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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Suchiro
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptyTer 31 Jan 2017, 21:46

"Hora de aproveitar que ele caiu, cara aquela queda foi fantástica, arrancar uma perna ou braço teria sido mais vantajoso, mas não pude resistir a fazer isso, as vantagens de lutar contra alguém que não é um marine ou agente do governo é essa, eu posso com objetivo aberto". Eu guardaria a pistola da mão esquerda, e pegaria a granada de fumaça e a ativaria, e então a jogaria a alguns metros no convés do navio.

"Acabei de tirar seus olhos, agora vai ter que vir para cima de mim na cara e na coragem, afinal, não tenho nenhum bom motivo para ir para cima, afinal eu tenho minha vantagem aqui." Depois de jogar a granada, eu pegaria outra coisa do meu bolso, meu flavor Dial. Ficando armado na mão direita e com o Dial na esquerda.

"Será se terei que enfrentar Auron também? Ele é bem instável, então vou me focar no Ryuza, e me proteger do Auron, não tem como ele usar a mascara transformado em cavalo, o formato da cabeça é totalmente diferente. Ele é gatuno, mas de nada adianta nessa fumaça, sem uma mascara ele vai ficar tossindo, e a densidade dessa fumaça vai me ajudar a ver a movimentação dentro, e além do mais, a escuridão causada pela fumaça não é uma desvantagem pra mim, mas ele vai ter que confiar na audição." Eu ficaria posicionado atrás de outro canhão carregado, dessa vez ia ser bem pior, já que miraria na altura nas suas costelas. Usando das minhas habilidades sensoriais para sentir melhor o ambiente e saber a localização dos outros ali, com todas minhas habilidades, eu saberia onde encontrá-los antes que eles me encontrem.

Assim que tivesse uma possível localização de algum deles, é claro, pela transformação, a área do Auron bem maior, mesmo na forma hibrida, além do barulho dos cascos, mas nada disso era o suficiente. "Eu tenho todas as vantagens possíveis, ele cair antes mesmo de poder entender meus truques. Desorientar, enganar, e obstruir." Com a mão esquerda eu usaria o Flavor Dial,e guardaria minha outra pistola da mão direita para usar o canhão. Usaria o Flavor Dial para sugar parte do gás na minha linha de onde sentisse os sons, para limpar por um momento e fazer ter toda mira possível. Assim que percebesse o alvo, eu dispararia o canhão e depois liberaria a fumaça de volta, na altura nas costelas. " Uma mudança de ambiente iria atrapalhar alguém que não estivesse esperando, e usar o canhão daquela forma iria fazer aquela fumaça se afastar de toda forma, então era melhor recolher ela pelo tempo do disparo e solta-la depois do disparo para manter a fumaça na área de toda forma."

"É claro, agora meu plano estava completo, diferente de mim ele não estava usando nenhuma mascara e estava só tendo a audição para se guiar, o que faria o disparo além de uma surpresa ser pior para sua orientação, já que tirava sua audição por alguns segundos." Eu saltaria sacando minha pistola na mão direita mais uma vez, saltando usando um dos outros canhões, e então saltaria para o outro navio, viraria meu corpo durante o salto, e novamente usaria o Flavor Dial para retirar parte da fumaça e disparando mais duas vezes em Ryuza, dessa vez onde estivesse uma de suas granadas explosivas, e outra em uma de suas pernas, abaixo do joelho, onde já não tinha já defesas. " Era fácil, se eu saltasse significava que não iria precisar tocar o chão e fazer barulho com meus passos, e acabaria com a forma dele me localizar, afinal ele ainda teria que lidar em encontrar depois do barulho do canhão. Aquele imbecil ainda carregava explosivos, eram como se estivesse pedindo para eu explodi-los."

"Sabia que ainda poderia ser pego, ele esta em pé de igualdade comigo em habilidade, por isso usar todas essas vantagens faria a batalha ser bem mais fácil do que deveria. Atacar primeiro, tomar o campo de batalha, desorientar, e confundir eram ótimas táticas, mas sem fazer algo para lidar com ele pessoalmente, era inútil." Se ele chegasse a mim, ou conseguisse desviar do disparo do canhão, teria que manter a distancia, assim que ele viesse para cima, eu jogaria a camisa de sargento marine, na densidade era difícil ele diferenciar as coisas, tinha que usar isso, e me movimentaria para a direita, para cima de algum dos canhões e usar como antes para fazer um salto mais longo e criar mais distancia. Em um ataque realmente vindo em minha direção, eu faria um recuo tentando sair da area de acerto dele, e jogaria o elmo de metal, não contra ele, mas arremessaria em pleno ar para que sua adaga acertasse o elmo, já que na fumaça a diferença entre um elmo e uma cabeça não era muito diferente. "Era imaginário um ataque ali, já que poderia ser fatal e também era a única área sem metal protegendo"

Cortes superficiais, diagonais, horizontais ou verticais não tinha tanta diferença, já que ele usava um adaga, diferente de uma espada o impulso não era tão diferente. "Ainda bem que uso essa armadura, pode doer, mas não serei realmente cortado" Eu faria um movimento diagonal, para trás, então para o lado que a lamina estivesse passando, não poderia fazer sem a armadura, mas a tentativa seria para o ataque passar direto e não me atingir, não aumentando a distancia, mas aumentaria a diferença entre meu corpo e a área que o corte viria. Assim poderia zerar a área o corte, e sair pelo lado de onde veio o braço, o que me daria tempo para criar distancia.

"Auron é um perigo em dobro, ser acertado por um coice daqueles deve doer muito, eu vi o estrago que fez no tenente, não quero aquilo pra mim." Eu ainda tinha a fumaça, e ainda tinha a roupa de soldado marine que tinha a muito tempo. "Já que não queria gastar a de Tenente." Eu faria parecido, como antes, se Auron viesse com tudo para cima de mim, eu jogaria a camisa de soldado para o alto, assim Auron miraria alto para acertar meu peito ou cabeça, eu usaria essa prerrogativa e deslizaria por baixo do corpo do Auron, se ele mirasse na cabeça, e pelo lado se ele mirasse em qualquer outro lugar, desviaria por baixo ainda, mas um pouco mais ao lado esquerdo do Auron para evitar que fosse atingido. "Auron é muito bruto, e sempre ataca com tudo, então tenho que aproveitar isso, ele não acha que vai falhar, muito menos vai pensar duas vezes antes de me derrubar, então vou aproveitar disso."
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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptyQui 02 Fev 2017, 20:02



Zed – Caverna Red Line

Matar ou não matar? Era primeira vez que Sid se via fazendo aquela pergunta. Normalmente a resposta seria obvia: matar, claro. Mas aquela situação era diferente. A batalha empolgava ele de modo exorbitante, e ele queria continuar até a morte de um dos dois – provavelmente a dele. Entretanto, diferente do êxtase que seu corpo sentia, sua mente entrava em contradição. Seus dentes rangiam, suas mãos tremiam, seu corpo pedia para avançar. Pedia por sangue. – AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! – O jovem gritava, sem saber o que fazer diante de tal situação. Nunca antes ele teve essa duvida. Decidiu então finalizar aquela batalha de uma vez, pegando a adaga com a mão esquerda e apunhalando a mão direita. O jovem deu um grito de dor, mas não se prolongou no mesmo. – Pois é...  Eu também não posso continuar pelo visto. – Ao ver a cena, Kravian deu uma risada. Não de deboche, mas por reconhecer a força de vontade do garoto a sua frente. - Vai acabar assim por hoje... – Disse, pegando o Log Pose com a mão boa. – Kravian não é? – Perguntou. - E não é que você sabia o meu nome? – Comentou, sorrindo. – É bom você sair desse lugar de merda. Você é a primeira pessoa que eu quis e não consegui matar. Sinta-se feliz. – Kravian girou o isqueiro na mão. - Sinto-me honrado. – Se despedindo do homem, Sid começou a correr pelo caminho de volta. Apesar de ter passado por vários tuneis e bifurcações, não era difícil para o ovem lembrar do caminho pelo qual havia acabado de passar. Alguns corpos se amontoavam no caminho. Corpos que ele mesmo havia matado, mas seu senso assassino havia diminuído um pouco, pelo menos por hora. O garoto conseguia voltar rapidamente para o lado de fora, e sem tempo a perder, foi correndo até Don Karthus.

