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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O velho e o viajante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyDom 14 Maio 2017, 21:30

Relembrando a primeira mensagem :

O velho e o viajante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Einsiedler e Hiroki. A qual não possui narrador definido.


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Einsiedler
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 17:39



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O profeta celestial tinha feito ser ouvido. Se preparava para dar segmento à conversão do garoto quando este o interrompera:

-Se esse Criador existe e é tão bondoso como você diz, por que deixou minha mãe morrer? Por que não impediu aqueles revolucionários de merda? Por que não impediu essa desgraça de cair sobre a minha família? Meu pai se afoga em álcool para fugir da dor! Meu irmão sumiu no mundo! E eu não posso nem realizar meu sonho de me tornar um caçador de recompensas como minha mãe um dia foi, tendo que ficar aqui e cuidar da minha irmã e da forja! Me diga ONDE ESTAVA O SEU CRIADOR???


Por alguns instantes os olhos do velho se tornaram fundos, e ficaram fixos na figura do rapaz que gritava e se acabava em lágrimas de angústia. Se manteve calado com a boca levemente aberta e respiração pesaroso.

-ORA RAPAZ! NÃO BLASFEME ASSIM!! ASSUNTOS DIVINOS ESTÃO ALÉM DA NOSSA MERA COMPREENSÃO...VEJA--
--CAHAM--
...fui enviado para justamente remediar situações como essas. COMO PODE DIZER QUE NÃO ESTAVA OLHANDO POR VOCÊS?
--HUNC--
Além do mais, ele nos envia o frio conforme o cobertor. Talvez esse seja um recado para que você busque ser mais do que sempre imaginou que pudesse ser...


"Pelo jeito esse garoto tem bom coração. De fato, ele merecia estar em uma situação melhor que essa. MAS QUE DIFICULDADE ME COLOCASTE LOGO DE INICIO HEIN, Ó SENHOR?!"

--SIGH--
-A vida garoto...tem dessas coisas...


Terminada a fala do ancião, esse se apoiaria em um canto qualquer com seu bastão, para aliviar suas juntas. Desse ponto em diante tinha ficado compadecido com a situação do jovem e seu problemático pai.
Estaria pensando várias coisas nesse momento, ainda mais numa alternativa que não abalasse sua fé.

"MAIS UMA PROVAÇÃO SÓ PODE! ME ALIVIE DESSA, CHEFIA."

Se nesse momento de reflexão ainda continuasse sendo pressionado pelo garoto por respostas, indagaria:

-O seu bom pai está vivo, oremos para sua interseção. Nós operaremos um milagre aqui e agora rapaz! E você pode ser de grande ajuda na causa...
--CAHAM--
SENHOR, OUVI MINHAS SÚPLICAS! CONCEDA-ME O PODER PARA CURA E LIBERTAÇÃO DESSE NOBRE SENHOR!!

[...]--Caput mortuum imperet tibi Dominus per Adam lotchavah!
Aquila errans, imperet tibi Dominus tetragrammaton per Angelum et leonem!


Estaria iniciando o jovem nas artes arcanas da fé. De certa forma traria conforto ao jovem aflito enquanto sua irmãzinha estava para retornar.
Pediria mentalmente por ajuda extra-planar.

"ME CONCEDA A INTERVENÇÃO DIVINA, POR FAVOR VAI!!"

---

Entretanto, se o rapaz se irritasse, julgando a primeira fala de repreensão de Eins equivocada e partindo para outros desdobramentos mais agressivos, faria com que o ancião esboçasse umapostura de defesa armando o bastão em sua frente:

-Olhe, melhor parar por aqui e nem tentar algo desse tipo. Cabeça quente é propicio para possessões de espíritos mal-intencionados...


"Qual é vai? Melhor recuar grandão..."

Esperaria que o Musculoso jovial voltasse a si e desistisse de agir com grosseria.

-Sua irmã logo irá voltar e vocês ficarão em Paz. Como eu disse antes a minha presença aqui não é mera coincidência--"

"É,é sim. --HUNC--"

Se fossem acometidos por um silêncio constrangedor, Eins procuraria uma rota de fuga silenciosa para sair dali. Procuraria roupas espalhadas para ajudar a se disfarçar, e se tivesse algum bastão à mostra também levaria consigo. Queria dar o fora dalí rápido.

---

Se o garoto voltasse a falar, ou a sua irmã voltasse e impedisse a saído do local apenas ficaria calado, com uma cara deprimida de compaixão pela cena.
Rezaria em silêncio de forma que se escutasse alguma coisa seriam apenas chiados ou murmúrios.

"OH SENHOR CLAREIE MINHA VISÃO. PARA EU SAIR DAQUI!!"

Esperaria uma brecha para fazer sua deixa do local sem ser percebido.

---

Caso descoberto ou algo saísse errado com seu plano inicial, o profeta começaria a gritar e forçar falas com dificuldade:

-P-PRECISO IR PRECISO IR...
--ARF, ARF--
-ESTOU SEM AR, PRECISO RESPIRAR ME DEIXEM PASSAR...ESSA MALDIÇÃO QUE ME ACOMETE...


Se conseguisse seguir daria segmento ao plano de fuga. Se fosse impedido, começaria a tossir.

--COUGH, COUGH--
-VAMOS ME DEIXEM PASSAR!! O DIVINO VAI ME CURAR MAS NÃO CONSEGUIRÁ ME ACHAR AQUI!! VAI...


Se desse certo seguiria, mas se mesmo assim não conseguisse, apenas soltaria um profundo suspiro enquanto segurava com força seu cajado:

--FUUU--
-CERTO, vai...o que mais querem de mim?!


Olharia com uma expressão séria e intimidadora. Visivelmente o semblante teria mudado. Para pior.

---

Se em algum momento, o garoto se irritasse ou tentasse ir para as vias de fato com o velho, Einsiedler daria um salto para trás esquivando da primeira investida. Com sua destreza, manusearia o bastão pelo seu corpo para intimidação.
Um pequeno truque aprendido no mosteiro que vivia.
Assumiria uma postura dissimulada, e como primeiro movimento arrastaria o bastão pelo chão e ergueria com movimento de alavanca; o movimento seria para cegar seu adversário com a poeira que levantaria.

