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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Auron
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyTer 24 Jan 2017, 00:28

Após fazer meu discurso no convés do navio, seguir em direção ao solo onde orientei e Ryuza e Ashura para que ambos não danificassem o navio inimigo, pois eu tinha intenção de toma-lo para nós. Infelizmente parece que ambos  não deram a mínima para o que eu havia dito e desceu a bala nos inimigos acertando os  em cheio. O som do impacto foi bem alto que logo me chamou a atenção, juntamente com fogo que subia em meio a fumaça e gritos de marinheiros. - Mas que porra Ashura, não danifica a porra do navio! - Gritei um pouco irritado com a ação do mesmo, mas nada muito sério, apenas uma alerta. - Vamos precisar usar aquele navio para escapar daqui, percebi que o nosso esta bastante danificado e provavelmente não conseguirá fazer mais uma fodena viagem longa.

Embora o navio inimigo tenha sido atingido em cheio, aparentemente não foi algo que pudesse vir a prejudicar o desempenho do mesmo, pois após o impacto, eles ainda foram capazes de fazer uma manobra nos deixando completamente cercados. Logo depois de armar o cerco, eis que surge um cara que saiu de dentro do navio inimigo, ele parecia ser bem forte e imponente.  - NENHUM PIRATAS VAI SAIR IMPUNE ENQUANTO EU ESTIVER AQUI! - Vendo aquele cara sair do navio daquela maneira, com aquela arrogância...Logo me dei conta de que ele não era um simples cara, mas ainda assim eu não dava a minima para ele.

-Ola garotão, esse é o problema... - Começaria a correr na direção do homem, fechando meus punhos de maneira firme e franzindo a testa de raiva, fazendo com que as veias dilatassem. - Quando passarmos... É VOCÊ QUEM NÃO VAI ESTA MAIS NO CAMINHO! - Ainda em velocidade e com as adagas em punho, eu tentaria usar aquele poder estranho que estava fluindo dentro de mim, e casso conseguisse, flexionaria minhas pernas e impulsionaria meu corpo em direção ao homem, tentando acerta-lo com um corte horizontal usando meu braço direito. Logo em seguida, usaria minha velocidade de aceleração para  tentar aplicar uma rasteira no homem, seguindo de um corte horizontal em uma de suas pernas. Em seguida rolaria para trás e ficaria numa posição confortável para voltar a atacar.

Se durante a investida eu percebesse que o homem tentaria me segurar, eu tentaria corta-lo com minhas adagas e daria seguimento a investida. Se eu notasse que ele atacaria alguma brecha na minha guarda, tentaria o mais rápido possível me esquivar para o lado que fosse mais propicio a um reposicionamento e seguimento da ação.

Caso tudo desse certo e o homem estivesse com sua movimentação debilitada por conta do corte, tentaria novamente usar minhas novas "habilidades interiores"  e caso eu conseguisse me transformar num cavalo completo, eu daria um coice duplo na região do tórax do homem. - Morra... - Diria com uma voz fria e vaga.

Se todos meus ataques bem sucedidos ou não, não fossem suficiente para abater aquele homem, eu me afastaria numa distancia considerável, uns 6 a 10 metros, e me concentrando bastante eu tentaria entrar numa forma hibrida, para ganhar mais massa muscular, força, agilidade, resistência, enfim... Melhorias no geral. Caso eu conseguisse, iria em direção ao homem com toda minha velocidade e tentaria aplicar diversos chutes na região de sua coxa, logo em seguida, empunhando as adagas eu atacaria diversas vezes com golpes cortantes e alternando sempre os lados, e em seguida flexionaria minhas pernas e impulsionaria o meu corpo para cima, tentando efetuar um salto por cima do homem com ajuda da minha acrobacia. Caso desse tudo certo e eu caísse atrás do homem, então eu diria num tom de voz bem suave.
....FONS SANGUINIS..

Fons Sanguinis escreveu:
Level: 1                     Números de Técnicas: 1
Nome: Fons Sanguinis (Nascente do Sangue)
Descrição: Usando sua facilidade em alcançar sua velocidade máxima, Auron desfere 8 perfurações com o limite máximo de sua velocidade, como uma especie de metralhadora e tentando acertar sempre na mesma região, causando um dano isolado no local atingido.
O que usa: Sai/Adagas + Aceleração
Restrição:
*Durante sua estocadas, o dano vai ficando continuo, ganhando mais força nas 3 ultimas estocadas.
*Caso a técnica falhe, Auron para de hitar, porém perde metade do custo de SP da habilidade.
*Por fazer diversos ataques em um local localizado, pode haver o risco de hemorragia no oponente.
(Dependendo de onde leve o dano)
*Caso a técnica falhe, além de perda parcial do SP o dano também é parcial, vai depender de quantos golpes atingirem o alvo (lembrando que o dano + 5% dano é resultado das 8 estocadas com sucesso).
Dano ou Bônus: Dano + 5%Dano

HISTÓRICO:
POST 2
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Hoyu
Olhos de Deus
Olhos de Deus
Hoyu

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyTer 24 Jan 2017, 12:14

Zed – Farol


A conversa com Evangeline não ia nada bem, mas para a sorte do garoto, algo chamou a atenção dela, e em seguida a do garoto também. Indo em direção ao chamativo farol, Sid tentou chamar a atenção do inusitado gordo que ali estava. – EI TIOZÃO! – O garoto disse, a medida que se aproximava. – Você mora aqui, né? – O homem olhou os dois de cima a baixo e o garoto logo completou. - Não que isso importe. – O homem esperou alguns segundos e só depois respondeu. - Moro. E claro que isso importa. Sou Don Karthus, e cuido do farol. O que fazem aqui? – O homem falava lentamente, como se desconfiasse dos dois, e apesar de não estar lendo o jornal, continuava a segurar ele, como se estivesse lendo. – A nossa navegadora comentou algo sobre um tal... – Um silencio estranho se instalou no local. - Err... – Irritado por não lembrar o nome de tal objeto, Sid tentou perguntar à sua companheira. – Cê lembra o que era? Pose alguma coisa, não? – No momento que Evangeline ia abrir a boca para falar, Don Karthus disse antes. - Log Pose. – Isso. Essa coisa ai mesmo. Sabe dizer que porcaria é essa? É o que? E por que diabos a gente vai precisar de um? – O homem parecia começar a perder a paciência. - Essa geração de hoje em dia... O Log Pose é uma bússola, e é essencial para a navegação na Grand Line. Cada ilha daqui emite uma onda magnética, e o Log Pose se adapta a essa onda e aponta para a próxima ilha. Sem ele, a única coisa que vão conseguir fazer na Grand Line é viajar sem rumo até serem devorados por um rei dos mares... Ou coisa pior. – O homem respondeu.

– E como diabos eu consigo um desses por aqui? – O garoto olhou em volta. – Esse lugar é um completo deserto, eu podia tirar minhas calças e cagar no chão que ninguém ia ver. – Logo após dizer isso, seu rosto ficou vermelho, lembrando da garota ao seu lado. - Se você decidisse cagar aqui – O homem começou. - Eu o faria limpar ou comer. Eu que cuido desse lugar, e não deixaria qualquer cagão fazer o que quiser. – Sid tentou disfarçar os seus pensamentos, mas Evangeline não pareceu se importar com o que ele havia dito. - Tá, mas como a gente consegue essa porra? – Karthus virou o olhar para ela e prosseguiu. - Não vou perguntar se são piratas, caçadores ou revolucionários porque isso realmente não me importa, mas se quiserem um Log Pose por aqui devem fazer uma aposta. É um item bem raro, e eu só tenho alguns poucos guardados, então não sairia dando para qualquer um. Vamos jogar um jogo, mas se quiserem que eu aposte o Log Pose, vão ter que apostar algo bom também. – Estava claro para os dois que não iam conseguir um Log Pose tão facilmente.