– Feito. – Anunciou com um sorriso, e estendendo a bussola para o gordo. - Finalmente apareceu! – Olhando para trás, via que Queen estava ali, afastada de Evangeline. A mulher de cabelos brancos parecia evitar cruzar olhares com Evangeline, como se tivessem brigado ou coisa parecida, mas não era surpresa para ninguém que as duas não se davam bem. Don Karthus deu uma olhada no Log Pose trazido pelo jovem. - Parece que é ele mesmo. – O homem segura  a bussola e... joga ela para trás. Ao cair no chão, o vidro quebra e se espalha. - Mas que merda! Você não disse que a gente precisava dessa porra para navegar? – Disse Evangeline, irritada. - Vocês precisam de um Log Pose, não aquilo. Aquela coisa era só uma falsificação para o jogo. Só para o caso de tentarem me enganar e ir embora com ele sem terminar o jogo. - Ele colocava a mão no casaco e tirava outro Log Pose de um bolso secreto. Esse parecia mais detalhado que o outro. Mais real. Ao segurar o Log Pose real, Sid pode ver que a agulha em seu interior apontava para uma direção no mar. - Valeu... - Disse o garoto, e seu virou para ir embora. Evangeline pareceu perceber a ferida e o sangue caindo da mão do garoto, e se aproximou. - Caralho. Como conseguiu fuder sua mão assim? - Sid preferia não comentar sobre aquilo, então não deu uma explicação muito grande. – Nada de mais... Perdi a calma só. Você consegue dar um jeito nisso? - Ela pega sua mão e da uma olhada, apesar do sangue. - Hum, pouco provável. Seja qual merda te fez esse ferimento, ele sabia onde atacar. A mão tem vários nervos e tendões, e é complicado tratar quando são rasgados. Posso parar o sangramento e fechar a ferida para parar de perder sangue, mas na primeira oportunidade que tivermos teremos que achar alguém para te fazer uma cirurgia. Isso, claro, a não ser que queira aprender se masturbar com a esquerda. - Queen chamou a atenção dos dois depois que a garota terminou seu diagnóstico. - Temos que ir logo. Auron pediu para eu procurar vocês e ver como se conseguia o Log Pose, mas já que já conseguiram, vamos voltar logo.


Ryuza, Auron e Suchiro – Navio

A treta começava, e já não era mais possível conte-la. Ashuura havia começado tudo, com dois tiros e uma bala da canhão que lançou Ryuza alguns metros para tras. Entretanto, o bispo não parecia disposto a perder, pois logo injetou morfina em suas pernas, sessando a dor causada pelos ataques do leopardo. Auron, possesso de raiva, usou sua nova forma para um impulso, mas durante o avanço percebeu uma lamina se aproximando e sacou sua adaga para se defender. - Sei que não vai ser muita coisa, mas vou segurar Auron o máximo que der. Faz o que sabe fazer de melhor. – Eva disse, com a adaga encostada na adaga do capitão. Enquanto isso, o mink resolveu tomar a iniciativa e jogou uma granada de gás no centro do outro navio, o que cobriu a área onde Ryuza estava. Pegando seu dial que estava guardado, Ashuura não teve tempo de desviar da granada jogada pelo gatuno, que mesmo indo um pouco mais para o lado do que deveria, conseguiu acertar o mink na borda de sua explosão. Para a sorte do leopardo, sua armadura o protegeu de possíveis queimaduras, apesar de estar um pouco quente agora, mas nada que devesse se preocupar. A onda de choque da explosão dispersou um pouco da fumaça, e Ryuza conseguiu ver o vulto do mink, não muito nítido, mas o suficiente para ter uma ideia de para onde ir. Com isso, continuou avançando até que ouviu um som de disparo vindo da direção onde ia, e de modo a desviar da bala de canhão que se aproximava, ele flexionou seus joelhos para um pulo e rodou seu corpo no ar, saindo da linha do ataque, e fazendo a bala passar direto pelo navio. Logo em seguida continuou seu avanço, saindo da fumaça. Para a sorte do gatuno, o pano que usava sobre o rosto filtrou boa parte da fumaça, evitando que ele tivesse complicações maiores por causa da mesma. Ashuura, soltava de novo a fumaça que havia sugado com o dial, estendendo a mesma e cobrindo o gatuno novamente.

Sid finalmente voltava para o navio, estranhando a cena. – O que exatamente aconteceu enquanto eu estava fora? – O pirata recém chegado no bando se virou para ele- Tretas. – Logo que percebeu o que estava acontecendo, Queen correu para ajudar Auron. Desistindo do canhão, o mink usou-o como apoio para dar um salto para o navio onde o gatuno estava. Ryuza ouviu o baque surdo do metal da armadura do mink batendo contra o chão de madeira, e logo que Ashuura sugou o gás novamente com seu dial, executou dois disparos. Ryuza conseguiu desviar do que era direcionado à sua perna, tirando-a do caminho, mas o segundo tiro o acertou no quadril. De modo a continuar lutando, Ryuza rapidamente aplicou anestésicos na área, parando a dor, e correndo na direção do mink. Se aproveitando novamente do gás, o Anjo do Apocalipse jogou o uniforme de sargento para cima afim de ludibriar o gatuno, entretanto esse não mirava em sua cabeça, nem na garganta, ou coisa parecida.  Ao se aproximar, Ryuza jogou sua cartola na frente do rosto do mink, tampando parte de sua visão. Para a sorte do homem, ao avançar para ir pela direita de Ashuura, o mink também recuou pela direita. - Marcha da Noite. – Murmurou, e teve o corpo coberto por uma camada de aura escura, fazendo a tarefa de percebe-lo na fumaça ainda mais difícil, principalmente por Ashuura agora ouvir seus passos com muito menos intensidade. Logo em seguida, usou sua bengala para puxar o pé do mink e pulou para trás do mesmo. Ashuura foi confiante demais em sua armadura, acreditando que ela o protegeria de qualquer ataque do gatuno, mas Ryuza garantiu em provar o contrario. Por trás de Ashuura, ele injetou a injeção de morfina em uma área aberta de sua armadura leve, em seu trapézio, entretanto o mink se afastou rapidamente, mas o gatuno injetou o suficiente para Ashuura ficar um pouco tonto. Aproveitando o estado em que seu inimigo estava, Ryuza se aproximou e desferiu um corte na parte de trás de seu joelho, seguido de um chute que o empurrou.

Auron  – Batalha secundária

Quando Eva se colocou na sua frente, ela sabia que era muito mais fraca que o capitão, principalmente depois de conseguir esse novo poder, mas seu objetivo não era ganhar: era conseguir tempo. Auron colocou mais força no golpe, o que fez a adaga da mulher cair. Se afastando para pega-la, o homem deu um chute na barriga da mesma, que gemeu. Ao cair no chão, pegou novamente a adaga. Atacando novamente com a lamina, Auron se esquivou para o lado e desferiu outro chute contra sua barriga. Eva poderia ser mais forte que os marinheiros, mas lutar contra o capitão era insano. Quando tentou se levantar novamente, Queen apareceu ao lado de Auron. - Eu termino com essa aqui. Vai cuidar da confusão. – Ela se vira para Eva. - Você não deveria ter feito isso. Mesmo sendo mais forte, não vai conseguir me enfrentar do jeito que está. - Agora Auron tinha caminho livre para os dois bagunceiros.
RAND:
 

Explicação:
 
Status:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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Última edição por Hoyu em Dom 05 Fev 2017, 19:40, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptyQui 02 Fev 2017, 20:54


Saindo do tunel. Tinha ainda o ferimento em minha mão, a dor percorria o braço por completo, talvez o pior ferimento que já havia sofrido até então. “Por que? Me explica. Por que eu fiz isso? “ Pelo visto atitudes impensadas acabavam com péssimos resultados. Mas agora era tarde para reclamar.

Do lado de fora ao ir até o gordo, notei também que Queen havia se unido a sala de espera. Teria ignorado sua presença se não fossem suas palavras. Exibi o dedo do meio esquerdo de longe e segui olhando o gordinho jogar o pose para trás e quebrar o vidro. – Ué... - Deixei escapar antes que ele explicasse a situação. Apenas peguei e guardei o verdadeiro e fui logo me retirando.

Com as garotas fui em direção ao navio. No caminho foi bem obvia a ferida em minha mão. E apesar do mau humor aos poucos a sensação desagradável que sentia ia embora quando ficava próximo a Evangeline. Só a preocupação dela já era o suficiente pra isso... Claro, a dor continuava ali, era bem desagradável mas ao poucos ela parecia não se tornar tão horrível assim..

- Não tenho que me preocupar com isso. – Me referi a masturbação enquanto parava de andar e a puxava agarrando a bunda com a canhota e com um beijo suave que aos poucos ia ficando mais intenso. Mas não durou muito. – Eu tenho você pra esse tipo de problema. – Voltei a caminha e gesticulei com a cabeça para que ela fizesse o mesmo.

