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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Terceiro Ato: The Swordless Knights

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Axell
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MensagemAssunto: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptySeg 26 Dez 2016, 20:53

Relembrando a primeira mensagem :

Terceiro Ato: The Swordless Knights


Aqui ocorrerá a aventura do pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.

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Caju
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptySab 18 Mar 2017, 05:08




Master ryourinin Loguetown X Cuidado pra onde olha X Mímico em perigo



Jacob


Um desrespeito à arte, um desrespeito à profissão que ele exercia. Era o que Jacob estava sentindo ao ver aquele “show” de rua e vendo os transeuntes o aplaudirem, isso o enraiveceu, essa falta de consideração para cada ingrediente que compunha um prato. Um ódio então surgiu do seu interior, uma forte ira que o fez confrontar aquele aparente cozinheiro, o xingando de tudo que era possível xingar, o que deixou várias pessoas na volta muito assustadas, e todos em um raio próximo dali pararam suas atividades por algum segundo para ver a tormenta que se armava. Porém percebeu que a sua postura não havia sido a correta naquela situação, então continuou, de forma menos agressiva, porém com uma tremenda vontade de cair na porrada com ele.

Após a proposta de Jacob algumas pessoas, muito próximas se interessaram pelo possível desafio culinário que ali ocorreria, mas o “fedelho” se aproveitou de forma exemplar, desta aproximação do seu desafiante, respondendo em voz alta:


- HA! Pois bem, meu caro, aceitarei seu desafio. Já era hora de trazer algum show relevante para meu público e te massacrar vai ser o banquete perfeito HA HA HA HA! - Um tom prepotente envolvia aquelas palavras proferidas não por um cozinheiro, mas sim por um ótimo comerciante. O homem sabia vender seu produto, o que se provava pelo tanto de pessoas que se aproximaram para assistir, e essas foram chamando mais até que uma grande multidão se formou e assim que o homem apontou uma faca para Jacob, um silêncio repentino se propagou para que ele fosse ouvido.

- Meu nome é Rafael Vicenzo. Pode se aproximar signore- Falava gesticulando para a bancada a qual estava fazendo sua apresentação anteriormente. - Tenho de tudo um pouco aqui, o prato que quiser fazer, poderá. Separarei de antemão seus legumes dos meus em partes diferentes, para não haver sabotagens, poderá conferir os seus antes de começarmos, se assim preferir. Teremos quarenta e cinco minuti para terminar o prato e deixá-lo apresentável. Para a avaliação, podemos… Chamar algum outro cozinheiro que esteja presente aqui, o que não será difícil de achar. O que acha? Estamos fechados, signore? - Perguntava o homem, por último, com um sorriso malicioso de quem já cantava vitória antes de a luta começar.



Buzz


Um chorinho que estava estragando absolutamente tudo, desde o andamento do roubo até a mente do ladrão, que ponderou sobre ter um “desses”, referindo-se ao bebê, claramente, porém foi logo rebatido pela voz habitual, seguido de uma ideia de que este bebê seria feito com Umika, o que corou e desconcentrou Bee mais do que ele poderia suportar, mas a situação não o deixava mais ficar pensando nesses detalhes, ele precisava era dar um jeito naquilo. E fez, da melhor forma que conseguiu. Se escondeu no canto escuro do quarto para não ser descoberto pela pessoa que estava indo atender ao choro da criança. Era uma mulher, aparentava seus quarenta anos e estava, por sorte, focada no bebê, e nem chegou a virar para a direção que estava Buzz. Alguns passos foram ouvidos e após isso o burburinho voltava no andar de baixo.

Saindo aliviado daquela perigosa enrascada que o pequenino havia lhe causado, ele volta a vasculhar os quartos do andar de cima, apenas dois haviam sobrado. Aquele que estava do lado oposto ao do bebê estava trancado, e pela fechadura não se via nada de especial, apenas um criado mudo. Seguindo cautelosamente para o outro cômodo, Bee via o que aparentemente era o quarto principal da casa. O quarto do casal, possivelmente pais da criança do quarto anterior. Neste havia uma penteadeira, uma cama grande de casal, dois criados mudos e uma porta entreaberta que dava para o closet que continha uma interessante coleção de roupas. Quando o ladrão vasculha mais do closet, encontra um uniforme de marinheiro e aquilo o faz imaginar que estava roubando nada mais nada menos do que a casa de um. A sensação disso é provavelmente indescritível. Mas isso foi logo deixado de lado para o que tinha em uma caixa, logo perto das roupas de marinheiro. Seu conteúdo era o tão esperado dinheiro em espécie. Não havendo tempo de contar, Bee apenas enfiou tudo na fronha sem pestanejar e seguiu vasculhando, porém não achou nada mais relevante para levar.

Mais uma vez cauteloso, e agora com atenção dobrada por causa do marinheiro, ele observa o movimento, que estava tranquilo e desce as escadas. A conversa na sala principal prossegue normalmente com assuntos difíceis de decifrar à essa distância. Já no andar de baixo uma pequena busca por algum objeto, porém nada de muito valor foi encontrado nas zonas seguras para se transitar. E então quando ele começa a se dirigir para fora do recinto, ignorando o troféu visto antes de entrar nele, uma voz, diferente da comum, surge para envolvê-lo em uma vontade incontrolável de surrupiar aquele prêmio, e o fez, assim como a voz disse, abriu a portinha da estante, cheia também de várias fotos de um marinheiro lutando contra outros com um tipo de roupagem específica, além de algumas fotos em família.

Sua fuga agora era praticamente certa, iria tudo acabar naquele instante em que saísse pela porta, mas o universo realmente não perdoa. Logo que encostou na maçaneta para abrir a porta, a voz alta e imponente de um homem o paralisou ali mesmo. Virando, percebe que era um grandalhão, com cerca de uns 45 anos, porém forte, muito forte.

- EI SEU ARRUACEIRO FILHO DA MÃE! O QUE TA FAZENDO COM MEU TROFÉU, HEIN? AH MAS EU VOU QUEBRAR ESSA SUA MÁSCARA JUNTO COM A CARA, SEU DESGRAÇADO! - O homem estava vermelho de enfurecido e vinha correndo rápido na direção de Buzz, que por reação, abriu a porta e pulou para fora da casa o mais rápido que conseguiu. A mulher que viu antes no andar de cima e uma senhora de idade saíram da sala da frente para ver o que estava acontecendo, o que distraiu o brutamontes por alguns segundos e deu tempo suficiente para o ladrão escapar correndo daquele local. Mas o marinheiro não desistiu, perseguiu-o por mais alguns metros e sacou um revólver, disparando contra o ladrão três vezes, uma delas acertou o chão. Na segunda atingiu de raspão o lado esquerdo da cabeça de Bee, o que o fez sangrar um pouco por ali e danificar a máscara,, mas não diminuiu seu passo. E por último, acertou, também de raspão, a fronha de coisas roubadas da casa, entretanto o desespero na fuga era tão grande que nem sequer notava o que havia se perdido pelo caminho, e quando percebeu, já havia despistado seu perseguidor, entrando e saindo por alguns becos.

A pergunta agora era se esse dia já havia acabado.  


Ryu


A chegada ao Red’s pub foi marcada por uma nostalgia de Tetsuya sobre seu pai, falando algumas asneiras sobre bares e suas confusões. Essa nostalgia desencadeada pelo estado da fachada do estabelecimento, que estava destruído. Em reforma, porém.

Adentrando o lugar, como já era bem fim de tarde, estava enchendo aos poucos, e vários bebuns se socando em alguns cantos, em outros uns tipos bem misteriosos, em outros apenas civis normais, rindo em um happy hour depois do suado trabalho. Ao chegar no balcão, Ryu pediu uma bebida sem àlcool para si e questionou Li Wan sobre se iria querer algo, esta respondeu hesitantemente e com gaguejos que iria querer apenas água.

Ao ouvir esse pedido, a mulher que os atendeu começou a rir de forma bem exagerada, deixando Li Wan um pouco constrangida, e acordando uma jovem que estava cochilando no balcão.

- Vocês vêm pra um bar e realmente não vão querer nada com àlcool? HOHOOHOHOOHOO! É cada coisa que eu tenho que ver, viu? Mas ok então, garoto... - Pausou para se repousar sobre o balcão, acentuando seus seios em um vestido vermelho com um decote deveras generoso e seu cabelo que apenas realçava a beleza dos seus… Atributos femininos. - ...Gostei de você, percebo que não é daqui, não tem aquela coisa da cidade… Que veio fazer aqui, hã? - Terminava, enquanto servia a água para a mink, que apenas recebia com um olhar um pouco envergonhado, observando de canto de olho os seios da balconista. E preparava uma pequena taça de uma bebida que tinha uma aparência não muito “desprovida de àlcool”, tinha uma cor azul-claro e cheirava realmente doce, apesar disso.
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptyDom 19 Mar 2017, 14:53

Cozinhando para o inimigo

Desafio, o que é um COZINHEIRO




Hum...

