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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Reiniciar   Reiniciar EmptySab 27 Maio 2017, 14:49

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Saga Ashie. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptySab 27 Maio 2017, 17:13



 
SAGA ASHIE



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O frio de Centaurea Island chegou ao ponto de me forçar a enrijecer os músculos. Meus dentes se chocavam repetidamente uns nos outros, me retardando de fechar a boca. Posso chutar que por onde eu estava, a temperatura deveria ser de -30ºC. Não é como se exatamente o frio estivesse desse jeito, mas julgando pela a minha posição de acolhimento de braços e tremedeira labial, eu podia deduzir que estava muito abaixo do que costuma ser. Um dos meus desejos prioritários é sair desse iceberg que chamam de ilha. "Mas não era suposto de eu estar acostumado?" - Pensava comigo mesmo. "Talvez não. Talvez Centaurea nunca tenha me pertencido. Eu poderia estar em outra ilha agora, aquecido pela euforia dum bar, bebendo um revigorante grogue, apreciando uma boa música e com muitos, muitos admiradores meus ousando me desafiar à quedas de braço, e perdendo. Só aqueles mais miseráveis seriam dignos de uma vitória contra mim, aqueles dos quais eu tivesse pena e daria esse gosto propositalmente."
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era de se maravilhar ficar pensando em uma vida utópica como essa. Dois passos em falso e você cai no inferno, nunca mais conseguindo sair de lá, sem ter nenhum sinal de vida que possa lhe ser favorável. - Muito bem. - Aqueceria minhas mãos com o atrito gerado ao esfregar as duas na mesma frequência, após lançar uma exalada de ar com a boca para esquentá-las mais depressa. - Sinto falta das minhas velhas luvas de seda e lã mesclados. Também do meu cachecol de tecidos importados de North Blue. - Diria em voz alta, mesmo que para mim mesmo fosse. "Eu não tenho dinheiro suficiente para esses dois itens." - Reafirmaria. "... na verdade, eu nem sequer preciso. Clamarei pelo o que é meu, e se o chamado não for respondido, terei suas covas, pela espada e pela pólvora!"
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Então, concluo que tenho que adquirir armamentos para que eu possa pegar o que já em suma me pertence. Pelas minhas noções de tempo, não acho que ir caminhando até a loja mais próxima seja algo demorado. Portanto, pacientemente procuraria uma loja, até que encontrasse uma. Caso a encontrasse, abriria sua(s) porta(s) e olharia os arredores. Vasculharia a loja até onde meu campo de visão alcança e procuraria por um balconista. Para ele, pediria uma espada que custasse até 50.000 berries. Quando me desse, pagaria e sairia da loja com a bainha da espada na parte esquerda da cintura
e a lâmina guardada. Feito isso, me encaminharia à loja de roupas mais próxima dali e investigaria todo o recinto, procurando por aberturas extras, janelas ou ventilações. Depois tramaria meu "maléfico plano".
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se, por ironia do destino, o homem não me entregasse a espada, diria à ele: - Eu voltarei. - E daria as costas, buscando algum marinheiro para que eu pudesse, enfim, bolar a estratégia. Se não houvesse loja, caminharia até encontrar o primeiro recinto no qual eu pudesse adentrar.


Objetivos escreveu:
[b]() Conseguir uma espada.
() Assaltar um estabelecimento.
() Adquirir riquezas.

PS: Por ora, só esse são meus objetivos. Ao desenvolver da aventura eu vou pensando em mais. Quero que seja uma aventura um tanto longa.

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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptyDom 28 Maio 2017, 22:17


Em Centaurea o frio era intenso o frio era intenso, embora não pudesse dar uma medida exata Ashie tentava presumir, junto a outros diversos pensamentos que rondavam sua cabeça naquela fria tarde. Depois de pensar por um tempo começou a caminhar deixando algumas pegadas na neve enquanto se aproximou da parte central da cidade a procura de uma loja de armas.

Não era tão difícil encontrar em uma cidade tomada por revolucionários que constantemente precisavam de novos armamentos ou concertar os que davam defeito. Adentrando o recinto e procurando por uma arma de seu agrado veio a comprar uma katana simples mas de aparência durável e devidamente afiada. Pagando exatos 30 mil na arma o mesmo se retirou do local.

De volta as frias ruas da cidade, foi a procura desta vez de uma loja de roupas. Depois de caminhar em meio a alguns civis que transitavam de forma inconstante o rapaz pode se deparar em frente à loja de sua busca. Analisando a fachada do local ele logo poderia preparar seu plano.

Era uma loja de madeira, não tão grande com uma vitrine frontal sendo ela a única janela. Logo ao lado havia uma porta e pelo vidro era visível tudo que acontecia no interior do local, todos os três clientes que estavam ali e aparentavam ser uma família conversando com a única atendente, inclusive a porta dos fundos que tinha a chave na fechadura.

