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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptySab 10 Jun 2017, 21:58




O Corvo


Problemas a mil: Trupe Corvinata se vê perdida.



Jurgen

Você ganha força, coragem e confiança através de cada experiência em que você realmente para e encara o medo de frente. Jurgen via a sua frente um desafio que lhe fazia frente, além disso, lhe dava uma completa surra, nele e em sua parceira Rise, que apenas se abaixava segurando seu machucado. Seu olhar era de completo medo. Por mais que já tivesse acostumada com o perigo, enfrentar um capitão da marinha era algo que qualquer pirata iniciante tremeria e sofreria, é claro que se sobrevivesse.

- Acho melhor recuarmos, não estou com um bom pressentimento – falava atemorizada.

Por mais que as palavras surpreendessem o gigante, o mesmo não recuou não se preocupou com a sua parceira, ele era o escolhido, não podia desistir ali, pelo menos em sua mente, e foi isso que fez ao desafiar novamente o capitão, que antes ia à direção da área urbana, porém cessava seus passos após ouvir o gigante esbravejando. Seu semblante havia mudado, ele não estava sereno, as palavras de Jurgen haviam surtido efeito na calma do marinheiro.

O gigante então, ignorando quaisquer dores que sentia, partiu em direção ao capitão, o que foi um erro, um fatal erro. Num piscar de olhos, o gigante não via mais o capitão a sua frente, apenas uma crescente dor que aumentava em seu corpo, mais precisamente em sua perna direita. O gigante não havia visto nada, a sua parceira sim, viu partes da movimentação do capitão.

Com uma velocidade acima de uma pessoa normal, o experiente homem aparentava caminhar pelo ar, suas pisadas eram suaves e precisas, apenas isso a nina viu antes do fatídico golpe. Com uma precisa dança de sabres, o oficial da lei arrancava fora parte da perna direita do gigante em um movimento espetacular. A dor corroía Jurgen de dentro para fora. O golpe havia cortado a perna do gigante como se fosse apenas papel. Rise estava atônita, ela estava em um total transe ao ver o imponente gigante ser destroçado de tal maneira que ela nunca esperaria. Seus anseios estavam corretos.

- Você fala muito, gigante, você é muito fraco pra quem pretende “destruir” o Governo – manipulava seu sabre tentando ver a marca de sangue deixada no mesmo.

O gigante não pôde fazer nada, apenas cair como um saco de batatas. Sua perna estava perto a ele. Os resquícios ósseos poderiam ser vistos. A dor era imensa, como nenhuma que o gigante pudesse ter sentido até agora. O sangue jorrava como um chafariz ao ser desligado para limpeza e lentamente ia cessando. Seria aquele o fim do gigante. Morrer tão perto da Grand Line? E suas pretensões? Naquele momento estavam todas por terra.

- Estamos... Estamos mortos... – retrucava a ninja.

- Lamento, mas o fim de vocês é apodrecer nessa ilha, seja presos ou mortos... – friamente respondia olhando seu olhar pelo reflexo de sua sagrada espada.


Ambrosio


Vendo todo aquele alvoroço causado pelo seu parceiro, o loiro não viu alternativa alguma a não ser mandar seu parceiro ali salvar seu aliado. Enquanto via seu companheiro se dirigir a cena da confusão, caolho buscava maneiras de guardar seu livro e preparar suas armas para combate, porém, surpreendido por um disparo em sua perna o rapaz não viu alternativa a não ser cair, nem que fosse parte de seu corpo.

- Largue a arma! Largue a arma seu pirata filho da puta!

A voz era conhecida. Se resolvesse ver quem estava falando, o loiro avistaria a velha de antes, a que o ajudou a aprender sobre o que queria. Seu semblante era outro. Estava chorando. Mergulhada em tristeza e raiva, a mulher segurava sua pistola de cor verde e detalhes cor de ouro, a qual fumeava após o último disparo realizado.

- Aqueles... Aqueles garotos eram os meus filhos! – tremulava apontando a arma para o loiro – Vocês estão juntos nessa, vocês... Vocês mataram meus filhos... Uma mãe nunca se engana, eu senti isso, senti desde o início, você me causaria problemas, mas fui continuar... Agora pagará você e todos eles! Largue as armas, qualquer movimento eu explodo sua cabeça, seu filho da puta! – bradava.


Hynno e Doppio


O lunático jovem ignorou o fato de um disparo ter passado tão perto do seu rosto e se dirigiu as pessoas que antes estava bebendo, mas que agora apenas se afastavam. Alguns apontavam para os homens caídos e corriam em seguida, só queria se afastar do local. Estranhamente, o rapaz se dirigiu até os homens e, mesmo vendo-os caídos, os questionou sobre a presença do tritão procurado, porém resposta o mesmo não consegui dos cadáveres. Seria uma situação cômica, se não fosse trágica.

- Vamos logo! O loiro mandou que saíssemos o mais rápido daqui antes que...

Não houve tempo para Uvo terminar seus dizeres. A guarda real logo chegou ao local e era comandado por uma personalidade já conhecida por Hynno, o homem que havia esbarrado anteriormente. Eram homens com roupas já desgastadas. O imponente homem vestia sua armadura cinza escura que apenas deixava a mostra suas mechar capilares negras e sua barba mal feita com cavanhaque e bigodes evidentes.

- Novatos, evacuem os civis. Vamos lá, os mais experientes venham comigo. Cerquem-nos. Médicos cuidem desses feridos! Vamos manter a ordem dessa zona! – bradava o homem.

Doppio podia ver muito dos homens que havia visto ao chegar na ilha no aparente campo de treinamento. Por descuido o atirador era surpreendido pela chegada de dois homens que o golpearam pelas costas e o renderam, tomando sua arma. O rapaz havia se descuidado bastante em uma situação tão crítica.

A cena era completamente desfavorável para o grupo pirata. Hynno e Uvo estavam cercados por mais ou menos dez membros da guarda real. Doppio se encontrava rendido pelo homem que anteriormente havia falado com ele, aquele que lhe questionou a frente do campo de treinamento. Os homens seguravam suas espadas enquanto as apontavam para a dupla que permanecia “solta”.

- Vocês estão presos em nome da guarda real da ilha de Lvneel! Soltem suas armas e aceitem a punição pelos seus atos, piratas! – bradava – Meu nome é Kallif e sou o responsável por punir aqueles que não são fortes o bastante para seguirem as regras!

Citação :
Status:
Jurgen

HP: 255 - 48= 207 - 48 = 159 - 5 = 154 - 48 = 106 - 5 = 101 - 5 = 96 - 5 = 91
* Sangramento no dorso sem cuidado = 5 HP por post durante 6 rodadas 2/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 6 posts 0/6
# Dificuldade de Respirar e dor no local
* Pulso parcialmente dilacerado = 5 HP por post durante 3 rodadas 1/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 3 posts 0/6
# Dor no local e sangue escorrendo
* Antebraço com corte profundo = 5 HP por post durante 6 rodadas 1/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 6 posts 0/6
#Dor no local e visão óssea do machucado
* Perna direita decapitada parcialmente (abaixo do joelho) causando dor intensa = 15 HP por post durante 3 rodadas 0/3
* Caso não seja estancado após os três posts, o dano se transforma em 20 durante 3 posts 0/6 e o player desmaia.
# Visão óssea do local, sangue jorrando e doendo

Ambrosio

HP: 255 - 10 = 245
* Ligamentos posteriores danificados dificultando a movimentação até ser curado
* Sangramento na perna = 5 HP por post durante 6 rodadas 0/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 6 posts 0/6
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TerryBogard
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptySab 10 Jun 2017, 23:25

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Como uma alta torre que desmorona, o pirata gigante desabava no chão daquele lugar, a dor e a perda de sangue eram muito intensas, tão intensas que Jurgen não conseguia ao menos se manter de pé, sua determinação poderia ser sólida como pedra, e ele ainda tentava se mexer, ainda queria lutar, mas depois daquele momento, ela não era nem de longe suficiente para mantê-lo de pé. O capitão havia se provado infinitamente mais forte que o gigante, e havia demonstrado isso da forma mais aparente, os ferimentos abertos e as fraturas expostas faziam o enorme corpo daquele homem confundir-se com um cadáver recém morto, mas ainda restava vida naquele corpo dilacerado, mesmo com seu espírito estando totalmente estilhaçado.

Hakuei lamentava em desespero, mas suas palavras não atingiam os ouvidos de Jurgen, que tinha sua consciência presa em sua própria mente. Em 120 anos de existência, essa fora a primeira vez que o gigante havia sofrido uma derrota como essa, todas as suas décadas de treino haviam se mostrado inúteis diante do terror de um capitão da marinha, todo o tempo que ele passara estudando estratégia e buscando tornar-se um guerreiro invencível, aparentava não ter servido de nada, e a ambição final, que era a única razão da existência de Jurgen, nunca esteve tão fora de seu alcance, nunca estivera tão longe de ser alcançada... imerso em seus pensamentos, o gigante se perguntava o que havia feito de errado, onde ele havia falhado, para que algo assim acontecesse.

