros para cada um dos recrutas, parando apenas para recarregar. Os tiros eram facilmente evitados por todos, inclusive por Roy que se movia de um lado ao outro. Já que os disparos de Kenji não tinham como objetivo apenas um deles, então ele não tinha como se aproveitar efetivamente de aberturas na defesa de cada um... Ele estava atirando em todos os recrutas pois queria testar as habilidades de cada um deles.

Não demorou para que todos os novatos estivessem a curto alcance. Joana e Ernest disputavam espaço com o bastão do instrutor enquanto Roy tinha concluído sua tentativa de se aproximar pelo flanco. Com isso, o boxeador já tentava logo de cara mandar um soco de direita. Seu adversário evitava seu golpe com maestria, rolando seu pequeno corpo para trás em uma cambalhota invertida e parando novamente para mirar no jovem da família Collins. Ao ver isso, o aspirante a marinheiro rapidamente começava a se mover em zigue zague para tentar evitar seus tiros. Kenji começou a disparar freneticamente em sua direção. - Você é rápido, mas isso não muda o fato que esquiva em zigue zague é muito previsível, principalmente quando você apenas pula de um lado para o outro, em um padrão que pode facilmente ser notado. Basta eu usar disparos para induzir você a se mover onde eu sei que se moverá... Se não fosse por sua rapidez, você receberia todos esses tiros. - O soldado da marinha declarava após zerar seu cartucho de balas. Mesmo com a movimentação do boxeador, ele recebeu dois de oito tiros efetuados em sua direção.

Com o atirador sem balas, essa era a brecha perfeita para Roy! Ele estava pronto para avançar em direção ao seu alvo, mais foi nesse momento que Jiron agiu para prestar assistência ao seu colega, mesmo estando ocupado com dois oponentes. Ele pulo para trás enquanto realizava um golpe na horizontal. Ao perceber isso, Roy se abaixava para esquivar de tal ataque. - Gaha! - Graças a atenção que o Sargento deu ao boxeador, isso abriu uma brecha para Ernest acertar um de seus espantosos ataques destrutivos. Mesmo Jiron sendo um monstro, vacilou diante de tanto poder, mas não parou para se lamentar e continuou lutando firme e forte com o espadachim musculoso e a garota de pernas longas. Isso tudo deu tempo para o Colega do Sargento recarregar sua arma.

Vendo que não haviam mais brechas ali, Roy recuou e começou a se reposicionar, seguindo para a retaguarda de Kenji.

- AGORA! - Jiron gritou repentinamente após empurrar para trás ambos os recrutas que enfrentava. Ele se agachou e então Kenji surgiu logo atrás, com ambos os braços erguidos segurando seu revolver.

Ele começou a girar, atirando para todos os lados onde os recrutas estavam. Além de aquela movimentação possibilitar que sua mira alcançasse todos os seus alvos, ainda deixavam seus disparos imprevisíveis, fazendo assim os recrutas terem que exigir muito de seus reflexos para evitá-los.

No caso de Joana, usava de impulsos junto a contrações de seu corpo, seja se abaixando ou se movimentando ligeiramente para os lados em busca de sair da trajetória dos projeteis, assim ela usava de esquivas imprevisíveis. Ernest usava a espada de madeira para bloquear as balas ou ao menos desviar suas trajetórias. Arnold, que era o que estava mais longe, tinha tempo para se movimentar constantemente em uma corrida e, quando percebia que o tiro viria em direção a onde ele estava correndo, ele pulava para o lado oposto. Roy, que estava um pouco afastado na retaguarda do atirador, também conseguia pôr em pratica suas esquivas.

Por fim, a técnica se concluía sem nenhum tiro acertado. Kenji estava sem balas e meio tonto, então foi nesse momento que o recruta Collins viu sua maior brecha. Porém, ele não foi o único que notou isso: Joana reagiu rapidamente para ir em direção ao atirador para aplicar uma rasteira em sua pernas. Quando o pequeno soldado recebeu o golpe e estava prestes a cair, Roy chegou logo em seguida e o golpeou no rosto com um soco de direita. O oficial Katamoto desabava no chão, desorientado, e era rendido pela taekwondoca.

- Okay, chega. Pedi ao Soldado Katamoto que realizasse essa técnica que ele ainda não dominou para que eu testasse a capacidade defensiva de vocês, que era algo que eu achava que estavam pecando. É o suficiente... Devido a persistência e a demonstração de trabalho em equipe e força de vocês, declaro que o teste de admissão foi um sucesso. Todos podem se considerar soldados a partir de agora. - Ele declarava isso e por fim sorria, pegando quatro medalhas do bolso e entregando uma a cada um dos recrutas. Por fim, ele ajudou o seu colega a se levantar e o deu apoio em seu braço, já que ele era baixinho demais para se apoiar nos ombros. - Confirmarei a entrada de vocês na recepção e, com isso, estarão livres para usar o dormitório e também para participar de missões. Vocês estão acabados, então recomendo deixar as missões para depois... Por enquanto, vocês podem usar os vestiários para tomar banho e vestirem as fardas que preparei para vocês lá dentro, e dentro do bolso delas já tem uma chave com um numero indicando o quarto de vocês. Depois, podem buscar se enturmar com a galera que está no dormitório dos soldados ou na praça de alimentação, ao lado dos dormitórios. São nesses lugares que eles combinam a formação de equipes e coisas assim... Tudo isso fica aqui perto, mas se tiverem dúvidas podem perguntar para a rapaziada que fica por ai. Isso é tudo, até mais ver... - Ele dizia tudo aquilo para os recrutas recém formados e saia, os deixando no ginásio para fazerem o que quisessem para passar o tempo.