Vincenzo possuia dois grandes defeitos que poderia ser visto logo de cara, um é que ele era um verdadeiro megalomaniaco, o outro, bem, é que ele era tudo menos um cozinheiro e se tinha uma cisa que me fazia querer ainda mais acabar com aquele imbecíl era isso, mas aprendi duas coisas com Obeha, uma é que falsos cozinheiros derrotamos na cozinha e que homens imbecis derrotamos primeiro a sua moral e se ele queria utilizar os melhores dos melhores para si, bem, era a hora de mostrar para ele que um bom cozinheiro não precisava de muito e sim apenas de seus conhecimentos:

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Vicenzo, você parece que ainda não compreendeu não é mesmo? Tudo bem, vamos ver se você entende do “Groove”, vamos fazer melhor, escolha o que precisa, usarei apenas as suas sobras e no final , você mesmo irá provar a “ boia” e você mesmo entregará uma de suas facas para mim. Vamos começar “Vini”.

Nunca fui um grande “Show Man “ mas sempre fui um profissional e se ele queria um pouco de ação teria da melhor forma possível, com a utilizaçãode suas habilidades, a parte de cima do terno era retirada por mim lentamente, as mangas da camisa social foram arregaçadas, o cabelo colocado para trás e com um olhar vemente falei para aquele “fedelho” que nada mais fazia a não ser provocar e “ inflar “ seu próprio égo :


Trinta minutos, esse é o tempo que tem, vinte e cinco o que eu tenho, sua vantagem o tempo, a minha saber que usarei os produtos que não estão sabotados, nossa igualdade, não existe, a cozinha é uma guerra e vamos mostrar isso agora nesse seu “ show “.


Eu estava pronto, os primeiros movimentos começariam a medida que os primeiros restos, agora não se tinha escolha, era um batalha e em uma batalha alguém iria sair ferido, os primeiros movimentos eram esperados para que com isso pudessemos continuar com a competição afinal fui claro, as sobres dele seriam as minhas materias primas.








bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptySeg 20 Mar 2017, 00:03

Atire para matar

Escondido nas sombras, fiquei esperando pelo melhor. Sem confiança em minha sorte ou em minhas habilidades furtivas, só pude me prender à um fio de fé fraca, de que alguma força no universo poderia me ajudar naquele momento. Vi uma mulher adentrar o quarto e ir até o bebê. Se eu não estivesse em uma situação crítica, teria achado tudo aquilo uma bela cena de amor maternal. Era a primeira vez que eu via uma demonstração de afeto de uma mãe para com seu filho, e sequer pude aproveitar a experiência. Gosto de gravar os sentimentos e pensamentos que tenho quando faço algo novo, mas tudo que senti ali não pode ser levado em conta. Meu coração acelerado seria por conta da cena ou do que ocorreria caso me achassem? E essa dor em meu peito? E o gosto amargo em minha boca? Eram muitas sensações que poderiam vir de outras situações, e por isso eram irrelevantes. Mas os pensamentos não. Tenho certeza de que foram sobre a mãe e sua criança, até porque não ouve dualidade sobre o que pensei. * Algo assim já aconteceu sequer uma vez comigo? * Não houve retruco da outra voz, o que achei um pouco estranho. Geralmente é nesses momentos que ele fazia alguma piada ruim ou me chamava de mole, mas nada disso aconteceu. Isso não quer dizer, porém, que tudo ficou silencioso em minha mente. Ao fim do pensamento, consegui perceber que havia o som da risada de uma criança ao longe. Qualquer um poderia ter pensado que a risada tivesse vindo de algum lugar na casa, mas eu sabia que não. Além de não ter uma excelente audição, algo dentro de mim sabia que aquilo tinha sido em minha cabeça. Mas naquela situação, aquilo era o menor dos meus problemas.

Felizmente, a mulher não me notou ali e logo que terminou de cuidar do bebê, voltou para o andar de baixo. E eu, é claro, resolvi aproveitar para sair do meu esconderijo e continuar o que já havia começado. Enquanto vasculhava um dos quartos, descobri que havia feito uma burrada. Ao ver o uniforme da marinha, senti que não iria conseguir sair dali de maneira calma. Mas o que mais me intrigou foi o fato de não ter visto nenhum indício de que a casa pertencia à um marinheiro antes disto. Achava que as casas dos marines eram cheias de quadros deles pisando em piratas e recebendo medalhas, mas essa era uma casa comum. * Parece que você aprende uma coisa nova todo dia mesmo... * Após pegar uma quantia de berries no quarto e constatar que não havia mais nada, desci para o térreo e fui atrás do troféu. Pior decisão de todas. Quando já estava saindo da casa com o troféu, fui descoberto por um velho que parecia ser bem forte. Como qualquer pessoa normal faria em uma situação dessas, sai correndo com tudo que tinha afim de me salvar. Acho que em nenhum momento passou pela minha cabeça que ele seria um atirador. Eu tinha uma imagem diferente de quem usava esse estilo de combate: Menos forte e mais medroso. Com certeza, hoje era o dia de revogar muitos preconceitos meus.

Ouvi três disparos ao todo antes de despistar aquele cara. Levando em consideração que eu apenas sentia uma leve queimação no lado esquerdo da minha cabeça, constatei que ele havia errado praticamente todos os tiros e eu não estava em perigo. Respiraria fundo e retiraria minha máscara. Olharia ela por um tempo, em buscas de danos. Caso houvesse, guardaria uma nota mental para procurar alguém que pudesse consertá-la e poria ela em minha bolsa. Mas se não, apenas a guardaria com carinho em minha mochila. Ao fim disso, poria a fronha em minha frente e começaria a tirar os objetos de dentro e por em minha bolsa até só sobrar o dinheiro. Quanto a esse, retiraria por último e o contaria com cuidado, para assim saber quanto eu já tinha em espécie. Por fim, também o guardaria e passaria minha atenção para o troféu. - Você me deu um trabalhão desnecessário. Tomara que valha a pena. - Diria em voz baixa, apenas para que eu escutasse. * Sicuramente * Outra vez a voz parecia ter surgido com um tom estranho. * O que você disse? * * Se está falando comigo, não é hora para isso. * E realmente não era. Subitamente, a lembrança da promessa que fiz a Umika surgiu em minha mente, me alertando para o possível atraso de minha parte. Rapidamente rasgaria uma tira longa e não muito larga da fronha e amarraria em minha cabeça, cobrindo o corte que havia sido feito pelo tiro do marinheiro. Olharia a hora no relógio pendurado em meu pescoço e logo em seguida começaria a olhar em volta. * Estou atrasado, estou atrasado! Preciso achar alguém que me indique o caminho o mais rápido possível. *

Esse é o problema de viajar para outras ilhas: Se você anda por uns dois minutos e vira umas duas ruas, já precisa que alguém te diga as direções. Por sorte, nosso ponto de encontro era um bar bem frequentado, então não deveria ser muito difícil conseguir informações sobre sua localização. Procuraria por alguém de idade ou que aparentasse frequentar bares, para assim ter mais chances de conseguir o que eu queria. Caso achasse, me dirigiria até ela e diria. - Por favor, poderia me dizer como chego ao Red's Pub? - Tentaria passar uma impressão de urgência, para tentar convencer a pessoa de que aquilo era muito importante para mim. De certa forma, isso não estava errado. Continuaria fazendo isso até ter uma resposta e assim partiria, seguindo o caminho indicado pela pessoa. Quando lá chegasse, adentraria o recinto e olharia em volta, vasculhando com os olhos todo o local em busca da garota. Caso eu não a visse, procuraria a ruiva e perguntaria. - Guin, a jovem que veio ontem comigo, ela está aqui? - Caso a resposta fosse positiva, completaria. - Me leve até ela, por favor. - Tinha pressa. Queria logo saber se ela estava bem e assim me acalmar um pouco mais. Se Guin não tivesse visto a garota, sairia do bar às pressas, indo em direção à hospedaria da avó dela e procurando-a por lá. Caso ela também não estivesse por lá, vasculharia a rua da loja de roupas e seus arredores em busca dela ou de algo suspeito que pudesse me dar uma luz. Mas no caso de ter visto a menina no bar, iria ao seu encontro e, depois de por o troféu no chão e por meu pé direito sobre ele, a abraçaria por alguns segundos, até não conseguir aguentar mais a vergonha e soltá-la. Ainda envergonhado, passaria a mão pela parte de trás da cabeça e diria. - L-lá na loja... Você fez um bom trabalho. Isso aqui... - Começaria a tirar a saia e a blusa que havia roubado para ela de dentro da mochila e as entregaria para a jovem. Olharia para ela enquanto fazia isso, para guardar bem sua reação em mente. É nessas horas que meu hobbie de observar as pessoas pode ser feito sem nenhum problema.