''Não... não é possível... - pensava o gigante com uma expressão de profunda frustração em seu rosto - Depois de todos esse anos... de todas essas batalhas... eu, aquele que deveria ser o salvador deste mundo, aquele que destruiria todos os pilares da sociedade, fui humilhado daquela forma...''

O gigante estaria imóvel, sem mover um músculo de seu corpo, seu mundo resumia-se ao interior de seus pensamentos, tentando achar a resposta que precisava, o por que ele havia sofrido tamanha derrota, porém, por mais que ele tentasse achar uma resposta, seu ego gigante e sua megalomania impediam-no de encontrá-la, o conceito de alguém mais forte do que ele, não existia para Jurgen.

''Será que eu treinei pouco? ou não usei todo o meu poder nessa batalha? - as perguntas aumentavam, eram muitas, e as respostas: poucas - Deve ter havido algum erro que eu cometi, para ter sido superado dessa forma... se eu estivesse lutando com tudo, com certeza teria sido capaz de vencer aquele inseto...''

Logo, uma ideia que parecia fazer todo o sentido, cruzou a cabeça do lanceiro.

''Claro! só pode ser isso! - exclamava o gigante, abrindo um sorriso de satisfação com a ''descoberta'' - Eu estava sem minhas lança e escudo, se eu estivesse lutando com eles, nunca teria sido derrotado! eu sou invencível!''


Essa desculpa aliviava a dor imensurável, tanto física quanto mental, que Jurgen sentia naquele momento, subitamente, todo o universo voltou a fazer sentido, e o gigante voltava a ganhar determinação para lutar, mas ele ainda não acreditava naquilo completamente, aquela luta havia sido um choque muito grande para o psicológico do pirata, algo que ele nunca antes havia experimentado na vida, o pirata recordava a batalha como um todo, e seu horrível desempenho nela.

Foi quando ele lentamente começou a aceitar: ele havia sido derrotado justamente, o seu inimigo era mais poderoso, e ele ainda não possuía força suficiente para se auto-nomear ''invencível'' ou ''imbatível'', o choque de realidade esmagava o que restava da negra alma do pirata, ao aceitar sua derrota, muito do que ele acreditava serem verdades inquestionáveis, provaram-se apenas frutos de sua imaginação. Aquela realização provocara um impacto tão profundo, tão cortante, que havia provocado uma emoção inédita na existência de Jurgen: ele começaria a derramar lágrimas, se prostraria a chorar silenciosamente e em desespero, pela primeira vez na vida sem saber o que fazer em seguida, o gigante não chorara nem mesmo na morte precoce de seus pais, mas fazia-o agora, depois de ter tido sua alma pisoteada por alguém mais forte.

Depois daquilo, só restaria a Jurgen E. Rutherford, auto-denominado salvador do mundo, lamentar jogado no chão, enquanto choraria e esperaria qualquer que fosse o próximo plano que o destino ligasse a ele.
Objetivos:
 

Legenda escreveu:
Fala: vermelho
Pensamento: marrom

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptyDom 11 Jun 2017, 01:55


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
Post: 07 | Localização: Lvneel



Os irmãos Beagle ainda eram um mistério para Hynno. Quem eram? Como tinham informações? Mas primeiro, precisa sair daquele local tenso, causado por Doppio e seus tiros e perguntava para as pessoas, primeiro começava com as pessoas que haviam bebido antes e tais pessoas apontavam para os homens que estavam no chão, foi até lá e começou a dialogar, só que tinha um certo problema. Eles só escutavam e não poderiam responder. Pois estavam mortos. Fazendo o espadachim esboçar um sorriso com aquele detalhe que havia passado desapercebido por ele. Foi então que tudo começou, o brutamontes havia chegado na cena também, e se Uvogin estava naquele local, possivelmente Ambrosio o teria mandado e em breve, o atirador também poderia chegar.

Não demorou muito, Uvo nem havia terminado de falar e um grupo havia chegado, um grupo desconhecido estava encontrando outro grupo desconhecido. Por uma das partes, provavelmente. E um deles, Draguren conhecia, claro, não pessoalmente de companheirismo e sim, de esbarrão. Era ele quem havia esbarrado no pirata antes dele entrar na zona que havia surgido com os tiros da criança atiradora. Os homens não usavam roupas novas ou decentes, eram velhas. Só o homem que havia esbarrado no psicopata usava uma roupa decente, uma armadura. Se não fosse o suficiente, o grupo era cercado pelos soldados, mas não eram da marinha, pois não via o logo da marinha na roupa deles, o que significava que tinha um grupo naquela ilha que podia ser equivalente à marinha ou aliado á ela ou então, tivesse a marinha e este grupo na mesma ilha. Eles eram aliados ou tinham rixas? Ou os grupos não se importavam?

Eram o que? Dez soldados cercando o espadachim e o mamute, ambos pareciam possuir espadas pelo que dava para notar. O grupo apontava as lâminas para a dupla, fazendo Hynno sorrir, prestando atenção naqueles soldados, até que uma nova voz, fazia o espadachim, prestar atenção nas palavras da voz. [Homem] – Vocês estão presos em nome da guarda real da ilha de Lvneel! Soltem suas armas e aceitem a punição pelos seus atos, piratas.  Finalmente, alguém havia reconhecido o grupo, como um grupo pirata, poderia bater palmas, se a situação não tivesse um pouco desfavorável e como se não fosse nada, o sujeito continuava. [Kallif] – Meu nome é Kallif e sou o responsável por punir aqueles que não são fortes o bastante para seguirem as regras!

O nome então era Kallif e pelo que entendia depois de tudo, era que a ilha possuía uma guarda real. Se tinha guarda real, significava que tinha realeza na ilha e se tinha realeza, teria um rei e rainha ou então, um príncipe ou princesa. **O que você fará agora, Hynno?** Perguntava uma parte da plateia para o lunático, que coçava a cabeça com o indicador. **Banho de sangue, banho de sangue!** Gritava outra parte da plateia, fazendo o espadachim parar de coçar sua cabeça, abaixando a mão e então, começava a rir histericamente por alguns segundos, ficando ao mesmo tempo, com os olhos fechados, fazendo o tempo necessário de concentração para Madness. – Claro! Se é o que vocês querem, atenderei seu pedido.  E então, o mesmo sacava sua espada, mas de maneira inofensiva e ao mesmo tempo, abria seus olhos, mostrando eles mais escarlates do que antes. – Meu caro amigo Uvo, espero que você libere seu animal interior. Diria em um tom baixo para Uvogin, pois algo estava por vir por parte de Hynno.

Com sua espada na mão direita e com a lâmina para baixo, diria para Kallif. – Parece que já somos conhecidos, Doppio e Uvo.  E foi então que tudo começou, aquele sorriso. Aquele sorriso de psicopata dava início a um embate naquele local. Se viraria rapidamente e utilizaria sua técnica: Peão Peãozinho no máximo de soldados que pudesse. A sua corrida seria feita no ziguezague e procuraria acertar os pescoços dos soldados, tanto na primeira tentativa, quanto na sequência. Só que, na segunda parte, o impulso seria dado no grupo de soldados mais próximo. Se não tivesse um grupo e sim uma dupla, um trio ou solo, iria naquela direção mesmo.

Se a técnica tivesse sido executada, Hynno procuraria soldados mais próximos e tentaria um corte na diagonal na cabeça dele, seria da direita para a esquerda o corte e de cima para baixo. Se o ataque tivesse sido um sucesso, seguiria para o próximo soldado, onde tentaria um golpe na horizontal no pescoço daquele homem. Repetiria o mesmo processo nos seguintes, no próximo seria um na diagonal, o da direita para a esquerda, no seguinte, seria na horizontal, no pescoço. Havia começado uma luta que o grupo estava encarando e que estavam na desvantagem. Mas, sabia que, animais quando estão cercados, tendem a lutar até a morte para sobreviver, mas Hynno não era a refeição, e nem o caçador. Era apenas um pirata, cercado por soldados de uma suposta guarda real e não desistiria tão facilmente.

Nos casos dos ataques em diagonais, caso seu oponente se esquivasse para os lados, Hynno saltaria para o lado que seu adversário tivesse se esquivado e tentaria agora, ao invés de um ataque na diagonal, um na horizontal, no pescoço do sujeito. Da direita para a esquerda. Se ele se esquivasse saltando para trás, Draguren continuaria com sua procedência do ataque na diagonal e ao mesmo tempo, utilizaria de sua corrida e aceleração para alcançar seu oponente e então, com a lâmina ainda para baixo, faria outro corte na diagonal, agora, da esquerda para a direita e de baixo para cima no seu oponente. Se ele bloqueasse o primeiro ataque em diagonal, o pirata daria um salto para trás e então, tentaria uma estocada no pescoço dele e então, caso conseguisse acertar, retiraria a espada do pescoço dele e continuaria seu avanço contra os soldados, usando as mesmas táticas iniciais e caso seus oponentes dos ataques em diagonais se esquivassem ou bloqueassem, faria os casos dito agora pouco.

