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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Suchiro
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQua 08 Fev 2017, 16:10

“Eu tinha conseguido o que queria, aquele merda ia sangrar ate a morte, sem ajuda da Evangeline ali aquilo seria um problema daqueles pra ele, eu tinha escapado com alguns ferimentos leves, nada que uma boa atadura e pomada não resolvessem, agora só faltava acalmar as coisas com Auron. Aquela morfina mais ajudou que atrapalhou.”

Eu olharia minhas pistolas, para ver se alguma delas ainda estava com munição faltando. “Era mais por paranoia temporária, não posso lutar com Auron, ele é mais forte, e mais rápido, mas ele luta com adagas, se me afastar talvez consiga falar com ele. Eu sou ótimo nisso afinal.” Eu calmamente sumiria no andar térreo, e depois procuraria algum caminho para subir ainda mais, usando alguns caixotes, e se necessário, usando minhas garras para escalar alguns metros. Não queria subir muito, apenas ficar alguns metros acima do convés e longe dos cascos do Auron.

Assim que subisse, eu tiraria uma das pistolas da mão, e pegaria o Flavor Dial, e então sugaria todo a fumaça para dentro, para não desperdiçar o que poderia a ser útil depois. “Nada de ameaças, você esta certo aqui, ele inclusive fugiu.” Se eu não conseguisse subir, eu não retiraria a fumaça e ficaria em um lugar escondido no andar inferior, de onde eu poderia ser escutado, mas não visto. Esconderia-me atrás de caixotes ou outras coisas nessa situação, para que nem pudessem ver minha sombra na fumaça, já que estava no andar inferior, que além da fumaça, seria mais escuro.

- Ei Auron, para que essa exaltação? Foi o navio, ne? Desculpa isso ai, se ficou realmente irritado com isso... Se quiser eu pago o conserto quando chegarmos á primeira ilha. Ta mais calmo agora? – Daria uma breve pausa, erguendo lentamente a arma na vertical, colocando o cano para cima. – Desculpa cara, mas eu tive que fazer aquilo, eu avisei que ia fazer aquilo. Ele quase estragou nosso plano em Lvneel, eu relevei. Depois ele e a namoradinha dele ameaçaram me matar no castelo, eu relevei. Eu salvei esse pau no cu de cair da reverse e ele continuou agindo como se eu tivesse matado a mãe dele, eu relevei. A gente sai para recrutar novos parceiros e ele mata os reféns que você mandou explicitamente não matar, mandou eu e você tomar no cu e ainda se achou na razão, tu queria que eu ficasse quieto? – Começaria a apontar para o Farol. – Ele ainda manda a mina dele te atacar, te ataca e depois foge cagando sangue com medo de uma batalha que ele mesmo causou? E você quer vir brigar comigo?– Diria em um tom confuso. – Em que momento eu tentei te matar? Ou mandar a Dandara te matar? Eu te ajudo a matar o rei do mar, a acabar com um reino, e matar um tenente arrombado da marinha e você quer ficar do lado do cara que só ta fodendo com tudo e tentar me atacar

Só tô tentando entender como você fica mais puto com um buraco a mais nesse navio que eu posso pagar pelo conserto, mas não fui eu que desacatei uma ordem direta do capitão, e ainda atacou o capitão junto com a namoradinha. – Eu ergueria os braços, balançando as mãos abertas. “Não fazia sentido ficar tão puto comigo quando o Ryuza tinha feito algo bem pior e diretamente contra o Auron.” - Eu te ajudei em todo momento, fiz tudo para que tudo desse certo, e ele fez exatamente o contrario, e nem sei por que estou falando isso pra você... Por que você sabe disso.

Na situação que estivesse escondido, e ele me encontrasse, eu faria um salto com força em ambas às pernas, e rolando meu tronco para ficar longe dele, me levantando e então correndo em direção das escadas, se ele estivesse na forma de cavalo, seria mais difícil para ele subir uma escada com cascos.

Se eu estivesse em um lugar alto, nem precisaria fugir ou correr, ele poderia tentar subir, provavelmente. Quando ele fosse colocar as mãos em algum lugar para se apoiar e tentar subir, enquanto ele faria força para subir, a minha pessoa daria um salto para outro teto como aquele que estivesse pisando, e faria isso múltiplas vezes ate ele ficar cansado dessa palhaçada.

Se ele tentasse arremessar qualquer coisa em mim, como Ryuza havia feito, ele não tinha granadas como Ryuza.“já tinha visto ele ate debaixo de lama, então se tivesse qualquer merda dessas, já teria sido ativadas ou estragadas, e também nunca tinha usado disso.” Eu daria apenas um passo para o lado, e faria um movimento com a coluna me entornando um pouco para trás e depois olharia para o que ele havia jogado e para ele.

Em situação onde ele conseguisse me acertar, eu diria:

Serio, serio que você fez isso? Que porra Auron, vamos conversar feito gente civilizada, que tal? – Diria novamente erguendo os ombros e um pouco os braços e recuando para trás.
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Hoyu
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Hoyu

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQui 09 Fev 2017, 21:43



Ryuza – Farol


Ryuza estava começando a ficar desesperado. A situação não estava nem um pouco para  gatuno nem para Eva, e ambos precisavam de ajuda urgente, ajuda essa que provavelmente não receberiam do bando no momento. Com isso em mente, Ryuza levou Eva até o grande farol que via do barco, em busca do homem que o marinheiro havia citado anteriormente. Após discutir com Yang, o jovem finalmente chegou na construção, onde havia um homem gordo sentado em uma cadeira e lendo um jornal. O homem não parecia tão imponente quando os marinheiros descreveram, mas para morar ali por tanto tempo alguma coisa deveria ter. - Com licença. Sabe onde posso encontrar um homem chamado Karthus? Ou alguém que possa me ajudar? - O homem abaixou o jornal e olhou ele de cima a baixo, sem medo nenhum que o pirata o atacasse, por estar ferido demais. - Hoje está bem agitado, hein? Eu sou Don Karthus, mas a ajuda vai depender. - Percebendo que encontrara o homem, Ryuza continuou com o pedido. – Senhor, poderia me ajudar? Como pode ver não estou muito bem... E ela... Pode leva-la para algum lugar para descansar? Quem sabe ver se ela tem algum ferimento grave. - Mas logo se apressou em concluir. - Posso te recompensar. - O homem deu uma risada. - Pelo menos este está preparado. Escute aqui, garoto: Se quiser algo de mim, vai ter que fazer uma aposta. Eu aposto o que você quer e você aposta algo que me interesse. Normalmente eu colocaria você para lutar com algum vagabundo daí, mas você nitidamente não está em condição para isso, e parece ser bem mais esperto do que o último. Proponho um duelo de charadas. Eu começo com uma charada, e se você acertar, eu faço um pedido seu, mas só um, já que fez muitos. Depois você faz uma charada, e se eu acertar você me dá... vejamos... 5.000.000 de berries. Se eu conseguir fazer você errar, você me dá todo o dinheiro que você tem, mas se você conseguir fazer eu errar, eu te ajudo no que precisar e ainda te dou um bônus. O que acha? Na situação em que vocês estão, é uma ótima aposta. - Caso o jovem não aceitasse, Don Karthus faria cara feia. - uma pena. Boa sorte com esses neandertais que moram no farol. - Caso ele aceitasse, Don Karthus daria um sorriso e diria. - Ótimo! Eu começo. Seu primeiro pedido havia sido acomodar essa garota, não é? Bem, tanto faz. Lá vou eu. "Eu nunca fui, mas sempre serei. Ninguém nunca me viu, e nunca verão. Ainda assim, sou a esperança de todos. Quem sou eu?" - Em, seguida sorria para Ryuza, esperando a resposta.