Suchiro, Ryuza e Auron – Navio

Apesar de os navios estarem próximos, a distancia não era o suficiente para uma pessoa normal saltar de um navio para o outro. Sabendo disso e se preparando para a investida, os marinheiros usaram os lança-arpões para puxar as correntes e aproximar os navios.  Mas não era por isso que a batalha não iria começar. Sacando rapidamente suas pistolar, o mink começou a dar múltiplos disparos nos marinheiros, inclusive o homem grande, que parecia ser o comandante do navio. Seus tiros conseguiram fazer vários marinheiros caírem, entretanto o moreno conseguiu se defender da maioria dos tiros com as manoplas de ferro, passando apenas dois tiros, que ele não pareceu se importar muito, e logo eles começaram a revidar os tiros. Auron não esperou os navios estarem perto o suficiente, e tomando impulso, deu um salto acrobático que conseguiu fazer ele chegar ao outro navio sem problemas.  Me de cobertura. Eu vou lá. – Anunciou Dandara para o mink, e logo em seguida pulou de seu ombro e começou a correr pelas grande correntes de ferro, que graças ao seu tamanho pareciam mais pontes em que ela conseguiu passar facilmente. Quando finalmente os navios ficaram próximos o suficiente, os marinheiros começaram a invadir, mas Ryuza estava preparado, dando um chute circular na canela de um dos intrusos, o que o fez cair de cara no chão. Logo em seguida sacou suas pistolas e começou a atirar nos invasores, e mesmo compensando sua falta de habilidade com a proximidade, o homem errou mais da metade dos tiros. Felizmente os poucos que acertou foram o suficiente para derrubar um bocado de marinheiros.

Já Ashuura, que tinha uma habilidade maior com o manuseio desse tipo de arma começou a fazer à limpa, acertando os inimigos que invadiam, fazendo-os cair, mas a medida que mais e mais marinheiros invadiam, o homem mudou seu alvo para os que já estavam no navio, acertando alguns na perna, fazendo eles caírem, outros nos braços ou mãos, fazendo-os largar as armas, etc, mas matando apenas alguns poucos. Ao mesmo tempo que os marinheiros pulavam do navio deles para o dos piratas, Queen pulou para o navio dos marinheiros afim de ajudar o capitão que estava praticamente sozinho contra todos lá. Assim que as balas de Ryuza acabaram, o mesmo guardou as pistolas e começou a degolar marinheiros com sua adaga, o que se mostrou extremamente mais eficiente do que as pistolas. Correndo entre os marinheiros, Ryuza foi surpreendido por uma rasteira, que o levou ao chão, de barriga para cima e teve seus movimentos debilitados quando o marinheiro que o atacou pisou em seu peito evitando que ele levantasse e apontando uma pistola para sua cabeça. Enquanto isso, Ashuura seguia mandando balas nos inimigos, até que suas armas descarregaram, e depois de recarrega-las, o mink seguiu na direção de um dos canhões. Enquanto recarregava o canhão, um grupo de 4 marinheiros cercou ele, bloqueando sua passagem e apontando espadas na sua direção.

Auron – Navio inimigo

Assim que Auron pousou no outro barco, os marinheiros logo se viraram para ataca-lo. -Ola garotão, esse é o problema... – Ele disse, correndo na direção do homem. - Quando passarmos... É VOCÊ QUEM NÃO VAI ESTA MAIS NO CAMINHO! – Agora que ele já estava mais perto, podia ver mais claramente o homem. Ele era, na realidade, um gigante de 3 metros e meio de altura, quase o dobro do capitão pirata. Concentrado em seus ataques, Auron executou um corte no braço direito do gigante, que defendeu o golpe o máximo que pode, e logo em seguida emendou com uma rasteira e um corte em suas pernas. Sabe como dizem, quanto mais alto, maior o tombo, e foi isso que aconteceu. Com a rasteira, o moreno se desequilibrou e caiu com tudo sobre o piso de madeira, que acabou rachando com o seu peso. Entretanto, o homem continuava com uma expressão seria, como se aquilo não tivesse sido nada demais. O pirata estava tão concentrado no tenente que nem percebeu os soldados que se aproximaram e o atacaram pelas costas com espadas. Como não estava esperando, não teve nem a chance de tentar se defender, e com isso se desequilibrou. Logo que os marinheiros iam dar outro golpe, Queen chegou, acertando ambos com um golpe giratório de espada e levando os dois ao chão. - Cuida do grandão. Eu e Queen te damos cobertura. – A anã avisou, dando pulos e cortando marinheiros com sua pequena espada. Enquanto o marinheiro se levantava depois de ter recebido a rasteira, Auron começou a sentir um formigamento por todo o seu corpo. Era como se pudesse sentir a energia passando pelo seu corpo, que começou a se transformar até tomar a forma de um cavalo negro de crina marrom.

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- Morra... – Disse o alazão, e deu um poderoso coice no gigante, que o fez voar até o outro lado do navio e bater contra uma cabine de madeira. Poeira levantou enquanto o pirata voltava à forma humana. - É. Você definitivamente virou um cavalo... – Queen disse ao seu lado. Até que os três piratas que ali estavam viram o gigante se levantando como se o golpe não tivesse sido grande coisa. - Agora é a minha vez. DISCIPLINE LARIAT!

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Logo que o homem gritou, ele abriu os dois braços e começou a girar à medida que avançava. Auron tentou sair da frente do golpe indo para o lado, mas o gigante reposicionou o giro e acertou o pirata, que foi lançado alguns metros até acertar a amurada do navio. O golpe havia sido poderoso, mas ele ainda conseguia lutar.
OFF:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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Grupo:
 


2017:
 


Última edição por Hoyu em Ter 24 Jan 2017, 17:07, editado 1 vez(es)
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Zed
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyTer 24 Jan 2017, 15:51

O homem que agora apresentava-se com “Don Karthus” aparentava suspeitar de nós, o que era estranho. “Tudo bem que eu matei gente em algumas ilhas pelos blues... Ok, muita gente. Mas eu ainda não fiz nada por aqui! ” Ao mesmo tempo, a medida que nossa conversa progredia ele também não demonstrava ser o mais calmo e paciente dos indivíduos, o que me deu uma ideia arriscada. “Provocar ele até ele ficar puto e querer me bater? “ Controlei o riso.

Enquanto ele criticava a “nova geração” que como sempre era retratada como preguiçosos e desrespeitosos eu fui gentil em ficar calado ouvindo suas explicações, mas sem fazer contato visual, meus olhos estavam ocupados naquele momento fitando minhas próprias mãos onde ali já estava uma seda e o saco com ervas alucinógenas adquiridas em Baterilla.

Despreocupadamente fingia não ouvir, embora estivesse prestando atenção, enquanto terminava de enrolar um cigarrinho especial. – Hã? Desculpa, disse alguma coisa? – Fiz questão de provoca-lo antes de voltar ao ponto de onde podia obter a tal bussola. Claro, ele continuava a demonstrar sinais de raiva, o que tornava involuntário o movimento dos lábios que esporadicamente deixava um dos lados inclinar, apenas uma discreta sugestão de sorriso.

Uma vez que o gordo terminou de falar e o baseado estava devidamente enrolado, guardei-o no bolso da camisa. “Depois eu acendo essa belezinha. “Jogos? – Perguntei abrindo um sorriso, batendo palmas em um ritmo acelerado e literalmente saltitando no mesmo lugar. – Eu adoro jogos. – Infelizmente, não era um simples jogo, era uma oposta e algo tinha de ser oferecido em troca do tal... Jogue Lose? Era sempre uma dificuldade decorar um novo nome.

Voltei então o olhar ao gordinho enquanto checava meus bolsos. – Então, eu aceito a aposta. Eu não sei se faz muito seu tipo mas eu vim com três amigos, eles não são lá muito bonitos nem nada, mas um deles tem um rabo. Talvez você curta essas coisas meio exóticas. – Esse falatório era apenas o tempo que precisava para confirmar todos os itens que carregava comigo.

