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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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Kenway
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySeg 19 Jun 2017, 12:59



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Arcangelo / 10 / 2 Páginas / Atirador / Médico


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Simplesmente não há formas de descrever o quão ruim era a sensação de ter o joelho quebrado. E ainda mais indescritível era o fato de ser atingido por nada mais nada menos do que o enorme Uvogin, aomenos o empecilho que anteriormente me afortunava não estava mais o fazendo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A dor era imensa de fato e a velha estava, provavelmente, abatida. Entretanto não havia tempo para manter-me parado, eu teria que agir agora, primeiramente deveria garantir que a mulher que me rendia estava de fato morta e depois teria que livrar dos agentes e guardas que rodeavam ao meu bando e eu para que, enfim, pudesse sair da ilha, fugindo, mais uma vez.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A primeira coisa que faria, obviamente, seria levantar-me, tentando ao máximo não forçar o joelho já ferido agravando talvez o sangramento da outra perna. Já de pé, olharia ao meu redor, para a loja e para as proximidades, procurando primeiramente quaisquer movimentação provinda de Uvogin e, depois, visando localizar a senhora que me humilhou há pouco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Encontrando-a, levaria minha mão destra ao encontro de um de meus revolveres, os dedos o beijariam, percorrendo o aço frio até alcançar a coronha segurando-a, deslizando o indicador até o gatilho, a arma então seria puxada de onde estivesse para que pudesse ser apontada para a velha, a ponta do dedo já encostada no mecanismo, o pressionaria, disparando enfim contra o corpo, falecido ou não, da mulher.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Feito isto, voltaria então minha atenção aos guardas ou agentes que estivessem mais próximos de mim, efetuaria então disparos contra os mesmos, usando agora minhas duas armas usufruindo de minha ambidestria obviamente meus principais alvos no corpo daquele contra eu atiraria seriam seus pontos vitais, como onde se localizam os órgãos ou até mesmo na própria cabeça ou pescoço.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Abatendo ou não aquele ou aqueles que estivessem próximos a mim, mesmo que não fosse necessário, para que pudesse prosseguir para minhas próximas ações; se derrotados, visaria cobrir Doppio e Hynno, ajudando-os com o que precisassem, sendo em suprimentos ou equipamentos -visto que o pequeno era atirador, e eu tinha armas mais fracas comigo- ou simplesmente os auxiliando em abater os guardas e agentes. Se não houvesse derrotado os primeiros, persistiria até que o fizesse ou fosse impedido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se porventura qualquer pessoa que fosse se aproximasse de mim, haveria de ter medidas defensivas para com seus ataques, contra golpes de curta distância, isto é; espadas, adagas ou golpes de luta, esquivar-me-ia conforme a situação pedisse, quando estes já estivessem próximos pois do contrário apenas me distanciar-me-ia dos mesmos e os alvejaria. Utilizaria principalmente de movimentos da parte superior de meu corpo, já que era a que estava menos ferida, me movendo de leve em uma espécie de gingado para evitar cortes ou golpes de qualquer tipo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se o porte de armas daqueles que fossem me enfrentar fossem do estilo médio-distante, como lanças, chicotes ou armas maiores do que o normal, meu foco seria não evitar seus ataques esquivando dos mesmos mas sim primeiramente os antevendo. Tendo eles mais distância de mim do que os outros supostos oponentes, me daria mais tempo para reagir, e assim eu ousaria usufruir de minha exímia pontaria em conjunto com minha coordenação privilegiada. Para que com uma arma pudesse disparar contra a própria do oponente e com a outra atingisse seu corpo, esquivando é claro apenas se necessário, se esse cenário falhasse isto é. Vale acrescentar que procuraria por cobertura caso fosse alvejado mais uma vez por atiradores.


Citação :
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptyQua 21 Jun 2017, 00:20


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Além de sua fala, as ações de Doppio ajudava o espadachim em seus próximos passos, onde conseguia reverter aquela situação, onde a arma do mascarado já não estava mais nas mãos dele, pois havia conseguido desarma-lo. Hynno continuava aquele avanço contra o atirador, se conseguisse acerta-lo no pescoço, seria o fim dele, mas por algum motivo, ele colocava o seu braço e se defendia, mas o mais estranho, era que o braço não era cortado, parecia ter um tipo de proteção naquele braço, impedindo que sua lâmina cortasse parte do braço do mascarado e fazendo faíscas surgirem com o teste de força entre os dois. Foi naquele instante, naquele instante que os outros dois voltavam para a realidade e um deles, o maior, iniciava seu avanço contra o pirata, que já previa aquilo e se afastava do primeiro e já iniciava uma contrapartida e no final, aquele grandalhão caia, com seu sangue jorrando para todos os lados. Menos um.

Faltava apenas dois, o que havia reconhecido o espadachim e o outro, foi este segundo, que derrubava Hynno com um golpe baixo, utilizando-se um chicote. Teria que tomar cuidado de longe e de perto. Quem seria o próximo? O do Chicote ou o primeiro?  - Essa foi uma má decisão, garoto! Era o que o atirador dizia para o psicopata, que rapidamente se levantava e respondia para o rapaz, enquanto se preparava para continuar o avanço. – Então, deixa eu fazer mais algumas.  E com isso, avançava na direção do chicoteador, em ziguezague, se durante o trajeto, notasse a arma de fogo do primeiro no caminho, daria um chute para longe, na melhor das hipóteses, na direção de Doppio, na pior, longe dele. Bem, não se importava muito onde iria parar, mas sua mira do chute era na direção de seu colega de bando, se chegaria próximo dele ou não, já não era com Draguren. Doppio era atirador, mais uma arma não seria nada demais. Com a espada ainda em punhos na mão direita, estava preparado para matar o chicoteador.

Quando estivesse em uma distância, onde sua espada pudesse acertar o seu oponente, o piromaníaco daria um salto para frente e tentaria um corte na horizontal, visando acertar o pescoço dele. Se o chicoteador tentasse se esquivar para os lados, assim que seu corte na horizontal tivesse terminado, o pirata utilizaria de sua aceleração e corrida para alcançar rapidamente seu oponente e então, faria um corte na diagonal, buscando acertar a cabeça do oponente. Se o chicoteador se esquivasse, saltando para trás, Hynno continuaria o avanço e quando estivesse no alcance da espada, faria o mesmo trajeto do corte, só que, antes era da direita para a esquerda, agora, a lâmina voltaria para o ponto inicial, indo da esquerda para a direita, na mesma direção do primeiro. Caso ele bloqueasse de algum jeito o primeiro ataque, mas sua lâmina estivesse próxima do corpo do chicoteador, como por exemplo, perto do pescoço, o espadachim avançaria sua espada, numa estocada naquela mesma posição, se não matasse, provavelmente faria sangrar aquele local e desestabilizaria o oponente e se esse fosse o caso, daria um salto para trás e tentaria novamente, um corte na diagonal, visando o pescoço do mesmo. Se sua lâmina não estivesse próxima para dar uma estocada em alguma parte do corpo do chicoteador, o lunático daria um salto para o lado e logo após o salto, daria um rolamento para a frente e então, se levantaria rapidamente, com a lâmina para cima, tentaria uma estocada no peito do seu inimigo.

Caso em algum momento, no bloqueio ou nas esquivas, o chicoteador tentasse roubar sua espada, tira-la de perto do espadachim, Hynno buscaria segurar com força o cabo de sua espada e tentaria fazer força contrária da que o chicoteador estava fazendo, para que conseguisse libertar sua arma branca do chicote e caso conseguisse livrar a espada do chicote, continuaria suas ações do momento. Só precisava acabar com aqueles dois mascarados e então, poderia ver e pensar no que fazer com os outros, os soldados da guarda real. Mas antes, precisava banhar sua lâmina e o chão, com o sangue daqueles dois, faria o sangue deles esvair do corpo. Pintaria aquele chão de vermelho, seria o novo Pablo Picasso.

Caso quando Hynno tentasse chutar a arma para perto de Doppio, isto é, se a arma estivesse no seu trajeto, e o chicoteador tentasse atacar o espadachim, sendo com uma chicotada de cima para baixo ou de baixo para cima, na diagonal ou na horizontal, o pirata saltaria para trás, botando sua arma branca na horizontal e segurando firmemente no cabo e então, voltaria a fazer suas ações, que seria chutar a arma para perto da criança atiradora e o avanço contra o chicoteador. Se o chicote se enrolasse em sua espada, Hynno tentaria romper o chicote, fazendo uma força contrária da do chicoteador, mas não faria muita força, para o caso do oponente parar com o que ele estava tentando fazer e se o lunático continuasse fazendo a força contrária, Draguren poderia cair para trás por causa da força que estava aplicando. E então, livrando a lâmina do chicote, chutaria a arma de fogo para próximo de Doppio e prosseguiria com suas ações.

