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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chapter I: Tonight, Tonight

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyTer 04 Abr 2017, 17:59

Relembrando a primeira mensagem :

Chapter I: Tonight, Tonight

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akihiro Yoshida. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Hyde
Civil
Civil


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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyDom 29 Out 2017, 14:56

A temperatura estava agradável e sol esquentava levemente a pele do civil, fazendo com que a caminhada fosse confortável. Joseph estava estranhamente quieto, Hyde acreditava que a pobre ave devia estar sedento de alguma boa bebida, no entanto se esqueceu desse preocupação momentaneamente após avistar um dos seus objetivos que era uma loja de instrumentos musicais.

- Veja joseph, violões... vamos conseguir alguns instrumentos, depois conseguimos alguma bebidas e podemos parar em algum lugar para relaxar... - Enquanto o gatuno caminhava em direção a loja ele percebia que a mesma não estava muito movimentada, parecia que o dono do estabelecimento estava tendo tempos difíceis já que no estabelecimento só era possível ver um empregado terminando seus afazeres - Que loja parada... ele deve ser o dono, bom contanto que consiga instrumentos de qualidade não me importo com o resto.

Sem demoras artista entraria a loja e iria procura se aproximar de onde o homem parecia estar limpando algumas coisas, com sua voz em tom pujante falaria - Oh meu parça, a parada é a seguinte to precisando de um violão e de uma harmônica cromática de preferencia em 64 vozes... - Ao terminar de falar ele buscaria observar a ação do homem, por experiencia própria hyde sabia que humanos no geral não estavam acostumados com os Lilliputanos.

No caso de o vendedor trouxesse um ou ambos os instrumentos o rapaz pediria para tocá-los  antes que discutissem algum preço para ambos os aparatos - Vamos ver se essas belezinhas possuem o necessários para criar um obra de arte...

Se estivesse com o violão em mãos ele buscaria um local vazio em cima de algum balcão para assim o vendedor pudesse vê-lo melhor  e então começaria lentamente a dedilhar as cordas do instrumento e após alguns segundos de solo começaria a fazer com que sua doce voz soasse estrondosa por toda a loja.

- ♪The wolf he has claws, fangs and old scars♪

Spoiler:
 


E então ao terminar de cantar a música ele pegaria a gaita e começaria a tocar a mesma, caso o vendedor só tivesse lhe trazido a harmônica ele tocaria ela do mesmo jeito.

Spoiler:
 

Então o gatuno perguntaria quanto um ou ambos os instrumentos custariam e caso o valor fosse superior a 35 mil berries ele mandaria essa - Meu amigo... Joseph olha esse puto tentando me roubar em plena luz do dia... meeee... ou tio isso ta caro não? te dou no máximo 40 mil berries... - então o gatuno esperaria a resposta do vendedor, caso esse não aceitasse essa proposta o artista voltaria com uma nova proposta - Meu amigo, que vendedor é esse que não esta disposto a negociar, bom se esse é seu preço final espera 30 minutos que vou pedir esmola fazendo um pequeno show de rua aqui na frente da sua loja...
o Joseph caralho tu vai me ajudar seu bosta, enquanto vou tocar tu vai ficar do meu lado fazendo cara de coitado...
- o gatuno faz uma pequena pausa e então volta - Melhor, tio escreve ai num papel pra min vai 'Ajude-me a comprar uma protese melhor ass. Lôro Joseph', sim... isso vai ser perfeito os humanos gostam de ajudar animais,
nunca entendi por que eles não gostam de ajudar outros humanos...


Então Hyde com muita calma sairia pela porta da frente para cumprir seus planos, caso o vendedor fizesse algo para impedi-lo o gatuno tentaria mais uma vez combinar um preço justo com o vendedor, e com justo quero dizer algo que ele conseguisse pagar e ainda sobrasse o dinheiro para a bebidinha.
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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyTer 31 Out 2017, 01:18



Narração.

Dor, seria o principal um problema para o jovem aspirante a caçador, aquele mink maluco acabou dando muito trabalho, enquanto outros dois não pareciam ter tido nenhuma dificuldade. O jovem parecia estar exausto também, não conseguia mover com firmeza seu ombro machucado. Os caçadores, aceitava a ajudar Akihiro — Sim, aqui na ilha temos uma casa de banho bem famosa — disse um deles. Eles então começavam a se preparar para guiar o boxeador para dentro da floresta, parecia que o local ficava fora da cidade. Então o ruivo lembrava que teria que entregar seu procurado e perguntava se havia marinheiros, calmamente Jack se virava e andava até Yoshida e calmamente então respondeu:

— Garoto, normalmente não, porém, de vez em quando Capitão de Micqueot manda uma tropa vim aqui na ilha ver se temos algo para eles. Só que isso não tem dia, hora certa. Porém, pode entregar pessoalmente no QG de Micqueot.

A cabeça do mink estava em um saco e era guardada dentro de um freezer na sede do clã, mas um som um pouco perturbador ainda saia do mesmo, por um momento assustou alguns membros novatos ali dentro da casa. Jack se preparava para levar o civil para a casa de banho. A floresta a qual o jovem começava a se mover, passando por um grande número de árvores, aquilo parecia assustador, um som forte saia de la também, mas era algo como uma respirada e relaxar, pois, Jack não mostrava nenhuma preocupação. Quanto mais iam andando menor ficava aquele barulho perturbador era como se tivesse mais de um animal? Após um tempo de caminhada chegava ao local, ha vista de fora a recepção parecia bem simples e pequeno, podia observar que estava perto da cidade? Jack então disse:

— Nossa tinha te levado pelo caminho errado, ainda bem que nenhum animal selvagem nos atacou na floresta hahahaha aposto que nem percebeu que em um certo momento andamos em círculo.

Ao entra no estabelecimento ouvia uma voz. Aquela voz era suave, bonita e, ao mesmo tempo, prepotente era um tom feminino, passava uma sensação de não sentir medo e que tudo a sua volta era mais fraco que ela. Sua expressão era bastante séria e parecia aguardar uma resposta que poderia ser boa ou não, então poderia observar uma jovem e uma senhora. A voz encantadora vinha da moça mais nova, parecia estar a discutir com a dona do estabelecimento o que o ruivo ouviu foi. “—Eu não tenho dinheiro agora, mais tenho certeza que irei capturar vários piratas e te pagarei em dobro.” Enquanto a resposta da vovó foi. “—Aqui de graça só quem é amigo, aliado ou membro do clã Anti-Bullet.” Jack interrompeu um pouco e alinhou as coisas e apresentava Akihiro a proprietária.

A dona do estabelecimento apesar de ser de idade, sua aparência era bem cuidada mal parecia ser velha, também não gostava de ser tratada de tal maneira. Seu nome era Hana, pedia para o nosso aventureiro chamá-la apenas pelo seu nome, também dizia que se a chamasse de velha cortaria as bolas do mesmo e falava isso com um tom assustador e intimidador. Jack também resolvia o problema da outra garota conversando com a proprietária, que também certificava-se de cuidar dos ferimentos do ruivo pós-banho. O membro do clã então deixava Yoshida ali dizendo que tinha coisas para resolver. Ambos eram encaminhados para seus banhos, aparentemente era bem próximo havia uma parede de madeira que separava o lado feminino do masculino, não muito alto e a garota disse:

— Se tentar me espiar te mato!!!