Chegando ao navio a primeira coisa que notei é que agora tínhamos dois. Haviam estranhos de preto por perto observando o que parecia ser uma briga entre Ashuura, Ryuza, Auron, Eva e agora Queen que corria pro meio da briga também. Fiquei boquiaberto procurando palavras. “O que diabos aconteceu no tempo em que eu fui procurar o pose? ” Alguns minutos realmente podiam mudar uma tripulação.

- Okay, eu não tava aqui, eu não sei de nada. Eu não quero me envolver. – Procurei com a canhota o baseado que havia bolado enquanto conversava com Karthus e coloquei na boca procurando com a canhota novamente o isqueiro. Usei a mão direita imóvel para aparar o vento enquanto riscava a pedra com a esquerda. Tragando algumas vezes com a chama acesa para garantir que ele iria acender. – Que bom que eu bolei isso antes de cagar minha mão. – Seria difícil fazer o trabalho com uma única mão. Iria segurar com a esquerda o baseado e deixar a direita parada e imóvel. Era um tanto desconfortável não usar minha mão dominante mesmo em pequenas atividades como aquela.

Após algumas tragadas iria oferecer o baseado para Evangeline. – Quer? – Mas a forçaria a pegar de qualquer jeito, por que um pensamento me afligia. – CARALHO! O BOLINHA! – Finalmente lembrava do cachorro. Olhava desesperado para o campo de batalha mas só via um... Cavalo? “QUE PORRA É ESSA!? ” Não contive o olhar de espanto.

- Foda-se. Eu vou buscar ele. – Dito isto iria respirar fundo e correr para dentro do navio. Tentaria contornar a batalha como possível e me atentar a possíveis disparos. Até onde sabia tanto Ryuza quanto Ashuura estavam com pistolas ou armas de fogo, era perigoso tomar balas perdidas por ali. E também evitaria ficar na frente de qualquer um deles, apenas usando a agilidade para contornar a briga e chegar no interior da embarcação.

Ao entrar, iria desesperadamente começar a gritar. – BOLINHA!... JÃO! – E procuraria pelos cômodos pelo cachorro. Ou talvez agora já fantasma. Isso sempre acontecia depois de usar essa erva. Caso encontrasse o cachorro o tomaria em meus braços e voltaria ao andar de cima percorrendo novamente o campo de batalha para sair do navio. “Se essa merda afundar eu não quero que o cachorro morra, ele ainda tem que me levar pra plantação. “ Era meu único pensamento.

Caso fosse possível ignorar a briga e simplesmente entrar no navio sem maiores problemas iria ignorar essa opção, queria ter que passar por perto para também ter uma vista mais privilegiada. “Entretenimento ao vivo. ”

Caso o cachorro estivesse do lado de fora... Eu provavelmente me forçaria a não notar, apenas para que pudesse fazer essa gloriosa e idiota façanha, ainda que eu provavelmente não fosse encontra-lo. Afinal era provável que ele estivesse no outro barco. Mas eu nem mesmo havia me dado ao trabalho de tentar identifica-los.


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptySex 03 Fev 2017, 04:11

Conforme as coisam iam se desenrolando, mais furioso eu ficava. A luta no navio e a tentativa de me parar da garota que estava com Ryuza, insinuando até que seu parceiro me tirasse a vida, me deixava tremulo de tanta raiva. Embora ela tentasse me deter, sua força nem se comparava a minha, e facilmente eu sair de seu controle, derrubando-a logo em seguida apos alguns golpes. Queen estava de prontidão e rapidamente apareceu para dizer que daria conta da mesma.

Em outra situação, eu ignoraria a garota e focaria na batalha, mas ela provou que tentaria contra minha própria vida caso tivesse oportunidade, e eu não permitiria isso de maneira alguma. Antes que a garota levantasse, iria em sua direção em forma hibrida ainda e daria um soco com toda minha força, usando o meu braço direito no rosto da mesma. Meu intuito era desacorda-la por hora, para que depois ela tivesse a punição que merecia. -Amarre essa desgraçada... - Diria olhando para Queen, bem sério.

Dito isso, olharia para onde os dois bispos que brigavam de forma feroz e voltaria a falar - Quando terminar com ela, traga-me minha espada. - Falaria friamente, me referindo a minha Espada do Rei que estava no salão do tesouro. Logo em seguida, analisaria rapidamente tudo que estava a minha volta, e antes que Queen saísse, diria -Traga-me a Anã do Ashuura também... - Assim que disse-se isso, correria de forma feroz em zig-zag e assim que estivesse próximo do bispo mais próximo, daria uma canelada com a perna esquerda com toda minha força, tentando arremessar o primeiro oponente para fora do navio. Se durante a investida eu percebesse que seria atacado com golpes físicos ou agarrões, me abaixaria usando minha aceleração e num rápido movimento de contra-ataque tentaria dar continuidade a minha tentativa de chutar o mesmo para fora do barco.

Em seguida, como meu tamanho e força estava bem mais aprimorados, tentaria dar um "dash" na direção do "oponente" restante, tentando dar uma ombrada com toda minha força/peso na cara do mesmo. Caso o mesmo tentasse se desviar desse golpe, faria diversas vezes até acertar, porém sempre atento no outro que talvez tivesse sido arremessado.

Se o outro não tivesse sido arremessado, eu usaria meu campo de visão ampliado para tentar prever algum tipo de golpe traiçoeiro, para que se percebesse eu pudesse me esquivar de uma maneira que não ficasse exposto para o outro oponente. Se eu percebesse golpes cortantes de adaga, tentaria colidir todos, sempre aplicando mais força, no intuito de desarmar o Ryuza. Se percebesse que estava na mira de uma arma, tentaria me mover rapidamente com minha boa condição muscular combinada com aceleração, para tentar socar a arma do Ashuura para longe.

Caso durante o confronto algum deles caísse, antes que o mesmo levantasse, me moveria rapidamente até onde ele estava e seguraria suas pernas, e com meu novo condicionamento físico e força eu pudesse girar diversas vezes o mesmo pela perna, tentando acertar o outro oponente caso o mesmo estivesse perto, e apos tirar umas 6 vezes, eu o arremessaria para fora do barco, na direção do solo. Com ajuda da acrobacia, tentaria recobrar o equilíbrio o mais breve possível, e assim que o arremesso fosse feito, correria em direção ao corpo em movimento, e ao chegar na borda do navio eu pisaria na mesma, e com a força das pernas eu impulsionaria meu corpo para cima, tentando me projetar contra o corpo que por hora estava "voando", para que ainda no ar, eu tentasse ficar por cima do mesmo onde com ajuda de minha habilidades acrobatas eu pudesse dar uma "bicicleta" no ar


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na intenção de redirecionar o corpo para colidir com o chão de forma mais violenta. Caso desse certo, antes de aterrizar, novamente eu tentaria acompanhar o corpo em colisão e durante a queda livre, desceria girando diversas vezes em 360° e assim que estivesse bem próximo do contato com o homem, eu usaria a força de queda livre e daria uma joelhada em seu corpo caído.


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Por ventura alguém tentasse me segurar por trás ou meus braços, tentaria fazer bastante força enquanto abria meus braços, tentado me livrar do individuo(a), para que logo em seguida eu tentasse perfurar seu estomago com a Rex Ventus. Caso Ryuza e Ashura me atacassem simultaneamente, sacaria rex ventus e memorias do rei, e tentaria me esquivar de seus possíveis golpes, sempre me afastando para trás enquanto colidia os golpes e adaga e possíveis tiros.  Caso percebesse tiros em minha direção, tentaria usar a minha velocidade máxima com ajuda da minha aceleração para tentar me esquivar, ou talvez ricochetear com a rex ventus.
Se eu percebesse golpes perfurantes por parte do Ryuza ou qualquer outro, sempre me esquivaria com saltos em zig-zag para trás, tentando dificultar a perfuração.


Provavelmente independente de como estivesse a luta, eu estaria um pouco ofegante, com respirações vagarosas e expressivas,  suor ou talvez sangue escorrendo do meu rosto/corpo, mas a determinação permaneceria inabalável. Se as coisas estivessem dado certo, eu puxaria o homem que tivesse levado meu combo pelo cabelo e arrastaria comigo. Apos dar alguns passos, seguraria em sua cabeça com as minhas grandes mãos devido ao ganho no tamanho por conta da uma uma no mi e  a levaria a face do mesmo de encontro ao chão, tentado desacordar o mesmo. -Vocês procuraram isso... - Diria muito bravo e claramente ofegante. Olharia para o restante - Prepare-se, agora é a sua vez!