Zed – Interior do navio


– “Ah, e ai?” O caralho. - Sid já estava sem paciencia. O que estava em jogo ali não era um simples cachorro ou um fantasma esquisito: Era a plantação de Terralegre. Se algo acontecesse com o Bolinha/Jão, ele nunca conseguiria encontrar a plantação, e aquilo era desesperador. - Vamo meter o pé, o pessoal lá em cima tá lutando e eu não duvido que essa porra afunde. - Dizia, nervoso. Logo em seguida o garoto tentou segurar o fantasma, mas como já era de se esperar, suas mãos atravessaram o corpo etéreo do mesmo. – Droga Jão, eu não consigo te tocar. Só me segue, e toma cuidado que tá rolando tiroteio. - Jão fez o barril virar e saiu de lá de dentro. - Não se preocupe. Estamos perfeitamente seguros aqui dentro. Eu acho. - O garoto começou a voltar para o convés e o fantasma o seguiu.


Auron, Suchiro e Zed – Navio


– CORRE VIADO! - O garoto gritou ao subir novamente, seguido do fantasma, mas ao correr pelo convés, percebeu que o conflito já havia esfriado e só havia o Auron lá. Chegando novamente onde estavam os homens de roupas pretas e Evangeline, Sid entregou o cachorro à sua companheira e pegou o que restou do beck para fumar, dando uma longa tragada. - E agora? O que eu perdi? Alguém ai sabe o motivo dessa confusão toda? - Colocando o cachorro/fantasma no chão Evangeline respondeu o que sabia. - Ruyza falou algo com o cavalo e Ashuura sumiu no meio da fumaça. - E logo em seguida o pirata de tunica branca completou. - Aparentemente o de preto não seguiu uma ordem do capitão e o rosado resolver o punir ele mesmo. De qualquer jeito ambos deixaram o cara puto e fugiram. Covardes. - Auron, ainda transformado e ainda extremamente irritado, pulou para fora do navio, pois acreditava que o mink havia saído do mesmo e deu um grito. - APAREÇA SEU DESGRAÇADO! - Chamou Ashuura. Vendo que seria seguro sair de onde estava, já que Auron tinha saído do navio, Ashuura voltou para o convés e se apoiou na amurada onde o capitão havia decido. - Será que eu devo me meter? - Sid perguntou em voz alta, tentando inutilmente girar a adaga na mão esquerda, apesar de não ser muito hábil com ela. - Nem pense nisso. Do jeito que sua mão está nem vai conseguir segurar a caralha da arma direito.  

- Ei Auron, para que essa exaltação? Foi o navio, ne? Desculpa isso ai, se ficou realmente irritado com isso... Se quiser eu pago o conserto quando chegarmos à primeira ilha. Tá mais calmo agora? Desculpa cara, mas eu tive que fazer aquilo, eu avisei que ia fazer aquilo. Ele quase estragou nosso plano em Lvneel, eu relevei. Depois ele e a namoradinha dele ameaçaram me matar no castelo, eu relevei. Eu salvei esse pau no cu de cair da reverse e ele continuou agindo como se eu tivesse matado a mãe dele, eu relevei. A gente sai para recrutar novos parceiros e ele mata os reféns que você mandou explicitamente não matar, mandou eu e você tomar no cu e ainda se achou na razão, tu queria que eu ficasse quieto? Ele ainda manda a mina dele te atacar, te ataca e depois foge cagando sangue com medo de uma batalha que ele mesmo causou? E você quer vir brigar comigo? Em que momento eu tentei te matar? Ou mandar a Dandara te matar? Eu te ajudo a matar o rei do mar, a acabar com um reino, e matar um tenente arrombado da marinha e você quer ficar do lado do cara que só ta fodendo com tudo e tentar me atacar. Só tô tentando entender como você fica mais puto com um buraco a mais nesse navio que eu posso pagar pelo conserto, mas não fui eu que desacatei uma ordem direta do capitão, e ainda atacou o capitão junto com a namoradinha.Eu te ajudei em todo momento, fiz tudo para que tudo desse certo, e ele fez exatamente o contrário, e nem sei por que estou falando isso pra você... Por que você sabe disso. - Então o mink finalmente terminou seu grande discurso. Queen, que estava afastada de ambos, com Dandara na mão, amarrada, parecia em dúvida se fazia algo ou não, mas por fim decidiu deixar Auron cuidar disso.  

- PERA! Auron não ta por aqui. Aquele cavalo comeu o Auron? - "Percebeu" em fim o garoto. - Aquele cavalo É o Auron. - Disse Queen, se aproximando deles para deixar Dandara amarrada com o pirata de túnica branca que estava ali. Agora, Ashuura e Auron olhavam um para o outro. O mink apoiado na amurada do navio e o capitão no solo em frente ao barco, vendo-o de baixo. Ryuza já havia sumido a um tempo, e agora era hora de por fim à confusão, seja por bem ou por mal.
OFF:
 

Status:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 

Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQui 09 Fev 2017, 23:45

O percurso até o farol fora tranquilo, isso, é claro, se desconsiderarmos as dores, a perda de sangue, o cansaço e a preocupação... tirando essas coisas foi uma corrida tranquila, não havia nenhum sinal do mink o que tranquilizava Ryuza, não pelo fato do bispo ter medo daquela pilha de merda rosa. – Eu não sabia que empilhavam merda tão alto. – Mas sim, por estar preocupado com Eva, se um combate viesse a acontecer, o gatuno tinha a certeza de que seria capaz de virar o jogo, mas para isso teria que deixar Eva sozinha, e mesmo contendo o oponente, vai que aparecesse algum filha da puta para sequestra-la? – O Ying tá full paranoico, esse cara é maluco... certeza.

Ao se deparar com a construção, a única pessoa que Ryuza avistou foi um velho meio barrigudo sentado numa cadeira de praia e lendo um jornal. – Merda, será que aquele é o Karthus? Mas nem fodendo! Pelo menos ele deve saber me passar alguma informação... – Pensou o gatuno, babaca como sempre e imaginando o tal homem como um ser imponente e cheio de presença.

- Hoje está bem agitado, hein? – Ninguem te perguntou nada, mas pode seguir. – Comentou Yang, prepotente, Ryuza o olhou de canto de olho como uma mãe faria com um filho malcriado. – Eu sou Don Karthus, mas a ajuda vai depender. – Puta merda, e não é que o porpeta ai é o cara que você procura? Tu é muito preconceituoso mesmo né... Seu... racista. Mas você não o julgou pela raça... Comunista! Não... Fascista!... Talvez... Ah, foda-se, tu é babaca mesmo.

- Pelo amor dos deuses, você poderia calar A PORRA DA BOCA? Foda-se essa merda! - Explodiu Ryuza mentalmente. – Que merda de história é essa de que a ajuda vai depender? – Se perguntou o pirata, o homem não parecia demonstrar medo algum, nem estranheza, era a personificação da calmaria. – Melhor não o provocar...

- Pelo menos este está preparado. Escute aqui, garoto: Se quiser algo de mim, vai ter que fazer uma aposta. – Ryuza arqueou a sobrancelha. – Eu aposto o que você quer e você aposta algo que me interesse. Normalmente eu colocaria você para lutar com algum vagabundo daí, mas você nitidamente não está em condição para isso, e parece ser bem mais esperto do que o último. – Não estou em condições? Poderia matar um exército enquanto palito o dente com um graveto e toco acordeom com os pés! – Yang olhava para Ryuza com uma cara de: Jackie Chan

- Proponho um duelo de charadas. – O gatuno sorriu, imediatamente, mostrando estar de acordo com a proposta. - Eu começo com uma charada, e se você acertar, eu faço um pedido seu, mas só um, já que fez muitos. Depois você faz uma charada, e se eu acertar você me dá... vejamos... 5.000.000 de berries. Se eu conseguir fazer você errar, você me dá todo o dinheiro que você tem, mas se você conseguir fazer eu errar, eu te ajudo no que precisar e ainda te dou um bônus. O que acha? Na situação em que vocês estão, é uma ótima aposta. – Ryuza sentou-se diante do velho, cruzando as pernas e apoiando Eva em seu colo, as dores incomodavam bastante, mas colocar a garota com a cabeça recostada em seu ombro, mesmo que inconsciente, lhe trazia uma sensação agradável.