A funcionaria parecia ser uma garota por volta de seus 18 anos, extremamente jovem, não tão bela mas ainda assim estava acima da média. O Casal era um homem por volta de seus 30 anos e quase 1,90 de altura, musculoso e que tinha sua filha de aproximados 3 anos nos ombros. Ao lado sua esposa(?) que parecia ter volta de seus 30 também. A loja não parecia ser rica mas ainda assim poderia haver algum dinheiro ali, o casal também não parecia possuir muita coisa, mas talvez pudessem ter algo de valor, quem sabe se chegasse mais perto Saga poderia identificar se o cordão no pescoço da esposa realmente valeria algo.

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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptyDom 28 Maio 2017, 23:49



 
SAGA ASHIE



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Analisando o local, deitava meus olhos naquela vitrine na mesma medida em que admirava a jovem atendente. Eu sabia muito bem que 20.000 berries não me serviriam para nada, também sabia que eu poderia conseguir muito mais que isso: Entrar com 20.000, sair com 20.000 e algumas exóticas roupas. "Aaah... sinto o doce cheiro da luxúria batendo em minha porta... uma visita tão apropriada para o momento, não?" - Pensava, inclinando a minha cabeça para frente com o olhar a esquerda e já tendo o plano de saque em mente. Mal conseguia suportar tamanha ansiedade, não conseguia guardar no peito a transbordante sensação de poder que fluía nas minhas veias, meus pelos arrepiavam, meus olhos perdiam a noção de profundidade, e nesse momento, eu sabia que aquilo seria divertido. Voltando à posição normal da cabeça, olharia para todos os pontos de vista possíveis a minha volta, para ver se não havia ninguém que pudesse contestar o saque. Em seguida, independentemente se existisse o herói em questão, procuraria por uma pedra. Não precisava ser tão grande, apenas uma pedra de poucos quilos, mas que desse para arremessar.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se eu tivesse a pedra em mãos, começaria a ação. Com força, ergueria a pedra e a arremessaria contra a vitrine. Feito isso, correria o quanto antes para o ponto cego dos clientes, tal como os lados superficiais da loja. Feito isso, é de se esperar que todos saiam de dentro do recinto, assustados ou não, para ver o que aconteceu, e com "todos" também me refiro à atendente. Estando em um dos pontos cegos, andaria silenciosamente até a parte de trás da loja, onde se encontraria a porta dos fundos, e bateria nela com muita força, para fazer um barulho estrondoso, garantindo assim que apenas a atendente fosse procurar a origem do barulho nos fundos.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Usando a minha audição aguçada, tentaria ouvir se houvesse alguém vindo checar o som pela esquerda, direita ou diretamente pela porta, na qual eu estaria quase que encostado, separado apenas por alguns centímetros dela. Se viessem checar pelos lados, seja quem fosse, concluiria que certamente se guiariam por possíveis pegadas minhas, então ficaria atento ao caminho que eu fiz de antemão. Quando finalmente eu chegasse a ver a silhueta da pessoa, já com a espada sacada aplicaria uma estocada no peito do ser, rapidamente retirando a espada para que a hemorragia se intensifique. Miraria no coração, porém qualquer parte que eu fosse acertar seria lucro. Mas só faria tal ação caso fossem pessoas já de idade, pessoas que realmente podem me atrapalhar, evitaria matar a toa. Se, por exemplo, fosse a criança, apenas a empurraria para longe do meu campo de visão. Se eu não acertasse a estocada no peito da pessoa de idade, com um movimento só giraria meu corpo para a esquerda e ergueria o fio da espada em direção ao pescoço do alvo, possivelmente fatiando sua jugular. Se isso também desse errado, novamente giraria a espada junto com o corpo e colocaria o fio para o outro lado, fatiando assim uma das mãos do indivíduo. Dando tudo errado, tomaria distância e correria em direção ao local mais vazio possível. Dando alguma coisa certa e eu assassinando o alvo, correria para a direção oposta da que o alvo foi assassinado e buscaria por algum corpo vivo nessa direção. Qualquer adulto estaria sujeito a uma investida corporal seguida de uma estocada visando o tórax, de preferência nas artérias que se ligam ao coração. Por fim, correria para a porta da frente e ameaçaria cortar qualquer um que estivesse à minha volta, destrancando a porta dos fundos pela chave e roubando as pressas botas, luvas e capas, as mais caras de preferência, coisas que podem ser levadas sem o uso de uma mochila ou algo do tipo.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se por acaso alguém for checar destrancando a porta dos fundos, ouviria seus passos pelo chão de madeira (visto que a loja era de madeira) e quando chegasse perto da porta, enfiaria a lâmina da espada com força na porta para que ela atravessasse o outro lado e furasse o peito da pessoa em questão. Retiraria o fio e veria se houve sangue. Se houver, esperaria alguns minutos até que viessem checar pelos lados,  já se não houvesse, sairia de trás da porta, mais ainda prestaria atenção nos passos vindos dos lados e novamente da frente. Buscaria usar a minha audição aguçada para captar sons que me dessem dicas sobre possíveis armas ou estratégias, além da posição das pessoas. Se houver sangue e depois de alguns minutos eu perceber que não há pessoas mais por perto, adentraria a loja, embainhando a espada e pegaria todos os itens mais luxuosos possíveis, aqueles que certamente me cairiam bem no momento, como botas, capas, luvas, anéis, pingentes, seja o que for. Sairia de lá depois disso.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se absolutamente tudo ocorresse bem, sairia do recinto correndo para o mais longe dali, num ponto no qual eu possa descansar e usufruir de minhas roupas. Caso tudo dê errado e eu nem sequer tenha matado alguém, correria em direção a entrada e adentraria a loja, pegando tudo o que fosse possível sem ocupar muito espaço das mãos, depois correria para longe, como um furtador comum faria. Tudo para mim no momento não passaria de um jogo, um jogo no qual eu me divertiria sentindo o pânico e a ausência de intelecto por parte das pessoas mais inferiores. Seria tudo tão engraçado que em momento nenhum eu sentiria a adrenalina correr pelo sangue, sempre manteria meu temperamento super calmo e calcularia a quantidade de tempo que a pessoa em média levaria para chegar até mim, usando a audição ao meu favor. Se não houvesse uma pedra para que meu plano fosse executado, desembainharia a espada e quebraria com seu cabo, executando exatamente as mesmas táticas anteriores. Caso o vidro não quebre, o que eu acho difícil, e eu não chamasse a atenção de ninguém no local, faria pequenas bolas de neve com as mãos e tentaria acertar qualquer um que estivesse ali dentro.