Visão Equina:
 


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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptySex 03 Fev 2017, 20:14

Spoiler:
 


Diante de uma situação tão complicada, Ryuza não teve escolha, ele já estava cheio daquele mink, desde o momento em que ele apareceu e agora aquele ataque surpresa sem nenhum motivo aparente? Fugir seria dar as costas para seu orgulho, e Ying era um cara muito orgulhoso...
Yang o aconselhou a ir embora, afinal, apesar de todas suas loucuras, ele era bem mais sensato do que o seu antagonista ideológico. O pirata se recusou, levantou-se e se preparou para o combate.

Uma das seringas de morfina veio a calhar muito antes do que o Bispo julgou que seria. – É... de fato é muito bom estar preparado para todos os tipos de situações. – Pensou enquanto injetava uma dose ínfima da substancia nos locais afetados, a morfina era uma droga forte, se aplicada em excesso poderia inutilizar suas pernas ou até mesmo fazer com que ele apagasse por completo. – O que seria ótimo para uma pessoa em questão. – Pensou.
- Tsc... isso não vai acabar bem...

Ryuza estava preparado, mas Auron parecia ter perdido o resto de sanidade que tinha lhe sobrado, o capitão investiu contra o seu subordinado. O subordinado errado, julgou o bispo. Mas antes que ambos pudessem se confrontar Eva se interpôs rechaçando o golpe do Rei. - Sei que não vai ser muita coisa, mas vou segurar Auron o máximo que der. Faz o que sabe fazer de melhor. – A preocupação tomou conta de Ryuza, ele sabia que sua garota não seria páreo para o Rei, muito menos agora que ele tinha aquele novo poder, mas não podia oprimi-la, ela tinha tomado sua decisão, não seria correto jogar fora o seu esforço. – Se cuide my lady... – Sussurrou Ying, determinado a terminar com seu outro alvo o quanto antes, para que pudesse retornar para sua amada.

O gatuno avançou com tamanha velocidade que chegava a assustar, uma onda de fumaça se espalhou pelo local – Tsc, aquele filho da puta ainda tem bombas de fumaça? – Pensou antes de lançar uma de suas granadas na direção do mink, a explosão dissipou parte da fumaça, dando uma abertura para que o gatuno pudesse observar o oponente. – Spells of war... Hear my call!! Help me take them down!! – Cantava Yang. O avanço permaneceu, evitando disparos de canhão e projeteis de bala, mas uma o atingiu, imediatamente o gênio agiu inibindo a dor com mais uma dose de morfina, ele tinha que terminar com aquilo sem receber mais danos, sentia o medo de se tornar dependente da substancia, mas naquele momento ele percebeu algo em sua bolsa, uma espécie de concha, mentalmente ele se perguntou como aquilo tinha ido parar ali, e logo reparou que era uma concha igual à que o mink estava usando para absorver e expelir o gás da fumaça.

Mesmo com todos os problemas Ryuza conseguiu atingir o seu oponente, em termos de habilidade Ying até sentia dificuldades em evitar seus ataques, mas era muito fácil acertar o mink, depois de lhe injetar a droga o gatuno checou se tinha sido o suficiente. – Droga... aparentemente não. – Lamentou, mas foi nesse momento que se virou para observar como ia a batalha de sua amada, e não ia nada bem.




Dentro de milissegundos minha mente foi tomada por um turbilhão de pensamentos, um conflito de planos e estratégias, a situação estava se tornando cada vez mais complexa, e minha mente tentava achar uma solução aceitável para aquilo, mas todos os resultados pareciam ser desastrosos, independente de quem saísse vitorioso, se é que haveriam vitoriosos.
- Auron está louco em atacar a Eva? Esse macaco-cavalo desgraçado não deve estar são de consciência, o que devo fazer?
- Vai arriscar perder tempo contra o mink com sua amada em perigo?
- Tsc... ele não desmaiou com a injeção, mas deve estar no mínimo atordoado não teria problemas para pôr fim ao combate agora...
- Então Ying... o que vai ser, vai arriscar mais uma vez perder alguém que ama?
- Não mesmo. Nunca mais. – Me decidi, determinado.
(Todo o diálogo acima se passou na mente de Ryuza, em questões de segundos)

Levaria a mão até minha sacola de medicamentos, deixaria as seringas lá e tomaria em minha mão duas pílulas de ácido acetilsalicílico para ajudar com as dores que logo estariam aparecendo, jogaria os medicamentos na boca e os engoliria. Meu foco agora era Eva, a partir dali, usaria minha genialidade para analisar rapidamente e decidir qual das duas seguintes estratégias iria tomar:

1. Permanecer com a Marcha da noite ativada e avançar contra o Auron, me aproximando por trás dele rapidamente e furtivamente.
2. Desativar a Marcha da Noite e ativar a Hora do Rush! Para ganhar uma velocidade maior e alcançar o Rei de forma mais rápida.
A opção um seria tomada se e somente se, eu julgasse que poderia alcançar o Rei antes que ele pudesse realizar qualquer ofensa grave contra a Eva.
E nesse caso eu fitaria o mink uma última vez, seu ombro deveria estar dormente, a princípio ele teria dificuldades em levantar os braços em posição de disparo, mesmo que isso ocorresse só por alguns instantes, já seria o suficiente. Iniciaria minha investida em direção ao Auron saltando para o outro barco e correndo o mais rápido que eu conseguia correr sem perder o quesito furtividade, me aproximaria por trás, como o maldito agora era a porra de um cavalo era plausível assumir que tinha adquirido sentidos melhorados, assim que eu chegasse a uma distância significativa eu me jogaria no chão em um breve deslize e aplicaria um chute giratório na altura do calcanhar do capitão, na tentativa de realizar uma rasteira, miraria apenas em uma perna, pois tirar ambas as pernas do chão seria um trabalho mais difícil. Passaria diretamente em direção a Eva, estendendo minha mão para ela e dizendo. – Minhas costas, agora! – Me abaixaria para que ela subisse de “macaquinho” em minhas costas.

Se eu julgasse que havia uma possibilidade muito grande de não conseguir alcançar o Auron a tempo sem que tivesse um bônus em minha agilidade, desativaria a técnica que estava em ação imediatamente e saltaria para o outro barco, enquanto no ar começaria a me concentrar para reativar minha outra técnica, assim que aterrissasse diria. – Hora do Rush! – Iniciaria uma corrida direta, como um velocista de 100 metros rasos que começa abaixado e avança com passadas largas e movimentos harmônicos dos braços, minhas passadas seriam firmes e tentaria alcançar Auron da forma mais rápida possível, assim que estivesse a cerca de 7 a 5 metros do mesmo eu saltaria tirando ambos os pés do chão dando uma voadora de dois pés nas costas do Rei. – JOOHNNN CEEENAAA! – Gritaria Yang. Talvez não tivesse força o suficiente para jogar Auron longe, mas só queria afastá-lo por instantes, giraria no ar logo após o impacto e tentaria pousar como um gato, apoiando as pontas dos dedos e os pés no chão, olharia para Eva e de imediato correria em sua direção a tomando em meus braços, no colo.

Independente de qual investida tivesse sido escolhida eu não apenas correria em linha reta como se isso fosse a única coisa que bastasse, caso eu fosse alvo de ataques do atirador eu tentaria me safar das seguintes formas: Correndo em direção a obstáculos que cobrissem mesmo que brevemente a minha localização, os objetos poderia ser barris, caixas, canhões o próprio mastro ou construções do convés, até mesmo aqueles piratas recém-chegados.
Efetuaria esquivas inclinando o corpo, saltando para frente ou para os lados, tentando evitar a linha de tiro. Se percebesse que eles estariam vindos de cima eu esticaria uma das pernas para frentes e flexionaria a outra, recolhendo o tronco e me jogando de lado no chão do convés para deslizar, assim que sentisse que estava desacelerando em jogaria o tronco para frente efetuando um rolamento e em seguida poder dar continuidade a corrida. Tiros baixos ou médios eu tentaria evitar com saltos girando ao redor do meu próprio eixo vertical ou mortais para frente.
Tentaria evitar também oscilando constantemente o ritmo de minha corrida, acelerando, desacelerando, dando breves brecadas e logo voltando a correr, coisas do tipo.

Se eu fosse atacado por outros piratas (incluindo a anã ou qualquer que fosse) ou se eles se colocassem no meu caminho, tentaria evitar contato, me jogando para os lados e tentando me equilibrar com saltos e aterrissagens tranquilas, tentaria evitar agressões com declínios e rotações corpóreas tentando me distância das ofensas, me abaixaria mais para golpes altos, sairia da frente de golpes diretos ou verticais, e saltaria por golpes baixos.