Agora, para os casos dos ataques em seus oponentes na horizontal, caso eles se esquivassem para os lados, Hynno avançaria com sua corrida e aceleração até seu oponente e faria outro corte na horizontal, agora, da esquerda para a direita, ainda no pescoço do oponente. Se a esquiva fosse para trás, o piromaníaco avançaria em ziguezague até ele e então, faria o mesmo corte na horizontal, só que agora, da esquerda para a direita e na mesma direção. O pescoço. Caso ele bloqueasse o primeiro corte, que era da direita para a esquerda, Hynno iria rapidamente se agachar e daria um giro completo, da direita para a esquerda terminando-o descrevendo um arco na diagonal. Da esquerda para a direita e de baixo para cima, na direção do peito do seu oponente e então, prosseguiria almejando seus oponentes com suas táticas já citadas acima.

Agora, caso durante seus avanços contra os soldados, Hynno conseguisse roubar uma das espadas, não utilizaria a nova, utilizaria a sua de sempre, mas seguraria o cabo da roubada para que ela não caísse ou fosse roubada de volta. Caso algum dos soldados, viesse na sua direção utilizando alguma arma branca e tentasse um contra-ataque na horizontal, Hynno tentaria bloquear, dando um salto para trás, enquanto que, com a espada da mão esquerda, botaria sua espada na vertical na intenção de bloquear o ataque do sujeito enquanto que, com a outra mão segurando a outra espada, tentaria uma estocada no olho direito de seu oponente e se fosse feito com sucesso, tentaria fazer sua lâmina atravessar mais ainda e então, daria um salto para trás e segurando o cabo daquela espada, puxaria com tudo para trás, para retirar daquele local. Se o ataque fosse na vertical, botaria sua espada da mão esquerda na horizontal um pouco à frente de seu corpo, enquanto que, com a outra espada, tentaria uma estocada em seu peito e se a estocada fosse um sucesso, tentaria aprofundar mais a estocada e se conseguisse, iria retirar rapidamente a espada pelo cabo e saltaria para trás.

Se fosse um ataque na diagonal, da esquerda para a direita, botaria sua espada também na diagonal, da direita para a esquerda, na intenção de bloquear o ataque do oponente e com a espada da mão esquerda, tentaria uma estocada no pulso daquela mão de seu oponente e em seguida, se afastaria, na intenção de ficar numa distância segura de seu oponente. Se fosse da direita para a esquerda, faria a mesma coisa, só que, tentaria bloquear botando sua espada na diagonal e da esquerda para a direita e com a outra mão com a espada livre, a da direita, faria a mesma coisa. Tentaria uma estocada no pulso daquela mão.

Se fosse uma estocada, Hynno tentaria saltar para o lado que tivesse livre, enquanto que, botaria uma de suas espadas na frente, para bloquear durante o salto. Durante o salto, com a outra espada livre, tentaria um corte na vertical na mão de seu oponente, na intenção de cortar aquele membro dele fora, ou pelo menos alguns dedos ou então, feri-lo. Não esperaria para ver, então, dando certo ou não, o lunático se afastaria de seu oponente, ainda numa posição defensiva. Se o soldado fosse alguém que não utilizasse armas, usasse seu corpo, como o brutamontes e ele viesse em sua direção e tentasse um direto de direita ou de esquerda, Hynno tentaria um salto para o lado oposto do ataque e após a tentativa de esquiva, tentaria um corte na vertical na mesma mão que o sujeito havia atacado, enquanto que, com a outra espada, tentaria uma estocada em seu pescoço. Se sua estocada fosse um sucesso, tentaria aprofundar a ferida ainda mais, se conseguisse, retiraria rapidamente e se afastaria do oponente. Se não conseguisse aprofundar a estocada no pescoço, retiraria a lâmina e se afastaria do adversário. Se fosse um cruzado, saltaria para o lado oposto e em seguida para trás e executaria o mesmo ataque, do caso de ser um direto.

Se ele executasse um ataque com um chute direto, utilizando suas pernas, Draguren saltaria para o lado oposto e tentaria uma estocada em seu joelho, o da mesma perna utilizada, enquanto que, com a outra espada, tentaria um corte na horizontal, na direção dos olhos de seu adversário. Se ele tentasse um ataque pelas laterais com alguma perna, tentaria bloquear, utilizando sua espada do lado que o inimigo atacava e se naquele momento, ele de repente, me atacasse também com a outra perna, Hynno saltaria para trás e em seguida, daria um impulso para frente e tentaria com a da mão esquerda, uma estocada no ombro daquele mesmo lado, enquanto que, com a da mão direita, tentaria perfurar a testa do sujeito e sendo sucessivo no seu contra-ataque ou não, o espadachim se afastaria do oponente. Se após bloquear o chute, ele não tentasse um outro chute com a outra perna, Hynno com a espada livre, tentaria perfurar a batata da perna da qual havia bloqueado o ataque e em seguida, se afastaria numa posição defensiva.

Caso não conseguisse pegar uma segunda espada, os casos acima de um contra-ataque, apenas tentaria fazer as coisas defensivas e quando tivesse alguma brecha, tentaria executar a ofensiva daquele caso e prosseguiria adiante contra os outros, mas antes, roubaria a espada daquele soldado, isto é, se ele tivesse morto ou inconsciente. Se não conseguisse rouba-la, prosseguiria com os casos, utilizando apenas a sua espada e se adequando com cada caso, principalmente as defensivas do contra-ataque do oponente e o seu contra-ataque após a do oponente.

Caso alguém parasse a luta, como se fosse uma ordem, vinda por Kallif para os soldados, Draguren prosseguiria com seus avanços mesmo assim. Se fosse forçado a parar por alguém, como sendo segurado para separar a luta e fazer o abatedouro acabar, Hynno se mexeria para tentar sair e diria. – Me solte! E então, caso o sujeito me soltasse, guardaria a espada de volta na bainha e perguntaria. – Então, o que você quer? Para ter parado a briga...  Perguntaria curioso para quem tivesse parado a luta, isto é, se fosse Kallif ou alguém da guarda real, pois, se fosse Doppio ou algum outro membro do grupo, Draguren não daria ouvidos e continuaria. Agora, caso seu Peão Peãozinho não fosse executado com sucesso, sendo impedido por bloqueio, o espadachim saltaria para trás e começaria o seu avanço, com as táticas ditas logo no início.


Objetivos:
 

Madness:
 

Peão Peãozinho:
 


Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Última edição por OverLord em Dom 11 Jun 2017, 04:20, editado 5 vez(es)
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Ao meu redor, além de guardas e do cheio-de-si Khalif, estavam Hynno e Uvogin. Meus olhos dançaram entre eles e os inimigos, embora algo em mim dissesse para não diferenciá-los. Do meu ponto de vista, Hynno era tão maluco quanto aparentava. Esse retardado fala sozinho também, pela madrugada... Foi quando a fala de Khalif veio à tona que meus olhos negros e afiados se ergueram um pouco mais, de Hynno à Khalif, encarando-o fortemente, como um búfalo. — Força? Punição? Seguir regras...? ME PRENDER? — A voz infantil se agravava pro final da frase, soando como um agridoce maldito no paladar mais sensível. Carniceria estava em posse de meus inimigos, mas pelo visto eles não sabiam da sua irmã mais velha. Eu sorri. — Quem você pensa que é pra punir um homenzinho livre, seu grande pedaço de lixo? — Mesmo que não fosse muito grande, dançava o frevo infernal com a língua, cuspindo palavras sujas e pesadas para fora da boca em torrentes; em alguns momentos, entreolharia os inimigos para tentar localizar Carniceria, mas sempre terminaria com os olhos nos de Khalif, os braços imóveis. — Você parece um homem já experiente, não uma criancinha de verão; a força não tá ligada nessa merda de obedecer regras, mas sim na sua capacidade de quebrá-las; e eu quebrei uma regra, e quebrei uns quatro corpos também, hah... — Eu respirei fundo e toquei lentamente a cicatriz; não aparentava ameaça.

Sendo assim... — Olharia fixamente para o capitão da guarda real, para o tamanho de sua cabeça e o que tinha atrás dela. Caso estivesse sendo segurado, com as mãos do inimigo segurando meus braços, daria uma súbito pico de força para tentar me soltar, além de uma cabeçada breve na direção daquele que me rendia. — Que tipo de maldita força um fodido de um homem tem que tem pra não matar um puto como você aqui e agora?! — Caso conseguisse me soltar, descarregaria o peso do braço direito num dos bolsos e lá deveria encontrar Silentia; dentro desse intervalo minúsculo de tempo onde ocorreria o famoso "saque-rápido", estaria o movimento de me afastar mais um passo dos inimigos e destravar a arma. A mão esquerda agora estaria livre. Gatilho metálico parecia epilético.

