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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O velho e o viajante

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MensagemAssunto: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyDom 14 Maio 2017, 21:30

Relembrando a primeira mensagem :

O velho e o viajante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Einsiedler e Hiroki. A qual não possui narrador definido.


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptySab 27 Maio 2017, 01:13

Hiroki

Apesar de não parecer claro para Hiroki o porquê de estar sendo atacado do nada, ele não era desconhecido a violência. Procurando contra-atacar, ele buscou a lamina cega, e usando habilidade e velocidade tentou cortar a parte de trás dos joelhos do oponente. Se apenas as coisas fossem tão fáceis assim.

O oponente ao ver os movimentos do homem tatuado deu um pequeno salto para trás e usou seu porrete para bloquear o ataque. No momento em que as armas entraram em contato, a espadinha que Hiroki havia tomado posse se dobrou, amassada como papel, mais inútil que uma faca de cozinha. Surpreendentemente, contra um porrete de madeira, a arma de ferro havia se dobrado.

Ainda assim o ex-monge seguiu tentando ir para trás do adversário. Desde que conseguisse chegar nas costas dele, estaria na vantagem. Porém aquela luta estava longe de ser justa, desde o início não havia sido. Não em termos de armas, e certamente não em termos de quantidade de pessoas participando dela. Aparentemente, enquanto se focava no homem com pele escura, Hiroki tinha deixado de prestar atenção no homem loiro, aquele que aparentemente havia iniciado tudo isso. E por causa disso, levou um belo murro na cara.

Em meio ao seu giro para alcançar as costas do oponente, o homem loiro desferiu um soco que acertou em cheio a face do aspirante a caçador de piratas. Caindo no chão devido a força do golpe, Hiroki se sentiu desnorteado, viu estrelas.

- Você não devia ter se intrometido cara! Por que fez isso? Ele já tava no papo!

- Ah cala a boca, se duvidar era capaz dele ter enfiado aquele ferro no seu #* se eu não intervisse, então um pouquinho mais de gratidão por favor?

Enquanto os dois discutiam entre si, a visão de Hiroki voltou a focalizar, mas antes que pudesse se mover da posição que estava (esparramado deitado no chão) ouviu uma terceira voz, até então desconhecida.

- O que vocês acham que estão fazendo?

A voz não era alta, autoritária ou agressiva. Muito pelo contrário. Era macia, e parecia quase um sussurro para aqueles que a ouviram. Obviamente o tatuado não foi o único a ouvi-la. A discussão que acontecia chegou a um fim bruto, fazendo parecer que nem sequer tinha acontecido em primeiro lugar.

Em cima do telhado de uma das casas havia um gato. Bom, não exatamente um gato, já que o ser estava vestido com uma roupa amarela, tinha uma espada presa a suas costas, e possuía mais de um metro de altura.

- El Gatuno!!! – Hiroki podia ouvir os seus oponentes gritarem, antes de surpreendentemente saírem correndo, passando por ele sem nem sequer olharem para trás.

Enquanto os rufiões fugiam, o ex-monge viu o seu “salvador” fazer uma pirueta no ar e cair levemente na sua frente, sem nem sequer fazer algum barulho.

- Você está bem, uni? – Dizia o Mink para o homem com sangue escorrendo do nariz e jogado no chão.



Einsiedler

O Profeta rabugento tentava se livrar do excesso de sujeira que havia adquirido na sua passagem pelo lago, mas o pouco de sucesso que teve não foi o suficiente para tirar o fedor que emitia, nem resolver toda a lama que trouxera consigo para dentro da forja.

-HEY!! OWW!!ALGUÉMM?!!
--CAHAM--


Após esperar por alguns segundos um barulho de algo caindo ao chão seria escutado vindo do andar superior, e em seguida passos pesados soariam pela madeira em direção a escada. Hora devagar, hora rápidos, com pausas frequentes, o que não deveria ter levado muito tempo se estendeu por um período maior do que o normal até que finalmente uma bota ficasse visível na escada.

A descida foi ainda mais demorada, e Einsiedler aos poucos foi capaz de ver um homem cambaleante se apoiando na parede com uma mão e segurando um jarro de bebida na outra. Quase caindo diversas vezes, o homem que aparentava uns quarenta anos finalmente chegou no nível do chão e olhando ao seu redor, procurando quem o havia feito tombar da cadeira devido ao susto que tomou.

Não viu o velho de primeira, e nem de segunda. Estava quase desconfiado que estava ouvindo coisas, quando:

-Er...Olá! Desculpe ir entrando assim, mas eu ouvi o som de seu trabalho aqui, e como estava vagando pela floresta resolvi achar onde era a origem do que tinha ouvido. Achei!
--HUNC--
-Eu estou no meio de um propósito dos céus e creio que o Divino me enviou aqui. Talvez você possa me dar pistas do porquê disso


Por um momento o bêbado ficou sem reação, tentando entender o que estava acontecendo, mas estava bebendo desde o amanhecer para “lembrar” o aniversário da morte de sua esposa. Havia até mesmo sido forçado a parar de forjar a espada que Konan havia pedido por ter percebido que não estava em condições de fazê-lo.

Como não entendeu o que o velho maltrapilho estava falando, deu uma resposta genérica que sempre falava aos que apareciam ali do nada.

- Pedidos devemm ser feito na luuuja, não aceitamos, HICUP (soluço), diretamente aqui na forrja. Se quiser encomenda... – antes de acabar de falar o homem de meia idade deu mais uma golada diretamente do jarro, derramando uma bebida de cheiro forte pelo seu queixo e peito. – Do lado de for tim outr escad...

A última frase dita pelo homem antes de tombar para trás desmaiado foi ainda mais embolada e difícil de entender do que a inicial. Devido a sua queda o bêbado bateu com a parte de trás de sua cabeça na quina de um dos degraus da escada, emitindo um estalo não muito agradável.

A forja era a parte de baixo e dos fundos de uma loja de armas e da casa daquele homem. A Loja de armas Kavaski era conhecida na região por ser patrocinada pelo clã Ant-Bullet, e era construída em um morro que tinha a floresta nos fundos.

Na parte externa da forja havia uma segunda escada que ia subindo o morro e levava a parte frontal da loja, que por sua vez ficava em uma parte mais afastada da cidade, mas ainda assim com certa movimentação (pessoas, carroças), cheia de casas luxuosas, inclusive uma enorme que possuía acima de seu portão letras gigantes escritas “CLÃ ANT-BULLET”.

