One Piece RPG
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [M.E.P] Albafica
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Makei Hoje à(s) 19:15

» A primeira conquista
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Rangi Hoje à(s) 18:19

» A Ascensão da Justiça!
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor K1NG Hoje à(s) 16:26

» JupaCity Adventures
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor BigDraon Hoje à(s) 16:01

» Mini-PuppetDragon JupaCity
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor BigDraon Hoje à(s) 15:58

» The Hero Rises!
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Achiles Hoje à(s) 15:30

» [M.E.P] Koji
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Proto_ Hoje à(s) 15:29

» A inconsistência do Mágico
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 15:27

» [MINI-Koji] Anjo caído
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Proto_ Hoje à(s) 15:27

» Pirata ? quer se juntar a 2º Frota do Pandemônio ?
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Arthur Infamus Hoje à(s) 13:25

» Seagull Newspaper - Tragédia
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 13:22

» Caçadoras Eternas: Almas entrelaçadas!
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Fran B. Air Hoje à(s) 13:01

» Meu nome é Mike Brigss
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Shiro Hoje à(s) 11:59

» [M.E.P] Kan Kin
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Shideras Hoje à(s) 08:58

» [Ficha] - Arthur Infamus
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:15

» Arthur Infamus
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:15

» Sophia Aldebaran Rockfeller
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:48

» VII - Wind Of Change
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 23:26

» Em busca do próximo nível
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Hooligan Ontem à(s) 23:23

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Emptypor Misterioso Ontem à(s) 22:49



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 #1 When the hunter becomes the hunted

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1 ... 5, 6, 7 ... 13 ... 20  Seguinte
AutorMensagem
Axell
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário
Axell

Créditos : 33
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 14/05/2011
Idade : 24
Localização : 5ª Rota - Pindorama

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyQui 29 Dez 2016, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Ken Rock
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 27/05/2015

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyTer 14 Mar 2017, 12:14

Tigor T Tigre

Após dias de meditação, o paciente e calmo tigre Raksha Ragnarson finalmente despertou. Provavelmente não havia encontrado o Nirvana mas, estava claramente agradecido pelos seus dias de meditação e busca espiritual. Após um pensamento sereno o jovem mink abriu os seus olhos e notou que não estava exatamente onde deveria entra.

O local era escuro, um pouco úmido por sinal, cheirava a lixo e era apertado para o seu tamanho avantajado. Rapidamente, sua outra metade pois-se a discursar em sua cabeça, sobre dinheiro e poder! Mas o centrado Rak (pode ser pra facilitar?) respondia de forma suave e parecia ser de costume, fora rebatido pelo seu “irmão”. A situação entre aqueles dois beirava em um equilíbrio estável, onde ambos respeitavam as opiniões e seus estilos de vida, apesar de Rak querer o bem para a as outra metade.

O mink ainda parecia estar bem relaxado com a situação e levantou-se do local e ajeitou sua capa com um pouco de dificuldade e caminhou em linha reta, único caminho, até encontrar um senhor que logo o julgou como o responsável daquela pensão em que ele estava. Pois então a dialogar com o idoso magro, careca, vestido com trapos, coberto de sujeiras e um cheiro devidamente escroto que incomodaria e muito o olfato aguçado do tigre que babava com as salivas de ânsia... - Olá amigo! Pode ser uma pergunta meio estranha, mas você poderia me dizer quanto tempo se passou desde que fiz o check-in?.. Perguntaria o tigure com um sorriso amistoso cheio de dentes... – Então, eu estou com uma fome terrível, será que poderia me dizer onde posso comer um belo bife acompanhado por uma cerveja bem espumante?

Sem entender o que aquele gigante de três metros perguntava, o velho moribundo apontou-lhe uma direção e descreveu o local com uma voz tremula e apavorada... – Ppor ali ó! Se-segue até o final do beco e vira a suas direitas ó! De-depoiz, é só tu ir seguir re-reto e já vai ta-ta lá ó!!! É um prédião grandalhão brancu co-com uma gaivotis azur ó! Se-sempre servis uns pratão de co-comida pra gente de grátis lá ó!

Feliz da vida o brutamontes saiu do local de onde ele estava e deu de cara com a rua principal de Las Camp, confiante caminhou na direção indicada pelo morador de rua. Apesar de seu corpo e rosto estarem cobertos, seu tamanho um tanto quanto avantajado chamava a atenção de muito moradores, principalmente mulheres e crianças.

Caso o tigre decidir-se explorar o ambiente de forma visual, notaria que as ruas estavam repletas de humanos, sem nenhum mink ou qualquer coisa parecida. As edificações eram belas, possuíam alguns comércios de utilidades  caseiras ao redor e um pouco mais a frente um belo e majestoso edifício de cor branca, no topo uma gaivota azul gigante. Andou mais alguns metros e já pode visualizar, com certa dificuldade, os trabalhadores do local. Conseguiu ver dois deles parados ao lado do portão, trajando uma camisa branca e calças azul e um homem com uma espécie de blazer preto aberto nas costas, barba por fazer, camisa desabotoada deixando se tórax exposto e um tapa olho, dava a impressão eu estava fumando já que estava rodeado por fumaça saia da por portão. Ele caminharia calmamente na direção do mink como um olhar sério.

Já era quase meio dia, o sol rachava de calor naquele momento, não era possível sentir nenhuma brisa e os moradores como de costume vestiam roupas leves e curtas.

Enquanto isso, na mini cidade situada abaixo de Las Camp...


Royce ficou claramente afetado ao abrir o dossiê e dar de cara com o primeiro membro descrito. Sua fúria com aquele indivíduo era latente já que o mesmo seria um Mink e sem dar tempo para o seu cérebro processar ele entrega as papeladas a Simo prevendo o futuro do membro da Pointy...

– Esse vai ser o primeiro a morrer... e em resposta, seu novo companheiro atestou o veredito... - Que assim seja.

Simo conversou um pouco com Royce dizendo ao mink o quanto estava grato por ter chamado o pistoleiro para aquela aventura e ao mesmo tempo expressou o quanto esperava daquela união.

Sem dizer nada ao ruivo,  talvez devido a fúria que sentia naquele momento, o mink apenas saia da masmorras junto com Simo que o seguia calado observando apenas as atitudes do jovem mink claramente possuído pela ira!

Fora das masmorras, a dupla se encontrava nas ruas da mini cidade dos minks, Royce assim que botou os pés nas ruas foi a procura do seu amigo polvo que estaria mais a frente do outro lado da rua prestes a abrir uma garrafa de vinho ou coisa parecida, quando fora surpreendido pela voz de Royce... – Raton!!


Uma situação engraçada ocorreu naquele momento, pois devido ao susto o polvo deixou a garrafa de vinho ou coisa parecida cair no chão, uma lágrima de tristeza caia de seus olhos enquanto Royce e Simo se apresentavam de forma amistosa. Naquele momento o polvo sentiu uma enorme tristeza e solidão em seu coração enquanto pensou... “ Com certeza  aquele humano deixou Ry-chan com raiva e acima de tudo me fez quebrar aquela bela garrada contendo aquele vinho ou coisa parecida que agora não está mais entre nós”...

Quando  terminou de atravessar a rua, o gatuno pois as suas ordens em prática. Um pouco receoso devido ao seu passado, Simo escutou as ordens do mink e aceitou! Afinal a fama era o que importava para ele e assim discursou para o jovem Royce.., - Certo faremos assim... Desde que eu fique com a fama não me importo, caso sejamos bem-sucedidos nisso tudo o seguirei, com isso você se mostrará digno, Garoto!

Palavras que mostrava que aquele união seria mais duradoura do que aquela  difícil empreitada que estariam a enfrentar. O gatuno também tinha tarefas ao tritão que rapidamente saiu de sua melancolia e começou a ler todo o dossiê e respondeu rapidamente ao mink... – Fique despreocupado Roy-chan, memorizei as informações dessa papelada (entregava novamente o documento ao mink) irei encontrar alguém que coincida com as características  mas já lhe aviso Roy-chan, com essas características não há ninguém aqui então irei procurar algo lá em cima!.... O tritão olharia com um olhar de desprezo para Simo e voltaria a conversar com o gatuno..

- Com certeza irei encontrar algo melhor do que o senhor-chan ai!  Com relação a loja de armas há duas na rua de trás.

Após alguns minutos de caminhada, finalmente o trio chega a rua indicada pelo polvo, Royce ainda puto devido com a situação não parava de reclamar sobre o tempo e até mesmo com o tamanho do bando dos piratas. Mas como o jovem gatuno ainda era inexperiente nesse meio, deveria saber que sequestrar e traficar seres vivos não era uma tarefa para dois ou três! É claro que existem amadores que fazem isso e sempre são pegou ou morrem.

Tentando recuperar o humor rotineiro, o mink pergunta ao polvo de onde ele vinha? Afinal deveria ser um local completamente diferente do que ele já viu, possivelmente no fundo do mar... a imaginação do gatuno iria a mil a espera da sua resposta e com um sorriso sincero o gentil o polvo respondeu...

- Da minha mãe horas, que pergunta mais boba Roy-chan! Agora eu irei a procura do grandalhão que o senhor me pediu e assim que eu encontrar o candidato onde devo encontra-lo?