- Enfim acabou! Estou exausta e morta de fome... E fedendo por causa das roupas que tive que lavar e pelos litros de suor que tive agora! Que droga, por que escolheu lavar roupas, garoto? Por acaso tem fetiche em suor?? - Joana deixa toda a sua angustia escapar. Parecia ter relaxado mais em relação a Roy e aos outros depois que passaram pelo teste juntos e que também ao menos sabiam seus nomes. - Enfim, nos vemos depois. Estou ansiosa pelo banho e pelas roupas da marinha. - Ela curvava seus lábios e seguia até o vestiário feminino depois de deixar suas botas de treino nos equipamentos.

- Ainda não sabemos seu nome... Não se sente confortável em falar? Se for o caso, temos ao menos algum apelido ou alcunha para nos referirmos a você se nos encontrarmos novamente? - Arnold dizia para o boxeador.

Com ou sem a resposta de Roy, ele e seu irmão seguiriam para o vestiário para tomar banho e vestir as fardas para ficarem prontos para conhecer as dependências de sua ''nova casa''.

E quanto a Roy, o que faria?




OFF: Ainda está meio fraco sua luta em questão de defesa. O que me refiro a deixar suas defesas generalizadas é criar um paragrafo exclusivamente para isso. Um paragrafo com todos os movimentos que você fará para evitar danos.

Nesse post suas unicas defesas foram ''Se abaixar para ataque horizontais do sargento'', ''Ir pro lado no caso de golpes verticais'', ''Zigue zague para evitar tiros'' e ''diminuiria o espaço que tem entre nós além de estar buscando desviar dos tiros(Defesa mal descrita)''


Não concorda que só com isso há diversas brechas? Se você deixar um paragrafo só pra isso, fica mais organizado e fácil de seu narrador ver e entender seu plano de batalha. É por isso que estou te dando essa dica.

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyQui 15 Jun 2017, 17:22

Finalmente Marinheiro
Meus companheiros ficaram preocupados com o que o atirador estava aprontando, levantando minha preocupação também. ~ Agora preciso caprichar mais do que nunca. Logo ficávamos prontos concernente ao que Kenji preparava, cada um em suas respectivas posições e assim eu dava o pontapé inicial. Fui em diagonal e ao chegar próximo da dupla me movimentava em zigue-zague, observando os dois à frente, pronto para desvencilhar de qualquer ataque por parte deles. Rapidamente consegui esquivar-se dos tiros do meu adversário enquanto o sargento ficava imóvel na minha frente, o cara tinha uma autoconfiança invejável. Por nossa habilidade em conjunto, meus companheiros cuidaram do sargento dando-me brecha para um ataque frontal e como já imaginara, o mesmo desviava com muita classe. ~ Nenhuma novidade. E o cara rolava para trás.

Na linha de não deixá-lo ganhar tempo com os ataques, continuei a perseguição e com seu breve discurso de que minha aproximação em ziguezague seria previsível. Apesar de minhas investidas fossem rápidas ainda recebi dois tiros, rendendo-lhe de certa maneira bons resultados, afinal se fosse uma arma de verdade é provável que estivesse seriamente ferido. - Você tem razão. Concordava irritado com meu desempenho que não andava como esperado. Na sequência o atirador zerava suas balas e nessa oportunidade me aproveitei num contra ataque, até que de repente o sargento aproximava-se para ajudar o cara, digno de um companheiro leal. Se não tivesse prestado atenção e desviado do ataque, certamente poderia estar nocauteado ou algo do tipo. Durante esses segundos o Katamoto recarregou sua arma e já partiu novamente na sua rajada de balas.

Acredito que por estar em sua retaguarda me favoreceu um pouco para desvencilhar, mesmo embora ele atirasse em todas as direções. ~ Será que ele está testando a defesa de todos? Agi ligeiramente naquela situação aproveitando da minha agilidade escapando sem tomar nenhum tiro. ~ Boa tática. Num combate real isso pode ser bem efetivo. Pensava admirando aquela tática. Mas o melhor estava por vir. O atirador depois de usar aquela técnica mostrou-se exausto, aquilo tinha exigido uma boa energia para usar. Sendo minha chance de dar um soco de direita, após a rasteira que a garota tinha aplicado, sendo rendido pela Joana.

Até que o sargento terminou dizendo. - Okay, chega. Pedi ao Soldado Katamoto que realizasse essa técnica que ele ainda não dominou para que eu testasse a capacidade defensiva de vocês, que era algo que eu achava que estavam pecando. É o suficiente... Devido à persistência e a demonstração de trabalho em equipe e força de vocês, declaro que o teste de admissão foi um sucesso. Todos podem se considerar soldados a partir de agora. Assim um combustão de alegria contagiava o meu peito, independente de eu ter errado durante o combate algumas vezes. O objetivo tinha sido alcançado após anos de treinamento, depois de várias histórias contadas pelo meu pai e por ter sido reconhecido como um honrável membro da minha família. Tocava na minha tatuagem e por alguns segundos fechava meus olhos lembrando-se dos dias que treinava em casa e também sozinho, era sessões desgastantes que eu obrigava-me a ser melhor cada dia. Afinal tudo daqui em diante será mais complexo do que treinei, então tudo aquilo que realizei nesse momento eu sinto um cheiro de vitória. Por ter ingressado na Marinha com sucesso, ter honrado essa tatuagem de família, valorizado o trabalho que meu pai teve comigo e não desonrar seu nome na Marinha. ~ Consegui!! Abria meus olhos feliz com o resultado final.

