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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #1 When the hunter becomes the hunted

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MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptyQui 29 Dez 2016, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySeg 06 Mar 2017, 14:36

Royce....Simo

Royce não se importou ao ver o tritão nocauteado no chão e com os olhos completamente apagados! Muito pelo contrário! Nossa valente mink em sua tentativa heroica e alcoolizada deixou sua espada cair no chão infelizmente ela não atingiu nenhum inocente. Os frequentadores do bar que a pouco estavam nervosos e aflitos por causa do tumultuo, engoliam a vontade de gargalhar da cena em que o jovem mink que estaria de quatro no chão, devido a falta de equilíbrio, tateando a espada e o chão enquanto resmungava palavras sem sentido.

O mink Leão apenas respirou fundo e desaprovou a cena lamentável que assistia. Sem dizer mais nenhuma palavra o leão desferiu um golpe simples no rosto de Royce. Em seu estado normal, aquele soco não seria nada mas, devido a grande quantidade, absurda, ingerida pelo gatuno o soco seria mais que o suficiente...

Ambos foram recolhidos e levados para uma construção improvisada de delegacia.
As horas iam passando...

Em uma outra parte da ilha, na superfície, o ar se tornava tenso com a chegada de três oficiais da marinha. Aquela cena poderia ser interpretada de diversas maneiras por oficiais mais experientes da Corporação, infelizmente para o nosso pistoleiro bom de estrofes, aqueles três ainda cheiravam a leite Ninho e isso seria um problema.

Os pobres marinheiros estremeceram ao escutar as palavras gritadas do homem de gargalhada maligna (praticamente um porco capitalista). O primeiro marinheiro que estava com o sabre a poucos metros soltou um gemido estranho... Hãii! e fechou os olhos enquanto tremia de medo, o segundo segurou o cabo de sua espada e prendeu a respiração, seu corpo estava completamente paralisado e o terceiro assustado com a gargalhada e com o movimento repentino de Simo disparou o seu rifle.

Sorte, misturado com uma pitada de inexperiência e falta de mira o tiro passou raspando a nádega esquerda de Simo, nada muito grave. Afinal o mesmo corria para dentro da escadaria, localizada a sua direita, quando o tipo fora disparado. No momento em que o projétil raspou sua nádega, tropeçou logo no primeiro degrau e rolou os outros 32 caindo em meio a escuridão. Sem ligar para as leves dores e a sensação de picada na bunda provocada pela bala, o pistoleiro se escondeu em uma das paredes aguardando os jovens marinheiros descerem e serem pegos.

Porém, Simo apenas escutou a conversa deles. Não era muito difícil de escutar devido a sua Audição Privilegiada...

– Vamos descer?
– Acho que temos que cuidar do nosso companheiro baleado...
– Creio que ele não irá muito longe, vejam a escadaria está com gotas de sangue!
– É verdade, você conseguiu acertar ele!
– Mas é Claro eu sou um exímio atirador, não iria errar um alvo lerdo como aquele...
- Hei! Vocês dois, parem de falar e me ajudem aqui, esse cara perdeu muito sangue, cuidaremos dele depois...

E assim os três novatos levaram o seu “companheiro” ferido até o QG. Dentro do túnel, nosso aventureiro não havia notado a presença de movimentos silenciosos e astutos que dançavam entre as sombras das pilastras. Sem ver quem era ou da onde vinha o golpe, Simo apenas sentiu um forte impacto em sua cabeça e um breve vislumbre do chão antes de apagar.

... tic, tac, tic, tac...


As horas voam quando estamos desacordados e o mundo não dorme só por que estamos de olhos fechados. O dia finalmente amanhece para os cidadãos da superfície, três jovens marinheiros recém-graduados foram parabenizados e conseguiram subir de patente graças a captura de um pirata disfarçado. No subsolo a vida continuava para os seus moradores, alguns limpavam a baderna ocasionada por delinquentes bêbados, outros continuavam a educar quem deveria ser educado e bêbados acordavam de suas ressacas.

Royce finalmente abria seus olhos, a dor era latente em todo o seu corpo, sua boca áspera devido a grande quantidade de álcool, acumulada a certa quantidade de sangue devido ao soco recebido. Com a vista um pouco embaçada ele tentava reconhecer onde estava, realmente o lugar era novo afinal ele ainda não havia sido detido pelas forças policiais minks, conhecidos também como PM.

Não era nada luxuoso ou cheio de conforto.  Uma masmorra feita de pedras com apenas uma pequena posta de barra de ferros e uma apertura no teto, o mink e seu companheiro tritão, ainda adormecidos, não estavam algemados ou acorrentados, o rapaz conseguiu movimentar-se livremente pelo local de seu confinamento. Não conseguiu enxergar nada mais do que já havia visto, pedras, algumas tochas, estão do lado de fora, iluminando o ambiente e o polvo babando no canto do ambiente.

Desolado o gatuno foi procurar refugio e afeto ao seu companheiro tritão, que após algumas cutucadas recebidas de forma rígida, rítmica e precisa em seu ombro acabou acordando. Ainda sofrendo dos efeitos colaterais da noite anterior o polvo tentava entender o que o jovem dizia e assim que compreendeu respondeu.. – Aummm... parando para pensar não me é uma má ideia Roy-san, se conseguirmos efetuar o seu plano você poderá me chamar de o grande navegador polvo!

Parece que os laços daqueles dois ficaram ainda mais mortes depois que passaram a noite juntos, desmaiados após a baderna noturno...

Passou-se um tempo e o mink Leão apareceu, sério como sempre ele apenas abriu a porta da masmorra e disse aos dois...

- Não quero estragar o relacionamento de vocês, mas isso aqui não é um Motel, por isso saiam! Seus pertences estão em cima da mesa na segunda porta a esquerda. Caso, pegue vocês novamente badernando pelas ruas a punição não será mais leve.


Royce e o polvo estavam livres para irem, no caminho até a porta indicada era uma distância de uns dez metros e caso o jovem mink olhasse para uma das celas iria reconhecer seu amigo Simo que estava acorrentado com os braços pendurados para cima. Aparentemente desacordado... As opções era difíceis de serem tomadas naquele momento....


Masmorra:
 

Off Simo:
 



Off Royce:
 
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySeg 06 Mar 2017, 15:24


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.

Agora que possivelmente se encontrava menos embargado pela bebida os passos de Royce para fora da cela se mostrariam mais firmes, andava já com o sorriso estampado no rosto, um sorriso sincero que só aqueles que não guardam preocupações e apenas aproveitam os momentos podem dar.

Não havia magoa ou ressentimento contra o felino, era um guarda cumprindo sua obrigação, nem mais nem mesmo. Nada havia sido perdido e nada sido ganho, a não ser uma terrível dor de cabeça.

– Nya Nya, não criaremos mais problema aqui em baixo. – sorria de forma travessa, frisando o em baixo.  Os bigodes e orelhas de Royce se agitavam conforme a curiosidade tomava conta dele. E como diz um velho ditado... A curiosidade .....

– Eiei, quem é aquele-gara? – diria apontando para a cela ao lado onde – ohhhhh, achei q só ia ver Minks aqui em baixo, mas pelo visto tem outro bêbado, nyanyanyanya.

Esperaria a resposta do tigre.