Caso não houvesse a arma de fogo no trajeto, Hynno apenas se focaria no avanço contra o chicoteador, utilizando-se da corrida e aceleração em ziguezague e se o chicoteador tentasse um contra-ataque durante o avanço do pirata e o ataque fosse uma chicotada, da direita para a esquerda, utilizar-se-ia de toda sua aceleração e corrida em um avanço em curva para a esquerda e a cada metro mais próximo do chicoteador, mais fechado faria a curva. E quando estivesse no alcance perfeito para um ataque com sua espada, o espadachim tentaria um corte na diagonal, da direita para a esquerda e de cima para baixo, na direção do pescoço do chicoteador. Se o oponente se esquivasse para algum dos lados, Hynno assim que a ponta da lâmina já estivesse embaixo, o pirata saltaria para a direção que o inimigo havia se esquivado e tentaria um na horizontal, visando o pescoço do chicoteador. Se ele se esquivasse para trás, ao invés de para os lados, Draguren continuaria a avançar, deixando a lâmina para baixo e faria novamente um golpe na diagonal, mas desta vez, da esquerda para a direita e de baixo para cima, no peito do chicoteador. Se o contra-ataque do chicoteador fosse em diagonal, o psicopata continuaria seu avanço em ziguezague, tentando sempre mudar o método do avanço, para que o chicoteador não achasse um padrão no ziguezague e quando estivesse com um alcance bom, faria as mesmas ações do caso de o contra-ataque ser na horizontal. Em todos os casos contra o chicoteador, caso o chicote dele se enrolasse na lâmina, com a intenção de retirar a arma branca das mãos de Hynno ou sem querer, o pirata procuraria usar a força contrária contra o chicote, para que ele se desenrolasse ou então, para que a corda do chicote se rompesse, mas não utilizaria de sua total força para não perder o equilíbrio e ir para trás, caso ele desenrolasse ou se rompesse, por isso, caso conseguisse romper ou desenrolar, continuaria com suas ações contra o chicoteador.

Então, caso em algum momento, o primeiro tentasse interferir, avançando contra o espadachim, de mãos limpas, Hynno procuraria avançar ainda contra o chicoteador, pois tinha confiança em sua aceleração e corrida. Mas, caso não conseguisse se afastar do primeiro, Draguren seguraria o cabo com suas duas mãos e então, faria uma curva para a direita, agora ficando na direção do primeiro e utilizar-se-ia de sua técnica, Bloody Hell, na cintura do cara com braceletes. Se fosse um sucesso e o oponente fosse acertado, daria um giro completo no mesmo local, aproveitando a posição de sua espada e tentaria um corte na horizontal no pescoço do primeiro e então, prosseguiria as ações de avanço contra o chicoteador e as medidas contra defensivas e ofensivas contra aquele sujeito. Se ele conseguisse se esquivar de sua técnica e tentasse um contra-ataque e fosse um direto de direita ou de esquerda, o pirata tentaria um salto para o lado oposto do ataque e após a tentativa de esquiva, tentaria um corte na horizontal, junto com um salto na direção do sujeito na direção do pescoço dele. Se o golpe fosse com chute, ao invés de socos, o pirata procuraria saltar para um dos lados disponíveis e assim que seus pés pisassem no chão após o salto, utilizar-se-ia de sua corrida e aceleração para alcançar o sujeito e então, tentaria um golpe na horizontal, no pescoço do mesmo. Se o sujeito se abaixasse, após o golpe na horizontal, tentaria no mesmo instante, um na diagonal, visando acertar a cabeça de seu adversário. Se o oponente se afastasse, utilizar-se-ia da corrida e aceleração para retomar a distância entre os dois e tentaria uma estocada na cabeça do inimigo. Se fosse um golpe com chutes, não diretos, mas sim pelas laterais, o procurado tentaria bloquear, utilizando sua espada do lado que o inimigo atacava e se naquele momento, ele de repente, parasse aquele chute e me atacasse agora, de repente, com a outra perna, Hynno saltaria para trás e em seguida, daria um impulso para frente, com sua aceleração e tentaria uma estocada no pescoço do inimigo.

Se fosse um cruzado ao invés de um direto, o piromaníaco sabia que o primeiro estava usando um bracelete e aquilo poderia atrapalhar seus ataques, caso ele bloqueasse usando os braceletes, por isso, caso fosse um cruzado de direita, Hynno se esquivaria saltando para a esquerda e durante o salto, tentaria descrever um golpe em horizontal no pescoço do primeiro e se ele bloqueasse usando aquele bracelete, assim que o impacto acontecesse, Hynno daria um salto para a frente e ao mesmo tempo, daria um giro de 360º e assim que o giro estivesse para ser completado, tentaria um corte na diagonal, da esquerda para a direita e de cima para baixo, no peitoral do primeiro. Faria a mesma coisa se fosse um cruzado de esquerda, apenas mudaria o salto para o lado oposto do golpe do primeiro. Se ao invés de bloquear com os braceletes, o oponente se esquivasse para os lados, Hynno utilizar-se-ia de sua aceleração para diminuir a distância entre eles e tentaria uma estocada no meio da cabeça do primeiro. Se ele se esquivasse da estocada, se agachando, Hynno rapidamente tentaria um corte na vertical, no meio da cabeça dele, mas, caso ele se esquivasse para os lados, Draguren saltaria para o lado que o sujeito havia se esquivado e tentaria um corte na horizontal do primeiro, mas, caso notasse que ele bloquearia o golpe, Hynno rapidamente giraria para o lado contrário e durante o giro, se agacharia e ao invés de um corte na horizontal na cintura ou no peito, dependendo da comparação de altura entre os dois, Hynno inclinaria a ponta da lâmina para cima, visando o pescoço dele e então, daria um pulo na direção dele, enquanto almejaria uma estocada naquele pescoço do oponente. Se ele não bloqueasse com os braceletes e nem se esquivasse para os lados e saltasse para trás como forma de se esquivar, o pirata avançaria com sua aceleração e corrida para diminuir rapidamente a distância entre eles e tentaria um corte na diagonal, de cima para baixo e da direita para a esquerda, na cabeça do primeiro. Caso o primeiro seja derrotado, o psicopata recomeçaria sua investida contra o chicoteador, utilizando-se das mesmas ações contra ele, medidas contra defensivas, ofensivas, esquivas, ataques, faria tudo que havia dito no início do avanço contra o chicoteador.



Objetivos:
 

Bloody Hell:
 

Madness (2/2):
 


Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptyQua 21 Jun 2017, 16:40




O Corvo


Leu, não escreveu, o pau comeu!




Ambrosio em pé, percebia que estava ali perto do centro da confusão. O loiro olhara para os arredores e podia perceber que o seu parceiro Uvogin havia voado em alguma direção. A porta da loja da velha, onde o rapaz frequentou, estava destruída. Algum resquício de poeira subia lá de dentro. Após mais uma olhada, o loiro percebeu que a velha que antes o mantinha a frente da mira de sua pistola, agora se encontrava caída, desacordada. Com sede de vingança, o loiro com dificuldades caminhou até perto da mesma, onde estava sua pistola jogada a mais ou menos um metro do corpo da velha. Lentamente e com dificuldade, o loiro pegou a arma e, com um disparo, o mesmo atacou o corpo da velha.

Uma vez terminado aquele assunto, o rapaz poderia ver que a velha respirava ainda, caso prestasse atenção nisso, mas sua atenção voltava-se para os arredores. Dois guardas que estavam próximos perceberam o ato do loiro e logo partiram em direção ao mesmo. O loiro, friamente, sacou sua outra arma e, com as duas em mãos, disparou duas vezes, dois disparos certeiros que cortavam o ar e iam contra a resistência do mesmo, atingindo os seus pescoços. Os disparos eram certeiros e faziam os guardas caírem agonizando, por pouco tempo. Resolvido o problema por enquanto, o loiro então decidiu ir mais ao centro da confusão e se dirigir até seus aliados, Doppio e Hynno.

Hynno por sua vez não esperava muito e já partia para cima do seu inimigo que possuía um chicote. Seus ataques eram intensos e forçava o inimigo a se afastar cada vez mais dele. Distância era a chave para um chicoteador. Com um golpe na vertical, o espadachim acertou seu inimigo, mas com ajuda do chicote, o corte não foi tão profundo. O chicoteador então enrolou sua arma na espada de Hynno e a puxou. Seu pescoço sangrava pelo golpe anterior, mas isso não o fazia puxar com todas suas forças. Hynno também não cedia, porém incrivelmente, o inimigo atirador chegou rapidamente no local da batalha, ele aparentava estar caminhando sobre o ar em certos momentos, mas não em sua totalidade, e com um disparo preciso atingiu o pulso de Hynno, que soltou sua lâmina instantaneamente e viu o chicote do inimigo enrolar seu pescoço.

Doppio, por sua vez, aparentava desistir de lutar. Seu inimigo já colocava algumas algemas de madeira que, por mais frágeis que as de metal, ainda conseguiam segurar o rapaz. Suas armas estavam com ele após o mesmo recolhe-las do solo. Com as mãos para trás, o rapaz poderia ver a cena de combate de Hynno à direita, Ambrosio se aproximando à esquerda. Kallif ali perto, olhando para Ambrosio, que se aproximava e vinha da direção onde ele havia mandado Uvogin. O guarda segurava o rapaz pelas algemas e mantinha a atenção alta. Perto dali, os marinheiros ainda levavam os piratas Jurgen e Rise, desmaiados, para o Quartel General.

