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 O velho e o viajante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptyDom 14 Maio 2017, 21:30

O velho e o viajante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Einsiedler e Hiroki. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptyQui 18 Maio 2017, 10:03



O VELHO E O MAR VIAJANTE



O velho refletia mais uma vez. No meio daquela cidade, naquela ilha e não sabia por onde começar. O sinal do seu deus poderia vir a qualquer momento.

"Heh, certo...mas que lugar me mandaste agora huh?"

--HUNF--
-Bem...acho que já esperei demais aqui, já era pra o universo ter agido pfff...droga!


Dotado do seu mau-humor costumeiro, continuaria falando sozinho como um típico portador de insanidade.

Em alguns poucos flashes de lucidez olharia ao seu redor, fazendo uma varredura rápida com seus incrivelmente bons sentidos.

Procuraria por indivíduos perdidos e desesperados por palavras salvação. Esse era a missão do servo divino; com sorte a sua abordagem o faria ser agraciado pelo Grande Criador.

Caso encontrasse alguém sozinho, tal como andarilhos como ele, começaria a falar sobre as maravilhas do plano superior. Tentaria ser o mais convincente possível apesar de seu semblante.

-Olá! O senhor teria um momento para ouvir a palavra do Grande Criador?

Se a resposta fosse positiva continuaria descrevendo um ser imensurável com trejeitos  de mãos que causariam repulsa no começo mas que depois despertaria um certo fascínio e curiosidade.

"Sim sim estou vendo...seu futuro é muito interessante..."

No entanto se a resposta fosse negativa ou a pessoa perdesse o interesse, Eins mudaria o tom para algo mais sério:

-Em verdade em verdade eu vos digo, vigiai porquê o fim dos tempos se APROXIMA! Seres sombrios caminham entre nós e o caminho da salvação é estreito!! Venham a mim e eu lhes mostrarei!!!
--HUNC--


Sua voz gasta ia ficando mais rouca conforme tentava aumentar o tom para sua pregação no meio da cidade.

Por fim olharia incessantemente como um cachorro pidão pede um pedaço de carne. Esperava mais uma vez para poder guiar.

Dessa vez não barcos, mas gente.



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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptySex 19 Maio 2017, 00:27

Era sempre um dia lindo para se tentar algo novo na concepção de Hiroki. Estava na ilha não fazia muitos dias, seguiu por aquela direção por ter ouvido fortes boatos sobre mercenários e caçadores na região. Em seu raciocínio a ideia soava como um belo início e desafio: se sentia pronto para sair da região que cresceu e viveu até então em sua vida.

Tinha boa vontade e isso não poderiam duvidar. Mas seria suficiente? Não tinha encontrado nada interessante até o momento, seu dinheiro corria baixo e, ainda por cima, estava desarmado.

Desarmado...

Hiroki: - Heh...é melhor eu me preparar de verdade, se pretendo continuar com minhas ideias...

Pensava e relembrava do templo, memórias recorrentes á todo momento, já que até aqueles dias recentes era tudo que conhecia em sua vida. Lembrava especialmente de todas as vezes que usou uma árvore ou um galho como substituto de espada e, apenas com sua força, isso se provava suficiente. Mas era realista e tinha certeza de que, dadas as circunstâncias, era possível que morresse se não carregasse uma arma real.

Se sentia vítima de uma ironia do destino: apenas quando sua vida estava em risco no passado pôde usar armas reais. Feria-se, se quebrava, mas nunca lhe permitiam. Notava agora que, não mais presente naquela condição, lhe sobrava apenas uma postura: lei da selva, matar o morrer.

Hiroki: - Que problemão...um empasse logo de inicio...

Sorria para si. Era limitado de pensamentos, quase como um animal domesticado, naquele instante não lhe ocorria nenhuma alternativa para sua condição. E parecia tranquilo quanto á isso.