– Nervosinhos vocês-gara. Primeiro batem e depois.... – daria os ombros sem mesmo terminar a frase. Não havia nada para fazer ali a não ser satisfazer sua própria curiosidade do porque do humano estar preso, bom até aquele momento ao menos não havia razões, mas foi então que uma ideia passou pela sua cabeça. – Você-gara acha que ele pode ser do bando do point? Eles tentaram nos capturar hoje...- parou para pensar, tentando contabilizar quanto tempo havia passado. – alias... Ontem, quando aquele navio bateu no porto. Queriam nos vender, acho que foi isso o que aqueles “marines” disseram.

Royce andaria então adiante para buscar seus pertences, mas voltaria a falar com o tigre.
– Posso esperar que acorde? – sua voz teria abandonado qualquer resquício do tom brincalhão e despreocupado que usualmente usava, estaria seria e com uma determinação de quem não iria aceitar não como resposta. – Não farei nada do seu desagrado, só quero ter certeza. Ser preso por baderna é uma coisa, ser preso por ser um mink é algo que não posso aceitar. – referia-se a tentativa anterior que fizeram de lhe capturar.

Na sala pegaria seus pertences, começando pelo relógio de bolso e seguindo pra espada e dinheiro. Não havia muito o que era seu, mas certamente os pertences do humano estariam ali também. Royce aproximaria-se destes para examinar. Veria o que o humano portava e quem sabe, se o tigre não estivesse tão próximo embolsaria algo em um movimento furtivo e ligeiro.

Já com suas coisas a mostra voltaria a encarar o tigre esperando que este o respondesse, ou se já tivesse respondido voltaria para a masmorra falando com o tritão.

- Vamos precisar marcar de conversar em algum lugar que não seja um bar. - era apenas uma declaração, sem muita importância, era mais apenas para lembrar que ainda tinham que conversar sobre o Point.


Royce então pararia em frente a cela do humano, e ali esperaria um tempo até que o mesmo tomasse consciência. Caso o tigre tivesse negado o pedido Royce insistiria, pois não sairia dali até ter o que queria.


”objetivos”:
 

Histórico:
 

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Última edição por Rick II em Ter 07 Mar 2017, 07:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySeg 06 Mar 2017, 16:22

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Toda aquela estratégia ainda não fora suficiente para Simo sair totalmente ileso daquela situação, aparentemente sua estratégia saíra pela culatra. O tiro em sua bunda acabará por deixa-lo “desorientado”, aliás estávamos falando de uma parte importante do seu corpo, digamos que intocada.

Mas ainda assim descerá pela escadaria ficando na posição que desejava, embora não mudasse muita coisa, pois [...] O Bando de bunda mole não o enfrentará, somente diziam algumas palavras e ficavam onde estavam. Embora mesmo distantes Simo conseguia ouvir a conversa graças a sua audição aguçada.

_Vamos descer?
_Acho que temos que cuidar do nosso companheiro baleado...
_Creio que ele não irá muito longe, vejam a escadaria está com gotas de sangue!
_É verdade, você conseguiu acertar ele!
_Mas é Claro eu sou um exímio atirador, não iria errar um alvo lerdo como aquele...
_Hei! Vocês dois, parem de falar e me ajudem aqui, esse cara perdeu muito sangue, cuidaremos dele depois...


E por sequência retiravam-se dali.

Ainda mais desorientado que cego no tiroteio, ainda em choque pelo o que havia ocorria Simo se que notava a presença de um possível indivíduo no local, recebendo por sequência uma pancada em sua cabeça sem nem mesmo permitindo que tivesse tempo para reagir, tendo somente uma fração de segundos para ter um breve pensamento “De novo não...” logo após desmaiando sem maiores resistências.

Dream;

Lá estava Simo em um seu belo bordel dos sonhos com as melhores bebidas, jogos e mulheres que todo homem deseja. O cigarro em uma mão, e aquela bela taça de vinho a outra, berries e mais berries jogados por todos os lados do estabelecimento, e belas mulheres fazendo tudo que qualquer homem pode deseja. O sorriso estampará o rosto daquele pobre coitado, mas como não estampar [...] Era a vida que ele sempre sonhou.

_Acabou a festa, eu e Point vamos acabar com essa baderna, yaha, yaha, agora seu maldito do cabelo avermelhado, vai dando o fora se não atiro no seu rabo, yara, yara, yara, yara, yara.

Dizia o que aparentava ser um marinheiro nada normal rimando de forma extremamente escrota, acompanhado de que aparentava ser um tal de Point. A Festa de Simo acabará a partir daquele momento aparentemente, devido ao fato de estar a desperta o seu sonho não continuará. Acordava indignado a reclamar sem quaisquer motivos, aparentemente acordando um pouco desorientado.

End of the dream;

~Maldito Point eu vou te matar, não basta atrapalhar meu interesse com os Minks, ainda acaba com minha festa. MALDITA MARINHA, MALDITO POINT!

Gritava Simo de forma que ecoasse pelo local no qual encontrava-se. Pouco mais desperto, começava a analisar a situação na qual estava, por sequência mandando diversas perguntas para sei lá quem [...]

~Que merda é essa? Onde eu estou? Porque eu estou acorrentado? Droga. Alguém pode me responder?

Diria Simo e por sequência soltaria um grande suspiro de angustia, aliás aparentemente encontrava-se preso e nem mesmo sabia o que motivo. Respostas era a única coisa que este estava a procurar, aliás tudo começou em busca de respostas ou seja este não ficaria satisfeito até obtê-las muito do seu tempo já fora perdido.



Observações (Leia)!:
 

Legenda:
 

Objetivos (Leia)!:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 14:41

Aquela masmorra escura com cheiro forte de mofo e uma grande umidade no ar, continha suas surpresas... Para nosso gatuno seria a presença de um humano, acorrentado e surrado preso como “um qualquer” a espera do seu final trágico.

Royce de imediato começa a questionar o mink Leão que sem nenhuma rédea respondeu as perguntas do jovem...

- O encontramos em uma de nossas entradas secretas, segundo um de nossos homens ele estava em uma confusão com alguns humanos marinheiros. Não temos certeza... Mas, talvez, estejamos lidando com um dos piratas sórdidos do bando Point.

O gatuno daria as costas ao mink e perguntaria se ele poderia ficar ali e esperar o pobre homem acorrentado acordar, o Leão apenas o olhou com certa seriedade e dei a sua resposta....

- Você poderá ficar algumas horas, já o tritão não poderá ficar aqui! Irei lhe acompanhar para a sala para que retire todos os seus pertences..

Dito isso ambos foram para a sala, Royce teve a oportunidade apenas de retirar os seus pertences, o polvo que estava calado até então pegou as suas coisas e apenas disse poucas palavras ao mink... – Estarei lhe esperando lá em cima, vou ver se consigo mais informações! Até daqui a pouco Roy-san...

Com um gesto simplório de mão o leão pediu para que os dois tomassem o seu caminho, Roy enquanto recolhia os seus pertences, conseguiu vislumbrar algumas coisas mas, o que lhe chamou mais atenção seria o revolver...

Os dois minks voltaram a passos calmos ao corredor quando suas orelhas e bigodes reagiram aos berros amplificados que vinham da cela do humano que a pouco estava desacordado.

- Maldito Point eu vou te matar, não basta atrapalhar meu interesse com os Minks, ainda acaba com minha festa. MALDITA MARINHA, MALDITO POINT!