- O que estamos esperando então... Don Karthus? – Perguntaria com um ar de empolgação na voz. – Até eu gostei da ideia, só assim para você parar de ficar se fodendo nessa vida de marginal que você tem e pensar um pouco de verdade... um duelo de raciocínio tão clássico e antigo... vamos nessa. – O miserável do Yang se sentia animado com aquilo também... pensar que tínhamos coisas em comum me enojava. – Você sabe que somos... tipo... IDENTICOS fisicamente, né?
Independente disso, um desafio mental como um duelo de charadas com aquele velho me cativava de uma forma peculiar. – Essa é a parte Erudita de minha vida...

- Estou de acordo com os termos. – Apesar de não ter gostado dessa história de perder todo o dinheiro caso erre... – Vamos jogar – Sorriria.

- Ótimo! Eu começo. Seu primeiro pedido havia sido acomodar essa garota, não é? Bem, tanto faz. Lá vou eu. "Eu nunca fui, mas sempre serei. Ninguém nunca me viu, e nunca verão. Ainda assim, sou a esperança de todos. Quem sou eu?" – Ouviria atentamente cada palavra, e por fim, repetiria a frase algumas vezes mentalmente, de início não tentaria entender, apenas estaria internalizando o sentido de cada palavra e o seu contexto na construção das frases.

- Se eu acertar então, cuidará da Eva correto? – O sorriso do homem mostrava o quanto ele estava confiante. – Você agora virou o senhor óbvio? Foi exatamente isso que ele falou! - Não basta eu acertar... – Raciocinaria ignorando o comentário da fantasia. – Tenho que pensar em algo para fazê-lo errar, só assim poderei me cuidar logo.

- “Eu nunca fui... mas sempre serei...” nunca e sempre são palavras que propõem um sentido absoluto, sem questionamento... juntos ao verbo ser... algo que inquestionavelmente nunca foi e ao mesmo tempo sempre será...
- “Ninguém nunca me viu, e nunca verão.” Mais uma vez o “nunca” aparecendo com sua negação absoluta... é algo impossível de se ver.
- “Ainda assim, sou a esperança de todos.” “todos” o que é a esperança de todos? Algo inquestionável, algo que transcende o limite das eras... algo que sempre será a esperança... que nunca poderá ser visto... e que nunca foi... nunca... “aconteceu”?
– Minha mente raciocinava, repetindo a frase e me questionando, começando as suposições, testando elas em cada afirmativa. – Algo que transcende o tempo... tempo... Tempo! É isso! O tempo nunca foi, nunca partiu, e sempre será o tempo, não é possível ver o tempo e também é a fonte máxima de esperança. – Sorriria enfim, mudando a expressão séria e pensativa que eu tinha mantido até agora.

- Essa foi fácil em? – Diria com minha lábia, emanando presunção. – A resposta da sua charada é o Te- - PERAI SEU ASNO! – Gritaria Yang em meu ouvido fazendo com que eu me assustasse e olhasse repentinamente para o seu lado com os olhos esbugalhados. – MAS QUE PORRA É ESSA SEU MERDA? – Gritaria ainda assustado.

- Você é realmente a porra de um trombadinha burro né? Pare e pense um pouco! Isso é uma charada. Cha-ra-da! Nem todas as palavras são empregadas no sentido literal. - Suspicious do que, que você tá falando cara? – O dialogo prosseguiria de forma verbal, com eu olhando para Yang... o que para os outros pareceria... estranho.
- face palm 2 Primeiro: O “fui” da primeira frase não quer dizer partir.
Segundo: “Ver” não precisa necessariamente ser no sentido de enxergar.
Terceiro: O tempo não é esperança, o tempo é o que da base a esperança...

- Tá... E...?

- E dai que algo que nunca “foi” é algo que nunca existiu, EXISTIU, no passado... E sempre EXISTIRÁ, algo que nunca foi “visto” de não ter sido vivido, não ter sido presenciado, e nunca será presenciado, no presente... A esperança de todos... se coloca no tempo a frente, não no presente, não no passado... NO FUTURO! – Concluiria Yang. Meus olhos se esbugalhariam. – Ninguém nunca viu o futuro e nem verá, porque quando ele chega, ele deixa de ser futuro e passa a ser o Presente, e não tem como o futuro ter existido no passado.

Uma raiva tomava conta de mim, mas não tinha outra forma, eu tinha errado e fui corrigido por ele... meio cabisbaixo eu me viraria para o Don Karthus, engolindo o orgulho e com a voz meio tremula. – Como eu ia dizendo... você é o “Futuro”... – Sentiria uma nuvem negra sobre mim.

A partir dali ouviria a resposta, mesmo ciente de minha certeza, caso Don Karthus dissesse que eu tinha errado, primeiro questionaria o porquê de estar errado e pediria a resposta certa e a explicação, só cederia caso a explicação fosse boa o suficiente e aí entregaria o dinheiro que trazia comigo para ele, mas diria. – Ainda tenho algumas coisas para apostar... posso tentar mais uma vez. – De certa forma aquilo me deixaria feliz, porque o Yang tinha errado.

Se eu acertasse, no entanto, ficaria ainda cabisbaixo e pediria para que o homem desse logo auxilio para a Eva e enquanto ele fazia isso, pensaria em uma charada... quando ele enfim estivesse livre eu diria.

- “Eu existo sem ter provas e assim devem acreditar. Comprovações não deixam dúvidas e na dúvida é onde existo pois assim devem crer. Se provas eu criar, motivos para eu existir não haverá” – Diria me sentando.
- Essa não é um pouco fácil? – Não enche, tive que pensar às pressas.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptySex 10 Fev 2017, 03:00

Encontrando o cachorro no já na forma de fantasma dento do navio, o convencia a voltar comigo até o convés onde achei que encontraria uma confusão semelhante à quando havia percorrido o campo pela primeira vez. Agora já estava tudo mais calmo e nem mesmo havia troca de golpes. Ryuza não estava mais presente e o Cavalo e o Gato rosa não estavam brigando... Ao menos por hora. – Porra, voltei com pressa pra ver e já acabou? – Reclamei enquanto aproveitava dos restos finais do baseado.

Por sorte conseguia um pouco de informação com o estranho de preto e branco. Ele parecia ser destacado dos demais, provavelmente o mais forte, mas isso era apenas o que as aparências diziam.

Evangeline por razões obvias era contra minha ideia de tentar me envolver no combate. “A gente fode algumas vezes e ela já vem cortar meu barato. “ Por algum motivo sentia uma necessidade de criticar aquela atitude. Era como se estivesse começando a procurar por motivos para ser contra aquela garota... Confuso, a pouco tempo atrás estava tão apaixonado... Ou seria essa uma forma de tentar disfarçar o que sentia?

- Tá, não vou me meter. – Respondi com desgosto guardando a adaga e logo então fazendo uma observação que Queen parecia discordar. – Claro, ele virar cavalo faz muito mais sentido do que um cavalo comer ele, e depois eu que uso drogas. – Até mesmo tinha um sorriso de tão engraçado que havia sido aquela piada. “Como caralhos o Auron ia virar um cavalo? Ela é maluca? “ Estava perdendo a credibilidade em nossa navegadora a partir de então. – Vai lá então rosado, pega o pônei. – Disse batendo na bunda de Ashuura incentivando-o para a luta. – Cuida dessa mão? Agora eles vão sair do navio, acho que ta seguro. – Agora minhas palavras eram para a médica que me acompanhava. De fato ela já havia dito que não seria capaz de tratar o ferimento apropriadamente, mas que pelo menos podia fazer os cuidados básicos, e isso já era o suficiente por hora. Na próxima ilha algum médico qualquer podia dar uma olhada nisso. [i]“Até lá eu consigo me virar com a mão esquerda... Talvez algum daqueles bundões de preto possa me ajudar a treinar ela durante a viagem... Agora o Auron morreu, então acho que eu vou ser o rei, eles podem ser uns peões uteis. “ Segui então caminhando em direção a entrada do navio, mas durante o caminho ainda falando alto com o gato. – Já que o Auron foi comido pelo cavalo, eu vou ser o rei agora. Você pode ser... Uma torre, sei lá, qualquer peça que quiser. – Disse ao felino.