Se o Auron percebesse minha investida e tentasse me atacar, tentaria efetuar uma rápida parada e um rolamento para o lado, pararia de rolar e mergulharia na direção de que tinha vindo e começaria a correr tentando o contornar e rapidamente chegar as suas costas e em seguida até Eva, daí então a pegaria.
Se durante minha investida ou durante o momento em que tentava pegar a Eva, Helena ousasse interferir eu viraria com um giro e desferiria um chute direto na altura de seu estomago, tentando afastá-la.

Assim que estivesse com a Eva iria até a amurada no navio, e correria até um local onde eu tivesse uma cobertura que me deixasse protegido dos tiros do mink, se não fosse possível, ficaria correndo pela amurada, em movimento. E falaria.

- Que merda você pensa que está fazendo Auron? - Minha voz soaria seria, o que destoaria da minha comum forma de falar que entoaria a lábia. – É isso que você julga ser um bom capitão? – Concluiria as palavras com uma voz rasgada, altamente enraivecido

- Me juntei a você por considera-lo forte o suficiente, apesar de saber desde sempre de sua irritabilidade, julguei que você seria capaz mentalmente e moralmente de gerir um grupo... mas atacar seus membros antes mesmo de dar uma oportunidade de explicação? Ignorar um óbvio conflito que esse lixo rosa causou... atacar a minha Eva? - A essa altura eu já estaria a ponto de explodir, me controlaria para não lançar mais um dos explosivos na cara do capitão.

- Se me quer nesse bando, ponha sua cabeça no lugar e venha conversar comigo como um ser humano normal, bem... não tanto agora... - O sarcasmo compunha a frase devido a atual condição do suposto Rei. – Ou saque suas armas... e decidiremos isso até as últimas consequências! Não me ajoelharei perante ninguém que eu julgue indigno ou que ponha a vida de quem gosto em risco. Ah... e resolva a situação com esse mink, por que se não revolver, eu volto para concluir o trabalho. – Quando enfim concluísse a fala, saltaria para fora do navio e me direcionaria até o Farol, me afastando o mais rápido possível, pararia apenas quando chegasse até lá, onde deixaria Eva no chão e me sentaria exausto.

Obviamente se a Hora do Rush tivesse sido ativada, eu a desativaria para falar.
Se durante meu discurso eu sofresse ataques, eu tentaria esquivar correndo e saltando na amurada, mas se eu achasse que não seria o suficiente, o interromperia e sairia do navio, indo para o farol.



Off:
 


Histórico:
 

edit: Editei o post na parte que falava: "caso tivesse ativado a Marcha da Noite", n era pra ser essa a técnica citada, substitui pela certa que é a Hora do Rush.

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Última edição por Ryuza Ying em Sab 04 Fev 2017, 20:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptySab 04 Fev 2017, 12:22

Essa luta ta uma porra.




"Merda, esse desgraçado esta virando, não posso deixar assim, ele vai começar a passar mal logo, esse pano não vai proteger ele da fumaça para sempre. Estou parcialmente dormente, bem, isso não vai ser um problema por muito tempo, pelo menos assim posso lidar com a dor sem me preocupar." Usando de impulso com minhas pernas, eu rolaria para trás, assim que terminasse o rolamento, faria outro impulso com minhas pernas para me erguer de pé de novo.

"Ele já esta com as pernas queimadas, com dois furos nelas e um no quadril. Ele vai começar a perder muito sangue, as queimaduras também vão acabar com seus movimentos lisos e essa bala vai acabar travando algo, mais algumas e eu consigo. Não quero ser obrigado a usar aquilo...Por agora tenho que me focar em fazê-lo sangrar ainda mais"

- Você sangra? Vai sangrar! - Diria expondo meu ataque. "Desculpe, mas essa é a primeira vez que vão ver meu ataque fantasma.Não importa para onde fugir, eu posso ver tudo."

"Essa técnica não é boa contra guerreiros resistentes, mas files de frango como você é outra historia. Agora que já fiz o que queria, hora de voltar para programação normal." Como minha habilidade havia me obrigado a puxar ambas armas, eu tiraria uma delas da mão e pegaria outra granada de gás, e a jogaria no chão, atrás de mim, bem ao final do navio. "Assim ela me esconde primeiro e você ainda fica a luz do dia."

"Então, qual seu plano agora? Vir atrás de mim, ou é um cavalheiro? Acho que me lembro o que fez da ultima vez, quando fiz mal a sua garota, e você sabe que o Auron é mais perigoso que eu." Ficaria a beira da fumaça, para que pudesse ver o lado de fora, e o lado de fora só visse a fumaça. "Deveria ter dito para sua vadia não se meter, como eu disse para Dandara, agora vai pagar por não ter tido bom senso. Ter gente com que nós importamos envolvida em batalhas assim só é uma desvantagem." Assim que ele se virasse, viesse para cima ou começasse a suplicar para Auron para não ferir sua Eva, seria hora de agir. Eu aproveitaria que ele estava em movimento e não poderia parar depois de um tempo de imediato e ergueria segurando com ambas mãos, segurando firme minha arma, daria alguns passos a frente, para sair da fumaça, e manteria o alinhamento da arma com os olhos, e um único disparo seria feito, com a arma focada em sua perna direita o disparo seria no joelho.

"Não era só isso, ele só tinha aquela arma, não é? Ele não poderia fazer muito sem ela, principalmente se fosse continuar a lutar contra mim, socar e chutar uma armadura de aço não é lá uma ideia inteligente. Vou continuar a usar ambas mãos, nenhuma tontura vai em afetar tão fácil, eu preciso manter a estabilidade." Eu continuaria a andar em frente, para me manter fora da fumaça, que iria tomar no navio completamente me breve, de novo. Faria uma respiração profunda, olharia toda a situação, e todo o ambiente que havia analisado com minha técnica previamente. "Ele precisa pegar impulso para fazer um ataque, não há como atacar sem fazer força para isso." Ergueria minha mão com a pistola na altura da mão de Ryuza, a mão que ele carregava a adaga. Impediria minha própria respiração por alguns segundos, esperaria o movimento de seu braço, e então realizaria um disparo em sua mão. De qualquer forma meu disparo seria realizado com ou sem tal realização do movimento de Ryuza, aquilo era para tentar conseguir uma vantagem. Eu faria uma recarga da minha pistola depois de terminar minhas ações, assim não precisaria tomar cuidado com falta de balas.

Eu jogaria o restante das balas daquele cartucho e mais algumas balas pelo chão de onde Auron e Ryuza poderia vir, depois que meu ataque estava feito, precisava ter proteção. "Aquilo poderia ajudar a deslizar, se conseguissem perceber isso, mas faria qualquer um em alta velocidade cair, principalmente se em vez de pés tiver cascos."

"Dessa vez estava preparando para os truques que Ryuza usaria, ele realmente é louco para usar granadas mesmo sem habilidade para tal." Eu faria o disparo rápido, contra qualquer granada que ele jogasse, faria antes mesmo que ela caísse no chão, enquanto daria alguns passos para trás. Se ele conseguisse jogar alguma perto o suficiente para não explodir sem me ferir junto, eu realizaria um salto, me jogando com toda a força o mais longe possível, de preferência para de trás de algo que pudesse me proteger da onda de impacto, já que sabia que a armadura me protegeria de estilhaços.

Se alguém viesse mais uma vez tentando atingir minhas pernas, eu não poderia ser tão descuidado como antes. Eu faria um salto, fazendo força nas minhas pernas para saltar para trás. "Movimentar minhas pernas faria ser mais difícil atingir as fraquezas da armadura."

Para cortes em vertical, tanto de cima para baixo quanto para de baixo para cima. Eu colocaria a perna direita mais para trás, e então faria força com ela, e viraria meu corpo de lado, e com força da outra perna eu me impulsionaria para o que agora seria atrás e usaria isso para desviar do ataque. "Nem a pau que vou deixar outro ataque assim me acertar."

Para ataques horizontais, da direita para esquerda ou direita para esquerda. Eu precisava fazer eu desviar e sair do campo de ataque para não receber nenhum outro ataque. Eu me deixaria cair no chão, deslizando minhas pernas para frente, e caindo de bunda no chão, e então com minhas pernas esticadas, eu faria um impulso com elas para trás, e com os braços e meu tronco eu faria algo próximo a um circulo, para rolar com facilidade para trás, fazendo dois rolamentos para trás.