Objetivos escreveu:
(X) Conseguir uma espada.
() Assaltar um estabelecimento.
() Adquirir riquezas.
() Aprender alguma perícia nova.

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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptySeg 29 Maio 2017, 06:44

Depois de observar tudo que podia por hora o rapaz astuto logo formulou um engenhoso plano assim como antecipou diversos possíveis problemas que poderiam surgir. Tudo começou com uma pedra atravessando a vitrine enquanto o rapaz rapidamente corria para a lateral da loja. Os clientes e a funcionaria saiam quase que simultaneamente alguns segundos depois do estrondo. O jovem foi até os fundos a bateu fortemente contra a porta que causou um novo estrondo.

Esperou em silencio e atento aos sons utilizando de sua audição que se destacava das demais. Uma vez que ouviu o som do trinque utilizou da espada para perfurar a porta e quem quer que estivesse do outro lado. Ouviu um guincho feminino em dor e logo então vozes preocupadas e altas. – Amy você está bem? – O som da madeira indicava que diversas pessoas agora estavam se aproximando do interior da loja. – Chamem ajuda! – Ouviu abafado do interior.

Pelo visto a estocada não fora fatal, agora a porta estava destrancada a sua frente, mas havia um numero impreciso de pessoas no interior da loja. Antes de cometer o ato não parecia haver ninguém armado por perto, embora houvessem alguns homens que poderiam ser bravos o suficiente para se opor a Saga. Claro, se ele mantivesse aquela posição por muito tempo também o encontrariam pelas pegadas. Apesar de haver um fluxo considerável de pessoas provavelmente iriam checar o outro lado da porta dos fundos, fosse abrindo a mesma ou fazendo a volta da loja.

Aquele era um beco não tão grande, haviam algumas caixas empilhadas no fundo para caso ele quisesse se esconder, mas provavelmente o achariam se procurassem devidamente na área.


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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptySeg 29 Maio 2017, 21:01