Posteriormente o sargento passara as instruções de irmos tomar banho para descansar o corpo. Realmente eu necessitava disso, só na lavanderia eu já tinha suado que nem um porco, agora mesmo estou pronto pra virar bacon assado. Ouvi suas orientações e logo ele se despedia, deixando meu grupo a sós. ~ Esse pessoal ganhou meu respeito. Não quero criar laços afetivos com ninguém pois isso pode ser um desastre total futuramente, principalmente nas missões que não podem ter falhas! Porém as habilidades deles eram inegáveis, tinham feito por merece aonde chegaram. Enfim acabou! Estou exausta e morta de fome... E fedendo por causa das roupas que tive que lavar e pelos litros de suor que tive agora! Que droga, por que escolheu lavar roupas, garoto? Por acaso tem fetiche em suor?? A garota perguntava demonstrando humor na pergunta, logo comigo. - Só quis levar você pra um lugar que lembraria sua raiz. Soltaria um leve sorriso e esperaria a mesma sair para tomar banho.

Já os outros dois ficavam ali, questionando-me uma coisa que eu não tinha dito antes. Pode parecer indelicado, mas não é isso, era que eu não achava necessário mesmo falar. Ainda mais com meu jeito de ser. Ainda não sabemos seu nome... Não se sente confortável em falar? Se for o caso, temos ao menos algum apelido ou alcunha para nos referirmos a você se nos encontrarmos novamente? Eu poderia continuar com essa coisa de não dizer o nome por causa da forma que penso, entretanto esses rapazes ganharam meu respeito nesse combate. Eles não eram pessoas quaisquer que se encontra na rua e pergunta seu nome, eles provaram estar esforçando-se ao máximo para ajudar a Marinha! Um lugar honrado e promissor para as futuras gerações. Compartilhando da minha vida nesse momento e entrando junto a mim na instituição mais justa desse mundo.

- Meu nome é Roy Collins. E não é bem o meu jeito socializar sabe ... Coisa de família. Esperava que eles não reconhecessem meu sobrenome, pois o que mais quero é criar meu próprio legado aqui. Não depender dos feitos do meu pai mesmo admirando-o muito. Cada um com sua própria história. Terminando essa breve apresentação seguiria para o vestiário e tomaria meu banho, trocando essa velha roupa encharcada de suor pela farda da marinha por completo. Ao sair de lá diria aos meus companheiros. - Pessoal, foi bom conhecê-los. Espero que possamos trabalhar juntos novamente, caso não der, tomará que tenham sorte na jornada de vocês como marinheiros. Porque servir à justiça é a melhor coisa! Até mais. Diria firmemente essas palavras e sairia de lá. Pegaria a chave no bolso da farda e depois iria ao dormitório e se encontrasse alguém por lá, cumprimentaria com um aceno de cabeça e deitaria por lá para relaxar o corpo e dormiria um pouco pra preparar-se para outra hora.

Após acordar arrumaria rapidamente minha roupa e cabelo, seguindo para a praça de alimentação e procurando comer algo que já estivesse pronto. Não sou muito de ficar escolhendo alimento, sempre fui bem diversificado nesse quesito. Além de não ter tanta paciência pra ter que ficar escolhendo coisas que me fariam gastar tempo atoa, ao menos considerava essa tarefa desnecessária. Acabado de comer procuraria pela sala de armas para pegar uma manopla de verdade, tentaria achá-la olhando porta a porta pelos corredores, no entanto se não encontrar questionaria a qualquer marinheiro no caminho. - Olá! Sabe onde fica a sala de armas? Obtendo a resposta e encontrando a sala, procuraria por uma manopla leve de uso e já colocaria na mão direita. Em seguida tentaria achar o sargento Jiron ou outro responsável pelo encargo de missões e diria. - Olá senhor! Bateria continência. - Sou o novo soldado Roy Collins, estou aqui para saber se tem alguma missão para eu cumprir. Aguardaria suas palavras e estaria preparado para qualquer ordem, concordando com ele com um aceno com a cabeça. Quando ele terminasse de falar levantaria minha mão direita pedindo sua atenção.

Na possibilidade de esta missão precisar ser em grupo, apesar de não ser minha praia, mas pode-se ocorrer, então sugeriria ao responsável. - Senhor, acredito que os novos recrutas que fizeram o teste de admissão possam ser ótimos companheiros pra missão. Cada um deles provou a mim que devo aprimorar minhas habilidades, principalmente pelo fato que os dias atuais estão mais perigosos do que nunca, sendo que a tendência é apenas piorar. E à medida que for realizando missões e combatendo os piratas na maioria das vezes, possivelmente crescerei nela e assim precisarei muito de estar mais forte. Falando em piratas ...

Talvez aconteça que nesta missão tenha procurados envolvidos, se estiver melhor ainda, contudo caso não quando passar pela recepção novamente procuraria por toda a sala usando minha visão aguçada o mural de procurado. Observaria todos que estiverem ali postados, prestando atenção nos valores de cada um e o que tiver o maior, pegaria e dobraria o papel guardando no bolso da minha farda. Para todos os contratempos que possam existir, a melhor coisa é ter um dinheiro guardado para salvar deles, afinal tudo hoje em dia custa nesse mundo. E por fim voltaria ao objetivo principal, estar com o pessoal da missão e seguir todas as ordens.  
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptySex 16 Jun 2017, 18:28


Com simpatia, Roy respondia questionamento do jovem esguio que o acompanhou em seu teste. Logo em seguida, ele seguiu junto a ele para o vestiário e ignorou o mundo ao redor para poder tomar banho em um dos chuveiros do local. Ignorou até que tinham outros dois caras nus na mesa sala... É, ele tinha que ter uma boa calma para não ficar meio desconfortável com isso. Ao fim de seu banho, o pequeno boxeador trocava de roupa, vestindo a farda da marinha e deixando por ali mesmo as suas antigas vestes, que agora estavam sujas e fedidas.

