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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A ambição da Corte! Salvem Cedric!

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MensagemAssunto: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptyQui 6 Abr - 18:34

A ambição da Corte! Salvem Cedric!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Leonarda München e Laith Kinder. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptyQui 6 Abr - 19:50



A ambição da Corte!
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Salvem Cedric!

Post I | Posts até Loguetown: 4


   Anteriormente: Leonarda München, agora dando seu primeiro passo para o seu sonho, é escalada para fazer uma missão na mansão Bhfreagra, uma nobre família de Shell’s Town, cuja mansão estava sendo atacada há dois dias, durante a noite. O cliente era o Sr. Bhfreagra, que solicitava a segurança de seu filho Cedric, um nobre rapaz habilidoso com espadas que rapidamente fez amizade com a marinheira. Ao lado de Org, Leonarda promete que deixaria Cedric são e salvo, e teria que provar a veracidade de sua fala logo em seguida, quando os sequestradores atacaram.

   No calor da batalha, Leonarda jura que fará com que seus parceiros saiam ilesos. A garota lutou, deu seu máximo, usou de todas as suas forças, ainda mais usando uma espada exageradamente grande e que nunca havia passado em suas mãos. Após se verem rendidos, Leonarda e Cedric são colocados contra a parede. Cedric, num ato heroico, faz um sacrifício, entregando a si mesmo para a Corte, contanto que Leonarda e Org saíssem ilesos do local. A marinheira foi contra, mas não houve nada que pudesse fazer.

   Frustrada por não cumprir sua promessa, e acreditando que era o fim, Leona procurou relaxar, descansar a cabeça e começar novamente. Tinha que ir atrás de seu amigo Cedric. A nova etapa da missão foi dada logo no dia seguinte, mas, dessa vez, um terceiro integrante iria ajudar: Laith Kinder, um gatuno habilidoso e misterioso, um tanto quanto galanteador que fora uma peça útil para a batalha que viria a seguir, a revanche contra a Corte misteriosa.

   Enquanto lutava contra um dos líderes daquele esquadrão da Corte, Leonarda soube que seu nome seria levado aos líderes maiores da organização, e que não seria perdoada. Era, agora, oficialmente uma inimiga da corte. E estava contente com isso. Exibindo o símbolo de heroína que naturalmente adquirira, com sua postura e jeito, Leonarda levou Alexandre, a segunda vítima da tentativa de sequestro, são e salvo para o Quartel General.

   Matthew, o sargento que avaliara Leonarda, ficou contente com o sucesso da soldado, e a enviou para Loguetown. Dois motivos calhavam para a garota, que estava feliz em ir para lá: Cedric fora levado para a cidade, que era onde ficava a sede da Corte; e lá poderia descobrir mais sobre sua mãe, que obrigatoriamente teve de passar por lá para ir até a Grand Line. E esses eram os motivos que faziam a garota sorrir no convés do navio da Marinha, partindo de Shell’s Town.

A ambição da Corte! Salvem Cedric!

   Ainda era manhã quando eu, Org e Laith embarcamos no navio que nos dirigiria até Loguetown. Estar numa viagem significava, temporariamente, uma trégua para os deveres de Soldado. Entretanto, quando fui requisitada para ajudar os marujos a transportar os caixotes para o interior do navio, me prontifiquei para ser útil. Org também fez o mesmo, ponto positivo para o rapaz, mas Laith parecia não se importar. Isso não era trabalho para um Marinheiro, pelo menos era o que o rapaz poderia pensar. Não me importei, apesar de não aprovar a ação, afinal, não era mãe do gatuno.

   Agora sim eu estava numa posição confortável: sem obrigações, podendo deixar meu lado feminino exalar. Eu era uma mulher, acreditem ou não. Eu gostava de cuidar de mim mesma, gostava de me vestir, gostava de fofocar e todas as outras coisas que garotas faziam! Mas nos últimos três dias, não consegui fazer isso. O uniforme da Marinha inibia, de uma forma ou outra, o meu desejo de fazer futilidades.

   Curtia a brisa que o mar trazia, balançando a mão para a ilha curva, imaginando que alguém responderia o gesto singelo de quem sentiria falta das aventuras que aquela cidade trouxe. O sorriso estampado no rosto maquiava os planos sérios que eu tinha para a próxima parada: Loguetown. Quem me visse daquele jeito: com o uniforme da marinha, camisa branca e calças azuis, um sapato preto um pouco mal cuidado, um boné branco de aba curva, com o rabo de cavalo escapando por trás (um look simples, mas ficava bonito com a minha aparência natural), não imaginava que eu era uma pessoa séria. Talvez desconfiassem por conta da espada embainhada na cintura, mas era apenas um detalhe.

   Na beira do barco, empoleirada, assistia a ilha se distanciar, tentando flagrar o exato momento em que ela ficaria invisível para mim. O devaneio era apenas superficial, afinal, eu planejava o meu próximo passo para resgatar Cedric. Auto avaliar-se era uma missão difícil quando se tinha milhares de coisas passando como foguetes na mente. Desafiei a mim mesma, tentando ver meus pontos fracos, refletindo sobre as dificuldades que eu passei durante a batalha contra os capangas da Corte.

   — Se eu ficar desarmada, não vou conseguir fazer nada...  — refleti ainda olhando para a ilha, que exibia o grande QG no seu centro — Eu deveria saber pelo menos como dar um soco ou um chute. Infelizmente não aprendi isso no curso de Gladiadora. Será que alguém aqui saberia me ensinar o básico?

   Fiquei apoiada de lado, olhando agora para o convés e sua movimentação. Desenharia um olhar de tripulante em tripulante, tentando julgar pela aparência física alguém que pudesse saber como desferir um soco e um chute descentemente. Se encontrasse alguém musculoso ou com pinta de lutador (estilo Bruce Lee), respiraria fundo e tomaria os primeiros passos para pedir umas aulinhas básicas. Seria de grande ajuda.

   Tentaria não atrapalhar os possíveis marujos que faziam algum serviço, andando de lá para cá, carregando coisas ou não. Me apresentaria sem delongas, mostrando de prontidão o que eu queria.

   — Oi, sou Leonar... — travei, afinal, não queria falar o meu nome inteiro. Ele era feio — Leona. Sou Marinheira. Você também é? Bem... É que eu estou querendo alguém pra me treinar. Preciso ser menos dependente da minha espada, sabe? Será que você ou alguém aqui consegue me ensinar um pouco de luta de rua?

   Provavelmente eu não seria ignorada. Por favor, né? Achava difícil aqueles marmanjos atraírem alguma mulher do meu porte para conversar, então, pela lógica, eles me responderiam. Para assegurar mais ainda que eu receberia atenção deles, faria uso da minha voz delicada e cativante. Infelizmente, nesse caso, a recíproca era verdadeira, então havia a chance de eu ser ignorada. Nesse caso, me afastaria um pouco frustrada. Como ele não me deu atenção? Que ultraje!

