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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptySeg 05 Jun 2017, 00:20


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Post: 04 | Localização: Lvneel



Aquele garçom era diferente, não tão diferente quanto Uvogin, que parecia uma bola de destruição quando está em uma luta. O garçom, pelo que Hynno conseguia entender, havia tido outra vida antes de ser um garçom. O pirata notava cicatrizes e marcas nas costas e abdômen. Havia feito a oferta irresistível, 6.000.000 pelo tritão rosa, mas naquele bar poucas pessoas estavam acordadas, deveria ser quantos? Dois? Deviam estar bêbados, pois não falaram nada sobre a proposta feita pelo procurado. Não queria perder tempo procurando por Donl, por isso havia ofertado aquele valor, mas no estabelecimento, ninguém faria aquilo. Não sabia se ele também estava na ilha ou não, até que o garçom falava com o espadachim sobre boatos do tritão, mas ele se referia sobre ele estar na ilha, ou sobre a espécie dele? Tirando aquela dúvida que tinha ao escutar o que ele havia dito, o pirata saia do bar, sem lucro.

Havia entrado em busca de informações e estava saindo sem comprar nada ou com as informações que o pirata tanto queria. Donl vivo e em sua frente. Edgar voava, enquanto Draguren caminhava. A dupla refazia o caminho até a parte que havia visto aquelas mulheres de preto com o caderno e aquela outra coisa. Edgar retornava para seu ombro quando Hynno chegava no local que havia visto antes. Ele e seu corvo se aproximavam do local, mas de repente, uma pessoa surgia perto do pirata. Uma mulher, aquela pessoa tinha algo por debaixo de sua veste, principalmente em seu pescoço e braços e também, a moça tinha um bafo com um cheiro familiar, cigarro. Arcangelo também fumava pelo que recordava.

O rosto da mulher parecia desgastado, mas ao contrário do pescoço para cima, do pescoço para baixo estava melhor, poderia ser usado. Era só tampar o rosto e poderia ser negociado algo. – Posso te ajudar em algo, rapaz? Acho melhor não entrar aí. Havia ficado intrigado com aquilo, porque não era para entrar? **Entra aí, queremos saber o que tem por trás dessa porta. E ela?** Era o que a plateia falava com Hynno, que ainda com seu sorriso psicótico, dizia em voz alta, ao invés de falar em seu pensamento. – Calma, vou falar com ela. Notando que havia novamente falado alto, limpava a garganta e recomeçava. – Pode, começa com: Quem é você e porque eu não deveria entrar ali?

Estava em uma ilha desconhecida, com companheiros piratas, mas todos estavam separados pela ilha em busca de algo. Hynno havia se deparado com um garçom com marcas e cicatrizes e agora, uma mulher misteriosa havia surgido do nada e falando para não entrar naquele local. A galera queria que Hynno entrasse para ver e Draguren, queria descobrir mais sobre aquela mulher misteriosa antes de entrar lá, ou matá-la. Aquela ilha tinha QG? Marinheiros? Caçadores? Era uma cobra em um ninho de aves, que matá-lo-iam, caso vissem ele roubando seus ovos. Os ovos representavam as pessoas da ilha, roubar poderia servir tanto para furtar coisas quanto causar na ilha e quebrar os ovos. A mulher, era um ovo ou uma ave? Ou seria uma cobra também? Com esta incerteza em mente, deixava sua mão pousada no cabo de sua espada.




Objetivos:
 


Histórico:
 
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Alê
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 01:32




O Corvo


Vai dar merda, vai dar merda, vai dar meeeerrrddd....






Jurgen



O imponente gigante não se curvava perante o enorme desafio que o capitão da marinha lhe propusera ali. Mesmo com sua arma gravemente destroçada, o guerreiro predestinado não desistia, não podia, não deveria. As habilidades de decisão seriam decisivas naquele momento. Mesmo estando com sua arma danificada, tal coisa não seria dificuldade já que a habilidade com do “escolhido” era boa com um leque variado de possibilidades destrutivas. Após uma breve busca com seu olhar, o gigante nada avistou, então, sem alternativas, após desafiar sua parceira para a hora decisiva, como um trem descarrilhado o guerreiro partiu para o embate direto com o capitão.

- Não se preocupe jovem rapaz, pois toda sua irá acabará rapidamente e você verá que toda a determinação que vá contra os preceitos da justiça são nulos perante o poder da aniquilação da determinação sagrada! – proferiu.

Com movimentos em arco o gigante tentou se aproveitar de sua grande estatura para atingir o seu oponente ou pressioná-lo. Sua parceira ninja utilizou do grande tamanho de Jurgen para com seu ninjaken combater o inimigo caso o mesmo tentasse desviar dos golpes do gigante pelos lados. Era uma bela estratégia, porém, diferente do capitão de antes, aquele oponente não era tão normal quanto o gigante imaginava ou queria acreditas e a ninja já havia notado.

Com uma tremenda velocidade, difícil até para o gigante que estava a sua frente notar, o capitão desviou do primeiro golpe do “titã” e sumiu da vista do colosso. Era uma velocidade insana, aquele humano já atingia o nível sobre humano de agilidade e mostrava para o imponente gigante que aquilo era o que o mesmo enfrentaria dali pra frente ao adentrar na Grand Line.

- Com grande poder, grandes fraquezas surgem para qualquer um...

Tais palavras surgiam com uma leve ardência no abdômen de Jurgen que ia aumentando com o passar do tempo. Um golpe, silencioso, inesperado, anormal, apenas um golpe conseguia penetrar na defesa natural que era a pele resistente do gigante. Ele não acreditava na tremenda velocidade do capitão que empunhava um sabre estocado em seu abdômen. Segundos após sumir, ali estava o capitão. Rise, que vinha pelas costas de Jurgen não conseguia notar o que ocorria, estava sendo pega pela armadilha que a mesma havia planejado.

- Eu consigo te ler como lesse um jornal...

O gigante, que havia planejado essa possível estratégia de seu oponente, com sua arma buscou afastá-lo atingindo-o com um golpe em sua cabeça, mas novamente o capitão sumiu da vista de Jurgen. Mesmo rápido, o golpe era severo. Certamente se não fosse à resistência natural do gigante, aquele golpe teria sido fatal. Sua força era de se destacar, já que conseguiu retirar seu sabre que havia adentrado à carcaça com até então alguma facilidade.

Rise então surgia de trás do gigante e buscava atingir o capitão. Se a mulher era rápida em seus movimentos, o velho ensinava-a a como bailar em uma batalha. Com um golpe rápido, a ninja buscava acabar com a situação rapidamente e realmente quase conseguiu. Fiapos de cabelo poderiam ser vistos pelos que tinham melhor visão, realmente ela chegou próximo, porém não foi efetiva. Como o bailar de dois amantes em sua noite de núpcias, o espadachim rodopiava e desviava do golpe de Rise. Para o gigante, aqueles movimentos eram frenéticos, porém para Rise, era como se o velho fizesse de propósito e, lentamente como uma água rasante, o mesmo atacou. Um único golpe, uma rajada de força empunhada no sabre dilacerou a perna da garota. Talvez o objetivo fosse seu joelho, mas por sorte da ninja, o golpe pegou em sua coxa. Seus ligamentos estavam inteiros, seu músculo posterior não podia dizer o mesmo.