 
SAGA ASHIE



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu a acertei! Um verdadeiro espetáculo sanguinário, podemos assim dizer. Escorreria o sangue com um movimento diagonal com a espada, lançando todo aquele líquido para o chão, manchando-o com vermelho. Embainharia-na. Pelo grunhido, concluo que o ferimento não tenha sido fatal, e que ela teria só alguns minutos de vida, levando em conta a ausência de algum médico. "Espera, médico... oh, bem, eu sou um médico." - Pensaria. Seria algo muito arriscado, mas eu tinha a ideia de simplesmente dar a volta, não me importando com possíveis pegadas e dizer que sou médico — o que é verdade — para tratar do paciente que eu mesmo feri. Assim, como forma de pagamento, pediria friamente que me dessem as roupas dali, caso contrário, não moveria um músculo para ajudar a ferida. Mas isso era uma ideia muito mal planejada, embora talvez funcionasse, porque eu poderia tanto ser reconhecido como assassino quanto ignorado pelas pessoas, e no caso, as duas hipóteses são ruins para mim. É neste momento em que sinto uma palha de insegurança, por não ter um plano completo em mente, e sim algo com probabilidades de meio a meio. "Vocês são muito complicados. Ninguém pode se ferir que já se juntam três, quatro, cinco pessoas no mesmo lugar, sendo que ao menos duas delas só estão olhando por curiosidade. Humanidade hipócrita." - Sacaria um berri do bolso, no caso, uma moeda, visto que haviam sobrado 20.000 da última compra. "Quero, posso, devo. Eu quero. Eu posso. Mas eu realmente devo?" - Meu semblante sádico viria à tona. Tiraria no "cara ou coroa" a minha próxima decisão, afinal, tenho dois planos com suas respectivas falhas.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No caso do berry cair cara, iniciaria o primeiro plano. Começaria batendo três vezes na porta destrancada, rapidamente, para que a atenção se desviasse para a porta. Claro, como provavelmente viram que por trás da porta teria um considerável assassino, eles ou tomariam muito cuidado ao abrir a porta e a abririam com cautela, ou abririam de forma bruta para me encarar — estes eu saberia que são os mais valentes, e mais: isso seria benéfico para mim. Ao bater na porta, andaria para o lado da loja vagarosamente e continuaria andando até chegar na porta da frente. Levando em conta que nesse momento toda a atenção estaria virada para a saída dos fundos, não seria muito difícil entrar por trás de todos apenas como um cidadão comum. Empurraria com os antebraços todos que estivessem na frente e me esguiaria até chegar na cidadã ferida. - Para trás, eu sou médico! - Diria. Me certificaria, antes, de estar limpo de qualquer sangue ou marca suspeita de crime em meu corpo.   - Merda, isso está grave. Mas não é fatal, de toda forma. - Daria uma pausa para apalpar um pouco o sangramento. "Foi fundo! Eu acertei a carne! HAHAHAHAHA, que obra de arte!" - Pensaria. Por fora, diria, num tom de voz absolutista: - É estritamente proibido que eu pegue alguma coisa do hospital mais próximo, por eu não ter um doutorado. Eu preciso de vodka, ou de qualquer bebida que tenha muito álcool, para que eu possa anestesia-la. Enquanto isso, mantenham-se calmos e tentem fazer com que a corrente de ar frio não acerte sua ferida! - Caso engolissem a premissa, teria meio passo dado para cometer um magnífico e imponente incêndio genocida.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se me trouxessem a vodka, ou qualquer outra bebida com alto teor alcoólico, daria um gole da bebida para a garota. O restante, teria em mãos. Em seguida, pediria algum pano para qualquer um, para que assim eu pudesse amarrar o peito ferido da garota, estancando o sangramento por determinado tempo. - Eu necessito de uma caixa de fósforos. Eu pago tudo depois do procedimento. - E esperaria me darem. Claro, por eu estar no comando da situação por ser médico, temo que ninguém levantaria a voz para mim. Se em qualquer momento alguém levantasse a voz, diria: - Eu sei o que estou fazendo. - E exigiria novamente o material em questão. Quando e se me dessem, pensaria "Hora dos fogos de artifício." - Em seguida, sairia do estabelecimento a passos largos. - Quero que todos protejam a garota. Fiquem de olho na porta da frente e tranquem a porta dos fundos. De maneira alguma saiam deste recinto, estão me ouvindo?! Em prol de seu bem estar! Em hipótese nenhuma me sigam! - Gritaria, como uma ordem. Com a garrafa de bebida alcoólica em mãos e os fósforos, voltaria para trás da loja e voltaria a ver as caixas que anteriormente estavam por lá. Pegaria uma por uma e colocaria todas juntas em um determinado local perto de uma das paredes da loja. Molharia todas elas com o máximo da bebida que eu conseguisse, pelo menos meio litro. Molharia em um ponto seco da caixa, jamais colocaria o álcool em cima de uma possível camada de neve, ou em cima de próprios congelamentos.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Caso tudo ocorra bem, acenderia o fósforo nas caixas perto das paredes e, quando eu tivesse certeza de que estariam pegando fogo, voltaria para o local e procuraria com os olhos extintores de incêndio, mas nunca dizendo em aberto o que eu procurava. Após dizer - Eu já volto! Fiquem com ela!, tomaria uma distância muito grande da loja, mas a certo ponto de que eu não estaria sujeito a explosões ou incêndios e conseguisse enxergar as chamas subindo. Considerando que a loja era de madeira e o fogo das caixas se espalharia como uma célula cancerígena em um ser humano se espalha, seria só uma questão de tempo até que toda a loja pegasse fogo.  "Muito bem. Se eu não posso me aquecer com as roupas, me aquecerei com seus cadáveres."
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] No caso de qualquer coisa dar errada no plano, além da desconfiança (da qual eu já tenho uma estratégia para interferir), usaria de meu tom alto de voz e de minha importância como médico para sucumbir as pessoas ao meu redor a cederem o que eu precisava. Jamais responderia a sequer uma pergunta dos clientes além do meu próprio nome.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Entretanto, se a moeda desse coroa, adotaria meu segundo plano. O segundo plano consiste em chutar a porta com força o suficiente para ela desabar ou bater com força na parede, para fazer muito barulho e revelar meu rosto. - Já foram cinco cadáveres. Qualquer um que se aproximar... - Desembainharia a espada e faria um movimento de corte horizontal, da esquerda para a direita, atraindo a atenção do povo para meus olhos escarlate. - ... estará sujeito a uma morte terrível. AAAAHAHAHAHAHAHA! - Em seguida, prestaria atenção ao redor usando minha audição aguçada para ouvir passos que viessem por trás ou pela frente mesmo, visto que nesse momento eu estaria na porta, sem possibilidade para a entrada lateral. Caminharia lentamente até as coisas mais caras que eu conseguisse pegar com uma mão só da loja, dando prioridade para capas, chapéus e túnicas, coisas que cobrissem meu corpo. Se alguém fosse me atacar por trás, fingiria que não estaria ouvindo até que estivesse próximo de mim, e quando estivesse, em um movimento só viraria meu corpo para trás ao mesmo tempo que meus dois braços se ergueriam para cima, segurando o cabo com as duas mãos e o fio virado para o alvo, em seguida, desceria a espada com força, como uma guilhotina de frente, na intenção de cortar seus ombros em dois ou até mesmo sua cabeça, dependendo da posição do inimigo. Se falhasse, tentaria bloquear o golpe com a espada, estando o fio virado para ele se o ataque fosse corpo-a-corpo, porque naquela altura me sentiria inseguro em esquivar. Se o ataque viesse por frente, meu trabalho seria totalmente mais fácil. Buscaria por um ponto desprotegido do oponente, provavelmente sacrificado para que ele me desse um golpe mais forte, e enfiaria com força o início da lâmina da espada partindo do cabo nessa área. Com sucesso, deslizaria o fio inteiro, dilacerando sua carne na área por completo, como um bom cozinheiro fatiando uma peça de carne. Com o resto não me preocuparia muito, porque o jorro de sangue do corte iria ser fatal de uma forma ou outra. Se eu falhasse, buscaria nesse ponto me esquivar do golpe, visto que o bloqueio seria inviável por conta da tentativa de estocada por minha parte.