- Agora falando... “sério” – Fiz questão de gesticular com os dedos as aspas. – Eu tenho comigo... – Comecei a tirar dos bolsos e jogar no chão meus pertences a medida que o nome era dito. – Um Isqueiro... Seda... Essa adaga. – Neste caso ela não foi jogada ao chão, apenas a saquei, exibia a arma e a guardei em seu devido lugar e voltei a fuçar nos bolsos. – Tickets? – Me perguntei retirando uma dupla deles do bolso e rindo. – Eu nem lembrava que ainda tinha isso. – Rasguei os papeis e joguei-os ao vento. – Ah, minhas drogas. – Também foram para o chão, mas não jogadas, foram delicadamente deixadas sobre a pedra. – E minhas roupas... Algo te interessa? Eu até tinha um saco de balinhas, mas eu comi no caminho. – Provavelmente não. Iria logo em seguida guardar todos os objetos novamente nos bolsos.

Ainda assim, embora tivesse deixado uma bolsa cheia de joias com Ashuura, tinha uma quantia razoável de dinheiro comigo. – Que tal cinco milhões? Parece melhor pra você? – Iria propor em ultimo caso se os itens anteriores não tivessem despertado a curiosidade do faroleiro.

Caso ainda assim NADA fosse atrativo ao homem. – Tem alguma coisa ai? – Perguntaria a minha parceira, e em caso de uma resposta negativa teria de coçar a cabeça desapontadamente enquanto respirava fundo. – Eu vou dar uma volta, achar meu pessoal e ver se eles tem algo de interessante pra oferecer. – Seria quando a imagem do navio usado para chegar aqui viria em mente. – Ah, a gente também tem um Navio... Eu acho que esqueci disso. E agora? Serve? – Diria observando a paisagem com uma das mãos ao redor do queixo.

Se em qualquer um dos casos ele aceitasse minha oferta e decidisse proceder com o jogo iria finalmente questionar a respeito. – Normalmente eu escolheria o jogo, mas como estou de bom humor deixarei você escolher. – Pera, desde quando eu estava no comando? – Aproveita e cria as regras. – Bocejei despreocupadamente, logo em seguida coloquei as mãos na parte de trás de cintura e empurrava a barriga, quase como um alongamento, só que pouco eficiente.


Vicio Alucinógenos: 3/15
OFF: Eu ganhei 3kk na ultima aventura ao saquear o reino e deixei essa bolsa com o Suchiro. Em teoria ainda tem 15 comigo.

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Ryuza Ying
Pirata
Pirata
Ryuza Ying

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyTer 24 Jan 2017, 20:48

O combate se instaurou de maneira rápida, os marinheiros puxavam as correntes para aproximar os navios um do outro, Ryuza aguardava a aproximação dos inimigos visto que não possuía a pontaria necessária para fazer diferença daquela distancia, sendo assim, não havia problemas em esperar um pouco mais. Os tiros começaram a ecoar pelo ambiente aberto, a maioria vindo do lado oposto a Ryuza, e alguns deles vinham do seu lado, sendo disparados pelo mink, Ying se mantinha tranquilo, apenas a espera do momento certo.

Auron pulou para o navio da marinha. - Vá e morra. - Pensou Ying, era a forma sutil do gatuno desejar boa sorte para seu capitão... bem... mais ou menos. Auron pelo visto não queria que o barco fosse danificado, pois desejava usá-lo para seguir viagem. – Faz sentido. – Pensou o gatuno, mas na verdade ele estava cagando para isso, na primeira oportunidade explodiria uma granada no barco da marinha, e o fato de fazer isso deixar o Rei puto o dava ainda mais motivos.

A batalha teve seu início e Ryuza começou bem derrubando facilmente seu primeiro alvo, mas depois as coisas desandaram um pouco, pelo visto sua pontaria era ainda pior quando estava sobre o chão oscilante de um navio, pois a maioria dos seus disparos erraram miseravelmente os alvos.
Assim que a munição acabou Ying decidiu agir da forma que melhor sabia, sendo ágil e cortando todos aqueles no caminho, normalmente ele não gostava de matar, mas era necessário naquele momento, um marine vivo poderia disparar uma arma contra um deles, como em Eva, o melhor a se fazer naquele momento era inutiliza-los de vez.

Ryuza deslizava de um lado a outro, correndo com o corpo inclinado para frente, saltando sobre os oponentes, desferindo estocadas e cortes, alguns corpos pendiam sem vida depois de terem suas gargantas expostas pela lâmina do gatuno, tripas e sangues se espalhava por onde ele passava, até que um pé o fez parar.




O mundo girou e vi o céu azul, era lindo, o baque surdo no convés do navio veio junto de uma pequena dor causada pelo impacto. – Puta merda. – Reclamei enquanto tentava me levantar, mas um pé no meu peito me impediu, olhei para cima e vi o cano de um revólver apontado para mim.
- Ah “qualé” cara, você sabe que vou dar dodge nisso. – Falaria instantes antes de com toda minha agilidade tentar realizar as quatro ações a seguir de forma simultâneas: desviar a cabeça para o lado recolhendo o pescoço; fincar minha adaga na coxa do marinheiro; com a outra mão envolver o pé sobre o meu peito e o segurando pelo calcanhar torcê-lo; jogar minhas pernas para cima e descê-las de forma ágil dando impulso para que meu dorso fosse jogado para cima.

Se eu julgasse que não teria tempo, ao invés de segurar o pé do marinheiro eu levaria minha mão até o pulso do homem, torcendo-o e afastando a arma de mim, em seguida faria as demais ações.

Tentaria levantar de imediato jogando o marinheiro para longe de mim. – Eu avisei. – Se houvesse marinheiros por perto eu realizaria as seguintes ações: Se fosse apenas um, ou se fossem vários, mas estivessem vindo um de cada vez, me viraria para o primeiro rapidamente enquanto levantava a perna direita em um arco, deferiria um chute em direção a lateral de sua cabeça tentando arremessa-lo para longe. – Mas que caras chatos. – Me afastaria do local tentando ir para uma região onde eu não fosse ficar cercado.

Observaria a situação de maneira rápida e julgaria com meu raciocínio rápido quais as melhores opções, traçaria em minha mente um percurso pelo qual passaria e abateria cada um dos oponentes de forma rápida e segura, claro que devido a minha genialidade isso seria rápido, então assim que tivesse definido o que fazer eu partiria para ação.

Giraria a adaga na mão e investiria contra os oponentes, correria em ziguezague tentando confundir os oponentes, assim que me deparasse contra o primeiro inimigo eu saltaria sobre o mesmo, colocando minha mão direita sobre o seu ombro, usando-o como apoio, e com a mão direita livre desferiria um arco sangrento em direção a seu trapézio. Giraria o corpo no ar tentando evitar ataques, se necessário, deferiria chutes giratórios enquanto no ar, afastando os agressores. Assim que pousasse eu daria um rolamento em direção ao marinheiro mais próximo e assim que levantasse atacaria com uma estocada jogando o peso de meu corpo contra o dele, se fosse eficaz, travaria o pé esquerdo e chutaria seu corpo para cima de outros inimigos.

Viraria e daria continuidade aos ataques, sempre em movimento, agindo rápido e calculando mentalmente qual a melhor escolha a ser tomada, tentaria desferir cortes na altura da coxa ou panturrilhas dos inimigos quando não houvesse como abatê-los de imediato. Atacaria com estocadas nas partes mais expostas e dando prioridade para as regiões do pescoço, peito, costas ou abdômen.
Continuaria nessa dança ensanguentada até que não houvessem marinheiros em condições de combate ao meu redor.

Durante TODA a minha ação, desde o início até o fim eu procuraria dobrar a atenção anterior para com os inimigos, dessa vez repararia onde estava pisando e tomaria cuidado para não derrapar ou tropeçar em nada, para isso usaria meus talentos acrobáticos. Para o caso de ser alvo de ataques altos como estocadas ou cortes na horizontal eu tentaria desviar declinando meu corpo para trás ou para os lados com um leve giro para a direção oposta ao ataque. Golpes verticais como ganhos cortes de espada, machadadas etc... seriam evitados com giros corpóreos afastando-me do destino do ataque, se necessário, usaria minha adaga para desviar brevemente o ataque.