Furenjīdotorigā
フレンジートリガー
Frenzy Trigger

Com a canhota, fisgaria o primeiro cartucho. A direita firmaria a arma e dispararia subsequentemente até que o cartucho que já estava na pistola acabasse, mas na penúltima bala, a mão direita já estava a postos; nesse momento, assim que o catucho acabou, o segundo já estava sendo acoplado na arma, dando continuidade aos disparos. Feixes amarelados de calor e pólvora queimada saíam da boca de metal da arma sutil, voando como pequenos torpedos pelos ares. Esse processo não se repetiu, totalizando dois cartuchos e dezesseis balas que dispararia à queima roupa no homem que me rendera e em qualquer outros próximo a ele; graças à proximidade, visaria acertar pontos críticos da maioria, como pescoço, cabeça e peitoral. — Cê pode ir tirando o cavalinho da chuva; tu e teus homens não são nada comparados a nós, os... — Diria enquanto olharia fixamente para Khalif; a falta de um nome era sentida pela primeira vez. — Hah, não vou te dizer tão fácil, otário. — Tentaria dar aquela enganadinha básica. — Mas isso sim é força; encarar o inimigo mesmo que em maior número só pra enfiar um bagulhão bem fundo no excretor deles,
pô! Nem pensa que chegar aqui com um esquadrãozinho de quinta é sinônimo de força, seu velho hipócrita franhudo!


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptyTer 13 Jun 2017, 04:11


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Arcangelo / 08 / 1 Páginas / Atirador / Médico


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bem quando estava prestes a disparar contra os homens que cercavam à Doppio, fui impedido por um disparo que me atingiu nas pernas, algo não muito confortável de se lidar. Não só a carne ardia mas também doía mais a cada vez que o sangue pulsava naquela área e, pior ainda, foi descobrir quem era o atirador em questão, a mulher com a qual eu comprei o livro outrora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estava claro que ela que seria minha oponente por ora, não conversamos por muito tempo mas o simples fato de ela ter citado meu pai talvez me fizesse hesitar em atirar contra a mesma, porém, como aprendi com meu velho sempre será eu ou ele, quem atirar primeiro sairá vivo e o outro...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sabendo que não haveria outra escolha senão lutar contra a senhora, por isso, usufruiria de minha ambidestria para apontar ambas as minhas armas na direção da mesma, seguindo-a até nos movimentos mais sutis. Disparando em pontos vitais visando finalizá-la de uma vez, sem fazer com que ela sofra. Continuaria tal ato até onde me fosse possível. Caso abatesse a mulher, virar-me-ia e auxiliaria à Doppio e Hynno.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esquivar-me-ia caso a senhora ou qualquer outro que ali estivesse tentasse alvejar-me, utilizando de movimentações suaves ou não adequando-me à situação, procurando cobertura se porventura houvesse muitos atiradores no local. Se, por um acaso, houvesse de não ter mais inimigos ou ocorresse de eu ter que fugir, eu o faria, buscando o navio ou, se não pudesse, um esconderijo temporário.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptyQui 15 Jun 2017, 01:04




(Des)Venturas em Lvneel


"Um homem não está acabado quando enfrenta a derrota. Ele está acabado quando desiste."  Richard Nixon




Enfim o gigante havia aceitado a ideia da derrota. Largado no solo, sua atitude surpreendia Eric, que não imaginava uma reação tão “curiosa” por parte do gigante. Suas lágrimas escorriam pelo seu grande rosto e padeciam sobre o solo, que era encharcado naquele momento de sangue proveniente de uma árdua batalha, por parte de Jurgen. A aceitação da derrota era mais dolorosa que qualquer machucado que o imbatível gigante, pelo menos em sua mente, pudesse adquirir.

- Aqui é o Eric! Solicito reforço aqui, próximo a minha ferraria. Uma dupla de marinheiros estava perturbando a minha paz e precisam urgentemente de tratamento. Não quero que a morte sirva como penitência para esses monstruosos seres, sejam quais forem seus pecados!

O capitão encerrava sua chamada em um pequeno objeto que tinha a forma e aparência de um caracol. Sua aparência era curiosamente parecida com a de um marinheiro. Sua boca transmitia mensagens de voz. O capitão então caminhou em direção a Rise, que continuava caída. Se mover era um empecilho, mas a ninja adotava ali a tática da estabilidade. Não moveria uma palha contra o capitão e sua imponente presença. Em contrapartida, ele retirava novamente sua lâmina, a qual havia guardado anteriormente enquanto falava no estranho aparelho e a olhava.

- Essa lâmina já cortou mais inimigos do que vocês podem imaginar. Essa lâmina já viu mais mortes do que vocês podem contar. Esse era o seu destino, essa é a minha justiça. Vocês é um risco a toda vida civil nesse imenso mar e não posso permitir que vocês prosseguissem como querem. Agora preciso garantir que você também não sairá daí!

O capitão então movimentava sua lâmina em um movimento ascendente, a ninja já tinha uma ideia do que viria a seguir, aquela lâmina faria mais uma vítima, ela não podia deixar isso ocorrer, algo tinha de ser feito. Impressionantemente, ela sacou algumas shurikens e arremessou na direção do rosto do capitão, que rapidamente sumiu e apareceu à frente da ninja, com sua espada estocada em sua outra perna, em sua panturrilha, lâmina essa que o espadachim manuseava em um golpe giratório, danificando o máximo de nervos possíveis da perna da mulher.

- Aahh... – desmaiava.

- Agora você não sairá nem que queira daqui sozinha... – acentuava.

O velho então guardava seu sabre e voltava ao que estava fazendo anteriormente. Seu semblante não era de preocupação, agora ele voltava a agir serenamente. Guardando seu casaco, o velho sentou-se em um pedaço de metal e voltou a dar forma a um sabre ao qual estava empenhado antes de Jurgen atrapalhar.

Longe dali, o restante do grupo se encontrava em uma situação bastante tensa. Hynno então, animado com as informações conseguidas, regia da melhor maneira para ele, atacando os membros da guarda que estavam ali. Eram cinco fora Kaliff e o homem que segurava Doppio. Com uma movimentação sagaz proveniente de sua técnica de combate, Hynno conseguia abater dois inimigos instantaneamente. Seus golpes não eram fortes, porém eram fatais, bom acerto do rapaz. A partir do terceiro, eles já identificavam o alvo e a maneira, assim desviavam mesmo que pouco para não vir golpes fatais.

Sua velocidade o transformava em um predador natural para aqueles iniciantes da guarda que ali estavam. Seu excesso de treinamento era problema para eles contra um monstro de alta velocidade e ótima mira em seus golpes. Mais um golpe era preparado, porém o mesmo se cancelava devido à movimentação de Kaliff, temendo por mais baixas, entrava em ação e golpeava o rapaz com uma forte investida, que o arremessava alguns metros. Por mais que a velocidade do rapaz fosse grande, o grande Kallif não ficava atrás e, sua tremenda força ficou evidente nesse golpe. Mesmo bloqueando, Hynno era arremessado e caía sobre algumas mesas, onde estavam três homens de paletó, vestindo capas.

- Você estragou meu café, garoto... – comentava a voz – Oh, que surpresa agradável, olha se não temos aqui o Piromaníaco Draguren Hynno! – exclamava ironicamente sacando uma pistola e apontando para a cabeça do rapaz – Me dê um bom motivo para não te matar agora, Piromaníaco.

Enquanto isso, Doppio tentava argumentar e ludibriar o guarda que o rendia. Da maneira que estava o atirador nada podia fazer. Suas palavras soavam como músicas de uma sinfonia de morte, que deixava o homem confuso com o que estava fazendo, fornecendo a brecha necessária para o atirador se mover, entretanto, Kaliff percebia a tentativa de Doppio e não gostava nada disso.

- Soldado, não solte esse assassino de maneira alguma! Entendeu-me! – bradava intensamente o líder do pelotão.

Suas palavras faziam até mesmo Doppio tremer, sua tentativa de se soltar da rendição de seu inimigo havia falhado. A intensidade da ordem dada por Kaliff era imensamente maior e com isso fez o soldado voltar à sã consciência. Dos três, o que permanecia calado e estático era Uvogin. Ele não havia comentado nada até então, apenas de cabeça baixa ele ouvia tudo acontecer.  Kaliff sentia a força do homem apenas por olhá-lo da cabeça aos pés e isso o preocupava de certa maneira.

- Garoto, chame a cavalaria de reforço e travam minha espada! Essa confusão está apenas começando! – ordenava Kaliff enquanto se preparava para uma possível luta com Uvo.