Não demorou muito e os dois se aproximaram das barras da cela, antes mesmo que um dos dois pudessem pronunciar alguma palavra, o humano poeta começou a questionar de forma angustiada... - Que merda é essa? Onde eu estou? Porque eu estou acorrentado? Droga. Alguém pode me responder?

Da mesma forma calma , ponderada e autoritária, o mink leão começou a responder de forma calma as perguntas do humano. Estava totalmente calma com os braços cruzados, olhos fixos, como se o humano fosse a sua presa pastando de forma calma e alegre na savana...

- Primeiramente fique quieto! Não sou obrigado a ter meus ouvidos  feridos com o seu tom de voz imundo! Você está preso na Delegacia da PM. Você está acorrentado, pois segundo os nossos informantes você é um pirata que estava em rota de fuga dos marinheiros.

O mink Leão andava de um lado para o outro  por de um certo tempo. Agora ele apoiava com um dos braços na barra da porta da cela e continuava o seu questionamento ao pendurado.

- Só tenho um questionamento a fazer para você! Onde  é a localização do seu bando... sabemos que você faz parte da Point e iremos arrancar o seu coro até que você nos conte onde eles estão...

O leão com um estar de dedos agudos fez ecoar um som agudo e forte, imediatamente das sombras surgiu um mink camelão, vestido com um terno preto de linho e de um olhar sombrio extremamente penetrante. Com uma respiração suave ele apresentou-se ao Leão que lhe passou a ordem para pegar os “acessórios”.

Da mesma forma que apareceu o camelão sumiu, parecia até um mágico ilusionista apresentando o seu truque para uma plateia em silêncio. O leão que ainda me mantinha calmo e sereno passou a ignorar o humano e devotou suas atenções ao gatuno, por motivos inesperados, o mink confiou ao malandro uma tarefa ardilosa.

- Rapaz, a pouco você pareceu interessado com a situação desse humano e também, a sua ligação com aquele tritão é um tanto quanto rara. Só me leva a crer que vocês estão tramando algo e como eu tenho que fazer algumas coisas importantes, não irei poder depositar todo o meu foco e atenção nesse desprezível pirata humano! Por isso, assim que o oficial retornar com os “acessórios”, você irá  fazer esse cara abrir a boca e contar onde é que seus amigos da Point estão e quais seus verdadeiros planos!... Com um aperto forte e confiante no ombro direito do gatuno, o mink continuou... – Confiou em você jovem! Noto as chamas gloriosas dos minks flamejando em seus olhos!

Após tais palavras, o leão virou as costas e começou a caminhar para a saída encarando Simo que agora acordado, sentia o peso de seu corpo incomodar o seu pulso devido as algemas que o mantinha preso. Não demorou nem 5 minutos e o réptil voltou com alguns matérias e ainda com os olhos sombrios disse...

- Pelo jeito o King deixou você encarregado de fazer esse infeliz falar, estarei por perto... se precisar de algo basta apenas estalar os seus dedos que irei aparecer o mais rápido possível

Novamente o camaleão sumiria nas sombras e deixaria Royce com uma chave, que abria apenas a porta da sela e uma sacola.

Caso resolvesse abrir a sacola iria deparar-se com algumas ferramentas de tortura como: alicates, pregos, martelo, facas, pedaços de madeiras com pregos nas pontas, diversos tamanhos de bisturi, sal, pimenta e uma garrafa de rum.

O clima pareceu ficar pesado para aqueles dois, estavam separados apenas por uma curta distância e um portão de barra de ferros e simplesmente Royce possuía a chave e o dever de arrancar as informações do humano e repassa-las ao mink.

Por outro lado Simo estava em uma situação muito mais tensa, seu corpo dolorido, o seu vício estava começando a vencer, as correntes e algemas machucavam e muito o seu corpo. Para ele apenas um milagre o salvaria ou a verdade? Talvez... O que será que irá acontecer na próxima trama para o acorrentado pistoleiro?

Off Ontem::
 
Off Hoje::
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 16:10


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


Royce voltava à masmorra um pouco murcho, por não ter conseguido pegar nada enquanto recolhia seus próprios pertences. Apenas alguns vislumbres foram lhe permitidos dos itens do outro prisioneiro. Despediu-se do polvo assim que o mesmo começou a partir.
– Até daqui a pouco-gara. Vou ver se consigo mais informações pra nos-gara.
Royce ainda pensava sobre o assunto de não ter conseguido embolsar mais coisas quando os primeiros gritos chegaram aos seus ouvidos, suas orelhas agitando-se violentamente, suas pernas com uma súbita vontade de correr, mas como o tigre se manteve sereno e caminhando o próprio Royce se conteve. Mas suas orelhas nem por isso paravam de se agitar.

Chegando a cela o humano continuava com suas explosões, e as orelhas de Royce agitavam-se ainda mais freneticamente. Assim como o tigre o próprio Royce ficará um pouco confuso com a situação do humano. Ele queria matar o Point, ao menos gritava isso, mas ao mesmo tempo tinha algum interesse mal explicados nos Minks.

Mas se estava em confronto com a marinha, e até onde o jovem gatuno sabia, a marinha tinha um acordo com Point para incriminar e traficar Minks, então talvez ele não fosse um inimigo. Mas nada indicava que fosse um aliado.

Era em meio a esses pensamentos que Royce era pego desprevenido pela aparição do camaleão. Seus olhos se arregalaram e brilharam de excitação.

– UoHHHHHHH, incrível. – Royce era um mink, cresceu em meio e minks e é claro que já tinha visto Minks camaleões, mas ainda assim era jovem e impressionável e a aparição teatral do camaleão o empolgou. A empolgação só se fez aumentar quando o camaleão ainda teatralmente se fez desaparecer.
Rapaz, a pouco você pareceu interessado com a situação desse humano e também, a sua ligação com aquele tritão é um tanto quanto rara. Só me leva a crer que vocês estão tramando algo e como eu tenho que fazer algumas coisas importantes, não irei poder depositar todo o meu foco e atenção nesse desprezível pirata humano! Por isso, assim que o oficial retornar com os “acessórios”, você irá fazer esse cara abrir a boca e contar onde é que seus amigos da Point estão e quais seus verdadeiros planos!... Com um aperto forte e confiante no ombro direito do gatuno, o mink continuou... – Confiou em você jovem! Noto as chamas gloriosas dos minks flamejando em seus olhos.

Essa era nova até mesmo para Royce, devido as situação na qual eles acabaram se conhecendo. Mas o jovem era capaz de entender o sentimento. Aquele era um Mink mais velho que se orgulhava em ver o fogo ardente da paixão nos olhos da futura geração.

– Nyanyanyanyanya. – ria Royce empolgado e contente. – Pode deixar comigo-gara.

E assim o jovem aguardou a volta do cameleão, mais uma vez seus olhos brilhando com a súbita aparição do mesmo, pegaria a sacola, abrindo a cela em sequencia, na qual entraria com um sorriso.

– Nyanyanya. Somos só eu e você-gara. – Antes de começar a fazer qualquer pergunta Royce abriria a sacola, dispondo o conteúdo no chão.

– Hunnnn.. Run. Nynyanyanya. Que bom que levaram o polvo-gara. – diria Royce enquanto escondia a garrafa nas roupas. [color=Orange] – Criativos eles-gara! Não Acha? Nynyanyany. [color=Orange] – Royce pegaria um bisturi, erguê-lo-ia a frente dos seus olhos analisando a lâmina. – Deve cortar bem.