Aguardaria então no interior do navio por tratamento. Mas do jeito que as coisas estavam frenéticas naquele lugar me sentia na obrigação de ficar atento, caso notasse alguma movimentação suspeita ou que pudesse me sentir ameaçado iria rapidamente recuar com saltos para trás enquanto identificava do que se tratava e continuaria a recuar da mesma forma, uma vez que tivesse visão teria melhor noção de como poderia desviar e assim escolher novas direções para pular enquanto continuava a fugir.


Vicio Alucinógenos: 1/15 (No ultimo post eu ainda peguei a ponta Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 1439049992)


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptySab 11 Fev 2017, 02:47

- Ei Auron, para que essa exaltação? Foi o navio, ne? Desculpa isso ai, se ficou realmente irritado com isso... Se quiser eu pago o conserto quando chegarmos à primeira ilha. Tá mais calmo agora? Desculpa cara, mas eu tive que fazer aquilo, eu avisei que ia fazer aquilo. Ele quase estragou nosso plano em Lvneel, eu relevei. Depois ele e a namoradinha dele ameaçaram me matar no castelo, eu relevei. Eu salvei esse pau no cu de cair da reverse e ele continuou agindo como se eu tivesse matado a mãe dele, eu relevei. A gente sai para recrutar novos parceiros e ele mata os reféns que você mandou explicitamente não matar, mandou eu e você tomar no cu e ainda se achou na razão, tu queria que eu ficasse quieto? Ele ainda manda a mina dele te atacar, te ataca e depois foge cagando sangue com medo de uma batalha que ele mesmo causou? E você quer vir brigar comigo? Em que momento eu tentei te matar? Ou mandar a Dandara te matar? Eu te ajudo a matar o rei do mar, a acabar com um reino, e matar um tenente arrombado da marinha e você quer ficar do lado do cara que só ta fodendo com tudo e tentar me atacar. Só tô tentando entender como você fica mais puto com um buraco a mais nesse navio que eu posso pagar pelo conserto, mas não fui eu que desacatei uma ordem direta do capitão, e ainda atacou o capitão junto com a namoradinha.Eu te ajudei em todo momento, fiz tudo para que tudo desse certo, e ele fez exatamente o contrário, e nem sei por que estou falando isso pra você... Por que você sabe disso. - Observaria atentamente cara palavra do mink, enquanto ficaria com uma respiração bem suave. Assim como Ryuza, o felino tentava me convencer com palavras, porém aquilo apenas me deixou mais irritado, pois ao meu ver aquilo não passava de deboche, e que eles queriam me fazer de idiota. Embora estivesse corroendo de raiva por dentro, manteria minha postura bem calma, com a respiração bem suave e apos o fim de seu falso discurso eu diria: - Não importa mais.  - Tom de voz extremamente frio de incrédulo.

A confiança que tinha naqueles homens se dissipou aos poucos durante aquela batalha, e sem duvidas eu me sentia no direito de punir cada um dos envolvidos da melhor maneira cabível.  Embora Ryuza tivesse desacatado uma de minhas ordens, a maneira como eu o puniria ficava a meu critério, porém ao tomar as minhas dores e tentar destruir todo nosso navio num ataque louco, o mink conseguiu fazer com que minha raiva caísse toda sobre ele, e definitivamente ele pagaria pelo que fez, mas não seria um pagamento em dinheiro como o mesmo sugeriu, mas sim um pagamento que nem todos estão dispostos a pagar.

Assim que o "discurso" acabasse, ainda em modo Hibrido, correria em direção ao mink em alta velocidade dando passos bem largos  e sempre correndo em zig-zag para dificultar um possível disparo que pudesse ser feito em minha direção. Ao chegar próximo, flexionaria minhas pernas me projetando em alta velocidade em direção ao Leopardo, e enquanto "voava" em sua direção, daria duas cambalhotas de 360°, abraçando meus joelhos para fazer um movimento perfeito e no termino da segunda cambalhota, quando estivesse bem próximo do mesmo, esticaria simultaneamente minhas duas pernas e daria uma voadora de 2 pés, concentrando toda minha força naquele "coice duplo"  tentando acertar o tórax do gato.  Se durante isso, ele tentasse atirar em mim, tentaria aumentar ainda mais minha velocidade, e tentaria me esquivar com saltos em zig-zag, colocando as adagas a frente e daria continuidade a investida.

Dando certo ou não, caso Ashuura ficasse de pé, tentaria levantar rapidamente e me impulsionaria novamente em direção ao mesmo, porém dessa vez daria um salto acrobático e tentaria passar por cima da cabeça do gato, e durante a "queda" tentaria lhe aplicar uma chave de perna, imprensando as minhas duas pernas na cabeça do inimigo e em seguida giraria meu corpo num movimento de 360° para baixo, tentando lesionar o pescoço do mesmo.

Se ele caísse com a primeira investida, pegaria o mesmo com minha enorme força muscular, e o arremessaria para cima com toda minha força. Em seguida, acompanharia visualmente o corpo do felino voar para os céus e assim que ele estivesse em queda livre, mantendo o olhar focado no mesmo, daria uma respiração bem forte a ponte de sair "vapor" do meu foucinho e conforme o corpo do gato caia em queda livre, eu flexionaria para baixo as minhas pernas e quando o mesmo estivesse numa altura considerável, eu impulsionaria um salto para cima  e quando nossos corpos estivessem bem próximos um do outro, eu pegaria o máximo de impulso levando minha perna esquerda para trás e com toda minha força eu a levaria de encontro a qualquer parte do corpo do leopardo, tentando lhe acertar um fortíssimo chute cruzado, no intuito de arremessa-lo para terra firme.

Em seguida, correria com minha velocidade máxima em volta do homem, aguardando um bom momento para que assim que percebesse que o leopardo estivesse com a guarda baixa, eu tentaria enfiar as minhas duas adagas, 1 em cada uma de suas pernas. Como eu era um bom estrategista, tentaria enfiar as adagas na parte posterior da coxa do homem, no intuito de dificultar sua movimentação. Caso não houvesse brecha para acertar neste determinado local, tentaria perfurar qualquer outro lugar da perna ou suas costas.

*Se durante a investida ele tentasse me segurar com suas garras, tentaria pegar seu braço e com minha enorme força bruta, seguraria o felino pelo braço e tentaria bate-lo contra o chão, como se ele fosse um objeto.
*Se durante algum momento da investida eu percebesse que o gato estava com alguma arma prestes a disparar em minha direção, e eu estivesse numa direção relativamente próxima ao mesmo, correria bem rápido e tentaria dar um chute em sua arma, arremessando-a para bem longe.  
*Se eu percebesse que ele estaria correndo em direção aos canhões, tentaria correr mais rápido que ele e com um grande impulso muscular, tentaria chutar o canhão para fora do barco. Faria isso até não restar mais nenhum canhão.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptySab 11 Fev 2017, 12:01

"Aquilo foi meu ultimato, bem, se ele quer lutar ate a morte, que seja, que desperdício. Nada agradável matar alguém que você chamou de amigo e capitão, mas eu não tenho outra escolha. Quando seu inimigo é colérico, finja-se de fraco."

- Weak, vire o navio em direção ao mar, não importa exatamente para onde, apenas afaste o navio o bastante para mais ninguém conseguir saltar para o farol. Depois pegue o Eremita na enfermaria e o leve para algum lugar seguro, longe do navio. tire-o daqui nem que custe sua vida.- Diria sem olhar para aquele ser. Apontaria a arma para o pirata que segurava Dandara. - Desamarre-a, ela não vai participar disso. Muitas pessoas já vão morrer hoje, esse numero pode aumentar, mas não é do meu interesse. Se fosse vocês, sairia daqui, essa luta não é de nenhum de vocês. Dandara, se afaste daqui.

Eu usaria olharia bem o ambiente, e depois usaria o dial para soltar toda a fumaça de volta, era hora de continuar assim ate o final, com minha mascara no rosto e depois de soltar o gás, seria também com ambas pistolas em mãos."Essa vai ser difícil, ele é mais forte e mais resistente que eu, vou ter que usar minha manipulação para vencer essa aqui, Auron vai vir com tudo."