Jurgen, irado com tudo que acontecia, voltava com sua tática original e partia para cima do velho capitão da marinha, mas agora o cenário era diferente. Com seu belo e poderoso sabre sagrado, o mesmo apontava-o para a cabeça de Rise, que se ajoelhava devido à dor em sua perna esquerda. Era uma situação bem crítica para o gigante. Quaisquer movimentos que ocorressem, sua parceira poderia ter um fim ali.

- É hora para a punição determinada! Quais suas últimas palavras garota?



Doppio



O rapaz continuava a andar pelas ruas da ilha. O fluxo de pessoas era o mesmo. O garoto continuava a chamar a atenção de alguns homens e, ocasionalmente, a guarda real que estava ali ficava alerta para possíveis problemas. Um dos grupos que olhava o rapaz, de antes, decidiu enfim prosseguir na mesma direção de Doppio. Seus olhares eram como um lobo faminto que ansiava a presa para saciar sua fome duradoura. A guarda real então se preparava para caso precisasse entrar em ação. Era um prelúdio de um caos que Doppio de maneira alguma não fugiria.

- Ei baixinho! Acho que você nos interessa! – bradou um dos homens.

Era um grupo de quatro homens. Alguns sem camisa, outros com, dois magros, um forte e outro gordo. Eram parecidos, talvez irmãos, mas um deles tinha um papel enrolado em mãos.



Ambrosio



- Se conheço seu pai? Travávamos árduas batalhas antigamente. Sempre tentei captura-lo, mas ele sempre escapava. Ele era um pirata difícil de capturar, principalmente naquela imensidão de mar que é a Grand Line. Mas, hoje em dia eu larguei essa vida de Caçadora de Recompensa, deixo isso para os meus filhos, eles estão por aí, cuidado com eles - riu.

O caolho (Jones) continuava a proferir suas ironias, coisa que a velha já deveria estar acostumada, pois mal reagia, ou como diz o ditado popular, “mal dava corda” ao loiro. Sua piada sobre vender flores tirava algumas risadas da velha, que rapidamente mudava de semblante.

- Você está dizendo que essa profissão não é válida para ganhar sua vida? – questionava seriamente após sacar uma arma que estava em baixo da mesa central.

Mais instável que bomba na mão de cego, a velha novamente mudava seu semblante. De séria, agora a mulher estava novamente sorridente, tanto que guardava sua arma onde estava e afirmava estar brincando quando a apontou para o loiro.

- Bem, o Capitão da Ilha é o Eric, certamente você e seus amigos não irão querer enfrenta-lo. Foi considerado um dos melhores e mais fortes Capitães de todos os Blues, porém não gosta de fama, se gostasse seria um belo partido. Por essas bandas, quem manda é o Kallif, aquele brutamontes que, se estivesse na minha época, seria um partidão – abanou seu rosto – Mas, o regente da ilha é o “Todo Poderoso” Montblanc Azrel, o idolatrado rei. Mas, deixemos de papo, tenho mais o que fazer. O que queres?



Hynno



A mulher estranhava a maneira de o rapaz agir, principalmente a parte que toca a conversação com alguém que não estava ali, mas a mesma o ignorou. As questões do rapaz faziam a mulher soltar uma risada. Algo que o mesmo havia falado trazia felicidade para a mulher, seja pela criatividade ou pela loucura do mesmo.

- Boas perguntas. Eu sou a Madre Carmem. E não deixarei você entrar por se tratar de um convento para mulheres e não curiosos como você. Talvez elas precisem de algum divertimento antes de entrar para essa vida chata e monótona – fingia que ia vomitar – Mas, devo alguns favores ao pessoal, então não deixarei você entrar, homenzinho. Procure outro divertimento por essa ilha chata, vai que você consegue achar. Aconselho você ir antes que o Kallif chegue...

O tempo passava. A manhã já estava em seu auge. O sino da pequena capela onde as mulheres haviam entrado tocava de acordo com que uma das beatas puxava a corda. Ao mesmo tempo em que a tal da Madre Carmen olhava seu relógio de bolso, ansiosa ela esperava a chegada de alguém, olhando de um lado à outro.

LEIAM!:
 

Citação :
Status - Jurgen
HP: 255 - 48= 207
* Sangramento sem cuidado = 5 HP por post durante 6 rodadas 0/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 15 durante 6 posts 0/6

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Última edição por Alencar em Sab 10 Jun 2017, 20:56, editado 1 vez(es) (Razão : Erro de cálculo de HP perdido)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 02:32


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
Post: 05 | Localização: Lvneel



Não entendia o motivo da risada da mulher, Hynno não havia contado nenhuma piada, fazendo o psicopata erguer uma de suas sobrancelhas como protesto daquilo, mas deixava a mulher continuar sua risada, até que, a moça começava a falar o que Draguren queria ouvir. – Boas perguntas. Eu sou a Madre Carmem. E não deixarei você entrar por se tratar de um convento para mulheres e não curiosos como você. Talvez elas precisem de algum divertimento antes de entrar para essa vida chata e monótona. Agora, era revelado. O nome da mulher que estava à sua frente, era Madre Carmem e aquele local era um convento só para mulheres. Aquilo fazia seu sorriso psicótico continuar em sua fase, enquanto olhava para o convento, onde só tinha mulheres dentro. Ela fazia um gesto que iria vomitar, mas o pirata ignorava aquilo.

O espadachim poderia muito bem, acabar com a Madre naquele momento e entrar naquele convento, pois as palavras de Carmem era um convite para Hynno corta-la e entrar no convento, mas as seguintes palavras da Madre, deixava o piromaníaco curioso. – Mas, devo alguns favores ao pessoal, então não deixarei você entrar, homenzinho. Procure outro divertimento por essa ilha chata, vai que você consegue achar. Aconselho você ir antes que o Kallif chegue...  Seu foco agora se tornava a madre, estava curioso em saber quem era o tal de Kallif. Mas, o mais curioso, era que, quando o sino batia novamente, podia reparar que a mulher ao seu lado parecia estar esperando alguém, pois olhava para um relógio de bolso, enquanto olhava para os lados. – Está esperando alguém, Carmem? Questionava a mulher, sem tirar os olhos da moça e sem dar muito espaço, continuava. – Me diga, quem é Kallif e porque você está me “aconselhando” a ir antes que esse cara chegue?

Continuava com sua mão repousada em seu cabo da espada, Edgar também continuava em seu ombro. O pirata escutaria o que a Madre tinha para falar e então, ao escutar o que ela tinha para falar, diria. – Estou procurando uma pessoa, na verdade é um tritão. Rosa, tem uma Ninjaken, seu nome é Donl Killmurk. O primeiro nome é Donl, o segundo não tenho certeza. A espécime dele acho que é Cação luminoso, pois na cabeça tem um tipo de lanterna. Se souber alguma coisa, me diga.  Caso a Madre soubesse do tritão, perguntaria a localização dele e caso estivesse realmente em Lvneel, pediria a última localização que ela soubesse dele. Se ele não estivesse naquela ilha, o espadachim suspiraria.