Aquela papo não tinha nada haver com nada, não sabia se serviria para acalmar o humano ou deixa-lo ainda mais ansioso. Mas a verdade era que Royce também não sabia bem o que devia fazer então essa enrolação era mais para acalmar a si mesmo do que qualquer outra coisa.

- Eles-gara não gostam muito de humanos por aqui. Tem suas razões é claro. – daria os ombros. – Ontem cedo, eu mesmo tive umas experiências desagradáveis com a marinha. – diria de maneira casual, quase informal. – Então? Por que não começa do principio, onde você estava ontem? E como veio parar aqui hoje?

Royce ouviria sem qualquer pressa, enquanto distraidamente embolsaria também o bisturi. Não havia qualquer motivo para isso, suas mãos simplesmente se moviam sem pensar. Ouviria e se em algum momento o humano fizesse alguma constatação grosseira sobre sua espécie emendaria.

– Sabe? Eu-gara ainda posso te torturar. – e então sorria descartando o comentário, mas deixando claro que o mesmo não deveria voltar a acontecer.

Quando o humano terminasse Royce voltaria a falar.

– Então você-gara só veio até aqui porque queria saber o que era um Mink? Nyanyanyanyanyanyanyanyanya, é sério isso?

Royce então estalaria os dedos esperando que o camaleão aparecesse com isso.

– Pode trazer os pertences dele? Quero ver se descubro algo mais. - [color:9e7d=696969]”ou poder pegar algo”. Pensaria consigo mesmo.

Assim que o camaleão voltasse Royce poria os pertences no chão ao lado das ferramentas e com um agradecimento dispensaria o camaleão.

– Fumar faz mal a saúde. Prejudica o olfato também e deixa você fedendo. – diria caso visse o maço de cigarros.

Royce começaria a colocar as ferramentas de tortura de volta no saco, mas deixando os pertences do humano no chão.

– Acho que sua história faz sentido, é claro que ainda pode ser que você-gara seja um bom mentiroso. Mas a marinha realmente está envolvida com os piratas. Pelo menos foram eles a tentar me capturar no porto para ser vendido. Não sou nenhum bom samaritano, mas não gosto que tente me enjaular como se fosse um animal. E nem que me confundam com um mero animal. Sendo assim... Você pode vir comigo-gara e me ajudar a matar o Point e os envolvidos na marinha, ou posso deixa-lo ai pendurado e dizer pro tigre que você estava mentindo e que tenho praticamente certeza que você é um pirata. Nyanyanyanyanyanya.

Royce ria por dentro com suas palavras. Aquilo lhe fazia parecer alguém mal e manipulador, coisa que normalmente passava longe de ser, mas naquele momento o jovem gatuno escolhia acreditar no humano e seria bom ter alguém que pudesse andar por ai de maneira despercebida durante as futuras empreitadas. E assim Royce decidia, que além do tritão faria daquele humano um companheiro, afinal como ladrão tinha que pegar o que quisesse e quando quisesse.


Caso mais uma piada sobre ser um animal você feita Royce complementaria.

– Torturar não começa me parecer uma má ideia. – e com isso juntaria os pertences do ruivo e deixaria a cela aberta, mas o humano ainda pendurado. Seguia novamente para sala adiante onde voltaria a estalar os dedos.

– Se for possível assumo a responsabilidade por ele, saímos daqui, matamos o Point e vamos embora da ilha. Vou usa-lo para matar o Point para que a marinha não possa acusar os minks disso. Se eu e o tritão formos sozinhos.... – daria os ombros, imaginando que o camaleão poderia tirar suas próprias conclusões. A marinha incriminaria os minks de assassinado e por fim a população se revoltaria e isso era tudo o que eles não precisavam.



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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 22:42

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Situação complicada aquela, trancado, culpado e pelo visto as pessoas do local não iam muito com sua cara. Simo estava de parabéns, conseguia realizar uma proeza tamanha em questão de minutos, conseguindo se complicar ainda mais com aquelas palavras vagas ditas ao momento que acordará.

^Yawn!

Bocejava. Era um tanto engraçado a feição que Simo realizaria naquele momento, de um desespero tamanho para uma feição totalmente calmo, com um olhar vago de quem não deseja nada. Aquele bocejo de alguma forma ajudaria a estabilizar sua questão emocional, realmente “despertando”.

Já tento consciência de que a situação não estava muito boa para o seu lado, este permanecia quieto somente a observar a feição daquele gato elétrico, problemático, com graves problemas mentais, eis a forma que ele interpretava aquela estranha criatura a sua frente, ainda com seu olhar fico e vago, de forma que aparentasse adentrar a alma daquela criatura.

O guarda aparentemente responsável pelo local retirava-se dizendo que teria maiores obrigações nada que afetasse Simo, aliás era uma forma de desprezo aquilo aparentemente.

_ Pelo jeito o King deixou você encarregado de fazer esse infeliz falar, estarei por perto... se precisar de algo basta apenas estalar os seus dedos que irei aparecer o mais rápido possível.

Dizia o camaleão, após aparecer novamente. Aquilo o deixava intrigado, nunca havia visto aquele tipo de habilidade ou quaisquer coisas do gênero, aparentemente investir na busca pelos Minks estava tornando-se algo interessante apesar do fato no qual estava tornando-se tedioso e a preguiça estaria prestes a tomar Simo no rumo que as coisas estavam a tomar.

Sua situação no momento não era das melhores. O tal gato responsável por Simo, de certa forma acabaria conseguindo deixa-lo irritado, algo totalmente novo para ele, um homem calmo praticamente a todo instante. Nyanya, nyanya, gara, gara,  o gato não conseguia parar de dizer tais palavras, tirando o fato que não mantia sua boca fechada por um segundo se quer “Maldito gato irritante.” Pensava Simo. Não resistiu e quebrou seu silêncio tendo assim que interagir com aquela criatura

~ Ei gato, VOCÊ NÃO CONSEGUE CALAR A BOCA?????????? E PARAR DE REPITIR ESSA DROGA DE NYANYA NYANYA, isso é irritante, Tsk.

Aparentemente irritado. Sua feição ficou calma novamente, com o bom e velho olhar vazio.

Aquilo não poderia passar em branco aquele gato tinha realmente o talento de tocar na ferida de Simo e mesmo com toda sua tranquilidade irrita-lo mesmo que por questão de segundos.

Após frases e frases sem sentido, algo descente sairia da boca daquele miserável.

_ Eles-gara não gostam muito de humanos por aqui. Tem suas razões é claro.
 
_Ontem cedo, eu mesmo tive umas experiências desagradáveis com a marinha.

_ Então? Por que não começa do princípio, onde você estava ontem? E como veio parar aqui hoje?


Acredita que já estava na “merda”, sabia que suas opções para provar sua inocência eram baixas naquele local, aparentemente não sendo uma prisão comum com leis “humanas normais” se que sabia como ali funcionava, aliás era dominada pelos tais Minks, que leis se aplicariam a um humano? Seria melhor não arriscar.

~ Bom nem eu mesmo sei gato-chan, simplesmente estava em busca de uns objetos necessários para mim, porém aconteceram alguns imprevistos e acabei estando no lugar errado na hora errada, um assassinato talvez... Por sequência realizaria um suspiro e uma breve pausa e retomando.