Já dentro da fumaça, eu começaria a fazer disparos, contando as balas para que sobrasse ao menos três no final. Os disparos seriam para fazer buracos no chão, fazendo disparos em areas circulares, não o suficiente para derrubar e fazer mais buracos, mas o suficiente para desabarem quando alguém pisasse neles, e Auron deveria pesar bem mais naquela forma. "Buracos para escapar em caso de emergência, balas pelo chão para deslizar, o que seria, que já é um problema para uma pessoa normal, imagine para alguém com cascos no lugar dos pés, armadilhas para cair, quero ver ele conseguir fazer acrobacias ou amaciar sua queda com pernas de cavalo, e por ultimo e não menos importante, temos a fumaça, e mesmo na forma hibrida Auron não pode usar sua mascara de gás graças a mudança na sua cara, além de que ele não é experiente com seu poder. Ele não tem como me enfrentar mano a mano sem a transformação, e transformado ele esta sujeito a todos esses problemas, qual vai ser sua escolha, Auron? Inclusive, se você se tornar a forma completa vai ter problema em dobro pela quantidade de fumaça que assimilar"

Eu me posicionaria atrás de uma das armadilhas de buraco, ficando a poucos metros de distancia, o ponto mais útil para quando Auron viesse me atacar. - Ei, Auron, seu cavalo arrombado, você não é rei, cavalos serve é para serem montados. - "Ele era tão arrogante e já estava tão puto que fazer ele cair na minha com minha manipulação seria melzinho na buceta."Com as pistolas apontadas na altura do peito, com o dedo no gatilho, mantendo a firmeza no punho para não ter recuo, e então atiraria, ele tendo caído na armadilha ou não. Se ele tivesse caído na armadilha, minha arma continuaria a ficar pronta, entretanto iria esperar o corpo dele começar a cair, e nesse instante atiraria, com seu corpo caindo o tiro não atingiria o peito, mas o pescoço ou a cabeça. "A não ser que ele tenha o poder de uma coruja, ele não vai conseguir desviar disso." Se ele não caísse, eu em vez de subir a arma, eu desceria o punho direito, para sua virilha, agora transformado aquilo se tornava um alvo grande e fácil de acertar. "Um negro transformado em cavalo, um negrazido deve ter um pau enorme, ou seja, um lugar cheio de vasos sanguíneos e eu diria que é o lugar que vai tirar ele do serio e causar a maior dor possível."

"Agora ele deve estar bastante puto, hora de fazer meu plano final, afinal só tiros não vão acabar com ele tão rápido, principalmente pistolas."

Se ele tivesse caído, tinha que gastar as balas da outra pistola, que ainda tinha só duas balas para atrasá-lo. Com minha pistola restante, eu apontaria para suas mãos, de cima para baixo, usaria meu outro braço com a pistola já descarregada virado na horizontal abaixo do braço com a arma ainda carregada, para dar suporte no tiro, e então dispararia um primeiro tiro na sua mão direita, viraria minha mão um pouco para esquerda e apontaria para sua outra mão e dispararia novamente. "Se fizesse ele perder sua adaga na escuridão e fumaça seria uma ajuda e tanto, ou ferir suas mãos o suficiente para que atrapalha-se o uso das armas, mas essa era menos provável."

Se ele não tivesse caído seria mais difícil de escapar dele, eu teria que focar em fugir por uma rota onde passasse por mais dos buracos preparados e das munições jogadas. "Embora ambos estivéssemos na escuridão, eu mesmo havia feito aquelas armadilhas, ou seja eu sabia por onde passar sem cair, e ainda poderia deslizar, o que ele com aqueles cascos não conseguiria. Também tinha tiros ainda, durante minha corrida, eu apontaria para trás, de onde ele vinha, ouvindo e olhando de canto de olho com a arma na altura de suas pernas, apontando na altura nas coxas para ter certeza que iria acertar. " Mesmo se errar, ele vai ter que parar para desviar, isso vai pelo menos atrasar ele um pouco."

Em ambas situações da corrida, onde ele não estivesse me perseguindo, eu carregaria as armas logo de primeira, e se ele estivesse ainda no meu encalço eu carregaria depois de gastar minhas ultimas duas balas, carregando enquanto corria. "Em ultimo caso de ser alcançado, usaria as balas para deslizar pelo chão. Em ambas situações, para onde estava indo, não era para fugir, mas para usar a tática final da família Kaiyuki, "Purificação", eu estaria indo em direção do meu barril. "Hora de limpar os pecados de todos aqui."

Usando minha força e minhas garras, junto a armadura, eu faria daria um soco no barril. "Aquilo era glicerina, não nitroglicerina, não era um explosivo ainda, mas era extremamente inflamável. Eu sei que isso queima, se fosse Glicerol não seria tão bom, mas Glicerina é Glicerol em grande pureza, o que melhor para fazer uma purificação que isso?Há buracos para os andares de baixo e em todo o navio, o liquido vai se espalhar rápido, e o fogo mais rápido ainda, mas vou esperar um pouco." Olharia para ver se tinha alguma escada para um ponto mais alto. Se não, de toda forma não poderia ficar no chão, eu daria um salto e então prenderia as garras com o metal em volta na parede de madeira, e movendo um membro por vez ate chegar no todo. Se houvesse escada, depois de chegar no topo eu atiraria nela para quebrá-la e ninguém pudesse subir.

Os chutes do Auron são o maior problema agora, só um tiro de canhão seria mais perigoso. Para coices, voadoras e chutes/socos altos no geral não adiantaria eu tentar tomar espaço, rápidos demais, então eu dobraria minhas pernas, e forçaria minha coluna para dobrar meu tronco e com o ataque vindo, meu corpo iria se abaixando dobrando para trás, deixando toda a força nas minhas pernas, em ultimo caso se isso não fosse o bastante, deixaria minhas pernas cederem para eu cair no chão, e então faria um rolamento para em afastar e depois que o ataque fosse feito e me ergueria no fazendo força nas mãos e nos joelhos para me erguer de uma vez.

Para chutes/socos baixos, como entre as pernas, rasteiras e coisas do tipo, a mesma tática só faria o golpe ser ainda pior. Então eu faria um salto, usando a força da perna direita, para então subir meu corpo um pouco, e com a perna esquerda, eu usaria o corpo duro e forte e o membro que ele havia usado para atacar como apoio para perna esquerda, e então saltaria novamente colocando a perna direita em seu ombro e pulando para de trás dele.

Assim como Ryuza, o pau no cu do Auron ainda tinha adagas, como se já não fosse o suficiente aquele poder escroto. "Eu estou começando a ficar paranoico com meus braços e pernas,Ryuza já tentou antes, e se eu perder uma de minhas armas, não vou conseguir equilibrar em ataques duplos depois.E o que seria um leopardo sem suas amadas pernas?" Primeiro as pernas, eu levemente dobraria minhas pernas e abriria fazendo um "V" para as laminas não atingirem minhas pernas. Entretanto se o golpe fosse horizontal, a mesma tática de escalada do inimigo seria util.