Caminharia para o pequeno centro da cidade em busca de lojas. Seria bom encontrar algo para comer também, já que era provável que ficasse por aquela ilha por alguns dias. Apesar de suas tatuagens, exibia um sorriso e tentava ser o menos ameaçador que sua atitude permitisse. Era hora do maior dos desafios, e Hiro tinha total intenção de vencê-lo: mostrar sua força e determinação para todos, mesmo que não o conhecessem.

Daria prioridade para uma arma, mas comer e mesmo coletar informações de como ser "nomeado" caçador lhe trariam curiosidade igual. Era como uma criança bem alta: o mundo era praticamente novo, e sua curiosidade parecia infinita naquele momento.

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptySex 19 Maio 2017, 12:51


Einsiedler




Ainda era de manhã quando o velho Einsiedler desembarcou em seu destino,o céu estava coberto por muitas nuvens de cor escura e alguns raios de luz passavam por ela. Porém depois que o velho desembarcou e seu barco foi embora, em vez de tomar um rumo de inicio, ele esperou por algum sinal divino que o guiasse em alguma direção, porém a vegetação quase morta e gélida do litoral não se movia, nenhum vento ou barulho ecoava pelas as arvores nas quais não haviam folhas, o mais perto de um sinal divino que chegou até ele  foi uma neblina fria e densa que piorou toda a visibilidade do litoral, que já era complicado por conta das numerosas arvores que ali haviam.

Depois de um curto período de tempo, o velho soltava alguns grunhidos e palavras ao vento com um tom mau-humorado, elas ecoaram um pouco pelo ambiente o fazendo levar um pequeno susto, mas logo ele voltava sua atenção para o local tentando fazer uma varredura das coisas que haviam ao seu redor, além de tudo que já havia visto antes, encontrou uma pequena trilha de pedras que não estava sendo coberta pelo nevoeiro e pela trilha o velho começou a sua busca por pessoas que precisassem acreditar em algo ou dependentes de palavras que havia como fonte um ser divino.

Um tempo já havia passado desde que ele começou a sua busca, mas nada o velho conseguia encontrar, já havia pisado em inumeras poças de lama e picado por legiões de mosquitos, seu mau-humor com toda certeza estava para vir a tona, porém no meio de todo aquele silêncio e neblina, um barulho estranho, parecia o som de um martelo batendo contra uma bigorna, como se alguém estivesse forjando algo, isso rapidamente chamou a atenção do velho celestial, então procurando a origem do som, conseguiu avistar pequenos feixes de faiscas, de fato parecia que alguém estava forjando algo no meio da floresta. Einsiedler sem pensar duas vezes, partiu em direção ao local, já que lá poderia haver uma pessoa para qual ele pudesse falar sobre seu deus, porém ao andar só um pouco já encontrará um problema em seu caminho, em sua reta havia um pequeno lago, a cor era de verde escuro, coberto de musgo e folhas secas das arvores, pelos lados havia muitos galhos grossos e alguns até com espinhos, teria agora o Velho celestial ter que decidir passar por um dos caminhos  ou dar meia volta e procurar por outra pessoa.



Hiroki




Alguns raios de luz se encontravam com os olhos de Hiroki, um adulto completo e ainda se perdia em devaneios em sua mente, pensava bastantes coisas, porém estava ansioso, saiu do berço em que viveu por bastante anos para ir em direção a uma vida repleta de desafios, chegou alguns dias a Malkiham por conta dos boatos que lá haviam mercenários e caçadores e queria ter sua iniciação como um, porém se encontrava no infeliz impasse, como poderia ele ser um caçador se nem uma arma havia em suas mãos? Para resolver este impasse, Hiroki caminhou em direção ao centro da cidade em busca de algum estabelecimento que pudesse vender armas, também procuraria por um lugar onde poderia beliscar alguma comida.