Observações, pedidos, dicas:
 
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyDom 28 Maio 2017, 20:23



O VELHO E O MAR VIAJANTE




Após alguns momentos de apreensão, logo Eins tinha encontrado o residente do local. Tentou fazer contato, mas o estado etílico do sujeito não permitira avançar muito mais com o diálogo.


"Hum, pobre coitado dominado pelo demônio engarrafado...que deus tenha piedade dessa sofrida alma. Cabe a mim tirá-lo dessa, afinal!"


Foi então que o homem embriagado começou a falar coisas que fizeram pouco sentido:


- Pedidos devemm ser feito na luuuja, não aceitamos, HICUP (soluço), diretamente aqui na forrja. Se quiser encomenda... – Do lado de for tim outr escad...

Antes que o enviado dos céus pudesse resolver, o debilitado interlocutor desmaiou batendo a cabeça e produzindo um estalo desagradável.

-OH CÉUS MAS O QUÊ?! HEY MOÇO, MOÇO! DROGA, MAS PORQUÊ FIZESTE ISTOOO?!
--SIGH--


Prontamente, a primeira coisa que o ancião faria era checar se o anfitrião faleceu. Caso a resposta fosse infelizmente sim, começaria a orar e fazer pequenos rituais de passagem:

-[...]Quoniam inebriatus est demessa...--AHUUM-- Ó grande criador, esse que aí se prepara para estar ante sua presença teve sua vida consumida por sua fraqueza no vício...
--SNIF--


Faria os ultimos gestos e começaria a prepara o corpo para cremação. Esperaria não ser incomodado nos próximos momentos pois considerava aquele ritual sagrado. Aparecendo ou não alguém alheio à cena, continuaria se empenhando na resolução.
Somente faria algo se alguém tentasse intervir fisicamente, sacando seu cajado improvisado e fixando um olhar mortal e intimidador:

-SAIA.

---

No entanto se o sujeito apenas se encontrasse inconsciente, trataria de não tocar no corpo. Cutucaria algumas vezes com o cajado esperando reação. Respondendo aos estímulos, tentaria reanimá-lo. Mas se nada acontecesse ou não tivesse respondido nada, subiria pelas escadas ao fundo da forja, e procuraria pela parte superior daquele local.
Logo alguém daria falta do sujeito, então procurava estar por perto para poder ajudar com o socorro e não ser incriminado por um azar terrível que tivera. Mais um fruto das ciladas do mal, o velho diria.

---

Se chegasse na loja de armas, tentaria fazer negócio em um bastão melhor, e quem sabe um banho, lugar para ficar. Informações gerais.

-Olá meu caro, preciso de algumas informações de estalagem para repousar minha desgastada lombar. Aproveitando seu momento de atenção, por acaso teria solução para o meu sofrido e peculiar bastão?
--HIIH--
A propósito, o que seria ant-bullet escrito
Em tamanha tipografia?


---

Alguém logo possivelmente indagaria aquela figura suja e estranha na cidade, ainda mais em uma situação adversa como aquela. Einsiedler responderia calmamente levantando as mãos na altura do rosto ainda segurando o cajado como sinal de rendição:

-Calma, calma hehe sou apenas um profeta a serviço do senhor, do mais alto dos céus. Sei que essa não é a melhor forma de um servo divino se apresentar mas é que
--HUNC--
-...quanto mais justa a caminhada mais adversidades aparecem. No meu caso eu me perdi também...


Coçaria a cabeça meio sem graça, deixando à mostra seu sorriso de boca murcha e poucos dentes.

Ainda bem que a barba dava uma disfarçada.

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyTer 30 Maio 2017, 01:12


Atacava com toda sua selvageria e força, mas se via em uma situação inútil: não só não causou dano como, em tentativa de revidar, bloqueou e sua arma se sobrou como papel. Estava chocado: não estava acostumado em tamanha demonstração de poder em algo tão simples. Pelo menos estava posicionado como queria: abria um sorriso e preparava um novo bloqueio com o que sobrou da arma. Nem precisou: sua concentração foi quebrada pelo soco que recebia do loiro

Atordoado, ficou alguns segundos encarando o teto: o que estava acontecendo? O mundo sempre fora assim? Pensava e analisava a situação em que estava, enquanto sentia a dor da pancada. Mal se movia, como se tivesse sido "desligado". Levantaria apenas quando sua cabeça parasse de rodar, mas manteria os ouvidos atentos para os acontecimentos.

Observou com cuidado a situação, tentando se sentar enquanto um estranho salvador pulava e afugentava os encrenqueiros ali. Achava curioso e em nenhum momento desconfiou da situação, esperando que a mesma se desenrolasse até o fim para tentar reagir.

O Pequeno salvador parecia forte, e isso animava Hiroki. O questionava sobre seu estado e, ainda com dor mas animado, sorria para o Mink:

Hiroki: - Estou bem, obrigado. Conhece eles?

Se levantaria se assim pudesse, verificaria a arma quelhe deram... Suspirava independente do que acontecesse, pois refletia em como teria começado com o pé esquerdo em sua jornada: já tinha feito outras brigas, mas talvez fosse a primeira vez que estivesse em tamanha desvantagem.

Limpando o nariz, diria:

Hiroki: - Recepção calorosa nessa ilha. E eu só queria comprar uma arma...

Faria um desajeitado cumprimento para seu salvador: talvez fosse a primeira vez que visse um Mink, embora tivesse lido sobre eles em livros e cartas. Estava fascinado pela agilidade e poder de influência do pequeno guerreiro, e logo perguntaria, deixando seu tom de voz o mais bonito possível:

Hiroki: - O que te devo? Me chamo Hiroki...qual o seu nome?

Em seu mais profundo ser, esperava que seu oponente quisesse lutar, embora ele próprio soubesse que não estaria em boas condições. Era aguardar e, tentar ao máximo, convencer de como poderia ser educado. Ainda pensava no recente combate: tinha realizado bons movimentos, mas não suficiente: será que teria derrotado o grandão se estivesse equilibrada a luta?