Esperaria a resposta e na sequência o polvo iria em busca do seu objetivo. Os dois aliados estariam parados na frente de duas lojas de armas os nomes seriam: Olhe, entre e atire! ... e...Old Scholl.


E Simo apenas aguardaria a atitude do garoto enquanto seu cigarro chegava ao fim...


Off::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyTer 14 Mar 2017, 15:47


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.

Já um pouco mais calmo o jovem olhava para o polvo e para o ruivo. Havia um desconforto ali que também o deixava desconfortável. Para o jovem não existia preconceito, se era grande, pequeno, baixo, gordo, humano, mink ou tritão. Havia apenas personalidades. Royce poderia muito bem não gostar de alguém pelo jeito que aquele era, mas nunca pela sua aparência.

Pré- conceito não era algo da sua personalidade, mas ele podia decidir muito rapidamente se gostava ou não de alguém e assim como um gato isso podia mudar muito rapidamente também. No momento Royce gostava do polvo, havia sido ele a voltar depois do acidente no porto e indicar para ele e o tubarão por onde poderiam fugir. E o humano parecia direto e honesto, embora não tão agradável e com uma ideias estranhas de fama, mas ainda assim não era de todo o mal e no momento era útil. Mesmo assim resolveu deixar isso de lado, com o tempo talvez os dois viessem a se entender.

– Achei que poderia encontrar alguém que viesse comprar armas, mas pensando bem acho difícil aqui em baixo mesmo.

Royce olharia para o teto da cidade subterrânea, pensamentos do que e do porque estava se envolvendo nisso passavam pela sua cabeça. Depois lembrou que aqueles homens haviam deliberadamente tentado tomar a sua liberdade e isso o enfureceu de novo.

É necessário entender que o jovem não gosta de comprar brigas sem sentido, e até pode ser adapto a retiradas estratégicas quando seu pelo corre o risco de ser muito queimado, mas isso era facilmente ignorado quando o assunto era a sua liberdade.  Olharia de novo para o tritão e diria.

– Acho que vamos subir também. Já fiquei aqui em baixo tempo suficiente. – Royce odiava confinamentos, ansiava pelo vento e pelo sol, o cheiro do mar. E além disso não queria ficar se “escondendo”.
Deixou o polvo ir à frente e pegou o relógio de bolso que havia roubado anteriormente olhando-o enquanto abria e fechava o mesmo. Teve o cuidado de manter a garrafa de bebida bem escondida, ao menos por enquanto, pois tinha planos para ela mais tarde.

Com isso Royce deixaria os subterrâneos, esperando que a saída desse em um local discreto. Chegando do lado de fora o jovem procuraria se situar qual era a hora do dia para assim planejar as suas ações.

– O Camaleão falou que havia uma movimentação no porto norte, acho que o melhor seria você-gara dar uma olhada por lá. – diria ao polvo – Vou dar uma olhada no QG da marinha e depois tento encontrar alguma construção abandonada próxima ao porto norte. Vou deixar um R desenhado próximo às janelas do local.

Royce então colocaria a mão em seus bolsos e jogaria para o ruivo a bolsa com o dinheiro que tinha, pois apesar de ser um ladrão ele não era tremendamente apegado a berries.

– Se preferir roubar, ótimo, caso o contrario pague. – não diria muito mais, apenas esperava que o humano entendesse que era pra comprar ou conseguir coisas necessárias para o que iriam fazer. – Procure a casa no porto norte, ao anoitecer.

Royce se aproximaria do mesmo então, fingindo cheirar o mesmo.

– Fique quieto. – repreenderia caso o mesmo tentasse se afastar. – É pra achar você-gara depois. – mentiu. O que o jovem estaria a fazer era pegar o isqueiro que o ruivo tinha nos bolsos, tanto por prazer quanto por necessidade. Usaria o seu corpo para bloquear a visão do ruivo enquanto colocaria uma de suas mãos pressionando o ombro do mesmo para mantê-lo próximo e distraí-lo do suave toque da sua outra mãos.

Caso em algum momento percebesse que o ruivo percebia suas ações sorria e jogaria o isqueiro para alto o mostrando.

– Nya Nya, vou precisar dele, mais tarde devolvo. – Mas se por qualquer motivo o ruivo estivesse com o isqueiro em mãos e não fosse possível o tomar o jovem simplesmente pediria emprestado.


Assim deixaria que todos partissem.

– Nyaa, agora vem à parte divertida-gara. – diria Royce, enquanto procurava se localizar. As pessoas em si não seriam problema, ao que tudo indicava ainda não havia um sentimento de anti-minks por parte delas, mas certamente sua presença seria reportada a marinheiros.

Precisaria primeiro de uma capa para se cobrir. Avançaria até a rua, onde procuraria um beco para o qual se dirigiria, ali ficaria o máximo oculto pelas sombras de modo a chamar o mínimo de atenção que conseguisse enquanto estudava os arredores. Se visse a oportunidade de roubar uma capa de algum mostruário de loja o jovem o faria, se não aguardaria um tempo escondido observando a movimentação e buscando notar se havia alguma rotina nos movimentos da marinha pela área.

No entanto, se tivesse conseguido furtar uma capa sem chamar muita atenção o jovem procuraria entrar em alguma outra rua, enquanto vestia a capa e sairia para uma terceira rua virando a esquina afastando-se assim do local no qual havia pego a capa.

Coberto, de preferencia com um capuz erguido o jovem tomaria rumo em direção ao QG da marinha. Mas manter-se-ia atento no caminho para encontrar possíveis candidatos para ajudar no seu plano.  Caso conseguisse chegar à zona do QG o jovem procuraria um local afastado da vista das sentinelas, onde se manteria observando o entra e sai do QG.

– Agora-gara é só questão de oportunidade.



”objetivos”:
 

Histórico:
 

OFF: Acredito que falta muitos e muitos casos, mas se tornaria um post cansativo de mais se eu fosse ficar tomando cuidado a cada passo a cada tentativa de fazer cada coisa, acredito que só a parte de ter de caçar todos os piratas, descobrir onde é o local da venda e agora que pretendo invadir a marinha para também descobrir quem são os responsáveis internos vai já prolongar a aventura o suficiente sem que eu me prolongue para roubar uma capa e caminhar kkkkk. Então peço que entenda a falta de 300 casos de possibilidades nessas ações “corriqueiras” de um ladrão.

Eu e o Sats entramos em um debate sobre eu conseguir ou não furtar o personagem dele. Afinal eu tenho tudo que preciso para conseguir furtar, mas o personagem dele também tem o que precisa para perceber, sendo assim é quase um PVP, mas que é só pra roubar um isqueiro que vou usar pra fazer um coquetel molotove.

____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Satsumi
Pirata
Pirata
Satsumi

Créditos : Zero
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 30/06/2014
Idade : 21
Localização : Berlinque

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyQua 15 Mar 2017, 03:00

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Não tinha boas lembranças daquele suposto esconderijo, porém, já fora deste tudo não passava de águas passadas. Liberdade era tudo o que este queria, liberdade para desbravar a imensidão que era o mundo, assim como seus segredos.

Deu mais uma dragada em seu cigarro, por sequência expirando a fumaça armazenada, que aos poucos ia esvaindo-se, sendo levada pela brisa. Algo era notado por Simo naquele momento, nem todos estavam felizes com sua presença, o suposto tritão aparentemente não ia muito bem com sua cara, sempre olhando para Simo com um olhar atrevido e desrespeitador. “ Ainda farei esse maldito, me olhar de outra forma” Pensava.

Instantes após, tudo estava começando a desenvolver, com todos informados a respeito a situação a iniciação de uma possível busca estaria próxima, mas algo estava errado... Simo não estava tão motivo como antes, ideias começavam a vir em sua cabeça, “mulheres, mulheres, mulheres...” Pensava, juntamente uma pequena quantidade de baba escorria ao canto de sua boca escancarada. Não estava tão afim de procurar os piratas aparentemente, teria outros objetivos em primeira mão, e isso poderia ser algo complicado, aliás este é um homem que não gosta de fazer o que não lhe dá vontade.

Estava totalmente indisposto, então este acabou sugerindo uma medida de procura de sua parte que aparentemente poderia ser uma boa ideia, mas ao fundo era somente para satisfazer seus luxos...

~ Bom, Procurarei em um bar ou bordel, acredito que deva conseguir alguma informação lá. Bêbados, todos entregamos um segredinho não é mesmo? HAHAHA!

Liberando uma pequena gargalhada. Royce aparente acabaria por propor uma ideia diferente, aparentemente pretendo ir ao QG da marinha e coisas do tipo, porém Simo não dava muita atenção para seus objetivos, se focaria em completar os seus “objetivos” primeiramente.

Seus sentidos estavam a mil, mulheres a tempos não sabia o que era isso, só de pensar a respeito este ficaria empolgado com a ideia. Tendo em mente que a chance de contestarem era baixa, sairia dali em busca de um local para concluir seus objetivos, e quem sabe com isso tudo obter importantes informações do bando. Em prol da luxuria, mas jamais deixaria seu trabalho ao esquecimento, eis uma das filosofias de Simo.

Porém, antes de possivelmente partir algo possivelmente o incomodaria... Royce estaria aparentemente tentando cheira-lo, de forma extremamente aleatória acreditava. Seria um motivo para levantar suspeita? Aliás, este não tinha total confiança sobre aquele jovem neko. Seus sentidos já excitados por seus pensamentos anteriormente sujos, poderiam acabar contribuindo para uma conclusão da situação, “Gato esquisito” Pensaria.