O céu estava coberto por nuvens escuras e poucos raios de luz passavam por ela, o tempo estava um pouco frio. Pela rua por qual Hiroki passava haviam flores de cor branca pelas calçadas e ao lado delas algumas senhoras bem agasalhadas as regavam e varriam a porta de suas casas, um pouco mais distante apoiados em uma parede se encontrava um grupo de rapazes encostados e outros em sua frente jogando cartas,todos estavam falando um pouco alto e se portavam com  "elegantes" acompanhados de um cachecol de cor preta, em destaque se encontrava um único rapaz, seu cabelo era longo e era de cor amarelada dourada, em um de seus olhos havia um tipo de tapa olho e em sua mão esquerda que estava exposta parecia haver um tipo de tatuagem que lembrava uma boca com a língua pra fora.

Ao passar pelo lado do grupo, Hiroki percebeu que ali  havia um pequeno bazar, onde um Senhor estava limpando algumas ferramentas enferrujadas, lá no fundo o jovem adultou avistou algumas Pistolas e Espadas, havia finalmente encontrado uma loja no qual havia armas para se vender, porém os rapazes que ali se encontravam olhavam com um olhar estranho para o adulto, até que o homem loiro em destaque se aproximou de Hiroki e o abordou com uma pergunta.


"-Você não parece ser habitante desta ilha, quem é você?




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Última edição por Zekron em Seg 22 Maio 2017, 20:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptySab 20 Maio 2017, 23:35



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O Velho quando se deu conta estava no meio de um cenário digno de filmes de terror. Todo aquele ambiente desfavorável o fez acreditar que estaria sendo tentando por alguma força maligna.

A chegada de uma neblina espessa o fez sentir um frio na espinha.

--SIGH--
[múrmurios]...ambulavero in valle umbrae quantum non timebo mala--
JAMAIS TEMEREI MAL ALGUM!!
--HUNC--


Conforme sua voz rouca reverberava de volta, sua respiração se tornava mais apreensiva.

"Mas que diabos...servos do mal continuam vindo me provocar!"

Ainda nervoso o Velho ia deslizando o olhar pelos arredores; foi então que avistou um caminho que estava isento das variações do clima. Era uma clareira e uma iluminação para aquele servo do divino.

-Quanto mais escura é a noite, mais um fósforo aceso ilumina na escuridão, heh!

"Ó céus, guie meus passos!"

Adentrava a trilha confiante que encontraria um lugar ou alguém que pudesse de fato iniciar sua jornada celestial. Porém tudo que encontrava eram mais adversidades naturais que o faz ficar extremamente chateado.

-MALDITO SEJAM ESSAS POÇAS E MOSQUITOS QUE AGRIDEM MINHA PELE!! EPA!!

"Mas que som é esse? Pera aquilo é uma forja...?! É É SIM!!!

-Huh, acho que finalmente encontrei a centelha que me mandaste...

Einsiedler sem pensar duas vezes, parte em euforia de encontro a origem à aquele som. Só seria freiado à frente por um lago verde escuro com entulho de galhos em sua volta.

-Ah claro! Não poderia ser MAIS fácil né? O que quer de mim droga?!

Visivelmente transtornado o ancião procurava maneiras de superar aquele obstáculo. Só tinha percebido agora a ausência de sua arma, provavelmente tinha perdido.

"Ahh droga se eu ao menos tivesse meu bastão...preciso arranjar um cajado desses galhos."

--HUNF--
-Vejamos...


O Velho procuraria um galho de media extensão e trataria de arranca-lo. Se achasse um e conseguisse iria tentar tatear o lago para prever a profundidade.

Se fosse fundo não arriscaria nadar em águas desconhecidas e tentaria percorrer os caminhos laterais. Usaria o bastão para abrir brechas e tentar passar.

Caso não fosse possível passar ou não conseguisse abrir caminho, arriscaria gritando algumas vezes:

-OW DE CASA!! ALÔUU!!OYY!!
--COUGH,COUGH--


Eins esperaria por alguns instantes. Se não houvesse resposta ou qualquer manifestação resolveria procurar alternativas, mais preferencialmente tentaria achar o caminho até a cidade.

Em busca de ovelhas, o pastor tinha se perdido.