Agora que já estava em território aliado, faria o que faltava para concluir as missões do dia: Me informar sobre onde poderia trocar os itens por dinheiro e procurar alguém para se juntar ao meu bando. - Procurar tripulantes em um bar... Vou me arrepender disso cedo ou tarde. - Primeiro falaria com a ruiva, em busca de um local para trocar os objetos por capital. Falaria. - Guin, sabe onde posso trocar alguns itens por dinheiro? - Se ela soubesse, ouviria atentamente as instruções e guardaria na mente, agradecendo a informação logo em seguida. Se ela mesma se oferecesse para comprar os itens de mim, daria um leve sorriso e responderia de maneira dócil. - Acho melhor não. Essas coisas foram roubadas da casa de um marinheiro, e se alguém souber que estão aqui, podem achar que você tem algo a ver com isso, e eu não quero que você corra riscos desnecessários. É mais seguro vender para alguém que eu não vá me importar se virar alvo da marinha. - Depois de falar com a dama, olharia em volta de maneira analítica. Procurava algumas pessoas que se sobressaíssem sobre as outras. Excentricidade sempre foi uma das minhas qualidades favoritas nas pessoas. Tentaria achar pessoas que tivessem um bom porte físico e aparentassem não estarem muito bêbadas, mas evitaria qualquer um qu estivesse com o uniforme da marinha. Também procuraria pessoas de outras raças, como anões, tritões ou minks. Ainda estava chateado de não ter conseguido convencer aquele leopardo, mas estava disposto a tentar de novo. Antes de prosseguir, necessitava saber do que eu estava atrás. Por isso resolvia perguntar para a garota. - Você possui algum conhecimento específico em alguma área? - Esperaria uma resposta enquanto manteria o silêncio e continuaria a busca visual. Caso achasse alguém que correspondesse aos meus gostos, tomaria a mão da jovem e iria em sua direção, começando tudo com um cumprimento. - Olá, eu me chamo... Bee, e esta ao meu lado chama-se Umika. É um prazer conhecê-lo(a), senhor(-ita)... - Daria uma pausa para a pessoa dizer seu nome e continuaria. - Aceitaria(-m) nos acompanhar em uma bebida? É por minha conta. - São raras as pessoas que recusam algo de graça, então esperava assim conseguir algum progresso. Caso a pessoa recusasse, passaria para outro alvo e falaria a mesma coisa. Quando alguém aceitasse, deixaria ele ou ela -ou até ambos, caso fossem um casal - e a jovem que me acompanha fazerem seus pedidos e então requisitaria algum suco para mim. Se eu pedisse algo alcoólico sendo menor de idade, era capaz de Guin me bater dali até o QG.

Quando os pedidos chegassem, tomaria um gole generoso do suco e ponderaria por poucos segundos. Iniciaria fazendo a pergunta que daria rumo a toda a conversa. - O que você acharia de ir para a Grand Line? E que tipo de conhecimentos você tem? - Falaria a frase no plural, no caso de estar falando com mais de uma pessoa. Esperaria uma resposta vinda da ou das pessoas enquanto pensaria em como prosseguir com isso. Esse dia se tornou um divisor de águas para mim. Ainda não tinha percebido a pintura como um todo, mas algum tempo depois eu chegaria à esta conclusão. Era tudo questão de tempo, até que minha vida desse uma nova guinada rumo ao meu sonho de total liberdade.

ao narrador:
 

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptySeg 20 Mar 2017, 18:53




RISE OF THE DRAGON


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O Red Pub’s era sempre sombra de dúvidas um bar diferenciado, não apenas pela atendente com “atributos” exagerados, mas principalmente pela diversidade de pessoas espalhadas pelo recinto. Em um determinado ponto via-se trabalhadores comuns, bebendo e comemorando mais um dia cansativo de trabalho. Em outro, bêbados se socavam apesar do horário relativamente cedo.

Havia também alguns indivíduos misteriosos, os quais Ryu fez questão de passar os olhos muito rapidamente. Embora a moça responsável pelo balcão fosse um tanto quanto intimidadora com a sua surpreendente comissão de frente, o garoto não pôde deixar de rir ao sentir-se confortável em um lugar tão estranho.

Ela riu de maneira vulgar enquanto encostava os seios na tábua chamando ainda mais a atenção do loiro. Tetsu deu uma breve espiada no decote, é claro, mas rapidamente voltou a olhá-la nos olhos, observando que essa não era a sua única qualidade. Apesar de ela ter uma beleza estonteante, o rapaz não estava nem um pouco nervoso.


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- No dia que eu for maior de idade quem sabe eu não volte aqui e chame a senhorita para tomar um drink? – Mantendo um sorriso no canto dos lábios, falaria com suavidade, quase como um galanteador. As palavras podiam até indicar que ele estava xavecando a moça, mas para Ryu elas não passavam de um convite totalmente despretensioso.

- Além do mais, um guerreiro sempre deve está pronto para a batalha. O álcool apenas diminuiria os meus reflexos. – Não restavam dúvidas de que era um virjão. Contrariando a etiqueta, apanharia a taça pela parte de cima, ao invés de segurá-la delicadamente pela haste. Tomaria um pequeno gole apreciando o sabor cuidadosamente.

Se fosse gostoso, beberia aos poucos, fazendo questão de elogiar o drink. – Isso está muito bom. Qual o nome? – Se não gostasse, apenas faria uma cara feia sem o menor receio de ser repreendido afastando a taça sem dizer nada. O silêncio seria mais do que o suficiente para deixar claro a sua reprovação.

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- A senhorita tem bons olhos. Estou em busca de mais um ou dois tripulantes para ir para a Grand Line comigo, mas se eu dissesse que essa é a única razão de eu ter vindo até aqui estaria mentindo. Me falaram muito bem a respeito desse bar, inclusive sobre a dona ter personalidade forte.  Também me falaram que ela era... – Desenharia no ar com as mãos a forma como tinham lhe indicado anteriormente no mercado, sem imaginar em nenhum momento que poderia está sendo rude com a balconista.

- Embora eu não tenha entendido o que isso signifique. Ela me pareceu ser uma pessoa interessante, e por mais que isso possa parecer estranho, eu gosto de gente assim. Meu nome é Ryu por sinal, e essa daqui é minha amiga Li Wan. – Depois de muito falar, enfim se apresentaria da maneira correta enquanto apontava com o polegar para a mink. Ryu esperava que a moça fizesse o mesmo, sem revelar que tinha mais um outro objetivo ali no bar: obter ao menos um pouco de informações sobre a sua família biológica.

Histórico de Pedrão:
 


Histórico de Afro:
 




Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptySab 25 Mar 2017, 03:23




Prato frio que não é vingança, é Carpaccio X Blueberries e encontros



Jacob


Vicenzo, após a proposta e explicação de Jacob, fazia uma cara de desgosto para com o cozinheiro em sua frente, mas manteve sua postura arrogante e seguiu:


- B-Bom, se não quer confiar em mim, tudo bem, podemos fazer do seu jeito, mas já digo, isso só vai piorar seu lado amico. Mas pra não ficar injusto, direi o que farei agora… FAREI UM CARPACCIO, meu melhor prato, que fique avisado, um Carpaccio de salmão - Com a última palavra dita, de dentro do seu pequeno trailer ele tirava um belo salmão, de tamanho médio, também apanhava dos seus tempêros algumas coisas que pareciam pimentas, um pote com algumas pequeninas e uma grande, mais grossa, todas com uma cor bem vistosa. Terminava com o limão, óleo de oliva e shouyu na bancada. Era notável uma pequena tremura em suas mãos na hora em que apanhou a faca para fazer o corte no peixe, o que demandava bastante destreza para deixar o prato elegante e saboroso.

Com seu avental vestido, faz o corte do filé, com bastante suor no rosto, o sol poente iluminando a bela peça do ser do mar e o suor na cara agora oleosa do cozinheiro que estava na bancada. Depois de fatiar mais ou menos metade do filé em pedaços mais ou menos finos, ele tritura a pimenta para poder salteá-la de forma eficiente em todo o carpaccio, logo após, ele emprata o peixe em uma louça branca plana, arranjando-os da forma mais bonita que conseguia, já que o tempo estava quase se acabando, o corte do peixe realmente demorou mais do que deveria. Jogou o azeite de oliva, o suco do limão e o shouyu em uma quantidade não muito grande nas fatias e salteou a pimenta, que ficara bem triturada depois do processo. Por fim, nos últimos segundos, decorou uma metade do prato com as pequenas pimentinhas que havia pego, e limpando o seu rosto com o avental, ele entrega o prato na bancada e uma salva de palmas é ouvida da multidão, com alguns gritos acompanhando.

- Vejamos se você consegue se sair pelo menos bem, porque me superar você não vai signore - Terminava, ofegante, porém sempre arrogante em sua essência.

Agora era vez de Jacob de fazer o prato com o que havia sobrado do peixe, as pimentas, basicamente os ingredientes que Vicenzo havia usado. Que iguaria nosso cozinheiro fará?