Uvogin permanecia parado. Seus músculos tremiam por completo. Seus punhos estavam o mais cerrado possível. Seus dentes rangiam de ódio, de raiva, o urro de ira se espremia para sair. O soldado ordenado por Kallif então saía em disparada a certo local da ilha. O líder tomava a dianteira do seu grupo e ordenava que os outros guardas iniciantes se afastassem.

- Pra que todo esse medo... Só vamos brincar um pouco... EU VOU TE MATAR, APENAS ISSO! – bradou Uvogin partindo em direção à Kalliff.

Perto dali, Ambrosio entrava em um dilema consigo mesmo. Precisava atacar, precisava revidar de alguma maneira não poderia perder para uma simples velhinha, quem ataca primeiro, acabaria vivo, pensava ele. Suas mãos coçavam para pegar suas armas, porém, antes do mesmo pensar em fazer isso, a velha lhe deu uma coronhada e, aproveitando o movimento, derrubou o rapaz no solo e pisou em sua cabeça.

- Largue as armas seu merdinha! Pensa que nasci ontem? Larga!

Enquanto pisava na cabeça de Ambrosio, a mulher tinha sua atenção atraída por um grande barulho de algo se destruindo. Era à frente. Um grande homem voava em direção às mesas próximas aonde Hynno havia caído. Kallif limpava suas mãos e sua roupa enquanto via Uvo levantar-se.

- Você é duro na queda, mas eu sou o cachorro mais bravo desse quintal! – afirmava.


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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 4 EmptySex 16 Jun 2017, 01:11

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Segurar uma bomba nos braços não é força, bundão.



Assassino? Os olhos escuros ascendiam ao rosto de Khaliff; ser chamado de assassino era novidade, e sinceramente, não era nem ruim nem boa. Eu concordei em fazer esses sacrifícios pra foder o rabo daquele filha da mãe. Respirei fundo, queria coçar a cicatriz. Mas não muito. Agora... Percorreria com os olhos todos os guardas e inimigos em geral que pudesse encontrar, o intuito era contar os que ainda estavam vivos ou pelo menos ali; também procuraria quem estivesse se afastando para chamar reforço, movido pela ordem de Khallif. Eu nem me importo tanto mais; somos todos uns pedaços de carne mesmo.

Nesse instante, tocando uma música foda na minha cabeça e uma câmera girando em 360 comigo no epicentro, sorriria. — Segurar uma bomba nos braços não é força, bundão. — Apoiaria o corpo numa das pernas e subiria a outra para trás, de modo a mirar o calcanhar nas partes baixas do cara que me segurava. A força aplicada seria o máximo que eu conseguisse no momento, e o intuito era causar tanta dor que pudesse me soltar.

Caso obtivesse êxito, me jogaria para o mais longe que conseguisse no momento, e na posição que mais me concedesse visão do soldado que saíra pra buscar reforço (caso ainda estivesse lá); durante o movimento de evasão da custódia do inimigo, sacaria Silentia e usaria a ambidestria e os olhos afiados para estabilizar uma mira o mais rápido possível; essa mira se focava no soldado anteriormente dito, mais precisamente em suas costas. — Nem fodendo que eu vou deixar cês trazerem mais peõeszinhos pra cá! Pega no meu *** aqui, hahahehahehauehauea. — Puxaria o gatilho para fazer o objeto de metal escuro cuspir num pfhh meio abafado um projétil que iria na direção das costas do guarda, com o intuito de botá-lo no chão. Mesmo que provavelmente a mais sensata atitude seria atirar nos que estivessem mais perto primeiro, dado meu estilo de fazer primeiro e lidar depois (além de não querer mais gente ali pra botar no meu traseiro), preferi proceder daquela maneira clã. Será que procedi certo? Mas assim que executasse o tiro, acertando ou não, logo voltaria a atenção para todos os inimigos mais próximos de mim, e usando a visão afiada para mirar bem sem tanto gasto de tempo ou esforço, dispararia acima dos peitos de todos os inimigos que encontrasse com os olhos, com a intenção pura de finalizá-los.

Caso não conseguisse e fosse alvo de ataques, usaria o corpo menor que a média como vantagem para jogá-lo por espaços que pessoas de estaturas comuns não passariam, como espaços entre pernas (caso passasse, tentaria atirar em algum ponto por ali; uma tática antiga e que sempre rendeu um pouco de sangue e bosta, dependendo do lugar...), além de inclinar o corpo para as mais variadas direções que me tirassem do trajeto de armas brancas e até de projéteis de todos os tipos; os movimentos também incluiriam saltos com abertura das pernas, agachamentos, alongamento ou reclusão dos braços ao tronco, movimentos crus e ríspidos de pescoço que demonstrariam até certa superioridade, recuos e até avanços, de modo a encurtar distâncias para tiros à queima roupa, que sempre seriam focados no pé do pescoço, peito ou cabeça.

Caso não conseguisse me soltar, continuaria ali parado, e faria o máximo de força possível nos membros que estivessem sob posse do soldado, tentando me soltar (se em algum momento conseguisse me soltar, os casos acima seriam executados) e sair da "posse" do inimigo.

Aí, Hynno. — Tentaria ganhar pelo menos uns dois metros de distância de qualquer inimigo, sempre com a pistola em mãos; a falta de Carniceria naquele momento estava sendo sentida. Um dos meus xodós foi roubado, que bando de fodidos.Parece que cê tem um apelidinho; e a gente precisa de um nome, percebi isso agorinha. — Nem me atreveria a olhar para o "companheiro", sempre me mantendo atento aos arredores, movimentos e inimigos. — E fora isso, mano... — Miraria todos os inimigos e me esforçaria pra ir me afastando mais, sempre procurando uma rota de fuga. — Vamo botar no rabo desses caras antes que eles botem no nosso, porque eu sinceramente não quero levar no rabo, tu quer? Acho que sim, mas se for tu toma sozinho. — Apontaria para Hynno, escarnioso. — Aí rapazeada, se bobear o doidão da espada ali quer levar no traseiro, me deixem em paz e paulada nele ali, 'té mais. — O intuito era provocar algum tipo de reação que tirasse o foco dos soldados e abrisse suas guardas; assim, caso acontecesse da maneira esperada, miraria e atiraria naqueles que apresentassem esse efeito, mas esses receberiam o projétil nas pernas. Assim que a arma acusasse falta de munição, recarregaria-a com a maior velocidade que conseguisse.

De toda forma, tentaria aos poucos sair da zona mais perigosa e desvantajosa para mim, sempre buscando um ponto que eu pudesse disparar contra todos sem ser alvo de todos; em segundo plano, também tentaria me reagrupar com Arcangelo, mas não faria nada sobre inimigos que já estivessem atazanando-o. Esperaria por uma abertura para tomar posse de Carniceria outra vez, e caso encontrasse, não hesitaria em me jogar para cima da arma (mesmo que cercado por inimigos), guardando Silentia no movimento; uma vez em posse da SMG, lembrar-me-ia do modo de disparo consecutivo já ativado e descarregaria projéteis em todos os inimigos próximos, para limpar o ambiente.

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptySex 16 Jun 2017, 01:35


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
Post: 08 | Localização: Lvneel



Era um monstro dentre ovelhas. Havia matado dois soldados e os outros três, conseguiam se esquivar das tentativas do espadachim, uma pena. Estava no abatedouro, era o açougueiro e os soldados os animais. Sua espada era a arma da matança e o local aberto era o local onde as vidas dos animais seriam tiradas pela espada do pirata, pelo menos, contra os soldados. Foi então, que Kaliff se mostrou ser um oponente forte, acertando o espadachim que, mesmo bloqueando, havia sido lançado até uma das mesas, onde agora se encontrava em pedaços e debaixo do lunático. Um café da manhã arruinado por uma briga. Havia sido jogado para fora do abatedouro pelo líder do rebanho e estava caído sobre uma mesa, onde só naquele momento, notava que tinha três pessoas na mesa que havia sido recém destruída pelo impacto do corpo de Hynno.

Se não bastasse o problema com Kaliff e os soldados, o líder havia jogado o lunático numa mesa com três indivíduos com capa e um deles, parecia reconhecer o psicopata e o chamava também por: “Piromaníaco”. Fazendo o mesmo sorrir, parecia que informações sobre seu feito havia sido espalhado, mas piromaníaco não era um de seus feitos, tudo bem que, havia feito parte do zoológico de Malkiham pegar fogo, além de um bar em Micqueot, além disto, mais nada. Mas, no momento não poderia discutir, pois estava em território inimigo, cercado por animais. De um lado, Kaliff e suas ovelhas, do outro, os três de capa e o mesmo que havia reconhecido o pirata, estava apontando uma arma para a cabeça do espadachim. – Me dê um bom motivo para não te matar agora, Piromaníaco. Hynno então, sorria para o sujeito e dizia. – Bem. O inimigo do meu inimigo, é meu amigo. E o amigo do meu inimigo, é meu amigo. Palavras confusas? Um pouco contraditórias? Talvez.