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptyDom 21 Maio 2017, 13:01

Caminharia por algum tempo ainda, sempre observando e tentando analisar tudo que acontecia. Sorria quando via as senhoras, e sorria igualmente para os jovens encostados ali perto. Sentia um leve frio, mas estava um tanto quanto acostumado: era parte de seus treinamentos passados situações extremas de clima, em que fazia sua sequência de exercícios.

Pensou por um momento em tentar conversar com o grupo mais jovem ali perto, mas ao ver a marca na mão pensou que, talvez, fosse melhor apenas passar despercebido. Se animando ao encontrar a loja de armas: pelo menos parte de seu objetivo estaria logo completo e poderia iniciar realmente sua jornada.

Logo foi questionado pelo jovem loiro ali. Foi surpreendido pea pergunta, já que lhe soava óbvio que estava na direção de comprar armas. Não pensou para responder:

Hiroki: - Olá, me chamo Hiroki. Estou aqui para comprar uma arma e procurar comida. Não vou ficar muito, fique tranquilo.

Tentaria simplesmente passar. Não fazia diferença para ele a não ser que o oponente atacasse, o que não acreditava que aconteceria. Sorria o tempo todo e não pararia a não ser que fosse tocado ou algo do gênero acontecesse. Hiro tinha em mente tão forte seus objetivos que, á curto prazo, chegava á pensar ser irrefreável.

"Por que me chamar garoto? Eu não fiz nada."

Hiroki: - Com licença, ainda preciso comer algo sabe? Fome apertando...

Abaixava a cabeça, embora mantesse o estado de alerta. Sairia da frente do loiro se permitissem, não deixando passar despercebido nada se pudesse. Gostava sim de batalhas, mas não era um monstro sem sentimentos, por isso preferia se manter alerta e recuado.

Estava com as mãos visíveis. Logo seria fácil dizer se ele estaria querendo briga ou não. E nesse momento a resposta era simples e negativa: não disfarçava curiosidade, mas não queria desviar do seu objetivo primário.

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptyDom 21 Maio 2017, 22:00


Einsiedler




 Depois de despertar interesse pelo som e algumas reclamações pelo caminho que teria que percorrer até chegar a ele, o velho religioso finalmente começava a agir. Em primeiro plano o celestial pensou em saber a profundidade do lago,para isso ele procurou improvisar um cajado usando dos galhos ao seu redor; procurou por um tempo um galho que tivesse tamanho regular, nem muito pequeno e nem muito grande. Sem demoras o velho encontrou a galho por qual procurava, se aproximou e com suas mãos enrugadas tentou o puxar, porém o galho apresentava resistência e parecia que iria ceder tão fácil, todavia o velho não desistiu e conseguir arrancar o galho, algumas farpas penetraram em suas mãos, porém nada que causasse uma dor considerável.

Já com o bastão improvisado em mãos o velho adentrava um pouco no lago sujo, o suficiente para conseguir medir a profundidade do mesmo,porém confuso era o caminho, pois em alguns pontos estava mais profundos e em outros estava mais raso, com esta situação o velho celestial adentrava no lago sujo, porém pisando somente nos lugares raso. Cada passo que ele dava em direção ao outro lado, mais fedorento o ambiente ficava por conta da sujeira que antes estava no fundo e agora tinha subido por conta da movimentação do celestial dentro da água.

Depois de um sufoco com o cheiro e os malditos pernilongos,Einsiedler conseguia sua travessia pelo lago, porém saiu do mesmo bastante sujo e fedorento, coberto de lama até o pescoço, todavia agora estava ainda mais próximo de seu objetivo, o barulho que tinha ouvido já estava bem mais alto e se encontrava em sua frente e o brilho das faíscas estavam mais fortes, ansioso por espalhar a palavra, o celestial voltou a andar em direção ao som. Algo estava estranho, pelo chão  encharcado que caminhava podia avistar pequenos pedaços de ferro e até mesmo armas brancas quebradas, algo que despertava a duvida do velho profeta.