Essa movimentação dando certo, seguraria o bastão com as duas mãos como se fosse uma espada e mirara na parte externa da canela do jovem, num movimento de corte para derrubar e incapacitar o rapaz.

---

Se em algum momento tivesse seus ataques interrompidos ou fosse acertado, tentaria se recompor. Recorrendo a sua fé, suplicaria ao divino por força.

-OH CÉUS ME DÊEM FORÇA! DEVO PUNIR ESSES QUE VÃO CONTRA A MISSÃO DO SENHOR. PECADORES PERECERÃO..
--COUGH,COUGH--


Após a provocação, começaria a fingir passar mal novamente. Na primeira aproximação com guarda baixa do seu atacante, daria uma cacetada de baixo para cima num gancho.

-BONK! HA HA!

"Bem, espero que ele não levante depois dessa e fique no chão igual ao pai..."

Aproveitaria para fugir o mais rapido possivel. Iria pela outra escada, procuraria roupas espalhadas para ajudar a se disfarçar, e se tivesse algum bastão à mostra também levaria consigo. Queria dar o fora dalí rápido.

---

À todo momento ficaria atento a novas surpresas ou a sorrateira irmãzinha o voltar atacando novamente.

Estaria pronto para mostrar a outra face de um homem santo.


Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 22:43


Hiroki mordeu o lábio ao ver tudo aquilo de comida. Sabia que não podia pagar e, com um sorriso amarelo, tentou avisar a moça:

Hiroki: - E-err.. vou levar metade da comida ok? Ou vou ficar te devendo, me desculpe por isso...

Estava pisando em seu próprio orgulho, mas sabia seus limites...quem sabe se ganhasse mais dinheiro aquele mesmo dia não poderia ter uma solução? Ainda mordendo o lábio e muito sem graça, ele terminava:

Hiroki: - Eu prometo que da próxima eu deixo até gorjeta...eu estou falando sério...

Ele esperaria agora, e logo ouvia outras conversas: como um animal curioso, ficava com a cabeça tensa e ligeiramente inclinada para trás, como se este simples gesto lhe permitisse ouvir melhor o que acontecia. Permaneceria em silêncio e sem olhar: já estaria se entregando demais meramente por tentar aquilo.

Era sua chance: anunciava aos gritos seu "genial" plano de invasão e roubo de glória. Poderia cumprir sua promessa para a garota e esticaria seus ossos. Só tinha apanhado naquele dia, então seria interessante treinar um pouco. Como alguém que cresceu em monastério Hiro estava acostumado com a rotina de dias bons e dias ruins de batalhas e desafios. Não se permitiria desistir por tão pouco, por isso usava toda sua coragem agora.

Entretanto alertou a pessoa errada, que acabou assustada, novamente mordia o lábio, percebendo o caos que estava causando naquele local. Pedia desculpas sem jeito, apenas balançando as mãos e fazendo uma cara de bobo: era péssimo em sociedade, e parecia que nada mudaria tão cedo. Ouvia com cuidado o que a garota lhe dizia.

Sorria e agradecia quase que em tom inaudível a moça. E assim que recebia sua comida devidamente embalada pagaria e caminharia. Já sairia bebendo para "enganar" sua fome.

Ia até o homem anteriormente ignorado na porta com os panfletos e dizia:

Hiroki: - Desculpe ter ignorado antes, estava com uma fome mortal. Pode me explicar melhor esse lance de ajuda? Estou interessado...

Ele estenderia a mão para cumprimentar e sorriria o mais amigável possível. Sairia e iria direto para o ponto indicado. Caso não tivesse as informações completas comeria primeiro antes deseguir viagem. O interessante é que sempre estaria com a mão direita na bainha da espada nas costas. Estratégia de gato escaldado: como já tinha sido surpreendido naquele local, não queria ser pego novamente de surpresa.

Seguiria o mais civilizado que sua experiência lhe permitisse.

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyQua 07 Jun 2017, 14:42

Einsiedler

Após ouvir as perguntas do jovem, o profeta sentiu sua própria fé titubear levemente já que ele próprio aparentava não saber como responde-las. Assim, ao invés de dissipar as dúvidas do rapaz e auxilia-lo a ver o caminho da luz, o velho deu uma resposta genérica digna daqueles que não tem embasamento nenhum sobre o que falam.

Por causa disso, apesar de ter conseguido calar o rapaz e até mesmo realizar sua oração e ritual, esse seria o máximo que conseguiria fazer ali. Se o pregador pretendesse algum dia ter seu próprio rebanho, teria que melhorar muito sua habilidade de oratória e persuasão, além de adquirir mais conhecimentos sobre a religião que queria propagar.

Aproveitando o silencio que se fez enquanto Froid focava sua atenção em seu pai, Eins saiu de fininho daquele lugar que não tinha a mínima vontade de estar, perdendo a chance de obter comida, informações e até mesmo um guia e seguidor. Se apenas tivesse lidado com a situação com um pouco mais de tato. Mas agora que havia pisado fora da forja, tudo isso ficou no passado.

Subindo a escada do lado exterior do estabelecimento, o Celestial percebeu que grandes pedaços de madeira haviam sido enfiados na terra ao lado dos degraus de forma a fornecer suporte para aqueles que por ali passassem. Mesmo não sendo nenhum bastão de combate, ainda assim eram bem mais firmes e robustos do que o pedaço de galho que o próprio Eins segurava. Fazendo uma troca rápida, o velho passou a segurar algo mais similar a um cajado, apesar de um pouco menor.

Chegando ao topo da escada ele se deparou com uma rua com certa movimentação, e a uma certa distancia podia ver um portão com o letreiro “Clã Ant-Bullet” no topo. As pessoas que passavam em sua frente estavam em sua grande maioria bem vestidas e lançavam olhares estranhos quando viam o velho devido a sujeira que estava impregnada em si. As casas ao redor eram bem construídas, apesar de não serem nenhuma mansão.

A sua direita, mesma direção do portão com letreiro, uma voz de menina entrou nos ouvidos de Eins – Venha venha! Ele está desmaiado! – E nesse momento Frida entrava no campo de visão do profeta, praticamente arrastando uma linda mulher de cabelos azuis no inicio dos seus 20 anos pelas mãos.