Caso Simo considerasse aquilo realmente estranho, ficaria mais focado no garoto para entender do que se tratava aquela ação repentina, e dessa forma ficaria totalmente ligado naquele e em seus movimentos, de maneira de utilizasse seus sentidos e sua genialidade para notar algo.

Na possibilidade de sentir a movimentação ou ouvir ruídos em locais indevidos, visando o foco a si e ao jovem, Simo agirá da seguinte forma:

~ Bom seja o que for pode pegar, desde que me devolva... Acho que já tenho parte do pagamento do empréstimo não é mesmo, farei bom uso, HAHAHA. Simo soltaria uma e gargalhada e retomaria. ~ Enfim devo ir, tenho assuntos a tratar sobre a missão, faça com uso... Diria ao acenar.

Dessa forma, este se retiraria do local com passos lentos e suaves, de maneira que demonstrava não possuir preocupações. Um bar, um bordel eis o seu foco, a missão deixada em segundo plano, embora em sua cabeça sabia que poderia ser um bom local para conseguir informações, este deixaria em segundo plano inicialmente, as mulheres e bebidas deveriam vir primeiro.




Observações (Leia)!:
 

Legenda:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 


by: Satsumi [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 38
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyQua 15 Mar 2017, 09:43

Ao sair daquele beco fétido Raksha sentiu-se levemente aliviado. O fedor do lugar quase o deixara nauseado, e o jovem tinha de admitir que naquele momento ele não se sentira nem um pouquinho abençoado por ter um olfato tão aguçado. Mas agora que entrara em uma rua movimentada que parecia ser algum tipo de rua central, ele começaria a usar suas narinas no máximo de suas habilidades.  

Usar frequentemente seu olfato aguçado permitia que aos poucos ele o fosse refinando e o tornasse ainda mais poderoso. Tentaria sentir o cheiro das pessoas ao seu redor e também dos objetos. Durante tal ação estaria também observando atentamente por baixo de seu chapéu e constataria que todos ao seu redor eram humanos, não haviam seres de outras raças ali. Esse foi seu primeiro aviso de que ali não era um lugar onde os da sua raça eram bem-vindos.

Voltou a farejar com ainda mais concentração na tentativa de quem sabe sentir um “rastro” daqueles do seu povo, apesar de não haver nenhum vento que pudesse carregar cheiros vindos de longe, nem mesmo uma brisa.

Enquanto andava observou algumas lojas, mas aparentemente nenhuma que vendesse comida, mapas ou armas, não atraindo assim maior atenção por parte do mink. Foi nesse momento que se deparou com uma construção majestosa, e no momento que a viu, não pode deixar de se sentir perplexo: o quartel general da marinha! Se lembrando das palavras que o velho homem lhe havia dito, prédio branco grande com gaivotas azuis, se sentiu um tolo por não ter percebido que tal lugar na verdade se tratava da marinha.

Não é como se ele tivesse algum motivo para temer a marinha, na verdade quem tinha alguma má vontade em relação a ela era sua contra metade, mas ainda assim nesse momento havia um problema maior: não podia se imaginar entrando no quartel e pedindo um prato de bife e uma boa caneca de cerveja. Por outro lado se ele quisesse descobrir o local onde poderia obter um mapa da ilha, talvez o lugar mais aconselhável a se fazer perguntas e obter uma resposta certeira fosse ali.

Ao continuar andando pensou em como o fato de ser o Mink acabava causando que ele tivesse de andar com uma roupa que cobrisse todo o seu corpo naquele calor enorme que fazia, enquanto humanos normais podiam se vestir com roupas frescas e leves. Ao menos seu chapéu era grande o suficiente para fazer-lhe sombra e quebrar a intensidade dos raios solares que caíam sobre si. Sabia que tais vestimentas somadas ao seu tamanho avantajado faziam com que ele se sobressaísse perante a população local e chamasse atenção, e isso só servia para aumentar a tristeza que sentia ao pensar no preconceito que seu povo sofria perante os outros, pois por mais que tais vestimentas chamassem atenção, ainda chamavam menos do que se os humanos normais vissem sua verdadeira aparência.

Tal linha de raciocínio somados com experiência e costume fizeram com que o Tigre observasse se existiam lojas dentro de prédios, que poderiam ter saídas pelos fundos ou escadas para um segundo andar, e o ajudariam em uma possível fuga caso houvesse necessidade. Procuraria ver também se existiam ruas adjacentes à principal que estava por onde poderia dobrar se preciso.

Reparou que em sua direção vinha um homem de tapa-olho rodeado de fumaça que acabara de sair pelos portões do quartel. Daria uma inspirada profunda mas de forma suave no momento em que julgasse ser capaz de sentir o cheiro do homem, não por ser algum tarado ou qualquer coisa do tipo, mas sim como forma de treino, a fumaça muito provavelmente era de cigarro e costumava encobrir uma miríade de outros cheiros que poderiam contar-lhe muito sobre a pessoa em qual estava envolta.

Pensou em parar tal homem para pedir direções, mas o pensamento logo foi deixado de lado ao ver o olhar serio em seu rosto. Os dois homens parados no portão pareciam muito mais propícios a dar-lhe alguma informação, ou se precisasse, poderia até mesmo adentrar a marinha para perguntar.

Em momento algum o pensamento de ser abordado por causa de sua vestimenta “diferente” passou por sua mente já que baseado em sua experiência normalmente pessoas normais não o fariam, criminosos também não (devido ao seu tamanho), e quando alguma autoridade o parava, após mostrar sua face poderia até haver algum escarnio na face do outro, mas como o Mink não era algum procurado criminoso, não havia maiores problemas. Nesse momento em particular ele estava andando diretamente em direção a Marinha, fazendo com que ser abordado por alguém fizesse pouco sentido a não ser que “problema realmente viesse bater em sua porta”.

Considerando que Raksha consiga sentir o cheiro de Minks/animais no homem e caso tal homem venha a aborda-lo com palavras rudes ou suspeitas o Mink, mesmo sentindo curiosidade e suspeita, pediria licença, já que este estava em seu caminho.

– Licença amigo, tenho negócios a tratar na Marinha e estou com um pouco de pressa. – Responderia de forma calma e agradável, porém firme, tentando assim seguir seu caminho. Se o homem tentar segura-lo, pará-lo a força ou pedir para mostrar seu rosto o jovem perceberia que há algo de errado acontecendo e ficaria atento perguntando:

– O que pensa que está fazendo? Até onde eu saiba não sou obrigado a sair mostrando meu rosto por aí, se não o estou fazendo obviamente tenho minhas razões não é mesmo? E claramente não sou um criminoso já que estou procurando alcançar o Quartel da Marinha!!

Se o homem resolvesse pará-lo ainda assim, Raksha ergueria seu chapéu com sua mão direita enquanto daria um ou dois passos em direção ao homem (se preciso) ficando próximo a este e prestaria extrema atenção no rosto e reações do homem. Caso o homem demonstre repulsa, surpresa ou medo no rosto o Tigre apenas diria:

– E agora? Posso finalmente seguir em frente?

Mas se o homem demonstrar apatia, uma satisfação arrogante, ou ódio em sua feição, o jovem teria certeza de que fez a escolha errada ao mostrar seu rosto, teria certeza de que algo de errado está acontecendo, tomaria uma atitude que alguns podem chamar de inconsequente mas que baseado em suas experiências e caráter decisivo fariam sentido.

– Satisfe... – Começaria a dizer enquanto baixaria o braço de forma repentina e forte, com a mão e dedos estendidos na vertical (estilo carateca querendo quebrar tábua de madeira com a mão haha) tendo suas garras afiadas como facas indo em direção ao rosto do homem com o objetivo de corta-lo. Independente se conseguisse corta-lo ou não, usaria a sua mão esquerda para fazer um segundo ataque, tirando ela de dentro da capa e com os dedos flexionados tentaria enfiar suas garras no torso do homem.

Um terceiro ataque só ocorreria caso um dos primeiros dois houvessem sucedido, na tentativa de terminar o trabalho, o Mink tentaria se manter próximo ao oponente e usaria novamente a mão direita para tentar agarrar o pescoço deste e rasga-lo com suas garras.

Na situação que o homem não tenha morrido o felino ergueria seus braços preparando-se para defender qualquer contra-ataque e começaria a recuar, possivelmente para alguma das rotas de fuga que tivesse visto antes, ou pela mesma rua em que viera.

O por que de tomar tais ações? Simples. Apesar de não ter uma personalidade inerentemente violenta e agressiva, Raksha conviveu os últimos oito anos com Scar e apesar de manter as influencias deste longe, tem que admitir ter aprendido algumas coisas úteis com ele. A primeira delas é ser decisivo. Desde que saíra nesta rua ele não havia visto um Mink que fosse, nem mesmo alguns outros seres mais comuns como tritões podiam ser encontrados. Segundo lugar, tais Minks que não podiam ser encontrados na luz do dia haviam deixado seu cheiro em um homem que saíra do Quartel General da Marinha, terceiro lugar, tal homem o parou e começou a importuna-lo para mostrar sua aparência, e assim que ele o fez as feições de tal homem entregaram ou que ele já esperava que este fosse um Mink e por isso o tinha importunado, ou que odiava Minks e por isso o tinha importunado.