Buzz


A emoção da sua jogada de mestre como ladrão não parava até que se distanciava do marinheiro e conseguia respirar melhor para então se acalmar. Chegou muito perto da morte, a máscara recebeu uma rachadura na lateral esquerda até o olho e também teve um pedaço arrancado pela força do projétil,, teria de mandar consertar posteriormente com alguém bom no ofício. Conferindo brevemente o dinheiro, Bee conta trezentos mil, porém percebe que é menos do que havia pego dentro da casa, e nota um furo na fronha onde colocara o produto do seu roubo. Não sabia quanto havia perdido, mas sabia que havia.

Colocados todos os objetos e berries dentro de sua mochila, rasga um pequeno pedaço da fronha para enfaixar a cabeça, que estava sangrando um pouco pelo tiro. Não perguntaria a ninguém na rua com o sangue escorrendo de sua cara, porém um pouco ainda ficava ali, já que não havia lavado ainda. Seguindo a rua, perguntou para um senhor mais velho que passava por ali, este, sem falar apontou para uma direção em geral, que era na direção contrária da que Buzz ia naquele momento, teria de voltar para a aglomeração da cidade, diferente do quão calmo estava por ali. Fazendo seu caminho até o Red’s Pub acabou se perdendo algumas vezes, achando ruas sem saída, o que o fez demorar mais para chegar ao destino, tanto que quando olhou em seu relógio já eram seis horas e treze minutos, porém mais alguns instantes depois, ele chega, finalmente ao Pub.

Adentrando o local, já com toda as suas luzes funcionando, observa Umika debruçada no balcão, bem perto da entrada, Guin também estava logo atrás do balcão.

- EHHHHHHH!? Q-Que abraço surpresa foi esse h-hein? - Umika ficou bastante avermelhada quando Bee a abraçou por vários segundos, elogiando-a pelo seu ato na loja de roupas.

- Realmente, não quero falar sobre aquela loja nunca mais na minha vida… Mas ignore isso, o que aconteceu, que sangue é esse no seu rosto? Não foi nada grave, né? - Ela falava, enquanto livrava seus membros superiores do abraço para poder verificar a ferida cuidadosamente.

Bee deixou as roupas que roubou para Umika com ela mesmo e foi a falar com Guin para saber onde conseguiria vender o produto do roubo e a ruiva respondeu:

- Bom, pelo menos parou com a cena romântica com a coitadinha aí… Quer vender isso aí é? Olha, a ampulheta eu acho que consegue vender em algum antiquário por aqui, tem alguns pelo centro, onde estão a maioria das lojas. Agora esse troféu será um problema. - Guin então toma a liberdade de pegar o troféu e mostrá-lo a Buzz. Havia um nome entalhado, o ano e a modalidade. “Sargento John Piccori, ano XXX, 1º lugar regional de wrestling” - Se quiser realmente vender isso aqui, vai ter que derreter com alguém de confiança, e então vender o ouro bruto. Não tem outra escolha.- E assim eram definidos novos pontos de interesse na cidade para prosseguir, porém queria companheiros. O dinheiro era importante, sim, mas estava em um lugar “propício” para arranjar alguém que concordaria se aventurar pela Grand Line como um homem livre e acaba por notar os dois indivíduos que se encontravam logo ali no balcão mesmo. Um loiro alto e uma Mink panda, aproveitando que estes estavam logo ali, e queria ver outras raças para seu grupo também, foi de encontro a eles e fez as suas perguntas, esperando boas respostas.


Ryu


Ryu, com certa audácia, aos olhos da ruiva que estava a lhe atendeu, a convidou para um drink assim que ficasse um pouco mais velho, e com uma risada esta responde:

- Bom, se eu não tiver que te arrastar pra fora do bar depois que estiver trocando as pernas e as palavras, por mim, tudo bem hahahaha. - Os atributos desta mulher eram tão “potentes” que foram efetivos ao chamar a atenção de Ryu por alguns instantes, que logo voltou seus olhos ao dela, de novo, sem sequer uma reação de Li Wan.

Mesmo com seu discurso do guerreiro, deu seus goles do drink oferecido pela senhorita avantajada. Era um doce muito saboroso e leve em que nem se notava o álcool que havia nele. Foi tão saboroso que o loiro inocente teve de perguntar o nome da bebida.

- Não nomeei a bebida ainda, e nesse caso não fiz nenhuma mistura, é apenas licor de Blueberry. É bom lembrar do sabor para saber que o que tem aqui será sempre o melhor, viu? - Terminava com uma piscadinha para Ryu, que logo sentiu um impacto na perna. Era Li Wan balançando um pouco as pernas na cadeira alta e “acidentalmente” batendo em sua perna. Após essa cena Ryu enfim conta seus motivos, ou quase todos, de ter ido até o bar. Os companheiros que procura e também a curiosidade pela dona do bar, fez questão de gesticular assim como o feirante havia feito, o que fez a ruiva rir baixinho.

- Hehehe, seguem falando assim de mim, não é desagradável, porém. Bom, eu sou Guin, a proprietária de “personalidade forte”, como disseram a você hahaha. Acabou vindo a um bom lugar para buscar companheiros, normalmente as melhores pessoas se encontram brigando e bebendo em bares, é isso que acredito. Desejo boa sorte pra você e pra sua amiga peluda, Li Wan, certo? - Esta que não expressou reação alguma ao que Guin havia falado.

O drink e a água estavam sendo terminados quando entra no bar um tipo incomum. Rosto ensanguentado, faixa na cabeça, suado, que protagonizou uma cena… Fofa? Talvez não seja bem essa a palavra. Com a garota que estava sentada e debruçada no balcão logo ali perto, chamaram também a atenção de Guin, e pelo tom deste cara, ele era um conhecido da ruiva. Alguns papos rolavam e seu drink se acabava, mas a vida não dá espaço para o tédio. Este mesmo homem, alguns minutos depois de entrar, se dirigiu a Ryu e Li Wan, apresentando-se como Bee e à sua parceira, chamada Umika, os chamando para mais uma bebida. Guin se adiantou do assunto e falou:

- Loirinho, ta aí uma chance! -

Seria esse um possível início de companheirismo?
OFF:
 

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Objetivos:
 


Cores:
 
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptyDom 26 Mar 2017, 20:55




RISE OF THE DRAGON


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– Blueberry... É a primeira vez que experimento algo do tipo. De onde eu vim não tínhamos bebidas tão requintadas ou finas.

Balançou um pouco a taça fazendo com que o líquido sambasse nas beiradas. Ryu retribuiu a piscada com um largo sorriso que ia de uma orelha a outra, satisfeito com a gentileza da mulher.

Se pudesse, passaria a noite inteira conversando com ela, ouvindo histórias e contando as suas próprias que não pareciam tão interessantes assim.

Quando a ruiva contou que o seu nome era Guin, o garoto não ficou nem um pouco admirado. Ela era em parte como as pessoas tinham falado mais cedo, na verdade, era muito mais do que isso. Sua personalidade era forte, a beleza então... Nem se comenta.

Para Tetsu o que mais chamava atenção era o seu charme e carisma que iam muito além do que qualquer um poderia descrever.


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– Nesse caso peço desculpas não pelo o que falei, mas pelo o que irei dizer: as pessoas dessa cidade estão cegas. – Falava com suavidade, passando a mão na testa desmanchando a mexa dourada que pendia para frente. Resumir Guin a tão pouco era o mesmo que insultá-la.

– A senhorita é muito mais do que as pessoas comentam. – Sorriu gentilmente, sentindo-se incapaz de valorar o que achava dela com meras palavras, se é que era possível. Nesse momento, um rapaz o abordava se apresentando. Ryu virou-se para encará-lo observando-o dos pés a cabeça. Parecia um sujeito normal não fosse o pano na testa de Bee.

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– Meu nome é Ryu, e essa daqui é minha amiga Li Wan. – Disse sem floreios enquanto colocava a mão no ombro da mink tentando deixá-la mais confortável e livre. – Não se preocupe com isso eu tenho algum dinheiro. – Rejeitaria a bebida oferecida por Bee permanecendo ainda sentado no pequeno banco colado ao balcão.

– Mais importante do que isso, você chegou na hora certa. – Os olhos do loiro brilhavam de ansiedade na esperança de que aquele rapaz fosse à pessoa que estava procurando, sentindo lá no fundo do seu âmago que aquele encontro não era uma mera casualidade.

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– Eu sinto que nós estávamos destinados a nos encontrar Bee! O que acha de virar o mundo de cabeça para baixo comigo? – Nada de formalidades, tampouco de bom senso. Qualquer pessoa no lugar de Bee imaginaria que Ryu era um doido varrido ou talvez alguém ingênuo demais para fazer esse tipo de pergunta a um estranho que tinha acabado de conhecer. Entretanto o boxeador não ligava para esse tipo de coisa. Desde o inicio ele nunca foi uma pessoa normal, e não era agora que pretendia mudar.