Ele estando na ilha ou não, o espadachim liberaria o corvo na direção dita pela Madre e começaria a andar na mesma direção, mas antes, diria. – Sou Draguren Hynno e obrigado pelas respostas.  E então, seguiria Edgar, o corvo seria seu vigia, caso tivesse armadilhas pela frente, seu animal avisaria seu dono. Caso a Madre não soubesse a direção, diria seu nome e caminharia ilha adentro, na procura de algo que pudesse lhe interessar. O presságio da morte, do caos estava naquela ilha, o corvo era símbolo da morte, do azar, do mal presságio, mas acompanhado de Draguren que também tinha companheiros, era um presságio da morte e do caos que chegaria na ilha. Quanto tempo ficaria na ilha? Só o tempo diria, pois cada um do grupo tinha objetivos naquela ilha, antes de partir para a Grand Line e Hynno, não possuía muitos. Apenas mataria tempo... E pessoas.



Objetivos:
 


Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Última edição por OverLord em Ter 06 Jun 2017, 16:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 16:04


05. O Menino que Queria Comprar Perícia O Corvo - Página 3 2763139085


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A senhora já tinha sido uma Caçadora de Recompensas, e afirmava que já caçou meu pai há tempos. Isso me pegava de surpresa, se ela já foi uma caçadora imagino que ela não gostasse de procurados. Então por que não me denunciar?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu queria aprender sobre botânica o mais rápido possível e estava disposto a pagar por tal conhecimento, mas a atendente não parecia compreender isso, talvez ela estivesse apenas brincando comigo ou era algum defeito da idade, não sabia ao certo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Olha aqui, que tal eu lhe dar 500 mil para você me der o meio mais rápido e eficiente para entender tudo sobre botânica?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Minha fala era séria, algo raro de acontecer, quando eu não estava sendo irônico eu estava sendo irônico. Então nota-se que era algo realmente difícil de ocorrer. Enfim, me atentaria para o que ela tivesse para me dizer, e seguiria o que ela falasse para que pudesse pagar pelo conhecimento necessário.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sairia então após tudo que eu tivesse de já houvesse sido concluído. Na saída, a mão destra iria ao bolso onde se encontrava o maço de cigarros e o isqueiro, beijando-os, mas hesitaria em pegá-los. Olharia então de volta para a mulher perguntando uma última coisa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se é uma ex caçadora -que já caçou até meu pai- por quê não me denunciar ou algo do tipo? Até onde eu sei eu sou visto como mal pela sociedade. -terminada a fala, sairia independentemente da resposta-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já do lado de fora, rumaria de volta para onde estava o navio, para utilizá-lo como ponto de referência. Percorreria o caminho atento, fitando os estabelecimentos e pessoas, à procura de rostos familiares. Meu objetivo era encontrar o tal Quartel General, porém não faz mal fazer uma parada no caminho para auxiliar alguém do bando. De preferência, esperava encontrar Doppio, quem eu julgava ser o mais apropriado para o que eu queira que era infiltrar o Quartel.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caso encontrasse alguém, me aproximaria para analisar melhor a situação e julgar o que eu poderia fazer, se não, apenas continuaria a buscar o Quartel da Marinha por Lvneel. Se o achasse, fitá-lo-ia de longe, afim de analisar a movimentação, disposição e tamanho do mesmo.

Citação :
Vício:5/15
Isqueiro:5/10
Maço de Cigarros:15/20

Objetivos:
 

Histórico:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 19:32

Em uma série de reviravoltas naquela batalha sangrenta, Jurgen e sua discípula haviam caído em uma tremenda desvantagem. Aparentemente, o gigante não havia sido capaz de aplicar dano algum a seu inimigo, a velocidade do capitão era até mesmo maior que a do tenente Monk que ele havia enfrentado em Micqueot, o lanceiro também recebera um violento corte que sangrava e doía muito, aquela era a maior batalha que o gigante havia enfrentado até então, e aquele era provavelmente o inimigo mais formidável que já aparecera no caminho do pirata, mas isso pouco importava para ele, ele era o destinado salvador do mundo, e não morreria antes de completar sua ambição.

O capitão havia pego Rise de refém, e parecia estar prestes a executar a garota. Jurgen havia aceitado Hakuei como sua refém para que ela sirva como uma ferramenta que auxilie-o a atingir seus objetivos, apesar de ele ter inconscientemente se apegado um pouco nos curtos momentos que se conheceram, o gigante ainda era devotado a um só ideal, a missão que fora lhe dada pelos céus e que só ele poderia realizar, não havia ninguém acima deste objetivo, e o gigante não pensaria duas vezes em sacrificar uma pessoa como Rise para facilitar no cumprimento desse objetivo.

- Acha mesmo que vai me intimidar ameaçando-a desse jeito? Hakuei jurou fazer de tudo para cumprir os nossos objetivos comuns, não pense que vou amolecer se você a matar, seu verme.

Lá no fundo, Jurgen sentia uma ponta de insegurança naquilo que estava prestes a fazer, mas ele precisava, suas ambições não seriam freadas por uma morte como aquela, e o salvador do mundo nunca iria recuar perante a morte de um aliado, ele estava destinado à grandeza, e não se importava com nada além daquilo.

''Não vou conseguir acertá-lo por meios convencionais, vou ter que enganar esse verme de alguma forma...''

Depois de pensar por algum tempo, o lanceiro havia desenvolvido uma estratégia, assim que tivesse a chance, o gigante partiria correndo em máxima velocidade para cima do capitão, berrava enquanto realizava a investida, com o objetivo de intimidar o seu adversário, Jurgen avançaria brandindo sua arma improvisada, fazendo o máximo para ignorar a dor no corte que havia sofrido, e ao alcançar seu algoz, colocaria toda a sua força no braço direito, e desferiria um golpe rasteiro mirando as pernas do oponente, antecipando que o seu inimigo fosse pular para esquivar, caso isso acontecesse, o gigante investiria para cima dele com todo o seu peso e tentaria cair em cima do marinheiro, para que os dois fossem para o chão, caso o gigante tivesse sucesso, colocaria toda a sua força nos músculos e tentaria segurar o seu inimigo em uma posição onde ele pudesse acertar violentas porretadas com o cabo da lança, em qualquer lugar que pudesse no inimigo, desferiria quantos golpes pudesse, utilizando toda a sua força restante, sempre tentando segurar o inimigo para que ele não possa escapar.

Caso o capitão consiga escapar daquela situação, seja evitando que Jurgen caia por cima dele, ou fugindo do agarrão, independentemente de ter acertado algum golpe, o gigante voltaria a avançar contra o marinheiro, usando toda a sua violência e força em múltiplas porretadas em arco no objetivo de atingir ou cansar o seu inimigo, caso ele atacasse o gigante de qualquer forma que fosse, o lanceiro tentaria bloquear com os braços na frente do ataque, caso fosse acertado, faria o máximo para aguentar a dor do ataque, sempre continuaria sua investida furiosa.