De repente, o chão encharcado de lama sumia, o céu que pairava sobre ele também, parecia até magica, pois em um piscar de olhos, as arvores a sua frente acabaram e um tipo de forja aparecia


Lugar:
 


Porém o som que escutava antes havia sumido e toda faísca que avistou desapareceu, porém o fogo da lareira se mantinha aceso, algumas ferramentas de forjas estavam pela sala e um dos martelos parecia emitir um calor, estava claro que alguém estava estava ali, pois além das ferramentas que claramente estavam sendo usadas, o vento que chegava pelo buraco onde se encontrava uma escada, trazia consigo um forte odor de álcool que estava nas duas canecas de madeira sobre uma mesa.





Hiroki





Pouco tempo estava na ilha, porém os problemas não demoravam para chegar até o jovem adulto. Ao ser abordado pelo homem loiro, Hiroki tratou a ação como algo rotineiro ou até banal, respondeu de forma até que educada explicando que estava em busca de armas e comida. Os homens ao seu redor pararam de jogar baralho para aprestar atenção e em seguida soltaram algumas gargalhas em baixo volume, o loiro também soltava pequenas gargalhada bem na frente de Hiroki, porém fez um gesto com os braços de como se estivesse dando passagem para Hiroki.

O Jovem começava a andar atentamente pela suposta passagem dada pelo Loiro, todavia toda atenção que apresentava não foi o suficiente para prever um golpe surpresa vindo de dentro do estabelecimento pelo qual adentrava, uma enorme porrete de madeira o acertava em cheio no tórax o arremessando pelo menos 10 metros, o jogando no outro lado da rua.

Hiroki se chocou contra alguns arbustos de flores brancas, seu tórax estava bastante dolorido porém suas costas estavam intacta por conta do amortecimento que teve em contato com as plantas. Ainda no chão conseguia olhar para seu agressor, um homem alto, com quase 2 metros e bastante musculoso, sua pele era escura, em sua cabela faltava cabelo, e por fim carregava um enorme porrete de madeira sobre seus ombros. Essa monstruosidade se aproximou de Hiroki lentamente, ao chegar aproximadamente por volta de 5 metros do jovem adulto, jogou uma lâmina pequena e aparentemente cega em direção a ele "-Você não queria uma arma? ai está! Giririririri!" - Em seguida empunhou seu porrete em sua mão direita e entrou em posição de combate, logo depois fez um gesto de chamar para luta com sua mão esquerda, esperando que Hiroki o atacasse.





AVISO:
 

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Última edição por Zekron em Seg 22 Maio 2017, 20:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptySeg 22 Maio 2017, 12:53



O VELHO E O MAR VIAJANTE




Como era de se esperar, arranjar um cajado nas redondezas tinha dado trabalho. Limitado por suas juntas enrijecidas, tinha achado um galho do tamanho ideal para sua empreitada. Forçou para despregar da árvore de forma que, ao arrancar, alguns pedaços acabam por entrar em sua espessa e enrugada pele.

--ARGH--
-Droga! E agora mais essa bela dor nas costas...
--HUNC--

Continuaria com sua intenção de atravessar o lago, agora arqueado e munido de uma ferramenta para impedir surpresas. Pôde sentir o lamaçal em que entrava. Embora procurasse partes rasas estava afundando conforme avançava.
Prendia a respiração, era uma péssima hora para se ter sentidos aguçados.

--SNIF,SNIF--

"Mas que diabos de cheiro horrível é esse? Epa! Não lembrava da água ser dessa cor..."

-ME DEIXEM SEUS MALDITOS SUGADORES DE SANGREE!!

Einsiedler balançaria o bastão na tentativa de afastar os mosquitos, sem se desviar do seu caminho, uma vez que agora percebera que estava mais próximo do som de outrora.

"Heh, já não era sem tempo!"

O Velho tinha chego mais sujo do que nunca. Se tinha dúvidas se parecia um mendigo, agora era certeza.

Profetizar não pode esperar.