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– Eu não tenho dinheiro, nem um barco ainda. Tudo o que posso te oferecer é a minha amizade e a certeza de que nunca irei traí-lo, jamais. – Divaga com sinceridade deixando clara a sua situação, afinal, só contava com seus punhos e amigos. Se Bee perguntasse se ele tinha alguma especialidade ou coisa do tipo que fosse útil em uma viagem, Ryu seria franco é claro.

– Nenhuma, sou um lutador, e tudo que preciso são dos meus punhos e amigos. No entanto a Li Wan-chan deve ter algum conhecimento sobre coisas antigas, e o meu aniki que ainda não chegou é um excelente cozinheiro. O que me diz Bee, vamos abraçar o mundo juntos?

Histórico de Pedrão:
 





Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptyDom 26 Mar 2017, 23:57

Tripulação


Ah, um abraço. Realmente eu estava precisando disso na época, talvez para manter minha mente unida, apesar de que isso não adiantou muito. O que houve, você pergunta? Isso é algo que eu só direi mais para frente. Até lá, peço que seja paciente e aproveite a história. Voltando, foi muito bom saber que a jovem se importava comigo para se preocupar até com aquele ferimento superficial. Claro, não era como se eu fosse negligenciar ele, porque eu podia pegar alguma doença com isso, mas não era o que você chamaria de emergência. Por conta disso, ficaria da maneira que estava até eu arrumar algum tempo. Mas para responder a pergunta feita a mim, simplesmente diria. - Não é nada que uma limpeza e uma bandagem não dê jeito. Por sorte, foi menos profundo do que poderia ser. - * Até porque o tiro poderia ter acertado a minha cabeça. Acho melhor não dizer essa última parte. * Ao fim das explicações, eu logo fui até minha amiga ruiva e fiz as perguntas necessárias. O que eu ouvi dela não foi a coisa mais animadora do dia, mas até que não foi tão ruim. O único problema nisso era esse tal "alguém de confiança". Como eu posso ter um ferreiro de confiança estando a menos de uma semana na ilha? Resolvi deixar isso para mais tarde, quando eu estivesse com a cabeça melhor para pensar. Quase morrer não é o que você pode chamar de terapia anti stress.

Decidido isso, redirecionei minha atenção em achar novos companheiros, e por mais surpreendente que possa parecer, não demorou quase nada. Quais as chances de um cara loiro quase da minha altura, que não era muito interessante, e uma mink panda, que é muito mais interessante, estarem bem ao meu lado? Minha sorte trabalha de maneiras estranhas, até para os padrões anormais do universo. Normalmente, se apresentar era uma tarefa meio que difícil para mim. Mas com a motivação certa e a companhia adequada, ficou bem mais fácil. O jovem ouviu minha apresentação e fez sua própria, o que me permitiu ter tanto seu nome como a da mink. Além disso, surpreendentemente recusou a bebida grátis. * Você vê cada coisa esses dias... * Depois disso as coisas ficaram meio estranhas. * Como assim? Eu estou sendo recrutado enquanto tentava recrutá-lo? Ele bem que podia seguir o script, não é? * Agora sim as coisas estavam desconfortáveis. Eu já tinha preparado uma conversação até que interessante, mas agora tudo tinha ido por água abaixo. Sentia que estava ficando um pouco nervoso e impaciente com isso, e acabaria fazendo o que faço nesses momentos: Estalar alguns dedos. * Calma, é só alterar um pouco as coisas e continuar. Você consegue! *

Quando terminasse de estalar o terceiro, pararia e diria. - Certo, eu topo. Tendo dinheiro ou não, isso não será problema. Mas aceitarei com a condição de que não vamos ter um capitão oficialmente. Quero que as coisas não tenham que se basear em ordens e hierarquia no grupo. Todos devem ser iguais, pois a opinião de todas é sempre importante. - Parece algo ingênuo, não é? E de certa forma, talvez fosse. Mas eu estava lutando e dando meu melhor pela liberdade que tanto sonhava, e me juntar à um grupo apenas para seguir ordens fugia aos meus princípios. - Honre essa promessa de amizade, e você terá um médico e... - *E... ? Eu não acredito que eu esqueci de perguntar para a Umika o que ela sabia fazer. Apesar de ser um hipnotizador, parece que ela tinha me posto em um transe com a beleza. Assustador! * - É... Então... Umika, quais são as suas habilidades mesmo? E que tipo de arma usa? - Esperaria a resposta da moça e, assim que a tivesse, diria. - É isso. E vocês, o que fazem? - Estava na hora de descobrir o que eles podiam fazer e talvez reformular meu plano de acordo com a situação. Ouviria o que eles tinham a dizer em resposta e apenas os fitaria por hora. Infelizmente, a resposta do loiro não era a mais satisfatória. Pressionaria o lábio inferior no superior, enquanto divagava sobre a resposta. * Alguém que sabe sobre coisas antigas... Uma arqueóloga, talvez? Um cozinheiro que eu ainda não conheci e um lutador. Que tipo de profissão é "lutador"? Acho que não há nada que eu possa fazer sobre isso, a não ser conviver com isso. * Deixaria um leve suspiro escapar, enquanto olharia para o teto do estabelecimento. * Não é como se fosse o fim do mundo. Já temos basicamente o essencial para a viagem. Agora só falta comida e um navio legal, e já podemos sair daqui. *

* Tem certeza disso? Sair sem deixar algo legal pra trás? Esse povo merece um showzinho, certo? Principalmente os marinheiros, que colocaram uma recompensa mixuruca pela sua cabeça. você tem tipo umas quinze vezes mais que sua recompensa em seu bolso! É até deprimente. * * Você tem até um pouco de razão, mas arriscar tudo agora é burrice. * * Acha que vai ter outra chance simples assim de aumentar sua recompensa? Daqui pra frente, quem sabe o que você vai achar? Eu não duvidaria nada haver monstros e pessoas incrivelmente fortes. Façamos o seguinte: Nós vamos continuar o plano de uns dias atrás, de bater em algumas pessoas ruins e vandalizar um pouco, tudo bem? A gente nem precisa matar ninguém se não for necessário, tá bom? * * Tá certo. Eu até que estou com vontade de lutar contra alguém ruim, pra falar a verdade. Mas isso fica pra amanhã, depois que a gente resolver essa parada dos objetos. * * Você que manda. * Parecia que quanto mais coisas eu riscava da lista, mais apareciam. Felizmente, eu já estava em um bom lugar para juntar informações sobre pessoas ruins, o que me pouparia um tempo precioso. Passaria agora minha atenção para a ruiva e perguntaria em um tom alto o suficiente para que apenas ela e os bem próximos a mim pudessem escutar. - Guin, eu sei que pela proximidade com a Grand Line a ilha está infestada de criminosos, mas há algum ou alguns que se destaquem entre eles? - Caso ela perguntasse o motivo, eu apenas diria isso. - Eu estava pensando em fazer algumas visitas antes de partir... Sabe? E não precisa se preocupar, eu vou ter cuidado. - Diria essa última parte dando uma leve piscadela, talvez para mostrar um pouco de confiança no que eu estava pensando em fazer.

Ao fim da conversa, ofereceria um dos banquinhos à frente do balcão para a jovem que me acompanhava e sentaria em um ao seu lado, dando preferência para ficar também perto do loiro e sua amiga. - Bem, agora temos de esperar seu amigo cozinheiro para sabermos se ele concorda com tudo isso. Por hora, acho que eu vou aproveitar um pouco para descansar. - Diria com uma voz um pouco desanimada, deixando transparecer a necessidade de uma pausa. Sentado no banco, sorriria para Guin e requisitaria. - Pode me trazer um grande e bom suco gelado? E para a dama aqui... - Falaria olhando de maneira carinhosa para a garota de olhos esmeraldas ao meu lado. - Traga o que ela quiser. - Esperaria os pedidos enquanto tamborilaria meus dedos em minhas pernas, outra de minhas manias estranhas.

Nesse meio tempo, relembrei dos fatos que ocorreram na casa do marinheiro: A risada de criança e aquela voz que me levou a arriscar tudo pelo troféu. O que exatamente era aquilo? * Ei, voz! O que foi aquilo na casa do velho maluco? E eu quero a verdade! * Sempre gostei de resolver mistérios, mas infelizmente esse não tinha muitas evidências com as quais eu pudesse trabalhar. Além de que, as que tinha não eram provas físicas, e poderiam ser facilmente pistas falsas. Por isso, eu só poderia me pegar agora com o único que pode saber o que está acontecendo. * Olha, eu sei que você deve ter muitas dúvidas, mas agora não é a melhor hora para isso. Se eu tentar te explicar agora, você vai ficar ainda mais confuso. Por isso, ao invés de só te contar, eu vou tentar te mostrar o que está havendo. Por hora, aproveite o tempo que tem por aqui e tente dar um beijo na menina. * * CALA A BOCA! * * HAHAHA, vai dizer que não quer? Lembra que naquela hora foi por pouco? É só tentar com afinco e você consegue. * * Eu ainda não estou pronto mentalmente para isso... * * É... Talvez não esteja mesmo. * Quando a bebida chegasse, a tomaria devagar para saboreá-la e me refrescar ao mesmo tempo. Após chegar à metade do copo, aproximaria minha boca do orelha de Umika e questionaria. - Então, o que achou deles? O loiro parece ser meio desleixado, mas não parece ser fraco. A panda parece de certa forma manter ele nos trilhos, e uma arqueóloga pode ser útil. Mas agora eu quero saber sua opinião sobre isso. Fizemos o certo nos juntando à eles? - Eu tinha uma boa porcentagem de certeza quanto à minha escolha, mas ter uma segunda opinião é sempre bom.