Para ofensas baixas como rasteiras, cortes, chutes entre outros eu teria pequenos saltos calculados para evitar, aterrissando com um breve rolamento e retornando a postura de pé. Se não fosse possível saltar por se alto demais, efetuaria um breve pulo para trás, recuando minhas pernas e tentando me livrar da mácula.
Disparos seriam evitados tentando “prever” a direção do disparo e fugindo da linha do alvo, me jogando para os lados ou para baixo, saltando se possível.
Além dessas esquivas seria comum saltos ornamentados, cambalhotas e sequencias de estrelas para que pudesse me afastar dos agressores e retomar minhas ações.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 02:24

Vendo aquele grande homem se opondo em nosso caminho, dizendo que não iriamos passar fez com que meus instintos de liderança se aflorassem ainda mais junto com a vontade de quebrar a cara do mesmo. Ao chegar bem próximo pude perceber que aquele homem tinha quase o dobro do meu tamanho, cerca de 3m, porém nada que me intimidasse, muito pelo contrario, aquilo aumentou ainda mais a minha vontade de acabar com ele.

A luta começou de forma violenta e severa, nenhum dos lados queria perder, porém o meu foco em derrotar logo aquele homem acabou me deixando desatento para os demais inimigos ao meu redor e eu acabei sendo atingido. Felizmente Queen e Dandara estavam lá para me ajudar, porém aquilo era o suficiente para me deixar super irritado. -Eu não vou perdoa-los... - Dito isso, meu corpo começou a formigar e magicamente eu me tornei um cavalo e voltei para o confronto. Golpes foram trocados e no final de tudo fui arremessado para longe apos a técnica do homem.

Ainda na forma de cavalo, eu olharia para ele fixamente e num tom de voz bem baixo, onde apenas eu poderia ouvir, eu sussurraria. - Vamos ver o que posso fazer com isso aqui... - Dizendo isso, tentaria entrar numa forma hibrida de meio cavalo, meio humano para que pudesse ficar páreo fisicamente com aquele homem. Caso eu conseguisse, analisaria todos meus oponentes e voltaria a investir contra o grandalhão.  Eu poderia sentir meu corpo muito mais forte, as melhorias eram nítidas, porém eu ainda precisava acabar com aquele cara, e é oque eu faria. Correria em alta velocidade em direção ao homem, e utilizando minha aceleração eu flexionaria minha perna e com aqueles poderosos músculos "voaria"  com toda minha velocidade no intuito de dificultar o acompanhamento visual do homem, onde ainda no ar eu desferiria um chute com a perna esquerda e antes de cair no chão, com ajuda da acrobacia eu giraria meu corpo 360° dando mais um chute circular com a perna direita no homem.  

Nesse meio tempo, ficaria atento a possíveis golpes de espadas ou quaisquer disparos que eu notasse vir em minha direção. Meu campo de visão estava muito melhor, afinal com aquela cabeça de cavalo eu podia perceber coisas até que vinham de trás, e com isso não hesitaria em utilizar essa nova habilidade. Caso percebesse qualquer tiro ou golpe vindo pelas costas, olharia rapidamente com um semblante bem sério e me esquivaria dando cambalhotas para trás, e assim que estivesse longe do perigo eu voltaria a investir com toda minha velocidade em direção ao homem. Dessa vez, já que meu tamanho provavelmente estaria quase parelho com o do oponente, eu atacaria diversas vezes com as adagas, tentando perfurar o homem, e com as pernas eu não pararia de avançar enquanto o chutava. Minha intenção era dificultar o acompanhamento visual do homem enquanto ele levava o máximo de dano possível.  

Se por acaso ele tentasse me agarrar, usando a cabeça de cavalo eu daria uma cabeçada na cabeça dele e me afastaria. Se ele tentasse me socar com aquelas manoplas, eu tentaria me esquivar para o lado oposto dos golpes, quantas vezes fosse necessário e sempre levanto meu corpo para trás. Se ele me atacasse e mais pessoas me atacassem simultaneamente, tentaria ainda me esquivar de todos os golpes dele com movimentos defensivos em zig-zag, abaixando de golpes cruzados, levando meu corpo para trás em socos diretos e se por acaso eu percebesse que alguém me atacaria por trás com a ajuda da minha visão periférica melhorada, eu enfiaria a adaga de maneira inesperada em quem chegasse perto para me atacar. Se o atacante viesse com algum objeto cortante, tentaria transformar minha mão em casco e tentaria bloquear enquanto me esquivaria dos golpes do homem. Se eu percebesse que haviam tiros vindo em minha direção, rolaria para baixo e tentaria me esquivar dando saltos em zig-zag para trás.

Dando tudo certo ou não, eu estaria distante do homem e talvez ofegante eu diria. - Esta na hora de acabarmos com isso... - Flexionando minhas duas pernas com todos aqueles músculos, eu impulsionaria meu corpo para cima num grande salto. No ar, eu abriria os braços e com minhas habilidades de acrobata eu desceria girando em 360 graus com toda minha velocidade, com apenas a perna esquerda estirada e ao chegar próximo do homem eu tentaria acerta-lo em cheio com aquele chute. !!! INFERNALI COMETA !!! Caso ele bloqueasse ou esquivasse, assim que caísse no chão eu tentaria imediatamente pega-lo desprevenido e tentaria dar um chute na região de seu estomago. Caso ele caísse ou ajoelhasse, Sacaria novamente minha Rex Ventus e andaria vagarosamente até o homem. - Aqui acaba sua jornada, marinheiro....  - E cortaria sua garganta com um golpe limpo e rápido.

Se durante esse golpe, ele segurasse minha perna, com a outra perna eu daria um chute na região lateral de seu rosto usando a outra perna. Se ele tentasse me socar, eu colocaria mais força ainda no golpe para que colidissem e apenas o mais forte vence-se. Se ele saísse da frente, eu diminuiria a força e o atacaria assim que aterrizasse no chão com um chute no estomago de forma desprevenida.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 03:26

Columbine Rules



Eu realmente não acredito que esses quatro acham que vão me vencer sozinhos, eu já fiz uma chacina aqui, soldadinhos de chumbo realmente não olham a frente do que seus olhos. Para evitar qualquer ataque primário vindo dos soldados, eu saltaria para de trás do canhão, deslizando por cima do metal.

Assim que passasse pela arma, eu não ergueria minhas armas, mas com meus polegares eu pegaria da minha cintura os cartuchos que acabava de descarregar e os arremessaria em direção aos marines, na altura de suas cabeças, entre os espaços do marine um e dois e três e quatro. Logo que eles estivessem bem próximos dos marines, eu atingiria com dois disparos, um de cada arma para explodir os cartuchos, e fazerem os marines serem feridos igualmente pelos cartuchos.

Eu me abaixaria assim que fizesse os disparos nos cartuchos, era fácil acertar algo que eu mesmo joguei naquela distancia, me protegendo dos estilhaços. Se algum deles ainda estivesse em situação de combate, eu atiraria na cabeça para ter certeza que morreria, embora fosse divertido vê-los morrer lentamente, meu próximo alvo precisaria de todo meu foco.

Eu terminaria de preparar o disparo do canhão, apontando para o tenente, bem direto no peito, com todo aquele tamanho era um alvo tão fácil. Eu precisava da linha de acerto perfeita, então se eu visse Auron próximo ao marinheiro, eu avisaria, logo antes de fazer o disparo. - AURON, SAI DE PERTO. - Não é como se eu fosse mirar no Auron, mas se ele estivesse perto poderia acabar um pouco machucado. Eu faria o disparo, agora que já tinha observado ele o suficiente.

Eu olharia para a situação do Ryuza uma ultima vez antes de dar o fora dali, bem, eu já ajudei o suficiente, se ele não conseguir se virar, problema dele, na real, seria um peso a menos. Saltaria, usando a amurada do navio para me ajudar a ganhar mais impulso, e ir para o outro lado, se necessário me segurando na borda do navio marine com as garras e me erguendo, se não conseguisse passar para lá.