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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptySeg 29 Maio 2017, 23:13

Decidindo seu destino em uma moeda, Saga lançava o objeto que girou diversas vezes no ar antes de novamente cair em sua mão com a “cara” a amostra e assim dando ao inicio ao seu novo plano. Bateu na porta algumas vezes e começou a caminhar. Durante isto ouviu o interior ficar estranhamente silencioso apenas quando estava virando a esquina que a porta abriu, de uma única vez e de forma violenta batendo contra a parede. – APAREÇA! Berrava uma voz grossa e raivosa.

Nisto o jovem fez o contorno na loja e já foi até a fronte onde chegou atuando como um médico que não tinha relação alguma com o ocorrido. As pessoas estranharam a aparência do rapaz que portava a katana, embora seu foco não fosse na espada em si e sim no rapaz desconhecido. Ele logo começava a tentar assumir o comando da situação anunciando ordens e comandos ainda mantendo a máscara de médico atencioso. Observando a ferida ele veria que tinha atingido próximo ao ombro, a diferença de altura o fez calcular mal onde atingir e simplesmente atrasou a clavícula direita. Provavelmente não seria fatal, mas era possível que houvessem sequelas.

Embora fosse difícil de acreditar que funcionaria, as pessoas realmente pareciam inclinadas a seguir os comandos do médico, talvez pelo desespero. Fecharam ambas as portas e alguns até mesmo tentaram tapar o buraco na janela. Porém variáveis escaparam no planejamento inicial. Alguns valentes homens (três) ficaram nos fundos da loja enquanto um outro ficou na porta da frente junto a algumas mulheres. Deixar o local sozinho não parecia uma boa ideia passado tão pouco tempo do ataque.

A vodka veio como requisitado e foi usada em conjunto com um pano da própria loja para começar a estancar a ferida. Ele poderia ainda tentar prosseguir como já havia planejado e pedir os fósforos para posteriormente tentar iniciar o incêndio, mas ainda haviam alguns homens do lado de fora fazendo a guarda e isso poderia ser um diferencial enorme para o seguimento. Porém nem tudo acabava por dar errado. Agora usavam um enorme pano para cobrir a vitrine e havia apenas um homem de aparência capacitada para lutar, ao seu lado apenas 3 mulheres preocupadas e uma criança. A mesma de antes que estava com a família ( o pai está nos fundos).

Não havia mais como ver o interior da loja, exceto pelos 4 vidros quadrados que ornamentavam a porta. Mas ainda assim teria de se aproximar para realmente ver o que aconteceria. A ajuda ainda poderia estar a caminho, então perder tempo talvez não fosse a melhor das ideias... E agora rapaz? Vai fazer o que?


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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptyTer 30 Maio 2017, 23:39