Tentaria cumprimentar o gato com um aperto de mãos, e novamente tentaria ir para a loja. Seu objetivo nao mudarae estava acostumado á apanhar. Exibia o mesmo costumeiro sorriso de sempre, agora, pelas circunstâncias, um tanto quanto assustador. Tinha muito o que fazer, mas pouco tempo, torceria para que seus conhecimentos e raciocínio lógico lhe carregassem ajuda

Se chegasse na loja, logo tentaria comprar uma Katana, por mais simples que lhe oferecessem. Esperaria ao menos a qualidade da lâmina ser superior que a última, mas não esperava muito. Seguiria ainda o mink com os olhos, admirando sua presença e postura: sabia que estava diante de um real guerreiro, mas não estava no seu nível naquelas condições...

Resumo:
 
Objetivos:
 

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"Faço a minha sina
Finjo a minha sorte
Ao encontro do mais forte..."

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyQua 31 Maio 2017, 15:05

Einsiedler


O velho profeta se aproximou do corpo e ao chegar bem perto percebeu que este estava respirando de forma muito fraca e devagar. Após cutucar o homem bêbado com seu cajado por algumas vezes e sem perceber nenhuma reação por parte deste, Eins resolveu subir pela mesma escada que o homem havia descido.

Chegando no segundo andar ele se deparou com um corredor simples, com algumas armas ornamentais presas nas paredes, e ao andar por este passou por uma porta aberta por onde podia ver os cômodos de uma casa normal. Seguindo em frente ao final do corredor havia uma outra porta, na qual ao adentrar, o velho profeta se deparou com as costas de alguém que estava sentado em uma cadeira de frente a um balcão, onde algumas armas podiam ser vistas amostra e em um folheto podia ser lido “VOTE EM FAVOR DA MUDANÇA, VOTE 15, ENZO ANT-BULLET PARA PREFEITO!”

-Olá meu caro, preciso de algumas informações de estalagem para repousar minha desgastada lombar. Aproveitando seu momento de atenção, por acaso teria solução para o meu sofrido e peculiar bastão?
--HIIH—


- Quem, quem é você? – Se virou uma menina que não poderia ter mais de doze anos tomando um susto danado com aquele ser que aparecera nas suas costas, vindo do interior de seu lar. – O que está fazendo aí? Onde está meu papa? O que voc...

-Calma, calma hehe sou apenas um profeta a serviço do senhor, do mais alto dos céus. Sei que essa não é a melhor forma de um servo divino se apresentar mas é que
--HUNC--
-...quanto mais justa a caminhada mais adversidades aparecem. No meu caso eu me perdi também...


A pobre garota por um momento não conseguiu entender nada do que o velho a sua frente estava a dizer, se ele estava ali e seu pai não significava que o estranho havia feito algo com ele, não? Mas o que ela, uma menina frágil poderia fazer? Tomada de uma coragem vinda dos céus ela pegou uma adaga que estava sendo exibida no balcão e jogou no velho de forma meio desajeitada, se abaixando e passando por baixo do balcão, tentando correr em direção a porta da loja.


Hiroki


- Não, não. Devem ser apenas alguns baderneiros procurando arranjar confusão, uni. Essa é uma ilha terrível para piratas, dificilmente você irá avistar algum, mas para aqueles que não são procurados é um paraíso já que não temos um QG aqui. – Disse o Mink com um certo pesar. Durante toda sua fala ele não olhara direito para o homem tatuado, olhando a sua volta com interesse.

- O que te devo? Me chamo Hiroki...qual o seu nome?

Tendo sua atenção puxada pelo homem chamado Hiroki o Mink pareceu finalmente olhar direito para ele. – Ah sim, claro. Não deve nada. Muitos me chamam de El Gatuno, mas vai entender o porquê...  enfim, tenho que ir uni, não posso chegar muito tarde senão é capaz de um daqueles tolos conseguirem o prêmio. – E com isso o Gato de Botas e roupa amarela saltou, pegando apoio uma vez na parede, e pousando em um dos telhados, por onde saiu em disparada.

Ao entrar na loja, Hiroki podia ver diversas armas desgastadas e de segunda mão exibidas e  uma mulher velha e gorda sentada ao lado de um balcão onde alguns folhetos podiam ser lidos “VOTE CERTO, VOTE 10, KRIEG PARA PREFEITO”.

- 35.000 e nem uma moeda\nota a menos meu jovem. Tenho uma belezinha aqui pra você. – Diria tirando uma Katana de aparência meio surrada e alguns sinais de ferrugem do fundo de um baú. O preço estava acima do valor real daquela arma, mas para uma loja daquelas não haveria muito que se fazer. – Ela vai combinar bem com você haha! Aposto que é um daqueles aspirantes a caçador destrambelhados que resolveram ajudar a marinha (pausa para cuspida no chão) na floresta não é mesmo? Hergh!

Observações::
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyQui 01 Jun 2017, 02:01



O VELHO E O MAR VIAJANTE




Einsiedler estava ainda incrédulo com aquela situação. Refletiu alguns instantes antes de subir as escadas.

"Oh Lord, mais essa agora. Pelo menos não está morto..."

--SIGH--

Estava subindo as escadas e só percebeu que estava no interior de uma loja de armas, quando se deu conta da presença de um balcão.

"ENZO ANT-BULLET...huh?"

-Olá meu caro, preciso de algumas informações de estalagem para repousar minha desgastada lombar. Aproveitando seu momento de atenção, por acaso teria solução para o meu sofrido e peculiar bastão?
--HIIH--


Tinha alguém ali, tentara ser o mais convicente possível com suas indagações na tentativa de se explicar.

-- Quem, quem é você? – – O que está fazendo aí? Onde está meu papa? O que voc...

Como era de se esperar o velho não representava uma figura convicente o bastante. E pelo jeito ela era um familiar. O velho continuou.

-Calma, calma hehe sou apenas um profeta a serviço do senhor, do mais alto dos céus. Sei que essa não é a melhor forma de um servo divino se apresentar mas é que
--HUNC--
-...quanto mais justa a caminhada mais adversidades aparecem. No meu caso eu me perdi também...


A jovem nada entendeu e arremessou uma adaga de mostruário contra o profeta. Este tentaria rebater com seu cajado na tentativa de se defender.

---

Se conseguisse fazer o rápido o bastante, "pescaria" a garota com seu cajado, para impedir que a fuga da garota resultasse em mais confusão.

- Hey, pera aí eu sei onde seu pai está ok? Ele está dormindo lá na forja, ele me pediu pra subir aqui pois me disse que você saberia me indicar as coisas. Ora essa, e sou recebido à facadas?! Pois bem então!
--HUNF--


"Um servo do senhor não deveria mentir desse jeito mas o que mais eu poderia fazer, ó todo poderoso? Ninguém escolhe o parente que tem..."