Hiroki

Talvez por sentir que o homem tatuado fosse problemático, ou quem sabe por ter se sentido tocada pela reação envergonhada do rapaz ao perceber a cena que estava causando, a jovem permitiu que Hiroki levasse a refeição completa por apenas 12.000 berries.

- Er, tudo bem senhor, pode levar!

Apesar de estar zerado financeiramente o rapaz estava armado e com sua comida preparada, sabendo bem que para um homem disposto e competente, sempre surgiriam oportunidades de ganhar alguns berries.

Ao se dirigir ao marinheiro, obteve uma resposta super empolgada por parte deste. O aperto de mãos foi forte, quase exagerado.

- Haha rapaz! Sem problemas!! Todos temos que encher a barriga antes da ação não é mesmo!! – Lhe disse o marine com um sorriso enorme. Naquele momento a aparência sonolenta do fardado havia sumido como se tivesse sido uma mera ilusão. Entregando dois papeis ao tatuado ele continuou – Esses são dois revolucionários muito perigosos que chegaram recentemente na ilha. Apesar de não sabermos seus objetivos, por sorte o Tenente Maneki resolveu parar aqui para abastecer quando recebeu essas informações Desde ontem começamos a perseguir os alvos, mas infelizmente eles conseguiram escapar pras florestas da ilha e estão dando mais trabalho que o esperado. Se apenas... – Nesse momento o homem parou e suspirou profundamente, antes de voltar a sorrir mais uma vez. – Bom, vamos ao que interessa meu caro! Se você seguir direto nessa direção vai chegar a um pequeno acampamento na beira da floresta onde as coisas estão sendo organizados. Boa caçada rapaz!! - Ele apontou para o norte, por uma rua que passava na lateral da igreja.

Nos papeis recebidos Hiroki veria as fotos que já havia visto no restaurante, a “Morte Certeira” e o parceiro dela. Seguindo andando por cerca de quinze minutos ele logo chegaria no local indicado. No caminho receberia olhares diversos, alguns ameaçadores, outros temerosos, alguns desdenhosos, outros curiosos.

O acampamento consistia em duas tendas, uma maior onde uma maca e um marinheiro mexendo em instrumentos médicos se encontravam, e uma menor onde outro marinheiro  estava sentado atrás de uma mesa. Um pouco mais afastado dali o monge podia ver ainda duas mulheres sentadas na sombra, uma carregando uma espada curta e a outra com duas pistolas na cintura, ao lado delas duas mochilas estufadas.


Off: Fiz no celular e fica muito ruim para editar cores e talz. Depois em casa edito e ajeito as coisas alem de acrecentar algo no off se precisar. Até la só pra adiantar o lado de vcs...

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyQui 08 Jun 2017, 21:56



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O profeta tinha dado um jeito de deixar a forja. Sentia pena pelo garoto, mas ele ainda não estava pronto para ouvir.

--SIGH--

Nem ele para ensinar pelo jeito, sua fé tinha sido abalada. Sabia da existência de um ser maior e da sua nomeação como representante mortal, mas como faria essa propaganda?

Imerso em pensamentos assim, que fora deixando o local. Tinha achado um bastão melhor, o que o alegrou momentaneamente.

"Clã-bullet...ham?"

Agora se encontrava no meio de uma viela, com casas bem feitas e pessoas bem aparentadas. Ainda distraído demorou até perceber que o fitavam com repreensão.
De fato ali não era local para um maltrapilho como ele transitar.

Ainda envergonhado tentaria encontrar um local para obter abrigo. Foi então que ouviu:

– Venha venha! Ele está desmaiado! –

"Mas que diab--? Oh, perdão senhor!"

A voz da garotinha o atingiria em cheio. Um suor frio escorria por sua espinha.
Se viraria roboticamente para confirmar a situação. E evitar surpresas.

-MA-MA-MA...
--BAAAH--


Eins teria se deparado com a visão da linda mulher de cabelos azuis no inicio dos seus 20 e tantos anos sendo puxada pelas mãos.
Aquilo teria mexido com o velho, sofreria palpitação e suas mão suariam.

Era santo mas não era morto.

"MAS O QUE É ISSO QUE VEJO...OH!"

-Certo, só pode estar brincando comigo...É ASSIM ENTÃO? É ESSE O SINAL QUE ME ENVIASTES?! EU SEI QUE PEQUEI ABANDONANDO O GAROTO MAS EU AINDA NÃO TENHO TODAS AS RESPOSTAS!! GWAAAAAHH!!

Sua insanidade teria aflorado, e agora excomungaria fechando seu punho contra os céus. Quem visse de fora veria um ancião maldizendo o vazio.

---

Após esse surto, teria um momento de lucidez e decidiria ir atras da menininha e sua linda amiga.

"Não posso ser tentado assim...mas deveras tinha um trabalho a ser feito. Humpf, vamos lá foi pra isso que eu vim então afinal."

O Celestial se aproximaria amigavelmente das duas acenando e um pouco arqueado.

-HOY!
--GLUP--
-Estava te procurando. Pensei que poderia ter acontecido alguma coisa, decidi vir checar. Seu irmão está bem transtornado, minhas palavras não surtiram muito efeito, mas já fizemos preces e...
--HUC--
...não me jogue nada sim? Heh.


Ainda sem graça e agora arrependido por fraquejar em um desafio de fé, decidiria acompanhar as duas até o patriarca caído.
Se questionado sobre o seu desaparecimento, diria que estava impaciente pelo retorno da filha mais nova com a "bela" ajuda.
Nesse momento já teria baixado o libido e estaria mais envergonhado pelo que tivera feito. Mentalizava a melhora do pai daquelas crianças enquanto aguardava o desdobramento das próximas ações.
Em relação ao irmão musculoso apenas daria uns tapinhas nas costas em silêncio enquanto sacudia a cabeça em compaixão.
---

No entanto se a abordagem inicial falhasse, ou o seu acesso de loucura causasse estranheza fazendo com que evitassem o contato com o eremita; esse se dando conta disso tentaria segui-las de volta sobre o mesmo pretexto de impaciência sobre o retorno.
Se fosse impedido caso fosse interpretado como conduta abusiva, não falaria nada. Apenas levantaria as mão mostrando rendição e desistência.