Ter um marinheiro o importunando e impedindo de entrar no QG, com cheiro de Minks, em um ambiente como este só poderia significar uma coisa, problemas, e problemas devem ser cortados pelas raízes. Não sendo mais o Tigre inocente recém saído da selva de alguns anos atrás, e sendo inteligente o suficiente para ligar os pontos, atacar naquela situação deixa de ser algo inconsequente ou estupido e passa a ser a melhor opção a ser tomada.

Por outro lado se o homem de tapa-olho fizesse uma cara de felicidade ao vê-lo, o jovem se sentiria levemente confuso e até mesmo esperançoso de que tal homem pudesse dá-lo informações e quem sabe dizer ou leva-lo até onde os Minks estivessem...  

Porém se a abordagem fosse por algum motivo corriqueiro, como pedir informações, o Tigre não agiria de forma tão rude e apressada respondendo de forma adequada antes de seguir seu caminho. E gravar a feição do homem, devido o cheiro de Minks entranhado neste.

Caso o homem não o abordasse Raksha iria simplesmente gravar a feição deste (por causa do cheiro) e andaria até os dois homens no portão, perguntando de forma educada:

– Bom dia amigo! Gostaria de saber onde existe um local que eu possa comprar o mapa da ilha? E um lugar para fazer uma refeição? Sabe dizer? Ah, e aquele homem que acaba de sair? Sabe quem ele é? (Novamente por causa do cheiro)

No caso de não sentir o cheiro de Minks no homem de tapa-olho, o felino não o atacaria de forma alguma, e na situação de ter que mostrar seu rosto, independente das feições do adversário, apenas faria aquela pergunta mantendo sua guarda alta:

– E agora? Posso finalmente seguir em frente?


Observações:
 
Legenda:
 
Histórico:
 
Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dragonmbr
Civil
Civil
Dragonmbr

Créditos : Zero
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 5010
Masculino Data de inscrição : 01/04/2013
Idade : 24
Localização : Casa da mãe joana

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptySeg 20 Mar 2017, 15:05

TIGRÃO

Enquanto caminhava pela cidade  em busca de sua refeição grátis Tigrão notou uma coisa estranha, a cidade estava rodeado de marinheiros, a maioria olhava desconfiado para ele, como se o Tigrão fosse suspeito de algum crime, alguns marinheiros chegavam a apontar a arma em direção ao Tigrão, mas felizmente nem uma ação mais hostil que isso foi feita, Tigrão também notou que a maioria dos cidadãos da ilha tinham ar de estudiosos, carregavam livros, e estavam bem vestidos, fora isso notou que a maioria dos civis olhavam com medo para ele,  a maioria ia para o lado da rua oposto pela qual o tigrão estava, principalmente os civis que estavam acompanhados com os filhos, que apertava firmemente a mão do mesmo e levava, para o mais longe possível do ser de 3 metros que estava com sobretudo(eu acho que ta com sobretudo....) , não ligando para a curiosidade obvia nos olhos das crianças que queria desvendar o mistério “hooooo isso é um gigante????”.

Não demorou muito para que o Tigrão encontrasse, na porta da marinha um homem com roupas poucos comuns  que fumava se aproximassem dele, – Licença amigo, tenho negócios a tratar na Marinha e estou com um pouco de pressa. –, o homem apenas soltou um sorriso frio, enquanto soltava a fumaça de seu cigarro direto no rosto do tigrão, irritando assim o focinho do mesmo, -Desculpa grandão, mas não posso fazer isso... Você poderia mostrar seu rosto? algo no tom de voz do homem sugeria que o pedido dele na realidade era uma ordem,  fora isso o Tigrão não encontrou qualquer sinal de hostilidade do homem a sua frente.

Enquanto o homem falava cinco marinheiros se aproximaram do Tigrão e do homem, circulando o Tigrão, todos pareciam bastante tensos, esperando somente uma oportunidade para atacar, – L– O que pensa que está fazendo? Até onde eu saiba não sou obrigado a sair mostrando meu rosto por aí, se não o estou fazendo obviamente tenho minhas razões não é mesmo? E claramente não sou um criminoso já que estou procurando alcançar o Quartel da Marinha!!–, o homem deu outra tragada em seu cigarro e antes que pudesse dizer alguma coisa foi interrompido por um dos marinheiros que  estavam em volta do Tigrão -Senhor você esta no seu dia de folga, deixe que nos cuidamos dessa criatura!!-, o homem fumante, que aparentemente tinha um cargo elevado em comparação com os marinheiros em sua volta apenas ignorou o subordinado e continuou a falar com o Tigrão -Bem desculpe-me grandão, mas aparentemente minks tem feito muito estrago nessa cidade então o governo mandou nos mantermos o controle rígido dos Minkis, então você poderia mostrar seu rosto? - fora os cinco marinheiros que o rodeava era possível notar mais dez marinheiros que estariam pronto para ajudar se necessário, fora isso quem sabe quantos marinheiros haviam dentro do QG da marinha?

off::
 
O GATINHO

O cheiro do esgoto não era nada agradável mesmo para quem não tinha um olfato aguçado , o Gatinho poderia jurar que o cheiro de dejetos já estava impregnado nele, então não era surpresa  que ele queria sair logo dali, – Achei que poderia encontrar alguém que viesse comprar armas, mas pensando bem acho difícil aqui em baixo mesmo. falou o gatinho meio que para ele mesmo, - Acho que vamos subir também. Já fiquei aqui em baixo tempo suficiente. – , tanto o polvo como o humano ruivo, não pareceram discorda disso.

Todos seguiram para os túneis, tanto o humano ruivo, como o gatinho ficariam perdidos se não fosse o tritão polvo os guiando, ao saírem notaram  graças ao sol, que era meio dia, mas isso não era necessário para  o Gatinho já que estava mexendo no relógio a pouco tempo atrás,  saíram em um lugar meio afastado da cidade, uma vez lá fora o gatinho falou para o tritão – O Camaleão falou que havia uma movimentação no porto norte, acho que o melhor seria você-gara dar uma olhada por lá.... Vou dar uma olhada no QG da marinha e depois tento encontrar alguma construção abandonada próxima ao porto norte. Vou deixar um R desenhado próximo às janelas do local.  –, com isso o Gatinho deixou o ruivo livre para decidir o que queria fazer.

Antes de se separarem, o Gatinho jogou uma bolsa com todo o dinheiro que tinha para o ruivo e então falar, –– Se preferir roubar, ótimo, caso o contrario pague...Procure a casa no porto norte, ao anoitecer. –, após falar o Gatinho se aproximou do humano ruivo de forma estranha e começou a cheirar o mesmo, o Ruivo parecia desleixado, mas de maneira nem uma ele era burro, de imediato percebeu o que o Gatinho estava fazendo(se tu tivesse entregado a mochila em mãos do ruivo, e pegado  o roubado enquanto isso, ele nem teria notado, mas como sua abordagem foi estranha...), por incrível que parece o ruivo não se importou em ser roubado, pelo contrario até fez uma piadinha com isso~ Bom seja o que for pode pegar, desde que me devolva... Acho que já tenho parte do pagamento do empréstimo não é mesmo, farei bom uso, HAHAHA. provavelmente o ruivo estava mais reocupado em gastar o dinheiro que havia ganhado em um bordel.


Após mais uma pequena conversa, um promessa de devolução por parte do Gatinho, o gatinho foi atrás de uma capa para se cobrir o que não foi tão difícil, assim que estava chegando na cidade em uma das casas mais afastadas o gatinho encontrou um sobretudo preto com gorro, no varal de uma casa, assim que vestiu o sobretudo foi em direção ao QG da marinha, no caminhou notou 1 grande numero de marinheiros, alguns começaram a segui-lo, afinal não é normal alguém andar vestido com sobretudo ao meio dia, com o tempo ensolarado,( tu tem furtividade, mas não usou) não demorou muito para o Gatinho chegar ao QG da marinha, e notou uma sena estranha, vários marinheiros estavam cercando uma criatura de 3 metros, todos pareciam prontos para iniciar uma luta, o que o Gatinho faria?.

O RUIVO


Aparentemente tudo que o Ruivo pensava era em mulheres, então não foi surpresa, que a primeira coisa que ele fez assim que conseguiu um pouco mais de dinheiro foi direto para onde podia arrumar um pouco mais de diversão,  na realidade ele não se importava nem um pouco com a situação que os minks se encontravam, não por preconceito, mas simplesmente pelo fato de que aquilo não era problema dele.

Não demorou muito para que o Ruivo encontrasse um bordeu, foi fácil pelo fato de que uma das mulheres, estava do lado de fora do estabelecimento, com um decote bastante provocativo convidando qualquer homem que passasse a entrar, assim que o Ruivo entrou sentiu o cheiro de luxuria no ar, varias mulheres estavam desfilando deixando pouca partes do corpo tampadas para que  o Ruivo pudesse imaginar, tirando as mulheres que era a parte que mais chamaria a atenção do ruivo(provavelmente) o estabelecimento inteiro era bem decorado, tudo parecida cara(um certo Gatinho iria gostar de estar ai)  o estabelecimento aparentemente tinha 2 andares, o de baixo o sala principal e em cima os quartos.