Remediado a situação, esperaria pela cooperação da garota em lhe indicar o que havia perguntado anteriormente.

---

Caso A garotinha tentasse gritar conforme fosse impedida de sair, o velho tentaria dar-lhe uma cutucada na nuca para desmaiá-la. Se estivesse perto o suficiente tamparia a boca da garota e falaria

--SHHHH-- Calma, preciso falar com você garotinha...isso só vai complicar as coisas e eunão tenho muito tempo restante...

Se lhe desse ouvidos falaria:

- Hey, pera aí eu sei onde seu pai está ok? Ele está dormindo lá na forja, ele me pediu pra subir aqui pois me disse que você saberia me indicar as coisas. Ora essa, e sou recebido à facadas?! Pois bem então!
--HUNF--


Tentaria apelar para o sentimental da menina para que lhe ajudasse.
---

Mas se mordesse sua mão ou se desvencilhasse de alguma forma, o velho se apressaria para fugir por onde viera tentando chegar de fato em uma outra saída pela outra escada. Procuraria roupas espalhadas para ajudar a se disfarçar, e se tivesse algum bastão à mostra também levaria consigo. Queria dar o fora dalí.

"Ó CRIADOR ME MOSTRE O CAMINHO!"

---

Em algum momento se a garota acertasse a adaga, buscasse reforço, ou conseguisse achar alguém para interferir, prender, ou complicasse demais para Eins; O ancião iria começar a balbuciar coisas sem sentido com sua voz rouca e fingiria um infarto fulminante.

--ARGH--
-SCARLETT Ó SCARLETT...MINHA CIGANA DE TAPA-OLHO...NÃO ME DEIXE...SENHOR PORQUÊ ME ABANDONASTE AHHH...NÃO CREIO QUE ABANDONAREI ESSE MUNDO SEM CONCLUIR MINHA MISSÃO...MEUS INIMIGOS TRAMARAM PARA MIM...
--COUGH,COUGH--


Se deitaria no chão, tentando babar o quanto pudesse. Seria amigável com ajuda, e explicaria que não sabia o que estava fazendo ali repetidamente.

- Eu juro, me perdi na mata...o senhor só me mandou subir...eu só queria um lugar pra repousar uma vez mais...esse mundo está perdido, onde já se viu tamanha falta de educação para com os mais antigos?
--HUMPF--


"ONDE FUI ME METER? RECISO SAIR DAQUI! PRECISO SAIR DAQUI!"

Ao primeiro sinal de intervenção, tentaria se levantar ainda forçando fraqueza e sairia do local, forçando tosses e tremedeira. Dessa vez dispensaria ajuda.

- Preciso ir pessoal...o mundo não se salva sozinho sabiam? Tenho que encontrar os servos sedentos pelas Boas-Novas...

E assim seguiria até distanciar daquela gente e poder retomar o rumo de encontrar um local para descansar momentaneamente.

---

Em todas as situações se algum desavisado tentasse o atacar sumariamente, tentaria se esquivar e contra golpear com seu bastão. Mesmo se acertado iria logo se recompor, buscando brechas para resolver a situação o mais breve possível, sem adotar postura de luta, apenas confiando em sua destreza com o bastão e golpeando os pés e joelhos do seu adversário. A todo custo evitaria de se machucar nessa.

Afinal para um profeta celestial, o seu corpo é morada do divino.




Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyQui 01 Jun 2017, 21:56



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Pensava em todos aqueles fatos que tão cedo eram lhe oferecidos e "jogados" naquele momento. Muita coisa parecia surreal e rápida demais para o ex-monge, que tentava absorver o máximo possível com o seu mais sincero interesse. Quando o Mink finalmente lhe dirigia a palavra ficava em silêncio absoluto, apenas acompanhando com os olhos.

Esperaria o Mink ir embora para tentar alguma reação física, logo pensando:

"...El Gato... vou lembrar de você..."

Limpava o sangue do corpo e chacoalharia as vestes para remover detritos, sujeiras e, se possível, limpar o sangue que saiu de seu nariz: Sabia bem que a coisa ó pioraria dali em diante. Ainda pensando no que o Mink lhe disse ele encarava a possível lojade armas ali perto.

"...Sem policia, imagino que aqui deve ser puro caos. Melhor não confiar em qualquer um..."


Entrando na loja tentaria ao máximo notar detalhes do seu redor, reparando verdadeiramente na atendente apenas depois de ter uma boa ideia de onde estava se metendo. Parecia mais interessado no cartaz e nas armas do que deveria: para ele era uma mina de ouro: tanto pela curiosidade quanto pela paixão por lutas.Se manteve quieto, apenas observando por uns segundos.

Se apresentou, disse o que queria, e logo veio a mulher lhe oferecer algo.

- Eu aceito esta arma. Me diz uma coisa...o que te faz pensar que sou marinheiro? Não quero nenhum envolvimento com eles...mas fiquei curioso...mas pode me explicar o que têm acontecido aqui?

Separaria o dinheiro de dentro de suas vestes, perto do coração e na parte interna desta. Separaria um pouco mais de dinheiro caso a mulher cobrasse pelas informações. Independente de cobrar ou não, tinha ainda uma pergunta á fazer.

- Don Krieg...quem é o figura? Quer mandar num lugar assim?


Pagaria, checaria a arma, encaixaria nas vestes pelas costas (como o avatar dele) e continuaria ouvindo a conversa com atenção. Era hora de seguir em frente.

- Última pergunta... onde tem uma comida boa e barata?


Ele faria a última pergunta apenas se obtivesse resposta nas outras. Ou sairia sem falar mais nada, apenas acenando. Seu próximo objetivo seria procurar uma lanchonete ou algo do gênero para comer. Estava ligeiramente paranoico: levava a mão esquerda á bainha periodicamente. Sem pensar muito na situação paranóica em que estava. Iria para um local mais movimentado, procurando ao máximo não chamar atenção. Mas era honesto consigo mesmo: sabia que confisão lhe seguiria onde fosse.
 

Spoiler:
 

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptySab 03 Jun 2017, 00:20


Einsiedler

O pobre profeta foi pego desprevenido pela reação da garota, e por reflexo tentou usar seu cajado de forma meio desajeitada para se defender da adaga, e apesar de ter conseguido desviar a direção do objeto, ainda assim sofreu um leve corte na parte superior do braço esquerdo antes que a arma caísse ao chão com algumas gotas de sangue.