   Procuraria alguma outra pessoa para conversar e ter aulas de luta básica. Não atrapalharia os que estivessem ocupados, apenas puxaria assunto com aqueles que estivessem de bobeira, sem algo para fazer, aparentemente.

   Se conseguisse um professor, agradeceria com um sorriso que falaria tudo por si só. Esperaria ordens, talvez não fosse plano do "professor" dar suas aulas no convés. O seguiria, mostrando interesse em aprender a lutar, mostrar serviço para a marinha e defender meus amigos. Esperaria seus comandos, decidindo se iria ou não me ensinar.

   Não seria muito diferente se eu obtivesse uma indicação. Se me dissessem que fulano conseguiria me ensinar, iria até o mesmo e falaria as mesmas coisas de sempre, tentando persuadir o mesmo a me ensinar. Não tentaria ser vulgar, obviamente, não fazia meu tipo. Apenas iria persuadir com gentilezas e gestos simpáticos.

   Se encontrasse algum de meus parceiros no caminho, acenaria com a mão, deixando subentendido que eu não tinha tempo para conversas agora.



Histórico do Leo:
 

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Última edição por Leo em Sex 14 Abr - 15:51, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptySex 7 Abr - 18:46



Shadows that lives between the alive.


Com as velas içadas finalmente o sonho começava a tomar forma!  Ou era assim que a maioria dos livros de contos definiam momentos de partida como aqueles, entre aquela tripulação heterógena com certeza se encontraria histórias diversas sobre os mares ou sobre as origens de cada personagem, Laith sabia e isso apenas reforçava: o mundo era grandioso. Talvez muitos olhassem sua atividade (ou falta dela) com desdém, não que o rapaz não estivesse afim de trabalhar, mas sim que sua função e sua aptidão era para navegar e navegadores não carregavam peso.

O rapaz passou direto pela tripulação indo direto a quem parecia estar ocupado com tal oficio, sendo se preciso até olhar em outros cômodos. Pelo menos acreditava que não teria problema com isso, afinal era uma autoridade da lei agora. Ao encontrar então o responsável pela navegação o abordaria tocando-o suavemente no ombro deixando um sorriso simpático figurar seu rosto enquanto assumia a persona da “boa gente”.

- Com licença, também sou navegador, gostaria de uma ajuda? Abriria a pergunta com um aperto de mão singelo convidando-o ao contato inicial. – Ah que rudeza minha, meu nome é Laith, sou marinheiro. Estou indo a Loguetown devido a alguns motivos e suponho sempre ser uma boa hora para aprender sobre a navegação não? Aliás uma mão extra, hábil, nunca deixa de ser útil. Tentava tirar as palavras de sua boca com simplicidade, firmeza e credibilidade.

Se fosse aceito na equipe técnica, seguiria com o que fosse possível ajudar e caso contrário apenas agradeceria a possibilidade e sairia do local indo para o convés.

Depois de um certo tempo, olhava ao redor primeiro depois focando no mar. A última batalha havia sido estranhamente árdua, afinal para uma dupla de assassinas de uma ilha qualquer ambas tinham uma certa destreza, uma destreza que dificilmente nascia nas pessoas e em especial em uma dupla. – Talvez um deles está perto. Sussurrava pensando na possibilidade de poder matar um dos traidores de seu passado, um Kinder, e apenas esse pensamento produzia inconscientemente um breve sorriso no rosto do rapaz com um quê de psicótico. “ Parece que também tenho que me preparar. ” Sua mente estava focada agora nisso, descobrir se havia de fato a existência de um Kinder e também dar a revanche para a dupla, queria sangue e dessa vez não era qualquer sangue.


 
Citação :

Nome: Laith Kinder
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Ganhos:
Perdas:
NPCs/Players:

objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptyQui 20 Abr - 15:32


Leona

A radiante

Aquele principio de dia agraciava a viagem com a prenuncia de um belo dia de sol. Um azul pálido colorido pelo amanhecer e cantado pelas gaivotas que sobrevoavam a região costeira. A jovem marinheira, com seu uniforme simples, mas bem cuidado observava a ilha de Shells. Parcialmente cegada pelo sol que surgia por detrás da ilha.
Spoiler:
 


Assim com uma das mãos posicionadas sobre os olhos a jovem assistia contente a ilha ficando cada vez menor enquanto o navio se afastava no suave balanço das ondas com as gaivotas ainda traçando círculos sobre eles, não que ela se ateasse a isso, afinal agora seus pensamentos já estavam em outro local.

Com os olhos voltados para o interior do navio a jovem perscrutava os tripulantes enquanto avaliava suas próprias deficiências em combate. Era preocupante para ela ver o quanto incapaz era sem uma espada e o quanto isso a deixava indefesa.

Muitos dos marinheiros pareciam promissores ao seu olhar, não eram propriamente membros da marinha, mas sim navegantes de braços fortes. Talvez fossem trabalhadores temporários que hora pegavam trabalhos em navios mercantes, hora em navios de transporte, responsáveis pelos trabalhos braçais, manutenção do navio e também em realizar as manobras do mesmo.  E como aquele não era um grande navio era certo de que precisava de varias manobras afim das velas estarem sempre na melhor posição para a navegação.

Dois estavam aparentemente desocupados, conversavam apenas um com o outro. Pareciam animados em seu dialogo. Leona então se aproximou da dupla, de imediato percebeu que ambos ficaram um pouco sem jeito com a presença dela, descontraíram então um pouco quando a jovem falou, mas ficaram mais uma vez apreensivos em relação ao pedido do mesmo. Um coçava atrás da nuca com uma das mãos com a aparência de incerteza o outro olhava desconfiado para ela.

– Acho.. – se olharam e deram os ombros. Nesse meio tempo a jovem percebeu que os braços de ambos apresentavam algumas escoriações, um deles apresentava um roxo que esmaecia de sua face, talvez fossem ambos brigões. – Porque não? – completou o outro sem jeito. – Se o capitão não encrencar Johw.

– Ée. Acho que ele vai entender.

Leona ficou um pouco confusa diante daquele dialogo com tantas entrelinhas. Aparentemente havia acontecido algo entre aqueles dois que tinha haver com lutas e o capitão. Estavam desconfortáveis em admitir qualquer coisa sobre isso para com a jovem, mas mais desconfortáveis ainda com a possibilidade de negarem a ela esse pedido. Era evidente que estavam bastante divididos entre alguma proibição e Leona.  

Kinder

one, two, tree, act...

Laith por sua vez não se interessava tanto em apreciar a vista, ou as pessoas a bordo ou mesmo em ajudar em coisas que considerava estar muito abaixo de suas habilidades. Era alguém que sabia do que era capaz e dificilmente aceitaria se rebaixar para realizar tarefas que qualquer um com metade de um cérebro pudesse fazer.

Assim seguiu até o timão. Lá estava o navegador acompanhado de um outro marinheiro. Ambos vestindo roupas de tonalidades marrons. Navegador e piloto olharam para o jovem assassino que se aproximavam. Sem nem mesmo desconfiar que por baixo daquele semblante simpático houvesse alguém que sentia um vigoroso prazer em matar.