Se por acaso o marinheiro tentar um golpe onde a espada fique cravada em alguma parte de Jurgen, como braço, ombro, ou algum outro, o gigante tentaria seu máximo para aguentar aquilo e usaria seu braço livre para segurar a espada no local do ferimento, tentando impedir que o capitão retire a arma, após isso, desferiria uma brutal porretada horizontal com toda sua força, para tentar acertar o seu inimigo enquanto tenta tirar a arma, caso ele desvie, continuaria com as porretadas até que acertasse, se por acaso o capitão soltar a espada e fugir, Jurgen retiraria a arma e usaria como adaga na sua mão principal, prendendo o pedaço de lança em algum lugar disponível na roupa, então, partiria novamente berrando em direção ao marinheiro, para desferir uma nova leva de furiosos golpes de espada.

- Não subestime minha obstinação, seu verme!


Objetivos:
 

Legenda escreveu:
Fala: vermelho
Pensamento: marrom

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 22:04

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Olhos malditos tendem a encontrar coisas malditas para enxergar. Foi a esse pensamento que me amarrei quando as pernas estremeceram. Instabilidade; foi o que senti quando aqueles olhos caíram sobre mim como os de Vinegar antigamente tinham feito. A respiração ia da tênue à pesada como se fossem doze mamutes balofos dentro dos meus pulmões. As mãos suavam frio e o sangue se bombeava com mais intensidade; os pés batucavam o chão arritmicamente. Instintivamente a canhota alcançou a perna esquerda e do bolso em sua coxa englobou um cartucho; não o tirou de lá no primeiro momento. A destra abraçou a empunhadura da Carnicería. As pálpebras pareciam não existir e os cabelos estavam mais eriçados que o normal; as pupilas negras estavam dilatadas e minúsculas, focadas somente naqueles cujos passos tinham-me como destino. Talvez meu comportamento humano tenha beirado demais o inumano naquela hora, e caiu no precipício. Eu me afogava em frenesi; um frenesi bestial.

O rosto mantinha uma expressão lisa; uma serenidade aterrorizante, cuspia para fora o sentimento puro e imaculado de auto-preservação, exprimido nos olhos bem abertos e sorriso traiçoeiro, dando um ar neurótico ao meu rostinho infantil. Tudo por conta daqueles olhos. Mas, maldito ou não... Eu conhecia aqueles olhos; o passado voltava à tona como um maldito tsunami de sangue e bosta, tingindo de marrom-rubro as paredes da minha mente frágil e já não muito limpa. Eu me senti outra vez naquele dia, mas de uma maneira menos literal; eles eram lobos e viam-me uma ovelhinha de pelo escuro. Querem me matar, mas nunca o farão. N... U... N... C... A.

... Uma besta nunca se deixa capturar.

Os ombros fizeram os braços subirem; cotovelos deram estabilidade à arma que agora estava reta rente aos meus olhos. A canhota deu-lhe de presente um cartucho cujas munições tinham pontas específicas, feitas para aumentar a perfuração e poder destrutivo dos projéteis. A arma fez um clique e comeu alguns pedaços de metal. Meu sorriso se abriu mais vagarosamente. Falso? Não; só uma forma controversa de expressar sentimentos e sensações impossíveis de descrever com palavras.

Os olhos davam atenção mínima ao ambiente exterior que não aos que avançavam. Tamanho enfoque nos homens não era tão à toa; a mira também se travava neles assim que eu coloquei os olhos alinhados ao ponto verde na extremidade da arma e destravei com um pouco de pressão no final dela com o polegar sua trava de segurança. Pereçam, malditos porcos de bosta. Suor frio escorria pelo rosto e os lábios tremiam; embora tudo indicasse um desequilíbrio físico ou instabilidade principalmente em combate, naquele instante, eu cedia ao peso do passado e aos instintos de sobrevivente que me suportavam a manter a estabilidade de todos os conceitos de combate. Mira aplicada, daria a benção para o casamento do indicador com o gatilho assim que usasse o polegar para alterar o modo de tiro para disparo contínuo.

Ao passo que meu indicador direito pressionava o gatilho para trás e fazia o equipamento metálico tingido de noite vomitar projéteis metálicos de extremidade pontiaguda, a canhota segurava o cabo de apoio um pouco à frente, forçando estabilidade na arma. Os tiros visavam principalmente os troncos dos homens, acima do abdômen para pegar peito e coração e acima do peito para pegar pescoço e cabeça. Meu intuito era matar, independente de onde, quando, como ou quem estivesse assistindo. Esse era Doppio Pannacotta em seu estado mais bruto, como uma gema recém encontrada: cru. O espírito vingativo, sujo e desdenhoso, desligado de valores morais e éticos para atingir todo seu potencial como quase sociopata: uma criança com idade de homem e mente de demônio.

Recarregaria a arma com as mesmas munições assim que fosse necessário. Se conseguisse abater todos os homens, não tiraria a arma das mãos e sentiria os nervos se acalmando; o frenesi animalesco se acalmando, como uma bailarina no ato final de seu espetáculo. Luzes se apagando, e o abutre negro, traiçoeiro e vil, voava novamente para seu ninho na noite, enquanto o corvo voltava aos palcos. Caso mais algum inimigo avançasse com o mesmo olhar, tudo se manteria do jeito que estava antes, o inferno psicológico, e novamente atacaria para matar sem hesitar – em situações contrárias, mesmo que houvesse avanço por parte de mais algum inimigo, enquanto não houvesse manifestação de desejo de caça, captura (simbolizando algo como caçador e presa) ou abate semelhante ao que acontecera naquele dia em Penumbra, não atacaria para matar; miraria e renderia com palavras se fosse um único inimigo. — Some daqui, fodido mal pago do caralho. — Após tudo, se estivessem mortos os quatro inimigos, iria de encontro a seus cadáveres e os vasculharia sem medo algum de sujar as mãos de sangue; buscaria em bolsos internos, externos, falsos, partes íntimas, dentro de sapatos, pescoços e pulsos (em caso de pulseiras ou colares) tudo que me representasse valor, desde armas e dinheiro até joias, documentos de posse ou coisas do tipo; papéis não seriam descartados, levaria-os também fossem de qualquer finalidade. Também pegaria o pedaço de papel que um deles tinha em mãos, abriria-o e leria.

Se assassinasse os suspeitos de algozes, instintivamente não me manteria parado por ali; deixaria o local e caminharia ilha adentro, tanto para encontrar parceiros de bando quanto para catalogar o número médio de pessoas que circula, oficiais da marinha, guardas, estabelecimentos comerciais importantes, vielas, ruas e avenidas, canais ou valas, buracos; tudo que podia usar para planejar atos, fugas e etc. Caso encontrasse alguém do bando em luta, manteria o máximo de distância possível e não interferiria de primeira instância; observaria e estabeleceria uma posição segura. Se achasse alguém passivo pela ilha, alheio a combates, simplesmente esconderia as mãos sujas de sangue (caso estivessem) nos bolsos e me aproximaria com um sorrisinho infantil, o corpo todo suado e os cabelos eriçados. Os dedos iriam à cicatriz percorrê-la por completo para aliviar os ânimos, sujos ou limpos.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyQui 08 Jun 2017, 17:39




O Corvo


Caos na ilha católica de Lvneel





Hynno


O questionamento do rapaz fazia a mulher para sua trajetória. Alguns segundos a mesma permaneceu em silêncio, silêncio esse que era sinal de devaneios, pensamentos da madre para explicar o questionamento do jovem leviano.