Histórico:
 

Pra qualquer um que ler a ficha da npc:
 

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptySeg 27 Mar 2017, 03:41

O apressado come crú

Cozinhando como um profissional




Hum...

Devo admitir, ele tinha uma boa desenvoltura, possuía destreza e prestreza, mas lhe faltava orientação devida, seu prato tinha demoras desnecessárias, cortes imprecisos, um bom salmão deve ser fatiado com fatias generosas mas igualitárias, do contrário o tempo pode passar, não me surpreendeu quando tal feito aconteceu, surpreendeu menos ainda ao ver que sua apresentação de prato não poderia ser a mais simples, de fato ele tinha capacidade, mas lhe faltava talento. Ao velo terminar caminhei, lentamente estava ao seu lado, abanei a mão para que ele se retirasse, não tinha escolha, era a minha vez, tempo reduzido mas a escolha dele facilitou a minha, logo observei por alguns segundos e meu prato estava decidido e serio, sem sorrisos, apenas profissional respondi  :

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Lhe falta amor, lhe falta técnica e o mais importante, lhe falta talento Vincenzo, seu salmão está mal cortado, seus temperos estão desmedidos e o mais incrível, está mal salteado, isso foi ultrajante. Mas é a minha vez, eu faço questão que prove no final.

Com as mangas  já arregaçadas e com a postura correta comecei os trabalhos, a carne do salmão é saborosa  mas dela apenas precisava de fatias finas, não utilizaria muito e por tanto a pele era o que me interessava, rapidamente fiz os cortes, retirar a pele não é difícil, pelo contrário, salmões são como bananas, apenas precisa fazer cortes laterais para isso e foi o que fiz, os cortes precisos para a retirada foram feitos, e quando tudo fosse retirado elas seriam esticadas e polvilhadas com um pouco de pimenta na parte superior e inferior, assim como um pouco de sal, tudo rapidamente, nada disso dura mais que um minuto, talvez dois se precisar de um pouco mais de delicadeza  e então falava enquanto preparava, afinal, um bom cozinheiro não faz, pelo contrario ele demonstra, ele ensina, ele é profissional:


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Percebe? O tempero tem de ser marinado, ou seja deve deixa-lo descansar na peça, o seu tempero foi colocado no ato do saltear, lembre-se isso faz queimar o tempero, a pele pode ser tirada ao seu gosto, mas gosto de retirar com o procedimento padrão da cozinha de Revan, “ Descascar de Pele “ estude sobre ele depois, poucos manjam dele , transa do que falo? Bem, mas não podemos parar por aqui...me acompanhe com os olhos e olfato.


Todo discurso era feito preparando os poucos “ legumes “ e “ temperos “ folhosos que estivesse em mãos, enquanto era rapidamente esquentado a panela em questão, seria frio, no mesmo óleo do saltear, alguns poderiam achar esquisito mas ai está o segredo, o salmão perde gordura, gordura boa que pode ser utilizada sem utilizar os efeitos do azeite queimado, claro olhos , ouvidos, olfato e ate mesmo tato devem estar atentos e nada é diferente comigo na cozinha, ações com essa para que nada em absoluto escape é o que um chefe deve ter e enquanto preparava o “ assar “ mas uma coisa era visível, meu tom não era deboche, era didático e de longe meus trejeitos atrapalhavam na cozinha, afinal nela o profissionalismo tem que sobrepor. Quando ouvido o primeiro estalo as peles com uma fina camada de carne eram colocadas para fritas, rapidamente, uma selagem de 10 segundos, e logo do outro lado mais dez, as tiras eram retiradas e os cortes tinham que ser feitos, rápidos apenas cortando em tiras horizontais e verticais por fim cubos seriam feitos e o próximo passo seria feito, na mesma gordura, apenas acrescentando sal as folhas disponíveis seriam utilizadas , o sabor e o tempero seriam preservados e as folhas seriam apenas o complemento, uma comida leve estava sendo feita não um banquete, desperdiçar comida não era comigo e por isso era o prato de um homem só, aquele era apenas para Vincenzo e após saltear o acompanhamento os cubos de “Skin” era colocado na panela ainda quente com os mesmos e mexidos com um pouco de azeite, fazendo um simples “ Salada Saborizada com Skin de Salmão “ uma receita simples porem saborosa para os paladares simples e luxuosos  que era servida em uma cumbuca padrão de gohan para dar mais volume visual e foi enquanto fazia tudo isso que falava:

Acredito que acompanhou o preparo, mas irei explicar melhor  Vincenzo, o prato deve ser preparado com eficácia máxima, não perca tempo, não preocupe-se com ele, do contrario perdera para ele, por isso lembre-se de marinar , cortar, selar no tempo certo e preste bem atenção na finalização, a salada deve ser apresentada una, toda ela deve ter o sabor e os fragmentos do acompanhamento como essa, percebe? Bem, prove agora, mas antes salpique um pouco do molho a sua preferência, aconselho um Sake dourado de Binks para acompanhar.


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A vitória não me importava, o sorriso dado no final indicava isso, aquele homem tivera uma lição dura, ele era forte, eu sei disso, pude ver em seu empenho, mas as vezes é preciso um desafio, ainda tinha minhas ressalvas sobre ele mas no fim, dentro de uma cozinha tinha que respeita-lo como profissional e igualmente duro tinha que ser por ver suas falas acontecerem em seu preparo. Sorri com o prato a  mostra em minha frente e por fim olhando em seus olhos perguntei:

Diga-me, o que achou “Vincenzo-Boy”? Não está uma excelente transa?


bichaelson



Menu Completo:
 


Conversação:
 

Li Wan:
 

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Última edição por Afro-Afro em Ter 28 Mar 2017, 17:15, editado 1 vez(es) (Razão : Mudança precisa do NPC Acompanhante, para ficar de acordo com o padrão.)
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptyQua 29 Mar 2017, 23:54





Fazendo aliados X Salmão ao pôr-do-sol




Jacob


Jacob não era inexperiente na cozinha, sabia como preparar um salmão (mesmo que não cru, como no caso do carpaccio), sabia como deixar o tempêro penetrar de forma mais eficiente na carne e sabia também utilizar a pele do peixe de forma a deixar o prato além de apresentável, no caso em um prato mais “oriental”, conseguia fazer disso um aditivo de sabor à ele. Vendo o processo de preparo do prato do seu desafiante, era visível a frustração de Vicenzo quanto aos erros cometidos por talvez alguma pressão na hora, ou até a sua arrogância desnecessária, uma tentativa de desestabilizar o oponente. Infelizmente para o mestre das facas ali, tentar pressionar alguém quando se está pressionado não é uma estratégia inteligente e isso pode ter sido a sua ruína.

Ao que o prato de Jacob estava tomando forma, os cozinheiros são surpreendidos por uma mulher.


- Hmm, gosto de competições assim… Eu serei a jurada aqui! Ninguém mais vai degustar esses pratos além de mim. - Esta mulher estava totalmente decidida. Parada bem próxima à bancada de preparo, ela observava cada detalhe do preparo do cozinheiro em atividade, levava uma expressão na sua face que não transmitia nada, concentrada na tarefa que era observar a criação daquela refeição.

Havia um silêncio perturbador naquela volta. Apenas o som dos cortes, do óleo e dos movimentos para a montagem do prato, a competição havia tomado proporções um pouco maiores do que o que normalmente se espera de uma simples feira.

Alguns minutos depois, mesmo após todos os “ensinamentos” de Jacob para Vicenzo, este permanecia quieto e nervoso, um pouco trêmulo, principalmente após aquela pessoa chegar. Todos ali partilhavam um pouco dessa sensação, era visível. Ela foi uma adição interessante àquela competição.

Os pratos estavam ambos prontos, e a última fala do cozinheiro do último prato para Vicenzo teve a intervenção da mulher estranha.


- Quem vai decidir isso sou eu, agora fiquem ambos quietos perto dos seus pratos pra que eu possa avaliá-los - Ela se aproximava mais, imponente até o prato de Vicenzo, que era facilmente com uma cachoeira de tanta água que escorria de seu corpo. Estava sobre muita pressão por ser avaliado por aquela pessoa.