Infelizmente Auron já tinha tomado o tenente como inimigo, e duvido que ele gostaria da ideia de dividi-lo comigo, já estaria furioso só pelo disparo do canhão. Eu passaria com uma distancia segura, sem me intrometer. Meu destino era as escadas, correndo para os andares de baixo, já tinham feito muitos buracos no navio, não podia deixar eles continuarem a fazer mais buracos. De preferência, também tentaria fazer o disparo sair por algum dos buracos do navio, feitos pelos canhões, assim poderia usar a arma sem causar mais dano nem para esse navio como para o outro.

Eu retiraria um cartucho, ainda com de balas e jogar escada a baixo antes de eu descer, para ver se eles já estavam esperando de mim, e passando correndo assim que a rajada de tiros passasse. Depois de jogar o cartucho e recarregar uma das pistolas que havia tirado o cartucho, eu desceria com tudo saltando na horizontal com as pistolas em mão e com meus olhos rápidos eu dispararia varias vezes nos soldados, mirando em áreas fatais, como coração e cabeça.

Se eu visse no navio Queen ou Dandara, eu perguntaria com um sorriso sedutor e dando uma piscada de olho para ela(s). - Então, moças, como estão indo, se divertindo?

Eu procuraria algum lugar bom para cair, como atrás de caixotes, ou algo feito de metal. Eu saltaria em seguida, indo em direção dos inimigos, ainda disparando, mas a procura de algum daqueles arpões fodas, se eu visse eu faria um rolamento, colocando minhas pistolas na cintura durante o movimento e pegando arpão com ambas as mãos. Eu o apontaria para os marines, olhando o angulo dos marines, e se necessário dando um salto para o lado quando disparasse na tentativa de pegar o máximo de marines em um único disparo, queria ver como funcionava aquela coisa.

Para marines atiradores, eu tinha uma ótima ideia, eles eram totalmente inferiores a mim, mas é claro, não signifique não tenho que me esquivar, mas posso testar uma coisa. Eu faria um semi giro, movimentando o braço direito da esquerda para a direita, enquanto movia meu corpo na direção oposta, com meu braço na mesma altura da arma do inimigo, assim que o cano da minha arma tampasse a dele em um movimento sincronizado na base dos meus olhos, eu faria um disparo.Minhas pernas fariam o movimento para desviar do tiro, enquanto meu braço fazia o movimento para acertar a bala inimiga. Eu ainda poderia desviar com facilidade, mas meu objetivo ali vinha alem daqui, queria testar se já esta bom o suficiente para parar um disparo com outro.

Se a tentativa fosse efetiva, qualquer outro disparo, eu usaria essa tática para parar a bala com minha pontaria. Se não, eu passaria a usar uma tática mais fácil, para desviar de um ou demais atiradores. Apontando para outro marine, eu atiraria em sua mão portadora e em um de seus joelhos, assim ele não poderia me atacar mais e muito menos ficar de pé. Então eu faria um rolamento, girando para de trás do corpo semi caído, segurando sua roupa pelas costas. Então, eu usaria esse meio tempo para avaliar por onde poderia fazer um salto para um lugar fora de fogo inimigo e me proteger.

Para marines numero impar.As armas dos marinheiros se baseavam em espadas e armas de fogo, e poderia dizer que armas brancas são bem mais fáceis de lidar, afinal elas não voavam a centenas de KM/H. Se um marine viesse em minha direção, em um ataque direto, tentando me atravessar. Bem, desviar para trás, apenas daria mais tempo para ele mudar sua trajetória, então o que eu faria é em direção dele, mas desviando levemente pelo lado oposto da mão mais firme, ou se não houvesse tal coisa, por onde o angulo fosse maior. Deslizando levemente ao lado da lamina, se ela tentasse me acertar naquela forma sem uma força para corte, tudo que conseguiria é fazer faíscas da minha armadura e acertá-lo.
Para marines em numero par.Se viessem mais marines ao mesmo tempo nessa mesma tática de espada.Eu aproveitaria e faria dois tiros rápidos, um com cada pistola, no braço do lado que viesse o outro marine, para que ele perdesse a força e a arma fosse na direção do aliado, e outro no joelho do mesmo lado, para tirar o suporte, e assim, a arma acabaria ganhando força por acertar de cima para baixo, provavelmente no estomago ou em alguma parte mais baixa.

Os golpes horizontais são fáceis de desviar, além do mais, não são muito permissivos de fazer com aliados por perto, ou eles seria atingidos. Só que ele precisa manter o apoio em uma dessas pernas, mais exatamente no que o homem fizesse a força com os braços, eu atiraria no tendão da sua perna de apoio e saltaria por cima da sua espada. Se fossem dois marines, que seria o máximo de homens que poderiam fazer isso sem se ferir um ao outro, eu usaria a outra pistola para fazer o mesmo com o outro. Eu passaria por cima da(s) lamina(s) que não teria(m) mais como ter apoio sem a perna de apoio, fazendo ser um movimento fácil.

De longe ataques verticais são mais abertos, e bem mais cheios de pontos soltos, é abrir o peito para o inimigo, e tem um tempo enorme de movimentação. Eu me jogaria para trás, com uma das pistolas dispararia no crânio do imbecil. Se mais imbecis tentassem um ataque sincronizado, eu me curvaria e então faria força com minhas pernas para saltar alto, e sobre o ombro deles antes de descessem. Assim que tocasse seu ombro, viraria minhas Armas para trás para disparar virando apenas o suficiente para ver com canto de olho, usando um disparo intuitivo.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 14:58



Zed – Farol

Tentando irritar Don Karthus, o garoto resolveu fingir que não o ouvia enquanto enrolava um baseado, o guardando assim que estava devidamente pronto. Apesar da tentativa de Sid, o gordo conseguiu manter a calma, falando mesmo assim, a ultima coisa que disse chamou a atenção do pirata. A bussola que eles precisavam seria apostada em um jogo, e apesar de que, de acordo com ele, deveria ser uma aposta alta, também poderia ser uma chance de ganhar o mesmo inteiramente de graça. - Jogos? – O jovem estava literalmente pulado de alegria. – Eu adoro jogos. - Ótimo, ótimo. – Ele disse se levantando, e quando colocou o jornal de lado, os dois puderam ver que que atrás do jornal ele escondia uma pistola, provavelmente para o caso de tentarem quebrar as regras e roubar o item. – Então, eu aceito a aposta. Eu não sei se faz muito seu tipo, mas eu vim com três amigos, eles não são lá muito bonitos nem nada, mas um deles tem um rabo. Talvez você curta essas coisas meio exóticas. – O garoto falou, checando os bolsos. - Agora falando... “sério”. Eu tenho comigo... – Então ele começou a tirar coisas dos bolsos. - Um Isqueiro... Seda... Essa adaga. – Ele disse, girando a adaga na mão e guardando de novo. – Tickets? Eu nem lembrava que ainda tinha isso. – O garoto rasgava ambos os tickets e continuava. – Ah, minhas drogas. E minhas roupas... Algo te interessa? Eu até tinha um saco de balinhas, mas eu comi no caminho. – O gordo olhou o garoto de cima a baixo.

- É sério que você só tem isso? – Disse ele, surpreso. – Que tal cinco milhões? Parece melhor pra você? – Ofereceu ele, por ultimo. - Tem dinheiro? Ótimo. Agora podemos conversar. Esperem aqui um instante. – O homem se levantou, pegou a arma e entrou na casa. - Tem certeza que vale a pena? Quem garante que esse merda não vai trapacear? – A garota disse, logo que o homem sumiu de vista. - Qualquer coisa, fique de olho. – Quando o gordo voltou, trazia consigo algumas cartas de baralho na mão e uma maleta. – Normalmente eu escolheria o jogo, mas como estou de bom humor deixarei você escolher. Aproveita e cria as regras. – Karthus olhou desconfiado para ele. - Vocês que querem o Log Pose. Porque eu deixaria vocês criarem as regras? – Colocando a mala no chão e abrindo-a, Sid e Evangeline viram que dentro delas haviam uma enorme quantidade de fichas de apostas.