~ Ouvi de alguns marinheiros que seria obra dos tais piratas do Point algo assim não me recordo, ou dos Minks... Bom estava no lugar errado acabei entrando no meio e já sabe virou essa bola de lã, Tsk...

De certa forma caçoando do gato, aliás aparentemente não ia muito com a sua cara inicialmente.

_Então você-gara só veio até aqui porque queria saber o que era um Mink? Nyanyanyanyanyanyanyanyanya, é sério isso?

~ Bom para mim é novidade... Costumo vê gatos rolando e pegando novelos de lã e bebendo leite. Você é uma novidade!

Responderia.

_ Pode trazer os pertences dele? Quero ver se descubro algo mais.
– Fumar faz mal a saúde. Prejudica o olfato também e deixa você fedendo.

Este ouviria atentamente, embora sem o que responder, aliás este estaria a retornar para sua chata implicância (curiosidade) novamente, desta forma este somente ignoraria o gato sobre tais falas, somente a pensar que poderia ser liberado.

_ Acho que sua história faz sentido, é claro que ainda pode ser que você-gara seja um bom mentiroso. Mas a marinha realmente está envolvida com os piratas. Pelo menos foram eles a tentar me capturar no porto para ser vendido. Não sou nenhum bom samaritano, mas não gosto que tente me enjaular como se fosse um animal. E nem que me confundam com um mero animal. Sendo assim... Você pode vir comigo-gara e me ajudar a matar o Point e os envolvidos na marinha, ou posso deixa-lo ai pendurado e dizer pro tigre que você estava mentindo e que tenho praticamente certeza que você é um pirata. Nyanyanyanyanyanya.

~ Não tenho muitas opções não é mesmo? Bom vamos lá, pode ser interessante a final de contas. Não quero virar a janta hoje se é que entende. Ironicamente, após dando uma breve pausa e dizendo em um tom bem baixo ~ Gato irritante, tsk [...] Prove que tomei a decisão certa de seguindo, espero não estar errado... Diria Simo.

Após ouvir as possíveis últimas frases ditas pelo gato, Simo tomaria as seguintes atitudes:

Em possível caso de soltura simplesmente este acabaria por seguir o tal gato em buscas dos piratas e demais, seguindo este momentaneamente embora ainda não acatando leis impostas por este cegamente, em caso de grandes riscos sem uma possível conquista de confiança de Simo acabaria por ficar com um pé atrás antes de qualquer coisa.

Embora caso não fosse liberado da cela no caso do camaleão contestar a ação imposta pelo gato, este acabaria tentando acabar uma brecha para pegar seus itens e fugir caso encontre, se necessário para sobreviver e caso pegue sua arma desferindo disparos visando a cabeça dos ali presentes, exceto do Mink gato que se demonstra cooperativo e assim acabaria dizendo para este.

~ Não tive escolha, vamos fazer este trabalho nós mesmos. Esqueça esses malditos, então estamos juntos nessa? gato irritante, tsk. Diria e estalaria seu dedo indicador.

De certa forma ao término de ambas possíveis ações, caso esteja com o maço de cigarro ao seu alcance, este pegará um cigarro e acenderá o colocando em sua boca e soltando pequenas "nuvens" de fumaça por sequência.




Observações (Leia)!:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySex 10 Mar 2017, 15:58

Os dois seres pareciam se entender naquela masmorra fedida e úmida. É claro que antes disso eles conversaram até chegar a um denominar comum...

Royce pegaria os objetos que foram trazidos pelo camelão, Simo ficou intrigado com as habilidades do réptil que da mesma forma furtiva desapareceu da vista dos dois ali presentes. O gatuno parecia estar ligado no 220 e enquanto espalhava todas as ferramentas e como sempre precisou embolsar alguns objetos, garrafa de vinho e um bisturi, Simo acompanhava as movimentações do mink e não conseguiu resistir e começou a trocar farpas com o jovem...

(Aqui entre nós, temos que dar o braço a torcer para o nosso poeta Simo... NYANYA NYANYA é um pouco....)

Royce situou o humano de que ele ainda estava a mercê do seu bom humor. Sem muita escapatória, o pistoleiro começou a contar tudo o que havia acontecido com ele naquelas últimas horas. Eram informações precisas, afinal até o momento os relatos sobre a Pointy eram sempre abertos, nada muito específico ou detalhado.

Por sorte, o mink estaria disposto em acreditar no humano e deu um voto de confiança ao pistoleiro. É claro que para manter todo o tramite dentro das “leis” dos minks, o gatuno chamou mais uma vez pelo camaleão que demorou um pouco para dar a sua resposta....

- Irei acreditar na sua boa fé Royce, afinal não sei por qual motivo o King acabou familiarizando com a sua presença. Vocês podem ir assim que terminarem de se arrumarem. Mas já que estão disposto a irem atrás dessa organização, irei passar algumas informações que andei colhendo.

Nesse momento Royce acabará de libertar Simo que já recolhia todos, os seus pertences enquanto permanecia obedecer as instruções dos minks...

E então o camelão continuava a passar as informações... – Depois de certa confusão portuária, há relatos de uma movimentação muito grande de indivíduos suspeitos que transitam do QG da Marinha até ao antigo porto abandonado da ilha. Se vocês querem tanto um “norte” começaria por ali.

O cameleão dava as costas no mesmo momento em que Simo tragava o seu cigarro pela segunda vez, a feição de alívio do pistoleiro era evidente, após alguns passos o camelão virou e continuou a falar... – Para sair da masmorra subam essa escadaria a frente e virem a primeira a direita, alguns passos e vocês estarão na rua. E mink, devolva o bisturi, você acaba se machucando com ele em suas mãos.

Antes de dar as costas, o camelão entregou uma espécie de dossiê ao gatuno, apesar da aparência surrada e com diversas manchas de café, parecia estar repleto de informações.

Caso os jovens aventureiros decidissem abrir aquele dossiê, iriam encontrar algumas informações sobre o bando Pointy... seriam elas:

Após detalhadas e minuciosas informações levantada pelo oficial Prof, segue abaixo as principais figuras que estão por nas cabeças do Bando Pointy. Segundo o oficial, não é permitido encaminhar pessoas desqualificadas para a missão, isso resultaria na morte imediata e acabaria com o trabalho de espionagem realizado até o momento.

Patente: Carcereiro
Nome: Desconhecido .................... Vulgo: Raton
Idade: Desconhecida ....................  Raça: Mink (traidor)
Função: Guardar os minks recém capiturados até o transporte para o leilão. Local do leilão ainda desconhecido.
Habilidade: Não muito o que informar, ele apenas utilizar seu chicote para ameaçar alguns minks ou até mesmo passar o tempo importunando os mesmos.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 

Patente: Médico
Nome: Desconhecido .................... Vulgo: Scar
Idade: 25 anos .................... Raça: Humano
Função: Cuida dos ferimentos rotineiros causados durante o transporte ou captura dos Minks..
Habilidade: Desprovido de qualquer habilidade aparente. Sempre está com uma bolsa repleto de materiais utilizados em seus afazeres.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Patente: Domador
Nome: Uno .................... Vulgo: Desconhecido
Idade: 22 anos .................... Raça: Humana
Função: Domar e amansar os minks mais revoltados.
Habilidade: Lanceira.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Patente: Navegador/ Chefe da Guarda
Nome: Desconhecido .................... Vulgo: Mudo
Idade: Desconhecida .................... Raça: Humano
Função: É o navegador da embarcação do bando Pointy, quando estão em terra é ele que cuida das questões de vigia e guarda dos materiais.
Habilidade: Exímio atirador.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Patente: Desconhecida
Nome: Desconhecido .................... Vulgo: Filho do Nobre
Idade: Desconhecida .................... Raça: Humano
Função:  Desconhecida. Há relatos que ele é filho do capitão da Pointy
Habilidade: Espadachim.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Patente:  Contra Mestre
Nome: Desconhecido .................... Vulgo: Sir
Idade: Desconhecida .................... Raça: Humano
Função: Contra Mestre e Braço direito do capitão, cuida dos interesses do líder quando o mesmo não está presente.
Habilidade: Adaptador, utiliza pistolas e espada.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Patente: Capitão
Nome: Aldo .................... Vulgo: Latino
Idade: Desconhecida .................... Raça: Humano
Função: Capitão do Bando Point.
Habilidade: Mestre espadachim.
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Patente:  Marinheiro mas, sua patente é um mistério
Nome: Desconhecido .................... Vulgo: Lobo
Idade: Desconhecida .................... Raça: Humano
Função: Faz a comunicação entre a Marinha e o bando.
Habilidade: Desconhecida
Último registro fotográfico:
Spoiler:
 


Observações finais: Ainda há uma lacuna muito grande de informações, por isso segundo o agente Prof, não há como precisar com exatidão todas as informações.

Agora com o dossiê em mãos, o que os dois rapazes irmão fazer com isso? Certamente aqueles dados poderiam valer muito dinheiro a quem interessasse... mas, será que é essa a ambição deles? (musiquinha de drama que toca em episódios caóticos do One Piece na cabeça)

King:
 

Oficial Prof:
 

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Última edição por Ken Rock em Ter 14 Mar 2017, 10:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySex 10 Mar 2017, 17:35

“Tudo nessa vida é passageiro, todos os momentos, todas as pessoas a quem encontramos. Viver aproveitando ao máximo cada instante, fazendo com que eles se tornem inesquecíveis e desfrutar o quanto for possível da companhia de quem lhe é querido é uma boa forma de se encontrar a verdadeira plenitude, a felicidade.” Pensava Raksha no quarto de uma pensão no Submundo dos Animais enquanto abria os olhos. Naquele momento toda a tristeza que sentira devido a partida de seu mentor, Vovô Geen, havia sumido.

Ainda sentado no chão com as pernas dobradas em uma pose meditativa de lótus completa, o Mink inspirou profundamente para ver o que o seu poderoso, e bem treinado, olfato lhe diria sobre seus arredores. Pela fome que sentia, sabia já terem se passado dois ou três dias desde que entrara no estado meditativo, e não pode deixar de se sentir grato pelo monge por ter pago por cinco diárias em avanço.

“Eu tenho uma forma muito melhor” ouviu uma voz mental que sabia pertencer a sua contra-metade “tenha um objetivo, tenha dinheiro, poder, não se apegue aos outros e mate qualquer um que te irritar. Felicidade e plenitude alcançadas.”

“Isso parece ser muito trabalhoso irmão” Respondeu Raksha em tom de brincadeira.

“Pode ser muito mais trabalhoso mas é muito mais duradouro e lhe causa menos sofrimento e dor, te garanto isso irmãozinho.” Rebateu Scar com um leve toque de arrogância e superioridade.

Não era surpresa nenhuma que Scar não concordasse com ele, claro. A forma com que ambos enxergavam a vida não poderia ser mais diferente. Ainda assim, Raksha permitia que Scar ouvisse suas reflexões sobre a vida e gostava de tentar convence-lo, já que no fundo sentia pena de sua outra personalidade.

Erguendo-se, o Mink colocaria sua enorme capa preta desbotada e prenderia seu chapéu cônico de palha em suas costas. Conferindo seu saquinho de dinheiro sairia do quarto e tentaria encontrar o recepcionista ou alguém responsável pela pensão para conseguir informações.

- Olá amigo(a)! Pode ser uma pergunta meio estranha, mas você poderia me dizer quanto tempo se passou desde que fiz o check-in? – Perguntaria o Mink de forma amigável e com um leve sorriso no rosto caso conseguisse achar alguém. – Oh, tudo isso? Nossa como o tempo passa rápido hein! Haha! – Ainda completaria se tivesse a resposta prevista – Então, eu estou com uma fome terrível, será que poderia me dizer onde posso comer um belo bife acompanhado por uma cerveja bem espumante?

E ainda seguiria perguntando e conversando sempre com aquele leve sorriso no rosto e uma voz grave mas também encantadora, capaz de inspirar confiança.

- E por quanto que sai duas porções de carne e uma cerveja? Ah! Se for só isso é claro que eu vou pedir haha! (Se o preço for razoável, caso contrário vai tentar achar outro lugar para comer) E sabe me dizer o que tem acontecido nesses últimos dias em que estive “fora do ar”?  Não me diga!!! Nossa acho que seria ideal eu visitar uma loja de armas para poder me proteger nesses tempos difíceis não é mesmo? E seria bom também conseguir um mapa da ilha para não ficar que nem uma barata tonta por aí... sabe me dizer onde posso arranjar um? Ah e como faço para chegar nessas lojas? Nossa, muito obrigado, não sei o que eu faria sem sua ajuda...

Caso lhe dissessem para ir para outro lugar ele iria pedir por direções e tentaria chegar no local, fazendo as mesmas perguntas ao chegar lá.

Se conseguir comprar uma refeição o Mink com aparência de Tigre se sentaria de costas para a parede, olhando em direção a porta, prestando atenção nas pessoas (se houverem) ao seu redor, escutando às possíveis conversas, tentando “pescar” qualquer coisa que assunto que pudesse ser do seu interesse. Após a refeição iria em direção a loja de mapas, isso é, caso tivesse obtido a localização desta. Caso contrário iria para a loja de armas. Na situação de não conseguir nenhuma localização, iria procurar uma pessoa com rosto amigável, provavelmente algum garçom, dono de lojas, ou autoridade local para se informar, e iniciaria uma nova rodada de conversa mole para conseguir chegar aos lugares desejados.

No momento em que saísse da pensão o Tigre iria colocar seu chapéu em sua cabeça cobrindo assim sua aparência. Apesar de estar em um local de Minks, tal ato é um costume obtido depois de ter passado por várias situações difíceis devido a sua aparência. Observando sempre seus arredores o jovem não mais pensaria em quão incrível Vovô Geen é, ao ponto de conhecer até mesmo a localização deste “lar” dos Minks em Las Camp e não ter tido problemas durante sua estadia ali. Agora era hora dele iniciar a sua própria jornada sozinho, bom, nem tão sozinho assim.


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Última edição por Ragnar, O Primeiro em Seg 13 Mar 2017, 21:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySab 11 Mar 2017, 17:12


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


Nyan??? Bisturi?- buscava o jovem se fazer de desentendido naquele momento e buscando já algo para mudar de assunto. – OHH, vocês tem bastante material coletado já. – diria Royce pegando os relatórios e já os abrindo na frente do camaleão, tudo para deixar suas mãos ocupadas.

Essa era a intenção, parecer despreocupado e ocasional, mas logo no inicio da lista seus olhos travaram encarando o primeiro nome. Suas mãos se fechariam amassando um pouco o relatório antes de entregar o mesmo para o humano ao seu lado.

– Esse vai ser o primeiro a morrer. – diria deixando que sua voz soasse com toda a raiva que sentia e sem mesmo esperar pelo ruivo sairia daquele lugar. Seus pés levá-lo-iam rapidamente, pois assim era sua intenção.

Ao chegar à rua procuraria pelo sireno, o polvo que seria seu futuro navegador. Já mais calmamente Royce partiria na direção do amigo, respirando fundo para recuperar algo de seu auto-controle. Respiraria fundo, mas o sorriso costumeiro não retornaria ainda ao seu rosto.

– Scar! - disse com raiva enquanto caminhava. Olharia nesse momento para trás, procurando o ruivo em quem tinha decidido acreditar. – Sou Royce Khajit. – Se apresentou e aguardaria enquanto o humano fizesse o mesmo. [/color]

Ao alcançar o polvo Royce pararia encarando o humano.

– Vamos matar os piratas, e pegar o seu navio e todo o que tiver e que pudermos levar. E você-gara vai ter que ser visto matando eles, deixar algo que incrimine você-gara. Se me virem matando vão culpar os Minks. Não ligo para a maioria que tem aqui, mas não somos animais, mas mesmo assim a maioria se esconde como se fosse um. Vou tentar invadir a marinha e ver o que consigo para incriminar os marinheiros também. Caso tudo se torne muito complicado, só mataremos os piratas, soltaremos os minks e tritões que estiverem por lá e pegamos o que pudermos. Polvo –gara. – virar-se-ia para o sireno e continuaria. – O camaleão nos entregou um relatório. – diria indicando a folha. – Parecem ser muitos-gara. Seria bom considerar encontrar alguém para nos ajudar. Grande e forte deve servir. – nada mais obvio claramente.

Royce esperaria para que o polvo pudesse ler o relatório, mas após alguns instantes começaria a caminha lentamente em qualquer direção.

– Sabe onde tem uma loja de armas? – parecia um lugar bom quanto qualquer outro para começar. Encontrar algum “aventureiro” que estivesse em busca de armas. Afinal se alguém busca uma arma também busca uma situação para usa-la, ou não?

Seguiria para o local se este lhe fosse indicado pelo seu navegador, ou então para qualquer lugar até encontrar uma loja na qual iria esperar em frente do outro lado da rua para ver se algum possível candidato apareceria.

– Que horas são será? Não da pra saber aqui em baixo. – resmungaria o gatuno. Seu humor ainda não havia melhorado. Esticaria uma das mãos para pegar o relatório e terminaria sua leitura do mesmo. – É um bando bem grande. – comentaria sem qualquer razão. O gato havia acostumado a falar para raciocinar.

Olharia para o tritão, com uma curiosidade em mente. Era difícil para ele se manter focado durante muito tempo em algo tão tedioso quanto aguardar e assim rapidamente começava a pensar em assuntos diversos que vinham a sua mente.

– Você veio da onde cara? – Royce perguntaria devido a resposta que o mesmo havia dado no bar. De não gostar de viver naquelas condições, sendo assim dificilmente ele teria nascido ali, devia ser de fora e estar viajando assim como Royce pensava em fazer. [/color]




”objetivos”:
 

Histórico:
 

OFF: deixei o dialogo final com o polvo para dar uma chance de ficar sabendo da Grand Line, da ilha dos tritões e coisas assim, tanto pra impulsionar o personagem a querer isso, quanto pra poder inserir uma história do sireno estar querendo ir de volta pra GL e assim ter um motivo mais real para ficarmos juntos.

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptySab 11 Mar 2017, 19:03

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Instantes após, às horas não se sabiam ao certo, porém uma coisa era certa todos estavam começando a se entenderem, de forma estanha, mas era um grupo estranho dessa forma fazendo jus.

Simo, arrumando suas vestes já entregues, após nem pensou muito e já foi logo pegando o dossiê que lhe era oferecido. Informar-se era necessário, pois estava se jogando de “cabeça” em toda aquela situação. Leria à dossiê, repassada por Royce e pensaria “É um grupo grande, afinal de contas devo levar a sério, não é como os palermas que tenho enfrentado, o trabalho parece ser maior! “ Exclamaria mentalmente.

_Esse vai ser o primeiro a morrer. Diria Royce.

~ Que assim seja. ~Daria uma pausa e retomaria.~ Bom garoto, embora seja irritante você parece chamar aventura, as coisas parecem ter ficado interessantes desde que iniciei minha procura por sua raça e pelo visto o destino me levou até você. Não me decepcione, prove que tomei a decisão correta! Exclamaria.

Após, este seguiria Royce em sua caminhada mesmo sem saber para onde estariam a ir. A caminho este ouviria tais palavras da boca do garoto. _Sou Royce Khajit.

~ Simo Beckman, aquele que irá obter fama, riqueza e luxuria.Respondia Simo de imediato.

No instante que ambos alcançassem o polvo, Simo pararia ao instante que Royce fizesse o mesmo assim também, ao encarar-lhe e ouvindo suas palavras atentamente.

_Vamos matar os piratas, e pegar o seu navio e todo o que tiver e que pudermos levar. E você-gara vai ter que ser visto matando eles, deixar algo que incrimine você-gara. Se me virem matando vão culpar os Minks. Não ligo para a maioria que tem aqui, mas não somos animais, mas mesmo assim a maioria se esconde como se fosse um. Vou tentar invadir a marinha e ver o que consigo para incriminar os marinheiros também. Caso tudo se torne muito complicado, só mataremos os piratas, soltaremos os minks e tritões que estiverem por lá e pegamos o que pudermos. Polvo –gara.

Simo ficaria receoso de início, pois estaria a colocar seu passado novamente à tona, aquela vida de mortes a tempos não lhe pertencia. Indagaria se era aquilo que desejava por instantes, porém sua decisão já estava tomada.

~ Certo faremos assim... Desde que eu fique com a fama não me importo, caso sejamos bem-sucedidos nisso tudo o seguirei, com isso você se mostrará digno, Garoto! Diria Simo, dando ênfase ao garoto com uma risada.

Após tais ações, Simo somente prestaria atenção as demais atitudes e falas realizadas pelo jovem Royce, seguindo-as até que veja motivos para agir de maneira contraditória. Este ficaria ao aguardo de iniciativas de seu possível “Capitão”, visando averiguar até onde as capacidades de liderança e tomadas de atitudes do garoto se estendiam.

Sabia Simo que se tratava de um jovem com pouco tempo vivido em relação a este. Estaria ali para guiar o garoto aonde é que fosse, bastaria provar para Simo que era digno de tal. O trabalho de um escultor a esculpir uma rocha sem bela e sem forma, seria a função que este acabaria obtendo caso o garoto provasse ser “digno”.

Dessa forma Simo esperaria por uma possível “ordem”, vinda do garoto para tomar suas ações em prol de sua fama e o auxílio no seu “crescimento” e o do garoto.




Observações (Leia)!:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 5 EmptyTer 14 Mar 2017, 12:14

Tigor T Tigre

Após dias de meditação, o paciente e calmo tigre Raksha Ragnarson finalmente despertou. Provavelmente não havia encontrado o Nirvana mas, estava claramente agradecido pelos seus dias de meditação e busca espiritual. Após um pensamento sereno o jovem mink abriu os seus olhos e notou que não estava exatamente onde deveria entra.

O local era escuro, um pouco úmido por sinal, cheirava a lixo e era apertado para o seu tamanho avantajado. Rapidamente, sua outra metade pois-se a discursar em sua cabeça, sobre dinheiro e poder! Mas o centrado Rak (pode ser pra facilitar?) respondia de forma suave e parecia ser de costume, fora rebatido pelo seu “irmão”. A situação entre aqueles dois beirava em um equilíbrio estável, onde ambos respeitavam as opiniões e seus estilos de vida, apesar de Rak querer o bem para a as outra metade.

O mink ainda parecia estar bem relaxado com a situação e levantou-se do local e ajeitou sua capa com um pouco de dificuldade e caminhou em linha reta, único caminho, até encontrar um senhor que logo o julgou como o responsável daquela pensão em que ele estava. Pois então a dialogar com o idoso magro, careca, vestido com trapos, coberto de sujeiras e um cheiro devidamente escroto que incomodaria e muito o olfato aguçado do tigre que babava com as salivas de ânsia... - Olá amigo! Pode ser uma pergunta meio estranha, mas você poderia me dizer quanto tempo se passou desde que fiz o check-in?.. Perguntaria o tigure com um sorriso amistoso cheio de dentes... – Então, eu estou com uma fome terrível, será que poderia me dizer onde posso comer um belo bife acompanhado por uma cerveja bem espumante?

Sem entender o que aquele gigante de três metros perguntava, o velho moribundo apontou-lhe uma direção e descreveu o local com uma voz tremula e apavorada... – Ppor ali ó! Se-segue até o final do beco e vira a suas direitas ó! De-depoiz, é só tu ir seguir re-reto e já vai ta-ta lá ó!!! É um prédião grandalhão brancu co-com uma gaivotis azur ó! Se-sempre servis uns pratão de co-comida pra gente de grátis lá ó!

Feliz da vida o brutamontes saiu do local de onde ele estava e deu de cara com a rua principal de Las Camp, confiante caminhou na direção indicada pelo morador de rua. Apesar de seu corpo e rosto estarem cobertos, seu tamanho um tanto quanto avantajado chamava a atenção de muito moradores, principalmente mulheres e crianças.

Caso o tigre decidir-se explorar o ambiente de forma visual, notaria que as ruas estavam repletas de humanos, sem nenhum mink ou qualquer coisa parecida. As edificações eram belas, possuíam alguns comércios de utilidades  caseiras ao redor e um pouco mais a frente um belo e majestoso edifício de cor branca, no topo uma gaivota azul gigante. Andou mais alguns metros e já pode visualizar, com certa dificuldade, os trabalhadores do local. Conseguiu ver dois deles parados ao lado do portão, trajando uma camisa branca e calças azul e um homem com uma espécie de blazer preto aberto nas costas, barba por fazer, camisa desabotoada deixando se tórax exposto e um tapa olho, dava a impressão eu estava fumando já que estava rodeado por fumaça saia da por portão. Ele caminharia calmamente na direção do mink como um olhar sério.

Já era quase meio dia, o sol rachava de calor naquele momento, não era possível sentir nenhuma brisa e os moradores como de costume vestiam roupas leves e curtas.

Enquanto isso, na mini cidade situada abaixo de Las Camp...


Royce ficou claramente afetado ao abrir o dossiê e dar de cara com o primeiro membro descrito. Sua fúria com aquele indivíduo era latente já que o mesmo seria um Mink e sem dar tempo para o seu cérebro processar ele entrega as papeladas a Simo prevendo o futuro do membro da Pointy...

– Esse vai ser o primeiro a morrer... e em resposta, seu novo companheiro atestou o veredito... - Que assim seja.

Simo conversou um pouco com Royce dizendo ao mink o quanto estava grato por ter chamado o pistoleiro para aquela aventura e ao mesmo tempo expressou o quanto esperava daquela união.

Sem dizer nada ao ruivo,  talvez devido a fúria que sentia naquele momento, o mink apenas saia da masmorras junto com Simo que o seguia calado observando apenas as atitudes do jovem mink claramente possuído pela ira!

Fora das masmorras, a dupla se encontrava nas ruas da mini cidade dos minks, Royce assim que botou os pés nas ruas foi a procura do seu amigo polvo que estaria mais a frente do outro lado da rua prestes a abrir uma garrafa de vinho ou coisa parecida, quando fora surpreendido pela voz de Royce... – Raton!!


Uma situação engraçada ocorreu naquele momento, pois devido ao susto o polvo deixou a garrafa de vinho ou coisa parecida cair no chão, uma lágrima de tristeza caia de seus olhos enquanto Royce e Simo se apresentavam de forma amistosa. Naquele momento o polvo sentiu uma enorme tristeza e solidão em seu coração enquanto pensou... “ Com certeza  aquele humano deixou Ry-chan com raiva e acima de tudo me fez quebrar aquela bela garrada contendo aquele vinho ou coisa parecida que agora não está mais entre nós”...

Quando  terminou de atravessar a rua, o gatuno pois as suas ordens em prática. Um pouco receoso devido ao seu passado, Simo escutou as ordens do mink e aceitou! Afinal a fama era o que importava para ele e assim discursou para o jovem Royce.., - Certo faremos assim... Desde que eu fique com a fama não me importo, caso sejamos bem-sucedidos nisso tudo o seguirei, com isso você se mostrará digno, Garoto!

Palavras que mostrava que aquele união seria mais duradoura do que aquela  difícil empreitada que estariam a enfrentar. O gatuno também tinha tarefas ao tritão que rapidamente saiu de sua melancolia e começou a ler todo o dossiê e respondeu rapidamente ao mink... – Fique despreocupado Roy-chan, memorizei as informações dessa papelada (entregava novamente o documento ao mink) irei encontrar alguém que coincida com as características  mas já lhe aviso Roy-chan, com essas características não há ninguém aqui então irei procurar algo lá em cima!.... O tritão olharia com um olhar de desprezo para Simo e voltaria a conversar com o gatuno..

- Com certeza irei encontrar algo melhor do que o senhor-chan ai!  Com relação a loja de armas há duas na rua de trás.

Após alguns minutos de caminhada, finalmente o trio chega a rua indicada pelo polvo, Royce ainda puto devido com a situação não parava de reclamar sobre o tempo e até mesmo com o tamanho do bando dos piratas. Mas como o jovem gatuno ainda era inexperiente nesse meio, deveria saber que sequestrar e traficar seres vivos não era uma tarefa para dois ou três! É claro que existem amadores que fazem isso e sempre são pegou ou morrem.

Tentando recuperar o humor rotineiro, o mink pergunta ao polvo de onde ele vinha? Afinal deveria ser um local completamente diferente do que ele já viu, possivelmente no fundo do mar... a imaginação do gatuno iria a mil a espera da sua resposta e com um sorriso sincero o gentil o polvo respondeu...

- Da minha mãe horas, que pergunta mais boba Roy-chan! Agora eu irei a procura do grandalhão que o senhor me pediu e assim que eu encontrar o candidato onde devo encontra-lo?

Esperaria a resposta e na sequência o polvo iria em busca do seu objetivo. Os dois aliados estariam parados na frente de duas lojas de armas os nomes seriam: Olhe, entre e atire! ... e...Old Scholl.


E Simo apenas aguardaria a atitude do garoto enquanto seu cigarro chegava ao fim...


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