Por fim, ele se despedia dos dois únicos caras que lhe acompanhavam naquela visita ao vestiário e depois saia com a chave de seu quarto em mãos. Do lado de fora, ele percebia que já era o final da tarde e o fenômeno do pôr do sol estava já se concluindo, com apenas poucos riscos de luz alaranjada nos céus. Andando em meio aos domínios da marinha, Roy não demorou para encontrar seu destino e, por lá, avistou um prédio com uma placa indicando que ali era onde se encontrava o dormitório. Já haviam alguns marinheiros por lá, que pareciam estar se recolhendo aos poucos para dormir. O novato entrava no prédio, cumprimentando breve e discretamente os grupos de soldados que passavam por ele. Ele seguiu direto para uma escada e andou por um corredor em busca do seu quarto. Quando o encontrou, abriu ele e então avistou o interior dele. Era um quarto simples, sem muitos adornos. Ele tinha um armário simples, uma única janela não muito grande que lhe dava vista para as casas nas ruas e os postes de iluminação e duas beliches... Aparentemente ele teria que dividir o quarto com mais outras três pessoas.

Nosso protagonista não se incomodou com isso e deixou-se capotar no colchão de baixo de uma das beliches. Ele adormeceu e continuou dormindo até a manhã do dia seguinte.

Quando acordou no dia seguinte, ainda estava sozinho em seu quarto. Ele podia ver que as outras camas estavam um pouco bagunçadas, o que indicava que seus colegas haviam dormido ali mas tinham despertado mais cedo. Ele logo se levantou e ajeitou seu cabelo e farda rapidamente para seguir para fora do quarto. Quando saiu, viu que mesmo nos corredores as coisas estavam mais agitadas... Ele seguiu para as escadas, passando por diversos homens. Quando chegou no saguão do dormitório, viu uma grande concentração de soldados, alguns fardados e outros mais desleixados. Eles estavam ocupados em conversas ou em atividades de entretenimento.

Roy não tinha interesse nenhum ali, então apenas seguiu para a praça de alimentação que ficava logo ao lado, e quando chegou notou que aquele também era um lugar lotado de pessoas. Ignorando isso mais uma vez, ele pegou um prato de comida e começou a devorar a comida sem nem se sentar. Ao terminar sua refeição, deixou o prato na bancada para seguir para seu próximo interesse: Se equipar.

Entrou no prédio principal e, com a ajuda de soldados, obteve as direções para a sala de equipamentos. Ao chegar lá, viu uma bancada onde duas pessoas guardavam algumas cestas com diversos equipamentos, dos mais variados tipos. Ele foi direto para as caixas e meteu a mão na que guardava manoplas. Ele pegou apenas uma delas para si e vestiu ela em sua mão direita. A dupla que guardava a sala não viu nada demais nessa ação do novato, então não questionou sua atitude.

Em seguida, o soldado Collins queria ver um superior para pedir uma missão, mas aproveitava a proximidade do lugar que estava em relação ao saguão da entrada principal para seguir até lá, e assim poder dar uma olhada nos procurados.

Por lá, via o mural com os procurados locais em destaque: Eles tinham recompensas que iam de 100 mil até 13 milhões de berries e tinham aparências variadas, indo desde humanoides até humanos mascarados. O que tinha maior recompensa, 13 milhões, se chamava Koch A. Belludie e era um homem velho bigodudo que possuía músculos monstruosos. Interessado, o garoto pegava aquele cartaz e o colocava em seu bolso.

- Roy? - No meio de sua pesquisa, o jovem da família Collins era pego de surpresa por uma voz familiar. Era Ernest, o espadachim que o acompanhou em seu teste de admissão estava ali, junto a seu irmão. - Então... Coincidentemente estamos no mesmo quarto no dormitório. Mas diga ai, o que faz por aqui, cara? Por acaso está querendo pegar algum desses procurados? - Ele perguntava, curioso com aquilo. - Eu falei com Jiron mais cedo e ele disse que há uma missão que podemos fazer. É uma missão que envolve investigação da cena de um crime... Se necessário, podemos agir para deter o culpado. Ele disse que se quisermos participar, só devemos esperá-lo na frente do QG que ele logo virá.

Eis que o soldado novato tinha a oportunidade de partir em uma missão... Mas será que sua curiosidade com os procurados o faria pedir a um superior que o passasse a missão de capturar algum criminoso com uma recompensa por sua cabeça?

- Roy... Você tem potencial. Tenho a sensação de já ter ouvido seu sobrenome antes. Pode ser só impressão, já que esse ''Collins'' passa um ar de grandiosidade... Eu entrei na marinha pois quero servir a justiça enquanto uso meus conhecimentos como ferreiro para aprimorar a força da instituição. Não sei por que você ingressou, mas certamente você é um cara determinado. - Caso Roy decidisse seguir a dupla de cabelos negros, Ernest declararia isso para puxar assunto enquanto demonstrava satisfação em poder atuar em missão junto a ele.

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptySab 17 Jun 2017, 02:17

Pronto para a missão!
Sem delongas fui ao vestiário e tomei meu banho, ignorando a presença dos outros dois mesmo que aquilo não fosse tão confortável. Confesso que não era uma sensação tão confortável estar lá com esses caras, porém ninguém mexeu com ninguém e desse modo tomei o meu banho sem ser incomodado. Principalmente, sem aquelas piadinhas de vestiário. Terminado o banho me despedi deles e sai para o meu quarto, percebendo como estava entardecendo e o cansaço no meu corpo obrigava-me a deitar, estava começando a ficar desconfortável estar acordado. Avistei uma placa num dos prédios da Marinha indicando que era dormitório e entrei cumprimentando alguns dos homens que ali já estavam, acenava com a cabeça discretamente, subindo a escada e percorrendo um corredor até finalmente encontrar meu quarto. - Hora de repor as energias! Dizia entusiasmado em fechar os e dormir com a cabeça tranquila, apesar de ter falhado um pouco no combate.