- Não sabia que estava em uma interrogação da Marinha agora, jovem. Você não tem cara de marinheiro e nem eu tenho cara de pirata, então não sou obrigada a responder – pega um cigarro no bolso da bata e acende – Mas, não tenho o que esconder. Todas as manhãs um amigo que vem nos visitar, a mim e a todas do convento.  Isso já é o bastante para você. Agora cuide em vagar por aí, está atrapalhando o movimento por aqui.  

A madre então continuava a caminhar até que o questionamento do rapaz lhe chamou a atenção. Tritão rosa? Isso era bastante peculiar para todos naquela ilha, porém nenhum estranhava, apenas achava cômica a pergunta, com a madre não foi diferente.

- Tritão rosa? Você anda lendo muitos livros do Norland – riu antes de tragar seu cigarrete – Mas, já ouviram falar deste tritão por essas bandas, não tão detalhado como você procura, mas me disseram que ele era peculiar. Creio que você consiga alguma informação com os irmãos Beagle. Eles têm fontes bem confiáveis. Geralmente eles ficam vagando atrás de novas informações e principalmente novos piratas.

Após receber as informações que lhe era interessante, Hynno partiu em direção ao interior da ilha. Com Edgar tomando à dianteira, o espadachim estava focado em achar o seu “Tritão Rosa”. A sua frente vinha um viril homem que aparentemente não havia visto Hynno e trombou com o mesmo.

- Olha por onde anda – falou o homem – Ah, desculpe. Ando meio atordoado. Desculpa!

Após isso, o homem seguiu na direção contrária a que Hynno seguia. O caminho era tranquilo, como qualquer rua de ilha. Havia as mais diversas pessoas no local. Pessoas de ternos, homens bêbados caídos e a frente, um pequeno amontoado de homens cercavam uma pessoa um tanto quanto peculiar, um conhecido do espadachim. Mais conhecido que ele seria a loucura do tal aliado, que sem pestanejar iniciava uma onda de disparos que acabara atingindo Hynno de raspão no rosto e espantava Edgar.


Ambrosio


- Quando mais você fala mais se parece com seu pai. Impaciente, preguiçoso e irônico, um compilado que demonstra um completo chato de galochas. Aqui está, acho... Acho que você consegue... Consegue ler... – falou ao soltar um gigantesco livro em cima da mesa. Era um grande livro, com exageros tinha ali meio metro de altura em páginas – Simples, eu não trabalho mais com isso. Meus amores são quem cuida disso agora. Eles devem estar pela ilha. Só entro em ação quando fazem algo com minhas crias... Ou quando eles são presos, mas fora isso não me intromete mais, pretendo evitar a fadiga.

O caolho então se retirou da ilha e caminho de volta para o navio, porém, aparentemente ele e o Uvo se perderam. O grande homem coçava a cabeça enquanto andava. O loiro tinha dificuldades de andar enquanto carregava o enorme livro que havia comprado da velha.

- Olhe ali – falou Uvo – Está acontecendo algo ali!

Era um amontoado de homens, cerca de cinco ou seis, entre esses homens estavam rostos bem conhecidos de Ambrosio. O loiro podia ver também que havia alguns membros da guarda Real próximos ao local e outros homens que falavam com Doppio e depois o barulho incessante de disparos surgiu, surpreendendo Uvo.


Doppio


Em câmera lenta aquela chacina parecia mais sangrenta que de costume. Em câmera lenta as ações de Doppio pareciam lentas, mas na real foram rápidos e precisos. Sua melhor amiga dava as caras pela primeira vez naquela ilha, na ilha católica de Lvneel. Ali, caídos, existiam apenas cadáveres. O barulho? Era ouvido por toda a ilha. Uma ilha quieta como aquela tais disparos incessantes eram como urros de uma criatura gigantesca.

A população corria. Alguns civis caíam feridos. Por mais que Doppio fosse habilidoso no manejo de sua arma letal, alguns projéteis haviam se perdido pela diversidade de resistência entre os corpos e o ar e consequentemente atingido alguns civis e um conhecido.

A guarda real, ou seus representantes ali, corriam para conferir os feridos, eram mulheres e uma criança. Doppio cessava fogo e conferia os corpos dos homens, mas encontrava apenas facas e armas de fogo em péssimo estado, que servissem apenas como objeto de intimidação. Pessoas gritavam, bebês choravam, o caos se instaurava na ilha. Homens que carregavam carroças as largavam, mulheres soltavam suas cestas, cada um que cuidasse em sobreviver.


Jurgen


A justiça não era tão sentimental quanto aparentava. Um cartaz de um procurado havia os dizeres “Vivo ou Morto” e isso estava ali por algum motivo, motivo esse que Jurgen logo saberia. O gigante não se intimidou, pelo contrário, se manteve imponente, reação que tirou sorrisos do capitão que estava a sua frente. Rise então iniciou o sinal que o gigante esperava (ou pelo menos lhe era útil). Com uma rasteira giratória, golpe esse que destroçada de vez seus ligamentos, a ninja não se dava por vencida e tentava ao máximo atrapalhar o velho para o ataque de Jurgen que chegava de maneira rápida, para ele.

O capitão então saltou. Não era um simples salto, sua velocidade continuava com picos anormais, principalmente para um acerto e velocidade tão normal quanto as do gigante. Num instante ele estava ali, perante a dupla, em outro ele já estava cortando o pulso do gigante como se fatiasse queijo. O golpe era preciso, mas não tanto, porém o necessário para atingir a junção do punho do gigante e ir rasgando seu antebraço até metade. Era um corte feio, mas pelo menos o gigante havia conseguido salvar sua parceira. Seu braço certamente estava dolorido. Um excesso de força ali certamente abriria mais o corte. Na tentativa de usar seu peso, o gigante só conseguiu cair em cima de Rise e machuca-la ainda mais.

A situação era feia para o gigante. Com seu sangramento vital e punho direito inutilizável, tudo se encaminhava para o fim do gigante, porém, disparos e gritos vindos da área do reino tiravam a atenção do capitão. Um arrepio lhe corria pela espinha, arrepio esse que não sentia desde o último problema o qual o levou até a área urbana. Sem pensar, o capitão retirou um pedaço de pano de seus bolsos, limpou seu sabre e o guardo consigo. O capitão então partiu em direção a área urbana deixando o gigante a sua parceira ali, mas antes se despediu de Jurgen:

- Você é duro na queda, mas hoje parece ser o seu dia de sorte. Tenho algo a conferir. Fuja se não da próxima vez não terás a mesma sorte, gigante.