Enquanto estava no bordel um cheiro de comida surpreendeu o Ruivo, quando ele olhou para a fonte do cheiro notou uma Minki “gatinha” cozinhado, ela estava completamente nua, e com uma coleira de ferro no pescoço, o corpo era bastante bonito, mas os  hematomas que o mesmo carrega a tornava um pouco menos atraente, ela observou o Ruivo olhando para ela e falou -Vo--você gostaria de alguma coisa??- o medo na voz dela era nítido, ela evitava olhar diretamente no rosto do Ruivo, mantendo o rosto dela sempre abaixado.




MInki gatinha:
 


off: considerações finais... bem a qualidade dos meus post vai ser prejudicada por que eu to meio que perdido ainda.... mas espero que a gente se da bem, qualquer duvida me manda MP

____________________________________________________

Link(s) da(s) Ficha(s):[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


tédio....:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptySeg 20 Mar 2017, 16:51


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


Quanto mais andava pela cidade, mais Royce era capaz de perceber que a oportunidade que procurava seria difícil de ser encontrada. A cidade parecia ter uma grande profusão de marines e um clima um pouco tenso por parte dos mesmos. Nada que Royce já não tivesse notado antes, mas como anteriormente estava preocupado em não chamar a atenção e tinha se mantido apenas na periferia do local havia lhe fugido a percepção que a situação era assim tão ruim.

No seu amago ansiava pela experiência de invadir um QG da marinha, roubar algumas coisas que lá tivesse e dar um susto no maldito sargento que havia dado as ordens para lhe capturar no dia anterior no porto, mas o gatuno também era cauteloso e sabia quando não devia comprar uma briga e aquela ali parecia ser uma que não desejava comprar.

Mesmo assim, por pura curiosidade de como o QG era o jovem gato continuou se dirigindo para lá. No caminho percebeu a quantidade anormal de marinheiros no local e um pouco da situação dos piratas infiltrados começou a fazer sentido.

– Deve ter muitos novatos-gara.

Falou sozinho.  Se em algum momento Royce percebesse que os marines que o acompanhavam se aproximavam mais e mais ele começaria a se preparar para fugir, mas até que isso não acontecesse manteria o passo, passando em frente ao QG e continuando um pouco mais.

– Uhoooooo, maneiro cara. - diria Royce ao se aproximar e ver o tamanho da construção, sua mente fantasiava em ele entrando no local, passando despercebido e pregando uma poucas e boas nos marines do local. Royce não desejava roubar grandes coisas, desejava apenas se divertir e viver, era um sonhador incorrigível que ainda não se dava ao luxo de pensar com grandes ambições. Desejava apenas ser aquilo o que era. Após o período inicial de deleite ele baixaria seus olhos prestando atenção há cena a sua frente. Outro encapuzado era confrontado pelos marines e infelizmente para Royce aquilo não podia ser mais claro.
Seus dentes se fecharam em volta do lábio inferior, provocava um pouco de dor, mas era uma reação vinda da raiva. Royce sabia o que era aquilo.... Marines prontos para prender um Mink que não havia feito nada.

– Aquele-gara idiota..... – disse com raiva. – Merda. – xingou enquanto olhava ao arredor procurando algo que pudesse fazer. Não desejava se meter em perigo, mas ao menos podia criar uma chance para o grandão sair dali.

Enquanto olhava ao redor tirou a garrafa de bebida da cintura, onde antes há havia colocado. E com os dentes puxou a tampa para fora sentindo o forte cheio do run inundando suas narinas.

- Ahh, que desperdício. - lamentou o gatuno. – Ele vai ficar me devendo uma se sair dessa. – dizia enquanto rasgava um pedaço da própria camisa. Os olhos do gatuno não olhavam para o que fazia, confiando na pericia de suas mãos para executar o serviço de enviar o pano para dentro da garrafa na forma de um pavio.

Tinha desde o inicio a intenção de usar aquela garrafa para isso, até por isso que ele havia pegado o isqueiro com o ruivo. Mas como dito, seus olhos não estariam focados naquela tarefa e sim esquadrinhando a área próxima enquanto ele se aproximava disfarçadamente do grupo que abordava o grandão. Se manteria caminhando por de trás do gigante, afim de se esconder dos marinheiros que o abordavam. Contava com a discrição de seus passos macios e com a atenção que os marines davam a figura ameaçadora a sua frente para conseguir se aproximar sem ser notado.
Quando próximo o suficiente Royce acenderia o pavio, e lançaria a garrafa acesa na direção dos marines. Não miraria neles e em nenhum ponto muito especifico, apenas a jogaria no chão em frente ao grupo. Se por algum motivo o grandão tivesse se aproximado mais do grupo de marines Royce jogaria a garrafa mais ao lado mirando nos marines da ponta oposta a qual pretendia correr.

– CORRA!!! – gritou para o grandão, já saindo na frente. Continuaria em frente, não pelo lado do qual havia vindo, mas sim pela direção contraria. Não olharia para trás para ver se o grandão o seguia, apenas esperava que sim.

Na corrida não seria possível evitar, então Royce não se importaria quando seu capuz caísse e revelasse suas orelhas pontudas e peludas.

Após isso não havia muito mais o que pudesse fazer a não ser seguir correndo aproveitando do movimento na rua para despistar os marines que agora estariam provavelmente em seu encalço. Royce sem pestanejar sacaria sua espada, e atacaria indiscriminadamente civis que demorassem de mais para sair do seu caminho. A ideia era também fazer com que alguns dos marines precisassem parar para prestar auxilio. No entanto não faria isso muitas vezes, pois apenas serviria para deixar uma trilha para que os marines seguissem.


Não tinha esperança de ser furtivo, não com um gigante lhe seguindo.  Seus olhos continuariam procurando freneticamente por aonde ir, suas orelhas estariam vibrando no topo da sua cabeça e seu pelo se encontraria todo eriçado.  Estaria com os ouvidos abertos, tentando ouvir qualquer ordem dada pelos marinheiros. Acreditava que não haveria disparos, não com a chance de acertar humanos civis. Royce após um tempo começaria a tomar o rumo ao porto norte. Ao menos a seguir na direção norte. Afinal se os marines trabalhavam mesmo com os piratas a quantidade de marinheiros naquela área seria menor e os que tivessem lá seriam provavelmente comparsas.


Se em algum momento sua frente fosse bloqueada o jovem viraria para qualquer direção possível, mas se poucos marines surgissem a frente ele simplesmente sacaria a espada e sem nem parar para pensar os atacaria forçando caminho a frente. Esperava que o grandão apenas seguisse o seu ímpeto e o ajudasse a lidar com ameaças a frente.

Não se preocuparia com estilo e sim com a eficiência. Royce se esquivaria até estar próximo, com movimentos nas diagonais e sempre avançando e quando entrasse em posição daria uma estocada no abdome do alvo, ou mesmo na coxa e sem parar continuaria correndo e avançando.

Se por fim se visse livre, ou entrando em uma zona já sem movimento o jovem procuraria um beco, guiando o grandão, caso ainda estivessem juntos, a entrarem no beco. Lá procuraria alguma porta, testando-as. Caso estivessem fechadas ele daria o seu jeito para abrir e se abrigarem no local. Usaria sua audição para verificar se haveriam pessoas no local, enquanto ele abria a porta lentamente para não chamar a atenção.  No caso de não haver entraria, e caso houvesse e ele considerasse que eram poucas o jovem entraria e as faria de refém rapidamente, fazendo com que elas se mantivessem caladas enquanto ele mesmo recuperasse o folego da corrida.


Mas, caso antes de tudo isso. O jovem Royce se visse impossibilitado de chegar até o grandão e os marines que o cercavam ele abandonaria o plano, lamentando a possível prisão de um mink inocente, mas seguindo ele mesmo seu caminho, buscando sair dali chamando o mínimo possível de atenção para si e desistindo do plano de jogar a garrafa incendiaria em o que quer que fosse.


”objetivos”:
 

Histórico:
 

____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]




Última edição por Rick II em Ter 21 Mar 2017, 07:42, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Satsumi
Pirata
Pirata
Satsumi

Créditos : Zero
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 30/06/2014
Idade : 21
Localização : Berlinque

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptySeg 20 Mar 2017, 17:55

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


A caminha não se estendeu por muito tempo, sem grandes esforços Simo acabava encontrando um tipo de bordel, no qual uma bela mulher com decote chamativo estava convidando qualquer homem que passava por ali para adentrar no estabelecimento.

Um “brilho” era emitido dos olhos deste enquanto aos poucos adentrava naquele local, ainda assim com seu olhar vibrado naquele decote e que belo decote... Era o paraíso, pelo menos para ele. Uma única lágrima escorria do seu rosto, mas não era de tristeza era de felicidade. Cheiro de luxúria, gosto de prazer o que mais pode agradar você?

Sua feição séria de costume era facilmente quebrada a partir do momento que adentrava no estabelecimento. Averiguaria o local enquanto continuaria a observar as belas “paisagens” do local. Cada passo tentando seduzir as gatinhas presentes, focado em dar breves amassos e passar a mão na mulherada (EHUEHUE).