Eu era bem mais alto que Auron, então acertar minhas mãos, mesmo com armas é difícil, já que uma transformação de cavalo, pelo formado das pernas o faria ficar mais baixo, não mais alto, se fossem espadas seria outra historia. Bastava eu saltar para trás, com os braços erguidos o máximo possível, fazendo pequenos saltos, usando uma perna por vez para me manter sempre saltando e fora do alcance de seus braços. Para golpes em qualquer outro lugar no corpo, eu também usaria a tática da escalada.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQua 15 Fev 2017, 17:28



Ryuza – Farol


O duelo de charadas havia começado, e Yang estava muito animado em participar de um jogo mental. A primeira charada havia sido dita, e Ryuza se esforçava para decifrar aquele enigma. Depois de poucos minutos pensando, sua expressão se clareou e finalmente resolveu dar uma reposta. - Essa foi fáci em? A respostada sua charada é o Te- - Entretanto algo pareceu interromper ele, apesar de Don Karthus estar completamente calado, pois parou de falar e se virou, gritando. - MAS QUE PORRA É ESSA SEU MERDA? -Ficou alguns segundos encarando o nada do seu lado. - Do que que você ta falando cara? - O silencio seguiu-se mais uma vez até o gatuno abrir a boca novamente. - Tá... E...? - Depois de ficar calado mais um pouco, fez uma expressão derrotada e cabisbaixa. - Como eu ia dizendo... Você é o "Futuro"... - Don Karthus levantou as sobrancelhas, impressionado. - Não tinha pensado nisso! A resposta tecnicamente era "Amanhã", mas parece que "Futuro" também se encaixa como resposta. - Coçou seu queixo e prosseguiu. - Vou conciderar dessa vez. Você acertou a primeira, e eu te ajudo com um pedido. ME ajude a levar a mulher lá para dentro para eu dar uma olhada nela. - E em seguida seguiria até Eva. Depois que levaram ela para dentro da casa do homem e colocaram ela em cima de um sofá, o homem deu uma olhada para ver o que havia acontecido. - Ela está com alguns hematomas na barriga e um no rosto. Parece ter recebido ins golpes bem fortes, mas não precisa se preocupar tanto. Só tomar alguns medicamentos e vai melhorar logo. - Pegou um kit de primeiros socorros e tirou de lá de dentro alguns comprimidos, que colocou na boca dela e fez ela engolir com um pouco de água.

- Agora é a sua vez. - Disse, se virando para o gatuno. - “Eu existo sem ter provas e assim devem acreditar. Comprovações não deixam dúvidas e na dúvida é onde existo pois assim devem crer. Se provas eu criar, motivos para eu existir não haverá” - Don Karthus franziu a testa ao mesmo tempo que Ryuza olhava para o lado e falava com o nada. -Não enche, tive que pensar às pressas. - Karthus já parecia estar bem curioso quando aquilo, mas se limitou a pensar na resposta da charada. - Seria Deus? Foi a única coisa que consegui pensar quanto a isso, mas ainda não entendi o último verso. "Se provas eu criar, motivos para eu existir não haverá”. - E esperaria a explicação do homem quanto a charada. Tendo errado, diria. - Infelizmente o jogo acabou. Então, no que mais você queria minha ajuda? - Caso tivesse acertado, diria. - Ótimo. Pode me dar o dinheiro depois. Aqui vai minha charada. "De todas as tuas posses, eu sou a mais difícil de guardar. Se você me tem, você quer me compartilhar. Se você me compartilhar, não mais me terá."


Auron, Suchiro e Zed – Navio


A situação do bando não parecia nada boa. Sid não acreditava no que havia acontecido com Auron, e atravessando o convés, deu um tapa na bunda do mink assim que ele terminou seu discurso. - Vai lá então rosado, pega o pônei. - O garoto andou até o outro lado do navio e anunciou. - Já que o Auron foi comido pelo cavalo, eu vou ser o rei agora. Você pode ser... Uma torre, sei lá, qualquer peça que quiser. - Disse, se dirigindo para Ashuura. Entretanto, ele e Auron pareciam concentrados demais para se importar com o que ele dizia. Evangeline seguiu rápido Sid para dentro do navio, a fim de tratar sua mão. - Weak, vire o navio em direção ao mar, não importa exatamente para onde, apenas afaste o navio o bastante para mais ninguém conseguir saltar para o farol. Depois pegue o Eremita na enfermaria e o leve para algum lugar seguro, longe do navio. tire-o daqui nem que custe sua vida. - Disse, parecendo ter esquecido que tinha levado Weak para o interior do navio e que ela não estava ali no convés para ouvir suas ordens. Em sequência, apontou a arma para o homem que estava com Dandara. - Desamarre-a, ela não vai participar disso. Muitas pessoas já vão morrer hoje, esse número pode aumentar, mas não é do meu interesse. Se fosse vocês, sairia daqui, essa luta não é de nenhum de vocês. Dandara, se afaste daqui. - O pirata, assustado logo desamarrou a garota. Ela parecia que ia reclamar sobre o pedido do mink, mas se calou assim que vou o olhar determinado dele. - Vou confiar em você. Vê se não se mata. - E logo em seguida fugiu para  Red Line.  

O mink logo pegou seu dial e liberou o gás que havia guardado, e começou a atirar no chão ao seu redor. Enquanto ele fazia isso, Auron avançou e, com um pulo, voou na direção do Anjo do Apocalipse, que não esperava que ele conseguisse subir tão rápido e recebeu uma voadora dupla na altura do tórax. O golpe havia causado grandes danos ao felino, que caiu no chão com força, levantando antes que o homem-cavalo pudesse se aproximar. Correndo para trás no meio da fumaça, Auron perdeu ele de vista, e começou a avançar na direção onde tinha visto ele correr. Enquanto corria, Ashuura deu dois tiros, que acertaram as pernas do homem na altura da coxa, mas continuou correndo mesmo assim. Ashuura finalmente chegou no local onde havia guardado sua glicerina, e com um soco – que fez sua mão doer um pouco – o barril se quebrou e a glicerina se espalhou pelo convés. Enquanto o fazia, Auron chegou até ele e o atacou pelas costasmerando em brechas da armadura nas pernas. Foram dois ataques com as adagas, um em cada perna, e Ashuura só conseguiu desviar de um deles, recebendo outro ferimento devido ao golpe. Tal golpe causou bastante dor, mas o atirador se afastou e subiu no mastro, para ficar acima do homem, e quebrou a escada logo em seguida. Agora não havia mais maneira de chegar lá em cima. Além disso, Auron começava a ter dificuldade de respirar devido ao tempo que ficou na fumaça.


Zed – Interior do navio.


Quando Sid e Evangeline haviam finalmente chegado na ala medica do navio da marinha, Evangeline começou a catar alguns utensílios para tratar do ferimento do garoto, e em pouco tempo tinha parado o sangramento e enfaixado a mão. - Agora é esperar chegar na ilha para procurar algum medido que consiga tratar isso. - Disse, lavando os utensílios que usou em água fervendo para esterilizar. Quando terminou, virou-se novamente para o garoto e puxou a cortina que havia entre as camas da enfermaria, de modo ao Eremita não conseguir ver o que estava acontecendo. - Então, aquilo que disse no farol enquanto voltávamos ainda está de pé? - Disse, com um olhar provocativo e mordendo o lábio inferior, enquanto se aproximava do jovem que estava sentado em uma cama da enfermaria.
Explicação:
 


Status:
 


Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 

Histórico do Suchiro:
 


Histórico do Zed:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQui 16 Fev 2017, 17:20

A morfina enfim cedeu, e os analgésicos agora se esforçavam para conter todo aquele caos que se tornara o corpo do gatuno, enquanto ele pensava e falava sentia as pernas latejarem de dor e formigarem devido a perda de sangue, a febre era combatida pelos remédios que tinha tomado, mas esses também logo perderiam a batalha. Os locais onde tinha sido baleado pareciam arder com uma queimadura recém causada, enviando agulhadas severas de dor, os músculos contraiam na tentativa inútil de impedir o avanço daquelas descargas.

Mesmo com toda aquela limitação, Ryuza permaneceu firme em seu posto, o diálogo com Yang o fez chegar a resposta final e por incrível que pareça, estava correto. E melhor ainda para o bispo... Yang não estava inteiramente certo. – Tá vendo ai seu pedaço de merda, não era futuro era amanhã. – Alfinetou Ying. – Do que, que você está falando ou! Você ia falar algo completamente diferente, minha resposta ao menos faz sentido. Cala a boca e presta atenção no que esse Gollum crescido está dizendo.
- Por que você fica falando essas coisas sem sentido?
– Indagou Ryuza, mas Yang não se deu ao trabalho de responder, ele sabia que era uma pergunta retórica, Ying não queria, de fato, saber daquilo.

Karthus aceitou a resposta e decidiu cumprir com sua palavra, e com a ajuda medíocre do pirata, conseguiu levar Eva para dentro da casa e a repousar em um sofá, o Bispo ficou aliviado ao saber que não passavam de danos superficiais e que um remédio e descanso seria o suficiente para que ela ficasse bem. Mas o fato de Auron ter maculado o belo rosto de Eva fazia com que Ryuza se contorcesse por dentro de tanta raiva. – Depois eu me resolvo com aquele macaco... – Pensou tentando se acalmar.
Era a sua vez de dizer a charada, e assim ele o fez.