Precisava daqueles segundos, os segundos de reflexão sobre o que o procurado havia dito e então, poderia agir. Bem, tendo tais segundos ou não, rolaria rapidamente para a esquerda, claro, a esquerda de Hynno. Pois, se ele foi lançado por Kaliff e derrubado a mesa, significava que o trio estava atrás do corpo de Hynno e não em sua frente. Ao rolar para a esquerda, não perderia tempo, assim que já estivesse tendendo para a esquerda, se levantaria e com a espada ainda na mão esquerda, tentaria um corte na diagonal, de baixo para cima na mão que o homem portava a arma de fogo. Se fosse um sucesso ou não, assim que o golpe terminasse, isto é, a espada já estando na esquerda e em cima, Hynno rapidamente, faria um corte na horizontal, na direção do pescoço do sujeito. Se o segundo ataque também fosse um sucesso, o espadachim estava pronto para avançar nos outros dois, mas antes, impediria que o corpo do primeiro caísse e então, segurá-lo-ia pela capa, se fosse muito pesado para segurar com uma das mãos, apenas soltá-lo-ia e avançaria em ziguezague na direção aos outros dois com capa. Se conseguisse segurar o primeiro facilmente, usá-lo-ia como escudo para casos de ter outro atirador e se esse fosse o caso, deixaria o corpo do primeiro na frente e soltá-lo-ia e então, avançaria para o mais próximo, em ziguezague. Se não houvesse tiros em sua direção, apenas soltaria o corpo do primeiro e avançaria do mesmo jeito contra os outros dois.

Caso o atirador se esquivasse do primeiro ataque e não estivesse no alcance para o ataque na horizontal, o espadachim utilizaria de sua aceleração para alcança-lo e quando estivesse no alcance, tentaria um golpe em diagonal, da direita para a esquerda, de cima para baixo na cabeça do oponente. Caso o golpe na diagonal acertasse o atirador, Draguren não perderia tempo e faria um na horizontal, no pescoço do sujeito e partiria para os próximos, onde executaria as coisas dita logo em seguida. Se o oponente se esquivasse para trás do ataque em diagonal, Hynno saltaria na direção dele e daria um giro completo, da direita para a esquerda e com a espada na horizontal e quando o giro estivesse pronto para ser completado, se agacharia rapidamente e tentaria um corte na horizontal no peito do seu primeiro oponente. Se no ataque da diagonal ele se agachasse, rapidamente botaria a ponta da lâmina para baixo e desceria rapidamente, como se sua espada fosse um espeto e a cabeça do atirador, a carne. Pretendia perfura-la e se conseguisse, não perderia tempo e partiria para os outros. Se ele esquivasse para os lados, afim de se esquivar da possível perfuração no crânio, giraria sua espada, deixando-a na posição certa, com a ponta para cima e tentaria um golpe na diagonal, da direita para a esquerda, da direita superior até a esquerda inferior, ainda na cabeça do atirador. Se o oponente de capa se esquivasse da perfuração para trás, Hynno acompanhá-lo-ia e tentaria um golpe na vertical, de baixo para cima e logo em seguida, tentaria descrever outro golpe na vertical, agora, de cima para baixo, ainda na cabeça do atirador. O segundo golpe na vertical, apenas ocorreria caso o primeiro fosse um sucesso, ou o atirador se esquivasse do primeiro. Se o atirador bloqueasse seus ataques com sua arma de fogo como escudo, continuaria seus ataques sem cessar.

Seu próximo alvo, seria os outros dois, mas atacaria o mais próximo e ao encontrar o mais próximo de Hynno, o espadachim tentaria uma estocada no pescoço dele e em seguida, se fosse um sucesso, tentaria rasgar o pescoço do oponente, empurrando com o cabo da espada para a direita, fazendo assim, uma morte um pouco mais rápida e sangrenta e então, avançaria para o próximo e se ele estivesse próximo, tentaria um ataque na diagonal no peito dele, de cima para baixo e antes que a ponta da espada estivesse totalmente para baixa, faria um segundo ataque, descrevendo um arco na horizontal na cintura do rapaz. Sabia que não tinha tanta força para separa-lo ao meio, mas poderia fazê-lo sangrar e fazer seus movimentos ficarem mais lentos com o ferimento. Se ele se esquivasse do ataque em diagonal, o ataque em seguida ainda aconteceria, mas se o oponente estivesse fora do alcance para a sequência, Hynno utilizar-se-ia de sua corrida e aceleração para ficar mais próximo dele e então, continuaria sua sequência de ataque, que era o arco na horizontal, na cintura do sujeito e após tal tentativa, saltaria na direção do oponente e tentaria outro golpe na diagonal, agora, mirando o pescoço dele.

Caso o sujeito bloqueasse seu ataque em diagonal, Hynno daria um salto para a diagonal direita e assim que a ponta de seus pés tocasse o chão, se agacharia rapidamente e tentaria um ataque na horizontal na parte de trás do joelho esquerdo do oponente e em seguida, se levantaria rapidamente, com a ponta da lâmina para cima e tentaria perfurar o pescoço dele. Se ele bloqueasse o ataque que Hynno descrevia um arco na cintura dele, o psicopata assim que o ataque sofresse o impacto com a arma do outro, daria um giro de 360º para a direita e quando estivesse quase para ser completando o giro, deixaria a espada na horizontal e soltaria o cabo, enquanto prosseguiria com um falso ataque na horizontal, enquanto que, com a mão esquerda, pegava o cabo de sua espada e faria o verdadeiro ataque na horizontal, na cabeça do sujeito. Caso ele conseguisse afastar a espada do pirata, Hynno procuraria recupera-la, utilizando-se de sua corrida e aceleração, além de buscar fazer uma corrida em ziguezague para se precaver. Mas, caso não conseguisse se aproximar muito, procuraria pegar uma espada mais próxima, isto é, caso sua espada estivesse muito longe, mas muito mesmo.

No caso da estocada no pescoço do sujeito, o mesmo se esquivasse para os lados, Hynno buscaria segui-lo e tentaria novamente, um ataque na horizontal, buscando o pescoço do oponente e caso ele bloqueasse o golpe, Draguren buscaria dar um giro completo, da direita para a esquerda e ao completar o giro, tentaria um ataque na diagonal, visando acertar a cabeça do oponente. Se ele bloqueasse tal ataque em diagonal, iria se agachar e enquanto se agachava, o pirata trabalhava com seus pés e giraria novamente em 360º e com sua lâmina na horizontal, seu objetivo ao final do giro, era fazer um corte na horizontal, no peito de seu oponente. Se em algum momento, seja no início, no meio ou no fim de seu embate com aquele trio, escutasse a voz de Doppio e ele comentasse algo a respeito do que o atirador havia dito, não perderia tempo olhando para a criança, apenas esboçaria um sorriso e o responderia, enquanto executaria as ações do momento. – É, precisarei me informar mais sobre este meu apelido com quem sabe..

Caso algum dos sobreviventes do trio, viesse ao seu encontro, para um contra-ataque durante sua investida, utilizando alguma arma branca e tentasse um contra-ataque na horizontal, Hynno tentaria bloquear, dando um salto para trás e em seguida, prosseguiria com as ações daquele momento. Se o golpe fosse na vertical, botaria sua espada na horizontal um pouco à frente de seu corpo e daria um salto para trás e logo em seguida, quase no mesmo instante, um para o lado direito e então, prosseguiria com os casos do momento. Se fosse um na diagonal, o piromaníaco botaria sua espada também na diagonal, mas na direção oposta na qual seu oponente havia atacado, para o choque das armas formasse um "X" entre elas e então, daria dois saltos para trás e continuaria com seu ataque que estava planejando naquele momento. Agora, se fosse uma estocada, o lunático tentaria saltar para o lado que tivesse livre, enquanto que, botaria sua espada na frente por precaução. Durante o salto, caso notasse que sairia ileso e que a espada na frente fosse uma besteira, ainda no ar, tentaria descrever um arco na vertical, visando acertar o braço daquele sujeito e assim que pisasse no chão, buscaria continuar com suas ações daquele instante dito. Se fosse com golpes limpos, isto é, corpo-a-corpo, o espadachim não marcaria bobeira como havia acontecido antes. Se fosse um direto de direita ou de esquerda, o pirata tentaria um salto para o lado oposto do ataque e após a tentativa de esquiva, tentaria um corte na horizontal, junto com um salto na direção do sujeito na direção do pescoço dele. Se o golpe fosse com chute, ao invés de socos, o pirata procuraria saltar para um dos lados disponíveis e assim que seus pés pisassem no chão após o salto, utilizar-se-ia de sua corrida e aceleração para alcançar o sujeito e então, tentaria um golpe na horizontal, no pescoço do mesmo. Se o sujeito se abaixasse, após o golpe na horizontal, tentaria no mesmo instante, um na diagonal, visando acertar a cabeça de seu adversário. Se o oponente se afastasse, utilizar-se-ia da corrida e aceleração para retomar a distância entre os dois e tentaria uma estocada na cabeça do inimigo. Se fosse um golpe com chutes, não diretos, mas sim pelas laterais, o procurado tentaria bloquear, utilizando sua espada do lado que o inimigo atacava e se naquele momento, ele de repente, parasse aquele chute e me atacasse agora, de repente, com a outra perna, Hynno saltaria para trás e em seguida, daria um impulso para frente, com sua aceleração e tentaria uma estocada no pescoço do inimigo. Se ele não parasse aquele chute e o golpe dele causasse um impacto com sua espada, sabia que havia conseguido algo, ele não conseguiria resistir ao dano que poderia ter tomado com o chute contra a espada, tomando dano ou não, sofrendo algo ou não, avançaria na direção do sujeito e tentaria um golpe na vertical, no meio do crânio de seu oponente.