Meu quarto não tinha nada de luxo, coisa simples e prática para deitar e dormir. Uma janela, duas beliches onde dava vista para a rua e nada demais. Não notei ninguém no quarto e aquele silêncio me agradou para deitar. Antes de dormir imaginei como meu pai deve ter ingressado na Marinha em sua época, teria ele falhado da mesma forma que eu? Certo é que ele honrou nosso sobrenome mais do que qualquer outro parente, seu posto na marinha, seus feitos e sua forma de admiração pela qual fala é sem dúvidas notável. Ter uma tatuagem dessa exposta no rosto é um símbolo muito forte da nossa família, praticamente é o nosso mostruário de honra e força dos Collins. Qualquer um de nós necessitamos estar progredindo a todo custo, primeiro pela chama que está dentro de nós quando fala-se do que essa tatuagem simboliza, segundo porque qualquer pessoa nesse mundo tem o seu próprio caminho a fazer. E o meu farei com minhas próprias mãos, aumentando o status da nossa família e criando meu próprio legado de justiça. - Me aguarde pai ... Em meio a esses pensamentos meus olhos pesavam e finalmente adormecia.

Quando acordei encontrei as outras camas reviradas, mas ninguém ali dentro. ~ Será que dormi muito? Imaginava o que meu superior diria caso atrasasse. Arrumava-me rapidamente e partia para encontrar com algum superior, entretanto o que me esbarrei percorrendo os corredores foi diversos marinheiros entretendo-se com seus papos e atividades. ~ Será que numa ilha dessa magnitude não tem nada para fazer? Passava pelos marinheiros inconformado com tamanha negligência. Como o responsável pelo QG pode deixar as coisas chegarem a esse ponto? Antes de falar com qualquer superior fui à praça de alimentação e comi rapidamente para adquirir energia pra esse dia, algo me dizia que seria um dia e tanto para lidar. Depois fui à sala de armas pegar uma manopla, onde vi duas pessoas guardando equipamentos nas cestas. ~ Esperava encontrar mais pessoas por aqui. Peguei uma manopla e logo a vesti na mão direita, sentindo-se confortável com aquela mesma, não conversei com nenhum dos rapazes e posteriormente rumei ao salão principal avistando o mural de recompensas.

- Porra, quantos bandidos de merda têm por aqui. Falava comigo mesmo preocupado com a segurança dessa ilha. Sem contar o fato das conversinhas paralelas daqueles marinheiros nesse lugar. - Não acredito como podem fechar os olhos com tanta coisa pra fazer. Balançava a cabeça e tomava o cartaz com a maior recompensa. - Já viveu bastante esse homem, pelo visto só deu trabalho a vida toda. Focava meu olhar no cartaz buscando imaginar como é que uma pessoa de idade não tem consciência de sossegar a bunda. Ainda mais com toda experiência que já tivera na vida, não seria mais racional um camarada desse ter mais empatia e ajudar quem precisa? Como esse mundo está ficando cada dia mais caótico. ~ Vou pegar esse velho e pregar a justiça assim que der.

De repente uma voz familiar me chamava e eu arregalando os olhos buscava ver quem era. O Ernest, espadachim que lutou contra Jiron. Ele explicava que era meu companheiro de quarto enquanto escutava sem demonstrar nenhuma expressão, além de questionar o que fazia por aqui e sem o deixar ele entrar muito nesse ponto, respondi. - Sim, mas objetivos principais primeiro. Encarava o espadachim sem demonstrar nenhum laço de amizade, para na possibilidade dele ter pensado que eu abriria brecha. Logo ele explicava que se eu quisesse entrar em uma missão de investigação de crime era para esperar na frente do QG com ele, pois o sargento nos acompanharia. - Vou sim. Concordava brevemente com Ernest.

- Roy... Você tem potencial. Tenho a sensação de já ter ouvido seu sobrenome antes. Pode ser só impressão, já que esse ''Collins'' passa um ar de grandiosidade... Eu entrei na marinha, pois quero servir a justiça enquanto uso meus conhecimentos como ferreiro para aprimorar a força da instituição. Não sei por que você ingressou, mas certamente você é um cara determinado. Mais uma vez o encarava, só que dessa vez eu fiquei um pouco nervoso e com isso transmiti uma expressão mais séria do que antes, meus punhos tremeram levemente e numa reação automática arqueei minhas sobrancelhas. - É cara ... Imaginava uma resposta mais pontual pra ele não ficar questionando esse símbolo, mesmo sendo uma honra para minha família, fazer com que outros saibam isso agora é como querer apenas se achar sem ter habilidade pra isso. Por isso preciso deixar isso por enquanto por debaixo dos panos, até quando eu mesmo provar meu valor. - Meu sobrenome pode ser até importante, mas minhas habilidades são superiores e isso é tudo que importa. Cortava esse assunto momentaneamente.

Na sequência seguiria para a entrada do QG e ficaria de olho na movimentação dos marinheiros, cumprimentando um a um até que quando chegasse o sargento Jiron bateria continência em forma de respeito e diria. - Senhor! Escutaria pacientemente suas instruções e segui-las-ia por completo, quando sair do QG usaria minha visão aguçada para todas as pessoas ao redor a fim de ver se tem alguém suspeito e caso algum se suspeito aproximar-se cutucaria Ernest e diria em baixo tom. - Presta atenção e se puder, intervenha porque estou reparando nas proximidades.. Com a cabeça indicaria o individuo.