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- O que vamos jogar vai ser um jogo de apostas. Te darei fichas equivalentes ao dinheiro que você tem, e usara elas para jogar, sendo que cada ficha valerá 1.000.000 de berries. Tenho comigo 6 cartas: Coringa, 10, Valete, Rainha, Rei e Ás, cada uma com um valor diferente. Ás vale +2, Rei vale +1, Rainha vale 0, Valete vale 0, 10 vale -1 e Coringa vale -2. Colocarei as 6 cartas viradas para baixo em qualquer ordem e você apostará suas fichas em cada carta. No final da rodada, vou multiplicar a sua aposta pelo valor da carta, e veremos quanto você ganhou ou perdeu. Por exemplo, se apostar 3 fichas no Ás, vai dobrar sua aposta, ou seja, vai ganhar mais 3 fichas, totalizando 6. Entretanto, se apostar 3 fichas no coringa, você vai perder as da aposta e mais 3. Não existe limite de em quantas cartas você pode apostar, mas a aposta mínima é de uma ficha em cada carta. – Caso perguntassem porque da aposta mínima, ele diria. - Para que você não aposte valores muito baixos. Assim, se apostar uma ficha em uma carta negativa, a perda será pior, mas se apostar uma ficha em uma carta positiva o ganho será maior. Além do mais, como tem o mesmo número de apostas em cartas positivas e negativas, não faz diferença, certo? – e logo em seguida continuaria. - Com 30 fichas você pode troca-las pelo Log Pose, mas se ficar com 5 fichas ou menos, o jogo acaba, pois não poderá fazer a aposta inicial. Vale lembrar que o jogo não acaba se conseguir 30 fichas. Se quiser, pode continuar jogando atrás de mais fichas, e eu te pagarei pelas fichas a mais. Então, quanto dinheiro você tem para trocar por fichas? – Ele completou, embaralhando as 6 cartas na mão.

Suchiro e Ryuza  – Navio

Cercado pelos marinheiros, o atirador decidiu não se render, e logo em seguia se escondeu atrás o canhão de ferro que o protegeu dos tiros que vieram log em seguida. Com medo de não conseguir dar quatro tiros sem ser acertado, o mink resolveu fazer algo peculiar: Jogando os dois cartuchos vazios que ele havia gastado há pouco, o homem deu dois tiros precisos em ambos, que se estilhaçaram e forçaram os marinheiros a cobrir os rostos com os braços para não se machucarem com os destroços. Aproveitando a situação, Ashuura finalizou-os rapidamente, e voltou a preparar o canhão. Ajustando melhor a mira, ele atirou logo depois de gritar. - AURON, SAI DE PERTO. – E pulou para o navio inimigo logo em seguida.

Do outro lado do navio, o avanço do gatuno foi subitamente interrompido pelo pé de um marine que o levou ao chão. – Puta merda. – Ele disse, ao tentar se levantar. Ação inútil, pois o marine que o havia derrubado colocou seu pé sobre o peito do pirata, de modo a impedi-lo de levantar, para em seguida apontar uma arma para seu rosto. - Ah “qualé” cara, você sabe que vou dar dodge nisso. – Disse, instantes antes de executar uma incrível combinação de movimentos que resultou em um furo na coxa do homem, um tornozelo torcido e com Ryuza em pé novamente. – Eu avisei. – Quando mais marinheiros tentaram se aproximar, o pirata deu um chute na cabeça do mais próximo de modo a faze-lo cair e se afastou. – Mas que caras chatos. – Ao mesmo tempo que se afastava, o gatuno ouviu o som de um tiro de canhão e uma explosão no navio inimigo. Infelizmente, ele não teve tempo de ver o que havia ocorrido, pois uma adaga passou voando ao seu lado e cravou na parede atrás, dele, produzindo um pequeno corte em seu rosto. - Isso ainda não acabou. – Disse o marinheiro que o havia derrubado. Ele Vinha mancando por causa do tornozelo torcido e trazia três adagas na mão esquerda, que as segurava entre os dedos e uma na mão direita, que estava prestes a lançar em Ryuza, até eu soltou um gemido e caiu no chão. - Acabou sim. – Atrás do homem estava Eva, ou melhor, Winter, com uma adaga na mão cheia de sangue. Olhando ao redor, o gatuno poderia ver que todos os marinheiros que haviam invadido o navio deles já tinha sido morto ou estava quase morrendo por perda de sangue, e estavam todos caídos.

Suchiro e Auron – Navio inimigo

- Vamos ver o que posso fazer com isso aqui... – Auron disse, se levantando e tentando replicar a sensação que havia sentido agora a pouco. Aquele poder era muito fascinante, e se controlado bem, poderia sem extremamente útil em batalhas. Concentrando-se em seu interior, depois de alguns segundos ele sentiu o formigamento, dessa vez mais fraco, e quando viu havia se transformado em um meio-cavalo. O gigante, que havia seguido com o golpe até acertar a amurada do navio também se levantava, tirando algumas lascas de madeira que haviam ficado presas em sua roupa. Usando sua nova força recém-adquirida, Auron avançou na direção com homem com um chute usando seu casco, que foi bloqueado, mas seguiu com outro chute que acertou certeiro no rosto do homem. Com Dandara e Queen cuidando dos marinheiros, quase todos eles já haviam sido derrotados, então o capitão poderia ficar focado em sua luta. Logo que deu o golpe, ele ouviu um grito vindo do outro navio, seguido por uma bala de canhão vindo na direção onde ele estava. - AURON, SAI DE PERTO. – De modo a não ser acertado, o homem deu uma cambalhota para trás e se afastou do gigante no momento exato da colisão. Tentando se proteger, o homem colocou o braço direito na frente, e logo houve uma explosão. Quando a fumaça causada pela onda de impacto baixou, todos puderam que ver o tenente havia caído de joelhos, com o braço direito irremediavelmente destruído, e com queimaduras pelo corpo todo. Ele rrangia os dentes para não gritar de dor, e usando toda sua força de vontade, se levantou de novo, mas as consequências do tiro não haviam acabado por ai. Os dois homens estavam lutando perto dos lança-arpões, e com o poder da explosão as tabuas no chão racharam, fazendo o pedaço do convés em que elas estavam rachasse e caísse no mar. Quando os marinheiros puxaram as correntes para aproximar os dois navios, o navio deles havia se inclinado um pouco na direção do navio dos piratas, e agora que a única coisa que prendia os dois juntos foi destruído, o barco deu um solavanco e inclinou para o lado contrario como se fosse virar.

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Depois de quase virar, o navio virou para o outro também, não com a mesma força, claro, e depois se estabilizou. Aproveitando a deixa, Ashuura pulou no navio inimigo. - Então, moças, como estão indo, se divertindo? – O mink perguntou, logo que viu Dandara e Queen. - Belo tiro. – Dandara elogiou, subindo no ombro do mesmo. - Que merda foi essa? Você quase matou todo mundo! – Apesar da virada, o Moreno conseguiu se segurar, e estava levantando de novo. - Esta na hora de acabarmos com isso... –O pirata deu um poderoso salto com seus grandes músculos das pernas, e durante a queda começou a girar. Prevendo o que iria acontecer, o homem colocou o braço esquerdo na frente para se defender, mas não deve forças para tal diante do seu estado, e recebeu um poderoso chute no topo de sua cabeça. - INFERNALI COMETA!!! – Com o impacto, a cabeça do marinheiro foi jogada com força contra o chão, morrendo quase instantaneamente.