Citação :
Status:
Jurgen

HP: 255 - 48= 207 - 48 = 159 - 5 = 154
* Sangramento sem cuidado = 5 HP por post durante 6 rodadas 1/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 15 durante 6 posts 0/6
* Pulso parcialmente dilacerado = 5 HP por post durante 3 rodadas 0/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 15 durante 3 posts 0/6
* Antebraço com corte profundo = 5 HP por post durante 6 rodadas 0/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 15 durante 6 posts 0/6

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Última edição por Alencar em Sab 10 Jun 2017, 21:02, editado 1 vez(es) (Razão : Editado o cálculo de Dano)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptyQui 08 Jun 2017, 20:56

A situação havia piorado dramaticamente para o gigante, não somente suas tentativas de ataque haviam falhado completamente, quanto seu braço direito havia sido praticamente inutilizado, a situação estava horrenda e nada parecia capaz de fazer o gigante sair vivo, parecia uma batalha impossível onde Jurgen não tinha absolutamente chance alguma de vencer, mas dentro da cabeça megalomaníaca do gigante, não haviam batalhas impossíveis pois Jurgen era o invencível escolhido para salvar o mundo, em sua mente ele era capaz de fazer o impossível se tornar possível, e o possível se tornar impossível.

O capitão, em um ato de desprezo pela figura do gigante, despediu-se dando uma chance de seu inimigo viver, e foi em direção a outro lugar. Jurgen porém, mesmo sangrando e com machucados sérios, não pensava nem um segundo em desistir daquela luta, ele já havia deixado um capitão da marinha viver em micqueot, o quão apto seria ele a realizar suas ambições se deixasse mais um viver? como um homem incapaz de vencer nem mesmo um capitão poderia mudar o mundo? sua devoção superava de longe o bom senso, ele jamais iria desistir daquilo, até porque ele acreditava que morrer era algo muito fora de seu alcance...

Era uma situação difícil até para o gigante, mas uma estratégia logo surgiu em sua mente treinada, algo que poderia mudar um pouco aquele caótico cenário.

- Ainda não terminei com você, seu verme! se não quiser me enfrentar, pode deixar que eu matarei quantos civis desta ilha puder, e depois lhe mandarei todas as suas cabeças de presente! - provocava Jurgen, buscando atrair novamente a atenção de seu inimigo.

- Você ainda não me acertou com nenhum golpe vital, isso só é prova de sua incompetência em me ferir! olhe isto! - o gigante então, com a mão esquerda, arrancaria sua camisa deixando seu torso de fora - Ainda faltam muitos cortes seus para me derrubar! eu sou aquele que se salvará esse mundo da imundice do governo, eu sou o verdadeiro salvador!

- Aposto que imaginou que eu não seria capaz de lutar com a mão ferida deste jeito, é uma pena que eu seja ambidestro e possa utilizar as duas mãos como bem entender! - mentiria Jurgen, então cataria o porrete improvisado com a mão esquerda e prenderia a camisa rasgada na calça.

- Prepare-se! a partir de agora usarei todas as minhas forças para te matar!

O gigante mais uma vez controlaria sua respiração, faria o máximo possível para ignorar a dor gritante nos ferimentos, respiraria fundo, flexionaria levemente suas pernas, e avançaria a toda velocidade na direção do seu inimigo como um touro furioso, utilizando de todas as suas energias restantes, com o porrete na mão esquerda e a camisa rasgada presa em sua calça.

- RAAAAAAAAAAAAAAARGH!!! - berraria enquanto correria, buscando intimidar o capitão para que esse ficasse pronto a esquivar.

Enquanto correria, Jurgen tentaria ignorar qualquer tipo de dano recebido, desde cortes a estocadas e outros, seu foco total estava em chegar a uma curta distância do capitão da marinha, o gigante tinha uma pontaria normal, mas o capitão não havia visto ele usando ela de qualquer forma na luta, então ele tentaria pegar seu inimigo de surpresa, inesperadamente jogando o porrete em sua direção, não para aplicar dano, mas para fazê-lo esquivar, seja para onde ele fizesse isso. Enquanto que ele estaria realizando sua esquiva (ou bloqueio), por já estar preparado, Jurgen pegaria sua camisa rasgada e a jogaria por cima do inimigo, que por provavelmente já estar no meio de uma esquiva, seria incapaz de realizar uma outra, o objetivo era que a camisa distraia o capitão, seja ela cobrindo ele, ele desviando novamente ou cortando-a, aqueles instantes seriam o que o lanceiro precisaria para tentar agarrar o seu inimigo com o braço esquerdo.

Caso consiga realizar o agarrão, o gigante continuaria avançando correndo a toda velocidade em direção à parede mais próxima, ele faria de tudo para ignorar e resistir prováveis ataques que pudessem vir a ser realizados contra ele nesse período, uma vez diante da parede, o lanceiro bateria o corpo de seu inimigo nela com toda a sua força, caso fosse capaz de fazer isso uma vez, continuaria tentando bater ele na parede mais e mais vezes até que não pudesse mais.

Se por acaso o marinheiro tentar um golpe onde a espada fique cravada em alguma parte de Jurgen, como braço, ombro, ou algum outro, o gigante tentaria seu máximo para aguentar aquilo e usaria seu braço esquerdo para segurar a espada no local do ferimento, tentando impedir que o capitão retire a arma, após isso, tentaria agarrá-lo com o seu braço e faria a mesma corrida em direção a parede de antes, tentando bater o inimigo contra a parede. Se por acaso o capitão soltar a espada e fugir, Jurgen retiraria a arma e usaria como adaga na sua mão esquerda, então, partiria novamente berrando em direção ao marinheiro, para desferir uma nova leva de furiosos golpes de espada.


Objetivos:
 

Legenda escreveu:
Fala: vermelho
Pensamento: marrom

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptySex 09 Jun 2017, 16:56



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Arcangelo / 20 / 4 Páginas / Atirador / Médico