Laith se apresentava a dupla com um sorriso simpático e um estender de mão. Ambos retribuíram a gentileza do aperto e se apresentaram. Marcos e Gats, o primeiro era o navegador do navio e o segundo seu aprendiz. Pareciam ter 40 anos e 15 respectivamente. Gats parecia um rapaz alegra e empolgado, Marcos era mais serio, mas tinha um ar respeitoso e de autoridade.
– Você pode ficar se lhe interessar. – respondeu Marcos. – Estava mostrando para o garoto o mapa do East Blue, já lhe é familiar? – Marcos indicou um mapa esticado em uma mesa ao lado, com os cantos presos com fita para que o mapa não voltasse a se enrolar.

Ali se via em detalhes as rotas de navegação existe, havia anotações de tempo de viagem por cada rota e também algumas de perigos. Alguns pontos eram marcados como área de encontro certo com piratas, outras tinham avisos de possíveis aparições de reis dos mares.

– Pelo que me informaram o destino de vocês é Loguetown, tínhamos que fazer uma parada em Dawn, mas foram bastante incisivos que havia urgência.

Não era uma pergunta, mas mesmo assim parecia com uma. Marcos tentava disfarçadamente fofocar tentando descobrir qual era o motivo da viagem do trio.


GERAL


Um navio comum, pois sim, nada de mais ali havia. Era próprio para transporte de pessoas e de mercadorias, nem muito de um nem muito do outro. Algumas caixas como eles haviam vistos, principalmente alimentos, mas também não sabiam o que havia nas outras. Além dos três outros quatro haviam embarcado no navio.

Nenhum desses era visto agora, haviam ido para os quartos internos. Não eram assim grandes quartos, estavam mais para duas grandes salas com redes. Uma sala masculina e outra feminina.
Duas mulheres e dois homens compunham o grupo. Um casal e seu filho e uma jovem vestida em um bonito vestido salmão com rendas. Esta havia embarcado com um pesado baú que Leona havia ajudado a carregar.

Para a jovem havia na parte traseira do navio um espaço que lhe seria agradável para treinar, já o jovem assassino estava mais para o meio do navio, em um palanque um pouco mais elevado. Havia uma pequena escada que levava a tal. Estava a um metro e meio acima do deck e tinha mais ou menos 5 metros quadrados. Os tripulantes ajustavam as velas, ou enrolavam as cordas. Terminavam de amarrar caixotes entre outras funções. Ao todo, umas 20 pessoas estavam a bordo. Aquele era o inicio, mas qual inicio e para quem?  



Histórico:
 

Histórico:
 



Na moralzinha? N sei se ficou bom odeio post de viagem.  Para a perícia começa com um plot de você indo falar com o capitão da bagaça. Não sei se tem um oskoaksoask, no caso de não ter pode inventar o Capitão Phillips um homem alto com quase 1,90 com o rosto barbudo e mais pra cheionho do que musculoso, pele acobreada e olhos castanhos. Cabelo e barbas ruivas já salpicadas de grisalho, voz profunda. E que proibiu os rapazes de brigar porque encontrou ambos em um clube de luta fazendo apostas.  (Ninguem nunca perguntou o que Phillips foi fazer no clube.)

Quanto a você² se quiser infos do blue Gl e afins faz as perguntas ai.

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptySeg 24 Abr - 13:25

Off - O primeiro post de viagem (zarpando) foi feito na ultima aventura, ou seja, com esse, já se foi metade da viagem.



A ambição da Corte!
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Salvem Cedric!

Post II | Posts até Loguetown: 3


   Namorar a bela ilha curvada de Shells Town agora era impossível. A neblina, de perto invisível, se juntava ao passo que me distanciava com o navio, esbranquiçando cada vez mais a silhueta da porção de terra, que, em poucos instantes, saía do alcance dos meus olhos. Desenhei com os olhos um trajeto de uma gaivota no céu, pousando no mastro principal do navio, e mergulhando diretamente para o piso do convés, onde eu estava, e se espalhando por toda a embarcação.

   Minha auto avaliação desembocou numa avaliação alheia, que, na verdade, era bastante superficial. Músculos, altura, cicatrizes e marcas de guerra eram os principais pontos de avaliação, que meramente eram encontrados naqueles marujos que transportavam mercadorias e quaisquer outras coisas. Diversos trabalhadores eram candidatos a me ensinar o básico de socos e chutes, mas a grande maioria estava realizando os trabalhos braçais que o navio requeria.

   A referida minoria se fazia em dois marujos aparentemente distraídos em seus devaneios e conversas. Eram eles mesmos que eu iria parar. Desfilei ao melhor estilo diva, do jeito de princesa que eu tinha. Não foi surpresa que eles ficaram em silêncio quando eu me aproximei, a maioria dos homens fazia isso, e eu já havia desistido de ficar brava com eles. São todos iguais, alguns mais discretos, alguns mais extrovertidos.

   Enquanto fazia o meu pedido para quebrar o gelo, percebi que eu havia encontrado as pessoas certas. Olhos roxos e hematomas pintavam a face de ambos, e, sem querer estereotipá-los, eram os mais perfeitos brigões. Fitei os dois enquanto decidiam se me ajudariam ou não, usando argumentos do tipo “o capitão pode ficar bravo” para não me ajudar. Entretanto, no fim, tudo deu certo, e procurei o capitão para um aprendizado.

Início do Aprendizado
Luta de Rua

   Me direcionei para a popa, onde apontaram estar o capitão Phillips, que, na minha cabeça, seria um homem alto, forte, musculoso e sarado. Bem... Nos contos de fadas isso seria verdade. Phillips, apontado como capitão, era um homem alto, com quase dois metros de altura, porém era mais gordinho. Seus braços eram inegavelmente fortes, mas não pareciam malhados como de um marombeiro da marinha. Sua pele bronzeada combinava com os pelos cor ferrugem salpicados pelo grisalho da idade.

Os olhos castanhos perceberam a minha chegada, e se voltaram para mim. Se somente admiravam minhas curvas ou estavam curiosos com a minha vinda, eu não saberia, e nem perguntaria, mas, de fato, ele me encarou. Eu deveria trata-lo como um verdadeiro superior, afinal, ele só não era um marinheiro, mas estava como autoridade máxima no navio. Me aproximei e estendi minha mão para cumprimentar o homem, que devolveu o aperto e o cumprimento.

Sou Leona München, marinheira em direção a Loguetown.

Capitão Phillips. — respondeu — Em que posso lhe ajudar?

Bem, eu estava procurando alguém para me ensinar a dar belos socos, chutes, joelhadas e tal, já que eu não sei lutar sem minha espada. — exibi o cabo da mesma com um sorriso divertido — Eu perguntei para dois marujos lá embaixo e eles ficaram receosos em me ensinar, disseram que você não aceitaria. E então arrisquei pedir para o senhor me ensinar, já que parece um homem experiente e hábil.