Enquanto o capitão finalizava o marinheiro, Ashuura resolveu entrar na parte interna do navio. Jogando um cartucho de sua arma lá, viu que não havia ninguém o esperando e desceu as escadas. Quando chegou no interior do mesmo, começou a ouvir uma voz desesperada, e começou a andar na direção da mesma. - …e estão todos mortos! Ouvi um grito, e acho que acabaram de matar o tenente Howges. Não havíamos sido informados que ele era um usuário! Não vamos... Ei! – Ele disse ao ver Ashuura na porta da sala onde estava. Um den den mushi estava na mesa em frente a ele, e, desesperado, ele sacou uma pistola. Tudo acabou com um tiro e o marine gritando. -O que? O que houve, soldado? Soldado? - a voz na outra linha chamou, recebendo o silencio como resposta.
OFF:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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Última edição por Hoyu em Qua 25 Jan 2017, 18:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 16:27

Conversado com Don Karthus a principio parecia que estávamos prestes a fazer um acordo para a participação de um jogo. Porém o tempo é capaz de mudar tudo. Embora demonstrasse estar empolgado a princípio a empolgação só vinha a diminuir conforme o tempo passava e recebia as explicações. Mas ainda assim não perdia meu bom humor. – Simples, eu sou jovem, magro e bonito. Você é velho e gordo, o mundo vai conspirar ao meu favor, é como se eu fosse um pequeno deus. – Olhei-o de cima a abaixo. – E você ta mais pra pastor de uma igreja falida... Provavelmente um dos pedófilos. – Mas isto ainda não explicava por que eu poderia opinar quanto ao jogo.

As explicações continuaram. “1 milhão por ficha, juntar 30 milhões pra trocar por uma bussola estupida? “ Não aguentei e gargalhei sozinho enquanto ouvia o restante das explicações. Era evidente que aquele jogo era muito mais complicado do que parecia, e também ele parecia não citar algumas regras intencionalmente. “Se eu dobro a aposta em uma ‘+2’ o valor seria multiplicado por zero se eu pegasse uma carta de valor zero? Zero multiplicando qualquer coisa continua zero. “ Nem precisava fazer a matemática pra ver que só teria prejuízo naquele jogo.

Quando finalmente achei que não podia ficar pior ele ainda parecia querer ainda mais dinheiro do que havia informado ter. Quando ele finalmente calou a boca eu dei um longo bocejo. – Acabou? – Coçava as costas da cabeça enquanto falava. – Você chama isso de jogo? Esse tempo no farol realmente acabou com você eim velhinho. – Já fui me aproximando da garota virando de costas ao homem. – Deixa pra lá tiozão. Desisti de jogar, esse jogo tem claras vantagens apenas pro seu lado e aparentemente tem muita cera no seu ouvido, por que eu disse claramente que eu tinha apenas... – Aumentei o máximo possível o tom de voz para gritar o mais alto que conseguisse. – ...CINCO ... – o tom diminuiu logo em seguida. – ...Milhões. Eu nem tenho o valor mínimo pra participar do jogo. – Embora de fato tivesse mais dinheiro no bolso.

- E esse jogo em si é estupido. ‘Olha, vamos decidir seu destino com um super jogo de cartas’ – Tentei imitar sua tonalidade e logo em seguida fingi uma empolgação que durou menos de 3 segundos. – Sério mesmo? Isso não é nem de perto um jogo legal. Se você me colocasse em um lugar escuro contra uns 30 malucos e me pedisse pra sair de lá em um tempo determinado AI SIM! – De novo a empolgação retornava. – Ai seria um puta jogo. Mas não, ‘vâmo brincar de cartinha.’ – Eu já tinha desperdiçado muito tempo com o gordinho. – Vamo bora. – Diria a Evangeline ao passar do lado dela e dar um tapinha em sua bunda assim como um sorriso malicioso ao passar. Naquele momento, após todo aquele discurso e observações que ao menos em minha mente eram sagazes e precisas, minha autoconfiança estava atingindo picos nunca antes vistos. Nem mesmo aquela garota com aquela pele macia e cabelos sedosos eu que ama- ... Digo... Que eu tracei noite passada seriam capazes de me intimidar.


Vicio Alucinógenos: 4/15

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 21:51

Rápido e com uma eximia destreza Ryuza conseguiu se livrar do homem que o tinha derrubado, o gatuno brincava com a situação, ele estava começando a se divertir com a batalha, era em momentos como aquele que ele se sentia mais vivo do que o normal. Um marinheiro se aproximou e logo foi repelido com um chute giratório, o Bispo aterrissou e se afastou dos demais agressores, um som de explosão ecoou, mas Ying foi surpreendido por um raio brilhante que cruzou o ar a sua frente e cortou de leve a sua bochecha, o som que o “raio” fez ao atingir a parede atrás de Ryuza denunciou que aquilo não passava de uma faca ou adaga.
 
- Isso ainda não acabou. – Falou o Marinheiro que tinha derrubado o Bispo, sua perna ferida o fazia mancar, e ele estava armado com outras adagas, Ryuza “suspeitou” sarcasticamente de que ele tinha a intenção de atirá-las nele. O pirata notou a aproximação de Eva por trás do marinheiro. - Acabou sim. – O homem caiu no chão com um gemido, Ying encarou a mulher com os olhos semicerrados, seu tom de voz, sua expressão fácil, o tom rubro de seus olhos. – Ah, puta que pariu, você de novo Summer? – Concluiu de forma saturada, levando a mão para a face. Não havia mais motivos para preocupação, parece que a mulher tinha liquidado com os marinheiros restantes.




Inspirei profundamente e deixei com que o ar fosse expelido de meus pulmões enquanto massageava meinhas têmporas com as pontas dos dedos indicadores, obviamente, já teria guardado minha adaga na bainha, logo depois de limpa-la na camisa de algum marinheiro caído. – Ok, agora tenho que lidar com essa maldita. – Pensava. – Tudo bem, vamos lá. – Concluiria indo em direção ao lado do navio para assistir o termino da batalha.
- E então Spring, como vai a sua pessoa? – Falaria com a Winter, ainda com as piadas em relação ao seu nove ser a de uma estação.
Assim que me deparasse com a situação do navio ao lado eu ficaria um tanto quanto perplexo, não pelo fato de boa parte dos marinheiros já estarem mortos, ou da lateral do navio ter desabado, ou do grandalhão marine estar com um braço totalmente destruído, mas sim pelo fato de ter um meio homem meio cavalo de pé, lá do outro lado, que a julgar pelas vestimentas se tratava do Auron.

- Santa mãe... Não é que o maldito virou mesmo um meio cavalo? – Comentaria em voz baixa, me debruçando sobre a amurada e assistindo os momentos finais da batalha, Auron se movia com agilidade e parecia ter ganhado um acréscimo incrível no quesito força. Minha mente trabalhava tentando buscar uma explicação plausível para aquilo, as opções maldição e doença tinham sido descartadas, experimentos... poderia até ser.… até que me lembrei que as transformações começaram logo depois do Rei ter comido aquela fruta. – Fruta... – Como um relâmpago, minha mente me trouxe as memorias de conversas de bar, conversas sobre frutas amaldiçoadas que concediam poderes aqueles que as comiam. – Akumas no mi... – Falei em voz baixa, chegando a conclusão mais palpável, até então eu julgava que aquelas historias não passavam de conversas sendo jogadas fora por bêbados e velhos psicóticos, mas pelo que tudo indicava, era bem real.

Assim que a luta terminasse eu me levantaria, olharia em volta. – Bem, parece que vamos ter que trocar de embarcação. – O estado do convés era deplorável. – Pelo menos não vamos ter que limpar isso aki... – Olharia para o navio do outro lado, que também se encontrava com vários corpos estirados e com sangue decorando o chão de madeira. – Merda... – Não tinha para onde fugir.

- Bem, vamos indo. – Diria me dirigindo até meus aposentos, pegaria minhas coisas, as joias, a bolsa com os medicamentos, minha cartola, minha bengala. Colocaria a cartola sobre a cabeça e caminharia brincando com a bengala, enquanto pensava. – Seria bem útil transformar isso aqui em uma arma não? – Olhava a bengala. – Em uma espada ou uma adaga quem sabe? Vou trabalhar nisso. – Como um bom amante de armas, aquela ideia me deixava empolgado. Seguiria indo nos outros aposentos do barco, procurando por coisas úteis e já fazendo uma leitura mental dos locais onde teria que voltar para buscar os mantimentos e coisas do tipo.

Andaria de forma furtiva, só por precaução, algum marinheiro poderia ter se infiltrado no barco e poderia estar esperando algum de nós passar, caso acontecesse, eu tentaria evitar a ofensa me afastando e desviando o corpo para o lado oposto ao ataque, ou saltando, assim que parasse, eu investiria contra o homem desferindo uma sequencia de "intermináveis" socos e golpes com a bengala com toda minha agilidade, tentando não deixar tempo para reação, até que o mesmo caísse no chão.