Eins tratou logo se seguir a trilha. Percebeu coisas estranhas como pedaços de arma pelo chão; e essa distração o fez ignorar o fato que de repente tinha entrado em um lugar que parecia ser uma forja.

"EITA! Mas que lugar é esse...?! Sem ninguém...huh? Estranho...mas o fogo está aceso ué..."

O ancião faria um reconhecimento rápido do local; sua intenção era também se secar em frente à fornalha. Percebendo as pistas iria tentar um primeiro contato.

"Pera, e esse cheiro de álcool? Há de fato alguém aqui..."

-HEY!! OWW!!ALGUÉMM?!!
--CAHAM--


Esperaria por uma resposta. Caso não acontecesse nada, iria usas seus sentidos para captar algo útil. Dependendo do que achasse tentaria usar essa informação para planejar o seu próximo passo; se fosse para subir para o próximo andar, assim o faria.

No entanto se uma resposta viesse de um outro ser pensante e fosse amigável, tentaria disfarçar sujeira, dando tapas para despregar a lama seca. Faria um gesto de reverência indicando respeito e indagaria:

-Er...Olá! Desculpe ir entrando assim, mas eu ouvi o som de seu trabalho aqui, e como estava vagando pela floresta resolvi achar onde era a origem do que tinha ouvido. Achei!
--HUNC--
-Eu estou no meio de um propósito dos céus e creio que o Divino me enviou aqui. Talvez você possa me dar pistas do porquê disso.


Iria dar segmento à conversa conforme a resposta do outro indivíduo fosse positiva. Quando possível tentaria subir as escadas e ver o que tem lá.

Mas se em algum momento surgisse uma postura hostil que ameaçasse o sofrido Velho, logo trataria de empunhar o seu bastão natural.

-AH então é assim que vai ser huh? Prepare-se para sofrer a punição que mereçe. INFIEL!!

Esquivaria de ataques sequentes, sempre saindo de lado dos golpes visando chegar perto da caneca com álcool para tentar atira-lá contra o fogo aceso e causar uma distração; só então subiria as escadas e ver o que teria lá.

Se no meio da confusão fosse atingido, tentaria se recompor e daria algum golpes nos pés e joelhos para dificultar a ação do agressor e chegar mais perto de onde queria para executar seu plano de sair dali pelo buraco no alto daqueles degraus.

Conforme fosse o desdobramento, e conseguisse seguir o caminho de onde vinha o vento, estaria um pouco apreensivo ao subir aquela ladeira de madeira, e procuraria prestar atenção nos detalhes e adiantar possíveis oportunidades e ameaças. Não sabia o que iria encontrar depois da passagem.

Se ateria na fé.

off:
 







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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptySeg 22 Maio 2017, 18:50

Ficava satisfeito com a educação dos rapazes. Satisfação esta que durava pouquíssimo, e era interrompida com um belo golpe: era lançado com uma pancada alguns metros e se chocava com algumas plantas, que amorteciam a queda. No impacto final antes de cair soltou todo o ar do seus pulmões, tossindo em um som parecido com o latido de um grande cachorro.

- WUUUFFF!!


Ainda com dificuldades de respirar pelo golpe, observava o homem, relativamente maior que si, se aproximando e rindo. Jogava uma arma perto do ex-monge e se aproximava com uma enorme clava. Apoiaria em seu próprio joelho esquerdo, e não levantava ainda. Aguardava o claro oponente terminar de falar e sorria, inclinando a cabeça um pouco para frente e fecharia momentaneamente os olhos.

Refletia novamente na sua situação. Com pouca experiência social, não saberia dizer o que era aceitável ou não em uma situação real. Por conta disso, parecia confortável, por mais irônico que fosse, com a agressividade. Era o que conhecia bem, e logo bolava um plano em sua mente.

"Sendo funcional ou não, minha melhor chance é aquela espadinha..."