A água estava quente, uma temperatura muito agradável era muito refrescante. Era possível ouvir claramente o barulho que vinha do outro lado, ouvia só o som da água no atual momento. Após algum tempo então ouviu aquela linda voz novamente. “ — Meu nome é Mahina, estou no caminho para ser uma caçadora e o seu?” Antes mesmo de que Akihiro possa dizer algo ela completava. “—Pode só me ignorar se quiser.” o que será que iria acontecer com aquele jovem, naquela sua aventura?

Local onde está banhando:
 

Hana:
 

Mahina:
 

Histórico:
 

Narração Hyde.

Hyde apenas seguia junto de seu companheiro, não queria um instrumento de má qualidade e também nada muito caro. O artista era direto na sua pergunta, pedindo um violão e uma harmônica cromática o vendedor até se assustava, fazia já um tempo que não havia um cliente. Quando ele olhava para atender tomava até um susto, observava um papagaio, fazia um silêncio rápido, levava sua mão a cabeça e colocou um pequeno sorriso no rosto então o mesmo respondeu:

— Primeira vez que tenho um papagaio como cliente, mais sem preconceito, seja bem-vindo a loja sinta-se a vontade ai eu julgo que tenho o que você precisa, só um minuto.

O dono da loja estava curioso com o seu cliente, queria saber se realmente o mesmo seria capaz de tocar, rapidamente meio sem graça ele voltava só com a harmônica. Estava sem jeito de dizer mais os violões que ele tem ali são de um tamanho avantajado, porém, trazia um bom instrumento para Hyde e Joseph. No momento que foi entregar o mesmo ao loro, foi ali que entendeu tardiamente e enxergou o civil, fazendo isso ele entregava e na sequência o rapaz de cabelos pretos começava a tocar.

A música tocada pelo pequeno era encantadora aos ouvidos do vendedor, demonstrava que realmente conhecia do instrumento, Joseph também gostava do som, era um instrumento prateado, muito bonito e de alta qualidade. O que não era acessível era o preço já que o mesmo pedia exatamente 50 mil, era todo dinheiro que o aventureiro tinha. Não se conformando com o preço Hyde então tentava negociar. A música do anão parece ter tocado o coração do vendedor, que já não havia um cliente a tempo e um artista reconhece um quando vê, ele coçou a cabeça e então falou:

— Espera, me devolva essa, eu tenho algo que você vai adorar!!

Então ele pegava o instrumento da mão do rapaz, correndo e com o intuito de não perder o cliente ele voltava rapidamente, ele mostrava uma nova harmônica. Parecia algo impressionante aos olhos de Hyde. Era um instrumento menor, só que sua cor era dourada, apesar de não ser de ouro puro sua beleza era nítida. Vinha até uma capinha para guardar o mesmo, assim podendo ajudar o mesmo a não perder novamente e a qualidade não mudava muito para o qual o gatuno acabou de tocar, agora com um sorriso mais animado o rapaz então falou:

— Nossa nunca pensei que encontraria alguém que fosse capaz de tocar isso. Olha eu vou fazer para você por 30 mil.

Há um preço acessível ao bolso de Hyde o mesmo então conseguia seu instrumento musical, o vendedor agradecia e desejava toda a sorte do mundo ao aventureiro. Joseph também parecia muito contente para onde o gatuno seguiria agora?

Harmonica:
 

Histórico:
 

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Nolan
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Nolan

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyTer 31 Out 2017, 17:18

“Onde foi que me meti” pensava o ruivo enquanto andava pelo meio da mata junto dos caçadores do clã Anti-bullet. Eles já haviam passado na sede do clã para deixar a cabeça de seu procurado e se dirigiam a uma casa de banho que o clã gostava de usar. Tal casa se situava no meio de uma floresta densa e mais antiga do que qualquer um de nós que estava andando em suas trilhas. E pode ter certeza, ela estava viva, talvez se um surdo adentrasse em seus domínios, por falta da audição, sentisse apenas a pressão que emanava dela, mas como Akihiro não era surdo, podia escutar todos os pequenos barulhos ao seu redor, já que o grupo em que estava caminhava em um silêncio fúnebre.

Parecia haver algo grande ali, ou muitos animais respirando em sincronia quase perfeita, o que tornava aquilo tudo mais assustador do que já estava e um ombro machucado latejando a cada andar não estava confortando-o muito. Passando algum tempo, enfim o grupo chegava ao seu destino. Parecia um local pequeno, mas acolhedor e era tudo o que Akihiro precisava. Perto de chegarem Jack vira para ele e fala algo que o arrepiou até a base da espinha:

— Nossa, tinha te levado pelo caminho errado, ainda bem que nenhum animal selvagem nos atacou na floresta hahahaha, aposto que nem percebeu que em um certo momento andamos em círculos.

Todos entraram no estabelecimento e o aspirante a caçador estava estarrecido com a naturalidade que Jack falou que por pouco eles podiam ter sido atacados na mata. Pensava que talvez para seu próprio bem e saúde, a melhor escolha seria trilhar esse caminho sozinho no futuro, mas isso é discussão para uma outra hora. Tudo isso foi afastado da mente do jovem por uma voz linda e meio enraivecida de uma garota que discutia com o que parecia ser a dona do estabelecimento. Aquilo fez a atenção do rapaz se voltar para a garota. Cabelos alvos como a neve escorriam-lhe até as costas e olhos tremendamente azuis, uma combinação que a deixava extremamente bonita, mas suas expressões severas e o jeito que argumentava com a Hanna, dona do estabelecimento, fazia o ruivo pensar duas vezes em interagir com a moça.

Ela parecia estar em maus bocados, sem grana para pagar pelo banho. Tentava pagar fiado com promessas que iria conseguir capturar piratas para pagar-lhe a dívida que adquiriria com aquele banho. “Peraê, ela também quer ser caçadora?” pensava Akihiro. Aquilo poderia ser bom para o ruivo que já pensava em seguir em frente e rumar para a próxima ilha. Bem, não era hora para pensar naquilo. Jack resolveu a situação entre as duas mulheres e Hanna se apresentou formalmente ao novo visitante. A mulher tinha sua beleza, olhos e cabelos claros e odiava que a chamassem de velha, ameaçando até cortar os bagos do nosso aventureiro caso o fizesse, o que não o deixou muito tranquilo, já que ela que o trataria após o banho, a mão que cura pode ser a mão que mata, não é mesmo?

Jack falou que iria resolver alguns problemas e deixou sozinho no estabelecimento com a garota irritadiça e com a Hanna.