 
SAGA ASHIE



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"São muito manipuláveis. Acabo de descobrir que o ser humano é movido pelo medo. Deveras interessante, devo admitir." - Pensaria. "Preciso colocar mais pressão nessas pessoas, preciso de mais uma quebra de realidade pra eles sucumbirem totalmente à aquele mais sereno perante à situação, que no caso, seria eu." - Eu sabia que ali, naquele momento, eu deveria de alguma forma gerar pânico nas pessoas, assim eu poderia assumir o controle da situação. Mas o que me impossibilitava era o fato de ter vários homens fechando as saídas que eu poderia usar, e outras pessoas mais fracas vigiando meus atos. "Preciso agir por baixo dos panos. Qualquer ação minha hostil e extrovertida pode me fazer desabar." - Levaria o dedo indicador da mão direita no lábio inferior e o polegar no queixo, usando o braço esquerdo como apoio para o cotovelo direito. Ao mesmo tempo, desviaria o olhar para o pano que usaram na intenção de tapar a vitrine. "Pensar por baixo... dos panos...?" - Olharia para o ferimento na clavícula da mulher. "O pano pega fogo, será? Sim, sim, ele pega! Espere, eu tenho uma garrafa de vodka aqui, também. Poderia eu...?" - E a lâmpada se acende. Minha ideia era confeccionar um coquetel molotov, bomba de fogo de pequeno porte. Para isso, eu precisava colocar um pano metade mergulhado no líquido inflamável e a outra metade pôr fogo. Em questão de segundos, em média de vinte a trinta, a garrafa estoura, espalhando o líquido flamejante para todos os lados em um raio que eu não sei definir. Tudo o que eu sabia é que, se estourar uma bomba dessas, é de grande risco ficar em um local fechado como aquele.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após a grande linha de raciocínio, talvez não tão demorada por eu ter nascido com certa genialidade, me aproximaria da moça e retiraria vagarosamente o pano posto por cima do ferimento anteriormente. - Oh, querida, isso doeu? - Diria, como se estivesse preocupado, mas não atuando como um profissional, apenas como um médico na realidade faria. "AHAHAHAHAHA!" - Olhando para a ferida e apalpando-a levemente, prosseguiria. - O que aconteceu no seu ombro foi uma ferida muito bem feita. Não é fatal, mas se a lâmina estiver enferrujada, você vai ter que amputar. Também, você pode ter um coágulo se não tratar disso corretamente, e com coágulos, seu sangue inteiro estará comprometido, consequentemente, sua valiosa vida. - Veria se ela estivesse em pânico. O pânico dela seria uma alavanca para o pânico dos outros, se todos os seres humanos forem manipuláveis como conclui anteriormente. O pano no qual retirei colocaria na garrafa de vodka, na maior inocência, em frente a quem vesse, como se fosse apenas lixo. Colocaria o molotov preparado dentro das minhas calças. Me levantaria se estivesse sentado ou agachado, dizendo em bom som para todos: - Preciso te levar para um lugar mais reservado para a união e reparo de veias da clavícula. Você não tem opção, a menos que queira ficar parecendo uma arte abstrata. Eu sei que você não quer. - Observaria meus arredores e olharia para quem estivesse prestando atenção em mim. - Tem algum maldito psicopata lá fora, não só um, talvez sejam dois ou três, e eu preciso levar ela para longe daqui para a cirurgia. Portanto, quero que dois dos homens mais valentes a levem para o hospital que está a uma quadra daqui. Não é muito longe, tomem a esquerda desse estabelecimento e sigam reto até encontrarem um doutor chamado "Vasilisky".
Diga que Ashie liberou a incisão.
- É claro que eu não sabia se tinha de fato um hospital ou um doutor, mas isso me livraria de três dos problemas — a mulher e dois homens — e me abriria espaço para acender o molotov. - Levem-na com cuidado para não abrir mais o ferimento em sua clavícula. Saiam pela porta da frente, se possível, para evitar serem pegos por aqueles caras. - Depois, olharia para a garota. - Eu cuido da bagunça, minha querida. "Vou cuidar de toda a bagunça. Num piscar de olhos, você não vai precisar limpar mais nada." - Pensaria após as falas.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se tudo ocorresse bem, os dois homens a levariam. Nesse meio tempo, continuaria interagindo. - Recapitulando, meus senhores, é de grande risco sairmos daqui desacompanhados. Vamos esperar até que a ajuda chegue. Mantenham a calma por ora e sintam-se livres para conversar. Quanto àquele que me arranjou a bebida, que na correria em nem vi quem era, fique a vontade para compartilhar da bebida conosco. - A minha segunda ideia era que se dispersassem do clima tenso e me esquecessem por um tempo, para que eu pudesse acender a bomba. E a ideia da bebida era fazer com que todos ficassem alcoolizados, assim reparariam bem menos em mim do que o normal. A ideia de alcoolizar a todos era fraca, porque a ajuda realmente poderia chegar em pouco tempo, então seria apenas uma esperança para caso alguma manipulação de massa desse errado. Se tudo desse errado na primeira ideia e se recusassem a levar a moça para o "atendimento especial", diria - Tudo bem então. Eu tenho uma katana dada pelo meu avô, portanto a levarei comigo estrada a fora. Fiquem dentro da loja e não saiam, caso contrário terão suas vidas tomadas pelos loucos lá fora. Me deem roupas mais parrudas e um chapéu, para eu não passar frio. Precisarei de energia para levá-la sozinho, então não posso ficar com frio, senão meu metabolismo desacelera e a paciente se dará mal.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Entretanto, se tudo ocorresse bem e estivéssemos todos dentro do local, respiraria fundo como demonstração de estresse mental, que era o que eu mais sentia ali por conta das mentiras e manobras de atenção, e pediria por um cigarro e isqueiro. - Acho que tenho cigarros comigo, não tenho certeza. Se alguém puder me dar um isqueiro ou fósforos, eu agradeço. - Se me dessem, bateria na roupa procurando por um cigarro, e logo diria: - Ah, espere. Preciso mijar. Vou para o canto. - Levaria o isqueiro junto comigo. Retiraria o molotov das calças, simulando um pênis, e acenderia-o com o fogo do isqueiro. Veria a velocidade que o fogo se aumentava no pano e somaria com a minha noção exata do tempo. "Precisa de X segundos para o fogo chegar ao líquido, logo, eu tenho Y segundos para largar a garrafa em algum lugar e esperar ela explodir, saindo desse estabelecimento nesse meio tempo." - E começaria a suar frio. Eu poderia sair machucado dali, mas poderia também machucar a todos. Aquilo seria fantástico!
Se não me dessem isqueiro ou fósforos, procuraria por conta própria, ainda com a garrafa dentro das calças. Pegaria o isqueiro e repetiria a última parte do plano. Duvido muito que alguém em sã consciência iria contra a minha palavra naquela situação, então apenas não daria ouvidos a todos aqueles que fossem suspeitar de algo meu, respondendo com um semblante de ignorância ou desentendimento. Antes de qualquer realização do plano, me certificaria de que a porta dos fundos estivesse destrancada, pegando a chave comigo se possível. Conseguindo acender e passando os segundos necessários para a semi-explosão do objeto, me viraria rápido, sem dar tempo de reação à ninguém, e arremessaria a garrafa em qualquer material sólido perto daquele pano que cobria a vitrine. - CHEQUE-MATE! HAHAHAHAHA! - Gritaria, se eu arremessasse e a garrafa estourasse junto com o líquido já flamejante. Ao mesmo tempo, correria para a porta e sairia do local, fechando-a o mais rápido possível a trancando com a chave que eu tivesse adquirido anteriormente. Se eu não tivesse adquirido a chave, apenas fecharia a porta e correria para longe, longe o suficiente para não ser mais perseguido. Caso tudo der certo, na pior das hipóteses os civis saem ilesos, mas a loja de uma forma ou outra pegará fogo. Caso algo dê errado, analisaria primeiro a situação para ver o que eu poderia fazer em seguida, visto que o futuro é indefinido.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No caso de eu ter que levar a mulher para "o hospital", pegaria as roupas solicitadas por mim e sairia do local, levando a mulher para um lugar bem solitário. Ao andar da moça, quando ela menos prestasse atenção e menos tivesse olhares voltados para mim, sacaria a espada e fincaria em suas costas com força, tapando sua boca e olhos com a outra mão, segurando seu rosto como uma máscara. Retiraria a espada para que a hemorragia se intensifique e a largaria em um local deserto, escorrendo seu sangue do fio da espada no chão e embainhando novamente a arma. Me certificando de que estivesse limpo de qualquer sangue, buscaria uma oficina que usasse gasolina e analisaria o perímetro, na intenção de fazer um segundo saque simultâneo, um em prol do outro. Se alguém me visse matando a mulher, correria e assassinaria este alguém, evitando chamar ao máximo a atenção de olhos alheios.