Tabela de Dano:
 

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySex 23 Jun 2017, 00:46


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A história prosseguia, Hynno era o presente, o passado e o futuro de sua maldita linhagem, mas que linhagem? Isso mesmo, nenhuma. Ainda. Tudo parecia se encaminhar bem contra o chicoteador, seus avanços pareciam ser sucedidos e foi comprovado, quando o oponente era acertado no pescoço, mas infelizmente estava vivo ainda e seu chicote se enrolava na lâmina de Hynno e os dois começavam a brincar de cabo de guerra, de um lado, puxava para tirar a arma do pirata, do outro, para impedir o outro de tirar sua espada de suas mãos. Mas, o inesperado havia ocorrido, o mascarado começava a dar alguns passos no ar e depois, Hynno que era o lunático. Foi naquele momento, que o atirador disparava contra Draguren e era atingido em seu pulso, fazendo o lunático gritar pela dor que havia atingido seu pulso naquele instante, foi apenas um grito momentâneo e então, notava que naquela guerra de cordas, o chicoteador conseguia com a ajuda do atirador, tirando a espada do psicopata e ainda enrolando sua arma no pescoço do mesmo. O fim? Abraçaria seu fim com um sorriso psicótico.

Ainda tinha um truque na manga, não queria utilizar contra eles, queria usar contra o tritão, mas se não conseguisse acabar com aquilo, encontraria seu fim naquela ilha e sem reencontrar Donl. Colocava a sua mão esquerda, supondo que foi o pulso direito que foi atingido, pois estava empunhando sua arma com a direita. Antes de sua chegada em Micqueot, havia passado em Malkiham e havia sido torturado, junto com Uvogin e Ambrosio e havia roubado um recipiente e um conta gotas, aquilo era seu ás. Com a esquerda no bolso, Hynno tirava seu sorriso no rosto e perguntava, enquanto discretamente fazia o conta gotas sugar um pouco do conteúdo, usando assim, um dos usos, faltando mais um. – Antes que a minha viagem acabe aqui, me digam: Porque me chamou de Piromaníaco? Olhava para o chicoteador, mas a sua pergunta era direcionada para o atirador, mas claro, se o segundo soubesse, melhor ainda.

Retiraria então, rapidamente o conta gotas com o líquido nele e apertaria para que o ácido sulfúrico caísse no chicote, seu plano era derreter parte daquela arma para que o psicopata tivesse chance de revidar e rapidamente, botaria o conta gotas de volta no lugar e tentaria puxar o chicoteador pela sua arma, não na parte que o líquido havia tocado, um pouco depois. Puxaria utilizando toda sua força, precisava fazer com que o chicoteador se aproximasse dele e se conseguisse fazer isso, com sua aceleração, se ergueria e tentaria usar o oponente como refém. Com o braço direito, tentaria aplicar um mata leão, não para sufocar nem nada, apenas para mantê-lo preso próximo de Hynno e com a esquerda, sacaria sua adaga e colocaria no pescoço do chicoteador e gritaria. – Mais um passo no ar, no chão, um clique no gatilho e ele morre! Não deixaria brecha para que o segundo conseguisse se soltar de seu braço. – Agora, largue essa sua arma próximo da criança lá. Apontaria com a cabeça para Doppio. Se o primeiro hesitasse ou o segundo pensasse em algo, Hynno morderia a orelha direita do chicoteador.

Sua ideia em morder, seria para fazer a orelha dele sangrar, mas também, tentaria causar mais dano, tentaria arranca-la ou rasgar um pouco, mas caso notasse que essa tentativa iria prejudicar sua arcada dentária, quebrando, rachando ou algo prejudicial para os dentes ou boca, Draguren pararia de fazer aquilo. Agora, se o primeiro tivesse obedecido o seu pedido, Hynno caminharia para onde sua espada estava e começaria a relaxar o braço direito e então, empurraria o chicoteador, com toda sua agilidade e destreza, pegaria sua arma branca pelo cabo. Se o chicoteador ainda estivesse vivo e consciente, o lunático avançaria em ziguezague contra o segundo e tentaria um corte na diagonal na cabeça do chicoteador. Se conseguisse matar o chicoteador com o corte, faltava apenas o atirador.

Caso ao empurrar o chicoteador, ele já estivesse morto, Hynno apenas utilizaria de sua aceleração para alcançar sua espada e a pegaria pelo cabo. Caso o segundo morresse no processo de fazê-lo de refém e Hynno notasse que ele estava morto, soltaria o corpo vazio e correria utilizando sua corrida e aceleração para alcançar sua espada em ziguezague, enquanto guardava sua adaga e então, seguraria sua espada pelo cabo com sua mão esquerda. Caso o atirador não atendesse o pedido do lunático e começasse a atirar, Hynno procuraria se agachar, ainda segurando o chicoteador com aquele golpe e procuraria avançar na direção de sua espada, utilizando o segundo como escudo, até chegar próximo de sua espada, onde empurraria o chicoteador com a mão esquerda, enquanto relaxava o braço direito, desfazendo o mata leão e então, com sua agilidade, procuraria rapidamente segurar sua espada pelo cabo e ergue-la na altura normal que uma espada é empunhada.

Se o chicoteador tentasse algo, enquanto era feito de refém, o psicopata tentaria dar uma coronhada com o cabo de sua adaga falsa, enquanto avançava na direção de sua arma branca que estava no chão por perto e quando já estivesse próximo, empurraria o chicoteador para o lado e empunharia rapidamente a espada com sua destreza e exímio em armas brancas, principalmente espadas. Caso a sua tentativa de pingar no chicote não ocorresse, isto é, o chicoteador recolhendo a arma do pescoço do espadachim, Hynno soltaria o conta gotas e se ergueria e com o recipiente em mãos, jogaria no mais próximo do lunático, isto é, no chicoteador ou no atirador, se este estivesse próximo. O alvo era na cabeça do mais próximo, isto é, se fosse o chicoteador, seria na cabeça, se fosse no atirador, seria no pescoço e aquilo faria o local arder pra caramba e se caísse no olho, seria muito pior. Ou então, ele engolisse ou pingasse na língua, era ácido sulfúrico.

Caso o chicoteador percebesse algo de estranho, antes que Hynno pudesse sugar o líquido com o conta gotas, não perderia tempo em usar a conta gotas, apenas pegaria o recipiente e retiraria a conta gotas e jogaria um pouco no chicoteador, tentando usar apenas um dos usos, mas se não conseguisse controlar, não se importava em usar os dois na hora de jogar o líquido como se fosse molhar alguém e então, avançaria com sua corrida e aceleração até sua espada, onde se agacharia rapidamente para pega-la e então, avançaria em ziguezague até o atirador, alternando. De início, seria dois para a direita e dois para a esquerda. Depois, seria três para a esquerda e dois para a direita e em seguida, dois para a direita e quatro para a esquerda e quando estivesse próximo do mascarado, jogaria o resto do conteúdo no pescoço do atirador, enquanto que com a espada, tentaria uma estocada no peito dele. Se ele tentasse se esquivar do ácido, tinha sua estocada a caminho. Se ele tentasse bloquear a estocada, o líquido atingiria o rosto dele.

Se ele se esquivasse para os lados, se esquivando do ácido e da estocada, Hynno soltaria o recipiente que agora, estava vazio e avançaria com um salto na direção que o atirador havia se esquivado e daria um giro completo com sua espada na horizontal e no final do giro, mudaria o rumo, tentaria um corte na diagonal, visando acertar a cabeça do atirador. Se ele tentasse se esquivar do corte na horizontal, se agachando, ele teria uma surpresa, pois no final do giro, não seria mais um na horizontal e sim, na diagonal. Se ele insistisse em se esquivar ainda para os lados, Hynno após o giro, não completaria com o golpe na diagonal, apenas continuaria a avançar com sua aceleração e tentaria um corte na diagonal, da direita para a esquerda e de cima para baixo. Se ele se esquivasse indo para trás durante o giro, o pirata após o giro, cancelando o corte na diagonal, daria um salto naquela direção que o atirador havia se esquivado e tentaria novamente um giro com sua espada na horizontal, onde no final, faria um corte na diagonal, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Se ele bloqueasse algum dos ataques com seu bracelete, o piromaníaco daria um salto para trás e em seguida um para frente, onde durante o salto, abaixaria seu corpo, se agachando e assim que seu pé tocasse no chão, daria um giro, com sua espada na horizontal, visando acertar o peito do sujeito e se o mesmo se esquivasse pulando para trás, Hynno continuaria com suas investidas, dando saltos para aquela direção e um corte na horizontal, ainda no peitoral. Se fosse para os lados, o psicopata acompanharia o atirador e tentaria um corte na diagonal, mas se notasse que ele tentaria bloquear com o bracelete, giraria seu corpo para o lado contrário e tentaria um corte na horizontal no pescoço dele.