Utilizar-se-ia das mesmas táticas, caso os soldados decidissem atacar o pirata, faria as mesmas coisas ditas acima. Também ficaria preparado para caso Kaliff procurasse intervir no embate, com uma investida assim como havia feito da última vez, pararia seu avanço e procuraria se afastar do búfalo e de sua investida, procuraria dar alguns saltos para trás, para se afastar da área de impacto da investida e caso Kaliff decidisse lutar com o pirata pirado, o espadachim utilizar-se-ia das mesmas ofensivas, defensivas e contraofensivas que utilizaria contra o trio de capa. - Me fale o que você sabe sobre mim, Kaliff. Fiquei curioso pelo fato de um dos caras de capa disse. Ele me chamou de, como foi mesmo? Ah é. O Piromaníaco. E ainda sabia sobre meu nome. Que informações foram ditas sobre a minha pessoa? Perguntaria para o líder do rebanho, seja lá em como esteja a situação, seja ainda enfrentando o trio ou algum dos soldados ou então, o próprio líder, mas não se descuidaria com o cenário.



Objetivos:
 

Madness (1/2):
 


Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptySab 17 Jun 2017, 11:38



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não pude nem ao menos reagir, tentei, mas sem ter qualquer coisa que pudesse chamar até mesmo de próximo de dar certo. Estava deitado, com uma mulher me fazendo praticamente de refém, podia-se dizer que estava indefeso. ”Se ela não fosse uma vida mais velha que eu, quem sabe isso não seria bom?... Pelo visto só me resta aguardar." pensava comigo mesmo, enquanto rendido. A dor nos membros inferiores era terrível, me fazia repensar sobre o que pensei mais cedo sobre a senhora, achei que tirar sua vida não seria tão fácil assim, mas é a realidade, matar ou ser morto. E pensar que eu via isso como algo divertido observando ao meu pai.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Até então, meu descarado sorriso não estaria presente, entretanto mostrá-lo-ia enquanto me colocaria a olhar para o rosto da florista que pisava em mim, para provocá-la apenas com o simples olhar, talvez não fosse o mais sensato, entretanto não é de meu feitio deixar alguma expressão em meu rosto se não a de felicidade. Conseguindo ou não ter a visão que almejava, soltaria mais uma de minhas provocações após pigarrear.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sejamos francos, senhora, ambos sabemos que não quer estragar esse rostinho bonito, e também somos os dois cientes de que  eu não conseguiria sacar minhas armas antes de você ou até mesmo correr sem morrer pela hemorragia ou por ser atingido pelas costas. Quer dizer, seu sapato até que é bem confortável porém seria melhor se parasse de pisar em mim não concorda? -pausaria- Também seria bom se eu pudesse me levantar, mesmo que limitadamente, apenas para admirar mais sua beleza é claro.. -diria, de forma descarada porém sincera-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto proferiria minhas palavras, afastaria minhas mãos das armas caso estivessem próximas, deixando-as de preferência não muito distante de minha cabeça, mostrando assim que estava me rendendo. Se houvesse de ter o consentimento daquela que me rendia, erguer-me-ia conforme fosse-me permitido, ficando de joelhos se necessário -o que era de se esperar que me fosse ordenado- durante todo e qualquer movimento realizado, manteria minhas mãos longe de meus instrumentos de metal que já tanto ansiavam por meu toque.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, se me fosse negado este direito mesmo após suplicar por tal, apenas me manteria no chão, na mesma posição e, mesmo que estivesse restringido a poucas ações, manteria meu olho até onde pudesse enxergar, procurando saber sobre o que poderia ser usado ao meu favor, seja por algum elemento do cenário vivo ou não. Também tinha em mente que, se possível, observaria a própria mulher que me tinha nas mãos, visando procurar possíveis brechas, talvez aberturas em suas defesas ou fraquezas em suas ações, algo repetitivo por exemplo, como uma mania.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Contudo, não me colocaria a agir até que encontrasse uma brecha clara e certa, que me desse uma boa folga para agir antes que a mesma reagisse, estava ciente da velocidade que seus reflexos tinham e, por isso, não cometeria o mesmo erro novamente. A brecha que procurava de primeira instância, era a de desarmá-la, para que, aí sim pudesse me armar, mesmo que com uma mão por ora caso a situação pedisse. Imobilizar ao menos um de seus braços provavelmente seria o suficiente visto que sua arma exigia o uso de ambas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se tudo ocorresse como o planejado, executaria aquela que me mantinha rendido -arrependendo-me ou não- para eliminar ao menos uma de minhas preocupações da lista. Se a abatesse, revistaria seu corpo procurando algo que fosse valioso para mim e o pegaria caso encontrasse. Analisaria então meus ferimentos a fim de definir a gravidade dos mesmos, obtendo assim as informações necessárias para saber  se minhas habilidades seriam o suficiente para lidar com o caso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se ocorresse de tudo isso fluir de forma agradável para minha pessoa, colocar-me-ia a procurar por lugares onde pudesse arranjar kits de primeiros socorros e semelhantes, na floricultura que visitei outrora, talvez. Isto é, se os guardas que brigavam com Doppio e Hynno não me impedissem em tal ato, neste caso, manteria distância enquanto dispararia contra os mesmos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Entretanto, caso me mantivesse em um ponto onde não conseguisse tal brecha ou liberdade, obviamente casos anteriormente citados seriam ignorados. Sendo assim, chantagearia ainda mais, tentando buscar assim uma forma de escapar daquela situação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já que temos laços tão próximos a ponto de termos a liberdade de ferirmos um ao outro creio que possamos compartilhar segredos e inseguranças não?-daria uma pausa, provocando-a- Não conheço aqueles piratas a muito tempo, mesmo se o fizesse não veria problema em traí-los para me safar. Porém creio que os conheço a tempo o suficiente para saber mais do que o Governo ou você, me trate ao menos como gente e eu posso pensar em te ajudar. -concluiria, sendo extremamente honesto-


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Citação :
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptyDom 18 Jun 2017, 18:22




O Corvo


Estava sem ideia na vida, o meu amor me chamou [...]
[...] pra ver a transa rolar, no nosso jardim do amor.





Doppio pensou rápido e arquitetou um plano em sua mente. O rapaz não poderia ficar ali, parado, a mercê da vontade do seu inimigo. De maneira esperta, o rapaz aproveitou a situação e, com um “chute” nas partes baixas do seu inimigo, o rapaz conseguiu se desvencilhar do rendimento e então tentou se dirigir para longe e acertar seu alvo. Alvo esse que seria o guarda que partia na busca de reforços. A ideia era simples, acertá-lo com sua silenciadora. Uma fez com a arma em mãos, o rapaz então colocou o inimigo em alvo e, com disparos silenciosos, o rapaz buscou cessar a corrida do inimigo, porém, por mais que disparasse o rapaz ainda viu o guarda correndo. Tinha errado os disparos? Seria algo impressionante de acontecer para alguém que tinha uma pontaria bastante qualificada, mas não teria sido por puro erro.

Ao efetuar os disparos, Doppio sentiu sua perna puxada pelo guarda de antes. Tal puxão fez com que os disparos não acertassem o inimigo como o atirador queria, porém ainda o atingiu, era um disparo no braço e outro na perna, mas nenhum impediu de o guarda prosseguir, mesmo mancando e se esforçando para correr. Enquanto isso, Doppio não se via livre de seu inimigo, o guarda tentava de todas as maneiras não dar espaço ao atirador, puxando seu pé o homem trazia Dop pra perto de si. O pequeno atirador, aproveitando a movimentação, então facilitou ser puxado e acrescentando mais velocidade, usou de seu curto tamanho para passar por baixo às pernas do inimigo. Rapidamente, o homem segurou Doppio pela camiseta e com um golpe de luta livre, levantou o rapaz e jogou ao solo novamente.