Ela prova de forma muito profissional apenas duas fatias do Carpaccio do senhor das facas, além dos acompanhamentos, claro. Não expressou reação alguma e passou ao próximo prato. Olhou cuidadosamente para o empratamento por alguns segundos, e pegou talheres para a degustação, dando cerca de três garfadas, pegando tudo que o prato tinha para oferecer, enquanto fitava os olhos de Jacob com uma força descomunal, sentir uma pressão parecida com a de Vicenzo era inevitável nesse momento.

A mulher se afasta e envolvendo seu braço esquerdo logo abaixo dos seios, apoiando seu direito nele, ela ficou parada por cerca de dois minutos formulando a decisão, que saiu em instantes.

- Vou ser rápida aqui. O Carpaccio era bom, porém os pedaços podiam ser menores e o tempero não estava em todo seu potencial, empratamento aceitável, mas apressado, poderia ter feito melhor se tivesse tudo esquematizado desde o começo. Já o outro prato, o qual eu não consegui identificar, possivelmente autoral do nosso outro cozinheiro aqui foi no geral um prato bom pra ótimo. O peixe estava gostoso, o ponto poderia ser melhor, porém o tempero penetrou muito mais do que no prato do seu adversário. Os acompanhamentos estavam melhores também, utilizando do próprio peixe para que eles tivessem destaque, porém isso não é exatamente a mesma categoria de um carpaccio. Não é um simples aperitivo frio, é uma entrada ou prato principal. Pense nisso. Bom eu me estendi muito aqui. QUEM VENCEU FOI...- E sem mais nenhuma palavra ela aponta para o lado de Jacob e uma grande salva de palmas da “platéia” saudou a sua vitória contra um oponente, a princípio, não tão desafiador. - Você, eu espero que não fique tão convencido, sua comida é boa, mas é medíocre, nunca se encaixaria como um cozinheiro no meu restaurante, La arcana famiglia. Até mais, feirantezinho. - E vai caminhando com alguns olhares de desprezo, outros de admiração rodeando a sua pessoa.

Vicenzo, que pega uma de suas facas, embala, como faz para todos os clientes e a entrega em um último suspiro para Jacob.

- Boa sorte por aí. - E a entrega, um pouco relutante e aparentemente bem frustrado.

A multidão havia se dispersado e o assunto ia junto com ela. Agora haviam outros rumos para o cozinheiro tomar.


Buzz & Ryu


Finalmente os dois piratas (talvez aspirantes, eu possa dizer), em um acaso da vida, se encontraram em um bar muito famoso de uma cidade muito movimentada. A chance de coincidência existe, mas é pouco provável, aí o destino agiu em prol dos protagonistas que tantas desventuras acabam por viver. Eis que eles se apresentam e expõem seus objetivos, que não só semelhantes, mas idênticos: Companheiros para a pirataria, cada qual com sua inspiração clara para tal, mas a grande importância estava na pirataria.

Puseram-se a conversar sobre a parceria, Ryu rejeitou a bebida oferecida por Bee, possivelmente por já ter bebido o licor que Guin lhe serviu.

Ryu se agarrou à oportunidade, mesmo sem dinheiro ou sem um navio e etc, apenas a sua amizade e lealdade foram prometidas no “pacto”, por assim dizer. Bee não tinha problemas quanto ao dinheiro, mas estava realmente interessado nas capacidades da dupla à sua frente. Se eram bons cozinheiros, navegadores e por aí vai… Para a surpresa, ou não, de Buzz, o loiro alegou não ser especificamente bom em nada e que era apenas um lutador mas que Li Wan, entretanto, tinha algum conhecimento sobre “coisas antigas” e que havia ainda, mais um integrante daquele gurpo. Um cozinheiro, seu irmão, que logo chegaria para dar seu parecer sobre aquilo tudo

Uma arqueóloga, talvez? Pensou Bee, que refletiu sobre as ocupações dos outros citados, mesmo não entendendo o que exatamente um “lutador” faria (além de lutar, creio eu). Por fim, Buzz concordou com os termos adicionando uma condição. Essa tratava-se de não estipular uma hierarquia, queria que os tripulantes fossem livres, e que não existisse um capitão de fato, estava nas mãos de Ryu aceitar essa condição ou não. Bee terminou dizendo para honrar a promessa de amizade feita agora há pouco pelo loiro.

Apresentando suas habilidades para o casal, o jovem Buzz insinua que terão um médico, porém quando fora continuar a sua fala, percebe que esqueceu de perguntar as aptidões de Umika, e o que ela sabia fazer, com que armas lutava e etc. Esta respondeu seriamente e um pouco envergonhada.

- B-bom, por vários motivos que não vêm ao caso agora, eu estudei muito navegação, e tenho de fato alguma boa prática nela, e-então acho que podem dizer que eu sou a navegadora do grupo hehe… Quanto às minhas habilidades de combate, eu prefiro manter a média distância. Uso um chicote para fazê-lo. A-Acho que é isso… Mas poderia ter perguntado antes… - Esta última frase fez questão de que fosse somente ouvida por Bee, ou era essa a intenção, pelo menos.

Bee então conclui que tudo que precisavam da viagem era um bom navio para partirem à Grand Line. O porém aqui era que sair sem deixar nenhuma marca sequer na cidade era deplorável, pelo menos para a sua voz interior, mas logo concordou com ela também, mas querendo agora um momento de paz, principalmente depois dos grandes alvoroços em sua vida. Mas aproveitou para perguntar para Guin se possuía alguma informação de alguém que precisasse de uma surra, principalmente por Loguetown ser a ilha mais próxima da Grand Line do East Blue, então é natural que os criminosos do mar se reúnam ali. Guin o responde, inclusive à sua piscadela, desta forma:

- Bom, sempre tem aqueles mais destacados dentre os encrenqueiros, é bem óbvio, mas acontece que você quiser realmente fazer algo memorável nesta ilha, deveria mirar os admirados. Aqueles que possuem muito, mas o possuem de forma duvidosa, se é que me entendeu. - Após isso se virava de costas para o balcão.

Buzz se voltou de novo para o loiro e decidiu então esperar mais um pouco o irmão deste chegar para discutirem, enquanto isso, iria ter seu tão desejado descanso, com um suco bem gelado, como assim pediu para Guin, também pedindo algo que Umika quisesse, esta então pediu o mesmo suco que Bee fosse tomar.

Por motivos de curiosidade sobre o que era aquela voz que ouvira mais cedo, teve uma pequena discussão interior, no qual a outra, costumeira, disse que iria mostrar o que estava acontecendo por sua cabeça, e que até lá, ele tentasse tascar um beijo na garota (sempre acaba em algo assim, incrível). O qual todos sabemos que o jovem muito queria, porém não estava mentalmente preparado para isso, alegou. Sua voz interior deve sentir pena dessa existência.

Alguns instantes depois as bebidas chegaram e Bee aproveitou para pedir a opinião de sua companheira sobre os indivíduos que recém tinham conhecido ali, e formado uma parceria, esta respondeu calmamente:

- Não vejo nada ruim em tê-los “recrutado”, parecem boas pessoas, sinceras e com bastante história nas costas, o que conta bastante. Além do que, não é qualquer um que faz uma promessa de amizade e lealdade daquelas tão cedo e jovem como ele aparenta ser. Estranho para mim, dizer isso, já que sou tão jovem quanto, talvez mais, mas é o que ele transmitiu. Agora acho que só nos resta ver como é esse cozinheiro irmão dele. Espero que não seja alguém intimidador… E que saiba fazer Macaron também hehehe - E com a graciosa risada da jovem garota os dois casais seguem a esperar para que o seu próximo e último companheiro, até o momento, chegue para assim selar finalmente o pacto para formarem a sua tripulação pirata e deixarem a sua marca no mundo.



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptyQui 30 Mar 2017, 03:10

” A Bela Julgadora “

Quando o cozinheiro se apaixona.




Broto, achei um julgamento adequado, está longe de ser um belo prato, digo que foi “ pra frentex “ quando disse que estava bom para ótimo, ou apenas o paladar não está apurado...mas veremos em breve.