Vasculharia cômodo por cômodo do barco, se houvesse algum trancado, eu usaria de minhas habilidades como arrombador para abri-la, para isso usaria pedaços de ferro como arames ou pregos que estivessem por ali, em último caso, arrombaria com força bruta.
Depois de procurar em todos os cômodos e memorizar tudo de que seria útil, caso não encontrasse nada estranho, retornaria para o convés e saltaria para o navio da marinha dizendo. – Então, vamos fazer uma troca de barco? Seria bom aproveitar algumas coisas do outro barco, principalmente seu precioso tesouro Auron.
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQui 26 Jan 2017, 02:22

O combate finalmente teve um fim, e felizmente nosso lado saiu vitorioso. Ainda ofegante e na forma hibrida de cavalo, eu admirava meu mais novo poder, aquilo sem duvida era incrível e eu percebia nitidamente as mudanças que aquilo havia feito em meu corpo. A minha respiração ia se regulando aos poucos e lentamente eu voltaria a minha forma normal enquanto caminhava em direção ao oficial caído, a minha expressão facial era bem séria e determinada, pois pra mim aquilo ainda não havia terminado.  Assim que chegasse perto do homem, sacaria a Rex Ventus e puxaria o homem pelo cabelo, olharia sua cara derrotada e diria num tom irônico. -Até mais ver, grande saco de merda... - Pegaria impulso levando a cabeça para o lado oposto do mar e o arremessaria no mar utilizando apenas a força de 1 braço.

-Vocês viram como eu acabei com ele? FWAHAHAHAHAHAHAHA Estes marinheiros são patéticos! - Me vangloriaria para as garotas enquanto ia em sua direção. - Vamos limpar a sujeira, esta aqui será nossa nova casa! - Diria num tom irônico,  apenas para deixar claro que roubaríamos aquele navio. - Aquele filho da puta ficou vivo só pra quebrar a porra do MEU navio, olha só isso! Se eu pudesse eu o traria de volta a vida para mata-lo de novo, e de novo e de novo e de novo até mata-lo para sempre! - Resmungaria bastante irritado, com as veias na testa dilatadas. Em seguida, caminharia até a borda do navio e olhando pra terra firme eu perguntaria. - Onde está o delinquente pirado?! Ele foi atrás do bog vose? - Quando de repente noto o Ryuza falando comigo.


– Então, vamos fazer uma troca de barco? Seria bom aproveitar algumas coisas do outro barco, principalmente seu precioso tesouro Auron. - Olhando com uma afeição risonha eu daria continuidade ao dialogo. - Sim, vamos trazer o tesouro para este barco... Aquela grana vai nos ajudar a dar inicio a o nosso império nesse vasto e temido mar! FWAHAHAHAHAHA - Diria com um tom de voz entusiasmado e esperançoso, afinal eu tinha plena convicção de que havia montado um grupo vitorioso, um grupo que chegaria no topo com força total e que ninguém naquele mar poderia nos impedir de fazer algo.  -Vamos, quanto antes pegarmos as coisas, mais rápido a gente da o fora deste fodido lugar.  

Dizendo isso, saltaria do barco e caminharia em direção ao outro barco. Enquanto caminhava, ficaria olhando para minhas mãos, ainda fascinado com aquele poder que havia adquirido, talvez os rumores antigos que eu ouvia pelos bares e becos da cidade fossem verdade, realmente existem frutas capazes de conceder poderes extraordinários para quem as comer. Chegando no navio, diria para os "Peões". - Vamos todos! Precisamos tirar tudo que tem nesse navio e levar para o outro! E para os espertinhos, eu sei exatamente quanto temos e o que temos, não queiram pagar um preço caro para ver a minha ira! - Falaria num tom extremamente imponente e assustador e ficaria supervisionando enquanto os peões transportava tudo para o outro navio.


Se o tesouro tivesse um tamanho suficiente para que eu carregasse sozinho, eu procuraria um grande lençol, faria uma trouxa bem grande e o carregaria sozinho, afinal força física nunca foi problema pra mim. Enquanto caminhava de volta para o outro barco, falaria com Queen. -Queen! Procure pelo o delinquente júnior e veja se ele precisa de ajuda para encontrar essa porra de Jog Tose.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 2 EmptyQui 26 Jan 2017, 13:46

Parecia mais uma vez que estava na hora da minha chamada com a marinha, esses caras demoram para sacar o que houve. Eu colocaria o telefone na orelha, puxando um caixote para me sentar, e descansando minhas pernas sobre o cadáver do marinheiro que acabava de abater.

Hello QG, parece que vocês falharam mais uma vez. Relatório da missão, todos os marinheiros mortos ou em fora de combate, e devo lhes dizer, deveriam sentir pena dos vivos e não dos mortos. Ah, obrigado pelo navio, gostei desse novo truque com arpões, realmente engenhoso. Acho que deveriam trazer um capitão da próxima vez ou pelo um tenente mais competente, e do tipo mais humilde, esses grandalhões arrogantes sempre acabam deslizando no próprio ego. - Falaria em uma voz hilariante e com enorme tom de deboche, terminando com uma risada. - Nós falamos na próxima vez que eu matar mais de seus companheiros mais a frente na GL, ate mais. - Desligaria o telefone.

Eu deixaria o Den Den mushi ali, voltaria a subir as escadas a procura dos meus companheiros, com minhas armas já guardadas, eu retiraria meu elmo de batalha, e trocaria pelo minha nova e bela cartola. Ela era muito mais foda. - Eva ou Queen, me façam um favorzinho básico, poderiam jogar sal ou qualquer outra coisa nas feridas dos marinheiros e deixarem eles amarrados, os que sobreviveram, eles podem ter utilidade. Seja diversão ou informações.

Eu procuraria pela cabine dos oficiais do navio marinheiro, abrindo com cuidado, se estivesse fechada, eu meteria o pé na porta para entrar. Estava a procura de coisas úteis, talvez uma boa arma de fogo nova, grana, alguma bebida para comemorar, e principalmente algum uniforme de marine, de sargento ou tenente. Depois de vasculhar, se achasse uma roupa de sargento ou tenente, eu jogaria a roupa de soldado que tinha guardado e guardaria essa no lugar daquela.

Eu iria ate Auron, tinha uma ideia baseada na minha própria falta de vontade de ficar atirando em alvos tão fracos, matar marines era divertido, mas quando eles nem ao menos conseguem reagir, me parece muito sem graça, mas esses marinheiros ainda tem que ser mortos. - Auron, tenho uma ideia, temos dois navios, ambos tiveram dano, e você já deve ter percebido que enfrentar tanto marines soldados assim vai ser difícil quando tivermos um inimigo forte de verdade. Por que não aproveitamos dos desesperados do Farol? Boa parte deles são ex-capitães piratas que perderam seus navios. Precisamos de mais peões. Depois que arrumarmos tudo por aqui, se quiser, eu vou com você recrutar novatos.

Depois disso eu iria ajudar Auron a mover as coisas para o outro navio, eu tinha minhas próprias coisas que precisava mover, tudo meu que estava naquele navio, para o outro, como Auron havia pedido. Parando para pensar, meu pai tinha uma habilidade estranha, me lembro disso, mas uma pessoa virando um animal? Isso realmente foi um pouco além. Eu procuraria um quarto de um dos Sargentos para me acomodar no outro navio, Ryuza poderia ficar com o outro, e Auron provavelmente iria querer o quarto do Tenente, sorte que aquele delinquente não esta aqui, não a competição. Eu iria arrumar tudo, organizado no meu novo quarto.

Depois de organizar minhas coisas, eu reuniria todo o montante de armas de marine que eu encontrasse, se iriamos reunir piratas, era o básico que precisávamos oferecer. Depois dos recém chegados virem, poderíamos fazer uma competição de acertar tiros em marines amarrados, será divertido. Eu deixaria todas as armas em uma pilha, e contabilizaria quantas haviam.


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