"Auron com aqueles poderes era obviamente mais forte que eu ou Ryuza, fisicamente é claro, então enfrentar ele daquela forma, em um convés aberto é dar total vantagem para ele." Eu já não tinha intenção de lutar com ele, agora muito menos com ele transformado. Eu deslizaria pelo chão, usando de ajuda não só habilidade, como as balas que havia jogado, indo para o buraco que havia feito, para descer para o andar inferior. "Com a fumaça, tudo que perceberiam era que havia desaparecido." Eu faria um rolamento assim que caísse no chão." posso ser um gato,mas ficar fazendo essas coisas vai acabar desgastando meus joelhos, pode não ser agora, mas não tomar cuidado pode custar caro no futuro."


Tecnica:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptySeg 06 Fev 2017, 15:43




Todos – Navio

Sid, ao ver a confusão que se formava a sua frente decidiu por não se envolver, mas depois de acender o baseado e ele e Evangeline darem uma tragada, o garoto percebeu de algo de extrema importância. – CARALHO! O BOLINHA! – Sim. O Bolinha estava no navio que estava sendo destruído pela batalha. Acima daquilo tudo, Bolinha era extremamente importante para Sid, por causa da plantação secreta de Jão. - Foda-se. Eu vou buscar ele. – E em seguida começou a correr pelo convés. Evangeline tentou argumentar, mas não teve tempo de dizer nada à medida que o garoto corria. Do outro lado do convés, a atenção de Ryuza havia mudado de foco. A batalha com o mink não fazia mais sentido agora que sua amada havia levado uma surra de seu capitão e estava a ponto de desmaiar. Tomou imediatamente um medicamento para diminuir sua dor e começou a correr na direção de Eva, Auron e Queen. - Hora do Rush! – Disse, desativando a técnica anterior e ativando a nova. Sua velocidade aumentou instantaneamente, à medida que focava seus sentidos, e o gatuno iniciou uma corrida em linha reta ao mesmo tempo em que via Auron dando um poderoso soco no rosto de Eva e fazendo-a desmaiar. Ashuura aproveitou a situação para lançar uma técnica no gatuno, acertando-o três vezes em suas costas e fazendo um sangramento começar, entretanto o medicamento que ele havia tomado somado à morfina fez não dor mais do que socos nas costas. Logo antes do mink atirar as balas de sua técnica, Sid passou correndo no meio da confusão, entrando rapidamente no interior do navio. O capitão falou algo com Queen, que assentiu e foi buscar algo, e se virou percebendo o gatuno pouco antes de seu ataque.

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O golpe praticamente não causou dano nenhum ao homem, provavelmente devido à resistência ganha pelo novo poder. Entretanto, o objetivo principal do gatuno não era causar dano no capitão, e assim que deu o golpe, pousou e pegou Eva no colo, voltando a correr logo em seguida. Enquanto isso Ashuura se preparava para outra investida, jogando outra granada de fumaça atrás dele, que logo foi se espalhando e o cobriu. Saindo brevemente da fumaça, o atirador tentou dar um tiro no joelho do gatuno, mas a tontura o atrapalhou um pouco e o tiro foi um pouco mais para cima, na coxa. Em seguida tentou dar um na mão, mas a tontura fez o tiro acertar o antebraço do homem. Não era a mesma coisa, mas teria o resultado desejado, limitando os movimentos do homem, nem que fosse um bocado. Pegou o resto do cartucho e jogou as balas a sua frente, com o objetivo de fazer quem se aproximasse caísse. Ryuza não ligou muito para os tiros. Enquanto as drogas fizessem efeito, aquilo não seria um grande problema. O problema seria depois. Logo que pegou a amada em seu colo, viu um hematoma em seu rosto. Auron avançou no homem, tentando dar um chute e lança-lo para fora do barco, mas Ryuza foi ágil e desviou do golpe. Emendando com seu primeiro golpe, Auron avançou duas vezes, tentando dar ombradas no bispo, mas o mesmo desviou dos dois golpes. Ashuura, percebendo que não teria chance se lutasse contra o capitão, aproveitou a cortina de fumaça para entrar em um dos buracos que fez no convés ao mesmo tempo que Ryuza desativava sua técnica.

- Que merda você pensa que está fazendo Auron? – Disse, usando toda a sua lábia. – É isso que você julga ser um bom capitão? – Seu tom de voz estava claramente irritado, e Auron podia notar isso. - Me juntei a você por considera-lo forte o suficiente, apesar de saber desde sempre de sua irritabilidade, julguei que você seria capaz mentalmente e moralmente de gerir um grupo... Mas atacar seus membros antes mesmo de dar uma oportunidade de explicação? Ignorar um óbvio conflito que esse lixo rosa causou... Atacar a minha Eva? Se me quer nesse bando, ponha sua cabeça no lugar e venha conversar comigo como um ser humano normal, bem... Não tanto agora... – Dizia essa ultima frase com um sarcasmo obvio e proposital. – Ou saque suas armas... E decidiremos isso até as últimas consequências! Não me ajoelharei perante ninguém que eu julgue indigno ou que ponha a vida de quem gosto em risco. Ah... E resolva a situação com esse mink, por que se não revolver, eu volto para concluir o trabalho. – Terminando a fala, Ele saltava da amurada em direção ao farol. Ao mesmo tempo, Queen voltava com Dandara amarrada em um pequeno pedaço de corda, a espada de Auron e outra corda, que supostamente deveria ser para Eva, entretanto só havia eles no convés no momento.


Zed – Navio

Sid estava desesperado. Nem mesmo a visão privilegiada de uma treta monstruosa fora o suficiente para tirar sua preocupação em relação à plantaç... Ao cachorro. Assim que entrou no interior do navio, se pôs a procurar bolinha. – BOLINHA!... JÃO! - Depois de procurar bastante, finalmente encontrou o cachorro/fantasma no deposito de comida do novo navio. Ele estava dentro de um dos barris de suprimentos, comendo, pois aparentemente ele havia entrado ali e levaram ele dentro do barril para o novo navio sem perceberem nada. Entretanto, ele estava na forma de fantasma, então a visão era de um monstro comendo comida espremido dentro do pequeno barril. - Ah, e ai? – Disse, ao perceber Sid e se levantando do barril para falar com ele.
Explicação:
 
Status:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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Grupo:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptySeg 06 Fev 2017, 16:29


Disparando para o meio do confronto corria até o interior do navio, conseguia cruzar a batalha sem ser atingido por golpes aleatórios de meus amigos, o que era algo bom, mas de certa forma parecia tediosamente fácil. “Esperava que fosse mais difícil. “ Pensei comigo mesmo já no interior do navio enquanto procurava pelo cachorro. Acabei por encontrar o fantasma dentro de um barril afanando a comida do navio... Ele parecia estranhamente calmo ao me cumprimentar. – “Ah, e ai?” O caralho. – Estava um tanto apressado, afinal o pessoal que lutava no convés não era conhecido pela prudência ou fraqueza. Afundar aquele barco não seria difícil se eles colocassem empenho.

- Vamo meter o pé, o pessoal lá em cima ta lutando e eu não duvido que essa porra afunde. – Ele era um fantasma, então tinha dúvidas se conseguiria tocá-lo, ainda assim tentei agarrar a forma incorpórea com os dois braços, tomando cuidado para não tocá-lo com a mão direita e ferida. “Pelo de cachorro vai piorar essa ferida? “ Não era médico pra saber as exatas consequências, mas podia presumir que não seria higiênico ter pelos em um corte exposto.

Caso não fosse possível tocá-lo iria tentar convencê-lo com palavras. – Droga Jão, eu não consigo te tocar. Só me segue, e toma cuidado que ta rolando tiroteio.“Se bem que se eu não consigo tocar nele, um tiro não deve fazer nada... “ Podia apenas tirar conclusões, claro, nada preciso.

Acompanhado ou segurando o fantasma tentar retornar até o convés do navio, onde novamente tentaria atravessar a batalha que rolava entre o Cavalo, Ryuza e Ashuura. Era imprudente, mas divertido ainda assim correr aqueles riscos totalmente desnecessários. – CORRE VIADO! – Berraria durante a travessia, sempre atento ao confronto e tomando cuidado para não ser atingido por balas perdidas ou ataques descuidados. Usando minha agilidade para rapidamente me distanciar da trajetória dos ataques com rápidos saltos em qualquer direção disponível que julgasse ser segura. E faria isto até conseguir retornar a borda do navio onde Evangeline e os estranhos de preto ainda deveriam estar.

- Pega. – Diria a garota entregando o cachorro para que ela tomasse conta dele. – E agora? O que eu perdi? – Me sentaria na borda do navio a procura do baseado que havia deixado com ela. Caso ainda houvesse alguma coisa iria continuar a fumar, acendendo-o novamente se necessário. – Alguém ai sabe o motivo dessa confusão toda? – Perguntaria aos estranhos de preto. Aparentemente eles tinham chegado antes de mim, então talvez pudessem ao menos dizer como tudo começou.