O corte apesar de raso, fez sangue escorrer e doeu o suficiente para que o velho se assustasse e começasse a balbuciar e dar uma de louco, talvez o fato de que a menina havia rapidamente alcançado a porta da frente do estabelecimento tivesse influenciado a decisão de Eins.

--ARGH--
-SCARLETT Ó SCARLETT...MINHA CIGANA DE TAPA-OLHO...NÃO ME DEIXE...SENHOR PORQUÊ ME ABANDONASTE AHHH...NÃO CREIO QUE ABANDONAREI ESSE MUNDO SEM CONCLUIR MINHA MISSÃO...MEUS INIMIGOS TRAMARAM PARA MIM...
--COUGH,COUGH--


Quando a menina ouviu isso não pode deixar de olhar para trás por um instante, petrificada pela estranheza que acontecia na sua frente. Mas isso foi por um instante somente. Em seguida ela abriu a porta e encheu seus pulmões de ar, liberando tudo em um grito agudo e alto.

-FROOOOOOOOID NIICHAAAN!!!

Enquanto Eins nesse momento já se encontrava esparramado no chão, cheio de uma baba que cobria sua barba e escorria para o chão, passos podiam ser ouvidos se aproximando apressadamente.

- O que houve pequena Frida?

Em seguida o velho profeta viu a menina puxando um rapaz pela mão. Nas costas dele o topo de um pequeno machado podia ser visto, e apesar de não ter perdido por completo as feições de garoto, sua altura e musculatura não condiziam com a de um jovem comum.

- Esse estranho fez algo com o papa!! – Disse a jovenzinha apontando para Eins.

Vendo o jovem tirar seu machadinho e se agachar de forma perigosa, o Celestial falou rapidamente, tentando se livrar daquele mal entendido absurdo que estava acontecendo.

- Eu juro, me perdi na mata...o senhor só me mandou subir...eu só queria um lugar pra repousar uma vez mais...esse mundo está perdido, onde já se viu tamanha falta de educação para com os mais antigos?
--HUMPF--


- Então ele está lá embaixo? Bom, melhor você me mostrar que tudo está certo. –
Disse o adolescente musculoso.

Sem ter muitas opções Eins foi “arrastado” de volta a forja, onde o homem bêbado se encontrava caído aos pés da escada. Correndo para verificar o estado do pai, ambos os irmãos se voltaram para o velho com olhos vermelhos.

- Me explique exatamente o que aconteceu aqui!! – Froid estava visivelmente tentando se controlar para não cometer uma injustiça. Se atacaria Eins ou não dependeria apenas de quão convincente o profeta seria.

Na situação de conseguir convencer o jovem, Eins perceberia que a atenção do rapaz estaria completamente no pai dele, deixando de prestar atenção na presença do profeta.

- Frida, vá a casa da Dra. Glass e traga ela aqui! – Ouviria o jovem dizer para a menina, que por sua vez sairia em disparada. – Oh, pai, por que faz isso consigo mesmo? – Sussurrava o rapaz sentindo dor (emocional).




Hiroki

Ao pegar o dinheiro da arma e ouvir o rapaz afirmar que não tinha nada a ver com a marinha, a balconista olhou de forma menos depreciativa para o rapaz, mas ainda assim não deixou de extrair dele cada centavo que ele tinha.

- 1.000 por pergunta meu jovem. – Disse a mulher mostrando um dedo gordo e oleoso para o tatuado, e sem nem mesmo esperar que ele aceitasse já foi pegando o que lhe era devido com mãos surpreendentemente ágeis enquanto continuava a falar – Aparentemente dois fugitivos famosos vieram para a ilha e estão sendo perseguidos pelos marinheiros. Apesar de terem se refugiado na floresta, aparentemente o cerco sobre eles está fechando graças aos aspirantes a caçador que resolveram tentar a sorte e estão ajudando os marines.

- Don Krieg...quem é o figura? Quer mandar num lugar assim?

- Haha! Nem isso você sabe rapaz?? – Mais mil berries trocaram de mãos – Ele é simplesmente o prefeito da ilha, bom talvez não por muito tempo já que os Ant Bullet resolveram se envolver na política, mas ainda assim, vou te dizer que Krieg não vai cair tão facilmente assim meu rapaz!

- Última pergunta... onde tem uma comida boa e barata?

- Bom, se você seguir reto e dobrar a terceira a esquerda vai chegar ao centro, lá tem vários locais, mas imagino que agora – Pegou mais mil de Hiroki – a sua melhor chance é na igreja central! Garararararaara!

Assim, deixando para trás a 38.000 berries e uma velha gorda gargalhando histericamente, Hiroki saiu da loja com uma espada antiga e algumas informações. Seguindo o caminho indicado ele chegou a uma praça circular movimentada. Ao redor da praça haviam uma igreja, dois restaurantes, uma estalagem e algumas outras lojas que vendiam diversos produtos e roupas.

Na frente da estalagem um marinheiro com a mão cheia de papeis se encontrava encostado preguiçosamente contra uma pilastra, quase dormindo.


--- --- --- ---

Será que Eins será capaz de evitar uma luta? Será que conseguirá sair dali? Ou irá preferir aconselhar o rapaz e tentar transforma-lo em um fiel? Cenas do próximo episódio...

E quanto a hiroki? Será que vai conseguir comer em paz? Tentará conseguir mais informações? Ou entrará em alguma confusão? Cenas pro próximo capítulo...


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyDom 04 Jun 2017, 14:24



Sorria ouvindo tudo aquilo e ia aos poucos tirando os valores do bolso conforme as respostas eram obtidas. Por ter obtido a espada ficava mais tranquilo. Analisando agora toda a conversa, era hora de "mastigar" toda aquela informação. E o fazia enquanto procurava o local indicado pela mulher. Só agora entendia a risada da mulher: estava quase sem dinheiro para comer! Será que poderia dar conta?

Era dotado de uma estranha inocência em frente ao mundo: seguia a direção recebida enquanto questionava internamente as questões levantadas pela mulher. Pensava no El Gato, nos garotos que avançaram contra ele... Don Krief e um novo grupo tentando ir atrás dele...o que poderia fazer nisso?

"É melhor eu ficar fora disso..já estou apanhando demais por um dia..."

Seguiria para a lanchonete, olhando para todos os lados e se mantendo atento. Pediria um lanche simples: sabia que o dinheiro rolava baixo para prosseguir com viagem. Ainda pensava nas questões que ocorriam naquela ilha: seria mais sensato apenas ficar recuado, mas sabia que isso era difícil.