— Obrigado por tudo Jack. Até outrora companheiro. — Com a preocupação de nunca chamar a Hanna de velha em mente, Akihiro vai na direção do banho masculino para limpar todo aquele sangue do corpo. Antes, ele virava para Hanna e falava:

— Obrigado pela hospitalidade, quanto lhe deverei depois do banho e do tratamento? — Com a resposta da dona, Akihiro entraria no banho. Mas percebera logo ao entrar que era extremamente perto do banho feminino. Tudo era rusticamente separado por uma parede de tábuas de madeira, mas o ruivo estava cansado e não era mais criança. Não perderia tempo com algo assim, até porque era muito mais prazeroso conquistar tal direito do que roubá-lo assim em uma terma. Sendo totalmente clichê a garota grita do seu lado da terma:

— Se tentar me espiar eu te mato. — Akihiro nem responde, ele nunca faria isso. Foi só ao entrar na água morna que ele percebera o quão cansado estava, seus músculos chiavam com a quentura perfeita da água e ele se encostava nas rochas para aproveitar o relaxante banho. Ele também escutava um barulho de água do outro lado, mas experimentava tentar ignorá-lo, nem pensamentos libidinosos conseguiam passar por aquele cérebro cansado. Começava a se lavar quando a garota, num tom mais amistoso e com aquela voz linda, volta a conversar com ele:

— Meu nome é Mahina, estou no caminho para ser uma caçadora, e o seu? — Antes que o ruivo pensasse em falar, ela falava que ele podia ignorá-la se quisesse, mas não era isso que ele queria:

— Meu nome é Akihiro, eu também estou no mesmo caminho. Acabei de vir de uma captura bem sucedida, mas nem tanto não é mesmo? Não sei se você percebeu lá fora, mas não estou nas melhores condições.

Ele pensava se podia dividir mais coisas com a garota, já que basicamente nem a conhecia. Acabou por aceitar tal risco, tanto faz, não mudaria nada. Além do mais, ele curtia conversar. Enquanto levantava para esfregar suas costas e tentar tirar de seu corpo o sangue que havia amolecido ele tenta puxar conversa com ela outra vez:

— O que você pretende fazer depois daqui? — Perguntava o ruivo em tom casual tentando soar amigável com a garota que estava na mesma situação que ele, já que ambos tentavam se firmar como caçadores de recompensa. Rapidamente uma ideia surgiu na cabeça de Akihiro:

— Posso caçar junto com você? Pretendo ir para Micqueot futuramente e devo seguir sozinho. Uma companhia de uma mulher habilidosa não seria nada mal. Se quiser, podemos pegar um trabalho juntos aqui na ilha e você me diz se gosta do resultado. Não precisa responder agora, estarei esperando você fora daqui. — Independente da resposta da garota, Akihiro terminaria o banho e pegaria suas roupas de volta. Se estivessem sujas, ele enrolaria uma toalha em sua cintura e começaria a esfregar suas roupas em alguma torneira próxima para tirar o sangue, tentaria fazer o melhor possível para pelo menos tirar o cheiro que devia estar impregnando-a naquele momento. Antes de sair ele falava:

— Eeeh… Eu meio que não sei como voltar para a cidade, mesmo que não queira que eu vá caçar com você, poderia ao menos me levar de volta para o centro? —
Ele realmente torceria para ela dizer sim ao menos para isso, em parte por não saber como voltar e também de não querer voltar sozinho por aquele caminho. Entenda, ele não tinha medo, aquilo se chamava prudência.

Ao acabar de se arrumar, ele procuraria Hanna que prometera cuidar de seus ferimentos. Ele sempre deixaria claro o quão agradecido estava com os cuidados e vez ou outra deveria choramingar um pouco com seu tratamento. Ele aguentava bem as grandes dores, mas odiava os tratamentos no geral, aquela dor fina e ardida o incomodava de certo modo. Quando acabasse ali, se a resposta da garota fosse positiva ao convite de caçar junto com ele, Akihiro iria ao encontro dela.

— Bem, você tem algum alvo em mente? Sou todo ouvidos. — Seguiria-a onde quisesse ir, mas antes lembrava de uma coisa (e isso serviria para o caso dela não querer seguir junto a ele).

— Poderia me levar a um armeiro na cidade? Eu geralmente fabricava as minhas próprias armas, mas to sem tempo para fazê-lo agora. Gostaria que me mostrasse uma de sua confiança.

Então o jovem aspirante seguiria sua nova conhecida. Meio por ter achado-a interessante, meio que por precisar realmente de ajuda. Ele nunca tinha saído muito de perto de sua casa, então conhecia precariamente a ilha em que vivia e quem melhor para fazê-lo se não uma linda garota?

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Área das homenagens:
 
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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyTer 31 Out 2017, 20:11

Para a surpresa do gatuno, o vendedor havia compadecido com sua situação financeira ou se emocionado com seu talento musical, em todo caso ele aceitou a proposta feita pelo civil e lhe vendeu uma harmônica por 30 mil berries.

- Ih rapaz... valeu aew tio, pensei realmente que você não ia aceitar... - Hyde estava realmente animado com seu novo instrumento, agora ele poderia conseguir alguma bebida e relaxar um pouco com seu companheiro em algum local tranquilo - PRUH... DEUS TE PAGUE... LÔRO... - Joseph parecia finalmente sair da inercia onde se encontrava - que mané deus te pague, quem vai pagar sou eu mesmo... e por que você tava tão quieto? ta em abstinência oh piriquito super desenvolvido.

Após pagar o devido valor ao vendedor, o artista saí da loja tocando seu novo aparato enquanto saltitava de um lado para o outro, até mesmo o projeto mal feito de ave que acompanha o jovem parecia estar mais alegre.

Musica tocada na saída da loja:
 

Tendo feito sua primeira parada em uma loja de instrumentos, a dupla agora partiria em busca de um bar local para conseguir algumas bebidas, apesar de caçoar do papagaio por mostra quietude o gatuno também começava a ter comichão pela falta de um trago decente, ele já havia perdido a noção de quantos dias fazia desde a última vez que ele tinha tomado uma breja estupidamente gelada.

- Lôro a parda é a seguinte, precisamos de umas biritas... uns tira-gosto seriam bons, mais o importante é a cana, então vamos listar os objetivos imediatos por ordem de importância!

Ao terminar de pronunciar isso o Lilliputano começava a sua a balbuciar sua lista de forma pausada.

- Primeiro a cachaça... certo? - Ao ouvir o item sendo listado o papagaio não esperava o jovem ir para o próximo e respondia - Obviamente, to com a lingua seca igual a de papagaio... digo, digo... PRUH, CERTO...

- Ih, rapaz... só tinha pensado até ai, bom acho que podemos ganhar um dinheiro vendendo nossa arte na rua - Novamente a ave sagazmente respondia - PRUH... ROMERO BRITTO... LÔRO

- Seria bom arrumar umas duas adagas... nunca se sabe quando vai aparecer um trombadinha tentando afanar nosso goró - Dessa vez o jovem já fazia a pausa e esperava a resposta de Joseph mas a mesma não veio - Dessa vez tu não responde neh, picolé de desgraça... Em todo caso, vamos. Espero conseguir achar logo essa loja de vinhos... to começando a achar que fui tapeado e o vinho de Micqueout não é tão bom assim.

O artista voltar a prestar atenção nos arredores já fazia um tempo que o mesmo havia deixado a loja musical, a esperança de achar um bar logo era alta mais o jovem começava a se entediar de somente andar então começa a tocar a gaita enquanto busca pelo seu destino.

Spoiler:
 

Caso encontrasse o bar o jovem iria entrar no estabelecimento e sem hesitar começaria a cantar usando um timbre forte e de tom alegre - ♪ Saia de casa, junte os bebuns... Traga cerveja, cachaça e rum♪  - Ainda andando o jovem observaria ao redor para ver se encontrava algum balcão onde ele julgasse ser local ideal para se apresentar como musico e aproveitar para comprar sua bebida - ♪ Beba enquanto puder aguentar Junte-se a nós e comece a cantar ♪

Apesar de gostar de cantar, Hyde preferia fazer isso com um instrumento soando de fundo, no entanto ele não conseguiria fazer ambos com somente uma gaita, nesse momento ele ficou triste por já não ter um violão ou violino mais continuou com sua voz forte.