Ficaria atento aos prédios também procurando se alguém nos observa afinal marinheiros costumam chamar a atenção quando chegam aos lugares. Principalmente quando se tem bares na ilha, é como uma forma de 'xerifões' que mantenham a ordem na ilha apesar de que meu pressentimento que nessa ilha a ordem é o que mais falta. Só de lembrar no quanto de cartazes tinha naquele mural me dava nojo de não manterem a ordem. Mas primeiramente concluiria meu objetivo principal, isto é, realizar esta missão custe o que custar afinal essa é a filosofia da nossa família ao qual meu pai passou orgulhosamente a mim e felizmente pude absorver esse sentimento também.

Quando pararmos no local em que o líder der a ordem, ficaria de prontidão e novamente mantendo minha atenção nas proximidades. Estaria pronto para saltar na direção contrária ao ataque que vier ou mesmo abaixar se preciso, isto é, dependendo de onde vier. Caso não tiver nenhum perigo na área em questão, seguiria qualquer ordem passado pelo superior Jiron, seja ir avaliar algum local pessoalmente e mantendo a descrição para não chamar atenção usando meus conhecimentos furtivos, questionaria alguma pessoa sobre qualquer pista de alguma pessoa ou mesmo perguntaria se sabem de alguma noticia do crime. Sempre mantendo a boa conduta de fazer o que necessita a fim de cumprir a missão.
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptySab 17 Jun 2017, 13:04

Roy ficava enraivecido por ver aquele mural com cartazes de procurados sendo haviam alguns marinheiros gastando tempo em coisas que aparentavam não ser construtivas ao invés de atuarem na rua, em missões. É... Esse rapaz é do tipo de marinheiro devotado a instituição, que tinha praticamente vendido a alma pela busca da manutenção da justiça absoluta. Para ele, uma pausa na busca desse dever era inadmissível.

Mas logo ele voltava a si e ouvia as palavras de Enerst depois que aceitava segui-lo na missão. Ele tentava não estender aquele assunto e buscava ir logo para a frente do QG junto aos seus dois colegas. Ao chegarem por lá, já encontravam logo de cara o Sargento Jiron acompanhado do baixinho Kenji e da outra conhecida de Roy, Joana.

Todos os três se organizavam lado a lado e batiam continência, em respeito ao superior.

- Se não é o baixinho chato... - A garota declarava discretamente a um volume audível, e logo em seguida virava o rosto.

- Soldados, os convoquei até aqui pois pensei que ansiavam por uma missão e, por sorte, achei uma perfeita para novatos. Recebemos um chamado para investigar dois homicídios que ocorreram por volta da madrugada até o amanhecer. Quero que Roy, Ernest e Arnold formem um time e investiguem a primeira área enquanto eu, Joana e Kenji iremos para a segunda. Buscaremos pistas para formar alguma linha de raciocínio. Já passei para Ernest o endereço da cena do crime que vocês estão responsáveis... Não é muito longe de onde estaremos, então qualquer coisa só é gritar. Isso é tudo. - Com isso, ele virava e guiava Joana e Kenji pelo caminho que deveriam seguir.

- O caminho é quase o mesmo do deles, só temos que tomar algumas curvas diferentes. - Ernest dizia.

E assim começaram a seguir o caminho indicado pelo jovem. Enquanto isso, Roy agia de forma cautelosa, sempre observando os arredores em busca de perigo. Certamente a presença de marinheiros sempre é chamativa para a população, pois sempre parecia ser o prelúdio do perigo, e o jovem marinheiro percebia isso ao ver os olhares de espanto em sua direção. No fim, chegaram ao local sem encontrar quaisquer imprevistos.

Eles agora estavam em frente a uma casa simples que ficava ao lado de algumas poucas arvores. Aquela moradia não parecia pertencer a alguém com muitas posses, mas mesmo assim aquele foi o alvo de ato de crueldade. A vitima estava do lado de um muro de pedra da casa, com seu cadáver cercado de sangue e coberto com um pano marrom. O muro tinha uma marca de sangue logo no alto e também outras marcas estranhas de danificação. Além disso, o muro ficava do lado das arvores já citadas. O chão ali era feito de terra batida, então possivelmente daria para encontrar rastros e pistas importantes por ali.

Para encontrar mais detalhes do cenário que fossem relacionados ao crime, teriam primeiro que analisar de perto.

Além disso, a viúva e o filho do casal encontravam-se visivelmente abalados do lado de fora da casa. Quando o trio de marinheiros chegassem, a mulher deixaria o filho na casa da vizinha e seguiria até eles, pronta para prestar qualquer depoimento que contribuísse as investigações.

O que Roy faria?

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyTer 20 Jun 2017, 08:34

Investigando a cena do crime
Ao chegar à frente do QG da Marinha me deparo com os meus outros dois companheiros de teste. ~ Esses caras de novo ... Olhava um a um cumprimentando levemente, ficando lado a lado deles. A garota logo se pronunciava demonstrando seu sarcasmo, fazendo meus ouvidos coçarem de tanta bobagem numa frase pequena. - Se não é minha perseguidora. Respondia-a sem olhá-la e depois o sargento explicava a missão. Dois assassinatos que ocorreram nessa madrugada. ~ Que desgraça! Pensava indignado com o que acontecera. A população num modo geral tem intensificado mais a violência, e como resultado coisas assim aparece. ~ Precisamos achar os culpados dessa chacina logo! Ficava convicto disso e aguardava as instruções que iremos investigar em dois times.