Objetivos escreveu:
(X) Conseguir uma espada.
() Assaltar um estabelecimento.
() Adquirir riquezas.
() Aprender alguma perícia nova.

PS: Fechei o navegador no meio do post e deletei umas páginas de texto aí. Desculpa ter feito as ações meio que nas coxas, eu tenho aula amanhã e não queria atrasar a aventura por um erro meu. Fu feliz

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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptyQua 31 Maio 2017, 07:38

Os planos de Ashie estavam até então indo bem, mas por quanto tempo? Com novas ideias vindo em uma velocidade impressionante ele retirava o pano causando certo desconforto na paciente. Enquanto a distraia com um senso de humor macabro e falando sobre os vários riscos que haviam naquele ferimento – alguns até exagerados – ele preparava uma “bomba” caseira e via então a paciente começar a perder a calma.

- Ai meu deus. – Lagrimas histéricas saiam de seus olhos enquanto as pessoas em volta pareciam apreensivas, o jovem colocava seu novo movimento em pratica falando sobre um hospital, um tal colega e entregando a garota nos braços do único homem que a principio estava ouvindo atentamente, mas em determinado momento foi como se ele “acordasse”.

- Não há nenhum hospital naquela direção. – Ele demorou pensativo. – E você também disse não ter licença. – Ainda que não fossem exatamente estas as palavras ditas, mas agora os olhos preocupados se direcionavam a espada. – Essa espada. – As mulheres em volta começavam a recuar com a tensão. Ainda havia tempo para tentar suavizar a situação?... TALVEZ... Se não existisse um volume nas calças do rapaz, junto a “boca” da garrafa exposta com um pedaço de pano meio-fora-meio-dentro. Todos pareciam já bem convencidos da real identidade do rapaz. Mas ninguém pareceu agir mais rápido que ele.