Via o marinheiro e possivelmente seus documentos em mãos. Achava melhor simplesmente evitar contato, por isso seguia reto pelo homem. Tentava no entanto bisbilhotar aquelas folhas que ele carregava. Sentava no balcão, ainda olhando para o marinheiro, até que finalmente decidia se virar para o balcão.

- Me vê sua bebida mais barata e a maior quantidade de comida barata que tiver por favor...para viagem...

Não perdia tempo: sabia que ficar parado seria passível de muitas coisas, inclusive outros combates fora de hora ou confusões. Estava curioso em saber o que acontecia para a marinha contar com caçadores, mas teimava em perguntar ou se aliar: pela sua experiência tinha a impressão que a Marinha sempre chegava após o ocorrido para levar o crédito. E isso lhe incomodava: pensava no templo em que viveu, e refletia o que poderia acontecer naquele período. Até que tinha uma ideia...

"Ou...eu posso roubar toda a glória..."

Ele aguardaria a comida, e logo gritava ali.

- FIQUEI SABENDO QUE OS MARINHEIROS ESTÃO RECRUTANDO CAÇADORES PARA AJUDAR EM UMA APREENSÃO...ESTOU MESMO PRECISANDO ESTICAR MEUS MÚSCULOS...

Faria o som alto de propósito enquanto obtinha sua refeição. Tinha um plano: talvez chegar antes, quem sabe roubar a glória...mas era realista: no momento precisava de VERBA para suas ações terem futuro promissor...

Spoiler:
 

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyDom 04 Jun 2017, 23:57



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O velho se atrapalhou para se esquivar da adaga lançada. Se jogou no chão como último recurso para tentar driblar aquela situação que viria à segir.
Ainda se debatendo no chão, Eins olhava atentamente à sua volta equanto terminava de babar em sua inesperada atuação.

Observou com pesar a garotinha fingir que se importava com o idoso mas logo em seguida berrar por ajuda:

-FROOOOOOOOID NIICHAAAN!!!

- O que houve pequena Frida?

- Esse estranho fez algo com o papa!!

O profeta ainda caido viu um aparente jovem musculoso e com uma machadinha agachar em sua frente. Não importando o quanto tentava se explicar, fora arrastado de volta para a forja.

-Me explique exatamente o que aconteceu aqui!! -- Frida, vá a casa da Dra. Glass e traga ela aqui! –- Oh, pai, por que faz isso consigo mesmo?

"Ó céus, mais uma familia vitimada pelo diabo in vitro..senhor tenha piedade..."

-Calma aí garoto...eu sei que essa situação é deveras embaraçosa...e...
--HUNC--


Eins se aproximaria do patriarca embriagado, que estava estirado no chão. Respiraria profundamente e então se ajoelharia em uma postura missionária com expressão de misericórdia.

-Oh agora eu entendo os planos divinos para mim e porque fui enviado até aqui!

Coçaria um pouco a cabeça, e com seu bastão apontaria em direção da mata.

-Escute meu bom jovem...foi de lá que eu vim, sabe?. Andei vagando sem direção, até que o ser do mais alto dos céus me deu essa direção.
Mas agora eu entendo o porquê: o pai de vocês vem sofrendo muito com a dependência e tentação ao álcool. De fato eu estou aqui para trazer a salvação, meu amigo. Há um grande e bondoso criador disposto a acolher a todos vocês...


O profeta colocaria a mão no ombro do rapaz, esperando que ele se interessasse por sua pregação. Se a resposta fosse positiva continuaria:

-O seu bom pai está vivo, oremos para sua interseção. Nós operaremos um milagre aqui e agora rapaz! E você pode ser de grande ajuda na causa...
--CAHAM--
SENHOR, OUVI MINHAS SÚPLICAS! CONCEDA-ME O PODER PARA CURA E LIBERTAÇÃO DESSE NOBRE SENHOR!!


---

Se questionado sobre o porquê de não ter expressado isso antes, ou demorado para procurar ajuda falaria:

-O QUÊ?!EU TENTEI ORAS! SUA IRMÃ QUE NADA ME OUVIU E ME RECEBEU À FACADAS! ELA ATACOU UM VELHO!
--HUNF--
..Desculpe.


"Como explicar que eu só tive o desprazer e o azar de ver o fracassado e bêbado pai deles se acidentar sozinho? PORQUE MEUDELS?!

Esperaria que se compadecesse com sua situação e estivesse disposto ao ouvir suas palavras de adoração.

---

Se em algum momento, o garoto se irritasse ou tentasse ir para as vias de fato com o velho, Einsiedler daria um salto para trás esquivando da primeira investida. Com sua destreza, manusearia o bastão pelo seu corpo para intimidação.
Um pequeno truque aprendido no mosteiro que vivia.
Assumiria uma postura dissimulada, e como primeiro movimento arrastaria o bastão pelo chão e ergueria com movimento de alavanca; o movimento seria para cegar seu adversário com a poeira que levantaria.

Essa movimentação dando certo, seguraria o bastão com as duas mãos como se fosse uma espada e mirara na parte externa da canela do jovem, num movimento de corte para derrubar e incapacitar o rapaz.

---

Se em algum momento tivesse seus ataques interrompidos ou fosse acertado, tentaria se recompor. Recorrendo a sua fé, suplicaria ao divino por força.

-OH CÉUS ME DÊEM FORÇA! DEVO PUNIR ESSES QUE VÃO CONTRA A MISSÃO DO SENHOR. PECADORES PERECERÃO..
--COUGH,COUGH--


Após a provocação, começaria a fingir passar mal novamente. Na primeira aproximação com guarda baixa do seu atacante, daria uma cacetada de baixo para cima num gancho.

-BONK! HA HA!

"Bem, espero que ele não levante depois dessa e fique no chão igual ao pai..."

Aproveitaria para fugir o mais rapido possivel. Iria pela outra escada, procuraria roupas espalhadas para ajudar a se disfarçar, e se tivesse algum bastão à mostra também levaria consigo. Queria dar o fora dalí rápido.

---

À todo momento ficaria atento a novas surpresas ou a sorrateira irmãzinha o voltar atacando novamente.
Era bom de coração. Mas a punição estava por vir.




Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptySeg 05 Jun 2017, 18:42


Hiroki

Hiroki passava direto pelo marinheiro sonolento tentando espiar o que estava escrito nos papeis que este segurava. Tudo que conseguiu ver porem foi “PROCURADO VIVO OU MORTO” e parte de um rosto.

Deixando o fardado para trás em frente a estalagem, o Monge de Guerra entrou no recinto ao lado, um restaurante, e sentou-se no balcão. O marine não estava mais no seu campo de visão mas podia ver três cartazes prezoas a parede. O primeiro era mais um pedido de voto, mas dessa vez para outra pessoa “VOTE EM FAVOR DA MUDANÇA, VOTE 15, ENZO ANT-BULLET PARA PREFEITO!”. Os outros dois no entanto eram cartazes de procurados, um homem e uma mulher. Ele possuía uma recompensa de 500.000 berries e se chamava Dralio, possuindo uma cicatriz horrivel que ia do queixo a testa, passando pelo olho esquerdo. A recompensa dela era maior ainda, 1.000.000 de berries. Com cabelos loiros e labios fartos era uma mulher linda, no entanto sua alcunha era suficiente para tirar quaisquer pensamentos promicuos que poderiam passar pelas mentes daqueles que viam seu rosto “Sasha Morte Certeira”.

- Me vê sua bebida mais barata e a maior quantidade de comida barata que tiver por favor...para viagem...

A garçonete do local, uma menina com aproximadamente 16 anos com cabelos cacheados fartos, ao ouvir o pedido respondeu prontamente.

- Então vão ser 12.000 berries pela sopa de nabo e 4.000 pela batida de limão.

Após anotar o pedido, recolher o dinheiro e se dirigir para uma porta por onde entregou sua anotação ao cozinheiro do local, a jovem voltou e com um pano úmido começou a limpar o balcão.

Ainda não era hora do almoço então o local não estava muito movimentado, com apenas umas três pessoas sentadas em uma mesa ao canto conversando enquanto esperavam seus pedidos chegarem.

- Parece que a Morte Certeira e o cachorrinho dela conseguiram escapar mais uma vez do cerco dos marines e tão se escondendo na Floresta dos Pinheiros. Haha, bando de fardados que não servem pra nada!!

- ... isso é só porque os Ant Bullet tão focados demais nas eleições para se importarem com esses peixes pequenos gahaha! Se não fosse por isso esses dois revolucionários já teriam sido capturados é claro!

- Pelo menos isso da uma oportunidade pros outros caçadores né... – Disse o terceiro homem em um tom meio chateado.

Nesse momento no entanto a conversa foi interrompida por um grito.

- FIQUEI SABENDO QUE OS MARINHEIROS ESTÃO RECRUTANDO CAÇADORES PARA AJUDAR EM UMA APREENSÃO...ESTOU MESMO PRECISANDO ESTICAR MEUS MÚSCULOS...

Olhando um para o homem tatuado que havia gritado aquilo sem entenderem nada, os homens tinham uma expressão estranha, como se estivessem vendo algum lunático. A garçonete que havia tomado um baita susto foi a primeira a quebrar o silencio estranho que havia se formado.

- Er, er... bom se quiser é só ir pedir informações ao marinheiro na frente da estalagem aqui do lado. Ele ta desde cedo tentando atrair gente pra ir pra floresta ajudar. Parece que quem conseguir capturar ou matar os revolucionários além da recompensa pode ganhar carona pra próxima ilha se assim desejar. – Ela parecia meio nervosa ao falar, mas ao ouvir seu nome ser chamado foi para a cozinha, e ao retornar estava com o pedido do Monge de Guerra embrulhado além de uma garrafa fechada com um líquido dentro.

- Aqui está senhor. – Disse a Hiroki, e continuou se dirigindo desta vez aos homens sentados na mesa em um tom jovial. – O de vocês rapazes vai demorar mais um pouco por causa da carne.


Einsiedler


Einsiedler tentava se explicar, e no meio da sua argumentação não podiam faltar as palavras de um pregador enlouquecido. Mas talvez houvessem sido exatamente essas palavras que evitaram o desdobramento de uma luta.

No meio de sua tristeza, Froid sentia que o que o velho falava era um balsamo para sua alma. Seria tão bom se realmente houvesse um criador que os ajudasse e acolhesse. Sim, seu pai estava sofrendo muito com a dependência e dependência do álcool. Mas ele não era o único em sofrimento, todos daquela família se sentiam assim.

-Escute meu bom jovem...foi de lá que eu vim, sabe?. Andei vagando sem direção, até que o ser do mais alto dos céus me deu essa direção.
Mas agora eu entendo o porquê: o pai de vocês vem sofrendo muito com a dependência e tentação ao álcool. De fato eu estou aqui para trazer a salvação, meu amigo. Há um grande e bondoso criador disposto a acolher a todos vocês..


Sentindo a mão do pregador tocar seu ombro o rapaz olhou para cima com lagrimas nos olhos.

- Se esse Criador existe e é tão bondoso como você diz, por que deixou minha mãe morrer? Por que não impediu aqueles revolucionários de merda? Por que não impediu essa desgraça de cair sobre a minha família? Meu pai se afoga em álcool para fugir da dor! Meu irmão sumiu no mundo! E eu não posso nem realizar meu sonho de me tornar um caçador de recompensas como minha mãe um dia foi, tendo que ficar aqui e cuidar da minha irmã e da forja! Me diga ONDE ESTAVA O SEU CRIADOR???  - No fim o rapaz já estava gritando, cheio de raiva, insatisfação, angustia. Seus olhos vermelhos por onde lágrimas escorriam demonstravam toda dor interna que sentia.
Off::
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 2 EmptyTer 06 Jun 2017, 17:39



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O profeta celestial tinha feito ser ouvido. Se preparava para dar segmento à conversão do garoto quando este o interrompera:

-Se esse Criador existe e é tão bondoso como você diz, por que deixou minha mãe morrer? Por que não impediu aqueles revolucionários de merda? Por que não impediu essa desgraça de cair sobre a minha família? Meu pai se afoga em álcool para fugir da dor! Meu irmão sumiu no mundo! E eu não posso nem realizar meu sonho de me tornar um caçador de recompensas como minha mãe um dia foi, tendo que ficar aqui e cuidar da minha irmã e da forja! Me diga ONDE ESTAVA O SEU CRIADOR???


Por alguns instantes os olhos do velho se tornaram fundos, e ficaram fixos na figura do rapaz que gritava e se acabava em lágrimas de angústia. Se manteve calado com a boca levemente aberta e respiração pesaroso.