-Por favor, apenas me mostrem uma estalagem para que eu possa me recompor sim? Sou apenas um mensageiro do divino em busca de redenção...

Conforme fosse a resposta seguiria até o local, buscando descansar e conseguir um mapa do local. Deveria conter alguma pista do que o Grande criador queria do sofrido Eins.
---

Se o retorno do profeta não fosse bem vista pelo irmão que tinha ficado, o velho recuaria com as mãos abertas em frente ao seu peito falando:

-Oa,Oa calma aí amigão...não era essa a minha intenção,ok? Senti que o meu senhor queria me mandar um recado e eis aqui o que era...
(Aponta para a garota de madeixas azuis)
-Você pode estar em dúvida sobre várias coisas, mas se eu não fosse um enviado dos céus designado para propagar as palavras de salvação eu por acaso teria isso...?
(Puxa a capa em suas costas deixando à mostra suas asas de celestial)

Esperava que ninguém tivesse visto alguém como ele antes, para assim conseguir a credibilidade que desejava.
---

A todo custo agora evitaria um embate físico. Teria aprendido que ser um arauto não era só pregar como quisesse; era também saber ouvir os sinais do universo quando necessário.


Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptySex 09 Jun 2017, 00:43


Olhos de um cão de rua esperançoso surgiam no rosto de Hiroki, assim que a moça aceitava pegar o que ele tinha em mãos como moeda. Talvez por lembranças do passado, talvez por educação ou mesmo pela sua personalidade se sentiu na necessidade de pagar um retorno para a moça de alguma forma. Com um sincero sorriso de ternura, a cumprimentava e dava as costas para a mesma.

Prestava a atenção com a face mais amigável que podia para o marinheiro: como era educado tinha certa noção de como lidar com eles. Não só isso: em uma escala geral, respeitava e até admirava marinheiros. Sabia que o mundo da pirataria seria bem pior sem eles, por isso os via de certa forma como uma reação natural para manter o equilíbrio. Sabia das corrupções no entanto: tinha decifrado e transcrevido cartas e livros de monges e outras pessoas mencionando tais casos, por conta disso, mesmo para o marinheiro não baixaria a guarda.

Ouvia com atenção absolutamente tudo. Prestando atenção principalmente na mudança de tom do homem. Apesar de cordial, provavelmente julgaria caçadores de maneira bem negativa e sabia disso.

"se apenas...o que diabos ele quer falar? Bem...não tenho dinheiro para negociar informações..."

De maneira interessante, pensava em "comprar" informações do marinheiro - a autoridade local - mas em total inocência de atitude. Acreditava que o mundo simplesmente rodava ao redor do dinheiro independente de classe social. Seu pensamento não implicava em perda de confiança ou mesmo dizia que o homem era corrupto: era apenas ignorante para o mundo,já que viveu a maior parte da vida isolado em um templo. Talvez tenha sido melhor não ter dinheiro: a sorte ou azar só seria exibida no futuro.

Via o marinheiro apontando seu caminho, novamente pareciam sugerir a igreja.

"Heh, Karma talvez?"

Pensava nos ensinamentos do templo, era a segunda pessoa que lhe indicava esta direção. Se destino existisse deveria seguir por ali. Ou talvez não: ficou tentado em seguir caminho oposto pela simples ideia de desafiar a ideia de destino. No entanto cumprimentou cordialmente o marinheiro e, sem dar mais qualquer palavra além de um "obrigado", se encaminharia para o local apontado.

O caminho para o local foi curioso: se interessava pelos olhares por onde passava. Apesar de ser um ex-monge recluso a ideia de fazer fama lhe agradava: queria mostrar para o mundo o potencial de sua força de vontade e para isso estava preparado para fazer inimigos. Um sorriso desafiador lhe escapava e seu coração disparava: era aquela sensação de "selva" que gostava, a ideia de combater todas aquelas pessoas, mas se manteria em silêncio: gostava de combate mas não era tão idiota de iniciar uma pseudo-guerra.

Quando chegava logo notava os marinheiros e outras pessoas ali. Se apresentaria rapidamente para os marines e, deduzindo aquele ser o grupo de caçadores também, seguiria perto das moças. Mochilas estufadas...ele comeria naquele momento para não atrasar a missão futura.

Ele se encostaria perto da equipe mas sem dialogar, tentaria observar e ver como seria realizado a missão. Não queria causar má impressão ou mesmo interromper as pessoas ali. Mas de imediato se interessou pelas moças: pareciam bem armadas para aquela missão. Seria nom não ser atacado por um momento e ter aliados.

Olharia novamente a folha entregue pelo marine anteriormente, tentando adquirir mais informações apenas por ver a imagem.

"...isso com certeza será interessante"

Resolveria quebrar o silêncio:

- Alguém tem alguma informação extra sobre essas pessoas por favor? Eu...queria ter certeza.



Resumo:
 
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptySab 10 Jun 2017, 16:45

Einsiedler

Os peitos volumosos de Hannah arfavam devido a pequena corrida que havia dado as pressas ao ser arrastada pela menininha. Percebeu que apesar de ser esbelta, estava fora de forma e precisava fazer mais atividades físicas. Na direção em que ia viu algo um tanto inusitado, um velho imundo brigando com o... nada. Seria ele louco?

Para surpresa ao se aproximarem dele, o homem veio falar, e apesar de momentaneamente ter travado, ela logo entendeu o que estava acontecendo (tirando a parte de jogar algo) e respondeu em uma voz gentil, mas entrecortada pela respiração ofegante – Ah sim sim, vamos lá! Obrigado pela sua preocupação!

Ao mesmo tempo Frida olhava para o ancião de forma desconfiada, ficando vermelha no entanto ao ouvir a menção de como jogara uma arma nele. Mas como a medica já havia dito algo, a menina continuou puxando a mulher em direção as mesmas escadas que Eins havia acabado de subir, mas que de pronto já retornava.

Na forja a medica de pronto se pôs a analisar a situação do pai de família, enquanto Eins batia levemente nas costas do jovem. Esse pareceu não se importar com o ato, permitindo que o profeta continuasse seu ato de consolo. Aparentemente como o velho retornou com as duas, o rapaz supôs que ele havia ido procura-las.

Tirando algumas coisas de sua mala, Hannah imobilizou o pescoço e cabeça do homem antes de dizer – Ele ficará bem se fizer um bom repouso e ficar de cama por alguns dias. Agora temos que move-lo para o quarto.

Enquanto o rapaz pegava com cuidado a parte de cima do homem, pediu ajuda para que Eins pegasse as pernas, e juntos eles levaram o homem escada acima, passando pelo corredor e entrando na parte domiciliar, atravessando uma sala e entrando em um quarto bagunçado. Após colocarem ele na cama, os dois saíram do quarto.

- Frida, vá aquecer o almoço. Traga dois pratos para eles. Quanto te devo Dra. Hannah? -  Froid não perdia tempo e tentava resolver as coisas.

- Serão 15.000 pela visita mais 10.000 por esses dois tônicos que farão bem a ele. Você tem alguém para te ajudar a cuidar dele? – Respondia a medica enquanto entregava dois vidros cheios de liquido para o jovem.

- Na verdade minha tia ficou de vir hoje para nos ajudar nesse dia terrível (morte da mãe deles). Quando ela chegar aqui vou pedir para que fique em meu lugar pois pretendo me juntar ao Lance e ir para floresta.

-Pequeno Froid, você não pode fazer isso! Vai estar jogando sua vida fora!! – Disse a mulher com preocupação.

- Posso e devo. Toda aquela corja merece ser morta, e não vou deixar que fiquem na minha ilha!E não sou mais pequeno! – Dizia o rapaz teimoso cheio de raiva.

- Mas você tem que ajudar sua família, e os marinheiros já estão nisso! Não é mesmo senhor... – Tentou mais um pouco, se dirigindo no fim ao profeta, buscando a ajuda deste.

- Não adianta, que já estou decidido! E quem é você mesmo? Até onde eu sei você pode ter tombado meu pai! – Disse para Eins, vendo nele um escape para sua raiva.

-Oa,Oa calma aí amigão...não era essa a minha intenção,ok? Senti que o meu senhor queria me mandar um recado e eis aqui o que era...
(Aponta para a garota de madeixas azuis)
-Você pode estar em dúvida sobre várias coisas, mas se eu não fosse um enviado dos céus designado para propagar as palavras de salvação eu por acaso teria isso...?


No momento em que o velho mostrou suas asas, ouve um barulho de inalação, com tanto o jovem e a medica se mostrando surpresos. Ela levara uma mão a boca, deu um passo para trás e contraditoriamente estendeu a outra mão em direção as asas. Já ele apenas arregalou os olhos e deixou o queixo cair.

Apesar de estarem acostumados com seres diferentes, Minks e tritões por exemplo, um homem com asas era a primeira vez, tais homens eram descritos apenas...no livro sagrado. Seria ele um anjo??

Após alguns segundos de silencio, a medica foi a primeira a dizer algo - Está vendo, ele foi enviado para te impedir de fazer tamanha loucura!!

O rapaz mostrou um olhar de negação, falta de aceitação, incompreensão e por fim resolução. – Não, talvez ele tenha sido enviado para me auxiliar, para me ajudar a acabar com essa corja revolucionaria que ameaça infestar nossa ilha, sim! É isso!

Nesse momento, enquanto um cheiro delicioso vinha da cozinha, os dois olhavam com expectativa e de forma quase que suplicante para Eins. O que ele iria fazer?


Hiroki

O homem tatuado ao se dirigir aos marinheiros respondeu a perguntas simples como nome, ocupação, idade e quando um den den mushi que estava na mesa tocou, foi dito para esperar junto dos outros.

Ao se aproximar das moças, Hiroki pode observar mais claramente suas feições. Uma delas estava vestida de preto, mostrando a pele das mãos e do rosto. Nem mesmo o pescoço estava descoberto. Seus cabelos castanhos estavam amarrados um grande coque, provavelmente soltos seriam enormes. Apesar de ser dona de grande beleza, o semblante sério e rigoroso não davam espaço para aproximações. Talvez fosse por isso que ambas estavam em silencio. Em suas mãos ela usava uma pequena faca para talhar um pedaço de madeira. Em sua cintura, os dois revolveres tinham um tipo de colar amarrado neles, com mais atenção o monge perceberia serem terços.

Já a outra menina tinha também cabelos castanhos, porem esses estavam soltos e possuíam apenas uma pequena trança no meio dos fios, que dava um charme peculiar a jovem quando acrescentados ao chapéu de marujo que ela usava. Não aparentava ter 20 anos ainda, mas isso poderia ser um engano. Quando Hiroki chegou ela estava afiando o fio da espada e só quando acabou de faze-lo se dirigiu a ele, que nesse ponto já havia comido.

- Pelo que sei ainda não conseguiram capturar eles. – Disse o obvio – Me chamo Elenya! Qual o seu nome?

E antes mesmo que o espadachim pudesse responder, a mulher de preto entrou surpreendentemente na conversa, porem sua voz era apática, sem conter nenhuma emoção de qualquer tipo, tão fria de forma que seria capaz de gelar os corações dos homens mais fogosos. – Quatro dias atrás a perseguição começou, ontem pela manhã os Marinheiros resolveram pedir ajuda, mas apenas caçadores que não são da ilha quiseram estender a mão. Por isso eles pagaram alguns guias e organizaram alguns grupos por motivo de segurança. Nós estamos esperando por Lance, o ultimo guia dos quatro que aceitaram.

Enquanto falava ela não ergueu os olhos nem parou de talhar a madeira, que começava a tomar forma em suas mãos habilidosas.

- Hei, vejo que você carrega uma espada!! O que acha de duelarmos um pouco? Não precisa ser nada serio, só uma troca de habilidades para testarmos um ao outro! O que diz? Hein? Hein? – Dizia Elenya de repente enquanto se levantava com um sorriso largo no rosto e um olhar cheio de paixão, paixão pela luta. Apesar do pedido, com espada em mãos ela já andava em direção ao monge e não pretendia deixa-lo escapar.

Apesar dessa ação, as intenções da menina eram puras, sem a mínima malicia ou sede de sangue. Seu corpo frágil se movia surpreendentemente rápido e a espada, segurada com ambas as mãos, estava erguida em frente ao seu corpo na horizontal.