Agora, caso não precisasse usar a conta gotas, isto é, o chicoteador morresse pelo golpe que havia recebido de Hynno ou por outro motivo, o espadachim avançaria na direção de sua espada, em ziguezague e utilizando sua corrida e aceleração e empunharia ela com a mão esquerda. Seus casos de ações contra o atirador, utilizaria em todos os casos após recuperar a espada e do chicoteador estar morto em qualquer hipótese. Se não tivesse usado nenhuma vez seu ácido, apenas utilizaria no atirador, onde lançaria duas vezes, um no pescoço dele e a segunda, no rosto dele. No avanço, tentaria proteger o recipiente, isto é, deixando-o um pouco fora de vista do atirador, mas também, corria em ziguezagues alternativos.

Se conseguisse alguma vantagem contra o atirador, isto é, ele estando ferido ou alguma coisa do tipo, Hynno começaria a fazer cortes na diagonal, da direita para a esquerda e da esquerda para a direita incessantemente até que soubesse que ele não conseguiria mais se levantar, isto é, se ele estivesse morto ou inconsciente e em qualquer uma das hipóteses, pegaria a arma de fogo dele e tentaria jogar próximo de Doppio, pelo ar como um disco, pelo chão como um disco de hóquei, tanto faz, apenas tentaria deixar aquela arma próxima do companheiro atirador. Estávamos na desvantagem no momento, era apenas o espadachim, o mamute, Doppio e Arcangelo contra todo aquele grupo e Kaliff. Ainda tinha os reforços que o Kaliff havia pedido para o soldado trazer e aquela ilha, provavelmente possuía marinheiros e em breve, ficariam cercados por inimigos se não conseguissem sair dali, mas Uvo parecia inconsciente e o brutamontes não era alguém fácil de se carregar, principalmente inconsciente, precisaria de mais alguém, mas não seria possível com os guardas, provavelmente eles iriam impedi-los de fugir.


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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 5 EmptySex 23 Jun 2017, 01:18

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"CÊ VAI COMER BOLO DE BOSTA E FÍGADO NO COLO DA CAPETA, BABA OVO DE MERDA!"




Vermelho. A cor mais abundante depois do impacto; o corpo branco e infantil ardia, doía e reclamava os danos recebidos pelo golpe. Punhos para trás; vermelhos. Dentre os lábios, sangue e bile davam as caras. Tsc, maldito filho da mãe de merda. Os olhos negros como noite estavam quebradiços, pupilas dilatadas escondidas entre o escuro fumacento das íris. Encarava o homem que me rendia. Sentia o sangue vermelho nas mãos ir do frio ao gelado. Secava. Mas ainda estava vermelho.

Você vai morrer. Olhos altos, ainda. Vermelho; vinha das minhas costas. Merda, eu vou te encher de buraco! Ódio e rancor exalariam se tivessem cheiro, os pelos estavam eriçados e o cabelo negro, rebelde. Vai ficar igual a merda de um queijo suíço e eu vou dar umas dentadas ainda, porra. O vermelho ardia, alimentado pelo sangue. Metal frio me apertava o médio canhoto; entalhado em escamas até que as garras se grudassem ao coração de dragão no centro. Ele brilhava; luz fosca, vermelha e tênue, apesar de presente e pesada; influente.

Tsc. — Estalei a língua em descontentamento; o semblante não saía da beira que separava o emburrado infantil de uma criança contrariada de um duende assassino furioso. O corpo cuspia suor morno. Escorria pela testa em filetes translúcidos e salgados. Encostei a língua. É um sabor bom. — Cês devem seguir aquele cara igual boi segue vaca no cio, puta merda... — Madeixas escuras como um céu de piche, num breu aterrorizante, caíam sobre a testa, indo importunar os olhos. Grudavam pelo suor. — Todos uns brutamontes que seguem a força como maior ideal; não tinham a porcaria de uma piada melhor? Cacete. — Mesmo que os olhos exprimissem toda a pureza da alma hedionda e rancorosa, mesmo que vomitassem a malícia que corria pelas veias, mesmo que cuspissem o ódio, mesmo que cagassem a porra de um desejo de vingança puro, aparentemente estava tudo bem; a face de uma criança não é capaz de manifestar uma carga de sentimentos sujos tão forte. Eu parecia mesmo emburrado. Eu vou te encher de buraco e beber seu sangue na porra de uma taça como se tu fosse a merda de um barril de vinho cheio de furos e eu tivesse na porcaria de um desafio de quem bebe mais. Mordi os lábios. Que raiva do caralho. Eu vou foder esse fodido.

Cê deve conhecer a merda da lenda. — Sob a luz escarlate, a língua traiçoeira escapulia. Uma serpente; negra e branca, pequena e mortal. Um símbolo de desconfiança. Nem a merda da Eva resistiu às palavras macias e perfumadas da porcaria da cobra, esse fodido aí vai? Veremos. Figurativamente, eu poderia dizer que a língua rosa dançava boca afora antes de cada palavra. — Isso é a merda de um coração de dragão, e foi a pocaria de um guerreiro forte pra caralho que botou ela aí. — A pele branca e fina não escondia as veias esverdeadas e magricelas testa afora, contrastando com o preto e o branco abundante. A cicatriz coçava; um leve desconforto. O olhar estava tão rígido, inerte e quieto quanto um sentinela. Com o d'uma naja, focava-se apenas na presa. Cê vai pular de cabeça num rio de bosta e sangue. A luz vermelha ainda estava lá, alimentada pelo meu próprio sangue. — E essa porcaria tá no meu maldito dedo; cê sabe o que isso significa? Sim, cê sabe PRA BURRO o que isso significa. — Conflito. Contradição; como criança, eu certamente não ameaçaria-o de maneira alguma, mas o tom — e a maneira rouca, abatida e rancorosa com que as palavras eram dobradas pela língua — grave das palavras e sua majestosidade talvez colocassem um contrapeso que tornasse tudo aquilo mais difícil de digerir. — Cê não é, de longe, nem um pouco do forte que esse cagado do Khalif é. Isso é um fato; mas cê pode ser, sabe que pode. Mas sozinho cê não vai passar da primeira pilha de merda e mijo que ele vai te jogar, isso é um fato. Tsc. — Coceira na bochecha. Calma aí, caralho. Merda. — Dizem que essa merda de anel é que escolhe em qual dedo vai ficar, e ele escolheu o meu. Não o do Khalif. — Sorri, torto e trêmulo; não de medo, dor ou frio. Êxtase ou animação; confiança. Os lábios finos meio de lado subiam e desciam rápida e limitadamente. Eu vou botar no teu traseiro, cara. Olhei-o nos olhos dessa vez, da melhor maneira que conseguisse. Não queria perder mais tempo. Filho de uma...

Isso significa que eu sou mais forte que o maldito? Não sei dizer. — Eu nem sequer estava me preocupando em forçar as malditas algemas. — Ele nunca brilhou comigo dessa forma; isso é a porra de um sinal, seu bosta. — Mentira. Uma única vez. Wars Island; céus crepusculares num laranja-carmesim infernal, chamas por todo lado e dor. Sangue queimado e coagulado. Apedra brilhou no mesmo tom. Eu sabia que ansiava por mais; e algo viria buscar. Não fiquei pra saber. — Você me fez sangrar, o meu sangue instigou o fodido coração de dragão. Nós somos mais fortes que esse... — Não disse nada; meus olhos se deslocaram para Khalif brevemente. A frase continuou enquanto os olhos agora corriam por todos os inimigos e aliados que pudesse ver. — Eu sei que você quer superá-lo, o posto dele paga melhor, o posto dele prova que você é o mais forte, e ser o mais forte... — Agora sim, olhos nele. Sua cova gelada te espera, vermes pra comer sua carne ruim, dura e suja, e eu é que vou te colocar lá; cê me colocou no chão mas seu lugar é debaixo dele. Meus olhos vomitavam um "VAI SE FODER, IMBECIL", mas o filtro anti-palavrões que era minha carinha de criança não deixaria isso transparecer. — O anel escolhe o mais forte; ele vai te escolher quando você tomar a merda do lugar do Khalif; mas pra isso... — Olhei para Carniceria, em posse do homem. — Cê vai me soltar dessas merdas, dar a porra de uma desculpa que eu me soltei, pelos menos pela merda do agora.

Respirei fundo. As veias corriam sangue vermelho pelo corpo. O suor parara. Me senti bem; a dor ainda lá me mantendo consciente de minha existência. Tiram minhas armas de fogo, mas a maior delas estava entre meus dentes. Fodidos do caralho. E essa eles não podiam tirar tão fácil. — Comigo solto, eu quero a minha maldita arma. Você pode ficar com a pistolinha se quiser. E então colocamos o maldito do Khalif pra dormir. — Caso ele ainda parecesse relutante ou receoso, encararia-o da maneira mais séria que conseguisse; apesar da aparência, a feição séria era inconfundível e certamente não influenciável pela cara de criança. — Ou cê pode lamber a merda das bolas dele pra ganhar alguns trocados e sustentar a sua família. — Eu sorri por dentro; o arremate estava quase lá. — O anel quer os fortes; Khalif cai, você será escolhido. Melhor posto, homens sob o seu poder, poder em si; e dinheiro. — O brilho cintilante e lúgubre em vermelho me corria as costas e banhava o negro dos cabeços num véu tênue de vermelho, a pele branca da testa e lateral do rosto também; a cicatriz estava tingida. Os olhos negros não mudavam, não eram tocados pelo vermelho; só o puro negro. Encaravam-no. — Sua esposa merece a porra de umas joias de presente, e suas crianças algo novo com o que brincar; algo novo com o que treinar, para sucederem o pai no posto de mais forte dessa espelunca.cheque mate.