O tempo estava passando, um belo cheiro começava a fluir ali e desta vez não era cheiro de luxuria. Seria a famosa de conquistar os homens? Por sequência Simo interessado com aquele cheiro fora do seu habitual checaria. Passos lentos e suaves, somente a seguir através de seu olfato.

Ao término do rastro Simo era surpreendido por duas coisas: Primeiramente aquele cheiro maravilho era de comida, algo nunca sentido antes por este, um cheiro no qual era capaz de esquecer as diversas mulheres ali facilmente. Em segundo uma bela mulher metade “gata” e metade humana despida.

Embora empolgado inicialmente algo o chocava, ela estava acorrentada com diversos hematomas pelo corpo, e por qual motivo estaria ali despida sem mais nem menos? Algo estava errado e isso o incomodava bastante. Aquela feição alegre estampada em seu rosto aos poucos ia esvaindo-se. Mulheres não deveriam ser tratadas daquela forma, uma das setes maravilhas do mundo, para ele aquilo era inaceitável.

_Vo--você gostaria de alguma coisa??

Diria aquela bela mulher com um tom tremulo, demonstrando visivelmente o medo que sentia. De imediato Simo estalava seu dedo juntamente mantendo uma rigidez em sua musculatura, forçando sua muscular demonstrando a tensão que sentia e o ódio que tomava naquele momento, sabendo que não estava diante de uma situação nada convencional.

~ Gatinha, deixe-me acender meu cigarro em seu fogão? Sabe sou meio viciado... Já tentei largar meus dois maiores vícios mas simplesmente é impossível viver sem eles. Lindas mulheres como você e meu maldito cigarro. HAHA.

Falaria enquanto ao término soltaria uma risada, claramente sem graça e um sorriso forçado de certa forma para quebrar o gelo e esconder como sentia-se incomodado com tudo aquilo. Não demorou muito, logo após dizer aquelas palavras não conseguia conter-se e ia direto ao ponto, expondo tudo o que estava a sentir naquele momento.

~ QUEM FOI O INFELIZ QUE FEZ ISSO COM VOCÊ? ME DIGA E TRAGO A CABEÇA DESSE DESGRAÇADO AGORA!

Diria enquanto bufava de ódio.

Por sequência Simo retiraria o revólver de sua cintura, colocaria de baixo para cima da coleira, e tentaria realizar um tiro visando atingir a tranca e caso tiro atravessasse a coleira atingisse o solo. Este tentaria realizar essa ação de maneira que mesmo a Mink resistisse faria isto para seu bem.

Caso fosse ou não bem-sucedido nesta ação, Simo retiraria seu manto e possivelmente cobriria a moça despida, juntamente tentando abraça-la.

~ Você está livre agora, você está aqui contra sua vontade não é mesmo? Bom não me importo, se que alguém vir contra você, terá que resolver comigo primeiramente.

Diria este com a intenção de consola-la, de maneira que ficasse atento aos arredores, pois tais ações poderiam ter suas consequências. Em caso de uma luta contra possíveis inimigos obtidos ali, este tentará encontrar algum lugar para se esconder com a moça até que possa tomar alguma estratégia.




Observações (Leia)!:
 

Legenda:
 

Objetivos(Leia!):
 

Histórico:
 


by: Satsumi [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 38
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptySeg 20 Mar 2017, 18:27

Ao ouvir as palavras ditas pelo homem de tapa-olho e daquele que aparentava ser seu subordinado, Raksha sentiu o coração gelar. As palavras proferidas “cuidamos dessa criatura” e “mantermos o controle rígido dos Minks” diziam tudo que o Tigre precisava saber. Aquela não era uma ilha amigável para aqueles de sua raça. Não. Muito pelo contrário, no momento em que mostrasse seu rosto felino, o jovem sabia que tentariam prende-lo, na melhor das hipóteses. Pensar na possibilidade de vários Minks estarem enjaulados fez com que não apenas seu coração, mas também seus olhos se tornassem frios como uma geleira.

“Mais uma vez somos descriminados, alvos de perseguição. Eu gostaria de acabar com esse preconceito um dia, mas não posso fazer isso se estiver preso. Para não ser preso devo lutar contra a face da justiça perante a população, de tal forma aumentando seu medo pela minha raça, e consequentemente, o preconceito existente. Será que realmente não há nenhuma outra forma?”
Pensava tristemente o felino. Seu maior desejo no momento era acabar com a perseguição e preconceito que os Minks sofriam, mas infelizmente ele sabia que por diversas razões, seu caminho faria com que ele se tornasse um dos causadores de tal preconceito, fomentando o medo que os humanos sentiam perante eles. Mas se não fosse assim, como poderia ele permanecer calado perante a injustiça que seu povo sofria, aceitar ser preso, ter sua liberdade tomada de si. Não poderia.

Ao se ver cercado por cinco marinheiros além do homem, isso sem contar com os outros que estavam por perto, ele percebeu a enrascada em que havia se metido, e que suas possibilidades de escapar eram mínimas, para não dizer nulas. Ainda assim tentou se lembrar do que havia observado a respeito das lojas por qual havia passado (se existiam lojas dentro de prédios, que poderiam ter saídas pelos fundos ou escadas para um segundo andar), além das possíveis ruas adjacentes à que estava, que ele tentara reparar previamente.

Observando os homens que o cercavam, tentaria ver quais eram suas armas, se havia alguma lança, e  caso houvesse, a posição do homem que a segurava. Considerando as possíveis rotas de fuga, o posicionamento dos marinheiros em relação a estas, a quantidade de armas de fogo que estavam sendo apontadas para si, os reforços que viriam, e suas próprias habilidades e capacidades, o Tigre decidiria suas próximas ações. Discretamente inspiraria de forma profunda na tentativa de sentir os cheiros ao seu redor, inclusive de seus adversários, e ver se isso poderia auxilia-lo de alguma forma.

Se percebesse ser impossível escapar, Raksha iria apenas levantar o seu chapéu com a mão direita antes de dizer:

- Ainda bem que apesar de ser um Mink não faço parte do grupo que tem feito estrago, na verdade, eu estava tentando ir me inscrever para me tornar um Agente do Governo. Só não imaginava que receberia uma escolta para fazê-lo. - Diria essa mentira em tom ameno e levemente brincalhão.

Porém se o Mink visse que havia uma boa possibilidade de escapar dali, ele iria tentar a sorte. Enquanto erguia seu chapéu, ele iria se aproximar do homem que fumava de forma natural (caso necessário) dando um ou dois passos, dizendo de forma sutil, até mesma baixa, simultaneamente:

- Então é as… - Mas no meio da frase, esticaria o braço de forma repentina baixando-o ao mesmo tempo, deixando seus dedos estendidos na vertical (estilo carateca querendo quebrar tábua de madeira com a mão haha) e tendo suas garras afiadas como facas indo em direção ao rosto do homem com o objetivo de corta-lo. A não ser que o adversário recuasse, o Tigre usaria a sua mão esquerda para fazer um segundo ataque independente ter acertado o primeiro ou não, tirando ela de dentro do sobretudo/capa e com os dedos flexionados, ele tentaria enfiar suas garras no torso do oponente, rasgando-o em seguida.

O terceiro ataque teria uma mudança de alvo, indo contra o marinheiro que possuísse uma lança (caso houvesse um). O mink iria aproveitar o seu momentum para tentar ir para próximo deste e segurar a lança no cabo desta com a mão direita, utilizando a esquerda para dar um tapa (patada) com os dedos flexionados no rosto do oponente, permitindo assim que suas garras penetrassem e fizessem um grande estrago. Se fosse bem sucedido em suas ações o Tigre iria tomar posse da lança e tentaria escapar pela rota de fuga percebida anteriormente. Caso não haja um oponente utilizando uma lança, e um marinheiro esteja na sua reta, o felino tentaria usar sua mão direita para segurar o braço do alvo, desviando a direção que sua arma estaria apontando e seguiria com o ataque antes de sair correndo.

Se o oponente com tapa olho houver recuado após o primeiro ataque, o segundo ataque será contra um dos marinheiros da forma descrita anteriormente, e um terceiro ataque só ocorreria na forma de um empurrão para tirar alguém do seu caminho.

Caso durante a sua “farejada” o Tigre seja capaz de perceber alguém se aproximando que emita odores animalescos, ou até mesmo de esgoto (mas que venha se movimentando em sua direção) o Tigre esperaria um pouco (se possível) para coordenar seu ataque com qualquer ajuda externa que pudesse chegar. Caso ele não perceba o odor, iria seguir seu plano, mas tirando proveito de qualquer situação que ocorra e que possa auxilia-lo em sua fuga.

Na situação de conseguir iniciar uma fuga, seguiria a pessoa que gritou – CORRA!!! - E apesar de se sentir incomodado pelo fato dela estar atacando civis indiscriminadamente durante a corrida, não permitiria que esse incomodo o fizesse pestanejar, e no caso de marinheiros aparecerem na frente deles, tentaria ajudar o desconhecido a se livrar deles na medida do possível.

“Gostei desse cara!” Ouviria a voz sanguinária de seu irmão em sua mente ao ver as pessoas serem feridas ou mortas.

Na ocasião de acabar se separando do estranho, tentaria achar uma direção menos tumultuada por onde pu desse continuar fugindo, prestando atenção para ver se seria possível usar os telhados das casas para ajudar a despista-lo os marinheiros através de suas habilidades acrobáticas para passar de uma casa para a outra.