Off::
 
Elanya:
 
Mapa da ilha que fiz::
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyTer 13 Jun 2017, 00:15



Parecia ter rapidamente sua resposta. Alguns nomes, uma ideia da situação que estava e a sensação da mais estranha paranoia. Deixava escapar um comentário:

Hiroki: - Isso está MUITO suspeito, parece uma armadilha dupla...eu já caí em algo assim...

Coçava a nuca, logo sorria e estendia a mão.

Hiroki: - Me chamo Hiroki, prazer senhorita...

Olhava baixo para ela, se recusando á encará-la. Não tinha a mínima noção de como interagir com mulheres e, pela sua pouca experiência no exterior era quase como se considerasse mulheres um objeto de respeito e adoração. Por conta dessa visão, de certa forma se sentia inferior á moça. Deixando o sorriso "amarelo" enquanto se reclinava: reclinava pata cumprimentá-la, não sabendo nem mesmo como fazer isso sem parecer um "bicho do mato".

Hiroki: - Er...então...se os membros experientes não estão aceitando...concordam que há algo errado?

Depois de propriamente cumprimentar aqueles ali, ele levantava a cabeça e, talvez pela primeira vez até agora, tirava o sorriso do rosto. Falava sério:

Hiroki: - Um olho no oponente, um olho nas costas, algo não está me deixando calmo...

Admirava por um segundo a outra pessoa entalhando madeira: tais ofícios eram comuns no monastério, mas nada que fosse de sua opção infelizmente. Tinha sido lesado de conhecimento de várias formas, mas não tinha ressentimento: agora só lhe estava a mais pura curiosidade.

É interrompido pela garota em sua frente: ela queria duelar. Isso lhe acendeu uma chama que até o momento estava praticamente apagada...

Hiroki: - Elenya certo? Será um prazer...mas vamos ver o tal de Lance depois ok?

Hiro diz isso enquanto desembainhava a espada e se preparava para se defender. Ficava de olho aos redores, e desta vez avançaria com toda a força: não queria perder novamente por isso atacaria no momento que a moça ficasse de guarda levantada.

Ataca primeiramente na vertical, batendo de propósito contra a lâmina para criar pressão, depois atacaria mais duas vezes mirando o pescoço, estava segurando a lâmina com as duas mãos.Não era um monstro: se fosse para acertar de verdade, viraria a lâmina para não machucar muito, talvez apenas causando um hematoma. Se tivesse controle suficiente pararia antes mesmo de atingi-la. Naquele momento estava em treino, e não em uma situação de vida ou morte.

Por esse mesmo motivo, defenderia ataques apenas girando a lâmina como se fosse um ponteiro de relógio: para cima, direita, esquerda ou para baixo: não estava evitando ser ferido, apenas tentando ao máximo exibir habilidades. Mesmo durante a defesa daria passos em direção á moça: estava pronto para "atropelar"

Sua expressão mudava: era natural naquela situação e sorria sem tirar os olhos da moça.

Hiroki: - Vamos apenas um pouco ok? Não vamos nos desgastar no momento errado...

Resumo:
 
Objetivos:
 

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Última edição por HeroMadao em Ter 13 Jun 2017, 14:20, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyTer 13 Jun 2017, 11:33



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O velho estava de volta. Aquela voluptuosa senhorita e fadigada tinha conseguido resolver toda aquela situação.

Eins ajudara a carregar o pobre pai embriagado e inconsciente para o local de repouso.

"Que lugar deveras bagunçado, huh"

O ancião então entraria numa espécie de sonho lúcido, escorado no batente e olhando para o chão. Estava ouvindo a conversa entre o garoto musculoso e a médica peituda, quando acabou sendo citado.

-Mas você tem que ajudar sua família, e os marinheiros já estão nisso! Não é mesmo senhor...

Pego de surpresa, o profeta apenas viu o rapaz se dirigindo a ele com raiva.

Não teve outra alternativa a não ser  revelar sua verdadeira origem celestial. Como acreditava, aquela informação tinha sido inesperada e chocante para toda aquela gente.
A senhorita seria a primeira a quebrar o silêncio.

-Está vendo, ele foi enviado para te impedir de fazer tamanha loucura!!

-Não, talvez ele tenha sido enviado para me auxiliar, para me ajudar a acabar com essa corja revolucionaria que ameaça infestar nossa ilha, sim! É isso!

Einsiedler tinha sido tragado para aquela discussão novamente. Esboçou um sorriso sem-graça ao ser citado novamente.

-Olha pessoal e-eu...
(RONC)
-...acho que deveríamos fazer uma refeição antes, nossos ânimos estão exaltados.
(Apalpa sua barriga com a mão indicando sinal de fome.)

O celestial respiraria bem fundo, num suspiro sonoro. Esfregaria uns poucos os olhos enquanto pensava sobre a situação.

"Qual será a melhor opção, ó céus?"

--SIGH--
-heh, seguinte garoto: posso sentir uma grande paixão em você.
E uma aflição tão grande quanto também. Vou te ajudar nessa sua cruzada--
--HUNC--
[...]-Quanto a senhorita...não fique chateada comigo ok? Cuidarei desse rapaz com minha própria vida de servir aos propósitos divinos.
De qualquer forma acredito que não conseguiremos convencê-lo do contrário certo grandão?
O Criador nos protegerá nessa! É o meu dever punir os pecadores!!


Daria mais alguns tapinhas nas costas do rapaz. Se a moça ficasse chateada com a atitude do idoso, este apenas tentaria segurar sua mão e tentar lançar um olhar de pidão para ela, fazendo um biquinho que se perdia em sua barba.

Passado e resolvido essa situação apenas se espreguiçaria; ao fim do movimento sua barriga roncaria mais alto.

Estava pronto para partir, não tinha muitas posses consigo. A velocidade da prontidão dependeria do rapaz, que aos olhos do profeta já deveria estar se recompondo e motivado. Era a chance de redenção para os dois.

Apesar de ainda esperar pelo chamado espiritual, estaria esperando desesperadamente pelo chamado do almoço.

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptyQua 14 Jun 2017, 17:24


Hiroki

Ver aquela moça com os olhos brilhando de excitação e ansiando tocar golpes consigo fez com que Hiroki se empolgasse também e deixasse de lado sua paranoia. Vendo que Elanya estava pronta, o monge de guerra atacou fazendo com que a menina recuasse um passo ao bloquear, mas para sua surpresa esse mesmo passo que a fez recuar ajudou com que ela se esquivasse facilmente dos dois ataques seguinte do monge e partisse para a ofensiva.