Caso o guarda concordasse em me soltar e me cedesse posse de Carniceria novamente, me ergueria sorrateiramente e tomaria posse da arma novamente; correria em seguida para longe dos inimigos, o mais afastado possível do guarda, de Khalif e dos inimigos dos meus aliados, sem tirá-los do alcance dos meus tiros. Sorriria para o guarda e acenaria positivamente com a cabeça. — CÊ VAI COMER BOLO DE BOSTA E FÍGADO NO COLO DA CAPETA, BABA OVO DE MERDA! — Casaria o dedo no gatilho da arma e dispararia cinco tiros na direção do guarda, mirando cabeça, peito e barriga. Imaginaria até a sensação que o aço causaria ao entrar sem pedir licença. Morte. Sorri pra ele, singela e sinceramente; sorriso de criança. Se tudo fosse em vão, esperaria que por ventura do destino uma arma viesse para perto de mim; nesse caso, rolaria de lado na direção do objeto de metal, buscando pegá-la com as mãos algemadas numa posição que eu pudesse atirar; não poderia mirar por estar basicamente de costas, então tudo que faria nessa situação seria esperar que o guarda se aproximasse. Pra saber quando ou se viria, viraria a cabeça o máximo que pudesse pra no mínimo enxergá-lo de "rabo de olho"; assim que chegasse perto, de modo que a mira se tornasse dispensável, descarregaria a arma em sua direção. Me levantaria após isso e pegaria Carniceria com ele.

Se liberto, olharia para os combates adjacentes. Eu devia ajudá-los. Antigamente, na época que ainda estava coçando ovo e botando fogo em fábricas em Wars, eu estaria cagando pra essa rapazeada; mas eram outros tempos. Lidar com tudo aquilo sozinho seria impossível, eu me fodi contra um guarda. O corpo ainda doía; os olhos quebradiços aos poucos normalizavam-se. O sangue secava dos lábios ao queixo, o suor já estava num nível mais controlado; o momento mais tenso já havia passado. Se Hynno estivesse numa situação difícil, miraria seu adversário com os olhos fixos; afiados e focados, uma mira certeira e mortal. O dedo indicador beijaria o gatilho gelado e escuro. O esporro metálico vindo da glande de aço rasgaria o ar, seguido de mais dois — eu alterara o modo para rajada — na direção do cara do chicote. A arma fez um movimento de subida, os tiros iriam na coxa, costela e depois ombro (esquerdos ou direitos, dependia de qual lado eu estava). Discretamente, mudei o modo de tiro pra tiro único. Mirei o chicote. Gatilho pressionado. Tiro; a diretriz focada na arma de média distância, esperando rasgá-la para aliviar as pregas do espadachim. Caso algo disso acontecesse, mandaria um dedo do meio — o do anel — para Hynno. — Parece que cê tá com as calças arreadas com um mastro atrás, seu psicótico. — Buscaria Silentia e voltaria a colocá-la em seu devido lugar caso obtivesse sua posse outra vez. Estaria atento à volta de reforços, olhando em volta a todo momento; uma vez avistando-os, trocaria de cartucho.

Comam bosta, bando de mal pago! — Alinharia os olhos à mira na frente da arma e miraria quantos estivessem vindo; a arma dava o click, novo cartucho instalado. Balas pontiagudas. Estabeleceria uma distância média ao calcular as alturas com o olhar. Os tiros iriam focados no peito e barriga. Deviam colocá-los em seus lugares; buscaria usar o corpo do guarda mordo como barricada contra outros atiradores, e quando estivessem ao alcance de Carniceria...

Aí! — Gatilho para trás, abraçado pela cabeça do indicador direito. As balas rasgariam o ar assobiando, cantando a breve canção do "vai morrer todo mundo" antes de aterrissarem em algum lugar; eu esperava que fosse nos inimigos. — A gente precisa pra um caralho achar o gigantão e meter o pé dessa porra, deixem esses caras pra trás, temos a merda da prioridade de não nos fodermos aqui, e pelo visto essa já é uma tarefa complicada de se cumprir. — Cuspi no chão. Imponente. — PEGUEM NO MEU SACO E SE NÃO QUISEREM MORRER, DEEM UM JEITO DA GENTE SAIR DESSA RÁPIDO!

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySex 23 Jun 2017, 02:56



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Creio que estava em uma situação sem saída, eu precisava naquele momento pensar em algo, qualquer coisa, talvez fosse apenas ganhar tempo ou desviar a atenção do Khaliff para longe de mim. Ou alguma outra alternativa, sei que armas não ajudariam. O joelho doía cada vez mais, a agonizante dor atacava incessantemente minhas pernas e era sofrido ficar por até um segundo em pé, em suma não podia optar por disparar tampouco por me render e ficar só Deus sabe quanto tempo preso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me veio em mente que toda aquela situação não era apenas complicada, mas que talvez Khaliff fosse mais forte do que deveria, e sabe-se lá se ele estava ciente disso. —Sei que neste momento seu sangue deve fervilhar conforme som sai de minha boca, mas tenha calma, eu não fiz por mal e tenho algo a declarar.— meus braços iam a frente de meu corpo, erguendo-se aos poucos, com as armas em mãos, deixando isso claro para o homem à minha frente, os revólveres agora escorregariam pelos meus polegares, encaixando-se entre os mesmos e permanecendo pendurados. —É claro que eu não estou evitando minha prisão, deve ser um luxo a cela, mal posso esperar...— falaria, de forma irônica beirando o deboche e, agora, meu olhar iria de meu rotineiro alegre para um frio e sério, que transparece claramente o quão sincero eu seria a partir dali —Brincadeiras a parte, creio que há algo de errado nesta ilha. Pelo que entendi você consegue deitar não só a mim mas a todos do meu bando utilizando apenas um braço , e ainda assim você não é o Rei da cocada preta— deixava agora um revólver cair e colidir contra o solo —Deixa só eu pegar um cigarro e o isqueiro para prosseguir— a mão que deixou a arma ir ao  chão iria de encontro ao bolso, pegando delicadamente um cigarro e pondo na boca, acendendo-o em seguida. Isto é, se Khaliff não me impedisse. Agora tragava-o e expirava a fumaça, uma sensação quase tão boa quanto o prazer fornecido pelas mulheres aos homens deste mundo tão maravilhoso.

Como estar no paraíso…— pausava, olhando para cima e em seguida de volta para Khaliff —Enfim, o que quero dizer é que vossa majestade deve estar neste exato momento sentado em seu trono, com seus braços magros e cansados coçando seu escroto já enrugado, isso se ele for velho. Caso seja ainda novo, talvez esteja se embebedando e prestes a agarrar sua mulher.— dizia, olhando para onde era suposto de o regente se encontrar — Contudo, creio que um homem como você tenha, pelo menos alguma vez na vida, almejado algo ainda maior não é mesmo? “Por que não sou eu a governar esta ilha?”— a mão que tinha o cigarro entre os dedos coçava, com o polegar, a área de meu olho fechado onde era suposto de ter um tapa-olho mostrando que já chegava a um ponto que não via necessidade de me render —Então faça o seguinte: Mobilize o máximo de tropas para cá para supostamente nos matarem enquanto em verdade nos deixa fugir.— pausava, tendo noção de quão ousado fora o que eu acabara de falar, mas não havia tempo para se arrepender.

E sabe como isso vai te ajudar, certo? O regente estará com poucos guardas provavelmente, então é só ir lá e assassiná-lo, pondo a culpa em um de nós que talvez nem exista, fale que foi um membro do bando que fugiu antes de todos.— a mão com a arma agora a guardava no coldre, enquanto que a que segurava o cigarro apoiava-se em meu pescoço, expressando fadiga, o sorriso voltava —E, por fim, poderá liderar com punho de ferro esta ilha santa. Posso até ver seu nome reverberando por todo o North Blue e quiçá até pela Grande Rota.— finalizava por ora, sorrindo para aquele em frente de mim, um “smug” seria estampado em minha cara.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aguardava então pela resposta de Khaliff, se positiva, guardaria minhas preciosas armas em seus devidos lugares e, com o maior dos cuidados, andaria até o homem —A parte triste é que nunca mais poderá ver meu rostinho bonito, a propósito, faça um esforço para colocá-lo em um cartaz de procurado bem chamativo e me dê uma alcunha foda.— caso ocorresse do grande homem responder de forma negativa ou até mesmo me interrompesse de tal forma que se demonstrasse completamente inflexível, não insistiria, apenas daria uma última fala —Só não se arrependa depois e se for me levar preso, me carregue como se fosse sua noiva, me sentiria lisonjeado.— diria, de olhos fechados enquanto guardava me rendia.


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Última edição por Kenway em Sex 23 Jun 2017, 14:46, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySex 23 Jun 2017, 12:06



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Meu braço ainda tremelicava e por debaixo das manoplas a veia do pulso bombava loucamente. Eu estava mais vivo do que nunca, como se meu coração fosse explodir. Ali, naquela ruela, havia me encontrado cara-a-cara com o destino. Você não se vê numa situação dessas por mera coincidência, não naquele dia em específico. Nunca fui do tipo religioso, mas se deuses existem aquela era uma demonstração de seu amor por mim, e eu o faria valer. Haviam homens de todos os tipos ali, e entre eles serventes dos bastardos que roubaram minha vida. Aquele era o primeiro passo para a redenção, eu iria destruí-los.

Tirei alguns instantes para entender a situação. Eram piratas ou simples arruaceiros? Não pareciam ter nenhuma peculiaridade, exceto pelo lunático que balançava a espada feito um estripador. Concluí que não faria diferença; nós tínhamos um inimigo em comum e mesmo um tolo teria a manha de explorar o fato. Meu alvo, por hora, seria o marinheiro que parecia ter deitado na porrada um delinquente juvenil. Todos os outros pareciam ocupados com seus respectivos oponentes e este homem em específico abaixou sua guarda assim que imobilizou o rapaz.

Eu me revelaria num ímpeto, alavancando o corpo para uma investida com a ponta dos pés e os calcanhares erguidos. Correria até o marinheiro em zigue-zague no intento de confundi-lo e desviaria de quaisquer obstáculos com saltos acrobáticos. Na hipótese de me atacarem durante a movimentação, realizaria um salto mortal para frente escapando de possíveis golpes físicos em regiões inferiores do corpo, ou me esquivaria flexionando os joelhos, arqueando a coluna e levando todo o corpo para baixo sem reduzir a intensidade da corrida caso o alvo fosse o dorso ou acima. Uma vez que eu estivesse próximo ao marinheiro ascenderia a guarda com o braço destro e manteria o punho da mão esquerda fechado, na altura do tórax, para então rotacionar a cintura em busca de uma maior capacidade destrutiva por parte do golpe que estava por vir. A cintura acompanharia o punho esquerdo que iria romper o ar em direção à traqueia do homem; parecia resistente, mas esperava que o máximo de meus esforços físicos e certa destreza na utilização da manopla seriam o suficiente para esmagar a região e quebrar sua postura. - Se aproveitando dos mais fracos, hã? O semblante em meu rosto era aterrador: olhos saltados, pupilas dilatadas e um sorriso impulsivo que perturbaria até a mim. Mas não havia como controlar. Sem dar tempo ao tempo eu encaixaria outro golpe logo em seguida, desta vez fazendo o uso da manopla direita. Minha postura estaria neutra após o primeiro golpe, então voltaria a rotacionar o corpo para repetir o movimento supracitado e disparar um cruzado certeiro no queixo do maldito. - Vocês ratos do governo têm algum tipo de fetiche em tirar a liberdade das pessoas? Trovejei com desdém.

Já não precisava mais raciocinar. A adrenalina fazia tudo em meu lugar e usava meu corpo como uma espécie de ferramenta. Eu era como um martelo recaindo sobre a cabeça do governo e o julgando por cada um de seus pecados. Minha pena era severa, como a de um inquisidor.

Recuaria a passos largos na expectativa de que meus esforços tivessem sido o bastante para livrar o jovem das garras daquele porco, sem dar as costas à ninguém. Não iria descansar até que encontrasse a melhor posição e me visse numa postura aonde teria todos, marinheiros, agentes e os arruaceiros em meu campo visual. Já havia tomado meu lado e estava certo de que aqueles homens o entenderiam e não fariam de mim seu alvo, mas não poderia esperar o mesmo dos demais. Se tivessem a audácia de se revoltarem contra mim, rotacionaria todo o corpo à 180° na direção oposta ao golpe após um breve trabalho de pés. Em últimos casos saltaria para fora do alcance da investida e usaria as manoplas como uma espécie de escudo, formando um "X" com os braços cruzados na região alvo e minimizando os danos para então contra-atacar com o par de golpes desferidos há pouco contra o marinheiro. Mais do que entender a batalha, agora eu queria vencê-la. De um jeito ou de outro aquele momento seria o meu troféu.




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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySex 23 Jun 2017, 18:07

Sonho

Sem que se lembrasse como fora parar ali, Jurgen retomou a consciência andando pelas ruas de uma cidade deserta. O dia ainda amanhecia e a sensação térmica era bastante agradável, o gigante porém estava mais preocupado em descobrir aonde se encontrava, após andar alguns instantes, o gigante reconheceu uma taverna na esquina de um quarteirão, como uma pertencente a sua cidade natal: Shells Town.

A mente do gigante estava confusa, ele não tinha recordações de ter voltado a aquela cidade recentemente, ele começou a forçar sua memória, e rapidamente se deu conta das suas lembranças mais recentes: sua chegada em Lvneel, sua procura por um escudo, e sua humilhante derrota nas mãos do capitão da marinha, devastado ao se lembrar de tudo aquilo, Jurgen novamente cai de joelhos.

De repente, sem dar tempo para o gigante se lamentar, uma figura manifesta-se na sua frente, aparentemente saindo de uma nuvem de neblina. Era também um gigante, com uma aparência
idêntica a do gigante, mas trajando uma armadura negra com ornamentos dourados, uma capa vermelha e um elmo negro. A figura encarava o lanceiro com um olhar penetrante e de reprovação, fuzilando-o com o olhar, ao se dar conta disso, Jurgen rapidamente levanta, recompondo-se de seu drama.

- Quem é você? - perguntou o gigante, encarando a figura cheio de desconfiança.

- Quem eu sou? eu sou você - respondeu o outro, mantendo o rosto impassível - Ou melhor, posso dizer que sou muito mais você do que você mesmo neste momento.

Jurgen bufou, não gostava que brincassem com ele, mais ainda mantendo seu temperamento calmo.

- Sugiro que me responda diretamente, se não quiser que eu o machuque. - ameaçou o gigante, sem perder a calma.

- Não tenho mais o que responder, pelo menos não por agora, mas já que você está me dando sugestões, posso sugerir também que você pare de se lamentar como uma criança e siga logo em frente, não há espaço para lamentações no caminho que você quer seguir.

Jurgen irritou-se com o comentário, mas conteve o impulso de avançar contra a figura, sem que o gigante pudesse fazer nada, a cópia desapareceu em mais uma nuvem de neblina, porém suas palavras ficaram, e fizeram o gigante refletir sobre seu comportamento após sua derrota, ele queria seguir eme frente, mas será que ainda teria forças para continuar?


Legenda escreveu:
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Pensamento: marrom

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptySab 24 Jun 2017, 16:43




O Corvo


A Reunião da Trupe Corvinata ou parte dela




- Então você não sabe ainda? Está muito famoso, garoto. Vandalismo em uma taverna, assassinato de civis, sequestro de um oficial da marinha e por fim agressão a capitão e tenente, isso é uma coisa bem louca de se fazer. Tem sorte de agredir um capitão e ainda estar vivo, Draguren Hynno, o Piromaníaco.

Hynno então, enquanto o inimigo falava, sacou seu vidro e tentou ser o mais discreto possível para acertar o chicote, porém, ao perceber que o chicoteador havia percebido a movimentação do rapaz, Hynno optou por arremessar o líquido de maneira brusca, desperdiçando todos os usos do material. Por mais que o rapaz fosse um exímio espadachim, naquele momento sua mira havia lhe pregado uma peça e o rapaz acabou errando a tentativa de acertar o inimigo.

Antes que o espadachim agisse com sua velocidade, o chicoteador o puxou de maneira que o mesmo desequilibrou e, em conjunto, o outro Agente saltou e com um “pisão” voador, o mesmo fraturou a perna do espadachim, que caiu. A fatura era em seu joelho esquerdo. O movimento era um típico movimento de aproximação no qual o objetivo era comprometer a movimentação do inimigo fazendo o torcer os ligamentos posteriores do joelho. Em casos extremos, poderia rompê-los, porém isso só seria sabido por um especialista em anatomia humana ou em cirurgia.

- Por mais que eu não tivesse motivos para me intrometer nessa confusão toda, você estragou meu chá da tarde, isso é de uma tremenda falta de educação, senhor Piromaníaco.

Falou o primeiro Agente que o espadachim havia combatido. O homem então se aproximava de Hynno e pegava o vidro que o garoto arremessou. O homem queimou levemente seus dedos, nada demais, e depois pegou a espada do rapaz. Ele olhava atentamente tanto a espada quanto o vidro e então os guardava consigo mesmo enquanto vestia seu capuz.

- Acho que não devemos nos meter nessa confusão, não é o nosso papel. Creio que deixar você desarmado nesse cenário e sem poder se mover com facilidade seja uma punição adequada. Dou um conselho, esse pessoal é bem difícil de lidar, principalmente a guarda real oficial, então acho melhor saírem dessa rapidamente. Aproveitem e deem uma passada na capela e rezem por suas almas, principalmente no altar de lá, talvez fiquem mais próximos de “Deus”.

Dito isso, a dupla rapidamente saiu dali carregando o corpo do seu parceiro. Por mais que Hynno tentasse acompanha-los, suas velocidades eram altas, principalmente para o rapaz que estava com seu joelho fraturado. Enquanto isso, Doppio tentava manipular os piores sentimentos do guarda que o segurava para assim conseguir sua liberdade. Quanto mais o rapaz argumentava, mais podia perceber que a força do agarrão do homem diminuía. Com o decorrer do tempo, o guarda soltava o atirador e se encaminhava a entregar a carniceira a Doppio, porém, quando o atirador colocou as mãos na arma, o guarda voltou a si, lembrou-se do seu propósito com o povo e a lealdade ao rei e arremessou-a o mais longe que conseguiu.

- Vai se foder, falastrão de merda! Eu sirvo ao Rei e ao Chefe Kallif, não a você!

O homem então rapidamente puxou e o arremessou de uma maneira brusca em direção as mesas onde Hynno estava. Por ser leve e o homem ser bem forte e possuir uma boa técnica de combate, Doppio caiu sobre as mesas que restavam, o que deixou o dono do estabelecimento destruído por ver todos seus bens sendo destruídos enquanto corria dali. O rapaz voou como um pedaço de madeira seco e caiu, quebrando as mesas. Curiosamente ele estava próximo de seu aliado, Hynno, que estava também caído. Mesmo na merda, Doppio falou a real situação deles, bater em retirada era realmente o melhor a se fazer para o bem deles. Com sua ótima visão, o atirador poderia ver o guarda de antes vindo em sua direção. Ao longe, a cavalaria poderia ser avistada vinda da direção da grande construção da ilha. Mais próximo que a cavalaria, Kallif discutia com Ambrosio. Ali também o atirador poderia ver a chegada de mais alguém na cena, um rapaz que se dirigia rapidamente em direção ao guarda que havia o arremessado.

Um golpe, um forte soco derrubava o guarda. Marvolo chegava chegando à cena de combate. O soco impressionava os guardas que o viram, porém rapidamente o alvo levantou após o golpe e partiu em direção a Marvolo, que tentou esquivar-se recuando, porém o rapaz tropeçou em um dos caídos que estavam ali, feridos, e caiu. Essa brecha foi o bastante para o guarda pegar Marvolo penas pernas, girá-lo e arremessa-lo em direção aos outros piratas. Ele poderia não estar envolvido, porém agora estava sendo considerado aliado.

- Giant Swing! – bradou o homem ao atirar o rapaz.

Ambrosio por sua vez, argumentava com Kallif e citava aspectos que o incomodavam bastante e o fazia cerrar os seus punhos e ranger os dentes. Seu semblante estava fechado. O loiro tocava na ferida do grandalhão e isso o deixava bastante furioso, principalmente porque os sentimentos do homem eram esses mesmo, mas ele não poderia expô-los, se não perderia toda sua posição privilegiada. O loiro então falava sobre um plano de derrubar de uma vez por todas o Rei da ilha, isso fazia Kallif pensar, porém os outros também escutavam esse diálogo por Ambrosio estar bradando.

- Vocês são responsáveis pela morte de inocentes e isso não pode ser perdoado. Cabe aos mais fortes protegerem os mais fracos, esse é o meu dever perante esse povo. Eu então os declaro presos! - bradou.

Ambrosio, ironicamente, desistiu de qualquer combate, se entregando. Kallif então se aproximou do loiro e lhe deu um soco, um forte soco que atingiu o queixo do loiro e o fazendo cair, ludibriado. O mundo então começava a girar para o loiro enquanto era carregado por Kallif e colocado em seus ombros. Antes de coloca-lo lá, o forte homem lhe desarmava.

- Você errou, terá de pagar pelos seus erros, porém posso aliviar suas penas. Não desmaie com apenas isso. Você deve pagar pelos seus pecados e para fazer isso, rezar é a chave. Reze e se aproximo o máximo de Deus, faça isso e terás seus crimes amenizados – sussurrou Kallif – Apenas se deixem levar pela situação, apenas se deixem levar – terminou.

Feito isso, o grande homem caminhou alguns metros e arremessou o loiro em direção aos seus outros aliados. Sem ter tempo de ração do grupo, rapidamente à guarda real oficial chegavam ao local, seus cavalos eram brancos, bem cuidados e tinham alguns adereços vermelhos e azuis. Eram homens que utilizavam armaduras que vinham até seu tronco, ombros e cabeça. Em meio a seis cavaleiros montados em cavalos brancos, três se destacavam por estar em animais mais escuros, porém não totalmente pretos. Um deles trazia consigo um cavalo negro de tamanho elevado, maior que os outros, era bastante robusto.

- O que aconteceu aqui? – questionava um cavaleiro em cima de um cavalo mais escuro.

- Que grande merda! – falava outro cavaleiro que montava outro cavalo mais escuro.

O trio de piratas estava cercado de cavaleiros montados em cavalos brancos. O terceiro cavaleiro que montava cavalo escuro cavalgava pelo local e olhava cada detalhe do cenário que ali estava. Feito isso, ele levava o cavalo até Kallif, que sinalizava para o cavaleiro parar ali mesmo. Kallif vinha com Uvogin nas costas e o jogava perto do trio pirata e seu novo aliado.

- Não resistam! Façam como se amigo loiro e paguem pelos seus pecados! Guardas levem-nos! – ordenou Kallif.

Todos estavam desarmados, uma revista foi feita e todos os pertences foram recolhidos e colocados em um grande saco de tecido vermelho. Kallif falava com o guarda que havia trazido seu cavalo até ali, o homem não gostava muito do que ouvia, essa reação poderia ser vista por quem tivesse uma boa visão. Enquanto isso, todos os envolvidos eram algemados com presilhas de madeira enquanto os novatos da guarda levavam os corpos dos mortos.

- ALDEÕES DESTA ILHA! TODOS ESTÃO SUJEITOS A TAIS PROVAÇÕES, DEUS NOS COLOCA BARREIRAS PARA SUPERÁ-LAS, ENTÃO ESSA FOI MAIS UMA. A FORÇA DIVINA E A FORÇA HUMANA PREVALECERAM. AGORA, ESTES CULPADOS DEVEM PAGAR PELOS SEUS PECADOS E FICAREM MAIS PRÓXIMOS A DEUS! – gritou Kallif.

Marvolo sabia com seus conhecimentos que, segundo o princípio catolicista, estar mais próximo de Deus significava ter uma conversa com a santidade ou até mesmo a morte. Muitos padres da antiguidade usavam os altares para “se aproximar” de Deus, eis o motivo das missas serem celebradas com os padres em altares, pois é o lugar na terra mais próximo a Deus.

Enquanto isso, longe dali, Jurgen e Rise ainda permanecia desacordados. Os marinheiros haviam parado para tomar chá enquanto o líder deles falava com outro alguém por um Den Den Mushi. O chá do dia era uma regra imposta pelo ali líder. Por mais estranho que os robustos marinheiros estranhassem a regra não poderia ser descumprida.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 5 EmptyDom 25 Jun 2017, 19:12



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era de se esperar que não ocorresse como eu planejava, a chegada de reforços talvez fosse um sinal vindo dos céus que eu deveria de fato desistir; mesmo que convencesse à Khaliff, de nada adiantaria, o homem não poderia aceitar meu acordo com seus aliados a sua volta, provavelmente ele seria incapaz de derrotar todos os guardas e agentes dali, todo o tempo perdido com aquele meu papo foi em vão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O líder da guarda se aproximava a passos lentos de mim, eu via nada mais nada menos do que aquele que seria responsável por passar o resto de minha vida na prisão, vindo, calmamente para me punir. Já me rendia, não havia porquê lutar, não tinha motivo algum para resistir e isso apenas era reafirmado com o golpe que sofria, um baque em meu queixo tão repentino que não me dava tempo sequer de serrar meus dentes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dentre meus aliados, imaginava que apenas eu sabia sobre a cooperação de Khaliff e precisava anunciá-los de alguma forma, se eles não soubessem, talvez fossem cometer atrocidades desnecessárias que botaria a perder aquela oportunidade de ouro. Sendo assim, fitaria-os e obedeceria as ordens, indo na direção que Khaliff e os guardas mandassem.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O joelho quebrado doía e dificultava minha movimentação, impedindo que eu pusesse muita força nele, qualquer idiota saberia disso e eu em especial como o médico que era, estava ciente do quão grave era minha situação. Em conjunto com minha junta, ardia também outras feridas provenientes de disparos feitos pela velha, elas latejavam e cuspiam sangue contra o chão, fazendo-o escorrer pela minha pele. Em momentos de tensão como esse a coisa que mais me fazia falta era o cigarro, meu vício de toda vida, que fazia meus pulmões estragarem mais a cada tragada, mas relaxava meu corpo e espírito para compensar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meu único alívio em meio a tanto sofrimento e angústia era o fato de podermos em breve sentir o gosto da liberdade mais uma vez, estava em verdade curioso para saber o que Khaliff havia planejado para mim e meu bando. A expressão “ficarem mais próximos a Deus” em especial me intrigava; ficar preso não se relaciona a se aproximar de divindade alguma, talvez ele fosse nos executar e forjasse nossa morte, talvez nos levasse para a igreja ou algo semelhante e nos libertasse lá…

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Outra coisa que atiçava minha curiosidade era o homem que chegou de forma repentina na cena, ele não dava qualquer justificativa e ninguém dentre meus aliados parecia reconhecê-lo, um completo estranho, era uma situação mais do que complicada para conhecer alguém eu diria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ele não era feio, eu diria, não chegava perto de ser bonito como eu é claro, porém não era nada mal. Olharia então em seus olhos castanhos, falando—Sou Arcangelo, me chame de bonitão se preferir.— sorria, de dentes amostra —É uma pena que estejamos para ser presos, senão poderia fazer bem mais do que me apresentar.— meu sorriso agora era mais singelo, menos aparente, e meu olhar permanecia fixo por alguns segundos até voltar a olhar para frente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Confesso que não é de meu feitio dizer esse tipo de coisa à pessoas de mesmo sexo, porém pode-se dizer que eu me encontrava “na seca” e ao menos valia a tentativa, até porque seja a resposta que fosse, nada me garantia que eu o veria novamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caso já tenha chegado ao destino, seja ele qual for, era provável que nos mandassem rezar. Então, mesmo que não ordenassem que fizéssemos preces à Deus, rezaria de qualquer forma, aproveitando para tentar passar o recado aos meus aliados, contudo, não ajoelharia e justificaria o porquê.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Primeiramente, peço perdão àqueles que aqui estão, pois não posso ajoelhar devido a uma fratura em minha perna.— diria e aí sim começaria a falar de fato com a divindade —Oh Deus, devo agradecer em meu nome e o nome de meus amigos por nos dar o que mais necessitamos no momento: Liberdade…— minha expressão que até então permanecia sério e concentrado, exibia seu sorriso mais uma vez enquanto olhava nos olhos daqueles que estavam sendo presos comigo —...Espiritual, é claro. Pois seu servo, Khaliff, não permitiria que pecadores impuros como nós chegasse a algo próximo de ser livre mais uma vez. Perdoai-nos por nossos pecados, amém.— imaginava que sacariam o que eu pretendia dizer com aquilo, aquela pausa era crucial que prestassem atenção e compreendessem que Khaliff estava do nosso lado.


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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 5 EmptyDom 25 Jun 2017, 20:36

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[Nota do ReiDelas] Não prego o ódio ou a intolerância religiosa; meu personagem e eu são pessoas diferentes, então, desde já peço desculpas aos que se sentirem ofendidos pelas palavras e atos do Doppio, obrigado pela compreensão.




Estava suando outra vez. Fios negros e finos grudavam numa testa molhada e um pouco cintilante. O olhar escuro fitava os arredores; desdém. Por mim mesmo, pela situação em que estava, pelos inimigos, pelas armas "furtadas". Cuspi no chão, tava cagando pro que o fodido do Khalif tava falando, exceto uma coisa.

Cara... — Nojo e raiva; veias esverdeadas na testa, grossas e pulsantes. Pupilas dilatadas, olhos no discursante. Morte a Khalif. Mordi os lábios. — Cristãos e malditos crentes em qualquer que seja a porcaria da religião... Todos têm um papo escroto, batido e cagado. — Cuspi outra vez; o alvo estaria entre os pés de Khalif. — Eu não quero ficar perto da porcaria do seu Deus, cabeça oca. — Eu parecia uma criança emburrada; mal-encarada e com tendências assassinas, porém, criança. Não ligava pra porcaria da consequência que viria das minhas palavras. Queria gritar uma torrente de palavrões, mas meu autocontrole falou mais alto. Isso é novo por essas bandas. Forçaria as algemas durante todo o ato, a raiva misturada com o humor nada doce estavam me deixando puto pra burro.

Um cacete pro teu Deus, mano. — Receberia de bom grado qualquer golpe que recebesse por esses atos. Se fosse forçado a caminhar por aí em penitência, caminharia, se fosse condenado à fogueira por isso, queimaria; cuspo na cara de Deus e ainda faço engolir, se ele me jogar no inferno eu faço amizade com o Cão. Ele ia gostar de mim, se existisse. Se inspiraria em mim. Seríamos amigos fodas.

Apesar de tamanha relutância e raiva com a ideia de ser arrastado pr'uma igreja para orar, eu nada podia fazer ao montante de guardas inimigos que provavelmente me levariam à força. Acima do eu imprudente, inconsequente, foda, baixinho e marrento, ainda estava o sensato. Bem preguiçoso esse aí, só aparece de vez em quando pra fazer uma graça e some de novo. É o Golfinho Pannacotta.

Não resistiria caso fosse "gentilmente guiado" até algum local religioso; templo, capela, igreja, catedral. Não ligava. A mente trabalhava numa maneira bem infantil de dar uma cagada nos ícones que os cristãos adoravam adorar Cambada de chupa bife jesuíta, odeio essa rapazeada. Durante o trajeto, fosse ele cheio de pancadas, surras e ofensas verbais, me manteria quieto; os traços físicos ainda cuspindo ódio, desprezo e nojo. Por fora, sofria; por dentro, sou fria. Não que estivesse mentindo ou forçando tudo aquilo ao corpo; era natural. No entanto, a sensatez pré-cagada era mais forte. Caramba, ser eu é difícil, mas é do caralho.

Assim que chegasse no local, ainda apresentando todas as características físicas anteriores mas sem proferir palavra alguma, uma alma morte num corpo vivo, talvez. Mentira, porra. Eu tava bem vivo, morto tava era o Messias da rapazeada. Daria gargalhada de qualquer imagem de Jesus que encontrasse. Se me mandassem rezar, encararia quem o fez, vomitando ódio das estranhas. Me ajoelharia, um joelho apenas. Sorriso.

Ó, Senhor Deus... — O sinal da cruz seria feito com as algemas mesmo, de cabeça para baixo. No momento, estava sem prestar atenção em Marvolo, o "invasor", ou nas palavras de Arcangelo, ou no resto do grupo por ali; o foco era cagar na cruz e ver a reação dos retardados ao redor. — Rogo-lhe que crave fundo essa cruz na bunda desse cara que prendeu a gente, que envie seu filho pra morrer por um bando de gente imbecil, que permita novamente que amigos traiam amigos — A bochecha com a cicatriz retorceu, a maçã do rosto pulou e a cicatriz coçou forte. — e os matem por motivos fúteis, que permita atrocidades, estupros, matanças, genocídios e o caralho a quatro. — Cuspiria no altar, ou algo que o "representasse". — Senhor Deus dos hipócritas porcos, pregue sua bondade falsa e seletiva no meio da testa de seus seguidores com um prego de aço do tamanho do meu braço, PORRA! — Cuspiria seguidas vezes, mais e mais, até que me parassem ou minha boca secasse. Queria arrancar o pau pra fora e esfregar no maldito altar. QUE MERDA.

SENHOR. — Tentava me levantar. — SE VOCÊ ESTIVESSE AÍ. — As veias do pescoço dilatavam-se. Alguém deveria me botar pra dormir. — EU IA ENFIAR UM CANO DE PISTOLA NO SEU INTESTINO E METER BALA, SEU IMBECIL DE MERDA! — Eu realmente falaria algo que não deveria (na concepção deles, claro). Me viraria para Khalif. Sorriso torto e regado a suor, minha cabeça rodava um pouco, o pescoço e trapézio tensos. A garganta incomodada pela potência do grito. — F-... — Respirei fundo, oxigênio estava me fazendo falta no momento. Senti os pulmões enchendo e nutrindo o corpo, um breve alívio. — Ficar mais próximo de Deus? — Deus. Essa palavra gerava um incômodo fodido em mim. Me lembro de como os pais do bastardo Vinegar enchiam a casa de luzes em dezembro, de como cagavam cruzes por aí. E ainda assim, o filho de merda deles... Coceira na cicatriz. Eu deveria esfregar o dedo. A algema impedia. Esfreguei a madeira na cara enquanto mordia os lábios com força. É frio.Fe eu chegar perto demais do feu Feus, ele vai fomefar a botar um "a" no final do fífulo, feu fofido. — O atrito da madeira contra a pele fez com que sangrasse, ferisse, machucasse; doía pouco. Os lábios recebiam os dentes internamente. Mais sangue; pingava do queixo, sujava as roupas, sujaria até mesmo as algemas. A criança perturbada, como um duende encurralado, sentia as dores do passado se manifestarem aos poucos, forçadas a subir á superfície por conceitos que eu acreditava ter banido dos meus pensamentos.

Nunca perdoarei.

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Observação.:
 


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Última edição por ReiDelas em Dom 25 Jun 2017, 20:51, editado 1 vez(es) (Razão : Alterações no code, correções ortográficas e gramaticais, adição do campo "Observação" e a nota no topo.)
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