Usaria o apoio do joelho como impulso e se jogaria em direção á espada. Comparado ao oponente era pequeno e, por lógica, mais ágil. Tentaria pegar a espada e, em uma reação bruta, já atacar com a arma. Não contava com a lâmina da arma, e sim com sua resistência: giraria o corpo e, durante o movimento de ficar de pé novamente com a arma, atacaria ambas as Fossas poplíteas (costas do joelho) do oponente com uma pancada horizontal da espada (se tivesse fio, melhor ainda). Usaria toda sua força disponível, e se levantaria já posicionando a mesma arma (ou punhos, caso não conseguisse) em horizontal, usando a palma da mão esquerda como apoio da lâmina para defender uma possível reação.

Seu objetivo seria se posicionar atrás do oponente, atacá-lo e bloqueá-lo com a maior destreza e força possível. Tinha conhecimento de suas habilidades e acreditava que precisava agota confiar no poder, e não precisão de seus movimentos. Se tudo desse certo seu oponente provavelmente estaria de joelhos ou, no mínimo, com menos equilíbrio. Só nesta situação poderia ter uma visão melhor do que acontecia. Ou seja: só desviaria o olhar do oponente caso o mesmo demonstrasse sentir seu ataque. Caso contrário o fitaria com olhar de alguém verdadeiramente apaixonado por combate: era sua forma de agir, e logo saberia o quanto estaria encrencado.

"Diplomacia sempre parece inútil...violência é a linguagem que todos entendem..."


- O que diabos foi isso, desgraçado?

Estaria pronto para qualquer situação vinda daquele homem. Se posicionaria á cerca de dois metros do mesmo para checar se seria realmente necessário um combate.

Spoiler:
 

____________________________________________________

"Faço a minha sina
Finjo a minha sorte
Ao encontro do mais forte..."

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante EmptySab 27 Maio 2017, 01:13

Hiroki

Apesar de não parecer claro para Hiroki o porquê de estar sendo atacado do nada, ele não era desconhecido a violência. Procurando contra-atacar, ele buscou a lamina cega, e usando habilidade e velocidade tentou cortar a parte de trás dos joelhos do oponente. Se apenas as coisas fossem tão fáceis assim.

O oponente ao ver os movimentos do homem tatuado deu um pequeno salto para trás e usou seu porrete para bloquear o ataque. No momento em que as armas entraram em contato, a espadinha que Hiroki havia tomado posse se dobrou, amassada como papel, mais inútil que uma faca de cozinha. Surpreendentemente, contra um porrete de madeira, a arma de ferro havia se dobrado.

Ainda assim o ex-monge seguiu tentando ir para trás do adversário. Desde que conseguisse chegar nas costas dele, estaria na vantagem. Porém aquela luta estava longe de ser justa, desde o início não havia sido. Não em termos de armas, e certamente não em termos de quantidade de pessoas participando dela. Aparentemente, enquanto se focava no homem com pele escura, Hiroki tinha deixado de prestar atenção no homem loiro, aquele que aparentemente havia iniciado tudo isso. E por causa disso, levou um belo murro na cara.

Em meio ao seu giro para alcançar as costas do oponente, o homem loiro desferiu um soco que acertou em cheio a face do aspirante a caçador de piratas. Caindo no chão devido a força do golpe, Hiroki se sentiu desnorteado, viu estrelas.

- Você não devia ter se intrometido cara! Por que fez isso? Ele já tava no papo!

- Ah cala a boca, se duvidar era capaz dele ter enfiado aquele ferro no seu #* se eu não intervisse, então um pouquinho mais de gratidão por favor?

Enquanto os dois discutiam entre si, a visão de Hiroki voltou a focalizar, mas antes que pudesse se mover da posição que estava (esparramado deitado no chão) ouviu uma terceira voz, até então desconhecida.

- O que vocês acham que estão fazendo?

A voz não era alta, autoritária ou agressiva. Muito pelo contrário. Era macia, e parecia quase um sussurro para aqueles que a ouviram. Obviamente o tatuado não foi o único a ouvi-la. A discussão que acontecia chegou a um fim bruto, fazendo parecer que nem sequer tinha acontecido em primeiro lugar.