No entanto o ataque da garota era cheio de aberturas, sua espada fazendo longos arcos desnecessários e possibilitando Hiroki a bloquear todos golpes enquanto ele próprio avançava, pressionando a menina mesmo sem ataca-la novamente. Depois de um tempo a menina já estava arfando de cansaço, apoiando em sua própria espada para descansar.

- Vamos apenas um pouco ok? Não vamos nos desgastar no momento errado...

Olhando para ele com um meio sorriso ela disse ainda em um tom de menina que não aceitava perder - Não sou muito boa no ataque, mas aposto o que você quiser que não conseguiria me acertar gigigigi (risada).

Antes que a conversa pudesse continuar passos foram escutados devido a um homem loiro de meia idade com a pele clara e musculoso que se aproximava. Consigo ele carregava uma grande bolsa de camping nas costas e uma lança nas mãos. Chegando perto de Hiroki e das mulheres ele abriu um sorriso convencido e disse com um tom levemente desdenhoso. – Imagino que vocês sejam os aspirantes a caçadores que querem entrar na selva han? Bom, eu sou Lance e serei o seu guia pelos próximos dias, já fui pago pela marinha para não permitir que algum urso como vocês no meio da noite ou que entrem por acidente no território de caça dos lobos haha. – Completou com uma risada como se aquilo fosse a coisa mais engraçada do mundo.

- Er...então...se os membros experientes não estão aceitando...concordam que há algo errado?

- Algo de errado? Que caraminholas você está pensando hein meu rapaz? O clã não quis aceitar porque esses dois são peixes pequenos. Fora que ninguém nessas bandas gosta muito dos marinheiros, eu mesmo só to ajudando porque eles pagaram muito bem pra eu servir de babá pra vocês hahahaha!

- Um olho no oponente, um olho nas costas, algo não está me deixando calmo...

- Bom com aquelas técnicas que vi vocês utilizando, não é a toa, ninguém em sã consciência iria caçar alguém assim hahahahahaha!!! – A voz do homem que era apenas levemente desdenhosa no início agora se tornava completamente, e um sorriso zombeteiro se formara em seus lábios. A mochila que ele carregava em suas costas já estava ao chão, recostada a uma pedra e em sua mente ele pensava enquanto olhava para o homem tatuado e a menina que estava com uma expressão feroz no rosto (Elenya) “Vamos ver se eles têm o que é necessário para enfrentar as criaturas da selva...”

Enquanto isso a mulher de preto continuava a esculpir seu pedaço de madeira sentada numa arvore caída, sem nem erguer os olhos para a cena que se desenrolava a sua frente.

Einsiedler

Se vendo arrastado para aquele drama familiar, o celestial tentou amenizar as coisas falando sobre comida, mas sem muito êxito. Percebendo que não escaparia tão facilmente, o velho se mostrou estar do lado de Froid, o que deixou a doutora exasperada. Apesar dos biquinhos do profeta, ela manteve as sobrancelhas franzidas enquanto arrumava suas coisas e se despedia, indo embora rapidamente.

- Podem me chamar se a situação dele não mehorar. – Se despediu.

Após um almoço rápido, de fechar a loja e pegar uma grande mochila que já havia sido preparada previamente, o irresponsável Froid se despediu de sua irmã e pediu que essa não saísse de casa até a tia deles chegar ali.

Andando pelas ruas, hora na direção norte hora para oeste, o menino havia se tornado taciturno, quase ignorando o senhor que o acompanhava. – Obrigado por ter me apoiado lá. Eles não entendem que eu preciso fazer isso tanto quanto meu irmão precisou ir atrás dos que mataram a nossa mãe. – E após um curto momento em silencio ele continuou, fazendo agora uma pergunta com o tom de descrença – Você é realmente um anjo que o Criador enviou para me ajudar?

Nesse momento eles estavam em uma parte meio deserta da cidade, mais pobre, e enquanto passavam em frente um beco, antes que Eins pudesse responde-lo “PAAK!!” foi o barulho que a cabeça de Froid fez quando um objeto bateu contra sua cabeça, tombando e desnorteando o rapaz. Em seguida um homem escuro pulou em cima dele, impedindo-o de puxar o machado de suas costas.

Enquanto isso um homem loiro segurando uma adaga em cada mão se aproximou de Eins – É melhor vocês deixarem todos os seus pertences aqui se não quiserem ser furados hehehe.

Observações::
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptySab 17 Jun 2017, 01:37



- Ora ora!

Indagava ao perceber que a moça era ágil suficiente para esquivar de seus golpes. Deixava inclusive escapar um sorriso de satisfação: gostava da adrenalina e do combate, e nem era mais surpreendido pela provocação da moça, tinha a sensação de que poderia fazer muito ainda para evoluir, e isso lhe animava intensamente. Conseguia contra atacá-la. Mas era melhor não levar aquilo muito além.

Assim que a nova figura se aproximava, abaixava a arma e se preparava para ouvir. Fazendo uma reverência rápida para a moça, em agradecimento ao combate. Esperava agora que o loiro se apresentasse:

Estava pronto para continuar a missão, agora calmo e mais centrado, satisfeito pela rápida peleja: a moça era talentosa, coisa que ele nunca foi. Sempre foi praticamente um animal selvagem: esforçado, instintivo e simplista. Logo mudaria isso, mas aquele momento não lhe permitia sonhar.

Enquanto ouvia, arqueava a sombrancelha para as piadas que o guia fazia. Ficava sério, demonstrando não ter entendido o humor da coisa. Na verdade ia para o sentido literal:

Hiroki: - Ora...mas se aparecer um urso...podemos lutar com ele certo? E ainda teríamos comida...

Ele sorri amargamente, estava desafiando com os olhos o homem chamado Lance. Não acreditava nele e vai deixar claro o mais rápido possível.

Hiroki: - Eu não acredito em você. Ficarei com um olho aberto... Isso ainda não soa certo para mim mas sei que sem você não chegaríamos...