Phillips avaliou a garota com os olhos, pareceu pensativo por alguns instantes, coçando a vasta barba que mostrava somente seus lábios. Após o momento de decisão, deu seu veredito:

A Marinha nunca falhou comigo. Não vou falhar com eles agora.

Legal! — comemorou Leona — Por onde começamos?

A popa era toda nossa, e Phillips se distanciava um pouco. Se posicionou um pouco mais longe de mim e então desferiu um soco no ar. Recolheu o braço que socou o vento e fez o mesmo com o outro.

Você deve aprender a usar seu corpo para aplicar dor ao oponente. E, além da dor, deve saber como se livrar, como derrubar, como usar cada extensão do seu corpo como uma arma. E o básico é isso. — resumiu me chamou com os dedos, que ficou ao lado do homem, prestando atenção em seus movimentos — Vamos começar com socos. Da mesma forma que se faz com a espada, o soco precisa de um movimento para causar dano. Se você só encostar a espada em seu oponente ela não vai fazer nada, da mesma forma que encostar o punho no oponente não vai ser efetivo.

Isso fazia mesmo sentido. Eu deveria arranjar alguma forma para conseguir impulso com os meus punhos, puxá-los para perto do corpo para então dispará-los para frente com a intenção de criar impacto. Com esse pensamento, pude notar que Phillips realmente tentava me ensinar como ser independente de espadas. Fiquei mais concentrada, observando como o homem fazia. Ele recolhia o braço e socava o ar, não era tão difícil, mas era algo que poderia ser aperfeiçoado com o tempo. Decidi fazer o mesmo.

Meu braço ficou na frente do corpo, com os punhos fechados e focando o horizonte azul, onde o mar e o céu se tornavam um. Com um brado soquei o ar como se meu braço fosse realmente uma espada. Phillips balançou a cabeça e riu um pouco, e eu estranhei sua atitude.

A menos que queira usar o braço para machucar, isso está totalmente errado. Eu me expressei mal. Seu braço não é bem como uma espada. O soco se resume em usar o punho para bater, e normalmente se usa a parte dos dedos, então é ela que vai ficar a mostra. Isso que você fez também é valido, mas não é um soco. Numa luta você pode fazer de tudo para causar dor ao inimigo. Da mesma forma que usou o braço, você pode usar a cabeça, o ombro, o joelho, as costas. Qualquer coisa. A luta de rua não tem regras. — explicou — Mas vamos tentar o básico primeiro. Tente mais uma vez dar um soco, e dessa vez na minha mão.

Phillips abriu a palma da mão para mim, e eu as assumi como um verdadeiro alvo. Era hora de aplicar o que eu havia entendido de suas palavras, era hora de botar em prática o que eu havia assimilado. Recolhi ambos os braços, colocando o braço esquerdo na frente. Assumi que assim eu conseguiria mais impulso para usar o punho direito para infligir dano, e assim foi. Recuei o ombro direito junto do braço, que carregava energia para disparar um murro. Quando me vi segura, disparei um forte soco na mão de Phillips, que suportou o ataque com suas mãos cheias de calo.

Não parei por aí, e fiz a mesma coisa, porém com o braço esquerdo. Inverti a minha posição, deixando o punho esquerdo pronto para um gancho, que era a mesma coisa que um soco, porém que vinha debaixo. Flexionei os joelhos para um impacto maior no soco, e foi efetivo, visto que as duas mãos de Phillips correram para o destino do meu soco, que, efetivamente fora bloqueado. Ele sorria contente, vendo que eu era uma aprendiz e tanto. Devolvi o sorriso esperando um veredito do mesmo.

Com mais prática você chega lá. — comentou — Agora é hora de aprender sobre os chutes.

Phillips se distanciava um pouco e fazia um ringue imaginário a sua volta. Posicionou suas pernas um pouco distantes uma das outras e deixou o corpo um pouco de lado. Era um gorducho um tanto quanto engraçado, mas eu decidi não julgar sua aparência e deixa-lo me ensinar.

Golpear com os pés, com a canela, com o joelho, tudo isso é considerado um chute. — explicou.

Assenti com a cabeça, dando sinal verde para o capitão agir. Girando seu corpo, que antes estava de lado, levantou a perna e a flexionou, golpeando o ar com o joelho. Jurei que consegui sentir o barulho do vento, mas assumi que eu estava o confundindo com o som do ar resvalando na vela. Emendando um movimento no outro, Phillips pisou fundo com o pé que antes estava no ar e girou no sentido contrário, esticando a outra perna após o giro, mais uma vez golpeando o ar.

Para terminar a horda de ataques, o gordo recolheu a perna esticada e a juntou com a outra, que não tardou em levantar voo até a dianteira do homem, mas o chute fora baixo, como se a canela fosse o objeto de ataque. Três golpes, um exemplo de chute cada um. Phillips era bastante didático. Após terminar a demonstração, deixou que eu fizesse as honras.

Ao meu ver, o chute não era tão diferente que os socos. Eu deveria pegar impulso para acumular energia e machucar meu oponente. Com socos eu os recolhia, ou girava meu ombro, ou até mesmo a cintura. Talvez com os chutes não fosse tão diferente. Era a hora de tentar. Me posicionei para combate, e Phillips foi meu alvo. O homem estava em postura defensiva quando deu sinal para eu mandar bala.

A minha perna direita, que, no momento, estava atrás do corpo, levantou decolagem para frente, e a flexionei, direcionando uma joelhada direta. Phillips ajuntou os braços na frente do corpo e defendeu-se com uma manchete. Senti que, em seus movimentos, estava colocando um parabéns, afinal, fora minha primeira tentativa. Recolhi a mesma perna, colocando-a atrás do corpo, e emendei um chute com a mesma, mas dessa vez, mirando sua canela, usando o peito dos meus pés.

Phillips se agachou, deixando que eu acertasse sua coxa, mas não pareceu ser muito efetivo. Aproveitei o movimento para emendar um salto para trás, e então uma investida para frente, usando meu pé esquerdo para nortear o golpe, que mirou o peito desprotegido do homem. No fundo, gostaria de acertá-lo, e ele sabia que, desta vez, ele corria esse risco. As mãos calejadas do homem circularam minha canela e me seguraram. Eu estava presa, sem movimentos, mas Phillips teve misericórdia.

Parabéns. Acho que agora você não depende tanto das espadas.

Fim do Aprendizado

   Me sentia mais revigorada. Obviamente não era fisicamente falando, pois, nesse modo, eu estava é esgotada. Mas saber que eu estava sendo uma pessoa mais completa como guerreira era um fato que agradaria meu pai e provavelmente minha mãe também. Agora eu sabia como usar os punhos e as pernas para infligir dano no meu oponente. A Corte que sequestrara Cedric iria perecer perante meus golpes.

   Agora não havia muita coisa para fazer, senão explorar o navio. Entraria nas cavernas de madeira do navio procurando outros tripulantes, fazendo contato visual e verbal, os cumprimentando e puxando algum assunto. Talvez soubessem até sobre o incidente em Shell's Town e estivessem indo atrás de uma resposta em Loguetown, igual a mim, e diferente de Laith Kinder, meu parceiro.