Meu time por Arnold, Ernest e eu deixava-me de certa maneira confortável por saber que estou com dois caras habilidosos. Seguindo para os locais dos crimes, passamos pelas vizinhanças das ilhas e notando como as pessoas olhavam a nós com receio. ~ É disso que vocês mais precisam, pessoas que pregam a ordem. Encarava aqueles indivíduos tentando demonstrar uma postura séria, esta que todos os marinheiros deveriam ter. Separamos-nos do outro time e enfim chegamos a uma casa ao lado de poucas árvores, sendo que no muro ao lado dela tinha um pano marrom em cima de um corpo. Pela primeira vez vi um cadáver na minha vida e confesso que estremeci. Um calafrio percorreu pelo meu corpo e meus olhos levemente tremeram, não sou médico e nem nada do tipo, entretanto o choque de olhar um corpo estirado no chão não é das melhores. ~ Que merda rolou aqui ... Tirava a atenção do fato de ver pela primeira vez um cadáver e focava na cena em si.

O muro estava com mancha de sangue e danificado, a terra era batida e ali perto estavam uma mulher e uma criança. - Acho que eles devem saber de alguma coisa para nos informar. Vou falar com ela. Falava aos outros dois imaginando se eles estavam um pouco chocados com a cena que vira. Tentaria não demonstrar nervosismo com isso, mantendo a voz firme apesar de também ser a primeira missão. Entrelaçaria minhas mão e estralaria para colocar a mão na massa. Indo de encontro com ela, olharia bem sua vestimenta e qualquer outra coisa que possa ter exposto, para futuramente lembrar caso essa peça encaixe na investigação. Observaria o garoto da mesma forma e quando chegasse perto da mulher falaria objetivamente. - Senhora! Somos da Marinha. Diria de uma maneira bem séria. - Queria saber o que aconteceu por aqui, ou ao menos conhecer o que você sabe. Fixaria meu olhar nela.

Ouviria com atenção suas palavras e quando ela terminasse completaria. - Essa é uma cena de crime agora e como talvez precisaremos da senhora outra vez, por enquanto ficará sob nossa tutela. Falaria com segurança para não ter dúvidas. Como ela é a única pessoa que pode responder melhor as nossas perguntas, ao menos por agora, mantê-la conosco é mais inteligente para acelerarmos a investigação. Posteriormente focaria a atenção na cena do crime de perto, não pisando na terra batida para não misturar minha pegada naquele local ou mesmo poluir a cena do crime. Procuraria por pegadas, qualquer tipo de arma (faca, canivete, pistola etc.) ou mesmo coisas mais sutis como fios e tufos de cabelo. Além de também usar minha visão aguçada a fim de achar alguma coisa em qualquer outra parte. Tudo isso observando sem pisar na cena do crime.

Em seguida conversaria com Arnold e Ernest. - O que acharam? Depois de ouvir a resposta deles exporia minha opinião. - Caras, acho que os legistas precisam vir pra cá urgentemente analisar o corpo e a cena do crime, porque como aconteceu isso de manhã o assassino não deve estar longe.  Provavelmente nem saiu da ilha. E com a análise deles podemos ter respostas mais rápidas ... A não ser que algum dos dois são médicos. Expressaria a vontade de achar respostas o quanto antes, buscando juntar as peças e ter um veredito logo para cumprir essa missão, pois o que menos quero nesse momento é deixar o assassino ou assassina impune disso.
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyQua 21 Jun 2017, 11:30

Aquela morte havia ocorrido a algumas horas atrás, e agora todo o seu liquido escarlate da vida estava absorvido pela terra em uma cena chocante que era comum em tempos de caos. O valor da vida não era considerado nem mesmo um obstáculo para esses cruéis piratas! Aquilo era revoltante e chocante para os novatos por ali. Roy estremeceu diante da cena do crime, mas se recompôs e falou com seus companheiros de equipe, declarando que iria falar com a viúva e acabava aproveitando para verificar o estado deles. Ernest também se arrepiava com a cena, já que era um simples mecânico. Arnold era um médico, então já havia se acostumado em tratar com frieza cenas brutais de ferimentos ou mortes.

- Verificarei o cadáver e as marcas de sangue. Como um médico, creio que essa seja a melhor área para mim. - Arnold disse e, dessa forma, o trio se separou.

Roy se aproximava da civil e pedia seus esclarecimentos. A mulher era simples: Usava uma saia longa, camisa de botão de mangas longas, tinha por volta de trinta a quarenta anos e estava um pouco acima do peso.

- Meu marido tinha a mania de subir naquele muro para observar o céu quando desocupava de suas tarefas, para relaxar e pensar um pouco na vida... Mas ontem... - Suas sobrancelhas se ergueram e seus músculos faciais se esticaram. Os olhos estavam trêmulos, lutando para não deixa lágrimas saírem. - Ontem eu estava lavando roupas quando ouvi seu grito e, logo em seguida, uma pancada forte... Sei que Shells Town é perigosa, então eu me assustei nesse momento. Mesmo com medo, tranquei a porta e observei o lado de fora... Eu vi uma silhueta estranha e amedrontadora por lá. Logo em seguida, ela desapareceu em um vulto. Com isso, me tranquei com meu filho em casa esperando pelo socorro da marinha... Eu estava com muito medo para poder sair. - Ela prestava seus esclarecimentos e por fim compreendia que deveria acompanhar eles. - Eu posso levar meu filho comigo? - Ela questionava, preocupada.

Roy seguia até a dupla de irmãos para receber o relatório do que eles encontraram. Enerst estava olhando para as marcas enquanto seu irmão estava com luvas, analisando o cadáver.

- Ele tem uma marca de contusão na cabeça, provavelmente aquela mancha no muro foi causada por uma pancada da cabeça na hora da queda. Tem marcas de perfuração e cortes padronizados... Mas o principal ferimento foi no pescoço: Uma perfuração profunda. Para mim, isso não foi obra de armas. Mesmo se não tivéssemos pistas na cena, eu arriscaria dizer que isso ou foi obra de um animal selvagem ou de um Mink.