Ele pensa no que falava: poderia ter um problema sério agora, mas era honesto até as raízes, não sabendo como ser discreto Hiro logo poderia fazer inimigos. Mas, o que faria? Era a única forma que sabia ser...e continuaria assim, encarando o homem por alguns segundos. Desatento ao fato de que ainda estava com a espada desembainhada na mão esquerda.

Se sentia desafiado, não confiava e era bem transparente quanto á isso para o oponente. Girava a espada em mãos e daria alguns passos para frente, quase como se colocando em direção ao homem e aos outros presentes.

Hiroki: - Eu quero só ver o quanto disso é conversa, e o quanto é realmente atitude. Vamos logo, sim?

Ligeiramente fora de seu temperamento calmo, desafiava novamente o homem chamado Lance á demonstrar algo.

Hiroki: - Essa espera me tortura, quero ver se você só late ou realmente faz algo...

Era possível perceber Hiro apertando o punho da espada com força, mas ele tentava manter o estado "normal" dele como podia, por isso se distanciaria do homem e esperaria a partida. Ficaria perto da moça que estava com cara de irritada, lhe lançando um olhar quase assassino:

Esse olhar: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Hiroki: - Elenya certo? ...depois continuamos nosso sparring...agora é melhor checar os arredores...

E assim faria, não caminhando, mas apenas com o olhar e concentrando em sua audição. Durante todo o trajeto e de sua observação do local se atentaria ao loiro. Era praticamente como se algo sobrenatural lhe fizesse não gostar do rapaz, que apesar das piadinhas, claramente declarava ser aliado.

Não guardaria a espada. E periodicamente encararia Lance para analisá-lo.

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 3 EmptySab 17 Jun 2017, 02:14



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O velho celestial ficara decepcionado com a reação da linda e jovem moça de cabelos azuis. De certa forma não esperava que realmente conseguisse entender o dever de um "homem".
Pelo menos o almoço amenizaria um pouco as coisas, dando uma trégua parcial em seu mal-humor.

"Humpf, já não era sem tempo."

Acompanhou o jovem aprontar seus últimos preparativos´, deixando a ordem para a irmã de esperar por sua tia que deveria chegar. Estranhou esse não se despedir do pai e não deixar nada escrito.

Não restou muito para Eins,a não ser voltar a peregrinar. Agora finalmente tinha uma "ovelha" para cuidar.

Em certo momento enquanto andavam o garoto indagou:

– Obrigado por ter me apoiado lá. Eles não entendem que eu preciso fazer isso tanto quanto meu irmão precisou ir atrás dos que mataram a nossa mãe. –-
[...]--Você é realmente um anjo que o Criador enviou para me ajudar?


-Ora M-mas é cl...

PAAK!!

-Mas o qu-- GAROTO...HEY GAROTO!!
--HUC--


O ancião analisaria toda sua volta e só então daria conta da tentativa de assalto em andamento. Não tinha grandes posses consigo, mas seu bem maior era a vida que estava responsável.

-HEY NEGÃO, SAI DE CIMA DO MEU CAMARADA!

– É melhor vocês deixarem todos os seus pertences aqui se não quiserem ser furados hehehe.


O profeta tomado de surpresa por aquela situação, começaria a sofrer de ansiedade. Buscava forças espirituais no fundo para enfrentar a situação.

-MEU CORPO É UM TEMPLO, JAMAIS CONSEGUIRÃO ALGO COMIGO!!
--HEH--


Após a frase de ameaçaça, adotaria uma postura mais séria empunhando o bastão segurando na ponta como se fosse uma imensa espada.

"Vamos seus malditos, podem vir!!"

Se a intimidação inicial não funcionasse e tivesse um ataque de oportunidade surgindo com o homem das adagas, o heremita esquivaria pela diagonal, golpeando com seu cajado de cima para baixo na altura dos antebraços do agressor na intenção de inutilizar a ameaça.
Conforme a reação do agressor continuasse hostil, o golpearia na nuca para desmaia-lo.

---

Se fosse atingido de supresa ou de raspão, soltaria um grunhido rouco.


--GRUMPF--

Apertaria seu bastão com força, e evocaria ajuda do criador uma vez mais para salvar o seu arauto daquela situação embaraçosa.


-Ó CÉUS ME DÊ FORÇAS PARA PUNIR O MAL QUE NOS ATINGE NO MOMENTO PRESENTE. ESTOU EM MISSÃO DE AJUDAR UMA ALMA QUE SOFRE, POR FAVOR OPERE EM MIM COMO INSTRUMENTO DE SALVAÇÃO!!

Depois das preces, tentaria se recompor e dotado de destreza com seu cajado, o manusearia passando pelo seu corpo. Fecharia assim os quadrantes para não ser atacado novamente.

---

Em certo momento tentaria, caso surgisse uma brecha, criar uma distração com seu cajado. Arrastaria-o e o levantaria num golpe de baixo para cima. Isso faria com que poeira fosse levantada e cegasse seus agressores.
Uma vez comprometida a visão, aproveitaria para golpear com golpes de seu estilo, as juntas do joelho, quadril e tornozelo num movimento que parecia que estivesse varrendo sua casa. Esses golpes fariam com que o inimigo ficasse incapacitado.

---

Uma vez neutralizando o inimigo ou ele se rendendo, correria para acudir o garoto tentando reanimá-lo. E após faria uma fala moralista:


-Espero que vocês entendam que o crime não compensa. O criador ama os justos e puros de coração. Cabe a mim punir os pecadores e todos aqueles que se desviam do caminho...

---

Se não conseguisse ir muito longe no seu plano de resistência e derrota do adversário, tentaria a todo custo reanimar o musculoso garoto para que ele o ajudasse naquela luta iminente.
Começaria atacando o homem escuro com o seu cajado fazendo um movimento horizontal e semi-circular. Froid se recompondo, começaria a fazer sinal com as mão e orar enquanto procurava uma brecha perfeita para revidar o ataque.


"Porque novas provações continuam sempre chegando em mim huh?"

---

Estaria sempre alerta para novos ataques surpresas. Após a resolução do conflito, retomaria a estrada com o filho do ferreiro. Checaria seus ferimentos também, já que se preocuparia de logo entrarem na floresta.

Questionaria alguns momentos também se o Criador o ouvia. Sua única certeza era que certamente o estaria observando de longe.

Considerações:
 


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