- ♪ Quando as canecas se chocam,
Cerveja se espalha no ar
Quando as canecas entornam,
O mundo começa a girar
Qualquer bêbado amigo
Aqui é meu irmão
Até o último góle, até cair no chão ♪


Ao terminar esse verso o gênio iria parar de cantar enquanto buscaria um atendente para lhe atender, encontrando algum ele iria pedir sua bebida - Amigão, desse duas garrafas do seu trago mais forte que levante até defunto - Enquanto esperava a resposta do atentando o jovem ficaria momentaneamente quieto pensando em mais uma de suas brilhantes ideias - Rapaz, seria daora cantar no bar, eu poderia ganhar uns trocados e talvez o movimento do bar aumentaria... eu e o dono sairíamos ganhando...

Quando o atendente voltasse Hyde com muita calma e sagacidade se aproximaria do mesmo e com um olhar cheio de maldade começaria a tentar enrolar o vendedor - Oh garotão, queridão, amigão... eu tava aqui pensando... você tem um bar, eu sou um ótimo músico, tenho um fucking papagaio caolho e perneta como pet... se organizar bem todo mundo transa... deixa eu fazer meu show aqui desse jeito talvez o movimento aumente, você cobra um pouco mais nas biritas e uma pequena taxa para pagar o músico... o que você acha? - Caso o atendente aceitasse a proposta do civil o mesmo iria pagar por sua bebida e começaria a se preparar para começar a animar o estabelecimento, se o vendedor não gostasse da ideia Hyde simplesmente pagaria sua bebida e com a mesma em mãos saria do bar enquanto cantaria alguns versos e beberia um bom gole de sua cachaça e ofereceria um dose para seu fiel companheiro.

Histórico:
 

Famosa Pinga levanta defunto:
 

____________________________________________________

~ Legenda ~
Citação :
Pensamento ~ #298e9a
Fala ~ #C85A17
Narração ~ #e3e3e3

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Nani'
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Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptySex 03 Nov 2017, 17:35

Nani não se lembrava muito de sua vida na floresta, em sua mente parecia ser uma memória sempre presente, mas completamente obscura. Na noite de seu vigésimo segundo aniversário, teve mais um de seus sonhos recorrentes, ela se via correndo em uma selva, bem diferente de qualquer lugar que já vira antes, caçando zebras e em um grande bando, Nani tinha sonhos assim usualmente, já era parte da sua rotina, que ficavam cada vez mais lúcidos, não tinha certeza se era uma fantasia de escapismo de seu cérebro ou uma visão do futuro. Ela acordou lentamente, tomando tempo para se arrumar e não apressar um dia bonito como estes. Não sabia com certeza as horas, mas tomaria um café da manhã, qualquer coisa que não estivesse estragada em sua cozinha já lhe serviria. Olharia tudo que restou da antes grande herança de Usotsuki, já havia notado muito antes que teria de arranjar algum emprego. A opção óbvia seria se tornar uma ladra ou pirata, a forma mais fácil e mais lucrativa de se ganhar dinheiro sem muito esforço, afinal, a gatuna tinha tudo que precisava. Por mais burro, ou nobre, que parecesse a decisão de Nani, queria honrar seu mestre e muito menos ser injusta com pessoas que não mereciam nada, mesmo que a maioria pensaria em se tornar um pirata, virar uma caçadora de recompensas parecia a resposta mais óbvia para ela. Antes de sair, iria se descontrair, talvez tirasse mais um cochilo, casasse alguns insetos ou ratos da floresta, ou observasse o céu, mas sabia que tinha que começar logo sua nova jornada. Nani pegaria todo o dinheiro que lhe restava, trancaria sua casa, escondendo a chave debaixo de uma pedra, e caminharia para a cidade calmamente.

Apesar de querer muito começar logo a caçar procurados, sua adaga, a única arma que tinha, havia recentemente quebrado e tinha que comprar uma nova, era uma grande prioridade, como poderia lutar sem alguma adaga ou faca? Nani andaria pela cidade, procurando alguma loja de armas que parecesse estar aberta, caso não achasse nenhuma, perguntaria para alguém que a parecesse confiável, com um pequeno sorriso no rosto e uma voz suave, tentando ser simpática. - Oi! Sabe onde posso achar uma loja de armas? - Esperaria até que escutasse uma resposta, e agradeceria a pessoa mesmo se não lhe desse informações úteis, e caso desse, seguiria as direções proporcionadas pelo estranho, caso o estranho não soubesse, continuaria procurando por mais pessoas e continuando o processo. Caso achasse alguma loja de armas, entraria rapidamente com um grande sorriso e procuraria por adagas, qualquer uma que pudesse cortar e estivesse em sua situação financeira já era uma boa adaga para ela, caso algum funcionário quisesse lhe chamar a atenção, continuaria tentando ser educada e simpática. - Bom dia! Eu estava procurando por adagas, por acaso vocês tem alguma por aqui? - Caso o funcionário dissesse que não vendiam adagas ou facas, agradeceria e procuraria por outra loja de armas, com certeza em uma cidade com um grande clã de caçadores de recompensa deveria haver algumas lojas de armas. Caso o funcionário lhe mostrasse o que estava procurando, as analisaria atentamente, pretendia escolher a menos cara mas queria ver apenas como eram as outras, pegaria alguma que julgasse parecer simples mas não muito gasta e perguntaria seu preço, caso estivesse em seu alcance monetário, pagaria por ela na hora. - Obrigada! Miau!! - Talvez o miado sonoro e alegre poderia assustar o funcionário ou aqueles que estavam na loja, mas Nani não parecia com receios.

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyDom 05 Nov 2017, 20:30



Narração.

Respeito, era o que demonstrava o jovem, diante daquelas mulheres, preocupava-se com o pagamento, porém, desta vez estava na conta do clã. Aquela água era diferente, não, era algo que podia ser explicado na mente de Akihiro, mas era algo que relaxava, parecia ter sido feita propositalmente para tratar do cansaço e do estresse, aquele banho trazia uma paz interior, um descanso merecido somente aos vitoriosos. O Ruivo tossia ouvia a estranha garota, tentava então puxar assunto com a mesma, se apresentava e falava da sua primeira caçada ela respondeu:

— Percebi, foi uma caçada e tanto, importante é sair vitorioso. Não sou muito boa ainda, porém, uma presa difícil é sempre bom, dá mais emoção.

O aspirante a caçador puxava mais um pouco de assunto, enquanto com dificuldades lavava suas costas, seu tom de voz era amigável e na mente do boxeador ambos estavam na mesma situação. O ruivo estava numa bem favorável só precisava entregar a cabeça do mink porco. Já a donzela ainda precisava de uma cabeça, mediante a primeira pergunta de Yoshida a garota de cabelos brancos com um tom bem triste e, ao mesmo tempo encantador respondeu:

— Pretendo ir atrás do meu irmão na Grand Line, para isso preciso ficar forte!! — Uma pausa, ouvia o som da água como se tivesse mergulhado nela e na sequência ela voltou a falar. — Conheci-o há doze anos; disseram-me que não tinha sobrado nada; nenhuma razão, nenhuma consciência, nenhuma compreensão; e até mesmo o mais rudimentar sentido de vida ou morte, de bem ou mal, certo ou errado. Lembro dele quando eramos crianças eu com três e ele tinha seis anos. Um rosto branco, pálido, sem emoção, e os olhos mais negros... os olhos do diabo. Passei quinze anos a tentar alcançá-lo, porque percebi que aquilo que vivia por detrás dos olhos daquele menino era pura e simplesmente... o mal. Um silêncio retomava o ambiente, então o rapaz convidava Mahina para sua jornada.

O jovem ferreiro se secava e vestia suas roupas, pedia ajuda para voltar até o centro, porém, só o silêncio e o barulho da água. Ele então chegava para que Hanna pudesse tratar de seus ferimentos, fazendo os curativos e parece que o aspirante a caçador ganharia uma cicatriz. A médica fazia com cuida, mesmo assim ainda sentia dor, a proprietária se divertia com isso, ela pedia para o jovem tomar cuidado com o ferimento. Quando de repente a vista do garoto ficava toda escura, como se alguém tivesse tampado seus olhos e rapidamente ouvia uma voz.

— Já está pronto para partir? Vamos logo para chegar ao centro da cidade!!!

Tirando a mão de seu rosto, Mahina estava arrumada e com um sorriso no rosto. Não tinha muitos pertences, pois a mesma não parecia ter muito dinheiro assim ambos seguiam. A aspirante andando a frente começava a tentar puxar assunto com o jovem boxeador, para que aquele momento não fosse tão tedioso:

— E você o que pretende? Algum pirata em especial? Fama? Riqueza? — Dizia com um tom animado.

Nani.

Falar sobre a condição atual de Malkihan não é fácil. Tempos atrás, um homem uniu as castelanias do mundo civilizado sob seu punho firme e liderou-os para retomar o berço da humanidade, corrompido pela Sombra. O que não sabiam é que a Sombra, o Eterno Inimigo, do justo caçador, não habitava uma taverna ou navio pirata, mas se escondia por trás do coração de todos os habitantes. Sendo assim, mesmo que motivados por um senso de justiça divino, aqueles homens e mulheres estavam cegos, um prefeito que só pensa na sua própria ambição e se lucra com o que o povo não enxerga.

Vítima de sua própria corrupção interna. O poder que um dia foi central voltou a ser local. O que o povo humilde conhece chegou aos seus ouvidos através das ladainhas. Enquanto o Clã-Antibullet viaja para ir atrás de procurados para trazer um pouco de ouro para o reino. Nobres tomam todo esse ouro, com comércios, zoológico, etc. Entre essas pessoas de Malkihan encontramos uma misteriosa garota, Nani era seu nome. Fantasiosa, parecia querer logo conseguir uma arma, pois, a sua havia quebrado e sem perder tempo partia em sua jornada tem como primeiro objetivo uma loja de armas.

Determinada a jovem sem oficio seguia pelas ruas da cidade, a mesma estava até que bem movimenta. Nani começava a perguntar para as pessoas, fazia isso de um modo simpático, com isso conseguia a direção da loja de armas mais famosa da cidade. O rapaz que dava informação dizia que a mesma era patrocinada pelo clã Ant-Bullet e que a garota iria encontrar armas muito boa e de qualidade. Sendo assim a moça de olhos verde caminhou até o local.

Akihiro e Nani.

Uma bela loja de armas, logo a vista poderia ser notado exemplares de armas dignas da fama do local. Era notado que algumas peças eram feitas em ouro, aos olhos de um ferreiro também poderia ser notado que o nível de qualidade de algumas armas era extraordinário. Havia sido forjadas por pessoas extremamente talentosa, o dono da loja é um ex-membro do Clã Ant-Bullet dizem que sua força se equipara a do líder. De vez em quando o proprietário fecha a loja e sai em alguma caçada (solo), há boatos que ele da preferência para piratas que possuem alguma arma rara ou exótica.


Dentro da loja primeiro chega uma garota que acredita ser um Mink, ela é atendida com educação o rapaz, forte e com palavras firmes então disse. "- Apesar das armas de mostruário tenho inferiores também." Apesar das palavras não quis ser rude, apenas queria pegar produtos equivalentes ao que o seu cliente podia pagar. O preço da adaga era 30.000B$, era uma boa faca, se sentia confortável com ela na mão. Na sequência chega mais duas pessoas uma garota de cabelo branco e um rapaz ruivo na loja. A mulher em um tom animado então disse:

— Bom é aqui que pretendo comprar minha nova arma, assim poderemos partir em uma caçada em Micqueot, há não ser que ainda queria ver algo por aqui.

Na sequência um gordão entra no estabelecimento todo animado avisando que no bar do (zé) gotinha um anão e um papagaio iriam fazer um show. O dono da loja de armas nem ligou para o que o inalador de fumaça de churrasco havia falado, porém, a aspirante a caçadora de recompensa sim, ela logo olhou para Yoshida e disse: " - Nossa, anão? Nunca vi um de perto, mais já ouvi dizer que eles valem uma fortuna no mercado negro." O que os aventureiros fariam a seguir.

Hyde.

Hyde sentia falta de um tira gosto e Joseph também, com isso em mente o foco de ambos era algum bar próximo e o local que chegavam parecia parado. “BAR DO ZÉ GOTINHA” havia três cachaceiros quase dormindo no balcão e só do anão e seu pet entrar no local ambos pediam dinheiro um deles falava que era para comprar mistura para seus filhos, outro já era mais direto dizendo que era para um rabo de galo. O artista tinha chegado ao estabelecimento tocando seu instrumento, não tinha como não ter chamado atenção. Na mesa ao fundo havia uma senhora que era tão feia que quando criança alimentavam com uma mamadeira na ponta de uma vara para não ter que chegar perto.

O músico então começava a sua cantoria para aquele publico, logo chamava atenção então pedia uma garrada da bebida mais forte que aquele bar tinha. Então ele pegava uma garrava cujo nome no rótulo era Vlad Dracul. A cachaça tinha um tom bem avermelhado na cor de sangue e no desenho havia um homem empalando pessoas no inferno e o sangue que escorria caia dentro de uma garrafa. O dono do bar o próprio gotinha então falou:

— Essa é marvada a Vlad Dracul dizem que é feita com o sangue dos pecadores!!!!

Enquanto Hyde tocava, um gordão cachaceiro saiu do bar correndo e espalhando a notícia do artista. Rapidamente algumas pessoas começavam a chegar e o movimento melhorava drasticamente todos os curiosos para ver o anão tocar o que eles mal sabiam é que o mesmo estaria preparando um show. Não sei se era efeito da bebida ou instinto, mas o mesmo negociava com o Zé Gotinha para ganhar alguns trocados tocando no bar, vendo o movimento crescer, concordava. O que Hyde e Joseph tocariam para as pessoas ali presente?

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyDom 12 Nov 2017, 10:06

Essa é marvada a Vlad Dracul dizem que é feita com o sangue dos pecadores!!!! - Ao ouvir isso o gatuno começa a salivar pensando em o quão forte essa bebida seria, sua empolgação era visível para qual quer um que o visse e provavelmente ele não era o único com esse sentimento escrachado no rosto - Veja joseph, nossos últimos berries em forma de bebida... ainda conseguimos um local para tocar e cantar... isso é perfeito!

Ao terminar sua fala o jovem logo toma o primeiro trago, aquela sensação a dias esquecida era maravilhosa o gosto forte na boca com a ardência na garganta era algo inesquecível e incomparável rapidamente o artista bebi a segunda dose e com um sorriso no rosto logo volta a falar - Calma meu velho eu lembro de você!! - Então sem hesitação derrama o equivalente a três doses em algum copo ou recipiente que pudesse suporta a bebida e estivesse próximo a ele.

- Aew corolho vâmo beber para entrar no clima festivo poha... - Com a bebida a seu alcance o papagaio não conseguia manter a empolgação e começava pular em volta do recipiente e fala - CACHAÇA... PRUH... CACHAÇA...

- O papagaí do capeta só se controla, da ultima vez tava tão bêbado que tava chamando aquele urubu de meu lôro - Dito isso o jovem novamente beberia outra dose de sua marvada pinga e começaria a andar em volta do estabelecimento passando um som com a gaita e observando os locais com melhor acústica do local.  

Ao terminar sua sondagem e ter certeza dos locais onde ele poderia usar para propagar sua música de maneira mais fácil, O jovem então iria para um desses pontos e começaria sua cantoria sem nenhum acompanhamento instrumental.

- ♪O que você quer ser?
Aonde quer chegar?
O mundo inteiro é seu!
É só você querer, acreditar e esperar
É só você pedir e o céu vai te dar! ♪



Sua voz forte e semblante calma era usado para que as pessoas ali tivessem a impressão que o anão era maior e mais forte do que realmente era, Joseph parecia já estar acostumado com as performances de seu paceiro  e tentava ajudar da maneira que conseguia fosse repetindo algumas fases que o cantor falava ou mesmo balançando as asas e voando dentro do bar e pousando nas mesas dos clientes mais animados

- ♪ Boa noite marujos... Eu sou o Capitão Hyde♪ - O gatuno fazia uma breve pausa para que com as mãos fizesse um gesto onde tentava incluir a todos do bar em um grupo imaginário e então continuava com sua música - ♪ E nós somos os Piratas de Jardim... Sejam bem vindos à Fantástica Ilha do Absurdo... Onde tudo pode acontecer! ♪ - Com sua agilidade natural e pequeno tamanho o jovem então faria assim como seu papagaio e começaria a se movimentar entre as mesas das pessoas que ele achasse mais convidativas e continuaria com a música.

- ♪ Mesmo sem tocar você consegue alcançar
Não sinta que está errado em acreditar
O impossível é mais um caminho
Para se chegar em qualquer lugar!
O sonho sempre vem pra quem sonhar
O medo da realidade não vai me parar! ♪


Tomando uma breve pausa para respirar o anão tornaria a trocar de mesa e daria uma breve olhava em seu papagaio para  ver o que o mesmo estaria fazendo, para então terminar sua música.

- ♪ Eu sou … Pirata de Jardim
E vou criar um mundo inteiro tão louco
Uuuu - uuuuooo - Que só nós podemos ver
Eu sou … Pirata de Jardim
E vou criar um mundo inteiro tão louco
Uuuu - uuuuooo - Que só nós podemos ver ♪


Video para ilustrar a primeira música:
 

Hyde então pega sua garrafa e bebe mais um gole da mesma enquanto caminha entre as mesas tentando ouvir o que sua plateia falava sobre ele e/ou sua musica e caso houvesse alguma mulher bonita entre a plateia o jovem sorriria um pouco e de novo faria sua voz ser ouvida pela massa - Gostaria de pedir desculpa antecipadamente para caso meu papagaio venha a se jogar nos braços de alguma das belas garotas que estão aqui para nos ouvir. - Então tornaria para o local onde estava inicialmente para começar a cantar sua próxima música e inadvertidamente quem começa a cantar a próxima música é ninguém menos que Lôro Joseph enquanto pousa ao lado do gatuno.

- ♪ Pa pa pa pa pa pa pa pa ♪ - Com uma pausa que somente deu para ele abrir as asas talvez tentando imitar o que seu dono fez anteriormente ele volta -♪ Pa pa pa pa pa pa pa pa ♪ - Então o anão continuava a cantoria enquanto tentava encaixar de alguma maneira o som de sua gaita no meio.

- ♪ Debaixo lá das palhas do coqueiro
É onde eu estou a te esperar
Eu fico te esperando ali sozinho
Sem ter carinho e sem ninguém pra me amar ♪


O gatuno continua com sua cantoria até acabar a segunda música, nesse momento ele resolve passar alguns minutos descansado e observando a reação de todos que ali estavam principalmente a do dono do bar, então ele iria até o mesmo e perguntaria se ele teria algum pedido especial para que o artista reproduzisse.


Vídeo da Segunda musica:
 



Historico:
 

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~ Legenda ~
Citação :
Pensamento ~ #298e9a
Fala ~ #C85A17
Narração ~ #e3e3e3

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyQua 15 Nov 2017, 17:45

O ruivo estava feliz em descansar naquelas termas depois do seu primeiro dia de trabalho como caçador de recompensas, mesmo fazendo parte de um grupo do clã anti-bullet e não realmente sozinho e sem filiações como desejava. Sentia uma paz tremenda naquele lugar, seu corpo que parecia ter acumulado tenção de um mês trabalhando pesado nas forjas estava enfim relaxando, o que deixava sua mente tranquila como a de um gatinho tomando cafuné de seu dono.

A garota que causara confusão a pouco na entrada estava do outro lado da precária parede de madeira, ele sabia, mas não havia motivo algum de espiá-la, ele gostava de conquistar as coisas e não de roubá-las, mesmo que fosse apenas uma olhadela. A garota puxava assunto e prontamente ele respondia, tentando ser o mais educado possível.

No fim de tudo, ele acabou conhecendo um pouco mais da história da linda garota. Ela queria ser caçadora para ir atrás de seu irmão na grand line. Pelo que ele entendeu, o garoto era realmente mal, mal o suficiente para uma irmã querer matar o próprio irmão. É nessas horas que Akihiro percebeu o quão legal é ser filho único. Após o banho ele se levanta, se esforçando para não olhar para o lado já que não havia se tocado no quão pequena poderia ser a parede que o separava da bela garota de cabelos esbranquiçados. Tanto faz, ele a tinha convidado para mostrar a cidade, já que viveu por muito tempo isolado dos demais, estava torcendo para que ela aceitasse, mas antes tinha que dar uma passada em Hanna para cuidar de seus ferimentos.

Não foi uma experiência que ele gostaria de repetir. Mesmo que as mãos de Hanna fossem suaves como plumas, ele estava machucado o suficiente para arquear um pouco aos seus cuidados. A mulher devia ser uma sadomasoquista, ou pelo menos achava divertido ver um cara grande sofrer. A bem da verdade, mulheres aguentam mais dor do que os homens e um homem é apenas uma criança mais impetuosa.

Ele escutava todas as instruções de Hanna sobre cuidar de seu ferimento e bla bla bla, o de sempre, quando sua vista é obstruída por algo. Ele tentava tatear as mãos e braços de quem o cegava para ver se Jack ou o garoto que estava com ele tinha voltado para as termas, mas acho que não foi nada parecido com os braços fortes de um dos líder do clã anti-bullet. Sua visão enfim era liberada e o que ele via era uma linda garota, cabelos brancos e um sorriso no rosto que ele não havia visto até aquele momento, parecia tão belo quanto as faíscas que saem da forja e o fogo de uma lâmina recém temperada.

— Estou pronto sim. — Falava o ruivo a primeira pergunta da garota. — Sinto lhe informar Mahina, mas você fica bem mais bonita com um sorriso no rosto. Aquela cara emburrada não combina com você.
Aquilo havia saído de repente, não que fosse mentira. Bem, tanto faz. Ela andava na frente em direção a uma loja de armas que o jovem aspirante a caçador havia pedido para ela lhe mostrar, enquanto caminhavam a garota lhe lançava mais uma pergunta. Tinha haver sobre as aspirações do homem que a acompanhava, o que fazia Akihiro pensar um pouco antes de responder:

— Eu realmente não sei, só quero viajar, trabalhar de vez em quando, enfrentar oponentes fortes e ganhar dinheiro com isso. Não me demorarei muito aqui, quero ir em direção na GL. Lá realmente deve ter oponentes fortes e eu adoraria enfrentá-los.

Enfim chegaram à loja de armas que Akihiro tanto queria conhecer. Ele havia passado maus bocados na luta anterior por falta de uma e não cometeria o mesmo erro duas vezes. Ao entrar, Akihiro se transformou do cara grande, ruivo e com barba por fazer para uma criança em uma loja de brinquedos. Sabia que não podia tocar nas armas já que não tinha dinheiro para comprar trabalhos como aqueles, mas suas mãos tremiam com a tentação.

A garota anunciava que era ali que compraria a sua arma e ele não fazia nenhuma objeção, mesmo um trabalho simples daquele ferreiro poderia ser bem duradouro. Ele se apressava e ia na direção do balcão:

— Seus trabalhos são muito bons, mas como pode notar, a gente não tem tanta grana. Tem alguma que a gente possa comprar? Preciso de manoplas. — E antes de parecer indelicado ele continua:

— Perdão por falar tudo tão rápido. Meu nome é Akihiro e eu também sou ferreiro. Trabalhei com isso por toda a minha vida. É sempre bom ver armas como as suas

Ao ver a arma, pagaria o dinheiro pedido. Mas uma coisa inesperada aconteceu. Um gordalhão entrou arfando na loja anunciando que um anão iria se apresentar com um papagaio num bar nas proximidades. Já ia dar de ombros quando Mahina virou para ele falando que nunca havia visto um e que eles valiam muito no mercado negro. O ruivo pensou um pouco e disse:

— Já que a Hanna falou para eu ter cuidado com os ferimentos, pq não vamos para esse tal bar? E se o que você fala é certo, vai que alguém tente raptá-lo enquanto faz o show. É unir o útil ao agradável. Podemos pegar informações também, se precisarmos.

O jovem rapaz seguiria Mahina até este bar, tentaria achar alguma mesa vazia. Se não houvesse nenhuma, se sentaria no chão de qualquer jeito já que não se importava com essas coisas. Pagaria entrada se precisasse, mas querendo ou não, estava com curiosidade para ver um anão cantar junto de um papagaio. A única música que ele se interessou por toda sua vida era a que os martelos faziam na forja, então um pouco de diversão não seria ruim.

Enquanto estivesse lá, ficaria atento aos arredores para que caso algo acontecesse, ele estivesse de prontidão para pelo menos bloquear o caminho de um cara com más intenções.

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptySab 25 Nov 2017, 18:10



Narração.

Impressionado o jovem ferreiro olhava aquela variedade de armas, ambas de boa qualidade. Preocupado com o preço pedia uma acessível a sua questão financeira, o vendedor dava uma risada de canto. Ele então falava para o aspirante a caçador de recompensas:"-Tenho peças de boa qualidade para novatos também. Um pouco de ódio e talento, você poderá fazer armas melhores que a minha... algum dia é claro.” Uma manopla simples, porém, feita com uma qualidade incrível era mostrada ao ruivo e o preço era de 30.000B$. Akihiro pegou o dinheiro necessário e comprou a arma, enquanto a moça de cabelos brancos apenas se admirava olhando os itens da loja.

Ambos seguiam para o bar, a garota parecia animada enquanto ambos caminhavam, ao chegar o local ainda não estava muito cheio, porém, vinha chegando mais pessoas e por sorte conseguia uma mesa vazia para sentar. Olhava as pessoas ao seu redor em primeiro instante ninguém lhe chamava muita atenção. Até que um instante um estranho homem sentava próximo a Mahina, ele era alto, músculos bem definido, tinha várias cicatrizes em seu corpo, seus cabelos eram brancos e usava uma estranha máscara de Oni no rosto.


UM ANÃO, UM PAPAGAIO, UMA MULHER, UM RUIVO

O anão degustava aquela bebida com um gosto bem forte, o sabor um tanto estranho, descia rasgando a garganta era como se o gosto da cachaça fosse cortando e misturando com o sangue. Joseph também provava um pouco da bebida os efeitos eram bem rápido na pequena dupla de aventureiros. Em seguida Hyde chamava a atenção de todos contava com um pouco de ajuda de seu parceiro que repetia algumas coisas que o civil falava. Em seguida o pequenino começava a se mover entre as mesas, pulando conseguia observar o semblante das pessoas cerca de noventa porcento estavam alegres. Podia observar um estranho mascarado e na mesa ao lado um (trouxa) ruivo e uma garota de cabelos brancos.

Continuava com seu espetáculo, o artista fazia uma pausa e quando olhava para trás, Joseph ainda estava na mesma da moça e recebia carinho da garota que então falou: " — Nossa como é fofinho.” O animal sem vergonha de olho nos peitos da mesma, adorando a situação. Na sequência ele pulava seguindo o seu companheiro artista. Enquanto bebia mais um pouco o gatuno ouvia a plateia. " ELE CANTA MUITO BEM." - " É VALEU ATÉ QUE APENA." - " - QUE SHOW." e ouviu uma voz um pouco baixa. " - Que porcaria, perda de tempo." Vinha de um homem mascarado.

Havia uma mulher de cabelos negros completamente chapada, uma ruiva acompanhada de dois cara, aparentemente se divertindo muito e uma garota de cabelos brancos, acompanhada de um ruivo. Hyde perguntava se algum pedido especial, a moça de cabelos negros se manifestava falando: " - Que tal algo como estamos bêbados. Ou melhor, porque todos aqui não estão bêbados ainda? Aqui é um lugar para isso sabia."

Enquanto isso na mesa Mahina parecia ter se divertido muito com o artista então olhou para Akihiro e então disse: " - Bem divertido não é?” A mesma fazia uma pausa e na sequência com um pouco mais de malícia voltou a falar. "- Eu deixo você me pagar uma bebida se quiser.” O que o Ruivo faria agora.

Homem com mascara:
 

Garota bebada :
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptySeg 27 Nov 2017, 20:41

“Não é preciso de ódio para forjar.” Pensava o ruivo enquanto seguia junto de Mahina até o tão falado anão cantor que todos da cidade falavam tanto. Enquanto andavam Akihiro calçava suas novas manoplas e elas se encaixam bem em suas mãos. Ao chegarem no bar ele estava apenas meio ocupado, mas se enchendo rápido, tornando os dois caçadores bem sortudos por conseguirem uma boa mesa. Pelo canto de olho, o jovem ferreiro vê um cara estranho sentar ao lado de Mahina, um cara grandalhão com cicatrizes por todo o rosto e uma máscara digna de elogios. Não sabia o porquê, mas ficaria de olho nele, algo naquele homem despertava inquietação no caçador e ele manteria isso em mente.

Só que outros pensamentos também inundaram a cabeça do jovem caçador, como será que ele ficaria com uma máscara? Será que ele iria impor respeito e medo nos seus inimigos? No final perguntaria onde o homem tinha conseguido-a e tentaria arrumar uma para sí. Mas isso era assunto para outro momento. Todos menos o mascarado estavam se divertindo com o show da dupla mais estranha que Akihiro já viu em um bar e ele dava sonoras gargalhadas ao papagaio tarado que visivelmente estava comendo Mahina com os olhos.

" — Nossa como é fofinho.” Falava a garota, o que fazia o ruivo rir mais alto ainda:

— Você realmente não está percebendo não é mesmo? — Questionava a garota. — E antes que ela o olhasse de um jeito estranho ele completava com um sorriso no rosto:
— Deixa pra lá, deixa pra lá, ele é fofinho sim.

Houveram reclamações do cara da cicatriz, houve alegria, elogios à dupla e pedidos de música. Akihiro olhava aquilo tudo com diversão, havia passado por um perrengue a pouco tempo, mas conseguiu com sua própria força (e um pouco de sorte) permanecer vivo para poder desfrutar de tudo aquilo. Mahina estava rindo ao seu lado como uma criança vendo o circo pela primeira vez. Talvez pressentindo o olhar dele, Mahina vira e pergunta:

" - Bem divertido não é?” — E parava um pouco antes de perguntar:

"- Eu deixo você me pagar uma bebida se quiser.” — Ele olhava para a garota, meio estudando-a, meio tentando entender o que estava subentendido naquela frase.

— Irei pegar uma rodada para a gente. — O ruivo se levantava e iria na direção do bar o melhor possível com a quantidade de pessoas que lotavam o estabelecimento. Pediria ao barman duas canecas de cerveja e lhe pagaria o valor pedido, entregando uma delas à Mahina ao chegar de volta na mesa:

— Um copo para a mais bonita de todo este salão. — Falava com galanteio exagerado, em tom de brincadeira para a garota que lhe fazia companhia. Akihiro tinha que segurar o riso, já que aquilo era verdade de qualquer forma. O ruivo aproveitaria um pouco mais do show com a linda moça e depois de um tempo lhe faria o convite:

— Não sei o que o futuro reserva, mas preciso seguir em frente, não ficarei nesta ilha por muito mais tempo. O que acha de seguir comigo por mais um tempinho, pelo menos até o farol.

— Ah, pretendo partir hoje mesmo se não houver problemas, assim que sairmos daqui.

Se a garota aceitasse a oferta do aspirante a caçador ele só precisaria seguir para a sede do clã anti-bullet quando o show terminasse, buscaria a cabeça do porco do freezer e… É, ele não tinha ideia de como ir para Micqueot sem dinheiro. Procuraria Jack na sede do clã, mas caso não o encontrasse, perguntaria para alguém que estivesse na casa como chegar em Micqueot sem ter um puto no bolso. Ele explicava que até trabalharia num convés mesmo sem experiência alguma, apenas para pagar a passagem dele e da moça.

Caso conseguisse, Akihiro seguiria para o porto com Mahina (caso ela aceitasse seu convite) e juntos começariam a trilhar o epílogo para o próximo capítulo da vida deste ferreiro.

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Tonight, Tonight   Chapter I: Tonight, Tonight - Página 3 EmptyQua 06 Dez 2017, 03:10



Narração


Mahina e o ruivo deixavam de lado a festa que ocorria no local, partindo para uma mesa onde poderiam conversar de modo mais calmo. Akihiro caminhava ao barman, fazendo seu breve pedido de duas canecas com cerveja. Por alguns segundos o homem apenas continuou com seus afazeres, terminando de limpar algumas canecas sujas e guarda-las de modo rápido. Quando finalmente olhou nos olhos do aspirante a caçador, percebeu que havia ignorado um cliente e resolveu acelerar o processo, entregando duas canecas com cerveja ao homem enquanto dizia. – Pode levar, não cobrarei por conta do meu erro. – Sem mais o que dizer, virou-se para a louça suja e retornou com o trabalho observando pelo canto dos olhos o ruivo sair de onde estava, indo para a mesa junto da mulher. Assim que as bebidas foram entregues à mesa e ambos estavam sentados, finalmente iniciavam a conversa importante que decidiria o futuro de cada um.

A pergunta do ruivo pegou ela de surpresa, ficando algum tempo perdida em pensamentos. Com os olhos vagando de um lado ao outro ela pode somente concentrar-se quando viu a caneca de cerveja, levando sua mão ao encontro dela para saborear um pouco da bebida e proferir. – Ir com você? – Perguntou para si mesma se aquela era a resposta correta, se Akihiro era mesmo o parceiro ideal para viajar pelo mundo e foi assim que conseguiu chegar a uma resposta depois de algum tempo. – Sinto dizer que não poderia fazer isto. – Sorriu, curvando a cabeça levemente para desculpar-se pelas palavras que estava para dizer. – Ainda não me sinto próxima o bastante de ti para segui-lo em uma viagem... Você parece ser uma pessoa boa, mas está longe de ter provado ser alguém que eu gostaria de viajar junto. – Os olhos dela em momento algum encontraram-se com os do boxeador, talvez por vergonha de encara-lo depois de tal resposta.

Sem mais razões para permanecer com Mahina e ficar na ilha, Akihiro seguiu ao clã, onde pegou tudo o que estava daquilo que precisaria em Micqueot. Ninguém realmente poderia ajuda-lo no momento, restando somente o porto como opção de um possível caminho até a nova ilha. Em pouco tempo encontrou diversas embarcações, principalmente um pequeno e simples barco com pinturas azuladas e a bandeira da marinha. Algo estranho em tal ilha, já que a marinha não era muito bem recebida em Malkiham. O caminho do futuro caçador poderia ser aquele, podendo conseguir carona por ter capturado um procurado perigoso que deveria ser entregue à um QG e aquela embarcação poderia leva-lo até onde precisava ir. Poucos marinheiros podiam ser vistos por perto, destacando-se apenas dois deles. Um jovem homem de madeixas escuras e pele extremamente clara, além de sua bela aparência facilmente atraindo olhar de mulheres passando pelo porto. Seu traje era o uniforme de um tenente na qual comprovava sua patente superior aos outros. Junto com tal tenente estava também uma mulher de pele um pouco mais escura, madeixas pretas, trajando roupas que não relembravam soldados, mas sim sargentos. Ambos tinham as maiores patentes dentre os marinheiros, pareciam ser os mais influentes dentre aqueles que estavam próximos do barco e não se moviam do lado da ponte que dava acesso ao convés.



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