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O livro era pesado, o que me incomodava bastante, porém serviu, carregando-o eu o li, havia diversas ilustrações e era bem conservado apesar de ser claramente antigo, as mais diversas informações sobre plantas e ervas se encontravam ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mudando um pouco os ares, eu via um rosto familiar enfim, era Doppio, o atirador que mais parecia uma criança mimada certas horas. Ao meu ver, o pirata que eu deveria possivelmente me referir como capitão estava em desvantagem numérica, não faria mal eu assistí-lo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uvo, o que vou te falar agora pode parecer loucura, mas vai lá e pegue Doppio colocando-o em seu ombro, se der certo ele irá se safar daquela bagunça ali e ainda poderá contra atacá-los, eu te cubro daqui. -diria para o barman-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Envolver-se em uma luta provavelmente desencadearia uma parte de Uvogin que eu já não via há um tempo, desde Malkihan, no zoológico. Independentemente do brutamontes aceitar minha proposta ou não, estava na hora do show, era tempo de, em conjunto de Uvo e Pannacotta, tingirmos aquela ilha de carmesim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ambas as mãos, após arranjar um jeito de manter o livro guardado, iriam de encontro às armas, a que estaria no coldre e também o outro revólver, os dedos estariam agora envoltos nas coronhas das pistolas e as pontas dos indicadores beijariam com delicadeza os gatilhos dos instrumentos, se coçando quase trêmulos querendo disparar de imediato.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O braço já estaria erguido a esse ponto, quase a altura de meus olhos, movendo-se levemente junto com meus pulsos, traçando as rotas dos oponentes, como um predador fitando sua presa, dispararia de novo e de novo, usufruindo ao máximo de minha ambidestria para alvejar múltiplos alvos e abater quantos homens me fosse possível, sempre mirando em pontos vitais ou em locais onde sua guarda estivesse baixa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Óbvio que, se necessário, fugiria, correndo como quem corre de um marido o qual acabou de meter os chifres. Disparando contra aqueles que haveriam de me perseguir quando necessário ou possível. Se, porventura, ocorresse de tentarem me alvejar, seja qual fosse o meio de me atingir eu possuiria contramedidas para tal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Evasivas com leves movimentos distanciando-se dos meus oponentes seriam realizandos visando evitar golpes diretos como estocadas e semelhantes, pequenos saltos e agachamentos seriam feitos para não sofrer danos de golpes horizontais e, para o caso de verticais, chegaria para esquerda ou direita fazendo com que, assim, a tentativa de me atingir fracasse. Possivelmente seriam efetuados disparos para ferir a mim e aos outros, para isso eu procuraria cobertura.


Citação :
Vício:6/15  
Isqueiro:5/10  
Maço de Cigarros:15/20

Objetivos:
 
   
Histórico:
 
 
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptySab 10 Jun 2017, 02:33


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Post: 06 | Localização: Lvneel



Havia levantado o questionamento sobre o jeito que ela estava agindo e por alguns segundos, a resposta era o silêncio, até que a Madre abria a boca para falar. Ela estava certa sobre Hynno não ser marinheiro e sobre ela não ser pirata, não poderia afirmar ou negar. Pensava que ela não iria responder mais nada após o comentário dela, mas ela pegava um cigarro e acendia, continuando a falar. [Madre] –  Mas, já ouviram falar deste tritão por essas bandas, não tão detalhado como você procura, mas me disseram que ele era peculiar. Creio que você consiga alguma informação com os irmãos Beagle. Eles têm fontes bem confiáveis. Geralmente eles ficam vagando atrás de novas informações e principalmente novos piratas. Pelo jeito, Carmen estava esperando um “amigo” que vinha visitar ela e as mulheres do convento, nada muito interessante para o psicopata.

Primeiramente, ela achava que o lunático estava viajando ao falar sobre um tritão rosa, até citava um livro de um tal “Norland” que Hynno desconhecia. Parecia que ela não estava levando a pergunta do pirata a sério e teria que usar a força para forçá-la a responde-lo. Ela até ria daquilo, mas como uma moeda que tinha dois lados, a Madre respondia o que o espadachim queria. Realmente, Donl estava em Lvneel, mas a mulher não sabia a localização dele e teria que encontrar os tais irmãos Beagle e então, iniciou a jornada ilha adentro, com Edgar na frente. Durante a sua caminhada, trombava com um homem de virilidade, que se ele quisesse, poderíamos brigar e ele acabaria morto. Ele até instigava o psicopata, com as palavras: “Olha por onde anda”. Mas, por algum motivo, ele voltava atrás e se desculpava, fazendo o espadachim continuar a caminhada.

O pirata sabia que poderia usar aquilo como gatilho e começar uma briga, onde só pararia com aquele homem morto. Mas, tinha outra coisa em mente. Achar os tais irmãos Beagles e descobrir mais sobre o paradeiro de Donl. Aquela ilha parecia muito tranquila, nada parecia acontecer nela, pelo menos, nada até a chegada do grupo. Durante a caminhada, Hynno notava as típicas coisas de outras ilhas: Diversas pessoas, gente bêbada, homens de terno. Só que, mais a frente, tinha uma massa de gente cercando uma pessoa. Quem seria a pessoa cercada? Não tinha tanto interesse em saber, até receber um tiro de raspão no rosto e espantar seu corvo.

Após aquilo, Hynno começava a se aproximar mais daquele amontoado usando sua furtividade, pois tinha outras coisas a se fazer do que entrar numa briga. Vendo nitidamente ou não quem era, Draguren se afastaria um pouco e continuaria a caminhada ilha adentro. Após se afastar da cena onde seu companheiro estava, abordaria uma pessoa qualquer e perguntaria. – Estou procurando pelos irmãos Beagles. Sabe onde posso encontra-los? Se a pessoa soubesse, pediria a localização deles e seguiria para a localização dada pela pessoa. Se o sujeito não soubesse onde eles estavam, continuaria a caminhar ilha adentro na procura de alguém que soubesse a localização dos irmãos e então, se alguém soubesse do paradeiro deles, Hynno seguiria na direção dita ou apontada. Ao descobrir o paradeiro dos dois irmãos Beagle, caminharia até lá, ainda com as mãos no cabo de sua espada. Pretendia ter informações sobre o tritão e também, outras coisas e no final, os irmãos Beagle cairiam sobre sua espada. Ou pelo menos, um deles.

Ao chegar no local onde os irmãos estavam, o espadachim entraria no local e procuraria ir até os Beagle e ficar numa distância boa, tanto para não ser pego por um ataque furtivo, quanto para não ter problema em ter seu futuro ataque interrompido. – Olá irmãos Beagle. Preciso de algumas informações e localização. Esperaria a confirmação ou então, a aceitação deles e então, daria todas as informações, as mesmas que havia dado para a Madre. E então, escutaria o que os irmãos tivessem para falar e ficaria na sua, apenas escutando.

Após escutar o que eles tivessem para falar, Hynno procuraria um banco para se sentar e ao encontrar um, se sentaria, ainda deixando sua mão repousada no cabo de sua espada. Se não encontrasse, ficaria de pé mesmo. – Me digam outra coisa: O que tem nesta ilha? Marinha, caçadores? Quero detalhes do que tem e as pessoas “importantes” da ilha. Como capitão, rei, general. Quantos guardas tem e assim por diante. Se não souberem tudo, respondam o que souberem... E também, me falem sobre a Madre Carmem e aquele convento.  Queria ficar por dentro de tudo, ou pelo menos, de boa parte do que tinha e acontecia na ilha. E Draguren sabia que ele era um pirata, seu grupo era, não poderia bobear, por isso que tinha uma de suas mãos repousada no cabo da espada, para o caso de alguém querer ataca-lo ou se caísse numa emboscada. Por isso, ele também tinha a companhia de Edgar.



Objetivos:
 


Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 3 EmptySab 10 Jun 2017, 21:58




O Corvo


Problemas a mil: Trupe Corvinata se vê perdida.



Jurgen

Você ganha força, coragem e confiança através de cada experiência em que você realmente para e encara o medo de frente. Jurgen via a sua frente um desafio que lhe fazia frente, além disso, lhe dava uma completa surra, nele e em sua parceira Rise, que apenas se abaixava segurando seu machucado. Seu olhar era de completo medo. Por mais que já tivesse acostumada com o perigo, enfrentar um capitão da marinha era algo que qualquer pirata iniciante tremeria e sofreria, é claro que se sobrevivesse.