Em cima do telhado de uma das casas havia um gato. Bom, não exatamente um gato, já que o ser estava vestido com uma roupa amarela, tinha uma espada presa a suas costas, e possuía mais de um metro de altura.

- El Gatuno!!! – Hiroki podia ouvir os seus oponentes gritarem, antes de surpreendentemente saírem correndo, passando por ele sem nem sequer olharem para trás.

Enquanto os rufiões fugiam, o ex-monge viu o seu “salvador” fazer uma pirueta no ar e cair levemente na sua frente, sem nem sequer fazer algum barulho.

- Você está bem, uni? – Dizia o Mink para o homem com sangue escorrendo do nariz e jogado no chão.



Einsiedler

O Profeta rabugento tentava se livrar do excesso de sujeira que havia adquirido na sua passagem pelo lago, mas o pouco de sucesso que teve não foi o suficiente para tirar o fedor que emitia, nem resolver toda a lama que trouxera consigo para dentro da forja.

-HEY!! OWW!!ALGUÉMM?!!
--CAHAM--


Após esperar por alguns segundos um barulho de algo caindo ao chão seria escutado vindo do andar superior, e em seguida passos pesados soariam pela madeira em direção a escada. Hora devagar, hora rápidos, com pausas frequentes, o que não deveria ter levado muito tempo se estendeu por um período maior do que o normal até que finalmente uma bota ficasse visível na escada.

A descida foi ainda mais demorada, e Einsiedler aos poucos foi capaz de ver um homem cambaleante se apoiando na parede com uma mão e segurando um jarro de bebida na outra. Quase caindo diversas vezes, o homem que aparentava uns quarenta anos finalmente chegou no nível do chão e olhando ao seu redor, procurando quem o havia feito tombar da cadeira devido ao susto que tomou.

Não viu o velho de primeira, e nem de segunda. Estava quase desconfiado que estava ouvindo coisas, quando:

-Er...Olá! Desculpe ir entrando assim, mas eu ouvi o som de seu trabalho aqui, e como estava vagando pela floresta resolvi achar onde era a origem do que tinha ouvido. Achei!
--HUNC--
-Eu estou no meio de um propósito dos céus e creio que o Divino me enviou aqui. Talvez você possa me dar pistas do porquê disso


Por um momento o bêbado ficou sem reação, tentando entender o que estava acontecendo, mas estava bebendo desde o amanhecer para “lembrar” o aniversário da morte de sua esposa. Havia até mesmo sido forçado a parar de forjar a espada que Konan havia pedido por ter percebido que não estava em condições de fazê-lo.

Como não entendeu o que o velho maltrapilho estava falando, deu uma resposta genérica que sempre falava aos que apareciam ali do nada.

- Pedidos devemm ser feito na luuuja, não aceitamos, HICUP (soluço), diretamente aqui na forrja. Se quiser encomenda... – antes de acabar de falar o homem de meia idade deu mais uma golada diretamente do jarro, derramando uma bebida de cheiro forte pelo seu queixo e peito. – Do lado de for tim outr escad...

A última frase dita pelo homem antes de tombar para trás desmaiado foi ainda mais embolada e difícil de entender do que a inicial. Devido a sua queda o bêbado bateu com a parte de trás de sua cabeça na quina de um dos degraus da escada, emitindo um estalo não muito agradável.

A forja era a parte de baixo e dos fundos de uma loja de armas e da casa daquele homem. A Loja de armas Kavaski era conhecida na região por ser patrocinada pelo clã Ant-Bullet, e era construída em um morro que tinha a floresta nos fundos.

Na parte externa da forja havia uma segunda escada que ia subindo o morro e levava a parte frontal da loja, que por sua vez ficava em uma parte mais afastada da cidade, mas ainda assim com certa movimentação (pessoas, carroças), cheia de casas luxuosas, inclusive uma enorme que possuía acima de seu portão letras gigantes escritas “CLÃ ANT-BULLET”.

Observações, pedidos, dicas:
 

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