-ORA RAPAZ! NÃO BLASFEME ASSIM!! ASSUNTOS DIVINOS ESTÃO ALÉM DA NOSSA MERA COMPREENSÃO...VEJA--
--CAHAM--
...fui enviado para justamente remediar situações como essas. COMO PODE DIZER QUE NÃO ESTAVA OLHANDO POR VOCÊS?
--HUNC--
Além do mais, ele nos envia o frio conforme o cobertor. Talvez esse seja um recado para que você busque ser mais do que sempre imaginou que pudesse ser...


"Pelo jeito esse garoto tem bom coração. De fato, ele merecia estar em uma situação melhor que essa. MAS QUE DIFICULDADE ME COLOCASTE LOGO DE INICIO HEIN, Ó SENHOR?!"

--SIGH--
-A vida garoto...tem dessas coisas...


Terminada a fala do ancião, esse se apoiaria em um canto qualquer com seu bastão, para aliviar suas juntas. Desse ponto em diante tinha ficado compadecido com a situação do jovem e seu problemático pai.
Estaria pensando várias coisas nesse momento, ainda mais numa alternativa que não abalasse sua fé.

"MAIS UMA PROVAÇÃO SÓ PODE! ME ALIVIE DESSA, CHEFIA."

Se nesse momento de reflexão ainda continuasse sendo pressionado pelo garoto por respostas, indagaria:

-O seu bom pai está vivo, oremos para sua interseção. Nós operaremos um milagre aqui e agora rapaz! E você pode ser de grande ajuda na causa...
--CAHAM--
SENHOR, OUVI MINHAS SÚPLICAS! CONCEDA-ME O PODER PARA CURA E LIBERTAÇÃO DESSE NOBRE SENHOR!!

[...]--Caput mortuum imperet tibi Dominus per Adam lotchavah!
Aquila errans, imperet tibi Dominus tetragrammaton per Angelum et leonem!


Estaria iniciando o jovem nas artes arcanas da fé. De certa forma traria conforto ao jovem aflito enquanto sua irmãzinha estava para retornar.
Pediria mentalmente por ajuda extra-planar.

"ME CONCEDA A INTERVENÇÃO DIVINA, POR FAVOR VAI!!"

---

Entretanto, se o rapaz se irritasse, julgando a primeira fala de repreensão de Eins equivocada e partindo para outros desdobramentos mais agressivos, faria com que o ancião esboçasse umapostura de defesa armando o bastão em sua frente:

-Olhe, melhor parar por aqui e nem tentar algo desse tipo. Cabeça quente é propicio para possessões de espíritos mal-intencionados...


"Qual é vai? Melhor recuar grandão..."

Esperaria que o Musculoso jovial voltasse a si e desistisse de agir com grosseria.

-Sua irmã logo irá voltar e vocês ficarão em Paz. Como eu disse antes a minha presença aqui não é mera coincidência--"

"É,é sim. --HUNC--"

Se fossem acometidos por um silêncio constrangedor, Eins procuraria uma rota de fuga silenciosa para sair dali. Procuraria roupas espalhadas para ajudar a se disfarçar, e se tivesse algum bastão à mostra também levaria consigo. Queria dar o fora dalí rápido.

---

Se o garoto voltasse a falar, ou a sua irmã voltasse e impedisse a saído do local apenas ficaria calado, com uma cara deprimida de compaixão pela cena.
Rezaria em silêncio de forma que se escutasse alguma coisa seriam apenas chiados ou murmúrios.

"OH SENHOR CLAREIE MINHA VISÃO. PARA EU SAIR DAQUI!!"

Esperaria uma brecha para fazer sua deixa do local sem ser percebido.

---

Caso descoberto ou algo saísse errado com seu plano inicial, o profeta começaria a gritar e forçar falas com dificuldade:

-P-PRECISO IR PRECISO IR...
--ARF, ARF--
-ESTOU SEM AR, PRECISO RESPIRAR ME DEIXEM PASSAR...ESSA MALDIÇÃO QUE ME ACOMETE...


Se conseguisse seguir daria segmento ao plano de fuga. Se fosse impedido, começaria a tossir.

--COUGH, COUGH--
-VAMOS ME DEIXEM PASSAR!! O DIVINO VAI ME CURAR MAS NÃO CONSEGUIRÁ ME ACHAR AQUI!! VAI...


Se desse certo seguiria, mas se mesmo assim não conseguisse, apenas soltaria um profundo suspiro enquanto segurava com força seu cajado:

--FUUU--
-CERTO, vai...o que mais querem de mim?!


Olharia com uma expressão séria e intimidadora. Visivelmente o semblante teria mudado. Para pior.

---

Se em algum momento, o garoto se irritasse ou tentasse ir para as vias de fato com o velho, Einsiedler daria um salto para trás esquivando da primeira investida. Com sua destreza, manusearia o bastão pelo seu corpo para intimidação.
Um pequeno truque aprendido no mosteiro que vivia.
Assumiria uma postura dissimulada, e como primeiro movimento arrastaria o bastão pelo chão e ergueria com movimento de alavanca; o movimento seria para cegar seu adversário com a poeira que levantaria.

Essa movimentação dando certo, seguraria o bastão com as duas mãos como se fosse uma espada e mirara na parte externa da canela do jovem, num movimento de corte para derrubar e incapacitar o rapaz.

---

Se em algum momento tivesse seus ataques interrompidos ou fosse acertado, tentaria se recompor. Recorrendo a sua fé, suplicaria ao divino por força.

-OH CÉUS ME DÊEM FORÇA! DEVO PUNIR ESSES QUE VÃO CONTRA A MISSÃO DO SENHOR. PECADORES PERECERÃO..
--COUGH,COUGH--


Após a provocação, começaria a fingir passar mal novamente. Na primeira aproximação com guarda baixa do seu atacante, daria uma cacetada de baixo para cima num gancho.

-BONK! HA HA!

"Bem, espero que ele não levante depois dessa e fique no chão igual ao pai..."

Aproveitaria para fugir o mais rapido possivel. Iria pela outra escada, procuraria roupas espalhadas para ajudar a se disfarçar, e se tivesse algum bastão à mostra também levaria consigo. Queria dar o fora dalí rápido.

---

À todo momento ficaria atento a novas surpresas ou a sorrateira irmãzinha o voltar atacando novamente.

Estaria pronto para mostrar a outra face de um homem santo.


Considerações:
 


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