Aquele olhar, aquele julgamento aqueles contrapontos, aqueles contornos, tudo naquela mulher me atraia, não posso negar meu instinto, sou um sedutor incorrigível, mas não posso ser irracional, tenho que ser estratégico e se meu adversário se deu por vencido, eu não podia me dar. Eu tinha ganhado, mas pude sentir naquela mulher algo que nunca senti depois que sai de Revan, nela pude sentir o olhar de um chefe assim como o de Obeha, mas seria ela isso ou apenas uma profunda conhecedora. Bem, existia um lugar onde eu poderia de fato descobrir isso, mas iria precisar de mais do que apenas um prato simplório para com isso poder fazer algo incrível e apenas um lugar poderia ser feito essa desafio a “ La Arcana Famigilia “ . Ao vê-la partir tomei seu olhar desafiador e seu comentário como o desafio que me faltava, minhas capacidades culinárias estavam agora sendo desafiadas por uma Chef e assim como Obeha me disse  uma vez  :

” Lembre-se garoto, você pode vencer chef’s, pode tornar-se um cozinheiro famoso, mas apenas se tornara um grande cozinheiro quando ouvir de um ser valoroso as seguintes palavras : Seu prato é incrível, aceite-me como seu aprendiz . “  

Lembro-me de que quando escutei tais palavras isso me encheu de desejo, cozinheiros não desejam ficar famosos, pelo contrário desejam que seu MENU seja famoso, desejam que seus aprendizes aproveitem de seu conhecimento, deseja que seus aprendizes desejem ser seus aprendizes e não os obrigue a isso e naquele momento, aquela bela donzela seria duas coisas em meu coração, a mulher que o levou com um olhar e a pessoa que diria para mim, EU SEREI SUA APRENDIZ. Em meus devaneios o sorriso no rosto era evidente, mas os desejos de continuar também, apenas me virei lentamente vendo a multidão se dispersar e Vincenzo pegar sua faca e me entregar, nesse momento peguei em sua mão, com um olhar penetrante o observei, com uma serenidade impar respirei e por fim pronunciei as palavras para que ele se lembra-se :


”Vincenzo-Boy”, devo alerta-lo de que de longe é o cozinheiro mais capaz que encontrei, não preciso da faca, preciso que com ela você torne-se um grande cozinheiro. Afinal, já pode responder a pergunta chave de todo cozinheiro? Qual seu menu completo?


Falei tais palavras sereno, segui me arrumando e me vestindo corretamente novamente, cada passo dado era um passo na direção do “ horizonte “ , existiam muitos lugares para ir, muitas compras a fazer, mas existia um lugar que tinha que ir antes de tudo, um lugar que fazia total sentido seguir, o encontro com meu irmão, afinal, tinha que alerta-lo, eu tinha um desafio a cumprir de uma dama, e um desafio de um dama nunca é deixado de lado. Enquanto caminhava observava os de mais e quando estivesse quase saindo da feira perguntaria aos mais próximos com um olhar delicado e sorridente:

Com a licença de vocês “ Rapeizes “ poderia me dizer onde fica o lugar mais “ Supimpa” da cidade, chamado Red Pub? Vou encontrar meu irmão lá antes de “ Partir pra uma rapidinha “ saca o que eu digo ?


Seguir para o Red Pub seria o local correto, afinal, era para lá que Ryu e eu Marcamos de nos encontrar, já sabia onde fazer as compras, mas precisava de local para estocagem e por isso ver com o Ryu onde guardaríamos seria o primeiro passo sensato, depois, existia algo bem contundente para ser feito após isso logo ele teria de ser avisado e por isso direcionar-se para lá era o principal a ser feito. Se de fato meus pés me levassem ate lá, apenas uma coisa seria feito encontrar o jovem rapaz Ryu e independente da companhia da um leve tapa em suas costas e falar em tom característico de meu linguajar:

”Anaki-Boy” , acho que teremos que parar mais um pouco, afinal eu acabei de ser desafiado por uma dama, e sabe, adoro desafios de damas, transa o que eu to falando?


bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 5 EmptyQui 30 Mar 2017, 04:15




RISE OF THE DRAGON


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Lentamente a tripulação dos sonhos ia tomando a sua forma. O grupo tinha um médico, cozinheiro, navegadora, e não menos importante, uma arqueóloga, que durante toda a conversa nem ao menos se pronunciou, exibindo uma timidez um tanto quanto estranha, diga-se de passagem.

Já Ryu representava não mais que músculos e força bruta, ainda que demonstrasse esperteza diante algumas situações. Ele seria a alma do grupo pirata, o capitão, mesmo que Bee não concordasse em manter qualquer tipo de hierarquia.

O sorriso bobo no rosto do loiro desapareceu restando um semblante sério a partir do momento que o médico começou a fazer “exigências”. O pior de tudo é que o companheiro de Umika parecia ter dado o assunto como encerrado, ignorando-o enquanto falava com Guinn normalmente.


“O que você faria nessas horas oyaji? Ele não parece uma má pessoa, mas sinto que ele não irá baixar sua guarda tão facilmente.” – Diferente de Jacob, com quem tinha se entendido através de troca de socos, Ryu não sabia nem por onde começar a desarmar as “defesas” que resguardavam o coração do jovem médico. Socos claramente não resolveriam, e ele também não tinha a menor intenção começar uma briga desnecessária com um aliado.

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- Eu já lhe disse antes, quando homens de verdade trocam socos, eles são capazes de se entender. Entretanto, Ryu, nem sempre você poderá agir dessa maneira. Quando seu punho não conseguir falar, e as palavras não forem o suficiente, nesse momento meu filho...

Você deve falar com o seu coração.


Riu ao ouvir a voz do seu velho reverberar na sua mente, lembrando-se que naquela época ele não tinha entendido nenhuma de suas lições. Hoje, mais maduro, compreendia melhor o que estava nas entrelinhas. Cerrou os punhos demonstrando sua determinação, mantendo um sorriso discreto no canto dos lábios.

- O que os dois pombinhos estão aprontando? – Com um tom gentil, aproximar-se-ia do casal sentando-se em um banco ao lado, mas ao invés de ficar de frente para o balcão, iria utilizá-lo como um apoio para as costas, repousando os cotovelos em cima. Ficou o mais a vontade que podia, seus olhos corriam de um lado para o outro observando o movimento local.

- Não posso concordar com os seus termos. – Falaria com suavidade antes que Buzz pudesse responder a sua pergunta, deixando claro que ela tinha servido apenas para “quebrar o gelo”, e provocar o rapaz que parecia tão na defensiva.

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- Provavelmente você deve está pensando que eu sou algum retardado ou algo do tipo, mas eu não o culpo, apenas tive uma boa sensação a seu respeito. Por mais que isso possa soar inocente da minha parte, eu realmente acredito que o destino colocou você e a Umika-chan no meu caminho. – Voltar-se-ia brevemente para a moça dirigindo-lhe um olhar afetuoso, ciente de que estava tratando-a com muito mais intimidade do que deveria. Era inegável, todavia, que ela demonstrava ser muito mais gentil e atenciosa que o companheiro ao lado. Lidar com Umika seria, aparentemente, menos trabalhoso do que convencer Bee.

- Entretanto, se você acha que negociar com um pirata é algo inteligente, então o inocente é você. – A suavidade da sua voz desaparecia subitamente, tornando-se tão fria e mortal quanto uma lâmina que retalha tudo em seu caminho. Simultaneamente o ar a sua volta ia ficando pesado, quase intimidador. Buzz precisava entender que ele estava se juntando a uma tripulação pirata, e não a um grupo infantil de aventureiros.  

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- Não me entenda mal, eu não planejo acorrentá-lo, tampouco submetê-lo a minha vontade, isso jamais passou pela minha cabeça. Tudo o que eu desejo é navegar pelo mundo com meus amigos, e descobrir coisas novas.

O meu velho sempre me dizia que o capitão não é responsável somente pelo destino do grupo, para onde ele vai ou que irá fazer, mas também é aquele que mantém a tripulação unida nas horas difíceis.


- Eu não estou pedindo que você abandone os seus sonhos por minha causa, pelo contrário, eu desejo realizá-los ao seu lado, e apoiá-lo nas horas mais importantes. É assim que um amigo deve ser não é mesmo? – Relaxaria o corpo abandonando todo aquele ar sério, suavizando a voz novamente. Ryu não tinha pretensão alguma de intimidar o casal, apenas queria ser levado mais a sério, tentando mudar a visão não muito positiva que o médico tinha a seu respeito.

- No início eu não entendi muito bem o porquê de você ficar tão na defensiva, mas agora... Pensando melhor... Eu sinto que você é exatamente como eu costumava ser. – Chame de instinto ou não, Tetsu começava a imaginar a partir daí que Bee era um cara tão sozinho quanto ele costumava ser antes de conhecer Jacob.

A solidão... Dolorosa e insuportável parecia ter formado uma defesa impenetrável ao redor do seu coração, algo que nem Umika demonstrava ter percebido. – “Bee, se você for como eu... Eu irei destruir essa parede custe o que custar.” – Levantar-se ia ficando de frente para os dois mostrando um sorriso sincero enquanto estendia a destra para o amigo. Se ele estava imerso na escuridão, Ryu seria a pequena luz no túnel que o guiaria para fora dali. Tudo o que Bee precisava fazer era aceitar a sua mão.

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- Eu não sei o que aconteceu com você, mas isso já é o suficiente. Você não precisa ficar mais sozinho. Bee, eu vou te perguntar de novo, você quer vim comigo e ser meu amigo?

Histórico de Pedrão:
 




Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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