OFF: Com a manipulação merda e sem pericias, esse é o máximo que tu vai só com Genialidade Reiniciar 1439049992
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MensagemAssunto: Re: Reiniciar   Reiniciar EmptySab 14 Out 2017, 01:16



 
SAGA ASHIE



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eram três deles. Musculosos e não tão inteligentes, por sinal. De fato, era muito fácil presumir que o raciocínio deles não era tão rápido quanto o meu seria, não só por estarem em choque por conta da situação, mas por natureza. Claro que em poucos segundos eles provavelmente culminariam em ódio e partiriam para cima de mim sem proteger seus pontos vitais, visando apenas o ofensivo cheio de adrenalina, o que me deixaria em uma certa vantagem por ter a audição aguçada, sabendo que quando as pessoas se enchem de adrenalina elas descarregam força em seus ataques e respiram como porcos malditos que são. Até o último momento em que chequei, estes homens não estavam armados senão pelas próprias mãos e músculos, portanto, entrar em combate com uma afiada espada em jogo e uma bela noção do tempo dos ataques e de onde eles vem era algo que me deixava acima deles em todas as questões.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Primeiro o básico: eu certamente tive a liberdade de primeiro golpe, chance tal que não poderia ser desperdiçada com balbucios ou tentativas de manipulação. Ao ter os poucos segundos de encaixe de ação, já com a mão esquerda na bainha retiraria a espada com a mão oposta e o fio virado para o homem, sem preparar uma posição específica, usando já do desembainhar para formular um ataque inesperado, puxando o cabo da espada ao mesmo tempo dirigindo a lâmina à suas veias jugulares. Com um ataque bem sucedido, o sangue venoso vazaria e seria impossibilitada a resposta cerebral pela falta de sangue e oxigênio, causando a morte do homem em questão de alguns segundos. No caso do ataque ser falho, a espada pelo menos estaria desembainhada, e esta eu usaria para fincar a ponta um pouco abaixo do peito do homem, com uma estocada, precisamente em seu diafragma, para que ele deixe de respirar mesmo se tentasse, por conta da falha que seria causada na hora da contração do órgão. Se esses dois falhassem e ele decidisse me atacar com as mãos, tentaria me esgueirar para o lado em que a porta mais próxima se encontrasse, para que assim eu pudesse fugir da maneira mais confortável o possível.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na situação do golpe dar certo logo de primeira e levasse o homem à morte, prestaria atenção nos sons dos outros dois homens e no som de um possível golpe sendo desferido, usando da minha noção exata de tempo para me esquivar do golpe e contra atacar verticalmente com um corte da espada no tendão do órgão usado pelo homem para o ofensivo, assim tentando inutiliza-lo e tendo menos preocupações com um próximo ataque, pela óbvia dor que o homem poderia sentir. Se o segundo membro conseguisse me acertar um golpe sem possibilidade de contra-ataque, me manteria calmo e tomaria uma leve distância, que é claro, não seria respeitada pelo musculoso, mas que fosse o suficiente para ter espaço para prever o próximo golpe do homem e assim tentando contra atacar da mesma forma usada anteriormente. Colocando fé na neutralização do segundo, recuaria o quão antes pudesse dos dois corpos mortos. O terceiro seria poupado, com a minha fuga logo em seguida do local.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora, se tudo desse errado e eu nem sequer conseguisse acertar o meu primeiro alvo, simplesmente manteria a guarda alta com a espada na frente e buscaria a saída mais próxima, não hesitante em usar cortes horizontais para legítima defesa de golpes corpo-a-corpo. Em todos os casos, minha audição aguçada e minha noção de tempo seriam usadas para prever golpes e movimentos hostis, me precavendo antes e me preparando para desviar ou contra atacar de forma que neutralize o alvo e me desse liberdade de ações. Por estarem encharcados de motivos para me atacar, é bem nítido que usariam todo seu potencial para fazer por onde, o que me daria uma vantagem de controle emocional e, consequentemente, motor. "Motivos para o assalto não há. Mas para a queda dos grandalhões, foi porque me deixaram puto." - Pensaria eu. - "Não posso menosprezar a garota. Está indefesa e ferida, mas ainda pode me pegar de surpresa se agir com furtividade. Por ora, apenas devo me focar nas fraquezas dos três. Ainda tenho uma garrafa de vodka e um isqueiro para bloquear passagem com fogo se tentarem me perseguir após a fuga, portanto, me sinto tão seguro quanto me sentia quando cheguei aqui. - A garrafa nas calças junto ao isqueiro seria usada para uma grande combustão no caso da tentativa de fuga seguida de perseguição por minha parte. Claro, quebraria a garrafa no homem mais próximo e incandesceria o mesmo, buscando não me atingir com o próprio fogo.



Objetivos escreveu:
(X) Conseguir uma espada.
() Assaltar um estabelecimento.
() Adquirir riquezas.
() Aprender alguma perícia nova.
() Uma recompensa beeeem gorda.


OFF: Voltei a jogar recentemente então não consigo escrever com a qualidade que escrevia anteriormente, favor entender isso o quão cedo o possível para que temos uma boa aventura. Fu feliz

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