- Acho melhor recuarmos, não estou com um bom pressentimento – falava atemorizada.

Por mais que as palavras surpreendessem o gigante, o mesmo não recuou não se preocupou com a sua parceira, ele era o escolhido, não podia desistir ali, pelo menos em sua mente, e foi isso que fez ao desafiar novamente o capitão, que antes ia à direção da área urbana, porém cessava seus passos após ouvir o gigante esbravejando. Seu semblante havia mudado, ele não estava sereno, as palavras de Jurgen haviam surtido efeito na calma do marinheiro.

O gigante então, ignorando quaisquer dores que sentia, partiu em direção ao capitão, o que foi um erro, um fatal erro. Num piscar de olhos, o gigante não via mais o capitão a sua frente, apenas uma crescente dor que aumentava em seu corpo, mais precisamente em sua perna direita. O gigante não havia visto nada, a sua parceira sim, viu partes da movimentação do capitão.

Com uma velocidade acima de uma pessoa normal, o experiente homem aparentava caminhar pelo ar, suas pisadas eram suaves e precisas, apenas isso a nina viu antes do fatídico golpe. Com uma precisa dança de sabres, o oficial da lei arrancava fora parte da perna direita do gigante em um movimento espetacular. A dor corroía Jurgen de dentro para fora. O golpe havia cortado a perna do gigante como se fosse apenas papel. Rise estava atônita, ela estava em um total transe ao ver o imponente gigante ser destroçado de tal maneira que ela nunca esperaria. Seus anseios estavam corretos.

- Você fala muito, gigante, você é muito fraco pra quem pretende “destruir” o Governo – manipulava seu sabre tentando ver a marca de sangue deixada no mesmo.

O gigante não pôde fazer nada, apenas cair como um saco de batatas. Sua perna estava perto a ele. Os resquícios ósseos poderiam ser vistos. A dor era imensa, como nenhuma que o gigante pudesse ter sentido até agora. O sangue jorrava como um chafariz ao ser desligado para limpeza e lentamente ia cessando. Seria aquele o fim do gigante. Morrer tão perto da Grand Line? E suas pretensões? Naquele momento estavam todas por terra.

- Estamos... Estamos mortos... – retrucava a ninja.

- Lamento, mas o fim de vocês é apodrecer nessa ilha, seja presos ou mortos... – friamente respondia olhando seu olhar pelo reflexo de sua sagrada espada.


Ambrosio


Vendo todo aquele alvoroço causado pelo seu parceiro, o loiro não viu alternativa alguma a não ser mandar seu parceiro ali salvar seu aliado. Enquanto via seu companheiro se dirigir a cena da confusão, caolho buscava maneiras de guardar seu livro e preparar suas armas para combate, porém, surpreendido por um disparo em sua perna o rapaz não viu alternativa a não ser cair, nem que fosse parte de seu corpo.

- Largue a arma! Largue a arma seu pirata filho da puta!

A voz era conhecida. Se resolvesse ver quem estava falando, o loiro avistaria a velha de antes, a que o ajudou a aprender sobre o que queria. Seu semblante era outro. Estava chorando. Mergulhada em tristeza e raiva, a mulher segurava sua pistola de cor verde e detalhes cor de ouro, a qual fumeava após o último disparo realizado.

- Aqueles... Aqueles garotos eram os meus filhos! – tremulava apontando a arma para o loiro – Vocês estão juntos nessa, vocês... Vocês mataram meus filhos... Uma mãe nunca se engana, eu senti isso, senti desde o início, você me causaria problemas, mas fui continuar... Agora pagará você e todos eles! Largue as armas, qualquer movimento eu explodo sua cabeça, seu filho da puta! – bradava.


Hynno e Doppio


O lunático jovem ignorou o fato de um disparo ter passado tão perto do seu rosto e se dirigiu as pessoas que antes estava bebendo, mas que agora apenas se afastavam. Alguns apontavam para os homens caídos e corriam em seguida, só queria se afastar do local. Estranhamente, o rapaz se dirigiu até os homens e, mesmo vendo-os caídos, os questionou sobre a presença do tritão procurado, porém resposta o mesmo não consegui dos cadáveres. Seria uma situação cômica, se não fosse trágica.

- Vamos logo! O loiro mandou que saíssemos o mais rápido daqui antes que...

Não houve tempo para Uvo terminar seus dizeres. A guarda real logo chegou ao local e era comandado por uma personalidade já conhecida por Hynno, o homem que havia esbarrado anteriormente. Eram homens com roupas já desgastadas. O imponente homem vestia sua armadura cinza escura que apenas deixava a mostra suas mechar capilares negras e sua barba mal feita com cavanhaque e bigodes evidentes.

- Novatos, evacuem os civis. Vamos lá, os mais experientes venham comigo. Cerquem-nos. Médicos cuidem desses feridos! Vamos manter a ordem dessa zona! – bradava o homem.

Doppio podia ver muito dos homens que havia visto ao chegar na ilha no aparente campo de treinamento. Por descuido o atirador era surpreendido pela chegada de dois homens que o golpearam pelas costas e o renderam, tomando sua arma. O rapaz havia se descuidado bastante em uma situação tão crítica.

A cena era completamente desfavorável para o grupo pirata. Hynno e Uvo estavam cercados por mais ou menos dez membros da guarda real. Doppio se encontrava rendido pelo homem que anteriormente havia falado com ele, aquele que lhe questionou a frente do campo de treinamento. Os homens seguravam suas espadas enquanto as apontavam para a dupla que permanecia “solta”.

- Vocês estão presos em nome da guarda real da ilha de Lvneel! Soltem suas armas e aceitem a punição pelos seus atos, piratas! – bradava – Meu nome é Kallif e sou o responsável por punir aqueles que não são fortes o bastante para seguirem as regras!

Citação :
Status:
Jurgen

HP: 255 - 48= 207 - 48 = 159 - 5 = 154 - 48 = 106 - 5 = 101 - 5 = 96 - 5 = 91
* Sangramento no dorso sem cuidado = 5 HP por post durante 6 rodadas 2/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 6 posts 0/6
# Dificuldade de Respirar e dor no local
* Pulso parcialmente dilacerado = 5 HP por post durante 3 rodadas 1/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 3 posts 0/6
# Dor no local e sangue escorrendo
* Antebraço com corte profundo = 5 HP por post durante 6 rodadas 1/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 6 posts 0/6
#Dor no local e visão óssea do machucado
* Perna direita decapitada parcialmente (abaixo do joelho) causando dor intensa = 15 HP por post durante 3 rodadas 0/3
* Caso não seja estancado após os três posts, o dano se transforma em 20 durante 3 posts 0/6 e o player desmaia.
# Visão óssea do local, sangue jorrando e doendo

Ambrosio

HP: 255 - 10 = 245
* Ligamentos posteriores danificados dificultando a movimentação até ser curado
* Sangramento na perna = 5 HP por post durante 6 rodadas 0/6
* Caso não seja curado após os seis posts, o dano se transforma em 10 durante 6 posts 0/6

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