Porém se não conseguisse fugir teria de se render e esperar por uma oportunidade melhor.

Observações::
 
Legenda::
 
Histórico::
 
Objetivos::
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dragonmbr
Civil
Civil
Dragonmbr

Créditos : Zero
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 5010
Masculino Data de inscrição : 01/04/2013
Idade : 24
Localização : Casa da mãe joana

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyTer 21 Mar 2017, 11:49

Ruivo

Por ironia do destino ( ou apenas por ter um narrador cuzão) o problema do preconceito de Minks passou a ser problema do Ruivo, que ao ver a “cozinheira gatinha” sofrendo de maus tratos, -Gatinha, deixe-me acender meu cigarro em seu fogão? Sabe sou meio viciado... Já tentei largar meus dois maiores vícios mas simplesmente é impossível viver sem eles. Lindas mulheres como você e meu maldito cigarro. HAHA- o Ruivo disse tentando quebrar o gelo com a gatinha, a mesma confusa com o tom amigável que o Ruivo tratava ela apenas afirmou positivamente com a cabeça e tentou abrir uma parte do balcão que dava passagem, mas a mesma não conseguiu devido a corrente não deixar a mesma alcançar, em uma mudança repentina de personalidade que assustou a pobre Mink o Ruivo falou -QUEM FOI O INFELIZ QUE FEZ ISSO COM VOCÊ? ME DIGA E TRAGO A CABEÇA DESSE DESGRAÇADO AGORA! -

O tom de voz do Ruivo foi alto o suficiente para que todos ouvissem, todos inclusive as dançarinas(tirando aqueles que estavam ocupados nos quartos) pararam o que estava fazendo para olhar para o Ruivo, a mink assustada pela mudança repentina de atitude apenas falou assustada -Meu..Dono- após ouvir isso o Ruivo sacou seu revolver em dizer nada, a Mink regalou seus olhos e ficou sem se mover congelada, pensando que iria morrer, para a surpresa da mesma, o Ruivo apenas atirou na corrente que se partiu em duas “libertando” assim a pobre Mink que não sabia o que fazer, Ruivo em seguida tirou o seu casaco(manto, sobretudo foda-se.. tudo quase mesma coisa) e vestiu a Minki nua com o mesmo para só então falar -Você está livre agora, você está aqui contra sua vontade não é mesmo? Bom não me importo, se que alguém vir contra você, terá que resolver comigo primeiramente - a Mink começou a chorar, já fazia muito tempo que ela não havia chorado, ela chegou mesmo a pensar que seus olhos haviam secados, ela havia jogado toda a esperança que tinha de mudar de vida e lutava cada dia contra a vontade de pegar uma das facas da cozinha e corta a própria garganta, quando ela estava preste a perde a batalha, o Ruivo com suas palavras a encheram de esperança novamente, A pobre Mink não conseguia mas conter suas lagrimas.

Infelizmente, a Minki foi a única que ficou inspirada com o discurso do Ruivo, a maioria dos clientes foram embora após, o disparo, as “damas” que estavam dançando pararam de dançar e correram em direção aos quartos para se protegerem, era possível ver homens saindo do quarto completamente nus em busca da saída, O ruivo notou que havia três homens se aproximando dele, eles pareciam ser segurança do lugar, um carregava uma arma, outro estava com um soco inglês e o ultimo parecia também carregar um soco inglês, o que segurava a pistola, falou para a Mink -Então... A escravinha arrumou um trouxa para ser o namoradinho? bem os dois iram morrer então!!- Se o ruivo olhasse para a Mink agora notaria que os cabelos dela estavam um pouco arrepiado, como se fosse um gato domestico com raiva, mas a mink não fazia nada ainda, ela estava observando o Ruivo, ela queria saber o que seu cavaleiro Ruivo iria fazer para só então tomar uma atitude.

O GATINHO E O MC TIGRÃO

Spoiler:
 

As coisas não estavam boas para o tigrão ele se via cercado, por vários marinheiros, o homem que estava em sua frente, não mostrava nem uma arma aparente, mas os marines que estavam em sua volta carregavam varias armas, que ia desde armas de fogo, espada, soco inglês, lanças e etc. Olhando em volta também notou que outra pessoas estava com um sobretudo semelhante ao dele, só que ele mais pequeno que o Tigrão, vendo que não tinha escapatória o tigrão resolveu mentir, - Ainda bem que apesar de ser um Mink não faço parte do grupo que tem feito estrago, na verdade, eu estava tentando ir me inscrever para me tornar um Agente do Governo. Só não imaginava que receberia uma escolta para fazê-lo. - o homem em sua frente deu um sorriso de deboche como se tivesse percebido a mentira do tigrão, mas apenas falou novamente em um tom amigável, -Bem eu duvido, muito que você consiga se alistar no governo, pelo menos não com a situação do jeito que esta, mas sei que você ainda não fez nada de errado, então peço que aceite que seja acompanhado por dois guardas, não temos o desejo de te impedir nos seus negócios, mas apenas garantir que não haja nem um proble...CUIDADO!!!!-


Enquanto falava o tenente que estava de folga notou que o outro encapuzado que havia chegado a pouco tirou uma coquetel molotov e estava prestes a lançar na direção dos mesmo, mas felizmente a mira do Gatinho não era lá essas coisas enquanto ia lançar a garrafa escorreu de suas mãos, fazendo que com isso a garrafa caísse perto de seus pés por pouco não queimando ele mesmo com a explosão(0 de pontaria), o gatinho ainda surpreso disse – CORRA!!! – (sim sua fala e a fala vai ter a mesma cor nesse post, próximo mudo) o Tigrão como se fosse um ladrão a anos, fez a coisa mais obvia a se fazer quando encontra com um marinheiro, correu em disparada, os civis eram um bando de estudioso, não entendia muito de combate, mas não eram besta, sabia que não era apropriado, ficar na frente de alguém que esta com uma espada em mãos, enquanto corria em disparada notou alguns civis fortemente armados, um grupo de cinco, ficou evidente que eles eram caçadores de recompensa, mas eles não pareceram interessados nos fugitivos, afinal não valia a pena para eles se moverem se eles não soubessem que existe uma recompensa pela cabeça dos fugitivos, quem arriscaria sua vida de graça?

A coisa mais estranhas é que havia vários marinheiros em sua volta, mas os mesmos apenas ficavam em sua frente por pouco tempo, logo eles deixavam os fugitivos passarem tranquilamente, alguns marinheiros mostravam resistência em deixar passar os fugitivos, mas antes que os fugitivos pudessem chegar próximo o suficiente, para colidir golpes os marinheiros que mostravam resistência eram tirados do caminho a força pelos seus próprios companheiros.

Após correr bastante ambos estavam quase sem folego, o gatinho resolveu entrar em um beco para se esconder, o beco não havia saída e todas as portas estavam trancadas, tanto o gatinho quanto o Tigrão respiravam pesadamente, quando pensaram que estavam livre eles vem o homem que estava conversando a pouco com o Tigrão, chegando, ele não estava respirando pesado, parecia nem ter suado, a voz dele não mostrava mas a camaradagem que tinha com o Tigrão mais cedo, o cigarro caiu de sua boca enquanto gritava – TÃO QUERENDO FUDER COM MEU BATALHÃO!!!!!!!!– embora o cigarro havia caído havia fumaça em seus pulmões enquanto se aproximava a fumaça que saia de suas boca dava a aparência demoníaca.

Mas ao contrario de sua aparência demoníaca ele mostrou preocupação quando apontou para o gatinho e falou – Ei... Cara tu deveria tirar sua capa.... – a capa do gatinho estava pegando fogo, graças ao incidente mais cedo e graças a adrenalina ele só havia percebido agora, o tenente acendeu outro cigarro, enquanto falava mais calmamente agora, –Sabe eu tenho motivo o suficiente para prender vocês, mas não farei isso irei dar uma oportunidade...– ele fez uma pausa enquanto dava outra tragada, o gatinho graças a suas audição foi capas de ouvir passos de pelo menos 5 pessoas se aproximando as pressas, – Existem alguns infiltrados na marinha que estão aproveitando do estado que a ilha se encontra, para tirar proveito a custa de tritões e minki... O governo ficou sabendo disso e me mandou para essa ilha, para eu neutralizar os culpados.... Mas sabe eu preciso de iscas...– enquanto falava isso 5 marinheiros chegaram, eles pareciam cansados e sem folego, mas mesmo assim tentaram parecerem dignos prestando continência a seu superior e permaneceram firme esperando ordens.

O homem apenas soltou fumaça enquanto falava de forma despreocupada, – Claro vocês não são obrigados a nada, eu e meus homens não vamos te seguir...a não ser que façam merda novamente...Mas não garanto os outros marines e nem os infiltrados, então se não me ajudar aconselho que saiam da ilha rapidamente...– o Tenente não parecia ter qualquer espécie de preconceito, o que os minkis fariam?



off: desculpa os erros de portugues... to na faculdade e fiz o post correndo no intervalo.. então sorry... qualquer coisa... e outra tigrão pode me mandar o link do tesouro por MP? pff...