   — Oi, sou Leona, tudo bem? — puxaria assunto com minha voz encantadora — O que te traz aqui nesse navio?



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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptySeg 24 Abr - 21:45



Shadows that lives between the alive.



-Já tenho uma certa familiaridade com o mapa sim Marcos, e sobre a urgência..bem, não posso revelar de cara por ser um assunto direto da marinha, mas cá entre nós, é algo mais de política. Kinder dava uma leve piscada, na verdade era apenas uma isca para talvez trazer o “capitão” do navio ao seu lado e ao que dizia pedia licença para “respirar um ar” .Por um instante o rapaz parava para olhar a paisagem, água, nuvens, a paisagem da vida marítima não era lá a maior das atrações e nisso até Laith tinha que concordar. Enquanto outros se preocupavam com a imensidão do mar e sua filosofia, os olhos do assassino buscavam entre as pessoas algo notável e conseguia ver que a população do navio era bem heterogênea. Não sabia ao certo o que estava levando todos nesse mesmo destino ou sequer se era o mesmo destino. O rapaz então voltava-se para os navegantes.

Por falar neles, uma dupla um tanto peculiar segundo o marinheiro, conseguia ver ali a cena de um artista pintando um quadro em branco, um mestre e seu aprendiz, pronto para ser pintados com os ensinamentos do mais velho. Talvez essa brecha seria um momento importante para tomar conhecimento de algumas coisas como por exemplo rumores que estivessem correndo o mar, ou a situação de algumas cidades. – Com licença Marcos, agora que você mencionou gostaria de saber uma coisa, por acaso vocês tem ouvido de alguma movimentação muito suspeita em Loguetown ou alguma ilha próxima ? O oficial andava então pelo mapa observando-o e lendo-o como podia, passava o dedo pelo mesmo e assim chamava Gats, talvez ele pudesse dar uma resposta boa para sua pergunta. – Me diga por favor Gats, vamos tratar isso como um jogo, se você tivesse escondendo um tesouro em alguma ilha do East Blue, mas precisasse vender uma parte desse tesouro em Loguetown, que lugar você o esconderia? Depois que tivesse suas respostas o rapaz agradeceria e assim sairia do local.

Sua busca agora focava em outro profissional do navio, o médico, ou talvez quem tivesse conhecimentos sobre tais artes, assim poderia retirar algumas dúvidas e ainda se aprimorar para os futuros combates, era ao menos o que almejava. “ Vamos ver...” Kinder então partia pelo navio buscando alguém que entrasse no perfil de um médico ou demonstrasse tais habilidades.


 

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptyTer 25 Abr - 15:59


Leona

A radiante
– Nossa você está toda suada! – exclamou a jovem assim que Leona passou em seu campo de visão. Não era uma critica, nem nada pejorativo, soava mesmo como uma constatação de surpresa da jovem.

— Oi, sou Leona, tudo bem? — puxaria assunto com minha voz encantadora — O que te traz aqui nesse navio?
– Sou Lena, Lena Machiar. Bem, minha família achou por bem me mandar pra casa dos meus tios em Loguetown. Não consegui entender bem o porque, acho que foi pelo que aconteceu com os filhos da Cherlot. – A jovem sentou-se na cada, com as coluna bem reta e ambas as mãos postadas segurando a saia sobre o joelho. Mantinha o rosto elevado olhando para Leona. – Eles nunca me explicam nada, me tratam como uma jovem tola, eles esquecem que já não sou mais criança. – tinha um ‘q’ de indignação em sua voz, mas também de dureza. Então ela sacudiu a cabeça.

– Mas deixa isso pra lá..... Você não pode ficar assim, vem vou dar um jeito em você. – disse já saltando da cama e pulando para cima de Leona, agarrando-a pela mão sem lhe dar qualquer chance de escapatória enquanto lhe puxava na direção do banheiro. – Tenho alguns vestidos que vão ficar lindos em você.

Kinder

one, two, tree, act...


O celestia tentava com suas artimanhas conquistar a simpatia do navegador, confabulando com o mesmo como se lhe contasse um grande segredo. Mas como bom mexeriqueiro o homem sorriu e piscou de volta para nosso jovem assassino.

Enquanto Marcos ‘sonhava’ acordado com as possibilidades daquela informação Laith se afastava um pouco deixando seus olhos vagar pela imensidão azul. O dia permanecia limpo e não havia qualquer sinal de ilhas a vista. Havia algumas formações rochosas longe quase que fora do alcance da visão. Já não haviam gaivotas voando naquela altura e muitos dos marinheiros já começavam a encerrar suas tarefas e se juntavam em grupos para conversar. Ao olhar para trás viu que sua companheira de viagem lutava com dois brutamontes, mas mesmo isso ele ignorou, não havia emoções para ele ali e assim com sua melhor cara de confabulador voltou sua atenção para o navegador e aprendiz.

– Com licença Marcos, agora que você mencionou gostaria de saber uma coisa, por acaso vocês tem ouvido de alguma movimentação muito suspeita em Loguetown ou alguma ilha próxima?

- Hunnnn. – ele mascava a ponta de seu bigode. – Há sempre muita movimentação em Loguetown garoto..... – ele se interrompeu meio atrapalhado e retificou. - Quer dizer senhor.. O numero de piratas e maltratantes cresce a cada ano, há também um surto desgraçado de caçadores de recompensa. O mundo está uma maluquice se me permite dizer. Tem sempre alguém tramando algo pra conseguir mais poder e influência. E a cidade acaba ficando bem no meio disso. Mas sim, tem algo estranho acontecendo ultimamente. O numero de desaparecimentos aumentou. Os outros passageiros que estão com a gente, sabe? Aquela família e a jovenzinha nobre, bonita de cabelos dourados? A família parece estar indo pra lá pra casa de uns primos ou algo assim, parece que o filho deles sumiu e estão desesperados tentando achar um jeito de encontra-lo. Já a jovem os pais, que são uns nobre lá de Sheels estão mandando para a casa de um tio, um velho podre de rico... Ele tem até uma guarda própria sabe? Tem muito dinheiro mesmo... Ele tem uns 15 navios dele, é comerciante o homem. Vende de tudo, tudo que você precisar a empresa dele consegue importar, não só do East, mas dos outros mares também e com o valor certo dizem que até da Grand Line ele consegue trazer. Começou do zero sabe? Ele.... Estou divagando, hahahahaha desculpe senhor acho que esse tipo de história não deve lhe interessar.

Talvez atônito com todas as informações o jovem simplesmente concordou com Marcos e como se para anuviar a cabeça puxou assunto com o aprendiz enquanto deslizava seus dedos por sobre o mapa da região.