- Guard Suplex! – bradava o homem enquanto arremessava Doppio no solo se dificuldade alguma.

Guard Suplex:
 

O impacto era doloroso, mas o principal problema do atirador era sua arma tão amada, que caía longe de sua posse. Perto dali, Hynno de uma maneira confusa explicava um motivo para o mascarado não mata-lo naquele momento. Após sua explicação, um curto silêncio cômico surgiu no local. Ambas as partes esperavam resposta, mas o silêncio foi quebrado por uma sequência de disparos que se iniciou pela arma de Doppio, que quicava pelo solo após ser desprendida do controle do atirador. Eram disparos aleatórios que ia sua maioria para cima, mas essa brecha na atenção do mascarado permitiu que Hynno conseguisse se mover.

Com um rolamento, o rapaz sacou seu sabre e com uma movimentação precisa seu algo era a arma de fogo. Com um golpe em diagonal, o rapaz conseguiu desarmar o mascarado e, dando prosseguimento a sua movimentação, seu alvo agora era o pescoço inimigo, um golpe fatal que foi defendido pelo mascarado, que utilizou seu braço. Hynno podia perceber que o braço do inimigo possuía uma espécie de bracelete metálico que ia até seu punho. O choque entre os metais faiscava enquanto as forças eram medidas. Rapidamente os outros dois homens entravam em ação. Um deles, o maior, partia em direção à Hynno. Seu punho se cerrava e o mesmo preparava um golpe para atingir o espadachim, porém o mesmo rapidamente cessava toda sua movimentação com uma rajada que feria o pescoço do mascarado. O sangue jorrava e o mesmo só caía, agonizando no solo. Enquanto isso, o outro mascarado sacava uma espécie de chicote que, ao ser manuseado, enganou Hynno com um golpe baixo, que o derrubou no solo.

- Essa foi uma má decisão, garoto! – bradou o mascarado de antes.

Enquanto isso, Ambrosio continuava ali, lutando por sua vida da maneira que lhe era permitido. Suas súplicas e diálogos eram logo destruídos pelo silêncio da mulher. Ela tremia de raiva. A cada palavra que o loiro falava, mais ódio exalava de seus ser.

- Permaneça parado aí e não se vire. Não quero ver esse olho fodido que você tem aí! Você está envolvido com a morte dos meus filhos. Não adianta mais ir atrás deles. A vida de Caçador de Recompensas é assim. Criamos e morremos, nem você pode mudar isso. Nem que seja a última coisa que eu faça na minha vida, você não sairá vivo dessa ilha, seu filho da puta. Nem você nem ninguém desses seus amigos!

Uvo levantava-se perto de onde estava Hynno. Seu semblante era diferente. Estava totalmente descontrolado. Com enorme voracidade, o grande homem partia em direção à Kallif, que calmamente esperava o grandalhão. Com um soco, Uvo buscou derrubar Kallif, que apenas bloqueou e arremessou o aliado de Ambrosio que voou em direção a ele. Era um trem descarrilhado. A velha vendo aquele grandalhão vindo em sua direção iniciou uma sequência de disparos contra Uvogin, mas anda adiantou, o grandalhão caiu em cima da mulher e de Ambrosio. O loiro podia ouvir um estalar vindo de seu joelho, que estava ali quebrado pela maneira que o grande homem caiu sobre ele. A mulher havia caído um pouco mais distante com o impacto. Uvo estava dentro da loja da mulher, havia arrombado a porta com a força do arremesso de Kallif.

- Um já foi. Agora, quem será o próximo a ser preso? – falava Kallif, estalando seu pescoço enquanto retirava seu casaco.

Longe dali, um grupo de sete marinheiros chegavam ao local. Chamados por Eric, o grupo teria a missão de levar o gigante e sua parceira para o Quartel General da Marinha. Eram seis homens fortes e um mais magro. O magro ia em direção a Eric. O homem magro vestia trajes totalmente brancos. Uma camiseta de mangas longas e uma calça. Um lenço azul se destacava em meio a todo aquele meio branco. Seus sapatos eram pretos.

- Sargento Roger se apresentando, senhor! – se apresentava demonstrando respeito ao seu superior.

- Eu solicitei um Tenente, não você, Sargento. O que houve? – questionou Eric.

- O Tenente Bartholomew se dirigiu até Micqueot. Fomos informados de certo furdunço que ocorreu lá, então o mesmo foi averiguar. Mas, perdão pelas palavras, senhor, creio que possamos levar esses meliantes com total segurança.

- A confiança é a pior inimiga do poder, Sargento. Mas, como não temos outra possibilidade, levem estes dois piratas com vocês. Cuidem dos ferimentos deles, não quero que morram sem serem julgados e paguem por seus crimes. A mulher está com ferimentos nas pernas. O gigante, você já viu. Ambos estão desmaiados e creio que não acordarão tão cedo.

- Sim senhor! Permissão para dispensa!

Uma vez dispensado, o Sargento então pegou Rise pelos braços e a levou para o Quartel General. Os outros seis marinheiros robustos pegaram carregaram o gigante em direção ao Quartel. Ambos estavam desmaiados devido à exaustão e dor que havia sentido anteriormente.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 4 EmptySeg 19 Jun 2017, 12:59



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Simplesmente não há formas de descrever o quão ruim era a sensação de ter o joelho quebrado. E ainda mais indescritível era o fato de ser atingido por nada mais nada menos do que o enorme Uvogin, aomenos o empecilho que anteriormente me afortunava não estava mais o fazendo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A dor era imensa de fato e a velha estava, provavelmente, abatida. Entretanto não havia tempo para manter-me parado, eu teria que agir agora, primeiramente deveria garantir que a mulher que me rendia estava de fato morta e depois teria que livrar dos agentes e guardas que rodeavam ao meu bando e eu para que, enfim, pudesse sair da ilha, fugindo, mais uma vez.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A primeira coisa que faria, obviamente, seria levantar-me, tentando ao máximo não forçar o joelho já ferido agravando talvez o sangramento da outra perna. Já de pé, olharia ao meu redor, para a loja e para as proximidades, procurando primeiramente quaisquer movimentação provinda de Uvogin e, depois, visando localizar a senhora que me humilhou há pouco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Encontrando-a, levaria minha mão destra ao encontro de um de meus revolveres, os dedos o beijariam, percorrendo o aço frio até alcançar a coronha segurando-a, deslizando o indicador até o gatilho, a arma então seria puxada de onde estivesse para que pudesse ser apontada para a velha, a ponta do dedo já encostada no mecanismo, o pressionaria, disparando enfim contra o corpo, falecido ou não, da mulher.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Feito isto, voltaria então minha atenção aos guardas ou agentes que estivessem mais próximos de mim, efetuaria então disparos contra os mesmos, usando agora minhas duas armas usufruindo de minha ambidestria obviamente meus principais alvos no corpo daquele contra eu atiraria seriam seus pontos vitais, como onde se localizam os órgãos ou até mesmo na própria cabeça ou pescoço.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Abatendo ou não aquele ou aqueles que estivessem próximos a mim, mesmo que não fosse necessário, para que pudesse prosseguir para minhas próximas ações; se derrotados, visaria cobrir Doppio e Hynno, ajudando-os com o que precisassem, sendo em suprimentos ou equipamentos -visto que o pequeno era atirador, e eu tinha armas mais fracas comigo- ou simplesmente os auxiliando em abater os guardas e agentes. Se não houvesse derrotado os primeiros, persistiria até que o fizesse ou fosse impedido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se porventura qualquer pessoa que fosse se aproximasse de mim, haveria de ter medidas defensivas para com seus ataques, contra golpes de curta distância, isto é; espadas, adagas ou golpes de luta, esquivar-me-ia conforme a situação pedisse, quando estes já estivessem próximos pois do contrário apenas me distanciar-me-ia dos mesmos e os alvejaria. Utilizaria principalmente de movimentos da parte superior de meu corpo, já que era a que estava menos ferida, me movendo de leve em uma espécie de gingado para evitar cortes ou golpes de qualquer tipo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se o porte de armas daqueles que fossem me enfrentar fossem do estilo médio-distante, como lanças, chicotes ou armas maiores do que o normal, meu foco seria não evitar seus ataques esquivando dos mesmos mas sim primeiramente os antevendo. Tendo eles mais distância de mim do que os outros supostos oponentes, me daria mais tempo para reagir, e assim eu ousaria usufruir de minha exímia pontaria em conjunto com minha coordenação privilegiada. Para que com uma arma pudesse disparar contra a própria do oponente e com a outra atingisse seu corpo, esquivando é claro apenas se necessário, se esse cenário falhasse isto é. Vale acrescentar que procuraria por cobertura caso fosse alvejado mais uma vez por atiradores.


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