“O gato rosa é engraçado, mas pelo visto ele que é o pirado aqui. Só espero que aquele de preto morra. “ Esperava ansiosamente para ver se Ryuza de fato seria morto naquele confronto.

Sacaria a adaga com a mão esquerda e continuaria a observar. – Será que eu devo me meter? – Ficar observando era um entretinimento e tanto, mas ainda assim poder entrar no meio do confronto e matar alguém parecia mais divertido... Mas eu nem mesmo sabia que lado devia ajudar, mas tinha uma única certeza. “Eu com certeza não quero ficar contra aquele cavalo... E fica estranho usar isso com a esquerda ” Me referia a adaga enquanto agitava um pouco o braço, seria complicado ter de lutar com a mão esquerda. “Mas acho que é melhor aprender, antes que de merda em uma próxima vez... “ Não que tivesse pretensão de esfaquear novamente minha mão.

- PERA! – Notava então. – Auron não ta por aqui. – Finalmente a ficha caia. – Aquele Cavalo comeu o Auron? – Ou pelo visto não.


Vicio Alucinógenos: 1/15

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Ryuza Ying
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Ryuza Ying

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptySeg 06 Fev 2017, 22:22

A quantidade de morfina injetada por Ryuza no mink tinha sido algo medíocre, muito menos da metade da seringa tinha sido gasta, aquilo não seria suficiente para apaga-lo quiçá não seria suficiente nem mesmo para lhe causar certa paralisia, um erro gritante cometido pelo gatuno, ele deveria ter se certificado de que aquele movimento tivesse dado certo, afinal, teria mudado toda a sequência de acontecimentos que se seguiram...
O bispo não podia ficar ali parado vendo sua querida Eva sendo agredida por aquele homem-cavalo, sendo assim, a decisão foi óbvia. O jovem investiu com tudo para alcançar sua amada, ele sabia que precisaria de toda velocidade que pudesse exercer, sendo assim, ativou sua técnica para isso.

Infelizmente não foi o suficiente, momentos mais tarde Ryuza poderia se perguntar se foi sua falta de poder que acarretou naquilo, ou a bala que lhe acertou a coxa. Que mesmo não tendo sido muito incomodo, foi o suficiente para lhe desacelerar, a cena de Auron socando Eva fez seu estomago embrulhar e um ódio germinar no âmago de seu ser, o golpe veio como uma punição e como uma abertura de guarda. – Uma bela voadora Not Bad - Logo o gatuno já estava com sua querida nos braços, mas ela estava desacordada.
Ying estava estranho, muito estranho, sua mente parecia confusa mesmo com sua técnica ativada, ele parecia com uma pessoa estressada e irritada que fica sem saber o que fazer no meio de uma atividade, anda para um lado, procura por algo que não sabe o que é, até se dar conta que não era aquilo que queria fazer, vai atrás de outra coisa, mas no fim ele só está perdido. Era assim que Ryuza estava, conseguiu evitar os golpes de Auron, mas por algum motivo não parecia ter a capacidade de evitar os disparos a distância do mink. Porque ele não correu para uma cobertura? – Bem, você sabe muito bem o porquê, pare de se fazer de idiota.

O bispo exerceu sua oratória, o posto de bispo requeria tal habilidade, ele era “A Voz” e se faria ouvir perante o “Rei”, ao fim do discurso, partiu em direção ao farol, deixando para trás aquela situação desgraçada.




Corri sem parar, sem fraquejar, no chão uma linha de sangue me seguia. – Não preciso ser nenhum gênio para saber que isso não é nada bom. – Continuaria a seguir para o farol, me lembrava do marinheiro ter comentado algo sobre um tal de Karthus, o homem parecia estar estabelecido ali, talvez ele pudesse servir como ajuda, ou ao menos indicar alguém que o fosse.
Ao chegar no local eu buscaria por alguém que pudesse me ajudar. – Você precisa parar de correr... as feridas abertas vão só expelir mais sangue se você continuar assim... a anestesia é uma faca de dois gumes, as dores servem para alertar o corpo que está na hora de parar, sabia?

- Não me venha com lições de moral a essa hora Yang! Não é você quem está todo furado de balas. – As dores começariam a aparecer, as doses de morfina foram pequenas para que não viessem a tornar totalmente dormentes as minhas pernas e assim me prejudicar no combate, mas isso também significava que o efeito logo passaria e eu seria assolado pelas dores. – Merda! – Olharia para o rosto adormecido de Eva. – Aguente firme my lady...

Se eu encontrasse alguém iria em sua direção ainda carregando Eva em meus braços. – Com licença. – Mesmo em tal situação eu não conseguia deixar de lado certa “cortesia”. – Sabe onde posso encontrar um homem chamado Karthus? Ou alguém que possa me ajudar? – Aguardaria uma resposta. – Preciso de uma assistência aqui... – Se fosse o próprio Karthus aquele com quem falava eu diria. – Senhor, poderia me ajudar? Como pode ver não estou muito bem... e ela... pode leva-la para algum lugar para descansar? Quem sabe ver se ela tem algum ferimento grave. – Não estaria usando minha lábia, pela forma como o marinheiro tinha se referido a esse tal sujeito e devido ao meu estado, não teria sentido usar lábia, teria de ser sincero. – Posso te recompensar.

Se fosse uma outra pessoa eu esperaria que me indicasse onde estaria o tal homem, e iria em sua busca para lhe dizer o que já foi descrito.

Me sentaria no chão, exausto e ofegante, pressionaria os locais onde mais estava sangrando tentando conter um pouco a perda. As dores começavam a apontar, enviando correntes de agonia pelo meu corpo, o suor escorreria frio por minha testa, logo viria a febre se nada fosse feito.
Esperava conseguir ajuda, e se fosse bem-sucedido, seguiria os comandos do meu “benfeitor”, mas claro, não abaixaria minha guarda em momento algum, estaria preparado para realizar saltos me afastando do indivíduo caso notasse alguma ação suspeita ou tentativa de ataque. Manteria a movimentação de forma sucinta com desvios de corpo concentrados e mantendo a evasão com saltos recuando.

Estaria atento também para o caso do mink ter me perseguido, eu certamente teria uma vantagem muito grande em sua frente tendo em vista que eu era notoriamente mais ágil, se eu o visse apontar no horizonte, eu procuraria me esconder e sacaria uma das granadas explosivas, assim que ele estivesse em meu alcance eu lançaria a granada em sua direção, aproveitaria a explosão para mudar o local do esconderijo, efetuaria esquivas concisas com saltos, deslizes e rolamentos, se não houvesse jeito eu deixaria Eva no chão em um local protegido e investiria contra o oponente efetuando uma falsa sequência de estocadas em seu peito, não passaria de uma finta, giraria o corpo tentando acertar com a bengala em sua têmpora, continuaria o giro até a lateral do oponente e desferiria duas estocadas uma na região de suas costelas e a outra no cotovelo, esta última não seria apenas uma estocada, puxaria a lâmina tentando músculos e tendões.

Mas se tudo fosse calmo eu diria. – Antes de me tratar, poderia me levar até uma fogueira ou qualquer fonte de fogo? – Se tivesse alguma, deixaria Eva acomodada em algum lugar e iria até o local. – Não fique na direção da fumaça. – Taparia meu nariz com o lenço e prenderia brevemente a respiração, jogaria duas folhas da beladona no fogo e esperaria queimar, colocaria sobre a fogueira o flavor dial. – Essa coisa parece absorver e liberar gases... – ativaria ele para que absorvesse o gás venenoso que seria expelido da planta, quando terminasse, me afastaria. – Pronto, podemos ir.

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Auron
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptyTer 07 Fev 2017, 13:09

- Me juntei a você por considera-lo forte o suficiente, apesar de saber desde sempre de sua irritabilidade, julguei que você seria capaz mentalmente e moralmente de gerir um grupo... Mas atacar seus membros antes mesmo de dar uma oportunidade de explicação? Ignorar um óbvio conflito que esse lixo rosa causou... Atacar a minha Eva? Se me quer nesse bando, ponha sua cabeça no lugar e venha conversar comigo como um ser humano normal, bem... Não tanto agora... – Dizia essa ultima frase com um sarcasmo obvio e proposital. – Ou saque suas armas... E decidiremos isso até as últimas consequências! Não me ajoelharei perante ninguém que eu julgue indigno ou que ponha a vida de quem gosto em risco. Ah... E resolva a situação com esse mink, por que se não revolver, eu volto para concluir o trabalho. –

A lábia do bispo começava a fazer efeito perante a mim, e rapidamente eu começava a colocar minha cabeça no lugar. Ryuza merecia ser punido, e sua amada apenas tentou me deter, porém quem poderia punir alguém seria eu, e me acalmando um pouco mais, pude notar todo o estrago que Ashuura havia causado no navio, agindo por conta própria e ignorando a ordem que havia dado para não danificar o navio. Aquilo sem duvidas voltava a me deixar muito bravo, curiosamente minha raiva se voltava toda contra o mink e logo o procuraria visualmente. -Ryuza...Teremos nossa conversa em breve, não pense que eu esqueci o que você fez! Apenas pegue sua Eva e saiam daqui por enquanto.