Fitei o homem enquanto ele pensava e não tardou para que ele me desse a resposta. – Seria Deus? Foi a única coisa que consegui pensar quanto a isso, mas ainda não entendi o último verso. "Se provas eu criar, motivos para eu existir não haverá” – Ouvia o comentário do velho atentamente, um pouco chateado por ele ter acertado, o que me faria ter de participar de outra rodada e ainda perder uma boa quantia de dinheiro... mas ao mesmo tempo eu me sentia empolgado com o fato de ter achado alguém que podia me oferecer um desafio intelectual.
Sorriria de forma cansada, as dores estavam me incomodando muito. – Sim, você acertou... – Responderia antes de fazer uma pausa, engolindo em seco. – A existência de Deus... ou dos deuses, para todos é algo baseado em fé... e a verdadeira fé, aquela que é inquestionável só é proveniente de algo que você não tem comprovações, afinal, qual seria o desafio em acreditar em um criador e entregar sua vida a ele se você tem provas de sua existência? Não confunda Deuses com Reis ou Governantes. – Diria no final. – Se uma prova for criada, não mais será necessária a fé, e sem fé, não há divindade. – Suspiraria.

- Ótimo. Pode me dar o dinheiro depois. – Acenaria com a cabeça de forma positiva. – Aqui vai minha charada. "De todas as tuas posses, eu sou a mais difícil de guardar. Se você me tem, você quer me compartilhar. Se você me compartilhar, não mais me terá." – Ouviria as palavras com atenção, permitindo me perder nos pensamentos, repetindo cada frase mentalmente, por vezes até mesmo balbuciando-as, procurando uma ligação entre todas elas.

- A minha posse mais difícil de guardar... não pode ser dinheiro, nem vida... quem sabe saúde ou experiência? – Pensaria. – Se eu o tenho... vou querer compartilhar... não pode ser saúde, nem nada físico... nem comida. – Chegaria na última frase. – Se eu o compartilhar, irei perde-lo... exclui experiência, e sentimentos também, é algo mais abstrato... algo que deixa de ser o que é quando se divide com alguém... algo que sempre queremos dividir e por isso é difícil guardar... – Levaria a mão ao queixo, abaixando meu lenço e coçando a bochecha.

- Segredo! – Concluiria.
- Segredo! – Ouvi Yang concluir. – Essa foi bem fácil em? – Comentaria minha fantasia, teria de concordar com um aceno de cabeça.

- A resposta é com toda certeza, um segredo. Difícil de guardar e quando compartilhado deixa de ser segredo. – Aguardaria apenas a confirmação, dessa vez eu não possuía dúvidas de que aquela era a resposta correta, por isso logo completaria. – Meu segundo pedido é que cuide dos meus ferimentos ou que me encaminhe para alguém que saiba fazê-lo, não precisa ser um tratamento completo, apenas algo que me mantenha vivo até nossa próxima parada... – Gesticularia com as mãos um pouco enquanto falava e me perguntava para onde na verdade eu iria depois dali, ficando um pouco cabisbaixo ao fim da fala. – Cheguei aqui pensando em aprender coisas novas, em criar e melhorar minhas habilidades... e olha só na merda que me meti.

Ficaria um tempo em silencio, aguardando as instruções de Karthus, se ele me mandasse fazer algo com relação ao tratamento eu o obedeceria, e manteria minha mente raciocinando na questão, procuraria primeiro um conceito a ser descoberto e depois criaria a charada para ele. – Certo, enquanto você me trata pode ir pensando a respeito: “Deturpo todo aquele que me detém, ou sou deturpado pelo mesmo. Todos que não me conhecem, buscam incansavelmente me alcançar. Todos o que me carregam, fazem de tudo para mais me ter. Motivei reis, gerei guerras e sempre me mantive por cima. Por migalhas nunca me trocará.” – Daí em diante, me manteria em silencio, tentando suportar as dores que sucederiam.

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Zed
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptyQui 16 Fev 2017, 20:51

A luta entre o cavalo e o gato deveria então seguir sem minha presença. Depois de assumir a coroa e encorajar o confronto fui até o interior do navio onde esperava ser tratado, isso foi feito sem grandes complicações ou demora pela garota, mas isso não significa que a esterilização com água fervente fosse agradável... Bem... Dependendo do ponto de vista até que não era tão horrível a ardência que ficou por um tempo.

Havia outro naquele lugar, um dos companheiros de Ashuura que não havia sido apresentado ainda. Mas éramos isolados com a cortina... Visualmente ao menos, e ela aproveitava para dar em cima de mim. Acariciei o rosto com a canhota e aproximei o rosto mas sem beijá-la. – Vai ter que refrescar minha memória, eu sou meio esquecido. – Seria dito com um sorriso provocador.

“Aquele maluco vai acabar ouvindo se ela aumentar a voz... “ Não que me importasse... Na verdade, parecia até divertido tentar fazer isso. “Desafio aceito. “ E também seria um bom momento pra treinar a canhota que agora era a única mão que tinha para utilizar com “devida eficiência”... Ao menos depois de um pouco de pratica. Mas teria tempo... bastante tempo. A luta lá fora demoraria ainda um bom tempo, aproveitaria isso para brincar com ela usando apenas a mão esquerda e a boca e até mesmo tentar melhorar um pouco minha técnica nessa nova “arte”. Afinal estava no início da adolescência, estava apenas aprendendo o que fazer e como fazer, por que não aproveitar para praticar novos movimentos?

Depois de longas preliminares iria ficar deitado e deixa-la assumir uma posição por cima. – Fica a vontade pra conduzir, eu estou ferido, coitadinho de mim. – Faria um draminha gesticulando evidenciando a mão direita e tratada. E continuaria ali por um tempo... Sempre tentando fazê-la ficar um pouco mais barulhenta para incomodar o ferido no comodo ao lado. E caso alguém aparecesse naquele lugar primeiramente teria em mente onde estava minha adaga, poderia ser necessário usá-la se fosse atacado de surpresa, mas esperava poder conduzir tudo com palavras... Mas um plano B sempre viria a calhar.

- Fecha a cortina! Fica do lado de fora ou se junte a gente. – Diria caso fosse alguma das garotas... Caso fosse Ryuza, Ashuura, algum dos espadachins estranhos ou se Auron voltasse dos mortos. – Qual foi cara? Sai fora, to ocupado. – Se atacado pularia imediatamente rolando para o lado oposto ao invasor e rapidamente correria até a adaga e me preparia pro combate. Para isso também teria certeza de não tirar completamente minha roupa... “Que louco seria lutar nu?... ” Pensando bem, iria tirar as roupas mesmo. QUE LOUCO SERIA LUTAR NU!


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OFF: Automutilação é compulsão, não vicio, não tem uma contagem de posts eu posso cumprir a desvantagem em diferentes tempos conforme a situação exige.

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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptySab 18 Fev 2017, 01:54

緋色





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Nos Episódios Anteriores...


- Desculpe Mel, talvez demore um pouco mais para que você me mostre outras bebidas. - disse à ela, enquanto cortava as cordas e me soltava correndo pelo barco ainda no ápice da Reverse Mountain.
- Droga! Você é louca! – Melissa gritou, começando a tentar a se desamarrar.

Com muito custo apesar do barco balançar para um lado e para o outro, com coisas caindo sobre mim, consegui pegar o leme e levar para Puzur para que ele pudesse consertar o barco e as coisas voltassem ao controle, ou pelo menos essa era a ideia. Sem nada dizer corri para os barris e junto de Melissa conseguimos atar os barris, até que senti uma tontura perdendo a consciência por um segundo, mas me recusando à desmaiar.

"De pé! Kazumi!! De pé!!" - Gritava para mim mesma em minha mente antes de ouvir o gripo de Melissa.

Eu não tive escolha à não ser fincar a espada no barril ouvindo-a gritar desesperada para mim, eu não sabia ainda o que tinha ali e por sorte o invólucro não se rompeu no momento em que usei a espada cravando-a na madeira grossa do barril, então o puxei e o atei às cordas antes que um novo barril se soltasse dali e num solavanco do navio saltou a amurada e colidiu com as rochas e no instante seguinte as chamas crepitaram respingando uma gota em minha mão, que ardeu, mas não dei grandes demonstrações de dor além de contrair o rosto um bocado.

Agora...

Olhava para o céu daquele lugar vendo as nuvens ainda escuras cobrindo-nos enquanto a tensão ainda era intensa e praticamente engolia o barco. Estávamos descendo para a Grand Line, a Reverse Mountain já havia matado muitos na certa eu poderia ser a próxima e não queríamos isso. Desde meu retorno a Baterilla havia uma coisa que estava acontecendo comigo e que eu não sabia muito bem como deveria explicar, mas novamente aconteceu ali. Ao olhar para Melissa sorri de canto de maneira confiante apesar da situação em que nos encontrávamos.

— Se sobrevivermos... Prometa que vai me apresentar as tais bebidas que me disse! - diria em alta voz em meio às ondas colidindo contra o navio.

O sorriso confiante ainda permanecia em meus lábios apesar de estarmos correndo perigo de vida, eu me sentia feliz de ter me libertado de Baterilla e de jamais ter de voltar para aquele lugar novamente. A vida de pirata parecia emocionante e em meio às ondas e a turbulência do barco ainda mantinha o sorriso nos lábios me segurando às cordas, enquanto olhava para o céu escuro e então para a proa do barco esperando ver a água colidindo contra o casco do mesmo.

Apesar das dores, me mantinha firme, sentindo o vento me tocar enquanto minha perna fraquejava um pouco. A coxa queimou enquanto eu me curvava um pouco, flexionando o joelho ainda segurando-me ali naquele lugar. A chance de estar na Grand Line era uma oportunidade única e isso me deixava eufórica, já que desde minha ida para Briss anteriormente minha intenção sempre fora viajar pelo mundo para pode cumprir minha meta e conseguir alcançar meus sonhos.

Tentaria dar a mão par Melissa em meio à queda e segurar-me nela enquanto desciamos, não sabia até onde nós iriamos juntas, se chegasse ao outro lado e ela simplesmente seguisse um caminho separado do meu, eu nada poderia fazer para convencê-la à ficar. Havia conseguido alguém de confiança próxima a mim, porque eu a deixaria ir? Não queria deixá-la, mas não a forçaria a ficar, se ela quisesse teria que ser de livre e espontânea vontade.

Senti meu ombro no local do ferimento, eu precisava de descanso e de uma garrafa de bebida para ficar boa, mas antes disso precisariamos sobreviver à queda d'água e caso isso viesse a acontecer, então assim que tudo estivesse calmo caso não tivessemos ancorado ainda, iria em direção à cabine do navio e procuraria algum lugar para deitar-me e descansar.

Se não houvesse onde deitar naquele lugar e não tivessemos ancorado ainda, então simplesmente entraria na cabine procurando por algum lugar para me sentar e descansar. Revisaria os pontos para ver se não tinham se aberto com a turbulência e pediria que Melissa me ajudasse com um gesto de cabeça a chamando para dentro.

Caso ancorássemos rápido na Ilha onde ficava o Farol, então me dirigiria para aquele lugar, o tão famoso Farol da Grand Line, iria em busca de alguém que pudesse me ajudar com meu problema e me arrumar uma tripulação para seguir em direção às rotas. Eu não sabia muito sobre a Grand Line, mas esperava conseguir alguma coisa.

— Obrigada Capitão Puzur... Foi uma honra navegar com você, porém... Creio que é aqui que nos despedimos. - diria.

Olharia para Melissa e ainda com a mesma expressão séria prosseguiria.

— Mel... Você me deve uma bebida. - brincaria.

Caso tudo ocorresse bem e mesmo assim eu não pudesse ir ao Farol, procuraria por um bar ou alguma casa onde eu pudesse ir sem muitas complicações, tinha que parar para relaxar enquanto não estivesse sendo caçada. Era exatamente isso que eu faria.






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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 6 EmptySab 18 Fev 2017, 03:21

Antes de subir no mastro do navio, o leopardo espalhava seu liquido inflamável por todo o convés, liquido esse que o mesmo usou para fazer a bomba que havia sido usada em Lvneel. Não precisava ser nenhum expert para saber que o felino pretendia explodir com tudo, afinal ele já havia demonstrado um comportamento incrivelmente louco quando começou a atirar no Ryuza com balas de canhão. Vendo aquilo em meio a toda aquela situação, rapidamente minha mente estrategista começou a fluir em frações de segundos para que eu tivesse um plano para acabar de vez com aquilo.


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E foi o que aconteceu. Como eu estava bem próximo ao mastro do navio e eu não poderia subir pois o felino havia destruído a escada, rapidamente eu começaria a chutar o mastro com toda minha força, no intuito de quebra-lo. Porém, eu faria chutando de costas para a terra firme, meu intuito era quebrar aquele mastro para que o mesmo caísse na água. Como havia planejado, meu intuito era derrubar o mastro no mar, para que quando o peso do mesmo caísse de vez na água, provavelmente criaria uma grande onda, fazendo com que caísse bastante água no convés, "limpando" o liquido.  Para evitar qualquer acerto enquanto eu estivesse tentando derrubar o mastro com chutes, eu ficaria dando saltos em zig-zag, para dificultar um possível acerto e logo em seguida daria continuidade aos poderosos chutes com toda minha força.


¹Caso não conseguisse derrubar o mastro a tempo, ficaria analisando os movimentos do felino, sempre atento e mantendo o padrão de esquivas em zig-zag, e caso eu percebesse que ele jogaria algo inflamável, tentaria correr em alta velocidade e tentaria parar o que quer que seja com um golpe de adaga usando minha rex ventus. Se eu percebesse a tempo que não conseguiria para a tentativa do gato, tentaria sair do barco o mais rápido possível.
²Como minha força estava incrivelmente absurda, eu esperava conseguir destruir aquele mastro com poucos chutes, e com isso o gato cairia no barco ou na água. Como o navio estava cheio de fumaça e estava me incomodando, assim que derrubasse o mastro ou eu percebesse que ali ficaria um lugar perigoso para lutar, eu sairia dando um salto em direção a terra firme.

Assim que visse o Leopardo novamente, ficaria extremamente irritado, fazendo com que minhas veias saltassem de tanta raiva e com os punhos bem fechados, segurando as adagas com muita força e firmeza, eu correria em alta velocidade em sua direção  e ao chegar bem próximo,  tentaria desferir diversos golpes cortantes diagonais usando minhas adagas, e sempre alterando da esquerda para a direita, sem dar nenhuma trégua, deferindo um ataque atrás do outro.

Se percebesse que ele atiraria em minhas pernas, eu saltaria e continuaria batendo. Se percebesse que ele atiraria em minha cabeça, me abaixaria e continuaria batendo. Se percebesse que ele atiraria em meus braços, desviaria para o lado que fosse mais seguro e continuaria batendo. Se ele usasse as garras para me atacar, me esquivaria movendo meu corpo suavemente para trás, tentando escapar dos golpes e se em algum momento desses eu percebesse que ele abriu a guarda, eu enfiaria a Memoria do Rei em seu estomago e rapidamente saltaria para trás do gato onde em seu ouvido eu diria. -Fons Sanguinis....


Caso em algum momento eu percebesse que ele tentaria escapar de novo, tentaria correr o mais rápido possível em sua direção e por trás eu tentaria lhe dar um "abraço" com toda minha força, tentando imobilizar o mesmo enquanto simultaneamente tentaria triturar seus ossos com minha força. Se durante isso ele tentasse me arranhar para que eu o soltasse, eu aplicaria ainda mais força e tentaria destruir seus ossos apenas apertando com meu poderoso abraço por trás.  ¹Se nesse momento ou em algum anterior o leopardo estivesse caído com alguma dificuldade, eu o pegaria pelo rabo e começaria a rodar, tentando limpar a fumaça e logo em seguida o arremessaria em direção a terra firme, para que ele se fudesse todo no chão.

Spoiler:
 

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