OBS: tentei deixar uma escolha pra voces.... se quiserem seguir essa linha de aventura sigam.... se não quiserem... vou tentar resetar a aventura de outra maneira

____________________________________________________

Link(s) da(s) Ficha(s):[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


tédio....:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyTer 21 Mar 2017, 14:13


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


Royce forçava-se para não se curvar e permanecer ereto e não apoiado com as mãos nos joelhos, sua respiração pesada deixava uma sensação de queimação em sua garganta que o fez pigarrear para limpar a garganta antes de conseguir falar.

– Nyanyanyanya. – riu sem qualquer humor o gatuno enquanto tirava sua capa. E pegava a lista de alguns envolvidos que o camaleão o havia entregue. Folhando-a para comparar com o homem a sua frente. Se o mesmo não estivesse presente na mesma o jovem continuaria. – Fácil assim?Tto desde ontem sendo caçado para ser traficado porra.. E ai você-gara vem me dizer que quer prender os envolvidos? – o gatuno exaltava-se. Bateu então no abdome do grandão com a mão espalmada, não um tapa forte apenas para sinalizar. – Quer que eu acredite que não iam enjaular esse aqui-gara? – Royce conferiria mais uma vez a lista e se o marine da sua frente não estivesse mesmo ali ele prosseguiria.

Royce rasgaria a pagina com o nome do lobo e jogaria no beco a sua frente.

– Além desse.. O sargento Trynore. Ontem no acidente do porto o ouvi dando ordens para incriminar os minks e nos prender pra os piratas. – Royce se viraria um pouco de lado avaliando a fechadura da porta mais próxima, e se fosse das quais sabia serem possíveis de abrir ele se agacharia e exporia uma de suas garras destrancando a porta. Esperando que nesse momento o grandão ficasse a frente para atacar os marines caso fosse preciso.

– Não quero a ajuda de marines, nem vou ficar de peão de vocês-gara. Mas pretendo eu mesmo matar esses desgraçados. – quando a porta se abrisse Royce se levantaria olhando para o grupo de marines. – Nada me garante que ao invés de libertar os minks vocês-gara não vão apenas vender eles no lugar dos piratas-graur.
Royce não pretendia entrar na porta, aquele era apenas um recurso que deixava preparado para o caso de uma investida dos marines.

– Você-gara pode cuidar dos internos, dos minks presos cuido eu. A sua justiça não tem feito muito por nós-gara. – o jovem referisse a todas as injustiças que Minks sofriam por casa da falta de justiça da marinha e do governo. Apontaria nesse momento a espada para frente, na direção do grupo. Sua respiração quase normalizava em seu peito, mas o suor começava a escorrer em profusão pela sua face e costas.

– E então? Hora de vocês irem-gara.

E com isso se os marines realmente saíssem o gato iria até outra porta e faria o mesmo de antes para abri-la, checando se havia pessoas no interior antes de continuar, chamaria o tigre para segui-lo e então fecharia a porta atrás de si, fazendo o contrario agora a fim de tranca-la.

Encostar-se-ia na porta e então exalaria o ar de seus pulmões em um grande suspiro aliviado, para depois respirar fundo e finalmente erguer a cabeça para olhar realmente para o tigre que o acompanhava.

- Talvez você não fosse se dar mal........... Novo? Na cidade? –esperaria a resposta. – Não é uma boa cidade para se estar no momento. – diria por fim e olharia em volta para ver onde estava. Se visse outras pessoas no recinto Royce apenas as olharia e seguiria por dentro da construção.

– Bom dia. Onde fica o banheiro? – ignoraria a resposta seguindo simplesmente para o outro lado da casa a procura de uma porta para sair. Saindo seguiria novamente pela rua até ver uma casa q parecesse vazia onde usaria novamente dos mesmos métodos para entrar. Mas se na casa em que estivesse já não houvesse ninguém o gatuno iria adentrar um pouco mais mexendo em quaisquer objetos que estivessem por cima das coisas. Abriria gavetas como se estivesse procurando algo, mas o fazia apenas por fazer.

– Tem um grupo pirata que andam capturando Minks. E como você-gara ouviu do próprio marine.... há marinheiros ajudando e acobertando.  Por isso que fiz aquilo....

Não olharia para o grandão enquanto falava. Royce era alguém curioso e distraído, por isso por vezes acabava fazendo isso... Varias coisas ao mesmo tempo, conversar, vasculhar gavetas, não prestando muita atenção em nenhuma das duas. Se encontrasse alguma faquinha ele embolsaria, bem como faria com anéis ou colares. Chaves ou alguns trocados. Não que precisasse de qualquer uma dessas coisas.

Massagearia a barrigada olhando em seguida para o grandão.

– Devia ter comido algo. Nyanyanyanya.... Esqueci, sou Royce. O maior larapio da minha rua. – diria em tom brincalhão e humorado.   – Tua mãe te dava o que? Um boi a cada refeição? – Perguntou o jovem que se esticava na ponta dos pés olhando com curiosidade para o tigre, mas mesmo antes dele responder ele continuaria. – Bom não que seja da minha conta. Temos que continuar andando, agora pelo menos.

Com isso Royce seguiria, indo para a rua e da rua invadindo casas que parecessem estar vazias, mas nessas não ficaria revirando nada, apenas seguiria para uma porta dos fundos buscando cada vez mais encontrar locais com menos movimentação. Seria cuidadoso no processo, pedindo para que o tigre usasse seu corpo grande para oculta-lo enquanto este abria as portas. Antes de sair de cada casa averiguaria a rua pelas janelas em busca de sinais de marines ou de alguma movimentação suspeita na rua.

Em dada altura, em uma casa que parecesse adequada, o jovem daria uma passada na cozinha, servindo-se do que quer que encontre e oferecendo para o tigre algo no processo.  Por fim pararia de avançar após algum tempo, buscando se situar na direção, a fim de seguir o mais para o norte possível, mas sem se aproximar de mais do porto onde os piratas estariam provavelmente agindo.

Royce durante o caminho deixaria de lado os pensamentos sobre o marine, não queria se envolver com o problema dos outros ainda mais. Não tinha qualquer intenção de ajudar a marinha a limpar sua própria casa, só queria dar uma lição naqueles traficantes e conseguir o navio deles no processo para poder seguir com suas próprias aventuras.



”objetivos”:
 

Histórico:
 

____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Satsumi
Pirata
Pirata
Satsumi

Créditos : Zero
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 10010
Masculino Data de inscrição : 30/06/2014
Idade : 21
Localização : Berlinque

#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 EmptyTer 21 Mar 2017, 14:59

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Todos ficavam pasmos com a reação de Simo ao ver a situação da garota, estava realmente puto, se que possuía mais aquela feição calma e serena. Liberta a garota caia em lágrimas, estava emocionada, aparentemente a tempos não se sentia daquela forma dando a notar devido a intensidade.

Aparentemente as ações tomadas por Simo somente agradavam a jovem. As Demais pessoas do estabelecimento pareciam estar espantadas, sendo assim começavam a se retirarem aos poucos embora as pressas, alguns até mesmo saindo dos quartos sem suas vestes, as colocando o mais rápido que conseguiam.

A merda estava no ventilador esperando para ser espalhada, este já tinha noção de que aquilo traria resultados e seguindo seu dia corrido e cheio problemas, aquilo somente seria somente mais uma peça do “enigma” do dia. Dito e feito, Simo aos poucos começou a notar uma aproximação repentina de três “cavalheiros” armados.

_ Então... A escravinha arrumou um trouxa para ser o namoradinho? bem os dois iram morrer então!!!

Aquelas palavras, Malditas palavras... Conseguia deixar Simo puto, embora já estivesse com um ar de tranquilidade por dentro se corroía de ódio. Este não daria se quer uma palavra em resposta, aquilo era a gota d’agua.

Com sua arma em punho tentará realizar três disparos a queima roupa de forma inesperada, ao término daquelas palavras, um tiro para cada cavalheiro, visando a cabeça de todos, sendo estes tiros limpos e precisos, tentando evitar que consigam ter quaisquer reações de uma “curta” distância.

Distância suficiente para que suas pernas possam se mover e esconder-se em seguida, no possível caso de ser malsucedido em sua ação, levando em conta a possibilidade de desviarem das possíveis ações ou algum destes fique vivo para contar história.

Caso tais ações sejam bem sucedidas, Simo agirá da seguinte forma:

~ Bom acho que com isso você é livre não é mesmo? Se quiser vir comigo está livre para decidir, desde que faça algo delicioso como aparenta por esse cheiro maravilhoso, não tenho quaisquer objeções... Bela e boa na cozinha, já é mais do que o suficiente, HAHAHA.

Daria uma pausa e retomaria.

~ Antes de tudo gostaria de avisar que sou um pirata, pelo menos acho... Com ações desse estilo que ando realizando, não duvido que tenha me tornado. Acho que fugi um pouco dos meus objetivos, HAHAA, Enfim diga-me o seu nome, e por sinal você conhece um tal de Point? ou alguém que saiba a respeito? Estou caçando ele com uns possíveis companheiros, estão dando muitos problemas para mim ultimamente. Pretendo acabar com a raça desses exibidos.



Observações (Leia)!:
 

Legenda:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 


by: Satsumi [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




#1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 6 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
#1 When the hunter becomes the hunted
Voltar ao Topo 
Página 6 de 20Ir à página : Anterior  1 ... 5, 6, 7 ... 13 ... 20  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Las Camp-
Ir para: