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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Life

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MensagemAssunto: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyDom 12 Mar 2017, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Life

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jin Solari. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyTer 28 Mar 2017, 17:06



Capítulo I: Life

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05 - Bubblegum Bitch!




E o velho tinha informações. Não que isso fosse de grande importância, eu esperava que Zeca pudesse me dizer algo a mais. Espadachim e chiclete. Não era lá a combinação mais comum para se ver numa pessoa, ainda mais um vicio tão... Tão simplório como esse. Tentei acalmar o garoto do ursinho, mas tudo o que ele fez foi me ignorar. Que vontade de socar esse merdinha! Chamei a garota dos Chakrans pra se juntar a mim, e ela aceitou, coisa que eu realmente não esperava.

Mas ter um aliado a mais nessa corrida foi algo inteligente a se fazer. A garota de cabelo verde se apresentou, uma tal de Mirah Belladonna. Um nome realmente bonito. O rapaz afeminado se chama Valentim, e disse que eu poderia chamá-lo do que quisesse. Um comédia. Depois das apresentações, fui correndo até Zeca, e a moça dos Chakrans me seguiu. O que não me deu tanta vantagem quanto imaginei que teria. Zeca me deu as mesmas informações que o tal velho, Muller. Porém um comentário do negão me fez pensar.




-Uma hora vão acabar e ela vai comprar mais? -Era um caso a se pensar. -Por acaso você tem alguns chicletes por ai, Zeca? -Pediria ao barman. -Se ela é tão viciada em chicletes, vai ficar curiosa em conhecer um novo chiclete... Heh. -Pensaria alto. Caso algum dos dois perguntasse o que eu tinha em mente, contaria meu pequeno e simples plano. -Então. Se ela é tão viciada em chiclete como dizem, e por acaso algum sujeito saísse gritando pela ilha que tem um novo chiclete, que por conta de sua composição, não perde o gosto, teoricamente ela seria atraída na hora, não? -Esperaria o comentário de algum dos dois. -Algo que devemos acrescentar? -Perguntaria, caso alguém quisesse adicionar algo ao plano.

Se Pagodinho tivesse alguns chicletes, os guardaria nos bolsos. Diria um -Obrigado. Te pago depois, quando terminar esse serviço. -E saíria rumo a praça central. Se ele não tivesse, sairia do mesmo jeito.

-Então, você ainda não me disse teu nome, garota. -Diria, durante a caminhada. -Sou Jin. -Era estranho estar caminhando ao lado de uma mulher. A última vez que isso tinha acontecido, foi quando Kuina ainda era viva. Mas eu não podia deixar esse pensamento invadir minha cabeça. Não agora. -Então, garota. Gritarei por ai anunciando esse suposto novo chiclete, e você fica observando se alguém suspeito passa por perto. Se acontecer, você assobia. E assim que pudermos, arrancamos a cabeça da Babbaloo. -Diria, melancólico. -De acordo?

Quando chegasse ao centro, acenaria com a cabeça para a moça que me acompanhava, como se perguntasse se ela estava pronta. Eu rezava para que meus ancestrais me ajudassem nesse serviço. Não era uma questão de vida ou morte, ainda, mas eu sentia que precisava capturar Hanza, não importa o que aconteça. Que Buda esteja comigo, e que os Bodisatvas iluminem meu caminho.

-Alô, alô cidadãos de Micqueot! -Gritaria com todo o meu fôlego. -Trago-lhes o novíssimo chiclete Infinite Taste! -Utilizaria minha lábia para chamar a atenção de todos. -Assim como diz o nome, esse maravilhoso chiclete demora HORAS para que o gosto suma! -Começaria a caminhar, olhando em volta. Se tivesse algum chiclete comigo, o exibiria rapidamente, movendo as mãos de forma que ninguém pudesse ver a marca do que eu carregava. -Por dez mil berries, você leva cinquenta unidades! Isso mesmo, cinquenta unidades! -Se não tivesse um chiclete comigo, mexeria as mãos fechadas, como se as tivesse ocupadas com vários doces. -Venha e não perca a chance! -Se ninguém desse as caras, diria. -Ninguém? Então vamos melhorar essa promoção! Se você comprar cem unidades, paga cinco mil berries!

Se por fim, Babbaloo aparecesse, fingiria estar interessado em vender os chicletes para ela. -Vai levar quantos, moça? -Diria com um sorriso no rosto. Então, observaria Babbaloo. Tentaria perceber qualquer ponto fraco aparente, e então assobiaria. -Alô, alô! Alguém mais quer experimentar o maravilhoso Infinite Taste?! -Assim que percebesse que a guarda de Babbaloo estivesse baixa, e a garota dos Chakrans estivesse próxima, assobiaria novamente. -Agora minha gente, venham experimentar! -E então avançaria contra a assassina, utilizando minha aceleração. -Ittoryu Iai: Dai Hyou Sonson!*-Tentaria acertar o ombro da moça, para que ela tivesse dificuldades de manusear a espada.

Se caso antes de qualquer ataque que eu ou a moça dos Chakrans fizesse, Babbaloo atacasse, tentaria me defender com minha espada, e se percebesse que não conseguiria bloquear, saltaria para trás, tentando desviar. Se caso a assassina corresse, correria atrás dela e assim que tivesse chance, utilizaria minha técnica*.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyQui 30 Mar 2017, 15:35

 
 
 
Chicletes mágicos!

 
 
   
Zeca não fora de tanta ajuda quanto Jin imaginava, mas pelo menos fora melhor do que Muller. - Uma hora vão acabar e ela vai comprar mais? Por acaso você tem alguns chicletes por ai, Zeca? Se ela é tão viciada em chicletes, vai ficar curiosa em conhecer um novo chiclete... Heh. Algo que devemos acrescentar? - Ambos ficaram calados por alguns segundos. - Não acho que atrair ela assim seja tão fácil. - Zeca recolheu os dois copos de bebida, já vazios. - Concordo com a garota, mas quem não arrisca não petisca. Tenho só um chiclete que tava guardando para depois do almoço, mas pode ficar. - O homem estendeu a mão e entregou o chiclete para Jin. - Obrigado. Te pago depois, quando terminar esse serviço. - Assim, os dois saíram do bar. - Então, você ainda não me disse teu nome, garota. Sou Jin. - Jin perguntou, enquanto ambos se dirigiam para uma parte mais central da ilha. - Me chamo Amber Yang. - Ela respondeu. -Então, garota. Gritarei por ai anunciando esse suposto novo chiclete, e você fica observando se alguém suspeito passa por perto. Se acontecer, você assobia. E assim que pudermos, arrancamos a cabeça da Babbaloo. De acordo? - Ele perguntou, e logo os dois chegaram em uma das ruas centrais da ilha. Diferente de onde ficava o bar de Zeca, ali haviam muito mais lojas e pessoas. Famílias andavam de um lado para o outro, assim como algumas pessoas desacompanhadas. Elas não tinham a menor ideia de que uma pessoa como Babbaloo estava na ilha.  

- De acordo. - E em seguida desapareceu no meio das pessoas. - Alô, alô cidadãos de Micqueot! Trago-lhes o novíssimo chiclete Infinite Taste! Assim como diz o nome, esse maravilhoso chiclete demora HORAS para que o gosto suma! Por dez mil berries, você leva cinquenta unidades! Isso mesmo, cinquenta unidades! Venha e não perca a chance! - Com a ajuda de sua lábia, logo varias pessoas olhavam, interessadas no produto. Uma garotinha puxava a camisa da mãe e apontava para ele, pedindo para ela comprar chiclete, mas as duas somente seguiam. As pessoas olhavam, mas logo seguiam caminho ao ver que o homem só trazia um único chiclete. - Ninguém? Então vamos melhorar essa promoção! Se você comprar cem unidades, paga cinco mil berries! - Parecia que aquilo não estava funcionando, e apesar da atenção, ninguém ia até ele, até que uma jovem loira e de pele clara veio até ele, com uma nota de 10.000 berries. - Dois pacotes, por favor. - Nitidamente não se tratava de quem estavam procurando, e Jin não tinha mais do que um chiclete para oferecer.
   

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyQui 30 Mar 2017, 22:41



Capítulo I: Life

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06 - Getting Darker and Darker...




Amber Yang, um nome bonito, para um rosto bonito. Nem ela nem Zeca me ajudaram de forma realmente importante, mas tanto faz. Quanto ao meu plano de tentar atrair a senhorita chicleteira não foi lá um grande sucesso. Tudo o que consegui fazer foi chamar atenção de uns aleatórios que passavam por lá, até que uma loirinha parou pra comprar chicletes comigo.


-Desculpe querida, acabou meu estoque, ficarei te devendo. -Diria, com uma cara triste -Enfim, talvez mais tarde eu possa te vender os chicletes, qual o seu nome? -Perguntaria, calmamente. Caso a moça tentasse puxar diálogos a mais, diria -Perdão, preciso buscar o resto do meu estoque. Voltarei mais tarde, assim poderá comprar seus chicletes, ok? -Diria, tentando me livrar da mulher. Se conseguisse, chamaria Amber de volta para me acompanhar. Se não conseguisse, assobiaria para a Chakran Lady, e quando ela olhasse para mim, sinalizaria com a cabeça para irmos para outro lugar.

Se durante nossa nova caminhada, Amber perguntasse o motivo de estarmos voltando, diria -Pensei em uma outra maneira de chegarmos até Babbaloo. Tenho um plano "C" caso esse também não dê certo, mas de qualquer forma, não vai ser lá algo muito agradável.

De volta ao bar de Zeca, diria sem enrolação -Estamos de volta! -Se Zeca perguntasse se completamos o trabalho capturado, giraria os olhos, ignorando a pergunta. -Olha, só pra deixar claro, eu já tinha pensado nisso, mas... -Faria uma pausa. -Eu não pensei que fosse precisar disso tão cedo. -Diria, fazendo um leve suspense. -Zeca... -Diria, olhando o barman diretamente nos olhos. -Preciso de acesso para o submundo. Agora. -Diria, sem escrúpulos. Se por algum motivo Zeca dissesse não saber sobre isso, insistiria. -Você tem contatos, e nós dois sabemos disso. Mexa seus pauzinhos por mim. -Se ele desse algum sermão, dizendo alguma coisa sobre perigos apenas diria -Corta essa. Preciso disso. -Prestaria atenção em tudo o que Zeca falasse, caso ele pudesse me ajudar.





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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptySab 01 Abr 2017, 18:07

 
 
 
Submundo!

 
 
   
O plano de Jin não parecia ter ido tão bem quando ele esperava, e a Kim não deu as caras. Sua publicidade atraiu apenas uma jovem loira, mas logo o espadachim deu um jeito de tentar mandar ela embora. - Desculpe querida, acabou meu estoque, ficarei te devendo. Enfim, talvez mais tarde eu possa te vender os chicletes, qual o seu nome? - A garota suspirou e guardou o dinheiro. - Você ficou ai gritando, não vendeu para ninguém e vem dizer que o estoque acabou? Faça-me o favor. - E logo em seguida foi embora. Com um sinal para chamar a atenção de Amber, a garota veio se aproximando. - Nenhuma movimentação estranha. É como eu e o negão dissemos, não vai ser fácil assim. - Jin começou a caminha de volta para o bar de Zeca. - Ta indo aonde? - Amber perguntou. - Pensei em uma outra maneira de chegarmos até Babbaloo. Tenho um plano "C" caso esse também não dê certo, mas de qualquer forma, não vai ser lá algo muito agradável. - Amber ficou curiosa em relação à suporta ideia do espadachim, mas se manteve calada. A busca não estava indo nada bem até o presente momento, então não havia mal em dar uma chance para esse plano. - Estamos de volta! - Anunciou Solari ao adentrar o bar. Diferente de quando entraram a pouco, quando o bar estava vazio, agora haviam duas pessoas no canto bebendo até não poder mais. - Como foi com o chiclete? - Jin se limitou a ignorar a pergunta. - Não deu em nada. - Amber respondeu. - Olha, só pra deixar claro, eu já tinha pensado nisso, mas... Eu não pensei que fosse precisar disso tão cedo. Zeca... - Jin deu uma pausa para manter o suspense. - Fala logo, desgraça! - Zeca pediu. - Preciso de acesso ao submundo. Agora. - Assim que fez o pedido, ambos Amber e Zeca caíram na gargalhada. - Para que tanto suspense para uma coisa dessas? - Amber disse, se recuperando da crise de riso. - Eu achei que era algo serio, porra! - Ele respondeu, ainda dando um risinho e outro. - Não precisa de tanto drama não. Saber acessar o submundo é essencial para caçadores. Agora serio. - Zeca se recuperou. - O maior centro do submundo da ilha fica no litoral leste, em um galpão abandonado. Não tem erro. Só não da bobeira lá. - Jin agora sabia a localização do lugar, e já podia colocar seu plano em ação.
   

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptySab 01 Abr 2017, 19:19



Capítulo I: Life

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07 - Don't Laugh At Me!




Ignorei a garota que veio comprar chicletes comigo. Ela notou que não havia vendido nada, ou seja, estava me observando. Desconfiei, de fato, mas não imaginei que ela fosse grande coisa. Na verdade, eu espero que não seja... De volta ao bar, eu sabia que o babaca do Zeca ia tirar onda com o negócio do chiclete. Enfim, não importa. O que eu realmente não entendi foi o motivo de ele e Amber rirem do meu pedido. O submundo era algum lugar sério, sombrio. Um lugar de negócios de magnitude maior do que eu poderia imaginar ou interferir. Pelo menos na teoria, porque aparentemente não era grande coisa para aqueles dois.


-Só isso, porra? Eu preciso de mais informações, Zeca. Quem controla a área, pessoas com quem devo tomar cuidado, conhecidos seus, tudo! -Diria irritado pela atitude do barman. -Ah, e eu também preciso de uma descrição melhor de onde é essa merda de galpão, eu ainda não sou vidente, muito menos sei me teleportar, imbecil! -Diria, com um tom mais brincalhão, mas ainda não havia esquecido da atitude de Zeca. Sempre me lembro de coisas que me tiram do sério, e as deixo bem guardadinhas na salinha de arquivos que tenho no meu cérebro. Não que eu tenha uma, isso é apenas uma demonstração da minha fértil imaginação.

Quanto a Amber, simplesmente ignorei a moça. Mal a conhecia, e tampouco sabia de suas habilidades, diferentemente de Zeca. Eu já havia construido uma pequena amizade com o mulato, e já me sentia a vontade de falar coisas que normalmente causariam confusões com estranhos.

Esperava que Zeca me desse informações suficientes para que eu não me sentisse pelado no meio de uma grande cidade. Eu precisava saber mais sobre o lugar e as pessoas. Me meter em encrenca na minha primeira "ida ao submundo" era a última coisa que eu gostaria de fazer durante essa caçada. Escutaria atentamente cada palavra de Zeca, e depois de terminada a conversa, seguiria até o tal lugar seguindo as instruções do barman.

Ao entrar, observaria os arredores, evitando olhar as pessoas nos olhos. Encarar desconhecidos perigosos não era lá algo muito inteligente a se fazer. Procuraria por algum informante, ou algum conhecido de Zeca, e se o achasse alguém que pudesse me dar informações sobre Babbaloo, diria. -Olá, colega. Preciso de umas informações, será que você as tem? -Esperava que o(a) sujeito(a) fosse perguntar o que ganharia em troca, e nesse caso -Fico te devendo um favor. -Diria, com um sorriso no rosto.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyDom 02 Abr 2017, 21:55




O trio das trevas!




As informações dadas por Zeca não haviam sido o suficiente para Jin, que pedia mais informações e informações mais detalhadas. Realmente era prudente estar bem preparado para quando fosse por os pés em um lugar hostil como o submundo. -Só isso, porra? Eu preciso de mais informações, Zeca. Quem controla a área, pessoas com quem devo tomar cuidado, conhecidos seus, tudo! Ah, e eu também preciso de uma descrição melhor de onde é essa merda de galpão, eu ainda não sou vidente, muito menos sei me teleportar, imbecil! - Terminou com uma brincadeira com o informante. - Oloko, ta bravinha? Calma aí então. - Zeca pegou uma vassoura e afugentou os dois bêbados, os fazendo sair do bar. Logo em seguida fechou a porta do lugar e fechou as cortinas. - Pronto, agora podemos conversar com tranquilidade. - O informante mexeu em algo debaixo do balcão e pegou um papel e um lápis. - No total existem três pessoas que regem o submundo de micqueot: Perigo, Sua Mãe e Grandão. Ninguém sabe o nome de verdade deles. Grandão é um agiota muito rico, mas é um anão. O nome é irônico, mas nunca o chamem de anão ou zoe sua estatura em hipótese nenhuma. Sua Mãe é a líder de uma frota de prostitutas que faz inclusive "entregas" em outras ilha. A influência dela alcança esse blue inteiro. Por último, Perigo é um contrabandista. Ele vende de quase tudo, então se existe, ele vende. Se forem falar com alguém lá, falem com ele. Ele é malandro, e amigo meu.

Zeca começou a desenhar algo no papel que parecia mais linhas sem sentido no início. - Não falei tanto de exatamente onde é porque é bem óbvio. Quando chegar perto vai saber exatamente qual deles é, mas se insiste eu fiz um mapa improvisado. - Zeca virou o papel na direção dos dois e só então os rabiscos começaram a fazer sentido. As linhas eram as ruas, e o mapa usava como base a rua principal onde dava na Adega One. No canto havia uma área circulada escrito "aqui". - Ah, e já ia esquecendo. Quando chegar lá vão pedir uma senha. Diga "você não sabe e nem eu". Digo e repito: não faça merda. Boa sorte. - Com um aceno, Zeca abriu o bar de novo e os dois partiram. Indo na direção indicada por Zeca, Jin e Amber chegaram na rua onde estava o galpão, e logo ficou claro o que Zeca queria dizer quando disse que saberiam onde era quando chegassem. A rua possuía várias casas e lojas em bom estado, mas no final da rua havia um grande galpão de dois andares caindo aos pedaços. Era a única coisa por ali que tinha um nítido aspecto de abandonado. Ao se aproximarem e baterem e baterem na porta, ela se entreabriu um bocado e puderam ver um olho. - Qual é a senha?



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptySeg 03 Abr 2017, 18:57



Capítulo I: Life

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08 - Going Deeper




Finalmente comecei a fazer progresso. Zeca me deu informações decentes dessa vez, e poderei seguir em frente com minha caçada. Só espero que ninguém tenha encontrado Babbaloo ainda. Perigo, Sua Mãe e Grandão. Os três pilares do submundo de Micqueot, pensei sobre eles durante todo o caminho. Segundo Zeca, Perigo é seu amigo, então talvez eu consiga algo com ele. Quando cheguei no galpão abandonado em meio a casas bem cuidadas, pediram-me uma senha, do mesmo jeito que o barman havia me indicado.


-Você não sabe e nem eu. -Diria com convicção. Assim que abrissem a porta, entraria, e acenaria com a cabeça como uma saudação. -Desculpe incomodar, mas sabe onde posso encontrar o Perigo? -Perguntaria educadamente. Se conseguisse a informação de primeira, seria ótimo. Mais enrolação e eu acabaria perdendo Babbaloo. Porém, se eu não conseguisse a informação de primeira, sairia perguntando a todos, até conseguir a informação. Algo que não deveria demorar muito tempo, já que se tratava apenas de um galpão...

Se não permitissem que eu visse Perigo, insistiria para que me deixassem vê-lo. -É importante, questão de vida ou morte... -Diria utilizando minha lábia. Se mesmo assim não conseguisse, deixaria de lado e pediria para que passassem um recado para Perigo. - -Ao menos passe minha mensagem para ele, por favor. Diga que Zeca Pagodinho me mandou.

Se conseguisse me encontrar com Perigo, começaria a conversar com o sujeito de forma educada. Não queria problemas ali, e com respeito se consegue tudo. -Você é o Perigo, certo? -Perguntaria. Se a resposta fosse sim, continuaria. -Estou fazendo um trabalho, e Zeca Pagodinho disse que você poderia me ajudar. -Diria calmamente. Se ele perguntasse que tipo de trabalho eu estava fazendo, responderia. -Estou caçando uma pessoa. ­-Olharia para os lados, vendo se não havia alguém por perto. E então, falaria baixo para que ninguém ouvisse. -Estou caçando Kim Hanza. A Babbaloo. -Então voltaria a postura normal. -E então, pode me ajudar? -Se ele dissesse que sim, continuaria. -Tem alguma informação que possa me ajudar a encontrá-la? -Se ele tivesse alguma, ouviria com atenção. Eu realmente esperava que ele tivesse algo diferente de "ela é viciada em chicletes". Por conta dela, eu nunca mais mascaria um chiclete na vida.

Eu também esperava que ele fosse querer algo em troca. Se ele comentasse algo sobre "a informação não ser de graça", eu perguntaria. -O que posso fazer por você? -E então, ouviria atentamente também.

Por fim, se tivesse conseguido informações relevantes sobre Hanza, sairia dizendo -Obrigado pelas informações. -E se ele tivesse me pedido algo, diria. -Farei o que me pediu o mais rápido possível. Nos vemos em breve! -E então iria atrás de Hanza, novamente.

A verdade é que eu estava um pouco nervoso. Eu estava demorando demais para conseguir algo sobre aquela mulher e era a primeira vez que eu tinha dificuldades em rastrear uma pessoa. O que será que Buda estava planejando para mim? Bom, eu torcia para que tudo desse certo. E até pedi para meus antepassados para me guiarem. Enfim percebi, que essa é a diferença de pequenos peixes para alguém que valia oito milhões. Eu tremia de excitação, só de pensar no desafio que estava perseguindo.

Enfim, caso encontrasse Hanza, me manteria longe, apenas a observando e estudando seus movimentos.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyTer 04 Abr 2017, 22:06

 
 
 
Perigo!

 
 
   
Jin e Amber se viam diante do galpão abandonado onde se encontrava o foco do submundo da ilha. Certamente não era um local acolhedor, mas era onde eles precisavam estar caso quisessem informação. - Você não sabe e nem eu. - Jin respondeu de imediato quando perguntaram a senha. O homem que estava do outro lado da porta fechou ela por um segundo, Jin e Amber ouviram um som de "clic" e o homem abriu a porta pela metade. - Vamos, vamos. Não tenho o dia todo. - O homem apressou os dois. - Desculpe incomodar, mas sabe onde posso encontrar o Perigo? - O espadachim perguntou enquanto os dois entravam e o homem fechava a porta novamente. - Segundo andar subterrâneo. - O home disse, apontando uma escada. - Vamos. - Amber chamou, e os dois desceram pela escada. Jin imaginava que o lugar seria pequeno por ser um galpão abandonado, mas havia crescido bastante pelo subterrâneo. Quem usava o local não era quaisquer, afinal, e sim pessoas muito ricas. Pareciam ter quatro andares subterrâneos no total pelas inscrições que viram na escada, mas os dois não precisaram descer tudo isso, parando no andar –2. O lugar era uma area ampla de teto relativamente alto, cerca de um metro acima da cabeça de Jin, e bem decorado. Apesar de ser no subsolo e ter sido escavado na pedra, o local não aparentava tal aspecto. Por toda a extensão do local haviam barracas de vendedores vendendo todo tipo de coisa, desde ursinhos de pelúcia até armas e drogas. Era possível ver de quase tudo. Andando pelos corredores de barracas, os dois caçadores iam indo mais fundo pelo andar, e parecia que quanto mais se afastava da entrada, mais coisas ilegais, caras, proibidas e chiques eram vendidas. Era algo realmente de cair o queixo. Chegando no final do andar, os dois viram uma área muito mais chique e extravagante do que o resto do andar inteiro junto, e a entrada era protegida por dois guardas enormes e robustos. Quando Jin tentou entrar, um deles colocou a mão na frente e tampou a passagem.  

- Onde pensa que vai? Aqui é a sala do Perigo. Para entrar só com um convite dele. - O guarda avisou, com olhar de poucos amigos. - É importante, questão de vida ou morte... - Jin pediu, mas aquilo não seria o suficiente. - Então morre. Sem convite não entra. - O guarda respondeu. - Ao menos passe minha mensagem para ele, por favor. Diga que Zeca Pagodinho me mandou. - Os dois guardas se entreolharam por um instante. - Fica aqui de olhos neles. Vou falar com o chefe. - O guarda entrou e depois de um tempinho voltou. - O chefe mandou os dois entrarem. - Com um ultimo olhar intimidador, os guardas abriram passagem para os dois entrarem. - Esse seu amigo é influente, né? - Amber disse, com um sorriso. Os dois passaram por um corredor e chegaram em outra porta. Ao entrarem deram de cara com o que parecia uma sala de estar enorme e chiquíssima. Sofá de veludo, um bar com um barman servindo taças, varias obras de arte pelas paredes, um grande tapete cobrindo o chão e um homem com jaqueta, boina e óculos escuros sentado no sofá com uma mulher de cada lado. - Kk eae men. - Ele disse, se levantando e deixando as duas mulheres no sofá. - Seis são mesmo conhecidos do Zeca? Bem, se não fossem não iriam nem saber quem ele é. O maluco é brabo. - Perigo pegou um drink e bebeu em um gole só. - Podem beber o que quiserem. Sentem ai. Vamos falar de negócios. - Ele disse, e se sentou de novo entre as mulheres. Amber foi até o bar e pediu uma dose para beber. - Você é o Perigo, certo? - As duas mulheres que estavam com ele começaram a rir, e Perigo deu um sorrisinho. - Se eu sou o Perigo? É claro que sou o Perigo. Ou você acha que um qualquer teria isso tudo. - Ele fez um movimento de mãos mostrando o lugar, ainda com o braço ao redor das duas mulheres. - Gostei. Se referiu a mim como "você", e não de uma forma formal. Formalidade é o caralho. Só não abusa, beleza? - Ele avisou. Amber terminou de beber e foi para o lado de Jin.  

- Estou fazendo um trabalho, e Zeca Pagodinho disse que você poderia me ajudar. Estou caçando uma pessoa. - Jin disse. - Não sou eu, né? - Perigo disse, zombeteiro e com um sorriso no rosto. - Estou caçando Kim Hanza. A Babbaloo. E então, pode me ajudar? - Perigo ficou mais sério e parou de sorrir seu sorriso zombeteiro. - Vão para o quarto, garotas. Já já estou indo. - As duas mulheres se levantaram e entraram em uma porta. - Vamos deixar as coisas bem claras, beleza? Em situações normais eu teria mandado chutarem a bunda de vocês para não me incomodarem, e se insistissem eu mandaria silenciar os dois. Não fiz isso porque foi Zeca que mandou os dois, e se ele confia em vocês, não devem ser merdinhas quaisquer. Poder ajudar eu posso, a questão é se vou. Minha ajuda não é de graça, como devem ter imaginado. - Ele estavam bem serio, e seu olhar era intimidador. - O que posso fazer por você? - Perigo deu um sorriso de satisfação. - Ótimo. Agora estão falando a minha língua. A parada é o seguinte. Semana passada a Sua Mãe veio até mim querendo uma roupa de empregada tamanho extra extra extra grande, e resolveu comprar fiado. Como bom malandro, eu deixei e coloquei o prazo de uma semana. Já se passaram duas semanas e a vagabunda nem me deu explicação. Vocês vão lá falar com ela. Ou ela paga o preço em dobro, ou devolve a roupa com uma multa. Ela sabe quanto me deve, não se preocupem. Se me trouxerem o dinheiro ou a roupa, eu ajudo os dois a chegarem na Babbaloo. Beleza?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyQua 05 Abr 2017, 20:19



Capítulo I: Life

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09 - Roundabout




Aquele galpão era muito maior do que eu havia imaginado. Uma grandiosa rede subterrânea, que apesar de estar enterrada a bem mais que sete palmos do chão, era tão viva quanto um mercado ao ar livre. Não me sentia confortável num lugar assim, mas não tenho tempo para frescura.

Encontrar Perigo não foi problema. Problema mesmo foi o babaca do segurança, que me tratou mal. Não que eu esperasse um tratamento de princesa, mas ser um filho de uma puta com qualquer um não é lá algo que eu defendo. Quando citei o nome de Zeca, consegui entrar e conversar com Perigo. Como eu esperava, pra conseguir a informação eu teria que fazer algo para ele.



-Demorou, chefia. -Diria, assumindo uma postura menos formal. -Tem algo a mais que eu tenho que saber sobre a tal Sua Mãe? -Perguntaria. Se ele tivesse algo a mais a acrescentar sobre a mulher, eu escutaria atentamente. Se não tivesse, diria -Beleza. Considere o trabalho feito. Ah, uma coisinha a mais. Se ela tiver seguranças como você e os idiotas não me deixarem entrar de modo algum... O que devo fazer? -Perguntaria. -Quer dizer, eu não tenho problema algum em decapitá-los, mas sei que isso seria um problema pra você. -Escutaria a resposta de Perigo, e então com um aceno com a cabeça, sairia do lugar.

Se Perigo tivesse me dado a localização de Sua Mãe, iria direto para o local. Se não, perguntaria pra algum dos seguranças. -Sabe me dizer onde Sua Mãe está? -Diria. Esperava que o segurança não entendesse errado, mas se caso fizesse, diria -Não, seu imbecil. Não estou falando da sua mãe, e estou falando da SUA MÃE. -E se não conseguisse a resposta, sairia perguntando novamente.

Essa rotina de sair perguntando sobre os outros estava me dando nos nervos. Ao menos, em breve isso acabaria. Perigo me pareceu um aliado útil, assim como eu pretendia me mostrar para ele. Eu tinha a intenção de criar uma amizade com ele, afinal, nunca se sabe quando precisará de um amigo. Ele não era como eu havia imaginado, digo, ele não exalava poder. A aparência do rapaz era simples, mas sua atitude e seu jeito mostravam como ele havia chegado na posição que está hoje.

Senti que ignorava Amber demais. Decidi conversar com a moça, só pra quebrar o gelo. -Zeca é foda. Se não fosse por ele, eu ainda estaria perdido pelas ruas de Micqueot, procurando por Vicky. -Diria para Amber, respondendo seu comentário de antes. Se ela me perguntasse quem era Vicky, responderia -Minha primeira captura. Peixe pequeno, valia um milhão e quinhentos mil. Não foi muito difícil, e de quebra livrei um babaca que ela havia capturado.

Caminhar com Amber durante todo esse tempo me fazia lembrar mais e mais de Kuina. Eram boas memórias, mas faziam com que eu me sentisse mal. Só não me sentia pior porque Kuina era uma verdadeira faladeira, e Amber está longe disso. Percebi então que havia me esquecido do rosto de minha amada, e esqueci também de sua voz. Algo que eu pensei que nunca me aconteceria, e isso me deixava ainda pior, mas eu não podia deixar isso exposto. Precisava controlar meus nervos e esquecer isso por enquanto.

Se depois da caminhada, conseguisse achar Sua Mãe, e ela tivesse seguranças assim como Perigo, não enrolaria. -Preciso falar com Sua Mãe. Perigo me mandou, e ela sabe qual é o assunto. -Se os seguranças negassem minha entrada, insistiria. -Ah colega, corta essa. Você sabe o que pode acontecer se vocês irritarem o Perigo, não sabem? Ou até mesmo a Sua Mãe. É um assunto importante, e vocês não vão querer deixá-la desatualizada, vão? -Diria, utilizando minha lábia. -Imagina só se algo ruim estivesse prestes a acontecer e Sua Mãe não ficasse sabendo? Que tragédia que isso seria...

Se conseguisse entrar, conversaria educadamente com Sua Mãe. -Olá, desculpe incomodá-la, mas estou aqui para cobrar sua dívida com Perigo. -Diria simplesmente, sem enrolação. -Perigo disse que a senhora sabe o quanto lhe deve, então... -Faria uma pausa, esperando alguma resposta da mulher.

Como ninguém gosta de ser cobrado, eu esperava alguma reação ruim de Sua Mãe. Então, caso ela atacasse, tentaria bloquear utilizando minha espada, ou tentaria me esquivar para os lados. Não atacaria, pois ainda tinha em mente que não deveria criar problemas.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptyQui 06 Abr 2017, 21:26

 
 
 
Minha mãe?

 
 
   
Perigo havia informado qual trabalho eles deveriam executar, e Jin estava pronto. - Demorou, chefia. Tem algo a mais que eu tenho que saber sobre a tal Sua Mãe? - Perigo foi até o barman e pegou um drink. - Ela é temperamental e bastante explosiva, então evitem falar algo que ela possa se irritar. Mas não demonstrem medo. Se ela perceber que estão com medo ai que vocês vão estar fodidos. - Ele respondeu. - Complicado... - Amber murmurou. - Se fosse fácil eu já teria feito. Mas podem ter certeza que se me ajudarem, chegam na Kim em um piscar de olhos. - Perigo abaixou um pouco os óculos escuros, olhou bem para os dois e em seguida colocou os óculos de novo. -Beleza. Considere o trabalho feito. Ah, uma coisinha a mais. Se ela tiver seguranças como você e os idiotas não me deixarem entrar de modo algum... O que devo fazer? Quer dizer, eu não tenho problema algum em decapitá-los, mas sei que isso seria um problema pra você. - Jin perguntou. Obviamente seria um problema se nem ao menos conseguissem falar com ela. - Não se preocupem. Se falarem que foram enviados por mim ela vai receber vocês. Digamos que se ela se recusar a recebe-los, ela vai estar cavando a própria cova. Mesmo o submundo tem regras. - Perigo deu um sorriso reluzente para eles. - Boa sorte, mas se me dão licença eu tenho duas garotas para me divertir. Jimmy, avise aos guardas que os dois tem permissão para entrar. - Perigo disse ao barman, que balançou a cabeça em afirmação. Perigo entrou no quarto em que as duas mulheres tinham entrado e Amber e Jin saíram dali, voltando para a confusão de estandes e barracas de produtos contrabandeados.

- Beleza, mas onde diabos encontramos a Sua Mãe? - Amber perguntou em voz alta. Jin se virou para os seguranças que protegiam a entrada da sala de Perigo. - Sabe me dizer onde Sua Mãe está? - Ao dizer isso, o guarda que já parecia irritado com eles ficou ainda mais. - A minha mãe? O que diabos quer com a minha mãe? - Era uma confusão compreensível, já que o codinome da mulher era um tanto peculiar. - Não, seu imbecil. Não estou falando da sua mãe, e estou falando da SUA MÃE. - Jin repreendeu, sem paciência. - Ah! Podia ter dito antes! Ela fica no quarto andar subterrâneo. - Com a resposta, os dois foram andando de volta para as escadas. - Meio burrinhos, né? - Amber comentou quando se afastaram o suficiente, com um sorriso debochado. Enquanto desciam o lance de escadas de pedra, Jin decidiu tentar quebrar o silencio que havia se formado entre os dois caçadores. - Zeca é foda. Se não fosse por ele, eu ainda estaria perdido pelas ruas de Micqueot, procurando por Vicky. - O espadachim comentou. - Percebi. Mas quem é Vicky? - A garota perguntou. - Minha primeira captura. Peixe pequeno, valia um milhão e quinhentos mil. Não foi muito difícil, e de quebra livrei um babaca que ela havia capturado. - Ele respondeu. - É, pelo visto ele não serve só para peixes pequenos. - Amber comentou. Então os dois viram algo bastante estranho. Enquanto desciam as escadas, ambos o primeira andar subterrâneo, que não sabiam de que era, e o segundo, que era d Perigo, era bem cheios e movimentados. Os grandes salões esta cheios de pessoas, entretanto o terceiro andar subterrâneo estava completamente vazio. Não que tivessem poucas pessoas. Estava literalmente deserto. Nem barracas haviam ali, somente um espaço de pedra vazio. - Estranho. - E logo que Amber disse a palavra, a mesma se repetiu varias vezes pelo eco do salão vazo. - Vamos logo. Esse lugar esta me dano arrepios.

Descendo mais um lace de escadas, Amber e Jin viram um lugar um bocado diferente dos outros andares. Em vez de um grande salão, aquilo parecia uma sala de espera um pouco maior do que o normal. Haviam uma maquina para pegar senha, muitas cadeiras pra os clientes esperarem terem as senhas chamadas e uma secretaria. A mulher tinha uma enorme pilha de papeis, assinava eles sem parar e vez ou outra anunciava uma senha. O dono da senha ia até a mulher, ela dava uma chave para ele e o homem ia para um dos dois longos corredores que se encontravam em ambos os lados da sala de espera. Logo ao lado do balcão da secretaria parecia ter outra sala, mas ao invés de uma porta, havia uma cortina de ceda separando os dois cômodos. Os dois caçadores se aproximaram da secretaria.- Symone Waller, pois não? - A mulher perguntou, sem nem olhar para os dois. - Preciso falar com Sua Mãe. Perigo me mandou, e ela sabe qual é o assunto. - A mulher pela primeira vez parou de assinar os papeis por um instante e os olhou. - Tem horário marcado? - A mulher, logo após perguntar checou uma lista. - Pelo visto não. Sem horário marcado, sem reunião. - Ela deu o veredito. - Ah colega, corta essa. Você sabe o que pode acontecer se vocês irritarem o Perigo, não sabem? Ou até mesmo a Sua Mãe. É um assunto importante, e vocês não vão querer deixá-la desatualizada, vão? Imagina só se algo ruim estivesse prestes a acontecer e Sua Mãe não ficasse sabendo? Que tragédia que isso seria... - Jin tentou convence-la, mas ela somente levantou as sobrancelhas. - Se fosse algo importante mesmo, o próprio Perigo teria vindo. Se é só isso, eu tenho trabalho a fazer. - E voltou a assinar os papeis. Parecia que não seria fácil convencer aquela mulher, mas Amber se apoio com os cotovelos na mesa dela e olhou fundo nos olhos dela. - Deixa eu ver se entendi. Você esta impedindo uma reunião de negócios com representantes enviados por Perigo porque não tem horário marcado? Se é algo importante ou não, a própria Sua Mãe deveria decidir, não é? Até por que, você não deve querer arranjar problemas para ela. Até o submundo tem regras. - Amber terminou com uma piscada para a mulher, enquanto sorria.

Symone rangia os dentes, mas por fim pegou um den den mushi. - Chefe, Perigo mandou o pessoal dele. - Alguém falou com ela do outro lado da linha e logo a secretaria apontou para a cortina de seda rosa. - Podem entrar. - Agora que os dois estavam mais perto e olhavam com atenção, o tecido era meio translucido, e era possível ver algumas coisas do outro lado. Além de alguns objetos, era possível ver a silhueta de uma pessoa enorme, com pelo menos 2 metros e muito robusta. Parecia que Sua Mãe tinha um enorme guarda-costas para protege-la. Abrindo a cortina e entrando na outra sala, Amber e Jin puderam ver que a pessoa se tratava da própria Sua Mãe, que atingia os 2 metros sentada. Em pé parecia que podia atingir até cerca de 3 metros e meio, o que a tornava uma figura extremamente imponente. - O que o Perigo quer? - A mulher disse, em uma voz anormalmente grossa para uma mulher. - Olá, desculpe incomodá-la, mas estou aqui para cobrar sua dívida com Perigo. Perigo disse que a senhora sabe o quanto lhe deve, então... - Era obvio que a roupa de empregada à qual Perigo se referiu era a própria roupa que ela estava usando. - E o que o faz pensar que eu pretendo pagar? Diga para ele considerar isso como um presente. Ele deveria ficar mais do que agradecido de eu não ter chutado a bunda dele daqui. - Ela respondeu. Pelo visto a negociação não seria nada facil.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Life   Capítulo I: Life - Página 2 EmptySex 07 Abr 2017, 00:01



Capítulo I: Life

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10 - Mom's Spaghetti




Perigo nos disse que Sua Mãe é uma mulher muito temperamental, e que não podemos expressar medo. A frieza foi uma deficiencia que eu readquiri quando Kuina partiu. Talvez essa deficiência me fosse útil para encarar Sua Mãe. Já Amber... A garota me parecia ser emotiva demais. Mas eu esperava e torcia para que estivesse errado. Eu estava gostando cada vez mais da maneira que Perigo encara as coisas, e isso só me mostra o quão útil será tê-lo como aliado.

Enquanto eu e Amber descíamos mais e mais no subterrâneo daquele galpão, nos deparamos com um andar totalmente vazio. Deserto. Isso me chamou muito a atenção, e fiquei encucado com isso. O que será que tinha acontecido ali? Por que motivo aquele andar era o único deserto, até então? Fiquei realmente curioso, mas o tempo era curto, e eu não podia desperdiçá-lo.

Quando finalmente chegamos ao local onde Sua Mãe estava, fomos recebidos por uma secretária... E que secretária. Eu nunca fui acostumado a ver mulheres como aquela, muito menos conversar com alguma, sendo que as únicas mulheres com quem realmente tive uma conversa decente antes foram minha mãe e Kuina, que não chegavam nem perto do... porte, dessa secretária. Devo ter olhado umas duas, três... dezessete vezes para lugares que eu não deveria olhar, mas fazer o que, sou um adolescente com os hormônios a flor da pele. Me enrolei com as palavras, de fato, mas por sorte Amber estava ao meu lado pra fazer as coisas funcionarem. Foi aí que conhecemos a verdadeira Sua Mãe.

Como esperado, ela não pretendia pagar nada.




Como Sua Mãe é feia. Puta. Que. Pariu. Não sei nem se eu deveria chamá-la de mulher, porque sem dúvida alguma, Sua Mãe é mais máscula que eu. Por fora, eu estava com um ar sério, querendo acabar logo com isso para encontrar Babbaloo. Mas por dentro? Ah, por dentro eu me sentia como se estivesse num circo, com um gorila como atração principal. Que por coincidência, era o mesmo animal com que Sua Mãe se parecia.

Me perguntava, como caralhos alguém tão... Tão exótica, como a tal Symone, a qual eu quase não consegui tirar os olhos, trabalhava para Sua Mãe? Quando Zeca citou a goril.... Mulher, eu pensei numa figura materna, com aparência frágil, mas de caráter extremamente forte. O que eu estava presenciando era uma verdadeira aberração, e eu não sabia se dava risada, ou se vomitava com a aparência daquela criatura abominável.

-Então, parece que temos um problema aqui, senhora. -Diria, educadamente, evitando demonstrar meu desprezo. -Como devo chamá-la? Sua Mãe é adequado para isso? -Perguntaria retoricamente. -Bom, como é óbvio, se Perigo me mandou aqui para cobrar da senhora algo que ele havia lhe dado anteriormente, é porque não era um presente. -Diria calmamente, enrolando e tentando evitar que a mulher se estressasse. A verdade é que eu não via uma maneira de não deixar a mulher uma pilha de nervos, e eu esperava que Amber me ajudasse a apaziguar a situação. -Desculpe-me a ousadia, mas creio que a senhora é quem deveria ficar agradecida, por não ter quebrado uma regra...

Nesse ponto, eu esperava tudo daquela velha. Se ela começasse a me ameaçar, ou começasse a agir de forma agressiva, tentaria acalmá-la. -Acalme-se, não há motivo para nos alterarmos. Vamos somente ter uma conversa civilizada, OK? -Desenrolaria todo o diálogo utilizando minha lábia. Precisava do máximo do meu poder de persuasão nesse exato momento, e minhas palavras tinham de ser as mais precisas. -Veja bem. A senhora provavelmente tem alguns favores a trocar com Perigo, já que são os pilares do submundo. Certo? -Faria uma pausa para que a maldita velha pensasse. Não esperava uma resposta. -Sendo assim, a senhora não acha que seria melhor pagar o valor para Perigo, ao invés de utilizar um favor, que poderia ser utilizado em algo ainda maior, do que somente a vestimenta que a senhora está usando, como por exemplo... -Faria uma pausa para pensar em algo. -Hmm, uma troca de informações? -Diria, com a mão no queixo, esperando que a velha respondesse algo.

Se a velha concordasse com meus termos, pegaria o pagamento e sairia de lá o mais rápido possível. Mas se não concordasse, continuaria com a negociação. -Pense bem, senhora. É algo muito... -Eu ia dizer "pequeno", mas a velha é tão imensa que essa palavra não se encaixaria muito bem no contexto. -Banal, causar uma confusão por conta de uma roupa não é lá algo muito certo a se fazer... -Diria, observando a mulher. Eu realmente não pretendia batalhar, mas se caso fosse necessário, eu deveria ao menos tentar encontrar algum ponto fraco.

Se mesmo depois de meus argumentos, Sua Mãe insistisse em não pagar sua dívida com Perigo, começaria a ameaçá-la. -Olha, senhora. Eu não queria partir para esse lado, mas não tenho escolha. -Diria, balançando a cabeça, deixando que meus cabelos longos cubrissem minha face. -Tenho um Den Den Mushi aqui, comigo, prontissimo para ligar para Perigo. -Mentiria. -A senhora sabe tão bem quanto eu, que se eu dissesse para meu querido amigo que a senhora se recusou a me deixar entrar, a senhora estaria em grandes problemas. -Diria, calmamente. Se ela se alterasse, pediria. -Acalme-se, permita-me continuar. -Respiraria, e jogaria meus cabelos por cima do ombro direito. -Agora, imagine. Se eu fizesse essa mesma ligação, e dissesse que além de não permitir que eu entrasse, a senhora ordenou que seus capangas me eliminassem... -Continuaria com toda a calma do mundo. -Seria uma grande infração, já que sou um dos homens de Perigo, e provavelmente teriamos que envolver Grandão nesse assunto banal. Afinal, a senhora sabe dos procedimentos. -Diria, com convicção. -Então... A senhora quitará sua dívida com Perigo, ou realmente teremos que iniciar um conflito por conta de algo tão frívolo?

Com essas considerações finais, esperava que a velha finalmente cedesse aos meus argumentos e pagasse a dívida. Se ela pagasse, sairia de lá e iria direto para o escritório de Perigo. Se não, faria a ameaça final e sairia de lá, para passar a informação para Perigo. -Bom, já que a senhora não vai pagar, parece que nos encontraremos novamente muito em breve.

Caso, em algum momento Sua Mãe ou seu segurança atacassem, utilizaria minha espada para tentar bloquear. Não atacaria em momento algum, e somente me defenderia dos ataques de ambos. Também ordenaria para que Amber não atacasse.

Por fim, se conseguisse, de alguma maneira, convencer Sua Mãe a pagar o preço, agradeceria a Buda e a meus antepassados por essa conquista, e por esse passo a mais na caçada à Babbaloo. (Afinal, convencer esse mamute não seria algo fácil a se fazer).




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