Dito isso, caminharia para fora do navio e após puxar um grande folego eu gritaria: - APAREÇA SEU DESGRAÇADO! - Ficaria aguardando o mink aparecer. Caso ele aprece-se, aguardaria seus movimentos iniciais. Se ele atirasse em mim, tentaria me esquivar com vários saltos para lados aleatórios, fugindo de qualquer padrão. Em seguida, usaria minha estrategia para detectar o momento exato que o homem fosse recarregar sua arma. Caso eu notasse, flexionaria meus joelhos ainda em forma Hybrida e daria um grande impulso com toda minha aceleração na direção do mesmo.  Assim que estivesse bem próximo, cerca de 1 ou 2m, usaria minha acrobacia para dar uma cambalhota e no final dessa cambalhota eu arremessaria a Memoria do Rei, tentando perfurar ou apenas distrair o homem. Logo em seguida concluiria com um golpe cortante no braço que o mink segurava a arma.

Se durante essa investida o mink conseguisse recarregar e eu notasse que ele atiraria em mim, tentaria projetar meu peso para o lado oposto das balas. Se eu percebesse que ele jogaria granadas, daria longos saltos para trás, afastando-me o máximo possível. E se em algum momento o mesmo vacilasse enquanto eu atacava ou defendia, usaria minha aceleração para avançar o mais rápido possível, correndo em zig-zag e quando estivesse atrás do homem eu diria  - !!! FONS SANGUINIS !!!
Caso Ashuura tenta-se me arranhar com suas garras, eu tentaria bloquear com minha(s) adaga(s).

Embora meu novo alvo fosse o Ashuura, ficaria ligado no Ryuza, para caso ele tenta-se me esfaquear, eu tentaria me esquivar com saltos para trás ou tentaria colidir as lâminas das adagas. Se Ashura atirasse em mim com os canhões, tentaria desviar dando saltos para direções opostas até a munição do mink acabar.


Level: 1                     Números de Técnicas: 1
Nome: Fons Sanguinis (Nascente do Sangue)
Descrição: Usando sua facilidade em alcançar sua velocidade máxima, Auron desfere 8 perfurações com o limite máximo de sua velocidade, como uma especie de metralhadora e tentando acertar sempre na mesma região, causando um dano isolado no local atingido.
O que usa: Sai/Adagas + Aceleração
Restrição:
*Durante sua estocadas, o dano vai ficando continuo, ganhando mais força nas 3 ultimas estocadas.
*Caso a técnica falhe, Auron para de hitar, porém perde metade do custo de SP da habilidade.
*Por fazer diversos ataques em um local localizado, pode haver o risco de hemorragia no oponente.
(Dependendo de onde leve o dano)
*Caso a técnica falhe, além de perda parcial do SP o dano também é parcial, vai depender de quantos golpes atingirem o alvo (lembrando que o dano + 5% dano é resultado das 8 estocadas com sucesso).
Dano ou Bônus: Dano + 5%Dano
SP: 17

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 5 EmptyQua 08 Fev 2017, 16:10

“Eu tinha conseguido o que queria, aquele merda ia sangrar ate a morte, sem ajuda da Evangeline ali aquilo seria um problema daqueles pra ele, eu tinha escapado com alguns ferimentos leves, nada que uma boa atadura e pomada não resolvessem, agora só faltava acalmar as coisas com Auron. Aquela morfina mais ajudou que atrapalhou.”

Eu olharia minhas pistolas, para ver se alguma delas ainda estava com munição faltando. “Era mais por paranoia temporária, não posso lutar com Auron, ele é mais forte, e mais rápido, mas ele luta com adagas, se me afastar talvez consiga falar com ele. Eu sou ótimo nisso afinal.” Eu calmamente sumiria no andar térreo, e depois procuraria algum caminho para subir ainda mais, usando alguns caixotes, e se necessário, usando minhas garras para escalar alguns metros. Não queria subir muito, apenas ficar alguns metros acima do convés e longe dos cascos do Auron.

Assim que subisse, eu tiraria uma das pistolas da mão, e pegaria o Flavor Dial, e então sugaria todo a fumaça para dentro, para não desperdiçar o que poderia a ser útil depois. “Nada de ameaças, você esta certo aqui, ele inclusive fugiu.” Se eu não conseguisse subir, eu não retiraria a fumaça e ficaria em um lugar escondido no andar inferior, de onde eu poderia ser escutado, mas não visto. Esconderia-me atrás de caixotes ou outras coisas nessa situação, para que nem pudessem ver minha sombra na fumaça, já que estava no andar inferior, que além da fumaça, seria mais escuro.

- Ei Auron, para que essa exaltação? Foi o navio, ne? Desculpa isso ai, se ficou realmente irritado com isso... Se quiser eu pago o conserto quando chegarmos á primeira ilha. Ta mais calmo agora? – Daria uma breve pausa, erguendo lentamente a arma na vertical, colocando o cano para cima. – Desculpa cara, mas eu tive que fazer aquilo, eu avisei que ia fazer aquilo. Ele quase estragou nosso plano em Lvneel, eu relevei. Depois ele e a namoradinha dele ameaçaram me matar no castelo, eu relevei. Eu salvei esse pau no cu de cair da reverse e ele continuou agindo como se eu tivesse matado a mãe dele, eu relevei. A gente sai para recrutar novos parceiros e ele mata os reféns que você mandou explicitamente não matar, mandou eu e você tomar no cu e ainda se achou na razão, tu queria que eu ficasse quieto? – Começaria a apontar para o Farol. – Ele ainda manda a mina dele te atacar, te ataca e depois foge cagando sangue com medo de uma batalha que ele mesmo causou? E você quer vir brigar comigo?– Diria em um tom confuso. – Em que momento eu tentei te matar? Ou mandar a Dandara te matar? Eu te ajudo a matar o rei do mar, a acabar com um reino, e matar um tenente arrombado da marinha e você quer ficar do lado do cara que só ta fodendo com tudo e tentar me atacar

Só tô tentando entender como você fica mais puto com um buraco a mais nesse navio que eu posso pagar pelo conserto, mas não fui eu que desacatei uma ordem direta do capitão, e ainda atacou o capitão junto com a namoradinha. – Eu ergueria os braços, balançando as mãos abertas. “Não fazia sentido ficar tão puto comigo quando o Ryuza tinha feito algo bem pior e diretamente contra o Auron.” - Eu te ajudei em todo momento, fiz tudo para que tudo desse certo, e ele fez exatamente o contrario, e nem sei por que estou falando isso pra você... Por que você sabe disso.

Na situação que estivesse escondido, e ele me encontrasse, eu faria um salto com força em ambas às pernas, e rolando meu tronco para ficar longe dele, me levantando e então correndo em direção das escadas, se ele estivesse na forma de cavalo, seria mais difícil para ele subir uma escada com cascos.

Se eu estivesse em um lugar alto, nem precisaria fugir ou correr, ele poderia tentar subir, provavelmente. Quando ele fosse colocar as mãos em algum lugar para se apoiar e tentar subir, enquanto ele faria força para subir, a minha pessoa daria um salto para outro teto como aquele que estivesse pisando, e faria isso múltiplas vezes ate ele ficar cansado dessa palhaçada.

Se ele tentasse arremessar qualquer coisa em mim, como Ryuza havia feito, ele não tinha granadas como Ryuza.“já tinha visto ele ate debaixo de lama, então se tivesse qualquer merda dessas, já teria sido ativadas ou estragadas, e também nunca tinha usado disso.” Eu daria apenas um passo para o lado, e faria um movimento com a coluna me entornando um pouco para trás e depois olharia para o que ele havia jogado e para ele.

Em situação onde ele conseguisse me acertar, eu diria:

Serio, serio que você fez isso? Que porra Auron, vamos conversar feito gente civilizada, que tal? – Diria novamente erguendo os ombros e um pouco os braços e recuando para trás.

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