– Se eu tivesse um tesouro não o esconderia. Shishishi.... – foi interrompido por um tapa na cabeça de seu mentor que lhe exigia respeito e então todo sem jeito voltou a tratar do assunto. Marcos olhava atentamente para Laith como se aquilo que o jovem abordasse fosse de fato não só um jogo, mas parte da trama politica a qual interessava muito a Marcos. –Bem, se fosse apenas mercadoria, eu esconderia na ilha da lua... Tem pouca gente que conhece, não está em muitos mapas e fica próxima de mais da zona morta pra que muitos arrisquem se aventurar lá. As vezes o vento te abandona lá e você não pode fazer nada a não ser remar. Para chegar lá e ter certeza de que vai sair só com um time completo de remadores muito bem dispostos.

O próprio celestial nunca havia ouvido falar dessa ilha. Mas deixou o assunto para depois, despedindo-se da dupla e indo a procura de outras ocupações.

– Que merda é essa de ilha da lua! – captou pouco antes de se afastar.


.....(Preguiça de detalhar de novo.)
– Oi oi oi oi oi oi oi meu jovem, oi... Como posso ajuda-lo. – e esse foi um sujeito estranho que Laith encontrou no consultório. Tinha o cabelo penteado como um trevo de quatro folhas, vestisse quase todo de um verde chamativo parecendo mais um leprechaun do que um humano.

O consultório em si era uma sala de dois por dois e meio, com uma maca, escrivaninha, uma estante com livros e um pôster do corpo humano. Havia gavetas com os instrumentos necessários para operações simples.

GERAL


Distante dali:

– Sim senhor, a filha dos Machiar está a bordo senhor. Devemos agir?


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptyQui 27 Abr - 20:36



A ambição da Corte!
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Salvem Cedric!

Post III | Posts até Loguetown: 2


   Passeei pela proa, desfilando com o corpo grudento de suor, e eu sabia que não era uma cena tão agradável. Meu cheiro e meu estado também não estavam lá essas coisas, e, para confirmar isso, uma voz feminina exclamou ao fundo.

   — Nossa você está toda suada!

   Me virei para o indivíduo cuja constatação era simplesmente sensacional, esplêndida, nada óbvia, sagaz e inoportuna. Era uma garota que me deixava com inveja. Suas madeixas loiras caíam num movimento perfeito sobre seu ombro, e seus olhos, azuis como o oceano que nos cercava, combinavam com as joias que usava do busto para cima, além dos enfeites com penas e ouro, assim como os cabelos. Seus traços finos abriam minha boca como uma alavanca, e eu ficava sem palavras por alguns segundos.

   Finalmente, após me recompor, puxei assunto com a garota, perguntando o que ela fazia naquele navio, rumo a Loguetown. Sem delongas ela me respondia.

   — Sou Lena, Lena Machiar. Bem, minha família achou por bem me mandar pra casa dos meus tios em Loguetown. Não consegui entender bem o porquê, acho que foi pelo que aconteceu com os filhos da Cherlot.

   A menina se sentou com uma postura de princesa, me encarando, e vendo meu rosto que matutava o que eu acabava de ouvir. A família dela estava a enviando para outra cidade por conta de outra pessoa. Era meu dever saber o que estava acontecendo, eu tinha ciência disso. Mas meu pensamento se voltou à Corte. Será que tinha alguma coisa a ver com eles? Será que Cedric estava com os filhos da Cherlot? E por que raios a menina estava indo para Loguetown. É claro que eu tinha que ser compreensiva, afinal, a informação da localização dos sequestradores era segredo militar.

   Deixei que ela continuasse falando, mas não dei muita atenção. Ela reclamava de ser muito presa, e blá blá blá.

   — Mas deixa isso pra lá... Você não pode ficar assim, vem vou dar um jeito em você. Tenho alguns vestidos que vão ficar lindos em você.

   Ela pegou minha mão e me puxou em direção ao banheiro. Eu achava aquela ideia sensacional. Eu não tinha mais nada para fazer, não tinha mais deveres no navio, então não era nada errado experimentar uns vestidos chiques. Enquanto não estivesse trabalhando pela marinha, eu poderia usar qualquer roupa que eu quisesse. E já que Lena queria tanto testar seus vestidos no meu belo e escultural corpo, eu iria unir o útil ao agradável.

   Iria deixar ser levada pela burguesinha para onde suas roupas estavam. Me faria de boneca, escolhendo os vestidos que melhor coubessem em mim. Também ficaria atenta à minha espada, sempre me certificando de estar perto. Deixaria num canto enquanto estivesse experimentando os vestidos, dando uma voltinha a cada look novo. Também era um bom momento para conhecer Lena melhor, e então falaria para ela quem eu era.

   — Eu tenho saudades de usar vestidos assim. Há meses antes de sair da minha ilha natal eu havia deixado de lado a vaidade para treinar. Então fui para a marinha e desde que ingressei eu só uso o uniforme. É bom voltar a vestir um bom vestido. — desabafaria, então me voltaria com um tom curioso — Você disse que está indo para Loguetown por causa dos filhos de alguém. Sabe me dizer o que aconteceu? E por que seus pais tem medo disso?

   Deixaria que ela contasse sem se sentir pressionada. Estava, na verdade, tentando interroga-la sem que o clima pesado engolisse aquele momento de menina. Prestaria atenção na conversa tentando compará-la com a história de Cedric, e o motivo pelo qual fora sequestrado. Por fim, após sua fala, tentaria descobrir o que os alvos tinham em comum. Tentaria saber mais sobre a vida de Lena, não querendo ser invasiva, mas querendo ajuda-la.

   — E você faz alguma coisa? Trabalha, luta, cozinha? Sei lá. Fale sobre você.

   Talvez os alvos tivessem uma habilidade em comum. E também havia a oportunidade de que eram alvos só e justamente por serem filhos de pessoas ricas. Talvez fossem pedir dinheiro para o resgate. Pessoas ricas tem bastante dinheiro para ser extorquido. Se fosse isso, faria sentido, e caso não fosse, tentaria assimilar com o que eu já tinha de informação. Lena era a minha chave para salvar aqueles que foram sequestrados. Eu não queria contar que ela estava, na verdade, indo em direção ao perigo, mas fazê-la se sentir confortável. Era isso que o símbolo da paz fazia.

   — Eu sou uma Marinheira. Eu juro que vou te proteger e vou salvar os outros sequestrados. — falei com um sorriso marcante no rosto.

   E durante toda a trajetória ficaria atenta à sons movimentos. Um bom soldado nunca abaixa a guarda, ainda mais quando se está jurado por uma Corte maluca que sequestra ricos. Minha espada ficaria sempre perto do corpo, pronta para ser desembainhada e me defender de possíveis ataques.



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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptySex 28 Abr - 11:55



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As informações que tinha conseguido tinham sido no mínimo interessantes, um número de desaparecimento constante, em especial na camada dos nobres, assim como uma movimentação intensa por parte da nobreza, sua tese de que a presença da Corte em Shell era apenas um dos tentáculos do povo começava a se mostrar um pouco mais certeira e se fosse isso sua outra hipótese estaria quase que concluída: haveria outro Kinder envolvido de alguma forma nesse jogo todo. Se fosse para uma Ilha ter esse nome, com certeza não seria da Lua, todavia tinha algumas ideias para tal assunto apesar de não ter no momento o que precisaria para o mesmo e sendo assim reservava o assunto para outrora.

No consultório do médico o celestial agora se encontrava com talvez a sorte em pessoa, uma figura que remetia totalmente ao símbolo da sorte do trevo e seus congregados, e nesse momento por fora sorria, mas internamente estava se segurando para não debochar do homem. Por fim ouvia o mesmo e assim passava os olhos pela sala em seguida do médio. – Meu nome é Laith Kinder, sou um dos marinheiros enviados pela marinha de Shell Town, e o doutor seria..? O mesmo aguardava pela resposta e nesse momento analisava bem as expressões deles, afinal até agora quase não tinha entregado sua identidade, apenas para poucos, e com certeza se ele tivesse algo a esconder tentaria descobrir agora. Ao que ouvisse o nome do médico, cumprimentá-lo-ia com um aperto de mão e voltaria ao assento. – Bom, vim aqui para duas coisas, a primeira é uma pergunta por parte da minha profissão e a segunda uma pergunta pessoal.

- Nas últimas semanas a marinha tem recebido diversos relatos de ataques e desaparecimento a pessoas em Loguetown e há certas especulações internas quanto a isso, gostaria de saber se por sua parte o senhor notou algo de estranho nos seus pacientes; digo, sintomas em comum ou então algum tipo de ferimento.
Esperaria pela resposta do médico e logo voltaria a falar, caso fosse positiva, continuaria. – Quanto ao segundo pedido, ultimamente também o número de marinheiros feridos em combate tem aumentado e isso provocado um grave problema no campo de combate, acredito que a habilidade de primeiros-socorros seria de grande valia, mas, nem sempre no campo de combate é possível aplica-la. Por isso peço ao senhor que se possível me instruísse ou pelo menos me indicasse alguém que pudesse me ensinar quanto a anatomia, assim teria como dar um suporte maior a meus companheiros. Tentaria falar tal expressão em um tom mais pesado, melancólico, aflito, como se buscasse de fato convencer o homem quanto à necessidade do suporte em meio ao combate.

- APRENDIZADO DE PERICIA.

O doutor ao ouvir a pergunta passava por um tempo um ar reflexivo tanto que seu indicador pousava sobre seu queixo como indicador de tal ação, o futuro professor então parava por um momento e assim se levantava indo até a estante pegando alguns livros. – Bom, geralmente as pessoas buscam aprender anatomia junto com a arte da medicina, mas eu entendo o seu ponto..não há tempo não é ? Laith concordava com a fala do doutor e assim levantava ajudando a pegar os livros enquanto o homem-trevo continuava sua fala. – Todavia, sua causa é nobre e meu juramento me impede de simplesmente ignorar esse pedido, aparentemente você é um bom rapaz e talvez os deuses tenham cumprido isso ao te dar essa “boa aura”. Enfim, não posso te ensinar tudo, porém, o essencial eu posso e o resto você pode ir desenvolvendo com a prática.

O homem então dava um livro para o marinheiro e alguns papeis e assim ordenava para que lesse e fizesse um resumo com os pontos principais, o livro em questão se tratava de um livro conjunto de anatomia e fisiologia onde abordava mais a parte anatômica do corpo correlacionando os órgãos/ossos a suas devidas funções, abordava de forma mais geral cada sistema do corpo afinal se fosse em cada ponto seria bem mais longo e complexo. Laith assim ia lendo o livro e fazia suas anotações ao final da leitura onde conseguia captar uma boa parte da obra, ainda que não total.


Citação :
Anotações:
Sistema respiratório – Principais componentes: Pulmão, vasos locais, traqueia, anéis da traqueia, bronquíolos, etc.


Assim o aprendiz seguia com cada sistema do corpo e tentava absorver o máximo que podia. Um certo tempo se passava até que terminava a tarefa e conversava com seu mestre, o mesmo decidia colocar a prova os conhecimentos do garoto e começava, com seu próprio corpo, a apontar determinados locais e pedir para que o aprendiz desse a devida resposta ao local, começava bem e assim Laith ia seguindo até que quando passava pelo sistema renal acabava por cometer um certo erro. – Não, esse não é o ducto coletor, é um dos esfincteres que controlam o fluxo da bexiga. Alguns erros eram cometidos durante o percurso, porém, nenhum grave. Agora o doutor pegava no altas que possuía alguns ossos e ia permitindo ao aprendiz que tocasse em seu corpo para que os sentisse, conseguia entender quais ossos sustentavam o braço, qual era o maior, tal como o úmero e na perna o fêmur. O treino continuava até que assim chegava na parte que pelo menos o homem considerava como mais importante.

- Bom, muitos combatentes como você tem um certo problema quando se deparam com problemas musculares, as vezes sofrem algum corte em uma região perigosa e não percebem a magnitude disso e acabam prejudicando mais, até mesmo permanentemente.

Começava a explicar para o assassino então, brevemente, como era o funcionamento dos músculos e suas composições assim como os principais como os músculos do quadríceps, bíceps, os músculos torácicos e dorsais assim como os das partes inferiores, terminava então explicando para o aprendiz como estendê-los e distende-los.

- Olhe, essa parte é muito importante pois é nela que você aprende a ferrar ou então ajudar seu amigo, o músculo tem um certo tônus natural e é seu dever ao tocar o músculo sentir isso e fazer retorna-lo ao estado original, se você ir demais com certeza vai prejudicar o músculo e de menos, não vai fazer efeito.

Junto do professor Laith ia praticando com seus músculos e de seu professor até que por fim o médico considerava que havia absorvido o pretendido. – Ótimo garoto, como te disse, você sabe agora o essencial e isso já te dá uma boa base para conseguir ajudar seus amigos, mas ainda não é um mestre e muito menos um médico hahaha ! Agora vá, acho que seus colegas precisam de você, se não eles, com certeza Loguetown.


 

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Última edição por Midnight em Ter 2 Maio - 17:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! EmptyTer 2 Maio - 10:17


Leona

A radiante

Deixando-se guiar por Lena a jovem Leona passou as horas seguintes com a moça. A mesma parecia contente com o simples fato de ter uma companheira com quem passar um tempo. Tomou um banho, acabou sendo maquiada e enquanto conversavam Lena lhe entregava um vestido atrás do outro para experimentar.

~~~~  — Eu tenho saudades de usar vestidos assim. Há meses antes de sair da minha ilha natal eu havia deixado de lado a vaidade para treinar. Então fui para a marinha e desde que ingressei eu só uso o uniforme. É bom voltar a vestir um bom vestido. — desabafaria, então me voltaria com um tom curioso — Você disse que está indo para Loguetown por causa dos filhos de alguém. Sabe me dizer o que aconteceu? E por que seus pais tem medo disso?~~~~

– O Simon? – disse quase com curiosidade, esse era provavelmente o filho nobre. – A cerca de duas semanas ele simplesmente sumiu. De dentro de casa a noite, ninguém ouviu nada, os seguranças da casa também não viram nada. É como se ele tivesse evaporado aquela noite. No dia seguinte encontraram... Como é que disseram. Sinais de invasão e um dos seguranças que estava no turno desacordado dentro do armazém.
Ouve então um grande tumulto, as nossas famílias não se dão bem. Desde que a família deles perdeu mais da metade dos seus negócios devido à expansão dos negócios da minha. Eles acusaram meu pai de ser o responsável. Acho que é por isso que ele está me mandando para Logue, ficar com o Tio Pewl. Medo que eles tentem dar o ‘troco’.
– ela parou de passar sombra em Leona, arregalou os olhos e então se apressou em explicar. – Nós não tivemos nada haver com isso, eu juro, papai nunca faria algo assim.

Continuaram por um tempo, enquanto Leona seguia com a conversa de modo mais casual possível.

– Eu? – repetiu tolamente a jovem quando questionada sobre suas ocupações. – Como sou a filha e também a mais nova não sobrou muito pra mim entende? Os negócios da família vão passar pro Henri, meu irmão mais velho. Então minha criação consiste em me transformar em uma boa companhia. – havia um toque de tristeza em sua voz, o qual ela tentava disfarçar. – Aprendia a cantar, tocar piano e a bordar. Estudo politica, teatro, história, essas coisas para que eu possa continuar uma conversa e manter as pessoas entretidas por horas. Etiqueta, biblioteconomia, línguas, violino, hipismo... Mas na verdade mesmo... – sentou-se de frente para Leona, novamente com sua postura régia. – Eu queria aprender a navegar. – completou sonhadora. – Sempre sonhei em comandar por alguns anos alguns dos navios do meu tio, ajudar no negócio da família.

~~~~ — Eu sou uma Marinheira. Eu juro que vou te proteger e vou salvar os outros sequestrados. ~~~~

Lena se mostrou um pouco confusa, franziu a testa e depois olhou com curiosidade para Leona.

– Outros?? Não foi só o Simon?.... E você está a caminho de Logue pra.... – então ela sentou, sua face carregada em preocupação abandonada da alegria do momento enquanto seu cérebro juntava as peças. Talvez a marinheira houvesse revelado mais do que pretendia com aquela frase, mas fosse o que fosse não houve tempo de explicar ou completar, pois Org chegou a porta do quarto feminino e gritou para dentro.

– Leona?? Tem uma chamada para nós na cabine do capitão, já avisei o Laith, vamos.

Kinder

one, two, tree, act...

~~~~ – Meu nome é Laith Kinder, sou um dos marinheiros enviados pela marinha de Shell Town, e o doutor seria..?~~~~

–  Sou o Dr. Mastraquius Manillul Zambaweivy.

~~~~- Nas últimas semanas a marinha tem recebido diversos relatos de ataques e desaparecimento a pessoas em Loguetown e há certas especulações internas quanto a isso, gostaria de saber se por sua parte o senhor notou algo de estranho nos seus pacientes; digo, sintomas em comum ou então algum tipo de ferimento.~~~~

– Haaaaaaaaaaaaaaaaa, não meu rapaz. Eu trabalho praticamente só nesse navio com o capitão. Tudo o que trato são de marujos desidratados, distensões musculares, falta de vitaminas, insolação. Esse tipo de coisa mais comum de se acontecer em viagens marítimas.

( Como combinado você iria editar com a pericia, então considero nesse ponto sua pericia em GodMod)

Horas haviam se passado quando finalmente terminaram. Em dano momento Laith havia visto sua companheira Leona passando pela frente da porta do consultório, toda suada. (Correção temporal dos aprendizados de pericia.) No entanto agora quem aparecia para chama-lo era o Org.
– Tem uma chamada para nós na sala do capitão, vou procurar a Leona, te encontro lá. – E sem mais explicações saiu dali.

GERAL


(Considerando que vocês vão até a sala do capitão.)
Um espaço de 3x3, sem muita mobília com apenas uma grande mesa no centro e um escrivaninha num dos cantos a sala do capitão era austera. O den den mushi estava sobre a escrivaninha. Ali o capitão conversava com alguém.

– Ah, eles chegaram, vou passar para eles senhor, só um instante. – Com isso o capitão oferece o espaço para o trio e pedindo licença de sua própria cabine deixa o grupo ali com o den den mushi. Quase saindo o capitão tropeçou e por pouco não caiu já que de vez de olhar por onde andava ele não tirava os olhos de Leona, que ainda estaria maquiada e vestida como uma nobre. (Pode escolher o vestido, img, se quiser.)

– Aqui é da base de LogueTown, comunicador Troy transmitindo. Reportem. – Com isso Troy aguardaria que os soldados se identificassem – De acordo com as informações do capitão logo vocês estarão aportando em nosso porto, há com vocês no navio, pelas informações alguns nobres, correto? Quais os nomes? – novamente Troy aguardaria uma resposta. – Ok! Seguindo ordens do Tenente Cruizes, segue:
Houve ontem a noite dois sequestros de filhos de nobre em LogueTown. Ambos ao que tudo indica correlacionados. O filho mais velho da família Linlin e o filho mais novo de apenas 5 anos da mesma família.

Ouve um confronto entre os seguranças da família com auxilio da marinha e os sequestrados. Diversas baixas em ambos os lados, mas não foi possível manter a segurança das crianças. Os números da organização que lidamos ainda são desconhecidos, mas no ataque de ontem estimamos que houve a participação de no mínimo trinta membros.  

Devido à situação atual, tentamos entrar em acordo com Pewl Machiar, mas ele se nega a permitir marinheiros na segurança junto ao seu grupo privado. Do outro lado temos a família Gedrix, pai, mãe e o filho mais novo. Atualmente a família perdeu muito dinheiro e embora mantenham o status do nome já não possuem tantas posses. Suas propriedades em Shells foram tomadas pelo banco a cerca de mês, mas negavam-se a sair da casa, no entanto na semana passada seu filho mais velho desapareceu e isso os levou a abandonar a ilha.

Contando com eles são três ao todo as empresas que tiveram seus lucros severamente reduzidos pela expansão comercial agressiva das empresas Marítimas Machiar.

Não sei a situação a bordo, mas vocês teriam algo a acrescentar a essas informações?
– novamente ele esperaria ambos relatarem algo. – Precisaríamos monitorar a família Machiar, mas há muita resistência por parte deles, alguma sugestão. ............................... – Sendo assim Org você deverá se apresentar no QG, ( Aqui vou editar com as ordens de vocês assim que tiverem com dialagos. Podendo ser estar desde voltar ao QG ou assumir os planos sugeridos por vocês mesmo para a situação, desde de algum modo acompanhar a Lena, ou seguir junto aos Gedrix, ou a necessidade de um tempo para realizar alguns preparativos para a missão em Logue antes de se apresentar no QG, basicamente isso, obviamente será acrecido também ao inicio do meu próximo post.)


Histórico:
 

Histórico:
 

OFF Auxiliar de Familias: Machiar, Charlot, Gedrix, Linlin.

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