- Apoiamos essa hipótese graças as marcas, também. No muro, as danificações lembram cortes de garras. No chão, marcas e rastros sugerem que o sujeito andava em quatro patas, pois veja... Entre os rastros, algumas pegadas intercaladas estão com sangue, o que me faz pensar que isso ocorreu por que apenas os membros dianteiros estavam ensopados com o líquido. Os rastros terminam nas arvores... Creio que ele subiu nelas e depois no teto das casas para seguir até a segunda cena do crime. - Enerst também dava seus esclarecimentos.

- Vamos até o sargento Jiron apresentar isso e ver como foram as coisas por lá. Possivelmente já teremos nosso suspeito. Esse local já está com contenções... As coisas aqui podem ficar com o pessoal que recolherá o cadáver e fará a limpeza da cena. - O atirador magro declarava.

Se Roy concordasse com isso, eles seguiriam junto com a mulher da primeira vítima por algumas ruas até encontrar a outra parte da equipe deles. A situação ali era a mesma, apenas uma vítima de assassinato. O cenário que era diferente, pois dessa vez aquela era em um beco encontrado em uma rua estreita, repleta de casas. A vítima aparentemente era um morador de rua.

- Soldados! O que encontraram? Por aqui nossas investigações concluíram que a vítima foi alvejada por armas de fogo e sofreu um ferimento profundo na garganta. Isso não é muito esclarecedor... Mas iremos prosseguir com a investigação. - Jiron os receberia, apresentando informações.

Roy tomaria a dianteira para apresentar os relatórios? De qualquer forma, ele teria alguma sugestão?

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 2 EmptyQua 21 Jun 2017, 16:18

Confirmando a coincidência
Arnold dizia ser médico e ficou encarregado do corpo, Ernest o acompanhou e eu interroguei a senhora. Só pela forma como ela começou a falar já dava pra entender que era seu marido morto, ainda mais que seus olhos quase derramavam lágrimas. Fiquei com um pouco de dó, mas não demonstrei, apenas continuei a escutar. - Ontem eu estava lavando roupas quando ouvi seu grito e, logo em seguida, uma pancada forte... Sei que Shells Town é perigosa, então eu me assustei nesse momento. Mesmo com medo, tranquei a porta e observei o lado de fora... Eu vi uma silhueta estranha e amedrontadora por lá. Logo em seguida, ela desapareceu em um vulto. Com isso, me tranquei com meu filho em casa esperando pelo socorro da marinha... Eu estava com muito medo para poder sair. E quando ela terminou eu imaginei a mesma coisa, Shells Town está perigosa e quem foi uma das pessoas que sofrera com isso era seu marido.

Assenti formalmente entendendo sua versão e surpreso por ela não dizer que foi um humano que atacou. ~ O que será que é essa silhueta estranha? Perguntava-me até que ela indagou se seu filho poderia ir conosco. - Se ele não nos causar problema. E logo fui ver o que os outros dois tinham concluído. A cada ferimento que o homem sofreu minha raiva crescia, foi como uma chama aumentando com sua intensidade. Contusão na cabeça, perfuração, cortes padronizados e uma perfuração profunda no pescoço. - Que maldito! Dizia furioso com tamanha atrocidade que o assassino tinha cometido, para aliviar aquela raiva que estava crescendo estalei meu pescoço movendo-o em circulo. Em seguida Ernest mostrava as pegadas do assassino e sua tese de ser um Mink, por apenas as patas dianteiras estarem ensopadas com sangue. - Raça maldita! Bem que meu pai sempre disse pra tomar cuidado com esses lixos. À medida que falava minha respiração ficava ofegante e meu coração batia mais rápido do que o normal.

Arnold terminava com o trabalho ali e sugeria de irmos até o sargento esclarecer o que achamos. - Sem dúvidas. E antes de sair dali, diria a viúva e seu filho. - Fiquem conosco. E assim partiria dali junto com eles até que quando chegamos, notamos que o local do assassinato foi num lugar tanto quanto exótico. Ainda mais com um morador de rua. O líder nos disse que a vítima sofreu tiros e um corte profundo na garganta. Fechava os olhos indignado com essa morte também e com a convicção de que o mesmo assassino poderia ter envolvimento nesse caso. - Senhor! Trouxemos aqui a mulher e o filho da vítima, eles presenciaram o assassinato. Olharia para os dois esperando suas confirmações e continuaria. - Qualquer dúvida ela pode detalhar melhor.

- Pela análise feita por eles o assassino deve ser um Mink. A prova é que o homem sofreu cortes padrões e um profundo no pescoço ... Uma escória que só vem causar problemas para a sociedade. E pensando bem, essa vítima que o sargento analisou sofreu um corte profundo na garganta. - Se me permite dizer senhor, talvez esse homem tenha sofrido esse corte estranho desse Mink também. Porque o outro homem sofreu um no pescoço, e esse na garganta, ambos foram em regiões bem próximas ... Olharia para Ernest e Arnold e sugeriria ao sargento. - Se não for problema, acho que o Arnold pode ver se esse corte tem similaridade com o outro. Porque se tiver sabemos que estamos atrás de um animal assassino. E sobrando eu e Ernest acrescentaria. - Já eu e ele podemos procurar se tem as mesmas pegadas que achamos.

Caso o Jiron concordar, ficaria distante do corpo para não atrapalhar o médico e procuraria junto ao Ernest as pegadas. Se preciso usaria minha visão aguçada em toda a proximidade, procurando por pegadas como do outro assassinato e por sangue também, afinal sua pata estava ensanguentada. Na possibilidade de achar e o Arnold confirmar o ataque, acenaria com a cabeça para o sargento sobre pegadas e perguntaria; - Senhor, quais são as ordens agora? Indagaria de um modo educado mesmo sabendo que teríamos de procurar pelo suspeito urgentemente afinal ele está à solta. O problema é como o acharemos se Shells Town é uma ilha grande.
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